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Modelo de Maturidade em Colaboração ( CollabMM )
Modelo de Maturidade em Colaboração ( CollabMM )
Modelo de Maturidade em Colaboração ( CollabMM )

Índice

1 Introdução

 

1

2 Visão Geral CollabMM

2

2.1 Níveis de Colaboração

3

2.2 Práticas de Colaboração

4

3 Nível 1 – Casual

 

5

4 Nível 2 – Planejado

6

4.1 Objetivos Genéricos

6

4.2 Práticas de Colaboração

7

 

4.2.1 Projeto da Comunicação

7

4.2.2 Projeto da Coordenação

8

4.2.3 Integração dos Produtos

9

4.2.4 Percepção Social

10

5

Nível 3 – Perceptivo

11

5.1 Objetivos Genéricos

11

5.2 Práticas de Colaboração

12

 

5.2.1 Monitoramento da Comunicação

12

5.2.2 Monitoramento da Coordenação

13

5.2.3 Projeto da Gestão de Conhecimento Explícito

14

5.2.4 Percepção do Processo

15

6

Nível 4 – Re exivo

16

6.1 Objetivos Genéricos

16

6.2 Práticas de Colaboração

17

 

6.2.1

Encerramento do Trabalho em Grupo

17

6.2.2

Avaliação do Trabalho em Grupo

18

6.2.3

Projeto da Gestão de Conhecimento Tácito

19

6.2.4

Percepção da Colaboração

20

Referências

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1

Introdução

A dheka tem como objetivo aproximar processos e pessoas visando estimular a produtividade, qualidade e o compartilhamento de conhecimento. Essa integração aumenta a capacidade criativa, melhora a resolução de problemas complexos, a comunicação, o aprendizado e a inovação.

complexos, a comunicação, o aprendizado e a inovação. Processos não podem ser modelados sem considerar as

Processos não podem ser modelados sem considerar as pessoas que vão executá-lo e a forma como elas interagem e se relacionam. Ao mesmo tempo, a colaboração integrada ao contexto do processo passa a ter um objetivo mais claro, de modo que as pessoas estão trabalhando juntas para atingir os objetivos do negócio. A ideia é que o modelo de processos retrate como a interação entre os participantes do processo foi planejada. Já a execução do processo irá retratar como a dinâmica da colaboração é de fato exercida. Para isso, a dheka possui alguns produtos e serviços.

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Visão Geral CollabMM

O modelo funciona como um instrumento de projeto para apoiar as organizações a

inserirem e estimularem a colaboração nos processos de negócio. Pode ser usado também como um instrumento de avaliação para determinar o grau de colaboração existente nos processos.

O CollabMM descreve um caminho de evolução progressiva através de quatro níveis de

maturidade em colaboração. A estruturação em níveis de maturidade é uma forma de ajudar as organizações a priorizarem as ações para ampliar a colaboração nos seus processos. Para se alcançar um determinado nível, é necessário satisfazer este nível e os seus níveis inferiores.

REFLEXIVO PERCEPTIVO PLANEJADO CASUAL 2
REFLEXIVO
PERCEPTIVO
PLANEJADO
CASUAL
2

2.1

Níveis de Colaboração

Os níveis de colaboração são discutidos a seguir. As características dos níveis de colaboração são de nidas de acordo com as quatro principais necessidades de colaboração em uma organização: comunicação entre os membros do grupo para troca de informações, coordenação de atividades, registro da memória de execução da atividade colaborativa e percepção ou compreensão da colaboração.

1 - REFLEXIVO • • •
1 - REFLEXIVO

A colaboração é institucionalizada na empresa, passando a ser vista como fonte de conhecimento.

Os participantes do processo são capazes de interagirem para executar as tarefas e determinarem o que precisam para realizar o trabalho. Outros atores não previstos no processo podem ser convidados ou se engajarem para contribuir na atividade colaborativa.

Os resultados do trabalho e o conhecimento (explícito e tácito) gerado no processo são analisados, compartilhados e disseminados na organização.

