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Samuel Barbosa Martins

RELATÓRIO TÉCNICO DE ESTÁGIO


SUPERVISIONADO

Varginha-MG
2018
Samuel Barbosa Martins

RELATÓRIO TÉCNICO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Relatório de Estágio apresentado


ao departamento de Mecatrônica
como parte das atividades para
obtenção do título de técnico em
Mecatrônica do Centro Federal
de Educação Tecnológica de
Minas Gerais.

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET-MG


Curso Técnico em Mecatrônica

Orientador: Prof. Paulo Henrique Pereira

Varginha-MG
2018
APROVAÇÃO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Samuel Barbosa Martins

_______________________
Prof. Paulo Henrique Pereira
Orientador do Estágio do Curso Técnico de Mecatrônica
CEFET-MG

_______________________
Samuel Barbosa Martins
Estagiário
CEFET-MG

Varginha-MG
2018
DADOS GERAIS

Dados do Estagiário
Aluno: Samuel Barbosa Martins
Rua: Rua Antônio Musa, nº165
Bairro: Vila Jessé
Cidade: Três Corações
CEP: 37410-000
Tel: (35) 99247-3495
E-mail: samuelbarbosamartins@hotmail.com

Dados da Empresa
Empresa: INCOMAQ - Indústria, Comércio e Serviços de Máquinas Ltda
Supervisor: Luiz Junqueira
Endereço: Av. Guarani, 90
Bairro: Jardim América
Cidade: Três Corações
CEP: 37410-000
Tel: (35) 3235-2150

Área na empresa onde foi realizado o estágio:


Setor(es): Montagem de máquinas de envase
Data de início:02/05/2017
Data de término: 02/12/2017
Total de horas realizadas: 560

Supervisor(a) da Empresa:
Nome: Luiz Junqueira
Função: Sócio propietário
Formação profissional: Engenheiro eletricista
AGRADECIMENTOS

Agradeço a minha família pelo apoio e suporte prestados, aos professores do


CEFET-MG, a empresa INCOMAQ e todos os seus funcionários.
LISTA DE FIGURAS

Figura 1- Quadro de ferramentas. ............................................................................... 9

Figura 2-Tipos de chaves .......................................................................................... 10

Figura 3- Tipos de parafusos..................................................................................... 11

Figura 4-Tipos de porcas e arruelas.......................................................................... 12

Figura 5-Furadeira..................................................................................................... 12

Figura 6- Sensor indutivo. ......................................................................................... 14

Figura 7- Disjuntores. ................................................................................................ 15

Figura 8- Contator. .................................................................................................... 16

Figura 9- Relé estado sólido...................................................................................... 17

Figura 10- Inversor de frequência ............................................................................. 18

Figura 11- CLP .......................................................................................................... 19

Figura 12- IHM .......................................................................................................... 20

Figura 13- Eletroválvula ............................................................................................ 21

Figura 14- Cilindro pneumático ................................................................................. 22

Figura 15- Esquema Elétrico, parte de força. ............................................................ 23

Figura 16- Esquema Elétrico, parte de comando. ..................................................... 23

Figura 16- Esquema Elétrico, parte de comando. ..................................................... 24

Figura 17- Máquina montada. ................................................................................... 24


SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 8

1-A EMPRESA ............................................................................................................ 9

2-MONTAGEM DAS MÁQUINAS ................................................................................ 9

2.1- FERRAMENTAS ............................................................................................................................. 9

2.1.1- Chaves ....................................................................................................................................... 9

2.1.2-PARAFUSOS .............................................................................................................................. 11

2.1.3- PORCAS E ARRUELAS ............................................................................................................... 11

2.2- FURADEIRA FRESADORA ............................................................................................................ 12

2.2.1- BROCAS ................................................................................................................................... 13

3-SENSORES ........................................................................................................... 13

4- COMPONENTES DO CIRCUITO ELÉTRICO E ELETRÔNICO ........................... 14

4.1- DISJUNTOR ................................................................................................................................. 14

