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1.

Sociologia

Estudo cientifico das relações sociais, das formas de associação, destacando-se os caracteres
gerais comuns a todas as classes de fen6menos sociais, fenómenos que se produzem nas
relações de grupos entre seres humanos. Estuda o homem e o meio humano em suas
interacções recíprocas.
A Sociologia não e normativa, nem emite juízos de valor sabre os tipos de associação e
relações estudados, pois se baseia em estudos objectivos que melhor podem revelar a
verdadeira natureza dos fenómenos sociais. A Sociologia, desta forma, e o estudo e o
conhecimento objectivo da realidade social.
Exemplos: formação e desintegração de grupos; divisão das sociedades em camadas;
mobilidade de indivíduos e grupos nas camadas sociais; processo de competição e
cooperação.

CAMPO DA SOCIOLOGIA
Verificamos, portanto, que o objecto material das Ciências Sociais ou Humanas e ~ mesmo: o
homem na sociedade. Todavia, essas ciências possuem seu objecto formal distinto, apesar de
haver o fenómeno de inter-relacionamento e de serem complementares umas das outras.
Quanto a Sociologia, ela apresenta duas diferenças básicas em relação as demais Ciências
Sociais: a primeira seria relativa ao universo sociocultural; a segunda diz respeito a
concepção da "natureza" do homem e as Inter-relações dos fenómenos sociais.
A Antropologia Cultural aborda os problemas da cultura; o Direito focaliza o sector
normativo do comportamento social; a Economia volta-se para o sector da organização de
recursos naturais; a Politica preocupa-se com as relações de poder; a Psicologia Social estuda
o comportamento individual determinado pela interacção grupal. Entretanto, cabe a
Sociologia a análise de todos os sectores do super orgânico.

2. SOCIOLOGIA
Sociologia, ciência que estuda o desenvolvimento, a estrutura e a função da sociedade. Os
sociólogos estudam a forma em que as estruturas sociais, as instituições (classe social,
família, comunidade e poder), e os problemas sociais (delitos) influem na sociedade.

O francês Émile Durkheim, um dos fundadores da sociologia moderna, utilizou métodos


científicos para realizar o estudo dos grupos sociais. Durkheim acreditava que os indivíduos
são o produto de forças sociais complexas e não podem ser entendidos fora do contexto social
em que vivem. Formulou o termo consciência colectiva para descrever o carácter de uma
sociedade particular. De acordo com Durkheim, esta consciência colectiva difere totalmente
das consciências individuais que a formam. Aplicando este conceito em sua obra O suicídio:
um estudo sociológico (1897), Durkheim tentou demonstrar as razões pelas quais os
indivíduos cometem suicídio. Analisando as taxas de suicídio, chegou à conclusão de que
este ato é produto de um profundo conflito relacionado com o meio social exterior. THE
BETTMANN ARCHIVE

A sociologia é baseada na ideia de que os seres humanos não agem de acordo a suas próprias
decisões individuais, senão sob influências culturais e históricas e segundo os desejos e
expectativas da comunidade na qual estão inseridos. O conceito de sociedade civil aparece
pela primeira vez no século XVII na obra de Thomas Hobbes e John Locke e dos pensadores
do Século das Luzes. Em 1838, Auguste Comte definiu a sociologia como ciência. Herbert
Spencer adoptou o termo e continuou o trabalho de Comte. Durante o século XIX, numerosos
filósofos estudaram os problemas sociais, desconsiderando os sociólogos. O principal foi
Karl Marx, ainda que não possam ser esquecidos o conde de Saint-Simon, Alexis de
Tocqueville e John Stuart Mill.

Entretanto, até finais do século XIX a sociologia não era reconhecida como disciplina
académica. Na França, Émile Durkheim, fundador da primeira escola de pensamento
sociológico, destacou o valor inerente aos fatos sociais e tentava descobrir suas relações. Na
Alemanha a sociologia foi reconhecida formalmente como disciplina académica na primeira
década do século XX, graças aos esforços de Max Weber. Em 1937 Talcott Parsons,
empregando as ideias de Durkheim, Weber e Vilfrido Pareto ampliou, nos Estados Unidos, o
enfoque desta disciplina.

ÁREAS E SUB-ÁREAS DA SOCIOLOGIA

A ênfase dada nas investigações empíricas desviou a atenção dos sociólogos para as áreas
concretas da realidade social. As sub - áreas mais antigas da sociologia são aquelas que
pesquisam fenómenos sociais que não tinham sido considerados ainda como objecto de
estudo por outras ciências sociais, como o matrimónio e a família, a desigualdade social, a
estratificação social, as relações étnicas, as condutas sociais "desviadas" da norma, as
comunidades urbanas ou as organizações formais. Mais recentemente, foram incorporadas ao
estudo da sociologia especialidades como a gerontologia, a sociologia do sexo e outros
aspectos da mesma natureza.

Dado que praticamente toda actividade humana implica uma relação social, outras áreas de
especialização são o estudo da estrutura social que engloba a sociologia política, o direito, a
religião, a educação, o exército, a indústria, a linguagem (a sócio - linguística), a medicina, os
meios de comunicação e o exporte.

A sub - área interdisciplinar mais antiga da sociologia é a psicologia social. Enquanto os


sociólogos estudam principalmente normas, desempenhos, instituições sociais e estruturas de
grupo, os psicólogos sociais estão preocupados com o impacto sobre a personalidade do
indivíduo.

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