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GUIA DE EMPRESAS DE END E INSPEÇÃO

GUIA DE MÉTODOS DE END


GUIA DE TERMOS DE END
NORMALIZAÇÃO TÉCNICA
CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS
TREINAMENTO

2007
expediente índice
Publicado por: Institucional ABENDE ..................................................4
Associação Brasileira de Ensaios Índice Remissivo por Empresas e
Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE Métodos de END ........................................................6
Indicadores............................................................... 10
Guia dos Métodos de END....................................... 12
Guia de Termos de END............................................ 28

Colaboradores Técnicos para o Equipe ABENDE


Guia dos Métodos de END Responsável: Eliane Bastos
Alejandro David A.Spoerer del Rio – POLIMETER Apoio Técnico: Alessandra Alves, Ana Paula Giolo
Carla Alves Marinho Ferreira - PETROBRAS Comercial: Vanessa Barros
Carlos Alberto Arruda Miranda - BRASITEST
Carlos Donizetti Corrêa Madureira - BBL Tiragem: 6000 exemplares
César Coppen Martin - ABENDE Público Leitor: Especialistas, Engenheiros, Técnicos,
Edson Almeida Torre - SABESP Inspetores que trabalham direta ou indiretamente
Eduardo J. Netto - GERMAN com inspeção industrial.
Hermann Schubert – PASA Revisão Gramatical: Edmundo Conde
Honório Paulo Teixeira Coelho - Vertical Inspeções Projeto Gráfico e Diagramação: Hodogéu Comunicação
Jaques Townsend- TOTAL Impressão: GT Editora
Joaquim José Moreira dos Santos - PETROBRAS
José Carlos Lobato da Cunha - PETROBRAS
José Maurício Barbosa Rabello - PETROBRAS END
Luciano Paiva Ponci - TEKNIKAO Os Ensaios Não Destrutivos (END) são técnicas utiliza-
Luiz Mauro Alves - ABENDE das na inspeção de materiais e equipamentos sem da-
Marcelo Ricardo Dutkevicz - REM nificá-los, sendo executados nas etapas de fabricação,
Marcelo Garcia Stenzel – SGS construção, montagem e manutenção. São largamente
Raimar Eckard Schmidt - RAIMECK utilizados nos setores petróleo/petroquímico, químico,
Ricardo de Oliveira Carneval - PETROBRAS aeronáutico, aeroespacial, siderúrgico, naval, eletrome-
cânico, papel e celulose, entre outros. Contribuem para
a qualidade dos bens e serviços, redução de custo, pre-
Comissões de Estudos de Normalização servação da vida e do meio ambiente, sendo fator de
Técnica para o Guia de Termos de END competitividade para as empresas que os utilizam. Para
•Análise de Vibrações apresentar resultados eficazes e confiáveis os Ensaios Não
•Aplicações Especiais Destrutivos devem, necessariamente, levar em conside-
•Correntes Parasitas ração os seguintes componentes:
•Emissão Acústica • Pessoal treinado, qualificado e certificado
•Estanqueidade • Equipamentos calibrados
•Métodos Superficiais • Procedimentos de execução de ensaios qualificados
•Radiografia com base em normas e critérios de aceitação previamen-
•Termografia te definidos e estabelecidos
•Teste por Pontos Comparativamente, podemos afirmar que o “controle
•Ultra-Som da qualidade” que o médico faz de um corpo humano, 
na avaliação da saúde ou da patologia de um paciente,
é o mesmo aplicado na indústria, só que para materiais
e produtos.

ABENDE: Rua Guapiaçu, 05 – Vila Clementino - 04024-020


São Paulo – SP - Tel.: (11) 5586-3199 – Fax: (11) 5581-1164
e-mail: abende@abende.org.br – Site: www.abende.org.br
A
“Associação Brasileira de • Reconhecida através do Sistema
Ensaios Não Destrutivos e Nacional de Qualificação e Certifica-
Inspeção - ABENDE” é uma ção de Pessoal em END (SNQC/END)
entidade técnico-científica, sem pela European Federation for NDT -
Institucional fins lucrativos, de direito privado, EFNDT, com base no Mutual Recogni-
com sede em São Paulo, fundada em tion Agreement - MRA, instrumento

ABENDE Março de 1979, voltada à difusão


das técnicas de END e Inspeção, com
este que garante que o sistema de
certificação da ABENDE seja conduzi-
ações voltadas ao aprimoramento da do segundo os preceitos mínimos es-
tecnologia e, conseqüentemente, do tabelecidos pela Federação. Os países
pessoal e das empresas envolvidas signatários do MRA reconhecem tais
no tema. requisitos mínimos. Esse é o primeiro
A Associação, através de seu traba- passo para a aceitação das certifica-
lho de articulação entre indústrias, ções dos profissionais do SNQC/END
instituições de ensino, de pesquisas por essas nações, embora a decisão
e profissionais, contribui de for- final seja do contratante.
ma significativa para a exportação • Credenciada pela Associação Bra-
de bens e serviços nacionais. Suas sileira de Normas Técnicas - ABNT
ações impactam diretamente na se- como Organismo de Normalização
gurança e saúde do trabalhador e na Setorial – ONS-58 para a elaboração
preservação do meio ambiente. Faz de normas de END.
parte do Comitê Internacional de • Acreditada pelo Instituto Nacional
END - ICNDT e do Comitê Pan-Ameri- de Metrologia, Normalização e Quali-
cano de END - PAN NDT. dade Industrial - INMETRO do Minis-
Através de sua ação em prol do tério do Desenvolvimento, Indústria
desenvolvimento e gestão da tec- e Comércio Exterior, como Organismo
nologia, obteve os seguintes reco- de Certificação de Pessoal – OPC-002,
nhecimentos, credenciamento, acre- conforme a Norma ISO 17024, para a
ditação e qualificação: qualificação e certificação de pesso-
• Reconhecida pelo Ministério da al em END, baseada nos critérios da
Ciência e Tecnologia – MCT como Norma ISO 9712
Entidade Tecnológica Setorial – ETS • Qualificada como Organização da
para a gestão tecnológica na área Sociedade Civil de Interesse Público
de END. (OSCIP), pelo Ministério da Justiça.

PRINCIPAIS ATIVIDADES
Formação e Treinamento de Pessoal
Promoção e Realização de Eventos, Feiras e Exposições Técnicas
 Desenvolvimento de Projetos de Pesquisas Aplicadas e Multiclientes
Estabelecimento de Sistemas de Qualificação e Certificação de Pessoal, Produtos e Equipamentos de END.
Elaboração de Normas Técnicas de END
Edição de uma Revista Técnica, a “Revista ABENDE”
Edição de Publicações Técnicas (Vídeos, Apostilas e Livros de END)
Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Técnica Internacional
Estabelecimento de Acordos de Cooperação Técnica Nacional e Internacional
Conheça a ABENDE pelo site: www.abende.org.br

Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE




Guia de END&Inspeção
GUIA DE
EMPRESAS
Ahak Brasil Serviços Industriais Ltda ASNDT : Engenharia,Consultoria e Bodycote Brasimet Processamento
(11) 40252139 Inspeção Térmico S/A
paulo@ahak.com.br (21) 3335.99403 (11) 2168.6424
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Industrial Ltda Átomo Radiop. e Segurança BQS Brazil Quality Services Ltda EPP
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• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
• MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END
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• MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END
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• MÉTODOS DE END
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(19) 3884.9960 Belov Engenharia Ltda (19) 3481.3227
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• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• MÉTODOS DE END
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AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US CCI - Centro Controle e Inspeção Ltda
Arotec S/A Indústria e Comércio (11) 3857.2002
(11) 4613.8600 hamilton@ccisp.com.br;slscci@uol.com.br
arotec@arotec.com.br
BBL - Bureau Brasileiro Ltda
(11) 3616.4000 • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | bbl@bbl.com.br • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• MÉTODOS DE END
• MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US • MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US

Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE


Institucional GUIA DE EMPRESAS

CEI - Centro de Engenharia e END-Check Consultoria e Serv. Espec. Com. HCG Tecnologia Ltda*
Inspeções Ltda Ltda (11) 4127.5438
(11) 3392.5576 (13) 3222.3515 hcg@hcgtecnologia.com.br
ceieng@terra.com.br endcheck@endcheck.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
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• MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
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INSPEC - Inspec Norproj Inspeção
Competência Assessoria e Serv. Técnicos Engenorte Engenharia e Inspeção Ltda Consultoria e Projetos
Ltda (91) 3244.3853/9917 (71) 3321.6908
(11) 3641.6535 engenor@veloxmail.com.br moacirbispo@inspec.com.br
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• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END
• MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
Engisa Insp. e Pesquisa Aplicada à Inter-Metro Serviços Especiais Ltda
(11) 5071.2764
CONSINSP - Insp. Equips. e Manut. Indústria Ltda comercial@inter-metro.com.br
Indl. Ltda (41) 3668.1919
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
(19) 3933.2596 engisa@engisa.com.br
consinsp@terra.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • MÉTODOS DE END
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • MÉTODOS DE END
AV ACFM CR CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
• MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US Íntegra - Coop. Prof. Engª
Flir Systems Brasil Com. de Câmeras Integridade Equip. Ltda
(21) 2427-6646
COONAI - Cooperativa Nacional de Infravermelhas Ltda integra@integra.org.br
Controle da Qualidade Ltda (15) 3238.8070
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(31) 2122.1233 flir@flir.com.br
denilson@coonai.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
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• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • MÉTODOS DE END
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• MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US Interativa - Consult. e Aval.
FRAEND - Consultoria, Inspeção e de Equipamentos Ltda-EPP**
(11) 5077.3786
Cooperativa dos Insp. Autônomos Treinamento interativa@interativaconsultoria.com
da BA - COOINSP (51) 3463.6193
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(71) 379.4094 fraend@fraend.com.br
cooinsp@cooinsp.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
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• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • MÉTODOS DE END
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• MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US ISQ Brasil - Instituto de Soldadura e
GE Inspection Technologies Qualidade Ltda
(31) 3263.3263
Diagnostic Imagind Automação Ltda (11) 3067.8169
isq@isqbrasil.com.br
(11) 4458.1226 eugenio.solda@ae.ge.com
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diagnostic@diagnostic.com.br
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• MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
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Geraltec - Consultoria em Equipamentos JBS Inspeção e Ensaios Ltda
(11) 4048.2924
DMCJ Inspeções Ltda Ltda adm@jbsensaios.com.br
(21) 2413.4459 (71) 3342.9810
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dmcj@dmcj.com.br;curriculum@dmcj.com.br geraltec@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • MÉTODOS DE END
• MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END
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Jovitec Inspeção e Ensaios Não
END Oliveira German Engª e Serviços de Manutenção Destrutivos LTDA.
(51) 3468.8713 (11) 4543.6383 (62) 3215.7586
endoliveira@terra.com.br comercial@german-engenharia.com.br jovitec@uol.com.br
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• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |

• MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END


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Guia de END&Inspeção
JR END’S - Emp. Serv. Consult. Ass. Ltda NDT do Brasil Ltda Polimeter Comércio e
(31) 3823.1449 (11) 3736.7777 Representações Ltda
jrends@terra.com.br ndt@ndtdobrasil.com.br (11) 4612.0699
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | polimeter@uol.com.br
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
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AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
Kroma Produtos Gráficos e Repres. Ltda Oceaneering Inspection - Brasil
(11) 6204.8960 (21) 2729.8923 Powertemp Tecnologia Industrial Ltda
kroma@attglobal.net jsmid@oceaneering.com (11) 4425.4811
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | powertemp@uol.com.br
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |

• MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |


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Kubika Comercial Ltda Oceânica Serviços Técnicos
(11) 6909.1302 Submarinos Ltda Proaqt Empreedimentos Tecnológicos
kubika@globo.com (22) 2105.5500 (11) 3682.7946
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | oceanica@oceanicasub.com.br proaqt@proaqt.com.br
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |

• MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
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Magnaflux
(11) 4785.2600 Opertec Engenharia S/C Ltda Qualitec Eng. da Qualidade Ltda
sales@itwchem.com.br (11) 5083.2340/3452 (31) 3288.1511
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | opertec@uol.com.br qualitec@qualitecend.com.br
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |

• MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
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AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
Metal Chek do Brasil Ind. e Com. Ltda
(11) 3515.5287 P&C Consultoria Repres. e Quality Welding Consultoria
diretoria@metalchek.com.br
Comércio Ltda e CQ Ltda
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | (85) 3219.6868 (71) 3601.1005
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços | protecaoecia@protecaoecia.com.br quality@qualitywelding.com.br;
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | cursos@qualitywelding.com.br
• MÉTODOS DE END
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
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• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
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Metaltec Não Destrutivos Ltda AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US • MÉTODOS DE END
(11) 5044.3522 AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
metaltec@uol.com.br
Paneng Engenharia e Consultoria Ltda
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | (19) 3229.0727 Raimeck Comércio Importação e
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | paneng@terra.com.br Exportação Ltda
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | (11) 5524.5821
• MÉTODOS DE END
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | raimeck@sti.com.br
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
MKS Serviços Especiais de
Engenharia LTDA • MÉTODOS DE END
(51) 3371.1777 PHE Indústria e Comércio de AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
mks@mksservices.com.br
Equipamentos Ltda
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | (11) 6246.3900 Rem Indústria e Comércio Ltda
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | phe@phe.com.br (11) 3377.9922
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | industrial@rem.ind.br
• MÉTODOS DE END
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
• MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |

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(11) 4109.9466 Physical Acoustics South
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• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | (11) 3082.5111 (11)5667-4225
vendas@pasa.com.br innotech@innotech.com.br
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Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE


Institucional GUIA DE EMPRESAS

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Equipamentos Ltda (21) 3638.5825/5044 (51) 3459.6725
(21) 2215.9166 sistac@sistac.com.br ultrateste@ultrateste.com.br
sagatech@sagatech.ind.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
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• MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
Sotherm Tratamento Térmico Ltda-ME Victória Qualidade Industrial Ltda
SBCQ Inspeções, Ensaios e (11) 4486.2323 (71) 3287.0024
sotherm.adm@ig.com.br victoria@victoriaqualidade.com.br
Testes de Qualidade Ltda
(21) 2671.5733 • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
sbcq@sbcq.com.br;comercial@sbcq.com.br • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
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• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US South Seas International Ltda Welding Soldagem e Inspeções Ltda
(22) 2773.5740 (16) 3942.2023
sales@southseas.com.br benedito.dir@welding.com.br
Scantech do Brasil Soluções
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
Tecnológicas LTDA
(11)3736.7777 • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
scantech@scantech.com.br
• MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END
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• MÉTODOS DE END System Asses., Insp. e Controle
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US da Qualidade Ltda
(71) 3621.5350
systeminspecao@systeminspecao.com
Segás do Brasil Ltda
(21) 2532.6057 • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
segas@sesegasdobrasil.com.br • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• MÉTODOS DE END
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US Technotest Consultoria e Assessoria Ltda
(31) 3429.3100
technotest@technotest.com.br
SENAI/RJ - Centro de Formação
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
Profissional de Niterói
(21) 2624.9750 • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
cfpnit.biblioteca@rj.senai.br
• MÉTODOS DE END
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END Tecnomedição Sistemas de Medição Ltda
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US (11) 6994.0222
vendas@tecnomedicao.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
Serv-End Indústria e Comércio
Ltda - EPP • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
(11) 4066.5312 • MÉTODOS DE END
servend@servend.com.br AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços | Topcheck Controle da Qualidade Ltda
• MÉTODOS DE END (21) 3403.4659
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US topcheck@uol.com.br LEGENDA: métodos de END
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV (análise de vibrações)
SERVICE ENGENHARIA DA QUALIDADE LTDA • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | ACFM (Alternating Current Field Measurement)
(31) 3048.0100 • MÉTODOS DE END CP (correntes parasitas)
sergio@gruposervice.com AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US CR (campo remoto)
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | EA (emissão acústica)
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS | TWI Brasil LTda ER (ensaios radiográficos)
• MÉTODOS DE END (21) 2253.0689 ES (estanqueidade)

AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US comercial@twibrasil.com.br
EV (ensaio visual)
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
HD (holyday detector)
SGS do Brasil Ltda • Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
IRIS (Internal Rotary Inspection System)
(11) 5504.8800 • MÉTODOS DE END LP (líquido penetrante)
sgs.brasil@sgs.com AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | PM (partículas magnéticas)
TM (termografia)
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERVIÇOS |
US (ultra-som)
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CR CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US Empresas Sócias da ABENDE em dia com a anuidade de
sócio até setembro/07

Guia de END&Inspeção
Institucional

INDICADORES DO SETOR
Informações extraídas da base de dados das empresas associadas à ABENDE do setor de END.

LOCALIZAÇÃO Método de END - Outros Métodos

Roraima
Amapá 1%
1%

Amazonas Pará
Maranhão Ceará Rio Grande
do Norte

Paraíba
Piauí
Pernambuco
Acre
Alagoas
Tocantins
Rondônia Sergipe
Bahia
Mato Grosso
Brasília (DF)

Goiás 9%
Minas Gerais
Mato Grosso Espírito Santo
do Sul
São Paulo 5%
Região Norte Rio de Janeiro
Região Nordeste Paraná
Região Centro-Oeste 17%
Região Sudeste Santa Catarina 60% 4% Outros:
Região Sul 1% Campo Remoto, Correntes Parasitas,
Rio Grande
Espectometria, Vibrações e PIG Instrumentado
do Sul
5%

ÁREA DE ATUAÇÃO
Nº de empresas
Calibração..................................... 8
Consultoria.................................... 45
Elabora Procedimentos.................... 36
Fabricantes/Representantes............. 27
Implanta sistema da qualidade......... 15
Inspeção de Equipamentos............... 56
Locação de Equipamentos................ 10
10 Prestação de Serviços...................... 100
Reparos e Manutenção.................... 67

Guia de END&Inspeção - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE


GUIA DE
MÉTODOS
ANÁLISE DE VIBRAÇÕES

A medida e análise das O método tem se provado particularmente útil na mo-


vibrações mecânicas é um nitoração mecânica de máquinas rotativas (ventiladores,
método indispensável na compressores, bombas, turbinas, etc.), na detecção e reco-
detecção prematura de nhecimento da deterioração de rolamentos, no estudo de
anomalias em máquinas e mau funcionamento típico em maquinaria com regime cíclico
equipamentos em virtude de de trabalho, laminadores, prensas, etc., e nos processos de
problemas tais como: falta trincamento, notadamente em turbinas e outras máquinas
de balanceamento das partes rotativas ou vibratórias.
rotativas, desalinhamento de Este método também permite grande confiabilidade na
juntas e rolamentos, excentricidade, interferência, erosão operação e na interrupção de uma máquina em tempo hábil,
localizada, abrasão, ressonância, folgas, etc. para substituição de peças desgastadas.
Um sensor de vibração (normalmente piezoelétrico) é Na usinagem mecânica com ferramental sofisticado, a
acoplado ao mancal, ou chassis da máquina, ou componente medição das vibrações é essencial para a melhoria da qualidade
em questão. Este sensor, através de um aparelho, indica final do produto. O método é aplicado na engenharia civil
12
a quantidade e direção da vibração detectada. Alguns para o estudo do comportamento das estruturas sujeitas a
equipamentos permitem fazer a análise das freqüências, carregamento provocado por um tráfego de alta velocidade.
indicando quais os componentes da máquina que apresentam Medida e Análise de Vibrações é um método muito valioso,
defeito. Além disso, é possível fazer um histórico (curva pois a identificação das falhas de máquinas e motores
de tendência), o que permite programar a manutenção em é feita por medições eletrônicas das vibrações, não percebidas
acordo com a produção. Bom conhecimento teórico e prático por nossos ouvidos, eliminando assim a subjetividade do
do operador são essenciais ao sucesso do ensaio. técnico.

Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE


Institucional GUIA DE MÉTODOS

APLICAÇÃO REQUISITOS DE EXECUÇÃO E COMPRA


Qualquer equipamento rotativo: motores, bombas, com- Depende do nível de análise desejada.
pressores, ventiladores, etc. Se for apenas um acompanhamento dos níveis globais da
É possível realizar alguns ensaios em estruturas. vibração, o medidor de vibrações é o suficiente e pode ser
executado por técnico nível 1.
VANTAGEM Para detecção e/ou acompanhamento do componente de-
• Permite detectar defeitos nos componentes das feituoso, é necessário medidor com análise de freqüências e
máquinas muito antes da quebra; o técnico deve ser nível 2 ou 3.
• Evita a troca de peças em boas condições (manutenção
preventiva); QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
• Tem alto grau de confiabilidade no diagnóstico; A partir de agosto de 2007 a ABENDE oferecerá ao mercado
• Não há perda de produção durante as medidas; o reconhecimento dos profissionais para qualificação e cer-
• Processo não intrusivo; tificação em análise de vibrações.
• Baixo custo;
• Diagnóstico rápido.

LIMITAÇÕES
Em máquinas alternativas há maior dificuldade na iden-
tificação da origem das falhas;
A princípio, a implantação pode ter um custo alto, mas é
rapidamente absorvido pela diminuição dos custos de ma-
nutenção.

13

Guia de END&Inspeção
CORRENTES PARASITAS sonda (ou bobina) e a superfície da peça sendo ensaiada;
• Não há necessidade de materiais de consumo;
O campo magnético gerado • Não exige uma preparação superficial rigorosa das
por uma sonda ou bobina peças a serem ensaiadas;
alimentada por corrente • O método possibilita elevado grau de automatização e
alternada produz correntes em alguns casos elevadas velocidades de inspeção;
induzidas (correntes parasitas) • Em algumas aplicações o ensaio pode-se adaptar a uma
na peça sendo ensaiada. condição passa / não passa.
O fluxo destas correntes
depende das características LIMITAÇÕES
do material A presença de descontinuidades superficiais e • A profundidade de penetração do ensaio é limitada
subsuperficiais (trincas, dobras ou inclusões), assim como e depende da freqüência de teste e das características
mudanças nas características físico-químicas ou da estrutura elétricas e magnéticas do material sendo ensaiado;
do material (composição química, granulação, dureza, pro- • Mais de uma variável afeta simultaneamente ao ensaio;
fundidade de camada endurecida, tempera, etc.) alteram o • Em algumas aplicações para detectar descontinuidades
fluxo das correntes parasitas, mudando a tensão induzida em materiais ferromagnéticos, é necessário saturar magne-
e a impedância da sonda ou bobina, possibilitando a sua ticamente o material, e a seguir, desmagnetizá-lo;
detecção. • Dependendo da aplicação, a sensibilidade para detectar
descontinuidades superficiais pode ser inferior à que pode
APLICAÇÕES ser obtida com outros métodos superficiais, tais como
O ensaio por correntes parasitas se aplica em metais tanto partículas magnéticas e líquidos penetrantes.
ferromagnéticos como não ferromagnéticos, em produtos
siderúrgicos (tubos, barras e arames), em autopeças REQUISITOS DE COMPRA
(parafusos, eixos, comandos, barras de direção, terminais, São necessárias as seguintes informações para apre-
discos e panelas de freio, entre outros.) O método se aplica sentação de proposta:
também para detectar trincas de fadiga e corrosão em com- • Aplicação (detecção de descontinuidades, separação de
ponentes e estruturas aeronáuticas e em tubos instalados materiais, etc.);
em trocadores de calor, caldeias e similares. • Peça(s) a ser ensaiada(s) (tubos, barras, arames, soldas,
Seguem as aplicações principais deste método de ensaio: furos de estruturas de aeronaves, etc.);
• Detecção de descontinuidades em materiais condutores • Material a ser ensaiado (aços carbono, aços inox aus-
ferromagnéticos e não ferromagnéticos; teníticos, alumínio, etc.);
• Controle da espessura de tubos de equipamentos de • Dimensões da(s) peça(s) a ser ensaiada(s);
troca térmica; • Produção (ou velocidade de inspeção) necessária;
• Diferenciação (ou separação) de peças metálicas • Grau de automatização necessário;
seriadas quanto à composição química (ligas), dureza, mi- • Tipo do equipamento;
croestrutura, condição de tratamento térmico, etc.; • Comprimento a ser ensaiado.
• Medição de condutividade elétrica em materiais não
ferromagnéticos; QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
• Medição de espessuras de camadas não condutivas Recomenda-se que a atividade de END seja executada
sobre metais condutores não magnéticos; por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qua-
14 • Medição de espessuras de camadas não magnéticas lificação de Pessoal da ABENDE, em correntes parasitas.
sobre metais magnéticos.

VANTAGEM
• Aplica-se tanto em metais ferromagnéticos como não
ferromagnéticos;
• Em muitas aplicações não existe contato físico entre a

Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE


Institucional GUIA DE MÉTODOS

EMISSÃO ACÚSTICA aplicação automotiva, aeronáutica e aeroespacial;


• Estruturas de transporte e levantamento de cargas,
Tecnologia de inspeção com- tais como guindastes, pontes rolantes, transportadores de
putadorizada para avaliação minérios, etc;
de integridade estrutural. • Detecção de vazamento em válvulas, equipamentos e
É a técnica de END que tubulações, pressurizados ou atmosféricos;
aplica conceitos de emissão • Detecção e localização de descargas parciais em trans-
acústica. As funções básicas formadores;
de um sistema de análises de • Estruturas de concreto.
Emissão Acústica são detectar
e localizar fontes de emissão. VANTAGEM
• Avaliação de integridade em serviço;
APLICAÇÃO • Monitoramento da evolução de dados de forma
• Equipamentos metálicos pressurizados, tais como vasos contínua ou periódica;
de pressão, esferas, reatores, colunas, trocadores de calor, • Monitoramento de forma remota;
cilindros de alta pressão, etc; • Avaliação global em um único ensaio.
• Equipamentos metálicos de pressão atmosférica, tais
como tanques de armazenamentos e silos, em todos os seus LIMITAÇÕES
componentes, fundos, costados e tetos; • Não dimensiona descontinuidades;
• Equipamentos não-metálicos pressurizados ou at- • Necessidade de pessoal qualificado e certificado para
mosféricos, fabricados em material plástico reforçado com interpretação dos resultados;
fibra de vidro ou fibra de carbono, como tanques e tu- • Necessidade de plataformas e/ou andaimes ou al-
bulações; pinistas, conforme o tipo de equipamento, para instalação
• Componentes estruturais metálicos e não-metálicos de dos sensores.