Os participantes percebem com clareza como a colaboração acontece no processo, reconhecendo o impacto de sua atuação nos objetivos do mesmo.analisados, compartilhados e disseminados na organização. 2 - PERCEPTIVO • • A colaboração começa a ser

2 - PERCEPTIVO • •
2 - PERCEPTIVO

A colaboração começa a ser percebida através do processo. Os participantes do processo conhecem as suas responsabilidades e sabem quais atividades executar para que o processo consiga satisfazer seus objetivos, tendendo a carem mais engajados em realizá-las.

Não é mais necessária uma coordenação centralizada do líder. O esforço passa a ser distribuído. Os membros do grupo trabalham de forma auto-organizada e simultânea. Quando necessário, as tarefas já são executadas de forma coletiva.

Os participantes compreendem o processo de trabalho que irão realizar, entendem seus objetivos, estão conscientes dos passos necessários para alcançar estes objetivos e possuem os conhecimentos requeridos para executar as tarefas.as tarefas já são executadas de forma coletiva. 3 - PLANEJADO • A colaboração é planejada.

3 - PLANEJADO • A colaboração é planejada. • •
3 - PLANEJADO
• A colaboração é planejada.

O esforço da equipe executora do processo é coordenado e fortemente centralizado em um líder. Esse líder é responsável pela comunicação e pela distribuição de tarefas entre os participantes do grupo. As tarefas

podem ser executadas de forma individual e depois integradas.

Os artefatos gerados no processo são integrados de forma a se complementarem como parte de um todo consistente, conhecido e entendido por todos os participantes do processo.

Os atores são previamente de nidos e restritos àqueles indicados pelo processo. Os participantes do processo são capazes de se nidos e restritos àqueles indicados pelo processo. Os participantes do processo são capazes de se reconhecerem como parte integrante de um grupo na empresa.

reconhecerem como parte integrante de um grupo na empresa. 4 - CASUAL A colaboração acontece, mas
4 - CASUAL
4 - CASUAL

A colaboração acontece, mas ainda não está explícita nos processos. A empresa ainda não percebeu a necessidade de incentivar a colaboração, acreditando que ela acontecerá espontaneamente. Assim, a colaboração ainda é resultado do esforço individual e acontece de forma casual.como parte integrante de um grupo na empresa. 4 - CASUAL Os aspectos de comunicação, coordenação,

Os aspectos de comunicação, coordenação, memória e percepção estão presentes, mas são tratados de maneira ad-hoc, ou seja, sem sistematização. Neste caso, é difícil predizer os resultados conjuntos ou aprender e reproduzir as experiências.espontaneamente. Assim, a colaboração ainda é resultado do esforço individual e acontece de forma casual. 3

3
3

2.2

Práticas de Colaboração

As práticas possuem um propósito e objetivos especí cos e podem ser executadas em conjunto, visando à melhoria da capacidade de colaboração do processo.

REFLEXIVO - - - - PERCEPTIVO - Monitoramento da comunicação - Monitoramento da coordenação -
REFLEXIVO
-
-
-
-
PERCEPTIVO
- Monitoramento da comunicação
- Monitoramento da coordenação
- Projeto da gestão de conhecimento explícito
- Percepção do processo
PLANEJADO
- Projeto da comunicação
- Projeto da coordenação
- Integração dos produtos
- Percepção social
CASUAL

Encerramento do trabalho em grupo

Avaliação do trabalho em grupo

Projeto da gestão de conhecimento tácito

Percepção da colaboração

Cada um dos níveis de colaboração, exceto o casual, engloba um conjunto de objetivos e práticas de colaboração que auxiliam a sua aplicação.

