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Franco Brunetti

PEARSON
-~-
Prt'llÜU'
Hall lllfê,;;,m~,!,l.,.
.-;i,ot_a ·,u, .
CAPÍTULO!
INTRODUÇÃO, DEFINIÇÃO E PROPRIEDADES DOS FLUIDOS
Este capítulo introduz a experiência das duas placas para que o leitor perceba de forma lógica que,
diferentemente de um sólido, um fluido não pode atingir o equilíbrio estático quando é submetido a
uma força resultante do efeito tangencial. Entretanto, deve-se ressaltar o fato de que é possível se
atingir o equilíbrio numa determinada velocidade, isto é, um equilíbrio dinâmico. Por meio dessa
discussão aparecem em sequência lógica as ideias de Princípio da Aderência, construção de diagrama
de velocidades, deslizamento entre as camadas do fluido e o consequente aparecimento de tensões de
cisalhamento entre elas. A lei de Newton da viscosidade, simplificada para escoamento bidimensional,
introduz de forma simples as idéias de gradiente de velocidades e de viscosidade dinâmica, para o
cálculo da tensão de cisalhamento. Além da viscosidade dinâmica, são apresentadas as definições de
massa específica ou densidade, peso específico e viscosidade cinemática, propriedades dos fluidos
usadas ao longo deste livro. Apesar da utilização quase que exclusiva do Sistema Internacional de
Unidades, é necessário lembrar a existência de outros sistemas, já que, na prática, o leitor poderá se
defrontar com os mesmos, e alguns dos exercícios referem-se à transformação de unidades, de grande
utilidade no dia a dia.

2
1.1 A visL. osidade cinen1ática de wn óleo é 0,028 m /se o seu peso especifico relativo é 0,85. Detern1inar a visco-
sidade dinâmica em unidades dos sistemas lv!K'S, CGS e SI (g ~ 10 m/s\

Objetivo: mat1useio das propriedades e tran,fonnaçào de unidade,.

Lembrar que ao tran;formar a unidade utiliza-se a regra ,eguit1te:

Unidade nova x Fator de


Valor da grandeza Valor ela grandeza tramformaçào
na tmidade nova
=
na tmidade velha X
Unidade velha

Exemplo
Transformar 3 m em cm.

cm x 100
3111= 3m_x li.\ 3 x. 100 cm= 300cm

Solução do exercício.
µ=vp
ko-f ko-f
y = º( y = 0.85 X 1.000 "' = 850 "'
r H20 3 3
111 111

p = y = 850 = 85 utm
g 10 lll3

~t -OO'Svº~-,'
- . _ •. .,,_ - -.~s--
kgf.s
0
-
111-
),_,-(N
. * 9.8).s x

·J '18 kgf.;. = , 'S


µ = -·- , _,., . kg{
, .
111- ni-

N· 4. dina X 10 5
----.s
-N
J.

dina.s .
~t=23.3-+=23,3
m-
.( 7
....7 cm· x 10
4J 23 3 - - , - ou p01se
cm-
)"- y?
2
i .2 A viscosidade dinâmica de um óleo é5 x 10-1 kgf.s/m e o peso específico relativo é0,82. Detenninara
viscosidade cinemática nos sistemas MK'S, SI e CGS (g = 10 m/s2; 'YH,o = l.000 kgf /m 3).
k2J
y = y (fH, O = 0,82 X 1.000 = 820-"'-
3
- 1ll

y 820 ut:m
p=-=-=82--,
g 10 m·
li • 5 X 10--4 2
r MK S -6 m
V *' = 6x10 -=vsr
MK S 82 s
p Jv[K'S
2 cni1 x 10 4
m x - -1- -
-6 m· _1 cu1-'
VcGS = 6 X 10 ---~~-- 6 x l O ---ouSt
.',

5
1.3 O p_eso de 3 dnt3 de\m:a s_ubstãnc(a é 23,5 ~-,A viscosid~de cinemáhca é 1f nl /s. Seg = 10 m/s1, qual
sera a v1scos1dade dmam1ca nos sistemas CGS, MK'S, SI e em N.mm/km ? ·
3 , 10·3 lll3
\ - = 3 dlll = .JX
1

G 235 N
78'3
. .) -J-
y= V= 3xl0-3 lll

P = y = í833 = í83.3 k;
g 10 m

-s ., _ .. -3 N.s N
~1 51 =vp 51 =10 xí8.>.3= 1.8.:,xlO --, não esquecer que kg = -
111· :m

. dina x 10 5 )
.s N
, N., 3
( NT _ _, dina.s .
~ICGS = í.83 X 10-o - = Í.83 X 10- --(-.- -.- -- 1.83 x 10 - , ou poise
2 2 41 cm·
m 1 cm xlO I
m·. m2 )

kgf ) s '\i(
1-l ~ - ,, .)X
N.s -78'
-78' ·10-l -.-, - .)X
10-l - .Nx9.8
':!
. 1,
.MK S 111 - 111 -
130.5 N. m~
km-

É preciso deixar claro que esta última unidade só foi con,iderada para que se pratique a
transfonnação.

1.4 São dadas duas placas planas paralelas à distância de 2 mm. A placa superior move-se com velocidade
de 4 m/s, en'l\ianto a inferior é fixa. Se o espaço entre as duas placas for preenchido com óleo (v ~ 0,1St;
p =830 kg/m'), qual será a tensão de dsalhamento que agirá no óleo?

V =a 4 m/s

2mm

i; = LI Yo
• 8

cm -' _ m 1- _ 111-~
v = O.lSt ou - - = O.l x l O 4 -=10 5 -
s s s
_, -3 N.s
µ=vp=lO · x830=8.3x10 -,
111-

4
,=8.3x10-3 X =16 6 N
1
,..X 10-3 . m-'

1.5 Uma placa quadrada de 1,0 m de lado e 20 N de peso desliza sobre um plano inclinado de:30º, sobre uma
película de óleo. A velocidade da placa é 2 m/s constante. Qual é a viscosidade dinâmica do óleo, se a
espessura da película é 2 mm?
Sendo constante a velocidade da placa, deve haver um equilíbrio dinâmico na direção do
movimento. isto é, a força motora ( a que provoca o movimento) deve ser equilibrada por
uma força resistente (de mesma direção e sentido contrário).
Gsen30° =F1

G sen30° = -rA
V
Gsen30° = ft-A
6

sGsen30° ·1
-X 10-3 x.a.~o xsen 30° =l0-21.s
N
fl =
vA 2xlxl m2
1.6 O pistão da figura tem uma massa de 0,5 kg. O cilindro de comprimento ilimitado é puxado para dma com
velocidade constante. O diâmetro do cilindro é 10 cm e do pistão é 9 cm e entre os dois existe um óleo de
v = 10 4 m 2 / s e y"' 8.000 N/ rn3• Com que velocidade deve subir o cilindro para que o pistão permaneça em
repouso? (Supor diagrama linear e g = 10 m/s'.)

.. fluido
/

..

Di i'

D2
V smg
G = iA =:, mg = fL ~º
s
nDL =,, Yo =----
ft.rDL
D -D 1 10-9 V( 10-.\ x S.000
s • = - - - = 0.5cm: µ=-= O.OS N.~
2 2 g 10 m"

0.5 X 10-l X 0.5 X 10 111


22.1
Ü.ÜS X 71: X 0.09 X Ü.05 s

1.7 Num tear, o fio é esticado passando por uma fieíra e é enrolado num tambor com velocidade constante,
corno mostra a figura. Na fieira, o fio é lubrificado e tingido por uma substância. A máxima força que
pode ser aplicada no fio é 1 N, pois, ultrapassando-a, ele rompe. Sendo o diâmetro do fio 0,5 mm e o diâ-
metro da fieira 0,6 mm, e sendo a rotação do tambor 30 rpm, qual é a máxima viscosidade do lubrificante

0,5 mm 0,6 mm

l
11.
e qual é o momento necessário no eixo do tambor? (Lembrar que O> = 2 n n.)

. L..1
ó/,

:!'. .
'00rifi,_
fieira fio

n= CHê
i
1• 1'
lI

IPe~o I
G=0,9N
Para o equilíbrio elinámico, a força ele tração será igual ao peso elo esticador somada à
força tangencial provocada pelo lubrificante na fíeira.
T=Ft +G
Logo: F1 . =T-G=l-0,9=0.lN
max
V 0.6-0.5
F1 =rA=~t-A &- · · -0.05mm
& 1
~

30 . m
v=rrnD = rr x-x0.2=0.314-
60 s
&Ft &F
µ = - = - . 1- =
o.os x 1o-3 x 0,1 0.1 N.s
vA vrrdL 0.314xrrx0.5xl0-3 x0.1 lll 2

l:vf=TD =lx O,l =0.lN.m


2 2

1.8 O dispositivo da figura é consliluído de dois pistões de mesmas dimensões geométricas que se deslocam em
dois cilindros de m smas dimensões. Entre os pistões e os cilindros existe um lubrificante de viscosidade di-
2 1 3
nâmica 10- N.s/m. O peso específico do pistão (1) é 20.000 N/m • Qual é o peso específico do pistão (2)
para que o conjunto se desloque na direção indicada com uma velocidade de 2 m/ s constante? Desprewr o
atrito na corda e nas roldanas.

• •

j--J,
'!Ocm1
!
10, l cm

., )
rrD- rrD- Y y
Y1--L=y2 --L+ 2~1-rrDL Y1D=y2D+8~L- ~
4 4 6 6
10.1-10
s =0.05cm
2
8xl0-2 x2 N
Y1=20.000- , -16.800-.
0.05 X 10-- X O~l 111"
1.9 O eixo da figura, ao girar, provoca a rotação do tambor. Este enrola a corda, que levanta um peso de 10
N com uma velocidade constante de 0,5 m/ s. O füúdo e.'<istente entre o eixo e o tambor tem µ = 0,1
N.s/m2 e apresenta 1un diagrama linear de velocidades. Pede-se:
a) a rotação do eixo em rpm;
b) o momento provocado pelo fluido contra a rotação do eixo.
Dados: R1 = 10 cm; R2 = 10,1 cm; R3 = 20 cm; oo = 2 1t n.

fluido

fluido

a) lV!, = lVIG
/'l.v
~t-2rrR 2 LR 2 =GR 3
6

e=R2 -Ri =10.1-10=0.lcm


)

10 X 0.2 X 0.1 X 10-"


) 1.04 m / "
O.lx2x rrx0,3x0.101-
___ R2 -O._ 0.101 _ ,.,,.,. , ,
\,-\3 - ~ - X - - , - - 0 ~--·--J.111. ::i

- R3 0.2
V1 =f'I.Y+Y2 =l.04+0.2525=1.29111,,;
1.29
- - - - x 60 = 123rpm
2 X lI X. 0.1

, /'l.v, /'l.v 2
b) :lvíe = TA 1R 1 = ~ t - .. nR 1LR 1 = 2rrµ-LR 1
6 6

, , , . 1.04 ,
:lvfe = ~ x. rr x 0.1 x. , x. 0,3 x. 0,1- = l N.111
O.lxlO-"
í ."IO No viscosímetro da figura, o cilindro externo gira com uma rotação de 100 rpm constante. O dlindro in-
terno é oco, sua parede tem espessura desprezível e está preso a um fio calibrado à torção. Esse cilind1·0
gira torcendo o fio até que nele se atinja um momento de 10 N.m. Supondo o diagrama de velocidades li-
2 3
near e um líquido de viscosidade cinemática v = 10-' m /s e p = 800 kg/m , qual é a nltura do liquido?

espessura 1 - - ~ fio calibrado


----...
desprezível

-- cilindro
- - - interno oco
%

{: ,·
R 1 =29,9 cm
R2 =30cm
R 3 =30,1 cm

e; =R 2 -R 1 =30-29.9=0.lcm
100 m
v, =2KnR 3 =2xKx--x0.301=3.15-
60 s
s, = 30.1- 30 = O.km
-4 N.s
~L= vp = 10 x 800= O.OS-,
111-
,
Y; hR v. 2KR2h ( )
:M=ft-2KR 2 2 +ft-2nR 2 liR 1 =tt v,+v;
ei e.e e
Ms 10 X ÜJ X 10-l
h=------ 0.035111 = 3.5cm
µ2nRHv. +v;) 0.08x2xKxú.3 2 x(3.15+3.13)
1. n O turbocompressor de um motor de combustão interna tem uma rotação de 120.000 rpm (ro = 2 n n).
3 2
Os mancais do eixo são flutuantes e giram con1 uma ccrtn rotação. São dados:µ= 8 x 10- N.s/m ; D 1
= 12 mm; 0 2 ~ 12,05 mm; 0 3 = 15,05 mm; 0 4 = 15,l mm; L = 20 mm. Na condição de equilíbrio dinâmico,
na 'rotação dada, pede-se:
a) a rotação do mancal flutuante;
b) o momento resistente à rotação que age no eixo do turbocompressor relativo aos mancais.

n1ancal
óleo flutuante
1nancais flutuantes CIXO

A,
-:--

.L~
c:p = compressor corte A-A
TB = t,ubina setn escala
a) :tvf,.mt = 1v1,e:d
Vi -V2 D, 0 V, D-
~l rrD,L-- = µ-º-rrD-L-
eu • 2 e 3•4 , 1
1 , o·
-"'-·_,_-
__IJ- - O O?.
- • _, lllll1
2 .
15,1-15,05
0.025 mm
2
1 1
D3__ ) =(15,05\J =1. 56
(
D1_ _12.05_
imD 1 - rrn'D 2
1.56
m1'D 3
, nD1 120.000 :, 12
n = 40.531rpm
l.56D3 + D2 1.56 x 15.05 + 12.05
l!.v D 1 n~tLD1 ( ') '
b) J\-f=2~t-rcD1L-,-= rrD1n-·rcD2n _
8 .. 8
' 1

1'1= rc- ~tLD 1 (D 1n-D 1n ')


8
1 3 2
M = rc x 8 x 10- x 0,0\x 0.012 (o.Ol2 x 120.000 _ O.Ol20S x 40.531) = 0.1 4 N.m
0.025 X 10- . 60 60

í. i 2 No sistema da figura, o corpo cilíndrico de peso G desce com velocidade constante v = 2 m/ s, fazendo o
eixo girar. Dadosµ =10·· N.s/nl; L =2/1tm; 0 0 =50,2cm; Di =50cm; d = 10 cm;G =.50 N, qual é o mo-
3

mento aplicado por um agente externo no eixo? É motor ou resistente?


y D.-D, 50.1-50
F, = ,i-,rI\L O.lcm
8 1 1
~ 1 _ 2 ~
F, = 10 x _1 xnxO,,x- = lN
O.lxlO - rr
Fmot = G-F, = 50-2 =48N

Mmot = Fmot .:!_ = 48 X 0,1 = 1.4 N.m


2 l
1 2Y 2x1 rd D, 0.5 111
lvl,es --
.l '" -" LD'
f.l-'Ju..Ji - co=-=--=40- VI= CO-
/
= 40x- = 10-
s 2 d 0.1 s - ·')
.;.. s
-10-3 x
M re5- O 5 l 0.5 - .........
lO Jxrrx.x-x-- ) 5N m
O,lx 10-- ,r 2
M = 1.5 -1.4 = O.lN111 a fayor do movimento (motor).
! .13 Dois discos são dispostos coaxialmente face a face, separados por um filme de óleo lubrificante de es-
pessura E pequena. Ap.lic:::ando~se 11m mome11to no disco (1),. ele iniciB um movin1en.lo en1 tor110 de seu
eixo e, através do fluido viscoso, estabelece-se o regime, de forma que as velocidades angulares m1 e m2
ficam constantes. Admitindo o regime estabelecido, determinar a funçao <01 - w2 = f(M,, &, D, ft).

·'
µ

·I I· s

v -v, (ro1 -ro 1 1\..


dMt = n!Ar = fl 1 " 2mckr = ft - ' l1trdr.r
8 S

dM, = 2rr,1(co1 - ro2\.3dr


s
.11, d 2rrµ(ro 1 - w,) .R 3 L
1 ivft =
.o
- · 1 r 1..11·
8 .o
4
:\í, = 211}1(w 1 -co 2 ) R mas. R=D
s 4 )

2rr,u(w 1 -co 2 ) D 4
lvI,
s 4x16
32sM,
4
rrrtD
1.14 Assumindo o diagrama de velocidades indicado na figura, em que a parábola tem seu vértice a 10cm do
fundo, calcular o gradiente de velocidade e a tensão de dsalhamento para y = O; 5; 10 cm. Adotarµ= 400
ccntipoises.

v0 = 2,5 m/s

10 cm V
y

v=ay 2 +by+c
para y = O ~ v = O =:> e= O
111
para y = O.lm ~ •;=2.5- =:> 25 =O.Ola+ O.lb (1)
s
dv clv
para y = OJm ~ -=O ~ -=2ay+b 0=0,2a + b b = -0.2a (2)
dy dy
(2)em(l) 2.5=0.0la-0.02a =:> a=-250 e b=50
, _ dv
v=-250y- +)Oy =:> -=-500v+50
dy .

,dv) clina
'v=O
· l
=p - .
, clv
,;' y=O
=4x 50=200--,
Clll "

-
clY .)
= '~"'5
- -1
=:> 'y=0.05m -~t dy-
_ (dv) -· '~--100~
-4X--
dina
( cly y=0.05m --· . . - y=0,05m Clll

(-
dv) =0 'y=O,lm =~t( d
clv) =4x.0=0
..
_dy_ v=Olm y y=O.lm

1.15 A placa da figura tem uma área de 4 m·" e cspessurn desprezível. Entre a placa e o solo existe um fluido
que escoa, íorma~do um diagrama de velocidades dado por v = 20y v máx (1 -Sy). A viscosidade din.ilmi·
ca do fluido é 10·- N.s/ m2 e a velocidade máxima do escoamento é 4 m/s. Pede-se:
a) o gradiente de velocidades junto ao solo;
b) a força necessária para manter a placa em equilíbrio.
placa

/ ,~ ,,. ;.,::~
I
~ ,,. / /
F

Vntáx
20cm y -·-·-· -· -·+--==--........i. ···-·-···-···-' - •
,.,
v=20yvmãx -lOOy-vmáx

(~)
d,
Y· y=0,2m
=20vmáx -200y,·máx = 20 x 4-200 x 0,2 x 4=-80s ~

dv)
(d =20vmáx =80s.-1
Y. y=O

'y=O =µ(!~)
2
=10- x80=0,8 ~
y y=O 111

F =,A= 0,8 x 4 = 3,2 N

Í, 16 Um fluido escoa sobre uma placa com o diagrama dado. Pede-se:


a) V= f (y);
b) a tensão de cisalhamento junto à placa.

atrito com o ar
desprezível (,=O)
5 m/s

2m

2 m/s
;.-:,,., ,,

a) v=ay-' +by+c
1ll
para y=O -+ v=2- => c=1
s
- lll
para y=2 -+ v=)- => 5=4a +2b+2 => 4a +2b=3
s
dv d.-
para y= 2 -+ -=O -+ -=2ay+ b => 0=4a +b => 4a +b=O
dy dy

b=3; a=--=-=-0,75
4
' => v=-0.75y 2 +3y+2

dv) • , , -1 dv) N
, X 10 -2 --,
b) ( d, =-L)y+.)=.)S T,=()
.
= ~l( -
dy
=;)
~
.. ) . y=O \ • y=O 1ll
1. 17 Na figura, uma placa de espessura desprezível e área A 1 =2 m 2 desloca-se com v =5 m/ s constante, na
interface de dois fluidos, tracionada por uma força F = 400 N. Na parte superior, e= 1 mm e o diagrama
de velocidades é considerado linear. Na parte inferior, o diagrama é dado por v = ay2 + by + c. Pede-se:
a) a tensão de cisalhamento na parte superior da placa em movimento;
b) a tensão de cisalhamento na face inferior da mesma placa;
e) a expressão do diagrama de velocidades v = f (Y) no fluido superior;
d) a expressão do diagrama de velocidades no fluido inferior (v = f (y));
e) a força R que mantém a placa da base em repouso.

fluido superior
-'--.'~"-r-'--"---'~-'---f'>-_,.--'~-'------'---"--1'>- (µ 1 = 3 x 10· 2 N.s/m2)
lmm iy Sá o F=400N

v=Sm!s
fluido inferior
0,5m 2
i -------- (µ 2 = 4 N.s/m )
y
·z R

v _, 5 _ N
a) , 1 =~t 1 -=3xl0 - x---=i-=bO-,
S1 10 - lll.

b) F1 =F-, 1A 1 =400-150x2=100N
F, 100 _ N
T, = - - =--=)O--
A1 2 m2
e) v=AY+B
para Y = O --+ v = O => B= O
3
para Y = 10· --+ v= 5 => 5 = Axl0-3 => A= 5.000
Logo: v = 5.000Y
1
d) v=ay- + by+c
para y = O ~ v = O ==> e= O
para y=0.5 ~ v= 5 ==> 5 = a x 0.25 + bx 0,5

para y=0.5 ~

como
dv • +b
- = 2av - (ddv)
entao o.
= ~a x O.:,- + b = 1,~--·.::;
dy y y=0.5

deve - se resolver o sistema :


0.25a + 0,5b = 5
a+ b = 12.5
resultando : a = 5 e b = 7,5
,r ')
logo: V= :,y- + ...,.1,:,y
-

e) -dv). .
(.dy =lOy+ 7.5
y=O

r y=O =•1,(dv.J
'·d =4x7.5=30
. N,,
-.Yy=O lll-

R = r y= O x A= 30 x 2 = 60 N
1.18 Ar escoa ao longo de uma tubulação. Em uma seção(l), p 1 = 200.000N/m2 (abs)eT1 =50ºC. Em uma se-
2
ção (2), Pz = 150.000 N I m (abs) e T 2 = 20ºC. Determinar a va.ríação porcentualdamassa específica de (1)
para (2).

õp(%)=(1 1.50.000
---X
50+273) X 100=17'•-~º/
,O
200.000 20 + 273
4
'1.19 Um gás natural tem peso específico relativo 0,6 em relação ao ar a 9,8 x 10 Pa (abs) e 15ºC Qual é o peso
especifico d ss.; gás nas mesmfl condições de pressão e temperatura? Qual é a constante R desse gás?
1
(Rar=287m /sK;g=9,8m/s)

p 9.8xl0 4 ko N
Par= RT 1.186 ; => '(ar= Parg = 1J86x9.8 = 11.62-,
287x288 111 lll-

N y 7 kg
y=yryar=0,6xlL62=7-r => p=-=-=0.71-3
lll g 9.8 ' 111
9.8xl0 4 ni2
----=479--
0.7lx288 s 2K

i. 20 Calcular o peso espedfiC() do ar a 441 kPa (abs) e 38ºC.

p 441 X 10 3 ko
p =--= =4.94~
ar RarT 287x311 11/

N
"for =parg=4,94xl0 =49,4-
1
111'

'l ,21 Um volume de l.O m' de dióxido de carbono (k = l,28) a 27ºC e 133,3 kPa (abs) é comprimido até se obter
2 m 3 , Se a compressão for isotérmica, qual será a pressào final? Qual seria a pressão final se o processo
fosse adiabãtico?

Isoténnico
P1V1 =p1 V2
V1 10
p,- =p 1 -u =133.3x-=666.5kPa(ab,)
. ' .
V 1 .;.
Adiabático
V / ( 1O. 1,2s
(
P2 =p\v:) =133.3x~ J
=L046kPa(abs)
2
Capítulo 2
ESTÁTICA DOS FLUIDOS
A ausência de movimento elimina os efeitos tangenciais e conseqüentemente a presença de tensões de
cisalhamento. A presença exclusiva de efeitos normais faz com que o objetivo deste capítulo seja o
estudo da pressão. Nesse caso são vistas suas propriedades num fluido em repouso, suas unidades, as
escalas para a medida, alguns instrumentos básicos e a equação manométrica, de grande utilidade.
Estuda-se o cálculo da resultante das pressões em superficies submersas, o cálculo do empuxo, que
também terá utilidade nos problemas do Capítulo 9, a determinação da estabilidade de flutuantes e o
equilíbrio relativo. É importante ressaltar, em todas as aplicações, que o fluido está em repouso, para
que o leitor não tente aplicar, indevidamente, alguns conceitos deste capítulo em fluidos em
movimento. Para que não haja confusão, quando a pressão é indicada na escala efetiva ou relativa, não
se escreve nada após a unidade, quando a escala for a absoluta, escreve-se (abs) após a unidade.

2;1 No sistema da fig~r~ desprezando-se odes.nível entre os cilindros, determinar o ~eso G, que P<?de ser
suportado
2.
pelo- pistão
2
V. Desprezar
2
os atritos.2 Dados: p 1 ; 500 kPa· A1 ; 310 cm · A Hl -- 2 cm · Ali --
I I T
2,Scm ,Am;::, cm; A,v= 20cm ;Av= 10cm; h = 2m; "ittg; 136.000N/m.

A,
AHI
.• •
.• • .h
• . ••
P1

.. •• . •. "

respiro

'i
p 2 = Yttgh = 136.000 x 2 = 2,72 x 10- Pa
p3Anr =p4Arv
G=p4Av
500xl0 3 xl0-2,72xl0 5 x2,5
= 5,4 x 10 5 Pa
10-2
Anr s 5
p4=p3--=5,4xl0 x-=l,35xl0 Pa
s
Arv 20
G=l,35xl0 5 xlOxl0- 4 =135N
2.2 Aplica-se uma força de 200 N na alavanca AB, como é mostrado na figura. Qual é a força F que deve ser
exercida sobre a haste do cilindro para que o sistema pennaneça em equilíbrio?

200N

F
20cm 25 cm

FAo x 0,2 = F80 x 0,1

FBO = 200 x º·0,12 = 400N


2
F
FBO
---
rrD 1' rrDi
:::;, f=f 80 ( D' Df.J=400x (25J
5 =10.000N=lOkN

4 4

2.3 Qual éa altura da cohma de mercúrio (YH, ~ 136.000 N/m3) que irá produzir na base a mesma pressão
de uma coluna de água de 5 m de altura? (YH,o ~ 10.000 N/m 3 )

10.000 5
X
---- X
lOOO = ry_"J 68 lilll1
hHg
116.000
..,
2.4 Determü1ar a pressão de 3r5 atm11as outras unidades de pressão na escala efetiva e, sendo a pressão at-
mosférica local 740 mmHg, determinar a pressão absoluta em todas as unidades de pressão.

latm --+ 760mnilig


3,5atm-+ p
760 X 3,5 ,li
P= 1
= 2660 lllllu:,g
-
kgf -6
p = y 80 h 8 = 13.600x 2,66 = 36.200-, x 9,8x 10 = 0,355MPa
~ g 111-

p = 36.200 kg; x 10-4 = 3,62 kg~ x 0,98 = 3,55bar


m· cm·
36 2
- - -·
1.000
-º-º
= 36.2mca
.
kgf kgf 4
Par1u = yH~.hH~• = 13.600x O, 74 ::e 10.000---",
-
=!--"-,::e
cn "'
9,8 x 10 Pa = 0.098MPa = 0,97atm = !Omca
111 1
kgf kgf
Pabs = 4.47atm(abs)
-
= 46.200---"é;-(abs) = 0,453MPa(abs) = 4,62-, (abs) = 3400nmilig(abs)
ln.. c1n-
2.5 No manômetro da figura, o fluido A é ápua e o fluido B, mercúrio. Qual é a pressão p 1? Dados:
3
Ytt, =136.000N I m ; Ytt, 0 =10.000N ! m.

Pt +yH 2o x0,025-YHg x0,1=0


p 1 = 136.000 x 0,1-10.000 x 0,025 = 13.350 Pa = 13,35 k:Pa

2.6 No rnanõmetrodiferencial da figura, o fluido A é água, Bé óleo e o fluido manométrico é mercúrio. Sen-
do h 1 ~ 25 cm, 1'1 = 100 cm, h3 = 80 cm e h 4 = 10 cm, qual é a diferença de pressão PA- p 6 ? Dados:
'Ytt,o =10.000N/m 3 ; YHg =136.000N/m 3 ;y 61 ~ =8.000N/m3 .

PA + YH 2 0 x 0,25 + y Hg x 1-yO x 0,8 = p 8


PA -p 8 = 8.000x 0,8-10.000 x 0,25-136.000 x l = -132.lOOPa = -132,lkPa

2,7 Calcular a leitura do manômetro A da figura. y1.1g =136.000N/m3

..... . ' . ... ' ......


. . . . ...........
' ' '
..... .' .

....... ....
... '

Hg

Pm =100-pA
PA = YHg x 0,15 = 136.000 x 0,15 = 20.400 Pa = 20,4kPa
Pm = 100- 20,4 = 79,6kPa
2. 8 Determinar as pressões efetivas e absolutas:
1) do ar;
2) no ponto M, na configuração a seguir.
3
Dados: leitura barométrica 740 mmHg; y6100 = 8.500 N/m ; YHg =136.000N/m 3

. . . . . . . . . ' .. .
.·.·.·.·.·.·ar.·.·.·.·.·
30cm
água 70cm 80cm
$j
~-·
.,. _ _-tl30 cm 70 cm

Hg

a) Par +y 0 x0,8+yH 7 0 x0,7-yH x0,3-yH


0 7 0 x0,7 = O
- b -

par = 136.000 x 0,3-8.500 x 0,8 = 34.000Pa = 34kPa


Parm = YHghHg = 136.000x0,74 =100.000Pa =lOOkPa
Par abs = Par +Pann = 34+100 = 134kPa(abs)
b) Par +yo x0,3 = P~!
pM = 34 + 8.500 X 0,3 X 10- 3 = 36,55kPa
P.tvlabs = P11 + Patm = 36,55 + 100 = 136,55kPa(abs)

2.9 No dispositivo da figura, a leitura do manómetro é 30 kPa e a relação de áreas dos pistões é A 2 /
A1 = 2.
A pressão atmosférica no local é 700 mmHg. Estando o sistema em equilíbrio, pede-se a pressão p 8 na
escala absoluta em mca. Dados: y=27.000N/m3 ; a= 100 cm; b = 80 cm; YHg =136.000 N/m 3
YH,o =10.000 N/m 3 ;A1 / A8 =2; a= 30°.

[·______ --------

f:&==~--------~-- -~-----------Jb
Pc -pA =30kPa
Az =2
A1
PAA2 =pBA1 -pB(A1 -AH) ---+ PAA2 =pBAH
Az x A1 = Az =4 ---+ PB =4pA
A1 AH AH
Pc -pA =30.000
Pc +ya=pB ---+Pc =pB -27.000
PB -27.000-pA =30.000 ---+ PB -pA =57.000

PB_PB=57.000 ---+ PB=76.000Pa


4
Patm = 0,7 x 136.000 = 95.200Pa
PB abs = PB er + Patm = 76.000 + 95.200 = l 71.200Pa(abs)

hH O =PB(abs) =171.000 17,12mca(abs)


2
YH 2 o 10.000
2.10 Determínar pA, p 0 e p 0 ,b, na configur~ção do desenho, sendo dados: h 8 = 0,1 m; hA
3
= 0,2 m; p8 =
1.000 kg/m; Patm = 100 kl'a; g = 10 m/s.

Po
ar

Pa

Po+PAghA =0

Po+PBgh B= O => 1 1
PA1A=pB1B => PA = PBhhB =l.OOOx O,! =500kg,
A 02
, 1ll

Po =-pAghA =-500x10x0,2=-l.000Pa =-lkPa


Poabs = Po + Parm = -1+100 = 99kPa( abs)
2.11 No sistema da figura, na situação inicial a esfera está vazia. Introduz-se óleo r,elo funil até preencher to-
3
talmente o recipiente esférico e y passa a valer y'= 1 m. Dados: Yõtw = 8.000 N 1 m 3 ;Yii,o =10.000 N/m •

a) Qual é o valor de y na situação inicial?


b) Qual é o diâmetro da esfera?
e) Qual é o volume de óleo introduzido para estabelecer a situação final?
recipiente esférico

-----rD
Ly--,,Jl-::··:r5Q Cm

óleo
2
A=4cm água

a) yO X 0,5 = y H 2 o X y
8.000x 0,5
y 0,4m
10.000
b) y 0(D + 0.5 + x)= YHp(y+ 2x)

2x+y=y' -+ x=y'-y =l-0,4 =0,3m


2 2
= YH 20 (y + 2x) 0, _X= l 0.000(0,4 + 0,6) 0,5 - 0,3 = 0,45 m
D 5
Yo 8.000
3
1tD 1t X 0,45 -4 - 7 3 3
e) V=~-+xA= +0,3x4xl0 =4,7833xl0 · m =47.833cm
6 6
2.12 No sistema da figura, se a escala fornece Px em mmH20, qual é o valor real, em mm, de tuna divisão da
3
escala? Dados: D = 4,5 d; a= 11,5°; YH,o = 10.000 N/m .

y = 8.000 N/m 3 -.......f!i

p, +y(H + Lsena) = O
4
P, = 'fH 2 0 x (-0,001) = 10 x (-0.001) = -1 OPa

L -p, --~----
1
-º---~ =5 x 10· m 3

-{(~r +sena]= 8.000[(4\r +senll,5°


2.13 Na figura a seguir, o sistema está em equilíbrio estático. Pede-se:
a) Pari em mmHg (abs);
b)p.,iemmca.
3
Dados: D=71,4mm; d =35,7 mm;h=400mm;pa,m= 684mmHg;-y8 g=136.000N/m ; paraF =O=:> h=O.