4.2-CONTATORES .............................................................................................................................. 15

4.3- RELÉ ESTADO SÓLIDO................................................................................................................. 16

4.4- INVERSOR DE FREQUÊNCIA........................................................................................................ 17

4.5- CLP.............................................................................................................................................. 18

4.6- IHM............................................................................................................................................. 19

5- COMPONENTES PNEUMÁTICOS ....................................................................... 20

5.1- VÁLVULAS E ELETROVÁLVULAS .................................................................................................. 20

5.2- CILINDROS PNEUMÁTICOS ......................................................................................................... 21

6- CIRCUITO ELÉTRICO E MÁQUINA MONTADOS ............................................... 22

7-CONCLUSÃO ........................................................................................................ 25

8-REFERÊNCIAS...................................................................................................... 26
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INTRODUÇÃO

A empresa INCOMAQ, atua na fabricação de máquinas de acondicionamento


de produtos líquidos, pastosos ou viscosos. Atendendo as necessidades de envase,
dosagem, selagem para produtos alimentícios, adotando como embalagem toda linha
de plásticos como filmes flexíveis, potes, copos e garrafas.
Com a rotina diária na empresa, acompanhamento e participação no
desenvolvimento das máquinas, o processo ofereceu diversas experiências e
conhecimentos importantes na formação técnica.
Contato com ferramentas, elétrica, eletrônica e usinagem, obtidos na
montagem das máquinas da empresa, juntamente com os conhecimentos adquiridos
no CEFET-MG, são de grande importância para a caminhada profissional e
acadêmica.
9

1-A EMPRESA

A empresa Emil INCOMAQ, atua na fabricação e comércio de máquinas de


envase (acondicionar produtos líquidos em embalagens), produzindo máquinas
automatizadas de alto rendimento, proporcionando ótimo processo de envasamento
e dosagem de leite, sucos, chás, sorvetes, geleias, etc.
O processo de fabricação é dividido por setores, são eles usinagem, calderaria
e montagem (Setor no qual trabalhei).

2-MONTAGEM DAS MÁQUINAS

2.1- FERRAMENTAS

Para iniciar o processo de montagem, foi preciso ter o conhecimento da


nomeação e utilização de algumas ferramentas que auxiliam em diversas ocasiões,
tais como: Paquímetro, furadeira, alicates de corte, ferro de solda, alicates de
clipagem, trenas, matelos, etc.

Figura 1- Quadro de ferramentas. (PADRECA, 2014)

2.1.1- Chaves
10

Chave é um instrumento de uso mecânico e sua principal função é ser


introduzido em parafusos para apertá-los ou afrouxa-los.

Tipos:

 A - Fenda - fenda simples


 B - Phillips - em cruz grega
 C - Pozidriv - estilo Phillips
 D - Torx - estrela
 E - Allen - sextavada
 F - Robertson - quadrada
 G - Tri Wing - ípsilon
 H - Torq-Set
 I - Spanner
 J - Unit Drive
 K - Ominitrix
 L - Ribe
 M - Multidentada – XZN

Figura 2-Tipos de chaves. (Origem: Wikipédia, 2018)


11

Existem outros tipos de chaves como a chave de boca, chave combinada,


chave em L e chave estria.
2.1.2-PARAFUSOS

Parafusos são elementos utilizados para união de peças, sendo uma fixação
não permanente, ou seja, as peças podem ser montadas e desmontadas facilmente,
bastando apertar ou desapertar os parafusos. Eles se diferenciam pela forma da
rosca, da cabeça, da haste e do tipo de acionamento.
A imagem a seguir, mostra muito bem a classificação dos parafusos:

Figura 3- Tipos de parafusos. (Blog, 17)

2.1.3- PORCAS E ARRUELAS

As porcas têm como função garantir a fixação do parafuso, servindo como uma
trava para ele.
Já as arruelas, garantem a fixação em locais de muita vibração e movimento,
trabalhando para distribuir as forças que porcas e parafusos são submetidos, evitando
que se soltem. A seguir temos exemplos de porcas e arruelas:
12