15

Guia de END&Inspeção
REQUISITOS DE COMPRA DE SERVIÇO em fita cassete para posterior inspeção, ou em quaisquer
São necessárias as seguintes informações para apre- outros meios magnéticos.
sentação da proposta: • Especialmente indicado para a inspeção de tubulações
• Tipo de equipamento, material e dimensões, preferen- de inox em indústrias de alimentos.
cialmente desenho de conjunto;
• Condição operacional; VANTAGEM
• Condição de acesso ao equipamento; • Aplicável a todos os materiais e equipamentos.
• Informação do procedimento de pressurização se for • Pode ser realizada em superfícies planas ou curvas e
aplicável; mesmo naquela de difícil acesso;
• Certificado de calibração da instrumentação de emissão • Possível de ser realizado em peças ou equipamentos de
acústica e sensores. geometria complexa.
• Possibilidade de identificação rápida de desconti-
QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL nuidades;
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qua- LIMITAÇÕES
lificação de Pessoal da ABENDE em emissão acústica. • Necessidade de inspetor treinado para interpretação
correta das descontinuidades;
• Necessidade de plataformas e/ou andaimes conforme o
tipo de equipamento;
• Dependendo da condição do equipamento ou tubulação
não há condição de visualização das
características esperadas;
ENSAIO VISUAL • Não se pode saber, antes do início do serviço, se as
condições de visualização serão favoráveis ou não à re-
Ensaio Não Destrutivo, in- alização do ensaio;
dicado para determinação • Necessidade de limpeza prévia da superfície, deixando-
de descontinuidades visíveis a isenta de imperfeições que podem mascarar o ensaio.
ou em locais onde não é
possível visualizar superfícies REQUISITOS DE COMPRA
sem desmontar ou abrir o São necessárias as seguintes informações para apre-
equipamento. Na avaliação de sentação da proposta:
integridade, o ensaio visual é • Informar o propósito da inspeção: visualização de
a principal ferramenta para defeitos, visualização de trincas, identificação de in-
inspeção de componentes para verificação da sua condição crustações, visual de solda, etc.;
de operação e manutenção. Não existe nenhum processo in- • Tipo do equipamento (se possível desenho);
dustrial em que a inspeção visual não esteja presente. É uma • Disposição;
técnica apurada, obedece a sólidos requisitos básicos que • Área ou comprimento a ser examinado;
devem ser conhecidos e corretamente aplicados. Em locais • Ensaios complementares necessários (caso de co-
onde não é possível visualizar a superfície sem se desmontar nhecimento antecipado);
ou abrir o equipamento. Quando necessário é introduzido • Tempo disponível para inspeção e facilidade de acesso
16 uma sonda, com uma câmera em sua ponta, que reproduz as varia conforme o equipamento e o propósito da inspeção.
imagens para análise do operador em um terminal de vídeo,
este processo é denominado Endoscopia. QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
APLICAÇÃO DA ENDOSCOPIA por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qua-
• Os equipamentos atuais permitem a inspeção em vasta lificação de Pessoal da ABENDE em ensaio visual.
gama de diâmetro a partir de 1“ e as imagens são gravadas

Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE


Institucional GUIA DE MÉTODOS

ESTANQUEIDADE (1) Habitualmente empregado em testes de tubulações en-


terradas sob pressão em que existe a necessidade de fazer
Basicamente, podemos frente à diminuição dos índices de perdas e da melhoria ope-
afirmar que o Ensaio de Es- racional do sistema de abastecimento de água, com o advento
tanqueidade é uma forma de de sinistros por conseqüência dos vazamentos no sistema.
ensaio não destru-tivo usada
para a detecção e localização VANTAGEM
de descontinuidades pas- Dependendo do método utilizado, torna-se um ensaio
santes e a medição de taxa muito simples e de baixo custo, permitindo a localização do
de vazamentos de fluídos em vazamento e oferecendo boas medidas quantitativas.
componentes ou sistemas Pode ser aplicado na detecção de vazamentos em tu-
pressurizados (pressão posi-tiva ou negativa) ou por capi- bulações enterradas sob pressão.
laridade.
(1) No setor de saneamento é possível utilizar este método LIMITAÇÕES
na detecção e localização de vazamentos em tubulações en- Quando for necessária a utilização de métodos mais so-
terradas sob pressão. fisticados, torna-se um ensaio mais caro e que exige pro-
fissionais com conhecimentos técnicos mais aprofundados
APLICAÇÃO e/ou larga experiência.
Este método é largamente empregado em testes de com- Alguns métodos simples de ser aplicados estão limitados
ponentes pressurizados ou despressurizados em que existe o para a detecção de grandes vazamentos.
risco de escape ou penetração de produtos, comprometendo
o sistema de contenção, garantindo integridade dos equi-
pamentos, pessoas e meio ambiente.

17

Guia de END&Inspeção
REQUISITOS DE COMPRA e pode ser realizado em superfícies planas, cilíndricas,
São necessárias as seguintes informações para apre- circulares ou em peças de geometria complexa.
sentação da proposta:
• O tipo de produto que será inspecionado e suas carac- LIMITAÇÕES
terísticas dimensionais; Necessita de fonte de energia próxima ao local do ensaio,
• Se o procedimento estabelece que seja feita a lo- de operador treinado para interpretação correta das descon-
calização do vazamento ou quantificada a taxa de tinuidades e, dependendo do tipo de equipamento a ser ins-
vazamento do produto a ser inspecionado; pecionado, serão necessárias plataformas e/ou andaimes.
• Quais as especificações ou normas que devem ser Por tratar-se de um equipamento que opera com alta
atendidas na aplicação do ensaio, conforme estabelecido tensão, é necessário aterramento eficiente do conjunto.
em procedimento;
• Quais os acessórios recomendados (sondas, ma- REQUISITOS DE COMPRA
nômetros, bomba de vácuo, caixas de vácuo, cronômetro, São necessárias as seguintes informações para apre-
lupa, termômetro, válvulas, locador de massa e tubulação sentação da proposta:
metálica); • O tipo de produto que será inspecionado e suas carac-
• (1) haste de escuta, geofone (mecânico e/ou terísticas dimensionais;
eletrônico), correlacionador de ruídos, locador de rede • qual revestimento será inspecionado;
(plástica ou metálica), trena ou roda de medição entre • a faixa de espessura que comumente será realizada na
outros. inspeção no produto revestido;
• quais as especificações ou normas que devem ser
QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL atendidas na aplicação do ensaio, conforme estabelecido
Recomenda-se que a atividade de END seja executada em procedimento (AWWA, NACE, Petrobrás, ASTM, ISO, JIS);
por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qua- • Acessórios recomendados (molas ou escovas).
lificação de Pessoal da ABENDE em estanqueidade, para o
setor de petróleo ou de saneamento básico. QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Este serviço deve ser realizado por um profissional
treinado e com experiência em aplicação e inspeção de re-
vestimento.

HOLIDAY DETECTOR

Ensaio não destrutivo, indicado para inspeção em reves-


timentos anticorrosivos aplicados interna ou externamente IRIS (Internal Rotary Inspection System)
em tubulações, tanques ou equipamentos, visando detectar
descontinuidades (furos). Ensaio ultra-sônico, do tipo pulso eco, indicado para de-
terminação de espessura remanescente em tubos de trocadores
APLICAÇÃO de calor e caldeira, quando não se tem acesso à superfície
Aplicável a todas as superfícies metálicas revestidas com externa. O ensaio caracteriza a presença de pitting, alvéolos,
18
Teflon, Resinas Vinílicas, Fiberglass, Coal-Tar Enamel, Coal- erosão e abrasão, tanto na superfície interna como externa.
Tar Epóxi, FBE (Fusion Bonded Epóxi), Polietileno, Poli- O transdutor é conectado ao dispositivo centralizador, que
propileno, Poliuretano. é colocado dentro do tubo a ser testado. Os pulsos ultra-
sônicos são emitidos pelo transdutor na direção do eixo do
VANTAGEM tubo. Estes pulsos são então refletidos por um espelho a
Este ensaio possibilita a identificação de descontinuidade 45º, de tal forma que são direcionados radialmente à parede
no revestimento, que pode causar deterioração por corrosão do tubo.

Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE


Institucional GUIA DE MÉTODOS

As reflexões das paredes internas e externas do tubo seguem APLICAÇÃO


o mesmo caminho de retorno para o transdutor. O intervalo de • Materiais ferrosos, não ferrosos e plásticos;
tempo entre o 1º eco (a primeira reflexão da parede interna • Diâmetros de 9 a 100 mm (interno);
do tubo) e o 2º eco (a primeira reflexão da parede externa • Comprimento até 30 m;
do tubo) dá a medida da espessura da parede do tubo. Como • Espessura de 0,5 a 12,5 mm;
o espelho é rotativo, o feixe ultra-sônico incide sobre todo o • Equipamentos verticais, horizontais ou em “U”.
perímetro do tubo.
Além do movimento de rotação, provocado pelo fluxo de água, VANTAGEM
o operador efetua movimentos de translação do transdutor. • Rapidez do ensaio;
Portanto, o feixe de ultra-som efetua um movimento he- • Imagem em tamanho real na tela;
licoidal, de modo a varrer toda a superfície interna e externa • Imagem em versão B, C e D Scan;
do tubo em todo o seu comprimento. Com uma freqüência • Gravação dos resultados em mídia;
de repetição de pulso de 10 kHz e o espelho girando a 1800 • Possibilidade de armazenar imagens de 700 tubos com 6
rpm, incidem 333 pulsos sobre a circunferência do tubo, por m de comprimento;
rotação. A rotação da turbina e a freqüência do pulso são • Software interativo que permite a verificação dos re-
ajustáveis de modo a permitir velocidade de deslocamento da sultados em um computador normal.
sonda de até 5 m/min.
Os sinais refletidos são processados de forma a obter uma
LIMITAÇÕES
imagem da parede do tubo, evidenciando-se a espessura
• Não detecta trincas;
mínima e os defeitos encontrados interna ou externamente
• Não detecta furos ou pites com diâmetro inferior a
(corrosão, erosão, pitting, etc).
2 mm;
• Não é possível verificar a espessura em curvas;

19

Guia de END&Inspeção
• Necessária a limpeza prévia através de hidrojateamento a superfície deve estar seca. O revelador normalmente é
de alta pressão. aplicado por pulverização com uma camada fina e uniforme
• Água limpa, na pressão de 3,5 kgf/cm2; (revelador úmido). O revelador tem por finalidade auxiliar
• Enchimento do equipamento com água, ou tam- a sangria do penetrante retido nas descontinuidades
ponamento dos tubos pelo lado oposto ao que vai ser existentes formando manchamentos e conseqüentemente
realizado o ensaio; as indicações.
O líquido penetrante utilizado pode ser colorido, nor-
REQUISITOS DE COMPRA malmente na cor vermelha, ou do tipo fluorescente. Na
São necessárias as seguintes informações para apre- técnica colorida as indicações são observadas diretamente
sentação da proposta: com luz visível (branca). O penetrante fluorescente deve ser
• Tipo do equipamento: trocador ou caldeira; visualizado sob luz negra e em um ambiente escurecido. O pe-
• Disposição: horizontal, vertical ou em “U”; netrante fluorescente apresenta maior sensibilidade devido ao
• Diâmetro nominal; alto contraste apresentado entre as indicações e a superfície
• Espessura; ensaiada. Este método está baseado no fenômeno da capi-
• Comprimento; laridade, que é o poder de penetração de um líquido em áreas
• Quantidade de tubos a ser ensaiados; extremamente pequenas devido a sua baixa tensão superficial.
• Tempo necessário para inspeção varia conforme o O poder de penetração é característica fundamental, uma vez
equipamento e o propósito da inspeção. que a sensibilidade do ensaio é diretamente proporcional a
esta propriedade. Descontinuidades em materiais fundidos,
QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL tais como gota fria, trinca de tensão provocada por processos
Recomenda-se que a atividade de END seja executada de têmpera ou revenimento, descontinuidades de fabricação
por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qua- ou de processo tais como trincas, costuras, dupla laminação,
lificação de Pessoal da ABENDE em ultra-som em medição sobreposição de material, trincas provocadas pela usinagem,
de espessura. trincas de fadiga ou mesmo corrosão sob tensão podem ser
facilmente detectadas pelo ensaio Líquido Penetrante.

APLICAÇÃO
Geralmente este ensaio se destina à detecção de descon-
tinuidades superficiais em materiais não porosos, metálicos
e não metálicos. Líquidos penetrantes também podem ser
LÍQUIDO PENETRANTE utilizados para a detecção de vazamentos em tubos, tanques,
soldas e componentes (ensaio de capilaridade).
O ensaio por Líquidos Pe- Alguns exemplos típicos de materiais que podem ser
netrantes é considerado um ensaiados são: metais ferrosos e não ferrosos, alumínio,
dos métodos mais utilizados ligas metálicas, vidros, certos tipos de plásticos ou materiais
para a detecção de desconti- organo-sintéticos.
nuidades superficiais nos mais
variados materiais. Para a re- VANTAGEM
alização do ensaio deve ser • Aplicável em materiais magnéticos ou não magnéticos;
aplicado líquido sobre a su- • Fácil visualização da descontinuidade;
20 perfície chamado líquido pe- • Fácil caracterização da descontinuidade;
netrante. A aplicação pode ser realizada por pincelamento, • Aplicável em peças de geometrias complexas;
pulverização ou imersão. Após a aplicação aguarda-se um • Pode ser aplicado em ambientes escurecidos (técnica
tempo conhecido como tempo de penetração no qual o fluorescente);
líquido penetra nas descontinuidades pelo efeito de capi- • Possível de ser aplicado em grandes áreas.
laridade. Em seguida é realizada a remoção do excesso de
penetrante da superfície por meio de lavagem com água ou
remoção com solventes. Antes da aplicação do revelador

Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE


Institucional GUIA DE MÉTODOS

LIMITAÇÕES QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL


• Com as técnicas convencionais não é aplicável em Recomenda-se que a atividade de END seja executada
materiais porosos; por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qua-
• Necessidade de prever escoamento e tratamento dos lificação de Pessoal da ABENDE em líquido penetrante.
resíduos do produto após aplicação;
• Cuidados adicionais quanto à segurança;
• O ensaio não gera registro permanente;
• Necessário limpeza rigorosa antes da execução do
ensaio.