F=31 N
...... ' ..
d
·:·:-:-:o:-:-:-:
..... ....
~~~~ti.\h

r+----- yH,O = 10.000N/ml

--
d - d

Ym = 50.000 N/ml

a)
rrD- n: ( 2 2)
Par --+F=Par - D -d
' 1 4 2 4

rrx0.07142 +31=1Ja1·, ~r0,07142 -0,03572)


Paii 4 - 4~
3
4xl0- 3 p 81i +31=3xl0- Par2 (1)
Paij + 2YH2oi.\h + y lllh -YH2oh = Pa1:i
2 2 2 2
n:D h n:d h (. cl ) 0,4 ( 35.7 )
i.\h 4 = 2 -4- ~ i.\h = 2 D = 2 . 71,4 = 0,0 5 m

p 81i x 2 x 10.000 x 0.05 + 50.000 x 0,4 -10.000 x 0.4 = Par2


Paií + 17.000 = Par,

Substituindo na (1): 4 x 10-3 p 81i + 31=3x10-3 ~ar + 17.000)


20.000
Par =20.000Pa = -0,147m=147nnnHg
1 136.000 ~
Pai·labs = 147 + 684 = 83 lnunHg{abs)
'-

b) Pm:i =p 81i +17.000=20.000+17.000=37.000Pa


37.000
Par2 = =3,7mca
10.000
2.14 A figura mostra o ar contido num recipiente, inicialmente a lOOºC. O ar é esfriado ea água do manômetro
sobe0,5 cm para dentro do recipiente. Dados: Paim=lOO kPa; YH,o =10.000 N/m3; 'YHs =136.000 N/m3.
a) Qual é a leitura inicial do manômetro? (Pa)
b) Qual é a leitura final do manómetro? (Pa)
e) Qual é a temperatura final do ar? (°C)

Seção
transversal
:-:-ar:-:- h= 10 cm
. . . ' '. .
.....
T----
20 cmJ ___ _
-------------------.
Seção A 2 = 1 cm2 ----m

a) p.1 +yH 20 x0,2-yHgx0,2=0


Par = 0,2(136.000-10.000)= 25.200Pa

=> ., 1 o-
= ..) 10 -
Llll
• X - 1 = )Clll
p:, + 0,155 x 10.000-0.1 x 136.000 = O => p~ = 12.050Pa
e) p 1V1 = mRT1

P labs = 25.200 + 100.000 = 125.200Pa(abs)


1)7-abs = 12.050 + 100.000 = 112.050
3
V2 = 10 x 10-0,5 x 10 = 95cm
5 95
T =373xlll.0 0x =317K=44ºC
2
125.200 100
2.15 No manômetro da figura, são indicados os níveis dos fluidos manométricos antes e depois de ele ser li-
gado ao reservatório A. Pede-se:
a) a leitura do manômetro em mca;
3
b) a densidade do ar do reservatório A em kg/m se a temperatura dele é 20ºC e R = 287 m 2 ;s2K.
3 3
Dados: y, = 10.000 N/m ; y2 =8.000 N/m; YHg =136.000 N/m .
3

. .... . '

:-:·:A:-:-
••••• >

----------i·
-·-·-·-· -·- -·-·-·- -· _h = 300 mm
" Nivel
anterior
d = 4 mm - -----------
ti

a) PA +y 2 2óh+y 1h-y 2 h=O


PA = 8.000 x 0,3 -10.000 x 0.3 - 8.000 x 2Af1

~h rrD2 =h rrd2 ~ Af1=h(i_)2 = 0,3(_±_)2 =0,0015111


4 24 2D 240
p A = -600 - 8.000 x 2 x 0,0015 = -624Pa
6?4
- = -0,0624111ca
10.000

b) Patm = O, 7 x 136.000 = 95.200Pa


PAabs =pA +Patm =-624+95.200=94.576Pa(abs)
PA. = PA = 94.576 =1,1 2 k~
. RTA 287 x 293 111·'
2.16 Para a configuração a seguir, responder:
a) Qual é a pressão do gás em valor absoluto?
b) Qual é o valor da cota z?
e) Aquece-se o.,gás de 20°C para 60ºC e o desnível z varia para 1 m. Qual será o novo volume do gás, se o
inicial era 2 m.J?
Dados: Paun =662 mmHg;'l'Hg= 136.000 N/m
3
;)'H,o =10.000N/m3

H20
-----~
. ....... .
'

H20

a) Pgas = YHg x 0,025 + yH 2 0 X 0,16 => Pgás = 136.000 X 0,025 + 10.000x 0,16 = 5000Pa
Patm = 136.000 X 0,662 = 90.032Pa = 90kPa

IJ ga.,ab~
. = 90 + 5 = 95kPa(abs)
5.000 _
b) p . = )'H 2 0 .z => z = = O.::nn
~ 10.000
e) P~ás = YH 2 0 .z' = 10.000 x 1 = 10.000Pa = lOkPa => p~ª'abs = 90 + 10 = lOOkPa(abs)
p T, 95 333
V,= V1 -1~ = 2x--x--= 2,16m 3
- p 2 T1 100 293
2.17 No esquema dado, qual é a pressão em (1) se o sistema está em equilíbrio estático? (Leitura do manôme-
tro Pm = 10 kPa.)

D,=50 cm
.. -: 2 ..

Ar1

_!_ _____ _
(
20cm
- --f + y = 10.000 N/mJ

p1 -p 2 = 10.000
p 2 -p 3 =10.000x0.2=2.000
rrDf rr ( 2 2) rrDi
P1 =P2 D, -D2 +p3 --+
4 4 4
0,25p, = 0.24p2 + 0.09(p2 - 2.000)
0.25p, = 0,33p2 -180
0,25p, = 0,33(pl -10.000)-180
0,08p1 = 3480 --+ p1 = 43.500Pa = 435kPa
2.18 O cilindro movimenta-se dentro da tubulação circular da figura com velocidade constante. A folga en·
tre o cilindro e a tubulação contém óleo de viscosidade dinâmicaµ.= 10-2 Ns/m2•
a) O peso sobe ou desce? Justificar.
b) Qual é o comprimento do cilindro?
e) Qual é a massa específica do material do cilindro emkg/m3?
Dados: peso do cilind;o: G =_3. 950 N; diâmetro do cilindro: D, = 0,5 m; diâmetro do tubo: o,= 0,501 m;
v = 2 m/s; g = lOm/s; p 1 = :,O kPa; p 2 = 40 kPa.

' '
a) FP =p1 rrD~ =50.000x rrxo,s- =9817N
1
4 4
2 2
rrD rr x 0.5
FP 2 = p2 - -' = 40.000x = 7854N
4 4
Fp = 9817 - 7854 = 1963N para cima
FG = Gsen30º = 3950 x 0.5 = 1975 > 1963 desce
F, =FG-Fp =1L5N
V EF,
b) F,=~t-rrDL :::::, L=-~-
E ~tvrrD,
_ D, - D, -_ 0,501- 0,5 = O, OOO".,111
E-
2 2
0.0005 x 1 L5
L= , = O,18'.,m
10-- x2x rrx0,5

p---
G G 4 X 3.950 = lO 993 kg
c) _., . 3
- gV - rrD 2 L 10 x rrx 0,Y x 0,183 111
0
::, 4
2.19 No manômetro da figura, sabe-se que, quando a força Fé 55,6 kN, a leitura na régua é 100 cm. Determi·
nar o valor da nova leitura, caso a força F dobre de valor.

Êmbolo

' - - - • Área da seção


2
0,2 m
55 600
.I+y1 x0,l+y2 x0,8 · +8.000x0.1+10.000x0,8 N
y3 = A = 2 . -73.200-.
Lsen30º l x sen30º mº
~ + 0,1 x 8.000 + (0.55-x + 0.25 + y)x 10.000-(y+ l x sen30º + ysen30º )x 73.200 = O
2x = 0,2y => y = lOx
2
AF +800 +(0.8+9x)x
.· 10.000-(15x + 0.5)x 73.200 = O

2 55 600
x · +800 +8000+90.000x-1.098 x 106 x-36.600 = O => x = 0,0278m => Y = 0,278111
2 .
L' = 1+0,278 = l.278m = 127.Scm

2 .20 O pistão da figura desce com velocidade constante de 5 mi s. Dados: espessura da camada lubrificante
3 3
0,001 m;v =10- m2 /s;y= 8.000N/m
2
;p, =10kPa;G =100 N; D1 =16cm; 0 2 =8cm; AH=20 cm2; f = 5 cm;
p,,m = 100 kPa; g = 10 m/s ; despreza-se o peso do pistão. Pede-se:
a) a força resistente oferecida pelo lubrificante (Fµ);
b) a pressão absoluta Pb (e"');
e) a leitura do manômetro M.

lubrificante

3
a) v = ~lY = 10- x 8.000 = 0_8 N.~n
g 10 s·

F, = ~l 'i rr(D 1 + D, )( = 0.8 x ~ x 1t x (0.16 + 0,08)x 0.05 = 150N


i; • 0,001
rcD~ rcxl6 2 2 rrD~ rc x 82 '}
b) A1 =--= =201cm : A, = --· = - - = 50.3cm·
4 4 • 4 4

Pb
abs.
= 100.000 + (- 39908) = 60.lOOPa(abs) = 60.lkPa(abs)
e) Pm = Pb -Pa = -39,9-10 = -50kPa
2.21 Calcular a pressão na câmara (1) sabendo que o pistão se desloca com uma velocidade constante de 1,2
m/s e a indicação do manómetro metálico é 10 kPa. Dados: D =1 m; L =0,2 m; v6100 =10-3 m 2 /s; D =
3 2
0,998 m; y61eo = 8.000 N/m ; g = 10 m/s • Observação: considerar o nível do óleo constante. P

......
.. .. .
.' ' '{l)'
... '
h=2m L
:,:ar:-: D

óleo
p 2 -p1 = 10.000
p 2 + yh = Pr onde Pr = pressão média no pistão
rrD 2
p __ P =TrrD L
p 4 p

D V 4pvL
p ~v =~t-L ~ Pv=-
v 4 i; t0p

1-0,998
D-Dv
t = = O,OOlm
2 2
3
V( 10- X 8.000
~l=-= o.sN·;
g 10 m"

4x0.8xL2x0,2 = 769 ,SPa


Pp
0.00 [ X 0,998

p 2 =pp-yh=769,5-8.000x2=15.230 ~
1ll
p 1 = p 2 -10.000 = -15.230-10.000 = -25.230Pa = -25,23kPa

2.22 Determinar as componentes horizontal e vertical da força devido à água que age na parte em forma de
3
cilindro AB do tanque da figura, cuja largura é 0,3 m. Dado: YH,o = 10.000 N/m •

1------~--~-------, B
T R
h = 1,2 m R

F,. = yhA = 10.000 x 0,6 x 1,2 x 0,3 = 2. l 60N


2
2
FY_ = y rcR b = 10.000 x rc x L " x 0,3 = 3393N
4 4
2.23 Na instalação da figura, a comporta quadrada AB, que pode girar em torno de A, está em equilíbrio de-
3 3
vido à ação da força horizontal F. Sabendo que 'Ym = 80.000 N/m e y= 30.000 N /m , determinar o valor
da força F.

F B
~ 1

0,6m
í t,.
A Io,4m V,v
,
[',] '
'LLL.LLL./..L

F
V 80.000
h = ..'_!!!_X 0,6-0,4 ---x0,6-0,4 = l,2m h
y 30.000 hcp
- ' 1.2 ' h
FP =pA=yhh- =30.000x-xl,2" =25.920N

- I
hc -h= _5:G = 12 h
=-=0.2m
1i%
2
------- .. .!~
P hA -Xlh !' 6 .
2
b = 0,6-0,2 = 0,4m

F =F b =25920 x 0,4 = 8.640N


P h 1,2
2.24 Um tanque retangular, como o da figura, tem 4,5 m de comprimento, 1,2 m de largura e 1,5 m de altura.
Contém 0,6 m de água e 0,6 m de óleo. Calcular a força devida aos líquidos nas paredes laterais e no fundo.
3 3
Dados: ·11 = 8.500 N/m ; y2 = 10.000 N/m •

1,5 m

(1)

(2)

p 1 = y1 x 0,6 = 8.500 x 0,6 = 5 .1 OOPa


p 2 = p 1 + y 2 x 0.6 = 5.100 + 10.000x 0.6 = 11.lOOPa
_ _ 5.100 .· _ 5.100+11.100 ___ ? -- ,
FA - F1 + F2 - x o.6 x 4.::i + x o.6 x 4.::i - _s_7DN
2 2
FB = 0.6x L2x( 5.100 + 5.liO + 11.100) = 7.668:N

Fr = L2x 4.5x 11.100 = 59.948N


2.25 A comporta AB da fi!\iura tem 1,5 m de largura e pode girar em torno de A. O tanque à esquerda contém
água (y= 10.000 N/ m ) e o da direita, óleo(:(= 7.500 N/ rn\ Qual é a força necessária em B para manter a
comporta vertical?

5m água

óleo 2m

F1C1 = FB X 2 + F2C l
F1 =p1A =yH10h1A = 10.000x4x2xl,5 = l,2xl0 N
5 z ~---r 3 11~
_
hcl'i -hl =
I
= - ll =
_CG
bh%
1.sx2%
l2 0,0833111
5111
C1L Ie 2 'Í
h1A h1A 4x2xl,5 F1 F2 2m
ti= 1+0,0833 = 1,0833111 B
F1 =y 0 h1 A=7.500xlx2xl.5=22.500N
bh 3 / l.5x2 3 /
hcp -
1
h, = _ /u = IÍl = 0,333111
-h 2A lx2xl,5
(2 =l+0,333=L333m

l,2xl0 5 xl,0833=FB x2+22.500xl,333


4
FB =5xl0 N
2.26 Determinar o módulo e o ponto de aplicação das componentes horizontal e vertical da força exercida
pela água sobre a comporta AB da figura, sabendo que sua largura é 0,3 m, o raio é 1,8 me a comporta
está articulada em C.

Ycp
R = 1,8 m

82
Fx = Y R • R • b = 10.000 X L 0.3 = 4.860N
2 2 -
? ')
Yc = ; R = ; x L8 = l.2m

rcR 2 rc x 1.8 2 ~
fv = y--b = 10.000 X X 0.3 = 7.6c>4N
· 4 4

=> - .
Xcp - )' CP -
E, -- 1,-? X 4.680 - O' 736m
~ . -
FY 7.6c>4
2.27 Determinar a força, devida à pressão da água, na comporta retangular da figura, sendo o peso específico
do fluido 10.000 N/m3•

F=pA=yhA
- o
h = 2 + 0,75 x cos30 = 2,65m

A= 1,.'i x _,:, ~ 7c
? - = "· ., m 2
F = 10.000 x 2,65 x 3,75 x 10-3 = 99,4kN
2. 28 O bujão cilíndrico da figura tem 0,6 m de diâmetro e 0,6 m de altura. Com água de um lado e óleo do ou-
tro, determinar o peso específico do material do bujão para mantê-lo em equilíbrio. Desprezar o atrito
nas guias.

lm

2,5m água

1-----.1-i- 0,3 m
óleo
y0 = 8.000 N/m3 t-
YHzo - 10.000 N/m
3

/_

rcD-'
F,up = Yoh--
4
)

Finf =
'
y H20 (11 +0,6
)-
n:D-
-
. 4
n:D2
G=y--x0.6
4
") ") ")
n:D- n:D- ., . rrD-
F,up +G = Fi11f y h--+y--x0,6 = y (h +0.6)--
º 4 4 H2 O 4
"f = Y Hl O (h' + 0.6)-yoh = 10.000 X (3,5 + 0,6)-8.000 X 2,5 = _000 ~
35
Q6 0,6 m
2.29 A comporta da figura, em forma dei,. de cilindro, tem peso desprezível. Determinar a relação 11 /y2
entre os pesos específicos dos líquidos, para que a comporta não gire em torno do ponto O.
4R
Dado: Xcc = ---
3 Jt

CG R Y2
·--.-,
o

F2 Y2
ei = e2
Y1

h - h = IcG = bR% R
1
CP]_ lA
1 R 6
-Rb
2

? 1 2
Y1R-b R Y1rrR ~b 4R Y2R b R
x-+ x--= x-
2 3 4 3rr 2 3
Y1 1
3
2.30 O reservatório da figura possui uma parede móvel AB, articulada em A. Sua largura é 1,5 me está em
equilíbrio nas condições indicadas. Calcular:
a) a força que age na face direita da comporta devido à água;
b) a força que deve ser aplicada em B para que seja mantido o equilíbrio.

~
j
t
.
0,037 ~1 _ ~~--''.-:.

,
>:-:-: ,: ,: ,: .:-:-:-:
' . . . ' ·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.
. . . . . . . . . . . . . 1---1-~~---1-~
-:-:-:·:·:·'ar:·:·:·:·:·:
..... .. . .. ...
.. ...........
'
. . . . . . . . ..
' '
.·.·,·,·.·.·.·.·.·.·.· .. ·A
l,5 m
, , ,J!m ro=9.000N/m3

a) PAdi, =YH 20 x0,5=10.000x0.5=5.000Pa


PBdiJ: = YHzO xl.5 = 10.000xl.5 = 15.000Pa

- PAdi, +PBdir 5.000+15.000


Pdir= 10.000Pa => Fdir=PdirA=lO.OOOxlxl.5=15.000N
2 2

b) -+ I - b(3 - 1.5 x i3 = 0.125m4


CG - 12 - 12

OJ25
( YCP -y )di, = - - = 0.083lll
lx 1.5
brdir = 0,5 + 0.083 = 0,583m
PAesq = Pa, = YHg x 0,037 = 136.000x 0,037 = 5.032Pa
PB esq =PA esq +y 0 x1=5032+9.000xl=l4.032Pa

_ P Aesq + PBesq 5.032 + 14.032


Pesq = 9.532Pa ___., Fe,q = PesqA = 9.532 x l x 1.5 = 14.300N
2 2
p.,. 5.032
heq .. = - = - - = 0.56m
- V 9.000

Yesq = 0.5 + 0.56 = L06m
_) IcG OJ25
( YcP -y esq = _ A= l l,; 0.079m
Yesq ·06 X ·-
br~,q = 0.5 + 0.079 = 0,579m
15.000 x 0.583-14.300 x 0.579 46- 'N
------------=. ::,,., '
1
2.31 A figura mostra um tanque cilíndrico. Qual é a força n? fundo? Qual é a força na superfície anular MM?
O tanque é aberto à atmosfera. Dado: y = 10.000 N/m".
30cm
• •1

60cm

? o
nD- rrx O 6~
Fp=ppAp=yhp--F =10.000x0,6x ' =l,7x10 3 N
4 4
2 2 2
FM = PMA111 = yhM : (D~1 -0.3 )= 10.000 x o,3 x: (o,6 -0,3 )= 636N

2 .32 No esquema da figura, determinar a altura h e a múúma força F para que a comporta ABC permaneça
3 3
em equilíbrio. Dados: largura= 1,5 m; 'YHg = 136.000 N/m ; 'YH,o = 10.000 N/m .

hI ~ lm
B
--·-·-·- -·-· ·-·-·-·

2m

Hg F
e
p AB = YHg x 0.25-yH 2 0 x 0.4 = 136.000 x 0.25-10.000 x 0.4 = 30.000Pa
FAB = pABA.w = 30.000xlxl.5 = 45.000N
h = PAB = 30.000 = 31ll
i'HlO 10.000
Pc = YH 2 0 x 5 = 10.000 x 5 = 50.000Pa
_ _ 30.000 + 50.000 _ OOOP
PBc- - 40 . a=> FBc = PBc x ABc = 40.000 x 2 x 1.5 = 120.000N
2
V
I b( 3 1 P
- v - _c_G - _·_1_~ = - - 0.083m
, CP , - yA - yb( 12y 12x4
F = 45.ooo x o.s + 120.000 x 1.os3
F X -7 = FAB X O,)_+ FBC X 1, os~.) =:) 76.230N
2
2.33 Detenninar omfnimo valor dez para o qual a comporta da figura girará em tomo de ponto O, se a com-
porta é retangular e tem largura 2 m.

p=46kPa
z

y = 10.000 N/m'

f _ 2,08
,1- 2,5 + ( - 7 º)
z -.)
r·1
F2 =pA= 46xl0 3 x5x 2 = 4.6xl0 5 N
C2 = 2,5m

_ ")] =4.6xl os x_,)


10 ( z-2.)· {2,5+(. 2,08
5 ? •
z 2.)

(z-2.s{2,5+ (z~~~s)]=ll.5

2,5z - 6,25 + 2.08 = 11,5


Z=6.27m
2.34 A comporta ABC da figura é rígida e pode girar em tomo de B. Sabendo que está em equilíbrio, determi-
nar o comprimento BC.

-~~~-~-v1A

€m
B
2 .35 Sabendo que 11 = 6 y2, calcular a relação x/h para que a comporta permaneça em equilíbrio na posição
indicada na figura. Desprezar o peso próprio da comporta.

comporta X

h líquido (2)

líquido (1) 5m

F/1 =F2C2
- X
F1 =y 1h 1A=y 1 -xb
2
X
{~1=-::;
:.,

F2 =Y2hxb
r -
~
_-
x
")
~ 2
x-' X , .. b X
-bx-=·y,u.x
, 1 ,.,
Y ..,
-
... .,
x-
~ k

X 1
11 2
2.36 A comporta ABCDEF da figura, articulada no extremo A, mantém-se na condição de equfü'brio pela
ação da força H aplicada em F. Sendo1= 10.000 N/rn3 ea largura da comporta igual a 1 m, determinar o
valor de H e o da força vertical que solicita a articulação em A.

F H 3m

~ D
3m
H 20 'i

E 1

4m
B
'

e
3m 5m
~
A

. _ 10.000x 6x 12 x lx 4 _,., SSOkN•


M - - -· .111
X 1.000

V= lO.OOO x 4 x 3 x 1 = 120kN => Mv = 120x 1.5 = lSOkN.111


1.000
Hxl5=180+2.880 => H=204kN
2.37 Um cilindro de ferro fundido, de 30 cm de diâmetro e 30 cm de altura, é imerso em água do mar (y =
10.300 N /m\ Qual é o emruxo que a água exerce no cilindro? Qual seria o empuxo se o ciliudro fosse
de madeira (y = 7.500 N/m3)? Nesse caso, qual seria a altura submersa do cilindro?

O fen-o estará totalmente submerso.


o o
3~
nD-h = 10300
E = y fl \ •• = yfl 4 . X
nxo,
4 X
o~ ?1
_;) = - 8 N

A madeira ficará imersa na posiçào em que o peso seja igual ao emprnrn.


o o
itD~ • nx0.3~
E=G=Ymad--h=7.:,00x x0.3=159N
4 4

4E 4 X 159
h,ub = 1
0.218 m
y fl1eD""' 10.300 X it X 0.3 2
2 .38 Um cilindro que pesa 500 N e cujo diâmetro é 1 m flutua na água (y= 10.000 N / m\ com seu eixo na vei;-
3
tical, como mostra a figura. A âncora consiste de 0,23 m de concreto de peso específico 25.000 N/mº.
Qual é a elevação da maré necessária para elevar a âncora do fundo? (Desprezar o peso da barra.)

--------------- ~

-=r

G = Gcil + ycon vcon = 500 + 25.000 x 0,23 = 6250N

.· nD 2 )
G=E G=vV
, ( con +--xHi)
4

4
x( 6250 O
..,~\
H = 4(G/y- Vcon) = l 10.000 ·-" j
' =05m
2
1tD 1tX i2
h = 0.5 - 0.2 = 0.3m
2.39 O corpo maciço de seção triangular e largura 1 m deve flutuar na posição indicada pela figura. Calcu-
lar a força a ser aplicada no plano da superfície AB e a sua distância ao ponto A. Dados: peso específico
3 3
do corpo Y, =2.000 N/m ; AB = 1,S m; BC = 0,6 m; YH,o = 10.0D[) N/m .

XF
F
B
A
0,3 m

0,3m
e

F
'
A-sc:------+-...L...~'B
G,.__ __
e,
--=e:----='="---~--
I
-----------1-,-------
( H 1

E C

F+G=E
E(1=G(2+F!3

HI=AB
2
HC x HI 0.3x0.9
E=YH,oVsub =YH,ü xb=lO.OOOx . . xl=l.350N
- - 2 2
. AB x BC 1.8 x 0.6
G=ycVc=Yc ,, xb=2.000x ~
· xl=l.080N
-,,
Logo: F=E-G=l.350-1.080=270N
r _ HI _ 0.9 _ O ,
· 1 - ---:::;- - ~ - ~·, 111
" "
C,.... = AB = 1.S =0.6m
,..,.
.:, .,... -
r,_EC 1 -GC2 1.350 X 0.3 -1.080 X 0.6
-, - F - - - - - - - - - =-0.9111
270
Logo: Xf =AB-(2 =L8-(-0.9)=2.7m

A força deverá ser aplicada à direita do ponto B. fora da platafonna AB.


2.40 Um sistema de bóia é utilizado para abrir um reservatório de água quando o nível deste atinge o plano
diametral da esfera. Calcular a área do disco de fechamento do reservatório, sabendo que a área da se-
ção transversal da haste é A0 = 0,02 m 2 e o peso do conjunto (esfera,haste e disco) é55 N. Dados: h = 3
4 3
m; R =0,3 tn; 'Y = 10 N/m .

3
06
;,,: x · x 104 -0.02 x 0.3 x 10 4 = 55 + 104 x (3 + 0.3 XAd - 0.02) ::::, Ad = 3.36 x 10-'m'
12 . .

2.41 Um corpo pesa 800 N no ar e, quando imerso em água (-y= 10.000 N/m3J, tem um peso aparente de500
N. Determinar o volume do corpo e seu peso específico. Observação: peso aparente é o peso do corpo
menos o einpuxo.
Resp.: V= 0,03 nt -y= 26.670 N/m3
Supondo o empinw do ar desprezível:
G=Gap + E ---> E =800-500 =300N

V=~= 300 0.03 m 3


Yt1 10.000
G 800 N
---> Yc=~= ,=26.670-3
vc 00
• .:i m

2.42 Um densímetro pesa 2,2 x 10-2 N. A sua parte superior é constituída de uma haste cilíndrica de 5 mm de
diâmetro. Qual será a diferença de altura de flutuação qpando o densúnetro estiver mergulhado em
dois líquidos de peso específico 7.800 N/m3 e 8.200 N/m , respectivamente?

V, = _Q_ = 2.2 x 10-'


- y2 8.200

4'1V 4xl.4xlü- 7
?
' ;rd- "·
~\, = - - X !.ll1 ::::, Afi = - - = = 7.2x 10-3 m = 7.2llllll
2
4 ;rd2 1t X 0.005
3
2.43 Determinar a altura de óleo ("fo =6.000 N/m3) para que o corpo (y, =8.000 N/m ) passe da posição (1)
para a posição (2).

... 2m
..
..·....·
T .. ·..
(1)
·. 2m
yl (2) y(

Simação (1) ~ G=E


N
~ ·yr. =16.000-
3
lll
Simação (2)

PbaseAbase = G ~ PbaseAbase = YcAbase x 4 ~ Pbase = 8.000 x 4 = 32.000 N'


lll-

Pbase = Yoho + Y (i4 -15 - 11 0 )

32.000 = 6.00011 0 + 16.000(2,5 - 11 0 )

32.000=6.00011 0 +40.000-16.00011 0 ~ h 0 =0,8!ll


2.44 A comporta de perfil AB, articulada em A e de largura 1 m, possui uma bóia esférica de diâmetro D =2 m
e peso G =6.000 N. Sabendo que a comporta se abre quando o nível da água atinge o ponto A, conforme
mostra a figura, calcular a distância x do centro da bóia até a articulação A. Observação: considerar o
4 3
peso da comporta AB desprezível. Dados: y =10 N / m .

G 3m

7 Fx2 E
G•x+Fx.'.:.x3=E•x
, -,
.)

F = yhA. = 104 X 1,5 X 3 X 1 = 4.5 X 104 N


3 23
E = v rrD = 104 x rr x 2,09 x 104 N G F
'6x2 12
4
X = 4.5 X 1~ X 2 = 6lll
2.09 X 10 - 6.000
3
2.45 Um cilindro, de peso especificorc= 5.000 N/m , flutua num Jíquido,conformemostraa figura (1). Soba
ação de uma força F = 10.000 N, o cilindro permanece na posição indicada2na figura (2). Determinar os
pesos específicos dos líquidos A e B. Dado: área da base do cilindro= 1 m .

..' ; ; r ( 6 0 c m ... z-
20cm[ líquido A ... . .. "Z i 7f
z- <
.···

líauido B
(1) (2)

Situacào
'
ú)
.

~ YA =3Yc =3x5.000=15.000~
ni3
Siniaçào (2)
PbaseAb = G+F
5.000 X 0.6x 1 + 10.000
Pbase 13.000~
1 m2
Pbase =Y A x 0.2 + YB x (0.6-0.2)
13.000=15.000x0.2+yB xOA
N
YB = 25.000-
3
lll

2.46 Um balão esférico de 12 m de diâmetro está cheio de hidrogênio. Se a leitura do barómetro é 700 mmHg
f
e a temperatura 2g° C, qual o peso d~ cqnjunto balão e lastro para que seja mantido estacionário? Da-
dos: R,, = 287 m /s K; RH, = 41.400 m /s K.

º·
Patm = YHg x o. 7 = 136.000 x 7 = 95.200Pa
= ~ = 95.200 = 1.132 kg
3
Par RarT 287x293 lll

95.200 ,
- - - - - = 7.85xlo--
41.400 X 293
3 3
)TCD (. ) TCX12
G=gp,r-PH
( 2
=10x l.132-7.85x10-3 X 10.171N
6 6
2.47 Um cubo de peso específico Yc flutua num líquido de peso específico y,. Determinar a relação Y/Y, para
que o cubo flutue com as arestas na vertical.

1
~-!
=~I
Patm = YHg x o. 7 = 136.000 x º· 7 = 95.200Pa
p = ~ = 95.200 = 1.132 kg
ar Rar T 287 X 293 m3

PH? 95.200 = 7.85 x 10-3


PH 2 = R -T = 41.400 x 293
Hz
3
· rcD 3 · ) rc x P
G=g(par-PH 1 ~=10x 11.132-7.85x10-3 x' - =10.171N
· - 6 \ · 6

Exercício 2.47
Yc
G=E -+ Yc b 3 =y chsub b2 -+ hsub =b-
Y(

Y( b% _(b - ~ Ye)> O
V
,e b3 \, 2 2 Y t-
Y( 1 Ye 1 1 X
----+-->0 -+ Fazendo ye = x -+ ----+->0
?v r-
1....?'1' e -7 -, Y( 12x 2 2
)

6x~ -6x+1>0
1 ?
, 6±\16- -4x6xl x'=0.21
Rmzes: x = - - - - - - - -+
2x6 x"=0.79

O< h., < 0.21 0.79 <h<l


1( Yr
2.48 Um objeto de madeira émostrado na figura. Oseu peso é2,5 Neocentro de gravidade está a5 cm da su-
perfície superior. Oequilíbrio éestável em relação ao eixo y?

y = 10.000 N/m3

G=E:::::,· vV
, f m1 =G

uVun = -
G
Yt
=
? -
- •.) = -'.)· -'i X 10-4 1ll 3
10.000
0.5cm
-----bi/ ........ ':'s~-------
cG __
f'f- ~----------•-- -------~--------
Vun
bh 2
=2-L=hnn f-
------ cc
2

')

Cc
. ~ ~
V= ··-X O. 5 = O~~
,.J.JLlll
, 3
CG ~ y = 5cm :::::, C = 5- 0.33 = 4.67cm

r= Y!Et - C > O ~ I = ~!:L =


25 103
x = 2.083.3cm 4
G y 12 12

·º
r = 10.000 x 2 83 ·3 x 10-s 0.0467 = 0.03 7m > O :::::, estável
2.5

2.4!1 Qual a máxima altura H de um cilindro de seção circular de raio R, para que possa flutuar em equilíbrio
estável com seu eixo na vertical em qu,llquer líquido? Dados: cilindro ('(); líquido (y,).

41~ ·•.~-=-11'
:~
E=G

V
hsub =-'-H
Yc
Yr-I
r = ____:___L - l > O
G
4
- rrR
I y- C= H - hsub =_!_(H-_l_H)
4 2 2 2 Yc .
y rR -' H v H V ( -, I ~, -,
--* -·---+-'-->O --* -'-· R" -2H- +-1-zH- >0
4yH 2 y( 2 V
• YE
V
Fazendo -'- = x e dividindo mdo por R -' :
Yf
1 H2 H2
--2-+x.2->0
x Rl Rl

2.50 Determinar a diferença de pressão entre dois pontos genéricos de um tanque cheio de água acelerado
verticalmente para cima com uma aceleração ªY = 5 g.
Resp.: llp = 6y!).z

a. ) (
L'.pz = yi'.z ( 1 ± ; ) = yi'.z 1 + ;
5g) = 6yi'.z
2.51 Um tubo em U contendo água é montado num carro de corrida. O carro parte com aceleração constante
e 5 s após a partida a água no tubo em U apresenta a configuração indicada. Sendo g = 9,8 m/s2:
a) Qual é a aceleração?
b) Qual é a velocidade do carro nesse instante?

20°

a)

_ -~ _ __ ,111 ., _ , ,,kn1
b) V-axt-:>.)7 x ':! -17.8:,-X :J.6-64.~-
. s h
2.52 Um tanque cúbico de 0,6 mde lado, com óleo até a metade, éacelerado ao longo de um plano inclinado
de 30° com a horizontal. Determinar a inclinação da superfície livre em relação ao plano inclinado.

2 .4 5 e = 41º
tg e = ªx + tgcx = --·-· - - : tg.,'0° =>
gCOSCX " 9.8 X COS30°

2.53 Um acelerômetro é constituído de um tanque e de um manômetro metálico, como indica a figura. Adi-
3
ciona-s~ mercúrio no tubo até que a leitura no manômetroseja 175 kPa. Dados: YHg = 136.000 N/m ;g =
10 m/ s . Pede-se:
a) Qual é a leitura do mercúrio no piezômeh·o?
b) Qual é a aceleração horizontal que provoca uma leitura de 140 kPa no manômetro, supondo inaltera-
do o nível do mercúrio?

1,5 m

3
a) h=_g__=l75x10 L29rn
YHg 136.000
------140
(175-140)x 10 3 ---
~ - - - - - - - - ' --- -- 175 Pa
-* 6.Z = ~ - - - - - 0.257 rn
136.000
-o-6.Z -lO 0.257 _ 171 ~
8x-t:- - X ,. - • - .,
6.X 1.:, S-
2.54 Um tanque fechado, com a forma indicada na figura, com 0,6 m de lado, gira em tomo de um eixo com
rotação n = 100 rPm e a uma distância radial de 1,5 m. Qual é a pressão nos pontos A, B e C?
3
(p =1.000 kg/m ; Patm =100 kPa)

())

aberto

1,5 m
A f..-.---t

0,6m
B~-~c
0,6m

100 rd
- co= 2m1 = 2x rrx- = 10.5-
60 . s

PA = LOOOx-
( 2
'j'
-x 0,6" xl0-3 +100 = 119.7k:Pa(abs)
10.52

1.000xlOx0.6
p 8 =PA+pgh=ll9.7+ =125.7k:Pa(abs)
103
1.000 X 10 X 0.6
Pc = P,an + pgh = 100+ = 106k:Pa(abs)
103

2 .55 Um veículo move-se com velocidade constante de 100 km/h para a direita, carregando um recipiente
retangular aberto que contém água. O veículo é freado em 10 s até parar com desaceleração constante.
Dados: p = 1.000 kg/m3; g = 10 m/s2; não há transbordamento. Determinar:
a) a inclinação da superfície livre em relação ã horizontal, durante a frenagem;
b) a pressão nos pontos A e B durante a frenagem.

º·'{_---! A
lm
B

a
10%.6
2.78 ~
V
a) tga.=~ -+ a =-=-'---
o
e, x t 10 s-
2~78
tga = - - = 0.278 -+ a.= 15.50
~ 10 .
Af1
b) tga = - --+ Afl = 0,5 x 0.278 = 0,14m
~ 0.5
PA = YH20 (0.5 + Afl) = 10.000 x (0,5 + 0.14) = 6.400Pa
PB = YH 2 o(05 -11h) = 10.000x (0.5 -0.14) = 3.600Pa
2.56 Um recipiente aberto à atmosfera está situado sobre um veículo que se movimenta com uma aceleração
ao constante. A superfície livre da água do recipiente forma um ângulo de 30° com a horizontal. Os ma-
nômetros situados nas paredes do recipiente indici'\,ffi 100 kPa e 110 kPa. Calcular o comprimento L do
recipiente e a aceleração a0 • Dados: p = 1.000 kg/mº; g = 10 m/s2.

h = Pesq 100 X 10 3
esq Y - - 4 - .- = l 0111
10

hdir = Pdir = 110 X 103 11111 => Af1 = 11-10 =1111


y 104
Afl Af1 1
tg30º = - => L = - - - --=1.73111
L tg30° tg30°
a
tg30° =~ => ax = lOx tg30° = 5.8 ~
e 0-
t:'
s-

2. 57 Um veículo carrega um recipiente que contém água, movimentando-se com uma velocidade constan-
te de 72 km/h. Calcular o tempo IIJ/nimo de frenagep:1 com desaceleração constante para que a água
não transborde. Dados: g = 10 m/s; p = 1.000 kg/m.

u=rho0,2m
1
lm

ªx
tga.=-·
'- g
0.2 111
ªx =lOx-·-=4-
. o".. s2
2.58 Um tanque, cheio de água e totalmente fechado, caí verticalmente sob a ação da gravidade e de uma for-
ça F. Dois manômetros situados a uma distância vertical h = 1 m indicam p 1 = 20 cm de Hg e p 2 = 10 cm
2 3
de Hg. Determinar a intensidade da força F. Dados; g =10 m/ s ;-yHg = 136.000 N/ m ; massa do conjunto
= l.OOOkg.

p1 = YHg x 0.2 = 136.000 x 0,2 = 27.200Pa


p 2 = YHg x OJ = 136.000x 0,1 = 13.600Pa

P, _P_
-
,-'~(· . .!r_..) -__,
1 -)UL 1-,-
g
ay --(p -p2
. yfil
1 ~
.
10.000 ,
i]--~.
-(·.13.600-27.200 + _ "· 6 m,
1) g-
ç
F +G = llla __, F = ma-G = lOOOx (-3.6)-lOOOx 10 = -13.600N = -13,6kN
Capítulo 3
CINEMÁTICA DOS FLUIDOS

Neste capítulo pretende-se, implicitamente, estabelecer a visão euleriana do estudo dos fluidos em
movimento. É interessante lembrar que o estudante, acostumado com a visão lagrangeana estabelecida
pela Mecânica Geral e pela Física, tem muita dificuldade para focalizar o fluido como um contínuo e
observar as suas propriedades em diversos pontos no mesmo instante. Insiste-se na idéia do regime
permanente, já que a eliminação da variável tempo simplifica o estudo e a solução dos problemas e, de
certa forma, resolve a maioria dos problemas práticos. Procura-se fixar as idéias de campos de
propriedades e de diagramas de velocidades, típicas do estudo de fluidos. Evita-se propositadamente a
denominação "volume de controle", porém seu conceito está utilizado implicitamente quando se trata
de tubo de corrente. O aprofundamento do estudo será feito no Capítulo 1O, quando o leitor já tiver
uma melhor compreensão do assunto, com as limitações impostas nos primeiros capítulos.

Exercicios

3.1 No escoamento laminar de um fluido em condutos drculares, o diagrama de velocidades é representa-


do pela equação v = v,~,{ l ·· (i-)"], ondevmax éa velocidade no eixo do conduto, Réo raio do conduto

e ré um raio genérico para o qual a velocidade v é genérica. Verificar que v m/v""x = 0,5, onde vm = velo-
cidade média na seção.

V
111
=_!_f
A
vc!A
A

Mostrar claramente a facilidade de se utilizar uma coordenada polar quando se trabalha com
seções circulares. Mostrar que a área elementar é calculada por 2mdr.

Vm = n~1 s:Vmáx[1-(;f }mdr

V = 2vmáx rR(R 2 -r2 }dr


111
R-? J10 R-7

v =2vmáx rR(R2r-r3\.=2vmáx(R2r2 -~)R


m
R
4 Jo P R4 2 4
O

V . (~-~
= 2\·máx 4 4)
m R4 2 4

\' 111 = 0,5\• 111áx


3.2 No escoamento turbulento de um fluido em condutos circulares, o diagrama de velocidades é dado pela
equação v" v,,,,{ 1- ; }", onde todas as grandezas têm o mesmo significado do Exercício 3.1. Verificar

que vm/vm-> = 49/60.

v =_!_JvdA
m A
1 1

Vm
l
= 1tR 2 Jo
ÍR
Vmáx
( r
1- R
)7 2mdr = 2v ;x
, ÍR · 7
Jo (R -r) rdr
R7
Mudança de variável: x = R -r; r = R - x; dr = -dx

V
111
, o -1
= 2v max r X 7 (R -
15 JR
. . 2v · R -
x)(- dx)= max r ( Rx 71
· 15 Jo
-
- X 87 Jdx
R 7 R 7

]R
1
\ m
= 2vmáx [
15
-
7R,J
8
7x
1S
157
= 2vmá.x
15
(2R 1;' _2_R
8 15
1
; J= 60
49 v .
ma.x
R7 R7
o

3.3 Um gás (y= 5 N/nl) escoa em regime permanente com uma vazão de 5 kg/s pela seção A de tun
conduto retangular de seção constante de 0,5 m por 1 m. Em tuna seção B, o peso esp<;,cífíco do gás é
3
10 N/m , Qual será a velocidade média do escoamento nas seções A e B? (g = 10 m;s·)
Resp.: vA= 20 m/s; v6 = 10 m/s
Qlll gQlll 10x5
VmA = = 20m/s
PAAA YAAA 5x0,5xl
gQlll !Ox5
VmB = = lOm/s
YBAB 10x0,5xl

3 .4 Uma torneira enche de água um tanque, cuja capacidade é 6.000 L, em 1 h e 40 min. Det rrninar a vazão
