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Ministério da Cultura e Endesa Brasil apresentam contos d a s c r i a
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Ministério da Cultura e Endesa Brasil apresentam

Ministério da Cultura e Endesa Brasil apresentam contos d a s c r i a n

contos das crianças

Ministério da Cultura e Endesa Brasil apresentam contos d a s c r i a n
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contos das crianças
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contos das crianças
contos das crianças
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contos das crianças

contos das crianças
contos das crianças
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contos das crianças
ÍNDICE Apresentação O que é BÚ! Histórias de Medo e Coragem Palavra da Endesa Brasil
ÍNDICE Apresentação O que é BÚ! Histórias de Medo e Coragem Palavra da Endesa Brasil
ÍNDICE Apresentação O que é BÚ! Histórias de Medo e Coragem Palavra da Endesa Brasil

ÍNDICE

ApresentaçãoÍNDICE O que é BÚ! Histórias de Medo e Coragem Palavra da Endesa Brasil O O

O que é BÚ! Histórias de Medo e CoragemÍNDICE Apresentação Palavra da Endesa Brasil O O Sonho Monstruoso Homem e os Animais Bruxa Sem

Palavra da Endesa BrasilApresentação O que é BÚ! Histórias de Medo e Coragem O O Sonho Monstruoso Homem e

BÚ! Histórias de Medo e Coragem Palavra da Endesa Brasil O O Sonho Monstruoso Homem e

BÚ! Histórias de Medo e Coragem Palavra da Endesa Brasil O O Sonho Monstruoso Homem e

O

O

Sonho Monstruoso Homem e os Animais

Bruxa Sem Cabeçada Endesa Brasil O O Sonho Monstruoso Homem e os Animais Boneca Demoníaca Princesa e o

Boneca DemoníacaO O Sonho Monstruoso Homem e os Animais Bruxa Sem Cabeça Princesa e o Sapo Mistério

Princesa e o SapoHomem e os Animais Bruxa Sem Cabeça Boneca Demoníaca Mistério da Meia-Noite A A O Uma

Mistério da Meia-NoiteBruxa Sem Cabeça Boneca Demoníaca Princesa e o Sapo A A O Uma Noite Terrível Bruxa

A

A

O

Uma Noite TerrívelDemoníaca Princesa e o Sapo Mistério da Meia-Noite A A O Bruxa e as Crianças Segredo

Bruxa e as Criançase o Sapo Mistério da Meia-Noite A A O Uma Noite Terrível Segredo das Sapatilhas Garoto

Segredo das Sapatilhasda Meia-Noite A A O Uma Noite Terrível Bruxa e as Crianças Garoto que foi Enfeitiçado

Garoto que foi EnfeitiçadoNoite Terrível Bruxa e as Crianças Segredo das Sapatilhas A O O pela Bruxa 6 10

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pela Bruxa

das Sapatilhas Garoto que foi Enfeitiçado A O O pela Bruxa 6 10 12 14 16

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A O O pela Bruxa 6 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28
A O O pela Bruxa 6 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28
A O O pela Bruxa 6 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28
O Terror da Cidade 34

O Terror da Cidade

34

A Lenda do Bosque 36

A Lenda do Bosque

36

Uma Noite no Cemitério 38

Uma Noite no Cemitério

38

A Árvore que Assobiava 40

A

Árvore que Assobiava

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Noite de Sexta-Feira 42

Noite de Sexta-Feira

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A Menina do Giz 44

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Menina do Giz

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O Lago Negro 46

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Lago Negro

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Formiguinha Lili 48

Formiguinha Lili

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Noite de Sexta-Feira 13 50

Noite de Sexta-Feira 13

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Irmãos Coragem 52

Irmãos Coragem

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O Bebê Amaldiçoado 54

O Bebê Amaldiçoado

54

A Flor do Cemitério 56

A Flor do Cemitério

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Magia Negra 58

Magia Negra

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A Casa Vizinha 60

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Casa Vizinha

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O Espírito que Perturba 62

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Espírito que Perturba

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Casa Vizinha 60 O Espírito que Perturba 62 A Flor Enfeitiçada 64 O Grito 66 O
A Flor Enfeitiçada 64

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Flor Enfeitiçada

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O Grito 66

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Grito

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O Esqueleto 68

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Esqueleto

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A Armadilha da Morte 70

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Armadilha da Morte

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A Maldição da Mula 72

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Maldição da Mula

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Ataque de Zumbis 74

Ataque de Zumbis

74

O Grito da Meia-Noite 76

O Grito da Meia-Noite

76

A Lenda da Surumba 78

A Lenda da Surumba

78

A Lenda da Cobra-Boi Que 80

A Lenda da Cobra-Boi Que

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Gostava de Mamar

A Menina dos Olhos de Fogo 82

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Menina dos Olhos de Fogo

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O Galpão Assombrado 84

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Galpão Assombrado

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O Buraquinho da Casa 86

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Buraquinho da Casa

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Vou Te Pegar! 88

Vou Te Pegar!

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A Bruxa Genoveva 90

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Bruxa Genoveva

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86 Vou Te Pegar! 88 A Bruxa Genoveva 90 O projeto em números 92 Quem participou
86 Vou Te Pegar! 88 A Bruxa Genoveva 90 O projeto em números 92 Quem participou
86 Vou Te Pegar! 88 A Bruxa Genoveva 90 O projeto em números 92 Quem participou
86 Vou Te Pegar! 88 A Bruxa Genoveva 90 O projeto em números 92 Quem participou
86 Vou Te Pegar! 88 A Bruxa Genoveva 90 O projeto em números 92 Quem participou

O projeto em números92

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Quem participou de BÚ! Histórias de Medo e Coragem93

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Créditos100

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Agradecimentos101

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92 Quem participou de BÚ! Histórias de Medo e Coragem 93 Créditos 100 Agradecimentos 101
92 Quem participou de BÚ! Histórias de Medo e Coragem 93 Créditos 100 Agradecimentos 101
92 Quem participou de BÚ! Histórias de Medo e Coragem 93 Créditos 100 Agradecimentos 101
92 Quem participou de BÚ! Histórias de Medo e Coragem 93 Créditos 100 Agradecimentos 101

“O medo foi um dos meus primeiros mestres. Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas, aprendi a temer monstros, fantasmas e demônios ”

Mia Couto (Conferência do Estoril, 2011)

Apresentação

Apresentação

Desde o tempo dos homens das cavernas usamos as histórias de medo e terror para tentar nomear o “inominável” que habita nossos corações e mentes.

Ainda bebês somos imersos nas canções de ninar que trazem temas assustadores

para as crianças: “nana, neném, que a Cuca vem pegar preta, pega esse (a) menino (a) que tem medo de careta

",

"boi, boi, boi, boi da cara ”

Um pouco mais para frente, ainda na infância, os adultos leem histórias aterrorizantes, que mantêm as crianças no registro do medo (João e Maria, Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos).

O

bicho papão, a Cuca, o lobo mau, as bruxas acompanham a infância das crianças

mesmo que atualmente os adultos façam um grande esforço para evitar esse

assunto

o medo. Alguns chegam a mudar o conteúdo das histórias e das músicas

infantis. Por mais que os adultos tentem evitar o assunto, porém, de algum modo ele surge. Nas brincadeiras, na escola, com outras crianças

Muito além de serem contos, lendas, estas histórias refletem os medos que todas as crianças têm e que são fundamentais para que possam ir criando coragem para

enfrentar os obstáculos da vida, e encontrar saídas a partir de suas próprias histórias. Afinal,

enfrentar os obstáculos da vida, e encontrar saídas a partir de suas próprias histórias. Afinal, algum de nós nunca teve medo? E não o superamos depois?

O projeto BÚ! Histórias de Medo e Coragem foi inovador. A palavra medo nos

remete, num primeiro momento, a um lugar do qual desejamos nos manter distantes, um lugar que não desejamos visitar, tendo a crença equivocada de que assim nos manteremos num lugar seguro. A pergunta é: este lugar existe?

No senso comum circula a ideia de que aquilo que deixamos de falar, de expressar não existe e não incomoda. Fica lá, num canto, quietinho.

Ledo engano

Sabemos que, para poder elaborar um assunto, é preciso falar sobre

ele. É mexendo e remexendo em nossos monstros que temos a possibilidade de atribuir-lhes um

ele. É mexendo e remexendo em nossos monstros que temos a possibilidade de atribuir-lhes um significado e, aí sim, mandá-los embora ou criar saídas interessantes para os medos. Para esquecer é preciso lembrar, dar algum sentido para aquilo que nos ocupa de maneira intensa, mesmo sem nos darmos conta.

Este projeto mostra o quanto as crianças, se acompanhadas, mergulham sem medo neste universo e podem se jogar neste espaço construindo histórias fantásticas, possibilitando elaborar questões inerentes a todo ser humano.

As crianças, no seu universo, recontam e transformam as histórias sempre revestidas

de

medos. Lendo atentamente os textos, vemos que as temáticas se repetem. O horror

e

o medo aparecem nos contos sempre ligados ao que é desconhecido, à morte, ao

abandono, à separação, ao desamparo e tocam as grandes questões humanas: quem somos? de onde viemos? para onde vamos? o que o outro espera de mim? Questões

presentes nos seres humanos desde que o mundo é mundo e que estão nas histórias

da

maioria das crianças.

As

crianças são capazes de mergulhar com facilidade neste oceano fértil e farto de ideias

e

conseguem construir textos interessantíssimos, capazes de prender nossa atenção.

Lendo-os percebemos o quanto é intenso o medo de não corresponder aos ideais dos adultos. Em “A Menina do Giz” aparece o medo do abandono de uma aluna que

não responde ao que a professora espera dela. Os adultos e suas reações são um

não responde ao que a professora espera dela. Os adultos e suas reações são um espelho para as crianças e ajudam na formação de quem eles irão se tornar no futuro. Neste texto os autores encontram uma saída criativa, transformam o abandono em presença: a aluna abandonada retorna e marca um lugar para sempre, pelo barulho do giz todas as vezes que um professor escreve na lousa.

O texto “A armadilha da morte” fala sobre a ambição e rivalidade inerentes a todo

ser humano. As autoras encontram uma forma, mesmo que assustadora, de obedecer

os adultos. Pode ser muito ameaçador saber que, se não fizermos o que culturalmente

é apropriado, seremos intensamente punidos. Poder reescrever sobre seus receios cria alternativas para falar do assunto e encontrar outras saídas.

Quando começamos a ler os textos, foi inevitável lembrarmos e comentarmos sobre nossos medos de infância, mostrando que de certa maneira ainda nos identificamos com eles e deixando claro que eles ainda habitam nosso mundo adulto.

Talvez esta seja a maior riqueza deste trabalho: proporcionar às crianças que participaram da escrita do livro entrar em contato com aquilo que de alguma maneira as aterroriza, e às crianças leitoras do livro, saber que não estão sozinhas. Alivia saber que outros partilham dos monstros que até então pareciam somente habitar seu quarto escuro. Alivia saber que bruxas, fantasmas e lobos não são exclusividade da sua fantasia.

As histórias de medo e horror são histórias arrepiantes e não podemos esquecer que somente nos arrepia aquilo que toca nossas almas.

Parabéns a todas as crianças que aceitaram o desafio e puderam entrar de cabeça nesse projeto. Sintam-se representadas pelas 39 histórias que tão bem ilustram esta linda trajetória.

Preparem-se para a leitura e principalmente deixem seu medo correr solto para se ter coragem é preciso encarar nossos monstros de frente!

porque

Andréa Maia Assali, Deborah Meniuk e Paula Giraldes Belotti Psicólogas e Psicanalistas

monstros de frente! porque Andréa Maia Assali, Deborah Meniuk e Paula Giraldes Belotti Psicólogas e Psicanalistas

O que é BÚ! Histórias de Medo e Coragem

BÚ! Histórias de Medo e Coragem é uma iniciativa do Programa Endesa Brasil de Educação

e Cultura e do Ministério da Cultura. Tem por objetivo contribuir para a qualificação do

processo de alfabetização e letramento de crianças de escolas públicas do 4° e 5° anos do Ensino Fundamental. Realizado durante o ano de 2013, BÚ! Histórias de Medo e Coragem inscreveu 1000 professores e esteve presente em 516 escolas de 19 municípios:

Ceará: Aquiraz, Caucaia, Fortaleza, São Gonçalo do Amarante e Iguatu;

Goiás: Cachoeira Dourada de Goiás, Goiânia, Itumbiara;

Rio de Janeiro: Cabo Frio, Macaé, Niterói, Petrópolis, Teresópolis e São Gonçalo;

Rio Grande do Sul: Garruchos, São Luiz Gonzaga e Santo Ângelo;

Minas Gerais: Cachoeira Dourada de Minas Gerais e Capinópolis.

Os professores inscritos foram convidados a participar de um encontro de formação

e receberam um conjunto de materiais didáticos com propostas de atividades para serem

realizadas em sala de aula. Durante o percurso, os alunos e alunas foram convidados

a

ouvir histórias de medo, a encontrar seres estranhos, poções, feitiços, encantamentos

e

paisagens assustadoras.

O medo é uma travessia, uma passagem, um pedaço do caminho. Ao adentrar no mundo das narrativas assustadoras, as crianças acolheram seus medos e corajosamente criaram histórias para eles.

As histórias produzidas pelas crianças foram encaminhadas pelos professores ao Concurso Cultural BÚ! Histórias de Medo e Coragem. Foram avaliados 3067 trabalhos e os 39 enredos finalistas foram encenados pelos seus autores durante os eventos de premiação.

Uma pequena parte dessa travessia de escuta, acolhimento e bom humor está contemplada neste livro.

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de premiação. Uma pequena parte dessa travessia de escuta, acolhimento e bom humor está contemplada neste

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12 Palavra da Endesa Brasil A Endesa Brasil é uma empresa comprometida com a educação

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12 Palavra da Endesa Brasil A Endesa Brasil é uma empresa comprometida com a educação e
12 Palavra da Endesa Brasil A Endesa Brasil é uma empresa comprometida com a educação e

Palavra da Endesa Brasil

A Endesa Brasil é uma empresa comprometida com a educação e cultura das crianças e adolescentes

brasileiros.

As iniciativas do Programa Endesa Brasil de Educação e Cultura e do Ministério da Cultura visam contribuir para a qualificação do processo de alfabetização e letramento de crianças em escolas públicas de todo o país.

O resultado dessa contribuição pode ser visto nesta coletânea de contos, que reflete a diversidade cultural do

país e a imensa capacidade de nossas crianças de criar e contar suas histórias.

Desde seu nascimento, em 2011, o programa realizou o projeto Contadores de Histórias Encantadas, que convidou estudantes de mais de 3 mil escolas para criarem suas próprias narrativas. Depois veio Teatro de Brinquedo, em 2012, em que mais de 8 mil alunos e alunas participaram da criação de pequenas dramaturgias.

Em 2013, BÚ! Histórias de Medo e Coragem convidou 1000 educadores de 19 municípios brasileiros e seus

mais de 30 mil estudantes para ler, ouvir, escrever e encenar histórias que falam de sentimentos que todos têm:

o medo e a coragem. Com esses dois sentimentos, os alunos e alunas realizaram um percurso inusitado para

identificar os elementos da narrativa: criaram uma coleção de personagens de arrepiar; um livro com poções, feitiços, encantamentos e antídotos; escreveram um guia turístico de lugares sombrios e tenebrosos e, no final da trajetória, produziram suas próprias histórias – que foram encaminhadas pelos professores para o Concurso Cultural que deu origem a esta publicação.

