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CURSO TECNOLOGIAS DIGITAIS E METODOLOGIAS ATIVAS

Professores: Dênia Falcão e José Moran


Publicado: 1º sem/2016 - CC BY

TEMA 1 - APROXIMAÇÃO
Ensino Híbrido e Aula Invertida
O que é Ensino Híbrido?
Híbrido significa misturado, mesclado,
blended. A educação sempre foi misturada,
híbrida, sempre combinou vários espaços,
tempos, atividades, metodologias, públicos.
Agora esse processo, com a mobilidade e a conectividade, é
muito mais perceptível, amplo e profundo: trata-se de um
ecossistema mais aberto e criativo. O ensino também é
híbrido, porque não se reduz ao que planejamos
institucionalmente, intencionalmente. Aprendemos através
de processos organizados, junto com processos abertos,
informais. Aprendemos quando estamos com um professor e
aprendemos sozinhos, com colegas, com desconhecidos.
Aprendemos intencionalmente e aprendemos
espontaneamente.

Estilos diferentes de aprendizagem


Há avanços nas ciências cognitivas: aprendemos de formas diferentes e em ritmos
diferentes e temos ferramentas mais adequadas para monitorar esses avanços.
(AUSUBEL, 1980; KOLB, 1984; GARDNER, 1994). Das várias teorias sobre estilos de
aprendizagem, a de KOLB (1984) é bastante difundida e pode ser muito útil para
adequar as propostas pedagógicas e atividades às preferências dos diferentes tipos
de alunos. A aprendizagem se baseia na sequência de quatro etapas: Experiência,
Reflexão, Conceituação e Ação.
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Kolb identificou quatro estilos diferentes de aprendizagem que correspondem à


preferência por um dos quatro estágios descritos : Ativista, reflexivo, teórico e
pragmático (apesar de que não são únicos nem excludentes, mas predominantes).
● O ativista prefere aprender pela experiência, por tentativa e erro. É
imediatista e sociável.
● O reflexivo gosta de parar, pensar, avaliar e analisar. Vê os problemas de
diferentes perspectivas. É observador, analítico e não gosta de ser
pressionado.
● O teórico prefere a Conceituação: adora teorias, modelos, esquemas,
sínteses, desafios intelectuais, correlações.
● O pragmático prefere a ação. Gosta de por em prática a teoria, de ver se as
ideias funcionam como previsto, de aplicar o que aprendeu e de estar
aberto a inovações.
Podemos oferecer propostas mais personalizadas, para cada estilo predominante
de aprendizagem, monitorando-as, avaliando-as em tempo real, o que não era
possível na educação mais massiva ou convencional.
Alunos mais pragmáticos preferirão atividades diferentes às dos alunos mais
teóricos ou conceituais e a ênfase nas atividades será também distinta.
Nossas atividades de ensino e aprendizagem podem ser muito mais diversificadas,
com metodologias mais ativas, que combinem o melhor do percurso individual e
grupal.

Personalização e colaboração
A aprendizagem se constrói num processo
combinado de forma equilibrada entre três
movimentos principais: a construção
individual – em que cada aluno percorre seu
caminho -; a grupal – em que aprendemos
com os pares, em grupos e a supervisionada,
em que aprendemos com pessoas mais
experientes (pais, professores, tutores,
mentores).
Quando dominamos as competências básicas
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(leitura, escrita…) temos muitas possibilidades de aprender individualmente, de


pesquisar por nossa conta, de fazer um curso no nosso
© opensource.com via Flickr - CC BY-SA
ritmo. Mas, sozinhos, chegamos só até um certo ponto e
conseguimos desenvolver parte das competências necessárias.
Quando participamos de diferentes grupos, conseguimos comparar nossos
conhecimentos com os dos colegas, desenvolver competências mais amplas (ouvir,
comunicar-nos, comparar pontos de vista diferentes). Juntos confirmamos e
ampliamos o que cada um consegue perceber no seu ritmo.
Com o apoio de pessoas mais experientes conseguimos ampliar ainda mais nossa
visão de mundo, vislumbrar novos horizontes, acelerar o processo de compreender
questões complexas. Ensino híbrido é organizar equilibradamente roteiros
individuais (personalização), atividades de grupo (colaboração) e atividades com
profissionais mais experientes (orientação, tutoria, problematização, síntese).
É possível planejar atividades diferentes para grupos de alunos diferentes, em
ritmos diferentes e com possibilidade real de acompanhamento pelos professores.
Há hoje um grande avanço na análise dos metadados, na geração de relatórios
personalizados, no desenvolvimento de plataformas adaptativas e aplicativos que
orientam os professores sobre como cada aluno aprende, em que estágio se
encontra, o que o motiva mais.
Alguns portais oferecem a possibilidade de que cada aluno realize percursos
diferentes e que esse percurso possa ser visualizado por alguém mais experiente
(professor, tutor), que pode ajudar cada estudante a avançar a partir de onde ele
se encontra e das necessidades específicas que experimenta. Um exemplo
importante é o Portal da Khan Academy, que monitora os diferentes percursos de
cada estudante e sugere alternativas para dificuldades específicas. O Portal Geekie
também segue a mesma lógica de acompanhamento de cada aluno,
principalmente na preparação para o Enem. Um portal interessante de
aprendizagem com apoio em “gameficação”, isto é,
aprender com recursos típicos de jogos como fases,
recompensas... é o Duolingo, onde cada aluno escolhe
seu próprio ritmo de aprendizagem de línguas e o Sugestão 11 --
Sugestão
ambiente virtual lhe mostra os progressos e as Que
Que imagem
imagem inserir aqui?
inserir aqui?
Apresente no
Apresente no texto
texto colaborativo
colaborativo
dificuldades que tem, sem obrigá-lo a seguir uma
aa sua
sua sugestão?
sugestão?
sequência predefinida.

