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DIREITO CONSTITUCIONAL NAS 5 FONTES

Aula 9- Organização do Estado


Prof. Vítor Cruz e Rodrigo Duarte

Aula 9

Olá Pessoal, prontos para mais uma aula? Hoje veremos a


organização do Estado Brasileiro, é um assunto muito interessante!
Tenho certeza que vão gostar, vocês verão que essa enormidade de
páginas vai passar rápido rápido. Vamos nessa:

Organização do Estado
_ __ão Político-administrativa
._..

Sabemos que o Brasil adota como forma de Estado a federação, ou


seja, o modo de distribuição geográfica do poder político se dá com a
formação de entidades autônomas que segundo o art. 18 da
Constituilção são 4 : União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

Não confunda Distrito Federal com


território federal, não tem nada a ver uma coisa com outra. O Distrito
Federal é uma entidade autônoma da federação, O território federal
náo é autônomo, pois integra à União.
Art. 18, § 2º - Os Territórios Federais integram a União, e
sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao
Estado de origem serão reguladas em lei complementar.

Veja que estamos falando de autonomia, não de soberania . A


soberania, que a Constituição adota em seu art. 1o, I, como um
fundamento da República Federativa do Brasil ( definida como o
poder supremo que o Estado Brasileiro possui nos limites do
seu território, não se sujeitando a nenhum outro poder de
igual ou superior magnitude e tornando-se um país
independente de qualquer outro no âmbito internacional) irá se
manifestar apenas na pessoa da República Federativa do Brasil ,
entendida como a união de todos os entes internos, representando
todo o povo brasi leiro, povo este que é o verdadeiro titular da
soberania . O ente federativo "União" não possui soberania,
apenas autonomia tal como os Estados, Distrito Federal e
Municípios . A República Federativa do Brasil é a única soberana e

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que se manifesta internacionalmente como pessoa jurídica de direito


internacional.
Assim, embora a União ( e somente a União) possa representar o
Brasil externamente, lá fora ninguém sabe que está "tratando com a
União" e sim com a República Federativa do Brasil. Somente esta
(República Federativa do Brasil) é que é pessoa jurídica de
direito público externo. Assim, temos 2 visões de nosso país: a
visão interna e a externa. Veja:

1. Visão interna do Brasil: Federação formada por Estados,


Municípios e Distrito Federal. Todos sendo harmonizados pelo
poder central (União) , sendo assim, 4 espécies de pessoas
jurídicas de direito público interno.

2. Visão externa do Brasil: República Federativa do Brasil, como


única pessoa jurídica de direito público externo.

; República Federativa
~ do Brasil

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Vítor, por que dizemos então que eles são autônomos?


Dizemos isso porque eles possuem re lativa independência entre si,
esta independência, que chamaremos de autonomia, se manifesta
através de três ou quatro facetas ( dependendo do doutrinador):
1- Autogoverno: capacidade de os entes escolherem seus
governantes sem interferência de outros entes;
2- Auto-organização: capacidade de instituírem suas próprias
constituições (no caso dos estados) ou leis orgânicas (no caso dos
municípios e do DF);
3- Autolegislação: capacidade de elaborarem suas próprias leis
através de um processo legislativo próprio, embora devam seguir as
diretrizes do processo em âmbito federal.
4- Auto-administração: capacidade de se administrarem de forma
independente, tomando suas próprias decisões executivas e
legislativas.
(Para alguns doutrinadores a auto-organização englobaria a
autolegislação).

Princípios da organização do Estado.


Temos que relembrar aqui uma coisa que, em concursos, se costuma
cobrar com bastante frequência: os princípios constitucionais que se
referem aos direcionamentos aplicáveis aos diversos entes (Estados,
Municípios e DF) que formam a nossa federação. São eles:
Os princípios sensíveis - são aqueles presentes no art. 34, VII da
Constituição Federal, que se não respeitados poderão ensejar a
intervenção federa l.
Os princípios federais extensíveis - são aqueles princípios federais
que são aplicáveis pela simetria federativa aos demais entes políticos,
como por exemplo, as diretrizes do processo legislativo, dos
orçamentos e das investiduras nos cargos eletivos.
Os princ1p1os estabelecidos são aqueles que estão
expressamente ou implicitamente no texto da Constituição Federal
limitando o poder constituinte do Estado-membro.

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 Brasília:
CF, Art. 18, § 1º - Brasília é a Capital Federal.
Até a Constituição de 1969, tínhamos a disposição "O Distrito Federal
é a Capital da União". Com a Constituição de 1988 mudou-se o texto
para "Brasília é a Capital Federal". Essa mudança feita há mais de 20
anos ainda gera muitas discussões nos concursos. Veremos que o
Distrito Federal não pode ser dividido em municípios, por este motivo,
a banca ESAF considera que Brasília e Distrito Federal são a mesma
coisa. Por outro lado, o CESPE considera que são coisas distintas,
justificando a mudança do texto.
Solução: vamos usar a literalidade da Constituição - Brasília é a
Capital Federal - com exceção da ESAF, onde consideraremos que a
capital federal pode ser Brasília ou o Distrito Federal (já que para ela
são a mesma coisa).

 Questões da FCC:

1. (FCC/Téc.-MPE-SE/2009) São unidades federadas


autônomas, conforme a organização político-administrativa do Brasil,
a) Estados-Membros e Regiões Metropolitanas.
b) União e Territórios.
c) Estados-Membros e Municípios.
d) União e Regiões Metropolitanas.
e) Territórios e Distrito Federal.
Comentários:
A federação brasileira é formada, segundo o art. 18 da CF, por 4
entidades autônomas: União, Estados, DF e Municípios.
Todas estas entidades são autônomas, nenhuma delas é soberana.
Territórios Federais não são entidades autônomas, eles pertencem à
União. Atualmente, não existe no Brasil nenhum território federal,
mas nada impede que eles venham a existir. Para isso, deve-se editar
uma lei complementar, nos termos do art. 18 §2º da Constituição.
Regiões metropolitanas também não são entes autônomos, são
subdivisões que os Estados, por foça do art. 25 §3º, possuem a
faculdade de criar - através de uma lei complementar estadual - para
que possam organizar melhor a sua atividade administrativa ao longo

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do seu território. Assim, essa criação não forma entidades, mas


meras divisões administrativas.
Gabarito: Letra C.

2. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) os


territórios federais não são dotados de autonomia política.
Comentários:
Segundo o art. 18 da Constituição 4 entes têm autonomia política:
União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Portanto,a caso seja
criados territórios, estes não terão autonomia.
Gabarito: Correto.

3. (FCC/AJAJ-TRF4º/2010) A organização político-


administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União,
os Estados, os Municípios e o Distrito Federal, sendo que somente o
último não possui autonomia.
Comentários:
O DF é autônomo, ele possui todas as facetas da autonomia
(autogoverno, auto-organização, autolegislação e auto-
administração). Os territórios federais é que não são autônomos, não
confunda isso.
Gabarito: Errado.

4. (FCC/AJAJ - TRT-3ª/2009) Tendo em vista a organização do


Estado, é certo que:
a) A União é pessoa jurídica de direito público interno e externo
sendo o único ente formador do Estado Federal, uma vez que os
demais entes são divisões administrativo-territoriais.
b) a República Federativa do Brasil representa o Estado Federal nos
atos de Direito Internacional, porque quem pratica os atos desse
Direito é a União Federal e os Estados federados.
c) à União cabe exercer as prerrogativas de soberania do Estado
brasileiro, quando representa a República Federativa do Brasil nas
relações internacionais.
d) a União, por ser soberana em todos os aspectos, pode ser
considerada entidade federativa em relação aos Estados membros e
Municípios.
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e) os entes integrantes da Federação, em determinadas situações, à


exceção dos Territórios, têm competência para representar o Estado
federal frente a outros Estados soberanos.
Comentários:
Letra A - Errada. A União é pessoa jurídica de direito público apenas
interno, não é pessoa de direito público externo.
Letra B - Errado. Não é isso não... O representante é a União, a
União, e somente ela, é que representa a República Federativa do
Brasil.
Letra C - Perfeito!!! Agora sim. A União não é soberana, mas "pega
emprestado" as prerrogativas da soberania com a República
Federativa do Brasil para poder representá-la.
Letra D - Muito errado. Nem precisa comentar essa não é mesmo?
Letra E - Errada. Somente a União pode representar a Federação, por
força da exclusividade conferida pelo art. 21, I da Constituição
Federal.
Gabarito: Letra C.

5. (FCC/EPP-SP/2009) O Município, na federação brasileira,


a) tem a sua autonomia política configurada pela Constituição
Federal, bem como pela Constituição Estadual pertinente, que pode
reduzi-la ou ampliá-la.
b) é dotado de personalidade jurídica de direito público,
consubstanciando modalidade de descentralização administrativa.
c) embora criado por lei estadual, não pode ter a sua autonomia
política restringida pelo Estado respectivo.
d) dispõe de ampla autonomia política, sendo-lhe facultado regular a
duração do mandato dos respectivos Prefeitos e Vereadores.
e) pode se projetar, territorialmente, em relação a mais de um
Estado, desde que lei complementar federal assim o permita.
Comentários:
Letra A - Errado. O Estado não pode reduzir ou ampliar a autonomia
do Município, estes limites estão definidos na Constituição Federal.
Letra B - Errado. O Município realmente é uma pessoa jurídica de
direito público interno, porém, é criado por descentralização
POLÍTICA. Descentralização administrativa é aquela que cria
autarquias, empresas públicas e etc.
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Letra C - Correto. É verdade que os Municípios são criados por lei


estadual (CF, art. 18 §4º), porém, são dotados de ampla autonomia
(conforme vimos na questão anterior), não podendo esta ser
restringida pelo Estado-membro.
Letra D - Errado. Embora dotados de autonomia, os entes devem
respeitar os limites impostos pela Constituição. Ou seja, sempre que
a Constituição Federal estabelecer algo, não poderá o ente dispor em
contrário. A própria Constituição Federal já fixa o mandato de todos
os chefes do Executivo (Presidente, Governador e Prefeito) como
sendo de 4 anos.
Letra E - Errado. Os limites territoriais do Município devem estar
contidos dentro de um único Estado.
Gabarito: Letra C.

6. (FCC/Promotor-MPE-CE/2009) As regras básicas do


processo legislativo federal são de absorção compulsória pelos
Estados-membros em tudo aquilo que diga respeito ao princípio
fundamental de independência e harmonia dos poderes, como
delineado na Constituição da República.
Comentários:
Estes estão entre os chamdos princípios constitucionais extensíveis
que devem ser observados pelos Estados-membros. Os Estados-
membros, embora tenham auto-organização, esta sofre limites,
reconhecidos pela Jurisprudência e pela Doutrina, além de ter de
observar certas diretrizes. Estes limites e diretrizes se coligem na
observância dos seguintes princípios:
1- Os princípios sensíveis - são aqueles presentes no art. 34,
VII da Constituição Federal, que se não respeitados poderão
ensejar a intervenção federal.
2- Os princípios federais extensíveis - são aqueles
princípios federais que são aplicáveis pela simetria federativa
aos demais entes políticos, como por exemplo, as diretrizes do
processo legislativo, dos orçamentos e das investiduras nos
cargos eletivos.
3- Os princípios estabelecidos - são aqueles que estão
expressamente ou implicitamente no texto da Constituição
Federal limitando o poder constituinte do Estado-membro.
Gabarito: Correto.

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 Questões do CESPE

7. (CESPE/AUFCE-TCU/2011) A CF não conferiu a


denominada tríplice capacidade - autoorganização, autogoverno e
autoadministração - aos municípios e aos territórios federais.
Comentários:
Todos os 4 entes brasileiros (União, Estados, DF e Municípios) são
autônomos (CF, art. 18) e esta autonomia se manifesta através de
todas as facetas: auto-organização, autogoverno e
autoadministração. Assim, embora os territórios federais não sejam
dotados de autonomia, os municípios são autônomos, o que torna o
enunciado incorreto.
Gabarito: Errado.

8. (CESPE/Assistente – CNPq/2011) A União, os estados, os


municípios e o Distrito Federal são entes federativos, diferentemente
dos territórios federais, que integram a União e não são dotados de
autonomia.
Comentários:
Os entes federativos são aqueles dotados de autonomia: União,
Estados, DF e Municípios. Os territórios federais não são entes da
federação já que são tolhidos de autonomia, eles são criados pela
União, através de uma lei complementar, e pertencem a ela.
Gabarito: Correto.

9. (CESPE/TRE-MA/2009) A União, os estados-membros, os


municípios e o Distrito Federal são entidades estatais soberanas, pois
possuem autonomia política, administrativa e financeira.
Comentários:
Os entes no Brasil são todos autônomos, segundo o art. 18 da
Constituição. A soberania está nas mãos apenas da pessoa da
República Federativa do Brasil.
Gabarito: Errado.

10. (CESPE/TRE-GO/2009) Os municípios não são considerados


entes federativos autônomos, visto que não são dotados de
capacidade de auto-organização e de autonomia financeira.
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Comentários:
Os municípios assim como os Estados e o Distrito Federal, possuem
ampla autonomia, ou seja, são dotados de auto-organização, auto-
governo, auto-legislação e auto-administração.
Gabarito: Errado.

11. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) Os territórios federais são


considerados entes federativos.
Comentários:
No Brasil só possuímos 4 entes federativos: União, Estados, DF e
Municípios (CF, art. 18).
Gabarito: Errado.

12. (CESPE/AJAJ-STM/2011) No exercício de sua autonomia


política, os estados podem adotar o regime parlamentar de governo.
Comentários:
Sabemos que os entes da federação devem observar os princípios
federais extensíveis, que são aqueles princípios básicos de
organização federal que, por simetria federativa, devem ser
respeitados também pelos demais entes em seu exercício de
organização. Desta forma, como a Constituição estabeleceu o
Presidencialismo na esfera federal, o Estado-membro deve seguir um
sistema simétrico, sendo vedado a instituição de um regime
parlamentar.
Gabarito: Errado.

13. (CESPE/Procurador-TCE-ES/2009) O DF não dispõe da


capacidade de auto-organização, já que não possui competência para
legislar sobre organização judiciária, organização do MP e da
Defensoria Pública do DF e dos Territórios.
Comentários:
Todos os 4 entes brasileiros (União, Estados, DF e Municípios) são
autônomos (CF, art. 18) e esta autonomia se manifesta através de
todas as facetas: auto-organização, autogoverno e
autoadministração.

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Gostaria de ressaltar, já que a questão tocou no assunto, que após


EC 69/2012 cabe ao próprio Distrito Federal legislar sobre Defensoria
Pública do DF, antes isso era uma atribuição da União.
Gabarito: Errado.

14. (CESPE/SEFAZ–ES/2009) A União é entidade federativa


autônoma em relação aos Estados-membros e Municípios, e cabe a
ela exercer as prerrogativas da soberania do Estado brasileiro ao
representar a República Federativa do Brasil nas relações inter-
nacionais.
Comentários:
O ente federativo "União" não possui soberania, apenas autonomia tal
como os Estados, Distrito Federal e Municípios. A República Federa-
tiva do Brasil é a única soberana e que se manifesta
internacionalmente como pessoa jurídica de direito internacional.
Porém a Constituição Federal admite que a União (e somente a
União) possa representar o Brasil externamente e assim, exercer as
prerrogativas da soberania pertencente ao Estado Brasileiro.
Gabarito: Correto.

15. (CESPE/TRE-GO/2009) O Distrito Federal é a capital do país.


Comentários:
Segundo a Constituição, a capital do Brasil é Brasília, o Distrito
Federal é uma unidade autônoma da federação, com governo próprio,
que não se confundiria com Brasília, esta, sendo capital do pais, seria
onde estariam concentrados os núcleos de cúpula da esfera federal.
Gabarito: Errado.

16. (CESPE/Analista Processual - MPU/2010) As capacidades


de auto-organização, autogoverno, autoadministração e
autolegislação reconhecidas aos estados federados exemplificam a
autonomia que lhes é conferida pela Carta Constitucional.
Comentários:
Trata-se das facetas da autonomia que o CESPE aqui expôs de forma
"quádrupla" , o que também é correto dependendo do doutrinador.
Alguns doutrinadores consideram apenas 3 facetas, englobando a
autolegislação dentro da auto-organização. Isso não deixa a questão
de forma alguma errada.
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Gabarito: Correto.

 Questões da ESAF:

17. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) O Poder


Constituinte derivado-decorrente deve respeitar os princípios
constitucionais sensíveis, os princípios federais extensíveis e os
princípios constitucionais estabelecidos.
Comentários:
O poder constituinte derivado decorrente (poder que os Estados
possuem para elaborar as suas Constituições Estaduais) deve
obediência a tais princípios, elencados da seguinte forma:
• Os princípios sensíveis: são aqueles presentes no art. 34, VII,
da Constituição Federal, que se não respeitados poderão ensejar a
intervenção federal.
• Os princípios federais extensíveis: consistem naqueles
princípios federais que são aplicáveis pela simetria federativa aos
demais entes políticos, como as diretrizes do processo legislativo,
dos orçamentos e das investiduras nos cargos eletivos.
• Os princípios estabelecidos: são aqueles que estão
expressamente ou implicitamente no texto da Constituição
Federal limitando o poder constituinte do Estado-membro.
Gabarito: Correto.

18. (ESAF/AFC-CGU/2008) A organização político-administrativa


da República Federativa do Brasil, segundo as normas da Constituição
de 1988, compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, todos soberanos, nos termos da Constituição.
Comentários:
São todos autônomos, despidos de soberania (CF art. 18 caput).
Soberania é o poder supremo para agir dentro de um território.
Nenhum ente político tem poder supremo, pois todos estão limitados
pelos princípios da Constituição Federal.
Gabarito: Errado.

19. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) A organização político-


administrativa da União compreende os Estados, o Distrito Federal e
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os Municípios, todos autônomos na forma do disposto na própria


Constituição Federal.
Comentários:
Conseguiram achar a pegadinha?
Os Estados, DF e Municípios não fazem parte da organização político-
administrativa da União, mas sim, juntamente com a própria União,
fazem parte da organização político-administrativa da República
Federativa do Brasil (CF art. 18 caput).
Maldade pura!!!
Gabarito: Errado.

20. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) Nem o governo federal, nem os


governos dos Estados, nem os dos Municípios ou o do Distrito Federal
são soberanos, porque todos são limitados, expressa ou
implicitamente, pelas normas positivas da Constituição Federal.
Comentários:
Os entes federativos são todos autônomos, despidos de soberania (CF
art. 18 caput). Soberania é o poder supremo para agir dentro de um
território. Nenhum ente político tem poder supremo, pois todos estão
limitados pelos princípios da Constituição Federal.
Gabarito: Correto.

21. (ESAF/PGFN/2007) São integrantes do pacto federativo


brasileiro os Estados-Membros, o Distrito Federal e os Municípios,
todos autônomos, já que a soberania é atributo exclusivo da União.
Comentários:
A União não é soberana, a única pessoa soberana é a República
Federativa do Brasil, estando a União apenas autorizada a usar
temporariamente esta soberania ao tratar de relações internacionais
e editar leis nacionais, sem contudo se apropriar de tal atributo.
Gabarito: Errado.

22. (ESAF/ATA-MF/2009) Os Estados-membros se auto-


organizam por meio da escolha direta de seus representantes nos
Poderes Legislativo e Executivo locais, sem que haja qualquer vínculo
de subordinação por parte da União.
Comentários:
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As bancas costumam muito fazer essa maldade: colocam coisas


fundamentalmente certas, mas com pequenos deslizes. É correto
dizer: Os Estados membros promovem uma escolha direta de seus
representantes nos Poderes Legislativo e Executivo locais, sem que
haja qualquer vínculo de subordinação por parte da União. Porém, o
erro cometido foi que, neste caso, segundo a doutrina, a questão
deveria se referir a faceta da autonomia chamada "autogoverno" e
não "auto-organização".
Gabarito: Errado.

23. (ESAF/ATA-MF/2009) A autonomia estadual também se


caracteriza pelo autogoverno, uma vez que ditam suas respectivas
Constituições.
Comentários:
Neste caso, segundo a doutrina, o correto seria "auto-organização" e
não "autogoverno".
Gabarito: Errado.

24. (ESAF/ATA-MF/2009) Os Estados-membros em sua tríplice


capacidade garantidora de autonomia se auto-administram
normatizando sua própria legislação e regras de competência.
Comentários:
O correto, segundo a doutrina, seria "auto-organização" (ou
"autolegislção", se pensássemos em quatro facetas) na e não "auto-
administração".
Gabarito: Errado.

25. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) Brasília é a Capital Federal.


Comentários:
Diferentemente de questões polêmicas de anos anteriores, a ESAF
desta vez limitou-se a transcrever o art. 18 §1º da Constituição
literalmente.
Gabarito: Correto.

26. (ESAF/AFC-CGU/2008) A criação de territórios federais, que


fazem parte da União, depende de emenda à Constituição.
Comentários:
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Depende de lei complementar (CF, art. 18 §2º).


Gabarito: Errado.

27. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) Os Territórios Federais integram


a União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao
Estado de origem serão reguladas em lei complementar.
Comentários:
Perfeita literalidade do art. 18 §2º da Constituição.
Gabarito: Correto.

 Questões da FGV:
28. (FGV/Técnico Legislativo – Senado/2008) Sobre a
organização político-administrativa da República Federativa do Brasil,
assinale a afirmativa incorreta.
a) República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o
Distrito Federal e os Municípios.
b) Os Estados e o Distrito Federal possuem autonomia política, e os
municípios detêm apenas autonomia administrativa e financeira.
c) Os Territórios Federais não possuem autonomia política e integram
a União.
d) Brasília é a Capital Federal.
e) A federação brasileira é indissolúvel e a forma federativa do Estado
Brasileiro constitui cláusula pétrea da Constituição.
Comentários:
Letra A – Correto. Está de acordo com o art. 18 da Constituição.
Letra B – Errado. Todos os entes políticos (União, Estados, Municípios
e Distrito Federal) são possuidores de ampla autonomia, manifestada
pelas facetas de autogoverno, auto-organização, autolegislação,
autoadministração.
Letra C – Perfeito! Está de acordo com os ditames do art. 18, § 2.º,
da Constituição, segundo o qual percebemos que os Territórios
Federais não são possuidores de autonomia, integram a União, e sua
criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado de
origem serão reguladas em lei complementar.
Letra D – Mais uma vez um conteúdo extraído do texto constitucional.
Brasília é a Capital Federal nos termos do art. 18, § 1.º.
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Letra E – Toda federação (diferentemente das confederações) é


indissolúvel, e isso é ratificado pelo art. 1.º da Constituição Federal. A
forma federativa de Estado também se constitui em uma cláusula
pétrea, ou seja, uma disposição que não pode ser abolida ou violada
por emendas constitucionais, por força do art. 60, § 4.º, da
Constituição.
Gabarito: Letra B.

29. (FGV/Fiscal – SEFAZ-RJ/2008) Os territórios federais


integram a União, e sua reintegração ao Estado de origem será
regulada em lei:
a) complementar.
b) ordinária.
c) delegada.
d) complexa.
e) mista.
Comentários:
Questão simples e direta. O candidato deveria saber aquilo que já
comentamos algumas vezes: os Territórios Federais integram a
União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao
Estado de origem serão reguladas em lei complementar. Tudo isso
nos termos do art. 18, § 2.º, da Constituição Federal.
Gabarito: Letra A.

30. (FGV/Juiz Substituto-TJ-MG/2008) Como corolário do


princípio federativo, a União, os Estados-membros, o Distrito Federal
e os Municípios, no Brasil, são autônomos e possuidores da tríplice
capacidade de autoorganização e normatização própria, autogoverno
e autoadministração (Certo/Errado).
Comentários:
Aqui a banca usou a forma "tríplice" e não "quádrupla" das faces da
autonomia, o que também está correto, desde que seja exposta
corretamente: auto-organização, autor-governo e autoaministração.
Veja que embora tenha citado apenas a "tríplice capacidade", o
enunciado deixou bem claro que está incluindo a auto-legislação
(auto-normatização) junto à auto-organização.
Gabarito: Correto.
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31. (FGV/Procurador - TCM-Rl/2008) A Federação dota seus


membros de tríplice capacidade, a saber:
(A) auto-organização, autonormatização e autogoverno .
(B) autogoverno, auto-administração e autofinanciamento.
(C) auto-organização, autogoverno e auto-administração.
(D) auto-organização, autonormatização e automanutenção.
(E) auto-arrecadação, autogoverno e autogerenciamento.
Comentários:
Mais uma vez, destacamos que todos entes da federação (União,
Estados, Distrito Federal e Municípios) são pessoas jurídicas de direito
público interno e dotados de autonomia, característica esta que se
manifesta através de três facetas: a auto-organização, o auto-
governo e a auto-administração.
A letra A está errada pois a "autonormatização" (auto-legislação)
estaria inclusa na auto-organização sendo assim exposta com
duplicidade e fa ltando a faceta da "auto-administração".
A letra B está errada pois não existe o "autofinanciamento", bem
como a letra D que expôs a inexistente "automanutenção" e a letra E,
por estabelecer o incorreto "autogerenciamento".
Gabarito: Letra C.

A doutrina costuma relacionar as hipóteses de reorganização do


espaço territorial da seguinte forma:
• Cisão ou Subdivisão - Um ente subdivide o seu
território dando origem a outros entes. O ente inicia l
deixa de existir.
• Desmembramento-formação - Uma parte de um ente
se desmembra formando um novo ente. O ente inicial
continua existindo e agora temos um ente completamente
novo.
• Desmembramento-anexação - Uma parte de um ente
se desmembra, porém, ao invés de formar um novo ente,
ela é anexada por outro existente . O ente inicial continua
existindo e não temos a formação de um ente novo, mas
um aumento territorial de outro .

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• Fusã o - Dois ou mais entes se agregam e assim formam


um ente novo . Os entes iniciais deixam de existir.

32. (FCC/ Analista - TRT-SP /2008} No que concerne à


Organização do Estado, se um Estado for dividido em vários novos
Estados-membros, todos com personalidades diferentes,
desaparecendo por completo o Estado-originário, ocorrerá a
hipótese de alteração divisional interna denominada fusão.
Comentários:
Isso será caso de cisão e não de fusão, que é quando dois ou mais
entes se agregam para formar um ente novo.
Gabarito: Errado.

33. (CESPE/ AGU/2009} No tocante às hipóteses de alteração


da divisão interna do território brasileiro, é correto afirmar que, na
subdivisão, há a manutenção da identidade do ente federativo
primitivo, enquanto, no desmembramento, tem-se o
desaparecimento da personalidade jurídica do estado originário.
Comentários:
O termo "cisão" ou "subdivisão" é usado quando um ente subdivide
o seu território dando origem a outros entes. Desta forma, o ente
inicial deixa de existir.
Gabarito: Errado.

Reorganização territorial de Estados e territórios federais:


CF, art. 18, § 3º - Os Estados podem incorporar-se entre si,
subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros,
ou formarem novos Estados ou Territórios Federais,
mediante aprovação da população diretamente interessada,
através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei
complementar.

• Aprovação da popu lação diretamente interessada, através de


plebiscito; e

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 Elaboração de uma lei complementar pelo Congresso


Nacional.

Jurisprudência:
Recentemente, o STF decidiu que na reorganização territorial de
Estados, o termo “população diretamente interessada” deve ser
entendido como “toda a população do Estado”.

Procedimento:
O procedimento de plebiscitos e referendos está estabelecido pela Lei
9.709/98.
Para que ocorra a reorganização do território do Estado, o Congresso
Nacional irá convocar o plebiscito. Se a consulta for desfavorável, não
há prosseguimento dos procedimentos, não se passando para fase
seguinte. Porém, se a consulta for favorável à reorganização, o
processo será enviado às respectivas assembléias para que estas
opinem pela sua aprovação ou rejeição.
Essa manifestação da assembleia legislativa, no entanto, é
meramente opinativa, não se constituindo em uma manifestação
vinculativa (Lei 9.709/98, art. 4º, §3º), nem mesmo essencial,
podendo as mesmas inclusive, se abster da manifestação.
Após isso, a matéria segue para o CN, onde então deverá ser votada
como lei complementar para que se desfeche o processo.

34. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) Não


poderão ser criados novos Estados-membros além dos já previstos na
Constituição Federal.
Comentários:
A Constituição prevê a possibilidade tanto de criação quanto
reorganização territorial de Estados-membros e Municípios (CF, art.
18 §§3º e 4º).
Gabarito: Errado.

35. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AP/2012) Os


Estados-Membros da Federação podem incorporar-se entre si,
subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou
formarem novos Estados ou Territórios Federais. A afirmação

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apresentada, segundo a disciplina constitucional relacionada à


organização político-administrativa, é
a) correta, exigindo-se para tanto a aprovação da população
diretamente interessada, por meio de plebiscito, e do Congresso
Nacional, por meio de lei complementar.
b) incorreta, na medida em que fere o direito de secessão, o qual é
um princípio da manutenção do vínculo federativo.
c) parcialmente correta, já que os Estados-Membros da Federação
não podem incorporar-se entre si, pois esta situação fere o equilíbrio
da representação dos Estados no Senado Federal.
d) correta, desde que as alterações na estrutura político-
administrativa brasileira respeitem um intervalo quinquenal.
e) parcialmente correta, pois os Estados-Membros da Federação não
podem formar Territórios Federais, já que estes não são dotados de
autonomia, e, por isso, não se compatibilizam com a estrutura
administrativa dos Estados-Membros.
Comentários:
Letra A - Correto, em conformidade com o art. 18, §3º da
Constituição, os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se
ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos
Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população
diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso
Nacional, por lei complementar.
Letra B - Errado. Não há direito de secessão (separação de estados)
no Brasil, pois somos uma federação consubstanciada na forma de
união indissolúvel.
Letra C- Errado. Os Estados Membros podem incorporar entre si, se
subdividirem ou se desmembrarem.
Letra D – Errado. Não há qualquer previsão neste sentido na
Constituição.
Letra E – Errado. Territórios federais não são dotados de autonomia e
podem ser criados através de transformação de Estados.
Gabarito: Letra A.

36. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) a criação


de territórios federais é vedada.
Comentários:

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A criação de territórios é perfeitamente possível, desde que por lei


complementar, nos termos do art. 18 §2º da Constituição Federal.
Gabarito: Errado.

37. (FCC/Analista - TRT 15ª/2009) É vedada a subdivisão de


Estados.
Comentários:
Do art. 18 §3º da Constituição depreende-se claramente que os
Estados podem não só subdividir-se, como também incorporar-se
entre si ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem
novos Estados ou Territórios Federais. Para que isso seja feito, deve
ser mediante aprovação da população diretamente interessada,
através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.
Gabarito: Errado.

38. (FCC/Procurador-TCE-AP/2010) Em dezembro de 2009, foi


aprovado pelo Senado Federal projeto de Decreto Legislativo que
autoriza a realização de plebiscito sobre a criação do chamado Estado
de Carajás. O novo Estado seria formado por 38 Municípios do sul e
sudeste do atual Estado do Pará, com extensão total de 285.000 km²
e 1.300.000 habitantes. O plebiscito seria realizado nesses
Municípios, seis meses após a publicação do Decreto Legislativo. A
referida proposta de criação do Estado de Carajás
a) é inconstitucional, uma vez que a união estabelecida entre os
entes da Federação é indissolúvel.
b) seria possível somente durante os trabalhos de Assembleia
Nacional Constituinte, a exemplo do que ocorreu com a criação do
Estado de Tocantins.
c) deveria ser precedida da criação do Território de Carajás, o qual,
somente após demonstrar sua viabilidade, seria então transformado
em Estado.
d) é compatível com a Constituição desde que, ademais da consulta à
população interessada, mediante plebiscito, seja aprovada pelo
Congresso Nacional, por lei complementar.
e) deveria ser precedida de Estudos de Viabilidade, apresentados e
publicados na forma da lei, e ser aprovada por lei do Estado do Pará,
dentro do período determinado por lei complementar federal.
Comentários:

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Pode haver reorganização dos Estados na vigência da atual


constituição. Logo, é incorreta a letra A e B da questão. Porém, para
que ocorra, precisamos de:
 Aprovação da população diretamente interessada, através de
plebiscito; e
 Elaboração de uma lei complementar pelo Congresso Nacional.
Assim, a letra D é a alternativa correta. Já a letra E se refere a
criação de Municípios e não de Estados. e a letra C é absurda.
Gabarito: Letra D.

39. (FCC/Técnico - TRF 5ª/2008) Os Estados podem, mediante


aprovação da população diretamente interessada, através de
plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar, se desligar
da União.
Comentários:
O art. 1º da Constituição estabelece que a República Federativa do
Brasil é uma união indissolúvel. Assim, não existe no Brasil o direito
de secessão, não podendo, nenhum dos entes, se desligar da União.
Gabarito: Errado.

40. (FCC/Analista - TRT-18ª/2008) Os Estados podem


incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se
anexarem a outros, ou formarem novos Estados, mediante aprovação
da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do
Congresso Nacional, por lei complementar.
Comentários:
Do art. 18 §3º da Constituição depreende-se claramente que os
Estados podem não só subdividir-se, como também incorporar-se
entre si ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem
novos Estados ou Territórios Federais. Para que isso seja feito, deve
ser mediante aprovação da população diretamente interessada,
através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.
Gabarito: Correto.

41. (FCC/Analista - TRF 5ª/2008) A República Federativa do


Brasil está organizada políticoadministrativamente de forma que os
Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-

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se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou


Territórios Federais, mediante a aprovação dos eleitores inscritos na
respectiva área, mediante referendum da população diretamente
interessada, e da Câmara dos Deputados, por lei ordinária.
Comentários:
O correto seria mediante a aprovação da população diretamente
interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei
complementar.
Gabarito: Errado.

42. (CESPE/AJAJ - STM/2011) O processo de formação dos


estados-membros exige a participação da população interessada por
meio de plebiscito, medida que configura condição prévia, essencial e
prejudicial à fase seguinte. Assim, desfavorável o resultado da
consulta prévia feita ao povo, não se passará à fase seguinte do
processo.
Comentários:
Isso aí, o plebiscito favorável é essencial para que se consiga
reorganizar o território do Estado. Caso o plebiscito seja
desfavorável, desde já deve ser paralisado o procedimento, pois não
ser poderá cumprir as exigências constitucionais para tal.
Gabarito: Correto.

43. (CESPE/Técnico - MPU/2010) Considere que determinado


estado da Federação tenha obtido aprovação tanto de sua população
diretamente interessada, por meio de plebiscito, como do Congresso
Nacional, por meio de lei complementar, para se desmembrar em
dois estados distintos. Nesse caso, foi cumprida a exigência imposta
pela Constituição para incorporação, subdivisão, desmembramento ou
formação de novos estados ou territórios federais.
Comentários:
É exatamente o disposto no art. 18 § 3º da Constituição, o qual
permite que os Estados possam incorporar-se entre si, subdividir-se
ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos
Estados ou Territórios Federais, desde que observe os requisitos de:
 Aprovação da população diretamente interessada, através de
plebiscito; e
 A Elaboração de uma lei complementar pelo Congresso Nacional.

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Gabarito: Correto.

44. (CESPE/MPS/2010) Para a criação de um novo estado na


Federação brasileira, é necessária a realização de plebiscito nacional,
de forma a garantir o equilíbrio federativo.
Comentários:
Nos termos do art. 18 §3º da Constituição Federal, o plebiscito
deverá ser realizado apenas com participação da população
diretamente interessada.
Gabarito: Errado.

45. (CESPE/Advogado - IBRAM-DF/2009) Caso uma parte de


um estado pretendesse desmembrar-se e anexar seu território a um
estado vizinho, essa mudança dependeria de plebiscito da população
diretamente interessada e de leis complementares a serem
elaboradas pelas respectivas assembleias legislativas dos estados
membros.
Comentários:
Um dos requisitos seria a elaboração de lei complementar do
Congresso Nacional, tal como dispõe o art. 18 § 3º da Constituição, e
não das assembléias legislativas.
Gabarito: Errado.

46. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) No


processo de criação de estados-membros, a manifestação das
assembleias legislativas constitui condição essencial e vinculativa, já
que o parecer desfavorável das casas representativas do povo
impede a continuidade do processo de formação de novos estados.
Comentários:
A manifestação da assembleia legislativa é meramente opinativa, não
se constituindo em uma manifestação vinculativa (Lei 9709/98, art.
4º, §3º), nem mesmo essencial, podendo as mesmas inclusive, se
abster da manifestação.
Gabarito: Errado.

47. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) Para fins de


desmembramento de um Estado, deve haver consulta prévia à
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população diretamente interessada, compreendendo esta somente a


população da área a ser destacada.
Comentários:
Recentemente, o STF decidiu que na reorganização territorial de
Estados, o termo “população diretamente interessada” deve ser
entendido como “toda a população do Estado”. Tal decisão foi
proferida no caso do plebiscito sobre a divisão do Pará, quando toda a
população foi consultada sobre a divisão do Estado.
Gabarito: Errado.

48. (ESAF/Auditor RFB/2012) A Constituição Federal permite a


criação de novos Estados. No que diz respeito a esse tema (criação
de Estados), é correto afirmar que:
a) é vedado à União, direta ou indiretamente, assumir, em
decorrência da criação de Estado, encargos referentes à despesa com
pessoal inativo e com encargos e amortizações da dívida interna ou
externa da administração pública.
b) o Congresso Nacional deve se manifestar através de Lei Ordinária,
aprovando a proposta.
c) a população diretamente interessada deve se manifestar,
aprovando a proposição na hipótese de a Assembleia Estadual
discordar da proposta.
d) o Tribunal de Justiça do novo Estado poderá funcionar com
desembargadores do Tribunal de Justiça dos Estados limítrofes, pelo
prazo máximo de dois anos, até que se organize o Tribunal do novo
Estado.
e) o primeiro Governador do novo Estado será indicado pelo
Presidente da República, com mandato de no máximo dois anos,
prazo em que devem estar concluídas as primeiras eleições gerais
estaduais.
Comentários:
Essa questão foi cobrada neste concurso, em decorrência da previsão
no edital do tópico “Das Disposições Constitucionais Gerais”. Assim
vejamos:
Letra A - Correto. Segundo o art. 234 da Constituição, é vedado à
União, direta ou indiretamente, assumir em decorrência desta
criação:
 encargos referentes a despesas com pessoal inativo; e

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 encargos e amortizações da dívida interna ou externa da


Administração Pública, inclusive da indireta.
Letra B - Errado. A lei deve ser complementar e não ordinária.
Letra C - Errado. O procedimento está invertido, primeiramente há a
manifestação da população diretamente interessada, se a consulta for
desfavorável, não há prosseguimento dos procedimentos, não
passando para a assembleia legislativa.
Letra D – Errado. Não há tal previsão constitucional. O que se deve
observar, segundo o artigo 235 da Constituição nos dez primeiros
anos da criação de Estado, serão as seguintes normas básicas:
I – a Assembleia Legislativa será composta de dezessete
Deputados se a população do Estado for inferior a seiscentos
mil habitantes, e de vinte e quatro, se igual ou superior a
esse número, até um milhão e quinhentos mil;
II – o Governo terá no máximo dez Secretarias;
III – o Tribunal de Contas terá três membros, nomeados,
pelo Governador eleito, dentre brasileiros de comprovada
idoneidade e notório saber;
IV – o Tribunal de Justiça terá sete Desembargadores;
V – os primeiros Desembargadores serão nomeados pelo
Governador eleito, escolhidos da seguinte forma:
a) cinco dentre os magistrados com mais de trinta e cinco
anos de idade, em exercício na área do novo Estado ou do
Estado originário;
b) dois dentre promotores, nas mesmas condições, e advo-
gados de comprovada idoneidade e saber jurídico, com dez
anos, no mínimo, de exercício profissional, obedecido o pro-
cedimento fixado na Constituição;
VI – no caso de Estado proveniente de Território Federal, os
cinco primeiros Desembargadores poderão ser escolhidos
dentre juízes de direito de qualquer parte do País;
VII – em cada Comarca, o primeiro Juiz de Direito, o pri-
meiro Promotor de Justiça e o primeiro Defensor Público se-
rão nomeados pelo Governador eleito após concurso público
de provas e títulos;
VIII – até a promulgação da Constituição Estadual, respon-
derão pela Procuradoria-Geral, pela Advocacia-Geral e pela
Defensoria-Geral do Estado advogados de notório saber,

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com trinta e cinco anos de idade, no mínimo, nomeados


pelo Governador eleito e demissíveis ad nutum;
IX – se o novo Estado for resultado de transformação de
Território Federal, a transferência de encargos financeiros
da União para pagamento dos servidores optantes que
pertenciam à Administração Federal ocorrerá da seguinte
forma:
a) no sexto ano de instalação, o Estado assumirá vinte por
cento dos encargos financeiros para fazer face ao
pagamento dos servidores públicos, ficando ainda o restante
sob a responsabilidade da União;
b) no sétimo ano, os encargos do Estado serão acrescidos
de trinta por cento e, no oitavo, dos restantes cinquenta por
cento;
X – as nomeações que se seguirem às primeiras, para os
cargos mencionados neste artigo, serão disciplinadas na
Constituição Estadual;
XI – as despesas orçamentárias com pessoal não poderão
ultrapassar cinquenta por cento da receita do Estado.
Letra E - Errado. Não há tal previsão na Constituição. Em todos os
dispositivos, inclusive no art. 235 da Constituição, sempre há
referência ao governador "eleito".
Gabarito: Letra A.