Figura 4-Tipos de porcas e arruelas. (Blog, 17)

2.2- FURADEIRA FRESADORA

Com as peças que compõem a máquina, repassadas pelo setor da usinagem


e caderaria em mãos, basta começar a montagem, e para isto, é necessário fazer
medições, marcações para planejamento específico de cada tipo de máquina e cada
elemento que a compõe. Para isso utiliza-se, basicamente a furadeira portátil e
principalmente a furadeira fresadora, para realizar furos em chapas, rodas e painéis.
Furadeira fresadora, é uma máquina derivada do torno mecânico, e sua
criação ocorreu a partir de dificuldades em conseguir executar alguns tipos de
usinagens. É uma máquina ferramenta que permite operações como furar, alargar,
escarear, rebaixar e rosquear. A seguir temos a figura de uma furadeira:

Figura 5-Furadeira. (CIMM, 2017)


13

2.2.1- BROCAS

São ferramentas, usadas nas furadeiras, para fazer furos ou roscas. Tem
forma cilíndrica, na qual é cunhada a parte cortante em hélice, sua ponta é aguda,
servindo como orientação para começar furos.
Na escolha da broca, são considerados o diâmetro do furo e o tipo de material
a ser perfurado.

3-SENSORES

Sensores são dispositivos que detectam alterações em ambientes físicos,


sendo mudanças como luz, calor, movimento, umidade, pressão, entre outras diversas
variáveis.
Assim quando um sensor recebe uma determinada entrada, proveniente do
ambiente, ele emite um sinal de saída, que posteriormente pode ser usado, por
exemplo, em um circuito de acionamento. Os tipos de sensores mais usados na
indústria são:

Sensores indutivos: Sensores indutivos ou de proximidade, são sensores


utilizados para detecção de objetos metálicos, como ferro, aço, alumínio, latão, etc.

Sensores capacitivos: São sensores que detectam qualquer tipo de massa,


usados na detecção de objetos não metálicos, como plástico, madeira e resinas.

Sensores Fotoelétricos: Tem o range de detecção maior, e são capazes de


detectar além de partes de máquinas, os produtos de sua produção, sem contato
físico.
Sensores Magnéticos: Os sensores de proximidade magnética, detectam o
campo magnético gerado por um ímã, que pode ser um acionador magnético.
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Sensores de pressão: São aplicados em ambientes fabris que necessitam


de produtos robustos. Existem modelos para ar comprimido, gases e líquidos.
Geralmente os valores medidos são mostrados em um display.
Existem, ainda, uma grande infinidade de sensores, mas os citados acima são
os que mais são encontrados e utilizados.

Figura 6- Sensor indutivo. (Bertulucci, 2018)

4- COMPONENTES DO CIRCUITO ELÉTRICO E ELETRÔNICO

Para a criação do projeto do painel elétrico, e posteriormente sua montagem,


é preciso ter o conhecimento de alguns componentes para tal desenvolvimento,
alguns deles são:

4.1- DISJUNTOR

É um dispositivo eletromecânico que protege determinada instalação elétrica


contra possíveis danos relacionados a sobrecargas elétricas e curto-circuitos. Ele
monitora e controla a corrente elétrica, interrompendo imediatamente sua circulação
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em caso de picos que ultrapassem um determinado valor, assim quando ocorre um


pico de energia ele desarma, interrompendo a passagem de corrente, protegendo os
demais componentes do circuito.