4
4
5 Nível 1 – Casual A colaboração acontece em todas as empresas, mas nem sempre
5
5

Nível 1 – Casual

A colaboração acontece em todas as

empresas, mas nem sempre ela está sistematizada e formalmente de nida em seus processos. Sendo assim, este nível não possui objetivos genéricos e práticas

associadas, uma vez que não se espera que

a colaboração esteja formalmente estabelecida na organização.

práticas associadas, uma vez que não se espera que a colaboração esteja formalmente estabelecida na organização.
práticas associadas, uma vez que não se espera que a colaboração esteja formalmente estabelecida na organização.

Nível 2 – Planejado

Objetivos Genéricos

Um processo que atende ao nível 2 deve ser capaz de:

Garantir que a comunicação e coordenação sejam projetadasUm processo que atende ao nível 2 deve ser capaz de: Estimular o reconhecimento dos participantes

Estimular o reconhecimento dos participantes do processo como parte integrante do grupoque a comunicação e coordenação sejam projetadas Garantir que a coordenação seja centralizada Garantir a

Garantir que a coordenação seja centralizadados participantes do processo como parte integrante do grupo Garantir a integração dos produtos de trabalho

Garantir a integração dos produtos de trabalhodos participantes do processo como parte integrante do grupo Garantir que a coordenação seja centralizada 6

6
6

Práticas de Colaboração

Projeto da Comunicação

Propósito

O propósito do projeto da comunicação é elaborar o modelo da rede social de comunicação para o modelo do processo e permitir a criação do plano de comunicação com o detalhamento dos canais e do uxo de informações entre os participantes das instâncias do processo.

Objetivos especí cos

Elaborar a rede social de comunicação para o modelo do processo.

Alterar o modelo do processo para incluir atividade que permita que durante a execução da instância do processo seja detalhado o plano de comunicação contendo os canais de comunicação, o uxo de informações e a periodicidade de distribuição dessas informações.

Produtos de trabalho típicos

Rede social de comunicação do processo

Modelo de processo alterado com a inclusão

da atividade de planejamento da comunicação

Ferramentas

Ferramenta CollabModeling

Ferramenta de modelagem de processos

CollabModeling • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas O modelo da rede social de comunicação

Notas explicativas

O modelo da rede social de comunicação visa facilitar o entendimento de como a comunicação entre os atores está prevista no modelo do processo. O modelo da rede social de comunicação do processo é representado por um grafo gerado a partir do Modelo de Processos da organização.

Embora o processo determine o uxo de atividades, as informações e os métodos de distribuição variam amplamente durante a execução das instâncias do processo. A modelagem da comunicação envolve determinar os canais e o uxo de informações necessárias para os participantes do processo:

quem necessita de qual informação, quando necessitará dela e como essa informação será compartilhada.

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Projeto da Coordenação

Propósito

O propósito do projeto da coordenação é organizar as responsabilidades e tarefas dos participantes do processo e estimular as interações entre eles.

Objetivos especí cos

Elaborar a rede sócio-técnica do processo representando os relacionamentos dos produtos gerados no processo com os responsáveis pela sua elaboração. Alterar o modelo do processo para incluir atividade que permita que durante a execução da instância do processo seja detalhado o plano de trabalho contendo treinamentos necessários para o trabalho em grupo; recursos (hardware, software, espaço físico ou pessoas) necessários; e a distribuição de tarefas entre os membros do grupo com os respectivos prazos.

Alterar o modelo do processo para incluir as atividades correspondentes aos pontos em que o líder ou responsável pelo processo deve interferir para garantir o alinhamento das tarefas e estimular as interações entre os participantes.

Ferramentas

Ferramenta CollabModeling

Ferramenta de modelagem de processos

CollabModeling • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas O projeto da coordenação compreende de

Notas explicativas

O projeto da coordenação compreende de nir um líder ou responsável pelo alcance dos objetivos do processo e identi car os pontos de intervenção desse líder para estimular a interação entre os participantes do processo. Esses pontos de intervenção visam alinhar as tarefas desempenhadas pelos participantes do processo de forma a estabelecer uma visão comum entre eles a partir de determinado ponto do processo. Por último, a coordenação visa manter a “vida do grupo”, através de estímulos às contribuições de cada participante, agendamento de eventos e estabelecimento de um ritmo aos trabalhos e encontros.