Em pesquisa realizada com os professores participantes de BÚ! Histórias de Medo e Coragem, 93% concordaram

que o projeto melhorou de forma significativa a capacidade de se expressar dos alunos. Esse resultado, por si só,

já é uma amostra de que investir com qualidade em educação é uma escolha que, além de refletir o que a Endesa

Brasil acredita, tem gerado resultados que de fato contribuem para o futuro das nossas crianças.

Ana Paula Caporal Responsável pela área de Responsabilidade Social Corporativa da Endesa Brasil

das nossas crianças. Ana Paula Caporal Responsável pela área de Responsabilidade Social Corporativa da Endesa Brasil
das nossas crianças. Ana Paula Caporal Responsável pela área de Responsabilidade Social Corporativa da Endesa Brasil
das nossas crianças. Ana Paula Caporal Responsável pela área de Responsabilidade Social Corporativa da Endesa Brasil
das nossas crianças. Ana Paula Caporal Responsável pela área de Responsabilidade Social Corporativa da Endesa Brasil
das nossas crianças. Ana Paula Caporal Responsável pela área de Responsabilidade Social Corporativa da Endesa Brasil
das nossas crianças. Ana Paula Caporal Responsável pela área de Responsabilidade Social Corporativa da Endesa Brasil

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Autores: João Vitor Souza Paz – 10 anos – 5° ano Vanderson dos Santos Rodrigues
Autores: João Vitor Souza Paz – 10 anos – 5° ano
Vanderson dos Santos Rodrigues – 12 anos – 5° ano
Professora: Maria Evenilta Costa Falcão
Escola: EMEF Padre Heribert Kloos
Cidade: Aquiraz
Falcão Escola: EMEF Padre Heribert Kloos Cidade: Aquiraz O Sonho Monstruoso Era uma noite escura como

O Sonho Monstruoso

Era uma noite escura como breu, quando surgiu em minha frente um enorme bicho de pele clara, horrível e com aspecto de sono. O bicho eu não sabia o que era, mas queria descobrir. Então rodeei

o bicho. Ele tinha a pele tão macia. Fiquei fazendo carinho nele, mas ele me deu um susto enorme, eu quase desmaiei. Então ele cresceu 2 vezes mais.

Eu estava tremendo muito de medo quando pensei que ele poderia me comer e tremi 3 vezes mais. Me acalmei, então continuei a tentar descobrir, mas o bicho cresceu 4 vezes mais e eu me tremi 5 vezes mais que antes. Então senti um frio, na barriga, nos braços, nas pernas, no corpo todo.

Tentei me acalmar, mas parecia que não estava dando certo. Então

o bicho me deu um susto e eu por pouco não morri. Eu me assustei,

me senti inseguro. Me tremi 10 vezes mais do que antes, e o bicho?

Cresceu 20 vezes mais, e aí foi que deu, deu mesmo, caí duro no chão. Então o bicho veio para cima de mim, mostrou os dentes e, de um pulo, me comeu, nhac. Dei um grito, acordei, pensei estar na barriga do bicho, mas caí na real que era um sonho. O monstro era só o travesseiro. Minha mãe me acalmou. E todos os dias antes de dormir falava comigo mesmo:

“Não sonhe, não sonhe”.

travesseiro. Minha mãe me acalmou. E todos os dias antes de dormir falava comigo mesmo: “Não

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O Homem e os Animais Há algum tempo atrás tinha um homem chamado Calasar. Ele
O Homem e os Animais Há algum tempo atrás tinha um homem chamado Calasar. Ele

O Homem e os Animais

Há algum tempo atrás tinha um homem chamado Calasar. Ele maltratava muito os animais. Matava os bichos não para comer, só para matar.

Um dia ele morreu e ninguém foi no seu velório porque ele era muito ruim. Só tinha o coveiro que enterrou. Mas o coveiro estava aprendendo agora e colocou o caixão virado do outro lado.

À meia-noite vieram vários “ratos” e roeram o caixão todo. Ele saiu lá de

dentro sem o nariz, sem as orelhas e com a cabeça virada para as costas.

E até hoje toda meia-noite ele anda assombrando os moradores daquela rua e matando os seus bichinhos de estimação.

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daquela rua e matando os seus bichinhos de estimação. 16 Autores: Soraya Nogueira de Sousa –

Autores: Soraya Nogueira de Sousa – 10 anos – 5° ano Rayssa Rocha da Silva – 11 anos – 5° ano Professora: Marciana Rocha da Silva Escola: EMEF Juvenal Pereira Façanha Cidade: Aquiraz

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A Bruxa Sem Cabeça Um certo dia uma feiticeira estava para dar à luz, só
A Bruxa Sem Cabeça Um certo dia uma feiticeira estava para dar à luz, só
A Bruxa Sem Cabeça Um certo dia uma feiticeira estava para dar à luz, só

A Bruxa Sem Cabeça

A Bruxa Sem Cabeça Um certo dia uma feiticeira estava para dar à luz, só que

Um certo dia uma feiticeira estava para dar à luz, só que ela estava sozinha porque o marido ia trabalhar das 23:00 até as 5:00. Ela colocou tanta força que a menina saiu normal. Ela batizou a menina de Feurinha. Aí de repente a cabeça da bebê começou a inchar sem parar até explodir.

A feiticeira fez um feitiço para a cabeça de Feurinha nascer.

Só que o marido dela chegou e não sabia de nada. Ele viu uma bebê e disse:

- Nossa filha nasceu!!!

Ela foi crescendo. Quando completou 14 anos, deu meia-noite e ela levantou dormindo como uma sonâmbula. De repente, Feuirinha se transformou em uma bruxa muito horripilante, arrancou a cabeça e foi em direção ao cemitério.

Ela começou a acordar os mortos dizendo:

- Acordem, seus preguiçosos, é hora de diversão!!!

Eles foram levantando e seguindo ela cantando:

- Tomba lá, tomba tá

Ela continuou fazendo isso.

Um dia Feuirinha cansou de virar bruxa e disse:

- Ai, quero tanto virar uma pessoa normal.

bruxa e disse: - Ai, quero tanto virar uma pessoa normal. Aí veio uma luz colorida.
bruxa e disse: - Ai, quero tanto virar uma pessoa normal. Aí veio uma luz colorida.

Aí veio uma luz colorida. Essa luz entrou nela e ela virou uma linda moça.

E foi vivendo feliz.

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18
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa
nela e ela virou uma linda moça. E foi vivendo feliz. 18 Autores: Maria Naiane Costa

Autores: Maria Naiane Costa Paiva – 10 anos – 5° ano Ingridy Vitória Lima de Almeida – 11 anos – 5° ano Professora: Marcus Roberto Damasceno Maia Escola: EM Ulisses Guimarães Cidade: Fortaleza

– 11 anos – 5° ano Professora: Marcus Roberto Damasceno Maia Escola: EM Ulisses Guimarães Cidade:
– 11 anos – 5° ano Professora: Marcus Roberto Damasceno Maia Escola: EM Ulisses Guimarães Cidade:

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20 Boneca Demoníaca Era vez uma menina chamada Jaquelynnie. Ela morava em uma casa encantadora, com

Boneca Demoníaca

20 Boneca Demoníaca Era vez uma menina chamada Jaquelynnie. Ela morava em uma casa encantadora, com

Era vez uma menina chamada Jaquelynnie. Ela morava em uma casa encantadora, com as paredes cobertas de diamante, escadas com pérolas

e o seu quarto cheio de bonecas lindas.

Ela estava completando 9 anos de idade. Tinha uma feiticeira que odiava Jaquelynnie e colocou uma praga em uma boneca, dizendo:

Abra, cadabra, demônios e pragas venham das trevas e desperte acordada.

-

A feiticeira deu a boneca para Jaquelynnie.

Ela ficou muito feliz e passou

a

dia a menina não quis brincar com a boneca.

brincar todos os dias com essa boneca. Um

Meia-noite a boneca despertou e disse,

cantando:

Menina, menina, se comigo você não brincar, ora bolas, vou ter que te matar.

-

A

atrás dela com uma faca, cantando:

menina saiu gritando, mas a boneca correu

faca, cantando: menina saiu gritando, mas a boneca correu Autores: Barbara Paiva de Sousa – 10
faca, cantando: menina saiu gritando, mas a boneca correu Autores: Barbara Paiva de Sousa – 10

Autores: Barbara Paiva de Sousa – 10 anos – 5° ano Nathally de Souza Marques – 11 anos – 5° ano Professora: Kenya de Sousa Lobo Escola: EM Henriqueta Galeno Cidade: Fortaleza

Lobo Escola: EM Henriqueta Galeno Cidade: Fortaleza - Menina, menina, se comigo você não brincar, ora

- Menina, menina, se comigo você não brincar, ora bolas, vou ter que te matar.

A menina correu até a cozinha, achou o antídoto e cantou:

- Há, há, há, não tem como me pegar, porque se eu ler isso você vai se acabar! Hi, hi, hi não tem como fugir, vou acabar com você, você vai explodiiiiiiiir!!

A menina conseguiu derrotar a boneca e viver em paz!!!

Essa foi a história da Boneca Demoníaca.

vai explodiiiiiiiir!! A menina conseguiu derrotar a boneca e viver em paz!!! Essa foi a história
vai explodiiiiiiiir!! A menina conseguiu derrotar a boneca e viver em paz!!! Essa foi a história

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A Princesa e o Sapo

Era uma vez uma princesa que tinha tudo que queria, mas nunca cansava de esnobar as pessoas pobres. Todo mundo que pedisse esmola no castelo, ela mandava os empregados dizerem que pobres não eram nem pra pisar lá.

Mas as pessoas tinham era pena dela.

O maior medo dela era sapo.

Um dia ela disse para seu pai:

- Pai, estou precisando de um sapato novo.

O pai dela respondeu:

- Tá, pode ir.

E a princesa se arrumou e foi para as compras. Ela viu uma loja com sapatos lindos, mas era a loja da gruta. A princesa entrou.

Quando ela entrou a bruxa falou:

- Entre, querida princesa. Você quer algum sapato de cristal?

- Vamos, eu quero testar, disse a princesa.

A bruxa olhou, olhou, olhou e no pensamento a bruxa disse: “Eu vou

transformá-la em sapa”, porque a bruxa sabia que ela tinha medo de sapa. Aí

a bruxa pá!, transformou a princesa em sapo e disse:

- Você só vai virar humana se beijar um sapo.

Ela desesperada saiu pulando atrás de um sapo.

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Ela encontrou e com nojo beijou o sapo. Os dois viraram princesa e príncipe,

e se tornaram marido e mulher.

viraram princesa e príncipe, e se tornaram marido e mulher. Autores: Fabyolla D. A. da Silva

Autores: Fabyolla D. A. da Silva – 11 anos – 5° ano Vitória Hellen Silva Matias – 11 anos – 5° ano Professora: Tereza Raquel Alves Araújo Escola: EMEF Carlota Távora Cidade: Iguatu

– 11 anos – 5° ano Professora: Tereza Raquel Alves Araújo Escola: EMEF Carlota Távora Cidade:
– 11 anos – 5° ano Professora: Tereza Raquel Alves Araújo Escola: EMEF Carlota Távora Cidade:
– 11 anos – 5° ano Professora: Tereza Raquel Alves Araújo Escola: EMEF Carlota Távora Cidade:

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Autores: Lucas Bezerra de Souza – 10 anos – 5° ano Linich da Silva Vieira
Autores: Lucas Bezerra de Souza – 10 anos – 5° ano Linich da Silva Vieira

Autores: Lucas Bezerra de Souza – 10 anos – 5° ano Linich da Silva Vieira – 10 anos – 5° ano Professora: Tereza Raquel Alves Araújo Escola: EMEF Carlota Távora Cidade: Iguatu

Araújo Escola: EMEF Carlota Távora Cidade: Iguatu 24 O Mistério da Meia-Noite 12 Era uma vez

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Araújo Escola: EMEF Carlota Távora Cidade: Iguatu 24 O Mistério da Meia-Noite 12 Era uma vez

O Mistério da Meia-Noite

Távora Cidade: Iguatu 24 O Mistério da Meia-Noite 12 Era uma vez um garoto de 11
12
12

Era uma vez um garoto de 11 anos que se chamava Mateus. Ele era muito feliz.

Um dia ele já ia deitar pra dormir quando chegou a meia-noite e todos os objetos

e coisas que estavam no quarto de Mateus voaram. Ficou uma bagunça só, a única coisa que não voou foi a cama dele.

No dia seguinte Mateus ficou apavorado, no outro dia aconteceu a mesma coisa. Então Mateus bolou um plano. Ele iria ficar acordado até meia-noite. O plano falhou, ele não conseguiu ficar acordado até meia-noite.

No outro dia depois de arrumar seu quarto ele bolou outra ideia. Dessa vez ele pensou que seria infalível: ele inventou de colocar seu cachorrinho no seu quarto. Mas infelizmente não deu certo de novo, seu cachorrinho dormiu.

Ele ficou sem saber o que fazer. Depois de uns dias arrumando seu quarto teve uma ideia: ia filmar tudo que acontecia no quarto durante a madrugada, com uma câmera escondida.

De repente, de madrugada, tudo aconteceu. Papéis voaram e a estante caiu,

e isso provocou um barulho forte que deu pra acordar Mateus. Então Mateus

acordou e viu algo saindo pela janela. Bem rápido Mateus saiu atrás do monstro.

Ele teve que correr muito para alcançar o monstro, mas finalmente conseguiu alcançar. Ele viu que o monstro realmente era um fantasma muito brincalhão, o fantasma pediu desculpas e disse que só estava se divertindo.

Então Mateus voltou para sua casa e foi dormir.

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Uma Noite Terrível Era uma noite de Sexta-Feira 13. Meu avô gostava de contar histórias
Uma Noite Terrível Era uma noite de Sexta-Feira 13. Meu avô gostava de contar histórias
Uma Noite Terrível Era uma noite de Sexta-Feira 13. Meu avô gostava de contar histórias

Uma Noite Terrível

Era uma noite de Sexta-Feira 13. Meu avô gostava de contar histórias de assombração para seus netos. Justamente na Sexta-Feira 13, ele resolveu contar história de bruxa. Ele contou uma história de uma bruxa corcunda, o nome dela era Dona Bruxela. Dona Bruxela tinha uma vizinha que ela não gostava, vivia discutindo pra ver se a vizinha iria embora. Certo dia resolveu que iria fazer uma bruxaria para afastar a vizinha para bem longe. Pegou uns fios de cabelos da vizinha, perna de cururu, cabeça de calango, teias de aranhas, veneno de cobra, dente de cachorro e olho de jacaré.

Mas quando foi realizar a bruxaria e começou

a falar “sim salabim salabim bim bim”, de repente

a Bruxela começou a sentir uma quentura que vinha do chão.

Saía de dentro de seu caldeirão um mostro muito assustador. Ele tinha só um olho que parecia um olho de jacaré, os seus cabelos eram de pessoas, o braço dele era de calango, a cabeça de aranha

e

a perna de cachorro. Quando ela viu este mostro ela se assustou.

O

mostro não gostou dela.

Começou a querer pegar ela, e veio um vento forte derrubando tudo.