REQUISITOS DE COMPRA DE EQUIPAMENTO OU PARTÍCULAS MAGNÉTICAS


CONSUMÍVEIS
• Equipamentos e padrões utilizados: requisitos de ca- O ensaio por partículas
libração. magnéticas é usado para de-
• Consumíveis utilizados: teste de recebimento, análise tectar descontinuidades su-
de contaminantes no caso de utilização em materiais como perficiais e subsuperficiais em
titânio, ligas de níquel ou aço inoxidável austenítico. materiais ferromagnéticos. São
• Normalmente os requisitos dos equipamentos e dos detectados defeitos tais como:
consumíveis estão definidos no procedimento de ensaio ou trincas, junta fria, inclusões,
norma aplicável. gota fria, dupla laminação
em biseis, dobras e falta de
fusão.
O método de ensaio está baseado na geração de um campo

21

Guia de END&Inspeção
magnético que percorre toda a superfície do material fer- cionador/distensor, veículo utilizado: teste de recebimento
romagnético. As linhas de força induzidas no material dos produtos (sensibilidade, concentração, etc.);
desviam-se de sua trajetória ao encontrar descontinuidade • Normalmente os requisitos do equipamento e dos
superficial ou subsuperficial, criando assim região com consumíveis estão definidos no procedimento de ensaio ou
polaridade magnética (campo de fuga). Enquanto a mag- norma aplicável.
netização está presente na peça, aplicam-se as partículas
magnéticas que serão atraídas para o local onde existe QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
campo de fuga. Recomenda-se que a atividade de END seja executada
Para que as descontinuidades sejam detectadas é im- por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qua-
portante que elas estejam aproximadamente perpen- lificação de Pessoal da ABENDE em partículas magnéticas.
diculares às linhas de fluxo magnético; conseqüentemente,
a peça deverá ser magnetizada em pelo menos duas direções
ortogonais. Para a magnetização podem ser utilizados
aparelhos como yokes, máquinas portáteis com contatos
manuais (eletrodos) ou equipamentos de magnetização es-
tacionários para ensaios seriados.
RADIOGRAFIA
APLICAÇÃO
A técnica se destina à detecção de descontinuidades su- O ensaio radiográfico é uma
perficiais e subsuperficiais em materiais ferromagnéticos. técnica não destrutiva que se
Alguns exemplos típicos de materiais que podem ser utiliza da radiação ionizante.
ensaiados são: fundidos, forjados, laminados, extrudados, A radiação ionizante obtém-
soldas, usinados e peças tratadas termicamente. se a partir de aparelhos de
Raio-X industriais, ou pela
VANTAGEM desintegração de isótopos ra-
• Baixo custo de execução; diativos, tais como Cobalto-
• Rapidez e simplicidade de execução; 60, Irídio-192 ou Selênio-75,
• Indicações imediatas e de fácil interpretação; entre outros. A radiação incide e deve atravessar a peça,
• Alta sensibilidade para detecção de descontinuidades chapa ou elemento de máquina que desejamos ensaiar. Do
superficiais como as trincas de fadiga; lado oposto ao da incidência do feixe de radiação, coloca-
• Possível de ser realizado em peças de geometria complexa se o elemento sensor que poder ser um filme radiográfico,
dependendo da técnica utilizada; ou modernamente os captadores de imagem na forma de
• Alta produção em sistemas automatizados. painéis, placas de fósforo ou outros materiais que gravam
a imagem recebida. A presença ou não de descontinuidades
LIMITAÇÕES forma imagem no elemento sensor (filme ou placa) que
• Aplicável somente em materiais ferromagnéticos; contrastam com a imagem da peça, conotando deste modo a
• Necessita de energia elétrica; presença de descontinuidades.
• Dificuldade na obtenção de registro perma-nente; O ensaio radiográfico permite ser efetuado com a peça
• Exige preparação da superfície do material antes do ensaio; em movimento, observando-se o resultado em um “Inten-
• Aplica-se somente à detecção de descontinuidades su- sificador de Imagem” que mostra a imagem instantânea,
22 isto é, em tempo real e ainda em 3 dimensões se a peça
perficiais e subsuperficiais.
estiver girando ou se deslocando.
Para tanto necessitamos de: uma cabine à prova de
REQUISITOS DE COMPRA DE EQUIPAMENTOS E
radiação, de um lado a ampola de Raios-X, no centro um
CONSUMÍVEIS
manipulador que movimenta a peça em eixos motorizados
• Equipamentos e padrões utilizados: requisitos de
comandado em console externo por meio de joystik, do outro
calibração;
lado o “captador da imagem“ para transformá-la em formato
• Partículas magnéticas, tinta de contraste, condi-
digital, com ajuda do Integrador de imagem mostrando o

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Institucional GUIA DE MÉTODOS

resultado em monitores de alta resolução. Existem sistemas VANTAGEM


que efetuam a análise da imagem do monitor automa- Das técnicas convencionais de ensaios não destrutivos
ticamente; nesse caso o método de ensaio é chamado de (líquidos penetrantes, partículas magnéticas, ultra-
Radioscopia Industrial. som manual) é’ o único método que apresenta registro
permanente por meio de filme ou de imagem digitalizada de
APLICAÇÃO fácil compreensão, facilitando a situação de análise, laudo
O método é aplicado durante as etapas de fabricação e documentação, inclusive no acompanhamento através de
ou depois em serviços de manutenção. Detecta prefe- auditagem. A Radioscopia Industrial tem a grande vantagem
rencialmente falhas volumétricas, vazios, segregações, de mostrar um visual tridimensional da descontinuidade, ao
rechupes, bolhas, mas também trincas ou falhas planares vivo e em tempo real, se a peça for manipulada dentro do
desde que o plano destas falhas esteja o mais paralelo feixe de radiação.
possível ao feixe de radiação. Não é possível detectar
trincas perpendiculares ao feixe de radiação porque a LIMITAÇÕES
variação volumétrica(entenda-se a “espessura” da trinca) • Apresenta limitações na detecção de descontinuidades
é muito pequena. planares (trincas) que são as mais graves em termos de
Ensaios de solda em tubos, caldeiras, peças fundidas ou afetar a integridade dos materiais.
forjadas, de ferro, aço, alumínio e outros materiais são • É o ensaio com potencial nocivo à saúde, aos operadores
analisados por Raios-X. Conotado como ensaio prioritário e às pessoas da redondeza; exige cuidados de radioproteção
em itens de segurança na indústria automobilística, tais que incluem o isolamento da área, o que prejudica sua
como pinças de freio, rodas, carcaças de direção hidráulica, aplicação em períodos normais de trabalho, passando a ser
pontas de eixo, entre muitos outros. realizado em horário noturno.
• Seguir e aplicar as normas de proteção radiológica
inclusive com a presença de instrumentos de medição de
radiação registrados e aferidos.

23

Guia de END&Inspeção
• A área de execução do ensaio deve estar livre de elevado, é possível traçar programas de intervenção e moni-
pessoas, devidamente demarcadas, impossibilitando o toramento, propiciando a manutenção e produção, evitando
acesso àquelas não autorizadas. No ensaio por Radioscopia paradas não programadas ou acidentais.
Industrial efetuado dentro da cabine à prova de radiação, O ensaio termográfico, comumente, tem sido utilizado
os requisitos são mais brandos, permitindo que as cabines para observação remota do perfil de temperaturas das su-
sejam integradas dentro das linhas de produção das fábricas perfícies dos corpos sob exame, sem inserção deliberada
ou fundições. de calor nos mesmos, sendo o contraste visual da imagem
gerado pelo gradiente térmico espontaneamente existente.
REQUISITOS DE COMPRA Esta metodologia poderia ser caracterizada como termografia
Os fabricantes de equipamentos, a maioria estrangeiros, passiva.
devem ser homologados pelos respectivos órgãos de Proteção A partir do momento em que o gradiente térmico é criado
Radiológica de seus países de origem. Devem ser fornecidos durante a inspeção, através de inserção controlada de
certificados de conformidade e completos manuais de calor na amostra, a metodologia é denominada termografia
instrução. A existência de um representante com Assistência ativa.
Técnica local é desejável.
APLICAÇÃO
QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL A termografia é uma técnica fortemente associada à
Toda empresa que atua ou deseja atuar com radiação manutenção preditiva e preventiva, bem como ao moni-
ionizante (Raios-X ou Gamagrafia) deverá contratar uma toramento de processos dinâmicos. Ela encontra campo
pessoa especializada em Proteção Radiológica, qualificada e em aplicações bastante variadas, sendo que a inspeção de
registrada pelo CNEN. Também recomenda-se que a atividade sistemas elétricos em empresas de geração, transmissão e
de END seja executada por profissional qualificado pelo distribuição de energia é o seu emprego mais tradicional. De
Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em forma geral, é empregada na inspeção de painéis elétricos
raios-x ou gama. em empresas de diversos ramos de atividade.
A inspeção interna e externa de fornos de processo, em
indústrias químicas e petroquímicas, é também uma prática
consolidada, bem como a aplicação no monitoramento de
reatores e torres de refrigeração.
Pode também ser utilizada no monitoramento de sistemas
mecânicos, como roletes, rolamentos e mancais, e de va-
TERMOGRAFIA zamentos e obstruções em tubulações de plantas industriais,
na análise de motores, bombas, compressores etc.
Além do acompanhamento de processos produtivos, como
A inspeção termográfica
o do vidro e o de papel, há aplicação na siderurgia, como
(Termografia) é uma técnica
no levantamento do perfil térmico dos fundidos durante a
não destrutiva, não intrusiva
solidificação.
e preditiva, através da qual a
Na indústria automobilística, é utilizada no desen-
distribuição de temperaturas
volvimento e no estudo do comportamento de pneumáticos,
de uma dada superfície é
desembaçadores de pára-brisas traseiros, em motorização, em
apresentada sob a forma de
freios e em sistemas de refrigeração veicular. Na indústria ae-
uma imagem térmica. Esta
24 ronáutica é extensivamente empregada na inspeção de painéis
apresentação é possibilitada
confeccionados em material compósito. Na engenharia civil
pelo uso de câmeras (termo visores) capazes de detectar
também se faz a avaliação do isolamento térmico de edifícios
radiações eletromagnéticas na faixa do infravermelho,
e determinam-se detalhes construtivos de obras e produtos
também se obtêm a distribuição térmica dos objetos e equi-
como cerâmicas, argamassas e revestimentos em geral.
pamentos a que se quer saber a condição operacional e da
Na área das pesquisas científicas há aplicações em processos
temperatura que se encontram no momento. Com a análise
de trocas térmicas, acompanhamento de desempenho e de-
das diferenças de temperaturas ou mesmo do aquecimento
senvolvimento de placas e circuitos eletrônicos. Há ainda

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Institucional GUIA DE MÉTODOS

mais estudos voltados para o emprego da técnica na inspeção LIMITAÇÕES


de compósitos, e desenvolvimento de metodologias ativas É necessário que o inspetor tenha acesso direto para visualizar
de inspeção aplicadas a materiais poliméricos, compósitos e a superfície de exame; portanto, não será possível obter in-
metálicos. formações a respeito de componentes internos que não sejam
Na área médica, a termografia é empregada no diagnóstico diretamente observáveis, mesmo que a interface entre a câmera
de anomalias e disfunções. e o objeto seja uma placa de material transparente à luz visível,
como vidro ou acrílico. O exemplo dessas limitações são painéis
VANTAGEM blindados, contatos e comutadoras de transformadores. Outras
As informações relativas à distribuição e aos valores de dificuldades são as limitações que as normas e procedimentos
temperatura permitem uma análise confiável a respeito das de segurança requerem, ressaltando que os equipamentos têm
condições operacionais dos equipamentos e componentes, de estar em operação ou energizados.
possibilitando a programação de intervenções, ou mesmo a É necessário que haja atenção com o problema de reflexos,
determinação do momento crítico em que não haverá mais umidade relativa e velocidade do vento. Em espaços abertos,
condições de postergar a correção de anormalidades. os resultados são sensíveis às variações das condições at-
A análise dos resultados é praticamente imediata, visto que mosféricas.
as imagens térmicas tendem a ser de fácil interpretação. Na inspeção de fornos, a presença de depósitos de cinza
O fato de não haver necessidade de contato é um outro aderidos nas paredes dos tubos pode acarretar interpretações
ponto muito positivo, já que praticamente nenhuma errôneas. O inspetor precisa ter um profundo conhecimento
preparação de superfície de observação é exigida, e a sobre o equipamento e suas condições de operação.
segurança do inspetor é garantida. Esta característica não Como a variável de interesse é extremamente dinâmica
intrusiva permite a continuidade operacional, sem impacto (temperatura), a calibração dos termovisores torna-se bastante
na produção por conta das atividades de inspeção. complexa, fazendo com que o ensaio termográfico tenha carac-
terísticas fortemente qualitativas.