em volume, em massa e em peso em unidade do SI se PH,o = J.000 kg/ m) e g = 10 m/ s .
1
Resp.; Q = 10-3 m 3 /s; Qm = 1 kg/s; QG = lO N/s

Q= V = 6 = 10-3 m3
t 100x60 s
' kg
Qlll = pQ = 1.000 X 10-o = ]-=:.
s
N
QG=gQm=lOxl=lO-
S
3.5 No tubo da figura, determinar a vazão em volumr em massa,J,m peso e a velocidade média na seção
2
(2), sabendo que o fluido é água e que A 1 = 10 cm e A 2 = 5 cm·. (PH,o = 1.000 kg/m 3, g = 10 m/s )

(1)

Y 1= l mls =
····"···-~······················
(2)
····~···········

3
Q=v 1A 1 =lxlOxl0- 4 =10-3 1:11_=1 L
s s
Qm =pQ=l.OOOxl 0 -3 = 1-kg
s
N
QG =yQ=pgQ=gQ 111 =lüxl=lO-
s
Q 10-3 m
Vo =-= =2-
- A2 5 x 10-4 s

3.6 O aresc~~ num tubocon_::·ergei:ite.A áreaja maiorseçào do_tubo é 20 cn/ e 'li da menor é 10 ~ni2. A mas-
sa especifica doar na seçao {l)e 1,2:kg/m, enquanto na seçao (2) é 0,9 kg/m . Sendo a veloc,dadenase-
ção (1) 10 m/s, determinar as vazões em massa, volume, em peso e a velocidade média na seção (2).

f'----+·
. __···· ·==~···~ ( 2····~)
: (!)

-4 -2 kg
Qm =p 1v 1A 1 =l,2xl0x200xl0 =2,4xl0 -
s
Ql = Qlll = 2,4 X10-2 = 2 X10-2 1113
p1 1,2 s

= Qm =2,4xlo-2=267x10-21113
Q2
P2 o,9 ' s

QG =gQm =10x2,4xl0 -º- =0,24-


N
s
Ql _ 2,67 X 10-l = 111
267
A2 10 X 10-4 s
3. 7 Um tubo admite água (p ~ 1.000 kg/m') num reservatório com uma vazão de 20 L/s. No mesmo reser-
vatório é h·azido óleo (p ~ 800 kg/m ) por outro tubo com uma vazão
3
1e
10 L/s. A mishira homogénea
formada é descarregada por um tubo cuja seção tem uma área de 30 cm . Determinar a massa específica
da mistura no tubo de descarga e sua velocidade.

(2)
óleo II

) mistura
c _ __,_,,o--
água [) (3)

(J)

Supondo o regime pennanente, já que o enunciado não dá nenhuma indicação de variação


com o tempo, pode-se utilizar a Equação da Continuidade correspondente.
P1Q1 +p2Q2 =p3Q3
P1Q1 +pzQ2
p3 = Q3
Sendo os fluidos incompressíveis e o reservatório rígido, pode-se utilizar também a equação
para fluido incompressível.
Q3=Q1+Q2
1.000 X 20 + 800 X 10
p3 = 933kg/m 3
30
Q3 30xl0-3
V3 =~= =[0111/s
A,~"l 'Oxl0- 4
~"'

3.8 Água é descarregada de um tanc1ue cúbico de 5 rn de aresta por um tubo de 5 cm de diâmetro. A vazão
no tubo é 10 L/ s. Detem1ínar a velocidade de descida da superfície livre da água do tanque e, supondo
desprezível a variação da vazão, determinar quanto tempo o nível da água levará para descer 20 cm.
H0s1i. v = 4 x Hr' m/s; t = 500 s

3
v=_g___= lOxl0- x _4 111
4 10
Atan 5X 5 s
V hAtan 0,2 X 5 X 5
t=-=--= 500s
Q Q lüxl0- 3
3.12 O tanque maior da figura abaixo permanece em nível constante. O escoamento na calha tem uma seção
transversal quadrada e é bidimensional, obedecend<> à equaçáo v =3y2. Sabendo que o tanque (B) tem 1
3
rn e é totalmente preenchido em 5 segundos e que o conduto circular tem 3{J ou de diâmetro,
determinar:
a) a velocidade média na calha quadrada;
b) a vazão no conduto circular de 30 cm de diâmetro;
e) a velocidade máxima na seção do conduto circular de 30 cm de diâmetro.

,,
D= 30cm

a) V
111
=_!_f
A
vdA

1 1 1 3
=-- Í 3y 2 bd)' = 3 Í v 2 dy= l = 1
111
V
m 1 x 1 Jo Jo ' 3 s

b) QB = VB =..!_=0,21113
tB 5 S

1113
Q=Qcalha -QB =l-0,2=0,8-
S

e) Re= vD • = 4Q = 4 X 0,8 = l l l) l1l


V 1 ,.,. ~- -
V rcD- nxo,3- s
Re = 11,32 x 0,3 . _ 60 , 60 1? _ m
10-6
'ma·x -
,. 49 \m 49 xll,.--13.86
. s
3
3.13 O insuflador de ar da figura a seguir gera 16.200 m /h na seção (0) com uma velocidade média de 9,23
m/s. Foram medidas as temperaturas nas seções (O), (1) e (2), sendo, respectivamente, t 0 = 17° C; t 1 =47° C
e t, =97° C. Ad~tindo como imposição do projeto do sistema que o número de Reynolds nas seções (1)
e (2) deva ser10 e sabendo que diâmetro D, = 80cm, v,.,= 8 x 10-' m'ls e que a pressão tem variação des-
prezível no sistema, determinar:
a) o diâmetro da seção (1);
b) as vazões em volume em (1) e (2);
e) as vazões em massa em (1) e (2).

A A
~ ~[É__d~2 (2)

(O) l I
p = 100 kPa (abs)
Ar
Rar = 287 m2/s2K

3 1 3
Q 0 = 16200 lll X--= 4.5 lll
h 3600 s
p 100xl0 3 ko
P1 = -1-= =1.09~ 3
RT1 287 x (47 + 273) lll
3
100 X10 = kg
0342 3
287x(97+273) · lll
3
-~- 100x10 _ kg
Po- - -1. 201 3
RT0 287 x (17 + 273) · lll

Qm 0 = PoQo = 1.201 x 4.5 = 5.4lkg/ s


8 X10--s X10)-
------ = lOrn/ s
0.8
n:D;'
3
rr x 0.8"' _ Qm2 _ 4.73 5.021 lll
Q =p,v,--~ =0,942xl0x--- 4.73kg/s Q.,- -
m2 - - 4 4 - p, 0.942 s
Qm1 = Qmo - Qm2 = 5.41- 4. 73 = 0.68kg Í S

_ Qm1 _ 0.68 _ O ,., 3 r


Q! ------- .6. .4 lll IS
P1 1.09 .
V - 4Q1
1 - . ,.
rrD 1
4 X 0.624
--- - - - = 0.099rn
rrxl0 5 x8xl0- 5
3.111 O esquema a seguir corresponde à seção longitudinal de um canal de 25 cm de largura. Admitindo es-
coamento bidimensional e sendo o diagrama de velocidades dado por v = 30y - y2 (y cm cm; v em
cm/s), bem como o fluido de peso específico: 0,9 N/L e viscosidade cinemática: 70 cSt e g ~ 10 m/s2,
determinar:
a) o gradiente de velocidade para y = 2 cm;
b) a máxima tensão de clsalhamento na seção (N/m\
e) a velocidade média na seção em cm/s;
d) a vazão em massa na seção.

supcrficic livre

5cm y

7xl0-5 x900
'} ")
cnr nr vy
70cSt = O, 7St ou--= 7 x 10-5 - _;,, ~l=-=
s s g 10

a) dv =30-2y dv) -~O-? ?-'>6-1


dy (. clv
.., y=2cm
-:, -X--._ S

,d clv )
~l( clv) 3 ~
b)
l . y y-0
= 30s-1 ---+ 'y-o =
cly y-o
= 6.3 xl0- x30 = 0.189
m-

e) ,
, =1- vclA=-
1 ~
f .
(:,Ov-y 2 1(-
)bcly=- Ih
3oy2 y3 ·lh
--
m A· bh o • h 2 3 IQ

vm =.!_ 1511 2 - h~
31 =1511- 11~-) =15x5- :,~- .?
=66.7cm
h ( .,
!
., ., s
9
d) Qm = pvmA = 00 x 66,7 X 10-2 X 0,05 x 0.25 = 0.75 kg
10 s
4 2 3
3.15 No sistema da figura, tem-se um único fluido incompressível de V= 10 m J se p = 1.000 kg/m .

a) Qual é o número de Renas seções (1) e (4)?


b) Qual é a velocidade média na seção (2) (m/s)?
e) Qual é a vazão em volume nas seções (1) e (4) (L/s)?
d) Qual é a vazão em volume na derivação e qual o sentido do escoamento? (Indicar no desenho.)
e) Qual é a vazão em peso na seção (O)?
f) Qual é a velocidade a 1 cm de distância da parede do tubo (4)?
g) Qual é a tensão de dsalhamenlo na parede do conduto da seção (2)?

0 3 = 8 cm ,:::::::::,..---...

µ.. ~~·~
T.
l
rl-<3_)_ _<__J4):1-·l··-11.···1···1
l 13 m/s _

3cm

diagrama linear J1------d-er-i-va_ç_ã_o_ __,


bidimensional
117
V =6(J - 0,;35) ........... (0)

Resp.; a) Re 1 = 3.430; Re,1 =2.000; b) vm, =5 mfs; e) Q 1 ";_ 18,9 L/s; Q 4 "' 7,8 L/s; d) Qcter" 38,8 L/s;
e) QG, = 199 N/s; t) v = 5,12 m/s; g) 1 = 66,7 N/m

49 rn
a) v =-x6=4.9-
m1 60 >
Ym1D1 4.9 X 2 X 0.035
Re1 =-~- _ _ _ _. -=3430
v 10-4
8 1ll
y =-=4-
m4 1
- s
4 X 2 X 0.025 =
2000
V 10-4
\~máx 2 10
b) 'V 1112 = 1 -=5111,s
~

e) Q1 =vm nRf =4.9.x.nx0.035 2 =0.0189m 3 1s=18.9L


1 s
Q4 = Ym
4
rrRi = 4 x n x 0,025 2
= 0.0078111 3 is= 7,8 L
s

d) Q2 =vm,A2 =5x0.03x0.02=0.003111 3 /s=3L


• s

nD 2 2
Q3 = ''m-. _ _3 __ 3x nx 0.08 L
0.0151111 3 /s=15J-
, 4 4 s
Q1 +Q3 +Q4 =Qz +Qder
L
Qder = 18,9 + 15,1 + 7,8 -3 = 38.8- para fora
s
L
e) Qo = Qder - Q1 = 38,8 -18.9 = 19,9-
s
QG =pgQo =1.000x10xl9.9xl0-3 =199N/s

")] =5,12m:s
Í
-)
Vr=15cm =8 1-
[ (L5)-
2..5)

-4 N.s
g) ~t=vp= 10 xl.000=0.l-
?
lll-

,=0.lx 10 66.7 N
. 0.015 1112

3.16 A placa da figura tem uma área de 2 m 2 e espessura desprezível. Entre a placa e o solo existe um fluido
que escoa formando um diagrama de ve~ocidades bidimensional dado por v; 20y v max (1-Sy). A visco·
sidade dinâmica do fluido é 10" 2 N.s/m· e a velocidade máxima é 2 m/s.
a) Qual é o gradiente ele velocidade íunto ao solo?
b) Qual é a força necessária para manter a placa em equilibrio estático?
e) Qual é a velocidade média?
d) Fora do contato da placa, o diagrama de velocidades é considerado linear bidimensional. Qual é a
vekicidade máxima?
placa
F

20cm
·-- --~------ ~---····-----·--·~--------·---·

solo
a) v=20vmixy-J00vnuixy 2
dv
-= 20vma..._ -200v má.'iY
dy

~) ~o x2x0.2=-40s ~
(-,
dy · y=O)m
=20x2-"0

b) 'y=O = . r.:~J
, y y=O
1
= 10- x 40 = 0.4
Dl
~ =:> F =,A= 0.4 x 2 = O,SN

2 3
e) Vm =lf,0,2,
- 'º' =200(0.2
(20vnuixy-100vma.,Y-Ío'- 0.2 ) =L33-
- ·--5x-- m
bh O 2 3 s
d) Ql =Q2

\ . mãx -
- 1 - X 1"-'.l
-m -- 1
- V ~.)~ - .... Ó6111
-
s

3.17 Um propulsor a jato §lueima 1 kg/ s de combustível quando o avião voa à 2velocidade de 200 m/ s. Sendo
3 2
dados1lru. = 1,2 kg/nt' ,p,= 0,5 kg/m (na seção 2), A1 =0,3 m e A2 = 0,2m , determinara velocidade dos
gases (v,) na seção de saída.

(!)
.-----d
(2)
ar gases

propulsor

Qml +Qm, =Qm2 -+ P1V1A1 +Qm3 =p2v2A2

1.2 X 200 X 0.3 + J


730111/s
0.5 X 0.2
2 3
3.i8 No sistema da figura, A3 = 0,5 m , p3 = 0,4 kg/m e os fluidos são gases. Dados:
3 3
Seção (1): v = 4[1- (r/R)'J; Q 1 = 2 m /s; p 1 = 0,6 kg/m
3
Seção (2): v = 9(1- r/0,4); p2 = 1,2 kg/111
Determinar:
a) a velocidade do pistào;
b) e, raio da seção (1);
e) a mfnima viscosidade dinâmica do fluido na seção (1).

(1)
' (3)
'

todas as - (2)
seções são
circulares
kcr
a) Qm1 =p 1Q 1 =0.6x2=1.2~
s

---+ , - v má.-;: 2 -
9 - 3 ni · R'.)_ = 0.4m
m2 3 3 5,.

Q ID') -1 1 X 3X
- ,- 1t X O• 4 2 -1
- • 88 -kg
- s
kg;
Qm3 =Qm1 +Qm2 =l.2+1,8=3~

Qm3 3 1ll
'°m3 =--.-·=-·-··--=15-
p3A3 0.4 X 0.5 s

=>
Q, 2 .-,:-- 1---·-
-
R 1 = / - - = - - = 0.,64111
V=m1 \ 1tx2
o,64 1
e) Re 1 :s;2.000 => 2.000 => V= -, 1
X - X ••. = J.128 X 10-J .':'.:.__
V 2.000 s
-3 -4 N.s
µ=vp =J.128 X 10 X Ü.6= 6.77 X 10 -,
111-

3 .19 No sistema da figura, o óleo fornecido pela bomba mantém o pistâo parado. O óleo esrna através da fol-
ga entre o pistão e o cilindro com uma distribuição linear de velocidades, tendo a máxima velocidade na
linha de centro da seçií.o de escoamento. Calcular a vazão de óleo que deve ser fornecida pela bomba
adotando a área da coroa circular igual a 1t D e.

Dados:
Pressão na base do pistão = 50 kPa
L = 2 m; D = 20 an; p€SO do pistão= 520IT N
2
µ = Sx 10-3 N.s /m ; e.= 1 mm

rrD-' Y nláx -
p - - + l l - - rrDL = ,201t
4 ' e 2
2 D2
D + 2fLY máxDL 520--P__
p- 520 --+

l
4 e 4

e( 520-E!f) 10 -3( 520 _ 50.00:x0.2 2


Ym.."l..ic - 5m s
2,lDL 1 ' X
-X~ 10·3 X O.1- X,-
,-mãx '\
\~m =--=..:::...=2.5111 s
-
1
-'

Q -- ~· m rr D 6 -_,,
__ .) X j[ X 0·1- X 10-3 -1•-1
-
3 3 s = 1.-,L
.:, X 10- 111 ) s 1 .
3.20 O campo de velocidades de um escoamento é dado por v, = 3y e v, =2.
a) O movimento é variado ou permanente?
b) Determinar o campo das acelerações.
e) Determinar os módulos da velocidade e aceleração no ponto de coordenadas (3;4).

a) pennaueute

b) a =(v àv" +v. avx +v Bvx


X XÔX 'êry '&z..
.}+ a,.,x
8t
=>

111
1
a x =.x3=6- ·"'J
s"

a = (v"àx + vYày + vz&z.


Y
àv
fA·Y ,3,.· Y Y .) + a..,- Y - O
Bt-
e) =3v: y = ')
V
" - y -

Y x (3:4)= 3 X 4 = 12 1ll
,
2 111
v(3:4)=.J1.2 +2 2 =12.2
,
Ill
a(3:4) =6-,
ç

3.21 Exercício anterior com v, = O, v,. = 3xye ponto de coordenadas (2;2)-


a) Permanente.

fr.;v - "I

a,, = Y \'-::::-'-- = 3xy.3x = 9x"y


. - oy

e) -v=vy =3x2x2=12
11
a -a
<:- , y -9x
- 1 -"''
- x --,.,,;,
3.22 Exercido anterior com vx "' -2y, v, :: 3x e ponto de coordenadas (2;3).

àv .
b) ªx =Vy fy =3x(-2)=-6x
ay =-2yx 3 =-6y
lll
e) YX (2:3)
. ~
= -2 X 3 = 6 ·-··
s
. (1·3
Vy
- 7
-· ) - 3 X -
-
-
111
6- =>
. s

ªx (2:3) =-6x 2 =-12--1112


s
lll
ay(2:3) =-6 X 3 =-18 1 =:> 1,3·
a ( ... )='1'112 J 111
~ +18 =21.6,-
s- s"

3.23 Um escoamento é definido pelo campo de velocidades v, = 2(1 + !), v, = 3(1 + t), v2 = 4(1 +!).Qual é o
módulo da velocidade no ponto (3;1;4) no instante t = 2 s? Qual é o módulo da aceleração no mesmo
ponto e instante?

Vx=2x(1+2)=6
vy =3x(1+ 2)=9
Y z = 4 X (1 + 2) = 12
') .., ...,
Y=,16~ +9~ +12- =16.2
àv
ªx =-x-=2
8t
ÔVy
a =-·-=3
y 8t
CV
ªz =·---2'. =4
8t

3.24 O campo de velocidades de um escoamento bidimensional é dado por v, = 3 + 2xy + 4t2, v, = xy' + 3t.
Determinar os módulos da velocidade e aceleração no ponto (2;1) no instante t = 5 s.
. -,.º º
'\x-.)-r.-,X ..... :X: . 4 x:,,.1 = 1o~, 1Ili-
1 ,-·
S

. X.;. X 1 -,-. 1-
a x -107 + 8 X_'i = .:,'17
7
- i X -1 X ..
' lll
.... -,-
Ç
&vy &v. &v
ªY = ( Yx -fu-+ Yy-;·+ Yz &z

l
ay =107yº +17 X 2xy+3

ay = 1Ü 7 X 1
2
+ 17 X 2 X 2 X 1 + 3 = 1 78 ~ = 368 m
5 s2

Capítulo 4
EQUAÇÃO DA ENERGIA PARA REGIME PERMANENTE
Neste capítulo o livro diferencia-se bastante de todos os outros sobre o assunto. Como já foi feito em
relação à equação da continuidade no Capítulo 3, restringe-se a equação a aplicações em regime
permanente. Novamente, a ausência de variações com o tempo permite simplificar a compreensão dos
fenômenos e a solução de problemas importantes, sem restringir muito as aplicações, já que a maioria
dos problemas práticos aproxima-se dessa hipótese. No Capítulo l O, a equação é generalizada para
permitir a solução de problemas mais complexos.
Inicialmente, apresentam-se as energias mecânicas associadas a um fluido, excluindo-se efeitos
térmicos. O leitor deve perceber que, sendo as energias entidades da mesma espécie, podem-se, por
meio delas, associar entidades heterogêneas como velocidades, cotas e pressões. Graças às seis
hipóteses estabelecidas inicialmente é possível deduzir a equação de Bernoulli para um tubo de
corrente, que relaciona de fonna elementar essas entidades em duas seções do escoamento. O
desenvolvimento da equação de Bernoulli conduz a energias por unidade de peso, denominadas cargas,
e por coincidência, as cargas podem ser medidas em unidade de comprimento, o que permite
interpretações interessantes em certas aplicações.
Nos itens seguintes as hipóteses de Bernoulli são retiradas aos poucos, o que permite resolver
problemas sem restrições práticas, com exceção da hipótese de regime permanente.
Após a retirada de todas as hipóteses simplificadoras chega-se à equação mais geral, que nada mais é
do que a primeira lei da Termodinâmica para volume de controle, em regime permanente.
A grande vantagem desse tratamento é a separação dos efeitos térmicos dos efeitos mecânicos, o que
possibilita uma concentração maior nos tipos de problemas que podem ser resolvidos. Assim, o
professor de Termodinâmica pode dedicar sua atenção a problemas em que os efeitos térmicos são
predominantes e o de Mecânica dos Fluidos pode se dedicar àqueles em que os efeitos são
desprezíveis. Apesar de se perder inicialmente na generalidade, ganha-se na compreensão e na
facilidade de absorver os conceitos e visualizar os fenômenos físicos. Observa-se no fim do capítulo a
interpretação da perda de carga.
4.1 Detemünar a velocidade do jato do líquido no orifício do tanque de grandes dímensões da figura. Con·
siderar fluido ideal.

(2)
--·----
·-·-·-·-·-·----:----
Ressaltar as hipóteses de Bernoulli:
.
V2

l) R.P. Reservatório de grandes dimensões.


2) S.M. Visual. Não há bombas nem turbinas no trecho ( l )-(2).
3) S.P. Dado do enunciado: fluido ideal.
4) F.I. Líquido.
5) P.U.S. Jato livre. Não vale o princípio da aderência.
6) S.T.C. Visual.

O leitor deve ser hábil na escolha dos pontos(!) e (2). Como regra, o ponto (1) deve ser
escolhido mana seção onde v, p e z sejam conhecidos, e o ponto (2), onde estiver a incógnita,
ou vice-versa.

,,.2 ,2
1 P1 '2 P2
-+-+z1 =-+-+Z?
2g y 2g y -
V! =0 ~ nível do fluido no reservatório
P1 =0 ~ p atm na escala efetiva
Z\ =h ~ cot a a partir do PHR
V2 ~ é a incógnita
P2 =0 ~ P atm na escala efetiva
z 2 =0 ~ ponto no PHR
?
\-"~
h=---=- ~ Vz =~2gh
2g
Observa-se que o PHR é arbitrário. Ao ser mudado alteram-se z 1 e z2, mas a solução da
equação permanece a mesma.
4.2 Supondo fluido ideal, 1nostra.r que os jatos de dois orifícios na parede de um tanque intcrccptam-se num
mesmo po11to sobre um plano~ que passa pela base do tanque, se o nível do líquido acima do orifício su~
perior é igual à altura do orifício inferior acima da base.

v 1 = J2ga
V2 =.J2g(a+b)

Alcance x 1 =v 1 ,{ir.g =fiii.V/2gy =~ 2gaxg 2y =J4ay =J4a(a+b)


V
2 2 2
x 2 =v,/ :· = J2g(a + b)~ = ~ g(a +gb)x = .j4a(a + b) ª => x 1 = x 2

4 .3 A pressão no ponto S do sifão da figurrt não deve caír abaixo de 25 kPa {abs). Desprezando as perdas, de-
terminar:
a) « velocidade do fluido;
b) a máxima altura do ponto S e1n relação ao ponto {A);
4 3
P,tm = 100 kPa; "f= lO N/m

r· •
(S)

(A)
~

l,2m

P,im 1111 (B)

v2 v2
a) _A+PA +zA =___ê_+PB +zB
2g y 2g y
'
ZA=:~ --+ VB=.J2gzA=~l2=4,9m/s
b

? ?
v- p. v~ p
b) --"'-+--"'- + z" =_l+_l + z 5
2g y . 2g "/
Ps"' =rs,b, -pa,m =25-100=-75kPa
,2
' Ps
Vs ' "s Ps
z ..:\. =-T-+zs Z5 -ZA = - - - -
2g y 2g y
4 9 2 -75 X 10 3
z 5 -zA=-; - -6,3m
0 104
4.4 Um tubo de Pitot é preso nwn barco que se desloca a 45 km/h. Qual será a altura h alcançada pela água
no ramo vertical?

? '
Ví+ -P1+ z =-+-+z,
- Vi P2
1
2g y 2g y -
P1 =yH
p 2 =y(h+H)

-vf + --
yH _ y(h + H)
- ~---'- =78m
,
2g y y s

4.5 Quais são as vazões de óleo em massa e em peso no tubo convergente da figura, para elevar uma coluna
de 20 cm de óleo no ponto (O)?
3 ?
Dados: desptezar as perdas; Y61oo ~ 8.000 N/m; g =10 m/s-

80mm 20cm
40mm
óleo
·-·- - -:- - - - - - - - - - - - - - -t - - - - - -t§i--
1 (!)
t (O)
? ?
Võ Po Vi P1
- + - + z 0 =-+-+z e como f!!_=O 2
2g y 2g y '( '

\!""' -
·1 ,r-o
?

0,2 -+
2g

nD2 nD2
Vo--º =V1 __l_ -+ v 0 x80 2 =v 1 x40 2
4 4
.
Substituindo na antenor: 16v 2 -võ7 =4 -+ v 0 =0,52m/s
0
irD-? 2 3
Q =vo
4
--º
-+ Q =052x irxO,OS =00026m =26L
' 4 ' s ' s
8 000
Q 111 = Q=rQ= · xo0026=2lkg
p g 10 ' ' s
N
QG =gQ 111 =10x2,1=21-
s
4.6 Dado o dispositivo da figura, calcular a va7iio do escoamento da água no conduto.
Dados: '{ 8 0 = 104 N/m-'; 'f m = 6x !O'Nlm '; p, =20 kPa; A= 10·2 m 2 ; g = !Om/s2 • Desprezar as perdas e
considerar' o diagrama de velocidades uniforme.

3,80m

água
-·-. ·- ·---· -· -- -·-·-----. -·-· - ... --·2-·~ '-·-' - -
.

0,20m

'
Vl + J2.i.. = 3.8
2g y .
P1 +YH20 x0,2-ylll x0,2=pz => P1 =p2 +o.2(ylll -YH20)

p 1 =20+~(6xl0 4 -10 4 )=30kPa


1.000

2g(3,8 -h) .,
' .
= /20 X
l
V
(3,8 10 4
3
30 X 10 .J = 4 111
s
1
s
L
=> Q=v A=4xl0 _,--=40-
111

s
3
4, 7 Na extremidade de uma tubulação de dlàmetro D, acha-se instalado um bocal que lança um jato de água
na atmosfera com diâmetro de 2 cm. O manômetro metálico registra uma pressão de 20 kPa e a água
sobe no htbo de Pitot até a altura de 2,5 m. Nessas condições, determinar:
a) a vazão em peso do escoamento;
b) o diâmetro D do tubo, admitindo escoamento permanente e sem atrito.
Yn,o = IO N/L.

v2
a) No tubo de Pitot : -1.. = h --+ V2 = -J2gh = -J2 X 10 X 2,5 = 7,07 lll
2g s
1tD 2 O02?
- , 2 -10 4 7 07 1t X '
Qa-yv2-4-- X X 4 - = 22,2 N
s
2 ? 2 ,,2
v, Pi V~ P? V
i "2 - Pi 7, 07 2 20x 10 3
b) - + - + z i =-+--=-+z 2
- - 0,5m
2g y 2g y 2g 2g y 20 104

,J X 0,5 = 3,16-
Vi =20 111
S

lv, =2x - ' - =3cm


Di =D2./---=- 1*07
V vi 3,16
4.8 No conduto da fi?ura, o fluido é considerado ideal. Dados: H 1 = 16m; p 1 =52 kPa;y= 10' N/m3; D =D,
~ 10 cm. Determinar: 1 •

a) a vazão em peso;
b) a altura h 1 no manómetro;
e) o diâmetro da seção (2).

_____ (2),
_;._;..-,\
l------
-','
1 ... .,.

117 m

1~;,-~ L_
!Om

YB, = 1,36 x 10' Nim'


v 1 =J2g(H 1 -~--z 1) =f2~x(l;-~z;;O~-;~) =4f

nD '
1= 4x n x 0.1-' 3
Q = v1 - - . 3,14xl0_2 lll => QG=yQ=l0 4 x3.14xl0-2 =314N
4 4 s s

b)

52xl0 3 -10 4 x 7 +18xl0 3


o
1.36 X 10 5 -10 4
v2 p v2 p
e) _1 +-1 +z1 =-2+_2 +z,
2g y 2g y
v~ vf
---=
P2-P1
+Z1 -Zz
2g 2g y
p 1 +yx0.55-YHg x0,55-y(z 2 -z 1)=p 2

Pi -pz =0,55(YHg -1-)+(z 2 -z 1) =>


?
Vz - V 1 =
? _ 1
2g X 0,5) X ( .---::-
V
Hg
-1 1
y y .
' '
V~ - Vi = 20 X 0.55 X (13,6 -1) = 138.6
111
V,
-
= ~138.6 + 4 2 = 12.43 s
nD;' - 114Q
1
- 1-
4x3.14xl0- -~ 7
2
Q=v, --- => D,- --- - - - - - 5 .- 7 x l o-2 lll- .• cm
- 4 · Vnv 2 V n x 12.43

4.9 Um dos métodos para se produzir vácuo numa câmara é descarregar água por um tubo convergente-
divcrgcnte, como é mostrado na figura. Qual deve ser a vaz,io em massa de água pelo convergente-di-
vergente, para produzir uma depressão de 22cm çje mercúrio na câin,ilra da figura? Dados: desprezar as
perdas de carga; YH,o = 10 N/m ; Yttg =1,36x lff'N/m ; g =10 m/s"; D1 ~ 72 mm; D2 = 36 mm.
1 3 3

(]) (2)
P 2 = -YHgh =-136.000 x 0.22 =-29.920 Pa
2 J
Vz P2 Vi P1 ? ? p,
- + - + Z 1 = - + - + z1 V -") -V"1 -- - ..;..~
'>o_-
~ V
2g y - 2g y L

'
, -29.920 ,
V2 -Vj' =-20x . =59,84
10 4
n:D;' -D2
" t
v2 = v1 ~ v 2 = 4v1 ~ substinlindo na anterior
4 4
Ill
16v~ - vf = 59.84 => V1 =2-
S
? ?
y rrD 1 10.000 . rrx0.072" ko-
Q =-v 1 - - = x"x----=8.14 e
m g 4 10 - 4 S

4.10 Num carburador, a velocidade do ar na garganta do Venturi é 120 m/s. O diâmetro da garganta é 25
mm. O tubo principal de admissão de gasolina tem um diâmetro de 1,15 mm e o reservatório de grumli-
na pode ser considerado aberto à atmosfera com seu nfvcl constante. Supondo o ar como fluido ideal e
incompressível e desprezando as perdas no tubo de gasolina, determinar a relação gasolina/ ar (em
3 3
massa) que será admitida no motor.Dados: Pgas =720 kg/m ; Pa,= 1 kg/m ; g =10 m//.

!Omm
garganta

gasolina
tubo
. ----~motor
principal

v-' V~)
1 X 1202 - -7"00P -
P 1a --V
- , a
2a
...,
--p
- a
_.E..-
.., - - - ª-P2g
... g ... 2

.
?
. V1g ' P1g ' V2g
'
P2g
'
\r.21! P2g
Na .._gasolina . -") - r - - r Z1g =-- +--+z, ::::, --- +--- +z, =0
.... g yg ~
2g V _g
g
7cr V _g
j -e ,g

v,. =
/I
\r
1 -2gr· --+z,, \J =
yg -- .
P2g
20[
f - 7"00
- + 0.01 = 4.45-
l 1ll
-o e . 7200 , s

- , rrD;' - 7"0 4· 4· - rr x 0.001152 11


X 10-3 -k2:
-Pg"• --X.'.>X = '
~"'~~""I.J e

- 4 4 s
rrD 2 rr x O 025 2
ko
Qma=P.v.--ª=lx120x · S9x10-2 ~
4 4 s
3.33 X 10-}
---- = 0.0565
5.9 X 10-2
4. ·11 Desprezando os atritos no pistão da figt1ra, determinar:
a) a potência da bomba em kW se seu rendimento for 80%;
b) a força que o pistão pode equilibrar com a haste.
t 2 2 2
Dados: A 1 =A3 " A, =A5 = 6 = lOcf ;AGf' Bem ;Ap= 20cm ;Ah=10cm ;8i,1, 2 = Hp3,1 =0,5m; Hp4,s=O
2

m; 8i,s~ = 1 m; g =10 m/s; y= 10 N/m·. Supor o cilindro no plano da tubulação.

A 11 = 10 cm2
(1)
1--------<

4m
Ap=20cm2
(5) v= !Om/s
,
l-·-·-···i ·---·-·-·-----·---· ~ ·-·-·-·-!-------·-·-·-·-·-·-·
(4) (G) (6)

? 7
v-p v~p
a) _1 +-1 +z1 +HB = 2 +-2+z, +H
2g y 2g y - Pl.6

102
---+ H 8 =--+2-4=3rn
20

- yQHB 104 x O.Olx 3 1


N B- 0.8 l.000=0.375kW
T]B

V4? P4 v6'
- + - + z .~ =-+--'--Z 6 -'--H
P6 p4
-=H
2g y 2g y ' P'.6
~ y P4.6 P-1 = yHP4.6

p 4 = 10 -1 x 1 = l 0 4 Pa
) :, 7 ')
V4 PG
1)4 VG PG p4 V;j -VG
-+-+Z4 =--+--+ZG --+ --=-+----
?o-
-:::, '{ ?o-
-:=, Vf VI ''
j ?o-
'-t=,

VG=_g___= O.Ol 12.51ll


AG Sxl0-4 s
10 4 10 2 -12.5 2
PG
Y=l04-+ · 20 =-LSlm 181 x 10 4 P a
-+PG=-.
4 4
F = 10 x 20 x 10- -(-L81 x 10 4 )x 10 x 10-4 = 38.1 N
4.12 Um túnel aerodinâmico foi projetado para que na seção de exploração A a veia livre de seção quadrada
de 0,2 m de lado tenha uma velocidade média de 30 m/ s. As perdas de carga são:
a) entre A e O ---'> 100 m;
b) entre 1 e A---'> 100 m.
Calcular a pressão nas seções Oe 1 e a potência do ventilador se seu rendimento é 70%. C'{.,, = 12,7 N / m ")

• '
(1): : (O) A insta[ação
• '
' situa-se num
'

i
1 plano horizontal

t
1
' ventilador i
0,4m
veia livre
·I t~ \_ ''
0,2m
.

0,4m+= i f
~
1 1
'
~ =i:0,2 m
(2) •, (3)
(A)

o ?
VÃ PA Võ Po
-+-+zA =-+-+z 0 +H
71,
-e
vi 7<:T
.... t:"
'Y PA.O

l113 Q 1.2
Q=vAAA =30x0.2x0.2=1.2- Vo =--= 7.5 m
s A 0 0.4x 0.4 s
Po 30 2 - 75 2
100=-57.Sm => p 0 =yx(-57.8)=12.7x(-57.8)=-734Pa
y 20
'
P1 VÃ -Vj?
+H PI.A
y 2g
.,
~01 - 7..'i2
- - - - + 100 = 142.2m => p 1 = y x 142.2 = 12. 7 x 142.2 = 1806Pa
y 20
Hv = P1 - Po = 1806 -(- 734) = 200 m
y 12.7
yQHv 12.7xl.2x200 _3
N
• v = = xlO =4.4k\V
fJv O. 7
4.13 Sabendo que a potênci.a da bomba é 3 kW., seu rendimento 75~-'ó e que o escoamento é de (1) para (2)., de-
terminar:
a) a vazâo;
b) a carga manornétríca da bomba;
e) a pressão do gâs.
Dndos: Hpl..2 = Hp5,6 :.:. 1,5 m; Hp3.4 = 0.,7 mi
2
Hp 4,5 = 0;3A5 = A 4 = 100cm ;y= 104 N/m.3

(6) 75""

4m
(2) (3) (4) (5)
.
---- --------
2m
_ _ __.___, (J)
t h =0,8 m
5
y
y, = 1,2 x 105 Nlm 3
(H20)

v2 p v2 p
a) _±_+_±_+Z4 =-5 +-5 +Z5
2g y 2g y
u2 _n2 -?op4-p5
"4 - - - .
vi;
- ~ y
Equaçào manométiica: p 4 +yh-yFh=p 5
p4 -p5 = h(yF -y )= o.s(1.2 X10 5 -10 4 )= 8.8x 104 Pa
4
2 2 -?O 8.8xl0 -176
V5-V4-~X 104 -

9V4' -V4' =176 -+

3
Q=v 4 A 4 =4,7xl00xl0- 4 =0.047 lll
s

yQHB 3 X 10 3 X Ü.75
b) NB=-~~ 4.8Jll
TJB 10 4 x0.047

e)

p 6 =10 4 x(4.8-6-3.7)=-4.9xl0 4 Pa=-49kPa


4, 14 Na instalação da figura, a carga total na seS;ão (2) é 12 m, Nessa seção, existe um piezômetro que indica
4 3 3
5m. Dados:rH,o = 10 N/m ; rttg= 1,36x 10 N/m ;h = 1 m;D1 =6em; 0 2 =5 cm;T) 8 =0,8. Determinar:
a) a vazão;
b) a pressão em (1);
e) a perda de carga ao longo de toda a tubulação;
d) a potência que o fluido recebe da bomba.

_........

2m
.... ,,, __ ~· (!)~
(2)
5m
J
D2
----~

PHR (O) 8m
_..............
~
\
1;.m (3)

\ ,.. e
~
H 20
/
Hg

v;' p,
a) H, =-- +-- +z,
- 2g y -
3
v, =.J20(12-5-2)=101ll ::::;, Q=v 2 -rrD_~ =lOx rrxO.OS" 0.01961ll =19.6L
- . s 4 4 s s
b) => p 1 = p 2 + h(y -YHg )= 5 x 10 4 + 1 x (10 4 -1.36 x 10 5 )= -76.000Pa
v;' -v-1' p, -p
e) H8 = -
,.., O"
+ - ~, 1
"-i=, l

v 1 =v)D! .·1=10x(
lD
1 , \6,
=6.91ll
s
5
f
10 2 - 6.9 2 (- 76.000)
HB +5 l 5.21ll
20 10 4
H 0 +H 8 =H 3 + HP0.3 => Hpo,3 =z 0 -z 3 + H 8 = 6 + 15.2 =2L21ll

d) N=yQHB =~0 4 x0.0196x15.2)x10-3 =3kW


4.15 Obocaldafiguradescarrega 40 L/sde um fluido de v = 10-4m2 /sey=S.OOON/m3 no canal de seção re-
tangular. Determinar:
a) a velocidade média do fluido no canal;
b) o mínimo diâmetro da seção (1) para que o escoamento seja Laminar;
e) a perda de carga de (1) a (2) no bocal, quando o diâmetro é o do item (b), supondo p 1 0,3 Mpa; =
2
d) a velocidade máxima no canal, se o diagran1a é do tipo v = ay + by +e, com dv /dy =O na superfície
do canal (vide figura).

_ _g__ 40xl0-
3
V Ill
a) Q = v,ana 1bL -+ 0,5-
canal - bL - 0.2 X 0.4 s
4Q = 4Q x D1 = ~
b) Rei---.
- V1D1. V1 =--,- -+ Rei
V 1tD1 iCD: v rrD 1\.1

4Q 4x40xl0- 3
D1 0.255 m
1tvRe 1 1l X 10-4 X 2ÜÜÜ
1 1
e) V1 P1 V2 P2
- + - + z1 =-+-+z, +H
2g y 2g y Pl.2

' 2
H = V1-V2 +h
Pt.2 2g y
. 4Q 4x40xl0-3
\i 1 = - -
rrDf
= - - - - -2-
rc x 0.255
º· 78 s Ill

4Q 4x40xlü-3
V1 =--, = - - - - - , - 20A m
llD2 n: x o.os- s
0,78-' -20.4º' + 0.3 X 106 = 16.7 Ill
20 8000
d) para y=O: V=Ü ::::;, C=Ü
para y = 0.2 m: v = v ruáx =::> v lll:ÍX = a x 0.2 2 + b x 0.2
dv dv
para y=0.2m: -=0 -=2ay+b Ü= 2a X Ü.2 + b
dy dy
Resolvendo o sistema : a = -25v e b=lOV max
. =
2
Logo: V=-25vmáxY +lüvmãx:l
1 2
v =--[h(-25v +lüv . v\. dv= vmà., fh(-25v 2 +loyl.'v
m bL ·O ma.,. y ma.,. ,-. • h Jo • f'.
3 2
'j ~
Vm =Tl
Vmà., / -2511
3 .
1011
2 . =V máx X 0.667 ~ V máx
V Ü
= o.:Ci7 = º-~~7 = 0.75 7
2 2
4, 16 Dados: Hp2,, = 2 m; A 3 = 20 crn ; A 2 = l cm ; Hp-0,l "- 0,8 m; 11n =70%, Determinar:
a) a vazão (L/s);
2
b) a área da seção (1) (cm );
e) a potência fornecida pela bomb11 110 fluído.

(O)
5 t
··--···l
y = 104 N/m3
t "f .
5m
3m i 1 3m
3,5m

---- --- - - - - ---L---·---·-·-·-·--- - ~ ) B )::(~l)±=~=--=---~·-=-(±~;1·=---::J-;~

v;' j), V3-' p3


a) ----=--+-- +z, =-+-+z 3 +HP 23
2g y - 2g y
V~ - vf = 20 X (3.5 - 3 + 2) = 50

V2 = V3 ~
3
= 20v 3 --, 400vf - V~ = 50 --, \'3 =
' -4 -lll
O~-'' => v,- =20x0,354=7.l lll
l s s
3
Q=v,A, =7.lxlxl0-4 =0.71xl0-3 ~ -=0.711:
- - s s
111
=> V1 =\/2g(z 0 _h_HPoi _J· =~20(5-3-0,8)=4.9
I y ' S

7.1-' -4,9-' -J '1


- ..hlll
2g 20
N=yQHB =10 4 x0.71x10-3 xl,32=9.4\V
4.17 Na in.stalação da figura,. a n1.áquina :tv12 fornece ao fluido unia e11ergia por unidade de peso de 30 1n e a
perda de carga total do sistema é 15 m. Determinar:
a) a potência da máquina M 1, sendo 11.Jnl = Q,8;
b) a pressão na seção (2) em mca;
e) a perda de carga no trecho (2)-(5) da instalação.
4 3 2 2 -
Dados: Q = 20 L/s; y= 10 N/m; g = 10 m/s; A= 10 cm (área da seçao dos tubos).

r.:c:":c:"_- -:':---:'-::-:-:'.:':"'-:':"':'.:"':'.:"'. :~:+-- p0 = 0,25 MPa


:-:C.

(O)
p5 = 0,4 MPa

. . . . . .. .. .. .' .. ' .....


' . ' . .. ' .' ......
.. ' . ' ...... .

5m
H,O

a)
v2
o Po o
H O = - + - + 20 = + ·--· x
10 6
+ 10 =,,m
"
O,,
2g y 104

Yt =_g_= 20xl0-3 20 1ll

A1 lOxl0- 4 s
2 6
vf PI 20 0.2 x 10
H 1 = - + - + z 1 =--+ +5=45m
2g y 20 104
H1 >H0 ---+ Escoamento de (5) a (O)

H5 +HM2 +HM1 =Ho +HP5.0

12.+ 25 + HM, + HM1 =12.Q_+ 20 + HP5 o


y - y .
6 6
HM = O.l 5 xl0 +10+15- 0.4xl0 5-30=-25m
1 104 104
HT =25m
4 -3 1 k
NT = yQHT'lPT =10 X 20 xlO x 25 x 0.8 x--=4 ·W
1000
2 ?
b)
v, P> vl P1
~~~+21 +HM =-+-+21
lg y l lg: 'Y