O mostro disse: “Vou te pegar”. De repente, ele desapareceu e ela ficou muito

assustada. Ela saía embora quando de repente ele pegou no ombro dela e ela morreu de susto. No outro dia, quando foram enterrá-la, a casa dela encheu de morcego, cheio de fantasma, todos dizendo “Cadê a Bruxela?”. A vizinha foi embora e o mostro ficou muito alegre. Toda noite de Sexta-Feira 13 a Bruxela vai assombrar a vizinha.

Autores: Bruna Vitória de O. N. da Silva – 10 anos – 5° ano Darlene da Silva P. Ladislau – 10 anos – 5° ano Professora: Elizabeth Almeida de Carvalho Escola: EEIEF Estevam Matias de Paula Cidade: Iguatu

– 5° ano Professora: Elizabeth Almeida de Carvalho Escola: EEIEF Estevam Matias de Paula Cidade: Iguatu
– 5° ano Professora: Elizabeth Almeida de Carvalho Escola: EEIEF Estevam Matias de Paula Cidade: Iguatu
– 5° ano Professora: Elizabeth Almeida de Carvalho Escola: EEIEF Estevam Matias de Paula Cidade: Iguatu
– 5° ano Professora: Elizabeth Almeida de Carvalho Escola: EEIEF Estevam Matias de Paula Cidade: Iguatu

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– 5° ano Professora: Elizabeth Almeida de Carvalho Escola: EEIEF Estevam Matias de Paula Cidade: Iguatu

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– 5° ano Professora: Elizabeth Almeida de Carvalho Escola: EEIEF Estevam Matias de Paula Cidade: Iguatu
Autores: Alice de Lima Freitas – 9 anos – 4° ano Kaylane Malta dos Santos
Autores: Alice de Lima Freitas – 9 anos – 4° ano
Kaylane Malta dos Santos – 9 anos – 4° ano
Professora: Maria Inês Vasconcelos
Escola: EEIEF Luiz de Gonzaga Fonseca Mota
Cidade: Caucaia

A Bruxa e as Crianças

Era uma vez duas crianças curiosas e corajosas que moravam numa fazenda

e

esconde-esconde e entraram numa casinha de chocolate que havia por lá. Não sabiam eles que era a casa de uma bruxa muito má. Quando a bruxa os avistou deu gargalhadas de felicidade, ah! ah! ah!, e disse: “Querem chocolates, garotinhos?” Os meninos comeram tanto que adormeceram, e a bruxa os prendeu num quarto escuro e todo dia dava comida para eles.

foram passear numa floresta que havia próxima. Resolveram brincar de

numa floresta que havia próxima. Resolveram brincar de 29 Passaram longos anos e os meninos cresceram
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Passaram longos anos e os meninos cresceram cheios de sabedoria. Um dia eles chamaram a bruxa e a convenceram de que não havia mais necessidade deles ficarem presos, pois nem o caminho de volta para suas casas eles sabiam. E seria melhor eles livres, pois iriam ajudar a cortar lenha, caçar animais, enfim, fazer as tarefas de casa, pois ela já estava velha e cansada para fazer tanta coisa. A bruxa, convencida com o papo deles, abriu a porta

e

muito contente. Os dois mais uma vez tentaram convencer a bruxa a fazer uma festa para eles, afinal, só viviam trabalhando e mereciam uma festa. A bruxa concordou e começou os preparos para a festa. Eles cortaram muita lenha e pegaram muita caça e a bruxa fez muitos bolos e doces de chocolates.

os deixou livres. Todos os dias eles faziam tudo direitinho e a bruxa ficava

No dia da festa vieram muitos animais e o feiticeiro da floresta. A bruxa começou a dançar com o feiticeiro perto de um caldeirão e os dois meninos os empurraram dentro do fogo e jogaram muita lenha, deixando-os sufocados.

Eles morreram queimados. Os meninos deixaram a casa de chocolate e

28 voltaram para casa.

Autores: Raynara Jucá Amorim – 10 anos – 5° ano Raynará Sá Matias – 10
Autores: Raynara Jucá Amorim – 10 anos – 5° ano Raynará Sá Matias – 10
Autores: Raynara Jucá Amorim – 10 anos – 5° ano Raynará Sá Matias – 10
Autores: Raynara Jucá Amorim – 10 anos – 5° ano Raynará Sá Matias – 10
Autores: Raynara Jucá Amorim – 10 anos – 5° ano Raynará Sá Matias – 10
Autores: Raynara Jucá Amorim – 10 anos – 5° ano Raynará Sá Matias – 10

Autores: Raynara Jucá Amorim – 10 anos – 5° ano Raynará Sá Matias – 10 anos – 5° ano Professora: Antonia Silvania Pinto Braga Spinosa Escola: EEF Joaquim Pacheco de Menezes Cidade: São Gonçalo do Amarante

Pacheco de Menezes Cidade: São Gonçalo do Amarante O Segredo das Sapatilhas Em um belo dia,
Pacheco de Menezes Cidade: São Gonçalo do Amarante O Segredo das Sapatilhas Em um belo dia,

O Segredo das Sapatilhas

Em um belo dia, Cristina estava fazendo uma apresentação de balé. Quando acabou a apresentação, ela sentou-se em um pequeno banquinho e, quando olhou para o lado, viu um velho caixote. Ela o abriu e viu um par de sapatilhas. Assim que ela olhou se encantou e as levou para casa. As sapatilhas tinham um brilho especial. Quando ela voltou à escola de balé perguntou a muitas pessoas se alguém conhecia o dono dessas sapatilhas, mas ninguém o conhecia. Até que uma senhora apareceu e disse:

- Você precisa ir até o fim do lago e encontrará a resposta.

Cristina foi até o fim do lago mais próximo da cidade e encontrou uma velha bruxa. Essa bruxa falou:

- O dono, ou melhor, a dona era uma moça chamada Catarina. E essas sapatilhas tinham sido

enfeitiçadas, então desde que Catarina morreu ninguém teve a coragem de reverter o feitiço. Por isso,

o espírito de Catarina não pode descansar em paz.

Cristina estava com muito medo, mas tinha que libertar o espírito de Catarina. Então ela tomou coragem e perguntou à bruxa:

- Como eu faço para reverter o feitiço?

A bruxa disse:

-

Você precisa invocar o espírito, jogar uma poção nas sapatilhas, dizer o nome de quatro sentimentos

e

estará feito.

Cristina foi até o porão da escola de balé e disse:

- Apareça espírito, e o espírito apareceu. Ela jogou a poção e disse:

- Medo, liberdade, ódio e coragem!

De repente o espírito e as sapatilhas desapareceram. Cristina tirou um grande peso das costas e voltou para casa muito feliz.

32 Enfeitiçado O Garoto que pela foi Bruxa Há muito tempo atrás havia um garoto

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32 Enfeitiçado O Garoto que pela foi Bruxa Há muito tempo atrás havia um garoto que
32 Enfeitiçado O Garoto que pela foi Bruxa Há muito tempo atrás havia um garoto que
32 Enfeitiçado O Garoto que pela foi Bruxa Há muito tempo atrás havia um garoto que
32 Enfeitiçado O Garoto que pela foi Bruxa Há muito tempo atrás havia um garoto que

Enfeitiçado O Garoto que pela foi Bruxa

Há muito tempo atrás havia um garoto que gostava de assustar as pessoas. Um dia ia passando em frente a sua casa uma velhinha e o garoto tentou assustar a pobre velhinha. Mas, para sua surpresa, a velhinha era uma bruxa.

E a bruxa lançou um feitiço no garoto e o garoto logo foi transformado em um

gato preto. Depois de alguns dias uma menina encontrou o gato preto, gostou dele e o colocou no colo, mas quase deu um desmaio quando o gato falou:

- Me dê um beijo, menina, para eu me transformar em uma pessoa.

A menina assim fez. Ela beijou o gato preto e o feitiço foi quebrado, e logo o gato

se transformou em uma pessoa, num menino. Mas tinha uma profecia que dizia que quem beijasse esse gato seria amaldiçoado, e assim a profecia foi realizada. Mas o menino ficou com pena e resolveu beijá-la novamente, e então os dois se transformaram em gato e gata e viveram muitas aventuras felizes como gatos.

gato e gata e viveram muitas aventuras felizes como gatos. 33 Autores: Diego Rocha da Silva
gato e gata e viveram muitas aventuras felizes como gatos. 33 Autores: Diego Rocha da Silva

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Autores: Diego Rocha da Silva Monteiro – 4° ano Antonio Carlos Soares de Sousa – 4° ano Professora: Artemízia Matos Bezerra Escola: EEF Dona Filomena Martins Cidade: São Gonçalo do Amarante

– 4° ano Professora: Artemízia Matos Bezerra Escola: EEF Dona Filomena Martins Cidade: São Gonçalo do
O Terror da Cidade Um dia em uma cidadezinha qualquer nasceu uma criança, que mesmo

O Terror da Cidade

Um dia em uma cidadezinha qualquer nasceu uma criança, que mesmo sem falar ou andar já fazia o mal. Seu olhar era obscuro e assustava todo mundo, até os seus pais. Quando era bem pequeno ainda, pegou álcool no armário da cozinha, jogou na casa do vizinho e tacou fogo, só porque esse vizinho tinha reclamado dele para seus pais, devido a ele sempre bater no seu filho.

O tempo passou e o menino cresceu cada dia mais malvado, fez muita coisa

errada e até sofreu um acidente quando pulava um muro roubando seus vizinhos. Nesse acidente ele ficou paralítico. E mesmo assim não aprendeu a ser melhor. Até mesmo velho e de cadeira de rodas aprontava das suas.

Um dia ele estava andando pela rua e viu um menino passando com um senhor.

O senhor o encarou, pois reconheceu que aquele velho era o garotinho que

incendiou a casa dos seus pais, fazendo-os ficarem na rua. O senhor contou tudo para seu filho que, zangado, empurrou o velho da calçada.

Autores: João Pedro Silva – 11 anos – 5° ano Anderson Felix Figueiredo Filho – 11 anos – 5° ano Professora: Eliane Silva Oliveira Escola: EM Instituto Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás

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Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás 34 35 Ele ficou caído no chão, no meio
Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás 34 35 Ele ficou caído no chão, no meio
Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás 34 35 Ele ficou caído no chão, no meio
Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás 34 35 Ele ficou caído no chão, no meio
Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás 34 35 Ele ficou caído no chão, no meio
Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás 34 35 Ele ficou caído no chão, no meio

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Ele ficou caído no chão, no meio da rua, quando um carro em alta velocidade

o atropelou. O velho perdeu muito sangue e morreu.

Inesperadamente, do meio do sangue dele saiu um bicho ruim, dizem que era o diabo que veio buscá-lo. Então o velho virou um monstro terrível.

O diabo deu o nome para ele de “O terror da Cidade”. Agora ele era um

espírito do mal, dos seus olhos saía sangue todas as vezes que via crianças malcriadas.

Dizem que todas as noites de Sexta-Feira 13 seu espírito ainda aparece para

se vingar das crianças. Quando ele vê uma criança fazendo maldade, vai até

a porta da frente e bate, chamando a atenção dos pais. Enquanto isso, ele

aparece no quarto para pegá-las e transformá-las em monstrinhos escravos, que são obrigados a fazer tudo o que ele quer. É por esse motivo que os pais não deixam seus filhos sozinhos e nem atendem à porta nas noites de Sexta-Feira 13.

quer. É por esse motivo que os pais não deixam seus filhos sozinhos e nem atendem
Autores: Leonardo Araújo Machado – 13 anos – 5° ano Gustavo Augusto Evangelista de Sousa
Autores: Leonardo Araújo Machado – 13 anos – 5° ano Gustavo Augusto Evangelista de Sousa
Autores: Leonardo Araújo Machado – 13 anos – 5° ano
Gustavo Augusto Evangelista de Sousa – 10 anos – 5° ano
Professora: Eliane Silva Oliveira
Escola: EM Instituto Novo Goiás
Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás
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A Lenda do Bosque Era uma vez um bosque perto de uma pequena cidade. Nessa
A Lenda do Bosque
Era uma vez um bosque perto de uma pequena cidade. Nessa cidade tinha
uma pequena empresa, e nessa empresa os rendimentos não estavam
muito bons.
No bosque morava um espírito de um menino. Este espírito era o guardião
do bosque. Com a ajuda desse menino, o bosque se mantinha sempre
limpo, vivo e protegido.
Esse espírito a cada ano dormia por um mês.
Em um mês que ele estava dormindo, a empresa decidiu destruir o bosque
para ampliar seus negócios, e assim aconteceu
Quando o espírito despertou, ficou muito triste, e da sua tristeza saíram
nuvens escuras, e das suas lágrimas surgiu uma tempestade, uma terrível
tempestade
Tudo escureceu
Enquanto essa tempestade aumentava e passava sobre as árvores caídas e
sobre as máquinas que estavam no local, o bosque ia se reconstruindo.
De repente a tempestade parou.
E
um clarão tomou conta do bosque.
Vieram pessoas de todos os lados ver o que havia acontecido, uma
surpresa! O bosque havia voltado mais bonito ainda!
E
daquele dia em diante ninguém mais ousou mexer no Bosque do
Espírito Menino, e o espírito viveu em paz para sempre.
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— — Autores: Andressa G. Dimarães – 11 anos – 5° ano Thays Aparecida Silva
Autores: Andressa G. Dimarães – 11 anos – 5° ano
Thays Aparecida Silva – 10 anos – 5° ano
Professora: Eliane Silva Oliveira
Escola: EM Instituto Novo Goiás
Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás
Escola: EM Instituto Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás Uma Noite no Cemitério — —
Escola: EM Instituto Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás Uma Noite no Cemitério — —

Uma Noite no Cemitério

Escola: EM Instituto Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás Uma Noite no Cemitério — —
— — —

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A Árvore que Assobiava Era uma vez um menino que se chamava Lázaro. Quando ele
A Árvore que Assobiava Era uma vez um menino que se chamava Lázaro. Quando ele

A Árvore que Assobiava

Era uma vez um menino que se chamava Lázaro. Quando ele era pequeno teimava muito com seus pais. Ele morava em uma fazenda que se chamava Boa Vista.

Lázaro gostava de ficar brincando no terreiro de sua casa perto de uma árvore morta. Toda vez que ele teimava com seus pais a árvore assobiava para ele. O garoto pensava que era apenas um pássaro, mas quando ele olhava para a árvore não tinha nada, apenas uma árvore seca.

O menino foi crescendo cada dia mais teimoso e malcriado, e a árvore não parava de assobiar. Até que um dia, ele resolveu pegar o machado e cortá-la para acabar com aquele tormento. Na primeira machadada que Lázaro deu na árvore, sentiu uma coisa estranha,

muito estranha

Um arrepio pela espinha!

Quando foi dormir à noite, começou a sonhar sem parar com a árvore. Com muito medo

ele acordou

ele viu um fantasma saindo de dentro da árvore. O menino aterrorizado caiu desmaiado no chão. Ao acordar, ainda estendido no chão e quase morrendo de medo, viu o fantasma se aproximar, falando:

Pegou um isqueiro e foi para queimá-la. Quando ela já estava pegando fogo,

– Se você queimar essa árvore e continuar teimando com seus pais, eu irei te assombrar para o resto de sua vida!

Desde então, o menino virou exemplo para todos.

