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Jodal Consultoria & Treinamento Ocupacional Ltda

Promovendo a Segurança no trabalho

APOSTILA DE TREINAMENTO JODAL

L. A
L. SEGURANÇA PARA TRABALHO EM
AD

ESPAÇO CONFINADO – VIGIA E


D JO
JOda
daão
ão aç

TRABALHADOR AUTORIZADO
aç iz
iz tor
torau
au sa
sa es
es pr
pr ex
ex m
m se
se al
al eri
eri at
at m
mste
stede
de al
al rci
rcipa
paou
ou al
al tot
totão
ãouç
uçod
od pr
pr re
re a
a da
da bi
bi oi
oi pr
pr te
te en
en m
m sa
sa es
es pr

1° EDIÇÃO
pr ex
ex É

Janeiro, 2013
É

Rua Passo do Fiúza, n.558. Panambi – RS. CEP: 98280-000. Fone: 55-91291899 / 3375 8334
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO.................................................................................................................4
2 DEFINIÇÕES....................................................................................................................4
2.1 ESPAÇO CONFINADO...............................................................................................4
2.2 SUPERVISOR DE ENTRADA....................................................................................4
2.3 TRABALHADOR AUTORIZADO.............................................................................5
2.4 VIGIA...........................................................................................................................5
2.5 DEFINIÇÕES GERAIS................................................................................................6
3 IDENTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS......................................................7

L.
3.1 EXEMPLOS DE ESPAÇO CONFINADOS................................................................8
4 RESPONSABILIDADES..................................................................................................9
L. A
AD
5 RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS............................10
D JO
JOda
5.1 DEFICIENCIA OU ENRIQUECIMENTO DE OXIGÊNIO.....................................10
daão
ão aç
5.2 AERODISPERSOÍDES..............................................................................................11
aç iz
iz tor
5.3 INTOXICAÇÕES POR SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS.............................................12
torau
au sa

5.4 INCÊNDIO OU EXPLOSÃO, PELA PRESENÇA DE VAPORES E GASES


sa es
es pr

INFLAMÁVEIS...................................................................................................................13
pr ex
ex m

5.5 INCÊNDIO OU EXPLOSÃO, PELA PRESENÇA DE POEIRAS COMBUSTÍVEIS


m se
se al

14
al eri
eri at

5.6 CALOR.......................................................................................................................16
at m
mste

5.7 RUÍDO........................................................................................................................16
stede
de al

5.8 VIBRAÇÃO...............................................................................................................17
al rci
rcipa

5.9 BAIXA LUMINOSIDADE........................................................................................18


paou
ou al

5.10 RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE...............................................................................18


al tot
totão

5.11 INFECÇÕES POR AGENTES BIOLÓGICOS..........................................................18


ãouç
uçod

5.12 ENGOLFAMENTO, SOTERRAMENTO, SUFOCAMENTO E O AFOGAMENTO


od pr
pr re

19
re a
a da

5.13 QUEDA EM ALTURA OU DE MATERIAIS............................................................20


da bi
bi oi

5.14 CHOQUES ELÉTRICOS...........................................................................................21


oi pr
pr te

5.15 RISCOS ERGONOMICOS........................................................................................22


te en
en m

6 FUNCIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS UTILIZADOS, CRITÉRIOS DE


m sa
sa es

INDICAÇÃO E USO PARA CONTROLE DE RISCOS.........................................................22


es pr
pr ex

6.1 LUVAS........................................................................................................................23
ex É
É

6.2 RESPIRADORES.......................................................................................................23
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6.3 MÁSCARA DE AR MANDADO COM PRESSÃO POSITIVA E CILINDRO DE
ESCAPE................................................................................................................................24
6.4 MÁSCARA AUTÔNOMA COM PRESSÃO POSITIVA E CILINDRO DE ESCAPE
25
6.5 CAPACETE DE PROTEÇÃO....................................................................................25
6.6 ÓCULOS DE SEGURANÇA PARA PROTEÇÃO....................................................26
6.7 PROTETOR AUDITIVO...........................................................................................26
6.8 CALÇADO DE PROTEÇÃO TIPO BOTINA DE COURO......................................26
6.9 CINTURÃO DE SEGURANÇA TIPO PÁRA-QUEDISTA......................................27

L.
6.10 TALABARTE DE SEGURANÇA TIPO Y................................................................27
6.11 DISPOSITIVO TRAVA-QUEDAS............................................................................27
L. A
AD
6.12 MEDIDOR DE GASES..............................................................................................27
D JO
JOda
6.13 VENTILADORES......................................................................................................28
daão
ão aç
6.14 LANTERNAS.............................................................................................................30
aç iz
iz tor
6.15 RADIO COMUNICADOR........................................................................................30
torau
au sa
6.16 EQUIPAMENTO DE RESGATE...............................................................................31
sa es
es pr
7 PROCEDIMENTOS E UTILIZAÇÃO DA PERMISSÃO DE ENTRADA E
pr ex
ex m
TRABALHO.............................................................................................................................32
m se
se al
8 CONHECIMENTOS SOBRE PRÁTICAS SEGURAS EM ESPAÇOS CONFINADOS
al eri
eri at
35
at m
mste
9 LEGISLAÇÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO.................................37
stede
de al
10 NOÇÕES DE RESGATE E PRIMEIROS SOCORROS................................................38
al rci
rcipa

11 BIBLIOGRAFIA.............................................................................................................40
paou
ou al
al tot
totão
ãouç
uçod
od pr
pr re
re a
a da
da bi
bi oi
oi pr
pr te
te en
en m
m sa
sa es
es pr
pr ex
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1 INTRODUÇÃO
Esta apostila é parte integrante dos cursos ministrados pela JODAL – Consultoria e
Treinamento Ocupacional Ltda., e isoladamente não habilita uma pessoa para os trabalhos
em Espaço confinado. Este material também não esgota o assunto sobre segurança e o
mesmo não substitui o trabalho do engenheiro e do técnico de segurança na elaboração das
instruções de segurança do trabalho, apenas contribui com a parte integrante do treinamento
de capacitação de vigias e trabalhadores autorizados nos espaços confinados.
O objetivo deste material é o de servir como fonte de consulta aqueles que participam
do curso relativo ao tema.
L.
L. A
AD
D JO
JOda 2 DEFINIÇÕES
daão
ão aç
2.1 ESPAÇO CONFINADO
aç iz
iz tor
torau
au sa Conforme definição da NR 33.1.2 é qualquer área ou ambiente não projetado para
sa es
es pr ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação
pr ex
ex m existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou
m se
se al enriquecimento de oxigênio.
al eri
eri at A NBR 14787 define que espaço confinado é qualquer área não projetada para
at m
mste ocupação contínua, a qual tem meios limitados de entrada e saída e na qual a ventilação
stede
de al existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou
al rci
rcipa deficiência/enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolver.
paou
ou al
al tot 2.2 SUPERVISOR DE ENTRADA
totão
ãouç
uçod
Pessoa com capacitação e responsabilidade pela determinação se as condições de
od pr
pr re
entrada são aceitáveis e estão presentes numa Permissão de Entrada de Trabalho – PET, esta
re a
a da
que deverá ser preenchida e assinada pelo mesmo a fim do desenvolvimento de entrada e
da bi
bi oi
trabalho seguro no interior de espaços confinados.
oi pr
pr te
O Supervisor de Entrada pode desempenhar a função de Vigia e deve desempenhar as
te en
en m
seguintes funções:
m sa
sa es
a) emitir a Permissão de Entrada e Trabalho antes do início das atividades;
es pr
pr ex
b) executar os testes, conferir os equipamentos e os procedimentos contidos na Permissão de
ex É
É
Entrada e Trabalho;

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c) assegurar que os serviços de emergência e salvamento estejam disponíveis e que os meios
para acioná-los estejam operantes;
d) cancelar os procedimentos de entrada e trabalho quando necessário;
e) encerrar a Permissão de Entrada e Trabalho após o término dos serviços.

2.3 TRABALHADOR AUTORIZADO


Profissional com capacitação que recebe autorização do empregador, ou seu
representante com habilitação legal, para entrar em um espaço confinado permitido.
Cabe aos Trabalhadores:
a) colaborar com a empresa no cumprimento da NR 33;
L.
L. A b) utilizar adequadamente os meios e equipamentos fornecidos pela empresa;
AD
D JO c) comunicar ao Vigia e ao Supervisor de Entrada as situações de risco para sua segurança e
JOda
daão saúde ou de terceiros, que sejam do seu conhecimento;
ão aç
aç iz d) cumprir os procedimentos e orientações recebidos nos treinamentos com relação aos
iz tor
torau espaços confinados.
au sa
sa es
es pr 2.4 VIGIA
pr ex
ex m
m se Trabalhador que se posiciona fora do espaço confinado e monitora os trabalhadores
se al
al eri autorizados, realizando todos os deveres definidos no programa para entrada em espaços
eri at
at m confinados. O Vigia não poderá realizar outras tarefas que possam comprometer o dever
mste
stede principal que é o de monitorar e proteger os trabalhadores autorizados.
de al
al rci O Vigia deve desempenhar as seguintes funções:
rcipa
paou a) manter continuamente a contagem precisa do número de trabalhadores autorizados no
ou al
al tot espaço confinado e assegurar que todos saiam ao término da atividade;
totão
ãouç b) permanecer fora do espaço confinado, junto à entrada, em contato permanente com os
uçod
od pr trabalhadores autorizados;
pr re
re a c) adotar os procedimentos de emergência, acionando a equipe de salvamento, pública ou
a da
da bi privada, quando necessário;
bi oi
oi pr d) operar os movimentadores de pessoas;
pr te
te en e) ordenar o abandono do espaço confinado sempre que reconhecer algum sinal de alarme,
en m
m sa perigo, sintoma, queixa, condição proibida, acidente, situação não prevista ou quando não
sa es
es pr puder desempenhar efetivamente suas tarefas, nem ser substituído por outro Vigia.
pr ex
ex É
É

