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CAPÍTULO 3

ESTUDO DE FLUXO DE POTÊNCIA

3.1 Considerações Iniciais Sobre Fluxo de Potência


De maneira sucinta, podemos afirmar que a determinação dos fluxos de potências
ativa e reativa em um sistema elétrico consiste em solucionar um conjunto de
equações algébricas não lineares as quais descrevem o comportamento das redes em
condições de regime permanente.

3.1.1 Tipos de Barras


Antes de adentarmos de maneira aprofundada na solução de fluxos de carga,
introduziremos algumas definições referentes aos tipos de barras encontradas em
sistemas elétricos. Existem basicamente três tipos de barras.
Primeiramente, temos a barra de carga, esta é caracterizada pela dificuldade de
geração injetada na mesma. Para este tipo de barramento, as potências ativa e reativa
são especificadas e a magnitude da tensão e o ângulo de fase são as variáveis. Estas
barras são conhecidas como barras do tipo PQ ou tipo 1, sendo neste caso P e Q
relativo à potência ativa e reativa, respectivamente. Vale ressaltar que exista um
barramento que não apresente geração nem demanda de potência, podemos tratar
esta barra como uma barra PQ com zero de injeção de potência. Além disso,
destacamos que devido às considerações práticas as quais impõem limites sobre a
quantidade de potência reativa que pode ser suprida ou absorvida. Se tais limites são
ultrapassados, a fonte pode ser incapaz de regular a magnitude da tensão da barra.
Outro tipo é a barra de tensão controlada a qual tem potência reativa disponível
suficientemente para manter a magnitude da tensão num valor específico, ou seja, a
tensão pode ser regulada. Vários são os dispositivos que podem executar esta
regulação de tensão, como os próprios geradores síncronos e os compensadores de
var, sendo estes constituídos de elementos passivos ou inversores de frequência, no
caso dos compensadores estáticos avançados. Para este tipo de barra, as variáveis
desconhecidas (incógnitas) são o ângulo de fase e a potência reativa. Estas barras

1
também são amplamente conhecidas como barras do tipo PV ou tipo 2, sendo que P
está relacionado à potência ativa e V relacionado à magnitude da tensão.
Finalmente, a barra oscilante também conhecida como barra do tipo 3. Este terceiro
tipo de barra é também conhecido como barra de referência. Em estudos de fluxos de
potência convencionais um nó do sistema deve ser especificado como barra oscilante.
Esta exigência surge do fato que ambas as perdas, ativa e reativa, na rede são
desconhecidas na solução dos fluxos de potências. Destacamos que o gerador
conectado a barra oscilante deve garantir potência para cobrir as perdas na
transmissão e também para atender qualquer demanda excedente a qual os outros
geradores do sistema não são capazes de suprir. A barra de referência é escolhida
arbitrariamente no sistema elétrico respeitando a disponibilidade de potência e
também sua área de atuação. Neste tipo de barramento, o módulo da tensão e o
ângulo de fase são as grandezas conhecidas e as potências ativa e reativa são as
variáveis desconhecidas, ou seja, são as incógnitas.

3.2 Capacidade de Transmissão de um Sistema Elétrico Elementar

O sistema elétrico mais simples possível de se obter é composto por uma linha de
transmissão interligando duas barras de um sistema elétrico qualquer, conforme
ilustrado na figura abaixo.

Vi

Barra i Barra k
I
Sik Ski
Z  R  jX Vk
Vi  Vi  i Vk  Vk  k

Figura 3.1 - Sistema elétrico elementar

Na condução de energia elétrica por linhas de transmissão, há um valor máximo de


energia, acima do qual a linha não consegue aumentar a energia transferida. Quando

2
isso ocorre, diz-se que a linha atingiu a sua capacidade estática de transmissão ou seu
limite de estabilidade estática.

Considere o trecho de linha ilustrado abaixo, na análise inicial.