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vida! Desde então, o menino virou exemplo para todos. 40 Autores: Keniel Patric Gomes – 11
vida! Desde então, o menino virou exemplo para todos. 40 Autores: Keniel Patric Gomes – 11
vida! Desde então, o menino virou exemplo para todos. 40 Autores: Keniel Patric Gomes – 11
vida! Desde então, o menino virou exemplo para todos. 40 Autores: Keniel Patric Gomes – 11

Autores: Keniel Patric Gomes – 11 anos – 5° ano Claiton Oliveira Borges – 12 anos – 5° ano Professora: Eliane Silva Oliveira Escola: EM Instituto Novo Goiás Cidade: Cachoeira Dourada de Goiás

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Noite de Sexta-Feira Certa noite de uma sexta-feira, eu e uma amiga minha estávamos passando
Noite de Sexta-Feira Certa noite de uma sexta-feira, eu e uma amiga minha estávamos passando
Noite de Sexta-Feira Certa noite de uma sexta-feira, eu e uma amiga minha estávamos passando
Noite de Sexta-Feira Certa noite de uma sexta-feira, eu e uma amiga minha estávamos passando

Noite de Sexta-Feira

Noite de Sexta-Feira Certa noite de uma sexta-feira, eu e uma amiga minha estávamos passando perto

Certa noite de uma sexta-feira, eu e uma amiga minha estávamos passando perto do cemitério até que nós vimos uma luz que estava muito chamativa e resolvemos entrar. Quando entramos, escutamos um barulho estranho. Fomos chegando e chegando até que era um monte de cadáveres estudando matemática. Ficamos com muito medo porque tinha um professor que era fantasma.

Então nós começamos a chorar, tremíamos de medo e até arrepiamos os cabelos. Ficamos sem fala, mas ainda tivemos força nas pernas para correr e chegar em casa.

Quando chegamos em casa, a mãe da minha amiga estava com dois copos de chocolate quente nos esperando.

Foi o chocolate mais gostoso que tomamos na nossa vida. E tudo não passou de um sonho, ou melhor, de um pesadelo.

Autores: Maria Isabela T. de Sousa – 9 anos – 4° ano Gabrielle Sousa Silva – 10 anos – 4° ano Professora: Itamária Maria da Silva Escola: EM Bom Jesus Cidade: Goiânia

Silva – 10 anos – 4° ano Professora: Itamária Maria da Silva Escola: EM Bom Jesus
Silva – 10 anos – 4° ano Professora: Itamária Maria da Silva Escola: EM Bom Jesus

Autores: Jhennyfer Tauanny R. de Souza – 10 anos – 5° ano Breno da Silva Ferreira Costa – 10 anos – 5° ano Professora: Elaine de Sousa Lisboa Escola: EM Bernardo Élis Cidade: Goiânia

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A Menina do Giz

Contam que há muito tempo atrás numa escola tinha uma menina muito arteira. Ela sempre se sentava na primeira carteira, conversava demais, brigava com seus colegas e não respeitava

a sua professora. Todos os dias, quando chegava à sala, escondia giz e durante a aula, enquanto

a professora passava a matéria na lousa, a menina jogava pedaços de giz nas costas dela.

E toda vez a professora deixava a menina de castigo no final da aula, obrigando-a a escrever várias vezes que nunca mais iria jogar giz nas costas da professora.

Certo dia, numa sexta-feira, em um dia de muita chuva, a professora perdeu a paciência com

a aluna e, como de costume, a deixou de castigo na sala de aula escrevendo na lousa a mesma frase de sempre “Nunca mais vou jogar giz na professora”. Só que desta vez a professora acabou por ir embora e esqueceu a menina o fim de semana inteiro dentro da sala de aula.

Na semana seguinte, quando voltou à escola, lembrou-se que havia deixado a aluna na sala de aula e ficou desesperada. Para a surpresa dela, a criança não estava lá, mas a frase estava escrita na lousa “Nunca mais vou jogar giz na professora”. A professora saiu pela escola à procura da menina, perguntou aos funcionários, aos colegas e acabou por não encontrá-la. A menina havia desaparecido, não estava em lugar algum.

Os dias se passaram e ela não apareceu mais, mas para espanto da professora, todos os dias que ela chegava à sala de aula via escrito na lousa a frase “Nunca mais vou jogar giz na professora”. E daquele dia em diante a sala da professora passou a ser chamada da sala da menina do giz. E quando a professora ia escrever na lousa com um giz inteiro, fazia barulho que parecia uma criança gritando. Por isso, hoje em dia, quando um professor vai escrever com giz inteiro parece que uma criança está gritando para ser libertada, e é por isso que os professores quebram o giz no meio.

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O Lago Negro Numa noite de verão uma família se mudou para uma casa antiga

O Lago Negro

Numa noite de verão uma família se mudou para uma casa

antiga que tinha um lago muito grande nos fundos

família era composta pelo pai, a mãe e três filhos, uma menina mais velha, o menino do meio e o caçula.

Essa

O pai achou que tinha feito um bom negócio comprando aquela

casa e realmente tudo ia bem, quando, em uma noite, o casal teve que sair e deixou seus três filhos sozinhos.

Nesta mesma noite, as crianças curiosas foram até o porão e

retiraram a tampa de um caixão velho onde estava aprisionado

o espírito de uma velha bruxa que morou naquela casa. Sem

saber, estavam libertando uma velha e terrível criatura.

Mais tarde os pais das crianças chegaram e logo foram dormir.

Durante a noite, a bruxa sai de seu caixão e começa a andar pela casa. Chega no quarto das crianças, abre a porta e fica em frente

à cama do pequeno Felipe, o caçula, talvez se lembrando do

tempo em que comia criancinhas. A menina acorda de repente

e vê aquela mulher feia, suja de sangue com roupa preta em frente à cama de seu irmão.

A menina se assusta e grita, mas em seguida ela desaparece.

Seus pais acordam e chegam correndo, perguntando o que tinha 46 acontecido. A menina conta tudo que viu, mas os pais

46 acontecido. A menina conta tudo que viu, mas os pais a tranquilizam dizendo que é
46 acontecido. A menina conta tudo que viu, mas os pais a tranquilizam dizendo que é
46 acontecido. A menina conta tudo que viu, mas os pais a tranquilizam dizendo que é

a tranquilizam dizendo que é apenas um pesadelo e que

é para ela voltar a dormir. Algumas horas se passam e ela volta a dormir.

Enquanto isso, a terrível bruxa anda pela casa fazendo

a maior bagunça, revirando lençóis, almofadas, virando

quadros. Ela volta ao quarto das crianças e arrasta o pequeno Felipe para a margem do lago para tentar afogá-lo, pois era lá que afogava suas vítimas e depois comia sua carne. O menino acorda, vê a bruxa e grita, seus irmãos acordam e vão tentar ajudá-lo. A terrível bruxa tenta afogar o menino, os irmãos apavorados gritam e pedem socorro. O irmão do meio corre de volta para casa para acordar os pais. Quando entra na casa, se lembra de um arco que encontrou no porão. Imediatamente pega o arco com flechas de prata, mira na bruxa e dispara uma flecha só. A bruxa solta o menino, que sai correndo, e a bruxa cai no lago.

As crianças voltam para dentro da casa, se abraçam

e vão dormir, pois os pais nem acordaram. No dia

seguinte, os pais acordam e ficam bravos com as crianças por causa da bagunça. As crianças arrumam tudo e não contam a história para os pais, sabem que eles não vão acreditar. Lá no lago dorme a terrível bruxa presa por uma flecha.

Autores: Lisandra Lustosa de Sousa – 11 anos – 5° ano Gabriel Henrique Sampaio do Rosário – 11 anos – 5° ano Professora: Ivani Francisca Galvão Escola: EM Doutor Nicanor de Assis Albernaz Cidade: Goiânia

Formiguinha Lili

Lili tinha medo de tudo! Da terra, do sol, da lua

Sua mãe sempre dizia:

-

Ooo, Lili, o que é isso? Você tem medo de tudo!

E

ela sempre retrucava:

- Mas, mamãe! Foi você mesma quem disse que lá fora é perigoso! Se eu for lá fora vou desobedecer suas regras.

E todos os dias as mesmas discussões.

Um dia, Lili tomou coragem e saiu, tremendo de medo! Ela pensava que a cada passo que dava tudo ficava mais perigoso. Ficou com tanto, mas tanto medo do perigo, que esqueceu de todos os seus medos, principalmente o medo de aranha!

Andando se deparou com uma aranha inofensiva, mas para ela era o pior ser possível!

Ela olhou a aranha de cima a baixo, e entrou em desespero, pânico, paralisada, petrificada! Mas ela não sabia de uma coisa. A aranha tinha pavor de formiga! Ainda mais aquelas que ficavam paralisadas te encarando.

De repente, Lili começou a gargalhar:

- KKK

KKK

A aranha olhou para ela e fez cara de dúvida. Não entendia por que aquele

serzinho assustador ria da cara dela. Mas Lili explicou:

-

É, RSRSRS, porque você tá muito engraçada com esse olhão arregalado!

E

acabou que o medo de Lili foi embora, e o da dona aranha também.

As duas riram juntas! E todos os dias brincam de superar seus medos.

48

juntas! E todos os dias brincam de superar seus medos. 48 Autores: Eduarda Ferreira Silva –

Autores: Eduarda Ferreira Silva – 9 anos – 5° ano Raysa C. Vasconcelos – 9 anos – 5° ano Professora: Rosângela Maria de Oliveira Maia Escola: EM Professor Moacir Monclar Brandão Cidade: Goiânia

ano Professora: Rosângela Maria de Oliveira Maia Escola: EM Professor Moacir Monclar Brandão Cidade: Goiânia 49
ano Professora: Rosângela Maria de Oliveira Maia Escola: EM Professor Moacir Monclar Brandão Cidade: Goiânia 49
ano Professora: Rosângela Maria de Oliveira Maia Escola: EM Professor Moacir Monclar Brandão Cidade: Goiânia 49
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ano Professora: Rosângela Maria de Oliveira Maia Escola: EM Professor Moacir Monclar Brandão Cidade: Goiânia 49
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ano Professora: Rosângela Maria de Oliveira Maia Escola: EM Professor Moacir Monclar Brandão Cidade: Goiânia 49

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ano Professora: Rosângela Maria de Oliveira Maia Escola: EM Professor Moacir Monclar Brandão Cidade: Goiânia 49
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50 Autores: Vitória Francisca da Silva – 9 anos – 4° ano Matheus Fernando Domingos Silva
50 Autores: Vitória Francisca da Silva – 9 anos – 4° ano Matheus Fernando Domingos Silva

Autores: Vitória Francisca da Silva – 9 anos – 4° ano Matheus Fernando Domingos Silva – 9 anos – 4° ano Professora: Nayara Ramos Mendes Batista Escola: EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara

EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara Noite de Sexta-Feira 13 Numa noite escura, era Sexta-Feira
EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara Noite de Sexta-Feira 13 Numa noite escura, era Sexta-Feira
EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara Noite de Sexta-Feira 13 Numa noite escura, era Sexta-Feira
EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara Noite de Sexta-Feira 13 Numa noite escura, era Sexta-Feira
EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara Noite de Sexta-Feira 13 Numa noite escura, era Sexta-Feira
EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara Noite de Sexta-Feira 13 Numa noite escura, era Sexta-Feira
EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara Noite de Sexta-Feira 13 Numa noite escura, era Sexta-Feira

Noite de Sexta-Feira 13

Numa noite escura, era Sexta-Feira 13. Em um hotel chamado Mares, havia um menino que estava na frente do elevador e que, por coincidência, estava no décimo terceiro andar. E o ponteiro apontava meia-noite. O menino escutou um barulho vindo do corredor. Ele entrou no elevador para sair daquele lugar, mas a energia acabou. Ele permaneceu no 13º andar morrendo de medo, suando frio. Quando de repente ele escutou uns uivados, alguma coisa estranha se aproximando. O menino se abaixou dentro do elevador, todo encolhido, fechou os olhos. E apareceu um lobisomem assustador. Ele cheirou o menino e, quando abriu a boca para engoli-lo, apareceu uma bruxa, com umas risadas sinistras, que falou para o lobisomem:

O lobisomem virou um sapo e saiu de lá

- Webber

Webber

Webber.

A bruxa deu aquelas gargalhadas malucas e se

aproximou do menino que estava no elevador. Em

frente ao espelho, ela jogou um feitiço nele, pois ele não parava de gritar e nem de chorar. A bruxa

falou:

- Que menino tagarela, vou te jogar um feitiço, seu imprestável: remela de criança pálida, meleca de menino, catarro de vaca louca, faça essa criança calar a boca.

O menino se abaixou e o feitiço bateu no espelho

do elevador e voltou na bruxa.

- Esse jantar é meu, saco de pelos.

E o lobisomem, com raiva, se aproximou dela e começou a briga. A bruxa decidiu jogar um feitiço.

- Agora você vai ver só: piolho de mico, escorpião

venenoso, fedor de esgoto, pum de urubu, leite de cabra, faça esse lobisomem virar um sapo.

O feitiço tinha virado contra o feiticeiro, e a bruxa

ficou mudinha da silva. E não podia fazer mais nada contra o menino. Saiu de lá furiosa, sem dar suas gargalhadas. E o menino desceu as escadas e nunca mais entrou no elevador. E diz a todos que foi salvo pela sorte!

suas gargalhadas. E o menino desceu as escadas e nunca mais entrou no elevador. E diz

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suas gargalhadas. E o menino desceu as escadas e nunca mais entrou no elevador. E diz

Irmãos Coragem

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Em uma fazenda no Mato Grosso do Sul morava um casal que tinha dois filhos homens. Jacó e Eduardo.

Jacó era o mais velho e obedecia a seus pais. Já o Eduardo era caçula e era muito trabalhador, porém, desobediente.

Já estava na hora de estudarem, então o pai resolveu colocar seus filhos na escola. Mas era muito difícil para eles irem à escola e voltarem para casa.

Um dia, enquanto conversavam com alguns colegas, chegou um homem vestido de preto e perguntou se eles estavam sabendo de algum animal que tinha sido morto naquela região.

Os garotos ficaram muito assustados com a história que o homem contou, mas Jacó falou para seu irmão e amigos que não era para eles se importarem com as histórias do homem, que ele deveria estar ficando doido doidinho. Então eles foram estudar.

No outro dia apareceram uma vaca e um cavalo mortos na fazenda. Então Eduardo disse a Jacó:

- A história que o homem falou está acontecendo.

Jacó decidiu ficar a noite acordado para pegar esse bicho que tinha comido a vaca e o cavalo. Eduardo não quis acompanhá-lo, pois estava com muito medo.

A noite caiu e Jacó estava lá, firme e forte

esperando o bicho. Foi quando ele escutou um barulho vindo de dentro da mata e o medo foi consumindo o seu corpo. Quando ele viu aquele bicho estranho, grande e todo peludo, vindo em sua direção, saiu correndo. Tropeçou em uma pedra. Viu seu arco e flecha jogados naquela direção, pegou com bastante rapidez, fez o nome do pai e disse:

- Meu Deus, é agora ou eu viro espetinho de monstro, lobisomem, vaca louca, sei lá que bicho é esse.