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2.5 DEFINIÇÕES GERAIS
Responsável Técnico: profissional habilitado para identificar os espaços confinados
existentes na empresa e elaborar as medidas técnicas de prevenção, administrativas, pessoal
e de emergência e resgate.
Deficiência de oxigênio: Atmosfera contendo menos de 19,5% de oxigênio em volume na
pressão atmosférica normal.
Enriquecimento de oxigênio: Atmosfera contendo mais de 23% de oxigênio em volume na
pressão atmosférica.
Condição imediatamente perigosa à vida ou à saúde (IPVS): Qualquer condição que
L. cause uma ameaça imediata à vida ou que possa causar efeitos adversos irreversíveis à
L. A
AD saúde ou que interfira com a habilidade dos indivíduos para escapar de um espaço confinado
D JO
JOda sem ajuda.
daão
ão aç Limite inferior de explosividade (LIE): Mínima concentração na qual a mistura se torna
aç iz
iz tor inflamável.
torau
au sa Limite superior de explosividade (LSE): Concentração em que a mistura possui uma alta
sa es
es pr porcentagem de gases e vapores,
pr ex
ex m Atmosfera de risco: Condição em que a atmosfera, em um espaço confinado, possa
m se
se al oferecer riscos ao local e expor os trabalhadores ao perigo de morte, incapacitação, restrição
al eri
eri at da habilidade para auto resgate, lesão ou doença aguda causada por uma ou mais das
at m
mste seguintes causas:
stede
de al a) Gás/vapor ou névoa inflamável em concentrações superiores a 10% do seu
al rci
rcipa limite inferior de explosividade (LIE) (lower explosive limit - LEL);
paou
ou al b) Poeira combustível viável em uma concentração que se encontre ou exceda o
al tot
totão limite inferior de explosividade (LIE) (lower explosive limit - LEL);
ãouç
uçod c) Concentração de oxigênio atmosférico abaixo de 19,5% ou acima de 23% em
od pr
pr re volume;
re a
a da d) Concentração atmosférica de qualquer substância cujo limite de tolerância seja
da bi
bi oi publicado na NR-15 do Ministério do Trabalho e Emprego ou em
oi pr
pr te recomendação mais restritiva (ACGIH), e que possa resultar na exposição do
te en
en m trabalhador acima desse limite de tolerância;
m sa
sa es e) Qualquer outra condição atmosférica imediatamente perigosa à vida ou à saúde
es pr
pr ex - IPVS.
ex É
É NR: Normas Regulamentadoras da portaria 3214/78 do MTE.

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Análise Preliminar de Risco (APR): avaliação inicial dos riscos potenciais, suas causas,
conseqüências e medidas de controle.
EPI: Equipamento de Proteção Individual.
EPC: Equipamento de Proteção Coletiva.
LT: Limite de Tolerância de acordo com requisitos legais.
MTE: Ministério do Trabalho e do Emprego.
Permissão de Entrada e Trabalho (PET): documento escrito contendo o conjunto de
medidas de controle visando à entrada e desenvolvimento de trabalho seguro, além de
medidas de emergência e resgate em espaços confinados.

Trabalhador Autorizado PET. Supervisor de Entrada.


L.
L. A
AD
D JO
JOda
daão
ão aç
aç iz
iz tor
torau
au sa
Purga
sa es
es pr
pr ex

Vigia
ex m
m se
se al
al eri
eri at
at m
mste
stede
de al
Espaço Confinado
al rci
rcipa
paou
ou al
al tot
totão
ãouç
3 IDENTIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS CONFINADOS
As definições citadas referentes ao Espaço Confinado, como sendo um local não
uçod
od pr

projetado para a ocupação humana contínua, com acesso de entrada e saída restrito e com
pr re
re a

ventilação insuficiente ou inexistente onde possa haver atmosferas perigosas, nos remete
a da
da bi

para definição da geometria, do acesso e da atmosfera.


bi oi
oi pr
pr te
te en Acesso.
en m
m sa Geometria.
sa es
es pr
pr ex
ex É Atmosfera.
É

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Espaços confinados podem possuir inúmeras geometrias, desde as regulares, como por
exemplo, um cilindro ou cubo, até as geometrias irregulares. A geometria do espaço
confinado foi construída geralmente para acomodação de materiais, e não para a ocupação
humana contínua.

Cubo. Cilindro.

O acesso em espaço confinado pode possuir várias formas geométricas, como por
L.
L. A
AD
exemplo, circular ou retangular, e geralmente o mesmo possui meios limitados de entrada e
D JO
JOda
saída, ou seja, podem dificultar o acesso das pessoas para dentro do espaço confinado.
daão
Acesso
ão aç
aç iz
Circular.
iz tor
torau
au sa
sa es
es pr
pr ex Acesso
ex m
m se Retangular.
se al
al eri
eri at A atmosfera em espaço confinado possui relação direta
at m
mste com os gases que estão dentro do mesmo, podendo estes serem
stede
de al tóxicos, inflamáveis, explosivos e com deficiência ou
al rci
rcipa enriquecimento de oxigênio.
paou
ou al
al tot
totão
ãouç 3.1 EXEMPLOS DE ESPAÇO CONFINADOS
uçod
Espaços confinados podem ser encontrados em praticamente todos os setores
od pr
pr re
econômicos, como por exemplo:
re a
a da
Galeria.
Indústria de papel e celulose.
da bi
bi oi
Indústria gráfica.
oi pr
pr te
Indústria alimentícia.
te en
en m
Indústria da borracha, do couro e têxtil.
m sa
sa es
Indústria naval e operações marítimas.
es pr
pr ex
Indústrias químicas e petroquímicas.
ex É
É
Serviços de gás.
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Serviços de água e esgoto.
Serviços de eletricidade.
Serviços de telefonia.

Caixa d`água. Escavações.

Tanques.

L.
L. A
AD
D JO
JOda
daão
ão aç
aç iz
iz tor Construção civil.
torau
au sa Beneficiamento de minérios.
sa es
es pr Siderúrgicas e metalúrgicas.
pr ex
ex m Agricultura/ Agroindústria.
m se
se al
al eri
eri at
at m 4 RESPONSABILIDADES
mste
stede
de al
Cabe ao Empregador:
al rci
rcipa
Indicar formalmente (por escrito) o Responsável Técnico pelo cumprimento da Norma
paou
ou al
Regulamentadora, sendo que a NR não define classe de profissional que pode ser
al tot
totão
designado como RESPONSÁVEL TÉCNICO;
ãouç
uçod
Garantir a capacitação continuada dos trabalhadores.
od pr
pr re
Garantir que o acesso ao Espaço Confinado somente ocorra após a emissão da PET.
re a
a da
Fornecer às empresas contratadas informações (atualizadas) sobre os riscos nas áreas
da bi
bi oi
onde desenvolverão suas atividades e exigir a capacitação de seus trabalhadores.
oi pr
pr te
Identificar os Espaços Confinados e riscos de cada.
te en
en m
Acompanhar a implementação das medidas de segurança e saúde dos trabalhadores
m sa
sa es
das empresas contratadas provendo os meios e condições para que eles possam atuar
es pr
pr ex
em conformidade com a NR 33.
ex É
É
Interromper todo e qualquer trabalho em caso de suspeita de ambiente IPVS
(Imediatamente Perigoso a Vida e a Saúde).

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Cabe ao Empregado:
Conhecer o trabalho a ser executado e seus riscos.
Conhecer os procedimentos e equipamentos de segurança para executar o trabalho.
Receber todos os equipamentos de segurança necessários para a execução dos
trabalhos utilizarem-los de forma adequada e mantê-los limpos e higienizados.
Conhecer os procedimentos e equipamentos de resgate e primeiros socorros.
Entrar em espaço confinado somente após o supervisor de entrada realizar todos os
testes e adotar as medidas de controle necessárias.

5 RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS


L.
L. A
AD
D JO O trabalho em espaços confinados podem apresentar vários riscos á saúde e
JOda
daão integridade física do trabalhador, portanto a NR 33 exige que devessem reconhecer os riscos
ão aç
aç iz nos espaços confinados, avaliar e controlar os mesmos.
iz tor
torau Os principais riscos encontrados em trabalhos em espaços confinados serão descritos
au sa
sa es abaixo e divididos em itens.
es pr
pr ex
ex m 5.1 DEFICIENCIA OU ENRIQUECIMENTO DE OXIGÊNIO
m se
se al
al eri O ser humano pode ficar muitos dias sem comer, muitas horas sem beber água, mas
eri at
at m não pode ficar por mais de algumas dezenas de
mste
stede segundos sem o precioso ar. O ar que respiramos
de al
al rci é composto pelo oxigênio (21%), nitrogênio
rcipa
paou (78%) e o restante por outros gases. Conforme a
ou al
al tot NR 33 a deficiência de oxigênio acontece
totão
ãouç quando encontramos na atmosfera índices
uçod
od pr menores que 19,5% do mesmo e o enriquecimento quando encontramos acima de 23%.
pr re
re a Atmosferas com deficiência de oxigênio podem ocorrer facilmente em espaços
a da
da bi confinados, devido a vários fatores como, processos que consomem Oxigênio (Solda),
bi oi
oi pr consumo de oxigênio pelos próprios trabalhadores, oxidação das estruturas, micro-
pr te
te en organismos que consomem e liberam gases tóxicos, material orgânico em decomposição,
en m
m sa gases e vapores de líquidos existentes no ambiente, entre outros. As consequências da
sa es
es pr deficiência do oxigênio no ser humano podem ser vistas no quadro abaixo.
Concentração Altitude
pr ex
ex É Efeitos
É de O2 no Ar Equivalente (m)
> 23 % - Aumento da inflamabilidade dos materiais.