Ainda, a potência complexa que flui da barra i para a barra k é dada por:
Vi*  Vk*
Sik =Pik  jQik  Vi I *  Vi (3.1)
Z*
Ou ainda:
2 j i  k 
Vi  Vi Vk e
Sik = (3.2)
R  jX
Sendo que a potência no sentido oposto é dada por:

Ski =Pki  jQki  Vk   I 


*
(3.3)
2 j  k i 
Vk  Vi Vk e
Ski = (3.4)
R  jX
Fazendo   i   k . Além disso, desenvolvendo as equações das potências e

separando as partes real e imaginária, temos:

Pik  1
R X
2 2
2
R Vi  R Vi Vk cos   X Vi Vk sen   (3.5)

R X 
 X V V cos   R V V sen  
1 2
Q 
ik 2
XV 2 i i k i k (3.6)

R X 
 R V V cos   X V V sen  
1 2
P 
ki 2
RV 2 k i k i k (3.7)

R X 
 X V V cos   R V V sen  
1 2
Q 
ki 2
XV 2 k i k i k (3.8)

Em condições ideais, onde R=0, as equações referentes às potências ativas, serão:

Vi Vk
Pik  Pki  sen   (3.9)
X
Para tensões e reatâncias constantes, a potência será máxima para =90°.

Vi Vk
Pmax  (3.10)
X
Ou ainda, temos:

3
Pik  Pmax sen   (3.11)

Pode-se observar que:


1) A maneira de variar, mais eficientemente, a potência ativa transmitida é
alterando o ângulo de potência, ;
2) Um aumento de carga ter-se-á o crescimento da potência transmitida, mas só
com o aumento de ;
3) Para Pik=Pmax, =90°, este será o limite de estabilidade estática. Qualquer
tentativa de aumento de Pik levará à perda de sincronismo entre as barra i e k;
4) Ainda tem-se: a) Pmax cresce com o produto das tensões e b) Pmax é
inversamente proporcional à reatância da linha.

Graficamente, esta figura ilustra o item 3, ou seja, apresenta o comportamento da


potência de linha em função do ângulo de potência.

Pik

Pmáx

-90°
90° δ

-Pmáx
nesta faixa a potência esta sendo transmitida
de maneira estável de i  k
nesta faixa a potência esta sendo transmitida
de maneira estável de k  i

Figura 3.2 -

4
3.2.1 Característica da carga
Existem diversos modos de se classificar uma carga:
a) Quanto ao tipo de carga:
 Motores, equipamentos de aquecimentos, equipamentos eletrônicos, etc.
b) Quanto às diferenças elétricas principais entre os equipamentos:
 Tamanho, mono ou trifásico, constância de carga, etc.

Embora, as cargas, individualmente, sejam aleatórias, vistas por um sistema de


transmissão são concentradas e, variam de maneira previsível:
 Com as horas do dia;
 Com os dias da semana;
 Com as estações do ano.

Figura 3.3 -

3.2.2 Dependência da carga com tensão e frequência

a) Carga simples, tipo impedância:


2
2 V
P  jQ  V Y *  (3.12)
Z*

5
A potência ativa é dada por:
V 2  V2  2
  RV
P  Re  *   Re  
R j L
 (3.13)
Z   R  j L R  j L  R 2   2 fL 2
   
Enquanto a potência reativa é dada por:
V 2 2 fL V
2

Q  Im  *   2 (3.14)
 Z  R   2 fL 2
 
Observa-se que:
 P e Q crescem com o quadrado do acréscimo da tensão;
 P e Q decrescem com o quadrado do acréscimo da frequência;
Temos, de maneira geral:
P  f1 ( f ,V ) (3.15)

Q  f 2 ( f ,V ) (3.16)

b) Carga composta
Também variam com V e , mas não há uma relação simples como para a impedância.
(utiliza-se métodos empíricos).
Em geral em SEP, o interesse maior está nas variações de P e Q provocadas por
pequenas variações de  e V.
P P
P  f  V (3.17)
f V
Q Q
Q  f  V (3.18)
f V
Obs.: Para cargas compostas, as 4 derivadas parciais são obtidas empiricamente.