49. (ESAF/ATRFB/2012) Os Estados podem incorporar-se entre


si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou
formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação
da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do
Congresso Nacional, por lei ordinária.
Comentários:
Errado o correto seria lei complementar e não "lei ordinária" (CF, art.
18, § 3º).

50. (ESAF/ATA-MF/2009) A criação, a incorporação, a fusão e o


desmembramento dos Estados far-se-ão por lei complementar
federal, após divulgação dos Estudos de Viabilidade, apresentados e
publicados na forma da lei.
Comentários:

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Pessoal, ATENÇÃO!!!
Falou em "Estudos de viabilidade" tem que falar de município, senão
está, de pronto, errado. A questão está errada, desta forma, por
contrariar o disposto na CF art. 18 §§3º e 4º,
Gabarito: Errado.

51. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) Os Estados podem incorporar-se


entre si, subdividir se ou desmembrar-se para se anexarem a outros,
ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante
aprovação da população diretamente interessada, por meio de
plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.
Comentários:
Trata-se da transcrição literal do art. 18 §3º da Constituição.
Gabarito: Correto.

52. (ESAF/Analista-SUSEP/2010) Sobre a organização Político-


Administrativa e a formação dos Estados, é correto afirmar que:
a) de acordo com as disposições constitucionais vigentes, é possível
criar novos Estados, mesmo que não seja por intermédio de divisão
de outro ou outros Estados.
b) os Territórios Federais transformados em Estados não podem mais
restabelecer a situação anterior.
c) poderá ocorrer a fusão entre Estados. Nesse caso, nem todos
perdem a primitiva personalidade, pois, ao surgir o Estado novo, este
adquire a personalidade de um deles.
d) nos processos de transformação dos Estados, o Senado não está
obrigado a ouvir nem ao pronunciamento plebiscitário, nem ao das
Assembleias, notando-se que estas não decidem, apenas opinam pela
aprovação, pela rejeição, ou simplesmente se abstêm de tomar
partido.
e) qualquer processo de transformação do Estado deve passar por
um pronunciamento plebiscitário favorável à alteração, devendo o
processo ser remetido ao Senado, a quem cabe a aprovação das
alterações, mediante lei.
Comentários:
Letra A – Errado, segundo a ESAF. Mas, em nosso
entendimento essa alternativa estaria correta. No entanto,

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vamos primeiramente observar o pensamento da ESAF: atualmente,


todo o território nacional está dividido em 26 estados + 1 Distrito
Federal. Não existe em nosso país, atualmente, territórios federais.
Logo, para se formar novos estados, precisa-se necessariamente
dividir algum outro, não há a possibilidade de transformar territórios
em Estados, pois não há territórios.
Porém, a banca esqueceu que se poderia formar um novo Estado
através da fusão de outros dois ou mais, o que tornaria a assertiva
correta.
Letra B - Errado. A própria Constituição admite essa hipótese quando
diz, em seu art. 18 §2º, que os Territórios Federais integram a União,
e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado
de origem serão reguladas em lei complementar.
Letra C - Errado. A fusão entre estados ocorre para dar lugar a um
novo estado, distinto daqueles que se fundiram. Dessa forma, ambos
os estados deixam de existir para dar lugar a um novo ente de
personalidade diferente. Caso houvesse manutenção da
personalidade de um deles, seria caso de anexação e não de fusão.
Letra D - Correto. Entendemos que esta assertiva etária errada.
Primeiro que a oitiva é feita pelo Congresso e não pelo "Senado", este
seria o erro, além disso, eles o CN é obrigado a ouvir o
pronunciamento plebiscitário, bem como aos pronunciamentos das
assembleias legislativas, caso estes sejam feitos (embora estes
pronunciamentos sejam meramente opinativos e não vinculativos).
Assim. Para que ocorra a reorganização do território do Estado, o
Congresso Nacional irá convocar o plebiscito. Se a consulta for
favorável à reorganização, o processo será enviado às respectivas
assembléias para que estas opinem pela sua aprovação ou rejeição.
Segundo a lei 9709/98, essa manifestação da assembleia legislativa,
é meramente opinativa, não se constituindo em uma manifestação
vinculativa nem essencial, podendo as mesmas inclusive, se abster
da manifestação.
Letra E - Errado. Encontramos dois erros: um erro é que será
remetido ao Congresso e não ao Senado. Outro erro, é que será
elaborada uma lei complementar e não somente um "lei" que induz a
pensar em "lei ordinária".
Gabarito Oficial: letra D / Gabarito que deveria ser o correto =
letra A.

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53. (FGV/Analista de Controle Interno – SAD – PE/2009)


Relativamente à organização político-administrativa brasileira, analise
as afirmativas a seguir.
I. A organização político-administrativa da República Federativa do
Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, nenhum deles autônomo, nos termos desta Constituição.
II. Os Territórios Federais integram a União, e sua criação,
transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão
reguladas em lei ordinária.
III. Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou
desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos
Estados ou Territórios Federais, bastando para tanto a aprovação da
população diretamente interessada, por meio de plebiscito.
Assinale:
a) se nenhuma afirmativa estiver correta.
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e) se todas as afirmativas estiverem corretas.
Comentários:
I – Errado. Todos são autônomos, o que eles não têm é soberania.
II – Errado. Precisa de lei complementar, e não lei ordinária.
III – Errado. Não basta a aprovação da população diretamente
interessada, por meio de plebiscito, precisa ainda de atuação do
Congresso Nacional, o qual deve editar uma lei complementar, nos
termos do art. 18, § 3.º, da Constituição.
Gabarito: Letra A.

Reorganização territorial de Municípios:


CF, art. 18 §4º A criação, a incorporação, a fusão e o
desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual,
dentro do período determinado por Lei Complementar
Federal, e dependerão de consulta prévia, mediante
plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após
divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal,
apresentados e publicados na forma da lei.

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• far- se- á por lei estadual no período de lei complementar


federal;
• Aprovação, por plebiscito, da população envolvida;
• Deve-se apresentar e publicar, na forma da lei, Estudos de
Viabilidade Municipal.
Lembrem-se: estudo de viabilidade é só no caso de
Municípios!

Segundo o posicionamento do TSE


(TSE - MS 2.812 - Bahia), essa previsão da dependência de lei
complementar federal faz com que a norma se torne de eficácia
limitada, e como tal norma ainda não existe, isto inviabiliza a
criação de novos Municípios. Mas, houve criações de Municípios
sem observância desta disposição, e estas criações foram
declaradas inconstitucionais pelo STF, porém, tal discussão ensejou
a edição da EC nº 57/08 que acrescentou o artigo abaixo:

CF, ADCT, art. 96 -. Ficam


convalidados ( confirmados, com a validade ratificada .. .) os atos de
criação, fusão, incorporação e desmembramento de Municípios,
cuja lei tenha sido publicada até 31 de dezembro de 2006,
atendidos os requ isitos estabelecidos na legislação do respectivo
Estado à época de sua criação.

Quem convoca o plebiscito para


redefin ição de Estados é o Congresso Nacional, pois o tema é de
abrangência naciona l. Quem convoca o plebiscito para redefin ição
de Municípios é a Assembleia Legislativa, pois é tema estadua l.

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54. (FCC/TJAA – TRF 1ª/2011) A incorporação de Municípios


far-se-á por Lei estadual, dentro do período determinado por Lei
Complementar Federal, e dependerá de consulta prévia, mediante
plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação
a) do parecer favorável do Procurador-Geral do Estado.
b) da decisão do Presidente da Assembleia Legislativa.
c) do Decreto Estadual emitido pelo Governador do Estado.
d) do parecer favorável do Ministro do Planejamento.
e) dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados
na forma da lei.
Comentários:
Letra A, B, C e D = Tudo balela...
Só a letra E traz algo realmente condizente: Nos termos da CF, art.
18 §4º a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de
Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado
por Lei Complementar Federal, e dependerão de consulta prévia,
mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após
divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados
e publicados na forma da lei.
E Lembrem-se: estudo de viabilidade é só no caso de
Municípios!
Gabarito: Letra E.

55. (FCC/TJAA-TRT 8ª/2010) Com relação a Organização


Político Administrativa,
a) o desmembramento de Município far-se-à por lei municipal, dentro
do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerá
de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios
envolvidos, sem necessidade de divulgação prévia dos Estudos de
Viabilidade Municipal na imprensa oficial.
b) a fusão de Municípios far-se-à por lei municipal, dentro do período
determinado por Lei Ordinária Federal, e dependerá de consulta
prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos,
após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e
publicados na forma da lei.
c) os Estados podem desmembrar-se para se anexarem a outros
Estados, mediante aprovação da população diretamente interessada,
através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.
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d) os Estados podem incorporar-se entre si para formarem novos


Estados, mediante emenda constitucional, dependente de plebiscito
nacional e da aprovação do Senado Federal.
e) os Estados podem incorporar-se entre si para formarem novos
Estados, mediante emenda constitucional, dependente de plebiscito
nacional e da aprovação da Câmara dos Deputados.
Comentários:
Letra A - Errado. Precisa divulgar os estudos de viabilidade.
Letra B - Errado. Ela se faz por lei ESTADUAL.
Letra C - Correto. É a disposição do art. 18 §3º.
Letra D - Errado. Não precisa de emenda constitucional, nem de
plebiscito nacional, e nem de aprovação do Senado.
Letra E - Errado. Não precisa de emenda constitucional, nem de
plebiscito nacional, e nem de aprovação da Câmara.
Gabarito: Letra C.

56. (FCC/Analista - TRT 15ª/2009) A fusão de Municípios far-


se-á por emenda constitucional.
Comentários:
Será por lei estadual e dentro de período estabalecido por lei
complementar federal. Isso de acordo com o art. 18 § 4º da
Constituição que estabelece que a criação, a incorporação, a fusão e
o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro
do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerão
de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios
envolvidos, após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal,
apresentados e publicados na forma da lei.
Gabarito: Errado.

57. (FCC/Auxiliar - TJ-PA/2009) A criação, a incorporação, a


fusão e o desmembramento de municípios, far-se-ão, observados
outros requisitos de ordem constitucional, por resolução do
Congresso Nacional.
Comentários:
Será por lei estadual e dentro de período estabalecido por lei
complementar federal (CF, art. 18 § 4º).
Gabarito: Errado.
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58. (CESPE/TRE-GO/2009) A criação, a incorporação, a fusão e


o desmembramento de municípios, far-se-ão por lei federal e serão
submetidos pela população diretamente interessada a referendo
popular.
Comentários:
Segundo o art. 18 §4º da Constituição, se fará por lei estadual no
prazo estabelecido por lei complementar federal. E a aprovação é por
plebiscito e não referendo.
Gabarito: Errado.

59. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) A criação


de municípios demanda, além de outros requisitos constitucionais, a
edição de lei estadual que, mesmo após a respectiva aprovação por
parte da assembleia legislativa, pode ser vetada pelo governador do
estado.
Comentários:
A Constituição estabelece em seu art. 18 §4º que a criação, a
incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão
por lei estadual, dentro do período determinado por Lei Com-
plementar Federal, e dependerão de consulta prévia, mediante
plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação
dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na
forma da lei. Como se trata de lei (ordinária) fica pendente ainda da
sanção/veto do governador, já que este é o rito legislativo de uma
lei.
Gabarito: Correto.

60. (CESPE/Procurador-TCE-ES/2009) Foram convalidados, no


âmbito da CF, os atos de criação, fusão, incorporação e
desmembramento de municípios, cuja lei tenha sido publicada até
31/12/2006, de acordo com os requisitos estabelecidos na legislação
do respectivo estado à época da criação.
Comentários:
Trata-se de disposição encontrada nos ADCT, art. 96, inserido pela
EC 57/08, onde ficam convalidados (confirmados, com a validade
ratificada...) os atos de criação, fusão, incorporação e
desmembramento de Municípios, cuja lei tenha sido publicada até 31
de dezembro de 2006, atendidos os requisitos estabelecidos na
legislação do respectivo Estado à época de sua criação. Já que
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inúmeros municípios haviam sido criados sem que fosse


regulamentada a matéria do art. 18 §4º, a qual, segundo o STF, é
uma norma de eficácia limitada.
Gabarito: Correto.

61. (ESAF/ATRFB/2012) A fusão de Municípios far-se-á por lei


estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar
Federal, e dependerá de consulta prévia, mediante plebiscito, às
populações dos Municípios envolvidos, sendo prescindível a realização
de Estudo de Viabilidade Municipal.
Comentários:
Deve-se sempre ligar "estudos de viabilidade" aos "municípios" (CF,
art. 18, § 4º). Não se pode dizer que é “prescindível” (dispensada) o
correto seria dizer que é “imprescindível”.
Gabarito: Errado.

62. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) A criação, a incorporação, a


fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual,
dentro do período determinado por Lei Complementar Federal, e
dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações
dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de
Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei.
Comentários:
Novamente a banca usa da literalidade, esta pode ser encontrada no
art. 18 §4º da Constituição.
Gabarito: Correto.

63. (ESAF/AFC-CGU/2008) A criação de Municípios deve ser feita


por lei complementar federal.
Comentários:
De acordo com o art. 18 §4º da Constituição, será por lei estadual
no período de lei complementar federal.
Gabarito: Errado.

64. (FGV/Técnico Legislativo – Senado/2008) A Constituição


Federal prevê a participação popular na criação, incorporação, fusão e
desmembramento de municípios, da seguinte forma:
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a) consu lta prévia às populações dos municípios envo lvidos, mediante


plebiscito.
b) necessidade de aprovação de lei federa l de iniciativa popu lar.
c) consulta posterior às populações dos municípios envolvidos,
mediante referendo.
d) necessidade da aprovação de lei estadual de iniciativa popular.
e) eleição direta dos novos prefeitos e vereadores dos municípios
recém-criados.
Comentários:
Os requisitos são os seguintes:
• Lei estadual no período de lei complementa r federal;
• Aprovação prévia, por plebiscito, da população envolvida;
• Apresentar e publicar, na forma da lei, Estudos de Viabilidade
Municipal.
Desta forma, somente a alternativa A traz um requ isito correto.
Gabarito: Letra A.

edações aos entes federativos:


Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e
aos Municípios:
I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los,
embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou
seus representantes relações de dependência ou aliança,
ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse
público;
II - recusar fé aos documentos públicos;
III - criar distinções entre brasileiros ou preferências entre
si.

65. (FCC/ Analista - TRT 15ª /2009) Aos Estados é permitida, na


forma da lei, a subvenção a cultos religiosos ou igrejas.
Comentários:
Não só aos Estados, mas a todos os entes pol ít icos é vedada esta
subvenção, ressalvada somente, como vimos, a colaboração de
interesse público nos termos da Constituição, art. 19, I.

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Gabarito : Errado .

66. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) É vedado à União, aos


estados, ao DF e aos municípios estabelecer cu ltos rel igiosos ou
igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter
com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança.
Comentários:
Trata-se de uma limitação imposta pelo constituinte a todos os entes,
insculpida no art. 19, I.
Gabarito: Correto.

67. (ESAF/ ATA-MF/2009) É vedado aos Estados manter relação


de aliança com representantes de cultos religiosos ou igrejas,
resguardando-se o interesse público.
Comentários:
Somente pode haver cooperação entre entes estatais e entidades
religiosas quando se tratar de interesse público (CF, art. 19).
Gabarito: Correto.

Questões gerais

68. (FCC/ Analista - TRT 15ª / 2009) Quanto à organização do


Estado brasileiro, é correto que
a) é vedada a subdivisão de Estados.
b) a fusão de Municípios far-se-á por emenda constitucional.
c) a criação de Territórios Federais será regu lada em lei
complementar.
d) aos Estados é permitida, na forma da lei, a subvenção a cu ltos
re ligiosos ou igrejas.
e) a anexação de municípios para formarem Estados ou Territórios
Federais, autorizada por resolução do Congresso Naciona l, dependerá
de referendo popular.
Comentários:
Letra A - Obviamente errada .

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Letra B - Está errada também. Será por lei estadual e dentro de


período estabalecido por lei complementar federal.
Letra C - Correto. Como vimos, os Territórios Federais não são entes
autônomos, eles integram a União. A sua criação, transformação em
Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei
complementar (CF, art. 18 §2º).
Letra D - Vimos que isto está errado.
Letra E - Esta assertiva está completamente errada. O primeiro erro é
que a Constituição não prevê anexação de Municípios para formarem
Estados. Outro erro é o fato de que, ainda que encarando isso como
"desmenbramento de Estado", não será por resolução do CN, mas por
lei complementar do Congresso, e o útimo erro é que se fará um
plebiscito à população e não um referendo.
Gabarito: Letra C.

69. (ESAF/AFC-CGU/2008) Assinale a única opção correta


relativa à organização político-administrativa da República Federativa
do Brasil, segundo as normas da Constituição de 1988.
a) Compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, todos soberanos, nos termos da Constituição.
b) A criação de territórios federais, que fazem parte da União,
depende de emenda à Constituição.
c) O Distrito Federal é chamado de Brasília e com esse nome constitui
a Capital Federal.
d) A criação de Municípios deve ser feita por lei complementar
federal.
e) É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios
criar distinções entre brasileiros ou estrangeiros.
Comentários:
Organização político-administrativa está lá no art. 18 e 19 da
Constituição. Vejamos:
Letra A - Errado. Pois são autônomos e não soberanos.
Letra B - Errado. Exige-se apenas lei complementar, não precisa de
emenda.
Letra C - Correto. Sem polêmicas!!! Esse é o pensamento da ESAF
sobre o tema, embora muita gente não concorde com isso.

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Letra D - Errado . Será por lei estadua l no período de lei


complementar federal.
Letra E - Errado . A vedação é somente na criação de distinção entre
brasileiros, entre estrangeiros pode haver distinção, por exemplo, os
estrangeiros de um país podem possuir procedimentos de entrada no
território nacional facilitado ou dificultado se comparado com os
procedentes de algum outro país, sem que haja inconstitucionalidade
nisso.
Gabarito: Letra C.

Bens Públicos:
Existem bens exclusivos da União e outros que dependendo da
situação poderão pertencer tanto a União, quanto aos Estados, ou
aos Municípios e até mesmo a terceiros.
Para responder as questões deste tema, colocarei abaixo um resumo
sobre os Bens Públicos que foi retirado do livro "Constituição Federal
Anotada para Concursos":

União e Estados:
+ Terras Devolutas:
Regra 7 Estados;
Exceção 7 União, se indispensáveis:
• À defesa das fronteiras, fortificações e construções
m ilitares ou vias federais de comunicação; ou
• À preservação ambiental.
Terras Devolutas são aquelas que nunca tiveram proprietários ou
foram devolvidas, ficando sem dono, passam então a integrar o
patrimônio público.

+ Ilhas FLUVIAIS e LACUSTRES:


Regra 7 Estados;
Exceção 7 União, se fizer limite com outros países.

+ Águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e


em depósito:

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Regra 7 Est ados;


Exceção 7 União, se na forma da lei, decorrerem de obras da
União.

+ Lagos, rios e demais águas correntes:


Regra 7 Estados;
Exceção 7 União:
• Se banhar mais de um Estado;
• Se fizerem limite com países ou se deles provierem
ou se estenderem;
• Também o são os terrenos marginais destes e as
praias fluviais.

União, Estados e MunicíRios1


+ Ilhas COSTEIRAS e OCEÂNICAS:
Municípios 7 Quando for sede do Município, salvo se for afetada
por serviço público ou unidade ambiental federa l
(nestes casos será da União) ;
Estados 7 Quando estiverem em seu domínio;
União 7 As demais, inclusive o caso acima.

Elas podem ainda ser de terceiros.

Somente à União:
• Todos que atualmente lhe pertencem ou os que lhe vierem a
ser atribuídos;
• Praias marítimas, os terrenos de marinha e seus acrescidos;
• O mar territorial;
• Os recursos naturais da plataforma continenta l e da zona
econômica exclusiva;
• Os recursos minerais, inclusive do subsolo;
• Os potenciais de energia hidráulica;
• As cavidades naturais subterrâneas e os sítios arqueológicos e
pré-históricos;
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• As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.


Observe que todos os recursos minerais são propriedade da União
e, em se tratando da plataforma continental e da zona econômica
exclusiva, também o serão todos os demais recursos naturais além
dos m inerais.
• É assegurado aos entes federativos bem como a órgãos da
administração direta da União, participação no resultado da
exploração de petróleo ou gás natural, de recursos hídricos para
fins de geração de energia elétrica e de outros recursos
minerais no respectivo território, plataforma continenta l, mar
territorial ou zona econômica exclusiva, ou compensação
financeira por essa exploração.

1 Faixa de fronteira íl ·~-~> faixa até 150km de largu ra ao


1 longo das fronteiras terrestres

• A fa ixa de fronteira é considerada fundamental para defesa


do território nacional, e sua ocupação e utilização serão
reguladas em lei.

Bens públicos quanto à finalidade:


O código civil divide esses bens públicos em 3 espécies, que se
referem à destinação do bem:
1 - Bens de uso comum: São os destinados ao uso de toda a
população, indistintamente. Ex: rios, mares, estradas, ruas e praças.
2 - Bens de uso especial: Estão destinados a uma finalidade
específica, são os edifícios ou terrenos destinados a serviço ou
estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou
municipal, e suas autarquias. Ex. Repartições públicas, bibliotecas,
quartéis.
3- Bens dominicais: Não estão destinados nem a uma finalidade
especial, nem são de uso comum . São aqueles bens dos quais o
Estado pode se desfazer.

• Questões da FCC:

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70. (FCC/TJAA-TRT 3ª/2009) No que diz respeito à organização


político-administrativa da União é correto afirmar que
a) a faixa de fronteira deve observar a medida de até cento e oitenta
quilômetros de largura.
b) são bens da União, dentre outros, os potenciais de energia
hidráulica e os sítios arqueológicos.
c) o desmembramento de Municípios far-se-á por lei municipal da
respectiva localidade e das limítrofes.
d) é permitida à União manter, com representantes de igrejas, e em
quaisquer hipóteses, relações de aliança.
e) a formação de Estados ou Territórios Federais será feita por meio
de referendo e por ato normativo do Senado Federal.
Comentários:
Letra A - Errada. A faixa é de 150 e não 180 Km e lembramos que é
só em relação às fronteiras terrestres.
Letra B - Correto.
Letra C - É feito por Lei Estadual, no período de lei complementar
federal.
Letra D - Errado. Isso é vedado a todos os entes pelo art. 19.
Letra E - Errado. Será por plebiscito e por lei complementar no
Congresso.
Gabarito: Letra B.

71. (FCC/AJAJ-TRE-AL/2010) É INCORRETO afirmar que entre


os bens dos Estados incluem-se
a) as terras devolutas não compreendidas entre as da União.
b) as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em
depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de
obras da União.
c) as áreas, nas ilhas oceânicas e costeiras, que estiverem no seu
domínio, excluídas aquelas sob domínio da União, Municípios ou
terceiros.
d) as ilhas fluviais e lacustres não pertencentes à União.
e) o mar territorial e os potenciais de energia hidráulica.
Comentários:

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Letra A - Correto. As terras devolutas são bens dos ESTADOS. A não


ser que sejam indispensáveis:
 À defesa das fronteiras, fortificações e construções militares ou
vias federais; ou
 À preservação ambiental.
Neste caso serão da União! Desta forma, é correto falar que "se não
for da União, será dos Estados".
Letra B - Correto. As águas são bens dos Estados, mas se elas foram
decorrentes de obras da União, irá pertencer a ela já que, em se
tratando de águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes
e em depósito, temos:
Regra  Estados;
Exceção  União, se na forma da lei, decorrerem de obras da União.

Letra C - Também está correto. Como vimos as ilhas COSTEIRAS e


OCEÂNICAS, podem pertencer a terceiros, ou:
aos Municípios  Quando for sede do Município, salvo se for
afetada por serviço público ou unidade ambiental
federal (nestes casos será da União);
aos Estados  Quando estiverem em seu domínio;
à União  As demais, inclusive o caso acima (afetação da ilha
municipal).

Letra D - Correta. Em se tratando de ilhas FLUVIAIS e LACUSTRES,


temos:
Regra  Estados;
Exceção  União, se fizer limite com outros países.

Letra E - Está errada e é o gabarito!!! Essa foi muito fácil, não foi?
Nem precisava resolver as outras... mar territorial é obviamente da
União, mais óbvio ainda são os potencias de energia hidráulica, pois
tudo que é recurso energético, mineral e etc. está sob o cuidado da
União.
Gabarito: Letra E.

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72. (FCC/Técnico-TRE-AL/2010) Incluem-se entre os bens dos


Estados as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes
e em depósito, incluídas, em regra, as decorrentes de obras da
União. emergentes e em depósito, incluídas, em regra, as
decorrentes de obras da União (C/E).
Comentários:
As águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em
depósito, são:
Regra  Estados;
Exceção  União, se na forma da lei, decorrerem de obras da União.
Desta forma, erra a questão, pois deve-se "excluir" as que
decorrerem de obras da União.
Gabarito: Errado.

73. (FCC/Técnico-TRT-MG/2010 - Adaptada) A faixa de


fronteira deve observar a medida de até cento e oitenta quilômetros
de largura.
Comentários:
O correto seria faixa até 150 km de largura, e lembrando que isso é
somente ao longo das fronteiras terrestres. Muitas questões tentam
dizer "aéreas", "marítimas" e assim se tornam incorretas.
Gabarito: Errado.

74. (FCC/Técnico-TRT-MG/2010 - Adaptada) São bens da


União, dentre outros, os potenciais de energia hidráulica e os sítios
arqueológicos.
Comentários:
Perfeito, exatamente como vimos no resumo.
Gabarito: Correto.

75. (FCC/TJ-DF/2008 - Adaptada) As terras devolutas


pertencem aos estados, com exceção das terras devolutas
indispensáveis à defesa das fronteiras, das fortificações e construções
militares, das vias federais de comunicação e à preservação
ambiental, definidas em lei.
Comentários:
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Perfeito, como vimos:


 Terras Devolutas:
Regra  Estados;
Exceção  União, se indispensáveis:
 À defesa das fronteiras, fortificações e construções militares ou
vias federais; ou
 À preservação ambiental.
Gabarito: Correto.

76. (FCC/Auxiliar - TJ-PA/2009) O espaço pertencente a União


e designado como "faixa de fronteira", considerado fundamental para
a defesa do território nacional, constitui a faixa de até cento e
cinquenta milhas de largura, ao longo das fronteiras aéreas e
terrestres.
Comentários:
Aqui temos 2 erros: primeiro que são apenas as fronteiras terrestres
e não as aéreas, o segundo erro é o fato de serem 150 kilometros e
não 150 milhas.
Gabarito: Errado.

77. (FCC/Procurador - TCE - AL/2008) São bens dos Estados-


membros os recursos naturais da plataforma continental e da zona
econômica exclusiva a eles correspondentes.
Comentários:
Estes serão bens da União, nos termos da Constituição, art. 20, V.
Gabarito: Errado.

78. (FCC/Procurador - TCE - AL/2008) São bens dos Estados-


membros os potenciais de energia hidráulica situados em seus
territórios.
Comentários:
Os potenciais de energia hidráulica são bens que pertencem a União,
sem ressalvas, por força do art. 20, VIII da Constituição Federal.
Gabarito: Errado.

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79. (FCC/Procurador - TCE - AL/2008) São bens dos Municípios


todas as ilhas fluviais e lacustres presentes em seus territórios, ainda
que situadas nas zonas limítrofes com outros países.
Comentários:
Errado. As ilhas nunca serão dos Municípios. Em regra elas são dos
Estados, e poderão ser da União caso façam limites com outros
países. O único caso de uma ilha pertencer ao Município será no caso
de ser uma ilha costeira ou oceânica que for a sede do município,
como ocorre com algumas capitais de estados brasileiros.
Gabarito: Errado.

80. (FCC/Procurador - TCE - AL/2008) São bens dos Municípios


as terras devolutas não pertencentes à União situadas em seus
territórios.
Comentários:
Em regra, as terras devolutas pertencem aos Estados. Além dos
Estados, poderão pertencer à União, se indispensáveis:
-à defesa das fronteiras, fortificações e construções militares ou vias
federais; ou
-à preservação ambiental.
A Constituição não estabelece nenhuma hipótese em que elas
pertencerão aos Municípios.
Gabarito: Errado.

 Questões do CESPE:

81. (CESPE/Analista – CNPq/2011) Consideram-se terras da


União as terras devolutas indispensáveis à defesa das fronteiras, das
fortificações, das construções militares e das vias federais de
comunicação, bem como indispensáveis à preservação ambiental, e
as áreas de fronteiras.
Comentários:
As terras devolutas são bens que em regra são dos Estados, embora
possam ser da União se indispensáveis:
 À defesa das fronteiras, fortificações e construções militares ou
vias federais; ou

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 À preservação ambiental.
Erra a questão ao dizer que “as áreas de fronteira” são bens da
União. Não basta ser área de fronteira para ser bem da União, ela
tem que ser “indispensável à defesa das fronteiras”.
Gabarito: Errado.

82. (CESPE/Juiz Federal Substituto – TRF 5ª/2009) São bens


da União as terras devolutas.
Comentários:
As terras devolutas são bens que em regra são dos Estados, embora
possam ser da União se indispensáveis:
 À defesa das fronteiras, fortificações e construções militares ou
vias federais; ou
 À preservação ambiental.
Não se pode então fazer esta afirmação: "São bens da União as
terras devolutas".
Gabarito: Errado.

83. (CESPE/AGU/2009) As terras devolutas são espécies de


terras públicas que, por serem bens de uso comum do povo, não
estão incorporadas ao domínio privado. São indisponíveis as terras
devolutas ou arrecadadas pelos estados-membros, por ações
discriminatórias, necessárias à proteção dos ecossistemas naturais.
Constituem bens da União as terras devolutas indispensáveis à defesa
das fronteiras, das fortificações e construções militares, das vias
federais de comunicação e à preservação ambiental, definidas em lei.
Comentários:
As terras devolutas não são bens de uso comum, são bens
dominicais, ou seja, bens que não possuem nenhuma destinação
estatal específica, nem são de uso indistinto da população.
Gabarito: Errado.

84. (CESPE/ACE-TCU/2009) Caso o estado do Amazonas


conceda título de propriedade de uma pequena área localizada em
terras devolutas dentro da zona de fronteira com a Colômbia, o
referido título será nulo, visto que essa área pertence à União.
Comentários:
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Questão muito maldosa. Em regra as terras devolutas pertencem aos


Estados, porém pertencerão à União caso sejam "indispensáveis" à
defesa das fronteiras ou à preservação ambiental. O fato da terra
encontrar-se na zona de fronteira, por si, não a faz ser um bem da
União, assim seria se fosse considerada "indispensável à defesa da
fronteira".
Gabarito: Errado.

85. (CESPE/Procurador Municipal - Natal/2008) Os potenciais


de energia hidráulica são bens comuns da União e dos estados onde
se encontrem.
Comentários:
Os potenciais de energia hidráulica são bens que pertencem somente
à União (CF, art. 20, VIII).
Gabarito: Errado.

86. (CESPE/ABIN/2008) As terras tradicionalmente ocupadas


pelos índios são de domínio das comunidades indígenas.
Comentários:
São bens da União, nos termos do art. 20, XI da Constituição.
Gabarito: Errado.

87. (CESPE/Agente-Polícia Federal/2009) A Constituição


Federal de 1988 (CF) não reconhece aos índios a propriedade sobre
as terras por eles tradicionalmente ocupadas.
Comentários:
Segundo a Constituição, em seu art. 20, XI a propriedade das terras
tradicionalmente ocupadas pelos índios pertence à União.
Gabarito: Correto.

88. (CESPE/Promotor - MPE-ES/2010) A faixa de até 50 km de


largura, ao longo das fronteiras terrestres, designada como faixa de
fronteira é considerada fundamental para a defesa do território
nacional, e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei.
Comentários:

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Embora a faixa de fronteira seja realmente considerada fundamental


para defesa do território nacional, e sua ocupação e utilização devam
ser reguladas em lei. Tal faixa é de até 150 km de largura ao longo
das fronteiras terrestres.
Gabarito: Errado.

89. (CESPE/AGU/2009) Os rios públicos são bens da União


quando situados em terrenos de seu domínio, ou ainda quando
banharem mais de um estado da Federação, ou servirem de limites
com outros países, ou se estenderem a território estrangeiro ou dele
provierem. Os demais rios públicos bem como os respectivos
potenciais de energia hidráulica pertencem aos Estados-membros da
Federação.
Comentários:
A questão traz muita informação verdadeira, porém, está falha já que
os potenciais de energia hidráulica serão sempre bens da União, vide
art. 20, VIII CF.
Gabarito: Errado.

 Questões da ESAF:

90. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) são bens dos


Estados as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes
e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as
decorrentes de obras da União.
Comentários:
Tais águas são bens dos Estados por expressa disposição
constitucional (CF, art. 26, I).
Gabarito: Correto.

91. (ESAF/ATRFB/2012) As terras tradicionalmente ocupadas


pelos índios são bens da União.
Comentários:
Sempre que estivermos diante de temas “sensíveis”, como atividade
nuclear, guerra, índios, mais uma vez estaremos diante de
competência da União.
Gabarito: Correto.
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92. (ESAF/ ATRFB/2012} Os recursos minerais do subsolo são


bens dos Municípios.
Comentários:
Entre outros, são bens da União:
• Os recursos naturais da plataforma continental e da zona econômica
exclusiva;
• Os recursos minerais, inclusive do subsolo;
Gabarito: Errado.

93. (ESAF/ ATA-MF/2009} Incluem-se entre os bens dos Estados


as terras devolutas não compreendidas entre as da União.
Comentários:
As terras devolutas em regras são dos Estados. Somente serão da
União se indispensáveis à defesa das fronteiras, das fortificações e
construções militares, das vias federa is de comunicação e à
preservação ambiental, definidas em lei (CF, art. 20, II e art. 26, IV).
Gabarito: Correto.

Competências Administrativas e Legislativas:


eoria e noções erais sobre o tema:
Trata-se de um tema muito explorado em concursos e, geralmente,
os candidatos têm aversão ao seu estudo pela aparente
complexidade e extensão. Estes problemas são facilmente
dissipados, se, antes de iniciarmos o estudo, atentarmos para
algumas lógicas usadas pelos Constituintes ao estabelecer as
competências.
Existem 2 t ipos de competência elencadas na Constituição:
competência material (administrativa) e competência legislativa.
A competência material (rea lizar as coisas) pode ser:
• Exclusiva da União (art. 21} - quando só a União
poderá realizar tais atos, sem poder delegar a nenhum
outro ente, ou
• Comum - ou paralela - (art. 23} - quando todos os
entes da federação puderem, em pé de igualdade, agir
para concretizar aquilo que está exposto .

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A competência legislativa (regulamentar como as coisas serão


feitas) pode ser :
• privativa da União (art. 22} - quando couber somente
a União legislar sobre o tema - embora neste caso,
através de uma lei complementar, ela permita que os
Estados façam a regulamentação de questões específicas
-; ou
• Concorrente (art. 24} - quando a União não irá fazer
nada além das normas gerais (normas genéricas que se
aplicam a todos os entes) e com base nessas normas
gerais - sem precisar receber a delegação da União - os
Estados irão elaborar as normas específicas. O nome é
concorrente pois são 2 legislações que concorrem para um
certo ponto (a regulamentação do tema):

Normas Gerais

Regulamentação
do tema
Norma Específica
Suplementar

Embora tenhamos a classificação


doutrinária de chamar "competência exclusiva" a competência
material executável somente pela União, e de "competência privativa"
a competência legislativa, as bancas de concurso não são tão
inflexíveis com isso . Diversas vezes colocam no enunciado:
"competência exclusiva para legislar" ou "competência privativa para
executar" . Ou seja, fique atento, mas não marque incorreta uma
questão de prova somente pr este fato (principalmente se a questão
for do CESPE) .

Critério Rara reP.artição de com etências:


As competências são instituídas de acordo com o critério da
"predominância do interesse", ou seja, a União faz as coisas de
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âmbito naciona l (e relações internacionais), os Estados fazem as


coisas de âmbito regiona l, e os Municípios fazem no âmbito local.
Outro imperante princ1p10, que vigora notadamente para as
competências comuns seria o princípio da subsidiariedade que diz
que nada será exercido por um poder de nível superior, caso possa
ser cumprido pelo inferior. Isso porque os governos locais estão mais
próximos da população e sabem a sua real necessidade, sendo os
primeiros a executar as políticas sociais comuns (CF, art. 23)
iTécnica utilizada para a repartição de competências:
A técnica utilizada pela Constituição para repartir as competências foi
a seguinte:
1- Enumerar as competências da União e dos Municípios -
Assim, ela estabeleceu de forma expressa e taxativamente quais
seriam as competências federais (CF, art. 21 ao 24) e municipais (CF,
art. 30).
2- Estabelecer a competência residual (ou remanescente) para
os Estados - Assim, a competência estadual não foi taxativa,
cabendo aos Estados fazer "t udo aquilo que não lhe forem
vedados".

Existe uma exceção: A União possui


competência residual quando se trata de "matéria tributária",
podendo instituir novos impostos e contribuições que não foram
previstos no texto constitucional.

• ~ 3- Atribuiu competência legislativa


hibrida ao DF - Assim o DF possui as competências legislativas
taxativas dos Municípios e as remanescentes dos Estados.