Figura 7- Disjuntores. (https://www.mundodaeletrica.com.br, 2018)

4.2-CONTATORES

Componente utilizado em acionamentos e em proteção, principalmente de


motores de máquinas elétricas. Trabalham a partir de efeito eletromagnético, possuem
três contatos de carga que alimentam diretamente os motores, contato auxiliares para
lógicas de automatização e uma bobina principal, que alimentada promove o
deslocamento do núcleo de ferro-magnético, mudando mecanicamente o estado dos
contatos (NA para NF, e vice-versa
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Figura 8- Contator. (www.mundodaeletrica.com.br, 2018)

4.3- RELÉ ESTADO SÓLIDO

Os relés funcionam como uma espécie de interruptor, que funcionam a partir


de corrente elétrica, que cria campos magnéticos capazes de alterar o estado dos
contatos, e são utilizados para proteção do circuito.
O relé de estado sólido difere de um relé eletromecânico pois não possuem em
seus mecanismos elementos mecânicos ou peças móveis, funcionando a partir de
tiristores ao invés dos contatos, o tiristor é um tipo de diodo que possui um “Gate”,
desse modo a corrente só atravessa o tiristor se seu gate for energizado por uma
corrente elétrica, assim a comutação do relé é feita sem o fechamento de contatos e
sim por um processo químico do tiristor.
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Figura 9- Relé estado sólido. (https://www.comatreleco.com.br, 2012)

4.4- INVERSOR DE FREQUÊNCIA

O inversor de frequência é controlador que tem a função de acionar um motor


elétrico e ao mesmo tempo variar a frequência e a tensão que é fornecida ao motor
com o objetivo de controlar a sua velocidade e potência consumida. Nos motores
elétricos a frequência está diretamente ligada a rotação do motor (rpm), ou seja, pela
frequência de tensão fornecida ao motor é possível controlar sua velocidade, e como
o uso do inversor é bem prático e flexível, ele é bastante usado para tal situação.
O funcionamento de um inversor, se baseia no uso de diodos para controlar as
três fases, que posteriormente chegará no motor.
Além da vantagem de controlar um sistema, o inversor proporciona economia
e ainda aumenta a vida útil do motor.
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Figura 10- Inversor de frequência. (www.mundodaeletrica.com.br, 2018)

4.5- CLP

O Controlador Lógico Programável (CLP) é um computador que executa


determinadas funções, a partir de um programa previamente criado. O CLP é um
equipamento que basicamente gere todo um sistema automatizado, ele recebe todas
as informações proveniente das entradas (dispositivos de entrada), e de acordo com
a lógica, comanda o que acontece com o sistema e suas saídas (dispositivos de
saída), comandando temporização, contagem, sequencia, etc.
Com a facilidade de alterar o programa com rapidez, seu uso torna os
processos mais eficientes. Seus componentes internos são CPU, processador,
memória, fonte de alimentação, módulos de entrada e módulos de saída. Por isso, o
19

CLP, é um equipamento indispensável e vem cada vez mais crescendo no mundo da


automação.

Figura 11- CLP. (www.mundodaeletrica.com.br, 2018)

4.6- IHM

IHM significa “Interação Homem-Máquina”, sendo um equipamento que serve


para facilitar a comunicação entre pessoas e máquinas, geralmente um instrumento
com visor ou tela.
A sua função é fazer com que qualquer pessoa consiga entender e operar uma
função da máquina, sem mudar sua programação, no cotidiano, IHM seria a tela do
computador ou celular.
Na automação o IHM comunica com o CLP, assim podendo enviar comandos
para que certa função seja executada.
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Figura 12- IHM. (http://www.ajautomacao.com, 2018)

5- COMPONENTES PNEUMÁTICOS

Na automação industrial, a pneumática também é bastante utilizada para


transmitir energia e por exemplo, mover um cilindro da máquina, buscando
determinado resultado.
A facilidade da pneumática está no fato de todos os gases serem comprimidos
e na liberdade de usar qualquer ar no sistema.

5.1- VÁLVULAS E ELETROVÁLVULAS

A válvula é um componente do circuito pneumático destinada a controlar a


direção, pressão ou a vazão do ar comprimido. Saiba que elas podem ser de controle
direcional de 2, 3, 4 ou 5 vias, ou ainda de pressão e de bloqueio, reguladores de
21

vazão, com vários tipos de atuadores. Os comandos pneumáticos podem ser


subdivididos em elementos de comando, elementos de sinais e os elementos de
trabalho.
As eletroválvulas, no geral, funcionam através de sinais elétricos, que
movimentam um núcleo que pode barrar ou não a passagem do fluido.