c) A carga média ou típica


Esta apresenta uma composição onde 60% são motores de indução, 20% são motores
síncronos e 20% são outros “tipos” (equipamentos de aquecimento, iluminação, etc.),
sendo:
P Q P Q
 1;  1,3 ; 1e indeterminado
V V f f

6
c1) As cargas tipo impedância variam P e Q com o quadrado da tensão.
As cargas compostas variam P linearmente (P/V=1) e Q entre linear e quadrado com
V (P/V=1,3). Logo, conclui-se que cargas compostas dependem menos da tensão.

c2) As cargas tipo impedância decrescem com o aumento de f.


A predominância de motores explica tal fato (cargas sempre aumentam com o
aumento da frequência (velocidade angular)).

3.2.3 A potência ativa e seus efeitos sobre a frequência do sistema


Razões para se manter “” dentro de limites:
 Os acionamentos e os controles (CLPs) são projetados para operarem alimentados
por uma onda senoidal em 60 Hz;
 Os medidores de energia;
 Os relés de proteção.
De uma maneira geral pode-se afirmar que os frequencímetros são os “termômetros
clínicos” dos SEPs.

3.2.4 Mecanismo carga-frequência


Valores normalmente aceitos:  0,05 Hz

Variação na carga  aumento ou decréscimo de I  aparecimento de um conjugado


de desaceleração  alteração da frequência.

3.2.5 Manifestação de instabilidade no sistema


a) Fuga de sincronismo aperiódica

7
δ

Figura 3.4 -

b) Oscilações pouco amortecidas, mantidas ou crescentes

Figura 3.5 -

Figura 3.6 -
c) Colapso de tensão

d) Operação fora do sincronismo

3.3.1 Esquemas de controle de emergência

8
Os esquemas automáticos mais comuns são:
 Esquema de alívio de carga por subfrequência;
 Esquema de corte de carga por subtensão;
 Esquema de corte de carga por variação do fluxo de potência;
 Esquema de corte de geração por sobrefrequência;
 Esquema de ilhamento de usinas térmicas por subfrequência;
 Abertura controlada de linhas por relés durante oscilações;
 Religamento automático de linha de transmissão.

3.2.6 A potência reativa e seu efeito sobre a tensão do sistema


Vimos anteriormente que, o balanço de potência ativa é mantido desde que a
frequência seja mantida constante.

Veremos aqui que se a tensão for mantida constante, então haverá equilíbrio entre
reativo gerador e consumido.

Seja o sistema abaixo:

V1 Barra 1 Barra 2 V2
S=P+jQ
V1 é mantido
constante
I jX
P+jQ P+jQ

Figura 3.7 -

V2  V1  IZ (3.19)

S  V1 I *  P  jQ (3.20)

P  jQ P  jQ
I  (3.21)
V1* V1

Substituindo I na equação anterior e sabendo-se que Z  jX , temos:

9
 P  jQ  X X
V2  V1    jX  V1  Q  j P (3.22)
 V1  V1 V1

Ilustrando esta equação através de um diagrama fasorial, temos:

V1

X
 Q
V1
V2
X
j P
V1

Figura 3.8 -
Da figura observa-se que:
 Variações de potência ativa, P, afetam pouco a tensão V2;
 Variações de potência reativa, Q, afetam bastante a tensão V2.

Dobrando Q, V2 decresce muito. Observa-se ainda que, se Q fosse capacitivo na figura


anterior, V2 ficaria maior que V1.