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1. Rotação por estações: os estudantes são organizados em grupos, e cada um


desses grupos realiza uma tarefa de acordo com os objetivos do professor para a
aula. Um dos grupos estará envolvido com propostas on-line que, de certa forma,
independem do acompanhamento direto do professor. É importante notar a
valorização de momentos em que os alunos possam trabalhar colaborativamente e
momentos em que trabalhem individualmente. Após determinado tempo,
previamente combinado com os estudantes, eles trocam de grupo, e esse
revezamento continua até que todos tenham passado por todos os grupos. As
atividades planejadas não seguem uma ordem de realização, sendo de certo modo
independentes, embora funcionem de maneira integrada para que, ao final da
aula, todos tenham tido a oportunidade de ter acesso aos mesmos conteúdos.

2. Laboratório rotacional: os estudantes usam o espaço da sala de aula e o


laboratório de informática ou outro espaço com tablets ou computadores, pois o
trabalho acontecerá de forma on-line. Assim, os alunos que forem direcionados ao
laboratório trabalharão nos computadores individualmente, de maneira autônoma,
para cumprir os objetivos fixados pelo professor, que estará, com outra parte da
turma, realizando sua aula da maneira que considerar mais adequada. rotação em
sala de aula; porém, no laboratório rotacional, eles devem dirigir-se aos
laboratórios, onde trabalharão individualmente nos computadores, sendo
acompanhados por um professor tutor. Esse modelo é sugerido para potencializar o
uso dos computadores em escolas que contam com laboratórios de informática.
A proposta é semelhante ao modelo de rotação por estações, em que os alunos
fazem esses laboratórios, onde trabalharão individualmente nos computadores,
sendo acompanhados por um professor tutor. Esse modelo é sugerido para
potencializar o uso dos computadores em escolas que contam com laboratórios de
informática.

3. Sala de aula invertida: a teoria é estudada em casa, no formato on-line, por [1] Comentário: Obrigatoriamente
por um AVA? Uma questão que me
meio de leituras e vídeos, enquanto o espaço da sala de aula é utilizado para preocupa é se nos anos iniciais da
escola é possível realizar esse tipo de
discussões, resolução de atividades, entre outras propostas. No entanto, podemos aula, uma vez que se entende uma
certa autonomia por parte dos
considerar algumas maneiras de aprimorar esse modelo, envolvendo a descoberta, discentes, estou certa?
[2] Comentário: Essa é também uma
a experimentação, como proposta inicial para os estudantes, ou seja, oferecer das minhas preocupações Joana. Nas
séries iniciais essa autonomia parece
possibilidades de interação com o fenômeno antes do estudo da teoria. Diversos ficar um pouco restrita.
estudos têm demonstrado que os estudantes constroem sua visão sobre o mundo
ativando conhecimentos prévios e integrando as novas informações com as
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estruturas cognitivas já existentes para que possam, então, pensar criticamente


sobre os conteúdos ensinados. Essas pesquisas também indicam que os alunos
desenvolvem habilidades de pensamento crítico e têm uma melhor compreensão
conceitual sobre uma ideia quando exploram um domínio primeiro e, a partir disso,
têm contato com uma forma clássica de instrução, como uma palestra, um vídeo
[3] Comentário: http://porvir.org/inver
tendo-sala-de-aula-invertida/

ou a leitura de um texto.
4. Rotação individual: cada aluno tem uma lista das propostas que deve completar
durante uma aula. Aspectos como avaliar para personalizar devem estar muito
presentes nessa proposta, visto que a elaboração de um plano de rotação
individual só faz sentido se tiver como foco o caminho a ser percorrido pelo [4] Comentário: Novamente a
importância do planejamento com
estudante de acordo com suas dificuldades ou facilidades, identificadas em alguma ênfase no processo e não somente nos
resultados finais. Temos muito a
avaliação inicial ou prévia. A diferença desse modelo para outros modelos de aprender para evitar os mecanismos
automáticos de apresentação de
rotação é que os estudantes não rotacionam, necessariamente, por todas as resultados.