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20.9 % Nível do mar Nível normal de Oxigênio no ar.
Limite mínimo regulatório de Oxigênio para uma
19,5 % 750
entrada segura.
A respiração se acelera e falta de coordenação,
16% 2270
incremento da pulsação, euforia e dor de cabeça.
Fadiga anormal com qualquer esforço.
14% 3030 Perturbação emocional. Falta de coordenação.
Incapacidade de julgamento.
Capacidade de julgamento e coordenação motora
12,5% 4240 reduzida. Respiração prejudicada, com danos
permanentes ao coração. Náusea e vômito.
Incapacidade de executar movimentos vigorosos.
< 10% >5900
Perda de consciência. Convulsão e morte.
L.
L. A
Atmosferas com enriquecimento de oxigênio podem se formar se houver vazamento
AD
D JO
de oxigênio de alguma tubulação subterrânea, por exemplo, o principal perigo desta
JOda
daão
atmosfera é o risco de incêndio, pois os materiais inflamáveis entram em ignição mais
ão aç
aç iz
facilmente com o aumento de oxigênio no ambiente.
iz tor
torau
Para a avaliação deste risco, devemos utilizar o método quantitativo, utilizando para
au sa
sa es
isto um equipamento adequado como um detector de oxigênio, devidamente calibrado. O
es pr
pr ex
controle deste risco pode ser realizado com uma monitorização constante dos índices de
ex m
m se
oxigênio permitidos pela norma, ou com medidas administrativas, como uma ventilação
se al
al eri
forçada no local de trabalho.
eri at
at m
mste
stede
de al 5.2 AERODISPERSOÍDES
al rci
rcipa Aerodispersóides são partículas ou gotículas extremamente pequenas em suspensão na
paou
ou al atmosfera, como poeira, névoas e fumos.
al tot
totão A poeira, por exemplo, é um poluente nocivo a saúde, porque pode provocar doenças
ãouç
uçod respiratórias e alérgicas. Quanto aos gases, vapores, podem causar doenças, alergia e
od pr
pr re intoxicação, muitas vezes induzindo a morte precoce.
re a
a da Para a avaliação deste risco, podemos utilizar tanto o método quantitativo como o
da bi
bi oi qualitativo. O controle deste risco pode ser realizado com uma medição dos índices de
oi pr
pr te particulado suspenso no local de trabalho em conformidade com os limites de tolerância
te en
en m permitidos pela NR 15 do MTE, além de utilizar medidas administrativas, como o uso de
m sa
sa es respiradores adequados ao risco exposto.
es pr
pr ex
ex É
É

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5.3 INTOXICAÇÕES POR SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS
A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma
substância tóxica é ingerida ou entra em contato com a pele, olhos ou membranas mucosas.
Nos espaços confinados podemos comumente encontrar substancias químicas como, o
monóxido de carbono, o dióxido de carbono, o sulfeto de hidrogênio, entre outras.
O Monóxido de Carbono (CO) é um gás levemente inflamável, incolor, inodoro,
com mesmo peso que o ar praticamente e muito perigoso devido à sua grande toxicidade. É
inflamável e sua temperatura de autoignição é de 609°C, enquanto o limite inferior de
explosividade (LIE) é da ordem de 12,5% no ar (em volume) e o limite superior de
L. explosividade (LSE) na ordem de 74,0%. É produzido pela queima em condições de pouco
L. A
AD oxigênio (combustão incompleta) e/ou alta temperatura de carvão ou outros materiais ricos
D JO
JOda em carbono, como derivados de petróleo. Na concentração de 58ppm é considerado IPVS
daão
ão aç conforme NR 15 do MTE.
aç iz
iz tor Concentração CO Efeito nos Seres
torau (ppm) Humanos
39 Limite de tolerância (LT)
au sa
sa es
es pr 200 Dor de cabeça
pr ex
ex m
1000 - 2000 Palpitação
m se 2000 - 2500 Inconsciência
se al > 4000 Morte por asfixia
A unidade ppm significa partes por milhão, ou seja, 01 (um) ppm de gás no ambiente
al eri
eri at

corresponde a 01 cm3 desse gás por metro cúbico de ar que se respirar.


at m
mste

O Sulfeto de Hidrogênio (H2S) é um gás incolor, de cheiro desagradável


stede
de al

característico, extremamente tóxico e ligeiramente mais pesado do que o ar. É bastante


al rci
rcipa

inflamável e sua temperatura de autoignição é de 260°C, enquanto o limite inferior de


paou
ou al

explosividade (LIE) é da ordem de 4,3% no ar (em volume) e o limite superior de


al tot
totão

explosividade (LSE) na ordem de 46,0%. O sulfeto de hidrogênio pode ter origem na


ãouç
uçod

natureza ou nos segmentos industriais, geralmente é oriunda de processos de remoção


od pr
pr re

química e/ou de lavagens de gases ácidos, de sistemas de tratamento de efluentes, de


re a
a da

fermentações, limpeza de cisternas, etc. Na concentração de 16ppm é considerado IPVS


da bi
bi oi

conforme NR 15 do MTE.
oi pr
pr te
te en
en m

Concentra Tempo Efeito nos Seres Humanos


m sa
sa es
es pr ção H2S de
pr ex
(ppm) Exposiçã
o
ex É
É
0,05 - 5 1 min Detecção do odor característico
8 - Limite de tolerância (LT) – NR 15
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10 - 30 6-8h Irritação dos olhos
50 - 100 30 min - Conjuntivite, dificuldades de
respiração.
1h
150 - 200 2 - 15 min Perda de olfato
350 - 450 2 - 15 min Inconsciência, convulsão
500 - 600 2 - 15 min Distúrbios respiratórios e
circulatórios
700 - 1500 0 - 2 min Colapso, morte por asfixia.
O Metano (CH4) é um gás incolor, inodoro, não tóxico, ligeiramente mais leve que o
ar, quando adicionado ao ar se transforma em mistura de alto teor inflamável, sua
temperatura de autoignição é de 580°C, enquanto o limite inferior de explosividade (LIE) é
da ordem de 5,0% no ar (em volume) e o limite superior de explosividade (LSE) na ordem
L.
L. A
AD
de 15,0%. O metano encontra-se como componente principal nas exalações naturais de
D JO
JOda
regiões petrolíferas, existindo também encerrado em cavidades nos estratos de jazidas de
daão
ão aç
carvão mineral. Por ser um gás asfixiante simples, pode ser nocivo ao homem quando este
aç iz
iz tor
gás deslocar o oxigênio da ambiente, podendo tornar o ambiente com deficiência em
torau
au sa
oxigênio.
sa es
es pr
O Dióxido de Carbono (CO2) é um gás incolor, inodoro, pouco tóxico, com
pr ex
ex m
praticamente o mesmo peso que o ar. Este elemento é estocado na atmosfera, nos oceanos,
m se
se al
solos, rochas sedimentares e está presente nos combustíveis fósseis. Por ser um gás
al eri
eri at
asfixiante simples, pode ser nocivo ao homem quando este gás deslocar o oxigênio da
at m
mste
ambiente, podendo tornar o ambiente com deficiência em oxigênio.
stede
de al
Para a avaliação destes riscos, devemos utilizar o método quantitativo, utilizando para
al rci
rcipa
isto um equipamento adequado, como um detector de gases, devidamente calibrado. O
paou
ou al
controle deste risco pode ser realizado com uma monitorização constante dos índices de
al tot
totão
limite de tolerância permitidos pela NR 15 do MTE, além de medidas administrativas, como
ãouç
uçod
uma ventilação forçada no local de trabalho.
od pr
5.4 INCÊNDIO OU EXPLOSÃO, PELA PRESENÇA DE VAPORES E GASES
pr re
re a
INFLAMÁVEIS
a da
da bi
bi oi
oi pr Gases inflamáveis são aqueles que a 20ºC e à pressão de 101,3kPa (01 atm), são
pr te
te en inflamáveis quando em mistura de 13% ou menos em volume com o ar.
en m
m sa Para que se crie uma reação térmica (explosão), é necessária a presença em simultâneo
sa es
es pr e na correta proporção dos seguintes componentes:
pr ex
ex É
É

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Energia de Ignição (Térmica ou elétrica), Elemento Combustível (Gás, Poeira ou Vapor) e
Comburente (Oxigênio ou ar).
Para que a mistura dos gases seja perfeita para uma explosão, esta deve estar entre os
limites inferiores e superiores de explosidade do gás. O LIE (Limite Inferior de
Explosividade) é a mínima concentração na qual uma mistura se torna inflamável e o LSE
(Limite Superior de Explosividade) é a máxima concentração.
O ponto de Ignição é a temperatura mínima à qual um composto gasoso em contato
com o ar inicia uma autocombustão sem a necessidade de uma fonte de ignição. Abaixo
temos uma tabela com o Ponto de Ignição (PI) e os limites de explosividade de alguns gases.

L.
GÁS LIE (%) LSE (%) PI (C°)
L. A Metano 5 15 537
AD
D JO
Hidrogênio 4 75 585
JOda Propano 2,2 4,5 466
daão Butano 19 8,5 405
Álcool Etílico 3,3 19 404
ão aç
aç iz
iz tor Para a avaliação deste risco, devemos utilizar o método quantitativo, utilizando para
torau
au sa isto um equipamento adequado, como um detector gases inflamável, devidamente calibrado.
sa es
es pr O controle deste risco pode ser realizado com uma monitorização constante dos índices de
pr ex
ex m limite inferior de explosidade permitidos pela norma (10% do LIE), além de medidas
m se
se al administrativas, como uma ventilação forçada no local de trabalho.
al eri
eri at
at m 5.5 INCÊNDIO OU EXPLOSÃO, PELA PRESENÇA DE POEIRAS
mste
stede COMBUSTÍVEIS
de al
al rci
rcipa
O acúmulo de poeiras no local de trabalho, depositada nos pisos, elevadores, túneis e
paou
ou al
transportadores, apresenta um risco de incêndio muito grande. A poeira depositada ao longo
al tot
totão
do tempo, quando agitada ou colocada em suspensão e na presença de uma chama, poderá
ãouç
uçod
explodir, causando vibrações subsequentes pela onda de choque; isto fará com que mais pó
od pr
pr re
depositado no ambiente entre em suspensão e mais explosões aconteça, cada qual mais
re a
a da
devastadora que a anterior, causando prejuízos irreversíveis ao patrimônio, paradas no
da bi
bi oi
processo produtivo e o pior, vidas humanas são ceifadas ou ficam permanentemente
oi pr
pr te
incapacitadas para o trabalho.
te en
en m
m sa
sa es
es pr
pr ex
ex É
É

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L. Nos Estados Unidos, que estudam as explosões de poeira de grãos há mais tempo,
recomenda-se que a concentração máxima de poeira de grãos no ambiente de trabalho seja
L. A
AD
de 4 g/m3 de ar. A faixa mais perigosa para gerar uma explosão, varia entre 20 e 4.000 g/m3
D JO
JOda
de ar. Se uma lâmpada de bulbo (incandescente) de 25 watts pode ser vista a 2 m de
daão
ão aç
distância num ambiente empoeirado, isso significa que a concentração de poeira é inferior a
aç iz
iz tor
40 g/m3 de ar, mas, mesmo assim, dentro do limite da explosividade.
torau
au sa
A ignição para uma explosão com poeira pode ocorrer com faíscas, descargas
sa es
es pr
elétricas, energia eletrostática ou até mesmo alta temperaturas de equipamentos. Abaixo
pr ex
ex m
segue uma tabela com as temperaturas de ignição para determinadas nuvens de poeira.
m se
se al
al eri
eri at
at m
mste
stede
de al
al rci
rcipa
paou
ou al
al tot
totão
ãouç
uçod
od pr
pr re
re a
a da
da bi Para a avaliação deste risco, devemos utilizar o método qualitativo, porém o
bi oi
oi pr recomendado é controlar o risco. O controle deste risco pode ser realizado como uma
pr te
te en ventilação local exautora no local de trabalho, pois esta tem como objetivo principal a
en m
m sa proteção da saúde do trabalhador, uma vez que capta os poluentes da fonte, antes que os
sa es
es pr mesmos se dispersem no ar do ambiente de trabalho, ou seja, antes que atinjam a zona de
pr ex
ex É respiração do trabalhador, além de reduzir a concentração de poeira a limites inferiores de
É
explosividade.

