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Conteúdo Programático

1. Interpretação de Textos
1.2 Fluxogramas;
1.3 Organogramas;
1.4 Métodos de leitura e interpretação para língua inglesa;
1.5 Ferramentas de tradução.
1.7 Busca e navegação em sites da Internet.

2. Conceitos de eletricidade
2.1 Tipos de corrente (CC e CA);
2.2 Tensão, Potência;
2.3 Freqüência;
2.4 Resistência;
2.8 Lei de ohms;

3. Conceitos de Eletrônica
3.1 Eletrônica Digital (bit, byte, portas lógicas);
3.2 Sistemas de numeração;
3.3 Tipos e funcionamento de:
3.4 Transformadores;
3.5 Estabilizadores;
3.6 No break e geradores.

4. Grandezas físicas
4.1 Temperatura
4.2 Umidade

1. Interpretação de Textos

Quantas vezes você já leu um texto e não entendeu nada do que estava escrito ali? Leu, releu e,
mesmo assim, ainda ficou com um nó na cabeça? Eu mesmo já fiquei assim muitas vezes! Pensando
nisso, listamos 4 técnicas para fazer de você um mestre na interpretação! Depois disso, vai ficar fácil
entender até os mais complexos manuais de instrução.

Antes de tudo, vamos explicar como se dá o processo de interpretação. A Hermenêutica, a área da


filosofia que estuda isso, diz que é preciso seguir três etapas para se obter uma leitura ou uma abordagem
eficaz de um texto:

a) Pré-compreensão: toda leitura supõe que o leitor entre no texto já com conhecimentos
prévios sobre o assunto ou área específica. Isso significa dizer, por exemplo, que se você pegar
um texto do 3º ano do curso de Direito estando ainda no 1º ano, vai encontrar dificuldades para
entender o assunto, porque você não tem conhecimentos prévios que possam embasar a leitura.

b) Compreensão: já com a pré-compreensão ao entrar no texto, o leitor vai se deparar com


informações novas ou reconhecer as que já sabia. Por meio da pré-compreensão o leitor
“prende” a informação nova com a dele e “agarra” (compreende) a intencionalidade do texto. É
costume dizer: “Eu entendi, mas não compreendi”. Isso significa dizer que quem leu entendeu o
significado das palavras, a explicação, mas não as justificativas ou o alcance social do texto.

c) Interpretação: agora sim. A interpretação é a resposta que você dará ao texto, depois de
compreendê-lo (sim, é preciso “conversar” com o texto para haver a interpretação de fato). É
formada então o que se chama “fusão de horizontes”: o do texto e o do leitor. A interpretação
supõe um novo texto. Significa abertura, o crescimento e a ampliação para novos sentidos.

Sabendo disso, aqui vão 4 dicas para fazer com que você consiga atingir essas três
etapas! Confira abaixo:

1) Leia com um dicionário por perto


Não existe mágica para atingir a primeira etapa, a da pré-compreensão. O único jeito é ter
um bom nível de leituras. Além de ler bastante, você pode potencializar essa leitura se estiver
com um dicionário por perto. Viu uma palavra esquisita, que você não conhece? Pegue um
caderninho (vale a pena separar um só pra isso) e anote-a. Em seguida, vá ao dicionário e
marque o significado ao lado da palavra. Com o tempo o seu vocabulário irá crescer e não vai
ser mais preciso ficar recorrendo ao dicionário toda hora.

2) Faça paráfrases
Para chegar ao nível da compreensão, é recomendável fazer paráfrases, que é uma
explicação ou uma nova apresentação do texto, seguindo as ideias do autor, mas sem copiar
fielmente as palavras dele. Existem diversos tipos de paráfrase, só que as mais interessantes
para quem está estudando para o vestibular são três: a paráfrase-resumo, a paráfrase-resenha
e paráfrase-esquema.
– Paráfrase-resumo: comece sublinhando as ideias principais, selecione as palavras-chave
que identificar no texto e parta para o resumo. Atente-se ao fato de que resumir não é copiar
partes, mas sim fazer uma indicação, com suas próprias palavras, das ideias básicas do que
estava escrito.
– Paráfrase-resenha: esse outro tipo, além dos passos do resumo, também inclui a sua
participação com um comentário sobre o texto. Você deve pensar sobre as qualidades e defeitos
da produção, justificando o porquê.
– Paráfrase-esquema: depois de encontrar as ideias ou palavras básicas de um texto, esse
tipo de paráfrase apresenta o esqueleto do texto em tópicos ou em pequenas frases. Você pode
usar setinhas, canetas coloridas para diferenciar as palavras do seu esquema… Vai do seu
gosto!

3) Leia no papel
Um estudo feito em 2014 descobriu que leitores de pequenas histórias de mistério em um
Kindle, um tipo de leitor digital, foram significantemente piores na hora de elencar a ordem dos
eventos do que aqueles que leram a mesma história em papel. Os pesquisadores justificam que
a falta de possibilidade de virar as páginas pra frente e pra trás ou controlar o texto fisicamente
(fazendo notas e dobrando as páginas) limita a experiência sensorial e reduz a memória de longo
prazo do texto e, portanto, a sua capacidade de interpretar o que aprendemos. Ou seja, sempre
que possível, estude por livros de papel ou imprima as explicações (claro, fazendo um uso sábio
do papel, sem desperdícios!). Vale fazer notas em cadernos, pois já foi provado também que
quem faz anotações à mão consegue lembrar melhor do que estuda.
4) Reserve um tempo do seu dia para ler devagar
Uma das maiores dificuldades de quem precisa ler muito é a falta de concentração. Quem
tem dificuldades para interpretar textos e fica lendo e relendo sem entender nada pode estar
sofrendo de um mal que vem crescendo na população da era digital. Antes da internet, o nosso
cérebro lia de forma linear, aproveitando a vantagem de detalhes sensoriais (a própria
distribuição do desenho da página) para lembrar de informações chave de um livro. Conforme
nós aumentamos a nossa frequência de leitura em telas, os nossos hábitos de leitura se
adaptaram aos textos resumidos e superficiais (afinal, muitas vezes você tem links em que
poderá “ler mais” – a internet é isso) e essa leitura rasa fez com que a gente tivesse muito mais
dificuldade de entender textos longos.

Os especialistas explicam que essa capacidade de ler longas sentenças (principalmente as


sem links e distrações) é uma capacidade que você perde se você não a usar. Os defensores do
“slow-reading” (em tradução literal, da leitura lenta) dizem que o recomendável é que você
reserve de 30 a 45 minutos do seu dia longe de distrações tecnológicas para ler. Fazendo isso, o
seu cérebro poderá recuperar a capacidade de fazer a leitura linear. Os benefícios da leitura
lenta vão bem além. Ajuda a reduzir o estresse e a melhorar a sua concentração!

Depois de treinar bastante e ler muito, você estará pronto para interpretar os mais diversos
tipos de texto! Mãos à obra!