P2-
- _PJ
-- HM (-25)= 45mca
'( y I

H PS
=-+HM, -"2
- -P2
-
Ps.1 y .,. lg. 'Y
4.18 8i,
Na instalação da figura, a vazão de água na máquina é 16 L/s e tem-se 1,z; Hp3.4; l m. O manómetro
na seção (2) indica 200 kPa e o da seção (3) indica 400 kPa. Determinar:
a) o sentido do escoamento;
b) a perda de carga no trecho (2)-(3);
e) o tipo de máquina e a potência que troca com o fluido em kW;
d) a pressão do ar cm (4) em MPa.

16xl0-3 m 16x10-3 _,.,m


a) v, = , -8-:
YJ = 8 X 10-} .. -;,
- :2 X 10-; 5

')
Yj p, g-' :200 X 10',
H, =-- +-- = - + - - - - 23.:lm
- lg y 20 10 4

Y3' p3 2"' 400 X 10'


H-=-+-=-+
- 40.2111 ~ H 3 >H 2 ~ Sentidode(4)para(l).
, 2g y 20 10 4
b) HP ,
31
=H 3 -H 2 =40.2-23.3=17m

e) H2 +HM =H1 +HP2.l


6
1J1 O.lx10 ·p 3 + 1- ·!:' .
HM = - - H 2 + H PJl = -.:,. -- 1')
... ,-111 ( l1Ul111a)
y --- 10 4
NT = yQHT = (10 4 x 16 x 10-3 x 12.2)x 10-3 = l.95k\V

d) p4
-+z4=H3+ H p4,
V ·-
'
p 4 =y{H 3 + HP4 3 - zJ= 10 4 (40,2 + 1- 5)x 10-6 = 0.362J\fPa
4.19 Na instalação da figura são dados;
2
área da seção das tubulações: A= 10 cm (constante)
piezômetro (2): h 2 = 7 m
piezômetro (3): h 3 = 11 m
piezômetro (4): h 4 = 9 m
perda de carga no trecho (1)-(2) = 1,8 me no trecho (5)-(6) = 2 m
'Y = 10.000 N/m3 kgf/m3; l1Mt = 80%; 'lM, = 70%. Determinar;
a) o sentido do escoamento (justificar);
b) a vazão (L/s);
e) o tipo de máquina }vl1 e sua potência;
d) o tipo de máquina rv1 2 e a potência trocada cotn o flt.lldo.

(]) (6)

5m
2m

2 ~J _ _ _ PHR
-----------·

a)
v,
' p, '
H3 =-- +-' +z, =-- +11
v,
2g: 'f - lg:
' p
v4 4 v:;, v4'
H 4 =-+-+z 4 =-+9+4=-.-+13
lg y 2g: 2g
Sentido de (6) para (1)
b) H 2 =H 1 +HPl.l

v;' p, Vj'o P1
- - +-- +z, =-+-+z 1 +H,
lg y - lg y P.. J

,
\-- 111
_l_= 7 +1.8- i2 = 1.8 m --+ v, = 6-
lg 5
3
Q = vA = 6x!Oxl0--4 = 6x 10-J 111
p, p,
'
e) HM =-- --- = 7 -11= -4 m --+ HT =4 m
1 y y
1
NT = yQHTTJI =10 4 x6xl0-J x4x0.8x-- = 0.192 kW
- 1000
d) Hó + H11, = H4 + HP6,4
62
H,,1, = - + 9-3 + 2 = 9.8 m (bomba)
-·' 20 ,
1
N, =yQHB =10 4 x 6xl0~3 x9.Sx--=0.59 k\V
- 1000

4.20 Na instalação da figura, os r<.>servatórios são de pequenas dimensões, mas o nível mantém-se constante,
a) Qual é a vazão na tubulação que une a parte inferior dos dois tanques?
b) Para que aconteça essa vaz.ão, qual a pressão em (3)?
e) Qual é a perda de carga na tubulação inferior dos dois tanques?
Dados: potência recebida pelo fluido da bomba N
4 3
=1,5 kW; D1 =4 cm; D1 * D2; p 1 = 50 kPa (abs); Poan ~
100 kPa; Hpo., = Zm; Hp2;i= 4 m;y= 10 N/m.

~a,-cc;JJ)
5"

P10 r =Piabs -Patm =50-100=-50kPa


:'! l ~

Y1
1 ( - 50 X 10 3
=v-20xl
)
; 2+2 =4.47~
1ll
=}
·n:D-1
Q=Yi--
rr X O 04 -
=4.47 X" •
lllj
=5.62x10-3 -
104 4 4 s

b) H1+HB=H3+HP2.J
1
Yj' Pi J)3
,,,,,+ ·--···+Z1 +HB =.,-----+H 1'
2g y y p __ ,

N l.5xl0 3
HB = _-_ = - - - - - - - 16.71u
yQ 10 4 X 5.62 X 10-J
p 4.47 2 50 X 10 3
_-1 = - - + 2 4 +~1 6"" - ~ 0-
.1 - 4-
1
.llll
y 20 10
e) H 3 =H 0 +HP3. 0

PJ =H, =} HP3.0 =20.7111


y P,.O
4.21 No circuito da figura instalado num plano horizontal, tem-se p 1 =0,3 MPa; p 2 =O; p 3 = 0,1 MPa; N1 = 6
2 2 4 3
kW;T)T= 0,75; A1 = A 2 =A4 =80 cm; A3 = 100 cm ;y= 10 N/m.
A potência que o fluido recebe da bomba é o dobro da potência da turbina. Determinar:
a) a vazão;
b) a perda de carga no trecho da direita;
e) a leitura do manômetro (4);
d) a perda de carga no trecho da esquerda.

(3) (4)

ü
(2) (1)
6
(0.3-0)x10
30 m
104
HB 30
~ HT=--=--- 20 111
2TJT 2x0.75
3 '
~ Q 6xl0 =0.0 4 m'
4
10 x20x0.75 s

2 2
"2 P, v • P·
-+-+22 +HB -HT =-' +-' +23 +HPI'
7o
-~ ·y '" 'Y
-=' --
' 1

H ,=v,-v3+p2-P3+HB-HT
PL ) o- ., -
-=- r

Y,=_g___= 0.04 • 111


0,04 4 m: )-
' A3 lOOxl0-4 , s
6
5 2 -4 2 (0-0.l)xl0
HP!.2 + lO"· + 30 - 20 = 0.45 111
20
Vi1 Pi_ Vi' p4
e) -_-+-+2 1 =-+-+24 +Hp14_
)a V 1o ~ ·
-.::!' ; -e í

p4 =El_-H
y y •D'i. 4
5
P4 = P1 - yHPl. 4 = 0.3 x 10 6 -10 4 x 0.45 = 2.95 x 10 Pa = 0.295 J'v1Pa

1
6
Y3' -'\."1
1
4"' -5""
HP3,2
. p·'
-,---
O.lx 10
=9.55m
2g y .20 10-I
4.22 No circuito da figura, a bomba B1 é acionada pela turbina. A vazão é 30 L/ se os rendimentos da turbina e
da bpmba 1,11 são, respectivamente, 0,7 e 0,8. A perda de carga na tubulação é 15 m. Sabendo que o fluido (y
= 10 N /m"') recebe da bomba B2 uma potência de 6 kW, determinar a potência que o fluido cede à turbina.

yQHB1
yQHTTJT =---'-
TJB
NBo 6xl0 3 ,
HB 2 =-y-Q-- = 10 4 x30x10-3 -.oOm

HB1 +HB 2 -HT =Hp ==> 0.56HT +20-HT =15 ==> Hr =11.36111
N=yQHT =10 4 x30xl0- 3 x1L36xl0-3 =3.4k\V

4.23 Determinar o coeficiente ex da energia cinética para o escoamento de um Jíquido i;i}um tubo de seção
circular. Oescoamento é laminar eodiagrama de velocidades é v"' vmaxl1-(f).
l·(·y·)3
a=-1 -.·. dA
A ·A~ ym

16 ·R( , ,\l
1.itrdr=-J R--r1rdr
Rs o .

16
a= I.R(R 6 r-3R4i- 3 +3R2r· 5 -r 7 ~r
Rs .o ·
8 8 8 8
a= 16 (R. _ 3R + 3R _ R .)=lóx12-18+12-3 3
16x-
R8 2 4 6 8 24 24
_)
ª -~
4. 24 Determinar o coeficiente ex da energia cinética para o escoamento turbulento de um líquido num tubo de
1/i
seção circular. O diagrama de velocidades é v = v'"'' ( 1- ; ) .
. . 3
1 V
a=-f(-)
A• Ym
dA
l ,

Vm;,(1-f)1 -
36t'RR-r- 3
2nrdr = _·_- Í ( - - ) 7 rdr
49 R2 Jo R
-'V.
60 ma.,

Mudança de variável: x = R - r: r = R - x: dr= -clx


3 3 10
_ 3.672 fR 7 (
a-
)d- _ 3,672 .o.R(x_7 R - x 1)cJx
17 Jo x R - x x - 17 1
R 7 R 7

, _ (. _ 10
a=~.612 _1_x7R-_2_x7
17 )R =~.6,
, -,_ (_2_R117 _ _2_R7.
17 )
~ 10 17 ~ 10 li
R7 . o R1
a= 1.06

4.25 É dado um diagrama bidimensional de velocidades de um fluido ideal, mun canal de largura 2 m:
a) Qual é a Yeloddade média.na seção?
b) Qual é a vazão em volume?
e) Qual é o coeficiente o. da energia cinética?
3
d) Qual é o fluxo da energia cinética, se p = 1.000 kg/m ?
e) Qual é a carga cinética?

4m/s
~--~,'
!-----'
f----z---11- t-----··
i lh=5m
f---~L+.
b=2m
4+2 m
a) ym =--=3-
' - s
1113
b) Q =vmhh = 3 x 2 x 5 =30--
s

1 (. y )3
e) a=-J-_- dA
AA 'm.
v=C1y+C2
para y=O~v=l => C, =2
para y = 5 ~ v = 4 => 4 = 5C 1 + 2 => C 1 = 0.4
logo: v=0.4y+2
3
a=--1 (5(0.4v+2)
· · 1 ·5(,\0.064v 3 +0.96v~, +4.8v+8pv
2dv=-I \,
2 X 5 ·O 3 . • 135 ·O • • • •
l (. ,4
a = - 0.064x-· +0.96x-· +4,8x=-+Sx5.
,l ,1 )
135 4 3 2
a =1.11

d) C =a pv~A =1.llx 1000x33 xlO -1,4985x105 W


l 2
' 3' o·
e) av;;,_
- = 111
. x -· = .~111
1g - 20 ,

4.26 O esquema da figura coi·responde à seção longjtudinal de um cru.1.al de 25 ande largura. Admite-se que
a velocidade~ invariável ao longo da normal ao plano do esquemaF sendo variável com y através
de v = 30y - y 2 (y em cm e vem cm/ s). Sendo o fluido de peso específico 9 N /L, viscosidade cinemáti-
ca 70 cSt~ g = 10 m/ s ~ determinar:
2

a) o gradiente de velocidade para y = 2 cm;


2
b) a máxima tensão de cisalharnento na seção enl N/m ;
e) a velocidade média na seção em cm/s;
d) a vazão em massa na seção em kg/h;
e) o coeficiente da energia cinética (a) na seção.

----------- superflcie livre

'1 : ;._' ----y


@,-,fY VMk~YA?.Af.,fx:i,"i'.?«'Mh:,:::o/J.%i{:i.,-?.4T,;,,,:.;p?r,.f:BW?;f;ç/%°,.·;,(",%-%-o/.;;&:

dv
a) -=30-ly => ( -dv) =26s-1
dy dy y=2cm

b) ( dv) =30 => T=fl (.dv)


-
dy y=O dy y=O
N v=70cSt=0.7St=0.7xl0_4 m· =7xl0-5 m·
' '
y=9.000-J:
lll 5 5

'fV 9.000 X 7 X 10-S N.s


;,=g= 10 0,063-,
111-

N
rr=O =0.063x30=1.9~
1ll

1 h , 1 30h"' h -1 \ 1 h ·'
e) vm =-f (30y-y-)bdy=- ( - . - - - . J=l5h--
bh Jo h 2 3 3
.,
,- 111
Ym =15x5--=0.67-
3 .5

k<>
d) Q,,, = pvmbh = (900 x 0.67 x 0.05 x 0.25)x 3.600 =27.135-2
h
1 (h 30v - v·' , 1
e) a = - ( · _ • fbdy=
bh ,0 61
-J·h (27.000y'
h X 3 X 10) O
. • -
-2.700y 4 +30y' -y 6 )dy

a
3 X 10' \ 4
í
1 _ 27.000 h; _ 2.700 h4 + 30 h' -~)
5 Ó 7
6
1 (27.000 J 2. 700 4 30 s 5 )
a ---_ x:5 ----x5 +-x5· --l=l.73
3 X 10' 4 5 Ó 7 )
4.27 Sabendo que a vazão proporcionada pelo tanque inferior da instalação é igual a 15 L/ s e que a potência
diss~ada Eºr atritos em toda a instalação é 1 kW, determinar o tipo da máquina e sua potência. Dados: ·r
3 2
= 10 N/m ; 8i,o.2 = 4,8 m; A,= 100 cm ; Pm = 40 kPa; 11m = 80%.
(O)

(!)

(6) (5) (4) (3)

yQoHo + YQ1H1 + N = ·yQóHó + N diss


Ho = H2 + HPo.2
YÕ' Po -v:;' p,
a: 0 -.-+-· + z 0 =a,----=-+----=-+ z, + H ,
7g •; " J o- , - PO,-
. . . ._ ' -=- 1

y2 =~210(9 401;~03 4.8)=21~

3
-4 m L
Qo =Y2A 1 =2x100x10 =0.02····· =20··
5 5

H0 = 9111

H 1 =7m
Q6 35 X 10-3
\" - - 3.5 m
6 - A1 - lOOxl0-4 5

3.52
H 6 =lx--=0.6111
20
10 4 X 20 X 10-J X 9 + 10 4 X 15 X 10-3 X 7 + N = 10 4 X 35 X 10 X 10-} X 0.6 + 1000
N =-1640\V
1
Nr =INITJr =1640 x0.Sx.--=L3lk\V
1000
4.28 A figura está num plano vertical. Calcular a perda de carga que deve ser introduzida pela válvula V da
figura para que a vazãp se distribua igualmente nos dois ramais, cujos diâmetros são iguais. Dados: D º
4
5cm;ra,o = 10 N/m; p.,= 0,2MPa;Q= 10 L/s; f\, 0, 1 =2 m;Hpi,2,4 = O; Hp2,,=3m; f\, 4,5=3 m; ~ .7 =2
m.

15m
-----~~
~-!!-~~~~~~-~·

(3)

:-:-.-:-:-:-:-:::<::::::-:af:::::::-
(0)1--'-'-~~~~-'-I

yQoHo =yQ3H3 +yQ7H7 +yQoHpoJ +yQ3HP1,3 +yQ7HP4.7


Qo 10 • L
Q3=Q7 = - = - = ) -
2 2 s
p0 0.2 x 10 6
H 0 =-+z 0 = .
4
+10=30111
Y 10
~-~ 4Q 4x5x10-3 1ll
H3 =__é'__+
--, Z1
- -+ V3 = rrD} = o ':'i-="'7
-·-·
.;;..g - 3 rrx0.05" s
) ._1
H3 =-=:::__ + 25 = 25.3m
20
1 1
V~ 1 :'j·
7 -·-
H- =-=--=0.3m
I
-~ -'º
la, .
10 4 xlOxl0-3 x30=10 4 x5xl0-3 x23.3+10 4 x 5xl0-3 ;<0.3+10 4 xlOxl0-3 x2+
3
+ 10 4 x,x
- 10-3 x.:,+l
' 0 4 x_.x
:'i 10- x H p,-
-+,I
=:> 1- 4
H p,- =-1.·n1
'+.t

HP5.6 = HP4.7 - HP4.5 - HP6.7 = 27.4- 3 - 2 = l l.4m


4.29 No sistema da figura, a bomba deve fornecer 10 L/ s ao reservatório superior e a turbina deve ter uma potên-
cia no eixo de 3 kW com um rendimento de 80%. Qual é a carga manométrica da bomba e a da turbina? Da-
4 3
dos:Hpa,1 =2m;HP2,3 =4m;8i,,,4"'4m;8i,5.e=4m;8i,37 =2m;8i,3 ;eO;N8 =7,5kw;r= 10 N /m rr18 =0,8.

-:;;-

(O)
-:;;-
:r
10

------- --------
(6)
'"?"

(1) (2)
- t-
(3)

·1Q0Ho + N1 - N 2 =rQ6H6 + yQ7H7 + yQolHPo,1 + HP2.3 )+ yQ6lHP3.4 + HP5,6 )+ yQ7HP3,7


H 0 =0: H 6 =0: H 7 =10m
N1 =NBTJB =7.5x0,8=6k\V
Nr 3
N) =-=-=3.75kW
TJT 0.8

6000-3750=10 4 xlOxl0-3 x10+10 4 xQ 0 x6+10 4 xQ 6 x8+10 4 xlOxl0-3 x2

6x10 4 xQ 0 +8x10 4 xQ 6 =1050


{ Q =Q +10xl0-3
0 6
Resolvendo o sistema de equações:

Qo -1 ., L
- 3.--
s
3
NBTJB 7.5x10
__ x0,8 3 = ".4
4 _______ • lll
4
yQo 10 x13.2x10

- Ny J X 10 3
H y- - - - - - - - - - = 117 .2 m
4 . -3
yQ611T 10 x3.2xl0 x0.8
4.30 Na instalação da figura, todas as tubulações são de diâmetro muito grande em face da vazão, o que tor-
na desprezível a carga cinética. Determinar:
a) o tipo de máquina e a sua carga manométrica;
b) a vazão em volume proveniente do reservatório;
Dados: Q 2 = Q,; Hp0,t = 1 m; 8i,1,2 =1 m; Hpl.J = 4 m; 11m = 80%; potência no eixo da máquina = 0,7 kW

50kPa

(2)
Reservatório
---· ·-·---·- -i::-
de grandes
dimensões

·-··
4m

a) rQoHo +yQ3H1,1 =rQ2H2 +yQ3H3 +yQoHPO,l +·rQ2Hp1,1 +·1Q3HpL3

Qo =Q1 +Q3 =2Q1 => 01 =Q3 = ;º


3
_Po . _50xl0
H O ---rZo - . +2=7111
y 104
H2 = Z1 = 5111
H3 =z3 =4111
Qo Qo Qo Oo Qo
yQ 0 x 7 +y-xHM =y-x 5+y-x4+yQ 0 xl+y-xl+y-x4
2 ~ 2 1 2 2

7+ H~i =2.5+2+1+0.5+2 HM = 2111 (bomba)


J

700 X 0.8 m3
-0.028-
4
10 X 2 S

11
Q 0 = 2Q 3 = 2 x 0.028 = 0.056 / = 56 L
S 5
:J.31 _Na instalação da figura, todas as tubulações são de mesn,o diâmetro (D = 138 mm); o registro é ajustado
para q1.1e a vazão pela seção (1) seja a metade da vazão pela seção (2). Para tal co11díção, a alhn;a n1ano-
métrica da bomba Yale 8 n1 e as perdas de carga valem, respectivamente:
Hp,, = i (v; / 2g); !IP,.• =5 (v; / 2g); HP,, =1,5 (v~ / 2g)

Desprezando a perda de cargapo ~T' na saída da bomba, determinar sua potência, sendo seu ren·
dimento 48%. C'tu,o = 10"' N/m; g ~ 10 m/s').

rF--ri
(1) i (2)
rF----~-i-
7m1 (s) 5m

YQoHo + "fQoHB = Y01H1 + Y02H2 + yQoHPO,e + Y01Hps,1 + Y02Hp,_ 2


01=201; Oo=01+Q2 ~ Qo=3Q1
y3Q1Ho + y3Q1HB = Y01H1 + y2Q1H2 + y3Q1HPO,e + Y01RP,.1 + y201HP,.2

3H0 +3HB = H 1 +2H 2 +3HPO,e +HPs.1 +2HP,,l

H 0 =0:
,--)
H1 =7+-·-1: H, =5+--=-:
' "-, H
1 y"'
=--e:
- -~
..;.g
) "
..) g PO.e i lo.

\._2
H =~-1.
Ps,1 -· 1 o- •
-"'

,. - ),·
"1: ----1

~ 35...-f=140 ~ v 1 =2lll => y


e
=6111
s s
'
rrD;
,
. rr x 0,138- 111
j

Q = v --= 6 X 0.0897
e e 4 4 s
4
yQ.HB = 10 ><0.0897x8 x-1-=lSk\V
TJB 0,48 1000
4.32 No trecho da instalação da figura, que está num plano horir.-0ntal, determinar:
a) a leitura no manómetro {2) para que se possa considerar a perda de carga desprezível"º TÊ;
b) a perda de carga de (1) a (2), (5) a (6) e (3) a (4);
e) a potência dissipada em todo o conjunto em kW.
2
Dados:y= 104 N/m3;p1 = 0,2MPa;p3 =0,15MPa;p5 = 0,1 MPa;A = 10cm (área daseçàodastubulaçõi;s,
Q6 (6)
~

(1) z:......_TÊ
Q1 = 10 L/s

a)

lOxl0-3 m ÓX 10-J
6111
v, = 01 ----=10-:
- A 10.x 10- 4
s 10 X 10- 4
s

v:;' P1 _
H, =--=--+-- =:>+e
• Jo- ·y -=-
1 •) 6
H, = v5 + p5 =~+ OJxlO ll.Sm
. 2g "f 20 10 4
1 1 6
Y3 p3 4- 0J5xl0
H 3 =-+-=-+ =15.8111
2g ·r 20 10 4
p,)
lo x 10 -3 x (-:,+ y- =6x10 -3 x 1L8 +4xl0xl0 -3 x15.8 =>
p,
~ = 8.4m => p 2 = 84kPa
"(

b) P1 P2
H , =---=20-8.4=1L6m
PL "{ y
P3 Ps
Hp 34 =-=15111: Hp, 6 =-=10111
. y ,. y

e) Ndi,, =yQ!Hpu +yQ4Hp3.4 +yQ6HP5.6


Ndis, =(10-1 xlOxl0-3 xll.6+10 4 x4xl0-3 xl5+10 4 x6xl0-3 x1o)x10- 3 =2.36k\V
4.33 Os tanques A e D são de grandes dímensões e o tanque C é de pequenas dimensões, mas o nivd (4) per·
manece constante. A bomba B, que tem 1\a ~ 80%, re:ebe 11 ki'V do motor elétrico e tem carga manomé-
trica de 20 m. Determinar,
a) o tipo de máquina Me a sua carga manométrka;
b) a vazão no trecho (4)-(5) (Q) (L/s);
e) a vazão que passa na bomba B (L/s);
d) a cota z (m).
=
Dados, Hp0,3 ~ 3 m; Hp-1,s O m; Hj,6,7 ~ 2 m; HP3,9 10 m. =
(O)

(A)

30111

15ml::-
(3)~_,.'-I (9)
1
...---:>:::: M 1---"-=
NC :.- :.-- ;.--- '---f---.2)----'..___/
J
(J)
i ! .- \ (D)
( 4) l-'l----'-----1 ............ ---

D= !Ocm
Põ = 80 kPa (C)
2m d=5cm z
(5) _-; -
, B 1 - - - ' - - - - - - - - - - - - - · c c " = " "............ .
(6)
y = 104 N/m3 (7) (8)
2
A= 30 cm

H '1 < O =;, 11.ubi.na


Ho -HT =H3 +HPO_J

16v,' -v,1
-
p -p,
- + 1 -
15v~
----+15
2g: "{ 2g
l " ... 2'1
_, 'I<
...
... :!
'1
Substinündo na (1): 30---".-15 =---=-+ 3
2g 1g
16v" m
____2_ = 12
lg
=;, y" =3.87- 5
15v; 15x3,s7-' + 1"-76,
:>-- _.,m
HT = - - " +15
Jo
-e 20
b) Oc =QA
rrD2 rcxOJ-' _ m-1
QA = - - v , - - - x 3.8/ =0.0304-
4 - 4 s
11 X 10 3 X 0.8 lll3
e) NB = yQBHB 0.046-
TIB 10 4 X 20 s
1113
d) Q 6 = QB -Oc = 0.046 - 0.0304 = 0.0136-
s
111
4.53
s

j J 3
_v p _ 4_53- . 80xl0 _
H 6 - -6+ -6 - - - + 4
- 9 111
2g y 20 10
13.6 X 9 + 30.4 X 2 + 44 X 20 = 44z + 13.6 X 2 + 30.4 X O+ 44 X 10
z =13.6111

4.34 O sistema de propulsão de um barco consta de uma bomba que recolhe água na proa através de dois tu·
bos de 5 cm de diâmetro e a lança na popa por wn tubo com o mesmo diâmetro. Calcular a potência da
bomba, sabendo que a vazão cm cada conduto de entrada é 25 L/ s, a potfu:lcia dissipada pelos atritos é
0,44 kW e o rendimento é riu= 0,75.

(!)

(2)

\:"1
4Q 1 4x25x10-3
=--,, =
1tD1
1
n: x o.os-
1_,,-
1 .,111
s
-
-
V3 =25.4-
111

v2 1, ,2
H1 -- 1 - -·' 8.lm
- 2g - 20

)~ 42
H3=--· =32.2m
20
N = 10 4 x 50 x 10-3 x 32.2-2 x 10 4 x 25 x 10-3 x 8.1 + 440 = 12.490\V
9
NB = N = l2.4 =16.6kW
TIB 0.75
4.35 Ar escoa isotermicamente por mn tubo longo, horizontal, de diâmetro constante. N" mna seção em que a
pressão é de 1 MPa (abs), a velocidade é 25 mi s. Por causa do atrito no escoamento, a pressão numa se-
ção distante da anterior é 0,2 MPa (abs).
a) Qual o aumento da carga cinética?
b) Qual a troca de calor em kJ/kg para que a temperatura seja mantida constante?
V1 P1
P1v1A1 =pzv2A2 ~ ~=-
v1 P2
f!_=P2 ~ P1=P1=_1_=~
P1 P2 P2 P2 0.2 -
111
v2 =5v1 =5x25=125
s

i50m

calor J kJ
qg = i500- = i.5-
ma,,a - kg kg

2
4.36 No convergente da figura escoa ar considerado gás perfeito. Sendo A 1 = 0,1 m ; A2 = 0,05 m2; p 1 = 0,2
MPa (abs); p 2 =0,1 MPa (abs) e p1 = l kg/m , determinar o calor trocado entre (1) e (2) por unidade de
3
3
tempo (fluxo de calor), sabendo que a vazão em volume na seção(]) é 1 m /se que o escoamento é iso-
térmico. Dizer se o calor é retrrado ou fornecido. Gustificar.)

~ - - - - - - - - - ' i L . . ._ __
: --- l L...----~
1 1
·-·-·-·-·-·-----·---·-·-t·-·-·-----------·-i-------------
'
'
-~--;'------'--'
1
(2)
(1)

·v;' - V'l'
q= -
2g
Q1 l 111
Y1 =-=-=lO-
A1 0.1 "
P1 A1 P1 A1 0.2 0.1 m
v, =v1 ---=Y1 ---=10x-x--=40-
- p, A, p, A, 0.1 0.05 s
- - - -
40-' -10"'
gq= 750 ..:1:_
kg

. J
Q = 750 x 1 = i50- = 0.75kW
',
2 2
4.37 Na máquina dafigura,são dados: v 1 =4 m/s;A1 =0,52m ; A2 =0,4 m ; p 1 =p 2 =0,1 MPa. O escoamento
é isotérmico, a potência fomecida ao fluido compressível pela máquina é 10 kW e o fluxo de calor perdi-
do para o exterior é 0,98 kW. Qual é a vazão em massa através da máquina?

') ..:.. 'l


Vl- Q N
J.' ,,·.•2
-)e,+ -
..n
- +..n
- - =)o
-
-~ ~'<'.m .l=-""'<m -.:-

Se P1 =p1 e T1 =T2 => P1 =p2


A1 0.52 m
V, =v 1 -=4x--=5.2-
- A2 0.4 s
.. .)
Qm
=
1
- Q (
- +N

, ,
. _ 2x(-0.98+10)x1000 _
1 ,
kg
1634 s
, .• _,.. <;')·_4•
' 2 'l - ·-

4.38 Uma turbina a vapor consome 4.500 kg/h de vapore recebe dele 736 kW. As velocidades de entrada e
saída do vapor são, respectivamente, 60 m/ se 275 m/ s, e as entalpias, 2.760 kJ /kg e 2.090 kJ /kg. Calcu-
lar a perda de calor através da carcaça em kW.

-
,·-1 +h
1

1 -!!:HM + -!!:q=-- +h,-


,·,
1

~
l .. ~ J
-
N 736xl0 3
=> crH =-- = 588.800 ...:'....
,,. m Om 4500 kg
3600
)7<;2 - 2 J
gq = - . . - ôO + (2.090 - l. 760) X 10 3 ..,- 588.800 = -45.1875-
2 kg

.
Q=!!:qQm
-
~ 3-í.)X
=-4::,.l - ·
3.600
45ºº X 10-'
. = - )-6k\"
. ,v
4.39 A figura mostra uma máquina hidráulica por onde escoa água, isotcmúcamente. D~prezando a.~ dife-
renças de cotas, determinar o tipo de máquina e o seu rendimento. Dados: A 1 = 0,5 m'; ~ = 0,2 m·; A3 =
3
0,2S m 2; p 1 = 0,2 MPa (abs); p2 = p3 = 0,3 MPa (abs); Q 1 = 2,5 m /s; v 2 = 5 m/s; calor perdido= 14,7kW.
(Aproveitar o exercício para induzir a equação geral, para regime permanente, para diversas entradas e
saídas.)

(2)
[

(1) 1
~
( !
) 1
1
i
1 (
i
i )
i (3)

3
O2 --\-2·A 2 --
-)X 0 · --lm
1
- -
',

3
0 3 = 0 1 -0 2 = 2.5-l=L5 m
5

vj' p 5-' 0.2x10 6


H1 = - + -1= - + , -21.25111
2g 1 20 10~
..,.1 p ~2 O , 106
H ·") =_1_'T _1_=_--_
_ + .• X 4 -31·--·
)',
111
- 2g y 20 10
1 2 6
H ,=
, V3 +P3 =~+0,3x10
- ' - -- 31.Sm
- 2g y 20 10 4
4 5
"'-10
e~ -
2
X 1 "-'-10 4
1 X:,'1 --~ . X 1'-
••• X :,'18-10
• X-·- 1 ~·14 • 7,
' " X -1 ·---
1 -,- X 10 3 = 1 7'·10 \"=
-·. :> X ,v -17, :,'k\'r
"

N 273
TJB=-N =,.,,-"-14·., 0.949
... B - .... ' .1
Capítulo 5
Equação da Quantidade de Movimento para Regime Permanente
Neste capítulo admite-se ainda a hipótese de regime permanente para simplificar o raciocínio. O
tratamento do regime variado, como já foi dito, será feito no Capítulo 1O. O objetivo deste capítulo é
mostrar como calcular a força resultante que um fluido aplica em superfícies com as quais está em
contato. Essa resultante deve-se ao efeito normal, criado pelas pressões, e ao tangencial, provocado
pelas tensões de cisalhamento. Pelo equacionamento utilizado, é possível verificar que a integral das
forças normais e tangenciais reduz-se a uma solução bastante simplificada. Na solução dos problemas
despreza-se o efeito do peso do fluido, que poderia ser obtido pelo produto do volume pelo seu peso
específico. Esse cálculo poderia causar embaraços, no caso de volumes de figuras complexas;
entretanto, será sempre um problema geométrico, que não tem nenhuma relação com os objetivos do
capítulo.