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5.6 CALOR
O calor pode estar presente nos espaços confinados, desde nos processos a quente,
quanto nas características climáticas e de localização do local de
trabalho. Quando o ambiente possui uma temperatura elevada existe
um aumento da produção de suor e do fluxo sanguíneo superficial, e
diminuição da atividade física (moleza). Além do desconforto
térmico os efeitos do calor podem levar a desidratação e ao desmaio
do trabalhador. Para evitar este risco recomenda-se instalar
ventilação exautora para eliminar os focos de ar quente, fornecer
L. equipamentos de proteção individual como luvas e roupas contra o calor e limitar a
L. A
AD exposição ao agente aumentando a frequência e a duração dos intervalos, conforme NR 15
D JO
JOda do MTE.
daão
ão aç Este risco pode ser avaliado quantitativamente, utilizando para isto um instrumento
aç iz
iz tor medidor de temperatura do tipo IBUTG conforme NR 15 do MTE.
torau
au sa
sa es 5.7 RUÍDO
es pr
pr ex A presença de ruído excessivo em um ambiente de trabalho pode lesionar o sistema
ex m
m se auditivo dos trabalhadores e causar perda da audição, além de poder causar problemas
se al
al eri cardiovasculares e digestivos. O risco de perda auditiva começa a ser significativo quando o
eri at
at m trabalhador é submetido continuamente a um nível de exposição diária ao ruído superior a
mste
stede 85 dB(A), os limites de tolerância devido ao tempo de exposição podem ser encontrados no
de al
al rci Anexo 1 da NR 15 do MTE.
rcipa
paou O ouvido humano responde a uma larga faixa de intensidade acústica, devido à
ou al
al tot dificuldade de se expressar números de ordens de grandeza tão diferentes numa mesma
totão
ãouç escala linear, optou-se pela escala logarítmica.
uçod
od pr
Intensidade Sonora Exemplos dB A
100.000.000.000.000 limiar da dor 140
pr re
re a
a da 10.000.000.000.000 avião a jato 130
100 sala acústica 40
da bi
bi oi
oi pr 1 limiar da audição 0
pr te Para a avaliação deste risco, devemos utilizar o método quantitativo, utilizando para
te en
en m isto um equipamento adequado, como um dosímetro ou decibelímetro, devidamente
m sa
sa es calibrado. Recomenda-se quando não é possível isolar a fonte ou enclausurar, utilizar
es pr
pr ex protetor auricular no trabalhador, reduzindo desta forma a exposição ao agente.
ex É
É

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5.8 VIBRAÇÃO
Vibração é o movimento de um ponto oscilando em torno de um ponto de referência.
O número de vezes que ocorre o movimento completo em determinado tempo é chamado de
Frequência em geral indicada em Hertz (Hz). Os efeitos da vibração no homem dependem,
entre outros aspectos, das frequências que compõem a vibração, as baixas frequências são as
mais prejudiciais – de 1 até 80-100 Hz.
As vibrações pode causar, alterações vasculares, alterações nos ossos e juntas,
descalcificação, degeneração dos ossos, artrose, alteração degenerativa das juntas,
problemas na região dorsal e lombar, problemas gastrointestinais, problemas no sistema
L. reprodutivo, desordens nos sistemas visuais, problemas nos discos intervertebrais,
L. A
AD degenerações da coluna vertebral, entre outros.
D JO
JOda Sintomas Frequência
daão Sensação geral de desconforto 4-9
Sintomas na cabeça 13-20
ão aç
aç iz
iz tor Maxilar 6-8
torau
au sa
Influência na linguagem 13-20
sa es Garganta 12-19
es pr Dor no peito 5-7
Dor abdominal 4-10
pr ex
ex m
m se Desejo de urinar 10-18
se al
al eri
Influência nos movimentos respiratórios 4-8
eri at

Para a avaliação deste risco, devemos utilizar o método quantitativo, utilizando para
at m
mste

isto um equipamento adequado, como um medidor de vibração, devidamente calibrado. Os


stede
de al

limites de tolerância para vibração estão relacionados na NR 15 do MTE. Como medidas


al rci
rcipa

administrativas podemos destacar o uso de equipamento de proteção individual ou a


paou
ou al

substituição por equipamentos que contenham um sistema de absorção.


al tot
totão
ãouç
uçod
od pr 5.9 BAIXA LUMINOSIDADE
pr re
re a Conforto visual é entendido como a existência de um conjunto de condições, num
a da
da bi determinado ambiente, no qual o ser humano pode desenvolver suas tarefas visuais com o
bi oi
oi pr máximo de acuidade (medida da habilidade do olho humano em discernir detalhes) e
pr te
te en precisão visual. Cerca de 80% de toda informação sensorial é percebida pelo sistema visual,
en m
m sa então você deve compreender a importância da capacidade de enxergar bem em qualquer
sa es
es pr situação.
pr ex
ex É Para a avaliação deste risco, devemos utilizar o método quantitativo, utilizando para
É
isto um equipamento adequado, como um luxímetro, devidamente calibrado, ou na ausência

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deste, podemos utilizar o método qualitativo. O controle deste risco pode ser realizado com
uma medição dos índices de iluminancia do local de trabalho em conformidade com os
limites de tolerância permitidos pela NR 15 do MTE, além de utilizar medidas
administrativas, como o uso de iluminação artificial a prova de explosão, como lanternas ou
lâmpadas fixas.

5.10 RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE


A soldagem é um dos mais conhecidos processos com radiação não ionizante. Esta
atividade que pode ser realizada no espaço confinado pode
resultar em queimaduras no corpo, problemas respiratórios
L.
L. A devido aos fumos metálicos, entre outros.
AD
D JO Todo trabalho a quente no espaço confinado deve ser
JOda
daão realizado uma análise preliminar dos riscos, além do
ão aç
aç iz preenchimento de uma permissão de trabalho. Estes documentos
iz tor
torau devem seguir os procedimentos e instruções de segurança para o desempenho da atividade,
au sa
sa es observando o uso de equipamentos de proteção individual específicos para a operação a ser
es pr
pr ex realizada, assim como medidas administrativas como exaustão dos fumos, insuflamento de
ex m
m se ar, prevenção à proteção contra incêndios, meios de resgates, entre outros.
se al
al eri
eri at 5.11 INFECÇÕES POR AGENTES BIOLÓGICOS
at m
mste
stede Consideram-se agentes biológicos as bactérias,
de al
al rci fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre
rcipa
paou outros. Esse tipo de contaminação pode ocorrer pelo
ou al
al tot contato com materiais contaminados e com pessoas
totão
ãouç portadoras de alguma doença contagiosa; por transmissão
uçod
od pr através de vetores (roedores, baratas, mosquitos e animais domésticos); por contato com
pr re
re a roupas e objetos de pessoas doentes; através de contaminação em ambientes fechados;
a da
da bi acidente com objetos perfura cortantes, etc.
bi oi
oi pr Os trabalhadores que estão sob-risco de agentes biológicos devem realizar os exames
pr te
te en periódicos pertinentes, receber um conjunto de vacinas para os agentes presentes em seu
en m
m sa ambiente de trabalho. Devem utilizar todos os equipamentos de proteção individuais (EPI)
sa es
es pr para proteger-se de contaminações a prevenir acidentes. Esses equipamentos devem permitir
pr ex
ex É uma fácil visualização de indícios de contaminação (eles devem ser de cor branca) ou de
É
contato com substâncias infectantes e permitir também uma higienização fácil e rápida.

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Para a avaliação deste risco, devemos utilizar o método qualitativo e medidas
preventivas e de proteção individual obedecendo às indicações e recomendações técnicas e
cientificas em conformidade com o anexo 14 da NR-15 da Portaria 3214/78 do MTE, e
conforme recomendações da ACGIH.