1.2 Fluxogramas;

Fluxograma é a representação de um processo que utiliza símbolos gráficos para descrever passo a
passo a natureza e o fluxo deste processo. O objetivo é mostrar de forma descomplicada o fluxo das
informações e elementos evidenciando a sequência operacional que caracteriza o trabalho que está
sendo executado.

As etapas do fluxograma são apresentadas utilizando-se figuras geométricas que podem ser círculos,
triângulos, retângulos, linhas ou setas, sendo que cada símbolo possui um significado importante
http://br.monografias.com/trabalhos3/tecnologia-voz-ip-voip-custos/tecnologia-voz-ip-voip-
custos2.shtml

1.3 Organogramas;

Organograma é um gráfico que representa visualmente a estrutura


organizacional de uma instituição ou empresa. O principal propósito deste
modelo estrutural é apresentar a hierarquização e as relações entre os
diferentes setores da organização.
O organograma empresarial pode ser apresentado de diversas maneiras, sendo
o modelo vertical um dos mais populares. Neste caso, cada órgão da
instituição é representado com os respectivos responsáveis pelos setores,
organizados de forma hierárquica, sendo os postos mais altos localizados no
topo da estrutura, seguidos por seus respectivos subordinados.

Exemplo:
O principal objetivo do organograma é ajudar a esclarecer dúvidas sobre a
organização da empresa, seja para os próprios membros da empresa, para
parceiros, fornecedores ou clientes.
Os primeiros organogramas teriam surgido em meados do século XIX, autoria
do engenheiro ferroviário Daniel Craig McCallum, considerado um dos
pioneiros a organizar os princípios modernos de gerenciamento.

Como fazer um organograma

Um organograma bem feito deve ser de fácil interpretação, organizado de


forma clara para que cada órgão ou funcionário, por exemplo, saiba suas
respectivas funções e a quem deve reportar. Os organogramas também devem
ser flexíveis, visto que podem ser alterados a qualquer momento. Não são
estruturas permanentes.
Atualmente, algumas técnicas de reestruturação organizacional, como o
“downsizing”, por exemplo, estão promovendo o “encurtamento” dos
organogramas empresariais, eliminando setores e níveis hierárquicos,
acabando com processos burocráticos, além de facilitar e agilizar a
comunicação interna.

Tipos de organogramas

Organograma funcional ou vertical: como dito anteriormente, no modelo


vertical (também conhecido como funcional) os cargos mais importantes
estão no topo do gráfico e a hierarquia parte de cima para baixo. Usa-se a
expressão “organograma funcional” quando a divisão e hierarquização é
referente às funções, caso o gráfico apresente os setores e áreas, por
exemplo, é comum se referir ao organograma como“vertical clássico”.
Organograma horizontal: é igual ao modelo vertical, mas com a diferença de
ter os núcleos hierárquicos mais importantes no lado esquerdo, seguindo uma
linha horizontal em direção ao lado direito.
Ainda existem outros tipos de organogramas que são adequados para
diferentes representações organizacionais, como: organograma em barras,
organogramas circulares (ou radial), organograma linear de responsabilidade,
entre outros.

Organograma e fluxograma
O organograma consiste na representação da organização da empresa em
forma de gráfico. Com o organograma é possível identificar falhas nos níveis
hierárquicos ou comunicacionais entre os diferentes setores da companhia.

O fluxograma, por outro lado, consiste na representação das etapas de um


processo, ou seja, um modo simples e descomplicado de explicar um sistema
ou transmitir uma informação através do uso de imagens sequenciais.

1.4 Métodos de leitura e interpretação para língua inglesa;

Scanning e Skimming são técnicas de leitura do Inglês Instrumental. Uma técnica de leitura é
uma estratégia para ajudar a traduzir um textos em inglês mais rapidamente. Para empregar as
técnicas, é preciso saber qual é a intenção ao ler o texto e conhecer o tipo de conteúdo a ser
lido.

Quando se bate o olho no texto à procura de uma informação específica, então a técnica
adequada é o scanning. Já para os momentos em que o texto já foi lido, o leitor precisa explorá-
lo mais uma vez e faz uma revista pelas palavras, então a técnica a se usar é o skimming.

Analisamos duas estratégias de leitura: Scanning e Skimming que fazem parte deste
método para que você compreenda melhor cada uma delas. Confira!

O que é Scanning e Skimming?


Skimming
Skimming consiste em observamos o texto rapidamente apenas para detectar o assunto geral do
mesmo, sem nos preocuparmos com os detalhes. Para tanto, é necessário prestar atenção ao
layout do texto, título, sub-titulo, cognatos, primeiras e/ou últimas linhas de cada parágrafo, bem
como à informação não-verbal(figuras, gráficos e tabelas). No contexto acadêmico a técnica de
skimming é bastante empregada na seleção de material bibliográfico para trabalhos de pesquisa.

Scanning
Scanning é uma técnica de leitura que consiste em correr rapidamente os olhos pelo texto até
localizar a informação específica desejada. O scanning é prática rotineira na vida das pessoas.
Alguns exemplos típicos são o uso do dicionário para obter informação sobre o significado de
palavras ou a utilização do índice de um livro para encontrar um artigo ou capítulo de interesse.
Essa técnica não exige leitura completa nem detalha do texto.

O Scanning é uma técnica excelente para resolver testes de proficiência em leitura da língua
inglesa de mestrados e doutorados que cobram a interpretação de textos. Seguem uma sugestão
de passos para aplicar a técnica de scanning na prova:

– Não comece lendo o texto. Leia primeiramente a questão e identifique a palavra chave da
pergunta que na maioria das vezes é um substantivo;

– Se a questão estiver escrita em português e a instituição permitir o uso do dicionário, procure


nele o significado desta palavra chave;

– Em seguida vá ao texto, passe os olhos rapidamente por ele e localize a palavra chave da
questão;

– Leia somente o paragrafo em que encontrou a palavra chave. Na maioria das vezes a
resposta estará nele. Com isso não precisará ler todo o texto ganhando muito tempo na prova.

Referências: Leitura em língua inglesa, uma abordagem instrumental. Disal Editora.

TEXTOS EM INGLÊS

Computer: Starting Point


How Is Computer Used?
Binary Numbers

1.5 Ferramentas de tradução.

Porém, muito se engana quem pensa que as ferramentas para tradução


profissional são aquelas convencionais, como o Google Tradutor, por exemplo.
O trabalho desses profissionais vai muito além da tradução de falsos cognatos
e termos simples, portanto os softwares que eles usam também devem ser
muito mais completos. Entender um pouco mais sobre esses softwares é muito
importante para compreender melhor como um tradutor profissional trabalha.

O que faz uma ferramenta de tradução profissional?

Essa pode parecer uma pergunta óbvia, cuja resposta seja simplesmente traduzir o conteúdo
que for inserido. Porém, o processo vai muito além disso.

Quando é utilizada uma ferramenta de tradução convencional, como o Tradutor do Google, por
exemplo, a frase ou o texto são traduzidos mais ao pé da letra, ou seja, com o significado literal
das palavras e expressões. Porém, isso pode deixar a tradução incorreta e muito mais pobre.