25

Guia de END&Inspeção
REQUISITOS DE COMPRA LIMITAÇÕES
Devem ser repassadas as seguintes informações: • Necessidade de limpeza prévia da superfície, deixando-
• Tipo do equipamento e suas quantidades; a isenta de imperfeições que podem mascarar o ensaio;
• Pontos de inspeção e facilidade de acesso para • Necessidade de inspetor treinado para interpretação
obtenção das imagens correta das descontinuidades;
• Tempo disponível para inspeção • Necessidade de blocos de calibração;
• Procedimentos internos de operação e segurança • Na maioria dos casos, necessita de um acoplante
• Critérios de aceitação e recomendação (quando (graxa, vaselina, óleo, etc) e, portanto, de limpeza
acertados e discutidos) posterior;
• As câmeras termográficas podem operar na faixa • Necessidade de plataformas e/ou andaimes conforme o
espectral de ondas curtas (3-5µm) ou médias (7-14µm). tipo de equipamento;
• Limitação para caracterização e dimensionamento
QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL preciso do resultado.
A qualificação em inspetor termografista de nível 1, 2
e 3 encontra-se em fase de desenvolvimento no sistema QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
nacional, através do trabalho da Comissão de Estudos de Recomenda-se que a atividade de END seja executada
Termografia da ABENDE. por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qua-
lificação de Pessoal da ABENDE em ultra-som.

TIPOS DE ULTRA-SOM
Medição por Espessura: Ensaio ultra-sônico, do tipo pulso
eco, indicado para determinação de espessura remanescente
em superfícies que permitam o acesso para contato do
ULTRA-SOM cabeçote.
B-SCAN: Ensaio ultra-sônico por varredura, com apre-
Ensaio não destrutivo, in- sentação B-Scan .Neste tipo de apresentação, a tela do
dicado para detectar des- aparelho mostra a secção transversal da peça,com a varredura
continuidades superficiais e realizada na superfície da peça. Possibilita a determinação
internas em materiais me- da extensão, profundidade e perda de espessura, devido à
tálicos, soldados ou não, além corrosão ou a desgastes causados por fluidos.
de aplicações específicas em PHASED ARRAY: Ultra-Som Automático com Registro
materiais não me-tálicos e/ Contínuo, esta tecnologia de inspeção de ultra-som com-
ou equipamentos tais como: putadorizado e automatizado que utiliza o método de es-
caldeiras, vasos de pressão, tanques e tubulações em geral. caneamento linear com transdutores de múltiplos cristais,
cobre 100% da solda e ZTA.
APLICAÇÃO TOFD: Ultra-Som Automático com Registro Contínuo é uma
Materiais laminados, forjados, fundidos, tre-filados, técnica de inspeção de ultra-som computadorizado e auto-
estirados, extrudados e soldas. matizado que utiliza o método de escaneamento linear com
múltiplos transdutores conectados no scanner, com objetivo
de cobrir 100% do volume da solda. A técnica TOFD trabalha
26 VANTAGEM
com a difração da onda ultra-sônica, que é gerada quando
• Possibilidade de identificação de descontinuidades
esta atinge a descontinuidade existente na solda, ao longo de
internas com detalhes como profundidade e comprimento;
toda sua extensão.
• Pode ser realizado em superfícies planas ou curvas;
• Possível de ser realizado em peças de geometria
complexa;

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RECOMENDAÇÕES QUANTO À EXECUÇÃO RECOMENDAÇÕES PARA OBTER


DOS SERVIÇOS PARA TODOS OS ENSAIOS RESULTADOS SATISFATÓRIOS

• O contratante do serviço deve disponibilizar: o croqui Os seguintes itens devem ser considerados como elementos
do equipamento; andaimes e estruturas de apoio quando fundamentais para os resultados destes ensaios:
necessário. • Pessoal treinado, qualificado e certificado
• O local da realização do ensaio deve possuir iluminação • Equipamentos calibrados
adequada. • Procedimentos de execução de ensaios qualificados
• O equipamento a ser ensaio deve estar limpo. com base em normas e critérios de aceitação previamente
• A execução deve ser orientada por um procedimento definidos e estabelecido.
qualificado por um profissional nível 3 do Sistema Nacional
de Qualificação e Certificação de Pessoal/ABENDE
• Ao término dos serviços deve ser fornecido um
relatório com as descontinuidades e/ou defeitos de-
tectados e sua localização, em papel, fita cassete ou meio
magnético.

27

Guia de END&Inspeção
GUIA DE
TERMOS
Guia de
Terminologias de END
No presente trabalho, elaborado e consensado com significativa parcela
da comunidade técnica e acadêmica, buscou-se enfocar os termos técnicos
consolidados nas normas técnicas brasileiras publicadas pela ABNT.
Os esforços aqui direcionados foram no sentido de se atender ao máximo
às diferentes correntes de opinião e padronizar os termos utilizados pelos
profissionais no seu dia-a-dia.

Na edição deste guia, consta a relação abertura de arco acoplamento (correntes parasitas)
dos termos dos seguintes métodos de Queima localizada na peça causada pelo arco elétrico, Dois circuitos elétricos estão acoplados quando têm
devido ao estabelecimento ou interrupção de um circui- uma impedância em comum, de tal forma que a corren-
ensaios: to elétrico energizado. te em um dos circuitos causa uma voltagem no outro
• Correntes parasitas, circuito.
absorção (radiografia)
• Emissão acústica, Processo pelo qual os fótons incidentes são reduzidos acoplamento (ultra-som)
em número ou energia ao atravessar a matéria. Termo usado para descrever a qualidade da impedância
acústica entre o transdutor e a peça em ensaio.
• Estanqueidade para absorção (ultra-som)
saneamento básico Parte da atenuação de um feixe sônico devido à conver- acoplante (emissão acústica)
são da energia vibratória em calor. Meio interposto entre o sensor e a peça em ensaio para
melhorar a transmissão da energia acústica durante o
• Líquido penetrante absorvidade (a) monitoramento. NOTA Generalmente se utiliza como
Porção da energia incidente sobre uma superfície, que é acoplante: vaselina, graxa para vazio, etc.
• Partículas magnéticas absorvida por esta, em um dado comprimento de onda.
Para um corpo negro, esse valor é 1.0. acoplante (ultra-som)
Meio interposto entre o transdutor e peça de ensaio,
• Ensaio visual acabamento fosco para facilitar a transmissão da energia ultra-sônica.
Superfície com tendência à difusão em vez da reflexão
• Qualificação e certificação da luz, sem brilho. Também conhecida como lamber- acuidade visual
tiam. Capacidade de distinguir pequenos detalhes visualmen-
de pessoal
te.
28 acelerador linear de elétrons
• Radiografia industrial Gerador de elétrons na qual a aceleração das partículas acúmulo excessivo
é conectada a um campo de propagação de alta freqüên- Acúmulo demasiado de partículas magnéticas devido à
cia dentro de um guia linear ou ondulado.
• Termografia excessiva magnetização da peça.

ACFM (Alternating Current Field Measu- adaptação ao escuro


• Ultra-som rement) Ajuste dos olhos quando a pessoa passa de um lugar
Técnica de medição de campo de corrente alternada, iluminado para um lugar escurecido.
utilizada para detectar e dimensionar trincas de fadiga
em equipamentos, tubulações e estruturas metálicas.

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29

Guia de END&Inspeção
adaptação visual análise de fase ângulo de incidência
Ajuste dos olhos quando a pessoa passa de um local Técnica analítica que discrimina entre as variáveis da Ângulo entre o eixo do feixe de incidência e a normal
iluminado para um lugar escurecido. peça submetida ao ensaio eletromagnético, pelas dife- da interface.
rentes mudanças no ângulo de fase que essas condições
aferição produzem no sinal de ensaio (ver detecção de fase). ângulo de reflexão
Ver calibração. Ângulo entre o eixo do feixe refletido e a normal da
análise de harmônico interface.
agente condicionador Técnica analítica pela qual se determina a amplitude ou
Aditivo para uma suspensão de água utilizado para fase, ou ambas, da freqüência de componentes de um ângulo de refração
melhorar propriedades específicas como molhabilidade, sinal periódico complexo. Ângulo entre o eixo do feixe refratado e a normal da
dispersão de partículas, resistência à corrosão ou an- interface.
tiespumante. análise de impedância
Em ensaio eletromagnético, é um método analítico que ângulo entre transdutores
agente de ensaio consiste em correlacionar mudanças na amplitude, fase Ângulo existente entre os feixes sônicos de transdutor
Ver meio de ensaio. ou componentes cartesianos, ou de todas essas mudan- de duplo cristal.
ças, de um sinal complexo de ensaio com as condições
eletromagnéticas da peça examinada. ângulo visual
ajuste
Ângulo subtendido por um objeto ou detalhe, em um
Operação destinada a fazer com que um instrumento de
análise de modulação ponto de observação. Geralmente, é medido em minuto
medição tenha desempenho compatível com o seu uso.
Método analítico usado em ensaios eletromagnéticos, de arco.
que separa as respostas devidas a vários fatores que
ajuste do contraste
influenciam o campo magnético total, separando e in- anisotropia acústica
Função de ajuste dos valores da escala de cinzas para
terpretando, individualmente, freqüências ou bandas Característica acústica de um material com uma dife-
aumentar ou reduzir o contraste da imagem.
de freqüências na envoltória de modulação (freqüência rença no comportamento acústico.
portadora) do sinal.
alvo ânodo
Área da superfície do ânodo de um tubo de raios X onde análises da EA Eletrodo positivo de um tubo de raios X.
ocorre a colisão do feixe de elétrons, gerando os raios Interpretação e avaliação de EA para descrever e carac-
X. terizar suas fontes. anomalia
Qualquer indicação de temperatura que se desvie do
amortecimento do material anel de distribuição esperado.
Medida da capacidade de um dado material em dissipar Conjunto de tubulações que forma a rede primária, de
a energia mecânica vibratória. maior dimensão, que distribui água para as linhas se- apresentação A (A-scan)
cundárias. Apresentação em coordenadas cartesianas, onde a am-
amortecimento do ruído plitude do pulso é representada no eixo vertical e o
Absorção das ondas sonoras, provenientes do ruído de anel de ensaio tempo no eixo horizontal. Tal apresentação é monodi-
vazamento, pelo meio em que se propaga. Anel que contém descontinuidades subsuperficiais arti- mensional, indicando tão somente o posicionamento do
ficiais, que é usado para avaliar e comparar o desempe- pulso e sua amplitude.
amperès-espira nho global e sensibilidade das partículas magnéticas.
Produto do número de espiras da bobina e da corrente apresentação B (B-scan)
elétrica em ampères que circula pela bobina. angstrom (Å) Apresentação em coordenadas cartesianas, onde os ei-
Unidade de comprimento que pode ser usada para ex- xos horizontal e vertical indicam o posicionamento do
amperímetro shunt pressar o comprimento de onda de radiação eletromag- pulso pelas coordenadas x e y. Trata-se de representa-
Resistor de precisão de baixa resistência com capacida- nética, neste caso a luz. Um Angstrom é igual a 0,1 ção bidimensional, indicando os ecos por meio de corte
de para conduzir altas correntes, conectado em paralelo nanômetros. (1 nm = 10-9 m). transversal da peça.
com um amperímetro.
ângulo apresentação C (C-scan)
Ângulo formado entre o eixo central do feixe de radia- Apresentação em coordenadas cartesianas, onde os ei-
amplitude da resposta
ção e o plano do detector. xos horizontal e vertical indicam o posicionamento x e
Propriedade do sistema de ensaio pela qual se pode me-
y do pulso e a luminosidade da tela, o posicionamento
dir a amplitude do sinal detectado, independentemente
ângulo crítico do eixo z. Atualmente é utilizada tal apresentação em
de fase (ver ‘’análise de fase’’ e ‘’análise de harmôni-
Máximo ângulo de incidência em uma interface de dois sistemas de inspeção automática e por imersão, onde a
co’’).
meios diferentes, que permite a existência de uma onda luminosidade foi substituída por dígitos que indicam a
refratada transversal. profundidade z.
amplitude do pulso
Valor da amplitude máxima do pulso.
ângulo de campo área de interesse
Ângulo existente entre os pontos nos lados opostos do Região do objeto na imagem radiográfica que deve ser
amplitude do sinal de EA
30 Maior pico de tensão obtido pela forma de onda do sinal
eixo do feixe. avaliada.

de um evento de emissão. ângulo de divergência área examinada


Ângulo, dentro do campo distante, entre o eixo e borda Região de uma estrutura que é monitorada por EA. NOTA
amplitude térmica do feixe. Entenda-se por área uma parte da estrutura.
Intervalo de temperaturas coberto na escala de um ter-
mograma. ângulo de fase armazenamento de dados
Equivalente angular do defasamento, no tempo, entre Equipamento eletrônico para coleta, registro e arma-
pontos correspondentes de duas ondas senoidais de zenamento de dados de pressão, vazão, ruído de vaza-
mesma freqüência. mento ou outro dado de interesse para a operação da
rede de distribuição de água.