Em que pese a competência remanescente ou residual dos


Estados/D F, existem para estes entes duas competências expressas
no art. 25 .
• Art. 25 §2º - Cabe aos Estados explorar diretamente, ou
mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado,

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na forma da lei, vedada a edição de medida provisória


para a sua regulamentação.
• Art. 25 §3º Os Estados poderão, mediante lei
complementar, instituir reg1oes metropolitanas,
aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agru-
pamentos de municípios limítrofes, para integrar a organização,
o planejamento e a execução de funções públicas de interesse
comum.
A vedação da medida provisória para regulamentar o art. 25 §2º foi
inserida pela EC 05/95 e é importante observar que o art. 246 dispõe
que "é vedado se regulamentar por MP qualquer artigo da CF
modificado por EC entre 1º de janeiro de 95 (o que inclui a EC 05/95)
até a EC 32/01 ", o que tornaria desnecessário esse t exto.

ÓICA FINAL SOBRE AS NOç__ÕES GERAIS:


As únicas coisas que precisam estar completamente decoradas são:
1- Os parágrafos únicos do art. 22 e 23, e os parágrafos do art. 24,
já que eles são cobrados literalmente, constantemente, em
concursos.
2- As duas competências expressas dos Estados (CF, art. 25 §§2º e
3º). Os Estados só tem essas duas competências expressas, então
caem muito em prova, e não pode errar de jeito algum!! !

Literalidade dos art. 21 ao 24 (União), 25 (Estados) e 30


(Municípios - Dicas para entender a literalidade e resolver as
questões:
1- Como as competências são instituídas de acordo com o critério
da "predominância do interesse", sempre que se usar o termo
nacional ou internacional, já sabemos que é competência da
União.
2- Como a União é o poder central da federação, responsável por
uniformizar as medidas e evitar os conflitos entre os entes, será ela
que irá estabelecer as "diretrizes", "critérios", "bases",
"normas gerais"... (tente imaginar o Rio de Janeiro
estabelecendo uma norma gera l para ser cumprida por SP, MG,
RS ... isto é inimaginável)
3- Se a questão tocar em temas "sensíveis" como atividade
nuclear, guerra, índios, energia, telecomunicações mais uma vez
estaremos diante de competência da União.
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4- Como vimos, as competências federativas encontram- se


basicamente em 4 artigos da Constituição : 21,22,23 e 24. Destes,
o Município só participa de 1 rol de competências : Competência
"administrativa" comum . Logo, sempre que se deparar com uma
questão que traga "compete à União, aos Estados, ao Distrito
Federal e aos Municípios", essa competência nunca poderá ser
legislativa, apenas administrativa, pois, competência legislativa
para Município só ocorre na Constituição quando ele atua sozinho
(CF, art. 30, I e II).
(OBS. Isso não se aplica para questões da banca "CESPE", pois
esta entende que os Municípios legislam concorrentemente,
agregando o art. 30, II ao art. 24, a FCC de vez em quando
também aparece com uma dessa)
5- A competência comum refere-se a temas coletivos, difusos ...
assim, caberá a todos os entes políticos unir forças para preservar
florestas, fauna, combater a pobreza, zelar pela guarda da
Constituição e o patrimônio público.
6- Geralmente as coisas que são de competência comum entre os
entes, estarão atreladas a legislações concorrentes, veja o exemplo
abaixo:

Competência Comum:
Legislação concorrente -
legislar sobre:
proteger os documentos, as proteção ao patrimônio
obras e outros bens de valor histórico, cultural, artístico,
histórico, artístico e cultural; turístico e paisagístico;
proporcionar os meios de educação, cultura, ensino e
acesso à cultura, à educação e desporto;
à ciência;
proteger o meio ambiente e responsabilidade por dano ao
combater a poluição em meio ambiente, ao
qualquer de suas formas; consumidor, a bens e direitos
de valor artístico, estético,
histórico, turístico e
paisag ístico;

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preservar as florestas, a fauna florestas, caça, pesca, fauna ,


e a flora; conservação da natureza,
defesa do solo e dos recursos
naturais, proteção do meio
ambiente e controle da
poluição.

7- A Constituição dispôs expressamente sobre alguns serviços que


podem ser executados pelos entes de forma direta ou sob regime
de delegação (concessão, permissão ou autorização). Porém, pela
literalidade da Constituição, os serviços ali expressos foram
previstos da seguinte forma:
• União - diretamente ou por autorização, permissão e
concessão;
• Municípios - diretamente ou por permissão e concessão;
• Estados - diretamente ou apenas por concessão.
Assim, se a questão cobrar "Municípios" e falar em "autorização" já
está errada, pois pela literalidade Municípios = permissão ou
concessão. Da mesma forma, se falar em "Estados", tem que fa lar
em "concessão", senão já está errado.

Pegadinhas que semRre caem nos concursos, logo NÃO PODE


ERRAR:

• Essas coisas já são muiiiiito


manjadas! Se você errar vai ficar pra trás, pois todo mundo vai
acertar:
1- Direitos: Existem 5 que são de legislação concorrente, e 10 que
são de legislação privativa da União - gravem somente os 5
concorrentes. Assim temos:
Concorrentes- Tributário, Financeiro, Penitenciário, Econôm ico
e Urbanístico - (Mnemônico: Tri - fi - Penit - EC - Ur);
Privativos da União - O que sobrou!

2- Legislar sobre desapropriação = É privativo da União;


X
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Decretar a desapropriação = Poder Público (executivo) em geral,


em especial o Municipal, que é o responsável pelo ordenamento
urbano.

3- Direito Processual - Competência legislativa privativa da União


(CF, art. 22, I), já que não está no Tri-Fi-Penit-Ec-Ur;
X
Procedimentos em matéria processual - Competência legislativa
concorrente (CF, art. 24, XI) - ou seja, observada as normas gerais
da União, cada ente poderá estabelecer no seu âmbito, como serão
os procedimentos a serem usados nos andamentos dos seus
processos.

4- Seguridade social = é o conjunto de Saúde + Previdência Social


+ Assistência Social = Esse conjunto, como um todo, é de
competência legislativa privativa da União (CF, art. 22, XXIII).
X
Previdência Social, bem como a proteção e defesa da saúde =
A legislação é concorrente, pois cada ente possui o seu regime
próprio de previdência (CF, art. 24, XII) e proteger e defender a
saúde é algo que merece união de forças dos entes públicos.

5- Legislar sobre educação = Competência concorrente.


X
Legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional =
Privativa da União, até porque, tudo que tiver diretrizes, bases e
nacional, será competência da União.

Jurisprudência:
Súmula vinculante n° 2: "É inconstitucional a lei ou ato normativo
estadual ou distrital que disponha sobre sistemas de consórcios e
sorteios, inclusive bingos e loterias.”
Isso porque segundo o art. 22, XX compete à União legislar sobre os
sistemas de consórcios e sorteios.

Sobre as noções gerais, vamos ver algumas questões:

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 Questões da FCC:
94. (FCC/ AJAJ- TRT-5/ 2013) Certa lei estadual dispôs sobre
contrato de trabalho firmado com empregados públicos estaduais,
contratados sob o regime celetista, tratando da jornada de trabalho,
férias e rescisão do contrato de trabalho, divergindo da legislação
trabalhista aplicável aos empregados de modo geral. À luz da
Constituição Federal, a matéria objeto da referida lei insere-se no
âmbito da competência legislativa
(A) concorrente entre União e Estados, cabendo à União legislar sobre
normas gerais e aos Estados exercer a competência suplementar,
inclusive no caso de inexistência de normas gerais da União.
(B) dos Estados, uma vez que versa sobre contrato de trabalho
firmado com servidores da Administração pública estadual, mas a lei
estadual não pode impor ao empregado público regime de trabalho
menos favorecido do que aquele previsto na legislação trabalhista.
(C) dos Estados, uma vez que versa sobre contrato de trabalho
firmado com servidores da Administração pública estadual, cabendo
ao Estado dispor sobre o regime de trabalho do empregado público
independentemente daquele previsto na legislação trabalhista.
(D) da União, visto tratar sobre direito do trabalho, sendo vedada a
delegação desta competência aos Estados, uma vez que o direito do
trabalho é objeto de pactos internacionais celebrados pela República
Federativa do Brasil.
(E) da União, a quem cabe legislar privativamente sobre
direito do trabalho, podendo delegar a competência aos
Estados para legislarem sobre questões específicas sobre a
matéria.
Comentários:
Segundo o inciso I, art. 20 da Constituição, trata-se de hipótese de
legislação privativa da União (Art. 22. Compete privativamente à
União legislar sobre: I - direito civil, comercial, penal, processual,
eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho), que
nos termos do parágrafo único do mesmo artigo, lei complementar
poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das
matérias relacionadas neste artigo.
Gabarito: Letra E.

95. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) aos


Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios foi assegurado o
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exercício das competências legislativas e administrativas atribuídas à


União.
Comentários:
As competências da União e dos Municípios foram distinta e
taxativamente enumeradas pela Constituição Federal. Os Estados
podem fazer tudo aquilo que não lhes forem vedados, não podendo
entrar em assuntos de competência federal ou municipal. Já ao
Distrito Federal foram atribuídas competências de Estados e
Municípios (competência híbrida).
Gabarito: Errado.

96. (FCC/Analista TRT-6ª/2012) Em relação às competências no


âmbito da organização político-administrativa do Estado Brasileiro, é
correto asseverar que a União
a) possui competência legislativa privativa, a qual não pode ser
delegada aos Estados, ao Distrito Federal e nem aos Municípios.
b) é dotada de competência administrativa remanescente ou residual
para suprir a inércia legislativa dos Estados e Municípios.
c) pode avocar uma competência estadual ou municipal sempre que o
interesse público exigir.
d) suplementa a atuação dos Estados e Municípios quando exerce a
competência legislativa concorrente.
e) possui competência comum, juntamente com Estados, Distrito
Federal e Municípios, para fomentar a produção agropecuária e
organizar o abastecimento alimentar.
Comentários:
Letra A - Errado. De fato a União possui competência legislativa
privativa, conforme previsto no Art. 22. Compete privativamente à
União legislar sobre (...). No entanto, o parágrafo único prevê a
possibilidade de autorizar o Estados legislar, veja: (...) Parágrafo
único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar
sobre questões específicas das matérias relacionadas neste
artigo.
Letra B - Errado. A competência remanescente ou residual não é
atribuída à União, mas sim aos Estados-membros (e ao DF que é
híbrido de Estado e Município). No âmbito da União e Municípios as
competências foram "enumeradas" no texto constitucional, o que não
aconteceu com os Estados, atribuindo-lhes tudo aquilo que não lhes
fossem vedado. Uma observação cabe aqui: a União, no entanto,
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possui competência remanescente somente no que tange à matéria


tributária.
Letra C - Errado. Não há previsão constitucional para avocação de
competências.
Letra D - Errado. A União nestas hipótese editará normas gerais,
conforme previsto no art. 24, § 1º, No âmbito da legislação
concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer
normas gerais.
Letra E - Correto, é o teor do Art. 23- É competência comum da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: (...) VIII -
fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento
alimentar.
Gabarito; Letra E.

97. (FCC/Analista TRT-6ª/2012) Determina a Constituição que


Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a União
e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, tendo em vista o
equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional.
Esta regra constitucional aplica-se no caso de competência
a) comum.
b) reservada.
c) suplementar.
d) concorrente.
e) remanescente.
Comentários:
A resposta está no Art. 23 -“É competência comum da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: (...) Parágrafo único.
Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a
União e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, tendo em vista
o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional.
Gabarito: Letra A.

98. (FCC/TJAA - TRE-AC/2010) Em matéria de competência


legislativa concorrente relacionada à União, Estados e Distrito
Federal, é correto afirmar que
a) a competência da União para legislar sobre normas gerais não
exclui a competência suplementar dos Estados.
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b) no âmbito da legislação concorrente, a competência da União


estende-se ao estabelecimento de normas específicas.
c) a superveniência de lei federal sobre normas gerais não suspende,
em qualquer hipótese, a eficácia da lei estadual.
d) a competência da União para legislar sobre normas gerais ou
específicas exclui a competência suplementar dos Estados.
e) inexistindo lei federal sobre normas de qualquer natureza, os
Estados só podem exercer a competência limitada para atender suas
peculiaridades.
Comentários:
Essa questão é quase um resumo de tudo que está nos parágrafos do
art. 24:
 §§1º e 2º - Na competência concorrente caberá à União
estabelecer tão somente as normas gerais, e os
Estados/DF vão suplementar essas normas com as
peculiaridades de cada ente.
 §3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os
Estados exercerão a competência legislativa plena, ou
seja, vão legislar de forma completa para que possa atender
às suas necessidades.
 §4º Mas, se após o exercício pelo Estado/DF da competência
plena, for editada lei federal sobre normas gerais, esta irá
suspender a eficácia da lei estadual, naquilo que lhe for
contrário.
Letra A - Correta.
Letra B - Errado. Ela se limita às normas gerais.
Letra C - Errado. Ela suspende a lei estadual naquilo que lhe for
contrário.
Letra D - Errado. A questão faz uma "dobradinha" de exclusão com a
letra A. Somente uma das duas poderia estar correta, essa está
errada já que não exclui a competência suplementar estadual.
Letra E - Errado. Inexistindo normas gerais, eles legislam de forma
plena.
Gabarito: Letra A.

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99. (FCC/Procurador - PGE-AM/2010) A propósito do modelo


de repartição de competências adotado na Constituição Federal,
pode-se afirmar que
a) aos Estados foram asseguradas apenas competências residuais.
b) as competências materiais são sempre de exercício concorrente
por todos os entes federativos.
c) todas as competências privativas legislativas da União Federal
podem ser exercidas pelos Estados naquilo que for necessário para
atender a suas peculiaridades, mas não pelos Municípios.
d) entre as competências legislativas dos Municípios se inclui a de
suplementar a legislação federal e a estadual, no que couber.
e) ao Distrito Federal não foi assegurado o exercício de competências
legislativas em regime de concorrência com a União
Comentários:
Letra A - Errado. Embora as competências estaduais sejam em regra
residuais ou remanescentes, eles possuem 2 competências
expressas:
 Art. 25 § 2º - Cabe aos Estados explorar diretamente, ou
mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado,
na forma da lei, vedada a edição de medida provisória
para a sua regulamentação.
 Art. 25§ 3º - Os Estados poderão, mediante lei
complementar, instituir regiões metropolitanas,
aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agru-
pamentos de municípios limítrofes, para integrar a organização,
o planejamento e a execução de funções públicas de interesse
comum.
Letra B - Errado. Primeiro que a competência material é exclusiva ou
comum. A competência legisaltiva é que pode ser chamada de
privativa ou concorrente. Segundo que mesmo se empregado o termo
"concorrente" no sentido de "comum" ela estaria errada.
Letra C - Errado. Questão também com vários erros. As competências
privativas não são em regra exercíveis pelos Estados. Para que os
Estados possam exercê-las precisa haver uma lei complementar
federal autorizado aquela questão específica, o que nem sempre vai
ocorrer. O outro erro da questão é o fato de que os municípios
poderão também, em certos casos exercer alguma daquelas
competências, pois ao Município compete (segundo a CF, art. 30, II)
suplementar a legislação federal e estadual naquilo que lhe couber,

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ou seja, naquilo que for necessário para adequar a legislação às


peculiaridades do Município.
Letra D - Correto. É a competência atribuída pelo art. 30, II da
Constituição.
Letra E - Errado. Tanto os Estados quanto o Distrito Federal legislam
concorrentemente com a União sobre as matérias do art. 24 da
Constituição.
Gabarito: Letra D.

100. (FCC/AJAJ-TRF4º/2010) Os Estados não possuem


competência legislativa residual, sendo-lhes vedado atuar em áreas
que não lhe forem expressamente atribuídas pela Constituição
Federal.
Comentários:
A Constituição fez justamente o contrário. Atribuiu competência
residual aos Estados, dando-lhes o poder de legislar sobre tudo aquilo
que não seja lhes seja vedado, ou seja, aquilo que ficou atribuído
expressamente à União ou aos Municípios.
Gabarito: Errado.

101. (FCC/Procurador - Recife/2008) Cabe aos Estados-


membros exercer somente as competências enumeradas na
Constituição Federal.
Comentários:
Os estados a competência é remanescente, e não taxativa. Assim,
eles podem exercer as duas competências que lhes foram
enumeradas pela Constituição (CF, art. 25 §§2º e 3º) e tudo aquilo
que a Constituição não lhes vedou.
Gabarito: Errado.

102. (FCC/AJAJ-TRF4º/2010) O Distrito Federal possui


competência legislativa residual, estando subtraídas do seu campo de
atuação apenas as matérias expressamente atribuídas pela
Constituição Federal à União.
Comentários:
Questão bem interessante. Sabemos que o Distrito Federal tem
competência híbrida, atua como Estado e como Município. Assim,
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como os Estados possuem a competência residual, o DF também a


tem. Veja então que o DF pode legislar sobre tudo aquilo que está
expressamente elencado para os Municípios, sobre as duas
competências expressas dos Estados e sobre as competências
remanescentes estaduais, sendo-lhes vedado somente aquilo que é
expressamente atribuído à União.
A questão está correta. Lembrando que, se a questão falasse em
"Estados", em vez de "Distrito Federal", deveria ressalvar tanto as
competências da União quanto as dos Municípios, porém, ao falar em
Distrito Federal, não precisou ressalvar a dos Municípios, pois estas
são exercidas também pelo DF.
Gabarito: Correto.

103. (FCC/TJAA-TRE-AC/2010) Aos Estados cabe explorar,


diretamente ou mediante permissão, os serviços locais de gás
canalizado, na forma da lei, cuja regulamentação se fará mediante
medida provisória.
Comentários:
Questão de dois erros, o correto seria "concessão" e é vedada a
medida provisória para regulamentar esse serviço.
Gabarito: Errado.

104. (FCC/Técnico Superior - PGE-RJ/2009) O critério de


competências legislativas estabelecido pela Constituição de 1988,
admite o exercício de funções legislativas pelas Regiões
Metropolitanas, desde que previsto em lei complementar estadual.
Comentários:
As regiões metropolitanas são formadas facultadamente pelos
Estados, através de sua competência atribuída pelo art. 25 §3º da
Constituição, mediante lei complementar estadual. De forma alguma,
porém, terão estas regiões competências legislativas. Trata-se
apenas de uma organização administrativa do território.
Gabarito: Errado.

105. (FCC/Técnico Superior - PGE-RJ/2009) O critério de


competências legislativas estabelecido pela Constituição de 1988,
admite a regulamentação integral pela União das matérias

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submetidas a legislação concorrente, desde que por meio de lei


complementar.
Comentários:
Estabelece a Constituição, em seu art. 24 §1º que no âmbito da
legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a
estabelecer normas gerais. Os Estados é que podem legislar de
forma plena, no caso de não existir norma geral federal (CF, art. 24
§3º).
Gabarito: Errado.

106. (FCC/Técnico Superior - PGE-RJ/2009) O critério de


competências legislativas estabelecido pela Constituição de 1988,
admite que os Municípios legislem sobre todas as matérias que não
tenham sido atribuídas privativamente à União, em concorrência com
os respectivos Estados-membros.
Comentários:
A questão versa sobre a chamada "competências remanescentes" ou
"residuais". Estas competências são atribuídas aos Estados-membros
e não aos Municípios, conforme dispõe o art. 25 § 1º: são reservadas
aos Estados as competências que não lhes sejam vedadas por esta
Constituição.
Gabarito: Errado.

107. (FCC/Técnico Superior - PGE-RJ/2009) O critério de


competências legislativas estabelecido pela Constituição de 1988,
admite que os Estados legislem sobre matérias de competência
privativa da União, desde que autorizados por lei complementar
federal.
Comentários:
Embora as matérias dispostas no art. 22 da Constituição sejam tidas
como "privativas" da União, admite o parágrafo único deste mesmo
artigo que: Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar
sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo.
Gabarito: Correto.

 Questões do CESPE:

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108. (CESPE/AGU/2009) No âmbito da competência legislativa


concorrente, caso a União não tenha editado a norma geral, o estado-
membro poderá exercer a competência legislativa ampla. Contudo,
sobrevindo a norma federal faltante, o diploma estadual terá sua
eficácia suspensa no que lhe for contrário, operando-se, a partir de
então, um verdadeiro bloqueio de competência, já que o estado-
membro não mais poderá legislar sobre normas gerais quanto ao
tema tratado na legislação federal.
Comentários:
Os parágrafos do art. 24 devem estar completamente decorados:
 §§1º e 2º - Na competência concorrente caberá à União
estabelecer tão somente as normas gerais, e os
Estados/DF vão suplementar essas normas com as
peculiaridades de cada ente.
 §3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os
Estados exercerão a competência legislativa plena, ou
seja, vão legislar de forma completa para que possa atender
às suas necessidades.
 §4º Mas, se após o exercício pelo Estado/DF da competência
plena, for editada lei federal sobre normas gerais, esta irá
suspender a eficácia da lei estadual, naquilo que lhe for
contrário.
Assim, a questão traz exatamente o entendimento conjunto dos 4
parágrafos do art. 24 da Constituição Federal, que acabamos de ver.
Gabarito: Correto.

109. (CESPE/DPE-ES/2009) Suponha que um estado-membro da


Federação tenha legislado, de forma exaustiva, acerca de assistência
jurídica e defensoria pública, dada a inexistência de legislação federal
sobre o tema. Nesse caso, ao ser promulgada legislação federal a
esse respeito, as normas estaduais incompatíveis com ela serão
automaticamente revogadas.
Comentários:
A defensoria pública (salvo a dos Territórios) trata-se de legislação
concorrente, já que cada estado poderá constituir a sua defensoria
pública. O erro da questão é falar que, ao ser promulgada a lei
federal, serão revogadas as normas estaduais plenas. O que ocorre
é uma "suspensão" e não "revogação", e somente daquilo que for
contrário à legislação federal.

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Gabarito: Errado.

110. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) A competência da União


para legislar a respeito de normas gerais exclui a competência
suplementar dos estados, podendo haver delegação de competência
pela União.
Comentários:
Em se tratando de legislação concorrente, a União se limita a fazer
normas gerais e cabe aos Estados complementá-las. A delegação
também mostra-se desnecessária, ela ocorre somente em se tratando
da competência privativa do art. 22, quando a Constituição admite
que por lei complementar a União autorize que os Estados legislem
sobre questões específicas.
Gabarito: Errado.

111. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) Lei


complementar federal poderá autorizar os estados-membros a
legislarem sobre pontos específicos das matérias inseridas no âmbito
da competência legislativa privativa da União, sem prejuízo da
retomada pela União, a qualquer tempo, da sua competência para
legislar sobre o assunto objeto da delegação.
Comentários:
A Constituição no parágrafo único do art. 22 dispõe que lei
complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões
específicas das matérias relacionadas no âmbito da legislação
privativa. Obviamente, a delegação poderá ser revogada por motivos
supervenientes.
Gabarito: Correto.

112. (CESPE/MPS/2010) Compete privativamente à União


explorar, diretamente ou mediante concessão, os serviços locais de
gás canalizado, na forma da lei, sendo vedada a edição de medida
provisória para a sua regulamentação.
Comentários:
Essa é uma questão que explora o art. 25 §2º da Constituição, tal
dispositivo diz caber aos Estados explorar os serviços locais de gás
canalizado, o que torna a questão incorreta.
Gabarito: Errado.
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113. (CESPE/Oficial de Inteligência- ABIN/2010) Os estados


podem explorar diretamente, ou mediante permissão, os serviços
locais de gás canalizado e podem, inclusive, regulamentar a matéria
por meio de medida provisória.
Comentários:
Errado. O correto seria "concessão" em vez de "permissão". Falou em
"Estados" tem que falar em "concessão". Outro erro é o fato de ser
vedado a regulamentação da matéria por meio de medida provisória
(CF, art. 25 §2º).
Gabarito: Errado.

114. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) Os estados poderão,


mediante lei complementar, instituir regiões metropolitanas,
aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por
agrupamentos de municípios limítrofes, para integrar a organização,
o planejamento e a execução de funções públicas de interesse
comum.
Comentários:
A Constituição permite que os Estados possam, mediante lei
complementar, instituir regiões metropolitanas, aglomerações
urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de
municípios limítrofes, para integrar a organização, o planejamento e
a execução de funções públicas de interesse comum (CF, art. 25,
§3º).
Gabarito: Correto.

115. (CESPE/AJAJ-TRE-BA/2010) A instituição de regiões


metropolitanas pelos estados federados dispensa a edição prévia de
lei complementar federal, diante da autonomia que lhes foi conferida
pela CF.
Comentários:
Dispensa lei complementar federal, pois a lei complementar a que se
refere o art. 25 §3º é uma lei estadual.
Gabarito: Correto.

 Questões do ESAF:

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116. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) As


competências administrativas dos Municípios são residuais, ou seja,
lhes compete aquilo que não for das áreas administrativas dos
Estados e da União.
Comentários:
São reservadas aos Estados e não aos municípios as competências
administrativas que não lhe sejam vedadas ou as que sobrarem após
a enumeração dos outros entes federativos (art. 25,§ 1.º), ou seja,
as competências que não sejam da União (art. 21), do Distrito
Federal (art. 23), dos Municípios (art. 30, III a IX) e comum (art.
23), por isso tais competências são chamadas de residuais ou
remanescentes.
Gabarito: Errado.

117. (ESAF/ATRFB/2012) Ao Distrito Federal é atribuído apenas


as competências legislativas reservadas aos Estados.
Comentários:
O DF é um ente federativo híbrido, ele possui as competências
constitucionais atribuídas tanto aos estados quanto aos municípios.
Gabarito: Errado.

118. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) A União


poderá, por meio de lei ordinária, delegar aos Estados e ao Distrito
Federal questões específicas acerca das matérias de sua competência
legislativa privativa.
Comentários:
Diz a Constituição, Lei complementar (e não lei ordinária) poderá
autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das
matérias relacionadas neste artigo (Par. único do Art. 22).
Gabarito: Errado.

119. (ESAF/ATA-MF/2009) Cabe aos Estados explorar


diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de gás
canalizado, vedada a edição de medida provisória para a sua
regulamentação.
Comentários:

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É o que dispõe a Constituição em seu art. 25 §2º. Trata-se de uma


das únicas duas competências expressas aos Estados-membros, a
outra é instituir regiões metropolitanas.
Gabarito: Correto.

120. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Os Estados podem instituir


regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões,
constituídas por agrupamentos de Municípios limítrofes, para integrar
a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de
interesse comum.
Comentários:
É a redação encontrada no art. 25 §3º da Constituição. Os Estados só
possuem duas competências expressas, essa é uma delas.
Gabarito: Correto.

121. (ESAF/ATA-MF/2009) Os Estados poderão, mediante lei


complementar federal, instituir regiões metropolitanas, constituídas
por regiões administrativas limítrofes.
Comentários:
A questão trata da competência estadual expressa no art. 25 §3º da
Constituição. Porém, a lei complementar referida é estadual e não
federal.
Gabarito: Errado.

122. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Cabe aos Estados organizar


e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os
serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo,
que tem caráter essencial.
Comentários:
A repartição geográfica de competências se dá de acordo com a
predominância de interesse. Assim, serviços nacionais ficam a cargo
da União, os regionais para os Estados e os locais para os Municípios.
A redação do enunciado se encontra no art. 30, V da Constituição.
Gabarito: Errado.

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123. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Compete aos Municípios


explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de
gás canalizado.
Comentários:
É competência estadual encontrada no art. 25 §2º CF. Trata-se de
uma das únicas duas competências expressas aos Estados-membros,
a outra é instituir regiões metropolitanas.
Gabarito: Errado.

124. (ESAF/TCU/2006) A exploração dos serviços locais de gás


canalizado pode ser feita pelos Estados, desde que a União, mediante
instrumento próprio, faça uma autorização, concessão ou permissão
para a sua execução.
Comentários:
Tal exploração será feita diretamente ou apenas mediante
concessão, de acordo com a Constituição em seu art. 25 §2º.
Gabarito: Errado.

125. (ESAF/TRF/2006) Obedecendo ao princ1p10 geral de


repartição de competência adotado pela Constituição de 1988, a
exploração dos serviços locais de gás canalizado foi reservada para os
municípios.
Comentários:
É competência estadual encontrada no art. 25 §2º CF. Trata-se de
uma das únicas duas competências expressas aos Estados-membros,
a outra é instituir regiões metropolitanas.
Gabarito: Errado.

uestões sobre a literalidade:

• Questões da FCC:

126. (FCC/ Analista Ministerial-MP- PE/2012) Compete à União,


aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre :
a) organização do sistema nacional de emprego.

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b) proteção à infância e à juventude.


c) navegação lacustre.
d) navegação fluvial.
e) sistemas de sorteios.
Comentários:
As matérias de legislação concorrente e as de execução comum
constituem-se em temas coletivos e difusos, onde todos os entes
devem se imbuir para, em conjunto, alcançar o fim desejado. Desta
forma, a resposta correta é a letra b: proteção à infância e à
juventude. Todas as demais são matérias privativas da União.
Gabarito: Letra B.

127. (FCC/TJAA - TRE-AM/2010) Compete privativamente à


União legislar sobre direito
a) comercial.
b) tributário.
c) financeiro.
d) penitenciário.
e) urbanístico.
Comentários:
Existem 5 que são de legislação concorrente, e 10 que são de
legislação privativa da União - gravem somente os 5 concorrentes.
Assim temos:
Concorrentes- Tributário, Financeiro, Penitenciário, Econômico e
Urbanístico - (Mnemônico: Tri - Fi - Penit - EC - Ur);
Privativos da União - O que sobrou!
O gabarito é a letra A, pois é o único que não se enquadra no "Tri-Fi-
Penit-Ec-Ur".

128. (FCC/Analista Judiciário – Biblioteconomia – TRT


24ª/2011) Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal
legislar concorrentemente sobre:
a) águas.
b) proteção à infância e à juventude.
c) energia.
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d) informática.
e) cidadania.
Comentários:
A questão pede legislação concorrente, logo, devem ser assuntos não
privativos da União. Águas, energia, recursos minerais e etc. são
coisas em dais quais só a União pode tratar. Assim também é a
informática, pois a Constituição reservou à esfera privativa da União
tudo que mexe com informática, telecomunicações e radiofusão (CF,
art. 22, IV).
A cidadania, bem como a nacionalidade, também deve ficar na esfera
federal, pois se trata de conceitos que precisam estar uniformes em
todo o território nacional, envolve exercício de direitos políticos. Não
há lógica termos legislações diversas sobre os conceitos inerentes à
cidadania.
A resposta correta é a letra B - proteção à infância e à juventude –
que trata de tema de preocupação geral, devendo haver uma união
de forças para efetivar a proteção.
Gabarito: Letra B.

129. (FCC/TJAA-TRT 8/2010) Compete à União, aos Estados e ao


Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
a) propaganda comercial.
b) comércio interestadual.
c) trânsito.
d) transporte.
e) procedimentos em matéria processual.
Comentários:
Tá aí a pegadinha clássica:
Direito Processual - Competência legislativa privativa da União (CF,
art. 22, I), já que não está no Tri-Fi-Penit-Ec-Ur;
X
Procedimentos em matéria processual - Competência legislativa
concorrente (CF, art. 24, XI) - ou seja, observada as normas gerais
da União, cada ente poderá estabelecer no seu âmbito, como serão
os procedimentos a serem usados nos andamentos dos seus
processos.

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Gabarito: Letra E.

130. (FCC/Defensor Público - SP/2009) Trata-se de matéria de


competência legislativa concorrente da União, Estados e Distrito
Federal: direito tributário, processual penal e penal.
Comentários:
Acabamos de ver que para ser concorrente tem que ser "Tri-Fi-Penit-
Ec-Ur"! Temos o "Tri", mas o resto não se enquadra.
Gabarito: Errado.

131. (FCC/Técnico - TRT-PI/2009) Compete à União, aos Estados


e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre direito
a) civil, comercial, penal, processual e eleitoral.
b) tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico.
c) agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho.
d) tributário, financeiro, econômico, civil e comercial.
e) eleitoral, urbanístico, agrário, marítimo, aeronáutico e espacial.
Comentários:
A banca agora resolveu cobrar todo o "Tri-Fi-Penit-Ec-Ur".
Sem chances de errar uma questão dessa!!!
Gabarito: Letra B.

132. (FCC/AJEM - TRT-15ª/2009) Nos termos da Constituição


Federal, a competência para legislar sobre registros públicos e
desapropriação é
a) privativa da União.
b) comum da União, dos Estados e do Distrito Federal.
c) concorrente da União, dos Estados e dos Municípios.
d) comum dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
e) exclusiva dos Estados e do Distrito Federal.
Comentários:
Aluno meu não pode errar isso de jeito nenhum...
Legislar sobre desapropriação = Somente a União;

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X
Promover a desapropriação = Poder Público em geral.
Vimos também que tanto a desapropriação, quanto os registros
públicos são matérias que necessitam estar uniformizadas em âmbito
nacional.
Gabarito: Letra A.

133. (FCC/AJAA-TRT-9ª/2010) Compete privativamente à União


legislar sobre:
a) procedimentos em matéria processual.
b) orçamento.
c) produção.
d) desporto.
e) transferência de valores.
Comentários:
Letra A - Errado. A letra A traz uma questão clássica em concursos:
 Direito Processual - Competência legislativa privativa da União
(CF, art. 22, I);
 Procedimentos em matéria processual - Competência
legislativa concorrente (CF, art. 24, XI).
Letra B - Errado. Orçamento é de competência concorrente (CF, art.
24, II). Todos os entes possuem orçamento. Temos um orçamento da
União, um orçamento para o Estado, um Orçamento para o DF, e um
para o Município... Caberá à União, porém, fazer as normas gerais,
típicas da legislação concorrente.
Letra C - Errado. Legislar sobre produção e consumo é concorrente
(CF, art. 24, V) já que se trata de uma matéria que não fica restrita
ao âmbito de um só ente público e sim "passa pelas barbas" de
todos. Tanto que logo abaixo, no inciso VIII do mesmo art. 24, a
Constituição estabelece que também será da legislação concorrente a
responsabilidade por danos ao consumidor. Lembrando ainda que as
normas gerais são da União e cada Estado faz a sua norma
específica.
É importante também é notar que caberá de forma comum, a todos
os entes fomentar a produção agropecuária e organizar o
abastecimento alimentar (CF, art. 23, VIII).

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Letra D - Errado. Desporto é uma atividade de muita relevância para


a sociedade como um todo. O desporte se une ao ensino e a cultura
para formar bases de uma sociedade que busca o desenvolvimento e
inibição da marginalização dos jovens. Assim, a Constituição elencou
como competência concorrente legislar sobre educação, cultura,
ensino e desporto (CF, art. 24, IX), bem como instituiu como
competência comum a todos os entes: proporcionar os meios de
acesso à cultura, à educação e à ciência (CF, art. 23, V).
Letra E - Correto. Tudo que envolver sistema monetário, medidas,
títulos, metais, crédito, câmbio, seguros, valores, etc... é tudo da
competência da União, privativa, veja o art. 22, VI e VII. Assim, a
União possui o Banco Central e controla de forma uniforme no
território nacional a legislação referente a essas políticas.
Gabarito: Letra E.

134. (FCC/AJEM-TRT-7ª/2008) Compete privativamente à União


legislar sobre:
a) serviço postal.
b) orçamento.
c) produção.
d) consumo.
e) defesa do solo.
Comentários:
A União é a responsável, segundo a CF, art. 21, X, por manter o
serviço postal e o correio aéreo nacional, e faz isso através dos
"Correios" (ECT) - uma empresa pública. Da mesma forma que, com
exclusividade mantém os correios, caberá a ela, privativamente,
legislar sobre serviço postal (CF, art. 22, V), já que seria ilógico um
serviço de exclusividade da União, sofrer legislação concorrente.
Assim, a letra A é o gabarito.
Letra B - Errado. Orçamento é de competência concorrente (CF, art.
24, II). Todos os entes possuem orçamento.
Letra C e D - Errado. Legislar sobre produção e consumo é
concorrente (CF, art. 24, V), bem como a responsabilidade por danos
ao consumidor.
Letra E - Errado. A Constituição estabeleceu (CF, art. 24, VI) que será
concorrente legislar sobre: florestas, caça, pesca, fauna, conservação

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da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do


meio ambiente e controle da poluição.
Gabarito: Letra A.

135. (FCC/PGE-AM/2010) É da competência privativa da União


a) cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das
pessoas portadoras de deficiência.
b) proteger os documentos, as obras e outros bens de valor histórico,
artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais notáveis e
os sítios arqueológicos.
c) impedir a evasão, a destruição e a descaracterização de obras de
arte e de outros bens de valor histórico, artístico ou cultural.
d) proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de
suas formas.
e) exercer a classificação, para efeito indicativo, de diversões públicas
e de programas de rádio e televisão.
Comentários:
Vamos resolver direto essa questão, sem rodeios: as letras A, B, C e
D falam sobre direitos e interesses difusos, coisas relativas à
sociedade, patrimônio histórico, cultural. Proteger estas coisas é
competência de todo o poder público = competência comum.
A letra E é a única que traz algo que é de competência privativa da
União. Mexeu com informática, rádio, televisão... estamos falando de
competência da União. A letra é traz o inciso XVI do art. 21, compete
à União exercer a classificação, para efeito indicativo, de diversões
públicas e de programas de rádio e televisão. Lá no art. 220 §3º, só
para fins de maiores esclarecimentos, temos que compete à lei
federal regular as diversões e espetáculos públicos, cabendo ao Poder
Público informar sobre a natureza deles, as faixas etárias a que não
se recomendem, locais e horários em que sua apresentação se
mostre inadequada. Assim, vemos que é uma matéria sensível que
deve estar uniformizada nacionalmente.
Gabarito: Letra E.

136. (FCC/Técnico - TJ-PI/2009) Compete à União, aos Estados e


ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre
a) informática.

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b) desapropriação.
c) registros públicos.
d) produção e consumo.
e) serviço postal.
Comentários:
Letra A - Informática é privativo da União (CF, art. 22, IV), bem
como "telecomunicações e radiofusão".
Letra B e C - legislação sobre desapropriação e registros públicos são
matérias que necessitam estar uniformizadas em âmbito nacional.
Assim, trata-se de competências privativas da União. Um detalhe
importante que deve ser salientado é o fato de que LEGISLAR sobre
desapropriação é uma competência privativa da União, mas, para
PROMOVER a desapropriação poderá ser qualquer ente, desde que
dentro da sua esfera de competência. Assim não esqueça:
Legislar sobre desapropriação = Somente a União;
X
Promover a desapropriação = Poder Público em geral.
Letra D - Correto. Essa é concorrente e é o gabarito da questão.
Letra E - Mais uma vez, o serviço postal cabe somente à União.
Gabarito: Letra D.

137. (FCC/Oficial-DPE-SP/2010) Dentre as competências


concorrentes conferidas pela Constituição Federal à União, aos
Estados e ao Distrito Federal, tem-se a de legislar sobre
a) desapropriação e processo civil.
b) serviço postal e processo civil.
c) registros públicos e Defensoria Pública.
d) atividades nucleares e de segurança nacional.
e) assistência jurídica e Defensoria Pública.
Comentários:
As letras A, B e D trazem claramente competências privativas da
União:
 Desapropriação e serviço postal - os quais não podemos
errar de jeito nenhum);

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 Processo civil - Um direito que está fora do "Tri-Fi-Penit-Ec-


Ur", logo é privativo e não concorrente;
 Atividade nuclear e segurança nacional - Precisa nem
comentar né? São matérias altamente sensíveis, onde só a União põe
a mão.
Sobrou a letra C e E. Porém, sabemos que registros públicos é
matéria que deve estar uniformizada nacionalmente, logo, elimina-se
a letra C.
Sobra a letra E como gabarito.
Nós temos a Defensoria Pública da União (DPU) e as Defensorias
Públicas Estaduais (DPE´s), por isso a Constituição previu, em seu
art. 24, XIII que assistência jurídica e Defensoria pública estaria sob
legislação concorrente.
Gabarito: Letra E.