O trabalho de um tradutor não é meramente esse: ele deve se empenhar para que o conteúdo
traduzido tenha total qualidade, como se tivesse sido escrito no próprio país. Isso também
abrange questões culturais, sociais e históricas, que fogem do escopo de uma ferramenta de
tradução comum.

Logo, por meio dessas ferramentas para tradução específicas para profissionais, todas as
questões linguísticas, sociais e técnicas serão superadas, de modo que a tradução seja
perfeitamente adaptada para as pessoas daquela região.

Um exemplo bastante simples: caso constasse a frase “it’s raining cats and dogs” em um texto,
um tradutor convencional poderia traduzir para “está chovendo cães e gatos”, que não é uma
expressão utilizada no Brasil, diferente do que acontece nos Estados Unidos.

Essa expressão significa uma chuva muito forte, quase uma tempestade. Uma ferramenta que
compreenda o público-alvo para o qual a tradução está sendo feita poderia utilizar o termo “está
caindo um pé d’água”, que já é uma expressão mais cultural e que os brasileiros entenderiam
melhor.

Além da compreensão, ficaria claro que foram empregados os devidos esforços para que a
tradução ficasse o mais natural possível. Isso aumenta muito o valor da tradução, não na
questão de custos, e sim de valor linguístico.

Quais são as ferramentas para tradução que esses profissionais utilizam?


Existem diversas ferramentas no mercado que possuem a capacidade de auxiliar os tradutores
para que seu trabalho seja mais eficaz e ágil.

As melhores são chamadas de CAT (Computer-Assistance Translation, ou tradução assistida


pelo computador) tools, embora sejam mais conhecidas como memórias de tradução.

Essas ferramentas garantem uma qualidade de tradução muito maior, já que a tradução não é
feita automaticamente, e sim pelo próprio tradutor.

Pode ter ficado um pouco confuso, mas é simples: caso o profissional já tenha, alguma vez,
traduzido um termo ou uma expressão para outro idioma, mas levando em consideração a
tradução mais natural possível, as ferramentas para tradução identificarão esses termos e
procederão com a tradução.

Resumidamente, seria como se fosse o caso do “it’s raining cats and dogs”: se o tradutor já
tivesse feito essa tradução uma vez, quando se deparar com outro texto com o mesmo termo ou
um similar, já sugerirá o termo “caindo um pé d’água”.

As principais CAT Tools são as seguintes:


SDL Trados Studio;
Omega T;
Wordfast, nas versões Anywhere (online), Classic e Pro;
Swordfish;
MemoQ.

Cada uma dessas ferramentas possui suas características e especificidades, mas todas elas
podem auxiliar muito um tradutor em seus serviços.

Também é importante ressaltar que existem muitos outros serviços que podem ser feitos por
essas ferramentas, como autocompletamento, controle de qualidade, pesquisas de concordância
e análises, entre outras, além de diversas opções de configuração.

É interessante conhecer essas informações, já que muita gente não sabe que os tradutores
também usam ferramentas para tradução que ajudam em seu trabalho. Assim, uma empresa de
tradução pode oferecer seus serviços com a mesma eficiência, porém com muito mais agilidade.

2. Conceitos de eletricidade
2.1 Tipos de corrente (CC e CA);

Eletricidade – É uma forma de energia e toda matéria possui alguma propriedade elétrica. A matéria é
formada por minúsculas partículas chamadas átomos. Como vemos abaixo, o átomo possui dois tipos de
carga elétrica: Positiva (prótons) no seu núcleo e Negativa (elétrons) girando em volta do núcleo:
Os nêutrons não tem carga elétrica. A maioria dos átomos é neutra, ou seja tem o mesmo número de prótons
e elétrons. Os elétrons são partículas tão pequenas que podem se livrar de um átomo e se juntar a outro. O
átomo que tem elétrons em excesso fica negativo e o que tem elétrons em falta fica positivo.
IMPORTANTE – CARGAS IGUAIS SE REPELEM E CARGAS DIFERENTES SE ATRAEM.

Circuito elétrico – É o caminho completo para a circulação de corrente elétrica. Abaixo vemos um
circuito simples formado por uma bateria ligada num LED e um resistor:

Devido à tensão da bateria (9 V), os elétrons saem do pólo negativo, passam pelo circuito acendendo o
LED e chegam no pólo positivo. Porém no desenho está representado o sentido convencional da corrente,
indo do positivo ao negativo da bateria. Para a
corrente passar num circuito, o
mesmo deve estar fechado. Ao lado
vemos um exemplo de circuito
fechado e outro de circuito aberto
onde não circula corrente:

Provavelmente, muitos de vocês já se questionaram qual é a verdadeira diferença


entre Corrente Alterna e Corrente Contínua.
Pois bem, neste post vou explicar de uma forma resumida mas esclarecedora qual a diferença
entre estes dois tipos de corrente:

Corrente Alterna ou Alternada


Aparece com as abreviaturas C.A. (de corrente alterna/alternada) ou A.C. (do
inglês, alternating current).
Como o nome sugere, é o tipo de corrente que alternaconstantemente de sentido. Nesta corrente
não existem pólos, mas sim fases, pois os condutores variam continuamente de polaridade. Estas
variações sucedem-se a uma determinada frequência que, no caso dos países europeus é de 50
vezes num segundo (50 Hz) e nos países americanos é de 60 vezes num segundo (60 Hz).
Podemos encontrar este tipo de corrente nas nossas casas, nas centrais eléctricas, nos
alternadores dos automóveis, entre tantos outros.

Corrente Contínua ou Corrente Galvânica


Aparece com as abreviaturas C.C. (de corrente contínua) ou D.C. (do inglês, direct
current).
É a corrente que circula sempre num único sentido, daí o nome de contínua. Ou circula no
sentido do pólo positivo para o pólo negativo, se considerarmos o sentido convencional da
corrente, ou circula do pólo negativo para o pólo positivo, se considerarmos o sentido da corrente
dos electrões. Este tipo de corrente é encontrada nos dispositivos que têm dois pólos: um pólo
negativo e um pólo positivo. As pilhas e as baterias são os melhores exemplos onde é possível
encontrar este tipo de corrente.

2.4 Resistência;

Resistência elétrica – É a dificuldade oferecida pelos materiais à passagem da corrente elétrica. Nos
esquemas acima observamos a presença de um resistor. Ele dificulta a passagem da corrente elétrica,
mantendo-a num valor adequado ao funcionamento do LED. A unidade de medida da resistência
elétrica é o OHM (Ω). Os materiais com baixa resistência elétrica são condutores, os de resistência
média são semicondutores e os de alta resistência são isolantes.