E ele acertou com a flecha bem no coração

do tal bicho, e o amarrou em um tronco de árvore, mas ele já estava morto. Ninguém sabia dizer que bicho era aquele. Deram o nome de

lobismonva. E Jacó ficou conhecido como o herói de Mato Grosso do Sul. E Eduardo, seu parceiro conselheiro. Apesar de na hora do sufoco ele

fugir

Mas ninguém sabe disso, não é mesmo!

do sufoco ele fugir Mas ninguém sabe disso, não é mesmo! 53 Autores: Vitória Francisca da
do sufoco ele fugir Mas ninguém sabe disso, não é mesmo! 53 Autores: Vitória Francisca da
do sufoco ele fugir Mas ninguém sabe disso, não é mesmo! 53 Autores: Vitória Francisca da
do sufoco ele fugir Mas ninguém sabe disso, não é mesmo! 53 Autores: Vitória Francisca da
do sufoco ele fugir Mas ninguém sabe disso, não é mesmo! 53 Autores: Vitória Francisca da

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Autores: Vitória Francisca da Silva – 9 anos – 4° ano Matheus Fernando Domingos Silva – 9 anos – 4° ano Professora: Nayara Ramos Mendes Batista Escola: EM Dona Venância Magalhães Cotrim Cidade: Itumbiara

Autores: Brenda Brasil Medeiros – 10 anos – 4° ano Luana Rodrigues Ferreira – 11
Autores: Brenda Brasil Medeiros – 10 anos – 4° ano Luana Rodrigues Ferreira – 11
Autores: Brenda Brasil Medeiros – 10 anos – 4° ano Luana Rodrigues Ferreira – 11
Autores: Brenda Brasil Medeiros – 10 anos – 4° ano Luana Rodrigues Ferreira – 11

Autores: Brenda Brasil Medeiros – 10 anos – 4° ano Luana Rodrigues Ferreira – 11 anos – 4° ano Professora: Silvana Muniz Xavier Escola: EM Prof. Zélio Jotha Cidade: Cabo Frio

Xavier Escola: EM Prof. Zélio Jotha Cidade: Cabo Frio E ele falou: - Não, não eu

E ele falou:

- Não, não eu não vou morrer. Quem vai morrer é Pincatuba.

Laura perguntou o que iria acontecer com a filha e ele respondeu que quando ela matasse Pincatuba a maldição acabaria.

Então quando chegou o dia de lua cheia, Laura criou coragem

e enfiou a faca no peito de Pincatuba. Ele ficou estrebuchando,

enquanto o sangue corria. Laura ficou desesperada e correu pra ver

a filha. Quando viu que a menina era somente menina e não tinha

mais nada de menino ficou aliviada. Mas o coração estava partido.

Sete dias se passaram. Laura estava dando de mamar para a filha

quando escutou um barulho no quintal. Depois bateram na porta e quando ela foi olhar levou um susto, nem acreditou no que estava vendo. E começou a gritar:

nem acreditou no que estava vendo. E começou a gritar: - Não acredito que você voltou,

-

Não acredito que você voltou, meu amado!

E

ele respondeu:

-

Sim, minha amada. E graças a você a maldição acabou.

Assim a maldição do bebê amaldiçoado chegou ao fim.

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Assim a maldição do bebê amaldiçoado chegou ao fim. 55 Amaldiçoado O Bebê Havia uma mulher

Amaldiçoado O Bebê

do bebê amaldiçoado chegou ao fim. 55 Amaldiçoado O Bebê Havia uma mulher que toda noite

Havia uma mulher que toda noite saía da sua casa e se encontrava com seu amado, e seu amado era amaldiçoado.

Toda noite de lua cheia ele virava um Pincatuba. Era meio homem, meio lobisomem e meio mulher.

Um dia ele descobriu que sua amada Laura estava dando à luz uma menina e ela era meio homem.

Ele contou a sua amada que em noite de lua cheia ele virava Pincatuba

e

sua amada não aguentou e perguntou:

-

Como posso acabar com a maldição?

E

ele respondeu:

-

Matando o Pincatuba.

E

falou que o bebê era amaldiçoado e ela começou a chorar.

falou que o bebê era amaldiçoado e ela começou a chorar. Ele disse que quando fosse

Ele disse que quando fosse noite de lua cheia era pra ela enfiar uma faca dourada no meio do seu coração.

Ela falou:

- Você vai morrer!

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Autores: Cassiane Alves da Silva – 10 anos – 5° ano Vivian Lara Lemos Cassimiro

Autores: Cassiane Alves da Silva – 10 anos – 5° ano Vivian Lara Lemos Cassimiro – 10 anos – 5° ano Professora: Tatiana Rosa Santana de Carvalho Escola: EM Profª. Patrícia Azevedo de Almeida Cidade: Cabo Frio

EM Profª. Patrícia Azevedo de Almeida Cidade: Cabo Frio 56 A Flor do Cemitério Era uma

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Profª. Patrícia Azevedo de Almeida Cidade: Cabo Frio 56 A Flor do Cemitério Era uma vez
Profª. Patrícia Azevedo de Almeida Cidade: Cabo Frio 56 A Flor do Cemitério Era uma vez

A Flor do Cemitério

Era uma vez uma menina que gostava de estudar no cemitério. Um dia ela viu uma flor linda num caixão e não resistiu, cheirou, colocou em sua mochila e foi para sua casa.

Ao chegar em casa, o telefone tocou e a menina ao atender ouviu uma voz rouca:

- Cadê minha flor? Cadê minha flor?

Ela desligou de imediato o telefone e, muito assustada, ficou sem entender nada. De repente, o telefone tocou e ela não atendeu, de um salto foi parar no seu quarto.

O telefone não parou de tocar e sempre aquela voz rouca dizia:

- Cadê minha flor? Cadê minha flor?

Passou um dia – Cadê minha flor? Cadê minha flor? Uma semana – Cadê

minha flor? Cadê minha flor? Um mês – Cadê minha flor? Cadê minha flor? Um ano – Cadê minha flor? Cadê minha flor? Aquela tormenta não

deixava a menina em paz até que um dia parar no hospício.

A menina enlouqueceu e foi

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Magia Negra

Um dia em uma cidade estranha chamada Feitiçolândia havia uma mulher feiticeira e também havia um mago que moravam em uma caverna

mal-assombrada. Eles tinham poderes de controlar o mundo dos feiticeiros

e dos magos.

Numa noite fria, os feiticeiros e os magos saíram de suas moradias para

roubar as crianças de todo o planeta para transformá-las em seus servos.

E para não serem notados durante o dia, eles se transformavam em humanos.

Eles tinham um segredo que não podia ser revelado para as pessoas. O segredo era que a fraqueza deles era um feitiço para que eles virassem pó. Esse feitiço ficava guardado no alto da montanha tenebrosa e muito assustadora, em que só a Rainha de todos os magos e feiticeiros poderia encontrar.

Alguns dizem que para quebrar os feitiços e as magias devemos encontrar um virgem que acenda a vela de chama negra e o feitiço só quebra se ela derreter toda. Esse virgem tem que ter no máximo 60 anos de idade.

E essa vela de chama negra tem de ser a vela mais antiga de todo o mundo de feitiço.

Cuidado! A próxima vítima pode ser você!

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feitiço. Cuidado! A próxima vítima pode ser você! 58 Autores: Lidiane da Silva Moretti – 11
feitiço. Cuidado! A próxima vítima pode ser você! 58 Autores: Lidiane da Silva Moretti – 11

Autores: Lidiane da Silva Moretti – 11 anos – 5° ano Alyce Cordeiro Carvalho – 11 anos – 5° ano Professora: Marcia Magalhães Rodrigues Coelho Escola: EM Vera Lúcia Machado Cidade: Niterói

anos – 5° ano Professora: Marcia Magalhães Rodrigues Coelho Escola: EM Vera Lúcia Machado Cidade: Niterói
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59
anos – 5° ano Professora: Marcia Magalhães Rodrigues Coelho Escola: EM Vera Lúcia Machado Cidade: Niterói

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A Casa Vizinha

Autores: Millena da Silva Cortes – 10 anos – 5° ano Raphaella da C. Sousa – 10 anos – 5° ano Professora: Patrícia Ferreira Yamamoto Escola: EM Professor André Trouche Cidade: Niterói

Um dia se mudou alguém para a casa do lado onde morava uma menina, só que era um homem sem mulher, sem filhos e sem nenhum animal. Esse homem tinha umas pernas gigantes, os braços verrugados e era muito estranho.

Depois disso, quando a menina voltou da escola lembrou que sua mãe disse:

- Filha, quando você voltar entre e tranque a porta, não abra para ninguém e não deixe ninguém entrar.

De repente, ela ouviu uma voz bem grossa falando assim:

- Latre de gato, rabo de leão, dedo de um morto e, para terminar, língua de uma bruxa velha de 395 anos.

Ela ficou horrorizada com tudo isso e foi correndo para casa. O homem ouviu e desconfiou que ela soubesse que ele era um bruxo mau de 122 anos, mas que tinha a aparência de 33 anos.

Ela trancou a porta como se o bruxo estivesse atrás dela. De repente, a garota olhou pra trás e o bruxo

estava lá, com os olhos vermelhos, como se dentro dos olhos tivesse sangue.

A menina deu um grito igual filme de terror assim:

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.

Debaixo do bruxo tinha um tapete e a menina teve uma ideia brilhante, como se fosse um cientista.

A menina se abaixou bem rápido e puxou o tapete. O

bruxo caiu no chão e a garota subiu as escadas e se escondeu na lavanderia dentro da roupa suja. O bruxo nem viu lá, os pais da garota chegaram e o bruxo fugiu pela janela do segundo andar.

Os pais não viram nenhuma bagunça e a mãe deu um

grito:

-Raquelllllllll, você conseguiu deixar tudo limpo. Assim, amanhã comprarei um presente pra você.

A menina respondeu:

- Mãe, já sei o que eu quero.

A filha continuou, com uma cara de medo: -Quero me mudar daqui. A mãe perguntou:
A filha continuou, com uma cara de medo:
-Quero me mudar daqui.
A mãe perguntou:
- Por que, minha filha?
A garota respondeu com uma mentira:
-Ah porque, porque não tem muitas meninas.
A mãe disse:
- Tá bom, amanhã nós vamos. Tá bom?
A garota disse:
- Claro, mãe.
Eles se mudaram, aí o mago fez uma bruxaria e falou:
- Garota, garotinha, bem maluquinha você vai ficar com
a cabeça bem tortinha.
A menina ficou com a cabeça torta por um bom tempo,
até os 84 anos.
você vai ficar com a cabeça bem tortinha. A menina ficou com a cabeça torta por
você vai ficar com a cabeça bem tortinha. A menina ficou com a cabeça torta por
você vai ficar com a cabeça bem tortinha. A menina ficou com a cabeça torta por

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62 Era uma vez O Espírito que Perturba Uma família que tinha acabado de se mudar
Era uma vez
Era uma vez

O Espírito que Perturba

Uma família que tinha acabado de se mudar para uma casa muito

sinistra, no meio do nada, às margens de um lago. A família era formada por 6 pessoas: o pai – Rodrigo, a mãe – Paula e mais 4 filhos, Clarise, Melissa, Lúcia e Renato. Eles estavam felizes com a mudança, mas não sabiam que à noite na hora

de dormir iria acontecer algo terrível.

Todos foram para os seus quartos. E de repente Clarise ouviu um

barulho muito alto vindo do porão da casa. Ela ficou com medo e acordou Melissa. As duas desceram as escadas até o porão. Quando chegaram lá, encontram uma

boneca sentada em cima de uma cadeira. E ao lado da boneca tinha uma caixinha de música com um vestido branco, todo rasgado e bem sujo. A caixinha de música estava com o vidro quebrado. As meninas não se assustaram muito, só que de repente a boneca gargalhou e começou a se mexer. Melissa, como era muito medrosa, saiu correndo, pedindo por socorro!

A noite chegou

Clarise estava com tanto medo que não conseguia falar. Com os gritos de Melissa, a mãe e o pai acordaram e seguiram o som da voz dela. Os pais chegaram no porão, mas a porta trancou sozinha e a luz se apagou. E a bonequinha virou uma pessoa muito assustadora, uma bruxa! E a luz acendeu, as meninas viram um machado, e então Clarise resolveu agir. Pegou o machado e começou a bater na bruxa. A bruxa morreu, as portas destrancaram e os pais vieram correndo. As meninas contaram para os pais e eles se mudaram para outra casa em uma vila. Mas eles queriam saber mais sobre a história da antiga casa e pesquisaram. Descobriram que há 107 anos atrás naquela casa morava uma bruxa que matou as próprias filhas e depois se enforcou. A família toda ficou meio “sem palavras”, mas eles seguiram a vida e a antiga casa foi derrubada. Em cima dela foi criado um cemitério que existe até hoje.

Em cima dela foi criado um cemitério que existe até hoje. Autores: Julia Santiago Soares –

Autores: Julia Santiago Soares – 11 anos – 5° ano Dayane da Silva Tavares – 11 anos – 5° ano Professora: Marli de Souza Dias Escola: EM Professora Margarida Rosa M. Galvão Cidade: São Gonçalo

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64 Autores: Jamilly Victória de S. Sales – 10 anos – 5° ano Izabela Araújo Marques

Autores: Jamilly Victória de S. Sales – 10 anos – 5° ano Izabela Araújo Marques – 10 anos – 5° ano Professora: Ana Cleide do E. Oliveira Escola: CM Amaral Peixoto Cidade: São Gonçalo

A Flor Enfeitiçada

Era uma vez uma menina muito ingênua. Um dia ela foi passear e, no meio do caminho, encontrou uma velhinha que vendia flores. Ela comprou uma flor, mas não sabia que aquela flor tinha feitiço.

No dia seguinte a mãe perguntou à filha por que ela tinha chegado tão tarde no dia anterior. A menina disse que estava só passeando, mas não falou que tinha comprado a flor e nem da velhinha.

A menina foi para escola e, quando chegou, um grupo de meninas disse que atrás

da escola tinha uma mulher dando doce de graça. Como ela era muito ingênua, acreditou na conversa das meninas e foi. Ao chegar atrás da escola as garotas

começaram a bater na menina até que ela morreu. Os pais souberam o que tinha acontecido e, desperançosos, enterraram a garota.

Alguns dias depois a mãe viu a flor que a garota tinha comprado da velhinha, então pegou a flor e a colocou na sepultura da garota. Alguns dias depois a campainha tocou. A mãe abriu a porta e viu a filha dela vivinha. Ela estava impecável, nem um arranhão, e naquela noite a velha apareceu na frente da mãe e disse que a flor era enfeitiçada e que só ajudava as pessoas boas e de bom coração. A velhinha também disse que sempre havia protegido a menina desde que ela era criança. A mãe não acreditou na velhinha e botou ela pra fora.

A mãe foi dormir e, quando ela fechou os olhos, de repente a velhinha apareceu

no quarto com uma faca e, furiosa, matou a mãe da menina. A feiticeira pegou a menina e a levou para o além.