5.12 ENGOLFAMENTO, SOTERRAMENTO, SUFOCAMENTO E O


AFOGAMENTO
O Engolfamento (A) é o envolvimento e a captura de uma pessoa por líquidos ou
sólidos finamente divididos que possam ser aspirados causando a morte por enchimento ou
obstrução do sistema respiratório, ou que possa exercer força suficiente no corpo para
L.
L. A causar morte por estrangulamento, constrição ou esmagamento. O engolfamento é uma
AD
D JO possibilidade real em atividades que envolvem silos graneleiros e atividades em redes de
JOda
daão água, esgotos, entre outras.
ão aç
aç iz O Soterramento (B) é o desmoronamento de placas verticais de grãos compactadas
iz tor
torau sobre o trabalhador causando a morte por obstrução do sistema respiratório, ou que possa
au sa
sa es exercer força suficiente no corpo para causar morte por esmagamento. O soterramento é
es pr
pr ex uma possibilidade real em atividades que envolvem silos graneleiros por exemplo.
ex m
m se
se al
al eri
eri at
at m
mste
stede
de al
al rci
rcipa
paou
ou al
al tot
totão
(A) (B)
ãouç
uçod
od pr
pr re
O Sufocamento (C) ocorre quando o silo está sendo carregado e possui um
re a
a da
trabalhador dentro do mesmo, onde o colaborador pode ser encoberto com os grãos,
da bi
bi oi
causando a morte por obstrução do sistema respiratório.
oi pr
pr te
O Afogamento (D) é o arraste do trabalhador pela massa de grãos em movimento
te en
en m
durante o descarregamento, podendo causar a morte por obstrução do sistema respiratório.
m sa
sa es
Para um fluxo de 100 toneladas por hora, uma pessoa de 1,70 metros pode ser dragada em
es pr
pr ex
13 segundos aproximadamente.
ex É
É

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(C) (D)
Devido à dificuldade de avaliação deste risco, devemos utilizar o procedimento de
segurança da empresa para o desenvolvimento de atividades nestes
ambientes. O controle deste risco pode ser realizado através de
medidas de prevenção individual e coletiva, como o uso de cinto de

L. A
L. segurança do tipo paraquedista acoplado a uma linha de vida no
AD
D JO
local de trabalho, além de utilizar bloqueios das partes móveis,
JOda
daão
válvulas ou elétricas que possam representar riscos na tarefa a ser
ão aç
aç iz
realizada.
iz tor
5.13 QUEDA EM ALTURA OU DE MATERIAIS
torau
au sa
sa es
es pr Existe uma grande variabilidade de fatores causadores de quedas, tais como a falta de
pr ex
ex m boas condições físicas e psíquicas do trabalhador. Também
m se
se al existe uma grande variedade de condições clínicas que
al eri
eri at poderiam afetar o estado de saúde do trabalhador e contribuir
at m
mste para a queda de planos elevados, originando sérios acidentes,
stede
de al muitas vezes levando à morte. Entre essas condições, citamos
al rci
rcipa a epilepsia, vertigem e tonteira, e outros distúrbios, como do
paou
ou al equilíbrio, movimentação, cardiovasculares, otoneurológicos e
al tot
totão psicológicos, em particular a ansiedade e fobia de altura
ãouç
uçod (acrofobia). Concomitante com essas condições clínicas, outros fatores circunstanciais que
od pr
pr re independem de exame médico prévio devem ser considerados. É o caso do consumo de
re a
a da bebida alcoólica por trabalhador antes de iniciar o trabalho em
da bi
bi oi locais altos, a alimentação inadequada, as noites mal dormidas e
oi pr
pr te o uso de medicamentos que atuam sobre o sistema nervoso
te en
en m central, os quais nem sempre podem ser identificados nos
m sa
sa es exames ocupacionais.
es pr
pr ex O risco de queda em altura ou de materiais em espaço
ex É
É confinado faz a necessidade do uso de cinto de segurança tipo
paraquedista em atividades com um desnível de mais de 2,00m
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(dois metros). Além do cinto também utilizar o capacete de segurança com jugular para
proteção contra impactos de objetos sobre o crânio. A queda em altura ou de materiais pode
causar danos irreversíveis ou até mesmo fatais aos trabalhadores, devido o impacto gerado.
Devido à dificuldade de avaliação deste risco, devemos utilizar os procedimentos de
segurança da empresa para o desenvolvimento de atividades nestes ambientes. O controle
deste risco pode ser realizado através de medidas de proteção individual e coletiva, como o
uso de cinto de segurança do tipo paraquedista acoplado a uma linha de vida no local de
trabalho e capacete de segurança com jugular, por exemplo.

5.14 CHOQUES ELÉTRICOS


L.
L. A O choque elétrico é a passagem de uma corrente elétrica através do corpo, utilizando-o
AD
D JO como um condutor. As perturbações produzidas pelo choque elétrico dependem da
JOda
daão intensidade da corrente que atravessa o corpo humano, e não da tensão do circuito
ão aç
aç iz responsável por essa corrente. Para uma frequência industrial de 60 Hz, segue abaixo um
iz tor
torau quadro com os efeitos no corpo humano devido à corrente elétrica.
au sa
sa es Intensidade Perturbações prováveis Estado após o Resultado Final
es pr
pr ex (mA) choque
ex m
m se
1 Nenhuma. Normal Normal
se al 1-9 Sensação cada vez mais desagradável à Normal Normal
al eri
eri at medida que a intensidade aumenta.
at m
mste Contrações musculares.
stede 9 - 20 Sensação dolorosa, contrações violentas, Morte aparente Restabelecimento
de al
al rci perturbações circulatórias.
20 - 100 Sensação insuportável, contrações violentas, Morte aparente Restabelecimento
rcipa
paou
asfixia perturbações circulatórias graves ou morte
ou al
al tot
inclusive fibrilação ventricular.
totão
ãouç
uçod > 100 Asfixia imediata, fibrilação ventricular, Morte aparente Morte
od pr
pr re queimaduras graves. ou imediata
re a
a da
da bi
bi oi
Devido à dificuldade de avaliação deste risco, devemos utilizar os procedimentos de
oi pr
pr te
segurança da empresa para o desenvolvimento de atividades nestes ambientes. O controle
te en
en m
deste risco pode ser realizado através de medidas de prevenção individual e coletiva, como o
m sa
sa es
uso de cinto de segurança do tipo paraquedista acoplado a uma linha de vida no local de
es pr
pr ex
trabalho, botina de segurança com solado especifica para trabalhos com eletricidades,
ex É
É
capacetes, luvas especiais, travas e bloqueadores do quadro de distribuição de energia,
sinalizações, etc.

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5.15 RISCOS ERGONOMICOS
Ergonomia é a aplicação de conhecimentos científicos relativos ao Homem para
conceber objetos, sistemas e envolvimentos adequados às limitações das pessoas com vistas
ao seu desempenho eficiente, confortável e seguro.
Nos espaços confinados geralmente possuímos acessos
de entrada e saída restritos (não ergonômicos), além de
posturas de trabalhos muitas vezes desfavoráveis as condições
ideais de trabalho. O conhecimento deste risco pode auxiliar
ao trabalhador na prevenção de vários problemas físicos
L. decorrentes da má postura, como problemas lombares, LER,
L. A
AD entre outros. Devido às dificuldades de avaliação deste risco, devemos utilizar o bom senso,
D JO
JOda os procedimentos e instruções de segurança para o desempenho da atividade, além das
daão
ão aç recomendações da NR 17 do MTE.
aç iz
iz tor
torau
au sa
sa es 6 FUNCIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS UTILIZADOS, CRITÉRIOS DE
es pr
pr ex INDICAÇÃO E USO PARA CONTROLE DE RISCOS
ex m
m se O empregador deve fornecer e garantir que todos os trabalhadores que adentrarem em
se al
al eri espaços confinados disponha de todos os equipamentos para controle de riscos, previstos na
eri at
at m permissão de entrada e trabalho.
mste
stede Nos espaços confinados existem alguns equipamentos que são utilizados muito
de al
al rci frequentemente, os equipamentos de proteção individual – EPI, estes devem ser utilizados
rcipa
paou adequadamente para cada situação de risco existente. Os Equipamentos de Proteção
ou al
al tot Individual (EPIs) devem ser fornecidos gratuitamente pelo empregador. O empregador
totão
ãouç também deve instruir e treinar os empregados quanto ao uso dos EPI’s, fiscalizar e exigir o
uçod
od pr uso dos mesmos e repor quando os equipamentos estão danificados. O trabalhador tem a
pr re
re a obrigação de usar e conservar os EPI’s disponibilizados.
a da
da bi Os EPI’s existem para proteger a saúde do trabalhador e devem ser testados e
bi oi
oi pr aprovados pela autoridade competente para comprovar sua eficácia. O Ministério do
pr te
te en Trabalho atesta a qualidade dos EPI’s disponíveis no mercado através da emissão do
en m
m sa Certificado de Aprovação (C.A.). O fornecimento e a comercialização de EPI’s sem o C.A. é
sa es
es pr considerado crime e tanto o comerciante quanto o empregador ficam sujeitos às penalidades
pr ex
ex É previstas em lei.
É

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6.1 LUVAS
Um dos equipamentos de proteção mais importantes, pois protege
uma das partes do corpo com maior risco de exposição, as mãos.
Existem vários tipos de luvas no mercado e a utilização deve ser de
acordo com o tipo de atividade a ser executada. Produtos químicos que
contêm solventes orgânicos, como, por exemplo, os concentrados
emulsionáveis, devem ser manipulados com luvas de BORRACHA
NITRÍLICA ou NEOPRENE. Luvas de LÁTEX ou de PVC podem ser usadas para produtos
sólidos ou formulações que não contenham solventes orgânicos. Luva de proteção em raspa
L. e vaqueta é utilizada para proteção das mãos e braços do empregado contra agentes
L. A
AD abrasivos e escoriantes.
D JO
JOda
daão 6.2 RESPIRADORES
ão aç
aç iz Geralmente chamados de máscaras, os respiradores têm o
iz tor
torau objetivo de evitar a inalação de contaminantes através das vias
au sa
sa es respiratórias. Os respiradores são equipamentos importantes, mas
es pr
pr ex que podem ser dispensados quando não há presença de névoas,
ex m
m se vapores ou partículas no ar. Devem estar sempre limpos,
se al
al eri higienizados e os seus filtros jamais devem estar saturados. Antes
eri at
at m do uso de qualquer tipo de respirador é necessário realizar o teste
mste
stede de ajuste de vedação (fit-teste), para evitar falha na selagem.
de al
al rci Quando estiverem saturados, os filtros devem ser substituídos ou descartados. É
rcipa
paou importante notar que, se utilizados de forma inadequada, os respiradores tornam-se
ou al
al tot desconfortáveis e podem transformar-se numa verdadeira fonte de contaminação.
totão
ãouç
uçod
od pr 6.3 MÁSCARA DE AR MANDADO COM PRESSÃO POSITIVA E CILINDRO DE
pr re
re a ESCAPE
a da
da bi É um conjunto composto geralmente por máscara de ar mandado, linha de ar
bi oi
oi pr comprimido, mangueira de ar comprimido, purificador de ar e cilindro auxiliar de escape,
pr te
te en indicado para utilização em ambientes IPVS (Imediatamente Perigoso à Vida e à Saúde),
en m
m sa onde o fluxo de ar pode ser interrompido acidentalmente ou em situações de emergência,
sa es
es pr onde haja a necessidade de fuga. O cilindro auxiliar oferece autonomia de até 15 minutos de
pr ex
ex É ar respirável, dependendo do material do casco, pressão interna do ar e capacidade em litros
É
do mesmo.