2.2 Tensão, Potência;

Tensão elétrica – Observando o desenho abaixo, podemos entender estas duas grandezas da eletricidade:
Um fio condutor (de cobre por exemplo) tem muitos elétrons livres. Fazendo
todos se moverem na mesma direção estabelecemos uma corrente elétrica.
Portanto corrente elétrica ( I ) é o movimento ordenado de cargas elétricas.
A unidade de medida da corrente elétrica é o AMPÈRE (A). Porém muitos
circuitos eletrônicos funcionam com correntes menores que 1 A. Neste caso
usamos o MILIAMPÈRE (mA) e o MICROAMPÈRE (μA). 1 mA = 0,001 A
e 1 μA = 0,000.001 A.
Como vemos ao lado, nos terminais da pilha temos uma diferença de cargas
elétricas. Num pólo há excesso de cargas positivas e no outro excesso de
cargas negativas. Essa diferença de cargas é a tensão elétrica (V). A unidade
de medida da tensão elétrica é o VOLT (V). A tensão da pilha é de 1,5 V, a da bateria de carro é 12 V e a da
rede elétrica é 110 ou 220 V. A tensão impulsiona a corrente elétrica para passar no circuito elétrico.
Potência elétrica – É a quantidade de energia elétrica consumida por um aparelho ou circuito por
segundo. A unidade de medida da potência elétrica é o WATT (W). A potência nos dá idéia do gasto
de energia de um aparelho. Por exemplo: um ferro de solda de 60 W gasta mais energia elétrica que
um de
30 W. Logo o ferro de 60 W aquece bem mais que o de 30 W.

EXERCÍCIOS
1. Complete a tabela abaixo indicando a unidade de medida de para cada
grandeza:
GRANDEZA ELÉTRICA UNIDADE DE MEDIDA ABREVIAÇÃO
CORRENTE ELÉTRICA
TENSÃO ELÉTRICA
RESISTÊNCIA ELÉTRICA
POTÊNCIA ELÉTRICA

2. Para saber a potência elétrica de um aparelho eletrônico basta multiplicar a tensão


que ele funciona pela corrente elétrica que passa pelo mesmo. P = V x I
Um rádio do Paraguai veio com a seguinte indicação: 15 W PMPO. Ele funciona com 4
pilhas (6 V) e com o volume no máximo a corrente chega a 0,2 A. Qual a verdadeira
potência consumida por ele?

2.8 Lei de ohms;


Antes de estudarmos a lei de Ohms precisamos ver os conceitos abaixo:

a. Resistores – Este componente é o mais utilizado nos circuitos eletrônicos. Tem como função reduzir
a corrente elétrica e a tensão em vários pontos do circuito, como vemos abaixo:
Conforme vemos, quanto maior o valor do resistor, menor a
corrente no circuito e maior a queda de tensão proporcionada por ele.
Os resistores são feitos de material mau condutor de eletricidade tais
como: grafite, fio de níquel-cromo ou metalfilme, como vemos abaixo:
b. Características dos resistores – Resistência elétrica – Corresponde ao seu valor em ohms indicado
no corpo através de anéis coloridos ou números; Tolerância – Indicada em porcentagem, é a diferença
máxima entre o valor indicado no corpo e o valor real da peça. Exemplo: um resistor de 100 Ω e 5%
pode ter seu valor entre 95 e 105 Ω; Potência nominal – Máximo de calor suportado pela peça. A
potência nominal depende do tamanho da peça. Para os resistores de grafite temos as potências de 1/16,
1/8, ¼, ½ , 1 e 3 W. Os de metalfilme são de 1/3, ½, 1, 1.6, 2 e 3W. Os de fio vão de 2 a 200 W. Abaixo
vemos o tamanho real dos
resistores de grafite e metalfilme
de acordo com a potência de
dissipação. Observe que para a
mesma potência, os de metalfilme
são menores. Ao trocar um resistor,
coloque um de mesmo valor e
mesma potência de dissipação ou
então de potência maior. Caso
contrário o resistor substituto
aquecerá muito e poderá queimar.

⇒ EXERCÍCIOS
1. O resistor é um componente usado nos circuitos para:
( A ) Impedir a passagem da corrente; ( B ) Aumentar a corrente; ( C ) Diminuir a corrente

2. Qual a característica da qual depende o tamanho físico dos resistores:


( A ) Resistência elétrica; ( B ) Potência de dissipação; ( C ) Tolerância.
2. PRÁTICA – Código de cores e leitura de resistores:
A maioria dos resistores usados na eletrônica possuem anéis coloridos no corpo para indicar o seu valor em
Ohm (Ω). Nesta aula o aluno conhecerá o código de cores e aprenderá a fazer a leitura do valor deste
componente. Abaixo temos a tabela do código de cores usada para fazer a leitura do valor dos resistores:

Conversão de unidade: Quando o valor de um resistor é maior que 1000 Ω, usamos os múltiplos KILO (K)
e MEGA (M). Vejas os exemplos e complete os exercícios:

2.000Ω = 2K; 10.000.000 Ω = 10M; 6.800Ω = 6K8; 1.500Ω = ; 47.000Ω =

. EXERCÍCIO – Indique o valor dos resistores abaixo:


3. Prática II – Experiência com resistores e associações de resistores:
a. Resistor usado para reduzir a corrente elétrica – Monte
o circuito ao lado e responda as questões:

1) Qual dos LEDs acendeu mais forte: ( ) D3 ( ) D4


2) Em qual resistor passou menos corrente: ( ) R2 ( ) R5
3) Podemos concluir que quanto maior o valor do resistor, a corrente
no circuito é ( ) mais forte ( ) mais fraca

b. Associação de resistores em série – A associação é a ligação feita entre


vários resistores para se obter um determinado valor de resistência para o
circuito. Na ligação em série, todos estão no mesmo fio, um após o outro, como
vemos ao
lado. Neste circuito a corrente é a mesma em todos e a tensão se divide entre eles. A
resistência equivalente é a soma dos valores: Rt = R1 + R2

c. Associação de resistores em paralelo – Ao lado vemos este tipo de ligação:


Como podemos observar são ligados um ao lado do outro, aos mesmos pontos.
A corrente se divide entre eles e a tensão é a mesma em todos. Se os dois
resistores tiverem o mesmo valor, a resistência equivalente é a divisão de um
deles pela quantidade de peças: Rt = R/n, onde n é a quantidade de resistores
ligados em paralelo. Se forem de valores diferentes, divida o produto pela soma
dos valores:
Rt = R1 x R2/ R1 + R2.

d. Monte os circuitos abaixo e responda as questôes:

Qual dos circuitos apresentou maior resistência elétrica: ( ) Série ( ) Paralelo


Prática II – Experiências com circuitos elétricos:
a. Circuito Simples – Monte o circuito abaixo na placa da escola e responda as questões ao lado:

1. A linha de +B e o terra são: 3. O resistor R3 colocado neste circuito serve


( ) Corrente elétrica; para:
( ) Tensão elétrica
( ) Resistência elétrica ( ) Bloquear a passagem de corrente no LED
( ) Aumentar a corrente no LED
2. O LED acende com a chave: ( ) Diminuir a corrente no LED
( ) Fechada ( ) Aberta

b. Lei de Ohm e aquecimento de resistores – Monte o circuito abaixo na placa e responda os testes:
Colocando o dedo no resistor, após alguns segundos constatamos que ele transforma a
energia elétrica em: ( ) luz ( ) magnetismo ( ) calor
Para saber a corrente que passa no resistor basta dividir a tensão pelo valor dele. Esta
relação é a Lei de Ohm. I = V/R . O +B desta placa é de cerca de 6 V. O resistor é de
10 Ω. Qual a corrente que atravessa o resistor? .
Sabendo o valor da corrente, qual a potência dissipada no resistor? P = VxI
.

c. Circuito em série e em paralelo – Monte os circuitos abaixo e responda os testes:


No circuito em série, quantos caminhos a corrente tem para
passar: ( ) 1 ( ) 2 ( ) 3

No circuito em paralelo, quantos caminhos a corrente tem


para passar: ( ) 1 ( ) 2 ( ) 3

No circuito em série se um LED queimar, o outro:


( ) Fica aceso ( ) Apaga
No circuito em
paralelo se um
LED queimar, o
outro: ( ) Fica
aceso ( ) Apaga
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
Centro de Formação Profissional Antônio Urbano de Almeida – CFP AUA
Instalador e reparador de redes de computadores
Eletrônica – Nota de Aula 1

Leis de Ohm: Enunciados e Fórmulas


Primeira Lei de Ohm
A Primeira Lei de Ohm postula que um condutor ôhmico (resistência constante) mantido
à temperatura constante, a intensidade (i) de corrente elétrica será proporcional à
diferença de potencial (ddp) aplicada entre suas extremidades.
Ou seja, sua resistência elétrica é constante. Ela é representada pela seguinte fórmula:

ou
Onde:
R: resistência, medida em Ohm (Ω)
U: diferença de potencial elétrico (ddp), medido em Volts (V)
I: intensidade da corrente elétrica, medida em Ampére (A).
Segunda Lei de Ohm
A Segunda Lei de Ohm estabelece que a resistência elétrica de um material é
diretamente proporcional ao seu comprimento, inversamente proporcional à sua área de
secção transversal.
Além disso, ela depende do material do qual é constituído.
É representada pela seguinte fórmula:

Onde:
R: resistência (Ω)
ρ: resistividade do condutor (depende do material e de sua temperatura, medida em Ω.m)
L: comprimento (m)
A: área de secção transversal (mm2)

Exercícios

1) Calcule a resistência elétrica de um resistor que apresenta 10 A de intensidade de


corrente elétrica e 200 V de diferença de potencial (ddp).

2) Calcule a resistividade de um condutor com ddp 100 V, intensidade de 10 A,


comprimento 80 m e área de secção de 0,5 mm2.

3) Um resistor de resistência elétrica R igual a 10 Ω é percorrido por uma intensidade


de corrente elétrica i equivalente a 5 A. Qual é a potência dissipada (P) pelo
resistor?

4) Um resistor de resistência elétrica R igual a 10 Ω é submetido à ddp (U) de 30 V.


Determine a potência dissipada no resistor.

5) Determine a potência dissipada em um resistor, sabendo-se que a ddp nos seus


terminais vale 30 V e que é percorrido por uma intensidade de corrente elétrica i

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Instalador e reparador de redes de computadores
Eletrônica – Nota de Aula 1

equivalente a 20 A.

6) Um resistor de resistência equivalente a 10 Ω é percorrido por uma intensidade de


corrente elétrica igual a 6 A. Qual a ddp (U) entre os extremos do resistor?

7) Calcule a intensidade de corrente elétrica que percorre um resistor ôhmico (que


possui resistência constante) de resistência 10 Ω sendo a ddp (U) entre seus
extremos igual a 20 V?

8) A tensão nos terminais de um resistor equivale 42 V e o resistor é percorrido por


uma corrente elétrica de intensidade i = 4,2 A. Qual é a resistência do resistor?

EXERCICIOS DE FIXAÇÃO

01-(CFT-PR) O elemento de um chuveiro elétrico que fornece calor,


esquentando a água, é o:

02-(UNESP-SP) Um bipolo tem equação característica U=5.i2 com U


dado em voltas (V) e i dado em ampères (A). Para i=2 A, sua
resistência elétrica vale:

03-(UFRN-RN) Zelita estava aprendendo na escola as propriedades de


condução de eletricidade dos materiais. Sua professora de Ciências
disse que materiais usados em nosso cotidiano, como madeira,
borracha e plástico são, normalmente, isolantes elétricos, e outros,
como papel alumínio, pregos e metais em geral, são condutores
elétricos.

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A professora solicitou a Zelita que montasse um instrumento para


verificar experimentalmente se um material é condutor ou isolante
elétrico.
Para montar tal instrumento, além dos fios elétricos, os componentes
que Zelita deve utilizar são
a) pilha e lâmpada.
b) capacitor e resistor.
c) voltímetro e diodo.
d) bobina e amperímetro.

04-(UFG-GO) Nos choques elétricos, as correntes que fluem através do


corpo humano podem causar danos biológicos que, de acordo com a
intensidade da corrente, são classificados segundo a tabela a seguir.

Considerando que a resistência do corpo em situação normal e da


ordem de 1500 Ω, em qual das faixas acima se enquadra uma pessoa
sujeita a uma tensão elétrica de 220V?

05-(UFSCAR-SP) O laboratório de controle de qualidade em uma


fábrica para aquecedores de água foi incumbido de analisar o
comportamento resistivo de um novo material. Este material, já em
forma de fio com secção transversal constante, foi conectado, por
meio de fios de resistência desprezível, a um gerador de tensão
contínua e a um amperímetro com resistência interna muito pequena,
conforme o esquema na figura 1.
Fazendo variar gradativa e uniformemente a diferença de potencial
aplicada aos terminais do fio resistivo, foram anotados
simultaneamente os valores da tensão elétrica e da correspondente
corrente elétrica gerada no fio. Os resultados desse monitoramento
permitiram a construção dos gráficos que seguem na figura 2.

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Com os dados obtidos, um novo gráfico foi construído com a mesma


variação temporal. Neste gráfico, os valores representados pelo eixo
vertical correspondiam aos resultados dos produtos de cada valor de
corrente e tensão, lidos simultaneamente nos aparelhos do
experimento.
a) Uma vez que a variação de temperatura foi irrelevante, pôde-se
constatar que, para os intervalos considerados no experimento, o fio
teve um comportamento ôhmico. Justifique esta conclusão e
determine o valor da resistência elétrica, em Ω, do fio estudado.
b) No terceiro gráfico, qual é a grandeza física que está representada
no eixo vertical? Para o intervalo de tempo do experimento, qual o
significado físico que se deve atribuir à área abaixo da curva obtida?