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arquivo de imagem atenuação (ultra-som) avaliação de resultados


Material capaz de captar e/ou armazenar uma imagem Perda de energia produzida pela somatória dos efeitos Ato de interpretar os resultados de um ensaio, com base
radiográfica de forma digital ou analógica. da perda por absorção, dispersão e abertura do feixe em suas especificações e nos princípios do sistema uti-
sônico, em um dado percurso. lizado.
arranjo de sensor
Múltiplos sensores de EA arranjados em uma configu- atenuação atmosférica banho
ração geométrica designada para fornecer detecção/ Perda resultante da propagação da radiação infraver- Ver suspensão.
localização de fonte de EA para um dado componente melha pelo meio atmosférico, devido à absorção ou ao
da planta ou área do contorno de pressão a ser moni- espalhamento dela. É função da distância, umidade, barra de perfuração
torada. temperatura e partículas. Equipamento de perfuração manual utilizado para con-
firmar o local do vazamento sem efetuar escavação.
arraste atividade Também conhecido como barra de soldagem.
Perda de materiais penetrantes como resultado da ade- Número de desintegrações nucleares por unidade de
rência destes na peça em ensaio. tempo que ocorrem em uma fonte radioativa. barra de soldagem
Ver barra de perfuração.
artefato (indicação falsa) atividade de EA
Indicação espúria na radiografia, causada por falhas na Ocorrência dos sinais de EA. base do filme
fabricação, manuseio, exposição ou processamento de Material que serve de apoio, o qual é coberto pela emul-
uma imagem. atividade específica são fotossensível.
A atividade por unidade de massa de um radioisótopo.
astigmatismo bastonetes
Deformação na superfície da curvatura do globo ocular, atraso da varredura Célula receptora da retina que responde a níveis baixos
de que resulta em diferença no grau de refração dos Apresentação onde o zero da escala de tempo não coin- de luminância, mesmo muito abaixo do limite dos co-
diferentes meridianos e conseqüente desvio dos raios cide com o zero do reticulado. nes. Nesses níveis não há base para percepção de dife-
luminosos. renças de cores e de saturação. Não existem bastonetes
audiofrequência na fóvea centralis.
atenuação (emissão acústica) Freqüências compreendidas dentro da faixa de 20 Hz
Perda na amplitude do sinal de EA, em dB por unidade a 20 kHz. betatron
de distância. Máquina na qual os elétrons são acelerados em uma ór-
auscultação bita circular antes de serem defletidos em um alvo para
atenuação (radiografia) Ação de identificar ruído através da utilização do ou- a produção de raio X de alta energia.
Redução em intensidade de um feixe de raios X ou vido.
gama, durante sua passagem através da matéria, cau-
sada por absorção e espalhamento.

31

Guia de END&Inspeção
bloco comparador bobinas circunferenciais cabeçote de imersão
Bloco que contém descontinuidades intencionalmente Ver bobinas envolventes. Cabeçote de onda longitudinal especialmente fabricado
provocadas, com o objetivo de comparar diferentes ti- para ser utilizado em um líquido.
pos de materiais penetrantes quanto ao seu desempe- bobinas de comparação
nho. NOTA Também pode ser usado para avaliar técnicas Ver bobinas diferenciais. cabeçote de ondas superficiais
por líquido penetrante ou condições de ensaio Cabeçote para gerar ou receber ondas superficiais.
bobinas de compensação
bloco de calibração Ver bobinas diferenciais. cabeçote focalizado
Bloco cujas dimensões, composição, características, Cabeçote no qual o feixe sônico é concentrado por dis-
forma geométrica e superfície de acabamento estão bobinas de ensaio positivos especiais (forma do cristal, lentes, processo
perfeitamente definidas e determinadas, permitindo a Seção de um conjunto de bobina que excita e/ou de- eletrônico etc.) para produzir um feixe focalizado ou
calibração e a verificação do desempenho de um equipa- tecta o campo magnético no material que estiver sendo um ponto focal.
mento de exame de materiais por processos sônicos. examinado.
cabeçote monocristal
bloco de referência bobinas de referência Dispositivo que utiliza um único transdutor para gerar
Bloco cujo material é semelhante àquele da peça em Bobina ou sonda que pode ser usada em conjunto com e receber feixe sônico.
ensaio, que contém descontinuidades conhecidas. É um material adequado para balancear eletricamente um
utilizado para permitir a comparação entre os sinais sistema diferencial. cabeçote normal
provenientes de descontinuidades desconhecidas com Cabeçote do qual ondas se propagam a 90º em relação à
os provenientes de descontinuidades perfeitamente de- bobinas diferenciais superfície de ensaio.
finidas e determinadas. Duas ou mais bobinas conectadas eletricamente em opo-
sição de série, de modo que qualquer condição elétrica cabeçote phased array
bloco escalonado ou magnética, ou ambas, que não seja(m) comum(ns) Cabeçote composto por diversos cristais elementares,
Bloco de um mesmo material contendo diferentes es- às áreas da peça que estiverem sendo sido examinadas, capazes de operar independentemente, com diferentes
pessuras. ou entre um corpo-de-prova e um padrão, provoque(m) amplitudes e fases, e de gerar feixes de ângulos e dis-
um desbalanceamento do sistema e, por conseqüência, tâncias focais variadas.
bloco-padrão (correntes parasitas) produza(m) uma indicação.
Bloco com ranhuras (defeitos artificiais) de dimensões cadastro de tubulação
conhecidas. bobinas envolventes Conjunto de informações representadas graficamente,
No ensaio eletromagnético, bobina(s) ou conjunto de com nível de detalhamento adequado, que permite a
bloco-padrão (ultra-som) bobinas que envolve(m) a peça a ser examinada. As bo- rápida identificação e visualização das características
Ver bloco de calibração. binas deste tipo são também conhecidas como anulares, de trechos de uma rede de água implantada.
circunferenciais, etc.
bloqueio da calibração para sensores calço
Peça de metal de um material homogêneo isótropo elás- boroscópio Material posicionado sobre o IQI, com propriedades ra-
tico, na qual se colocam uma fonte simulada de EA, um Equipamento utilizado no ensaio visual remoto para en- diográficas equivalentes ao objeto ensaiado, utilizado
sensor de referência e o sensor a calibrar. saio de superfícies não acessíveis. para compensar diferenças geométricas da peça.

bobina (correntes parasitas) borrifador de pó calibração


Uma ou mais espiras de condutor, que produzem um Dispositivo usado para aplicar pó magnético em cima da Conjunto de operações que estabelece, sob condições especifi-
campo magnético, quando este condutor é atravessado superfície de uma peça em ensaio. cadas, a relação entre os valores indicados por um instrumen-
por uma corrente elétrica. to de medição ou sistema de medição ou valores representados
brilho por uma medida materializada ou um material de referência,
bobina (partículas magnáticas) Brilho excessivo (ou brilho variando mais do que 10:1 e os valores correspondentes das grandezas estabelecidas por
Elemento constituído por um determinado número de dentro do campo da visão). Interfere com a nitidez da padrões. Também conhecida como aferição.
espiras em série, isoladas entre si e geralmente envolvi- visão e com a observação e o julgamento crítico.
das por isolação apropriada. calibrador de EA
cabeça de contato Generador eletrônico de forma de ondas e outro dispo-
bobina absoluta Dispositivo usado para apoiar e suportar uma peça para sitivo que pode introduzir um sinal transitório em um
Bobina (ou bobinas) que responde(m) a todas as pro- facilitar a passagem de corrente elétrica pela peça, ge- processador de emissão acústica com o fim de controlar
priedades elétricas ou magnéticas, ou ambas, detecta- rando uma magnetização circular. e verificar o funcionamiento da instrumentação.
das de uma região da peça através de um ensaio eletro-
magnético, sem comparação com outra seção da peça, cabeçote camada deci-redutora
ou com outra peça. Dispositivo eletroacústico incorporando um ou mais Espessura de material especificado que, quando atraves-
transdutores (cristais) com a finalidade de transmitir sado por um feixe de raios X ou gama, reduz a intensi-
bobina inserida e/ou receber ondas ultra-sônicas. dade à décima parte.
Ver bobina interna.
cabeçote angular camada semi-redutora (CSR)
32 bobina interna Cabeçote cujo eixo de feixe incide, fazendo com a nor- Espessura de material especificado que, quando atra-
Bobina ou conjunto de bobinas, empregada(o) em ensaios mal a superfície tangente à peça, um ângulo diferente vessado por um feixe de radiação X ou gama, reduz sua
eletromagnéticos, por inserção dentro das peças em en- de (0 grau e 90º). intensidade pela metade.
saio, como no caso de bobinas internas (sondas) em tubos.
As bobinas deste tipo são também conhecidas como bobi- cabeçote de duplo cristal caminho em V (vpath)
nas internas, bobinas inseridas ou bobinas de inserção. Dispositivo que utiliza dois transdutores independentes Para um transdutor emitindo um feixe sônico oblíquo sob
para emissão e recepção do feixe sônico. um ângulo a num material de espessura t e faces paralelas,
bobinas anulares o percurso “V” é a distância medida na superfície de apli-
Ver bobinas envolventes. cação do transdutor entre o seu índice até o ponto onde
o centro do feixe refletido atinge a superfície de origem,

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após percorrer um percurso duplo. Analiticamente, o per- campo induzido campo próximo (Zona de Fresnell)
curso é dado pela expressão: P = 2*e*tang a. Ver magnetização indireta. Região do feixe ultra-sônico onde a pressão sônica não
é relacionada diretamente com a distância em razão de
campo campo magnético interferências.
Na tecnologia de vídeo, é um dos dois componentes da Espaço dentro e ao redor de uma peça magnetizada ou
imagem do vídeo que juntos formam um quadro. Cada um condutor conduzindo corrente elétrica, no qual a campo remoto (Zona de Fraunhofer)
campo possui metade do total dos elementos da ima- força magnética está presente. Região uniforme de um feixe sônico, onde a intensidade
gem. São necessários, portanto, dois campos para pro- é inversamente proporcional ao quadrado da distância.
duzir uma imagem ou quadro completo. campo magnético circular O mesmo que “zona remota” ou “região de fraunho-
Geralmente, o campo magnético ao redor de qualquer fer”.
campo bipolar condutor elétrico ou peça, resultante de uma corrente
Campo magnético longitudinal dentro de uma peça que que passa através da peça ou condutor, de uma extre- canal de EA
tem dois pólos. midade à outra. Montagem em linha contendo um sensor, préamplifi-
cador, filtros, amplificadores, outra instrumentação
campo de fuga campo magnético longitudinal necessária, cabos de conexãoe detectores ou processa-
Ver vazamento de campo magnético. Campo magnético em que as linhas de força atravessam dores de sinais.
a peça em uma direção essencialmente paralela ao seu
campo de observação eixo longitudinal. candela
Faixa ou área onde os objetos podem ser observados Unidade básica de medição para a intensidade lumino-
através de um sistema de imagem, lentes ou abertura. campo magnético residual sa; é parte integrante do SI – Sistema Internacional
Campo que permanece em material ferromagnético de- de Unidades. É a intensidade luminosa em uma dada
campo de visão pois da força magnetizante ter sido removida. direção da fonte que emite radiação monocromática de
Faixa ou área onde os objetos, em um dado momento, freqüência de 540 x 1012 Hz e que possui intensidade
podem ser percebidos pela visão humana, se o olho es- campo magnético resultante (às vezes radiante naquela direção de 1,4641 miliwatt por ste-
tiver imóvel. chamado vetorial) radion (stereo + radian). Abreviação cd. Antigamente
Campo magnético que é resultado de duas forças mag- conhecida como vela.
campo de visão instantâneo (CVI) netizantes aplicadas na mesma área de um objeto mag-
Expresso em miliradianos, radianos ou milímetros, é definido netizável. capacidade de processamento
pelo ângulo sólido determinado pela projeção do(s) elemento(s) Número de sinais que podem ser processados na veloci-
detector(es) na cena em um dado instante. campo oscilante dade de processamento antes do sistema interromper a
Ver magnetização multidirecional. aquisição de dados para limpar os buffers ou para outro
campo de visão total (CVT) dispositivo aceitar dados adicionais.
Expresso em graus, é definido como a porção angular
sensoreada pelo sistema.