5.1 Calcular o esforço horizontal sobre a estrutura do ventilador da figura e a potência transmitida ao fluido
pelo ventilador. Desprezar a perda de carga entre as seções (1) e (2). Dados: D2 = 0,38 m; v 2 = 30 m/s; '(=
3
12,7 N/m; v 1 2 O.

(2)

(1)

Fs
=-(p1A1ii1 +p2A2 11 2 +Q111(v2 -vi)]
Na escala efetiva p1 = O, p2 = O e é dado do enunciado que v 1 = O.
?
F5 =-Q 111 v2 -+ Segundo x: F5 x =-pv 2A2

=y v;
rrD~ = - 12,7 x 302 x 7t x 0,352 132,3N
g - 4 9,8 4

1
v;
302
H B =--"- = 46m
2g 2x 9,8
1tD 2 038? 3
Q=v --2=30x rrx ' - -3,4~
2
4 4 s
1
N = vQHB =12.7 x 3.4 x 46 x - - = l,99kW
' . .• 1000
5.2 Sabendo que a perda de carga no trecho (1)-(2) é 3 m, determinar as componentes horízontal e vertical
3
da força aplicada pelo fluido nesse trecho de tubulação. Dados: y= 10.000 N/m ; Q = 6 L/s.

L
-Y":.. _____ _ __ j_ __
(2)
lm
A2 =8cm2 x

água

Fsx = -lp 1A1 (- cos60° )+ p2 A 2 (+ 1)+ Qm (v 2 -v1 cos60° )j


Fsx =p 1A 1 cos60°+Qm(v1 cos60°-v 2 )
Fs, = -[p 1A 1(- sen60° )- Qm v 1sen60°]
F5, = p 1A 1sen60° + Qrn v 1sen60°

v =_g_= 6xl0-3 =3m· v, =_g__= 6xl0-3 =7,5m


1
A 1 20xl0- 4 s' - A 2 8xl0-4 s
P1 - V:i' -Ví'
2
V1 p1 V 2
~ +- =2+z, +H ::::, - - + Z2 + Hl'l ,
2g y 2g - Pl,2 y 2g ·-

7 5 2 - 32
' +1+3 =636m ::::, p 1 = 63,6kPa
y 20 .
Fsx =63,6xl0 3 x20xl0- 4 xcos60° +l.000x6xl0-3(3xcos60° -7,5)=28N
F = 63 6 x 10 3 x 20 x 10-4 x sen60° + 1.000 x 6 x 10-3 x 3 x sen60° = 126N
5z ,

5.3 O tubo (2)-(3) da figura está ligado ao tanque por meio de umn junta elástica de borracha que impede a
transferência de esforços entre o tanque e o tubo. Calcular a altura h do nível de água do tanque para
=
que a força,_ horizontal sobre o suporte S sipa nula. Dados: g = 10 m/s2; p = 1.000 kg/m3 ; HP 1,3 O;
A3 = 20 crn ; e = 60º; p 2 = 50 kPa; A2 = 80 cm .

(1)

junta
' elástica

- lh
-------<
--J.n'n-'i-rn~-----'~~A~7'Xill-,;~~,t__-~~
LI
F, =-[r1A1ii1 +p2A2ii2 +Qm(v2 -vi)]
F,,,,
. .,_ __,
= -[p 2A 2 (-1)+ p 3A 3 (cos 8) + pv 2A2 (v 3 cos8 - v 2 )]

F,x,, =p 2 A2 +pv 2A 2 (v 2 -v3 cos8)


..,
A, 80
v 2A 2 = v 3A 3 --), v 3 = v 2 A; = vz
20
F,,2_3 =pzA2 +pvzA2(v2 -2v2)

F
Sx2.3

0 =50 X 103 X 80 X 10-4 -1000 X V~ X 80x 10-4


400
O=400-8v~ --), V7 =) =707!11
- 8 ' s
2 3
--)> h= V~+ P2 --)> h= 7,07 + 50xl0 =7,5m
2g y 20 10.000
5.4 O cotovelo da figura está preso por duas luvas elásticas para que não seja influenciado pelo resto da ins·
2
talação. Sendo a área de sua seção 20 cm e a vazão 20 L/ s, qual será a força causada pelo escoamento do
3
fluido se a perda de carga é 1,0 rn (p = 1.000 kg/rn )?

plano
vertical

Fsx =-p2A:'.! -Qtnv2


F52 = -(p 1A 1(-1)+ p 2 A 2 (o)+ Qm (0-v 1)]
Fs 2 =p1A1 +Qmvl
Q 20x!0-3
Vr =V2 =V= A= 20x!0-4 101;1

Qm =pQ=l.000x20xI0-3 =20kg
s
3
Pr P, P2 Pr H 200xl0 1-1 = 18m=:- p 2 = 180kPa
-=-+z, +HPI' =:--=--z2 - PI'= 104
y "/ -- '! y ·-
Fs, =-180x!0 3 x20xl0- 4 -20x!0=-560N
F52 =200x 10 3 x 20 x 10-4 + 20 x 10 = 600N
5,5 A turbina da figura 'extrai' a potência de 2,9 kW da água em es.coainento. Despreza11.dc as perdas na re-,
dução, calcular as forças exerci~as pela água sobre a redução e sobre a turbina, respectíva1nente. Dados:
PH,o = 1.000 kglm 3 ; g = 10 m/s .

v 1 =3nu"s

D1 =30cm
turbina
REDUÇÃO
Vj"' P1 v:;' P2
---> - + - = - + -
y

r
2g y 2g

VI 1t~f =Vz 7t~~ ---> V2 =V1( ~~ =Vr(~~r

m
---> V2 =4x3=12-
s

P1 +f(v21 -v2)
2
2
1000 (" , )
P2 =84.000+ 3- -12 2 =16.500Pa
2
F, =-(p1A1ii1 +p2A2ii2 +Qm(v2 -vi)]
F =-(p1A1(-l)+p2A2(+l)+Qm(V2 -vi)]
'xR

F,,R =p1A1 -p2A2 +Qm(vr -v2)


l ,..,2
1tD1.. i't x O.:i kg
Qm =pvi--=l.000x3x =212-=-
4 4 s
2 2
nxü.3 n:xOJ5
=84.000x -16.500x +212x(3-12)=3.740N
4 4

TURBINA

N
---> HT = -
yQ
Q ºl' 3
Q = ___..!!!_ =
p 1.000
--=-=--
= O. 212 ~
s
N
v, = pg =l.OOOx 10 = 10.000-
e 3
ll1
3
2.9x!0
l.37m
10.000 X 0.212
p 3 =16.500-10.000xl.37=2.SOOPa
2
=(p, -p, )A=(16.500-2.SOO)x 1txO.lS 242N
- . 4
5.6 Na instalação esquematizada na figura, (T) é uma tul'bina e o fluido que escoa é água de massa específi-
ca p "'J:,000 kg/m3. A vrzão que escoa é 314 L/s e as press?"s em (1)e (2) são, respcctivamente, p 1 = 18
N / cm e p 2 = -2 N / cm . Desprezam-se as perdas. Determinar:
a) a potênda consumida pela turbina;
b) o esforço segundo x que atua na base da turbina.
2 2
Adotar g = 10 m/s e A 1 = 0,0314 m (0 1 = 0,20 m).

0 2 = 0,4 m

a) N=yQHT
v2
P + _1 p v2 1) p v2 - v2
_1 + Z1 - HT = __1._ + __1._ => HT = 1 - 2 + 1 ' + Z1
y 2 y 2g y 2g
Vi= 4~ = 4x0.314 10 m: v = 4Q = 4x0.3\4 =Z.S m
2
rrD 1 rrx 0.2 2 s rrD 22 rcx 0.4- s
HT [1s-(-2)]x104 + 102 -2.52 +1=25.7m
10 4 20
N=l0 4 x0.314x25.7x10-3 =80,7kW
b) Fs, =-ÍP1A1(-l)+Qm(-v1)]
F5 , =p 1A 1 +Qmvl =18x10 4 x0.0314+1.000x0.314x10=8.792N

5, 7 No esquema que segue, podem ocorrer duas situações:


l) o registro (B) fechado e o registro (A) aberto, a água é despejada por (l);
2) o registro (A) fechado e o registro (B) aberto, a água é despejada por (2).
Em ambos os casos, a pressão indicada na figura é a mesma, bem como se tem a mesma força F =1.090 N,
necessária para o equilíbrio segundo a direção x. Determinar, para cada uma das situações citadas, qual
deve ser a força para o equilíbtio, segundo a direção y.
. 3; A = 100 cm 2; A = 50 cm2; A ~ 7-j cm;
D a d os: 'fo,o = 10.000 N/m 2
g = 10 m j s i .
0 1 2

(vista cm planta)
100 kPa

_F-i-- - -~ - -_-_-_-
____-1_1,n1lTITTITT água
I X I
1

(O)
1
1
junta
( !)-- -- elástica
Fs =-ÍP1A1ii1 +pzA2ii2 +Qm(v2 -vi)]

Fs X =-ÍPoAo(+I)+Qlll(+vi)]
'
Fsx = -poAo - pvõAo
-1.090 = -100 X 10 3 X 100 X 10-4 -1.000V~ X 100 X 10-4
)
1.090 = 1.000 + lOvÕ

-4 kg
Qlll = pv 0 A 0 = 1.000 x 3 x 100 x 10 = 30--"-
s
3
1n
Q=0,03 ---
s
Q 0,03 m
V l - ------ = -· __ . . ,. . . . . . , = 6--
A1 50xl0-4 s
V,=-9_= 0.03 =4m
- A, 75xl0-4 s
1) F5Yl =-ÍP1A1(-l)+Qlll(-vi)]=P1A1 +Qmvl =Qlllvl
F5 =30x6=180N
Yl
2) Fsy 2 =-[p2A2(+l)+Qm(v2)]=-p2A2 -Qrnv2 =-Qmvl
F5Y =-30x4=-120N
2

5.6 No trecho (1)-(2) da lubulação, que está num plano horizontal, escoa ,igua em regime permanente. A
perda de carga de (1) a (i!) é 10 me a vazão, 10 L/ s. Qual é a força resultante aplicada pelo fluido na tubu-
lação? (y= 10.000N/m')

L X 30º
\
\
\

(2)
;
I

1/ ~ 6 0 °
r ---------
',;
P,un J$, 'A,=10cm2

Vz
F5 x =-[p 1 A)cos30º )+p 2 A 2 (-cos60° )+Qm(-v 2 cos60º +v 1 cos30° )]

F5 x =-p 1A 1 cos30º +Qm(v 2 cos60º -v1 cos30°)


F5 Y = -[p 1A 1 (-seu30º) + p 2 A 2 (-seu60°) + Qm (-v 2 seu60º - v 1seu30°)]

F5 Y =p 1A 1seu30º +Qm(v 2 seu60° +v 1seu30º)]


3 3
Vi =_g_ lOxl0- =Slll: v =_9_= lOxl0- =lOlll
1
A1 20x 10-4 s - A 2 10 x 10-4 s
v-? p v-'
_l +-1=_3__+H
2g
e
V, 2ge Pl.l

P1 v22 -v21 102 - ,2


+ HP!,2 - + 10 = 13.75lll ::::;, p 1 =137,5kPa
y 2g 20
F5 x =-137,5 x 10 3 x 20 x 10-4 x cos30° + 1.000 x 10 x 10-3 (10 x cos60° - 5 x cos30° )= -231,5N
Fsy = 1375 x 10 3 x 20 x 10-4 x sen30° + 1.000 x 10 x 10-3 (10 x sen60° + 5 x sen30º )= 249.lN

F5 =~231,5 2 +249,1 2 =340N


5,9 Calcular a força horizontal aplicada sobre o suporte do bocal da figura. Sabendo que a água incide na
placa, plana e vertical, e se distribui igualmente em todas as direções, caku.lar a força que deve ser apli-
cada na placa para mantê-la cm repouso,
Dados: p 1 = 150 kPa; v 1 = 5 m/s; 0 1 = 10 cm; D2 =5 cm; p = 1.000 kg/m3 •

suporte
X

3 ko
lll
= 0.0393-- --+ Qm =.,'9 ,.,-
~ ,,.
4 s s
'
Fs =150xl0 3 x rrxo.1- +39.3(5-20)=1178-589=589N
X 4
rl 1 1 ' 3 rrx 0.052
l
,
1
=F 5
X
=pv~A
-
2 =l.000x20 x
4
785N
·~
v .•"u, A água contida no tanque (l) é descarregada através do bocal sem atri.to. Seu nível h 1 pode ser conside-
rado constante. O jato incide sobre uma placa de grandes dimensões que cobre a saída do bocal do tan-
que (2), contendo água a uma altura h 2 acima do orifício. Os boca.is são iguais. Se hz for conhecido,
determinar h 1 tal que a força do jato seja suficiente para anular a resultante das forças horizontais que
agem sobre a placa.

T
__, _ J_
1

\T h, --
,};
- ------- 1

Fsx =pvfA -c> v 1 =~2gl1 1 => F5 x =px2gh 1 xA


Fciír =Yh2A=pgh2A

=>
5.11 Calcular as componentes horizontal e vertical da força que o jato de água da figura exerce sobre odes-
viador. Dados: p ~ 1.000 kg/m3; Q = 20 L/ s; D; = 10 cm. Desprezar a variação da seção do jato e seu peso.

45º

Fs =-ÍP1A1ii1 +p2A2ii2 +Qlll(vz -vi)]


Fs X = -[p 1A 1(-1) + p 2 A 2 (cose)+ Qlll (v 2 cose -vi)]
F5 " =p 1A 1 -p 1A 2 cosEl+Q 01 (v 1 -v 2 cosEl)=Q 01 v(1-cosEl)
kg
Qlll = pQ = 1.000 X 20 X 10-3 = 20----"-
S

4Q 4x20x10- 3
V1 =V,=-- 2.55m
- ri:D:-' s
J
F5x = 20 X 2,55 X (1- COS 45° )= 14.9 N
F5Y =-[p 1A 1(o)+p 2A 2 (senEl)+ Qlll(v 2 sen6-0)]
F,Y = -p 2A 2 sen El-Qlll v 2 sen e =-Qm v 2 sen e

Fevy -- -- " -.:; X Se!l 4.-:;º


')Q X~.:,_ _. -- -:,
~6N
e
5. 12 A água que sai 'de um reservatório de grandes dimensões penetra nillil conduto de 15 cn, de diâmetro e
incide sobre uma pá defletora fixa que desvia o jato de 90º, conforme a figura. Sabendo que o empux.9
horizontal desenvol\Tido sobre a pá é 1.000 N_, determinar a potência da turbina. Dados: p =1.000 kg/m";
a perda de carga da tubulação é desprezível; TlT = 70o/o.

-IÍI -
Hr =z 1 - ~
v;
2g
' itD2
Fs X =pv~--
• 4 => v, =il4Fsx2 = /__4_x_I._0_00_ _2 = 7.5 m
- l pitD VLOOOxnx0.15 s
2
... 7.5
Hr =J0---=27.2m
20
rrx0.15 2 m3
Q = 7.52 X ·--·-·- = 0.133 --·
4 s
4
N T = yQHT lJr = (10 x 0.133 x 27.2 x O. 7 )x 10·3 = 25.3kW
2
5.13 Dado o esquema da figura, sabendo que a seção do jato tem uma área de 520 cm e que a área do pistão é
20cm2 ,determinara vazão no bocal. Dados:')'H O =104 Nim';y"" =l,36x 10' N/m 3 .0bservação:osiste-
ma está em equilíbrio. '

água

Fpistào = PpAp
Pp +YH 2o xl,2-YHg x2=0
Pp =l,36xlü 5 x2-10 4 xl,2=2,6xl0 5 Pa
_ 5 4
Fpistào -2,6 x 10 x 20 x 10 = 520N
l\ =-[p1A1ii1 +p2A2ii2 +Qm('-'2 -vi)]
F, =-Qrn(v2 -vi)
F,, =Qrn (v, - \' 2 cos60° )= pQv(l - cos 60° )= pQ_g_ (1- cos 60º)
' 4.
F,, =p~-(1-cos60º)=Fpistào
J

Q / FpistàoAj / 520x520xl0- 4 m3
0 233
= ~ p{1-cos6~ 0 ) = V1.000 x (1-cos 60º) = · _s_
2
5 .14 O bocal da esquerda tem uma área de 30 cm e lança um jato com velocidade de 10 m/s contra a pá. O
sistema está em equilíbrio. Qual é a vazão do se~undo bocal e qual é a velocidade do jato se a área dobo-
2 4
cal é 10 cm ? (O fluido é água com)'= 10 N/m .)

60°

=pv J2 e A·Je (1-cos60º)

FSxd = pvLAid (i + cos 60º)

pvf.Aie (1- cos 60º )= pvf dAÍd (1 + cos 60°)

ÍA i (1 - cos 60° ) m f30(1-=-~~;-60;;J


víd -Vie~Ai:(1+cos60º)-lOx~10(1+co~60;;-)-lO s

-4 m3 L
Q=vidAÍd =10xl0xl 0 =0.01-----=10--
s s
5.15 Um jato atinge urna pá que se localiza num plano inclinado. O peso do conjunto é 40 N e a área do jato é
50 c11.1 2 . Qual deverá ser a ·velocidade do jato para que o sistema perma11eça etn equilíbrio? (y = 104
N/m)

Adotando o eixo x na clireçào elo jato elo bocal:


)

F5 X =QmVj =pv-:-Aj
j

I~ >x
V·=!-- -+ Fs X =Gsen30º
J VpAj
f'~"s·~••V""

i 40 x sen30° =? m
4
V1.000 x 50 x 10- s
5.16 Dados D1 = 10 cm; p = 1.000kg/m3; HP0,1 = 2,8m; D 2 = 8 cm; H,,o_. = 1,5m;Hp,,2 = 2,4m;ri 8 = 0,70.
Calcular:
a) a potência no eixo da bomba para que o corpo apoiado nas rodas sem atrito pern1.aneça parado;
b) a força que o corpo exerce sobre o solo, sendo o seu peso G = 250 N.
(Desprezar o peso do tn.'Cho (1)-(3) do jato.)

(O)

5m Sm

60°
(s)
(1)

''
'
(2)
'-?"s-----b....+.1 . - - - ( 4)
1
~~%%i~:i~&;,M
:.t"1ZJ>Q'_,:,,z,;,,;0X-':11;,-;,0'f&:////./,. ;,.,«-{;; 11

a)

2 ' ?
F5 = PVi rcD 1 (1- cos 60° )= 1.000 x 6.63 2 x rc x o.1- x (1- cos 60° )= 172.SN
q 4 - · 4

z 0 +H 8
v;
=-- +HP ,
"'º
~~ º·-
J rcD;'
F
Sx2
= pv:; -----
- 4
=>

::;, / 4 X 172.8 = ::,_- 86 lll


v, = 1
" ~ l.ÜÜÜ X TC X Ü.08 2 s

v;
H B =----"--+
H
-Zo
5.862 , 9 - 62
=--+.>. -::>=0. 1ll
2g P0.2 20

Q =V' rcD~ = 5.86 x TC X 0.082 = 0.0294 lll3


- 4 4 s
10 4 X Ü.0294 X Ü.62 .3 k
-------x 10 = 0.26 ·\V
0.7
,;ri
D' rcxo1-'
b) =pvi--sen60º =-l.000x6.63x · xsen60° =-299N
4 4
' )

F5 2 ITD2
=pV - , - - =1. 000 X).
-_ 862 X rcx O.Os· = 17'N
:> ·
Y2 - 4 4
F,0 10 =FsYl +G-F5 y =299+250-173=376N
2
2
5. 17 O jato de água (p = 1.000 kg/m3 ) de áreaA 1= l0-4m incidecom velocidade vi na pá solidária ao carro,
que se move sem atrito num plano horizontal. O carro, ao se mover, por ação doJato, reboca um bloco
2
de peso G = 20 N sobre um plano inclinado. Se entre a bas1; do bloco, de área 10- m , e o plano inclina-
do existe um.a camada lubrificante de óleo(µ= 0,1 N.s/m") de espessura e= 10-4m, pergunta-se: qual
deve ser a velocidade V; do jato em m/ s para que o bloco se movimente no plano inclinado com veloci-
dade constante v = 1 m/s?

Fs =-w1A1ii1 +p2Azll2 +Q111(v2 -vi)]

Fsx = QmªP u(l-cos 60° )= pu 2 Aj (1- cos60° )= Tfio


V 1 o
Tfio =,A+Gsen30 O =~t-A+Gsen30 O =0.lx--xlo-- +20sen30º =20N
E 10-4
F c···-···-·-·-·-·-----·--···--·-
U= 1~ sx )= 20 )=20ill
VpAj \1-cos 60° V1.000 x 10-4 (1-cos60º s
m
---+ Vj =U+V=20+1=21-
S
5.18 O ds>Sviador de jato da figura move-~ sobre o plano inclinado com velocidade de 1,0 m/ s. Sabendo que
seu peso é 200 N, que sua base é 1,,0 m- e que entre o desviador e o plano inclinado existe uma ca1nada de
2
óleo c9mespessun!, de 0,5 mm eµ= 3 x 10· N.s/m , calcular a vazão de água do jato. Dados: p =1.000
2

kg/m; g = 10 m/s .

v,= l m/s
2
Aj = 20 cm

G=200N A= l m 2
'} o vs
F5 = ptC A = Gsen30 + µ-A
X J E
1
Gsen30º +µ~A Goox s~n;-;::3 x 10-2 x _ ~3 xl
U= E = 1: 0,:,xlO =S, 94 m
V/ pAj ' l.000x20xl0-
4
s
m
Vj =U+V5 =8,94+1=9,94-
S

m3 L
Q = v JA J = 9 •94x20xl0-4 = 0.0199-·
. s =19,9-
s
5.'19 Para urna turbina de ação do tipo Pelton, tem-se os seguintes dados: raio da turbina: R = 1,5 rn; rotação:
450 rprn; ângulo de saída das pás: 170º; velocidade do jato: 100 m/s; área da seção do jato: 0,1 m 2. Deter-
minar a potência da turbina.

N = pA J vJ(vJ.
.
-V s X1-cose)v,

450 - = 70.7-lll
v =(l)R= 2rmR =2xrr--xl.::,
s 00 . s

N = 1.000 x 0.1 x 100 x (100 - 70,7)(1- cos170º )x 70. 7 x l.;OO = 41.115 k\V

5.20 Um propulsor a jato queima 1 kg/ s de combustível. Calcular a força de propulsão, quando o avião voa à
3 3 2
velocidade constante de 200 m/s. Dados: P,c'" 1,2kg/m ; Pg,..,. = 0,5 kg/m ; A 1 = 0,3 m2; A2 = 0,2 m .

combustível

gases de
combustão

ar .• propulsor

----·' a jato

(l) (2)

FSx -Q
-
V -Q
m1 1
V
1n2 1

Q =p 1v 1A 1 =L2x200x O ~ ,.,= ·7"'..) -kgs


~

ko
= Q m1 + Q m3 = 72 + 1 = 73 __;;_
S

V, =
Q
m2
7'~.\ = 730 ill
p 0 A, 0.5 X 0.2 S

Fsx = 72 x 200 - 73 x 730 = -38.890N


5.21 Sabendo que o sistema da figura encontra-se em equilíbrio, desprezando as perdas, determinar a altura
ho· (YH,o =10 4 N/m';y=2x 104 N/m3; Ar= 8 x 10'-;Jm2;h1 =78,5 cm; Q = 15,7 L/s)

~
NC
ar (1)
~
.. ~
--,L ho

r:_ respiro
('-
!-"; ',,;e . )
• • --~
Q

\Fsxl=\Fr\=PpAp
4 4
Pp=yh 1 =2xl0 x0.785=1.57xl0 Pa

F.::,X =L57xl0 4 x8xl0- 3 =125.6N


, .

2 3
A,= pQ = 1.000 x (15.7 x 10- } 1.96 x 10-3 lll2
- E 125.6
•x
v-' g~'
V, =_g___ =15_7 X 10-3 = S 1ll ~ h =- =- = 3.2 lll
~ A2 1.96 x 10-3 S 2g 20
5.22 Um fabricante de brinquedos constrói um carrinho impulsionado pelo ar de uma bexiga. No instante
inicial em que é liberado o ar, determinar:
a) a força de propulsão;
, b) a pressão do ar da bexiga, desprezando a perda de carga e supondo o ar incompressível. (Patm =
100 kPa)
v = 60 m/s

A= 0,8 cm 2
3
Por = 1,2 kg/m

F5 = -pv;A = -L2 x 60 2 x 0,8 x 10---4 = -0,35N


X

Po v2s Pi V,
2
1..
,"-X 60
2
Po =-~-=---- 2160Pa
y , 2
5.23 No tanque da figura, determinar a força F" que deve ser aplicada para que ele permaneça parado. Qual
é o diâmetro do bocal que deverá ser instalado na parede oposta ao bocal mostrado na figura, para que a
força provocada por esse novo jato venha a substituir o efeito da força F,,? Esse novo bocal será instala-
do a 1 m de profundidade e admite-se que a sua perda de carga seja igual à do bocal da figura. Dest're-
3
zar o atrito nas rodas. Dados: p 0 = 130 kPa; p = 1.000 kg/m ; D 2 = 10 cm; Hp0,2 =5,5 m; g = 10 m/s .

3m

2 )
F5 =pv:; rrD 2 =1.000xl5 2 x rrxo.1- 1767N
X - 4 4

V2
, 1 (Po ,
=,J2g.-+Zo -Hp.
J= 1
_l2ox
(130xI0
.
3
.)
+1-5.5 =13.4-
m
~ y o.2 V 104 s
)
1 nD'-
1
= pv',- A\ = pv'- ......=..
"'" - 2 4
/ 4xl767
= 0.115 m
~ TC X 1.000 X 13.4 l
Capítulo 6

ANÁLISE DIMENSIONAL - SEMELHANÇA

Neste capítulo o leitor deverá compreender a utilidade da análise dimensional para a


construção de leis da Física. O agrupamento de grandezas em números adimensionais facilita
a análise empírica das funções que representam os fenõmenos da natureza.
O capítulo é dedicado à interpretação dos principais adimensionais utilizados na Mecânica
dos Fluidos e à teoria dos modelos ou semelhança, de grande utilidade em análise
experimental.
6.1 Determinar nas bases FLT e MLT as equações dimensionais das seguintes grandezas: área, volume, ace-
leração, massa, força, massa específica, peso específico, pressão, tensão de cisall1ame11to, vazão em vo-
lume, vazão en1 peso, vazão em massa, viscosidade dinâmica, viscosidade cinemática, momento,
trabalho e potencia.
BaseFLT BaseMLT
2
[A}=L2 [A]=L

[V]= L3 [V]= L3
(a}=LT- 2 [a]= LT-2
[m]=M
[m]= FL-1T 2
[F]=F [F]=.MLT-2
4 2 [p}=J-v!L-3
[p]=FC T
(y]=FL- 3 [y]=MLT- 2 xL-3 =l"v!L-2 T-2

fr]=FL-2 fr]=J-v!LT-2 xCl =l"v!L-!T-2

[,]=FL- 2 [,] = ML-!T-2

[Q]=L3T-t [Q]= L3T-t

[Qo]=FT-1 [Qo]=MLT-2 xT- 1 =MLT-3

[Qm}=FL-1T 2 xT-1 =FL- 1T [Qm]= MT-t

[rt]=FL- 2 T [ri]= .tv!LT-2 x L-2 T = J-v!L-!T-1

[v]=L2 T-l [v]=L2 T-1


[M]=FL [l\I]=J-v!LT-2 xL =J-v!L2 T-2
[W]=FL [W]=.tv!L2T-2
1
[N]=FLT- [N]=J-v!LT-2 x LT-1 =ML2 T-3
6.2 A carga manométrica de uma bomba cenh·ífuga depende da vazã.o Q, da massa específica peda viscosi-
dade dinâmicaµ do fluido, do diâmetro D do rotor e da rotação n. Determinar os adimensionais caracte-
rísticos da bomba. Função representativa: f (p,n, D,µ,Q, 1HB) = O.

Base: p. n. D
2
fl nD
it
1
=- - =V- -. Re=--(númerodeReynolds)
pnD nD V

it, =_g_3 =cp(coeficientedevazào)


- nD

=>
yHB
p112D2
= ~1;, = 'P (coeficiente manoméuico)
ii,3 A pressão efetiva p, num ponto genérico de um líquido em repouso, é função da massa específica p, da
aceleração da gravidade g e da profundidade do ponto h em relação à superfície livre do líquido. Deter-
minar a equação das pressões.

p = f(p, g, h)
f(p, p, g, h)=O -+ f(n:)= O

[p]=FL-2
[p]=FL-4 T 2
m=n-r=4-3 = 1
[g]=L2T-1
[h]=L
Como só existe um adimensionaL ele será uma constante.
n:=L=c :::::, p=Cpgh
pgh
5.4 Determinar uma expressão para o período de oscilação de um pêndulo simples, de comprimento f, que
oscila com amplitude reduzida devido unicamente à ação da gravidade.

f(T,[,g)=O
rr= (ª'gª2T -+ rr=Lª'Lª2T-2ª2T -+ rr=Lª1+0:2T-2a2+1
a 1 +a 2 =0
1 1
a,=--: u.., =-
2 - 2

T=C /!_
'Jg
!Ui A vazão Q de um líquido ideal que escoa para a atmosfera através deumorificio de bordo delgado, pra-
ticado na parede lateral de um reservatório, é função do diâmetro D do orifício, da massa específica p do
fluido e da diferença de pressão entre a superfície livre e o centro do orifício, Determinar a expressão
para a vazão.

P,un

h
p

Q=f(D,p,p)
f(Q, D, p. p )= O ---> f(n:)= O

Como só existe um adimensionaL ele será mna constante,


[Q]= L3T-l
[D]=L m=n-r=4-3=1
4 2
[p]=FL- T Base: p, p, D

IP]=FL-2
íC = pª1pª2 Dª3Q = (FL-4T2 tl (FL-2 t2 LU3L3T-l
íC = Fª1+a2 L-4a1-2a 2 +a 3 +3T2a1-l

1
a,=--
- 2
ª1 +a 2 =0 }
-4a 1 -2a 2 +a 3 +3=0 C(3 = -2

2a 1 -1=0 1
ª1 =-
2

6.6 A velocidade v com que o fluido atravessa o vertedor triangular da figura é uma função da aceleração
da gravidade g e da altura h da superfície livre do líquido em relação ao vértice do triângulo. Determi-
nar a expressão para a vazão.

--· 1··
~
Resp.: Q=Cg 112 h 512
. ·- -·- -·-·-·-·- -

f(v,g.l.J.)=0

ª·1 +a2 +1=01 1 1


a.,=--: ª1 = - -2
- 2a 1 -1 = O J - 2
l 1
rr=g 211 2,, ~ v-;c
- \IC /oh
bl.J. b
Q=VA --'> A=
2 211
!i.7 A potência fornecida a um líquido por uma bomba centrífuga é função do peso específico ydo líquido,
da vazão em volume Q e da altura manométrica HB da bomba. Determinar a equação da potência N 8.
Rasp.: N 8 =CyQHB

NB =f(y,Q,HB)
f(NB.y,Q.HB)=O ~ f(rc}=O
Corno só existe lllll adirnensionaL ele será urna constante.

[NB]=FLT- 1
tt]=FL-3 lll=n-r=4-3=1
Base: y. Q. HB
[Q]=L3T-l
[HB]=L

TC = yªIQª2H;3NB = (FL-3 tl (L3T-1 )"2Lª3fLT-1


TC = p«1+1L-3a1+3az+aJ+IT-o:2-l

ª1 +1 = o ª1 =-1
-3a 1 +3a 2 + cx 3 +l = O -.'
_;,='{ -1Q-1H-1N
B B
a 3 =-1
-Cl 2 -1=0
ª2 =-1
!Ul Em muitos fenómenos estudados pela Mecânica dos Fluidos comparecem as seguintes grandezas carac-
terísticas: p, v, L, µ, F, g, e. Determinar os números adimensionais que podem ser formados com essas
grandezas. (L = comprimento característico; e = velocidade do som.)
Resp.: Re, Fr, Eu, :M. (vide item 6.7).
Grandezas: p. v. L. fl. F. g. e
Base:p. v.L
1!1 =pªlvª2Lª'r1 = 1!1 = Fª' L-4a1 T2a1 Lª2T-ª2 Lª' FL-2T
n =fPl L-4P1T2Pq_!2 T-P2~3f
1t
2 =pP1vP2LP'F:::::, 1

pvL
Re=-(Reynolds)
[l

=>

o
-pº,,-2Lo- _ Lg., v-
1t 3 - ~- Fr =-(Fronde)
v- L.g

V
:::;, M=-(Mach)
e

6.9 Sabe-se que o empuxo F devido à hélice de um avião é função de sua velocidade vem relação ao ar, da
velocidade angular oo da hélice, do diâmetro D da hélice, da massa específica p, da viscosidade dinâmica
µdoar e da velocidade e do som. Determinar a função de adimensionais equivalente à função represen-
tativa do fenómeno físico.
~ . ( F pvD v
flrh!) .. <1>1-,-,,--,-,- =0
\pv·o- µ e roD,
V 1
F = f(v. ú). D. p. (l. e)
f(F. V. úl. D. p. fl. e)= O -> f(rr1. 1t2. il3. 1!4)
[F]=F
lll=n-r=7-3=4
[v] = LT-1
[m]= T-1 Base: p. v, D
[D]=L
Vale lembrar que se existir esta base. deverá ser prefetida.
(p]=FL- 4 T 2 pois. pode conduzir a algims adÍllleusionais conhecidos.
[ri]= FL-2T deve-se lembrar que no lugar de D. pode ser qualquer grandeza
de equação dÍlllensional L.
[c]=LT-l
,rl = p a.i V a.'Dº"F
- '

11:2 = p~l vil" nll; O)


ô õ1 s~
n 3 =p 1 v ·D 'fl
1t4 =pi~1,-'"2DÀ3c

L -40:1 + ª2 + 0:3 =0 F
Eu=---
T 2a1-a2=0 pv~n~o
o

ª2 =-1
É 11ecessário observar que nos outros sistemas de equações a pa1te das íncógnitas será a
n1es1nai apenas n1udando o símbolo e os coeficientes independentes das incógnitas

F
L
T
l,
dependerão.da contribuição dos expoentes das variáveis it1dependentes ele cada adünensional.

cO
-4131 +132 +l33 =0
2131-132 -1=0
131 = o
l33 = 1
13, =-1
=a,

7r2=-
0-11

Dco
Dm
n 2 =p v D co=-
V

<'\ = -1 "3 =p-lv-lD-1µ=-µ-


p { o,*º
L -4õ 1 +õ 2 +03-2=0 03 =-1 =a,
pvD
pvD
T 261 - 62 + 1 = O º2 =-1 Re=--
fl

F l>, e O
L -4í,1 +À2 +1.3+1=0
T 2,, 1 - ,, 1 -1 = O
''l = o
),3 =0

í~-2 =-1
=a,
rr 4

M=-
e
=p ov -1 De=-

V
o e
V

Dc·l
f(F. v. co. D. p. fl. c)=O -+ f ( Eu.-:;· Re. lvI)' =0
6. i O A força resultante F, exercida por um fluido sobre um perfil de asa de comprimento característico L, de-
pende da massa específica p e da viscosidade dinâmicaµ do fluido, da velocidade v do perfil em relação
ao fltúdo e do ângulo de ataque a. Determinar a função de adimensionais equivalente.

F = f(L.1-1. ~l. v. a)
Base: p. v.L
F
Eu=-,-, (Euler)
pv-L·
pvL
Re =--(Re ,11olds)
p .