Produtos de trabalho típicos

Rede sócio-técnica do processo

Modelo de processo alterado com a inclusão

da atividade de planejamento da coordenação

Modelo de processo alterado com a inclusão das atividades de intervenção do líder

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Integração dos Produtos

Propósito

O propósito da integração dos produtos é garantir que os diversos produtos gerados no processo se complementem como parte de um todo consistente, conhecido e entendido por todos os participantes do processo.

Objetivos especí cos

Elaborar um modelo de composição de itens de trabalho, de forma a representar a integração dos produtos gerados no processo.

Alterar o modelo do processo para incluir atividade que permita que durante a execução da instância do processo sejam detalhadas as atividades de integração dos artefatos.

Produtos de trabalho típicos

Modelo de composição de itens de trabalho

Modelo de processo alterado com a inclusão

da atividade de detalhamento da integração dos artefatos

Ferramentas

Ferramenta CollabModeling

Ferramenta de modelagem de processos

CollabModeling • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas A integração dos produtos compreende

Notas explicativas

A integração dos produtos compreende determinar os momentos do processo onde se faz necessária a integração dos diversos produtos gerados ao longo da sua execução. Desta forma, carão claros para os participantes do processo, antes mesmo de iniciar a execução das tarefas, os momentos onde serão reunidas as contribuições individuais.

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Percepção Social

Propósito

O propósito da percepção social é que os

participantes entendam de quais grupos

fazem parte, quem são seus parceiros de

trabalho, quais são suas conexões sociais e a

proximidade física entre eles.

Objetivos especí cos

Alterar o modelo do processo para incluir

atividade que permita que durante a execução

da instância do processo seja realizada a

socialização entre os participantes do

processo.

Alterar o modelo do processo para incluir

atividade que permita desenvolver um modelo

de composição do grupo contendo as

informações de contato e localização de cada

membro do grupo.

Produtos de trabalho típicos

Modelo de processo alterado com a inclusão

da atividade de socialização

Modelo de processo alterado com a inclusão

da atividade de elaboração do modelo de

composição do grupo

Ferramentas

Ferramenta de modelagem de processos

grupo Ferramentas • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas A percepção social pode ser alcançada

Notas explicativas

A percepção social pode ser alcançada caso se consiga utilizar os conceitos da modelagem de processos (processo, atividade, papel e etc.) para despertar nos participantes o reconhecimento do grupo. Assim, é importante que os participantes do processo possam se conhecer pessoalmente, gerando assim solidariedade, entendimento, con ança mútua, respeito e comprometimento, além de desenvolver padrões de conduta no grupo.

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Nível 3 – Perceptivo

Objetivos Genéricos

Um processo que atende ao nível 3 deve ser capaz de:

Garantir que os participantes conheçam suas responsabilidades e o impacto que elas causam no processoUm processo que atende ao nível 3 deve ser capaz de: Reduzir a centralização da coordenação

Reduzir a centralização da coordenaçãoresponsabilidades e o impacto que elas causam no processo Garantir a implementação do plano de comunicação

Garantir a implementação do plano de comunicaçãono processo Reduzir a centralização da coordenação Aumentar o entendimento do processo pelos participantes

Aumentar o entendimento do processo pelos participantesGarantir a implementação do plano de comunicação Aumentar a memória do processo visando à retenção do

Aumentar a memória do processo visando à retenção do conhecimento explícitoGarantir a implementação do plano de comunicação Aumentar o entendimento do processo pelos participantes 11

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Práticas de Colaboração

Monitoramento da Comunicação

Propósito

O propósito do monitoramento da

comunicação é promover a participação e interação entre os atores do processo de acordo com o planejado.

Objetivos especí cos

Garantir a execução do modelo de comunicação elaborado previamente.