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Geralmente esses tipos de respiradores possuem um sistema de purificação do ar
proveniente do compressor de linha de ar, denominado de cavalete. O cavalete pode possuir
regulador de pressão com manômetro, umidificador e filtros de particulados sólidos e
líquidos. Principais características deste tipo de respirador são:
Falta de mobilidade, devido a restrições de comprimento da mangueira de ar
comprimido.
Tempo ilimitado de utilização, somente interrompido em caso de pane no compressor
de ar comprimido ou termino de energia elétrica.
Uso em Ambiente Imediatamente Perigoso a Vida e a Saúde - IPVS.

L.
L. A Máscara. Mangueira. Cavalete.
AD
D JO
JOda
daão
ão aç
aç iz
iz tor
torau
au sa
sa es
es pr
pr ex
ex m
m se

Cilindro de
se al
al eri

Escape.
eri at
at m
mste
stede
de al 6.4 MÁSCARA AUTÔNOMA COM PRESSÃO POSITIVA E CILINDRO DE
al rci
rcipa ESCAPE
paou
ou al É um conjunto composto geralmente por máscara autônoma, cilindro de ar
al tot
totão comprimido e cilindro auxiliar de escape, indicado para utilização em ambientes IPVS
ãouç
uçod (Imediatamente Perigoso à Vida e à Saúde), onde o fluxo de ar pode ser interrompido
od pr
pr re acidentalmente ou em situações de emergência, onde haja a necessidade de fuga.
re a
a da
da bi
bi oi
oi pr Máscara.
pr te
te en
Cilindro.
en m
m sa
sa es
es pr
pr ex
ex É
É

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O cilindro auxiliar oferece autonomia de até 15 minutos de ar respirável, dependendo
do material do casco, pressão interna do ar e capacidade em litros do mesmo. A autonomia
do cilindro é definida pelo consumo médio de ar do usuário, da pressão que está
armazenado o ar comprimido e do volume interno do cilindro.
As principais características para este tipo de respirador são:
Boa mobilidade, devido à autonomia proporcionada pelo cilindro de ar comprimido.
Tempo limitado de utilização, cilindros possuem autonomia em função da sua
capacidade interna em litros, pressão do ar comprimido e podendo variar devido à
quantidade de ar respirada por minuto do operador.

L.
Uso em Ambiente Imediatamente Perigoso a Vida e a Saúde, como nos espaços
confinados, equipes de resgate, trabalho com substancias tóxicas, etc.
L. A
AD
D JO

6.5 CAPACETE DE PROTEÇÃO


JOda
daão
ão aç
aç iz Utilizado para proteção da cabeça do empregado contra agentes meteorológicos
iz tor
torau (trabalho a céu aberto) e trabalho em local confinado, impactos
au sa
sa es provenientes de queda ou projeção de objetos, queimaduras, choque
es pr
pr ex elétrico e irradiação solar. O casco deve ser limpo com pano ou outro
ex m
m se material que não provoque atrito, evitando assim a retirada da
se al
al eri proteção isolante de silicone (brilho), fator que prejudica a rigidez dielétrica do mesmo.
eri at
at m Evitar atrito nas partes externas, mau acondicionamento e contato com substâncias
mste
stede químicas.
de al
al rci
rcipa 6.6 ÓCULOS DE SEGURANÇA PARA PROTEÇÃO
paou
ou al
al tot Utilizado para proteção dos olhos contra impactos
totão
ãouç mecânicos, partículas volantes e raios ultravioletas. O mesmo
uçod
od pr pode ser utilizado em espaço confinado, sempre observando a
pr re
re a atividade a ser desempenhada e as instruções e procedimentos de segurança da empresa.
a da
da bi Lavar os mesmos com água e sabão neutro e secar com papel absorvente, cuidando para não
bi oi
oi pr friccionar o papel na lente para não riscá-la.
pr te
6.7 PROTETOR AUDITIVO
te en
en m
m sa
sa es Utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos
es pr
pr ex excessivos. O mesmo pode ser utilizado em espaço confinado, sempre observando a
ex É
É atividade a ser desempenhada e as instruções e procedimentos de segurança da empresa.

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Lavar com água e sabão neutro e conservar acondicionado na embalagem protegido da ação
direta de raios solares ou quaisquer outras fontes de calor.

6.8 CALÇADO DE PROTEÇÃO TIPO BOTINA DE COURO


Utilizado para proteção dos pés contra torção, escoriações, derrapagens e umidade. O
L.
L. A
AD
mesmo pode ser utilizado em espaço confinado, sempre
D JO
JOda
observando a atividade a ser desempenhada e as
daão
ão aç
instruções e procedimentos de segurança da empresa.
aç iz
iz tor
Armazenar em local limpo, livre de poeira e umidade e
torau
au sa
engraxar com pasta adequada para a conservação de couros.
sa es
6.9 CINTURÃO DE SEGURANÇA TIPO PÁRA-QUEDISTA
es pr
pr ex
ex m
m se Utilizado para proteção do empregado contra quedas em serviços onde exista
se al
al eri diferença de nível, em conformidade com a NR 18 a partir de 2 metros de altura deve-se
eri at
at m utilizar este equipamento. A higienização deve ser com água e sabão neutro e após enxaguar
mste
stede com água limpa e passar um pano seco e limpo para retirar o excesso de umidade.
de al
al rci Conservar o mesmo em local protegido da umidade, ação direta de
rcipa
paou raios solares, produtos químicos, solventes, vapores e fumos.
ou al
al tot O cinto de segurança não pode ser utilizado sozinho, o mesmo
totão
ãouç deve estar conectado a um dispositivo trava quedas ou a um talabarte, e
uçod
od pr em conformidade com a NR 6 não se pode usar cinto de segurança de
pr re
re a um fabricante acoplado com acessório de outro fabricante
a da
da bi independente da eficácia e conforto e de outras qualidades do
bi oi
oi pr equipamento. Os equipamentos fixos e portáteis, inclusive os de
pr te
te en comunicação e de movimentação vertical e horizontal, devem ser
en m
m sa adequados aos riscos dos espaços confinados.
sa es
es pr
pr ex 6.10 TALABARTE DE SEGURANÇA TIPO Y
ex É
É Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença

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de nível, em conjunto com cinturão de segurança tipo paraquedista e mosquetão. Na
higienização, limpar com pano umedecido e lavar periodicamente com água e sabão neutro,
secando a sombra e local ventilado.

6.11 DISPOSITIVO TRAVA-QUEDAS


Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde
exista diferença de nível, em conjunto com cinturão de segurança tipo
paraquedista. Para a higienização escovar as partes metálicas. Conservar o
mesmo protegido da umidade e ação direta dos raios solares e manter
afastado de produtos químicos.
L.
L. A
AD 6.12 MEDIDOR DE GASES
D JO
JOda
daão O detector de gás é utilizado para medir e indicar a concentração de determinados
ão aç
aç iz gases no ar, como concentração de oxigênio, gases e vapores inflamáveis e contaminantes
iz tor
torau do ar potencialmente tóxicos.
au sa
sa es Embora os detectores de gás geralmente sejam uma tecnologia confiável, com alguns
es pr
pr ex modelos capazes de durar até cinco anos, a sua vida geralmente
ex m
m se dependente da manutenção do usuário, da inspeção da bateria e da
se al
al eri calibração. A calibração é um procedimento executado para garantir
eri at
at m a segurança dos detectores estarem medindo o nível correto de gás.
mste
stede A calibração deve ser frequente, pois sensores contaminados podem
de al
al rci não registrar os níveis de gases perigosos.
rcipa
paou Utilizar equipamento de leitura direta, intrinsecamente seguro, provido de alarme,
ou al
al tot calibrado e protegido contra emissões eletromagnéticas ou interferências de radiofrequência,
totão
ãouç aprovado e certificado por um organismo de certificação (OCC) pelo INMETRO para
uçod
od pr trabalhos em áreas potencialmente explosivas. Os equipamentos de medição devem ser
pr re
re a testados antes de cada utilização.
a da
da bi Devido às diferenças de densidade dos possíveis gases no espaço confinado, devemos
bi oi
oi pr realizar ao menos 3 (três) avaliações nos diferentes níveis de profundidade, como topo, meio
pr te
te en e fundo do espaço confinado. A medição deve ser realizada antes da entrada no espaço
en m
m sa confinado pelo supervisor e fora do espaço confinado, e o monitoramento da atmosfera deve
sa es
es pr ser continuo e realizado pelo vigia do espaço confinado.
pr ex
ex É
É

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1ª Medição.

2ª Medição.

3ª Medição.

L.
L. A 6.13 VENTILADORES
AD
A ventilação é um processo de renovação do ar em recintos, podendo este ser por
D JO
JOda
meios naturais (ventilação natural) ou por meios mecânicos (ventilação forçada). O objetivo
daão
ão aç
é controlar a pureza do ar dando bem estar e segurança para as pessoas através do controle
aç iz
iz tor
de contaminantes em níveis aceitáveis e do controle da temperatura e umidade dando
torau
au sa
conforto humano.
sa es
es pr
Basicamente podemos dividir a ventilação em exaustão e insuflamento. A ventilação
pr ex
ex m
exautora (B) aspira o ar contaminado de dentro do recinto para fora, ou seja, ocorre uma
m se
se al
captura do ar interno do espaço confinado através de uma força de sucção proporcionada
al eri
eri at
pelo ventilador, que através um coletor e de dutos transporte este ar interno para fora do
at m
mste
espaço confinado. Este sistema é muito utilizado para atividades como pintura, soldagem,
stede
de al
esmerilhamento, entre outros.
al rci
rcipa
A ventilação de insuflamento (A) consiste na introdução de ar externo para dentro do
paou
ou al
espaço confinado através de um ventilador, ou seja, o mesmo captura ar externo e transporta
al tot
totão
para o interior do recinto, através de coletores, dutos e do ventilador. O sistema de
ãouç
uçod
insuflamento deve possuir o ponto de coleta de ar, em um local onde este ar seja puro, que
od pr
pr re
não contenha contaminantes.
re a
a da
da bi
bi oi
oi pr
pr te
te en
en m
m sa
sa es
es pr
pr ex
ex É
É
(A) (B)

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Ventilador. Boca de Insuflamento.