33

Guia de END&Inspeção
carga no cristal colar de tomada contraste
Energia mecânica por unidade de área que o cristal Peça utilizada para derivação na rede de distribuição Diferença entre a quantidade de luz refletida ou trans-
piezoelétrico fornece ao meio acusticamente acoplado para execução de ramais prediais. mitida por um objeto e pelo trabalho visual ou campo
a ele. de visão do observador.
colimação
cátodo Limite de um feixe de radiação para uma forma de di- contraste
Eletrodo negativo de raios X. mensões desejadas, pelo uso de dispositivos feitos de Diferença na visibilidade (brilho ou coloração) entre
material absorvedor uma indicação e o fundo.
cavalete
Parte do ramal predial de água localizado na proprieda- colimador (radiografia) contraste de fundo
de particular, projetada de forma a permitir instalação Dispositivo feito de um material absorvedor de radia- Superfície da peça de ensaio contra as quais as indica-
do hidrômetro e do registro. ção, tal como o chumbo ou o tungstênio, projetado de ções são vistas.
forma a limitar a direção e área do feixe de radiação.
centro elétrico contraste de imagem
Centro estabelecido pela distribuição do campo eletro- colimador (ultra-som) Diferença relativa de densidade óptica entre duas áreas
magnético dentro de uma bobina de ensaio. Um sinal de Dispositivo destinado a controlar a direção e área de adjacentes de uma imagem radiográfica.
intensidade constante, independente da posição circun- um feixe sônico.
ferencial da descontinuidade, é indicativo da centrali- contraste do objeto
zação elétrica. O centro elétrico pode ser diferente do compensação de temperatura ambiente Diferença relativa de transmissão de radiação, na ima-
centro físico da bobina de ensaio. Parâmetro de temperatura ambiente, introduzido no gem, entre duas zonas consideradas do objeto irradia-
instrumento e/ou aplicativo de análise termográfica, do.
chassi para fornecer compensação automática nas temperatu-
Dispositivo protetor de luz, rígido ou flexível, para ar- ras medidas. controle de ganho
mazenar o filme ou detector de imagem, com ou sem Ver ganho.
tela intensificadora durante a exposição. compósito
Cristal microsseccionado, com objetivo de aumento de conversão de modo
ciclo energizante resolução, possibilitando a obtenção de formas varia- Processo pelo qual uma onda com um dado modo de
Aplicação de uma força magnetizante através de um das. propagação apresenta modos diferentes, através dos
condutor. efeitos de reflexão ou refração.
comprimento de onda
circuito de potencial constante Distância percorrida por uma onda durante um ciclo conversor analógico para digital (a/d)
Configuração eletrônica projetada para ampliar e man- completo. Dispositivo que converte um sinal analógico em uma
ter um potencial constante dentro de um tubo de representação digital do sinal.
raios X. comprimento do percurso
Ver percurso sônico. conversor de modo
classificação em duas vias Dispositivo que, através de transmissão ou reflexão,
Classificação eletromagnética baseada no sinal de res- comutação de fase converte ondas sônicas de um modo em ondas de modo
posta de um material, acima ou abaixo do qual é es- Mudança na relação de fase entre duas grandezas alter- diferente, parcial ou totalmente.
tabelecido um nível, através de dois ou mais padrões nadas de mesma freqüência.
de calibração. cor
condutor central Sensação por meio da qual o olho humano distingue luz
classificação em três vias Condutor colocado em uma peça oca e usado para pro- de diferentes intensidades (brilho) e diferentes compri-
Classificação eletromagnética baseada no sinal de res- duzir magnetização circular na peça. mentos de onda entre 380 nm e 770 nm.
posta de um material, acima ou abaixo do qual é es-
tabelecido um nível, através de três ou mais padrões cone corpo cinzento
de calibração. Na biologia, é um receptor da retina que controla a res- Objeto radiante cuja emissividade é constante e apre-
posta da retina, quando o nível de luminância é alto e senta valor inferior a 1.0.
coeficiente de absorção proporciona a percepção das cores. Ver bastonetes.
Fator que define a capacidade de um meio em absorver corpo negro
energia sônica. confirmação do vazamento Corpo capaz de absorver toda a radiação nele incidente
Ato de confirmar com instrumento de verificação direta e, para uma dada temperatura, emitir o máximo pos-
coeficiente de atenuação (barra de perfuração ou perfuratriz) a existência de va- sível de radiação térmica. O valor de sua emissividade
Fator que indica a diminuição da amplitude de uma zamento no local indicado (suspeito). é 1,0.
onda sônica por unidade de comprimento.
contagem de EA (N) correlação
coeficiente de atenuação (µ) Número de vezes que o sinal de EA excede um limite de Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a
Redução fracional por unidade de espessura e depende referência prefixado durante uma parte selecionada de localização de vazamentos não visíveis em tubulações

34 do material absorvedor e da energia da radiação inci-


dente, expressa pela relação: l = lo * e-µx Onde: I é
um ensaio ou inspeção. enterradas, utilizando o correlacionador de ruídos e
vazamentos.
a intensidade de luz transmitida; lo é a intensidade contaminante
incidente de radiação; X é a espessura. Qualquer substância estranha presente na superfície correlacionador de ruídos e vazamentos
de ensaio ou nos materiais penetrantes que afete ad- Equipamento acústico composto de unidade principal,
coeficiente de conversão versamente o desempenho do ensaio ou prejudique o pré-amplificadores e sensores, que identifica a posição
Relação entre as energias fornecidas e convertidas por material que está sendo inspecionado. do vazamento entre dois pontos determinados de uma
um cristal piezoelétrico. tubulação.

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corrente alternada curva característica (de um filme) ou entalhes, introduzidos em um padrão de referência,
Corrente elétrica que muda a direção do fluxo em in- Curva que apresenta a relação entre o logaritmo da ex- para proporcionar, com precisão, níveis de sensibilidade
tervalos regulares. posição relativa e a densidade óptica. reproduzíveis para o equipamento de ensaio eletromag-
nético.
corrente contínua curva DAC
Corrente elétrica que flui continuamente em uma única Curva de correção da amplitude em função da distância, descontinuidade subsuperficial
direção através de um condutor. podendo ser traçada manual ou eletronicamente. Descontinuidade não aberta à superfície de uma peça
em ensaio que produz uma indicação difusa.
corrente de ânodo curva de decaimento
Ver corrente do tubo. Atividade de um radioisótopo traçada contra o tempo. desmagnetização
Redução de magnetismo residual para um nível acei-
corrente de magnetização curva de histerese tável.
Fluxo de corrente, alternada ou contínua, utilizada para Curva que mostra a densidade de fluxo “B” obtida em
gerar o magnetismo na peça a ser ensaiada. função da força de magnetização “H”, quando a força desordem visual (de plano) de fundo
de magnetização é aumentada até o ponto de saturação Formações ou sinal de um objeto de ensaio que repre-
corrente de meia onda em ambas as direções, positivo e negativo, seqüencial- senta o plano de fundo de uma descontinuidade. Quanto
Corrente alternada retificada monofásica que produz mente. A curva mostra um circuito fechado em forma maior o nível de desordem visual de fundo, mais difícil
um campo pulsante e unidirecional. de “S”. Os pontos de intersecção da curva com os eixos a distinção de uma descontinuidade.
“B” e “H”, e os pontos de mínima e máxima força de
corrente de onda completa magnetização definem importantes características mag- detecção de fase
Corrente alternada retificada de uma ou três fases, ge- néticas do material. Sinal cuja amplitude é função do ângulo de fase entre
rando as características de penetração e fluxo similares duas correntes alternadas, sendo uma das quais usada
à corrente contínua. curva de referência como referência.
Curva construída a partir de um refletor utilizado como
corrente do tubo referência para o ajuste da sensibilidade do ensaio. detecção de vazamento
Corrente que passa entre o catodo e o anodo em um tubo Método ou modalidade de ensaio não destrutivo para
de raios X, geralmente expressa em miliampéres. curva de sensibilidade da vista controle da estanqueidade de sistemas, tubulações ou
Expressão gráfica das características da sensibilidade da recipientes, empregado para localizar fugas indesejáveis
correntes parasitas (eddy current) visão do olho humano. de líquidos.
Corrente elétrica induzida em um condutor pela varia-
ção no tempo ou no espaço, ou em ambos, de um campo daltonismo detector
magnético aplicado. Deficiência na capacidade de percepção ou distinção de Dispositivo de captação de radiação para formação de
matizes (cores). uma imagem (por exemplo: filme radiográfico, placa de
corrosão fósforo, detectores planos etc.).
Perda ou degradação de um metal, como conseqüência dBEA
de uma reação química. Processo de monitoração de componentes, submetidos detector de infravermelho
a esforços contínuos para detectar emissão acústica du- Elemento transdutor, que converte em sinal elétrico a
cristal corte X rante o início, operação e interrupção do serviço. energia infravermelha incidente sobre sua superfície.
Placa de cristal piezoelétrico, cortada de tal maneira
que o eixo x seja normal ao eixo longitudinal do cristal dBEA detector de matriz de plano focal (MPF)
onde são aplicados os eletrodos. Valor logarítmico da medida da amplitude do sinal de Matriz linear ou de duas dimensões de elementos detec-
EA referente a 1 µV. tores, posicionada no plano focal do instrumento.
cristal corte Y
Placa de cristal piezoelétrico, cortado de tal maneira definição de imagem diafragma
que o eixo y seja normal às faces do hexágono e à su- Nitidez de delineamento dos detalhes da imagem radio- Dispositivo que limita a abertura (extensão) do feixe de
perfície onde são aplicados. gráfica. raios-x emitido.

cristal curvo densidade (filme) diagrama plano de impedância ou plano


Cristal piezoelétrico que apresenta pelo menos uma su- Medida quantitativa do enegrecimento do filme quando de impedância
perfície não plana e é utilizado para facilitar o acopla- a luz é transmitida. D = log (lo/l) Onde: D é a den- Representação gráfica do lugar geométrico dos pontos
mento ou a focalização do feixe sônico. sidade óptica; Io é a intensidade da luz incidente no que indicam a variação de impedância da bobina de en-
filme; I e a intensidade da luz transmitida. saio, em função dos parâmetros básicos de ensaio.
cristal metalizado
Placa de cristal piezoelétrico que tem uma ou ambas as densidade de fluxo magnético diferença de temperatura equivalente ao
faces cobertas por filme metálico condutor. Valor de um campo magnético, expressa em linhas de ruído
fluxo por unidade de área. Menor diferença de temperatura que se pode detectar,
cristal Piezoelétrico limitada pelo ruído interno do equipamento infraverme-
densitômetro
Material que possui a propriedade de converter energia
mecânica em energia elétrica e vice-versa. Aparelho para a medida da densidade óptica de um fil-
lho a uma determinada temperatura. 35
me radiográfico ou densidade refletiva de uma impres- digital
cunha são fotográfica. Representação de um dado ou de uma grandeza física
Dispositivo, geralmente de material sintético, que é in- de forma discreta.
terposto entre o transdutor e a peça, visando melhorar derivação
o acoplamento ou fornecer uma incidência adequada do Saída de uma tubulação, com ou sem alteração de diâ- digitalização (de um filme)
feixe sônico no material. metro (tê, ramal predial etc). Ato de converter a imagem analógica em digital.

descontinuidade artificial
Descontinuidades de referência, tais como furos, rasgos

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disco óptico duração do pulso/largura do pulso muito elevadas, o fluxo de corrente é limitado a uma
Área interna da retina (humor vítreo) atravessada pelas Separação entre as fases ascendentes e descendentes de camada externa e extremamente fina do condutor. Ver
fibras dos diversos receptores, juntamente com o feixe um pulso. Se medido em termos de espaço, tem-se a profundidade de penetração.
do nervo óptico. Essa área de transição é totalmente largura e se em termos de tempo, a duração.
cega. efeito pelicular
duração do sinal de EA Fenômeno causado pela magnetização produzida por
distância foco/filme Tempo entre a primeira e a última vez que o sinal cruza corrente alternada em uma peça ferromagnética, na
Ver distância fonte/filme (DFF). o umbral de detecção. qual as linhas de força se concentram próximas à su-
perfície da peça.
distância fonte/filme (DFF) eco de descontinuidade
Menor distância entre a fonte de radiação real e o filme, Eco refletido por qualquer descontinuidade no interior eficiência visual
medida na direção do eixo perpendicular. do meio. Confiabilidade do sistema visual. A expressão eficiência
visual utiliza a acuidade visual próxima 20/20 como re-
distância objeto/detector eco de fundo ferência para a eficiência visual de 10%.
Distância da superfície lado fonte do objeto ao detector, Eco proveniente da reflexão direta entre o transdutor e
medida no eixo central de radiação. a superfície oposta do meio em ensaio. eixo acústico
Centro geométrico de amplitude máxima de energia
distância objeto/filme eco de interface sônica.
Ver distância objeto/detector. Eco refletido por qualquer interface, separando dois
meios de impedâncias acústicas diferentes. eixo de tempo
distorção de amplitude eco múltiplo Sinal horizontal representado na tela do aparelho, cuja
Ver distorção de harmônico. Reflexão repetida de um impulso ultra-sônico entre distância da origem é proporcional ao tempo decorri-
duas ou mais superfícies ou descontinuidades em um do.
distorção de harmônico meio material.
Distorção não linear caracterizada pelo aparecimento de elemento de atenuação
harmônicos na saída, diferentes dos componentes funda- ecos espúrios Material que é ligado rigidamente à superfície posterior
mentais, quando a onda de entrada for senoidal. Sinal não associado a uma descontinuidade ou a uma do elemento ativo e que tem por finalidade atenuar as
variação de contorno na peça em ensaio. suas vibrações.
distribução diferencial dos cruzes do
limite de referência de EA -ft(V)- efeito “lift-off” eletrodos
Número de vezes que a forma de onda do sinal de EA Efeito observado na saída do sistema de ensaio, devido Elementos condutores ligados por cabos à fonte, com a
tem um pico entre os limites de referência V e V+DV à mudança no acoplamento magnético entre a sonda finalidade de permitir a passagem de corrente de mag-
como função do limite de referência V. ft(V) é o valor e a peça em ensaio, sempre que a distância entre elas netização à peça.
absoluto da derivada da distribuição acumulada Ft(V) for alterada.
dos cruzes do limite de referência. eletroímã
efeito de borda Núcleo de ferro cercado por uma bobina de arame que
distribuição acumulada da amplitude de No ensaio eletromagnético, é o distúrbio do campo temporariamente se torna um ímã, quando uma corren-
EA -F(V) magnético e das correntes parasitas, em virtude da te elétrica passa pelo arame.