V1

X
 Q
V1
V2' V2
X
j P
V1
V2''

Figura 3.9 –

3.3 Amostra de um estudo de fluxo de carga


Para o sistema de duas barras abaixo e, sabendo-se que:
 V1=V2=1,0 pu;
 X=0,03 pu;
 SD1=10+j3 pu (carga na barra 1);
 SD2=20+j10 pu (carga na barra 2);
 PG1=20 pu (geração de ativo na barra 1);
 PG2=10 pu (geração de ativo na barra 2);

10
G1 G2
SG1 =PG1 +jQ G1 SG2 =PG2 +jQG2

V1 1 2 V2

S12 =P12 +jQ12 jX S21 =P21 +jQ 21


SD1 =PD1 +jQ D1 SD2 =PD2 +jQD2

Figura 3.10 –
Solução:
Sendo PD2 =20 pu e PG2 =10 pu, conclui-se que deverá vir da barra 1 a potência P12 =10 pu,
assim temos (sendo R=0):

V1 V2
P12 =  P21 = sen
X
P12 X 10×0,03
sen  = = 0,3
V1 V2 1× 1

  arc sen 0,3  17,5°


Conhecendo-se δ, podemos obter o fluxo de otência reativa na linha:

Q12 =
1
2
R +X 2  2
X V1  X V1 V2 cos + R V1 V2 sen  =
1
0,03 
1  cos17,5°  = 1,54 pu

Q21 =
1
R +X2
2 X V 2
2
 X V V cos + R V V sen   =
2 1 2 1
1
0,03
1  cos17,5°  = 1,54 pu
Logo as potências reativas saem das barras em ambos os extremos, isto é, as perrdas reativas

Q = 1,54 +1,54 = 3,08 pu


As potências reativas geradas nas duas barras são:
QG1 = QD1  Q12  3+1,54 = 4,54 pu

QG2 = QD2  Q21  10+1,54 = 11,54 pu

Estas potências reativas geradas QG1 e QG2 devem ser geradas pelosgerdaores e/ou por
capacitores, para manter V1  V2  1, 0 pu

Algumas Observações Importantes:


 As equações vistas anteriormente (Pik, Pki, Qik e Qki) contêm seis variáveis. Para
resolvê-las precisa-se especificar três, assim as outras três serão incógnitas. Neste

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exemplo, foram especificados: módulos das tensões das barras (V1e V2) e
P12.
 Caso se especifique =30° e V1=V2=1,0, teríamos:

V1 V2 11
P12 =  P21 = sen  0,5  16,67 pu
X 0,03

Q12 =
1
X
2

V1  V1 V2 cosδ =
1
0,03 
1 1 0,866 =4,47 pu

Q21 =4,47 pu

3.4 Características de funcionamento de um sistema


Tomemos, como exemplo, o esquema visto anteriormente:

G1 G2
SG1 =PG1 +jQ G1 SG2 =PG2 +jQG2

V1 1 2 V2
Linha de transmissão

S12 =P12 +jQ12 R  jX S21 =P21 +jQ 21


SD1 =PD1 +jQ D1 SD2 =PD2 +jQD2

Figura 3.11 –

G1 G2
SG2
SG1
V1 1 2 V2

Zsérie
SD1 SD2
Yshunt Yshunt

Figura 3.12 –

12
Defini-se a potência de barra como sendo a potência gerada menos a potência
consumida.
Si =SGi  SDi (3.23)

Potência da barra 1=P1 +Q1   PG1  PD1   j  QG1  QD1  (3.24)

Potência da barra 2=P2 +Q2   PG2  PD2   j  QG2  QD2  (3.25)

V1 Barra 1 Barra 2 V2
J1  IG1  I D1 J 2  IG2  I D2

S1  SG1  SD1 S2  SG2  SD2


Zsérie
Yshunt Yshunt

Símbolo para "Fonte de Potência de Barra"

Figura 3.13 –

3.5 Equilíbrios a serem mantidos:


 Potência ativa gerada é a potência ativa consumida (demandada) + perdas ativas;
 Potência ativa controlada pelos reguladores de velocidade.
 Potência reativa gerada é a potência reativa consumida + perdas reativas.
 Potência reativa controlada pela excitação dos geradores síncronos.