06-(UFSM-RS)

Chama-se “gato” uma ligação elétrica clandestina entre a rede e uma


residência.
Usualmente, o “gato” infringe normas de segurança, porque é feito
por pessoas não especializadas. O choque elétrico, que pode ocorrer
devido a um “gato” malfeito, é causado por uma corrente elétrica que
passa através do corpo humano.
Considere a resistência do corpo humano como 105Ω para pele seca e
103Ω para pele molhada.
Se uma pessoa com a pele molhada toca os dois pólos de uma tomada
de 220 V, a corrente que a atravessa, em A, é

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a) 2,2 × 105
b) 2,2 × 103
c) 4,5
d) 2,2 × 10-1
e) 2,2.10-3

07-(UnB-DF) Suponha que uma pessoa em Brasília, na época da seca,


aproxime sua mão de um carro cuja carroceria apresente um diferença
de potencial de 10.000V com relação ao solo. No instante em que a
mão estiver suficientemente próxima ao carro, fluirá uma corrente que
passará pelo ar, pelo corpo da pessoa e, através do seu pé, atingirá o
solo.

Sabendo que a resistência do corpo da pessoa, no percurso da


corrente elétrica, é de 2.000Ω e que uma corrente de 300mA causará
a sua morte, calcule, em kΩ, a resistência mínima que o ar deve ter
para que a descarga não mate essa pessoa. Despreze a parte
fracionária de seu resultado, caso exista.

8-(UFPE-PE) Alguns cabos elétricos são feitos de vários fios finos


trançados e recobertos com um isolante.

Um certo cabo tem 150 fios e a corrente total transmitida pelo cabo é
de 0,75A quando a diferença de potencial é 220V. Qual é a resistência
de cada fio individualmente, em kΩ?

09-(UFMS) O gráfico desta questão mostra o resultado de um


experimento no qual foi medida a corrente
elétrica em função da diferença de potencial aplicada entre as
extremidades de cinco condutores

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produzidos a partir de cinco ligas metálicas diferentes, cujos


resultados são rotulados de I aV.

Todos os condutores, de tipo cilíndrico, foram produzidos com os


mesmos comprimentos e raios.
A respeito desses condutores, é correto afirmar que
(01) os condutores II e III são ôhmicos.
(02) os condutores III e IV são ôhmicos.
(04) o condutor III possui uma resistência que é o dobro do
condutor IV.
(08) para o condutor V, a diferença de potencial pode ser escrita
como V = Ri, onde R é a
resistência desse condutor.
(16) acima de 1 Volt, o condutor I é o que apresenta maior resistência
dentre todos.

10-(FUVEST-SP) Estuda-se como varia a intensidade i da corrente


elétrica que percorre um resistor cuja resistência elétrica é constante
e igual a 2,0Ω, em função da tensão U aplicada aos seus terminais. O
gráfico que representa o resultado das medidas é:

11-(UFF-RJ) Um resistor ôhmico, quando submetido a uma ddp de


20V , é percorrido por uma corrente elétrica de 4 A. Para que o resistor
seja percorrido por uma corrente elétrica de 3A, que ddp deve ser
aplicada a ele ?

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12-(UNESP-SP) Uma lâmpada incandescente (de filamento) apresenta


em seu rótulo as seguintes especificações: 60W e 120V.

Determine:
a) a corrente elétrica i que deverá circular pela lâmpada se ela for
conectada uma fonte de 120V
b) a resistência elétrica R apresentada pela lâmpada supondo que ela
esteja funcionando de acordo com as especificações.

13-(UFRJ-RJ) Cada farol de um carro dissipa 15W,com a luz baixa, e 25


W com a luz alta.

Considerando que ambas as lâmpadas estão submetidas à mesma


tensão da bateria, determine em qual dos casos a resistência da
lâmpada é menor. Justifique.

14-(CFT-SC) Um chuveiro elétrico não está aquecendo


satisfatoriamente a água. Para resolver esse

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problema, fechamos um pouco a torneira. Com esse procedimento,


estamos:
a) Diminuindo a resistência elétrica do chuveiro.
b) Diminuindo a corrente elétrica que atravessa o chuveiro.
c) Diminuindo a massa de água que será aquecida por unidade de
tempo.
d) Diminuindo a diferença de potencial nos terminais do chuveiro.
e) Economizando energia elétrica.

15-(CFT-SC) Uma pessoa mudou-se do estado de Santa Catarina, onde


a tensão da rede elétrica é 220 V, para o estado do Paraná, onde a
tensão é 110 V.

Levou consigo um chuveiro, cuja potência nominal é de 2200 W.


Instalado no estado do Paraná, para que o chuveiro continue a dissipar
a mesma potência por efeito Joule, sua resistência elétrica deve ser:
a) quadruplicada.
b) reduzida à metade do valor original.
c) reduzida a um quarto do valor original.
d) dobrada.
e) mantida inalterada.

16- (PUC-MG) A “chave” de um chuveiro elétrico pode ser colocada


nas posições “fria”, “morna” e “quente”.

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Quando se muda a chave de posição, modifica-se o valor da


resistência elétrica do chuveiro. Indique a correspondência
VERDADEIRA.
a) Água morna – resistência média.
b) Água morna – resistência baixa.
c) Água fria – resistência média.
d) Água quente – resistência alta.
17-(UFRN-RN) Nos meses de maio e junho, a temperatura cai um
pouco em várias cidades do Rio Grande do Norte. Isso faz com que
algumas famílias passem a utilizar o chuveiro elétrico para um banho
morno.

O Sr. Newton vai ao comércio e solicita do vendedor um chuveiro de


pouca potência (P), que apenas “quebre a frieza” da água, pois está
preocupado com o aumento do consumo de energia elétrica (E) e, por
conseguinte, com o aumento da sua conta mensal.
O vendedor lhe oferece dois chuveiros (ôhmicos, comuns) para a
voltagem (V) do Rio G. do Norte, que é 220 V: um com resistência
elétrica (R) de 20,0Ω e outro de 10,0Ω , por onde circula a corrente (i)
que aquece a água. Qual dos dois chuveiros o Sr. Newton deve
escolher, tendo em vista sua preocupação econômica? Justifique.

18-(PUC-RJ) Ao aplicarmos uma diferença de potencial de 9,0 V em um


ebulidor de resistência 3,0

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Ω, podemos dizer que a corrente elétrica fluindo pela resistência e a


potência dissipada, respectivamente, são:
a) 1,0 A e 9,0 W
b) 2,0 A e 18,0 W
c) 3,0 A e 27,0 W
d) 4,0 A e 36,0 W
e) 5,0 A e 45,0 W

19- (UFSCAR-SP) Ao reformar o banheiro de sua casa, por


recomendação do eletricista, o proprietário substituiu a instalação
elétrica de sua casa, e o chuveiro, que estava ligado em 110 V, foi
trocado por outro chuveiro de mesma potência, ligado em
220 V.

A vantagem dessa substituição está


a) no maior aquecimento da água que esse outro chuveiro vai
proporcionar.
b) no menor consumo de eletricidade desse outro chuveiro.
c) na dispensa do uso de disjuntor para o circuito desse outro
chuveiro.
d) no barateamento da fiação do circuito desse outro chuveiro, que
pode ser mais fina.
e) no menor volume de água de que esse outro chuveiro vai
necessitar.