Monitorar (com o apoio de ferramentas BPMS

e sociais integradas à execução do processo) a rede social de comunicação da instância do processo.

Produtos de trabalho típicos

Rede social de comunicação da instância do

processo

Dashboard de acompanhamento dasmétricas de coordenação

Ferramentas

CollabMeter

dasmétricas de coordenação Ferramentas • CollabMeter Notas explicativas O monitoramento da comunicação envolve

Notas explicativas

O monitoramento da comunicação envolve executar o que está proposto no projeto de comunicação e acompanhar se se as interações, os canais e o uxo de informações entre os participantes do processo estão ocorrendo de forma adequada. Este acompanhamento poderá ser feito através da visualização e análise da rede social de comunicação da instância do processo. Este acompanhamento conta com o apoio de ferramentas BPMS e sociais integradas à execução do processo.

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Monitoramento da Coordenação

Propósito

Propósito Notas explicativas

Notas explicativas

O

propósito do monitoramento da

O

monitoramento da coordenação compreende

coordenação é garantir o bom andamento das

o

acompanhamento periódico do progresso do

tarefas previstas para os participantes do

trabalho do grupo. Isto ajuda a identi car os

processo.

problemas mais cedo e garante que o trabalho está sendo feito de acordo com o planejado.

Objetivos especí cos

Rever o modelo de processo visando eliminar possíveis gargalos que possam di cultar o andamento do processo.

Alterar o modelo do processo para inclusão de uma ou mais atividades de monitoramento do progresso do trabalho em grupo.

Monitorar (com o apoio de ferramentas BPMS

e sociais integradas à execução do processo)

as atividades de coordenação da instância do processo.

Produtos de trabalho típicos

Modelo do processo alterado com a inclusão

de atividades de reunião dos participantes do processo para compartilhamento de sucessos

e problemas

Modelo do processo revisto para eliminar

gargalos

Ferramentas

Ferramenta de modelagem de processos

CollabMeter

Além disso, serve como uma oportunidade para os participantes do processo se reunirem

e interagirem, podendo compartilhar os seus

sucessos e problemas. Também é o momento para os participantes do processo revisarem o modelo de coordenação para o processo, conferindo as tarefas que foram concluídas e distribuindo novas tarefas.

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Projeto da Gestão de Conhecimento Explícito

Propósito

O propósito do projeto da gestão do conhecimento explícito é identi car os itens de conhecimento explícito para o processo, adequando as formas de retenção e distribuição dos mesmos para os participantes do processo.

Objetivos especí cos

De nir o repositório que será utilizado para armazenar a documentação do processo de forma centralizada para que possa ser acessada por todos os atores do processo.

Alterar o modelo do processo para incluir uma ou mais atividades que permita que durante a execução da instância do processo seja registrada a atualização do repositório com os produtos de trabalho gerados.

Alterar o modelo de processo para incluir uma ou mais atividades que permita que durante a execução da instancia do processo seja registrado o conhecimento explícito. Mapear as competências necessárias e disponíveis para o processo.

Ferramentas

Ferramenta de modelagem de processos

Ferramentas • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas A memória do trabalho dos participantes

Notas explicativas

A memória do trabalho dos participantes do processo pode ser um importante repositório de soluções identi cadas e adotadas, serve como base de estudo para outros grupos, pode trazer novas ideias e perspectivas sobre um determinado problema e permite a visualização da participação no processo. O projeto da gestão de conhecimento explícito envolve a criação de uma memória do grupo através da identi cação de itens de conhecimento explícito para o processo.

Produtos de trabalho típicos

Repositório de soluções

Modelo do processo alterado com a inclusão de atividades que registrem a atualização do repositório com os produtos de trabalho gerados

Mapeamento de competências

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Percepção do Processo

Propósito

O propósito da percepção do processo é permitir que os participantes adquiram conhecimento sobre os processos em que atuam, tendo visibilidade sobre onde e sob qual forma esses processos estão disponibilizados.

Objetivos especí cos

Publicar a de nição do processo.