Duto.

Duto.

Coletor.
L.
L. A
AD
D JO Basicamente podemos dividir os ventiladores em dois tipos devido a sua forma
JOda
daão construtiva, os axiais e os centrífugos. Um ventilador axial (D) é mais adequado para
ão aç
aç iz mover grandes volumes de gás a uma pressão relativamente baixa. O ventilador centrífugo
iz tor
torau (C) cria uma alta pressão e uma relativa baixa vazão, este tipo de equipamento se adapta
au sa
sa es melhor geralmente as condições do espaço confinado, pois é mais eficiente quando o duto
es pr
pr ex possui comprimentos relativamente compridos.
ex m
m se
se al
al eri
eri at
at m
mste
stede
de al
al rci
rcipa
paou (E) (D)
ou al
al tot Quando se tiver uma só entrada ou quando for disponível um só ventilador o ar deve
totão
ãouç ser insuflado no espaço confinado. Não bloquear a saída,
uçod
od pr para que os trabalhadores possam sair rapidamente.
pr re
re a A Purga é o método de limpeza que torna a atmosfera
a da Ventilador.
da bi interior do Espaço Confinado isenta de contaminantes,
bi oi
oi pr através da ventilação ou lavagem com água ou vapor. A
pr te
te en purga com nitrogênio é a substituição de uma atmosfera
en m
m sa indesejável num ambiente fechado por outra atmosfera de
sa es
es pr composição preferida, geralmente executado para prevenir Entrada.
pr ex
ex É fogo ou explosão onde materiais inflamáveis ou explosivos
É
estão presentes.

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6.14 LANTERNAS
A lanterna elétrica é um instrumento utilizado para iluminação, sendo geralmente
portátil e utilizando-se de pilhas ou baterias para gerar
energia luminosa. Em espaços confinados a falta de
luminosidade pode ser suprida com este equipamento, que
deve estar certificado ou possuir documentos
contemplando no âmbito do INMETRO referente ao equipamento ser intrinsecamente
seguro.

6.15 RADIO COMUNICADOR


L.
L. A O radio é um instrumento utilizado para comunicação entre o vigia e o
AD
D JO trabalhador autorizado, visto que o vigia deve permanecer fora do espaço
JOda
daão confinado, junto à entrada e em contato permanente com os Trabalhadores
ão aç
aç iz Autorizados. A comunicação entre eles não deve ser apenas sobre as
iz tor
torau condições físicas dos trabalhadores autorizados, mas sobre o andamento das
au sa
sa es atividades e medidas de apoio. Este tipo de equipamento pode ser utilizado quando não é
es pr
pr ex possível um contato visual entre vigia e trabalhador autorizado. Devido ao elevado grau de
ex m
m se risco do espaço confinado este equipamento deve estar certificado ou possuir documentos
se al
al eri contemplando no âmbito do INMETRO referente ao equipamento ser intrinsecamente
eri at
at m seguro, ou como mais conhecido.
mste
stede
de al
al rci 6.16 EQUIPAMENTO DE RESGATE
rcipa
paou O empregador deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate
ou al
al tot adequados aos espaços confinados, onde deverá conter dentre as diversas informações
totão
ãouç referente ao assunto, os equipamentos a serem utilizados, como macas, roldanas, tripés,
uçod
od pr polias, etc. Em sequencia mostraremos alguns equipamentos que podem ser utilizados para
pr re
re a resgate em espaços confinados.
a da
da bi O tripé de resgate é utilizado em espaços confinados verticais, para resgate do
bi oi
oi pr trabalhador sem a necessidade do vigia entrar no espaço confinado. O tripé funciona como
pr te
te en sustentação mecânica para uma polia que associada a um guincho realizara o resgate do
en m
m sa trabalhador. Estes sistemas podem ser confeccionados de diversos materiais e forma, devido
sa es
es pr a isto sempre deve ser seguida às orientações do fabricante.
pr ex
ex É
Polia.
É

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Guincho.

Tripé.

O guincho é um equipamento com dupla função, opera como guincho manual (A) para
L. descida/subida do trabalhador e sua principal finalidade que é de resgate em espaços
L. A
AD confinados. Este mecanismo possui um sistema mecânico que reduz o esforço na manivela,
D JO
JOda facilitando desta forma o resgate. Podem ser construídas de diversas formas e materiais,
daão
ão aç devendo sempre ser seguidas as recomendações dos fabricantes. O sistema de polias (B)
aç iz
iz tor pode ser utilizado em substituição ao guincho, pois se trata de um sistema mecânico que
torau
au sa reduz o esforço, dependendo do número de polias, facilitando o resgate do trabalhador.
sa es
es pr O sistema de polias da figura abaixo é considerado um sistema 4x1, ou seja, a redução
pr ex
ex m do esforço será de um quarto do peso da carga, para uma pessoa de 80Kg, teremos a que
m se
se al executar uma força de 20Kg para resgatá-la. Neste exemplo o consumo de corda também
al eri
eri at será quatro vezes o percurso que necessita percorrer ou da profundidade do espaço
at m
mste confinado.
stede
de al
al rci
rcipa
paou
ou al
al tot
totão
ãouç
uçod
od pr
pr re
re a
a da
da bi
bi oi
oi pr
pr te
te en (A) (B)
en m
m sa A maca pode ser utilizada para auxiliar no resgate em espaços confinados, pois
sa es
es pr permite transportar a vítima para fora do espaço confinado e também imobilizar a mesma.
pr ex
ex É Podem ser construídas de diversas formas e materiais, devendo sempre ser seguidas as
É
recomendações dos fabricantes.

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7 PROCEDIMENTOS E UTILIZAÇÃO DA PERMISSÃO DE ENTRADA E


TRABALHO
L.
L. A
AD
D JO Os Espaços Confinados dever ser identificados, isolados e sinalizados. A sinalização é
JOda
daão importante para informação e alerta quanto aos riscos em espaços confinados. O isolamento
ão aç
aç iz é necessário para evitar que pessoas não autorizadas entrem no espaço confinado.
iz tor
torau
au sa
sa es Sinalização.
es pr
pr ex
ex m
m se
se al
al eri
eri at
at m
mste
stede
de al
al rci
rcipa
paou
ou al
al tot
totão
ãouç
uçod Isolamento.
od pr
A Sinalização deve estar de forma permanente junto à entrada do Espaço Confinado e
pr re
re a
utilizar o padrão exigido pela NR 33, conforme figura abaixo.
a da
da bi
bi oi
oi pr
pr te
te en
en m
m sa
sa es
es pr
pr ex
ex É
É

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Sinalização.

Prever a implantação de travas, bloqueios, alívio, lacre e etiquetagem para evitar que
acidentes possam ocorrer provenientes de corrente elétrica, fluidos ou peças móveis no
L. interior do espaço confinado. Recomenda-se desligar a energia elétrica, trancar com chave
L. A
AD ou cadeado e sinalizar quadros elétricos para evitar movimentação acidental de máquinas ou
D JO
JOda choques elétricos, quando o Trabalhador Autorizado estiver no interior do espaço confinado.
daão
ão aç
aç iz
Lacre. Bloqueio.
iz tor
torau
au sa
sa es
es pr
pr ex
ex m
m se
se al
al eri
eri at
at m
mste Etiquetagem.
stede
de al Além do isolamento e da etiquetagem é de suma importância à comunicação com todo
al rci
rcipa o pessoal envolvido, tanto no momento de isolamento da energia como no religamento.
paou
ou al Quando na impossibilidade do bloqueio, devido complexidade do sistema, sempre envolver
al tot
totão o SESMT da empresa.
ãouç
uçod O procedimento para trabalho em espaço confinado é exigido pela NR 33 do MTE,
od pr
pr re assim como utilizar a Permissão de Entrada e Trabalho (PET), que é um documento escrito
re a
a da contendo o conjunto de medidas de controle visando à entrada e desenvolvimento de
da bi
bi oi trabalho seguro, além de medidas de emergência e resgate em espaços confinados.
oi pr
pr te O procedimento de supervisão dos trabalhos no exterior e no interior dos espaços
te en
en m confinados deve contemplar, no mínimo: objetivo, campo de aplicação, base técnica,
m sa
sa es responsabilidades, competências, preparação, emissão, uso e cancelamento da Permissão de
es pr
pr ex Entrada e Trabalho, capacitação para os trabalhadores, análise de risco e medidas de
ex É
É controle.