3.6 As Equações Estáticas do Fluxo de Carga (EEFC)


a) Balanço de corrente
Barra 1 Barra 2

J1 =I G1 +I D1 J 2 =IG2 +ID2

S1*  V1  V2  S*2
=V Y+
 V2  V1 
=V Y+ 2
V1*
1
Z V2* Z

b) Parâmetro da linha
j
Y=
XC

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π 
j - 
Z=R+jX L  X L e 2 

Ainda podemos definir uma grandeza denominada de fator de perda, a qual relaciona
a resistência com a impedância através da equação (3.X).
R
= (3.26)
X
Como, sabemos as perdas são muito pequenas, temos  1.
c) Balanço de corrente
V1 =V11

V2 =V2 2

Retornando S=SG  SD :

S1 =SG1  SD1  PG1  jQG1   PD1  jQD1   PG1  PD1  j  QG1  QD1 

S2 =PG2  PD2  j QG2  QD2 

Desenvolvendo as equações das correntes, através da substituição destas nas


equações dos parâmetros da linha e nas tensões de barra, obtemos as equações do
fluxo de carga (EEFC).
2
V1 V1 V2
PG1  PD1  sen    sen   1   2    0
XL XL
2
V2 V1 V2
PG2  PD2  sen    sen  + 1   2    0
XL XL
2 2
V1 V1 V1 V2
QG1  Q D1   cos    cos   1   2    0
XC XL XL
2 2
V2 V2 V1 V2
QG2  Q D2   cos    cos   1   2    0
XC XL XL

3.6 Considerações Finais


Neste capítulo foi apresentada toda a modelagem matemática utilizada na
determinação de fluxo de potências ativa e reativa em um sistema elétrico de
potência. Inicialmente, foram apresentadas algumas definições relevantes para a
compreensão da teoria de fluxos de potências, além disso, o desenvolvimento do

14
equacionamento foi elaborado de maneira aprofundada propiciando ao leitor um
conhecimento detalhado sobre a temática.

3.7 Exercícios
3.1 Compare duas linhas de Transmissão de 160 km de extensão: uma com as tensões
Vi=Vk=140 kV e X=80 Ω com um condutor por fase e a outra linha com Vi=Vk=765
kV e X=55 Ω, com quatro condutores por fase.

3.2 Sabendo-se a tensão na barra de geração na Figura 3.14, obter a tensão na barra
de carga 1, conhecendo a potência complexa nesta barra.

G 2 1

Z  R  jX
V2  V2  2 V1  V1 1

S1  P1  jQ1

Figura 3.14 - Sistema elementar constituído de 2 barras

3.3 A figura 3.15 representa um sistema elétrico hipotético de três barras, interligadas
por três linhas, cuja matriz de admitância nodal também é apresentada logo
abaixo. Determine o valor da impedância do reator conectado na barra 2.
1 2

3
 5 3 2
 Ybus   j 3 15 2   1

 
 2 2 3

Figura 3.15 - Sistema elétrico hipotético de 3 barras

3.4 Uma linha de transmissão tem uma impedância série zsérie  j 0,05 pu e impedância

shunt total zshunt total   j 6 pu , esta conecta uma carga scarga  5, 0  j 4 pu a um

15
gerador. A carga é alimentada por uma tensão de vcarga  1 pu . Calcule o ângulo de fase

da tensão do gerador e as potências ativa e reativa fornecidas pelo mesmo, sabendo-se a

magnitude da tensão do gerador é mantida igual a vgerador  1 pu , utilizando as Equações

Estáticas de Fluxo de Carga (EEFC).


Obs.: 1) Represente a linha de transmissão pelo modelo ;
2) Adote a tensão na carga como referência (ângulo de fase igual a zero);
3) Não utilize nenhum método matemático (método iterativo) para resolver a
questão.

3.7 Referências
Acha, A., Agelidis, V. G., Anaya-Lara, O., Miller, T. J. E., “Power Electronic Control in
Electrical Systems”, Newnes, 2002. ISBN 0 7506 5126 1

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