modalidades ou estações propostas. Sua agenda diária é individual, customizada


conforme as suas necessidades. Em algumas situações, o tempo de rotação é livre,
variando de acordo com as necessidades dos estudantes. Em outras situações,
pode não ocorrer rotação e, ainda, pode ser necessária a determinação de um
tempo para o uso dos computadores disponíveis. O modo de condução dependerá
das características do aluno e das opções feitas pelo professor para encaminhar a
atividade.

Aprofundando a Aula Invertida


Para uma maior aproximação de uma das formas de desenvolver esta metodologia
ativa inovadora na educação, acompanhe a seguir este texto adaptado de uma aula
em vídeo do professor Militão1.
O método da Sala de Aula Invertida (Flipped Classroom) pode acontecer em quatro
etapas de trabalho pedagógico, que visam estabelecer um processo de trabalho de
aprendizado aonde o aluno é o protagonista e o agente
do seu aprendizado. Ele sai da posição de ouvinte
passivo e passa a exercitar sua curiosidade, indagando,
Sugestão 2 -
1 Que imagem inserir aqui?
Idem, disponível: https://sites.google.com/site/saladeaulainvertida/home/conteudo Acesso em: 10/09/2014
Apresente no texto colaborativo
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a sua sugestão?
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buscando, investigando, pesquisando, elaborando, pensando e finalmente


apresentando os resultados de seu projeto.
Salman Khan dá sua contribuição também quando nos oferece gratuitamente uma
plataforma adaptativa com aulas em vídeo, mais dinâmicas, que podem ser
estudadas no ritmo mais adequado por cada aluno. A Fundação Khan, no momento
está disponibilizando conteúdos voltados para o ensino médio. No Brasil,
a Fundação Lehman está traduzindo e dublando as aulas de Khan e
as disponibilizando gratuitamente na internet. Ele também oferece ferramentas
para que o professor possa conhecer e acompanhar melhor o aproveitamento de
cada aluno e dedicar mais tempo a atender os alunos que mais o necessitam.
Outros professores levaram este conceito mais adiante. Vamos utilizar o trabalho
da professora norte-americana Jackie Gerstein, que escreve o blog User Generated
Education, uma ótima fonte de informação sobre pedagogia com novas
tecnologias.

Segundo essa pesquisadora, o método em si não contém nada de novo. Ao longo do


século XX vários autores da pedagogia - Dewey, Vigotsky, Paulo Freire, Edgar Morin,
entre outros já sinalizavam o esgotamento do método de ensino tradicional e a
necessidade de se trabalhar de forma a permitir que o aluno se envolvesse de forma
mais prática com o conhecimento.

O interessante da Sala de Aula Invertida é que se trata de uma proposta que [5] Comentário: Fiquei muito
interessada na Sala de Aula Invertida.
contempla um ciclo completo de trabalho em quatro fases, que inicia com a Um desafio e tanto para mim e meus
colegas de trabalho.
provocação da curiosidade do aluno, segue com a disponibilização de informação
com auxílio das Tecnologias de Informação e Comunicação TIC, passa para a
pesquisa e/ou o desenvolvimento de projetos pelos alunos até o momento em que
estes sintetizam, formalizam e apresentam os resultados de seus trabalhos para o
grupo.

Tema 1 – APROXIMAÇÃO
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Extremamente importante observar que neste método o professor deixa de ser a


fonte, o transmissor da informação e passa a atuar como um designer de
processos de aprendizado, um facilitador de processo, um mediador e um tutor [6] Comentário: Muito interessante
essa abordagem! Nesse sentido, qual é
da turma. o papel desse profissional?
[7] Comentário: É a primeira vez que
Não mais vai ficar junto ao quadro negro, falando o tempo todo e desesperado vejo essa atribuição ao professor
(designer de processos de
porque os alunos não querem mais prestar atenção... Vai desenhar e conduzir aprendizado).

atividades, procurando oferecer oportunidades aos estudantes para que


desenvolvam projetos ou pesquisas ou alguma atividade que desperte seu
interesse, crie motivação e que os faça pesquisar e estudar os conteúdos previstos
para a disciplina, o curso que se está lecionando. Vai avaliar e dar feedback aos
alunos, de forma mais individual, pois terá mais tempo para os acompanhar.
Não é uma transição rápida nem fácil, principalmente
para os imigrantes digitais, para quem já atua a mais
tempo no formato pedagógico tradicional e para quem
Sugestão 3 - [8] Comentário: http://www.desenhod
Que imagem inserir aqui? idatico.com.br/novo-modelo-de-
treinamento-invertido-e-eficiente/
Apresente no texto colaborativo
a sua sugestão?

tem pouca flexibilidade.