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Os procedimentos para trabalho em espaços confinados e a Permissão de Entrada e
Trabalho devem ser avaliados no mínimo uma vez ao ano e revisados sempre que houver
alteração dos riscos, com a participação do Serviço Especializado em Segurança e Medicina
do Trabalho - SESMT e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA.
Os procedimentos de entrada em espaços confinados devem ser revistos quando da
ocorrência de qualquer uma das circunstâncias abaixo:
a) entrada não autorizada num espaço confinado;
b) identificação de riscos não descritos na Permissão de Entrada e Trabalho;
c) acidente, incidente ou condição não prevista durante a entrada;

L.
d) qualquer mudança na atividade desenvolvida ou na configuração do espaço confinado;
e) solicitação do SESMT ou da CIPA;
L. A
AD
f) identificação de condição de trabalho mais segura
D JO
JOda
O número de trabalhadores no Espaço Confinado deve ser determinado pela APR
daão
ão aç
(Análise Preliminar de Risco). A Análise Preliminar de Risco é uma técnica de análise
aç iz
iz tor
dedutiva, onde geralmente conhecemos o cenário e seus riscos, para situações onde não
torau
au sa
conhecemos o cenário, podemos utilizar a técnica de análise indutiva, como o HAZOP,
sa es
es pr
Arvore de Eventos, entre outros.
pr ex
ex m
O trabalhador autorizado somente pode entrar em um Espaço Confinado, com
m se
se al
autorização da Permissão de Entrada e Trabalho – PET, devidamente preenchida pelo
al eri
eri at
Supervisor de Entrada, e o serviço executado deverá sempre ser acompanhado por um Vigia.
at m
mste
stede
de al
al rci
rcipa
paou
ou al
al tot
totão
ãouç
uçod
od pr
pr re
re a
a da
da bi
bi oi
oi pr
pr te A Permissão de Entrada e Trabalho (PET) é um documento que contém procedimentos
te en
en m escritos de segurança e emergência para trabalhos em espaço confinado. A PET deve ser
m sa
sa es preenchida, assinada e datada pelo Supervisor de Entrada em três vias, antes do ingresso de
es pr
pr ex trabalhadores em espaços confinados. O trabalhador deve entrar no espaço confinado com
ex É
É uma cópia da PET. A Permissão de Entrada e Trabalho é válida somente para cada entrada e

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Promovendo a Segurança no trabalho
será encerrada quando as operações forem completadas, quando ocorrer uma condição não
prevista ou quando houver pausa ou interrupção dos trabalhos.
Este documento deve ser mantido arquivado por um período de cinco anos além de
possuir um sistema de controle que permita a rastreabilidade do mesmo. Os trabalhadores
em espaço confinado devem ser treinados e capacitados conforme norma vigente.
A entrada não poderá ser permitida se algum campo não for preenchido ou contiver a
marca na coluna “não”. A falta de monitoramento contínuo da atmosfera no interior do
espaço confinado, alarme, ordem do vigia ou qualquer situação de risco á segurança dos
trabalhadores, implica no abandono imediato da área.

L.
Qualquer saída de toda equipe por qualquer motivo implica a emissão de nova
permissão de entrada.
L. A
AD
D JO
JOda
daão

8 CONHECIMENTOS SOBRE PRÁTICAS SEGURAS EM ESPAÇOS


ão aç
aç iz

CONFINADOS
iz tor
torau
au sa
sa es Para a realização da purga ou da ventilação no espaço confinado, é proibido o uso de
es pr
pr ex oxigênio puro, pois o mesmo aumenta o risco de incêndio e explosão.
ex m
m se É vedada a realização de qualquer trabalho em Espaço Confinado de forma individual
se al
al eri ou isolada, o trabalhador autorizado deverá estar sendo vigiado por um vigia e ambos devem
eri at
at m possuir capacitação prévia, treinamento este que deve ser reciclado anualmente.
mste
stede
de al
al rci
rcipa
paou
ou al
al tot
totão
ãouç
uçod
od pr
pr re
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Adotar medidas para eliminar ou controlar os riscos de incêndio ou explosão em
da bi
bi oi
trabalhos a quente, como possuir extintores nas proximidades do espaço confinado. Objetos
oi pr
pr te
necessários à execução do trabalho que produzam calor, chamas ou faíscas, devem ser
te en
en m
previstos na permissão de entrada e trabalho – PET.
m sa
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É

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Estritamente proibido fumar no Espaço Confinado, utilizar Telefone celular, Velas,


fósforos, isqueiros ou algo do gênero, pois os mesmos podem gerar chamas, faíscas, calor e,
portanto são fontes de ignição q potencialmente perigosas dentro de um espaço confinado,
L.
L. A
AD
pois a atmosfera pode possuir gases combustíveis.
D JO
JOda
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al eri
eri at Todo o trabalhador deve ser submetido a exames médicos específicos para a função
at m
mste que irá desempenhar que deve estar descrito no PCMSO da empresa, dentro os exames
stede
de al requeridos podemos encontrar: ASO – Atestado de Saúde Ocupacional, Encefalograma,
al rci
rcipa Eletrocardiograma, Avaliação Psíquica, avaliação Motora, Laboral, Audiometria, Raios-X
paou
ou al de tórax, Espirometria, entre outros.
al tot
totão Realizar as medições para a verificação dos níveis de oxigênio, gases e vapores
ãouç
uçod tóxicos e inflamáveis, do lado de fora do espaço confinado. As medições são necessárias
od pr
pr re para que não ocorram acidentes por asfixia, intoxicação, incêndio ou explosão. O
re a
a da empregador deve garantir que os trabalhadores possam interromper suas atividades e
da bi
bi oi abandonar o local de trabalho, sempre que eles suspeitarem da existência de risco grave e
oi pr
pr te iminente para sua segurança e saúde ou à de terceiros.
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É

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Durante todo o trabalho no espaço confinado deverá ser utilizada ventilação adequada
para garantir a renovação contínua do ar, conforme prevista na analise preliminar do risco e
L.
L. A preenchido na permissão de trabalho.
AD
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al rci 9 LEGISLAÇÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
rcipa
paou As Normas Regulamentadoras - NR, relativas à segurança e medicina do trabalho, são
ou al
al tot de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da
totão
ãouç administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário,
uçod
od pr que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
pr re
re a As normas regulamentadoras estão em constante alteração e ampliação, sendo que
a da
da bi atualmente possuímos 34 Normas regulamentadoras e 05 normas regulamentadoras rurais,
bi oi
oi pr sendo que o espaço confinado está descrito na NR 33.
pr te
te en A NR 33 foi publicada no diário oficial da união no dia 27/12/2006, porém nem
en m
m sa somente as normas regulamentadoras abordam o assunto espaço confinado, também existem
sa es
es pr normas técnicas, como a NBR 14787 e NBR 14606, além de diversas normas estrangeiras.
pr ex
ex É A NR 33 deixa bem claro da obrigação da capacitação para trabalhos em espaços
É
confinados assim como da reciclagem no período de 12 (doze) meses.

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“33.3.5.1 É vedada a designação para trabalhos em espaços confinados sem a
prévia capacitação do trabalhador”.
33.3.5.3 “Todos os trabalhadores autorizados e Vigias devem receber capacitação
periodicamente, a cada doze meses.”.

10 NOÇÕES DE RESGATE E PRIMEIROS SOCORROS


O vigia deverá utilizar os procedimentos de emergência da empresa e acionar equipe
de salvamento (Pública ou Privada), além de operar os movimentadores de pessoas quando
necessário. O vigia poderá ordenar o abandono do espaço confinado sempre que reconhecer
L.
L. A algum sinal de alarme, perigo, sintoma, queixa, condição proibida, acidente, situação não
AD
D JO prevista ou quando não puder desempenhar efetivamente suas tarefas, nem ser substituído
JOda
daão por outro vigia.
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al rci
rcipa
paou O empregador deve elaborar e implementar procedimento de emergência e resgate nos
ou al
al tot Espaços Confinados, este deverá contemplar no mínimo: Descrição dos possíveis cenários,
totão
ãouç Descrição das medidas de salvamento e primeiros socorros, Equipe Responsável com
uçod
od pr treinamento específico, Equipamentos de Resgate a serem utilizados, Exercícios simulados
pr re
re a anualmente.
a da
da bi O empregador deverá dispor de um kit de primeiros socorros em condições de uso ao
bi oi
oi pr alcance do vigia e da equipe de resgate, lembrando que a equipe de resgate deve possuir um
pr te
te en treinamento especifico de socorrista. Abaixa relataremos algumas recomendações para
en m
m sa situações que podem ocorrer em espaço confinado.
sa es
es pr Quando houver a Parada Cardiorespirória, ou seja, a vítima não possui respiração e
pr ex
ex É nem batimentos cardíacos, deve-se realizar o RCP - Reanimação cárdio pulmonar.
É
1- Deitar Pessoa de barriga p/cima (quando não tiver suspeita de traumas lombares).

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2 - Verifique a inconsciência;
3- Verifique a respiração;
4- Verifique os batimentos cardíacos;
5 - Abra as vias aéreas respiratórias;
6- Aplicar colar cervical (inconsciente).

L.
L. A
AD 7 - Localizar ponto de Apoio no peito.
D JO
JOda 8 - Realizar compressões no peito e após na boca.
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Proceda 04 Ciclos e Repita a Análise Primária, caso a vítima tenha alguma reação,
m se
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interrompa o procedimento.
al eri
eri at
Quando houver a Hemorragias ocasionadas por ferimentos, devemos:
at m
mste
 realizar uma compressão direta utilizando uma compressa limpa e com uma leve
stede
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pressão no ferimento, se possível elevar o membro.
al rci
rcipa
 Em ferimentos na cabeça não deve ser realizado a compressão.
paou
ou al
 Evite líquidos para a vitima beber, mantenha as vias aéreas desobstruídas.
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totão
Quando houver queimaduras devemos:
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Promover o resfriamento utilizando água limpa ou soro fisiológico por alguns
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instantes.
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Não romper as bolhas.
da bi
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Não utilizar de forma alguma, óleos, pasta de dente, ou coisas do gênero.
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Quando houver fraturas devemos:
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 Utilizar equipamentos adequados para imobilização do membro, como talas,
m sa
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ataduras, madeira, etc.
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 Imobilize fixando o membro sempre em articulações acima e abaixo da
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fratura.
 Não exerça força excessiva, apenas faça uma fixação firme.

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 Em fraturas expostas, proteja sempre os ferimentos com compressas limpas
antes de aplicar uma tala, e se houver sangramento forte, trata-o antes
aplicando a técnica de controle de hemorragias.
Quando houver trauma na coluna vertebral devemos:
 Imobilizar adequadamente a vitima, utilizando para isso equipamentos como
maca, colar cervical e o socorrista possuir treinamento especificam para o
atendimento.
 O atendimento da vitima só devera ser realizado pela equipe de resgate
capacitada.

L.
 Transportar a vitima somente após a imobilização.
L. A
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D JO

11 BIBLIOGRAFIA
JOda
daão
ão aç
aç iz Portaria 3.214, de 08/06/78, MTE.
iz tor
torau Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho –
au sa
sa es FUNDACENTRO.
es pr
pr ex ABNT. NBR 14787: espaço confinado: prevenção de acidentes, procedimentos e
ex m
m se medidas de proteção. Rio de Janeiro, 2001.
se al
al eri BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR-33: segurança e saúde nos trabalhos
eri at
at m em espaços confinados. Disponível em:
mste
stede <http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_33.pdf>. Acesso
de al
al rci em 12 novembro de 2011.
rcipa
paou
ou al
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totão
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od pr
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a da
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