138. (FCC/Analista - TRT-PI/2009) É correto afirmar que


compete à UNIÃO legislar
a) concorrentemente com os Estados e o Distrito Federal sobre
desapropriação e serviço postal.
b) privativamente sobre seguridade social, registros públicos, defesa
civil e propaganda comercial.
c) concorrentemente com os Estados e o Distrito Federal sobre
comércio interestadual.
d) privativamente sobre direito tributário, financeiro, penitenciário,
econômico e urbanístico.
e) privativamente sobre proteção ao patrimônio histórico, cultural,
artístico, turístico e paisagístico.
Comentários:
Letra A - Errado. Serviço Postal e Desapropriação, conforme visto,
são matérias privativas da União, e não concorrentes.
Letra B - Perfeito. Mas essa questão exige que façamos um
apontamento: Seguridade Social é o conjunto formado por
"Assistência Social + Saúde + Previdência Social". Legislar sobre a
seguridade como um todo, é privativo da União. Porém, legislar sobre
"previdência social" é concorrente, já que todos os entes podem
instituir seus próprios regimes de previdência, em se tratando dos
servidores públicos destes entes. Assim, não confunda:

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Seguridade Social = Matéria privativa da União;


X
Previdência Social = Matéria concorrente.
Letra C - Em matéria de competências em geral, temos uma regra
bem simples: algo que está territorialmente dentro de um Município -
caberá ao Município - Se este "algo" extrapolar os limites do
município ( ou seja, for "intermunicipa l") caberá ao Estado - Se,
porém, extrapolar os limites do Estado ( ou seja, for algo
interestadual), passará a competir à União.
Desta forma, como se trata de um comércio "interestadual", a
competência é obrigatoriamente da União.
Letra D - Que saudade do nosso amigo "Tri-Fi-Penit-Ec-Ur" ... olha ele
aí de novo! A legislação é concorrente e não privativa.
Letra E - Vimos que todos esses interesses comuns, difusos, são de
competência material comum e legislação concorrente. Lembram?

Competência Comum:
Legislação concorrente -
legislar sobre:
proteger os documentos, as proteção ao patrimônio
obras e outros bens de valor histórico, cultural, artístico,
histórico, artístico e cultural; turístico e paisagístico;
Gabarito : Letra B.

139. (FCC/ AJAA - TRT-15ª /2009) Compete concorrentemente à


União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar, dentre outras
matérias, sobre
a) cidadania.
b) serviço posta 1.
c) comércio interestadual.
d) informática .
e) educação .
Comentários:
A cidadania, bem como a nacionalidade e natura lização se encontram
no âmbito da legislação privativa da União (CF, art. 22, XIII ) . Agora
me digam uma coisa : existe algo que precisa estar mais unificado em
âmbito naciona l do que estes temas??? Imagine alguém sendo
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brasileiro pelas regras do Rio Grande do Sul, e não sendo pelas


regras de São Paulo. Ou então, alguém sendo cidadão pela legislação
de Mato Grosso, mas não sendo pela legislação goiana. A lógica não
nos permite errar isso...
Serviço postal já vimos que é privativo da União, bem como o
comércio interestadual (pois extrapola os limites do estado, logo,
deve ter regras nacionais unificadas).
A informática também está na órbita da União, que reservou para si
todas essas coisas que tratam de informática, telecomunicações e
radiofusão.
Sobrou o gabarito da questão, a letra E, "educação". A educação é
prestada pela União (principalmente no ensino superior), mas
também é prestada pelos Estados e Distrito Federal (os quais atuam
prioritariamente no ensino fundamental e médio) e pelos Municípios
(os quais atuam prioritariamente no ensino fundamental e infantil).
Ora, se todos os entes atuam na educação, nada mais coerente que a
legislação seja concorrente.
Ressalta-se, porém, algo muito importante:
Legislar sobre educação = Competência concorrente.
X
Legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional =
Privativa da União, até porque, vimos que tudo que tiver diretrizes,
bases e nacional, será competência da União.
Gabarito: Letra E.

 Questões do CESPE:

140. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) Considere que lei


estadual tenha sido editada dispondo sobre as condições para o
exercício de determinada profissão e que tenha sido arguida a sua
inconstitucionalidade em ação judicial. Nessa situação, não há
inconstitucionalidade, já que a competência para legislar sobre o
exercício de profissões é concorrente entre os entes da Federação.
Comentários:
Errado, a organização do sistema nacional de emprego e condições
para o exercício de profissões é competência legislativa privativa da
União (art. 22, XVI).
Gabarito: Errado.

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141. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) Compete à União


legislar privativamente sobre direito do consumidor.
Comentários:
Errado, (art. 24) compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal
legislar concorrentemente sobre: I - direito tributário, financeiro,
penitenciário, econômico e urbanístico; II - orçamento; III - juntas
comerciais; IV - custas dos serviços forenses; V - produção e
consumo; VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da
natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio
ambiente e controle da poluição; VII - proteção ao patrimônio
histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico; VIII -
responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a
bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e
paisagístico.
Gabarito: Errado.

142. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) A União, os estados, o


Distrito Federal e os municípios têm competência concorrente para
legislar sobre telecomunicações.
Comentários:
Errado, telecomunicações é competência privativa da União, confira:
“Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:
I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário,
marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho; II - desapropriação;
III - requisições civis e militares, em caso de iminente perigo e em
tempo de guerra; IV - águas, energia, informática,
telecomunicações e radiodifusão; (...).
Gabarito: Errado.

143. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) Considere que tenha


sido editada lei estadual regulando o parcelamento de multas de
trânsito ocorridas no âmbito de determinada unidade da Federação.
Nessa situação, a lei é constitucional, pois, de acordo com a CF, a
competência para legislar sobre trânsito e transporte é concorrente
entre os entes da Federação.
Comentários:
Errado, trânsito e transporte é competência privativa da União (Art.
21, XI).
Gabarito: Errado.

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144. (CESPE/TJAA - CNJ/2013) Se determinado estado da


Federação editar lei que disponha sobre direito penitenciário, ela será
inconstitucional, pois compete privativamente à União legislar sobre
esse tema.
Comentários:
No que tange ao Direito Penitenciário e todos aqueles constantes do
art. 24, I da Constituição (Tri-Fi-Penit-Ec-Ur) a competência
legislativa é concorrente.
Gabarito: Errado.

145. (CESPE/Assistente – CNPq/2011) De acordo com a CF, a


competência para legislar sobre propaganda comercial é privativa da
União.
Comentários:
É a previsão do art. 22 XXIX. A propaganda comercial é algo que
muitas vezes extrapola os limites de um Estado Membro, ela por
diversas vezes têm abrangência nacional e cabe a União definir
limites e regras, evitando que ocorram abusos, como o uso vexatório
de marcas e símbolos de concorrentes.
Gabarito: Correto.

146. (CESPE/Analista Administrativo - PREVIC/2011)


Segundo a CF, compete privativamente à União legislar sobre
previdência social.
Comentários:
Nessa pegadinha não pode cair... ela é clássica:
Seguridade social = é o conjunto de Saúde + Previdência Social +
Assistência Social = Esse conjunto, como um todo, é de competência
legislativa privativa da União (CF, art. 22, XXIII).
X
Previdência Social, bem como a proteção e defesa da saúde =
A legislação é concorrente, pois cada ente possui o seu regime
próprio de previdência (CF, art. 24, XII) e proteger e defender a
saúde é algo que merece união de forças dos entes públicos.
Gabarito: Errado.

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147. (CESPE/Técnico Administrativo - PREVIC/2011)


Compete à União, aos estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre previdência social, proteção e defesa da
saúde.
Comentários:
Isso aí... Previdência Social, bem como a proteção e defesa da
saúde é matéria de legislação é concorrente. Lembrando que não se
pode confundir com "seguridade social", que é de legislação privativa
da União.
Gabarito: Correto.

148. (CESPE/Oficial de Inteligência- ABIN/2010) Embora seja


da competência da União legislar sobre defesa territorial, na hipótese
de ocorrência de omissão legislativa acerca desse tema, aos estados-
membros é concedida autorização constitucional para o exercício da
competência legislativa suplementar.
Comentários:
A Constituição estabeleceu em seu art. 22, XXVIII, que compete
privativamente à União legislar sobre defesa territorial, defesa
aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional. As
matérias cuja competência legislativa é privativa da União não podem
ser suplementadas pelos Estados-membros, a não ser que haja uma
lei complementar federal autorizando uma legislação estadual
específica. No entanto, a questão fala tão somente em "omissão
legislativa federal". A omissão federal, por si, não é suficiente para
autorizar a suplementação legislativa estadual, diferentemente do
que ocorreria se a matéria fosse caso de legislação concorrente (CF,
art. 24).
Gabarito: Errado.

149. (CESPE/Procurador-AGU/2010) Estado da Federação tem


competência privativa e plena para dispor sobre normas gerais de
direito financeiro.
Comentários:
Direito Financeiro é direito de legislação concorrente (CF, art. 24, I).
Desta forma, caberá a União fazer as normas gerais e aos Estados a
legislação suplementar.
Gabarito: Errado.

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150. (CESPE/Auditor SEFAZ-ES/2009) Compete à União, aos


estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre direito
tributário, financeiro e econômico, e educação, cultura e ensino.
Comentários:
De primeira, já temos o "Tri", o "Fi", e o "Ec" do mnemônico "Tri-fi-
penit-ec-ur" que se referem aos direitos de legislação concorrente
(CF, art. 24, I). Acrescentou-se a educação, cultura e ensino. Todas
as coisas que referem-se a temas coletivos, difusos serão executadas
de forma comum entre os entes e estarão sujeitos a uma legislação
concorrente. Note-se que é privativo da União: estabelecer as
diretrizes e bases da educação nacional.
Gabarito: Correto.

151. (CESPE/MPS/2010) Compete à União, aos estados e ao DF


legislar concorrentemente sobre previdência social, proteção e defesa
da saúde.
Comentários:
A questão traz corretamente uma matéria sujeita a legislação
concorrente. Vamos fixar isso, pois é muito cobrado:
Seguridade social = conjunto de Saúde + Previdência Social +
Assistência Social = Esse conjunto, como um todo, é de competência
legislativa privativa da União (CF, art. 22, XXIII).
X
Previdência Social, bem como a proteção e defesa da saúde = A
legislação é concorrente, pois cada ente possui o seu regime próprio
de previdência (CF, art. 24, XII).
Gabarito: Correto

152. (CESPE/Procurador-AGU/2010) Os municípios não podem


legislar sobre normas de direito financeiro concorrentemente com a
União.
Comentários:
Que direito financeiro é concorrente, acho que é o menor dos
problemas da questão, já que ele se inclui entre os 5 únicos direitos
de legislação concorrente: Tributário, Financeiro, Penitenciário,
Econômico e Urbanístico (Tri-Fi-Penit-Ec-Ur) - CF, art. 24, I.

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O grande problema e discussão, aqui, ocorre em dizer que os


Municípios estão autorizados a legislar sobre a matéria de forma
concorrente. Este tema não é pacífico na doutrina. O termo legislação
"concorrente" foi disposto pela Constituição somente à União, Estados
e Distrito Federal. Aos municípios não foi atribuída competência para
legislar concorrentemente, somente de forma "suplementar" (CF, art.
30, II). Na prática, porém, não existe grandes problemas sobre esta
divergência de nomenclatura, mas, requer total atenção do
candidato.
O CESPE foi contra a literalidade da CF que atribuiu a competência
legislativa concorrente somente à União, Estados e DF, e seguiu os
termos práticos, elencando ali também os Municípios.
Gabarito: Errado.

153. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) Segundo


a doutrina, ocorrendo conflito entre os entes da Federação no
exercício da competência comum ou paralela, a solução se dará por
meio do critério da preponderância de interesses, o que implica a
prevalência do interesse da União, em face de sua superior posição,
na relação hierárquica mantida com os estados e os municípios.
Comentários:
A competência do art. 23 é dita paralela, pois os entes atuam em
perfeita igualdade de condições. A doutrina costuma dizer, que, em
um primeiro momento caberá ao Município executar as tarefas pois é
o ente mais próximo do cidadão. Caso a abrangência da ação
ultrapasse os limites do município passará então a ser uma
competência do Estado, e ao ultrapassar os limites do Estado ou
envolverem atos internacionais, então, a União tomará a frente das
ações.
Desta forma, não há o que se falar em posição hierárquica superior
da União no que tange estas matérias, já que todos os entes atuam
em igualdade de condições, sendo o Município o mais próximo do
receptor das ações.
Gabarito: Errado.

154. (CESPE/Advogado - BRB/2010) A competência para


legislar sobre política de crédito, câmbio, seguros e transferência de
valores é concorrente da União, dos estados, do Distrito Federal e dos
municípios.
Comentários:
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O erro da questão é simples, já vimos que, sempre que se falar em


"diretrizes", "política", "normas gerais", será competência legislativa
privativa da União. Desta forma, a hipótese do caput está descrita no
art. 22, VII como matéria legislativa privativa da União.
Chamamos a atenção, porém, que embora a questão esteja errada,
veja que o CESPE colocou expressamente em seu enunciado:
"concorrente da União, dos estados, do Distrito Federal e dos
municípios". Isso mostra mais uma vez, a tendência desta banca
em dizer que os municípios legislam de forma concorrente.
Gabarito: Errado.

155. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) Segundo


entendimento do STF, compete privativamente à União legislar sobre
custas dos serviços forenses.
Comentários:
Bastava o candidato lembrar que as custas de serviços forenses são
aquelas custas cobradas daqueles que ingressam em juízo e servem
para custear as ações do Poder Judiciário. Assim, meus alunos
lembrariam que temos a justiça federal e a justiça estadual -
logo, trata-se de competência concorrente.
Gabarito: Errado.

156. (CESPE/Auditor-TCU/2009) No âmbito da organização


federativa do Brasil, a competência material residual é sempre de
competência dos estados.
Comentários:
De acordo com a atribuição de competências, sabemos que a CF
elencou as competências federais e estaduais de forma enumerada.
Em se tratando dos Estados, esta competência foi elencada de forma
residual.
A questão está errada devido ao uso da palavra "sempre", pois a
competência residual poderá ser também do DF, que possui as
mesmas competências dos Estados, por expressa disposição
constitucional.
Gabarito: Errado.

157. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) Conforme


jurisprudência do STF, apenas a União pode legislar sobre a anistia
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ou o cancelamento de infrações disciplinares de servidores estaduais


e municipais.
Comentários:
Segundo o STF (ADI 104 RO - Rondônia) a anistia de infrações
disciplinares de servidores estaduais está na competência do Estado-
membro respectivo. Nas palavras do Supremo "só quando se cuidar
de anistia de crimes - que se caracteriza como abolitio criminis de
efeito temporário e só retroativo - a competência exclusiva da União
se harmoniza com a competência federal privativa para legislar sobre
Direito Penal; ao contrário, conferir à União - e somente a ela - o
poder de anistiar infrações administrativas de servidores locais
constituiria exceção radical e inexplicável ao dogma fundamental do
princípio federativo - qual seja, a autonomia administrativa de
Estados e Municípios".
Gabarito: Errado.

158. (CESPE/TRT-17ª/2009) No tocante à organização do Estado


brasileiro, a CF atribuiu à União a competência privativa para legislar
sobre consórcios e sorteios, razão pela qual é inconstitucional a lei ou
ato normativo estadual que institua loteria no âmbito do estado.
Comentários:
Mais uma questão que o candidato "não pode errar de jeito nenhum".
Trata-se de entendimento do STF, sumulado através da Súmula
Vinculante de nº 2: É inconstitucional a lei ou ato normativo estadual
ou distrital que disponha sobre sistemas de consórcios e sorteios,
inclusive bingos e loterias. Questão de súmula não pode ser errada,
ainda mais se for súmula vinculante.
Gabarito: Correto.

159. (CESPE/AJAA-STF/2008) Lei municipal que obrigue a


instalação, em estabelecimento bancário, de equipamentos de
segurança é considerada constitucional, pois aborda um assunto de
interesse eminentemente local.
Comentários:
Nas palavras do Supremo "o Município pode editar legislação própria,
com fundamento na autonomia constitucional que lhe é inerente (CF,
art. 30, I), com o objetivo de determinar, às instituições financeiras,
que instalem, em suas agências, em favor dos usuários dos serviços
bancários (clientes ou não), equipamentos destinados a proporcionar-
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lhes segurança (tais como portas eletrônicas e câmaras filmadoras)


ou a propiciar-lhes conforto, mediante oferecimento de instalações
sanitárias, ou fornecimento de cadeiras de espera, ou, ainda,
colocação de bebedouros".
Gabarito: Correto.

160. (CESPE/Especialista em Regulação - ANTAQ/2009)


Suponha que a empresa X tenha como objeto social a exploração de
transporte de passageiros em navios transatlânticos que viajam pelo
mundo. Suponha, ainda, que essa empresa pretenda inserir em uma
de suas rotas alguns portos brasileiros. Nesse caso, a exploração
desse serviço, no Brasil, não será de competência privativa da União.
Comentários:
A Constituição estabeleceu como competência exclusiva da União,
explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou
permissão o transporte:
 aéreo e aeroespacial;
 ferroviário e aquaviário entre portos brasileiros e fronteiras
nacionais, ou que transponham os limites de Estado ou
Território;
 rodoviário interestadual e internacional de passageiros;
Seguindo a coerência, já que a exploração material do serviço estaria
sob tutela federal, a Constituição, então, elencou no art. 22, X, que
competiria a União, legislar privativamente sobre: regime dos portos,
navegação lacustre, fluvial, marítima, aérea e aeroespacial.
Analisando a questão, percebemos que ela encontra-se sem
fundamento de validade, já que tais serviços deverão estar sob tutela
federal, admitindo-se que haja uma delegação mediante autorização,
concessão ou permissão, o que não faz a questão se tornar correta.
Gabarito: Errado.

161. (CESPE/TRE-MA/2009) Compete à União e aos estados


legislar concorrentemente sobre trânsito e transporte.
Comentários:
Trata-se de matéria cuja legislação deve estar unificada em território
nacional, isso para que não ocorram problemas devido a mudanças
de legislações de um Estado para o outro. Assim, estamos diante de

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matéria cuja competência é privativa da União, atribuída pelo art. 22,


XI.
Gabarito: Errado.

162. (CESPE/DPE-ES/2009) Conforme prevê a CF, é de


competência material comum entre União, estados, municípios e DF
planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades
públicas, especialmente em caso de secas e inundações.
Comentários:
A defesa permanente nesses casos é competência da União, nos
termos da Constituição, em seu art. 21, XVIII.
Gabarito: Errado.

163. (CESPE/SECONT-ES/2009) Lei estadual que assegure ao


consumidor o direito de obter informações acerca de determinado
produto não invade a esfera de competência da União, para editar
normas gerais acerca de produção e consumo e responsabilidade por
dano ao consumidor.
Comentários:
A legislação sobre produção e consumo, e responsabilidade por dano
ao consumidor é concorrente (CF, art. 24, V e VIII). Assim, em que
pese a competência da União para instituir normas gerais, também
estará o Estado autorizado a disciplinar o tema, de forma específica.
Gabarito: Correto.

164. (CESPE/Procurador-TCE-ES/2009) Conforme entendimento


do STF, uma lei estadual que obrigasse médicos públicos e
particulares a notificarem a secretaria estadual de saúde os casos de
câncer de pele seria inconstitucional por invadir a competência
privativa da União.
Comentários:
Pois a proteção e defesa da saúde encontra-se na seara das matérias
de legislação concorrente (CF, art. 24. XII).
Gabarito: Errado.

165. (CESPE/Auditor-TCU/2009) Se a União delegar aos


estados e ao DF competência para legislar sobre questões específicas
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de licitação e contratação de suas entidades autárquicas e


fundacionais, a delegação será inconstitucional, pois essa
competência é indelegável da União.
Comentários:
Realmente se trata de uma competência privativa da União (CF, art.
22, XXVII), porém, a competência privativa deste ente é delegável, já
que o parágrafo único do mesmo art. 22 dispõe que lei complementar
poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das
matérias relacionadas no artigo.
Gabarito: Errado.

166. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009)


Conforme jurisprudência do STF, apenas a União pode legislar sobre
a anistia ou o cancelamento de infrações disciplinares de servidores
estaduais e municipais.
Comentários:
Segundo o STF (ADI 104 RO - Rondônia) a anistia de infrações
disciplinares de servidores estaduais está na competência do Estado-
membro respectivo. Nas palavras do Supremo "só quando se cuidar
de anistia de crimes - que se caracteriza como abolitio criminis de
efeito temporário e só retroativo - a competência exclusiva da União
se harmoniza com a competência federal privativa para legislar sobre
Direito Penal; ao contrário, conferir à União - e somente a ela - o
poder de anistiar infrações administrativas de servidores locais
constituiria exceção radical e inexplicável ao dogma fundamental do
princípio federativo - qual seja, a autonomia administrativa de
Estados e Municípios".
Gabarito: Errado.

 Questões ESAF:

167. (ESAF/ATRFB/2012) Sobre as competências da União,


Estados, Distrito Federal e Municípios, assinale a única opção correta.
a) Compete privativamente à União legislar sobre direito
penitenciário.
b) Compete privativamente à União legislar sobre registros públicos.
c) Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre desapropriação.
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d) Compete privativamente à União legislar sobre juntas comerciais.


e) No âmbito da legislação concorrente, a competência da União
limitar-se-á a estabelecer normas gerais. Inexistindo lei federal sobre
normas gerais, os Estados não estão autorizados a exercer a
competência legislativa plena.
Comentários:
Letra A - Errado. Penitenciário é o "Penit" do Tri-Fi-Penit-Ec-Ur. Esses
são os de legislação concorrente e não de legislação privativa (CF, art.
24, I).
Letra B - Correto. Registros públicos é da competência legislativa da
União, pois precisa estar uniformizado em território nacional. (CF, art.
22, XXV).
Letra C - Errado. Macete manjado em concursos:
Legislar sobre desapropriação: competência privativa da União.
X
Promover a desapropriação: competência de todos os entes, de
acordo com a sua área de atuação.
Letra D – Errado. O registro da junta comercial é estadual. A União
faz normas gerais para uniformizar, mas cada estado legisla de forma
específica. É legislação concorrente (CF, art. 24, III).
Item E – Errado. Inexistindo normas gerais, os estados estão sim
autorizados a legislar de forma plena (CF, art. 24, § 3º).
Gabarito: Letra B

168. (ESAF/ATRFB/2012) Compete aos Estados organizar, manter


e executar a inspeção do trabalho.
Comentários:
Trata-se de uma competência da União e não dos Estados (CF, art.
21, XXIV).
Gabarito: Errado.

169. (ESAF/ATRFB/2012) Compete privativamente à União


proteger os sítios arqueológicos.
Comentários:

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Tudo que se refere à proteção de patrimônio público ou de interesse


público é de competência comum, pois os entes devem unir esforços
para conseguir efetivar tal proteção.
Gabarito: Errado.

170. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) A competência


da União para legislar sobre normas gerais e dos Estados e do
Distrito Federal para legislar sobre normas específicas é chamada
competência legislativa concorrente e compreende, entre outras
matérias, orçamento, juntas comerciais, direito tributário e registros
públicos.
Comentários:
De fato o item dá o conceito de competência legislativa concorrente,
conforme previsão do art. 24 da CF, que enumera as matérias em
seus incisos. Ainda o mencionado artigo prevê, em seu §1º, que no
âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-
á a estabelecer normas gerais. No entanto, o único erro do item é
afirmar que legislar sobre Registros Públicos é de competência
concorrente, considerando que tal competência é privativa da União
(art. 22, XXV).
Gabarito: Errado.

171. (ESAF/ATRFB/2012) Compete à União, aos Estados e ao


Distrito Federal legislar concorrentemente sobre sistemas de sorteios.
Comentários:
Errado. A competência é privativa da União, conforme o art. 22, XX
da Constituição. Oportuno ainda trazer aqui o teor da Súmula
Vinculante nº 2 - É inconstitucional a lei ou ato normativo estadual ou
distrital que disponha sobre sistemas de consórcios e sorteios,
inclusive bingos e loterias.
Gabarito: Errado.

172. (ESAF/ATRFB/2012) O Estado-membro dispõe de


competência legislativa para instituir cláusulas tipificadoras de crimes
de responsabilidade.
Comentários:
A competência privativa para legislar sobre direito penal é da União
(art. 22, II), que mediante lei complementar pode autorizar os
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Estados a legislar sobre matéria específica (Art. 22, parág. Único). No


entanto, cláusula tipificadora de crime de responsabilidade não seria
matéria específica, mas sim norma genérica.
Gabarito: Errado.

173. (ESAF/ATRFB/2012) Compete privativamente à União


legislar sobre procedimentos em matéria processual.
Comentários:
A União tem competência para legislar sobre matéria processual, mas
sobre procedimento, segundo o art. 24, XI, a competência é
concorrente, veja: Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao
Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: (…) XI -
procedimentos em matéria processual; por isso errado a assertiva.
Gabarito: Errado.

174. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) Estão entre as


matérias de competência legislativa privativa da União
desapropriação, registros públicos, propaganda comercial, juntas
comerciais e proteção à infância e à juventude.
Comentários:
Realmente desapropriação e registros públicos são matérias
privativas da União, porém, juntas comerciais e proteção à infância e
à juventude são matérias de legislação concorrente.
Gabarito: Errado.

175. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) Compete aos


Municípios e ao Distrito Federal explorar diretamente, ou mediante
concessão, os serviços locais de gás canalizado, na forma da lei.
Comentários:
Cabe aos Estados, e não aos municípios, explorar diretamente, ou
mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado, na forma
da lei, vedada a edição de medida provisória para a sua
regulamentação (art. 25, §2º).
Gabarito: Errado.

176. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) Ao Distrito


Federal são atribuídas as competências reservadas aos Estados e aos
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municípios, inclusive organizar e manter o seu Ministério Público e o


seu Poder Judiciário.
Comentários:
Realmente ao DF são atribuídas as competências reservadas aos
Estados e municípios (Art. 32, §1º), no entanto, Segundo o art. 21,
XIII da Constituição, competirá à União organizar e manter o Poder
Judiciário, o Ministério Público do Distrito Federal.
Gabarito: Errado.

177. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) Estão entre as


matérias de competência legislativa concorrente da União, Estados,
Distrito Federal e Municípios orçamento, procedimento em matéria
processual, desapropriação e trânsito e transporte.
Comentários:
Essa questão exige um pouco mais de atenção do candidato.
Primeiramente importante observar que os municípios não têm,
segundo maioria doutrinária, competência legislativa concorrente,
não podendo “concorrentemente”, legislar sobre orçamento e
procedimento em matéria processual que são matérias de
concorrência legislativa, mas somente entre União, Estados e DF (art.
24, II e XI). Por fim, a competência para legislar sobre trânsito e
transporte é privativa da União (Art. 22, XI).
Gabarito: Errado.

178. (ESAF/ATRFB/2009) É constitucional a lei ou ato normativo


estadual ou distrital que disponha sobre sistemas de consórcios e
sorteios, inclusive bingos e loterias.
Comentários:
Trata-se da reprodução literal da súmula vinculante n° 2: "É
inconstitucional a lei ou ato normativo estadual ou distrital que
disponha sobre sistemas de consórcios e sorteios, inclusive bingos e
loteria”. Já que segundo o art. 22, XX, compete à União legislar sobre
os sistemas de consórcios e sorteios.
Gabarito: Errado.

179. (ESAF/TFC-CGU/2008) Assinale a opção correta. Compete


privativamente à União legislar sobre:

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a) direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e


urbanístico.
b) produção e consumo.
c) orçamento.
d) floresta, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do
solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle
da poluição.
e) trânsito e transporte.
Comentários:
Letra A - Errado. Estes direitos são de legislação concorrente (Tri-Fi-
Penit-Ec-Ur), estão presentes no art. 24, I. Os direitos de legislação
privativa da União estão previstos no art. 22, I.
Letra B - Errado. Trata-se de legislação concorrente, presente na CF,
art. 24, V.
Letra C - Errado. Todos os entes possuem seu próprio orçamento.
Temos o orçamento da União, os dos Estados e os dos Municípios,
logo, é uma legislação concorrente (CF, art. 24, II).
Letra D - Errado. Novamente legislação concorrente (CF, art. 24, VI)
Letra E - Correto. Lembrando que legislar sobre trânsito e transporte
é privativo da União (CF, art. 22, XI), mas estabelecer e implantar
política de educação para a segurança do trânsito é uma competência
material comum, presente na CF, art. 23, XII)
Gabarito: Letra E.

180. (ESAF/AFC-CGU/2008) Assinale a única opção que


contempla competências materiais comuns da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios.
a) Combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização,
promovendo a integração social dos setores desfavorecidos,
estabelecer e implantar política de educação para a segurança do
trânsito.
b) Estabelecer princípios e diretrizes para o sistema nacional de
viação e promover programas de construção de moradias e a
melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico.
c) Elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do
território e de desenvolvimento econômico e social e preservar as
florestas, a fauna e a flora.

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d) Instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive


habitação, saneamento básico e transportes urbanos e cuidar da
saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas
portadoras de deficiência.
e) Exercer a classificação, para efeito indicativo, de diversões públicas
e de programas de rádio e televisão e planejar promover a defesa
permanente contra as calamidades públicas, especialmente as secas
e as inundações.
Comentários:
Competência comum é o art. 23 da Constituição. Vamos ver a
questão de uma forma simples e lógica:
Letra A - Correto. Será comum tudo aquilo que for relacionado a um
"direito difuso" (direito de uma coletividade indeterminada) onde
todos são, de alguma forma, interessados.
Letra B - Errado. Falou em diretrizes = competência da União.
Letra C- Se foram citados: planos "nacionais", obviamente só a
União pode fazer... imagina um Município fazendo isso... Não tem
lógica!
Letra D- Errado. Falou em diretrizes = competência da União.
Letra E - Errado. Mais competências da União (Art. 21, XVI e XVIII).
Gabarito: Letra A.

181. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Compete à União, aos


Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre
desapropriação.
Comentários:
Trata-se de competência privativa da União encontrada no art. 22, II
da Constituição. Lembramos que embora a competência legislativa da
desapropriação seja privativa da União, a competência para promover
a desapropriação não será somente dela, e sim de todos os entes de
acordo com a competência específica de cada um.
Gabarito: Errado.

182. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Cabe aos Estados planejar e


promover a defesa permanente contra as calamidades públicas,
especialmente as secas e as inundações.
Comentários:
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É uma competência da União que pode ser encontrada no art. 21,


XVIII da Constituição.
Gabarito: Errado.

183. (ESAF/ATRFB/2009) Compete privativamente à União


legislar sobre direito econômico.
Comentários:
Na Constituição temos 15 direitos elencados, 5 deles são de
legislação concorrente (CF, art. 24, I), e os demais de legislação
privativa (CF, art. 22,I). Os de legislação concorrente são: Tributário
- Financeiro - Penitenciário - Econômico e Urbanístico (Tri-Fi-Penit-Ec-
Ur).
Gabarito: Errado.

184. (ESAF/ATRFB/2009) Compete à União, aos Estados e ao


Distrito Federal legislar concorrentemente sobre trânsito e transporte.
Comentários:
Trata-se de uma matéria privativa da União (CF, art. 22). Lembre-se
que embora seja privativo da União legislar sobre o trânsito e o
transporte, todos os entes tem a competência executiva comum de
“estabelecer e implantar política de educação para a segurança do
trânsito.”
Gabarito: Errado.

185. (ESAF/ATRFB/2009) Compete ao Município decretar o estado


de sítio.
Comentários:
O Estado de Sítio é decretado somente pela União, depois de
autorizada pelo Congresso Nacional e geralmente quando não surtem
efeito as medidas tomadas no Estado de Defesa ou em caso de
guerra.
Gabarito: Errado.

Competências dos Municípios:


Os Municípios, da mesa forma que a União, possuem as suas
competências enumeradas pela Constituição. São elas:

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Art. 30. Compete aos Municípios:


I - legislar sobre assuntos de interesse local;
II - suplementar a legislação federa l e a estadual no que
couber;
III - instituir e arrecadar os tributos de sua competência,
bem como aplicar suas rendas, sem pre1wzo da
obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos
prazos fixados em lei;
IV - criar, organizar e suprimir distritos, observada a
legislação estadual;
V - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de
concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse
local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter
essencial;
VI - manter, com a cooperação técnica e financeira da União
e do Estado, programas de educação infantil e de ensino
fundamental;
VII - prestar, com a cooperação técnica e financeira da
União e do Estado, serviços de atendimento à saúde da
população;
VIII - promover, no que couber, adequado ordenamento
territorial, mediante planejamento e controle do uso, do
parcelamento e da ocupação do solo urbano;
IX - promover a proteção do patrimônio histórico-cultural
local, observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e
estadual.
Relembrando:

Pulo do Gato:
Em questões de "competências", para os serviços expressos na CF,
temos:
• União - diretamente ou por autorização, permissão e
concessão;
• Municípios - diretamente ou por permissão e concessão;
• Estados - diretamente ou apenas por concessão.

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Jurisprudências 1 - Segundo o STF, trata-se de assunto de


interesse local:
• Legislar sobre horário de funcionamento de estabelecimento
comercial 1 (inclusive farmácias e drogarias)2;
• A Definição de tempo máximo de espera de clientes em filas
de instituições bancárias3 bem como sobre a instalação de
sanitários, bebedouros e equipamentos de segurança nas
agências bancárias4 (já que não são atividade fim das agências
bancá rias);

Não confunda: STF - SÚMULA Nº 19 - A


fixação do horário bancário, para atendimento ao público, e da
competência da União - já que o STF entende que neste caso trata-se
de atividade fim das agências bancárias, atraindo assim a
Competência da União para tratar sobre o sistema financeiro.
• Legislar sobre limite ao tempo de espera em fila dos usuários
dos serviços prestados pelos cartórios5;
• Legislar sobre a vocação sucessória dos cargos de prefeito e
vice-prefeito em caso de dupla vacância. Assim, é
inconstitucional disposit ivo da Constituição Estadual que venha
a regular tal matéria, já que estaria desrespeitando à
autonomia Municipa16

Jurisprudências 2:
• STF - Súmula nº 646 .- Ofende o princípio da livre
concorrência a lei municipal que impede a instalação de
estabelecimentos comerciais do mesmo ramo em
determinada área.

1
STF - Súmula nº 645 .
2
RE 408373 AgR / SP - SÂO PAULO - 23/05/2006
3
RE 610221 RG / se - SANTA CATARINA - 29/04/2010 .
4
AI 453178 AgR / SP - SÃO PAULO - 13/ 12/2006 e AI 574296 AgR / RS - RIO GRANDE DO
SUL 23/05/2006
5
RE 397094 / DF - DISTRITO FEDERAL - 29/08/2006
6
ADI 3549 / GO - GOIÁS - 17/09/ 2007
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• É inconstitucional a fixação de distância mm 1ma para a


insta lação de novas farmácias e drogarias 7 .
• Segundo o STF, é inconstitucional lei municipa l que, na
competência legislativa concorrente, utilize-se do
argumento do interesse local para restringir ou ampliar as
determinações contidas em texto normativo de âmbito
nacional 8 .

Questões de literalidade:

186. (FCC/Procurador-Prefeitura de São Paulo/2008) Dentre


as tarefas do Município, insere-se a promoção da educação,
apresentando o caráter constitucional de
a) atribuição explícita, em se tratando do campo do ensino
fundamenta l.
b) atuação em colaboração com o Estado-membro, na área do ensino
médio e da educação infantil.
c) subsidiariedade para impor a interveniência do poder municipal no
segmento da educação infantil, quando o setor privado se afigurar
inadequado à demanda.
d) competência implícita, incorporada na de legislar sobre assunto de
interesse local.
e) obrigação prioritária das autoridades municipais no tocante ao
ensino médio.
Comentários:
Segundo a Constituição, em seu art. 30, VI, compete aos Municípios
manter, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado,
programas de educação infantil e de ensino fundamenta l.
Logo, a resposta correta é a letra A - "atribuição explícita, em se
tratando do campo do ensino fundamenta l".
Gabarito: Letra A.

187. (FCC/TRF 1ª/2006) Os Municípios, segu ndo a Constituição


Federal, não poderão criar, organizar ou suprimir distritos.

7
ADI 2327 / SP - SÂO PAULO
8
RE 596489 AgR / RS - RIO GRANDE DO SUL - 27/10/ 2009

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Comentários:
Segundo a Constituição, em seu art. 30, IV, compete aos Municípios
criar, organizar e suprimir distritos, observada a legislação estadual.
Logo, trata-se de uma faculdade explícita dos municípios.
Gabarito: Errado.

188. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) Inserem-se no âmbito


da competência do município o planejamento e o controle do uso e
ocupação do solo urbano.
Comentários:
Correto, é o que prevê o art. 30, VIII.
Gabarito: Correto.

189. (CESPE/Analista – CNPq/2011) Compete aos municípios a


organização e a prestação, de forma direta ou sob regime de
concessão ou permissão, dos serviços públicos de transporte urbano
coletivo local.
Comentários:
O respaldo dessa questão encontrasse, no art. 30, V da Constituição,
que diz competir aos municípios organizar e prestar, diretamente ou
sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de
interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter
essencial. Lembrando que em questões de "competências", para os
serviços expressos na CF, temos:
 União → diretamente ou por autorização, permissão e
concessão;
 Municípios → diretamente ou por permissão e concessão;
 Estados → diretamente ou apenas por concessão.
Gabarito: Correto.

190. (CESPE/Analista Administrativo - PREVIC/2011) A CF


reconhece aos municípios a competência para criar, organizar e
suprimir distritos, observada a legislação estadual.
Comentários:
Exatamente o que diz a Constituição, em seu art. 30, IV: compete
aos Municípios criar, organizar e suprimir distritos, observada a
legislação estadual.
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Gabarito: Correto.

Questões jurisprudenciais:

191. (FCC/Procurador-Prefeitura de São Paulo/2008) O horário


de funcionamento de farmácias constitui matéria reservada ao
Município, em razão de competência
a) explícita, enunciada na Constituição Estadual.
b) concorrente, inerente à competência de cuidar da saúde.
c) residual, consolidada por força de súmula editada pelo Supremo
Tribunal Federal.
d) implícita, decorrente da competência de prestar assistência
pública.
e) implícita, extraída da competência de legislar sobre assuntos de
interesse local, reconhecida por súmula do Supremo Tribunal Federal.
Comentários:
A constituição elenca no art. 30 as competências expressas do
município, entre elas a de legislar sobre assuntos de interesse local,
logo no inciso I.
A delimitação do que seria "interesse local" coube muitas vezes à
Jurisprudência do STF, que entre diversas coisas decidiu ser
competente o Município para legislar sobre horário de funcionamento
de estabelecimento comercial, inclusive em se tratando de farmácias
e drogarias.
Gabarito: Letra E.