Este desafio também está posto para coordenações pedagógicas, administradores
de escolas, administrações públicas, governos e todas as instâncias envolvidas com
a gestão da educação. Tudo nesta área está mudando: os alunos, os professores, a
sala de aula, os equipamentos, a infraestrutura, os processos de manutenção e
gestão e os custos.
Só não muda o valor que a Educação tem para o desenvolvimento do ser
humano, da sociedade e da humanidade como um todo.

Mergulhe + fundo
● CHRISTENSEN, C, HORN, M & STAKER, H. Ensino Híbrido: uma Inovação Disruptiva?.
Uma introdução à teoria dos híbridos. Maio de 2013. Disponível em
http://porvir.org/wp-content/uploads/2014/08/PT_Is-K-12-blended-learning-

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disruptive-Final.pdf

● Blended Learning. Proyectos de innovación educativa en el ámbito de la Educación


Superior. Experiencias (em espanhol). http://www.theflippedclassroom.es/ed-
superior-blended-learning/

● PORVIR. Educação sob medida. Especial sobre Personalização, disponível em


http://www.porvir.org/especiais/personalizacao/#indice

● A apresentação do professor Militão, segundo o mesmo, foi baseada nos textos e nas
lâminas da professora Jackie Gerstein. As imagens inclusive são as mesmas do blog
dela. Veja o vídeo http://youtu.be/Xc866QmV4ts
[9] Comentário: Endereço não
localizado!
● Aqui o vídeo da própria profa. Jackie Gerstein. Ela usa o PowToon, um sistema feito
para que leigos possam criar animações. A locução é em Inglês. O Youtube tem um
sistema de legendas traduzidas. Ainda é limitado, mas ajuda. Veja o
vídeo http://youtu.be/cXcCBuU3ytU

● Katy Gimbar: Porque eu inverti minha aula! - Esta professora mostra como ela
trabalha, quais a vantagens do novo método e demonstra como gravar um vídeo de
forma simples e barata, nem nem usar lâminas eletrônicas.

● Apresentação do modelo - Texto de Jackie Gerstein publicado em seu blog, que


explica o conceito - em Inglês. Sugestão usar o Google Translator.-
http://usergeneratededucation.wordpress.com/2011/06/13/the-flipped-classroom-
model-a-full-picture/

● Flipped-classrooms-guide - http://www.edudemic.com/guides/flipped-classrooms-
guide/

● ¿Qué dicen los profesores sobre el Flipped Classroom?. Flipped Classroom Trends Ff
Report 2015. Disponível em : http://www.theflippedclassroom.es/que-dicen-los-
profesores-sobre-el-flipped-classroom

● SCHNEIDER, Elton et alii. Sala de Aula Invertida em EAD: uma proposta de Blended
Learning. Revista Intersaberes. vol. 8, n.16, p.68-81| jul. – dez. 2013.
http://www.grupouninter.com.br/intersaberes/index.php/revista/article/view/499/3
16

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● 7 mitos sobre a Sala de Aula Invertida, desmitificados. Disponível em:


http://blog.peerinstruction.net/7-mitos-sobre-a-sala-de-aula-invertida-
desmitificados/

● BERGMANN, Jon & SAMS, Aaron. Repensando o tempo e o espaço. Edutopia. Vídeo
em inglês com legendas em espanhol. http://flipasaurus.com/vq/8Yr1Dy7Lcq

● BERGMANN, Jon & SAMS, Aaron. Flipped class tech tools. Edutopia. Vídeo em inglês
com legendas em espanhol. Disponível em: http://flipasaurus.com/vq/q1e39AM001
● Sala de aula invertida (Especial-Uol_EAD).
● http://educacao.uol.com.br/album/2014/01/09/aula-invertida-sucesso-no-
exterior-metodo-manda-a-teoria-para-casa-e-deixa-a-aula-para-a-
pratica.htm#fotoNav=1

● O infográfico faz parte do artigo de Raúl Santiago: “¿Modelo? ¿Enfoque? ¿Método?


¿Metodología? ¿Técnica? ¿Estrategia? ¿Recurso? ¿cuándo debemos emplear cada
uno de estos términos? Leia o artigo completo, disponível em:
http://www.theflippedclassroom.es/modelo-enfoque-metodo-metodologia-tecnica-
estrategia-recurso-cuando-debemos-emplear-cada-uno-de-estos-terminos/

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