( f ovL ·1
flesµ.: IP 1 " ·-. ~ .-·- ,{t =o
,pv'l; µ i
6.11 Um modelo de avião é construído na escala 1: 10. O modelo decola à velocidade de 50 km/h. Desprezan-
do o efeito da viscosidade dinâmica, calcular a velocidade de decolagem do protótipo e a escala de resis-
tência oposta ao movimento. Dado: f (F, v, L, p, µ, g) = O.
1
Resp.: "e= 158 lan/h; K, =-.--
1.000

f(F,v,L,p,)(.g)=O --+ f(Fr,Eu)=O

kp = 1(supondo o ar do laborató1io com as mes mas

prop1iedades do ar do protótipo)

(1) kv=Jk~k; =~i~Xl=i16 =~:

km
vp =3,16vm =3.16x 50=158
11
(2)

6.12 Agua à temperatura de 20ºC escoa por um conduto horizontal, cilíndrico, de seção circular (D = 75 mm),
com uma velocidade média de 3,2 m/ s. Entre duas seções distantes uma da outra 20 m, a perda de
pressão é 20 kPa. Com que velocidade deve escoar benzeno, à mesma temperatura, através do mesmo
conduto, para que a perda de pressão, entre as mesmas seções, seja a mesma?
Dados: µu, 0 (20ºC)=9,8x 10-4N.sim2; µb,.(20"C)=6,4x 10·4 N.s/m 2 • Função representativa do fenó-
meno: f (t.p, p, v, D, µ)=O.
Resp.: v, = 4,9 m/s

Base:p. v.D
F
Eu
pv 2 D 2
A dirn ensionais :
pvD
Re=--
µ

kt,p k\"
:::::> --=-- :::::>
kr, ko

1X l 6.4 V
k =-----~=_!!!.
,· 9.Sxl0-4 9.8 Vp

6.4xl0-4
6.13 Uma hélice de 6m de diâmetro desloca um barco com a velocidade de 7,5 m/s, quando gira a 120 rpm
Constrói-se um modelo geometricamente semelhante do casco e da hélice na escala 1:10 para a determi-
nação da força de tração axial. Determinar a velocidade do modelo, a rotação da hélice do modelo e a es-
cala das forças. Dado: í (p, v, D, n, g, F) = O.
l
"m.•n • vm =2,37 m/s; nm = 379 rpm; KF = - -
"~~~.. 1.000

f(p,v,D.n.g.F)=O ~ f(~.Fr.Eu)=o

llu1D111

v-'
Fr = -··· ~ Frm = Frp (2)
Dg

Eu= ,F , ~ Eu 111 =Eup ~ ' '


kF =kpk;k 0 (3)
pv_D_

kD =i~: kg =l: kp =!(supondo a água do modelo igual à água do protótipo)

-- ~ 1 Vm 75 1ll
k.= lk k.= 1 - x l = - - = - ~ Vm=-· =2.37-
(Z) ' V D ~ V10 3.16 vp 3.16 s
1

(1) ky 3.16 , llm


k 11 =······-=--=.:1.16=- ~ llm '16 X 170
=.>. '79 Iy
- =o "lll
kD 1 llp
10
. 1 12 (' 1 ,2 1
(3) kF =lX (
3.16
-J X -)
10 1.000

6.14 É necessária a força de 15 N para rebocar uma placa de 1,5 m de comprimento por 15 cm de largura, to-
talmente submersa em um tanque de água, à velocidade de 6 m/ s. Que dimensões deverá ter uma placa
semelhante para que, rebocada no ar à velocidade de 30 m/ s, se verifique semelhança completa? Nessas
condições, que força é necessária para manter a placa em movimento?
Dados: p 1120 = I.000 kg/m 3; vH,o =10-' 111 2/s; p,.. = 1,2 kglm 3; v" =10-5 m 2/s. Função representativa do
fenómeno: f (F, v, L, p, µ)=O.
Resp.: 3 m x 30 cm; F = 1,8 N
Base: p. v.L

rr 1 =Eu=~ :::;, kF = k•k~ki_


pv-L"
pvL vL
rr, =Re=--=~ => k,, =k,.kL
- ~l V

1.000 10-6 6
k k k,. =0.2
10-,- =0.1:
=·--- .. -: =
p 1.2 V 30
_ kv _ 0.1 = O _ = Lm
kL - - .)
k,. 0.2 LP
I ( = 1.5 x 2 = 3m
Placa com!
\b=15x2=30cm
_ 1.000
02 X 052 _ ,,_Fm F = Fm = 15 = l.SN
kf =--XÜ.- . - 8. J J - ~
1.2 FP P 8.33 8.33
6.15 As duas bombas da figura são geometricamente semelhantes e apresentam o mesmo regime dinâmico
de escoamento. Sabe-se que a bomba B1 tem vazão Q = 5 L/ s, carga manométrica H 8 = 25 m, rotação n =
1.200 rpm e diâmetro do rotor D = 20 cm. Determinar a rotação da bomba B2 e sua carga manométrica,
sabendo que o seu diâmetro é D = 15 cm.

~ - - - \ B, 1 - - - - 1 B2,1-------'~

flesp.: nBz = 2.844 rpm; H,. = 79 m.


"'

Para bombas: qi = _g_ coeficiente de vazão


nD3
oH
'Y = "') B) coeficiente manométrico
n-D-

kq =l: kn = Dm = 20 = 1.333:
Dp 15

__l_ = 0.422 = nm 1.200


-+ np =--=2.844rpm
...,.,"'3
l ,.:,.:,.:, np 0.422

'.)',
-+ HB =----=---- = 79 m
P 0.316

li. 16 Dado o diagrama Eu= cj> (Re), que caracteriza a queda de pressão no escoamento de um fluido ao longo
de um trecho de um conduto cilíndrico de diâmetro D = 5 cm, calcular a viscosidade cinemática de wn
3
fluido de peso específico y = 8.000 N /m que sofre uma queda de press~o de 49,2 kPa quando se desloca
nomesmoconduto,comvelocidadede2,4m/s. flesp.: v=9,6x10··0 m 2 /s

Re 100 500 1.000 1.500 2.000


Eu 128 25,6 12,8 8,5 6,4

49.2xl03 =10.7
800x 2.4-'
ReP-1.000 10.7 -12.8
Interpolando linea1111ente : => Rep=l.247
1.500 -1.000 8.5 -12.8
2
Vp
2.4x0,05 =
9 .GxlO-s 111
Vp 1.247 s
6.17 Uma esfera totalmente submersa em um líquido movimenta-se em um plano horizontal com uma velo-
cidade v1, sendo necessária uma força F1• Essa força foi medida para diversas velocidades, obtendo-se
os dados da tabela a seguir. Se outra esfera totalmente submersa, de diâmetro D2 = 50 cm, movimenta-se
no mesmo fluido com velocidade v 2 =3 m/s, qual será a força necessária? Dados: D1 = 20 cm; p = 1.000
kg/nt°; µ = 10-3 N. s/in 2• Função representativa: f (F, p, v, D, µ) = O. Rcsp.: 270 N

V, (m/s) 2 4 6 8 10
F1 (N) 40 100 180 300 450
( F pvD)
f(F.p.v,D,µ)=0 ----* flEu= 1 ,:Re=--. =0
pv-o· ~1

Eum =EuP ----* kF = kpk~k~ (1)


Re"' =ReP ----* k 1, = kpkvko (2)

k p =l·" kµ =l: ko = D1 = 20 = 0,4


D 2 50

----* v1 =2,5x3=7.5m
s
Traçado o gráfico de F 1= f(v 1). obtém-se, com v, = 7.5 rn/s. F1=260 N.
F1
(1) ky =lx2.5x0.4=1=-
F2
Logo: F2 = F1 = 260N

li 18 No teste de um modelo num tanque de provas, verificou-se que as grandezas que intervêm no fenôme-
no são: v, g, L, v. O protótipo vai trabalhar em água a 20ºC, de viscosidade cinemática v = 10·• m 2/s.
Sabe.ge que a escala de semelhança geométrica é: KL = Lm = _l_ Escolher entre os fluidos a seguir aquele
L,, 2
em que deve ser feito o teste para se obter semelhança completa: fias!],: Água a 90ºC.
Fluido v(m 2/s)
água a 20ºC 10·"
água a SOºC 7 x 10-7
água a 90ºC 3,54 x 10-7
mercúrio l,25x 10-7
gasolina 5,12 x 10-7
querosene 3,lx 10""

,--
r--
,1
k,. = ~kLkg = V x 1 =0.707
2

k" = O. 707 x 1 = 0.353 = Vm


= 0.353 _,
7 (
v m = 3.53 x 10- \água a 90° C,
)
'>
~
Vp
ü.19 Numcertofenômeno, a função representativa é: f (N, g, p, v, L) =0,onde N =potência, g = aceleração da
gravidade e L = comprimento característico. Ao determinar os adimensionais pelo teorema dos 1t e efetuan-
do uma série de experiências em laboratório, chegou-se ao gráfico indicado a seguir. Se numa certa ex-
3
periência obtém-se p = 1.000 kg/m , v = 2 m/s, L = 0,5 me g = 10 m/s2, qual será a potência em kW?
Adotar como base p,v,L. f!esp.: N = 2,5 kW

45°

f(N, g, p, V. L) = O
Aplicando o Teorema rc e usando corno base p, v, L, obtém-se:
Lg N
TC1 =-, e TC-o =
v- - pv 3L2
Lg N
Pela figura:
v2 pv3L2
1
N = L3 gpv = 0.5 3 x 10 x 1.000 x 2 x -- = 2.5k\V
~ 1.000

6.20 Num certo fenómeno físico, as forças viscosas e da gravidade são dominantes. O protótipo funciona
5
com um fluido de viscosidade cinemática v = 4,8 x 10· m2; s. Se a escala geométrica é 1:4, qual deve ser
a viscosidade do fluido utilizado no teste do modelo para que haja semelhança completa? Justificar
tudo o que for adotado. Resp.: v = 6 x 10-6 m 2/s

vL
Re=- ~ kv=kvkL
V
v2
Fr=- ~ k;=kLkg
Lg

k = /kLk =
V 'J g
~ 4l X 1 = _!_
2
5 2
1 1 1 vm Vp = 4,8x10- = xl0-6 lll
=-x-=-=--
2 4 8 vp
"m =8- 8
6
s
!i.21 A figura mostra o esboço de uma bomba centrífuga vista em corte. Numa bomba centrífuga, a carga
manométrica aumenta ao dificultar a passagem do fluido, isto é, a vazão. Isso significa que a mesma
bomba, em diferentes instalações hidráulicas, pode fornecer vazões e cargas manométricas diferen-
tes, dependendo da dificuldade criada ao escoamento do fluido. A figura mostra a curva característica
H 8 = f (Q) de uma bomba centrífuga, cujo diâmetro do rotor é 15 cm e cuja rotação é 3.500 rpm. Lem-
brando que os a dimensionais característicos de uma bomba são <!> = Q3 e 'l! = g~ 82 , já que, em ge-
nD n"D
ral, o efeito da viscosidade é desprezível e, portanto, não há necessidade levar em conta Re, determinar:
a) a curva universal para todas as bombas semelhantes à bomba dada;
b) a curva característica H 8 = f (Q) de uma bomba semelhante à dada, que tenha o dobro do diâmetro e a
metade da rotação.

H:s 25
•l
(m) 20

15

10'

5 )0 15 20 Q
(L!S)

Q _ ______cQ_~ = 5,08Q
~=--
nD' 3.500 X O 15 3
60 '

9,SHB
= 0,128H 3
2
3.500) xOl 52
( 60 '
. nm 3.500
Para o protótipo: np = = - - = 1.750 rpm e DP =2D 111 =2x0,15=0,3m
2 2

Com essas expressões


.
Q(m'ís) o 5xl0·' lOxlO-'
-
é possível constrnir a tabela a seguir e, po1tanto, as curvas da bomba.
15x10-' 20x10"'
Hs(m) 25 24 23 20 14
d, o 0,0254 0,0508 0,0762 0,1016
'V 3,20 3,07 2,94 2,56 1,79
Q"(m'ís) o 20xl0-' 40xl0"' 60x10·' 80x10·-•
HBn 25 24 23 20 14
Dois barcos geometricamente semelhantes são arrastados po1· dois rebocadores. O barco A é arrastado a
5
uma velocidade de 9 m/ se oferece uma resistência ao arrasto de 10 N. Sendo o segundo barco três ve-
zes menor, qual deverá ser a sua velocidade para que haja semelhança completa e qual resistência ele irá
oferecer ao arrasto? (Observação: desenvolver os adimensionais, dada a função que caracteriza o fenô-
meno: f (F, p, v, L, g) = O.) Resp.: v 8 = 5,2 m/s; F6 = 3.700 N

Eu= ; , :::;, kp = kpk~kf


pv L-
v2
Fr = - :::;,
Lg
1 V V1 9 m
kv=~=l,73=- :::> v, =--=--=5,2-
V, - 1, 73 1, 73 s
F1 10s
F, =-=-=3.700N
- 27 27
6.23 No sistema da figura estão instaladas duas bombas semelhantes. Numa situação, a bomba B1 está liga-
da, a válvula V1, aberta, e a válvula V2, fechada, sendo as perdas de carga Hr,.,=3 m; Hr,,= 3m;
H,,., = 4 m. Em outra situação, a bomba B2 está ligada, a válvula V21 aberta,e a válvula V1,fechada, sen-
do as perdas de carga H"'·' = l m; He<,, = 3 m, e a perda de carga de 5 a 7 é a mesma que a da situação
anterior. Sendo a rotação da bomba B1 = 3.450 rpm, qual será a rotação da bomba B2?
Dados: 'P = gHB_; cj> = __Ci, Flesp.: 3.158 rpm
n 2D 2 nD·
(7)
--------------------------------------1---~----'--'--l
y
8m (8) (9) V1 (5) (6)
~-------+~B1H-~....,_-

;?' (1)
V2

L__ _ __1-;::----T"\B2H-----~
(2) (3) (4)
Se a perda de carga de (5) a (7) é a mesma nas duas situações, como é função de v2, deve-se
entender que a vazão nas duas situações deve ser a mesma, logo, ko = 1.
.--
kQ =knkt -+ kD =31-1-
, kll

=k2_l_=k~
u 2/ n
k/3
n

HBJ =Z7 +HPl.7 =8+(3+3+4)=18111

HB2 =Z7 +H~l.7 =8+(1+3+4)=16111

k" =(~)X16
=1,092=~
n2

n2-
n1 - 3.450 - ..
3 158 rpm
- 1,092 - 1,092
íl.24 Uma indústria necessita, para o recalque de óleo (r = 8.500 N /m\ de uma bomba que forneça uma car-
ga manométrica de 100 m quando funciona com uma rotação de 1.750 rpm. Para análise dessa bomba.
dispõe-se da curva característica de uma bomba geometricamente semelhante, três vezes menor que a
anterior, que foi ensaiada com água na mesma rotação. Sendo o diâmetro do rotor da segw1da bomba
100 mm, determinar:
a) a vazão de óleo que poderá ser recalcada pela primeira bomba na condição estabelecida;
b) o rendimento da primeira bomba, se a potência dissipada nela é 23,5 kW.

Resp.: a) 91,8 L/s; b) 0,768

2 3 4 5 Q (L/s)

k2k2
n D 12 x3 2 HB1 = HB1 = 100 = 11 lm L
a) kHB = =9=- ~ HB2 ~ Q2 =3,5-
k" 1 HB2 9 9 ' s
"
L
kq=knkt=lx3 3 =27=Q 1 ~ Q 1 =27Q 2 =27x3,4=91,8-
Q2 s
b) N=yQHB =(8.500x91,8xl0- 3 x10o)x10·3 =78kW
N 78
11B =-=--=0,768
NB 101,5

6.25 Num canal de provas são realizados ensaios de determinação da força de resistência ao avanço, numa
esfera de 20 cm de diâmetro, utilizando água. Após vários ensaios, foi constnúdo o diagrama Eu= f (Re)
5 2
dado a seguir. Se uma esfera de diâmetro= 5 cm cai livremente em ar (v" =10- m /s; r., = 10 N/m3J,
qual é a força de resistência ao avanço na condição em que o efeito das forças viscosas começa a se tornar
desprezível? Resp.: 0,75 N
Dado: fnnção representativa do fenômeno: f (F, p, v, D, µ) ~ O.

Eu L
i
1

10f- \
\
\
8 \
\
6 '\.

4, '~·-
---
2[ 1 1 1 • Re
10º 102 104 106
Exercício 6.25

A curva representa Eu= f(Re). Quando o efeito da viscosidade toma-se desprezível, o Eu não
varia mais com Re e, portanto, Eu= constante.
Essa situação acontece para Re::; 5 x 10 4 , onde Eu= 3. Logo:
4 4 -S
vD=Sxl04 ~ v 5xl0 v =5xl0 xlO · =lOm
v D 0,05 s
F
Eu=3 ~ 3 ~ F=3xlxl0 2 x0,05 2 =0,75N

Um recipiente, contendo um gás (p =1,2 kg/ m ), tem um orifício por onde ele é descarregado para o
3
6.25
ambiente. O gás pode ser considerado incompressível. Após algumas observações, conclui-se que ava-
zão em volume (Q) é função da diferença de pressão com o ambiente ( L\p), da viscosidade cinemática (v),
da massa específica (p) e do diâmetro do orifício (D). Basp.: 5,9 mm
a) Determinar 1t1 e itz, sendo 1t1 = f (base) x Q e 1tz =f (base) x L\p.
3
b) Verificou-se que, para Q = 0,2 x l0- m 3 /s, obh'm-seL\p = 100 kPa, e que 2 =2 x 10·2
• Determinar o
diâmetro do orifício em milímetros. v n:,

Q=f(~p,v,p,D)
Base: p, v,D
Q
TC1 =-
vD
A dimensionais

= 5,9 x 10-3 111 = 5,9mm


6.27 Num fenômeno, a função representativa é dada por f (Q;, g, y, v, L, µ)=O (Q0 =vazão em peso; L =com-
primento característico). Ao determinar os adimensionais pelo teorema dos Jt, usando a basey,v,L, sen-
do n1 =f (Q0 ), 1t2 =f (g) e 1t'3 = l/1t3 = f (µ), obteve-se o gráfico a seguir. Resp.; e) 1.500 N/s; e) 1/L024
a) Determinar as equaçõ~s dimensionais de todas as grandezas.
b) Determinar os números a dimensionais.
c)Numacerta experiência, y= 104 N/m3, v = 10 m/s, L=5 m,g = 10m/s2, µ= 10-3 N.s/m2 . Qual éa va-
zão em peso em N/s?
d) Pode-se afirmar que o efeito da viscosidade é desprezível? Em que condições?
e) Se os dados do item (e) correspondem a um modelo, qual é a escala das vazões em peso com um pro-
tótipo que é ensaiado com o mesmo fluido e que tem escala geométrica 1/16?

10·3

8 X 10'4
0,3
6 X 10' 4
0,4
'4 X 10--4
0,5
2 X [0-4

""---'--1-_L_ _J.__ _L,.__,___~ Jt~


2 3 4 5
10 10 10 10 ]0

a) [QG]=FT-1 [v]=LT- 1
[g]=LT-2 [L]=L

[y]=FL-3 [p] = FL-2 T

b) ~
ºº
rr1 =--,
yve
Lg
----* rr 2 = --;-
v-

_Lg_5xl0_ ~
e) ii:7 - - - - 0 ·-
- v2 102
, vL: 104 x5 2
2.5 X 10 7
iCJ = ·~IV = 10-3 X 10

QG = ir1"lVL''

= 6 X 1o-4 X 1o4 X 1o X )- '' = 1.)·oo -NS
1
e) kL - -·
-16. k g =l

11 1
k 2v =k L k g --+
k
v=v16
I

k =k k .k-' =lx-x
1 - =-- (·1·12 1
Qo ' ' L 4 , 16 , 1024
6 .2!! A potência (N), necessária para o acionamento de um barco, é função de p, v,g,L = comprimento da linha
d'água e A1, = área frontal submersa. O barco deve se deslocar com uma velocidade de 36 km/h.
a) Determinar os adiinensíonais necessários ao estudo da semelhança com um modelo na escala 1/100.
b) Qual deve ser a velocidade de ensaio do modelo em água, para conseguir semelhança completa?
e) Qual é a potência necessária em kW para deslocar o barco na velocidade dada, se no laboratório me-
diu-se uma força no modelo de 0,75 N?

\ /

L
Resp.: b) 3,6 km/h; e) 7.500 kW
= linha d'água -!''
Atr = área frontal
submersa

a) N = f(p. v. g.L.Afr)

Base: p. v.L =>

b) k! = kLkg
kN =kpk~k~

k,: =~kLkg =~l~O = 1~=~:~ ::::)

e) kN =kpk~k~ =lx(l~r x( 1{0 r 1 Nm


-,--····~- = ----·-..
10
7
NP
Capítulo 7

ESCOA.\.IENTO PER\'Li\.L',"ENTE DE FLUIDO INCONIPRESSÍVEL ENI


CONDUTOSFORÇADOS

No Capítulo 4 apresentou-se a equação da energia com essas hipóteses, resultando:

H1 +H1,1 =H2 +HP1,2


Essa equação perante detemúuar ao !ougo do escoameuto alguma das variáveis que contém, isto
é: H11, v. p ou z. Entretanto, esta tarefa somente será viável se for conhecida a perda de carga
HPu ao !ougo do escoamento.
Este capítulo dedica-se, fündamentalmeute, ao estudo desse tem10 para coudutos forçados,
estabelecendo as bases do cálculo de instalações hidráulicas.
A defuúção das linhas da euergía e piezométrica estabelece uma maneira interessante de
visualização do andamento da euergía e da pressão ao longo do escoamento, que pode facilitar a
solução de problemas voltados à solução de iustalações.
') }

ªovõ Po ª1v1 PJ
--+-+zo =--+-+z1 +hfo
lg y 2g y ,1
Como se trata de rnn gás. a diferença de cotas pode ser desprezada desde que esta não seja muito
grande. Considerando a mina como um reservatót'Ío de grandes dimensões, vo = O e, na escala
efetiva p 1 = O, obtêm-se:

2gE.
- V
v= •
L
a 1 +f--
DH
Como f = f(Re) e Re = f(v), o problenm deverá ser resolvido por tentativas.
Adota-se f --+ v --+ Re --+ f'
Se f' = f está resolvido, se f ;=J' --+ adota - se f' --+ v' --+ Re' --+ f" e assnu
por diante.
Uma fonna de obter rapidamente o resultado, consiste em adotar o f correspondente à parte

hot'Ízontal da curva de DH calculado para o problenm. Observa-se que se o Re for


k
relativamente grande, o f estará nessa parte da curva. o que evitará novas tentativas.
Po =yH 2ohH"o =10.000x0,2=2.000Pa
DH = 4A = 4x 0.6 x 0.6 0, 6 m
cr 4x 0.6
X 2.000
20
12,7 3.150
Logo: v= 1--~~
l+f 500 1+833.3f
0,6

Como: do Moody- Reuse adota - se f = 0,023

3.150 m rifi Re vDH 12.4x0.6


v= 1------=12,4- e ve ca-se =--= · · 7,5x10 5
1 + 833,3 X 0.023 S V 10-5
Ao observar o Moody-Rouse nota-se que o Reé suficientemente alto pam que se possa adotar o f
correspondente à parte horizontal da curva de Dwk (escoamento hidraulicamente mgoso).
Nesse caso, confinna-se o f e, conseqüentemente, o valor da velocidade. Assim:
lll3
Q=vA=12,4x 0,6x0,6=4,5-
s
7.2 Na instalação da figura, deseja-se conhecer o desnível .ó.h entre os dois reservatórios de água. Dados: po-
tência fornecida ao fltúdo N = 0/5 kW; diâmetro D = 3 cm; Q = 3 L/s; L,,i = 2 m; l-:1.< = lO m; k,,=l;
k,,~k,,= 1,2; k,, = 1.6; v = 10-•m7s; f = 0,02; y = 104 N/m '·
Deterr.ninar tan,bém rugoshlade do conduto e a altura h0 para
.:t q11e a pressão efetiva na entrada da
bomba seja nula.. Resµ.: llh = 13,3 m; k = 1,5 x 10-5 m; h = 3 m 0
(7)

----- - _ .,r--------:,, ---- --------- -:.,


(O)
t-+_
i=,,-h-,-o -
L__.':.:.::r-;;::------:::-:-1 B
(1) (2) (3) (4)
Ho +HB =H1 +HPo.,
Z1 -Zo =Afi=HB -HP0.7
N 0.75 x 10 3
N=yQHB => HB=;Q=104x3x!0-3 25111

Hp 0_7=(f :H + Lk,) ;:
v 4Q 4x3x!O-l _ m
4 24
-1rD 2
'itX0,03 2 s
2
12 ) 4,24
HP0.7 =(.0,02 x 0,03 + 5 x 20 = 11, 7m => ,ili= 25 -11, 7 = 13,3m

Re vD 4,24x0.03_L27x!O'} D D 0.03 -'


v 10-6 · Moody-Rouse:----ª-=2.000 =:>k=-H-=-·-=l.5"10 ·m
k 2.000 2.000
f =0.02
v2 Lt2 v.! v~
H 0 =H 2 +Hp0_2 => z 0 =ho =-_- +f----+k,1 -
2g DH 2g 2g

h 0 = l+f-·· + - ·
(
L1, LL' lv
-=
2
( 2
_l+0,02x--+1 x--=3m
.) 4.24
2

DH DH 2g \ 0.03 20
7 ,3 No sistema esquematizado, conhece-se Q" 16 L/ se sabe-se que o sentido de escoamento é de (O) para
(8). Com os dados da figura, determinar:
a) a energia por unidade de peso trocada entre a máquina e o fluido e o tipo de máquina;
b) o coeficiente de perda de carga distribuída.
Dados:"fH,o=IO' N/m 3;1'Hg=1,36xl05 N/m 3 ;D=l0cm;k,,=k,.=10;k, =2;k, 3 =k, =k, =1,5;
k =35 • · ' ' ' '
'' ·' ' Resp.; a) 25,2 m; b) 0,04
2m
(6)
T1
1

14m
(8)

(7) I?
' 7
/ ;

a) Obviamente a máquina é tuna bomba, pois Psaida > Pentrada.


P,-Pe
y

Pe + "fHg X 2 -YH20 X2 = P , ~ p., -pe =.2x (t,·36x10 5 -10 4 )=2. 52x10 5 Pa


H 2,52x105 25 . 2m
B 10.000
b) Ho +HB =Hs +HP0,8 ~ HB =HP0,8
V~'
e .....,
Jh 5 =Jks-
....., 2g
-3
4Q 4xl6xl0 = 111
v=-- 2
·1
rrD- rr x OJ
2 5

,2
) h 5 = (2 X 10 + 2 + 3 X 1.5
-'-' . · 20 = 6111
. + 3.5).:.__
hf = HPo,s - Í:: hs = 25.2 - 6 = 19,2 m

20x0Jx19.2 =004
., ~ ,
Lv~ 238x2-
7.4 Dada a insta.lação da figura, determinar:
a) a velocidade e a vazão na tubulação;
b) a pressão no ponto A, ponto médio do trecho (3)·(4).
Dados: k,-; 1 -=0.5; k,r. =k~ 3 =k~.s. =k~ 5 ~1; k~ 6 -10; kl 7 -=1; D;: 6 cn1; k = Or15 cn1; g = 10 m/s2;
v = w-< ni2/ s; y" 10' N !m'.

flesp.: a) v" 1,45 m/s; Q" 4,1 LI s; b) PA = 15,5 kPa


rO) f ~

1 2,5 ·~l_ _
+,-,.,.---,,,-1
' - - - - - - - ! (1) (2) 1
(3) (A) (4)_______

1(5) (6) (7)


(8)Í
-t-.----,;==,:l
0,5m

1 ! 1 1
1
' L,., = lm I L,., = l m ' Ls,, = 1 m •

.. L ·1 v2
HPOS =
, r\ f-+ )'k. -
D - ', 2g

D
Com-=--=40
6
- doMoody-Rouseadota-se: f=0,054
k 0.15
[·-···········- -·-·······
20x2 L _m
V=j 4 - =·)- 4
110,054 X - - + 1:,,5 S
I O,Oó

\ ' erifi1caçao. vD 1,45 x O,Oó


_ _ R e=-= S,? x lO' o que confirma o valor de f
V 10-6

V"' pA L !,A v-' ..• v·,


=:, Zo = + -···· + Z + f ·····•···· ····· + )' k.
2g "( A D 2g 7 ' 2g
p (' L A \1 v2
-"'-=z 0 -zA - l+f~+Lk, -;,-
y . D 1 .1 ~g
452
PA =2.5-0.5-(1+0.054x~+L5·J, x L =l.55m
1 \ QM _ W
7.5 Um motor elétrico fornece 3 kW à bomba da instalação da figura, que tem um rendimento de 80%. Sen-
do dados:
a) as tubulações são de mesma seção, cujo diâmetro é de 5 cm e de mesmo material;
b)k, 1 =10; ks, =k,, =1; k,3 =k, 5 =k, =k,, =k, 9 =0,5;
e) a vazão em volume na instalação é d'e 10 L/ s;
d) o comprimento (real) de (1) a (3) é de 10 m e, de (5) a (9), de 100 m.
Determinar;
a) a perda de carga entre (O) e (4) (total);
b) o coeficiente de perda de carga distribuída;
e) a perda de carga entre (4) e (10) (total);
d) a potência da turbina, sabendo que seu rendimento é de 90%;
e) o comprimento equivalente das singularidades da instalação.

(2)

(9)
Resp.: a) 17,6 m; b) 0,01; e) 29,9 m; d) 5,1 kW; e) 72,5 m

P4
HB=-+Z4+H Po,4
I

rrnNB 0,8 X 3 X 10 3
-+ HB = - - - 24m
yQ 10 4 xlOxl0-'3

p4
=HB - - - z 4
~4 24x103 4· = 176
• m
H =Lo -
PoA I l04
3
b) HJ>ML2=hf 1,3+:;Eh, -'> hr=Hpo.-1 -:;Eh,
i

4Q 4x10xl0-3
v=--
rrr,2 rrxO, r
_) 5.lm
s
. . "\11 5.11
º
)h. =(k. 1 +k" +k., ~=11,5x-·-=15m
....,J. ..;)..;!'"".:,' '}
....
_g "º
-
h1,..,
__ =l7,6-15=2,6m

Lu v2 _2gDhfi, 2x10x0,05x2,6
hii3 = f - ·- -'> f= ' ' 0,0 1
D 2g Luv 2 10x5J-
e) Como o, dois tubos têm o me.smo diiimelrn e material e o fluido é o mesmo, temcse o
mesmo f

-h f.9+.,
H "'l"-
9
'-'h , -
L-~
- f --+L
9 . 2
) 17 ~k"-.-
'
lr ..
-,, • ,, 5D 5 • 2g . 1
H ptlO
,,
-f
-
.
.
o, o1 X--+~
100 , )5,1-
0.05
_-,9 •9 m
1---.:...
., 20
'

d) H 4 -HT =Hio +HP4.rn


p4
-+z4-Hr
"I
=HP'!O
.,.,

24 103
Hr - x4 + 84- 29.9
. = 56.5m
.
10
4 3 1
Nr =·,QHrnr., =10 xlOx 10- x 56.5x
. 0.9x- -=5.1kW
. 1000 .
A vaz.'\o é considerada a mesma, pois parn p4 = e", eneces,~'irio que o nível se mantenha
constante.

L eq '
.,.- 1
,-
e) h, =f--=k.-
'"'l n·1-g "'-g
5
') L = D )' k. = 0,0 (10 + 2 x 1 + 5 x 5)= 71.5 m
........ eq f ..;.... .;, 0~01 · . , .
7 .6 Numa certa região, há três reservatórios naturais; A, B e C, e um conjunto TB formado por wna turbina
acoplada diretamente a uma bomba. As perdas de carga nas tubulações são:
entre a e b, H,,> = 0.5 m
entre e e d, HP~.d = 0 4 m
1

en.tre f e g, HPt.~ = 0,6 m


entre i e j, H,. _= 0,4 m
<./
e o rendimento do conjunto TB, 11Ta = 'h x 11 8 = 0,6. Sendo T = turbina e B = bomba, determinar a rela-
ção entre as vazões QT e Q8 na turbina e na bomba; respectivamente.
Fluido: água dey= 104 N/m3.
Resp.: Qr/Q8 = 9,15

60m
eixo
12m
g
f d
e
H, -HT =Hd +HP,.i => Hr =12-0,9=11,lm
Hr +Hs =Hj +HPf.j => H 8 =60+1=61m
yQBHB QT = Hs 1 = 6,1 x l -9,15
N 8 =N, =>
QB H, 11r'1B 11,1 0,6

7 .7 Entre A e C do circuito hidráulico da figura está um conjunto de elementos combustíveis usado em rea-
tores nucleares. Desprezam-se as perdas no resto do circuito e são dados: N 8 = 18 kW; ris = 0,75;
7
H PC,A =135m·D=l0cm·v=10-
.f I
m 2 /s·L
I CA =24m·d=l5cm·~=10
I I ~ 1
4
N/m3 •
Calcular a rugosidade equivalente k dos materiais de que são feitos os tubos externos e internos.

- Corte x-x
28 barras de combustível sólido.
t -f--x ....
O fluido escoa entre as barras.

:.1 B
:.)
(A) :.) (C)
:.)

Como no resto do circuito a perda de carga é despi·ezivel:


HB =HPC.A =135m

NB = yQHB --'> Q '1BNB 0,75 X 18 X 10 3 3


O,Olm
'1B yHB 10 4 X 135 s
A velocidade média no trecho CA sera:
Q
v=-
A

L v·' 20x7,lxl0-3 xl35


hf = f - - --,. f 0,0675
DH 2g 24x3,44

3,44 X 7,1 X 10-J . 5


2,44x 10
10-7
7,lxl0-3
Do Moody-Rome DH =25 -; k DH 2,Sxl0-3 m
k 25 25
7.8 Calculara vazão na tubulação da figura para H = 10 m. Calcular em seguida o novo valor de H para que
a vazão seja 50 L/s. Dados: D = 150 mm; v = 1,05 x 10-6 m 2/s; y = 104 N/m3; k = 25,9 x 10-5 m;
kSI =::Q,5;k 12 =k~ 3 =0,9;k 54 =10

(O) Resp.: Q = 47 L/s; h = 11,1 m

~ ---:r (3) --. (5)


(4)
15m

{!)
1 25m
.I (2)
50m

,
V~ L v-
" v-
·")

Zo =-' + f - - + ) k , -
2g: D 2g - 1g

D --º~·_!)_-_ = 579 -> do Moody-Rouse adota-se f =0.024


k 25,9x10-3
,. ___2_o_x_10____ 0
~m
V= 1 90 - ~.-' S
·,11 + 0,024-_ + 11.3
\ 0,1)
vD 2-7 x O.IS = 3.8 x 10 5 confirmando f
Verificação: Re=- ,, l,Qj X 10-ó
-,,,en. 2 O -, ,; L
Q ='\~--=~,IX
,u, J - Jr X .lY -- 4.~. X 10-2 fil -- 4-,, -
4 4 s
• 4Q' 4x50x10- 3
=., 83 m
V = ;tl)2
~X 0.15 2 - S

90 '·1 8-"t 1
zó=H= 1~0.024x· +12.31~·/·=lLlm
0.15 , e.O
7 .9 Um pequeno reservatório é alimentado por um poço artesiano, conforme mostra a figura. O manómetro
metálico acusa 50 kPa. Sabe-se que a tubulação é de ferro fundido de 10 cm de diâmetro. Calcular ava·
0 2
zão de alimentação do reservatório. (v = 10- m / s)

flesp.: Q = 40 L/s

/ // / , // / '//.

P2
+-+
y z2 +hf,
1,-

mas. e conhecido pode - se utilizar a expressão para

se obter outra variável. no caso v.

v= /2gDHhfu
v a1,2
Observa-;e que não se tem f. de modo que não é possível calcular v. bem como Re e,
conseqüentemente. não se pode obter f do Jvfoody-Rouse. Este exemplo é do tipo: temos hc,
queremos Q.
Nesse ca,o pode-se calcufor Re .Jf.

r;:
Obse1...-a-se que Re vf pode ser calculado sem que v seja conhecido. desde que se conhefa hr.
que é o caso do exercício.
z, 3
L1) =--=-- 6111
,- sen 30° seuj'Oº
DH 0.1
-= -386 (k do feffo fundido obtido do l\Joody- Rouse)
k 2.59 X 10-4
Com esses dois valores obtém-se do Moody-Rouse que f = 0.026
v= /20x0:~x-~-= 5_06 :~
~ 0.026 X 6 . ',
ry ·_J 3
rrD~ O1 L
Q=v--=5.06x rrx · =0.04m =40-
4 4

7 .10 Dois reservatór~s cujos níveis estão nas cotas 500 m e 480 m estão interligados por uma tubulação de
concreto (k =10 m) de 8 km de extensão e 1 m de diâmetro. Determinar a vazão que pode ser transpor-
tada. (Desprezar as perdas singulares.)

3
Resp.: Q = 1,27 m /s

==:> hr=20m --+ L ,/


hf=f-- ==:>
,•. __ ~2g:DfLhr
D _g
J

Í20 X 1 X 20 111 rrD 2 TI: X 12 1ll3


v= /··· · ········· =1.61-· ==> Q=v =1.62 X···· =1.27 ·
\J 0.019 X 8.000 ', 4 4 ',
7.1 í Pretende-se esgotar a atmosfera poluída de uma instalação subterrânea através de um poço de_seção cir-
3
cul;.rr, J?Ormeio deum. ventilador. Dados: 0=3 m;h= SOm;Q= 71 m /s;11v = 0,75;y= 13N/mº;v = 1,Sx
10-, m /s; k = 10-3 m; Pmm = 100 kPa. Determinar a potência do ventilador .

..
D
h
IQ ventilador
Resp.: Nv = 50,4 kW

;
p=0,02mca
.. ;

Ho +Hv =H1 +HPO,l


2
a 0v 0 Po e1.1vf P1
+-+zo +Hv =--+-+z1 +hí
2g y 2g y O,!

Desprezam-se as perdas singulares e admite-se o r.::servatório de grandes dimemàes.