192. (FCC/Procurador-Prefeitura de São Paulo/2008) Ao


Município é reconhecida competência para suplementar a legislação
estadual e federal com o escopo de atender ao interesse local. No
exercício desta atribuição, o ente local poderá
a) editar normas que venham a dispor contrariamente à legislação
estadual e federal.
b) complementar ou suprir normas legislativas federais e estaduais,
no que couber.
c) disciplinar matérias de competência privativa da União em
conformidade com o disposto em lei complementar federal.

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d) baixar normas de regência do funcionamento dos registros


públicos.
e) invocar a competência suplementar para aumentar catálogo da
legislação federal proibitivo da venda de determinado gênero ou
produto no Município.
Comentários:
Letra A - Errado. Não pode contrariar o que já está estabelecido em
âmbito federal ou estadual.
Letra B - Correto. Ele irá legislar para atender às suas peculiaridades,
complementando aquilo que já está disposto em âmbito federal ou
estadual, ou suprindo lacunas legislativas deixadas.
Letra C - Errado. O Município não pode receber delegação para tratar
de matérias privativas da União. Essa delegação que se faz por lei
complementar federal das matérias privativas da União é passível
somente aos Estados e Distrito Federal.
Letra D - Errado. Registros públicos é matéria de legislação privativa
da União, já que se trata de algo que deve estar uniformizado
nacionalmente. Por ser privativo da União, o município não poderá
tratar, salvo excepcionalmente se for para atender alguma
peculiaridade de sua localidade.
Letra E - Errado. Pois, segundo o STF, é inconstitucional lei
municipal que utilize-se do argumento do interesse local para
restringir ou ampliar as determinações contidas em texto normativo
de âmbito nacional.
Gabarito: Letra B.

193. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) De acordo


com o posicionamento do STF, a fixação de tempo razoável de espera
dos usuários dos serviços de cartórios constitui matéria relativa à
disciplina dos registros públicos, inserida na competência legislativa
privativa da União.
Comentários:
Segundo o STF, a imposição legal de um limite ao tempo de espera
em fila dos usuários dos serviços prestados pelos cartórios não
constitui matéria relativa à disciplina dos registros públicos, mas
assunto de interesse local, cuja competência legislativa a Constituição
atribui aos Municípios.
Gabarito: Errado.

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194. (CESPE/ Juiz Substituto - TRF 1°/ 2010) É constituciona l lei


municipa l que, no âmbito da competência legislativa concorrente,
invocando a existência de interesse local, restringe ou amplia regras
contidas em lei federal que disponha sobre a matéria de que trate a
referida lei municipal.
Comentários:
Segundo o STF, é inconstitucional lei municipal que, na
competência legislativa concorrente, utilize-se do argumento do
interesse local para restringir ou ampliar as determinações contidas
em texto normativo de âmbito nacional. Ou seja, cabe ao município
apenas adequar a legislação federal concorrente às peculiaridades de
sua localidade (CF, art. 30, II). Caso a lei municipal venha restring ir
ou ampliar determinações que sejam taxadas no diploma federal (que
se constitui em normas gerais da legislação concorrente ) será a lei
municipal inconstitucional.
Gabarito: Errado.

Classificação doutrinária da competência legislativa P-rivativa


da União, segundo José Afonso da Silva:

195. (ESAF/Analista-SUSEP/2010) Quanto à competência


legislativa privativa da União, é possível classificá-la em direito
material substancial e direito material administrativo. Sobre o tema,
é correto afirmar que
a) o direito marítimo é classificado como direito material
administrativo.
b) a água, a energia, a informática, as telecomunicações e a
radiodifusão são classificadas como direito material substancial.
c) as requisições civis e militares são classificadas como direito
material substancial.
d) o direito agrário é classificado como direito material
administrativo.
e) a desapropriação é classificada como um direito material
administrativo.
Comentários:
Trata-se de uma classificação doutrinária.
A competência legislativa privativa da União de 3 formas:

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1- Competência para legislar sobre direito processual.


2- Competência para legislar sobre direito administrativo;
3- Competência para legislar sobre direito material, não
administrativo;
1) A competência para legislar sobre direito processual se materializa
na legislação sobre o direito processual do trabalho, processual penal
e processual civil.
2) A competência para legislar sobre direito administrativo se baseia
naquelas matérias cujo objeto estariam no campo da atividade da
administração pública ou sobre coisas de interesse público. José
Afonso da Silva elenca nesse rol:
- desapropriação;
- requisições civis e militares;
- água, energia, informática, telecomunicações e radiofusão;
- serviço postal;
- política de crédito, câmbio e seguros;
- diretrizes da política nacional de transportes;
- jazidas, minas, outros recursos minerais e metalurgia;
- regime de portos, navegação lacustre, fluvial, marítima, aérea e
aeroespacial;
- trânsito e transporte;
- Imigração, emigração, extradição e expulsão;
- organização do sistema nacional de emprego;
- organização judiciária, do Ministério Público e da Defensoria Pública
do DF e Territórios.
- Sistema estatístico, cartográfico e de geologia nacionais.
- consórcios e sorteios;
- registros públicos;
- competências da PF, PRF e PFF;
- atividades nucleares;
- defesa territorial, aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e
mobilização nacional.
3) O mesmo autor elenca como competência legislativa sobre direito
material não administrativo:

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- Os demais direitos não processuais previstos no art. 22, I: direito


civil, comercial, penal, político-eleitoral (incluindo nacionalidade,
cidadania e naturalização), agrário, marítimo, aeronáutico, espacial, e
do trabalho. Além da legislação sobre populações indígenas,
condições para o livre exercício de profissões, seguridade social.

Professor, você quer me endoidar? Como que eu vou decorar


isso?!
Calma, tem solução pra tudo. É muito simples:
1- Direito processual já está, por si decorado.
2- Competência para direito material não administrativo - São os
direitos do art. 22, I (salvo os processuais) + tudo que mexe com
nacionalidade e cidadania e índio + profissão + seguridade social;
3- Competência para direito material administrativo - tudo o que
sobrou e que nós não vamos decorar.
Letra A - Errado. Direito marítimo está art. 22, I logo não se trata de
objeto de direito administrativo e sim substancial ou material não
administrativo.
Letra B - Errado. Legislar sobre água, energia, informática,
telecomunicações e radiodifusão é um monte de coisa que a gente
não decorou, logo é errado. Trata-se de direito administrativo.
Letra C - Errado. Requisições civis e militares também não foi
decorada por nós, logo se trata de direito administrativo.
Letra D - Errado. Mais um direito arrolado no art. 22, I, onde não se
trata de objeto de direito administrativo e sim substancial ou material
não administrativo.
Letra E - Correto. Desapropriação não foi decorada, logo, realmente
é administrativo.
Gabarito: Letra E.

Estados-membros:
A Constituição versa em seu art. 25 que os Estados organizam-se e
regem-se pelas Constituições e leis que adotarem, observados os
princípios desta Constituição. Esses princípios são os "estabelecidos",
"sensíveis" e "extensíveis", lembram deles?
 Os princípios sensíveis - são aqueles presentes no art. 34,
VII da Constituição Federal, que se não respeitados poderão
ensejar a intervenção federal.
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 Os princípios federais extensíveis (ou comuns) - são


aqueles princípios federais que são aplicáveis pela simetria
federativa aos demais entes políticos, como por exemplo, as
diretrizes do processo legislativo, dos orçamentos e das
investiduras nos cargos eletivos. São também chamados de
"princípios comuns" pois se aplicam a todos os entes da
federação, de forma comum.
OBS. - As normas que estão presentes na Constituição Federal
podem estar presentes na Constituição Estadual de duas
formas:
 Normas de Reprodução Obrigatória - São aquelas
normas da Constituição da República que são de
observância obrigatória pelas Constituições Estaduais.
 Normas de Imitação - São as normas que podem,
facultativamente, estar presentes na Constituição Estadual.
 Os princípios estabelecidos - são aqueles que estão
expressamente ou implicitamente no texto da Constituição
Federal limitando o poder constituinte do Estado-membro.
Em concursos públicos, porém, a imensa maioria das questões se
referem às competências dos Estados. Essas competências como
sabemos não são expressas na Constituição, são ditas "residuais" ou
"remanescentes" devido ao §1º do art. 25 (São reservadas aos
Estados as competências que não lhes sejam vedadas por esta
Constituição), havendo contudo duas competências que foram
expressas, e que, por este motivo, são exaustivamente exploradas
em concursos (art. 25 §§ 2º e § 3º).
Existem agora, sobre os Estados-membros, um outro escalão de
questões, que são aquelas que diferenciam a nota 9 da nota 10, pois
cobram assuntos envolvendo a literalidade de dispositivos pouco
estudados pelos candidatos. Como meus alunos são nota 10 e não
nota 9, vamos trabalhá-los:

196. (ESAF/ATA-MF/2009) Ao exercitarem o seu poder


constituinte derivado-decorrente, os Estados-membros, a teor do
disposto na Constituição Federal, respeitam os princípios
constitucionais sensíveis, princípios federais extensíveis e princípios
constitucionais estabelecidos.
Comentários:
São os 3 grupos de princípios a serem observados pelo Poder
Constituinte Derivado Decorrente.
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Gabarito : Correto.

Poder Legislativo Estadual:


Unicameral idade:
Diferentemente do PL federal que é bicameral (Câmara e Senado), os
demais entes possuem o PL composto por apenas 1 câmara:
• Estados - Assembléia Legislativa composta por deputados
estaduais;
• Municípios - Câmara Municipal composta por vereadores;
• Distrito Federal - Câmara Legislativa composta por deputados
distritais.

Número de DeP-utados na Assembléia Legislativa:


Você pode me dizer quantos deputados estaduais temos na
Assembléia Legislativa?
Isso depende da quantidade de Deputados Federais que o Estado
possui no Congresso . Pegue o número de deputados federais e
multiplique por TRÊS!!!
Mas atenção: Se tivermos mais que 12 deputados federais,
multiplique por 3 só esses 12. Ou seja, 36 ...
Depois você acrescenta um Deputado Estadual para cada Deputado
Federal (coloca 1 pra 1, em vez de 3 pra 1).
Exemplo:
Se tivermos 16 deputados federais, teremos 40 Deputados federa is
(12 x 3 = 36 + 4 deputados, que é o que passa de 12).
Então temos o disposto na Constituição:
CF, art. 2 7. O número de Deputados à Assembleia
Legislativa corresponderá ao triplo da representação do
Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de
trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os
Deputados Federais acima de doze .

Garantias e lmP-edimentos dos DeP-utados Estaduais:


São os mesmos dos Deputados Federais (CF, art. 27 §1º) .

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Subsídios dos DeP-utados Estaduais:


CF art. 27 § 2º - O subsídio dos Deputados Estaduais será
fixado por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa,
na razão de, no máximo, setenta e cinco por cento
daquele estabelecido, em espécie, para os Deputados
Federais ( ... )
Gravem isso:
• Modo de fixação: LEI de iniciativa da AL.
• Limite: no máximo 75°/o dos Dep. Federais.

No caso dos Deputados ESTADUAIS, nós temos a EXCEÇÃO, já que


a regra é o Legislativo fixar diretamente o subsídio de seus membros.
No caso dos deputados estaduais, como a fixação é feita por "LEI"
( ordinária) esta fixação de subsídios poderá ser apreciada pelo Poder
Executivo para sanção/veto. No caso dos vereadores, deputados
federa is e Senadores, é o próprio Legislativo que fixa a remuneração,
sem que seja posteriormente submetida à sanção/veto do chefe do
Executivo.

Esquematizando:
• Regra - Legislativo Municipal e Federal - o próprio PL fixa o
subsídio diretamente.
• Exceção - Legislativo Estadual - O PL fixa por lei que será
levada à sanção/veto pelo Executivo.

~ ssembleias legislativas estaduais:


CF, art. 27, § 3º - Compete às Assembleias Legislativas
dispor sobre seu regimento interno, polícia e serviços
administrativos de sua secretaria, e prover os respectivos
cargos.
I sso é uma amostra da prolixidade da Constituição. Ora, os Poderes
do Estado são autônomos, então, todas as competências internas,
que são ditas "interna corporis" são executadas diretamente pelo
órgão autônomo respectivo. A Constituição fez questão de frisar que
compete às Assembléias, à câmara dos deputados, ao Senado, aos
tribunais e blá, blá, blá, dispor sobre seu regimento interno, prover
seus cargos internos e etc ... Isso nada mais é do que ratificar a

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autonomia que é própria a tais órgãos. Logo, não fique em dúvida em


questões desse tipo.

CPI estadual:
Assim como na esfera federal, as Assembleias Legislativas também
podem criar CPI 's para investigar certos fatos determinados e pro
prazo certo, observando aquilo que o art. 58 §3º da Constituição
dispõe para as CPI 's federais.

Iniciativa P-Opular estadual:


CF, art. 27 §4º - A lei disporá sobre a iniciativa popular no
processo legislativo estadual.
Como sabemos, a iniciativa popular é o poder que o povo possui
para levar ao Poder Legislativo uma pro posta de lei (ordinária ou
complementar) . A iniciativa popu lar também pode ser exercida
tanto para feitura de leis federais, estaduais ou municipais, através
do cumprimento dos seguintes requisitos:
+ FEDERAL (CF, art. 61 §2º) 7 será proposta na Câmara dos
Deputados e subscr ito por, no mínimo:
• 1 °/o do eleitorado nacional;
• De pelo menos 5 estados; e
• Ao menos 0,3°/o dos eleitores de cada um deles;
+ ESTADUAL (CF, art. 27 §4º) 7 deverá ser regulada por uma
Lei Ordinária;
+ MUNICIPAL (CF, art. 29 XIII)7 será subscrita por no mínimo
5°/o do eleitorado.

Poder Executivo Estadual:


Governador:
O Governador é o chefe do poder executivo estadual e auxiliado pelos
Secretários de Estado.
Mandato: de 4 anos, com início em 1º de janeiro;
Eleição: A eleição ocorre nos mesmos moldes do Presidente;

Perda do cargo de governador:

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• Regra 7 Se assumir outro cargo ou função na administração


pública, direta ou indireta, irá perder seu cargo.
• Exceção 7 Se passar em concurso público, não perde o cargo
de Governador, porém tem que ficar afastado do cargo efetivo
até acabar o mandato.

Subsídio:
No Legislativo temos:
Regra - Legislativo Municipal e Federal - o respectivo PL fixa o
subsídio diretamente, sem precisar de lei.
Exceção - Legislativo Estadual - O PL fixa por lei que será levada à
sanção/veto pelo Executivo.
No Executivo, a regra muda, temos então:
• Regra - Executivo Municipal e Estadual - Lei de iniciativa do
Legislativo que é levada à sanção/veto do Executivo = vale
para o Governador, Prefeito e respecti vos secretários.
• Exceção - Executivo Federal - O Congresso fixa diretamente o
subsídio do Presidente da República e seus Ministros.

197. (FCC/Técnico - TRT-PI/2009} O número de Deputados à


Assembleia Legi slativa corresponderá ao dobro da representação do
Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e
cinco, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais
acima de dez.
Comentários:
Será o "triplo" e não o dobro, e atingindo o número de "trinta e seis"
( e não trinta e cinco") só acrescenta um deputado estadual para cada
federa l que estiver acima de "doze" (e não dez).
Gabarito: Errado.

198. (FCC/ ALESP /2010} Em re lação ao Poder Legislativo dos


Estados-Membros da federação brasileira, é correto asseverar que
a) o número de Deputados à Assembleia Legislativa corresponderá ao
triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e,
atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos
forem os Deputados Federais acima de doze.

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b) apresenta uma estrutura bicameral decorrente da obrigatoriedade


de haver simetria entre os órgãos legislativos da Federação.
c) o subsídio dos Deputados Estaduais será fixado por lei de iniciativa
do Congresso Nacional, na razão de, no máximo, setenta e cinco por
cento daquele estabelecido, em espécie, para os Deputados Federais.
d) as regras sobre sistema eleitoral, inviolabilidade, imunidade,
remuneração, perda de mandato, licença e impedimentos, aplicadas
aos Deputados Federais, não se aplicam aos Deputados Estaduais.
e) as Assembleias Legislativas poderão criar comissões parlamentares
de inquérito, desde que autorizadas pelo Congresso Nacional.
Comentários:
Letra A - Correto. Exatamente isso. O número de deputados
estaduais é o triplo do número de federais, só que isso só funciona
até chegar ao número de 36. Após 36 deputados estaduais, só se
acrescenta 1 deputado estadual a cada deputado federal acima de
12.
Letra B - Errado. O Legislativo estadual é unicameral, formado
apenas pela Assembléia Legislativa.
Letra C - Errado. Quem fixa o subsídio dos deputados estaduais é
uma lei de iniciativa da Assembléia Legislativa.
Letra D - Errado. Elas são aplicáveis (CF, art. 27 §1º).
Letra E - Errado. Elas podem criar CPI´s, porém, são autônomas, não
precisam de autorização do Congresso para tal.
Gabarito: Letra A.

199. (FCC/TJAA-TRE-AC/2010) Em relação aos Estados


Federados, analise:
I. Aos Estados cabe explorar, diretamente ou mediante permissão, os
serviços locais de gás canalizado, na forma da lei, cuja
regulamentação se fará mediante medida provisória.
II. Incluem-se, dentre outros bens dos Estados, as águas emergentes
e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as
decorrentes de obras da União.
III. A iniciativa popular é privativa do processo legislativo federal, não
cabendo, portanto, na esfera estadual.
IV. Compete às Assembleias Legislativas dispor, entre outras
situações, sobre sua polícia e prover os respectivos cargos.

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Está correto o que se afirma APENAS em


a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) II e IV.
e) III e IV.
Comentários:
I - Errado. 2 erros: seria concessão e não permissão; e também não
poderá usar medida provisória para regulamentar.
II - Correto. As águas pertencem ao Estados, mas ressalvam-se
aquelas que decorrerem de obras da União.
III - Errado. A iniciativa popular é possível em todas as esferas da
federação.
IV - Essa questão é uma literalidade da Constituição. Segundo o art.
27 §3º Compete às Assembleias Legislativas dispor sobre seu
regimento interno, polícia e serviços administrativos de sua
secretaria, e prover os respectivos cargos.
Como vimos, isso é uma amostra da prolixidade da Constituição, pois
como os Poderes do Estado são autônomos, é óbvio que todas as
competências "interna corporis" serão executadas diretamente pelo
órgão.
Gabarito: Letra D.

200. (FCC/Analista - TRF 5ª/2008) O número de Deputados à


Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do
Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta, será
acrescido de tantos quantos forem os deputados federais acima de
dez.
Comentários:
O correto seria dizer que se passando de trinta e seis, acrescenta-se
tantos quantos forem os deputados federais acima de "doze". Ou
seja, a representação de deputados no Estado vai crescendo de 3 em
3, a cada deputado federal. Porém, depois que chegar ao número de
36 deputados estaduais - caso em que teremos 12 deputados
federais - só se acrescentará um deputado estadual a cada deputado
federal (CF, art. 27);
Gabarito: Errado.
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201. (ESAF/ATA-MF/2009) O número de Deputados à Assembléia


Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na
Câmara dos Deputados.
Comentários:
É o que dispõe a Constituição em seu art. 27. Porém, chegando ao
número de 36 deputados, só serão acrescidos 1 deputado na
assembléia a cada deputado na Câmara que exceder a 12. Desta
forma, a questão deveria ter sido considerada incorreta, já que nem
sempre será o triplo.
Gabarito: Correto.

202. (ESAF/CGU/2006) É vedado ao Governador do Estado


assumir qualquer cargo ou função na administração pública direta,
sob pena de perda do seu mandato eletivo.
Comentários:
Poderá ocorrer posse em virtude de nomeação em concurso público
(CF art. 28 §1º).
Gabarito: Errado.

203. (ESAF/CGU/2006) Os subsídios dos Secretários de Estado


serão fixados por lei de iniciativa do Poder Executivo.
Comentários:
Será por lei de iniciativa da Assembléia Legislativa (CF art. 28 §2º).
Gabarito: Errado.

204. (ESAF/TCU/2006) A fixação dos subsídios do Governador e


do Vice-Governador será feita por lei de iniciativa do Poder Executivo
estadual, e terá como limite o subsídio do Ministro do STF.
Comentários:
A iniciativa da lei é da Assembléia Legislativa (CF art. 28 §2º).
Gabarito: Errado.

Municípios:
O Município não possui Constituição, ele rege-se por uma lei
orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez
dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal,
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que a promulgará, atendidos os princ1p1os est abeleci dos na


Constituição Federal e na Constituição do respectivo Estado .

Pulo do Gato:
Aqui encontramos o ".Q.Q.Q." da lei orgânica: .Qois turnos, .Qez dias e
.Qois terços.

As principais questões sobre Municípios são as que cobram as


competências do art. 30.
Porém também são cobradas as demais disposições, algumas vezes,
vamos estudá-las.

Prefeito:
(Art. 29)
Conceito: Chefe do poder executivo municipa l e auxiliado pelos
secretários municipais;
Mandato: de 4 anos, com início em 1 o de janeiro;
Eleição:
o Será feita eleição simultânea em todo país para os prefeitos e
vereadores;
• Se mais de 200 mil ELEITORES "'7 mesmos moldes do
Presidente;
• Se menos de 200 mi ELEITORES "'7 não há segundo turno,
sendo eleito o candidato que alcançar a maioria dos votos.
Perda do cargo: Vale a regra para perda do cargo da mesma forma
que o Governador.
Crimes comuns do Prefeito: Será j ulgado perante o TJ;
{STF - SÚMULA Nº 702) 7 A Competência do TJ para julgar
prefeitos, restringe-se aos crimes de competência comum
da justiça estadual; nos demais casos, a competência
originária caberá ao respectivo tribunal de segundo grau.
Crimes de responsabilidade do Prefeito:

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Segundo o STF9 , é harmônico com a Carta da República preceito de


lei orgânica de município prevendo a competência da câmara
municipa l para julgar o prefeito nos crimes de responsabilidade
definidos no Decreto-Lei nº 201/67. Segundo a Constituição são
crimes de responsabilidade do Prefeito:
I - efetuar repasse que supere os lim ites definidos no art. 29-A;
II - não enviar o repasse até o dia vinte de cada mês; ou
III - enviá-lo a menor em relação à proporção fixada na Lei
Orçamentária.

Poder Legislativo Munici ai:


Número de vereadores
A EC 58/09 alterou todo o inciso IV do art. 29. Antes ele contava com
apenas 3 faixas para estabelecer o número de vereadores em razão
dos habitantes. Atua lmente esse número está fixado, não é mais
proporcional e constam 24 valores diferentes.
Assim, é humanamente impossível decorar todas as faixas. Para
concursos devemos apenas observar que:
A faixa mínima para o número de vereadores é 9, depois temos
outras 23 faixas que se escalonam de 2 em 2 até chegar ao número
máximo de 55.
Professor, o que eu tenho que decorar então? 4 coisas:
• faixa mínima - até 9 vereadores para até 15 000 habitantes;
• faixa máxima - até 55 vereadores para mais de 8 milhões de
habitantes;
• O escalonamento vai de 2 em 2.
• Veja que, em decorrência disso, todas as faixas são números
ímpares (9, 11, 13 ... até 55).

Para quem quiser observar estas coisas, aí vai:


IV - para a composição das Câmaras Municipais, será
observado o limite máximo de:
a) 9 (nove) Vereadores, nos Municípios de até 15.000
( quinze mil) habitantes;

9
RE 179852 / MG - MINAS GERAIS - 21/11/2000

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b) 11 (onze) Vereadores, nos Municípios de mais de 15.000


(quinze mil) habitantes e de até 30.000 (trinta mil)
habitantes;
c) 13 (treze) Vereadores, nos Municípios com mais de
30.000 (trinta mil) habitantes e de até 50.000 (cinquenta
mil) habitantes;
d) 15 (quinze) Vereadores, nos Municípios de mais de
50.000 (cinquenta mil) habitantes e de até 80.000 (oitenta
mil) habitantes;
e) 17 (dezessete) Vereadores, nos Municípios de mais de
80.000 (oitenta mil) habitantes e de até 120.000 (cento e
vinte mil) habitantes;
f) 19 (dezenove) Vereadores, nos Municípios de mais de
120.000 (cento e vinte mil) habitantes e de até 160.000
(cento sessenta mil) habitantes;
g) 21 (vinte e um) Vereadores, nos Municípios de mais de
160.000 (cento e sessenta mil) habitantes e de até 300.000
(trezentos mil) habitantes;
h) 23 (vinte e três) Vereadores, nos Municípios de mais de
300.000 (trezentos mil) habitantes e de até 450.000
(quatrocentos e cinquenta mil) habitantes;
i) 25 (vinte e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de
450.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes e de até
600.000 (seiscentos mil) habitantes;
j) 27 (vinte e sete) Vereadores, nos Municípios de mais de
600.000 (seiscentos mil) habitantes e de até 750.000
(setecentos cinquenta mil) habitantes;
k) 29 (vinte e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de
750.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes e de até
900.000 (novecentos mil) habitantes;
l) 31 (trinta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de
900.000 (novecentos mil) habitantes e de até 1.050.000
(um milhão e cinquenta mil) habitantes;
m) 33 (trinta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de
1.050.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes e de até
1.200.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes;
n) 35 (trinta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de
1.200.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes e de até

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1.350.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil)


habitantes;
o) 37 (trinta e sete) Vereadores, nos Municípios de
1.350.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil)
habitantes e de até 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil)
habitantes;
p) 39 (trinta e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de
1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes e de até
1.800.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes;
q) 41 (quarenta e um) Vereadores, nos Municípios de mais
de 1.800.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes e de
até 2.400.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes;
r) 43 (quarenta e três) Vereadores, nos Municípios de mais
de 2.400.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes e
de até 3.000.000 (três milhões) de habitantes;
s) 45 (quarenta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais
de 3.000.000 (três milhões) de habitantes e de até
4.000.000 (quatro milhões) de habitantes;
t) 47 (quarenta e sete) Vereadores, nos Municípios de mais
de 4.000.000 (quatro milhões) de habitantes e de até
5.000.000 (cinco milhões) de habitantes;
u) 49 (quarenta e nove) Vereadores, nos Municípios de mais
de 5.000.000 (cinco milhões) de habitantes e de até
6.000.000 (seis milhões) de habitantes;
v) 51 (cinquenta e um) Vereadores, nos Municípios de mais
de 6.000.000 (seis milhões) de habitantes e de até
7.000.000 (sete milhões) de habitantes;
w) 53 (cinquenta e três) Vereadores, nos Municípios de mais
de 7.000.000 (sete milhões) de habitantes e de até
8.000.000 (oito milhões) de habitantes; e
x) 55 (cinquenta e cinco) Vereadores, nos Municípios de
mais de 8.000.000 (oito milhões) de habitantes;

Fixação dos subsídios do Prefeito (seu Vice e seus secretários)


e dos Vereadores:
O poder público estadual segue sempre a regra - Legislativo com
subsídio fixado diretamente por ele, e Executivo com subsídio fixado
por lei de iniciativa do Legislativo, porém dependente de sanção/veto
pelo Executivo.
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Vamos esquematizar:
Subsídio do Legislativo
• Regra - Legislativo Municipal e Federal - o próprio PL fixa o
subsídio diretamente.
• Exceção - Legislativo Estadual - O PL fixa por lei que será
levada à sanção/veto pelo Executivo;
Subsídio do Executivo
• Regra - Executivo Municipal e Estadual - Lei de iniciativa do
Legislativo que é levada à sanção/veto do Executivo = vale
para o Governador, Prefeito e respectivos secretários.
• Exceção - Executivo Federal - O Congresso fixa diretamente o
subsídio do Presidente da República e seus Ministros.

Limites máximos de gasto com essoal no Le islativo


Municipal:
Em que pese a forma de fixação (a Câmara fixando diretamente o
subsídio de seus membros). Essa fixação deve observar os limites
traçados pela Constituição. São eles:
-Se até 10 mil habitantes = Máx. 20°/o do subsídio dos Dep. Est.
-Se 10 até 50 mil habitantes = Máx. 30°/o
-Se 50 até 100 mil habitantes = Máx. 40°/o
-Se 100 até 300 mil habitantes = Máx. 50°/o
-Se 300 até 500 mil habitantes = Máx. 60°/o
-Se mais de 500 mil habitantes = Máx. 75°/o dos subsídio dos
Dep. Est.
Veja que o teto dos Deputados Estaduais será de até 75°/o dos
Deputados Federais, e o dos Vereadores, por sua vez, será de até
75°/o dos Deputados Estaduais. Assim vamos gravar:
• Até 10 mil habitantes = Máx. 20°/o
• Mais de 500 mil habitantes = Máx. 75°/o
• As faixas escalonam de 10 em 10°/o, salvo a última, que pula
de 60 para 75°/o.

• Limite de despesa com a remuneração dos Vereadores =


5°/o DA RECEITA DO MUNICÍPIO;

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• Limite de despesa da Câmara Municipal com folha de


pagamento {serviços internos + vereadores} que se não
observado será crime de responsabilidade do Presidente
da Câmara= 70°/o DE SUA RECEITA;

• Total da despesa do Poder Legislativo Municipal


{incluídos os subsídios dos Vereadores e excluídos os
gastos com inativos} - não poderá ultrapassar os seguintes
percentuais, relativos ao somatório da receita tributária e das
transferências tributárias recebidas :
- 7°/o para Municípios com população de até 100.000
habitantes;
- 6°/o para Municípios com população entre 100.000 e 300.000
habitantes;
- 5°/o para Municípios com população entre 300.001 e 500.000
habitantes;
- 4,5°/o para Municípios com população entre 500.001 e
3.000.000 de habitantes;
- 4°/o para Municípios com população entre 3.000.001 e
8.000.000 de habitantes;
- 3,5°/o para Municípios com população acima de 8.000.001
habitantes.
Essas porcentagens supracitadas não são, em si, muito cobradas
em concursos, porém, deve-se ter muita atenção na regra utilizada
para o cálculo. Esta sim é cobrada com bastante frequencia:
• Inclui-se os subsídios dos Vereadores;
• exclui-se os gastos com inativos.

Inviolabilidade dos vereadores


CF, art. 29, VIII - inviolabilidade dos Vereadores por suas
opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na
circunscrição do Município;
É diferente do previsto para Deputados Federais e Senadores. A
imunidade material (aquela que se refere à proteção dada ao
conteúdo de suas manifestações) para Deputados Federais e
Senadores é aplicada a qualquer de suas palavras, opiniões e votos,
enquanto para os Vereadores, somente se proferido no exercício do
mandato e dentro dos limites municipais.
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A CF estabeleceu apenas imunidade material para os Vereadores - ou


seja, aquela que diz respeito às suas atribuições -, diferentemente do
que fez para os membros do Legislativo federa l e estadual onde além
desta imunidade material vista, tem-se também imunidade formal -
que se refere ao processo.

lncomP.atibilidades e P.roibições dos vereadores


CF, art. 29, IX - proibições e incompatibilidades, no
exercício da vereança, similares, no que couber, ao disposto
nesta Constituição para os membros do Congresso Nacional
e na Constituição do respectivo Estado para os membros da
Assembléia Legislativa;
Desta forma, embora os vereadores (diferentemente dos Deputados
Estaduais) não tenham as mesmas ga rantias dos parlamentares
federais, eles vão ter as mesmas proibições e incompatibilidades.

'A Lei Orgânica MuniciP.al deve observar ainda:


CF, art. 29, XI - organização das funções legislativas e
fiscalizadoras da Câmara Municipal;
CF, art. 29, XII cooperação das associações
representativas no planejamento municipal;
Ou seja: cabe à Lei Orgânica do Município organizar as funções da
sua câmara municipal (funções legislativas e fiscalizatórias).
É papel também da lei orgânica prever, ou ordenar que a lei venha a
organizar, a forma como as associações representativas da sociedade
(segmentos profissionais, artísticos, filantrópicos ... ) irão participar do
planejamento municipa l.

Iniciativa OP.Ular municiP.al


A iniciativa popular, como sabemos, será exercível em todas as
esferas. Novamente para fixar, vamos expor os requ isitos de cada
uma:
+ FEDERAL 7 será proposta na Câmara dos Deputados e
subscrito por, no mínimo:
• 1 º/o do eleitorado nacional;
• De pelo menos 5 estados; e
• Ao menos 0,3°/o dos eleitores de cada um deles;
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 ESTADUAL  deverá ser regulada por uma Lei Ordinária;


(art. 27 §4º)
 MUNICIPAL  será subscrita por no mínimo 5% do
eleitorado. (art. 29 XIII)

205. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) os


Municípios estão sujeitos às normas da Constituição Federal, mas não
às da Constituição do seu respectivo Estado.
Comentários:
Os municípios devem observar uma dupla regulamentação. A
Constituição Federal traz em seu corpo normas nacionais, que devem
ser observadas por todos os Estados e todos os Municípios do país. Já
a Constituição Estadual dispõe sobre normas com força para todo o
território do referido Estado.
Gabarito: Errado.

206. (FCC/Técnico Ministerial-MP-PE/2012) Para a composição


das Câmaras Municipais, será observado o limite máximo de:
a) quatorze Vereadores, nos Municípios de mais de sessenta mil
habitantes e de até noventa mil habitantes.
b) treze Vereadores, nos Municípios com mais de trinta mil habitantes
e de até cinquenta mil habitantes.
c) dezesseis Vereadores, nos Municípios de mais de noventa mil
habitantes e de até cento e trinta mil habitantes.
d) dezoito Vereadores, nos Municípios de mais de cento e trinta mil
habitantes e de até cento e setenta mil habitantes.
e) vinte Vereadores, nos Municípios de mais de cento e setenta mil
habitantes e de até trezentos e cinquenta mil habitantes.
Comentários:
Essa questão, em princípio, parece desumana. Mas, que estudou com
a gente não precisa passar por desespero algum. É só lembrar
daquelas 4 dicas:
 faixa mínima - até 9 vereadores para até 15 000 habitantes;
 faixa máxima - até 55 vereadores para mais de 8 milhões de
habitante;
 O escalonamento vai de 2 em 2.

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 Veja que todas as faixas são números ímpares 9, 11, 13...


até 55.
Veja que só por esta última dica, você já acertaria a questão, pois a
única faixa ímpar é a letra B (13 veradores).
Gabarito: Letra B.

207. (FCC/TJAA-TRE-AC/2010) Desconsiderando eventuais


decisões judiciais, observa-se que, exclusivamente, em conformidade
com o texto constitucional, no que se refere à composição das
Câmaras Municipais
I. Municípios com mais de quinze mil habitantes e de até trinta mil
habitantes.
II. Municípios com mais de trinta mil habitantes e de até cinquenta
mil habitantes.
Para a composição das referidas Câmaras Municipais, nesses casos,
será observado, respectivamente, o limite máximo de Vereadores, de
a) sete e nove.
b) nove e onze.
c) onze e treze.
d) treze e quinze.
e) quinze e dezessete.
Comentários:
A Constituição traz 24 faixas para dizer qual o número de vereadores
que teremos, de acordo com o número da população. Por ser
humanamente impossível decorá-las, sugiro que observem 3 coisas:
 Limite mínimo - 9 vereadores para até 15 000 habitantes;
 Limite máximo - 55 vereadores para mais de 8 milhões de
habitantes;
 O escalonamento vai de 2 em 2.
Desta forma. se até 15 000 temos 9 vereadores e as faixas
escalonam de 2 em 2, para a faixa de 15 a 30 000 habitantes (que é
a próxima) teremos 11 vereadores (9 + 2).
A faixa que vai de 30 a 50 000, é a próxima, logo, será 9+2+2 = 13
vereadores.
Simples, não?

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Gabarito: Letra C.

208. (FCC/TJAA-TRE-AC/2010) Quanto aos Municípios, considere


as seguintes assertivas:
I. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos,
com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos
membros da Câmara Municipal.
II. Para a composição das Câmaras Municipais, será observado o
limite máximo de onze Vereadores, nos Municípios de até quinze mil
habitantes.
III. Nos Municípios de até dez mil habitantes, o subsídio máximo dos
Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos
Deputados Estaduais.
IV. O total da despesa com a remuneração dos Vereadores não
poderá ultrapassar o montante de dez por cento da receita do
Município.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) I e II.
b) I e III.
c) I e IV.
d) II e III.
e) II e IV.
Comentários:
I - Correto. É o DDD da lei orgânica: Dois Turnos, Dez dias e Dois
terços;
II - Errado. Até 15000 habitantes é a primeira faixa. Ela começa em
nove e não em onze.
III - Correto. 10 000 habitantes é a primeira faixa, em se tratando de
subsídios. A primeira faixa, realmente começa nos 20%.
IV - Errado. O limite será de 5% da receita do Município.
Gabarito: Letra B.

209. (FCC/TJAA-TRE-AM/2010) Constitui crime de


responsabilidade do Presidente da Câmara Municipal se da receita
gastar com folha de pagamento, incluído o gasto com o subsídio de
seus Vereadores, mais de
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a) cinquenta por cento.


b) setenta por cento.
c) quarenta por cento.
d) sessenta por cento.
e) cinquenta e cinco por cento.
Comentários:
O Limite de despesa da Câmara Municipal com folha de pagamento
(serviços internos + vereadores), se não observado constituirá crime
de responsabilidade do Presidente da Câmara. Esse limite é de 70%
DA RECEITA DA CÂMARA.
Gabarito: Letra B.

210. (FCC/AJAJ-TJ-SE/2009) Considere as seguintes assertivas a


respeito dos Municípios:
I. Compete aos Municípios organizar e prestar, diretamente ou sob
regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse
local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial.
II. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos,
com o interstício mínimo de sessenta dias, e aprovada por um terço
dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará.
III. Em Municípios de até dez mil habitantes, o subsídio máximo dos
Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos
Deputados Estaduais.
IV. O total da despesa com a remuneração dos Vereadores não
poderá ultrapassar o montante de cinco por cento da receita do
Município.
De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil está
correto o que se afirma APENAS em
a) I e II.
b) I, II e III.
c) I, III e IV.
d) II, III e IV.
e) III e IV.
Comentários:
I - Correto. CF, art. 30, V;

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II - Errado. Lei orgânica é DDD = Dois Turnos, Dez dias e Dois terços
- a questão fala em "sessenta dias".
III - 10 000 habitantes é a primeira faixa em se tratando de
subsídios. A primeira faixa começa nos 20%.
IV - Correto. Entre os diversos limites que temos para despesas no
legislativo, temos que o limite de despesa com a remuneração dos
Vereadores deve ser de 5% DA RECEITA DO MUNICÍPIO.
Gabarito: Letra C.

211. (CESPE/Procurador-TCE-ES/2009) Nas infrações penais


comuns e nas ações populares, os prefeitos municipais serão julgados
pelo respectivo tribunal de justiça.
Comentários:
Segundo o STF, em sua súmula nº 702: a competência do Tribunal de
Justiça para julgar prefeitos restringe-se aos crimes de competência
da justiça comum estadual; nos demais casos, a competência
originária caberá ao respectivo tribunal de segundo grau.
Gabarito: Errado.

212. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) O prefeito é obrigado a


promover o repasse dos recursos financeiros destinados à câmara de
vereadores até o dia 20 de cada mês. No entanto, a ausência do
repasse até essa data não constitui crime de responsabilidade.
Comentários:
Segundo a Constituição, art. 29-A §2º, constitui crime de
responsabilidade do Prefeito Municipal:
- efetuar repasse que supere os limites definidos neste artigo;
- não enviar o repasse até o dia vinte de cada mês; ou
- enviá-lo a menor em relação à proporção fixada na Lei
Orçamentária.
Gabarito: Errado.