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20-(UERJ-RJ) Um chuveiro elétrico pode funcionar sob várias


combinações de tensão eficaz e potência média.

A combinação em que o chuveiro apresenta a maior resistência


elétrica está indicada em:
a) 120 V – 1250 W
b) 220 V – 2500 W
c) 360 V – 3000 W
d) 400 V – 5000 W

21-(ACAFE-SC) Suponha que você mude de São Paulo, onde a tensão


da rede é 110V, para Florianópolis, onde a tensão na rede é 220V, e
traga consigo um aquecedor elétrico. Você pode manter a mesma
potência do aquecedor substituindo a resistência original de 8,0Ω por
uma outra, cujo valor, em Ω, seja:

22-(UFPR) Em um chuveiro elétrico temos três possibilidades de


escolha: água fria (chuveiro desligado), água morna e água quente.
Sua resistência elétrica pode assumir os valores de 3,0 a 8,0 ohms.
Então, é correto afirmar, (dê como resposta a soma dos números
correspondentes às afirmações corretas):
(01) Na escolha “água morna”, a resistência do chuveiro vale 8,0
ohms.
(02) Se esse chuveiro for ligado à tensão de 120V, o fusível que
protege o circuito deve suportar no mínimo 40 A.
(04) Se circula uma corrente de 15 A quando a resistência do chuveiro
é de 8,0 ohms, a potência dissipada é de 1,8.103W.
(08) Na posição “água quente”, se a tensão aplicada for reduzida à
metade, o chuveiro dissipará 1/4 da potência inicial.
(16) Com resistência de 3,0 ohms ligada à tensão de 120V, a corrente
que circula no chuveiro é de 16 A.

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23-(FATEC-SP) Um resistor ôhmico, de resistência R = 20Ω, submetido


à ddp de 200V e percorrido

por uma corrente elétrica de intensidade 10 A e dissipa uma potência


de 2000W.
Se o mesmo resistor for submetido a ddp de 100V, a intensidade da
corrente que o percorrerá, em amperes, e a potência que dissipará,
em watts, serão, respectivamente,
a) 10 e 1000.
b) 10 e 500.
c) 5 e 4000.
d) 5 e 2000.
e) 5 e 500.

24-(UNESP-SP) Células fotovoltaicas foram idealizadas e desenvolvidas


para coletar a energia solar, uma forma de energia abundante, e
convertê-la em energia elétrica.

Estes dispositivos são confeccionados com materiais semicondutores


que, quando iluminados, dão origem a uma corrente elétrica que
passa a alimentar um circuito elétrico. Considere uma célula de 100
cm2 que, ao ser iluminada, possa converter 12% da energia solar
incidente em energia elétrica. Quando um resistor é acoplado à célula,
verifica-se que a tensão entre os terminais do resistor é 1,6 V.
Considerando que, num dia ensolarado, a célula recebe uma potência
de 1 kW por metro quadrado, calcule a corrente que passa pelo
resistor.

25-(PUC-RS) Um chuveiro tem as seguintes especificações: 4000 W –


220 V.
Para aumentar a temperatura da água que sai desse chuveiro, pode-
se
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a) ligá-lo em uma rede cuja tensão é 127 V.


b) selecionar um comprimento maior para o comprimento do resistor
do chuveiro.
c) selecionar um comprimento menor para o comprimento do resistor
do chuveiro.
d) conectá-lo com um disjuntor que permita maior passagem de
corrente.
e) substituir os fios da rede por outros de maior diâmetro.

3. Conceitos de Eletrônica

A eletrônica é classificada como a ciência responsável por estudar as maneiras de


controle da energia elétrica através dos chamados “meios elétricos”. Pode ser
dividida em duas ramificações: digital e analógica.
Falando de maneira mais abrangente pode-se dizer que na eletrônica estudam-se
os chamados “circuitos” feitos a partir de componentes eletrônicos e elétricos. Tal
estudo tem por objetivo compreender processos de representação,
armazenamento, transmissão, e mesmo, processamento de informações.

O campo da eletrônica abrange muitos processos, desde os circuitos internos de


alguns equipamentos, até os grandes e complexos sistemas utilizados nas
telecomunicações.

Podemos considerar ainda a eletrônica como um ramo da eletricidade e, portanto,


da Física, nesse sentido estaríamos estudando os chamados fenômenos de cargas
elétricas elementares, também algumas propriedades de comportamento de
elétrons, fótons e partículas.

As divisões
Lembra que falávamos de a eletrônica poder ser dividida em digital e analógica?
Pois bem, agora veremos cada uma dessas classes separadamente.

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A eletrônica analógica
Acredita-se que o estopim para o desenvolvimento deste ramo da eletrônica foi o
advento dos controles das chamadas grandezas físicas, tanto as variáveis, como as
não variáveis. É importante dizer que as grandezas físicas causaram uma
verdadeira revolução, principalmente, no âmbito das telecomunicações, afinal,
possibilitaram trabalhar com instrumentos que iam além das modulações de sinais.
Criada por Georg Simon Ohm, a Lei de Ohm é a grande responsável por basear
diversos dos princípios da chamada eletrônica analógica. De acordo com esta Lei
as voltagens que aplicadas nos terminais dos condutores são proporcionais
a corrente elétrica que deve percorrê-lo.

A eletrônica digital
Podem ser enquadrados dentro da eletrônica digital todo e qualquer sistema do
tipo digital, aqueles em que tanto a transmissão quanto o processamento dos
dados resulta em valores considerados discretos.

Em geral os sistemas do tipo eletrônicos digitais são aqueles que convertem, por
exemplo, onda sonora em eletromagnética.

3.1 Eletrônica Digital (bit, byte, portas lógicas);

Nas redes de computadores bits e bytes são unidades de dados transmitidos


através de conexões de rede. Em outras palavras, podemos dizer que são
unidades de medidas digitais. Por exemplo: na costura, a unidade de medida
mais comum é centímetro. Na estrada, é quilômetros, nas TV’s, polegadas e
nos meios digitais bits e bytes.

BITS

O nome “bits” é uma abreviação para dígito binário (binary digit) em inglês, e
ele é representado por sequências de 0 e 1. Códigos binários são a linguagem
dos computadores e eles representam desde as mais básicas funções, até
informações e dados que nós não vemos.

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Eletrônica – Nota de Aula 1

BYTES

Assim como 100 centímetros formam 1 metro, 8 bits formam 1 byte. As


combinações de 8 bits podem ser as mais diversas e um Byte pode representar
um caractere, um número, um espaço ou um símbolo. Esse texto que você está
lendo, por exemplo, na linguagem dos computadores apareceria como diversas
sequências de zeros e uns, agrupadas de oito em oito.

Megabit x Megabyte: qual a real


velocidade da minha conexão?
Não é raro encontrar pessoas com dúvidas sobre os planos de banda larga fixa. Em geral, as
reclamações e questões surgem por conta das baixas velocidades fornecidas. De fato, existe
grande incoerência sobre as taxas de download, pois, mesmo contratando um plano de 15
mega, a velocidade máxima parece ser até 10 vezes inferior ao contratado.