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66 Autores: Gabriela Rodrigues da Silva – 11 anos – 5° ano Victória Barreto Martins
66 Autores: Gabriela Rodrigues da Silva – 11 anos – 5° ano Victória Barreto Martins
66 Autores: Gabriela Rodrigues da Silva – 11 anos – 5° ano Victória Barreto Martins
66 Autores: Gabriela Rodrigues da Silva – 11 anos – 5° ano Victória Barreto Martins
66 Autores: Gabriela Rodrigues da Silva – 11 anos – 5° ano Victória Barreto Martins

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66 Autores: Gabriela Rodrigues da Silva – 11 anos – 5° ano Victória Barreto Martins –

Autores: Gabriela Rodrigues da Silva – 11 anos – 5° ano Victória Barreto Martins – 11 anos – 5° ano Professora: Cristina Mosqueira Rocha Escola: EM Paulo Freire Cidade: Teresópolis

Rocha Escola: EM Paulo Freire Cidade: Teresópolis O Grito Dizem que todo dia 7 do mês
Rocha Escola: EM Paulo Freire Cidade: Teresópolis O Grito Dizem que todo dia 7 do mês
Rocha Escola: EM Paulo Freire Cidade: Teresópolis O Grito Dizem que todo dia 7 do mês

O Grito

Dizem que todo dia 7 do mês 7 de um ano que termina em 7 na casa 777 no escuro do porão ouve-se um grito de desespero aterrorizante.

77 anos depois, uma família de 6 pessoas se mudou para lá. A casa era de um azul desbotado, de janelas pretas, um jardim malcuidado e cortinas de véu rasgado. Um tempo depois nasceu um filho. Ele era o 7º membro da família.

Quando ele completou 27 anos, encontrou uma chave velha de prata em formato de 7.

Ele achou isso muito estranho. Depois, ele foi ao porão guardar umas coisas e lá achou uma caixinha de madeira, com partes de prata e 7 diamantes.

De lá saía uma névoa azul. Ele pensou logo na chave e a usou para abri-la.

E lá tinha um pergaminho rasgado escrito em uma língua estranha.

Coincidência ou não, era o dia 07/07/2007. Às 6:59 ouviu-se o grito até que mudou pra 7:00. Ele correu para o porão escuro até que se sentiu preso por algo. Correu de volta desesperado. E reuniu os objetos, ou seja, a caixa, a chave e o pergaminho.

Ele viu que na chave tinha um endereço e foi lá, mas a casa estava abandonada e aberta. Ele entrou, explorou a casa e achou um pedacinho de papel parecido com o pergaminho. Foi para casa, juntou-os e recitou o pergaminho no porão.

Do escuro surgiu uma adolescente pálida de cabelos negros, de camisola velha e rasgada e toda ensanguentada, que o matou lenta e cruelmente.

E dizem que até hoje todo dia 7 do mês 7 de um ano que termina em 7 em casas que tenham 7 ouve-se “O grito”.

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Autores: Evelin de Paula Santos de Assis – 10 anos – 4° ano Isabella de
Autores: Evelin de Paula Santos de Assis – 10 anos – 4° ano Isabella de
Autores: Evelin de Paula Santos de Assis – 10 anos – 4° ano Isabella de
Autores: Evelin de Paula Santos de Assis – 10 anos – 4° ano Isabella de

Autores: Evelin de Paula Santos de Assis – 10 anos – 4° ano Isabella de Andrade Feliciano – 11 anos – 4° ano Professora: Cristina Mosqueira Rocha Escola: EM Hermínia Josetti Cidade: Teresópolis

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O Esqueleto

Em um belo dia de sol, um menino chamado Gabriel viu um Esqueleto no cemitério e, de repente, neste mesmo cemitério assustador, o menino viu um pedaço de osso no chão.

Gabriel foi pegar o osso, mas o Esqueleto apareceu atrás dele e quando ele virou levou um baita susto. E o Esqueleto falou com aquela voz horrorosa:

- Deixa meu osso aí no chão.

Gabriel colocou o osso no mesmo instante no chão e saiu correndo. Foi quando se escondeu ao lado de um túmulo.

O Esqueleto não desistiu e apareceu junto com outras caveiras, e o Gabriel

começou a correr. E só parou quando chegou em sua casa.

Já era noite, ele mesmo não acreditava no que estava acontecendo e resolveu contar para seu irmão. Que também não acreditou. Aí eles foram dormir.

O Esqueleto então foi até a casa deles, foi na janela do quarto. E o Gabriel

viu, mas pensando que estava sonhando nem ligou.

Então o Esqueleto voltou ao cemitério, chamou algumas caveiras e juntos foram atormentar mais uma vez o menino. O caminho era longo e um novo dia foi chegando. E as caveiras que não suportavam a luz do sol viraram pó.

Quando Gabriel e seu irmão acordaram não tiveram dúvidas, tudo não

passava de um sonho

Ou não.

do sol viraram pó. Quando Gabriel e seu irmão acordaram não tiveram dúvidas, tudo não passava
do sol viraram pó. Quando Gabriel e seu irmão acordaram não tiveram dúvidas, tudo não passava
do sol viraram pó. Quando Gabriel e seu irmão acordaram não tiveram dúvidas, tudo não passava

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Na antiga Macaé, onde muitos morriam por causa da peste negra, três amigas fizeram um

Na antiga Macaé, onde muitos morriam por causa da peste negra, três amigas fizeram um pacto. Juraram ficar sempre juntas, proteger umas às outras e acabar com a Morte.

Saíram para uma viagem e caminharam muito até encontrar um velho muito estranho, parecia um mendigo.

- Que Deus as proteja! – disse o velho.

A mais orgulhosa das três não agradeceu a bênção do velho.

- Seu azarado. Como conseguiu viver tanto?

Autores: Juliane Novaes de Sá – 11 anos – 5° ano Marcelly Reis Cordeiro – 11 anos – 5° ano Professora: Adriane da Silva Lima Escola: EEM Fazenda Santa Maria Cidade: Macaé

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Lima Escola: EEM Fazenda Santa Maria Cidade: Macaé 70 A Armadilha da Morte - Não encontrei
Lima Escola: EEM Fazenda Santa Maria Cidade: Macaé 70 A Armadilha da Morte - Não encontrei
Lima Escola: EEM Fazenda Santa Maria Cidade: Macaé 70 A Armadilha da Morte - Não encontrei
Lima Escola: EEM Fazenda Santa Maria Cidade: Macaé 70 A Armadilha da Morte - Não encontrei

A Armadilha da Morte

- Não encontrei ninguém que quisesse trocar

sua juventude por minha velhice. Gosto da vida simples e a Morte jamais quis me levar. Vou lhes dar um conselho, não sejam assim tão rudes com

as pessoas idosas.

Elas precisam de carinho e atenção. Agora preciso partir. Adeus.

- Seu velho mentiroso, aposto que você é amigo da

Morte. Diga-nos onde ela está para que possamos

derrotá-la – disse a outra menina.

- Bem. Se vocês querem tanto encontrar a Morte

é só virar aquela esquina sentar sob uma figueira que fica bem no meio da encruzilhada e aguardar.

As meninas foram até a figueira e entre suas raízes encontraram um grande baú repleto de moedas. A mais orgulhosa disse:

- Achado não é roubado, esse tesouro nos

pertence. Vamos nos dividir, duas ficam aqui tomando conta do tesouro enquanto a outra vai buscar um lanche.

A mais nova se propôs a comprar o lanche. Enquanto caminhava rumo à lanchonete, as outras duas resolveram roubar sua parte do tesouro e combinaram de matá-la assim que voltasse. Entretanto, a mais nova também teve uma ideia terrível.

- Bem que eu poderia ficar com o tesouro só pra

mim. Para isso, preciso me livrar das outras.

Então foi até a farmácia e comprou um vidro de veneno fortíssimo. Colocou dentro de uma garrafa de suco e voltou. Assim que chegou perto das amigas foi morta por elas.

- Agora vamos fazer um brinde à nossa fortuna!

Beberam o suco envenenado e morreram instantaneamente. Foi assim que a Morte saiu mais uma vez vencedora, levando consigo as três jovens, enquanto o velho continuou vivendo em sua calma sabedoria.

Dizem que o tesouro ainda se encontra no pé da figueira à espera de jovens ambiciosos que muitas vezes caem nas terríveis armadilhas da Morte.

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A Maldição da Mula
A Maldição da Mula
A Maldição da Mula Existe um lugar onde nunca penso em pisar. Este lugar se chama

Existe um lugar onde nunca penso em pisar. Este lugar se chama Portal, um sítio bem no meio de uma mata. Seu dono é um senhor baixo, com cabelos brancos e longas barbas brancas, falta-lhe ainda muitos dentes na boca e tem enormes verrugas, principalmente na região do nariz.

Seu nome é Sr. Maldonato, até o nome assusta, parece mal do mato.

Todo mundo que nesse sítio trabalha jura que coisas estranhas acontecem ao anoitecer. Dizem que um portal se abre no meio de uma enorme árvore de tronco muito grosso, uma figueira centenária. Nenhum dos trabalhadores teve coragem de se aproximar da árvore e descobrir o que tem nesse portal.

Sabe-se que, durante a noite, quando se escuta o pio da coruja ela está anunciando a chegada da mula. Esta sai do portal no tronco da figueira, com muitas correntes penduradas no pescoço.

Ela sai na madrugada pelo povoado, arrastando suas correntes, fazendo sair riscas de fogo pelas ruas.

Os moradores ficam muito assustados com o barulho. Dizem que os que tiveram a curiosidade de abrir as janelas e olhar diretamente a mula ficaram loucos, outros perderam a visão ou até morreram alguns dias depois.

Essa mula carrega uma terrível maldição. Falam os mais antigos que essa mula era uma linda moça que morava nesse sítio.

Ela se apaixonou perdidamente pelo seu padrinho. Esse amor proibido ficou em segredo durante algum tempo.

Mas a madrinha descobriu tudo, e rogou-lhe uma terrível praga:

- Maldita seja! Que se torne uma mula e vague por toda eternidade nas ruas desse povoado.

A moça não era mais bem-vinda à casa de sua madrinha, envergonhada e decepcionada ela não tinha para onde ir. Acorrentou-se numa árvore e morreu.

Muito cuidado, se escutar à noite o trote de uma mula e o barulho de correntes sendo arrastadas. Nunca olhe, pois nunca se sabe o que pode acontecer.

Nunca olhe, pois nunca se sabe o que pode acontecer. Autores: Catarina Freitas N. Rasma –
Nunca olhe, pois nunca se sabe o que pode acontecer. Autores: Catarina Freitas N. Rasma –
Nunca olhe, pois nunca se sabe o que pode acontecer. Autores: Catarina Freitas N. Rasma –
Nunca olhe, pois nunca se sabe o que pode acontecer. Autores: Catarina Freitas N. Rasma –

Autores: Catarina Freitas N. Rasma – 12 anos – 5° ano Millena Freitas N. Rasma – 10 anos – 4° ano Professora: Elaine de Oliveira da Fonseca Alves Escola: EEM Fantina de Mello Cidade: Macaé

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Ataque de Zumbis

Era uma vez um garoto. Ele morava com a mãe e ia todos os dias com um amigo dele para a escola. O nome dele era Caio e o nome do amigo era Richard. Um dia, Richard morreu de uma doença misteriosa e Caio virou um cara muito solitário.

Um dia Caio pediu para a Morte reviver o seu amigo. Ele não esperava uma resposta, mas a Morte respondeu. A Morte disse com uma voz de dar medo:

- Eu reviverei o seu amigo com uma condição: eu tirarei metade da sua vida para dar ao Richard.

Triste, assustado e gaguejando Caio aceitou a condição e a Morte fez ele virar um morto vivo chamado Zumbi. Caio também virou um Zumbi.

Eles fizeram um micróbio que infectava os humanos, um por um. E aí a cidade toda ficou doente.

Autores: Juliana Ventura Camara – 10 anos – 4° ano Kauê Reis Guedes – 9 anos – 4° ano Professora: Tânia Maria Cabral Lopes Escola: Santa Maria Goretti Cidade: Petrópolis

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Lopes Escola: Santa Maria Goretti Cidade: Petrópolis 74 Um cientista chamado Paulo e sua equipe criaram
Lopes Escola: Santa Maria Goretti Cidade: Petrópolis 74 Um cientista chamado Paulo e sua equipe criaram
Lopes Escola: Santa Maria Goretti Cidade: Petrópolis 74 Um cientista chamado Paulo e sua equipe criaram

Um cientista chamado Paulo e sua equipe criaram uma empresa antizumbi. O nome era SAIZUMBI. Eles levaram um zumbi para fazer estudos e fizeram um antídoto para curar as pessoas mordidas por eles. Esse antídoto era feito de asa de morcego, olho de sapo, ossos de gaivota, sangue humano O positivo, pó de café e tinta. No início, o antídoto não funcionou muito bem, mas com o tempo vários cientistas foram contratados pela SAIZUMBI e foram aperfeiçoando o produto. Hoje, não existem mais zumbis. O antídoto curou toda a cidade.

Caio e Richard voltaram a ser humanos e a Morte não ficou muito feliz com isso. Depois eles foram rever suas famílias e ficou tudo bem.

a ser humanos e a Morte não ficou muito feliz com isso. Depois eles foram rever

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O Grito da Meia-Noite Em uma pacata cidade no interior do estado de Minas Gerais
O Grito da Meia-Noite Em uma pacata cidade no interior do estado de Minas Gerais
O Grito da Meia-Noite Em uma pacata cidade no interior do estado de Minas Gerais
O Grito da Meia-Noite Em uma pacata cidade no interior do estado de Minas Gerais

O Grito da Meia-Noite

O Grito da Meia-Noite Em uma pacata cidade no interior do estado de Minas Gerais havia

Em uma pacata cidade no interior do estado de Minas Gerais havia um homem cujo nome era Alberto, mas era conhecido como Sombrio. Era de pouco falar, olhar profundo, andava meio curvado, com sapatos pretos e sempre sujos de barros, usava um sobretudo preto. Tendo sol ou chuva lá estava Sombrio com a mesma roupa e sapatos.

Alguns diziam que ele em noites de lua cheia sumia da pacata cidade em que morava, e só reaparecia quando a lua mudava. Outros ainda diziam que ele matou toda sua família, mas ninguém sabia ao certo. Só se sabia que era medo que sentiam toda vez que Sombrio passava.

Havia um boato na cidade de que quando Sombrio sumia sempre apareciam animais mortos na fazenda vizinha à sua. Porém, poderia ser só coincidência, ou não?

Um dia Verônica, uma menina muito bonita e curiosa que morava na cidade, resolveu que iria se aproximar de Sombrio

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e descobrir todo o mistério que havia por trás daquele homem calado de semblante amargurado. E assim fez

a moça.

O que ela não contava era que apesar do medo que sentia dele iria se apaixonar, e foi o que aconteceu.

Aquele homem olhava para ela com ternura, como nunca olhou ninguém.

Um dia (noite de lua cheia), Sombrio disse à moça que teria que fazer uma viagem de aproximadamente uma semana. Ela insistiu em ir junto, mas ele não deixou.