Figura 13- Eletroválvula. (http://alfamatec.com.br, 2018)

5.2- CILINDROS PNEUMÁTICOS

Para a máquina realizar alguns movimentos, utiliza-se o cilindro pneumático.


Um cilindro pneumático é um tipo de dispositivo usado para gerar força a partir da
energia do gás sob pressão. O cilindro pneumático básico consiste de uma câmara
cilíndrica com um pistão móvel e de admissão e canais de escape. Quando o ar
comprimido ou outro gás é bombeado para o fundo do cilindro, o gás se expande,
empurrando para cima o pistão móvel e gerando força. Cilindros pneumáticos,
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também conhecidos como cilindros de ar, têm vantagens sobre os sistemas


hidráulicos, em alguns casos e são usados em uma ampla variedade de aplicações.
O ar que chega no cilindro vem de um pulmão de ar instalado na máquina e do
acionamento das eletroválvulas.

Figura 14- Cilindro pneumático. (https://www.mecanicaindustrial.com.br, 2018)

6- CIRCUITO ELÉTRICO E MÁQUINA MONTADOS

Depois de saber todas as ferramentas e componentes que fazem parte da


máquina, resta somente monta-la de acordo com as especificações que o cliente
deseja, para isso, é elaborado o esquema elétrico, com todas as informações de seu
sistema de força e seu sistema de comando. A seguir algumas figuras dos itens
citados.
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Figura 15- Esquema Elétrico, parte de força. (Origem: Própria)

Figura 16- Esquema Elétrico, parte de comando. (Origem: Própria)

Para finalizar com todas especificações do funcionamento da máquina em


mãos é possível começar sua montagem e posteriormente fazer ajustes, correções e
testes antes da entrega ao cliente. Figuras a seguir:
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Figura 16- Esquema Elétrico, parte de comando. (Origem: Própria)

Figura 17- Máquina montada. (Origem: Própria)


25

7-CONCLUSÃO

A aprendizagem dos conceitos teóricos em sala de aula, é de grande


importância para a formação e crescimento de qualquer profissional, pois ali, temos
contato com a essência de operações básicas na profissão. Mas o estágio,
complementa muito bem essa educação profissional, já que com ele vivemos a
realidade de uma empresa e do mundo do trabalho de uma forma geral.
O estágio na empresa INCOMAQ, possibilitou uma experiência bem ampla que
abrangeu praticamente todas as áreas do curso técnico em mecatrônica, tendo um
proveito gigantesco na caminhada acadêmica e profissional.
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8-REFERÊNCIAS

https://pt.wikipedia.org/wiki/Chave_(ferramenta)

http://empoeirados.com.br/episodios-empoeirados/faca-voce-mesmo/fazer-quadro-
de-ferramentas/

http://wwwo.metalica.com.br/artigos-tecnicos/parafusos

https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina-ferramenta#Furadeira_Fresadora

http://www.vanipar.com.br/index.php/blog/item/27-conheca-os-principais-tipos-e-
usos-de-porcas-parafusos-e-arruelas

https://www.cimm.com.br/portal/verbetes/exibir/640-broca

http://www.engerey.com.br/blog/tipos-e-aplicacoes-de-sensores-na-industria

http://www.tecnogera.com/blog/entenda-o-que-e-e-para-que-serve-um-disjuntor

https://www.mundodaeletrica.com.br/como-funcionam-os-disjuntores/

https://www.mundodaeletrica.com.br/contatores-o-que-sao/

https://www.comatreleco.com.br/rele-estado-solido/

https://www.citisystems.com.br/sensor-indutivo/

https://www.mundodaeletrica.com.br/como-funciona-o-inversor-de-frequencia/
27

https://www.citisystems.com.br/inversor-de-frequencia/

http://alfamatec.com.br/artigos-eletrovalvula-pneumatica/