Do ponto de vista do cliente, a lógica é bem simples. Estou pagando por uma conexão de 10
mega, portanto meu plano permitirá downloads em uma taxa de 10 mega. Na prática, a
história é um pouco diferente, pois mesmo com uma internet como essa, você vai ver os
arquivos baixando a 1 MB/s — ou, às vezes, até bem menos do que isso.

E isso não é uma regra apenas para conexões de alta velocidade, sendo que o mesmo
problema existe para quem contrata um plano de 1 mega, 5 mega ou qualquer outro valor.
Mas, afinal, por que isso ocorre? Somos vítimas de propaganda enganosa? Como posso
calcular a velocidade da minha conexão?

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Um probleminha com unidades de medida


Existem diferentes formas de representar o tamanho de um arquivo. Uma música MP3, por
exemplo, pode ter 5 megabytes, 5.120 kilobytes ou 5.242.880 bytes. Esses números
representam a mesma coisa, sendo que o único ponto que realmente se altera é a forma de
expressar a grandeza. O “kilo” representa 1.024 bytes, e o “mega” representa 1.024
kilobytes.

A ideia desses prefixos é facilitar a representação dos tamanhos, afinal ninguém fala que
uma MP3 tem 5 milhões de bytes. Entretanto, no caso das conexões de internet, esses
“megas” parecem dificultar a compreensão das grandezas.

Isso ocorre porque, em nosso dia a dia, estamos habituados aos bytes. Ao efetuar um
download no Baixaki, por exemplo, seu navegador exibirá a velocidade em KB/s (kilobytes
por segundo) ou MB/s (megabytes por segundo).

Entretanto, por uma questão de marketing, as operadoras usam os bits na propaganda e, de


certa forma, enganam o consumidor. E qual a diferença entre um byte e um bit? Bom, o bit
é a menor unidade de informação. Um bit pode assumir os valores 0 e 1, algarismos usados
como base para o sistema binário. Quando colocamos 8 bits juntos, obtemos 1 byte.

Assim, fica fácil compreender que um byte é oito vezes maior que um bit e que, portanto, o
bit é oito vezes menor que o byte. Usando a mesma música MP3 que citamos
anteriormente, ao converter seu tamanho para bits, obtemos o tamanho total de
41.943.040, que, por sinal, é um número oito vezes maior que 5.242.880.

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Assim como os prefixos “giga”, “mega” e “kilo” são aplicáveis aos bytes, eles também podem
ser usados com os bits. Portanto, 1 kilobit contém 1.024 bits, e 1 megabit é igual a 1.024
kilobits.

Como estamos tratando de matemática pura, a diferença entre 1 megabyte e 1 megabit é a


mesma de 1 byte para 1 bit, ou seja, o megabyte é oito vezes maior do que o megabit, bem
como o kilobyte é oito vezes maior do que o kilobit. A regra vale para o giga, o tera e outros
prefixos.

Dessa forma, fica fácil entender o motivo de você contratar 10 mega e obter apenas 1
mega. De fato, as operadoras estão vendendo 10 mega, porém nunca é especificado que
esse valor é em bits. A enganação acontece justamente nessa confusão de unidades.

Nós, consumidores, acreditamos que as conexões são em megabytes, mas, na verdade, as


velocidades contratadas são oito vezes menores, justamente porque o megabit é oito vezes
menor do que o megabyte.

Calculando a velocidade da sua conexão


Agora que você já pegou o macete, fica fácil entender a velocidade da sua conexão e fazer
os devidos cálculos, mas, para não restar dúvidas, vamos dar um exemplo:
1. Jogue na sua calculadora o valor da sua conexão. Caso você tenha contratado um
plano de 10 mega, digite 10;

2. Depois, use a operação de divisão e divida o 10 por 8;

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3. Pronto, agora você sabe que a velocidade máxima da sua conexão é de 1,25
megabytes.

Se você contratou um plano de 600 kilobits, basta efetuar o mesmo processo, mas tenha
em mente que o resultado obtido será em kilobyte. Confira a tabela especial que
preparamos para você saber rapidamente qual é a velocidade máxima de transferência de
sua conexão:

Medindo a velocidade máxima da sua conexão


Verificar as taxas de transferência durante os downloads não é um método eficiente de
testes. Normalmente, a velocidade de download oscila conforme o arquivo baixado, o
servidor, o programa utilizado e diversas outras variáveis.

Para realizar um teste mais preciso, recomendamos a execução do Teste de Velocidade do


Baixaki. É importante se lembrar de fechar todos os programas, interromper qualquer
download e atualização, evitar o uso de redes wireless e repetir o procedimento diversas
vezes para obter resultados mais confiáveis.

Uma vez na página de verificação, basta clicar em “Iniciar Teste” para que nosso aplicativo
verifique as taxas de download e upload da sua conexão. Os resultados obtidos são
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informados em megabits, por isso você precisa dividir o total por 8 para saber quais são as
taxas máximas de transferência da sua conexão.

A operadora é obrigada a oferecer o mínimo


Descobrir tudo isso é muito importante, pois você não fica iludido com a esperança de
baixar nada com velocidades absurdamente altas. Contudo, devemos salientar que existe
outro detalhe a ser observado nessa história.

Durante todo o tempo, falamos apenas das velocidades máximas que sua conexão pode
atingir. Entretanto, sua operadora é obrigada a garantir apenas 20% do contratado, ou seja,
se sua internet é de 10 megabits, a velocidade máxima será 1,25 MB/s, mas a companhia de
banda larga só tem a obrigação de garantir downloads a 250 KB/s.

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Conforme as últimas notícias, todas as operadoras deverão aumentar esse mínimo com o
passar dos anos, sendo que logo ele vai ser de 40% e, depois, de 60%. Todavia, vale ressaltar
que manter esses mínimos não vai deixar sua conexão mais rápida, pois seu máximo não
será alterado.

Bom, agora que você entendeu melhor essa confusão dos megabytes e megabits, você já
sabe o motivo pelo qual seu PC demora para baixar filmes, jogos e outros conteúdos.

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Infelizmente, não adianta se iludir com as propagandas das operadoras. Agora, nos diga,
qual a velocidade real da sua conexão? Sua banda larga foi bem no teste do Baixaki?

BIBLIOGRAFIA

https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/dicas-estudo/veja-4-tecnicas-para-virar-um-
especialista-em-interpretacao-de-texto/

https://inglesinstrumentalonline.com.br/scanning-e-skimming-os-metodos-de-leitura-do-
ingles-instrumental/

https://ticep.wordpress.com/2009/09/05/textos-de-ingles/

https://www.fidelity.com.br/ferramentas-para-traducao/

https://www.todamateria.com.br/leis-de-ohm/

http://fisicaevestibular.com.br/novo/eletricidade/eletrodinamica/resistores-primeira-lei-de-
ohm/exercicios-de-vestibulares-com-resolucao-comentada-sobre-resistores-primeira-lei-
de-ohm/

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