Porém, curiosa que só, esqueceu tudo que ouviu falar a respeito de Sombrio e o seguiu. Já era 23:50 quando a menina se aproximou da cerca que estava ao redor de casa de Sombrio e viu que uma sombra grande se movia na casa, como se fosse a sombra de um urso. Verônica aproximou-se da janela para ver se não era algum ladrão. Tocou o sino da

janela para ver se não era algum ladrão. Tocou o sino da Autores: Antônia de Abreu
janela para ver se não era algum ladrão. Tocou o sino da Autores: Antônia de Abreu
janela para ver se não era algum ladrão. Tocou o sino da Autores: Antônia de Abreu
janela para ver se não era algum ladrão. Tocou o sino da Autores: Antônia de Abreu

Autores: Antônia de Abreu R. Simoni – 10 anos – 4° ano Isabelle Souza Grijó – 10 anos – 4° ano Professora: Alexandra Vila da Silva Oliveira Escola: EM Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra Cidade: Petrópolis

igreja, já era meia-noite. Foi neste instante que se ouviu um grito muito assustador, e logo após um silêncio mais assustador ainda. As luzes das casas dos moradores daquela pequena cidade acenderam-se

e todos se perguntavam amedrontados o que foi aquilo.

e todos se perguntavam amedrontados o que foi aquilo. O dia chegou, passou-se uma semana. Sombrio

O dia chegou, passou-se uma semana. Sombrio voltou a andar pela cidade, agora mais cabisbaixo do que antes de conhecer a moça. Verônica nunca mais apareceu e todos tinham receio de perguntar por ela. No entanto, todos já sabiam a resposta.

Depois daquele grito que ouviram, o medo tomava conta

da pequena e pacata cidade. Por decisão dos moradores

e depois dos fatos ocorridos, não mais saíam de casa

após as 23:00, e permaneciam assim por toda a semana em que a lua brilhava no céu, cheia de medo e de perguntas sem respostas.

23:00, e permaneciam assim por toda a semana em que a lua brilhava no céu, cheia
23:00, e permaneciam assim por toda a semana em que a lua brilhava no céu, cheia
23:00, e permaneciam assim por toda a semana em que a lua brilhava no céu, cheia
23:00, e permaneciam assim por toda a semana em que a lua brilhava no céu, cheia

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78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini
78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini
78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini
78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini
78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini
78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini
78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini

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78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini –
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78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini –
78 Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini –

Autores: Gabriel A. B. Acosta – 10 anos – 4° ano Geison T.B. Scapini – 10 anos – 4° ano Professora: Luciane Scarton Escola: EMEF 21 de Abril Cidade: Garruchos

Scarton Escola: EMEF 21 de Abril Cidade: Garruchos A Lenda da Surumba A Surumba, pra quem
Scarton Escola: EMEF 21 de Abril Cidade: Garruchos A Lenda da Surumba A Surumba, pra quem
Scarton Escola: EMEF 21 de Abril Cidade: Garruchos A Lenda da Surumba A Surumba, pra quem
Scarton Escola: EMEF 21 de Abril Cidade: Garruchos A Lenda da Surumba A Surumba, pra quem
Scarton Escola: EMEF 21 de Abril Cidade: Garruchos A Lenda da Surumba A Surumba, pra quem

A Lenda da Surumba

A Surumba, pra quem não conhece, têm olhos roxos, cabeça

de touro, corpo de rato, braço de homem e rabo de lagarto.

A Surumba ataca qualquer ser vivo. É um monstro que

aterrorizou a cidade de Garruchos em 1980.

Ela atacava todos os dias, destruía todas as coisas que você possa imaginar. Ninguém conseguia matar aquele monstro, até a Aeronáutica brasileira veio tentar matá-la. Até que um dia chegou à cidade um homem muito valente chamado Huck. Ele nunca perdia para os monstros, lutar com monstros era a rotina dele.

Huck era um jovem destemido, um campeão e muito, mas muito corajoso! Logo se entrelaçou mato adentro à caça do maldito monstro que aterrorizava a cidade.

Quando de repente uma mulher apareceu na sua frente, seu rosto brilhava tanto que Huck não podia vê-lo. A mulher fez uma revelação a Huck. “Para você destruir o monstro,

uma revelação a Huck. “Para você destruir o monstro, deverá cortar seus chifres com a espada

deverá cortar seus chifres com a espada da coragem, mas antes você deverá encontrá-la na caverna do monstro. Tenha cuidado, o monstro é muito poderoso!”

Huck seguiu em direção à caverna em seu lindo e forte

cavalo negro. Ao avistar a caverna, pulou de seu cavalo

e já podia ouvir o som amedrontador de sua fúria. Certo

que Huck era mesmo um jovem de coragem inigualável

e jamais iria desistir. Logo avistou a espada que brilhava como diamante, pegou e partiu pra cima do temido monstro. Huck lutou tanto e antes do nascer do sol cortou-lhe os dois chifres.

O monstro se transformou numa linda jovem que passou a

ser a guardiã da cidade. O Huck

em um monstro, tão temido quanto a Surumba e dizem que ele vive por aí, entranhado no meio do mato, esperando a hora certa de atacar você.

Bom, ele se transformou

dizem que ele vive por aí, entranhado no meio do mato, esperando a hora certa de

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80 Autores: Lara dos Santos da Silva – 11 anos – 5° ano Cláudia Renata Ferreira

Autores: Lara dos Santos da Silva – 11 anos – 5° ano Cláudia Renata Ferreira – 12 anos – 5° ano Professora: Sirlene Anchieta de Moura Escola: EMEF Doutor Orlando Sparta de Souza Cidade: Santo Ângelo

EMEF Doutor Orlando Sparta de Souza Cidade: Santo Ângelo A Lenda da Cobra-Boi Que Gostava de

A Lenda da Cobra-Boi Que Gostava de Mamar

Santo Ângelo A Lenda da Cobra-Boi Que Gostava de Mamar Quem conhece o Rio Paraíba sabe
Santo Ângelo A Lenda da Cobra-Boi Que Gostava de Mamar Quem conhece o Rio Paraíba sabe
Santo Ângelo A Lenda da Cobra-Boi Que Gostava de Mamar Quem conhece o Rio Paraíba sabe

Quem conhece o Rio Paraíba sabe quantas riquezas vivem em suas águas tortuosas, escuras, barrentas e misteriosas.

O rio guarda muitos peixes. Mas o rio tem muitos mistérios,

também tem cobras. E das grandes, cobra braba, serpente

inesperada.

Contam que principalmente quando anoitece, uma cobra enfeitiçada costuma aparecer de vez em quando no meio do Rio Paraíba.

É aparição. É bicho fantasma. É coisa de meter medo.

Falam que a bicha é enorme, grossa e muito comprida, mas

o que mais assusta é que esse minhocão danado tem cabeça de boi, com chifre e tudo.

Há pescadores que juram de pé junto que viram essa cobra chifruda, beiçuda e rabuda. E tudo é coisa do diabo.

O certo é que ninguém tinha certeza. Uma vez, faz tempo,

uma moça e um moço recém-casados vieram morar ali perto do rio.

Meses depois a moça teve filho. Dizem que o bebê nascera forte, foi muito bem tratado, mas não demorou e o bebê ficou só pele e osso.

- Meu filho mama feito touro – dizia a mãe cheia de lágrimas.

O nenê minguava, minguava, minguava, já estava que nem pele e osso.

Um dia uma velha que morava perto dali disse ao moço:

– Isso é coisa da danada da cobra – explicou com voz baixa.

– É coisa da serpente enfeitiçada do diabo. A serpente que

mora no rio – e mandou o rapaz não dormir à noite e ficar escondido. O homem, que morria de medo de cobra, criou coragem e ficou ali na janela esperando a cobra-boi vir.

Quando deu meia-noite, uma serpente imensa saiu do rio, lisa e silenciosa, tirou o bebê do colo da mãe, colocou o bebê no seu rabo e ficou mamando no peito da mãe.

Dizem que o pai ficou de butuca esperando. E a cobra mamou, mamou, mamou. Quando deu 7:00 da manhã a cobra foi embora arrotando.

Foi quando o moço chegou de surpresa e Bum!, matou a cobra e acabou com o feitiço do diabo. Coitada da cobra.

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Autores: Stephanie França Freitag – 10 anos – 4° ano Ketlin Mello – 10 anos

Autores: Stephanie França Freitag – 10 anos – 4° ano Ketlin Mello – 10 anos – 4° ano Professora: Marta Giziane da Rocha França Escola: EMEF Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo

Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo 82 A Menina dos Olhos de Fogo Era
Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo 82 A Menina dos Olhos de Fogo Era
Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo 82 A Menina dos Olhos de Fogo Era
Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo 82 A Menina dos Olhos de Fogo Era
Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo 82 A Menina dos Olhos de Fogo Era
Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo 82 A Menina dos Olhos de Fogo Era
Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo 82 A Menina dos Olhos de Fogo Era
Mário Pirotini Oliveira da Rosa Cidade: Santo Ângelo 82 A Menina dos Olhos de Fogo Era

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A Menina dos Olhos de Fogo

Era uma vez a Menina dos Olhos de Fogo, e você sabe por que ela é chamada assim? É porque essa menina não pode olhar para nada sem que a coisa que ela olhou pegue fogo. Quando ela passa numa rua todo mundo entra para dentro de casa e tranca tudo, tudo mesmo. Até os cachorros se assustam. Um dia uma mulher estava passando na rua e queria saber uma informação. Quando a menina olhou para a mulher, tudo que estava em volta pegou fogo, e da mulher nem o cadáver restou.

A menina, chorando, voltou para casa e perguntou para si

mesma: “Por que Deus me fez assim? Eu não posso olhar para nada que isso acontece”. Ela não tinha mais família, ela não tinha mais amigos, ela não tinha mais ninguém porque todos se assustavam com a chegada dela.

A menina vivia sofrendo porque não tinha mais ninguém.

Foram anos e anos de sofrimento.

Ela já tinha destruído tudo naquela cidade. Matado quase todas as pessoas dali e as que sobreviveram se mudaram de cidade. Até que um dia ela tomou uma decisão, sabe qual foi? Ela arrancou os seus olhos, colocou em uma bandeja e se matou. Depois virou uma alma penada, e aparece para pessoas ruins com as suas bandejas nas mãos.

em uma bandeja e se matou. Depois virou uma alma penada, e aparece para pessoas ruins

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84 Autores: Luan Wesley da Silva – 10 anos – 5° ano Alexandre Paulos Aires

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84 Autores: Luan Wesley da Silva – 10 anos – 5° ano Alexandre Paulos Aires –

Autores: Luan Wesley da Silva – 10 anos – 5° ano Alexandre Paulos Aires – 10 anos – 5° ano Professora: Léia Aparecida Wailand Rei Escola: EMEF Professora Mathilde Ribas Martins Cidade: Santo Ângelo

O Galpão Assombrado

Era uma vez um peão que acreditava em um cavalo negro que já tinha morrido. O cavalo ganhou o nome de Corcel Negro.

Porque esse cavalo, quando era vivo, era um cavalo de corrida. Mas quando faltava uma volta para ganhar ele parou, e quando ele voltou para casa o dono pegou uma faca e matou o cavalo. Depois transformou o cavalo em mortadela.

E

o espírito ficou assombrando o galpão.

O

dono do cavalo quando ia tratar os outros cavalos ouvia barulhos,

relinchos e barulhos de casco troteando. E o homem teve uma ideia. Foi até uma feiticeira e falou:

-

Não aguento mais o fantasma do Corcel Negro atrás de mim.

E

a feiticeira disse:

-

Pegue uma ferradura e as medalhas do cavalo e enterre, e faça uma reza.

O homem pegou a ferradura e as medalhas do cavalo, enterrou e

começou a rezar. No mesmo instante começou a chover. E a reza começou assim: “Oh, Corcel, que um dia foi um grande corredor, me desculpe pela facada”. E o homem chorou, e começou a sair aquele temporal e saiu sol. Ele acreditou que o cavalo tinha sumido e nunca mais matou outro animal.

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86 O Buraquinho da Casa Lá na Vila Harmonia, onde a Carol e a Camila moram,

O Buraquinho da Casa

Lá na Vila Harmonia, onde a Carol e a Camila moram, tinha uma mulher que tinha medo de buracos. Em casa, tapava todos os buracos com papel, panos, mas no assoalho tinha um buraquinho especial. Diziam que tinha ouro embaixo de sua casa.

Então ela pediu para seu vizinho:

- Você pode tirar os assoalhos da casa?

- Sim, dona Zeni, eu arranco os assoalhos.

No outro dia, o homem foi na casa de dona Zeni. Quando começou a arrancar o assoalho, ela disse:

- Tem buracos na casa! O que você fez?

- Eu não fiz nada, embaixo da sua casa tem um buraco muito grande.

Se você deixar cair coisas dentro desse buraco vai crescer mais ainda.

cair coisas dentro desse buraco vai crescer mais ainda. A mulher apavorada deixou a casa, saiu
cair coisas dentro desse buraco vai crescer mais ainda. A mulher apavorada deixou a casa, saiu
cair coisas dentro desse buraco vai crescer mais ainda. A mulher apavorada deixou a casa, saiu

A mulher apavorada deixou a casa, saiu às pressas e não avisou o homem que o buraco estava crescendo tanto que iria engolir a casa toda. Dizem que ela nunca mais foi encontrada e que a casa ficou mal-assombrada.

nunca mais foi encontrada e que a casa ficou mal-assombrada. Autores: Caroline Pereira dos Santos –

Autores: Caroline Pereira dos Santos – 13 anos – 5° ano Camila dos Santos Vieira – 11 anos – 5° ano Professora: Lena Marli Escolar Sarmento Escola: EMEF Professora Francisca Lencina Cidade: São Luiz Gonzaga

ano Professora: Lena Marli Escolar Sarmento Escola: EMEF Professora Francisca Lencina Cidade: São Luiz Gonzaga 87

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Vou Te Pegar! Era uma sexta-feira, noite de lua cheia. Estava na minha casa no
Vou Te Pegar! Era uma sexta-feira, noite de lua cheia. Estava na minha casa no
Vou Te Pegar! Era uma sexta-feira, noite de lua cheia. Estava na minha casa no
Vou Te Pegar! Era uma sexta-feira, noite de lua cheia. Estava na minha casa no

Vou Te Pegar!

Era uma sexta-feira, noite

de lua cheia. Estava na minha casa no

bairro Gruta quando ouvi toc

toc

toc

Pensei:

minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,
minha casa no bairro Gruta quando ouvi toc toc toc Pensei: “Será que é meu vizinho,

“Será que é meu vizinho, que é meio doidão?” Mas gritava “vou

vou te pegar

”.

te pegar

Fiquei com medo e fui deitar com minha mãe.

toc

toc

Vou te pegar, vou te pegar

Corri para o quarto dela. - Mamãe, que barulho é esse? Toc

Ela me contou a história do homem que cortava as árvores de facão.

- Então, meu filho, esse barulho pode ser ele.

- Mas cadê meu pai, mãe?

- Está trabalhando.

Senti sede e fui até a cozinha pegar um copo de água, quando escutei toc

vou te pegar

toc

te pegar, vou te pegar

- Volta aqui, Totó! Volta aqui, Totó! Traz a minha chave!

toc

toc

vou te pegar,

toc

toc

vou

Escondi-me atrás do sofá e tremia igual vara verde. Escutei novamente toc

Fiquei branco de medo e continuava ouvindo toc

toc

vou te pegar, vou te pegar

De repente:

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Comecei a rir, então entendi que o toc tinha pegado sua chave.

toc

toc

era meu pai batendo na porta porque o cachorro

O pai, cansado, sem a chave, gritava “vou te pegar

e entendi que tudo não passou de um susto. Mas tive muito medo.

vou te pegar

para o cachorro. Fiquei quieto

muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –
muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –
muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –
muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –
muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –
muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –
muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –
muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –
muito medo. vou te pegar ” para o cachorro. Fiquei quieto Autores: Vinicius Chaves Bataglin –

Autores: Vinicius Chaves Bataglin – 11 anos – 5° ano Igor Gustavo Santos Machado – 12 anos – 5° ano Professora: Lena Marli Escolar Sarmento Escola: EMEF Professora Francisca Lencina Cidade: São Luiz Gonzaga

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A Bruxa Genoveva Numa floresta muito escura e sinistra morava uma bruxa chamada Genoveva. Sempre

A Bruxa Genoveva

Numa floresta muito escura e sinistra morava uma bruxa chamada

Genoveva. Sempre estava testando poções, feitiços e encantamentos

e também muitas armadilhas.