Po =yH2ohH2o =10.000x0.02=200Pa
4Q 4x71 111
VJ =V=--~ , =10-
rcD~ rcx3~ s
2
L v
hf = f - - .-
o.1 DH 2g

Re= vDH = 10x3 lx106


V 1.5 X 10-j
---+ f=0.016
DH 3 .
-=--=3000
k 10-3
50 10 2
=0.016x-x--=1.33m
3 20
ª1 vi' Po
Hv =--+z1 +hfo1 - -
2g - y
10 2 _ . 200
Hv =--+:,O+l.33---=41m
20 13

T yQHy 1 13 :< 71,; 41


Ny =--~ 50.4k\V
1.000 0.75 X 1.000
7 .12 Na instalação da figura, a água deve serlançada por meio de um bocal no tanque da direita. Determinar
a mínima potência da bomba para que isso aconteça. Dados: D = 10 cm; material: ferro fundido; diâmetro
de saída D, = 7,5 cm;v = 10-6m /s;y= 10 N/m ; k, 1 =0,5;11 8 = 0,75. Desprezar a perda singular no bo-
2 4 3

cal.

(O)

"f
15 m
LJ i~--'-----t
150m
B ,Lµ:~~~D,
Resp.: N 8 = 18,1 kW

(!) lo 15m (Z)

15 m

x=,i
1
J =;>
1
V=··O··-··
·1 =-
y = 2 gt 2
., 1
,. y-

1"'~,-,,.~·

=15 1 lO =8.66
111 D.)· 2 ( 7.5)2 4 87 m
V =;,
v 2 =v, ( ; . =8.66x _ lO _ = · · ~
' V2x15 ~

v 2 D 4.87x0,1 5
Re=--= =··.
49 x 10
V 10-6
=;, f = 0.026
D O.l = 386
4
k 2.59 X 10-
1 2
_:_
8,66__ + - _ 150-'- O "J
l'.º.0)6 X , ·-' X4.87
- - - - 1- "' 6111
)=.:U.
20 0.1 . 20
7J 3 A instalação da figura será utilizada para o transporte de 12 L/ s de água do reservatório A para o reser-
vatório C, ambos mantidos em nível constante. A bomba será adqtririda do fabricante X, que produz
bombas de potência nominal: 0,5 CV; 1 CV; 1,5 CV; 2 CV; 3 CV; 4 CV; 5 CV, todas com rendimento de
5
82%.Dados:D=10cm·d=8cm·k=5x10- m·y=104 N/m3f·v=l0'6m 2/s·k $3 =Ü \· k s =k ~~ =05:
f 1 f ' · T l ,

k,, =l; L,., = 4 m; L3•6 =l5 m; g =10 m/s . Desprezam-se as perdas entre as seções (O) e (1). Selec10nar a
2 4

bomba apropriada.
(7)

(5) e
(6) 7 rn

(3) 1
·B
(4)
(]) (2) D

aovõ' Po a7v7' P1
- - + - + z o +HB = - - + - + z 7 +HP07
2g y 2g y ,
HB = 2 7 + HP0.7 = S + HP0,7

HP0,7 = HP0,1 + HP2,3 + HP3,7 = HP2,3 + HP,,7

L,__ 3 v-1__ ,·
,.
_ L 3 ..., ,--3· 7 ·v~ 7 ·v:::- 7
')

v:::- 7
,.
·v3 7
') '} ,.
H P07 = f '3 -·---·-+ Í J7-d---+ 'I ' k ,, k ,. + k ,, "- k '
'3 - - + '4 - - '5 - - • '6
,, -- D lg ,. 2g lg lg lg lg
'
~ L2,3 Y2,3 .
HPo.7 =í,-,----+(f,,--+k,
-,- D ,0 -,-
L3_7
d
-
3
- ' - -
+k, 4 ,k,.:, +k, 6
)' \"3,7
--
"')º
-::::- .. -::::-

3
4Q 4xl2x10- -LS m
v,__ j~ =rrD
-- 3
1 2
1( X 0.1 S

4Q 4 X 1.2 X 10-J l.J ffi


Y3,7 =--., = , - 9
rrd- rr x O.os- s
_ ,·2,3D _ l.53x0.l _ 1 ,, 10
R e2_3. - --- -3 ... :,x
sl
V 10 -+ f,. =0.019
-·'
D 0.1 2.000
k 5x10-3

_ Y3_6d _ 1.39 x O.OS -191 105)


Re36 - 6 • x
. V 10- -
-+ f, 6 = 0.019)
d_ o.os _-1.600 ..
k 5x10_,

Hp
0.1
4 1.53- ' 15 _ ,
2.39-'
=0.019x-x--+ 0.019)--+0.l+0.5+0.)+1 --=l.dm
0.1 20 O.OS . 20
_ l _ )
HB =8+1.73=9.73m
3
NB yQHB 1.000 x 12 x 10- x 9.73 1.9 CV ~ 2CV
75TJB 75 X 0.82
Na instalação da figura, um líqtúdo de alta viscosidade cinemática (v ~ 10 m /s), escoando laminar-
4 2
7.14
mente, é recalcado do reservatório A para C. O comprimento da tubulação, desde a saída da bomba B
até a entrada do cotovelo, é 60 m, medidos ao longo do eixo do tubo. O raio Ré muito grande e a distân-
cia entre a saída do cotovelo e a entrada do tanque C pode ser desprezada. Determinar:
a) a carga manométríca que a bomba deverá prover para obter-se uma vazão de 8 L/ s;
b) a potência da bomba, cujo rendimento é de 70%.
3
Dados: k, (saída de A)= 0,78; 'Y = 8.000 N /m ; k, (cotovelo)= 0,6; J.c. (entrada de C) = 0,5.

D=O,lOm
!Om
A
ílllSfl.: a) Hu = 12,3 m; b) NB = 1,1 kW

a) HA+HB=Hc+HPA,C :=:;, HB=zo+(f~+I:k,);:


3
v= 4Q' = 4x8xl~- 1 111
rrD" TI: x 0.1" ,
vD lx 0.1 64 64
Re=-=--- 1.000 ~ f=-=--=0.064
v 10-4 Re 1.000 .
.
1 12 ""º .)
(
HB =10+ .0.064x--+L88 x-.-=12,3m
0.1 20
3
8.000 x 8 x 10- x 12.3 x 10-3 = 1.lk\V
0.7
7 .15 Dada a instalação da figura, determinar a pressão p 0 para que a vazão seja 6 L/ s. Em seguida, traçar a li-
nha piezométrica e a linha de energia sobre a instalação, marcando o valor das respectivas alturas nas
seções A, B,C, D,E, F eG. Dados: D= 5 cm; L =50 m; f =0,02; k,, = 0,5;k,. = 0,5; h=2m; PE = -50kPa;
--62 4 CD
V= 10 m /s; NB =0,75 kW; "(= 10 N/m; llu = 100%.
;j

,,.
. . . ' ....
<<· Po <·>:
(A) ..... ' ' ' Res1J.: p0 = 127 kPa

h
(B) (C) (D) (E)
0i-.;~F-")--'-(G~
1
L 1 L
1
'
-,1

2
Po +h ªE V~ PE ( , LB.E .). v
+-+ f--+k,B +k,cD_ -
"{ Ja
-~ v D
i · 'ª
-~

3
v =v= 4Q 4x6xlü- _ m
3 06
E rr o'- oo-'
·rrx . ::,-

Po 3.06 2 - 50 x 10 (o.o, 3
1 x so o_~_._ o_._·). 3.06
2
_
- - ---+ . - X + ·-' , ,::> 1 = 11
~. l lll
4
"f 10 10 0.05 10
1 ., 10 4
-1 ~.,x
Po- x -l - -
-1 --
1 7kP~
"
1.000
1 3 2 ,
PB =Po +h- .-- -k 3.06 2
= 127 X 10 +1---'-- , • 3.06"
O.:,x--- 14m
'f y lg: 'B lg 10 4 10 20
2
L 'iü '06 2
Pc = PB - f ~.::.__ = 14- 0.01 x ---·- x .:1. = 4.6 m
·r y D lg: 0.05 20

1 X 0.75 X 1.000 =l' 'i


10 4 x6x10-,' -·- lll

-50x10 3
4
+ 12.5 = 7.5m
y 10

1
.... - p
Para obter a linha da energia . basta somar - = 0.45 m em cada - .
- 12 y
7. i 5 Um conduto de ferro fundido de 1.000 m de comprimento e 10 cm de diâmetro liga dois reservatórios
em níveis constantes, e foi projetado para uma vazão de 20 L/ s de água. Colocada em funcionamento a
instalação, verificou-se que a vazão que circulava era igual à metade da prevista, em virtude de uma
obstrução do escoamento por material esquecido no interior da tubulasão. Qual é a perda de carga sin-
4 3
gular introduzida pela obstruçao? Dados: Yágua = 10 N/m ; µágua= 10- N.s/m2•
Resp.: hs = 62,6 m
L v-'
ll.z=f--
D 2g
1 ., ') 2
L v' 2 L ,-- L ,,-- L v· f')Lv
ll.z=f'--+h, =f'--,-+h, = : , f - - - f ' - - - - h , =0
D 2g D 4 x 2g D 2g D 4 x 2g
=:,. 4
h, = ( f - D 2g:

Y= 4q = 4x20xl~-J _ 255 m =:,.


)
v' = ,- = -,)_,
-~ = 1.27 m
rrDª rrxo.1· , 2 2 s

Re -_ -vD -_ 2.55x-li0.1 _)---,,• x 10 s lt


V lÜ --+ f = 0.026
D 0.1
k - 2.59x10- 4 J
·'D
Re'=-'-=l.27x10 5 =:,. f'=0,027
V
2
º·º,,27)
h = ( 0.026--' - x1.000 - - = 6'~. 6m
- - x2.55
' , 4 , 0.1 20

7.17 Considere um tubo de ferro galvanizado, horizontal, de 5 cm de diâmetro. Qual deve ser a mínima que.
da de pressão da água, num trecho de 30 m de comprimento, para que o escoamento seja turbulento e hi-
4 3
draulicamente rugoso? Dados: Yágua =10 N/m ; µágua= 10-3 N.s/ m 2.
Resp.: t.p = 500 kPa

fl gft
v=-=-
p y
D 0.05
330
k ,, X· 10-4
1•--
Para e,,e valo!' de D o e,coamento tom.a-,e hidraulicamente rugoso para Re ::e 4 x 10 5 e nes,e
k
caso f = 0.026.
.-D vRe 10-6 x4x10 5 m
Re=- ~ v=-- 8
v D 0.05 s
o )
L ,--
ll.p= yf--=10
4 s- 30 5 .
x 0.026x--x-=5 x 10 Pa =500kPa
D 2g 0.05 20
7 .18 Na instalação da figura, determinar a potência da bomba necessária para produzir uma vazão de 10
L/s,.5uponr-oseu rendimento de 70%. Dados: D,e, =2,5'(6,25 cm); D,u, =<f'(lO cm); aço;v = 10-6m2 /s;·r
= 10 N/m; Les,=20 m; L,q,=2 m; L,q, = L,q 7 =1 m ; k,,=10; k,,=1.

lm lm
(7)
(8)'----'

5m lOm
(5)
(2)1 • · J (4)
B

2m
T (3)

(O)
1~·-----1(6) 50m

Resp.; 7,1 kW
lm
(!)

+H PRe.e

_f Ltotsuc
H PSuc - Sue D
Sue

4Q 4x 10 X 10-3 1ll
\tsuc = '1 1.27-
rrDsuc IT X OJ-' ',

YsucDsuc _L27x0J=l J7x1051


Resuc = - - - - -6 ·-
v 10
fsuc =0,0195
Dsuc
k 4.6x10-)
OJ _ =2.174 I -+
,,1
30 l ·"''
H PSuc =0.0195 x-x-·--= o.·4-fm
0.1 20

. L,otRec + , k, .) V!,ec
HPRec = ( fRec L.. •
DRec Rec ..:.g
3
4Q 4x10x10- -3.261ll
'-"-Rec = -) 06'~
l! X O•• .;.:, S
rr D Rec
VRecDP..ec 3.26 X 0,0625 _ X l05
2
V 10-6
" - oº"
~ l.Rec - ' ~
0.0625 _ =1359
4.6 X 10-)
63 3 26 2
H =(0.02x +11)-·-.·-- =16.56m
PRec
. · 0.0625 .
20
HP 0•9 =0.47+16,56ê=l7m

- - - + 1'c,+ 17 =.,~o m
0.2xl06
-
10 4
10 xlOx 10- x.~o :<l0-3= 7.lkW
4 3

0.7 .

7.19 Na figura, H 1 = 56 m, H 4 = 38 me os comprimentos equivalentes das singularidades são L,, = 18 m e


.,., =2 m. Determinar:
L= '
a) o coeficiente de perda de carga distribuída f;
b) o comprimento da instalação entre (1) e (4); Resp.: a) f = 0,02; b) L = 60 m; e) 11. = 0,45 m
e) a perda de carga singular devida à válvula (3).

k.2 = 9 k,3

água !,-,------,R.+,-----,cR+.,.-o--'-~-cm-hi
\,rll 1\ Q=3,8L/s

di (2) ( 3) f Úl
L ,.2 ,.2
a) f eq2 -·-=k s, -
D )n
-E,
"
--=-
)o-

f= ks 2 D =9x0,04 =0.0 2
Leq2 18
)

b) H =f Ltot v-
Pt,4 D 2g
Hp1.4 =H1 -H4 =56-38=18m
-3
4Q 4 X 3.8 X 10 , 111
v=-- j-
11:D2 71: X 0,04 l s
20x0.04xl8
T = 80 111
Ltot }
0.02 :<3-
L1.4 =Ltot -Leq -Leq3 =80-18-2=60111
~ ?
. Leq 1 ...-~ . 2 3~
e.) 11 s,O =t--·---=0.0_7 x--x-=0.45111
D 2g: 0.04 20
7 .20 No esquema da figura, qual deve ser a máxima cota z para que não haja cavitação com água a 20ºC? Da-
dos: Q = lOL/s; D = lücrn;patm =92,4kPa; Pv=2,36kPa (abs);tubodeaço. (V= 10-6 m2/s,y=10 4 N/m 3)

5m

,r 1•

(2)
(O)
•1
(3)
Resp.: z=7,6m

k.1 = 15
(1)

v-' p - L .--' v-'


0 = z +-+-• +t---+Yk,-
2g y D 2g ~ lg
4Q 4xl0x10-3 ,.,m
,. = --") = .., 1~~ (-
nD- 11:xo.1- s
Peef =p•ab, -p,llll =2.36-94.2=-91.84kPa

vD 1.27 x 0.1
Re=-= 6
,- x 10
l.~i 51
V lO- f =0.02
D O.l =2.174
k 4.6 X 10-S J
2 2
91.840
---+0.02x z +-
.. ( - 6.) x1.27
- - + 16 x1.27
-- ==:> z = i .6m
104 0.1 . 20 20
7.21 Na instalação da figura, o sistema que interliga os reservatórios A e B é constituído por uma h1bulação
de diâmetro constante (D =0,1 m), comprimento total L =100 me pela máquina M. Admitindo-sedes-
prezíveis as perdas de carga singulares na tubulação e sendo conhecidos os trechos da LP e LE, como é
indicado na s'7ãº. C, determinar: Resp.: a) Turbina (H = -8,8 m); b) N = 1,04 kW; e) z = 13,76 m
a) o l!po de maquina M; M T
b) a potência da máquina, cujo rendimento é de 75%;
e) a cota z da LP na seção indicada na figura.
2 4
Dados: v = 10""' m /s; g = 10 m/s2; y= 10 N/m3; tubo de ferro fundido.
- ------------------~~--~-<
i I LE
----~p B
"f 5 m
0,2 m l __ ~ -1.a--:; ~~-,.~
14m
t .-----, l

z !Om
f=~-~--, ---------------

7 m_,.!_1---------i
l
80m
M 1----C-;-~-~ - - -
!Om
Pelo andamento da linha da energia o escoamento é de (B) para (A).
a) Hg+HM=HA+HPB.A
ZB +HM =ZA +HPB,A

Pela diferença da linha da energia para a linha piezométrica:


\~2 m
-=0.1 -'> V= ,120 X 0.2 = 2-
1g S

Re = vD = 1 x 0.1 = 2 x 1O5
V 10-6
f= 0.026
D 0.1
-=---- 386
k -4
2.59x10
L ,l 100 °2
H =f-~=0.026x-x-=--=5.2m
PB.A D 2g 0.1 20
HM =zA -zg +Hp =-15+5.2=-8.8111 (turbina)
B.A
) 7
b) Q=Yn:D- =2x n:xo.1-
'~ xlO -3 1113 -L
L., - '7.!:.
..
4 4
s s
1
NT =yQHT11T =10 4 xl5,7x10-3 x8,8x0.75x--=L04kW
1.000

Z B = -Pc
+-+ "e'
v-
- Lí -
1

lg y D 2g

Pc
-=zg- ( l+í- - _L)v 2
·1 D_ lg

Pc - 1- O.0'6
-=b-ll+
"i
-" x---
J"
-,2-=b'5 111
-_
'{ 0.1 20
7 .22 Na instalação da figura, a bomba B recalca uma vazão Q e a LE para tal vazão tem a configuração indica-
da. A tubulação tem diâmetro constante D = 25 mm e o coeficiente de perda de carga f = 0,025. Sabendo
que o manq_metro diferencial conectado na válvula V da forma indicada acusa um desrúvel h = 1 me que
g = 10 m/s', "( 8 0 = 104 Nlm 3 ; y 8 , = l,3x 105 N/m°, determinar:
a) a vazão Q ' '
b) a potência no eixo da bomba, supondo um rendimento de 59%.

Resp.: a) Q = 2,2 x 10-3 m 3 /s; b) N 8 = 1,26 kW

0,8m

---+--------+-f B b::::::::i;I~:===::! ======


1
1 12 m
1
1
3m
1
(O) 1
r-==,-,ct-+-+---1-------------~- --- -
1
1
1
, 2m Hg
H 20 LE I
~....r:::::=,J----..:::~_j_' ---- -
-o hf 1 ,/
a) H,4:> = - = f - - -
- L D 2g

~ , 3
rrD- _rr_x_0'--.0_2_5_· = ___ x 10 _, m
Q =,~--=-.,
4 47 1 )

4 4 s
1

b) - . ' . H P0,5
H B-Z5-t-2g:T

L v-' 0.8 4.47·1


= f- - = 0.025 X - · - X-·--= 0.8lll
D 2g 0.025 20
H =p3 -p4
P3.4 y

p3-p4
1) = 12m = HP,,.J

HP4.s = Ltg:45° = 12m


HP0.5 = 5 + 0.8 + 12 + 12 = 29.Sm
HB = 3 + 1 + 29.S = 33.Sm
3
QH 8
NB="f_ 10 4 x_._x
1 1 10-
x.B ·8 x10-º=l.26k\V
·
l'JB 0.59
7 .23 Água escoa em regime laminar num conduto cilíndrico horizontal de diâmetro D. A linha de energia forma
2
com a horizontal um ângulo a. Detenninara vazão. Dados:v =10-6 m /s; D= lan; tga=0,()032;g= 10m/s2.

--fj-·- -{º------·--·-·-·-·- - ~-~- -


hf
tga=L --+ hr=Lrga

fv2
--=t2a
2gD -
64 64
laminar --+ f = = "
Re vD
64v v 2 32vv
----=tza -> --,-= tgct
vD 2g - gn-
v_gD-tga ' 10 X 0.01 2 Ü.0032
X
0.1 lll
31v 32 X 10- 6 s
7 ? 3
Q = v-rrn_- = OJ x _rr_x_0_._0_1-_ _
7.9x10 6 -
111

4 4 ,
7 .24 O escoamento no trecho do tubo da figura é laminar. Com a válvula totalmente aberta, a linha piezo.
=
métrica é pratican1.ente 11n1a reta (k 5 O) e indica as medidas do desenho. Ao fechar a válvula de 3/ 4, a
vazão cai à metade da anterior. Determinar o coeficiente de perda de carga singular nesse caso~ saben-
do que na segunda situação o desnível marcado pelos manôn1etros exh·emos é o mesmo da primeira
situação.
D a d os: v = 10- m / s; 'Y = 10 •N/ m ; o T = _
5 2 4 3 Resn.:
? cm. ,.. k 5 = 1.280

50m 2: o 50m
fv 1
)
hr 64v y- 3lvv
tga=- =--
L Dx1g vD Dxlg D2g

'
lOx0.02 2 x-=-
'
g:D-tga
----~-~1~0~0 = 0.25
111
=:, ,-' = 0.125
111

32v 32x10-) s s
h, +hf =2111
a >
h _ 1
-f' L v'- _ -i _ 64v L v'- _ J _ 32.vLv'
s - - - ~
D lg v'D D lg D..:.g
32 X 10-S X 100 X 0.125
2
lm
0.02 X 10

'o-h
1
l
k S =~=...::_:'_=[
1
'80
·-

yf- 0.115-
4 3 2
7.25 Na instalação são dados: reservatório de grandes dimensões; f = 0,01; k,,=2;y= 10 N/m ; g = 10 m/s •
Determinar:
a) a vazão em volume; Resµ.: a) 47,1 L/s; b) 12,8 m; e) 14,6 m; d) 1,5 kW
b) a perda de carga na instalação;
e) o valor de x;
d) substituindo o cotovelo (2) por uma turbina e mantidas as demais condições, determinar sua potên-
cia, sabendo que 111 = 90%.