Garantir a identi cação de requisitos que aumentem a compreensão do processo pelos participantes.

Produtos de trabalho típicos

Portal de processos

Requisitos para acesso, uso e informação do processo

Ferramentas

Ferramenta de modelagem de processos

Ferramentas • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas A percepção do processo compreende

Notas explicativas

A percepção do processo compreende oferecer recursos para que os participantes adquiram conhecimento sobre os processos em que participam, de forma que conheçam as suas responsabilidades e o impacto que elas causam no processo.

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Nível 4 – Re exivo

Objetivos Genéricos

Um processo que atende ao nível 4 deve ser capaz de:

Garantir a gestão e disseminação da colaboração dentro da empresaUm processo que atende ao nível 4 deve ser capaz de: Garantir a obtenção de feedback

Garantir a obtenção de feedback sobre o alcance dos objetivos do grupogestão e disseminação da colaboração dentro da empresa Estimular a disseminação dos resultados alcançados para o

Estimular a disseminação dos resultados alcançados para o restante da organizaçãode feedback sobre o alcance dos objetivos do grupo Aumentar o entendimento de como a colaboração

Aumentar o entendimento de como a colaboração ocorre no processo pelos participantesdos resultados alcançados para o restante da organização Aumentar a memória do processo visando à retenção

Aumentar a memória do processo visando à retenção do conhecimento tácitopara o restante da organização Aumentar o entendimento de como a colaboração ocorre no processo pelos

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Práticas de Colaboração

Encerramento do Trabalho em Grupo

Propósito

O propósito do encerramento do trabalho em grupo é a realização de um encerramento o cial, depois de alcançar os objetivos ou o trabalho em grupo terminar por outras razões.

Objetivos especí cos

Alterar o modelo do processo para incluir atividade que permita que durante a execução da instância do processo seja realizado o encerramento ao nal do processo.

Produtos de trabalho típicos

Modelo de processo alterado com a inclusão da atividade de encerramento do projeto que gera o relatório com os resultados do trabalho dos participantes do processo.

Ferramentas

Ferramenta de modelagem de processos

Ferramentas • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas O encerramento consiste em veri car,

Notas explicativas

O encerramento consiste em veri car, documentar e comunicar os resultados do trabalho aos participantes do processo. Isto inclui a coleta dos registros, a análise do sucesso e da efetividade do trabalho em grupo, a captura das lições aprendidas, a apresentação de ideias para melhorias futuras, compartilhamento de sucessos e problemas e o arquivamento dessas informações para uso futuro. Por último, não pode faltar a celebração dos resultados alcançados pelo trabalho dos participantes do processo.

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Avaliação do Trabalho em Grupo

Propósito

O propósito da avaliação do trabalho em

grupo é determinar se os objetivos do

processo estão sendo realmente alcançados

e garantir a qualidade dos resultados

alcançados pelo grupo.

Objetivos especí cos

Alterar o modelo do processo para incluir

atividade que permita que durante a execução

da instância do processo seja realizada a

avaliação do trabalho em grupo.

Produtos de trabalho típicos

Modelo de processo alterado com a inclusão

da atividade de avaliação do trabalho em

grupo que gera o relatório de avaliação do

trabalho dos participantes do processo.

Ferramentas

Ferramenta de modelagem de processos

Ferramentas • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas A avaliação do trabalho em grupo tem

Notas explicativas

A avaliação do trabalho em grupo tem a

nalidade de determinar em que medida os objetivos do processo estão sendo realmente alcançados. A avaliação fornece um feedback

para os próprios participantes do processo e funciona como um instrumento que permite ao avaliador conhecer os seus avanços,

di culdades e possibilidades. No nível

organizacional, as avaliações serão insumos para os programas de reconhecimento e recompensa, e podem chamar a atenção para novas necessidades de treinamento, infraestrutura e etc.