Fiscalização das contas do Município


A Constituição estabelece (art. 31) que a Fiscalização das contas do
Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal, mediante

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controle externo, e pelos sistemas de controle interno do Poder


Executivo Municipal, na forma da lei.
 Controle Interno → Fiscalização exercida pelos sistemas de
controle, internamente em cada Poder.
 Controle Externo → Fiscalização a cargo do Poder Legislativo,
auxiliado pelo Tribunal ou Conselho de Contas.
Sobre o controle externo, a Constituição elencou 4 importantes
disposições, que listaremos abaixo, com ênfase ao §4º:
§ 1º - O controle externo da Câmara Municipal será exercido
com o auxílio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do
Município ou dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos
Municípios, onde houver.
§ 2º - O parecer prévio, emitido pelo órgão competente
sobre as contas que o Prefeito deve anualmente prestar, só
deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos
membros da Câmara Municipal.
§ 3º - As contas dos Municípios ficarão, durante sessenta
dias, anualmente, à disposição de qualquer contribuinte,
para exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a
legitimidade, nos termos da lei.
§ 4º - É vedada a criação de Tribunais, Conselhos ou órgãos
de Contas Municipais.
Após a CF/88, ficou vedada a criação de Tribunais ou Conselhos de
Contas de natureza municipal. Atualmente, ainda existem 2,
criados antes de 88: o TCM–RJ e o TCM–SP.
Podem ser criados, no entanto, Tribunal ou Conselho de Contas
"dos Municípios", ou seja, órgãos que não de natureza municipal e
sim natureza estadual, com competência para fiscalizar as contas
de todos os Municípios da circunscrição do Estado.

213. (FCC/AJEM-TRF1ª/ 2011) Sobre os Municípios, é


INCORRETO afirmar que:
a) constitui crime de responsabilidade do Prefeito Municipal não
enviar o repasse até o dia vinte de cada mês ou enviá-lo a menor em
relação à proporção fixada na Lei Orçamentária.
b) o controle externo da Câmara Municipal será exercido com o
auxílio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Município ou dos
Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios, onde houver.

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c) o parecer prévio, emitido pelo órgão competente sobre as contas


que o Prefeito deve anualmente prestar, só deixará de prevalecer por
decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal.
d) as contas dos Municípios ficarão, durante sessenta dias,
anualmente, à disposição de qualquer contribuinte, para exame e
apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, nos termos
da lei.
e) a fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo
Estadual, mediante controle externo, e pelos sistemas de controle
interno do Poder Legislativo Municipal, na forma da lei.
Comentários:
Letra A – Correto. Trata-se da disposição que consta no art. 29-A §2,
II da Constituição Federal.
Letra B – Correto. CF, art. 31 §1º.
Letra C - Correto. CF, art. 31 §2º.
Letra D - Correto. CF, art. 31 §3º.
Letra E – Errado. O Município é um ente autônomo da Federação.
Logo, é seu próprio Poder Legislativo que irá fazer a fiscalização, e
não o Poder Legislativo Estadual. A atuação do Estado será, no
máximo, através do uso do Tribunal Contas ou Conselho de Contas
Estadual, onde não houver Tribunal de Contas dos Municípios.

214. (FCC/Oficial de Justiça - TJ-PA/ 2009) As Constituições


estaduais disporão sobre os Tribunais de Contas respectivos, que
serão integrados por sete Conselheiros.
Comentários:
Agora a questão fala sobre os tribunais estaduais. Ela trouxe a
literalidade do art. 75 parágrafo único.
Gabarito: Correto.

215. (FCC/Oficial de Justiça - TJ-PA/ 2009) As Constituições


estaduais disporão sobre os Tribunais de Contas respectivos, que
serão integrados por sete Conselheiros.
Comentários:
Agora a questão fala sobre os tribunais estaduais. Ela trouxe a
literalidade do art. 75 parágrafo único.
Gabarito: Correto.
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216. (FCC/Defensor-DP-SP/2009) O pacto federativo brasileiro


reconhece o Município como ente, por isso a Constituição de 1988
permite a criação de novos Tribunais de Contas no âmbito municipal.
Comentários:
A questão está errada, após a Constituição Federal/88 ficou vedada a
criação de Tribunais ou Conselhos de Contas de natureza municipal
(CF, art. 31 §4º). Atualmente, ainda existem dois, criados antes de
88: o TCM–RJ e o TCM–SP.
Podem ser criados, no entanto, Tribunal ou Conselho de Contas dos
municípios, mas não de natureza municipal e sim estadual. Ou seja,
não pode ser criado o Tribunal de Contas do Município de Aparecida
de Goiânia, mas pode ser criado o Tribunal de Contas dos Municípios
de Goiás, o qual fiscalizará as contas de todos os Municípios (Goiânia,
Aparecida, Rio Verde, Itumbiara...), sendo um órgão estadual.
Gabarito: Errado.

217. (CESPE/Analista - TCE-TO/2008) Os municípios poderão


instituir, mesmo depois de 1988, tribunais de contas municipais com
vistas a auxiliar a câmara de vereadores no exercício do controle
externo do município.
Comentários:
Segundo a CF em seu art. 31 § 4º, é vedada a criação de Tribunais,
Conselhos ou órgãos de Contas Municipais. Podem ser criados, no
entanto, Tribunal ou Conselho de Contas dos municípios, mas não
de natureza municipal e sim estadual.
Gabarito: Errado.

218. (CESPE/TRE-MA/2009) A CF veda a criação de tribunais,


conselhos ou órgãos de contas municipais.
Comentários:
É a disposição que encontramos no art. 31 §4º, Após a CF/88, ficou
vedada a criação de Tribunais ou Conselhos de Contas de natureza
municipal. Atualmente, ainda existem 2, criados antes de 88: o TCM–
RJ e o TCM–SP. Podem ser criados, no entanto, Tribunal ou Conselho
de Contas "dos Municípios",mas não de natureza municipal e sim
estadual.
Gabarito: Correto.

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Distrito Federal:
O Distrito Federal, assim como os municípios, não possui
Constituição, rege-se por uma lei orgânica, votada em dois turnos,
com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos
membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os
princípios estabelecidos na Constituição Federal e na Constituição do
respectivo Estado.
Relembrando:

Pulo do Gato:
Aqui encontramos novamente o ".Q.Q.Q" da lei orgânica: .Q.ois turnos,
.Q.ez dias e .Q.ois terços.

Uma observação muito cobrada em concursos deve ser feita:


segundo o art. 32 da CF, é vedada a divisão do Distrito Federal em
Municípios.
O DF é considerado um ente federativo híbrido. A sua competência
legislativa é mista:
CF, art. 32 §1 o - Ao Distrito Federal são atribuídas as
competências legislativas reservadas aos Estados e
Municípios.
Desta forma, eles possuem as competências enumeradas pela CF aos
Municípios, mas também possui aquelas ditas "remanescentes" dos
Estados.

Divisão em Municí ios:


Questão clássica em concursos é o fato das bancas tentarem
confundir o Distrito Federal com o Território Federal no que tange a
divisão em municípios. Segundo a Constituição Federal:
• Distrito Federal - NÃO pode ser dividido em Municípios.
• Território Federal - PODE ser dividido em Municípios .
Como o DF, por si, já possui as atribuições legislativas dos
Municípios, seria ilógica a sua divisão em outros Municípios.

Poder Executivo no DF:

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As coisas referentes ao governador do DF e à sua eleição seguirão as


mesmas regras dos governadores estaduais.

Poder Legislativo no DF:


Exercido pela "Câmara Legislativa" composta por "Deputados
Distritais" que seguem as mesmas regras dos Deputados Estaduais.

Influência do Poder Público Federal no DF:


Segundo a Constituição é competência da União no DF (CF, art. 21,
XIII c/c 32 §4º) organizar e manter:

Lei federal disporá sobre a


• Polícias civi l e militar;
utilização destes serviços
• Corpo de bombeiros militar; } pelo Governo do DF
• Poder Judiciário;
• Ministério Público;

• OBS 1 - Após EC 69/2012 cabe ao próprio Distrito Federal


legislar sobre Defensoria Pública do DF, antes isso era uma
atribuição da União.
• OBS 2 - Compete a União, ainda, prestar assistência financeira
ao DF para a execução de serviços públicos, por meio de fundo
próprio.
• OBS 3 - STF - Súmula nº 647 -. Compete privativamente à
União legislar sobre vencimentos dos membros das polícias civi l
e militar do DF.
• OBS 4 - Embora a CF confira competência à União para manter
essas instituições no DF, esta "manutenção" não se confunde
com "subordinação", perceba o que trata a CF, art. 144, § 6º -.
As polícias mi litares e corpos de bombeiros militares, forças
auxiliares e reserva do Exército, subordinam - se, juntamente
com as polícias civis, aos governadores dos Estados, do Distrito
Federal e dos Territórios.

219. (FCC/TJAA-TRE-AL/2010) Com re lação ao Distrito Federa l é


correto afirmar que, dentre outras situações :

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a) é governado por Deputado Federal escolhido pela Câmara dos


Deputados.
b) é permitida sua divisão em Municípios.
c) não possui competências legislativas reservadas aos Estados e
Municípios.
d) lei estadual disporá sobre a utilização por seu Governo das polícias
civil e militar.
e) reger-se-á por lei orgânica.
Comentários:
Letra A - Errado. O DF é governado por um governador, eleito pelo
povo.
Letra B - Errado. É expressamente vedada pela Constituição a divisão
do DF em municípios.
Letra C - Errado. O DF é um ente híbrido age legislativamente tanto
como Estado quanto Município.
Letra D - Errado. Isso é papel da lei federal, já que é competência da
União no DF (CF, art. 21, XIII c/c 32 §4º) organizar e manter:

LEI FEDERAL disporá sobre


 Polícias civil e militar;
a utilização destes serviços
 Corpo de bombeiros militar; pelo Governo do DF
 Poder Judiciário;
 Ministério Público;

Letra E - Correto. O DF rege-se por Lei Orgânica que possui o mesmo


DDD que encontramos para os Municípios.
Gabarito: Letra E.

220. (FCC/Téc.-MPE-SE/2009) Determina a Constituição que o


Distrito Federal:
a) é governado por um interventor, nomeado pelo Presidente da
República, pelo fato de ser a sede da capital federal.
b) é regido por uma Constituição Distrital.
c) possui Poder Legislativo próprio denominado Assembléia
Legislativa Distrital.
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d) não pode ser dividido em Municípios.


e) possui competências legislativas reservadas à União e aos Estados-
Membros.
Comentários:
Letra A - Errado. Interventor é o responsável por agir durante uma
intervenção federal em algum Estado da Federação. O DF é
governado por um GOVERNADOR.
Letra B - Errado. Nós temos Constituições apenas "Federal" e
"Estaduais". No DF e nos Municípios, nós temos a chamada "LEI
ORGÂNICA", que possui o conhecido DDD = votada em Dois turnos,
com interstício de Dez dias e aprovada por Dois terços dos votos.
Letra C - Errado. Diferentemente do Poder Judiciário (que é mantido
pela União), o DF tem Executivo e Legislativo próprios. Como o DF é
uma mistura entre Estado e Município, teremos a Câmara
Legislativa e não Assembléia Legislativa Distrital.
Letra D - Correto. Difernetemente dos Territórios Federais, o Distrito
Federal não pode ser dividio em municípios (CF, art. 32).
Letra E - Errado. A competência do DF é de Estados e Municípios e
não de União e Estados.
Gabarito: Letra D.

221. (FCC/Técnico - TRT-PI/2009) No tocante ao Distrito


Federal, considere as seguintes assertivas:
I. É vedada sua divisão em Municípios.
II. São atribuídas as competências legislativas reservadas à União.
III. Lei federal disporá sobre a utilização, pelo Governo do Distrito
Federal, do corpo de bombeiros militar.
IV. É regido por lei orgânica, votada em dois turnos com interstício
mínimo de cinco dias.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) I, II e III.
b) I e III.
c) I, III e IV.
d) II e III.
e) II e IV.

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Comentários:
I- Exato. O DF é só o DF e pronto, não pode ser subdividido por
expressa vedação do art. 32 da CF ("O Distrito Federal, vedada sua
divisão em Municípios...");
II - De forma alguma... o DF possui competências hibridas de Estado
e Município, não da União.
III - Correto. Mais uma vez para fixar o art. 21, XIII combinando com
o 32 §4º da Constituição - cabe à União organizar e manter no DF:
 Polícias civil e militar; LEI FEDERAL disporá sobre a
 Corpo de bombeiros militar; utilização destes serviços pelo
Governo do DF
 Poder Judiciário;
 Ministério Público;

IV - Errado. A LODF tem o mesmo DDD da Lei Orgânica Municipal:


Dois turnos, Dois terços e DEZ DIAS.
Gabarito: Letra B.

222. (CESPE/AJAA-TJES/2011) A iniciativa para apresentar


projeto de lei referente aos reajustes dos servidores militares do
Distrito Federal (DF) é privativa do governador dessa unidade
federada.
Comentários:
A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militares do DF são
organizados e mantidos pela União. Assim, embora se subordinem
aos comandos do Governador do DF, a legislação que estrutura tais
instituições deve ser editada pela União. Podemos inclusive citar a
súmula nº 647 do STF: “Compete privativamente à União legislar
sobre vencimentos dos membros das polícias civil e militar do Distrito
Federal”.
Gabarito: Errado

223. (CESPE/MPS/2010) O DF acumula as atribuições


referentes à competência legislativa reservada aos estados e aos
municípios.
Comentários:

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Nos termos da Constituição, em seu art. 32 §1º, ao Distrito Federal


são atribuídas as competências legislativas reservadas aos Estados e
Municípios.
Gabarito: Correto.

224. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) O DF, vedada sua divisão em


municípios, reger-se-á por sua constituição, que, aprovada por dois
terços da Câmara Legislativa, será promulgada, desde que atendidos
os princípios estabelecidos na CF.
Comentários:
Trata-se da disposição da Constituição em seu art. 32. O erro é pelo
fato de que o DF é regido por lei orgânica e não por constituição.
Gabarito: Errado.

225. (CESPE/Advogado - IBRAM-DF/2009) O DF, como


entidade federativa com autonomia político-administrativa, não pode
ser dividido em municípios, mas sim em administrações regionais,
por indicação do governador, que nomeia administradores para as
diferentes regiões.
Comentários:
Trata-se de disposição constitucional encontrada no art. 32 da
Constituição Federal.
Gabarito: Correto.

226. (CESPE/Técnico-TJ-RJ/2008) Entre os municípios que


compõem o DF, Brasília é a sua capital, além de ser a capital do
Brasil, acumulando competências legislativas dos estados e
municípios.
Comentários:
Não existem municípios que compõem o DF, pois a Constituição veda
a divisão do DF em municípios (CF, art. 32).
Gabarito: Errado.

227. (ESAF/ATRFB/2009) Compete privativamente à União


legislar sobre vencimentos dos membros das polícias civil e militar do
Distrito Federal.

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Comentários:
Literalidade da Súmula nº 647 do STF: "Compete privativamente à
União legislar sobre vencimentos dos membros das polícias civil e
militar do Distrito Federal".
Gabarito: Correto.

228. (ESAF/PGDF/2007} O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal


está subordinado ao comando do Governador do Distrito Federal, mas
é organizado e mantido pela União.
Comentários:
Embora a CF confira competência à União para manter o corpo de
bombeiros do DF (bem como para manter as polícias civi l e militar do
DF), esta "manutenção" que a União faz não se confunde com
"subordinação", pois segundo a CF, art. 144, § 6º -. As polícias
militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva
do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos
governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.
Assim, é correto dizer que o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal
está subordinado ao comando do Governador do Distrito Federal, mas
é organizado e mantido pela União.
Gabarito: Correto.

Territórios Federais:
Os Territórios Federais integram a União, e sua criação,
transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem se-
rão reguladas em lei complementar.
Logo, não são uma parte autônoma na organização político-
administrativa brasileira, dependem da União e são muitas vezes
tratados como se fossem autarquias federa is (autarqu ias
territoriais).
Segundo o art. 33, precisa-se de uma lei para dispor sobre a
organização administrativa e judiciária dos Territórios.

Divisão em Municí ios


Diferentemente do Distrito Federal, os Territórios poderão ser
divididos em Municípios, aos quais se aplicará, no que couber, as
disposições sobre os demais Municípios da federação.

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Governo do Território Federal:


Os Territórios Federais terão governadores e eles serão nomeados da
mesma forma que diretores de autarquias federais como o Banco
Central, ou seja, serão nomeados pelo Presidente da República após
aprovação do Senado Federal (CF, art.84, XIV).

Fiscalização das contas do território:


CF, art. 33 §2º - As contas do Governo do Território serão
submetidas ao Congresso Nacional, com parecer prévio do
Tribunal de Contas da União.

erritórios com mais de 100 mil habitantes


§ 3º - Nos Territórios Federais com mais de cem mil
habitantes, além do Governador nomeado na forma desta
Constituição, haverá órgãos judiciários de primeira e
segunda instância, membros do Ministério Público e
defensores públicos federais; a lei disporá sobre as eleições
para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa.
Neste caso, a União continuará mantendo o Judiciário, MP e DP, só
que haverá órgãos presentes em seu território, coisa que não
acontece se eles tiverem menos de 100 mil habitantes.
Assim, temos:
- Precisa de Lei Complementar:
• criação, transformação ou reintegração do TF ao Estado, como
já visto.
- Precisa de Lei Ordinária:
• dispor sobre sua organização administrativa e judiciária;
• dispor sobre eleições e competências da Câmara Territorial se o
TF tiver mais de 100 mil habitantes.
- Compete à União organizar e manter para os TFs
• Poder Judiciário;
• Ministério Público;
• Defensoria Pública;
A União também irá legislar sobre organização administrativa
dessas instituições no Distrito Federa l e Territórios.

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229. (FCC/PGE-AM/2010) De acordo com a Constituição Federal,


os Territórios:
a) integram a organização político-administrativa da República
Federativa do Brasil, juntamente com a União, os Estados, o Distrito
Federal e os Municípios, todos autônomos nos termos da
Constituição.
b) podem integrar a União ou os Estados, conforme dispuser a lei
complementar que os criar.
c) gozam de autonomia organizacional, uma vez que lhes cabe
instituir sua própria lei orgânica.
d) podem ser subdivididos em Municípios.
e) gozam de autonomia política, uma vez que elegem seu próprio
governador.
Comentários:
Letra A - Errado. Os territórios não integram a organização político-
administrativa do República Federativa do Brasil, esta compreende
apenas a União, Estados, DF e Municípios, nos termos do art. 18 da
Constituição.
Letra B - Errado. eles interam somente a União, por isso são
"federais".
Letra C - Errado. Eles não possuem auto-organização. Eles pertencem
à União que deverá regulamentar a sua organização.
Letra D - Correto. Questão clássica: diferentemente do DF, os
Territórios podem se dividir em Municípios.
Letra E - Errado. Eles não tem autonomia, e nem elegem seu
governador. O Governador do Território é nomeado pelo Presidente
da República, tal qual os dirigentes de autarquias federais (CF, art.
84, XIV).
Gabarito: Letra D.

230. (CESPE/MPS/2010) De acordo com a CF, os territórios


podem ser divididos em municípios.
Comentários:
Diferentemente do Distrito Federal, os Territórios poderão ser
divididos em Municípios, aos quais se aplicará, no que couber, as
disposições sobre os demais Municípios da federação (CF, art. 33
§1º).
Gabarito: Correto.
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231. (ESAF/CGU/2006) Em re lação aos Territórios Federais com


mais de cem mil habitantes, lei complementar federa l disporá sobre
as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa .
Comentários:
Será lei ordinária e não lei complementar (CF art. 33 §3º).
Gabarito: Errado.

Das Regiões:
232. (CESPE/ AUFCE-TCU/2011) De acordo com a CF, a União e
os estados-membros podem criar regiões de desenvolvimento
visando à redução das desigualdades regiona is.
Comentários:
Essa competência é somente atribuída à União, pelo art. 43 da
Constituição Federal.
Gabarito: Errado.

233. (CESPE/ Auditor-TCU/2009) Para efeitos administrativos, a


União poderá articular sua ação em um mesmo complexo
geoeconômico e social, visando ao seu desenvolvimento e à redução
das desigualdades reg ionais, cabendo à lei dispor acerca dos
incentivos reg ionais que compreenderão, por exemplo, isenções,
reduções ou diferimento temporário de tributos federais devidos por
pessoas físicas ou jurídicas.
Comentários:
Trata-se praticamente de um resumo do teor encontrado no art. 43
da Constituição e seu parágrafos.
Gabarito: Correto.

234. (FCC/TJAA-TRT 20/2011) Para efeitos administrativos, a


União poderá articu lar sua ação em um mesmo complexo
geoeconômico e social, visando a seu desenvolvimento e à redução
das desigualdades reg ionais. As condições para integração de regiões
em desenvolvimento serão estabelecidos em
a) Lei Ordinária.
b) Lei Complementar.
c) Lei Delegada .
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d) Medida Provisória.
e) Decreto Legislativo .
Comentários:
Trata-se de matéria reservada à lei complementar pelo art. 43, § 1o
da Constituição Federal.
Gabarito: Letra B.

Gerais e revisão:

235. (FCC/PGE-AM/2010) A propósito do modelo de repartição de


competências adotado na Constituição Federal, pode-se afirmar que
a) aos Estados foram asseguradas apenas competências residuais.
b) as competências materiais são sempre de exercício concorrente
por todos os entes federativos.
c) todas as competências privativas legislativas da União Federal
podem ser exercidas pelos Estados naquilo que for necessário para
atender a suas peculiaridades, mas não pelos Municípios.
d) entre as competências legislativas dos Municípios se inclui a de
suplementar a legislação federal e a estadual, no que couber.
e) ao Distrito Federal não foi assegurado o exercício de competências
legislativas em reg ime de concorrência com a União.
Comentários:
Letra A - Errado. Não se pode usar o "apenas". Em regra os estados
possuem, realmente, competência remanescente ou residual, porém,
existem para estes entes duas competências expressas no art. 25:
• Explorar diretamente, ou mediante concessão o gás cana lizado.
• instituir por lei complementar reg1oes metropolitanas,
aglomerações urbanas e microrregiões.
Letra B - Errado. A competência material pode ser "exclusiva da
União" ou "comum entre os entes".
Letra C - Errado. Em regra, os estados não podem exercer a
competência legislativa privativa da União. Apenas se essa verificar
que seria interessa nte uma legislação estadual para tratar de alguma
pecu liaridade e assim delegar, por lei complementar, tal competência.
Mas a regra é que não haverá legislação estadual nesses casos.

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Letra D - Correto. O art. 30 trouxe expressamente em seu inciso II a


competência municipal para suplementar a legislação federal e a
estadual no que couber.
Letra E - Errado. Tanto os Estados quanto o Distrito Federal foram
elencados pelo art. 24 como detentores de competência legislativa
concorrente. Dos entes políticos, somente os Municípios foram
excluídos pela Constituição do caput do art. 24.
Gabarito: Letra D.

236. (FCC/Auditor-TCE-RO/2010) Durante propaganda eleitoral


para a escolha de governador de um determinado Estado, um
candidato apresentou as propostas que pretende implementar,
constantes nos itens a seguir, caso seja eleito:
I. melhorar e ampliar o sistema de atendimento à saúde;
II. promover programas de construção de moradias e de melhoria
das condições habitacionais;
III. promover o adequado ordenamento territorial mediante
planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do
solo urbano;
IV. organizar, ampliar e fiscalizar os serviços locais de gás canalizado
para que regiões de periferia sejam beneficiadas.
De acordo com as competências administrativas das unidades
federadas, conforme estabelece a Constituição, é correto afirmar que
esse candidato, se eleito,
a) dependerá da atuação conjunta da União e dos Municípios para
fomentar as políticas públicas presentes nos itens I, II e IV, as quais
são decorrentes de competências comuns.
b) não poderá cumprir a promessa constante no item III, o qual
estabelece uma competência de âmbito municipal.
c) não poderá implementar ações nas áreas previstas nos itens I e II,
as quais são de competência exclusiva da União.
d) realizará apenas as ações pertinentes aos itens III e IV, cuja
competência é reservada aos Estados.
e) poderá atender as demandas relacionadas apenas aos itens I, II e
III, mas não poderá desenvolver as ações relacionadas ao item IV, já
que o gás, por ser um combustível estratégico, está sob o domínio da
União.
Comentários:
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Primeiro temos que analisar cada um das propostas:


I - A saúde, por ser um direito difuso, tem o seu cuidado como sendo
competência comum a todos os entes da Federação (CF, art. 23, II).
Desta forma, o Governador pode se imbuir neste objetivo.
II - Habitações dignas também é um direito difuso, o qual deve ser
concretizado com os esforços de todos os entes públicos, assim a
Constituição estabeleceu em seu art. 23 IX, como uma competência
comum a todos os entes promover programas de construção de
moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento
básico. Assim, o Governador também poderá se imbuir neste
objetivo.
III - Agora o item fala de coisas referentes à organização do solo
urbano. Isso é um coisa crítica? Alguém vai morrer ou ficar
desesperado pelo fato de não haver um adequado ordenamento
urbano? Não, né!
Controlar a ocupação e ordenar o solo urbano é algo interessante,
mas nada que mereça desespero. A Constituição, assim, colocou essa
competência como pertencente aos Municípios, já que eles são os
entes mais próximos da sociedade e poderão cumprir melhor essa
função.
Gostaria de lembrar que os municípios não terão plena liberdade não,
já que é um competência federal (CF, art. 21, XX) instituir diretrizes
para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento
básico e transportes urbanos. Massss... dentro dessas diretrizes, será
da competência municipal (CF, art. 30, VIII) promover, no que
couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e
controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano. A
Constituição deu relevância a este ponto, lá no art. 182 temos
expressamente disposições sobre a política de desenvolvimento
urbano que obviamente é de competência dos Municípios.
Como estamos diante de uma competência municipal... Tchau
Governador!!! Aqui você não mete a mão.
IV - Essa é uma competência expressamente estadual. Essa aqui o
governador não só poderá colocar a mão, como somente ele pode
fazer isso, ou delegar mediante concessão a empresas (CF, art. 25,
§2º).
Agora, analisemos cada assertiva:
a) Errado. Não precisa de ação conjunta. A ação é paralela ou
conjunta. Inclusive o item IV não traz competência comum como
afirma a assertiva, e sim uma competência exclusiva do Estado.

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b) Correto. É a resposta da questão.


c) Errado. Poderá sim, pois I e II são competências comuns.
d) Errado. Só o IV é reservado ao Estado. III é do Município.
e) Errado. Viajou...
Gabarito: Letra B.

237. (FGV/Advogado - BADESC/2010) As alternativas a seguir


apresentam características do sistema federativo brasileiro, à exceção
de uma. Assinale-a.
(A) Repartição constitucional de competências entre a União,
Estados-membros, Distrito Federal e Municípios.
(B) Atribuição de autonomia constitucional aos Estados-membros,
Distrito Federal e Municípios, podendo tais entes federativos
organizar seus poderes executivo, legislativo e judiciário, na forma de
suas constituições regionais.
(C) Participação dos Estados-membros na elaboração das leis
federais, através da eleição de representantes para o Poder
Legislativo Federal.
(D) Possibilidade constitucional excepcional e taxativa de intervenção
federal nos Estados-membros e no Distrito Federal, para manutenção
do equilíbrio federativo.
(E) Indissolubilidade da federação, sendo vedada a aprovação de
emenda constitucional tendente a abolir a forma federativa de
Estado.
Comentários:
A única alternativa incorreta, que é o gabarito da questão, é a
alternativa B, já que os Municípios não possuem poder Judiciário,
bem como não possui Constituição, mas Lei Orgânica.
Gabarito: Letra B.

238. (FGV/Analista de Controle Interno – SAD – PE/2009) A


respeito da organização político-administrativa do Estado brasileiro,
assinale a afirmativa incorreta.
a) Os Estados-membros da federação brasileira organizam-se e
regem-se pelas Constituições e leis que adotarem, observados os
princípios consagrados na Constituição Federal.

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b) Os Municípios regem-se por suas leis orgânicas, que devem ser


votadas em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e
aprovadas por dois terços dos membros da Câmara Municipal.
c) A União Federal detém competência privativa para legislar sobre
direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo,
aeronáutico espacial e do trabalho.
d) Os governadores dos Estados-membros podem editar medidas
provisórias, desde que haja previsão na respectiva Constituição
estadual e sejam observados os princípios e limitações impostos pelo
modelo adotado na Constituição Federal.
e) A União Federal só poderá intervir nos Estados-membros para
repelir invasão estrangeira ou para conter a ação de grupos
terroristas. O decreto de intervenção deve ser submetido à
apreciação do Senado Federal, considerando-se aprovado se obtiver
voto da maioria absoluta de seus membros, em dois turnos de
votação.
Comentários:
Letra A – A alternativa acerta, na medida em que traz o teor de uma
disposição Constitucional encontrada no art. 25: “Os Estados
organizam-se e regem-se pelas Constituições e leis que adotarem,
observados os princípios desta Constituição”. Tais “princípios” citados
pelo texto constitucional podem ser basicamente de 3 tipos:
 Os princípios sensíveis – presentes no art. 34, VII, da
Constituição Federal. Se não respeitados poderão ensejar a
intervenção federal.
 Os princípios federais extensíveis – são os princípios
federais aplicáveis pela simetria federativa aos demais entes
políticos, como, por exemplo, as diretrizes do processo
legislativo, dos orçamentos e das investiduras nos cargos
eletivos.
 Os princípios estabelecidos – são aqueles que estão
expressamente ou implicitamente no texto da Constituição
Federal limitando o poder constituinte do Estado-membro.
Letra B – Exatamente. No Distrito Federal e nos Municípios, não há
“Constituição”, eles são regidos por uma “lei orgânica”, que possui o
conhecido DDD, ou seja, é votada em Dois turnos, com interstício de
Dez dias e aprovada por Dois terços dos votos.
Letra C – Está de acordo com o art. 22, I, da Constituição.
Importante dizer que este tipo de questão é fácil de ser acertada, já
que a Constituição elencou 15 direitos em seu texto. Dez deles são de
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competência privativa (art. 22, 1), e os outros cinco são de


competência concorrente (art. 24, 1) . Sabendo-se os direitos que são
de legislação concorrente (Tributário, Financeiro, Penitenciário,
Econômico e Urbanístico = Tri-Fi-Penit-Ec-Ur), por exclusão chega-se
nos de legislação privativa.
Letra D - Exatamente. Como vimos acima, as diretrizes do processo
legislativo são "princípios federais extensíveis". Dessa forma, as
normas que são passíveis de ser editadas em âmbito federal também
são passíveis de ser editadas em âmbito estadual e municipa l. Assim,
decidiu o STF que os governadores e prefeitos podem, legitimamente,
editar medidas provisórias no âmbito estadual e no âmbito municipal
(respectivamente), desde que haja autorização para tal na
Constituição Estadual ou na Lei Orgânica Municipal.
Letra E - A alternativa possui diversos erros. O art. 34, VII, traz
algumas hipóteses em que será cabível intervenção federa l nos
Estados-membros. Além disso, no termos do art. 36, § l.º, da
Constituição, o decreto de intervenção deve ser submetido à
apreciação do Congresso Nacional.
Gabarito: Letra E.

UFFFFFAAAA... Acabou!!!
Muita informação nessa aula não é mesmo? Mas não é um
tema bem legal?! É um dos meus preferidos ...
Se tiverem alguma dúvida, me procurem lá no fórum.
Grande abraço e excelentes estudos.

Vítor Cruz

Pontos importantes a serem fixados:

Organiza ão Político-administrativa:
Entidades autônomas da Federação são só 4: União, Estados, Distrito
Federal e Municípios.
Território federa l náo é autônomo, pois integra à União.
A União não é soberana, é apenas autônoma.

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Capital Federal = Brasília e não o Distrito Federal (salvo para a ESAF,


que considera Brasília e DF como a mesma coisa).
 Cisão ou Subdivisão - Um ente subdivide o seu
território dando origem a outros entes. O ente inicial
deixa de existir.
 Desmembramento-formação - Uma parte de um ente
se desmembra formando um novo ente. O ente inicial
continua existindo e agora temos um ente completamente
novo.
 Desmembramento-anexação - Uma parte de um ente
se desmembra, porém, ao invés de formar um novo ente,
ela é anexada por outro existente. O ente inicial continua
existindo e não temos a formação de um ente novo, mas
um aumento territorial de outro.
 Fusão - Dois ou mais entes se agregam e assim formam
um ente novo. Os entes iniciais deixam de existir.

Reorganização territorial de Estados e territórios federais:


 Aprovação da população diretamente interessada (segundo o
STF é toda a população do Estado), através de plebiscito; e
 Elaboração de uma lei complementar pelo Congresso
Nacional.
As Assembléias Legislativas serão chamadas a se manifestar sobre
isso, mas não é uma manifestação vinculativa, nem mesmo essencial,
podendo as mesmas inclusive, se abster da manifestação.

Reorganização territorial de Municípios:


 far-se-á por lei estadual no período de lei complementar
federal;
 Aprovação, por plebiscito, da população envolvida;
 Deve-se apresentar e publicar, na forma da lei, Estudos de
Viabilidade Municipal.
Lembrem-se: estudo de viabilidade é só no caso de
Municípios!
Vedações aos entes federativos (a todos eles):
I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los,
embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou
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seus representantes relações de dependência ou aliança,


ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse
público;
II - recusar fé aos documentos públicos;
III - criar distinções entre brasileiros ou preferências entre
si.

Bens Públicos:
União e Estados:
+ Terras Devolutas:
Regra 7 Estados;
Exceção 7 União, se indispensáveis:
• À defesa das fronteiras, fortificações e construções
m ilitares ou vias federais; ou
• À preservação ambiental.

+ Ilhas FLUVIAIS e LACUSTRES:


Regra 7 Estados;
Exceção 7 União, se fizer limite com outros países.

+ Águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e


em depósito:
Regra 7 Estados;
Exceção 7 União, se na forma da lei, decorrerem de obras da
União.

+ Lagos, rios e demais águas correntes:


Regra 7 Estados;
Exceção 7 União:
• Se banhar mais de um Estado;
• Se fizerem limite com países ou se deles provierem
ou se estenderem;
• Também o são os terrenos marginais destes e as
praias fluviais.
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União, Estados e MunicíRios:


+ Ilhas COSTEIRAS e OCEÂNICAS:
Municípios 7 Quando for sede do Município, salvo se for afetada
por serviço público ou unidade ambiental federal
(nestes casos será da União);
Estados 7 Quando estiverem em seu domínio;
União 7 As demais, inclusive o caso acima.
Elas podem ainda ser de terceiros.

Somente à União:
• Todos que atualmente lhe pertencem ou os que lhe vierem a
ser atribuídos;
• Praias marítimas, os terrenos de marinha e seus acrescidos;
• O mar territorial;
• Os recursos naturais da plataforma continental e da zona
econômica exclusiva;
• Os recursos minerais, inclusive do subsolo;
• Os potenciais de energia hidráulica;
• As cavidades naturais subterrâneas e os sítios arqueológicos e
pré-históricos;
• As terras tradicionalmente ocupadas pelos índ ios.

1
1
Faixa de fronteira íl ,....._____,> faixa até 150km de largu ra ao
longo das fronteiras terrestres

ComRetências Administrativas e Legislativas:


Critério para repartição de competências = "predominância
do interesse" - a União faz as coisas de âmbito nacional ( e re lações
internacionais), os Estados fazem as coisas de âmbito regional, e os
Municípios fazem no âmbito local.

Técnica utilizada para a repartição de competências:


1- Enumerou as competências da União e dos Municípios
147
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2- Estabeleceu a competência residual (ou remanescente) para os


Estados
3- Atribuiu competência legislativa hibrida ao DF

O Estado possui somente 2 competências expressas:


 Explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços
locais de gás canalizado, na forma da lei, vedada a edição
de medida provisória para a sua regulamentação.
 Instituir, mediante lei complementar, regiões
metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões,
constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes, para
integrar a organização, o planejamento e a execução de
funções públicas de interesse comum.

Competência Concorrente:
 Na competência concorrente caberá à União estabelecer tão
somente as normas gerais, e os Estados/DF vão
suplementar essas normas com as peculiaridades de cada
ente.
 Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados
exercerão a competência legislativa plena, ou seja, vão
legislar de forma completa para que possa atender às suas
necessidades.
 Mas, se após o exercício pelo Estado/DF da competência
plena, for editada lei federal sobre normas gerais, esta irá
suspender a eficácia da lei estadual, naquilo que lhe for
contrário.

Pegadinhas que sempre caem nos concursos:


1- Direitos: Existem 5 que são de legislação concorrente, e 10 que
são de legislação privativa da União - gravem somente os 5
concorrentes. Assim temos:
Concorrentes- Tributário, Financeiro, Penitenciário, Econômico
e Urbanístico - (Mnemônico: Tri - Fi - Penit - EC - Ur);
Privativos da União - O que sobrou!

2- Legislar sobre desapropriação = É privativo da União;


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X
Decretar a desapropriação = Poder Público (executivo) em geral,
em especial o Municipal, que é o responsável pelo ordenamento
urbano.

3- Direito Processual - Competência legislativa privativa da União


(CF, art. 22, I), já que não está no Tri-Fi-Penit-Ec-Ur;
X
Procedimentos em matéria processual - Competência legislativa
concorrente (CF, art. 24, XI) - ou seja, observada as normas gerais
da União, cada ente poderá estabelecer no seu âmbito, como serão
os procedimentos a serem usados no andamentos dos seus
processos.

4- Seguridade social = é o conjunto de Saúde + Previdência Social


+ Assistência Social = Esse conjunto, como um todo, é de
competência legislativa privativa da União (CF, art. 22, XXIII).
X
Previdência Social, bem como a proteção e defesa da saúde =
A legislação é concorrente, pois cada ente possui o seu regime
próprio de previdência (CF, art. 24, XII) e proteger e defender a
saúde é algo que merece união de forças dos entes públicos.

5- Legislar sobre educação = Competência concorrente.


X
Legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional =
Privativa da União, até porque, tudo que tiver diretrizes, bases e
nacional, será competência da União.

Competências dos Municípios:


I - legislar sobre assuntos de interesse local;
II - suplementar a legislação federal e a estadual no que
couber;
III - instituir e arrecadar os tributos de sua competência,
bem como aplicar suas rendas, sem prejuízo da
obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos
prazos fixados em lei;
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IV - criar, organizar e suprimir distritos, observada a


legislação estadual;
V - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de
concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse
local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter
essencial;
VI - manter, com a cooperação técnica e financeira da União
e do Estado, programas de educação infantil e de ensino
fundamental;
VII - prestar, com a cooperação técnica e financeira da
União e do Estado, serviços de atendimento à saúde da
população;
VIII - promover, no que couber, adequado ordenamento
territorial, mediante planejamento e controle do uso, do
parcelamento e da ocupação do solo urbano;
IX - promover a proteção do patrimônio histórico-cultural
local, observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e
estadual.

Observação - para os serviços expressos na CF, temos:


 União → diretamente ou por autorização, permissão e
concessão;
 Municípios → diretamente ou por permissão e concessão;
 Estados → diretamente ou apenas por concessão.

Perda do cargo de Governador e Prefeito:


 Regra  Se assumir outro cargo ou função na administração
pública, direta ou indireta, irá perder seu cargo.
 Exceção  Se passar em concurso público, não perde o cargo
de Governador ou Prefeito, porém tem que ficar afastado do
cargo efetivo até acabar o mandato.