LE
X
LP
~~~+--~I
·. .'~r··.. ·. .'·.(O) .1
1,8 m
~

água
lD=lOcm

20m
v2 111
a) -=l.Sm --+ v=~20xl,8=6-
lg s
? ? 3
Q=v m)- =6x rrxo.1- 0.0471 m = 47.1 L
4 4 s s
b) HPo.1 =h 51 +h 52 +hf
h 51 = 0.2m --+ da linha da energia
...,.2
h 52 = k 52 -;·;;: = 2 x 1.8 = 3.6m
-~
_L v 2 50
hr =t--=0.0lx-xl.8=9111
D 2g . 0.1
HP =0.2+3.6+9=12.Sm
0.1

2
e) E_Q_= "i +H
y 2g Po.1

x = Po = l.S + 12,S = 14.6m


y

?
p ..... -
HT =_Q_---HPot +h 5 , =14.6-l.S-12.6+3.6=3.6rn
y 2g . -
1
:'\y = yQHyT)y = 10 4 x 0,0471 x 3,6x 0.9 x -- = 1.5kW
1.000
7.26 Na instalação da figura, determinar:
a) a altura h;
b) o tipo de máquina;
e) a potência da máquina se 11M = 70ºL----J 2
3
Dados:Q=31,4 L/s; tg ~= 0,2;Y='8.000N/m lv = 10-4m /s;k, 1 = 16;L""' =20 m;p5 =32kPa;D=20cm;
d = 10 cm. ·~-, -.. -- ---------•
.. ' . . . . '
.>gás:::::::
. . . . (5)
f!esp.: a) 40,8 m; b) bomba; e) 10 kW
LP

1.000 m 200 m
Sentido de (5) para(O)

a) =à> h4.3 = 200 X 0.2 = 40m

4Q 4x31.4xl0-3 4lll
v=--=
rrd 2 s
Ltot v-' 20x0.lx40
hr = f4 i - - - - =:> f,.i 0.025
4.3 , d 2g 200x 4 2
L ~ '_2 -:i10
~- 42
.
Hps· = f 43 ----=0.025x--x-=44m
,~ . d 2g 0.1 20
\_2
=<> -P 5 +h=__l_+H.
y l_g.: P).3

Yj' p5 42 32 X] 0 3
h=-- +Hp-· --=-+44 40.Sm
2g ).., y 20 8.000
b) i\ 1nãqull1a é 1una bomba. pois precisa elevar a pressão.
2
C) \", 1
..
= Y(..'D!.) = 4X (.!.2.·)l
20_
=]
s
lll

"2.1D 1 X 0.2 .
Re, 1 = --- = - -4- = 2.000 (Ia mm ar)
·- V ]Q-

64
f, = =~=0.032
•.1 Re 2.000

1lf)t =Í11---=
'
• L "i.1 O. O" 1.000 1-' S
J , . ; , X - - X - = 111
-, -· D 1g 0.2 20
v;' 12
h =k 2=16x-=0.8m
s1 si 2g 10

HP2.o =hr2.1 +hr2.1 =8+0.8=8.Sm

42
HB =20+8.8--=28111
20
3
8.000 x 31.4 x 10- x 28 x 10-l = !OkW
0.7
7 .27 Na instalação da figura, a potência da bomba é 1,57 kW_. Determinar a pressão p 1 e o comprimento L, sa-
bendo que k, =1; k, =0,5; tg a= 0,004; 1fo = 80% e ')'=10' N/m3. Deseja-se substituir as perdas singulares
por perdas di'stribufdas (para facilitar os cálculos). Qual deverá ser o comprimento da tubulação a ser
acrescentado nos cálculos?
.........
. (1)º . ..
-: .. ·:::P, :-. Resp.; p 1 = 14,6 kPa; Leq = 2.000 m

2m
D=lOcm

5m 5m L
H1 = H4 + HPl.4
1
P1 V4 p v2
-+z 1 =-.-+H -+ _1 =-+H .
Pl,4
-Z1
V !O- P!,4 ~, ·) 0
' -.e 1 -,,.

hr1,4 =Ltga=IOx0,004=0,04111

v-'
h,2 =k,, -=lx0.2=0.2m
.. 2g
...--'
h,. = k,3 - - = 0,5 x 0.2 = O,lm
~ ~_g
1

HPlA = 0.04 + 0,2 + 0.1 = 0.34 m

_h=0.2+0.34-2=-1.46111 -+ p 1 =-L46xl0 4 Pa
y
H4 + HB = H5 + HP5,6 -+ HB = HP5,6 = hf5,6

- ·1QH NBTJB
NB -··········~-B -+ H 8 - ..........
TJB yQ
. -'
-=0.2 -+ "= /Jo X O·-1 = -7 Jll
., v-
lg s
' ' .
Q=vA:D: =2x·1r?_:U--=0.0157m'
4 4 s
1.57 X 10 3 X 0.8
H B = ........................... = Sm
10 4 X 0.0157
s
hfs,ó = L tg a= Sm -+ L=--=2000m
0.004

h,. + h" = hfeq = Leq t2:a -+ L = h.,,. + h,.


, 0.2 + 0.1
75m
~ ~~ ~
eq ,,. a
to- 0.004
4
7.2tl No alargamento da figura escoa água y = 10 N / m3 com escoamento uniforme nas seções, por hipótese.
2
Sendo indicada a linha piezométrica e sendo A 1 = 10 cm e A 2 = 45 cm\ determinar o coeficiente de per-
da de carga singular.
0,2m LP
-------------------
: (2)
1
(!)

Ym=2 x l04 N/m 3


tubo de 0,8 m
Pitot

A, 45
=:> v 1 =v,-- =v,-=4.5v,
" A1 - 10 -
'
vi P1 Po
Pítot: - + - = - (1)
-,,.
7o 'Y 'Y

4
:Manômetro: Po =0.8xl0 +p 1 ou (2)

(2) na (1)

Linha Piezométrica: Pl _ !1_ = O '


V!' =0.2 + 0.8=1
-
r·,······ .
v 1 =v20x1=4,47-
m
y y -,,.
70- s
2 2 l ' )
V1 Pl Pl+ k -V1
V2 P ) --+0.8+----
P1 P1 P 1 v:;
=-- +k,
v1-
-,~+ -.,= - +-
,.,. y s !o-
=:> --
-: 1 -~ f -e "( y y y 2g: 2g:
,,.- .... -
1

0.049-1 +k, - =0.8


'
1
O~,.
049 X
4.47
1
k 4,47
+-~---
2
o.s
'l <:1
--=- ·1
-g 20 , 20
Capítulo 8
NOÇÕES DE INSTRUMENTAÇÃO PARA A MEDIDA DAS
PROPRIEDADES DOS FLUIDOS

Neste capítulo estabelecem-se apenas príncípios para a medida de propriedades dos fluidos e dos
escoamentos, baseados em seus conceitos, não sendo abordados instrumentos sofisticados de
última geração. O objetivo é melhorar a compreensão das definições e das equações apresentadas
nos capítulos anteriores.

l.l.l U"l pequeno objeto pesa 6 N no ar e 4,6 N quando mergulhado nwn líqLÚdo. O volume do objeto é 170
cm . Qual é a massa
4
esredfica, o peso específico e o peso específico relativo do líquido se o peso especí-
fico da água é 10 N/m3? '
3 3
Resp.: p =840 kg/m ; y =8.235 N/m ; '1,= 0,823

G-E=Gap
E = G - G ap --+ E= 6 - 4,6 = 1,4 N
E 1,4 N
E=yflV --+ Yfl =-- -8235-
V 170xlo-6 111 3

Pfl = Yfl = 8235 = 840 kg


g 9,8 1113

= ..J'.fl._ = 823 5 = o823


Yt\ 4 ,
YH 2ü 10

ll.2 Um densímetro é constituído de um cilindro de 0,5 cm de diâmetro e36 cm de altura. No fundo do cilin-
dro está pre_sa uma e;3fera de 2,5 cm de di~':'etro.40 disrositivo pesa 0,15 N. Qual é a altura do cilindro
que aflorara de um hqwdo de peso especifico 10 N/m ?
Resp.: 13mm

G=E
nD1 1t X (o,5 X 10·2 )2
V1
c1 sub =---'
4 h sub x h,ub = 1,96 X 10·5 h,ub
4
• 3
nD: 1t x 0,025
- ~ - --
Vesf- 8,181 X 10'6 m 3
6 6
G =y(L96 X 10· h,ub
5
+)
5
O,l =l,96x10'5 h,ub +8,18lxl0-6 => h,ub =0,347m=3471mn => hemer =360-347=13tmn
104
!UI Um viscosímetro de cilindros coaxiais possui líquido até uma altura de 25 cm. O diâmetro do cilindro
menor é 10 cm, enqu~to o do ciUndro maior é 10,1 cm. O cilindro externo gira com uma rotação de
9,0 rpm quando se aplica um conJUgado de 5 N.m. Determinar a viscosidade do fluido desprezando o
efeito do fundo. '
flesp.: µ= 13,1 N.s/m2

?
D V D nµvLD-
M =,A-= ~t-itDL-
2 s 2 2s
2sM
~l = ?
nvLD~
10,1-10 =,
O 05 cm 9 lll
s v = nDn = 1t x - x 0,101 = 0,0476-
2 60 s
2x0,05xl0- 2 x5 N.s
•t=
j ?
=131-
' ?
1tx0,0476x0,25x0,101- m-

5
8.4 Uma esfera de chumbo (y = 1,14 x 10 N/m\ de 0,5 cm de diâmetro, cai numa coluna de óleo
(y = 8.600 N / ni3) com uma velocidade de 0,05 m/ s. Determinar a viscosidade do óleo.
2
ílasp.: µ = 2,93 N.s/m

2
_ D (Ye -y 0 )t D 2 (Ye -yo)
µ- 18L 18v

~l = (o,s x 10-2 )2 x (1,14 x 10 5 -8.600) _ z 93 N.s


18x0,05 ' 111 2

8.5 Construiu-se um viscosírnetro tipo Saybolt que deverá ser calibrado por intennédio da medida da viscosi-
dade de dois líquidos de viscosidade conhecida. Um dos líquidos, de viscosidade 0,46 St, escoa um certo vo-
lume em 95 s, enquanto o outro tem 0,20 St e escoa o mesmo vohune em 45 s. Determinar a equação do
aparelho.
Hes11.: v =0,00496 t -1,064/ t
k?
v=k 1t - --
t
k?
0,46=k1.95- 95 -t 9025k1 -k2 =43,7 (1)

0,20=k1.45- ~~ -t 2025k1 -k2 =9 (2)

Fazendo-se (1) - (2) obtém-se: 7000k 1 = 34, 7 ~ k 1 = 0,00496


Da(l): 9025x0,00496-k2=43,7 ~ k2=1,064
cm
vem --=St
1.04 s
V =0 00496( - -·-
' t t em s
8.6 Sendo Cv = 0,9 e C, = 0,6, determinar a pressão p 1, sabendo que o fluido
2
é água e que sobe 3 m no tubo de
Pitot. Determinar a vazão, sabendo que a área do orificio é 50 cm •

·. >. :-:-:-: Resp.: p 1 = -12,9 kPa; Q = 23,2 L/s


. . . Pi<<<<·
. ....

5m 3m
_/

1
,..,,

V1
.j
=20x3 111
=7,75-
s

V = Vr = 7,75 =861111
t '
CV 0,9 s
p 1 8,61-' 4
-=---5=-1,29111 => p 1 =-l,29x10 =-12,9kPa
y 20
3
-4 111 L
Q=CvCcv,A 0 =0,9x0,6x8,6lx50xl0 =0,0232-=23,2-
S S

8.7 O reservatório superior descarrega a água, por um orifício cujo Cn = 0,6, para um reservatório que, por
sua vez, descarrega água por outro orifício. O sistema está em equilíbrio, de forma que o nível não muda
em nenhum dos dois reservatórios. Qual será o coeficiente de descarga do segundo orifício? Dados: diâ-
metro do orifício (1): 9 cm; diâmetro do orifício (2): 10 cm.
p=O,l MPa

15 m ? água

9m[ ----------
.
-
agua

Reserva tório sup enor :


Ho =H1
92 1113
=22,361tx0,0 =0,1422
4 s
m3
Q 11 =CD 1Qr1 =0,6x0,1422=0,0853--=Qrz
5

v r7 = ~2gz 2 = .J20 x 9 = 13,42 m


- s
C = 4 X 0,0853 = O 81
D, ,, '
- 13,42 X 1t X 0,1-

!U! Dado o dispositivo da figura, calcular a vazão do escoamento da água no conduto. Dados:
=10 4 N/m 3 ; 'Ym =6X 104 N/m3; p 2 =20 kPa;A=l0-2 m2; g = 10 m/s2.
'YH,o

Desprezar as perdas e supor o diagrama de velocidades uniforme na seção.

Área A
3,8m (2)
ílesp.: Q = 40 L/s água

o,2m!

v2 p
h +-1 =----º-- = 3,8
y 2g y
p 1 +yx0,2-ym x0,2=p 2
p 1 = 20.000 + 0,2(6 x 10 4 -10 4 )= 30. OOOPa

= 2g(f9_ _E.!__)= ~20x (3,8-3) =4 lll


V1
' y y ) s
3
_, 1n L
Q=v 1A =4x 10 - -=40-
s s
!l. 9 No fundo do reservatório inferior da figura, inicialmente vazio, situa-se um cubo de madeira de 1 m de
aresta. Do reservatório superior escoa água através de um orifício de aresta viva, cujo coeficiente de con-
tração é e,= 0,6. Determinar o valor do coeficiente de velocidade do orifício, para que o corpo comece a
3 2 2
flutuar em 20 s. Dados: Ymadeira = 8.000 N/m ; Aoriffcio = 0,1 m ; g = 10 m/s .

6,05 m
Resp.: cv = o,97

4m
E=G

h =h Yrnad =lx 8.000 =08m


YH 20 A base h sub = Yrnad A base h sub 10 000 '
YH10 ·
3
V =4 x 4x 0,8 =12,8111
3
Q =V= 12,8 =0, 64 m
20
t s
Q =CDAo v,
v 1 = ~2gh = ~20 x 6,05 = 11 m
s
64
CD = _9-._ =
A 0 v 1 O,lxll
º'
= 0,582; c
V
= cD
ce
= o,582 =0. 97
o6 .
'
8.'Hl Qual é a diferença de pressão entre a seção maior e a garganta de um Venturi? A seção maior tem um
4 3
diâmetro de 15 cm, e a garganta, de 7,5 cm. A vazão é 5 L/s de água. (y = 10 N/m )
Dado: C 0 = 0,97
fülSjl.: ê>p = 638 Pa

Q => ""P
ciA~ x2g

rrD; 1t X 0,075" ' _, ,


A,=---- -----= 4 , 42 X 10 ·m·

r
- 4 4 .

1-(~: =1-(:~r =0.9375

10 4 X (5 X 10-J )2
0,9375 _
X
, -638Pa
0,97 2 X (4,42 X 10-J )• X 20
ll.11 Um orifício de bordo delgado tem um diâmetro de 7,5 cm e descarrega uma vazão de 28 L/s. Mede-se
um ponto da trajetória do jato e obtém-se x = 4,7 m para y = 1,2 m. Determinar os coeficientes de veloci-
dade, de contração e de vazão do orifício.

Sm 4,7m
Rasp.: Cv = 0,96; C 0 = 0,634; Cc = 0,66

:;/%;:'_,,;%:.

v, =x /g =4,7x~ 10 _ =9,6m
~2y 2x 1,2 s
r;,:;: ~ 111
Vi =v..:.1,11=;120x5=10-
S

96
e . = v, = • = o96
' Vi 10 ,
3
111
=O,0442
s

0,634

8.12 Determinar a vazão num conduto de 15 cm de diâmetro que contém um bocal de diâmetro mínimo de
10 cm. Sabe-se que o manômetro diferencial instalado indica um desnível de 25 cm e que o fluido que es-
6 2 4 3
coa é água. Dados: v = 10- m /s; 'IH, = 13,6x 10 4 N/m 3;'fo,o = !0 N/m .

'
'
·-15 crn ·---·-·~·~·-·-· ·-·-·-·10 cm - -·-·-·-·-..
+ '''

Resp.: Q = 66 L/s
Hg

Q= kA )2g( P1 ~P2)
2

D, 10 _
Com-- =- = 0,67 da twura 8.14 adota - se k =1,06
D 1 15 -

~
4
13 6
P1 +yx0.25-·rug x0,25=p 2 Pi -p 2 =0,25x( • xlü
4
1)=3,15m
Y 10
2 3
Q=l,06x irxOl xJ20x3,15=66xl0- 3 tll
4 s
3
4x66x!0-
~
111
"1 = , =3.74-
1rrD rrxo,15- s
3,74 X 0J5
Re 1 ="1D,
-- 5,6 X \0 5 (confirmak)
v 10-6
6.13 Na Figura 8.16, L = 30 m, b =0,5 m, H = 0,25 m. Estimar a vazão no canal.
Bes11.: Q = 6,9 m 3/s
V 31 m3
Q = l,84LHl2 = 1,84 x 30 x 0,251'2 = 0,069~
s
!l.14 Após 5 m.in de funcionamento, o reservatório inferior, inicialmente vazio,
4
está co1npletan1ente cheio e,
então, a comporta gira em tomo do eixo A, devido ao momento de 6 x 10 N.m nela aplicado pela água.
Deterq,ünar o coeficiente de descarga do orifício de saída do reservatório superior. Ãrea do orifício =
0,01 rr eixo A
orificio

l,8m comporta

4 3
y= 10 N/m Resp.: C0 = 0,467

2m

M=pAx3_h=yhhbx3_h= ybh3 ::::;, h=v3M =3 3x6xl04 =2,lm


3 2 3 2 yb 10 4 X 2
3
V=2x2x2,1=8,4m 3 ::::;, Q= V =~=0,028m
t 5 X 60 S

v 1 =J2gh =J20xl,8 =6m =>


s
e = _g_ = o,028 = 0.467
D Qt 006
,
.
8. i 5 Na figura, o tubo de Pitot faz a tomada da pressão dinâmica de um jato de água lançado por um orifício
instalado no fundo do tanque. Se o orifício tem um diâmetro de 2,5 cm e o manômetro do Pitot indica
112 kPa, determinar o coeficiente de velocidade do orifício.

30m
~e-~--~~---1
~
água
24m
~C------11
jato
18 m fiasµ,: e,= o,93
~-----------

Pitot

-=-
p v;
'\' 2g

V
C,-=-r
vt
3
ü.16 No ,:;squema a seguir, determinar a relação d 2 /d 1. Desprezar as perdas. Dados: 'Y;g"' = JO' Ním ; g = 10
m/s-.

.. .P·:,:.:.:,
~

... .
. .... . . . ... ..
...... . .. . 3,2m
l3m
~ ,,/ !
jd, '
2,5 m
1 /
1di
//

\ /t Patm

V:z' P2 _ Ví' 2gp, ,.j ,


~
' ' 2gp,
·-,,-+ - -- 2 111
v 1 = v 2 +--- =2- +20x3 =8~
- + - - - => Vl - 2 -
2g y 2g y y s
1td; 1tdf
V24=V14

!Li 7 Um tubo de água está fechado por um tampão na extremidade. Ao efetuar a operação de colocação de
um piezômetro conforme a figura, o operador provoca um orifício no tampão (por acidente), o que
provoca um vazamento. A leitura no piezômetro é 0,7 ma partir do eixo do orifício. Admitindo que a
vazão de descarga pelo orifício é de 1,58 L/s, o diâmetro do orifício é 4 cm e o coeficiente de descarga,
2 4 3
C0 =.!.,determinar a velocidade de aproximação da água. Dados: g= 10 m/s ;')',gua = 10 N/m .
1t

0,7m ílesp,: 1,27 m/s

J_ _______ _ ·-·-·-·-·-·-·-·-·-·---·'-B...c:~~
1
Patm

l
(1,58 X 10-3 f
-~-- - - ~ - - - 0,7 = 127
111
'
1 1t 2 X 0,04 4 s
-X x20
IT2 42
8.18 Os reservatórios do sistema não podem ser considerados de grandes dimensões; porém, deseja-se qu~
4 3
seus níveis sejam constantes. São dados: y=2x I0 N/m ; p 0 = p 1 =p2; traçado quantitativo de LE e LP en-
tre (s) e (o) na figura; D0 = 0,8 D. Determinar:
a) as pressões p 0 e p,;
b) a perda de carga entre (s) e (o);
e) o coeficiente de descarga do orifício 'e'.

Rasp.: a) p0 = 24 kPa; p, = 100 kPa


b) HP,.o = 3,5 m ILP
1
c)CD= 0,4 1
5m
1
' ................. 1
,: ·:, :, :, :, :- :, :-i;t m· ·:- :- :- :-
1
(0) :-:-a:r.:,:-:-:-: :-:-:-:: :-:-:-: 1
',f' D0 1 0,5 m
1,8 m y 1 - (e) _'+-_--+_-'-_-_--'_-_-_4! M
1
' ·'·(l• .. ' ' .....
. ' • • . • :1, ••.•••••• DI (s)
.
. ' . . ... . .. .. .
.. 3m
D
D

4 4
a) p 0 =yxl,2=2xl0 xl,2=2,4xl0 Pa=24kPa
Ps =yx5=2xl0 4 x5=10xl0 4 Pa=l00kPa
b) HP,.o=H 5 -H 0 => HP,.o=(5+0,2)-(0,5+1,2)=3,5m
v2
e) -=02 V= ~20 X 0,2 = 2 1ll
2g . s
itD2 itD2
Q=v--=2x--
4 4
' ? ? ?
1tD-0 1tDõ 1tDõ
2g ( h+P.)x-- =.J20x3x--=7.75x--
v y 4 4 . 4
,
rrD-

:D~
2
2 x- ( ) 2
CD= Q~ = = 7,~5 go =-7-,7-5_x_0-,8-2 =Ü, 4
7,75x--
4
Capítulo 9

FLUIDODINÂl'1ICA

Neste capítulo são apresentados os conceitos qne levam ao cálculo das forças de arrasto e
sustentação, que agem num corpo em movimento relativo com um tluido.
Essas forças, que dependem da distribuição das pressões e das tensões de cisalhamento, sobre a
superfície do corpo, são de difícil detenninação através de modelos matemáticos, salvo em
alguns casos particulares. A sua obtenção depende, portanto, da determinação experimeutal dos
coeficientes de arrasto e sustentação, que, por serem adimensionais, valem para qualquer
protótipo de um dado modelo testado em laboratório.
O leitor deve se finniliarizar com os conceitos apresentados, para qne possa raciocinar sobre
fenómenos referentes a este assunto, mesmo que, para a obtenção de resultados mais confiáveis
tenha que recorrer posteriormente a alguma análise experimental.

9, 1 Deixa-se cair livremente uma esjera de massa específica 2.040 kg/n/ I\,Um tangue gue contém glicerina
de massa específica 1.290 kg/m e viscosidade cinemática 2,7 x 10- n1 /s. A velocidade final constante
da esfera é tal que Re = 0,1. Qual é a força de arrasto na esfera e qual é a velocidade final?
RQsp.: F, = 0,873 N; v = 4,4 cm/s

G=E+F8
?
V
Ye e
= yf Vf + Capfv-Afronral
2
,
C 2 rrD"
rrD3 rrD3 aPfV 4
P800 - - = Pr 0 - - + - - - - ~
6 "'6 2
2
4p 8 gD = 4prgD + 3C aPrv
24 24
Re<l -+ C3 = = =240
Re O,l
vD vRe
Re=- -+ D=--
V V
vRe vRe 2
4p 8 g - - = 4prg-- + 3C aPfV
V V
2
v = /4gv Re(p 8 - Pr) = 3 4 x 10 x 2,7 x 10- x OJ x (2040-1290) = _ 111 = ,4 cm
3 0 044 4
~ 3CaPf 3x240xl290 s s

D = vRe = 2.7xl0-2 xO,l = 0.061111 = 6lmm


~l 0.044

') -,
240xl290x0.044- xrrx0.061- -O.SSN
2x4
9.2 Uma esfera de 15 cm de diâmetro é colocada numa corrente de ar de p = 1,2 kg/m3 . O dinarnômetro in-
dica uma força de 1,14 N. Qual é a velocidade do ar? (v,, = 10-5 m2/s)
Resp.: v = 15,5 m/s

F, ---+ Co1110 C ª .;;cc f(v)_, precisará ser adotado.


2x4
Para 10
3
< Re < 3,5 X 10
5
-> e' = 0.45

V= 8F, = / 8xl.14 =lSSm


C,prr0 2 Vü.45xUxrrxOJ5 2 ·- s

Re= vO = IS,SxO.]S =2.3x!0 5 oqueconfinnaC,.


V 10-5 .

9.S Um balão contém hélio e é lançado no ar, que no local tem massa específica 1,2 kg/m3 . O balão mais os
acessórios pesam 24011 N. Escolher, entre os diâmetros indicados a seguir, aquele que permite uma as-
censão com a velocidade mais próxima de 10 m/ s. Escolhido o diâmetro, verificar qual será a velocida-
de real de subida, supondo o coeficiente de arrasto 0,266. Se o balão é ancorado ao solo e é atingido por
um vento de 36 km/h, determinar o ângulo que o cabo de ancoragem formará com o solo. Diâmetros
(m): 4,8; 5,2; 5,6; 6,0; 6,4.
Resp.: O= 5,6 m; v = 9,43 m/s; a= 41,6°
E E=G+Fa
' 2 2
·" rrOº = G + ea Par V rrO
Paro 6 2 4
Fa G
l,2x!Oxrrx0 3 2 2
?--40 it + -0:._.2_6_6_x_l:._.2_x_l_0__x_rr_x_0_
6 8
20 3
= 240 + 40 2
--, 0 3 - 20 2 -120 =O
O 6.0
4,8 5,2 5.6
(m) O valor mais próximo é O= 5,6 m
y -55,5 -33,5 -7.10 24,0

PargrrO 3 = G + C a Par V-' rr0-'


Neste caso:
6 2 4

s( Parg6rr03 G) 8( 1,2 X 10: rr X 5.63 - 240 X rr 1


V= li--'-----------"-' = 9.4m
0,266 X 1.2 X i! X 5,6 2
v = IOm!s
E

F,
Fa =Tcosa => T = Í
cosa
F
E-G=Tsena => E-G=--ª-sena
cosa
3
PargrrD3 -G 1,2 x !Ox rrx 5,6 ~
- .!.'40 IT
tga = _E_-_G_ = 6 ' ' - - ~6' - - - ~ - - ~ = 0.889
- Fa CaParv-rrD- 0.266 X 1.2 X 10 2 X i! X 5.6 2
8 8
a= 41,6°
!l.4 Os testes com um automóvel revela;am que ele tem um coeficiente de arrasto constante igual a 0,95. A
área projetada é considerada 2,52111. Construir o g_J"áfico da potência necessária para vencer a resistên-
cia do ar em função da velocidade. (p., = 1,2 kg/ m )

0,95 X L2 X (~.-) X 2,52


3,6 X _3
10
2

N, =3,079xl0- 5 v (v em ~
3

N em kWa

Construindo a tabela de N, = f(v)pode-se obter o gráfico desejado.

9.5 Num viscosímetro de esfera, uma esfera de aço de massa específica p = 7.800 kg/m3 e diâmetro 1 mm
3
afunda num líquido de massa específica p = 800 kg/m , com urna velocidade limite de 2 cm/s. Calcular
a viscosidade cinemática do fluido.
Resp.; v = 2,43 cm2/s

... ... ') ?


rrDº rrD' C p v- rrD-
peo 6 = Pf"'0 _6_ + a 2f
o--
4
?
4pegD = 4pf gD+3CaPfV-
- 4gD(pe -pf) _ 4x 10 x l x 10-3 x (7800-800) _
Ca - o 2 -797-
3prV- 3x800x0.02

Pelo gráfico da Figura 9.17, observa-se que o escoamento é lento. logo:


74 74
ea -- .'.:_ => Re-- :-___ --
Re Ca 292
74
--=- -
osn.:. .
- O.......

0- ? ?

Re =-vD :::;, V =-vD = 0.02 x 1x 10- _-


7 4 _,, X 10-4 m-
-· __ 7 . cm-
-, 4 3 OU
S
t
V Re 0.0822 s s
9.6 No teste de um veículo, nwn túnel aerodinârrüco, foi levantada a cmva de potência gasta para vencera força
de arrasto do ar em função de sua velocidade. Sendo a vista frontal do veírulo indicada na figura, determi·
3 3
nar o seu coeficiente de arrasto. Dados: Par= 1,2 kg/m ; Área A= 0,72 m ; Área B considerada retangular.
Pot
1,5 m
(CV)
30

20
17,5

10
15 cm

20 40 60 80 100 120 v0
(km/h)

Como C ª é constante, pode - se adotar um ponto qualquer do gráfico.


km 1 m
Porexemplo: N=l7,5CVx0,736=12,9kW -+ v=lOO-x-=27,8-
h 3,6 s
Afr = 0,72 + lxl,5 + 2 x0,15 x 0,2 = 2,28m2
3
C, = 2 XJ2,9,X 10 = 0. 44
1,2 X27.8' X 2,28 .
5
9. 7 Deseja-se impulsionar uma embarcação de 10 N de peso à velocidade de 72 km/h. A embarcação é sus-
tentada por urna asa submarina cujos coeficientes de sustentação e arrasto são, respectivamente, 0,7 e
0,06. Determinar:
a) a área da asa;
b) a potência necessária para a propulsão.
Rasp.: A= 0,714 m 2; N = 171 kW
G
Desprezam-se a pane do contato que
não seja da asa e a reação no apoio.
no ponto de contato da embarcação

F,
F,
a) F, = G
km I m
G V=72--=20-
2 h 3.6 s
2G 2 x 105 o
A= 0
= 0
0.714m·
C sPV- 0.7 x 1.000 x 20-
3 3
N = Fa v = Capv A = 0.06x 1.000 x 20 X 0.714 x 10 _3 = l7lkW
2 ~
!l. 8 Uma gota de chuva tem diâmetro médio de 2,5 mm. Calcular a velocidade limite da gota se o ar tem p -
3 -6 ,, -
1,2 kg/m e v = 1,8 x 10 m-/s.
fülSfl.: v 0 = 7,9 m/s

Desprezando o emp11xo (par pequeno) => Fª =G


C,parv rrD
2 2
PH?otmD3
=
8 6
Adota -se e. = 0.45 para 1.000 < Re < 3,5 x 105
V= /4xl.000xl0x0.0025 = _m
79
V 3 x 0.45 x 1.2 s
vD 7.9 x 0.0025
Re = - = ··-······-···-·.,·
6
= l.09 x 105 o que confmna C,.
V l,8x 10-

9.9 Água escoa sob uma placa plana de 10 cm de comprimento e 20 cm de largura, com uma velocidade de
6 2 3
0,1 m/s. Determinar a força de arrasto que age na placa. (v = 10· m /se p = 1.000 kg/m )
Resp.: F0 = 133 dina

--- )

--
C pv-A
Fa = --"ª'---
2
_ vL _ 0.1 x 0.1
Re L - - - - - -
111 V 10-6
v 0 =O.I-
s L=lOcm

. d o R ecr =., x 105


· e tlll
A:lmi ~' VoXcr -- .r.' x 105
\'

5xlQ 5 X"\-' 5 xl0 5 X 10·6


Xcr = 5m
0.1
Conclui-se que a camada limite é totalmente lalllinar. logo:

.-
F _ 1.328 x 10--' x 1.000 x 0.1-' x 0.2 x 0.1
2
1.33 x 10-, N = 133dina
9.10 Uma barcaça de casco chato de 20 m de comprimento e 7 m de largura está imersa em profundidade
de 1,5 me deve ser empurrada com uma velocidade de 3,6 km/h. Estimar a potência necessária para
2 3
efetuar o serviço se v = 10-6 m /se p = 1.000 kg/m . ,

Resp,; N = 6,5 kW
2
c,.pv A 1.2 x 1.000 x 12 x 7 x 1.5
F = = --,---------- = 6.300N
ªP 2 2
C, pv2 A
F
ªs
=-'----
2

Supondo ReL >> Recr


::, e _ 0.072
ªs - VReL
_ vL _ 1 x 20 _ ~ , ___., e = 0.072 _ • _,
R eL - V - 10- 6 - ... X
10 ~ ·a V2xiÜ 1 -
2 .)X 10

2.5xl0-3 xl.000xl2 x(l.5+1.5+7)x20 ~-


F,
s
= 2
= ~)ON

F, = F,• + F,, = 6.300 + 250 = 6.550N


N = F, v = 6.550 x 1 = 6.550\V = 6.55kW
!l. i 1 A asa de um avião tem 7,5 m de envergadura e 2,1 m de corda. Estimar a força de arrasto na asa utilizan-
do os resultados para o escoamento sobre uma placa plana e admitindo a camada limite turbulenta des-
de o bordo de ataque, quando o avião voa a 360 km/h. Qual seria a redução de potência necessária se
fosse feito o controle da camada limite de forma a assegurar escoamento laminar até o bordo de fuga? (v
5 2 3
= 10- m /s; p = 1,0 kg/m )
Resp.: F.. = 407 N; 88,3%

c.pv"' x 2A ,
F = c.pv-ce
a 2
Admitindo turbulento desde o bordo ele ataque:
Ca = 0,074 --+ ReL = v 0c
~Re1. v
' e= 2.1111 ,kml 111
Vo = .060-- = 100-
h 3.6 s

ReL
= 1oox_2.1 2.lxlO'-
10->

e a = 5/_?~º 7~- 7 -- "-··'"4 X 10-3


y2.lx10
F8 = 2.54 x 10-3 x 1 x 1002 x 2.1 x 7.5 = 400N

Somente la minar : e 'a = 1.328


("~·-·--- =
1.328
I'"... -·-·~·-.-· .

,:ReL ~2.lxI0 7
F~ = 2.9 x 10--l x l x 1002 x 2.1 x 7.5 = 45.6N

N = F8 v = 400x !OOxl0-3 = 40k\V


N' = F~v = 45.6xl00x 10-3 = 4.56k\V
N' -N 4.56-40
fu's(%)= xlOO xl00=88.6%
N 40
!l. i 2 Determinar a relação entre a velocidade constante de subida de urna bolha de ar de diâmetro 1 rnm d~n-
tro da água e a velocidade constante de descida de urna gota de água de mesmo diâmetro no ar. Dados:
Pa, = 1,0 kg/m3; PH,o = 1.000 kg / m 3; e,= 0,5.

flesp.: vtt,o =31,6


V ai'

Gota de água : ---+ Despreza - se o empmw


Bolha de ar: E = FªHzo ---+ Despreza -se o peso

Dividindo:

ll.13 Uma placa de 0,9 mx 1,2 rn move-se com 13,2 m/s em ar parado, com urna inclinação de12º com a hori-
3
zontal. Sendo C, = 0,17; C, = 0,72; p = 1,2 kg/m ; A= área de referência= área da placa, determinar:
a) a força resultante exercida pelo ar sobre a placa;
b) a força de atrito;
e) a potência necessária para manter a placa em movimento.
Hesp.: a) F = 83,5 N; b) 1,9 N; c) 0,25 kW

, ,
C aPVõA 0.17 x L2 x 13.2" >< 1.2
---'"-'----"-~ = = 19.2 N
2 2
•'
e sPVo·""'A Ü '
,7?- x 1·-? x l''-'·-?".x 1·-') = 81.3N
F,
? 2

b) F, = F, cos 78° + F3 cosl2° = -81,3cos78° + 19.2cosl2° = l.9N


e) N = i:;1 v 0 = 19,2 x 13,2 x 10-3 = 0.25k\V
!l .14 Um anemômetro, utilizado para medir a velocidade do vento, consLste de duas semí-esferas ocas mon-
tadas em sentidos opostos sobre dois braços iguais, que podem girar livremente quando montados so-
bre um eixo vertical. Qual é o momento necessário para manter o dispositivo estacionário, quando e
3
vento tem uma velocidade de 36 km/h? (p,, = 1,0 kg/m )

o.
-- ·r- e.= 1,33

--
vento
i'tasp.: M=0,097N.m

--
1
;'
t . 50cml e,= o,34
--,..
_J __
--

9.15 Um avião pesa 18 kN e tem uma área de asa de 27 m ". Qual deverá ser o ângulo de ataque das asas a uma
velocidade de 160 kny'h? Supor que o coeficiente de sustentação varie linearmente de Oº a6º desde 0,35
até 0,8. (p = 1,2 kg/m )
Hesµ.: a.=2,8º

knl 1 lll
V= 160-x- = 44.4-
h 3.6 s
2xl8x[0 3
:::::, e a -_ 2G
') ----,-- = 0.56
PVõA 1_2 X 44.4- X 27

Inte1polando ; a. = 2.5°
!). 16 Um papagaio pesa 1 N e tem urna área de 74A dm". A tensão na linha é 30 N quando eia forma um ângu-
lo de 45º com a direção do vento. Para um vento de 36 km/h, quais serão os coeficientes de arrasto e de
3
sustentação, a fim de que o papagaio forme um ângulo de30º com a horizontal? (Pac = 1,2 kg/m . Consi-
derar o peso aplicado no centro geométrico e adotar a área projetada como área de referência.)

Resp.: e,= o,95; e,= 1

30N
G=lN
linha

T=30N G=lN

F, =Tcos45°
e pv 2 Acos60º
Tcos45°
a 2
2Tcos45° 2 x 30cos45°
eª=--,---- 0,95
pv-Acos6oº 1.2 X 10 2 X 74.4 X 10-2 COS 60°
2
Fs =Tcos45° +G ::::;, e, pv Acos60°
=Tcos45° +G
2
e = 2(Tcos45° +G) 2(30cos45° +1) =l
2 2
' pv 2 Acos60° 1.2 X 10 X 74.4 X 10- COS 60°
CAPÍTULO 10
GENERALIZAÇÃO DAS EQUAÇÕES INTEGRAIS PARA REGIME
VARIADO

Nos capítulos 3, 4 e 5 foram estudados problemas nos quais o regime foi admitido pennanente.
Isso eliminou a variável tempo, facilitando a compreensão dos fenômenos e das soluções. Apesar
de essa hipótese ser restritiva em termos gerais, é impmtante ressaltar que na prática muitos
problemas podem ser abordados dessa forma, com grande aproximação, chegando a resultados
satisfatórios para as aplicações.
Quando as variáveis são função do tempo e das coordenadas, os problemas tomam-se,
nonnalmente, muito complexos e às vezes pe1mitem somente soluções aproximadas.
Neste capítulo são desenvolvidas as equações gerais para volume de controle, para as quais não
se faz nenhuma hipótese simplificadora quanto a possíveis variações das grandezas no espaço e
no tempo; entretanto, devido à finalidade puramente didática do livro, o leitor observará que as
aplicações restringem-se a casos de solução relativamente simples.
Observe-se que todos os exercícios dos capítulos citados anterionnente podem ser resolvidos
com as equações deste capítulo, adotando-se as hipóteses simplificadoras adequadas. Aliás, este
é modo mais apropriado para adquirir uma grande intimidade com a matéria

Un1 res~rvatóri~ contém um gás e tem. uma válvula qiie co11trola a sua saída de forn1 a que a pressão in-
terna seia reduzida segundo a lei: · ·
p = Po (1 - at2)
Sabe-se _que duran;; a descarg_a a temperatura do gás do reservatório mantém-se constante (processo
IS~térmico: p/p =e-) e 9ue no mstante t =10 s a passagem de abertura da válvula tem uma área de O5
m . Determmar para o instante t = 10 s: '
a) a vazão em massa do gás;
b) a vazão em volume;
e) a velocidade média na seção de saída;
d) a massa do gás que resta no reservatório;
e) o tempo de esvaziamento do reservatório;
f) a massa do gás no reservatório após o esvaziamento;
g) traçar a curva de esvaziamento do reservatório m = m(t) e verificar que a área debaixo da curva
representa a n1assa que sai até o instante considerado.

! .. . . ' . . . . . . . . . . . . Dados:
V= 10m3 ;
Po = 5 kg/m3 ;
1::::i:::·:;::::•::i: Po = 10 kgí7cm2 (abs);
L--,.._1/ a= 0,005 s-2•

Resp.: a) 5 kg/s; b) 2 m"ís; e) 4 m/s; d) 25 kg; e) 13,4 s; f) 5,11 kg


~

a) _".:._ fpdV + fpvx iidA = O


at,:c se
Adotando um VC que envolva todo o fluido. tem-se flu.xo apenas na seção de saída_. onde
v x ii é positivo. Além disso. nota-se que o volmne do VC é constante, ao passo que, com o
passar do tempo tem-se a vmiaçào da massa específica do gás dentro do VC. Dessa fom1a:
ê(pV)
--+pv A= O
êt
Como p vmia somente com o tempo, supondo que se mantenha homogeneo dentro do
tanque. a derivada pmTial pode ser substinúda pela total.
vdp =-Q
dt lll

P = Po ---, _E_ = _E._ = (1- at2)


P Po Po Po
dp
-=-2p 0ut
dt
Qm = 2p0 Vu.t = 2 x 5 x lOx 0.005 x 10 = 5kg
s
b) Q = Qm
p

No instante t=!Os ---, p=5x(t-0.005x!0 2 )=2.5 k~


111
'i Jm3
Q
__-__
-
2.5
- -
s
2 111
c) V=Q= =4
A 0.5 s
d) m=pV=2.5x10=25kg
Obviamente. a vazão na saída será intenompida quando a pressão interna se igualar com a
externa. Supondo que a pressão externa é igual à pressão atmosférica ele 1 kgr,
cm-
2
Píinal = Po (1- at )

t= jt(i-1::ª1·) =~0~6osx(l-1~l =l3.4s

2 2
f) Píinal =Po(1-u.t )=sx(1-0.005xl3.4 )=0.51 k~
111
ll1final = Píina!V = 0.51 x 10 = 5.lkg
iíl.2 Água escoa de um tanque por um tubo lateral, conforme a figura. A velocidade do escoamento na secão
má{ 1- ( i Y]
do tubo de descarga é dada por: v = v ,
Determinar:
a) a taxa de variação com o tempo, no instante t0, da massa de água contida no tanque, sendo nesse
instante V máx = V máxo;
b) a velocidade de descida do rúvel da água no tanque no instante inicial.
Atan
rcR 2 TCR 2
a)-pvmáxü - -;b) Ynuíx 0 - - ~

·- -·- -·
~
2 2At:m

~r-- ---------
2R

Não Tem Resolução


i 0.3 A figura mostra uma seringa para injeções, com as respectivas dimensões. Se a velocidade do êmbolo é
0,25 cm/se a velocidade do líquido na agulha é 25 cm/s, qual a porcentagem de líquido desperdiçada
através da folga entre o êmbolo e o cilindro? (Desprezar o volume contido na agulha.)
D,=0,61 mm
v,. = 25 cm/s
Dc=0,62cm

L= 1,15 cm Resp.: 3,25%


D, =0,61 cm

õ f pdV + fpvxiidA. = O
õt vc se
õV
ê't +Qfolga +Qa =0
Como V só é função do tempo: dV = -(Qfolga + Oa ~t

e l
dV = -(Qfolga +Qa )f~ctt ~ Ví = (Qfolga +Qa )t

L itD~'
t=-: Ví=--L
Ve 4

nD;' L
vperd. = l v.-4-x-V-e =1-~D~ =1- 25 (0.061]2 =0.032
Oll 3,2~'Ó
Vl itD~ L Ve D~ 0,25 0,62
4
"l !L4 A massa de gás no interior de um botijão varia segundo a lei:
m (t) = rn 0 - ~t, onde ~ = Jê.
Sendo p, a massa especifica do gás na seção de saída, calcular a velocidade média nessa seção, cuja área é
A,.

A,
Rasp.: v, =-13-
p,A,

Não Tem Resolução


10.5 Após a seção de entrada (1) de um conduto de seção quadrada de 0,3 mx 0,3 m, existem duas paredes
porosas. A vazão de água na entrada é 300 L/s. Pela parede porosa superior (2) há uma vazão de entrada
que varia parabolicamenle, por unidade de largura, desde OL/s.m na seção (1) até 80 L/s.m, junto à se-
ção (4). Na ouh·a face porosa (3), a água sai com uma vazão que varia linearmente, por unidade de largu-
ra, desde 150 L/s.m, junto à seção (1), até O L/s.m, junto à seção (4). Determinar a vazão na seção (4) de
saída do conduto, localizada a 50 cm da entrada (1).
,,
(1) ,,--==::::::::.=-+++,..J,j ,,!o,3 m
~-~-~~:12:~~~~==~~41)7o,3.
;
,,JL-----_-__-_<:...::}-
__-. .=--=,-1<, •••
-
"'--'-"--,

m
Resi').: Q, = 292,8 L/s

---- ---- 50cm

ô fpdV+ fpvxiidA=O
ê't
vc se
Sendo o regime pe1manente: -a pdV=O J f pvxiidA = o
ê't ve se
Sendo o fluido incompressível: f vx iiclA = O
se
- Ql - Q2 + Q3 + Q4 = 0
Q4 = Q1 + Ql - Q3

Representando por q a vazão por unidade de largura: Q2 = J~ q b dx


2 2

q, = ax"' + bx+c
Para X=O--> q2=0 => C=O
1113
Para x = L = 0.5111 --> q 2 = 0.08- => 0.08 = 0.25a + 0,5b
s.m
dq, dq,
Para x=O --> --" = O => --· = 2ax + b
dx dx
L ogo .. a = o'? ·"-X.•'
_.,_ :=> q2 = o'?
3 O -3 3
X IO··' =0,096--=,
0 004·Ill-
Portanto:
... o f,
Q,= 0.5 0.32x·x0.3xdx=0,096-
'
3 0
.)
3 s

Q3 = t q 3l1:1dx
q3 = a'x+ b 1

Para x = O --> q 3 = 0.15 _,, b' = 0.15


Para x = L = 0.5m --> q 3 = O => O= 0.5a' + 0.15 => a'= -0.3
(
, .
-f
Q3 - •0
05
(..- O'·~ol-)o'd•-0'
,-'X , . ) . .) X - .;) X lI-O'x·1o· , • ~- X O J
,.:" 2 O 5 ~01~·1º· 5

0.52 - o o o 12 _1113
Q, =0.3x -0.3x-_-+O.bx .).f= . 1 )--
J
0 ( 2 1
, s
L
Q4 = 300 + 4-11.25 = 292.8-
s
10.6 O amortecedor hidráulico do sistema de aterrissagem de um avião suporta o peso G quando é acionado.
No instante do pouso na pista, a pressão do ar é p VO, e seu volume é z0 A, onde A é a área da seção trans-
versal do cilindro. Verificar, aplicando a equação da energia para regime variado, que a velocidade áo
~ Zg_ (- PoZo - h + -2_), Admitir:
2
pistão é dada pela equação diferencial: dv
dz h yz yA
a) ar a temperatura constante;
b) atrito desprezível.
A
...... ____ J~--PHR
(2) < >~< . ---!:
(1) ~e1áiiir·
.·._ . .i,f,,<::;J ---

Il,l
G

Não Tem Resolução


·i O. 7 No tubo em U da figura, de seção de área A, oscila, em tomo da posição de equilíbrio, urna coluna de
comprimento total L de um líquido admitido ideal. Determinar o período T da oscílação.

Posição
inicial de ------------ --------------------
equilíbrio
_J '..... PHR

Configuração num
instante t qualquer

Pela equação 10.18: N-Nd-- =-


lSSêt~
a
vc
,2l:'<J\,idv. + •f pl"-+-+gz
v-
f p(-+"z
. se
v- p
2'
__
xndA
P
r
Sendo o fluido ideal: Ndiss = O e a = !.
Não havendo máquina: N = O

Sendo um líquido~-º ;t:r~;


ê't VC \ -
1
:::m_{~:e:s:::ll vz! + Pl + zl)-( ~~+Pi + Zi
r _e Y -e- Y
iJ
,

(2)
--t- Jz
Posição
inicial de - - - -
eq,úlíbrio
:~1-·
-- (1)
+z
--· ·-·-·-·---·-·-·-·
PHR
·-·-·-·-·-·-·-·-·-·

Configuração num
instante t qualquer

P1 = P2 = Patm na escala efetiva


1 à • . v-? }
---::--
·rQc1· ~
j _-+gz_ V
2
vc
Sendo o fiuido incompressível. v1 = v2 e z2 = -21 = z

_1 ~ f/ ....-2 + gzrlV = -2z


yQot\;C \ 2
A variação da energia potencial com o tempo é nula. pois. a toda subida de um lado. corresponde
uma mesma descida do outro.
?
1 pê\--.
- - - jdV=-2z
·,Q
' -''- ~-,
;,,,- vc

V 8\-2
----=-2.z
1 Q ot
-g -
A velocidade é fonçào somente do tempo e V = LA
)
LA dv- L dv Ldv
----=-2z ==> --2'\~- = -2z ----'> --=-2z
2gvA dt 2gv dt g dt
dv dv dz
Mas.-=--
dt dz dt
Ld..-dz 2
---=-2z ou vdv=-2~zdz
g dz dt L
2 v--
)
2:z-
)
"; o z
]Integrando -=-2~-+C ----'> - = ----+C
2 L 2 2 L
2
Para z = Zmáx ----'> v = O ==> e= gzmá.x
L
V2 9:Z2 9:Z2 .
-=----+- max
2 L L
clz
v=- ----'>
clt

. z .) G-; ,,
J--
arc;en (.--.- = ,/-'=-t+l
Zmax 1 L
Para t = O --t z = O ==> C' = O

V{IiT
T
Para t = - onde T é o período
4
--t z = Zmáx ==> arcsenl = L4
- -
/22 T
!-'.::..- ==> T = I
lrr L
VL 4 V2g
1[Ul Um veículo de massa m 0 = 900 kg move-se com uma velocidade de 30 m/s em relação a um inerciai, sob
a ação de uma força constante de4.500 N. No instante t = Osurge um vazamento no tanque de combustí-
vel, de forma que este é perdido verticalmente com uma vazão de 4,5 kg/s. O veículo continua a se mover
sob a ação da força inicial constante. Qual será a velocidade do veículo após 20 s do início do vazamento?

;Lx
X
z
x)_..Y
t
o
F=4.500 N

Resp.: v = 39 5 m/s
1

Não Tem Resolução


·rn.9 Na instalação, a vazão de 100 L/s divide-se igualmente nos dois ramais. Qual é o momento em relação
4 3
3 2
ao eixo z devido somente à ação da água? Dados: A2 = A3 = 2x 10- m ; p1 = 100 Pa; y= 10 N/m .
z
V/./h'///#//:;.--;t 1 ~'~%22.~:i2:ll
: (1)

(2) l: L _ _ _ _ _ _T.l(3)
~ 1 '
-.---
Resp . : 1.250 N.m
0,5m Jx l,5m
e;,,, y íJ'"
'" '"
'""
'.,. '"
·,·
"'

'
Pela equação 10.28 : rvrz =!!.__
àt
fPl'oVedV+ ÍPlove(vxii)dA

vc se
o., •
Sendo o regime permanente: ôt JprovedV = o
vc
Mz = -pr2v2Q2 + pr3v3Q3
Q1 100 X 10-3 lll
Q2 = Q3 = Q1 e vz =v3 =-.- = _ =25-
2x2x10 3
1
2Az ,
-3
Q1 · · lOOxlO )
Mz =p---;-v2(1'3-l'2)=l.OOOx x25x(l.5-0,5 =l.250N.m
~ -
1
Hl.íil Água escoa hodzontalmente para fora de um tubo, através de uma fenda de 3 mm de largura e 1,8mde
comprimento. A vazão é 28 L/s e a velocidade varia linearmente desde v rn.-ix até zero no fim da fenda.
Determinar o mo'].'ento em relação ao eixo vertical, provocado pelo escoamento do fluido
(PH,o =l.000 kg I m ).

ílflS!J.: Mz = 114 N.m


z

c=0,6m a= 1,8 m

' 1rb=3mm
X
·p---
,,,
........... "'.,.. ..
,,, .......... .,..,. ...
Yn1áx

,'

Não Tem Resolução


í!l.11 Uma bomba centrífuga tem pás com ângulo de entrada de 15° ede saída de 25°. A rotação é 1.720 rpmeos
diâmetros de entrada e saída são, respectivamente, de 10 cm e 25 cm. Sendo v ul = Oe v,1 = v ,,, determinar:
a) os diagramas de velocidades;
b) a altura manométríca teórica para infinitas pás.
Resp.: a)u1 = 9 m/s;w1 =9,33m/s; u 2 = 22,51 m/s;vu2 = 17,34m;w2 =5,70m/s;v2 = 17,51 m/s;b) H,w = 39,Sm

a) Sendo: Vabs= v: Vrel = w: Varr = u 1720 111


u1 = nud1 = nx--xO.I = 9-
60 s
Na entrada WJ 111
VJ = Vrt 'ri = Ut tg:al = 9 x tg:15º = 2,41
ª1 l llt 9 111
s

UJ W1=-- --=9:P-
cosal cos15º ·-- s

Na saída

\V2
1720 . . 111
u, = nud 7 = nx--x 0.25 = 22.51-
- - 60 s
\~ul
v,1 = 22.51 2,41 = 17.34 111
V
r2 =vr1 ~
V
u2-
=U, -
-
- -
tgo:2
ll} tg 25º s
\-r, 2.41 -0111
W? = ·····-- = = 5./ -
- seua2 seu25º s

,,-2 = J·vu2 + itr2 = ,!17.342 +2.41 2 = 17.51.11:1


s
b)
·. x --·-
vu, u2 _ 17,34 11 ,1
= 39.8111
Htco
g: - 9.8

i O. i 2 Deseja-se uma bomba que, acoplada a um motor de 3.450 rpm, produza uma altura manométrica teóri-
ca de 80m. O ângulo de entradadaspás deve ser de 15° eo de saída, de 30°. Sendod 1= !Ocm, quanto deve
ser di, supondo Vr1 = vr2 e vu 1 = O?
Resp.: d 2 = 180 mm

Não Tem Resolução