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Projeto da Gestão de Conhecimento Tácito

Propósito

O propósito do projeto da gestão do conhecimento tácito é identi car os itens de conhecimento tácito para o processo, adequando as formas de retenção e distribuição dos mesmos para os participantes do processo.

Objetivos especí cos

Elaborar o modelo de glossário com a de nição dos principais termos e conceitos utilizados no processo.

De nir o canal para compartilhamento de conhecimento tácito entre os atores do processo.

Produtos de trabalho típicos

Modelo de glossário

Canal para compartilhamento de conhecimento tácito.

Ferramentas

Ferramenta de modelagem de processos

Ferramentas • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas Deve existir um canal que permita a

Notas explicativas

Deve existir um canal que permita a socialização entre os participantes do processo para que, através do diálogo e do debate, eles possam compartilhar experiências, ideias, fatos, ou pontos de vista, permitindo assim o compartilhamento do conhecimento tácito. Esse conhecimento tácito deve ser registrado. O projeto da gestão de conhecimento tácito envolve a criação de uma memória do grupo através da identi cação de itens de conhecimento tácito para o processo.

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Percepção da Colaboração

Propósito

O propósito da percepção da colaboração é assegurar que os participantes do processo tenham visibilidade de como a colaboração acontece durante a execução do processo.

Objetivos especí cos

Alterar o modelo do processo para incluir atividade que permita que durante a execução da instância do processo sejam mplementados os requisitos de acesso, uso e informação do processo que desenvolvam a percepção da colaboração pelos participantes.

Produtos de trabalho típicos

Implementação dos requisitos para acesso,

uso e informação do processo

Modelo de processo alterado com a inclusão

das atividades relacionadas aos requisitos de acesso, uso e informação do processo.

Ferramentas

Ferramenta de modelagem de processos

Ferramentas • Ferramenta de modelagem de processos Notas explicativas A percepção da colaboração engloba a

Notas explicativas

A percepção da colaboração engloba a compreensão de como os participantes e as atividades do processo interagem entre si, dando visibilidade de como a colaboração ocorre no grupo. Como consequência dessa visibilidade, cada um dos participantes tem noção de suas responsabilidades e pode pautar suas próprias contribuições para o grupo.

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Referências

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Autores

Autores

Autores Andréa Magalhães Diretora de Negócios e Estratégia andrea@dheka.com.br Andréa é pós-doutoranda pela

Andréa Magalhães

Diretora de Negócios e Estratégia andrea@dheka.com.br

Diretora de Negócios e Estratégia andrea@dheka.com.br Andréa é pós-doutoranda pela COPPE/UFRJ desde 2013.

Andréa é pós-doutoranda pela COPPE/UFRJ desde 2013. Concluiu seu doutorado em Engenharia de Software pela COPPE/UFRJ em 2013 e seu mestrado em Informática pelo NCE-IM/UFRJ em 2006. Certi cada como implementadora MPS-BR.

Experiência de participação em projetos de consultoria para diferentes empresas. Atua a 10 anos como Gerente e Consultora especializada nas áreas de Gestão de Processos de Negócio (BPM), Gerência de Projetos e Requisitos.

Nestas áreas, também ministra cursos de pós-graduação e extensão e possui trabalhos publicados em congressos e revistas nacionais e internacionais.

em congressos e revistas nacionais e internacionais. Priscila Engiel Diretora de Produtos e Inovação

Priscila Engiel

Diretora de Produtos e Inovação priscila@dheka.com.br

Diretora de Produtos e Inovação priscila@dheka.com.br Priscila é doutoranda pela PUC-Rio desde 2012. Concluiu seu

Priscila é doutoranda pela PUC-Rio desde 2012. Concluiu seu mestrado em Sistemas de Informação pela UNIRIO também em 2012.

Experiência de participação em projetos de diferentes empresas. Atua há 6 anos como Consultora nas áreas de Gestão de Processos de Negócio (BPM), Gerência de Requisitos e Desenvolvimento de Sistemas.

Nestas áreas, trabalhos publicados em congressos e revistas nacionais.