Subsídio dos Chefes do Executivo (Presidente, Prefeito e


Governador):
 Regra - Executivo Municipal e Estadual - Lei de iniciativa do
Legislativo que é levada à sanção/veto do Executivo = vale
para o Governador, Prefeito e respectivos secretários.
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 Exceção - Executivo Federal - O Congresso fixa diretamente


o subsídio do Presidente da República e seus Ministros.

Número de Deputados na Assembléia Legislativa:


Deputados estaduais = 3 vezes o número de deputados
federais que sejam até 12. Se tiver mais de 12 deputados
federais acrescenta só 1 pra cada 1.
Ex. Se tiver 14 Deputados Federais / 12 x 3 = 36 / 14-12 =
2 / Total 38!

Garantias e Impedimentos dos Deputados Estaduais = os


mesmos dos Deputados Federais;

Subsídios dos Deputados Estaduais, Vereadores e Deputados


Federais:
 Regra - Legislativo Municipal e Federal - o próprio PL fixa o
subsídio diretamente.
 Exceção - Legislativo Estadual - O PL fixa por lei (de
iniciativa da AL) que será levada à sanção/veto pelo
Executivo.

Limite do subsídio de deputados Estaduais: no máximo 75% dos


Dep. Federais.

O Município não possui Constituição, ele rege-se por uma lei


orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez
dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal,
que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos na
Constituição Federal e na Constituição do respectivo Estado.

Lei Orgânica dos Municípios e DF = "DDD": Dois turnos, Dez dias


e Dois terços.

Eleição do Prefeito:
o Será feita eleição simultânea em todo país para os prefeitos e
vereadores;
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 Se mais de 200 mil ELEITORES  mesmos moldes do


Presidente;
 Se menos de 200 ml ELEITORES  não há segundo turno,
sendo eleito o candidato que alcançar a maioria dos votos.

Perda do cargo: Vale a regra para perda do cargo da mesma forma


que o Governador.

Crimes comuns do Prefeito: Será julgado perante o TJ;


(STF - SÚMULA Nº 702)  A Competência do TJ para julgar
prefeitos, restringe-se aos crimes de competência comum
da justiça estadual; nos demais casos, a competência
originária caberá ao respectivo tribunal de segundo grau.

Crimes de responsabilidade do Prefeito:


Segundo o STF10, é harmônico com a Carta da República preceito de
lei orgânica de município prevendo a competência da câmara
municipal para julgar o prefeito nos crimes de responsabilidade
definidos no Decreto-Lei nº 201/67. Segundo a Constituição são
crimes de responsabilidade do Prefeito:
I - efetuar repasse que supere os limites definidos no art. 29-A;
II - não enviar o repasse até o dia vinte de cada mês; ou
III - enviá-lo a menor em relação à proporção fixada na Lei
Orçamentária.

Número de vereadores
 faixa mínima - até 9 vereadores para até 15 000 habitantes;
 faixa máxima - até 55 vereadores para mais de 8 milhões de
habitante;
 O escalonamento vai de 2 em 2.

Limites máximos de gasto com pessoal no Legislativo


Municipal:

10
RE 179852 / MG - MINAS GERAIS - 21/11/2000

152
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 Primeira faixa - Até 10 mil habitantes = Máx. 20% dos Dep.


Est.
 Última faixa - Mais de 500 mil habitantes = Máx. 75%
 São 6 faixas que se escalonam de 10 em 10%, salvo a
última, que pula de 60 para 75%.

Limite de despesa com a remuneração dos Vereadores = 5%


DA RECEITA DO MUNICÍPIO;

Limite de despesa da Câmara Municipal com folha de


pagamento (serviços internos + vereadores) que se não
observado será crime de responsabilidade do Presidente da
Câmara = 70% DE SUA RECEITA;

Total da despesa do Poder Legislativo Municipal (incluídos os


subsídios dos Vereadores e excluídos os gastos com inativos)
- não poderá ultrapassar os seguintes percentuais, relativos ao
somatório da receita tributária e das transferências tributárias
recebidas:
- 7% para Municípios com população de até 100.000
habitantes;
- 6% para Municípios com população entre 100.000 e 300.000
habitantes;
- 5% para Municípios com população entre 300.001 e 500.000
habitantes;
- 4,5% para Municípios com população entre 500.001 e
3.000.000 de habitantes;
- 4% para Municípios com população entre 3.000.001 e
8.000.000 de habitantes;
- 3,5% para Municípios com população acima de 8.000.001
habitantes.

Inviolabilidade dos vereadores = Eles tem tão somente


imunidade "material", não tem imunidade formar (processual), e
ainda assim, é diferente do previsto para Deputados Federais e
Senadores. A imunidade material para os Vereadores é apenas dentro
dos limites municipais.

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Incompatibilidades e proibições dos vereadores = Embora os


vereadores (diferentemente dos Deputados Estaduais) não tenham as
mesmas garantias dos parlamentares federais, eles vão ter as
mesmas proibições e incompatibilidades .

Controle de contas nos Municípios:


• O parecer prévio, emitido pelo TC ou Conselho de Contas
sobre as contas do Prefeito só deixará de prevalecer por
decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal.
• As contas dos Municípios ficarão, durante sessenta dias,
anualmente, à disposição de qualquer contribuinte, para
exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a
legitimidade, nos termos da lei.
• É vedada a criação de Tribunais, Conselhos ou órgãos de
Contas Municipais.

Distrito Federal e Territórios:


Lei Orgânica do DF - votada pelo DDD, igual a dos municípios.
Distrito Federal - NÃO pode ser dividido em Municípios.
Território Federal - PODE ser dividido em Municípios.
Distrito Federal - Governado por um governador eleito pelas
mesmas regras que os governadores estaduais.
Território Federal - Governado por um governador nomeado pelo
Presidente da República após aprovação do Senado Federal

Poder Executivo no DF:


As coisas referentes ao governador do DF e à sua eleição seguirão as
mesmas regras dos governadores estaduais.

Cabe à União organizar e manter no DF:


Lei federal disporá sobre a
• Polícias civi l e militar;
utilização destes serviços
• Corpo de bombeiros militar; } pelo Governo do DF
• Poder Judiciário;
• Ministério Púb lico;

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Compete à União organizar e manter para os TFs


• Poder Judiciário;
• Ministério Público;
• Defensoria Pública;

Fiscalização das contas do território: CF, art. 33 §2º - As contas


do Governo do Território serão submetidas ao Congresso Nacional,
com parecer prévio do Tribunal de Contas da União.

LISTA DAS QUESTÕES DA AULA:


1. (FCC/Téc.-MPE-SE/2009) São unidades federadas
autônomas, conforme a organização político-administrativa do Brasil,
a) Estados-Membros e Regiões Metropolitanas.
b) União e Territórios.
c) Estados-Membros e Municípios.
d) União e Regiões Metropolitanas.
e) Territórios e Distrito Federal.
2. (FCC/ Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) os
territórios federa is não são dotados de autonomia política.
3. (FCC/AJAJ-TRF4º/2010) A organização político-
administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União,
os Estados, os Municípios e o Distrito Federal, sendo que somente o
último não possui autonomia.
4. (FCC/ AJAJ - TRT-3ª / 2009) Tendo em vista a organização do
Estado, é certo que:
a) A União é pessoa jurídica de direito público interno e externo
sendo o único ente formador do Estado Federal, uma vez que os
demais entes são divisões administrativo-territoriais.
b) a República Federativa do Brasil representa o Estado Federa l nos
atos de Direito Internaciona l, porque quem pratica os atos desse
Direito é a União Federa l e os Estados federados.
c) à União cabe exercer as prerrogativas de soberania do Estado
brasileiro, quando representa a República Federativa do Brasi l nas
re lações internacionais.

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d) a União, por ser soberana em todos os aspectos, pode ser


considerada entidade federativa em relação aos Estados membros e
Municípios.
e) os entes integrantes da Federação, em determinadas situações, à
exceção dos Territórios, têm competência para representar o Estado
federal frente a outros Estados soberanos.
5. (FCC/EPP-SP/2009) O Município, na federação brasileira,
a) tem a sua autonomia política configurada pela Constituição
Federal, bem como pela Constituição Estadual pertinente, que pode
reduzi-la ou ampliá-la.
b) é dotado de personalidade jurídica de direito público,
consubstanciando modalidade de descentralização administrativa.
c) embora criado por lei estadual, não pode ter a sua autonomia
política restringida pelo Estado respectivo.
d) dispõe de ampla autonomia política, sendo-lhe facultado regular a
duração do mandato dos respectivos Prefeitos e Vereadores.
e) pode se projetar, territorialmente, em relação a mais de um
Estado, desde que lei complementar federal assim o permita.
6. (FCC/Promotor-MPE-CE/2009) As regras básicas do
processo legislativo federal são de absorção compulsória pelos
Estados-membros em tudo aquilo que diga respeito ao princípio
fundamental de independência e harmonia dos poderes, como
delineado na Constituição da República.
7. (CESPE/AUFCE-TCU/2011) A CF não conferiu a
denominada tríplice capacidade - autoorganização, autogoverno e
autoadministração - aos municípios e aos territórios federais.
8. (CESPE/Assistente – CNPq/2011) A União, os estados, os
municípios e o Distrito Federal são entes federativos, diferentemente
dos territórios federais, que integram a União e não são dotados de
autonomia.
9. (CESPE/TRE-MA/2009) A União, os estados-membros, os
municípios e o Distrito Federal são entidades estatais soberanas, pois
possuem autonomia política, administrativa e financeira.
10. (CESPE/TRE-GO/2009) Os municípios não são considerados
entes federativos autônomos, visto que não são dotados de
capacidade de auto-organização e de autonomia financeira.
11. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) Os territórios federais são
considerados entes federativos.

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12. (CESPE/AJAJ-STM/2011) No exercício de sua autonomia


política, os estados podem adotar o regime parlamentar de governo.
13. (CESPE/Procurador-TCE-ES/2009) O DF não dispõe da
capacidade de auto-organização, já que não possui competência para
legislar sobre organização judiciária, organização do MP e da
Defensoria Pública do DF e dos Territórios.
14. (CESPE/SEFAZ–ES/2009) A União é entidade federativa
autônoma em relação aos Estados-membros e Municípios, e cabe a
ela exercer as prerrogativas da soberania do Estado brasileiro ao
representar a República Federativa do Brasil nas relações inter-
nacionais.
15. (CESPE/TRE-GO/2009) O Distrito Federal é a capital do país.
16. (CESPE/Analista Processual - MPU/2010) As capacidades
de auto-organização, autogoverno, autoadministração e
autolegislação reconhecidas aos estados federados exemplificam a
autonomia que lhes é conferida pela Carta Constitucional.
17. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) O Poder
Constituinte derivado-decorrente deve respeitar os princípios
constitucionais sensíveis, os princípios federais extensíveis e os
princípios constitucionais estabelecidos.
18. (ESAF/AFC-CGU/2008) A organização político-administrativa
da República Federativa do Brasil, segundo as normas da Constituição
de 1988, compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, todos soberanos, nos termos da Constituição.
19. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) A organização político-
administrativa da União compreende os Estados, o Distrito Federal e
os Municípios, todos autônomos na forma do disposto na própria
Constituição Federal.
20. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) Nem o governo federal, nem os
governos dos Estados, nem os dos Municípios ou o do Distrito Federal
são soberanos, porque todos são limitados, expressa ou
implicitamente, pelas normas positivas da Constituição Federal.
21. (ESAF/PGFN/2007) São integrantes do pacto federativo
brasileiro os Estados-Membros, o Distrito Federal e os Municípios,
todos autônomos, já que a soberania é atributo exclusivo da União.
22. (ESAF/ATA-MF/2009) Os Estados-membros se auto-
organizam por meio da escolha direta de seus representantes nos
Poderes Legislativo e Executivo locais, sem que haja qualquer vínculo
de subordinação por parte da União.

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23. (ESAF/ATA-MF/2009) A autonomia estadual também se


caracteriza pelo autogoverno, uma vez que ditam suas respectivas
Constituições.
24. (ESAF/ATA-MF/2009) Os Estados-membros em sua tríplice
capacidade garantidora de autonomia se auto-administram
normatizando sua própria legislação e regras de competência.
25. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) Brasília é a Capital Federal.
26. (ESAF/AFC-CGU/2008) A criação de territórios federais, que
fazem parte da União, depende de emenda à Constituição.
27. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) Os Territórios Federais integram
a União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao
Estado de origem serão reguladas em lei complementar.
28. (FGV/Técnico Legislativo – Senado/2008) Sobre a
organização político-administrativa da República Federativa do Brasil,
assinale a afirmativa incorreta.
a) República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o
Distrito Federal e os Municípios.
b) Os Estados e o Distrito Federal possuem autonomia política, e os
municípios detêm apenas autonomia administrativa e financeira.
c) Os Territórios Federais não possuem autonomia política e integram
a União.
d) Brasília é a Capital Federal.
e) A federação brasileira é indissolúvel e a forma federativa do Estado
Brasileiro constitui cláusula pétrea da Constituição.
29. (FGV/Fiscal – SEFAZ-RJ/2008) Os territórios federais
integram a União, e sua reintegração ao Estado de origem será
regulada em lei:
a) complementar.
b) ordinária.
c) delegada.
d) complexa.
e) mista.
30. (FGV/Juiz Substituto-TJ-MG/2008) Como corolário do
princípio federativo, a União, os Estados-membros, o Distrito Federal
e os Municípios, no Brasil, são autônomos e possuidores da tríplice
capacidade de autoorganização e normatização própria, autogoverno
e autoadministração (Certo/Errado).
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31. (FGV/Procurador - TCM-RJ/2008) A Federação dota seus


membros de tríplice capacidade, a saber:
(A) auto-organização, autonormatização e autogoverno.
(B) autogoverno, auto-administração e autofinanciamento.
(C) auto-organização, autogoverno e auto-administração.
(D) auto-organização, autonormatização e automanutenção.
(E) auto-arrecadação, autogoverno e autogerenciamento.
32. (FCC/Analista - TRT-SP/2008) No que concerne à
Organização do Estado, se um Estado for dividido em vários novos
Estados-membros, todos com personalidades diferentes,
desaparecendo por completo o Estado-originário, ocorrerá a
hipótese de alteração divisional interna denominada fusão.
33. (CESPE/AGU/2009) No tocante às hipóteses de alteração
da divisão interna do território brasileiro, é correto afirmar que, na
subdivisão, há a manutenção da identidade do ente federativo
primitivo, enquanto, no desmembramento, tem-se o
desaparecimento da personalidade jurídica do estado originário.
34. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) Não
poderão ser criados novos Estados-membros além dos já previstos na
Constituição Federal.
35. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AP/2012) Os
Estados-Membros da Federação podem incorporar-se entre si,
subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou
formarem novos Estados ou Territórios Federais. A afirmação
apresentada, segundo a disciplina constitucional relacionada à
organização político-administrativa, é
a) correta, exigindo-se para tanto a aprovação da população
diretamente interessada, por meio de plebiscito, e do Congresso
Nacional, por meio de lei complementar.
b) incorreta, na medida em que fere o direito de secessão, o qual é
um princípio da manutenção do vínculo federativo.
c) parcialmente correta, já que os Estados-Membros da Federação
não podem incorporar-se entre si, pois esta situação fere o equilíbrio
da representação dos Estados no Senado Federal.
d) correta, desde que as alterações na estrutura político-
administrativa brasileira respeitem um intervalo quinquenal.
e) parcialmente correta, pois os Estados-Membros da Federação não
podem formar Territórios Federais, já que estes não são dotados de

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autonomia, e, por isso, não se compatibilizam com a estrutura


administrativa dos Estados-Membros.
36. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) a criação
de territórios federais é vedada.
37. (FCC/Analista - TRT 15ª/2009) É vedada a subdivisão de
Estados.
38. (FCC/Procurador-TCE-AP/2010) Em dezembro de 2009, foi
aprovado pelo Senado Federal projeto de Decreto Legislativo que
autoriza a realização de plebiscito sobre a criação do chamado Estado
de Carajás. O novo Estado seria formado por 38 Municípios do sul e
sudeste do atual Estado do Pará, com extensão total de 285.000 km²
e 1.300.000 habitantes. O plebiscito seria realizado nesses
Municípios, seis meses após a publicação do Decreto Legislativo. A
referida proposta de criação do Estado de Carajás
a) é inconstitucional, uma vez que a união estabelecida entre os
entes da Federação é indissolúvel.
b) seria possível somente durante os trabalhos de Assembleia
Nacional Constituinte, a exemplo do que ocorreu com a criação do
Estado de Tocantins.
c) deveria ser precedida da criação do Território de Carajás, o qual,
somente após demonstrar sua viabilidade, seria então transformado
em Estado.
d) é compatível com a Constituição desde que, ademais da consulta à
população interessada, mediante plebiscito, seja aprovada pelo
Congresso Nacional, por lei complementar.
e) deveria ser precedida de Estudos de Viabilidade, apresentados e
publicados na forma da lei, e ser aprovada por lei do Estado do Pará,
dentro do período determinado por lei complementar federal.
39. (FCC/Técnico - TRF 5ª/2008) Os Estados podem, mediante
aprovação da população diretamente interessada, através de
plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar, se desligar
da União.
40. (FCC/Analista - TRT-18ª/2008) Os Estados podem
incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se
anexarem a outros, ou formarem novos Estados, mediante aprovação
da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do
Congresso Nacional, por lei complementar.
41. (FCC/Analista - TRF 5ª/2008) A República Federativa do
Brasil está organizada políticoadministrativamente de forma que os
Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-
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se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou


Territórios Federais, mediante a aprovação dos eleitores inscritos na
respectiva área, mediante referendum da população diretamente
interessada, e da Câmara dos Deputados, por lei ordinária.
42. (CESPE/AJAJ - STM/2011) O processo de formação dos
estados-membros exige a participação da população interessada por
meio de plebiscito, medida que configura condição prévia, essencial e
prejudicial à fase seguinte. Assim, desfavorável o resultado da
consulta prévia feita ao povo, não se passará à fase seguinte do
processo.
43. (CESPE/Técnico - MPU/2010) Considere que determinado
estado da Federação tenha obtido aprovação tanto de sua população
diretamente interessada, por meio de plebiscito, como do Congresso
Nacional, por meio de lei complementar, para se desmembrar em
dois estados distintos. Nesse caso, foi cumprida a exigência imposta
pela Constituição para incorporação, subdivisão, desmembramento ou
formação de novos estados ou territórios federais.
44. (CESPE/MPS/2010) Para a criação de um novo estado na
Federação brasileira, é necessária a realização de plebiscito nacional,
de forma a garantir o equilíbrio federativo.
45. (CESPE/Advogado - IBRAM-DF/2009) Caso uma parte de
um estado pretendesse desmembrar-se e anexar seu território a um
estado vizinho, essa mudança dependeria de plebiscito da população
diretamente interessada e de leis complementares a serem
elaboradas pelas respectivas assembleias legislativas dos estados
membros.
46. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) No
processo de criação de estados-membros, a manifestação das
assembleias legislativas constitui condição essencial e vinculativa, já
que o parecer desfavorável das casas representativas do povo
impede a continuidade do processo de formação de novos estados.
47. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) Para fins de
desmembramento de um Estado, deve haver consulta prévia à
população diretamente interessada, compreendendo esta somente a
população da área a ser destacada.
48. (ESAF/Auditor RFB/2012) A Constituição Federal permite a
criação de novos Estados. No que diz respeito a esse tema (criação
de Estados), é correto afirmar que:
a) é vedado à União, direta ou indiretamente, assumir, em
decorrência da criação de Estado, encargos referentes à despesa com

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pessoal inativo e com encargos e amortizações da dívida interna ou


externa da administração pública.
b) o Congresso Nacional deve se manifestar através de Lei Ordinária,
aprovando a proposta.
c) a população diretamente interessada deve se manifestar,
aprovando a proposição na hipótese de a Assembleia Estadual
discordar da proposta.
d) o Tribunal de Justiça do novo Estado poderá funcionar com
desembargadores do Tribunal de Justiça dos Estados limítrofes, pelo
prazo máximo de dois anos, até que se organize o Tribunal do novo
Estado.
e) o primeiro Governador do novo Estado será indicado pelo
Presidente da República, com mandato de no máximo dois anos,
prazo em que devem estar concluídas as primeiras eleições gerais
estaduais.
49. (ESAF/ATRFB/2012) Os Estados podem incorporar-se entre
si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou
formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação
da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do
Congresso Nacional, por lei ordinária.
50. (ESAF/ATA-MF/2009) A criação, a incorporação, a fusão e o
desmembramento dos Estados far-se-ão por lei complementar
federal, após divulgação dos Estudos de Viabilidade, apresentados e
publicados na forma da lei.
51. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) Os Estados podem incorporar-se
entre si, subdividir se ou desmembrar-se para se anexarem a outros,
ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante
aprovação da população diretamente interessada, por meio de
plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.
52. (ESAF/Analista-SUSEP/2010) Sobre a organização Político-
Administrativa e a formação dos Estados, é correto afirmar que:
a) de acordo com as disposições constitucionais vigentes, é possível
criar novos Estados, mesmo que não seja por intermédio de divisão
de outro ou outros Estados.
b) os Territórios Federais transformados em Estados não podem mais
restabelecer a situação anterior.
c) poderá ocorrer a fusão entre Estados. Nesse caso, nem todos
perdem a primitiva personalidade, pois, ao surgir o Estado novo, este
adquire a personalidade de um deles.

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d) nos processos de transformação dos Estados, o Senado não está


obrigado a ouvir nem ao pronunciamento plebiscitário, nem ao das
Assembleias, notando-se que estas não decidem, apenas opinam pela
aprovação, pela rejeição, ou simplesmente se abstêm de tomar
partido.
e) qualquer processo de transformação do Estado deve passar por
um pronunciamento plebiscitário favorável à alteração, devendo o
processo ser remetido ao Senado, a quem cabe a aprovação das
alterações, mediante lei.
53. (FGV/Analista de Controle Interno – SAD – PE/2009)
Relativamente à organização político-administrativa brasileira, analise
as afirmativas a seguir.
I. A organização político-administrativa da República Federativa do
Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, nenhum deles autônomo, nos termos desta Constituição.
II. Os Territórios Federais integram a União, e sua criação,
transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão
reguladas em lei ordinária.
III. Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou
desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos
Estados ou Territórios Federais, bastando para tanto a aprovação da
população diretamente interessada, por meio de plebiscito.
Assinale:
a) se nenhuma afirmativa estiver correta.
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e) se todas as afirmativas estiverem corretas.
54. (FCC/TJAA – TRF 1ª/2011) A incorporação de Municípios
far-se-á por Lei estadual, dentro do período determinado por Lei
Complementar Federal, e dependerá de consulta prévia, mediante
plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação
a) do parecer favorável do Procurador-Geral do Estado.
b) da decisão do Presidente da Assembleia Legislativa.
c) do Decreto Estadual emitido pelo Governador do Estado.
d) do parecer favorável do Ministro do Planejamento.

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e) dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados


na forma da lei.
55. (FCC/TJAA-TRT 8ª/2010) Com relação a Organização
Político Administrativa,
a) o desmembramento de Município far-se-à por lei municipal, dentro
do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerá
de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios
envolvidos, sem necessidade de divulgação prévia dos Estudos de
Viabilidade Municipal na imprensa oficial.
b) a fusão de Municípios far-se-à por lei municipal, dentro do período
determinado por Lei Ordinária Federal, e dependerá de consulta
prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos,
após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e
publicados na forma da lei.
c) os Estados podem desmembrar-se para se anexarem a outros
Estados, mediante aprovação da população diretamente interessada,
através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.
d) os Estados podem incorporar-se entre si para formarem novos
Estados, mediante emenda constitucional, dependente de plebiscito
nacional e da aprovação do Senado Federal.
e) os Estados podem incorporar-se entre si para formarem novos
Estados, mediante emenda constitucional, dependente de plebiscito
nacional e da aprovação da Câmara dos Deputados.
56. (FCC/Analista - TRT 15ª/2009) A fusão de Municípios far-
se-á por emenda constitucional.
57. (FCC/Auxiliar - TJ-PA/2009) A criação, a incorporação, a
fusão e o desmembramento de municípios, far-se-ão, observados
outros requisitos de ordem constitucional, por resolução do
Congresso Nacional.
58. (CESPE/TRE-GO/2009) A criação, a incorporação, a fusão e
o desmembramento de municípios, far-se-ão por lei federal e serão
submetidos pela população diretamente interessada a referendo
popular.
59. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) A criação
de municípios demanda, além de outros requisitos constitucionais, a
edição de lei estadual que, mesmo após a respectiva aprovação por
parte da assembleia legislativa, pode ser vetada pelo governador do
estado.
60. (CESPE/Procurador-TCE-ES/2009) Foram convalidados, no
âmbito da CF, os atos de criação, fusão, incorporação e
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desmembramento de municípios, cuja lei tenha sido publicada até


31/12/2006, de acordo com os requisitos estabelecidos na legislação
do respectivo estado à época da criação.
61. (ESAF/ATRFB/2012) A fusão de Municípios far-se-á por lei
estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar
Federal, e dependerá de consulta prévia, mediante plebiscito, às
populações dos Municípios envolvidos, sendo prescindível a realização
de Estudo de Viabilidade Municipal.
62. (ESAF/EPPGG-MPOG/2009) A criação, a incorporação, a
fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual,
dentro do período determinado por Lei Complementar Federal, e
dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações
dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de
Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei.
63. (ESAF/AFC-CGU/2008) A criação de Municípios deve ser feita
por lei complementar federal.
64. (FGV/Técnico Legislativo – Senado/2008) A Constituição
Federal prevê a participação popular na criação, incorporação, fusão e
desmembramento de municípios, da seguinte forma:
a) consulta prévia às populações dos municípios envolvidos, mediante
plebiscito.
b) necessidade de aprovação de lei federal de iniciativa popular.
c) consulta posterior às populações dos municípios envolvidos,
mediante referendo.
d) necessidade da aprovação de lei estadual de iniciativa popular.
e) eleição direta dos novos prefeitos e vereadores dos municípios
recém-criados.
65. (FCC/Analista - TRT 15ª/2009) Aos Estados é permitida, na
forma da lei, a subvenção a cultos religiosos ou igrejas.
66. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) É vedado à União, aos
estados, ao DF e aos municípios estabelecer cultos religiosos ou
igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter
com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança.
67. (ESAF/ATA-MF/2009) É vedado aos Estados manter relação
de aliança com representantes de cultos religiosos ou igrejas,
resguardando-se o interesse público.
68. (FCC/Analista - TRT 15ª/2009) Quanto à organização do
Estado brasileiro, é correto que

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a) é vedada a subdivisão de Estados.


b) a fusão de Municípios far-se-á por emenda constitucional.
c) a criação de Territórios Federais será regulada em lei
complementar.
d) aos Estados é permitida, na forma da lei, a subvenção a cultos
religiosos ou igrejas.
e) a anexação de municípios para formarem Estados ou Territórios
Federais, autorizada por resolução do Congresso Nacional, dependerá
de referendo popular.
69. (ESAF/AFC-CGU/2008) Assinale a única opção correta
relativa à organização político-administrativa da República Federativa
do Brasil, segundo as normas da Constituição de 1988.
a) Compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, todos soberanos, nos termos da Constituição.
b) A criação de territórios federais, que fazem parte da União,
depende de emenda à Constituição.
c) O Distrito Federal é chamado de Brasília e com esse nome constitui
a Capital Federal.
d) A criação de Municípios deve ser feita por lei complementar
federal.
e) É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios
criar distinções entre brasileiros ou estrangeiros.
70. (FCC/TJAA-TRT 3ª/2009) No que diz respeito à organização
político-administrativa da União é correto afirmar que
a) a faixa de fronteira deve observar a medida de até cento e oitenta
quilômetros de largura.
b) são bens da União, dentre outros, os potenciais de energia
hidráulica e os sítios arqueológicos.
c) o desmembramento de Municípios far-se-á por lei municipal da
respectiva localidade e das limítrofes.
d) é permitida à União manter, com representantes de igrejas, e em
quaisquer hipóteses, relações de aliança.
e) a formação de Estados ou Territórios Federais será feita por meio
de referendo e por ato normativo do Senado Federal.
71. (FCC/AJAJ-TRE-AL/2010) É INCORRETO afirmar que entre
os bens dos Estados incluem-se
a) as terras devolutas não compreendidas entre as da União.
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b) as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em


depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de
obras da União.
c) as áreas, nas ilhas oceânicas e costeiras, que estiverem no seu
domínio, excluídas aquelas sob domínio da União, Municípios ou
terceiros.
d) as ilhas fluviais e lacustres não pertencentes à União.
e) o mar territorial e os potenciais de energia hidráulica.
72. (FCC/Técnico-TRE-AL/2010) Incluem-se entre os bens dos
Estados as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes
e em depósito, incluídas, em regra, as decorrentes de obras da
União. emergentes e em depósito, incluídas, em regra, as
decorrentes de obras da União (C/E).
73. (FCC/Técnico-TRT-MG/2010 - Adaptada) A faixa de
fronteira deve observar a medida de até cento e oitenta quilômetros
de largura.
74. (FCC/Técnico-TRT-MG/2010 - Adaptada) São bens da
União, dentre outros, os potenciais de energia hidráulica e os sítios
arqueológicos.
75. (FCC/TJ-DF/2008 - Adaptada) As terras devolutas
pertencem aos estados, com exceção das terras devolutas
indispensáveis à defesa das fronteiras, das fortificações e construções
militares, das vias federais de comunicação e à preservação
ambiental, definidas em lei.
76. (FCC/Auxiliar - TJ-PA/2009) O espaço pertencente a União
e designado como "faixa de fronteira", considerado fundamental para
a defesa do território nacional, constitui a faixa de até cento e
cinquenta milhas de largura, ao longo das fronteiras aéreas e
terrestres.
77. (FCC/Procurador - TCE - AL/2008) São bens dos Estados-
membros os recursos naturais da plataforma continental e da zona
econômica exclusiva a eles correspondentes.
78. (FCC/Procurador - TCE - AL/2008) São bens dos Estados-
membros os potenciais de energia hidráulica situados em seus
territórios.
79. (FCC/Procurador - TCE - AL/2008) São bens dos Municípios
todas as ilhas fluviais e lacustres presentes em seus territórios, ainda
que situadas nas zonas limítrofes com outros países.

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80. (FCC/Procurador - TCE - AL/2008) São bens dos Municípios


as terras devolutas não pertencentes à União situadas em seus
territórios.
81. (CESPE/Analista – CNPq/2011) Consideram-se terras da
União as terras devolutas indispensáveis à defesa das fronteiras, das
fortificações, das construções militares e das vias federais de
comunicação, bem como indispensáveis à preservação ambiental, e
as áreas de fronteiras.
82. (CESPE/Juiz Federal Substituto – TRF 5ª/2009) São bens
da União as terras devolutas.
83. (CESPE/AGU/2009) As terras devolutas são espécies de
terras públicas que, por serem bens de uso comum do povo, não
estão incorporadas ao domínio privado. São indisponíveis as terras
devolutas ou arrecadadas pelos estados-membros, por ações
discriminatórias, necessárias à proteção dos ecossistemas naturais.
Constituem bens da União as terras devolutas indispensáveis à defesa
das fronteiras, das fortificações e construções militares, das vias
federais de comunicação e à preservação ambiental, definidas em lei.
84. (CESPE/ACE-TCU/2009) Caso o estado do Amazonas
conceda título de propriedade de uma pequena área localizada em
terras devolutas dentro da zona de fronteira com a Colômbia, o
referido título será nulo, visto que essa área pertence à União.
85. (CESPE/Procurador Municipal - Natal/2008) Os potenciais
de energia hidráulica são bens comuns da União e dos estados onde
se encontrem.
86. (CESPE/ABIN/2008) As terras tradicionalmente ocupadas
pelos índios são de domínio das comunidades indígenas.
87. (CESPE/Agente-Polícia Federal/2009) A Constituição
Federal de 1988 (CF) não reconhece aos índios a propriedade sobre
as terras por eles tradicionalmente ocupadas.
88. (CESPE/Promotor - MPE-ES/2010) A faixa de até 50 km de
largura, ao longo das fronteiras terrestres, designada como faixa de
fronteira é considerada fundamental para a defesa do território
nacional, e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei.
89. (CESPE/AGU/2009) Os rios públicos são bens da União
quando situados em terrenos de seu domínio, ou ainda quando
banharem mais de um estado da Federação, ou servirem de limites
com outros países, ou se estenderem a território estrangeiro ou dele
provierem. Os demais rios públicos bem como os respectivos

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potenciais de energia hidráulica pertencem aos Estados-membros da


Federação.
90. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) são bens dos
Estados as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes
e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as
decorrentes de obras da União.
91. (ESAF/ATRFB/2012) As terras tradicionalmente ocupadas
pelos índios são bens da União.
92. (ESAF/ATRFB/2012) Os recursos minerais do subsolo são
bens dos Municípios.
93. (ESAF/ATA-MF/2009) Incluem-se entre os bens dos Estados
as terras devolutas não compreendidas entre as da União.
94. (FCC/ AJAJ- TRT-5/ 2013) Certa lei estadual dispôs sobre
contrato de trabalho firmado com empregados públicos estaduais,
contratados sob o regime celetista, tratando da jornada de trabalho,
férias e rescisão do contrato de trabalho, divergindo da legislação
trabalhista aplicável aos empregados de modo geral. À luz da
Constituição Federal, a matéria objeto da referida lei insere-se no
âmbito da competência legislativa
(A) concorrente entre União e Estados, cabendo à União legislar sobre
normas gerais e aos Estados exercer a competência suplementar,
inclusive no caso de inexistência de normas gerais da União.
(B) dos Estados, uma vez que versa sobre contrato de trabalho
firmado com servidores da Administração pública estadual, mas a lei
estadual não pode impor ao empregado público regime de trabalho
menos favorecido do que aquele previsto na legislação trabalhista.
(C) dos Estados, uma vez que versa sobre contrato de trabalho
firmado com servidores da Administração pública estadual, cabendo
ao Estado dispor sobre o regime de trabalho do empregado público
independentemente daquele previsto na legislação trabalhista.
(D) da União, visto tratar sobre direito do trabalho, sendo vedada a
delegação desta competência aos Estados, uma vez que o direito do
trabalho é objeto de pactos internacionais celebrados pela República
Federativa do Brasil.
(E) da União, a quem cabe legislar privativamente sobre direito do
trabalho, podendo delegar a competência aos Estados para legislarem
sobre questões específicas sobre a matéria.

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95. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) aos


Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios foi assegurado o
exercício das competências legislativas e administrativas atribuídas à
União.
96. (FCC/Analista TRT-6ª/2012) Em relação às competências no
âmbito da organização político-administrativa do Estado Brasileiro, é
correto asseverar que a União
a) possui competência legislativa privativa, a qual não pode ser
delegada aos Estados, ao Distrito Federal e nem aos Municípios.
b) é dotada de competência administrativa remanescente ou residual
para suprir a inércia legislativa dos Estados e Municípios.
c) pode avocar uma competência estadual ou municipal sempre que o
interesse público exigir.
d) suplementa a atuação dos Estados e Municípios quando exerce a
competência legislativa concorrente.
e) possui competência comum, juntamente com Estados, Distrito
Federal e Municípios, para fomentar a produção agropecuária e
organizar o abastecimento alimentar.
97. (FCC/Analista TRT-6ª/2012) Determina a Constituição que
Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a União
e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, tendo em vista o
equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional.
Esta regra constitucional aplica-se no caso de competência
a) comum.
b) reservada.
c) suplementar.
d) concorrente.
e) remanescente.
98. (FCC/TJAA - TRE-AC/2010) Em matéria de competência
legislativa concorrente relacionada à União, Estados e Distrito
Federal, é correto afirmar que
a) a competência da União para legislar sobre normas gerais não
exclui a competência suplementar dos Estados.
b) no âmbito da legislação concorrente, a competência da União
estende-se ao estabelecimento de normas específicas.
c) a superveniência de lei federal sobre normas gerais não suspende,
em qualquer hipótese, a eficácia da lei estadual.

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d) a competência da União para legislar sobre normas gerais ou


específicas exclui a competência suplementar dos Estados.
e) inexistindo lei federal sobre normas de qualquer natureza, os
Estados só podem exercer a competência limitada para atender suas
peculiaridades.
99. (FCC/Procurador - PGE-AM/2010) A propósito do modelo
de repartição de competências adotado na Constituição Federal,
pode-se afirmar que
a) aos Estados foram asseguradas apenas competências residuais.
b) as competências materiais são sempre de exercício concorrente
por todos os entes federativos.
c) todas as competências privativas legislativas da União Federal
podem ser exercidas pelos Estados naquilo que for necessário para
atender a suas peculiaridades, mas não pelos Municípios.
d) entre as competências legislativas dos Municípios se inclui a de
suplementar a legislação federal e a estadual, no que couber.
e) ao Distrito Federal não foi assegurado o exercício de competências
legislativas em regime de concorrência com a União
100. (FCC/AJAJ-TRF4º/2010) Os Estados não possuem
competência legislativa residual, sendo-lhes vedado atuar em áreas
que não lhe forem expressamente atribuídas pela Constituição
Federal.
101. (FCC/Procurador - Recife/2008) Cabe aos Estados-
membros exercer somente as competências enumeradas na
Constituição Federal.
102. (FCC/AJAJ-TRF4º/2010) O Distrito Federal possui
competência legislativa residual, estando subtraídas do seu campo de
atuação apenas as matérias expressamente atribuídas pela
Constituição Federal à União.
103. (FCC/TJAA-TRE-AC/2010) Aos Estados cabe explorar,
diretamente ou mediante permissão, os serviços locais de gás
canalizado, na forma da lei, cuja regulamentação se fará mediante
medida provisória.
104. (FCC/Técnico Superior - PGE-RJ/2009) O critério de
competências legislativas estabelecido pela Constituição de 1988,
admite o exercício de funções legislativas pelas Regiões
Metropolitanas, desde que previsto em lei complementar estadual.
105. (FCC/Técnico Superior - PGE-RJ/2009) O critério de
competências legislativas estabelecido pela Constituição de 1988,
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admite a regulamentação integral pela União das matérias


submetidas a legislação concorrente, desde que por meio de lei
complementar.
106. (FCC/Técnico Superior - PGE-RJ/2009) O critério de
competências legislativas estabelecido pela Constituição de 1988,
admite que os Municípios legislem sobre todas as matérias que não
tenham sido atribuídas privativamente à União, em concorrência com
os respectivos Estados-membros.
107. (FCC/Técnico Superior - PGE-RJ/2009) O critério de
competências legislativas estabelecido pela Constituição de 1988,
admite que os Estados legislem sobre matérias de competência
privativa da União, desde que autorizados por lei complementar
federal.
108. (CESPE/AGU/2009) No âmbito da competência legislativa
concorrente, caso a União não tenha editado a norma geral, o estado-
membro poderá exercer a competência legislativa ampla. Contudo,
sobrevindo a norma federal faltante, o diploma estadual terá sua
eficácia suspensa no que lhe for contrário, operando-se, a partir de
então, um verdadeiro bloqueio de competência, já que o estado-
membro não mais poderá legislar sobre normas gerais quanto ao
tema tratado na legislação federal.
109. (CESPE/DPE-ES/2009) Suponha que um estado-membro da
Federação tenha legislado, de forma exaustiva, acerca de assistência
jurídica e defensoria pública, dada a inexistência de legislação federal
sobre o tema. Nesse caso, ao ser promulgada legislação federal a
esse respeito, as normas estaduais incompatíveis com ela serão
automaticamente revogadas.
110. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) A competência da União
para legislar a respeito de normas gerais exclui a competência
suplementar dos estados, podendo haver delegação de competência
pela União.
111. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) Lei
complementar federal poderá autorizar os estados-membros a
legislarem sobre pontos específicos das matérias inseridas no âmbito
da competência legislativa privativa da União, sem prejuízo da
retomada pela União, a qualquer tempo, da sua competência para
legislar sobre o assunto objeto da delegação.
112. (CESPE/MPS/2010) Compete privativamente à União
explorar, diretamente ou mediante concessão, os serviços locais de
gás canalizado, na forma da lei, sendo vedada a edição de medida
provisória para a sua regulamentação.
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113. (CESPE/Oficial de Inteligência- ABIN/2010) Os estados


podem explorar diretamente, ou mediante permissão, os serviços
locais de gás canalizado e podem, inclusive, regulamentar a matéria
por meio de medida provisória.
114. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) Os estados poderão,
mediante lei complementar, instituir regiões metropolitanas,
aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por
agrupamentos de municípios limítrofes, para integrar a organização,
o planejamento e a execução de funções públicas de interesse
comum.
115. (CESPE/AJAJ-TRE-BA/2010) A instituição de regiões
metropolitanas pelos estados federados dispensa a edição prévia de
lei complementar federal, diante da autonomia que lhes foi conferida
pela CF.
116. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) As
competências administrativas dos Municípios são residuais, ou seja,
lhes compete aquilo que não for das áreas administrativas dos
Estados e da União.
117. (ESAF/ATRFB/2012) Ao Distrito Federal é atribuído apenas
as competências legislativas reservadas aos Estados.
118. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) A União
poderá, por meio de lei ordinária, delegar aos Estados e ao Distrito
Federal questões específicas acerca das matérias de sua competência
legislativa privativa.
119. (ESAF/ATA-MF/2009) Cabe aos Estados explorar
diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de gás
canalizado, vedada a edição de medida provisória para a sua
regulamentação.
120. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Os Estados podem instituir
regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões,
constituídas por agrupamentos de Municípios limítrofes, para integrar
a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de
interesse comum.
121. (ESAF/ATA-MF/2009) Os Estados poderão, mediante lei
complementar federal, instituir regiões metropolitanas, constituídas
por regiões administrativas limítrofes.
122. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Cabe aos Estados organizar
e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os
serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo,
que tem caráter essencial.