Um dia a bruxa ouviu de longe a voz de um menino que cantarolava floresta adentro.

A bruxa Genoveva, com raiva por haver intrusos em seu território,

escondeu-se rapidamente.

Quando o menino avistou a casa estranhou, mas logo a curiosidade tomou conta. Encheu-se de coragem e valentia e entrou devagarinho na casa.

O menino se arrepiou todinho de medo com o caldeirão borbulhante,

morcegos, sapos, aranhas e um gato negro olhando-o fixamente. Gritou apavorado

Autores: Bernardo S. Novaczinski – 9 anos – 4° ano Tayná Kauãni Soares Goltz – 9 anos – 4° ano Professora: Karina de Souza Zborowski Escola: EMEF Professora Francisca Lencina Cidade: São Luiz Gonzaga

90

Com um toque de mágica, a bruxa Genoveva trancou portas, janelas

e

deu aquela gargalhada: Ah, ah, ah, ah

O

pânico tomou conta do menino, que tentou fugir, em vão.

pânico tomou conta do menino, que tentou fugir, em vão. A bruxa o prendeu para depois
pânico tomou conta do menino, que tentou fugir, em vão. A bruxa o prendeu para depois

A bruxa o prendeu para depois cozinhá-lo em seu caldeirão. O menino

implorou e chorou, mas de nada adiantou. Pensou: “preciso ter coragem, já

tenho 12 anos”, e foi pensando que começou a cantar:

- Oh, bruxinha bonitinha, da vassoura de capim

A bruxa irritadíssima, pois odiava elogios, desamarrou o menino para

cozinhá-lo. E mais que depressa, o menino mordeu sua perna. Desesperada, a bruxa Genoveva gritava de dor e tropeçou, caindo dentro da caldeira quente.

E o menino correu, correu, correu e correndo encontrou seus pais, que o procuravam pela floresta.

Enquanto os pais felizes retornavam para casa com seu menino, a bruxa

Genoveva, que havia conseguido sair do caldeirão, ardia, cheia de bolhas, e

resmungava:

- “Oh, bruxinha bonitinha

Ah, se eu pego esse menino!

sair do caldeirão, ardia, cheia de bolhas, e resmungava: - “Oh, bruxinha bonitinha ” Ah, se
sair do caldeirão, ardia, cheia de bolhas, e resmungava: - “Oh, bruxinha bonitinha ” Ah, se

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O projeto em números ESTADO CIDADE N° DE PRODUÇÕES ESCOLAS PROFESSORES   Aquiraz Caucaia Fortaleza
O projeto em números ESTADO CIDADE N° DE PRODUÇÕES ESCOLAS PROFESSORES   Aquiraz Caucaia Fortaleza
O projeto em números ESTADO CIDADE N° DE PRODUÇÕES ESCOLAS PROFESSORES   Aquiraz Caucaia Fortaleza

O projeto em números

ESTADO

CIDADE

N° DE PRODUÇÕES

ESCOLAS

PROFESSORES

 

Aquiraz Caucaia Fortaleza Iguatu São Gonçalo do Amarante

633

39

64

163

14

21

304

16

47

CE

36

5

9

306

13

28

Total CE

1442

87

169

 

Cachoeira Dourada GO Goiânia Itumbiara

19

2

2

GO

102

7

8

57

7

12

Total GO

178

16

22

 

Cabo Frio

128

9

11

Macaé

63

11

14

Niterói

105

9

12

RJ

Petrópolis

456

39

62

São Gonçalo

207

18

25

Teresópolis

128

9

12

Total RJ

1087

95

136

 

Garruchos Santo Ângelo São Luiz Gonzaga

10

3

5

RS

273

13

20

77

7

11

Total RS 360 23 36

Total RS

360

23

36

13 20 77 7 11 Total RS 360 23 36 14.052 acessos ao site BÚ! Histórias

14.052 acessos ao site BÚ! Histórias de Medo e Coragem (de setembro de 2013 a março de 2014)

92

Quem participou de BÚ! Histórias de Medo e Coragem

93
93
de Medo e Coragem (de setembro de 2013 a março de 2014) 92 Quem participou de

UF

CIDADE

ESCOLA

NOME DO (A) PROFESSOR (A)

94

   

CEC Manuel Assunção Pires

Maria Oliveira da Silva Nanda Régis X. de Oliveira

CEI Raimunda de Freitas Façanha

Karla Rejane V. de Freitas Maria Ivanilda Rodrigues da Costa Maria José G. Dias Turíbio Virginia Matos de Lima

CEM Ferdinando Tansi

Enédia Rita de Menezes

EMEF Aloísio Bernardo de Castro

Benedita Andrea de Abreu João da Silva Lima Vânia Maria R. de Sousa

EMEF Antônio de Brito Lima

Paulo André Gois

EMEF Batoque

Cosmo dos Santos Silva Iris Pereira Lima

EMEF CEL Francisco Gomes Farias

Ivelma Maria Bezerra Lima

EMEF Clarêncio Crisóstomo de Freitas

Bárbara Maria Lopes Luciene do Nascimento

EMEF Dionísia Guerra

Douglas Brito dos Santos Francileide Barbosa Monte Rosely Batista de Almeida

EMEF Francisca Monteiro da Silva

Eliziene G. da Silva Ysla Cássia A. Sales

EMEF Francisco da Silva Sampaio

Larissa Nobre Moreira

EMEF Guilherme Janja

Sônia Werlane Damasceno

EMEF Henrique Gonçalves da Justa Filho

Silvia Adriana Sousa de Oliveira

EMEF Jarbas Passarinho

Adriana de Fátima L. Vasconcelos

EMEF João Jaime Gadelha

Paula Andréa Ferreira

EMEF João Pires Cardoso

Ana Cristina Marques Maria Virgílio

EMEF Joaquim de Souza Tavares

Lucinio Peres Cavalcante

EMEF José Almir da Silva

Rogélia Barbosa Felito

EMEF josé Câmara de Almeida

Maria Rejane Sousa Silva

CE

Aquiraz

 

Elisangela Oliveira

EMEF José Ferreira da Costa

Jamylli Gomes

EMEF José Isaac Saraiva da Cunha

Vera Lúcia F. de Abreu

EMEF José Raimundo da Costa

Eliane Tavares Rodrigues

EMEF José Rodrigues Monteiro

Claudete Queiroz Santos

EMEF Juscelino Kubitschek

Francisca Célia Ramos Maria da Conceição

EMEF Juvenal Pereira Façanha

Marciana Rocha da Silva

EMEF Lagoa de Cima

Francisco Cláudio Santiago

EMEF Lagoa do Mato

Joabes Nunes de Melo

EMEF Lais Sidrim Targino

Elenir Rodrigues Pimenta Marcélya Câmara Gomes Zulenice da Silva

EMEF Luiz Eduardo Studart Gomes

Maria Amélia Matias da Silva

EMEF Maria Façanha de Sá

Idalina Zeta T. Cruz Lorena Gomes de Oliveira

EMEF Maria Margarida Ramos Coelho

Daniele Araújo Ribeiro Tâmara Muniz Campos

EMEF Maria Soares de Freitas

Maria Tânia R. Cavalcante Ozélia Cesártio Crisóstomo

EMEF Padre Heribert Kloos

Maria Evenilta Costa Falcão

EMEF Plácido Castelo

Elizângela Costa de Araujo Maria Imeuda dos S. Costa Maria Luiza Ferreira da Silva

EMEF Professora Carmelita de Oliveira

Kassandra Assef e Maria Sampaio Sônia de Alencar

EMEF Raimundo Ramos da Costa

Antônio e Ana Claudia Maria do Socorro D. de Oliveira

EMEF Rita Paula de Brito

Nelta Moisés

EMEF Tia Alzira

Carlos André B. da Silva Marília Gabriela

UF

CIDADE

ESCOLA

NOME DO (A) PROFESSOR (A)

 

Aquiraz

EMEF Vindina Assunção de Aquino

Marciano Vieira de Araújo Vanessa Maria C. Azevedo

 

EDEIEF Abá Tapeba

Deborah Kelly F. P. Veras

EEIEF César Nildo Gondim Pamplona

Daniela de Santana Teixeira Lino Rozeli Marques Soares

EEIEF Domingos Abreu Brasileiro

Ana Cristina de S. Gondim Rosa Maria de Souza Santos

 

Maria Elizabeth

EEIEF Doze de Outubro

Rusoalpe Medeiros

EEIEF Estevam Matias de Paula

Elizabeth Almeida de Carvalho

EEIEF Fausto Dário Sales

Roberta Mesquita

EEIEF Iná Arruda

Maria Selma M. Cavalcante

Caucaia

EEIEF João Cordeiro de Miranda

Maria de Lourdes

EEIEF Luiz de Gonzaga Fonseca Mota

Érica Nascimento Elizabeth Almeida de Carvalho

EEIEF Luiza Morães Correia Távora

Rosiane Belém de Bina

EEIEF Nely Caúla de Carvalho

Gildo Pessoa de Araújo Weber Sampaio Souza

EEIEF Santa Joana Darc

Francisca Cipriano Waleska da Silva

EEIEF São Sebastião

Alessandra Dória de Lima Tarciana V. de Almeida

EEIEF Tiradentes

Helena Mariano

 

EM Alaíde Augusto de Oliveira

Cristiane Viana de Freitas Maria Jucileide B. de Sousa Ocezina C. Bezerra

EM Conceição Mourão

Ingrid Geovanna do Nascimento Costa Maria Elenice da Silva Maria Socorro Catunda de Mesquita Yaysnaya dis Santos Bernardo

EM Demócrito Dummar

João Teles de Aguiar

CE

EM Doutor Sérvulo Mendes Barroso

Cristina Maria Alves Maria Edileuda Freitas

EM Henriqueta Galeno

Edilma Menezes da Silva Gerluce Abreu N. Ferreira Kenya de Sousa Lobo

EM Herbert de Sousa

Elaine Nunes da Silva Maria de Jesus da Silva

EM Joaquim Alves

Viviane Rodrigues

EM João Paulo II

Adilsa Luíza A. da Silva Idinéia P. da Silva Izabel M. S. de Sousa Laura Maria C. P. Nascimento

Fortaleza

EM Noelzinda Sátiro Santiago

Alessa L. do Nascimento Katia Emanoela S. Mota Rozenilce Maria de Oliveira

EM Padre Antônio Monteiro da Cruz

João Teles de Aguiar

EM Professor Américo Barreira

Ana Paula de Almeida Fábia de O. M. Lima Luciana Silva Lima Suzana Pereira Viana

EM Rachel Viana Martins

Iolanda de Abreu Pereira Terezinha Henrique Viana

EM Santa Isabel

Ana Cleide Silva Alves Celiane Maria Moreira da Costa Elane Saraiva Rodrigues Francisca Evinelle T. Damasceno Hayanara Ezequiel Joana Darc Fernandes de Souza Maria Solange Marques Silvana Bezerra de Morais Virginia Mª L. de Oliveira

EM Santos Dumont

Suely Souza

Souza Maria Solange Marques Silvana Bezerra de Morais Virginia Mª L. de Oliveira EM Santos Dumont
Souza Maria Solange Marques Silvana Bezerra de Morais Virginia Mª L. de Oliveira EM Santos Dumont

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Souza Maria Solange Marques Silvana Bezerra de Morais Virginia Mª L. de Oliveira EM Santos Dumont

UF

CIDADE

ESCOLA

NOME DO (A) PROFESSOR (A)

96

   

EM Ulisses Guimarães

Marcus Roberto Damasceno Maia Patrícia

Fortaleza

EMEIF Murilo Aguiar

Dilzimar Vieira Glassylene Ramos Irandilma Maria Bezerra de Oliveira Lúcia Magalhães Dias Regina Lúcia Carneiro

 

CAIC Francisco das Graças Alves Berto

Cosma Rolin Matos José C. de Araújo Maria Iva B. de Carvalho Pedrina Pinheiro

Iguatu

EEF Cartola Távora

Tereza. Araújo

EEF Elze Lima Verde Montenegro

Francisca Eridam Fernandes Pinto

EEF Marta Maria Sobreira

Angela Lemos

EEF Onélia Pereira de Lavor

Cosma Rolin Matos Jose Clenilton de Araujo

 

EEB Professora Alba Herculano Araújo

Maria do Socorro O. de Goes Michele de S. Florindo

EEF Dona Filomena Martins

Artemizia M. Bezerra Raimunda Claudênia

CE

EEF Euclides Pereira Gomes

Anne Karoline Bezerra Antônia da Silva Lopes Eveline de S. Noronha Lidiane Costa Moura Marli B. M. da Silva Sonia Maria Rocha R. Silva

EEF Governador Tasso Jereissati

Angela Cassia M. Oliveira Maria Conceição M. Martins Maria Fabíola L. Duarte

São Gonçalo do Amarante

EEF João Pinto Magalhães EEF Joaquim Pacheco de Menezes EEF José Pereira Barros

Josinelma da Silva Antonia Silvania B. P. Spinosa Luiza Cristina Nascimento Silva

EEF Leonice Alcântara Brasileiro

Ana Claudia Sales Rocha Maria Eliene F. de Almeida

EEF Porfírio de Araújo

Joana DArc G. B. Cruz Roberta José M. Viana

EM Almirante Alfredo Carlos Soares Dutra

Aparecida Maria de Lira Carmem Lúcia Débora Leidimar

EM Pastor Alverto Goulart da Silva

Vanessa Rodrigues Galvão

EM Professora Zulmira Mathias Netto Ribeiro

Maria Helena Brasil Lombello Renata Thaís Torres da Silva

EM São Cristóvão

Sandra Serieiro Alberto Pinho

 

Aparecida de Goiânia

Escola Rotary Oeste

Jakeline Pereira Nunes

Cachoeira Dourada GO

EM Instituto Novo Goiás

Eliane S. Oliveira

 

EM Bom Jesus

Itamária Maria da Silva

EM Benedito Soares de Castro

Silvana Helmer

EM Bernardo Élis

Elaine de Sousa Lisboa

EM Doutor Nicanor de Assis Albernaz

Ivani Francisca Galvão

Goiânia

EM Jardim Atlântico

Macimeire Soares dos Santos

EM Professor Moacir Monclar Brandão

Rosângela Maria de Oliveira Maia

GO

EM Zevera Andrea Vecci

Irismar Ribeiro

Rita Nunes

 

CE Doutor José Feliciano Ferreira

Lindalva C. Ribeiro

Itumbiara

EM Dona Venância Magalhães Cotrim

Edna Alves Ferreira Maria Fátima Santos Mônica Pinheiro Pereira Oliveira Nayara Ramos Mendes Batista

EM Floriano de Carvalho

Angela M. Guimarães

EM Oscar Domingos da Costa

Mariana Ap. da Silva

UF

CIDADE