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123. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Compete aos Municípios


explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de
gás canalizado.
124. (ESAF/TCU/2006) A exploração dos serviços locais de gás
canalizado pode ser feita pelos Estados, desde que a União, mediante
instrumento próprio, faça uma autorização, concessão ou permissão
para a sua execução.
125. (ESAF/TRF/2006) Obedecendo ao princípio geral de
repartição de competência adotado pela Constituição de 1988, a
exploração dos serviços locais de gás canalizado foi reservada para os
municípios.
126. (FCC/Analista Ministerial-MP- PE/2012) Compete à União,
aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
a) organização do sistema nacional de emprego.
b) proteção à infância e à juventude.
c) navegação lacustre.
d) navegação fluvial.
e) sistemas de sorteios.
127. (FCC/TJAA - TRE-AM/2010) Compete privativamente à
União legislar sobre direito
a) comercial.
b) tributário.
c) financeiro.
d) penitenciário.
e) urbanístico.
128. (FCC/Analista Judiciário – Biblioteconomia – TRT
24ª/2011) Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal
legislar concorrentemente sobre:
a) águas.
b) proteção à infância e à juventude.
c) energia.
d) informática.
e) cidadania.
129. (FCC/TJAA-TRT 8/2010) Compete à União, aos Estados e ao
Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

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a) propaganda comercial.
b) comércio interestadual.
c) trânsito.
d) transporte.
e) procedimentos em matéria processual.
130. (FCC/Defensor Público - SP/2009) Trata-se de matéria de
competência legislativa concorrente da União, Estados e Distrito
Federal: direito tributário, processual penal e penal.
131. (FCC/Técnico - TRT-PI/2009) Compete à União, aos
Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre direito
a) civil, comercial, penal, processual e eleitoral.
b) tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico.
c) agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho.
d) tributário, financeiro, econômico, civil e comercial.
e) eleitoral, urbanístico, agrário, marítimo, aeronáutico e espacial.
132. (FCC/AJEM - TRT-15ª/2009) Nos termos da Constituição
Federal, a competência para legislar sobre registros públicos e
desapropriação é
a) privativa da União.
b) comum da União, dos Estados e do Distrito Federal.
c) concorrente da União, dos Estados e dos Municípios.
d) comum dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
e) exclusiva dos Estados e do Distrito Federal.
133. (FCC/AJAA-TRT-9ª/2010) Compete privativamente à União
legislar sobre:
a) procedimentos em matéria processual.
b) orçamento.
c) produção.
d) desporto.
e) transferência de valores.
134. (FCC/AJEM-TRT-7ª/2008) Compete privativamente à União
legislar sobre:
a) serviço postal.

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b) orçamento.
c) produção.
d) consumo.
e) defesa do solo.
135. (FCC/PGE-AM/2010) É da competência privativa da União
a) cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das
pessoas portadoras de deficiência.
b) proteger os documentos, as obras e outros bens de valor histórico,
artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais notáveis e
os sítios arqueológicos.
c) impedir a evasão, a destruição e a descaracterização de obras de
arte e de outros bens de valor histórico, artístico ou cultural.
d) proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de
suas formas.
e) exercer a classificação, para efeito indicativo, de diversões públicas
e de programas de rádio e televisão.
136. (FCC/Técnico - TJ-PI/2009) Compete à União, aos Estados e
ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre
a) informática.
b) desapropriação.
c) registros públicos.
d) produção e consumo.
e) serviço postal.
137. (FCC/Oficial-DPE-SP/2010) Dentre as competências
concorrentes conferidas pela Constituição Federal à União, aos
Estados e ao Distrito Federal, tem-se a de legislar sobre
a) desapropriação e processo civil.
b) serviço postal e processo civil.
c) registros públicos e Defensoria Pública.
d) atividades nucleares e de segurança nacional.
e) assistência jurídica e Defensoria Pública.
138. (FCC/Analista - TRT-PI/2009) É correto afirmar que
compete à UNIÃO legislar
a) concorrentemente com os Estados e o Distrito Federal sobre
desapropriação e serviço postal.
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b) privativamente sobre seguridade social, registros públicos, defesa


civil e propaganda comercial.
c) concorrentemente com os Estados e o Distrito Federal sobre
comércio interestadual.
d) privativamente sobre direito tributário, financeiro, penitenciário,
econômico e urbanístico.
e) privativamente sobre proteção ao patrimônio histórico, cultural,
artístico, turístico e paisagístico.
139. (FCC/AJAA - TRT-15ª/2009) Compete concorrentemente à
União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar, dentre outras
matérias, sobre
a) cidadania.
b) serviço postal.
c) comércio interestadual.
d) informática.
e) educação.
140. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) Considere que lei
estadual tenha sido editada dispondo sobre as condições para o
exercício de determinada profissão e que tenha sido arguida a sua
inconstitucionalidade em ação judicial. Nessa situação, não há
inconstitucionalidade, já que a competência para legislar sobre o
exercício de profissões é concorrente entre os entes da Federação.
141. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) Compete à União
legislar privativamente sobre direito do consumidor.
142. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) A União, os estados, o
Distrito Federal e os municípios têm competência concorrente para
legislar sobre telecomunicações.
143. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) Considere que tenha
sido editada lei estadual regulando o parcelamento de multas de
trânsito ocorridas no âmbito de determinada unidade da Federação.
Nessa situação, a lei é constitucional, pois, de acordo com a CF, a
competência para legislar sobre trânsito e transporte é concorrente
entre os entes da Federação.
144. (CESPE/TJAA - CNJ/2013) Se determinado estado da
Federação editar lei que disponha sobre direito penitenciário, ela será
inconstitucional, pois compete privativamente à União legislar sobre
esse tema.
145. (CESPE/Assistente – CNPq/2011) De acordo com a CF, a
competência para legislar sobre propaganda comercial é privativa da
União.
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146. (CESPE/Analista Administrativo - PREVIC/2011)


Segundo a CF, compete privativamente à União legislar sobre
previdência social.
147. (CESPE/Técnico Administrativo - PREVIC/2011)
Compete à União, aos estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre previdência social, proteção e defesa da
saúde.
148. (CESPE/Oficial de Inteligência- ABIN/2010) Embora seja
da competência da União legislar sobre defesa territorial, na hipótese
de ocorrência de omissão legislativa acerca desse tema, aos estados-
membros é concedida autorização constitucional para o exercício da
competência legislativa suplementar.
149. (CESPE/Procurador-AGU/2010) Estado da Federação tem
competência privativa e plena para dispor sobre normas gerais de
direito financeiro.
150. (CESPE/Auditor SEFAZ-ES/2009) Compete à União, aos
estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre direito
tributário, financeiro e econômico, e educação, cultura e ensino.
151. (CESPE/MPS/2010) Compete à União, aos estados e ao DF
legislar concorrentemente sobre previdência social, proteção e defesa
da saúde.
152. (CESPE/Procurador-AGU/2010) Os municípios não podem
legislar sobre normas de direito financeiro concorrentemente com a
União.
153. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) Segundo
a doutrina, ocorrendo conflito entre os entes da Federação no
exercício da competência comum ou paralela, a solução se dará por
meio do critério da preponderância de interesses, o que implica a
prevalência do interesse da União, em face de sua superior posição,
na relação hierárquica mantida com os estados e os municípios.
154. (CESPE/Advogado - BRB/2010) A competência para
legislar sobre política de crédito, câmbio, seguros e transferência de
valores é concorrente da União, dos estados, do Distrito Federal e dos
municípios.
155. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) Segundo
entendimento do STF, compete privativamente à União legislar sobre
custas dos serviços forenses.
156. (CESPE/Auditor-TCU/2009) No âmbito da organização
federativa do Brasil, a competência material residual é sempre de
competência dos estados.
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157. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) Conforme


jurisprudência do STF, apenas a União pode legislar sobre a anistia
ou o cancelamento de infrações disciplinares de servidores estaduais
e municipais.
158. (CESPE/TRT-17ª/2009) No tocante à organização do Estado
brasileiro, a CF atribuiu à União a competência privativa para legislar
sobre consórcios e sorteios, razão pela qual é inconstitucional a lei ou
ato normativo estadual que institua loteria no âmbito do estado.
159. (CESPE/AJAA-STF/2008) Lei municipal que obrigue a
instalação, em estabelecimento bancário, de equipamentos de
segurança é considerada constitucional, pois aborda um assunto de
interesse eminentemente local.
160. (CESPE/Especialista em Regulação - ANTAQ/2009)
Suponha que a empresa X tenha como objeto social a exploração de
transporte de passageiros em navios transatlânticos que viajam pelo
mundo. Suponha, ainda, que essa empresa pretenda inserir em uma
de suas rotas alguns portos brasileiros. Nesse caso, a exploração
desse serviço, no Brasil, não será de competência privativa da União.
161. (CESPE/TRE-MA/2009) Compete à União e aos estados
legislar concorrentemente sobre trânsito e transporte.
162. (CESPE/DPE-ES/2009) Conforme prevê a CF, é de
competência material comum entre União, estados, municípios e DF
planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades
públicas, especialmente em caso de secas e inundações.
163. (CESPE/SECONT-ES/2009) Lei estadual que assegure ao
consumidor o direito de obter informações acerca de determinado
produto não invade a esfera de competência da União, para editar
normas gerais acerca de produção e consumo e responsabilidade por
dano ao consumidor.
164. (CESPE/Procurador-TCE-ES/2009) Conforme entendimento
do STF, uma lei estadual que obrigasse médicos públicos e
particulares a notificarem a secretaria estadual de saúde os casos de
câncer de pele seria inconstitucional por invadir a competência
privativa da União.
165. (CESPE/Auditor-TCU/2009) Se a União delegar aos
estados e ao DF competência para legislar sobre questões específicas
de licitação e contratação de suas entidades autárquicas e
fundacionais, a delegação será inconstitucional, pois essa
competência é indelegável da União.

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166. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009)


Conforme jurisprudência do STF, apenas a União pode legislar sobre
a anistia ou o cancelamento de infrações disciplinares de servidores
estaduais e municipais.
167. (ESAF/ATRFB/2012) Sobre as competências da União,
Estados, Distrito Federal e Municípios, assinale a única opção correta.
a) Compete privativamente à União legislar sobre direito
penitenciário.
b) Compete privativamente à União legislar sobre registros públicos.
c) Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre desapropriação.
d) Compete privativamente à União legislar sobre juntas comerciais.
e) No âmbito da legislação concorrente, a competência da União
limitar-se-á a estabelecer normas gerais. Inexistindo lei federal sobre
normas gerais, os Estados não estão autorizados a exercer a
competência legislativa plena.
168. (ESAF/ATRFB/2012) Compete aos Estados organizar, manter
e executar a inspeção do trabalho.
169. (ESAF/ATRFB/2012) Compete privativamente à União
proteger os sítios arqueológicos.
170. (ESAF/Analista Administrativo-DNIT/2013) A
competência da União para legislar sobre normas gerais e dos
Estados e do Distrito Federal para legislar sobre normas específicas é
chamada competência legislativa concorrente e compreende, entre
outras matérias, orçamento, juntas comerciais, direito tributário e
registros públicos.
171. (ESAF/ATRFB/2012) Compete à União, aos Estados e ao
Distrito Federal legislar concorrentemente sobre sistemas de sorteios.
172. (ESAF/ATRFB/2012) O Estado-membro dispõe de
competência legislativa para instituir cláusulas tipificadoras de crimes
de responsabilidade.
173. (ESAF/ATRFB/2012) Compete privativamente à União
legislar sobre procedimentos em matéria processual.
174. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) Estão entre as
matérias de competência legislativa privativa da União
desapropriação, registros públicos, propaganda comercial, juntas
comerciais e proteção à infância e à juventude.

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175. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) Compete aos


Municípios e ao Distrito Federal explorar diretamente, ou mediante
concessão, os serviços locais de gás canalizado, na forma da lei.
176. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) Ao Distrito
Federal são atribuídas as competências reservadas aos Estados e aos
municípios, inclusive organizar e manter o seu Ministério Público e o
seu Poder Judiciário.
177. (ESAF/Técnico Administrativo- DNIT/2013) Estão entre as
matérias de competência legislativa concorrente da União, Estados,
Distrito Federal e Municípios orçamento, procedimento em matéria
processual, desapropriação e trânsito e transporte.
178. (ESAF/ATRFB/2009) É constitucional a lei ou ato normativo
estadual ou distrital que disponha sobre sistemas de consórcios e
sorteios, inclusive bingos e loterias.
179. (ESAF/TFC-CGU/2008) Assinale a opção correta. Compete
privativamente à União legislar sobre:
a) direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e
urbanístico.
b) produção e consumo.
c) orçamento.
d) floresta, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do
solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle
da poluição.
e) trânsito e transporte.
180. (ESAF/AFC-CGU/2008) Assinale a única opção que
contempla competências materiais comuns da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios.
a) Combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização,
promovendo a integração social dos setores desfavorecidos,
estabelecer e implantar política de educação para a segurança do
trânsito.
b) Estabelecer princípios e diretrizes para o sistema nacional de
viação e promover programas de construção de moradias e a
melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico.
c) Elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do
território e de desenvolvimento econômico e social e preservar as
florestas, a fauna e a flora.

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d) Instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive


habitação, saneamento básico e transportes urbanos e cuidar da
saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas
portadoras de deficiência.
e) Exercer a classificação, para efeito indicativo, de diversões públicas
e de programas de rádio e televisão e planejar promover a defesa
permanente contra as calamidades públicas, especialmente as secas
e as inundações.
181. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Compete à União, aos
Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre
desapropriação.
182. (ESAF/APOFP-SEFAZ-SP/2009) Cabe aos Estados planejar e
promover a defesa permanente contra as calamidades públicas,
especialmente as secas e as inundações.
183. (ESAF/ATRFB/2009) Compete privativamente à União
legislar sobre direito econômico.
184. (ESAF/ATRFB/2009) Compete à União, aos Estados e ao
Distrito Federal legislar concorrentemente sobre trânsito e transporte.
185. (ESAF/ATRFB/2009) Compete ao Município decretar o estado
de sítio.
186. (FCC/Procurador-Prefeitura de São Paulo/2008) Dentre
as tarefas do Município, insere-se a promoção da educação,
apresentando o caráter constitucional de
a) atribuição explícita, em se tratando do campo do ensino
fundamental.
b) atuação em colaboração com o Estado-membro, na área do ensino
médio e da educação infantil.
c) subsidiariedade para impor a interveniência do poder municipal no
segmento da educação infantil, quando o setor privado se afigurar
inadequado à demanda.
d) competência implícita, incorporada na de legislar sobre assunto de
interesse local.
e) obrigação prioritária das autoridades municipais no tocante ao
ensino médio.
187. (FCC/TRF 1ª/2006) Os Municípios, segundo a Constituição
Federal, não poderão criar, organizar ou suprimir distritos.

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188. (CESPE/ Auditor – SEFAZ-ES/ 2013) Inserem-se no âmbito


da competência do município o planejamento e o controle do uso e
ocupação do solo urbano.
189. (CESPE/Analista – CNPq/2011) Compete aos municípios a
organização e a prestação, de forma direta ou sob regime de
concessão ou permissão, dos serviços públicos de transporte urbano
coletivo local.
190. (CESPE/Analista Administrativo - PREVIC/2011) A CF
reconhece aos municípios a competência para criar, organizar e
suprimir distritos, observada a legislação estadual.
191. (FCC/Procurador-Prefeitura de São Paulo/2008) O horário
de funcionamento de farmácias constitui matéria reservada ao
Município, em razão de competência
a) explícita, enunciada na Constituição Estadual.
b) concorrente, inerente à competência de cuidar da saúde.
c) residual, consolidada por força de súmula editada pelo Supremo
Tribunal Federal.
d) implícita, decorrente da competência de prestar assistência
pública.
e) implícita, extraída da competência de legislar sobre assuntos de
interesse local, reconhecida por súmula do Supremo Tribunal Federal.
192. (FCC/Procurador-Prefeitura de São Paulo/2008) Ao
Município é reconhecida competência para suplementar a legislação
estadual e federal com o escopo de atender ao interesse local. No
exercício desta atribuição, o ente local poderá
a) editar normas que venham a dispor contrariamente à legislação
estadual e federal.
b) complementar ou suprir normas legislativas federais e estaduais,
no que couber.
c) disciplinar matérias de competência privativa da União em
conformidade com o disposto em lei complementar federal.
d) baixar normas de regência do funcionamento dos registros
públicos.
e) invocar a competência suplementar para aumentar catálogo da
legislação federal proibitivo da venda de determinado gênero ou
produto no Município.
193. (CESPE/Juiz Federal Substituto - TRF 1ª/2009) De acordo
com o posicionamento do STF, a fixação de tempo razoável de espera

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dos usuários dos serviços de cartórios constitui matéria relativa à


disciplina dos registros públicos, inserida na competência legislativa
privativa da União.
194. (CESPE/Juiz Substituto - TRF 1º/2010) É constitucional lei
municipal que, no âmbito da competência legislativa concorrente,
invocando a existência de interesse local, restringe ou amplia regras
contidas em lei federal que disponha sobre a matéria de que trate a
referida lei municipal.
195. (ESAF/Analista-SUSEP/2010) Quanto à competência
legislativa privativa da União, é possível classificá-la em direito
material substancial e direito material administrativo. Sobre o tema,
é correto afirmar que
a) o direito marítimo é classificado como direito material
administrativo.
b) a água, a energia, a informática, as telecomunicações e a
radiodifusão são classificadas como direito material substancial.
c) as requisições civis e militares são classificadas como direito
material substancial.
d) o direito agrário é classificado como direito material
administrativo.
e) a desapropriação é classificada como um direito material
administrativo.
196. (ESAF/ATA-MF/2009) Ao exercitarem o seu poder
constituinte derivado-decorrente, os Estados-membros, a teor do
disposto na Constituição Federal, respeitam os princípios
constitucionais sensíveis, princípios federais extensíveis e princípios
constitucionais estabelecidos.
197. (FCC/Técnico - TRT-PI/2009) O número de Deputados à
Assembleia Legislativa corresponderá ao dobro da representação do
Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e
cinco, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais
acima de dez.
198. (FCC/ALESP/2010) Em relação ao Poder Legislativo dos
Estados-Membros da federação brasileira, é correto asseverar que
a) o número de Deputados à Assembleia Legislativa corresponderá ao
triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e,
atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos
forem os Deputados Federais acima de doze.

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b) apresenta uma estrutura bicameral decorrente da obrigatoriedade


de haver simetria entre os órgãos legislativos da Federação.
c) o subsídio dos Deputados Estaduais será fixado por lei de iniciativa
do Congresso Nacional, na razão de, no máximo, setenta e cinco por
cento daquele estabelecido, em espécie, para os Deputados Federais.
d) as regras sobre sistema eleitoral, inviolabilidade, imunidade,
remuneração, perda de mandato, licença e impedimentos, aplicadas
aos Deputados Federais, não se aplicam aos Deputados Estaduais.
e) as Assembleias Legislativas poderão criar comissões parlamentares
de inquérito, desde que autorizadas pelo Congresso Nacional.
199. (FCC/TJAA-TRE-AC/2010) Em relação aos Estados
Federados, analise:
I. Aos Estados cabe explorar, diretamente ou mediante permissão, os
serviços locais de gás canalizado, na forma da lei, cuja
regulamentação se fará mediante medida provisória.
II. Incluem-se, dentre outros bens dos Estados, as águas emergentes
e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as
decorrentes de obras da União.
III. A iniciativa popular é privativa do processo legislativo federal, não
cabendo, portanto, na esfera estadual.
IV. Compete às Assembleias Legislativas dispor, entre outras
situações, sobre sua polícia e prover os respectivos cargos.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) II e IV.
e) III e IV.
200. (FCC/Analista - TRF 5ª/2008) O número de Deputados à
Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do
Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta, será
acrescido de tantos quantos forem os deputados federais acima de
dez.
201. (ESAF/ATA-MF/2009) O número de Deputados à Assembléia
Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na
Câmara dos Deputados.

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202. (ESAF/CGU/2006) É vedado ao Governador do Estado


assumir qualquer cargo ou função na administração pública direta,
sob pena de perda do seu mandato eletivo.
203. (ESAF/CGU/2006) Os subsídios dos Secretários de Estado
serão fixados por lei de iniciativa do Poder Executivo.
204. (ESAF/TCU/2006) A fixação dos subsídios do Governador e
do Vice-Governador será feita por lei de iniciativa do Poder Executivo
estadual, e terá como limite o subsídio do Ministro do STF.
205. (FCC/Analista Controle Externo- TCE-AM/2012) os
Municípios estão sujeitos às normas da Constituição Federal, mas não
às da Constituição do seu respectivo Estado.
206. (FCC/Técnico Ministerial-MP-PE/2012) Para a composição
das Câmaras Municipais, será observado o limite máximo de:
a) quatorze Vereadores, nos Municípios de mais de sessenta mil
habitantes e de até noventa mil habitantes.
b) treze Vereadores, nos Municípios com mais de trinta mil habitantes
e de até cinquenta mil habitantes.
c) dezesseis Vereadores, nos Municípios de mais de noventa mil
habitantes e de até cento e trinta mil habitantes.
d) dezoito Vereadores, nos Municípios de mais de cento e trinta mil
habitantes e de até cento e setenta mil habitantes.
e) vinte Vereadores, nos Municípios de mais de cento e setenta mil
habitantes e de até trezentos e cinquenta mil habitantes.
207. (FCC/TJAA-TRE-AC/2010) Desconsiderando eventuais
decisões judiciais, observa-se que, exclusivamente, em conformidade
com o texto constitucional, no que se refere à composição das
Câmaras Municipais
I. Municípios com mais de quinze mil habitantes e de até trinta mil
habitantes.
II. Municípios com mais de trinta mil habitantes e de até cinquenta
mil habitantes.
Para a composição das referidas Câmaras Municipais, nesses casos,
será observado, respectivamente, o limite máximo de Vereadores, de
a) sete e nove.
b) nove e onze.
c) onze e treze.
d) treze e quinze.
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e) quinze e dezessete.
208. (FCC/TJAA-TRE-AC/2010) Quanto aos Municípios, considere
as seguintes assertivas:
I. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos,
com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos
membros da Câmara Municipal.
II. Para a composição das Câmaras Municipais, será observado o
limite máximo de onze Vereadores, nos Municípios de até quinze mil
habitantes.
III. Nos Municípios de até dez mil habitantes, o subsídio máximo dos
Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos
Deputados Estaduais.
IV. O total da despesa com a remuneração dos Vereadores não
poderá ultrapassar o montante de dez por cento da receita do
Município.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) I e II.
b) I e III.
c) I e IV.
d) II e III.
e) II e IV.
209. (FCC/TJAA-TRE-AM/2010) Constitui crime de
responsabilidade do Presidente da Câmara Municipal se da receita
gastar com folha de pagamento, incluído o gasto com o subsídio de
seus Vereadores, mais de
a) cinquenta por cento.
b) setenta por cento.
c) quarenta por cento.
d) sessenta por cento.
e) cinquenta e cinco por cento.
210. (FCC/AJAJ-TJ-SE/2009) Considere as seguintes assertivas a
respeito dos Municípios:
I. Compete aos Municípios organizar e prestar, diretamente ou sob
regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse
local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial.

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II. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos,


com o interstício mínimo de sessenta dias, e aprovada por um terço
dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará.
III. Em Municípios de até dez mil habitantes, o subsídio máximo dos
Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos
Deputados Estaduais.
IV. O total da despesa com a remuneração dos Vereadores não
poderá ultrapassar o montante de cinco por cento da receita do
Município.
De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil está
correto o que se afirma APENAS em
a) I e II.
b) I, II e III.
c) I, III e IV.
d) II, III e IV.
e) III e IV.
211. (CESPE/Procurador-TCE-ES/2009) Nas infrações penais
comuns e nas ações populares, os prefeitos municipais serão julgados
pelo respectivo tribunal de justiça.
212. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) O prefeito é obrigado a
promover o repasse dos recursos financeiros destinados à câmara de
vereadores até o dia 20 de cada mês. No entanto, a ausência do
repasse até essa data não constitui crime de responsabilidade.
213. (FCC/AJEM-TRF1ª/ 2011) Sobre os Municípios, é
INCORRETO afirmar que:
a) constitui crime de responsabilidade do Prefeito Municipal não
enviar o repasse até o dia vinte de cada mês ou enviá-lo a menor em
relação à proporção fixada na Lei Orçamentária.
b) o controle externo da Câmara Municipal será exercido com o
auxílio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Município ou dos
Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios, onde houver.
c) o parecer prévio, emitido pelo órgão competente sobre as contas
que o Prefeito deve anualmente prestar, só deixará de prevalecer por
decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal.
d) as contas dos Municípios ficarão, durante sessenta dias,
anualmente, à disposição de qualquer contribuinte, para exame e
apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, nos termos
da lei.
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e) a fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo


Estadual, mediante controle externo, e pelos sistemas de controle
interno do Poder Legislativo Municipal, na forma da lei.
214. (FCC/Oficial de Justiça - TJ-PA/ 2009) As Constituições
estaduais disporão sobre os Tribunais de Contas respectivos, que
serão integrados por sete Conselheiros.
215. (FCC/Oficial de Justiça - TJ-PA/ 2009) As Constituições
estaduais disporão sobre os Tribunais de Contas respectivos, que
serão integrados por sete Conselheiros.
216. (FCC/Defensor-DP-SP/2009) O pacto federativo brasileiro
reconhece o Município como ente, por isso a Constituição de 1988
permite a criação de novos Tribunais de Contas no âmbito municipal.
217. (CESPE/Analista - TCE-TO/2008) Os municípios poderão
instituir, mesmo depois de 1988, tribunais de contas municipais com
vistas a auxiliar a câmara de vereadores no exercício do controle
externo do município.
218. (CESPE/TRE-MA/2009) A CF veda a criação de tribunais,
conselhos ou órgãos de contas municipais.
219. (FCC/TJAA-TRE-AL/2010) Com relação ao Distrito Federal é
correto afirmar que, dentre outras situações:
a) é governado por Deputado Federal escolhido pela Câmara dos
Deputados.
b) é permitida sua divisão em Municípios.
c) não possui competências legislativas reservadas aos Estados e
Municípios.
d) lei estadual disporá sobre a utilização por seu Governo das polícias
civil e militar.
e) reger-se-á por lei orgânica.
220. (FCC/Téc.-MPE-SE/2009) Determina a Constituição que o
Distrito Federal:
a) é governado por um interventor, nomeado pelo Presidente da
República, pelo fato de ser a sede da capital federal.
b) é regido por uma Constituição Distrital.
c) possui Poder Legislativo próprio denominado Assembléia
Legislativa Distrital.
d) não pode ser dividido em Municípios.

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e) possui competências legislativas reservadas à União e aos Estados-


Membros.
221. (FCC/Técnico - TRT-PI/2009) No tocante ao Distrito
Federal, considere as seguintes assertivas:
I. É vedada sua divisão em Municípios.
II. São atribuídas as competências legislativas reservadas à União.
III. Lei federal disporá sobre a utilização, pelo Governo do Distrito
Federal, do corpo de bombeiros militar.
IV. É regido por lei orgânica, votada em dois turnos com interstício
mínimo de cinco dias.
Está correto o que se afirma APENAS em
a) I, II e III.
b) I e III.
c) I, III e IV.
d) II e III.
e) II e IV.
222. (CESPE/AJAA-TJES/2011) A iniciativa para apresentar
projeto de lei referente aos reajustes dos servidores militares do
Distrito Federal (DF) é privativa do governador dessa unidade
federada.
223. (CESPE/MPS/2010) O DF acumula as atribuições
referentes à competência legislativa reservada aos estados e aos
municípios.
224. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) O DF, vedada sua divisão em
municípios, reger-se-á por sua constituição, que, aprovada por dois
terços da Câmara Legislativa, será promulgada, desde que atendidos
os princípios estabelecidos na CF.
225. (CESPE/Advogado - IBRAM-DF/2009) O DF, como
entidade federativa com autonomia político-administrativa, não pode
ser dividido em municípios, mas sim em administrações regionais,
por indicação do governador, que nomeia administradores para as
diferentes regiões.
226. (CESPE/Técnico-TJ-RJ/2008) Entre os municípios que
compõem o DF, Brasília é a sua capital, além de ser a capital do
Brasil, acumulando competências legislativas dos estados e
municípios.

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227. (ESAF/ATRFB/2009) Compete privativamente à União


legislar sobre vencimentos dos membros das polícias civil e militar do
Distrito Federal.
228. (ESAF/PGDF/2007) O Corpo de Bombeiros do Distrito
Federal está subordinado ao comando do Governador do Distrito
Federal, mas é organizado e mantido pela União.
229. (FCC/PGE-AM/2010) De acordo com a Constituição Federal,
os Territórios:
a) integram a organização político-administrativa da República
Federativa do Brasil, juntamente com a União, os Estados, o Distrito
Federal e os Municípios, todos autônomos nos termos da
Constituição.
b) podem integrar a União ou os Estados, conforme dispuser a lei
complementar que os criar.
c) gozam de autonomia organizacional, uma vez que lhes cabe
instituir sua própria lei orgânica.
d) podem ser subdivididos em Municípios.
e) gozam de autonomia política, uma vez que elegem seu próprio
governador.
230. (CESPE/MPS/2010) De acordo com a CF, os territórios
podem ser divididos em municípios.
231. (ESAF/CGU/2006) Em relação aos Territórios Federais com
mais de cem mil habitantes, lei complementar federal disporá sobre
as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa.
232. (CESPE/AUFCE-TCU/2011) De acordo com a CF, a União e
os estados-membros podem criar regiões de desenvolvimento
visando à redução das desigualdades regionais.
233. (CESPE/Auditor-TCU/2009) Para efeitos administrativos, a
União poderá articular sua ação em um mesmo complexo
geoeconômico e social, visando ao seu desenvolvimento e à redução
das desigualdades regionais, cabendo à lei dispor acerca dos
incentivos regionais que compreenderão, por exemplo, isenções,
reduções ou diferimento temporário de tributos federais devidos por
pessoas físicas ou jurídicas.
234. (FCC/TJAA-TRT 20/2011) Para efeitos administrativos, a
União poderá articular sua ação em um mesmo complexo
geoeconômico e social, visando a seu desenvolvimento e à redução
das desigualdades regionais. As condições para integração de regiões
em desenvolvimento serão estabelecidos em
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a) Lei Ordinária.
b) Lei Complementar.
c) Lei Delegada.
d) Medida Provisória.
e) Decreto Legislativo.
235. (FCC/PGE-AM/2010) A propósito do modelo de repartição de
competências adotado na Constituição Federal, pode-se afirmar que
a) aos Estados foram asseguradas apenas competências residuais.
b) as competências materiais são sempre de exercício concorrente
por todos os entes federativos.
c) todas as competências privativas legislativas da União Federal
podem ser exercidas pelos Estados naquilo que for necessário para
atender a suas peculiaridades, mas não pelos Municípios.
d) entre as competências legislativas dos Municípios se inclui a de
suplementar a legislação federal e a estadual, no que couber.
e) ao Distrito Federal não foi assegurado o exercício de competências
legislativas em regime de concorrência com a União.
236. (FCC/Auditor-TCE-RO/2010) Durante propaganda eleitoral
para a escolha de governador de um determinado Estado, um
candidato apresentou as propostas que pretende implementar,
constantes nos itens a seguir, caso seja eleito:
I. melhorar e ampliar o sistema de atendimento à saúde;
II. promover programas de construção de moradias e de melhoria
das condições habitacionais;
III. promover o adequado ordenamento territorial mediante
planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do
solo urbano;
IV. organizar, ampliar e fiscalizar os serviços locais de gás canalizado
para que regiões de periferia sejam beneficiadas.
De acordo com as competências administrativas das unidades
federadas, conforme estabelece a Constituição, é correto afirmar que
esse candidato, se eleito,
a) dependerá da atuação conjunta da União e dos Municípios para
fomentar as políticas públicas presentes nos itens I, II e IV, as quais
são decorrentes de competências comuns.
b) não poderá cumprir a promessa constante no item III, o qual
estabelece uma competência de âmbito municipal.
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c) não poderá implementar ações nas áreas previstas nos itens I e II,
as quais são de competência exclusiva da União.
d) realizará apenas as ações pertinentes aos itens III e IV, cuja
competência é reservada aos Estados.
e) poderá atender as demandas relacionadas apenas aos itens I, II e
III, mas não poderá desenvolver as ações relacionadas ao item IV, já
que o gás, por ser um combustível estratégico, está sob o domínio da
União.
237. (FGV/Advogado - BADESC/2010) As alternativas a seguir
apresentam características do sistema federativo brasileiro, à exceção
de uma. Assinale-a.
(A) Repartição constitucional de competências entre a União,
Estados-membros, Distrito Federal e Municípios.
(B) Atribuição de autonomia constitucional aos Estados-membros,
Distrito Federal e Municípios, podendo tais entes federativos
organizar seus poderes executivo, legislativo e judiciário, na forma de
suas constituições regionais.
(C) Participação dos Estados-membros na elaboração das leis
federais, através da eleição de representantes para o Poder
Legislativo Federal.
(D) Possibilidade constitucional excepcional e taxativa de intervenção
federal nos Estados-membros e no Distrito Federal, para manutenção
do equilíbrio federativo.
(E) Indissolubilidade da federação, sendo vedada a aprovação de
emenda constitucional tendente a abolir a forma federativa de
Estado.
238. (FGV/Analista de Controle Interno – SAD – PE/2009) A
respeito da organização político-administrativa do Estado brasileiro,
assinale a afirmativa incorreta.
a) Os Estados-membros da federação brasileira organizam-se e
regem-se pelas Constituições e leis que adotarem, observados os
princípios consagrados na Constituição Federal.
b) Os Municípios regem-se por suas leis orgânicas, que devem ser
votadas em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e
aprovadas por dois terços dos membros da Câmara Municipal.
c) A União Federal detém competência privativa para legislar sobre
direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo,
aeronáutico espacial e do trabalho.

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d) Os governadores dos Estados-membros podem editar medidas


provisórias, desde que haja previsão na respectiva Constituição
estadual e sejam observados os princípios e limitações impostos pelo
modelo adotado na Constituição Federal.
e) A União Federal só poderá intervir nos Estados-membros para
repelir invasão estrangeira ou para conter a ação de grupos
terroristas. O decreto de intervenção deve ser submetido à
apreciação do Senado Federal, considerando-se aprovado se obtiver
voto da maioria absoluta de seus membros, em dois turnos de
votação.
GABARITO:
1 c 25 Correto 49 Errado 7 3.....i Errado 97 A
2 Correto 26 Errado 50 Errado ,. 76. J Correto 98 A
3 Errado 27 Correto 51 Correto •
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12 Errado -. li& Errado 60 Correto 84 Errado 108 Correto
13 Errado 37 Errado 61 Errado 85 Errado 109 Errado
14•• Correto 38 D 62 Correto 86 Errado 110 Errado
.e ..... Errado 39 Errado 63 Errado 87 Correto 111 Correto
1"11~ 1 r Correto 40 Correto 64 A 88 Errado 112 Errado
...17 Correto 41 Errado 65 Errado 89 Errado 113 Errado
18 Errado 42 Correto 66 Correto 90 Correto 114 Correto

....
21
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Correto
Errado
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Correto
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Errado --
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c
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..
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118 Correto

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1211 Correto 144 Errado 1811 Errado 1112 B 2111 Errado


121 Errado 145 Correto 11111 Errado 1113 Errado 217 Errado
1D Errado 1411 Errado 178 Errado 1114 Errado 2111 Correto
--
.&..&~ Errado ---
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.&. I .&.
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.&.&.;i, E
124 Errado 148 Errado 172 Errado 196 Correto 220 D
125 Errado 149 Errado 173 Errado 197 Errado 221 B
126 B 150 Correto 174 Errado 198 A 222 1 Errado
127 A 151 Correto 175 Errado 199 D 22X' Correto
128 B 152 Errado 176 Errado 200 Errado .... -- - ...
,- Errado
129 E 153 Errado 177 Errado 201 Correto ."!'"~ 5 Correto
130 Errado 154 Errado 178 Errado 202 Errado - 226 Errado
131
132
133
134
B
A
E
A
155 Errado
156 Errado
157 Errado
158 Correto
179
180
181 Errado
E
A

182 Errado ' 206


2~

~· Errado
Errado
Errado
B
227
228
229
230
Correto
Correto
D
Correto

, c

-~
135 E 159 Correto 18~ ..- Errado 207 231 Errado
136 D 160 Errado Errado 208 B 232 Errado
137 E 161 Errado • Errado 209 B 233 Correto
138 B 162 Errado 186 A 210 c 234 B
139 E 163 .... Correto 187 Errado 211 Errado 235 D
140 Errado l11.. Errado 188 Correto 212 Errado 236 B
141 Errado ;;ill. Errado 189 Correto 213 E 237 B
142 Errado ._166 Errado 190 Correto 214 Correto 238 E
143 Errado 167 B 191 E 215 Correto

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