Número de eventos cujo sinal de EA excede uma ampli- proximidade de uma mudança abrupta na geometria
da peça (borda). Esse efeito geralmente provoca um elétron-Volt (eV)
tude arbitraria em função da amplitude V.
mascaramento das descontinuidades existentes dentro Unidade de energia utilizada para expressar a energia
da região afetada (também conhecido como efeito de de radiações eletromagnéticas e corpusculares
distribuição acumulada dos cruzes do
limite de referência de EA -Ft(V)- extremidade).
embaçamento do filme
Número de vezes que o sinal de EA excede um umbral
efeito de velocidade Termo geral utilizado para descrever a densidade óptica
arbitrario como funcão da tensão do umbral V.
Fenômeno ocorrido em ensaio eletromagnético cuja evi- de um filme processado, causada por qualquer outra
dência é uma mudança na voltagem do sinal resultante ação diferente da radiação formadora da imagem. Em
distribuição diferencial da amplitude
de uma variação no movimento relativo entre a peça e geral é causada por envelhecimento do filme e proces-
de EA -f(V)-
um conjunto de bobinas de ensaio. samento.
Número de eventos com sinais de amplitude de EA com-
preendida entre V e V+DV como função da amplitude emissão acústica (EA)
efeito Felicity
V. f(V) é o valor absoluto da derivada da distribuição Fenômeno pela qual as ondas elásticas transitorias se
Aparição de EA significativa em um nível de carga infe-
acumulada de amplitudes F(V). geram pela liberação rápida de energia desde fontes
rior ao nível máximo aplicado previa-mente, por exem-
plo, é o que se observa nos materiais compostos. localizadas dentro de um material, ou as ondas transi-
distribuição logarítmica da amplitude tórias assím produzidas. A EA é o término recomenda-
de EA -g(V)- do para uso geral. Outros términos que se utilizam na
efeito Kaiser
Número de eventos com sinais de amplitude de EA entre Ausência de EA detectável até o momento no que se ex- literatura de EA incluem: emissão de ondas de tensão
V e aV (onde a é um multiplicador constante) em fun- mecânica, atividade microsísmica, e emissão, etc.
36 ção da amplitude. Esta é uma variável da distribuição
cede ao nível de carga máxima previamente aplicada.

diferencial da amplitude, apropriada para ser represen- efeito match bend emissão contínua
tada em um gráfico logarítmico. Ilusão óptica, onde uma área com brilho uniforme apa- EA de eventos que não podem separar-se uns dos ou-
renta ser irregular por causa do contraste do brilho de tros.
dosímetro uma área adjacente.
Instrumento para medição de dose de radiação ionizan- emissão discreta
te. efeito peculiar EA de eventos que podem ser separados uns dos ou-
Fenômeno segundo o qual a profundidade de penetra- tros.
ção da corrente elétrica em um condutor diminui com
o aumento da freqüência da corrente. Para freqüências emissividade (e)
Parâmetro adimensional que estabelece a relação entre

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a quantidade de energia irradiada por um corpo em ensaio por líquido penetrante erosão
estudo e a que seria emitida por um corpo negro, à Ensaio não destrutivo que usa líquidos que penetram Perda de material ou degradação da qualidade superfi-
mesma temperatura e comprimento de onda. A emissi- em descontinuidades abertas à superfície de materiais cial, causada por fricção ou abrasão de fluidos em mo-
vidade varia entre 0 e 1. sólidos e, depois de tratamento apropriado, indica a vimento, e intensificada por partículas sólidas nesses
presença de descontinuidades. fluidos ou por cavitação do fluido em movimento.
emulsificador
Líquido que interage com uma substância oleosa para ensaio por partículas magnéticas escala
torná-la lavável em água. Método de ensaio não destrutivo para a detecção de des- Percurso máximo que o feixe sônico pode executar
continuidades superficiais e subsuperficiais, em materiais numa dada base de tempo.
emulsificador hidrofílico ferromagnéticos, através de indicações obtidas pela apli-
Líquido à base de água usado no ensaio por líquido pe- cação de partículas ferromagnéticas finamente divididas escrita magnética
netrante, que interage com o penetrante, tornando-o na superfície a ser ensaiada, a qual deve estar magnetiza- Forma de indicação não relevante que pode ser causada
lavável em água. da. As indicações serão obtidas nas regiões onde ocorrem quando a superfície de uma peça magnetizada entra em
um campo de fuga. contato com outra peça de material ferromagnético.
emulsificador lipofílico
Líquido à base de óleo usado nos ensaios por líquido ensaio por partículas magnéticas fluo- espaçamento entre bobinas
penetrante, que interage com o penetrante, tornando-o rescentes No ensaio eletromagnético, a distância axial entre duas
lavável em água. Processo de ensaio por partículas magnéticas que em- bobinas envolventes ou internas de um sistema dife-
prega um meio de ensaio fluorescente ferromagnético rencial.
endoscópio finamente dividido, que fluoresce quando ativado atra-
Aparelho para a observação do interior dos objetos vés de luz negra (320 nm à 400 nm). espalhamento Compton
Forma de espalhamento causada pela interação de raios X
energia do evento de EA (MARSE) ensaio radiográfico ou gama no material, resultando em um fóton de menor
Energia elástica liberada por um evento de EA. Método de ensaio não destrutivo para obtenção de uma energia. A radiação é emitida em ângulo diferente em
radiografia utilizando radiações ionizantes. relação à direção incidente.
energia espalhada
Energia que, ao encontrar descontinuidades com diâ- ensaio visual espectro contínuo
metros efetivos menores que 2 /e, é refletida de ma- Ensaio não destrutivo que emprega a radiação eletro- Faixa de comprimentos de onda ou energias, geradas
neira aleatória. magnética em freqüências visíveis, podendo ser direto, por um aparelho de raios X.
remoto ou translúcido, com aumento de até 10 vezes.
energia incidente especular
Porção de energia sônica de um feixe que incide numa ensaio visual direto Relativo ao acabamento refletivo do espelho, como de
determinada superfície. Ensaio realizado a olho nu ou com auxílio de lentes de um metal.
aumento.
energia refletida estabilidade
Energia de um feixe sônico que sofreu o fenômeno de ensaio visual remoto Característica que define a capacidade do instrumento
reflexão. Ensaio realizado com o auxílio de instrumentos ópticos de manter seu desempenho constante em função das
simples e/ou de controle remoto. variações da linha de alimentação, temperatura, umida-
ensaio de e demais fatores oriundos do meio externo.
Seqüência de tarefas específicas relacionadas ao método enxágüe
de emissão acústica. Processo de remoção do excesso de líquido penetrante estanqueidade
da superfície da peça em ensaio por meio de lavagem ou Estado de um sistema em que não é detectada passagem
ensaio eletromagnético imersão com outro líquido, normalmente água. O pro- de líquidos e gases de um meio para outro, através de
Método de ensaio não destrutivo para materiais con- cesso também é chamado de lavagem. técnica de ensaio escolhida e com sensibilidade espe-
dutores elétricos, incluindo materiais magnéticos, o cificada.
qual emprega energia eletromagnética com freqüencias enxágüe por imersão
menores do que as freqüências da luz visível, proporcio- Meio de remover o excesso de penetrante no qual as estanqueidade de setor
nando informações a respeito da qualidade do material peças em ensaio são mergulhadas em um tanque agi- Inexistência de mistura de água entre duas áreas de
examinado. tado com água. controle adjacentes (zonas de pressão, setores de abas-
tecimento), conseguida através do fechamento de re-
ensaio não destrutivo equipamentos auxiliares gistros limítrofes.
Ensaio para controle da qualidade, realizado sobre peça Conjunto de equipamentos considerados complementa-
ou estrutura acabada, para detecção de falta de homo- res para a atividade de detecção de vazamento (locado- estimulação
geneidade ou defeitos, através de princípios físicos defi- res de massa e tubulações metálicas e não-metálicas, Aplicação de um estímulo tal como uma força, pressão,
nidos, sem prejudicar a posterior utilização do produto barra de perfuração ou perfuratriz, roda de medição ou calor, etc. ao objeto sob ensaio para causar a ativação
inspecionado. trena, manômetro aferido). das fontes de EA.

ensaio por corrrentes parasitas estufa


Método de ensaio não destrutivo no qual é induzido um
equipamentos infravermelhos de varre-
Forno usado para acelerar a evaporação da água de en-
37
dura linear
fluxo de correntes parasitas no objeto em ensaio. As xágüe ou do revelador aquoso das peças de ensaio
Equipamentos infravermelhos que realizam repetida-
mudanças no fluxo, causadas por variações na peça, são
mente o sensoreamento ao longo de uma linha.
refletidas em uma ou mais bobinas vizinhas, ou em um evento de EA
dispositivo de efeito Hall, para subseqüente análise por Mudança localizada no material que produz um aumen-
equipamentos principais
instrumentação e técnica adequadas. to de EA.
Conjunto de equipamentos considerados imprescindí-
veis para a atividade de detecção de vazamentos (haste
de escuta, geofone e correlacionador de ruídos e vaza- exame por imersão
mentos). Técnica de ensaio sônico onde o transdutor e a peça em
exame são imersos em líquido.

Guia de END&Inspeção
exame por semi-imersão fator de enchimento (correntes parasi- filtro de luz negra
Técnica de ensaio sônico onde apenas o transdutor é tas) Filtro que transmite luz negra enquanto absorve outros
imerso em líquido. Relação entre a área da seção transversal da peça e a área comprimentos de onda.
da seção transversal efetiva do núcleo da bobina envolven-
exatidão de medição te primária (diâmetro externo da forma da bobina, e não o filtro equalizador
Grau de concordância entre o resultado de uma medição diâmetro interno adjacente à peça). Dispositivo utilizado para equalizar a energia do feixe
e um valor verdadeiro do mensurado. de radiação.
fator de enchimento (partículas magné-
excesso de emulsificação ticas) filtro espectral
Tempo excessivo de permanência do emulsificador que Relação da área da seção transversal da peça em ensaio Elemento óptico, de transmissividade seletiva, utilizado
resulta na remoção de penetrante de algumas descon- para a seção transversal da bobina. para restringir, em termos espectrais, a radiação recebi-
tinuidades. da pelo detector de um instrumento.
fator de equivalência radiográfica
excesso de lavagem Fator pelo qual a espessura de um material deve ser filtro passa banda
Lavagem muito longa ou muito vigorosa, ou ambos, que multiplicado, tendo como referência um material padrão Filtro de onda com uma única banda de freqüências,
resulta em remoção de penetrantes de algumas conti- (normalmente aço), com a finalidade de atingir a mesma sendo que os valores zero e infinito não são as freqüên-
nuidades. absorção. cias limites desta banda.

exposição panorâmica fator de intensificação fim do sinal de EA


Arranjo radiográfico utilizando as propriedades multi- Razão entre o tempo de exposição com e sem tela intensi- Término conhecido de um sinal, usualmente definido
direcionais da fonte de raios gama ou de raios X pa- ficadora para se obter a mesma densidade óptica, manten- como a última vez que o sinal corta o limite de refe-
norâmico. do-se todas as outras condições inalteradas. rência.

exposição radiográfica fator de reflexão fita densitométrica calibrada


Processo por meio do qual a radiação é captada em um Relação entre as pressões refletidas e incidentes Filme que possui densidades ópticas escalonadas e cali-
sistema detector. numa interface. bradas, para uso como referência de densidade.

faixa de medição do instrumento fator de transmissão fita densitométrica de calibração


Faixa de temperaturas para a qual o instrumento foi Relação entre as intensidades do feixe sônico transmitida Fita densitométrica calibrada, certificada por um órgão
projetado a medir, dentro de suas especificações de através de uma interface e a incidente. de rastreabilidade internacional.
exatidão.
feixe incidente fita densitométrica de comparação
faixa de operação do instrumento Feixe de radiação definido pelo ponto focal, geometria Ver fita densitométrica calibrada.
Faixa de temperaturas do ambiente dentro da qual um do colimador e aposição relativa de ambos.
instrumento é projetado para operar dentro das especi- fixação
ficações de desempenho publicadas. ferromagnético Remoção química de haletos de prata da emulsão do
Termo aplicado a materiais que podem ser magnetizados filme depois da revelação.
faixa de temperatura ou fortemente atraídos por um campo magnético.
Intervalo de temperatura no qual um ensaio por líquido fixador (fixador de montagem)
penetrante é aplicado. ferrule Dispositivo que fixa o sensor sobre a estrutura a ser mo-
Tipo de registro fabricado com liga de cobre, utilizado nitorada, ou próxima a ela, e proporciona um perfeito
faixa dinâmica para derivação na rede de distribuição de ferro fundido contato do sensor de emissão acústica com a estrutura.
Diferença, em decibels entre o nível máximo e o mínimo na execução de ramais prediais.
do sinal, usualmente fixado por um ou mais níveis de fluorescência
ruído, distorção de baixo nível, interferência ou resolu- filme radiográfico Emissão de radiação visível por uma substância como o
ção em um sistema sensor. Filme que consiste em uma base transparente revestida resultado da, e somente durante, absorção de radiação
com uma emulsão fotossensível. de luz negra.
faixa útil da densidade óptica
Faixa de densidade óptica de uma radiografia que é uti- filtração inerente fluorescência
lizada para interpretação da imagem Filtração de um feixe de radiação pelas partes do tubo Emissão de radiação visível por uma substância como
ou cápsulas da fonte pelo qual o feixe primário pas- resultado da, e somente durante, a absorção de radiação
falso ruído de vazamento sará. de luz negra.
Som emitido por outras fontes de ruído, em faixas de
freqüências similares à dos ruídos de vazamento. filtro (correntes parasitas) fluorescência inerente
Componente elétrico que permite a passagem da ener- Fluorescência que é uma característica intrínseca de
família gia de ondas eletromagnéticas de freqüências em uma uma material.
Série completa de materiais penetrantes de um mesmo determinada faixa de freqüência, atenuando a energia
fluoroscopia
38 fabricante requeridos para o desempenho de um ensaio
por líquido penetrante.
para todas as outras freqüências.
Processo de produção de uma imagem visível em uma
filtro (radiografia) tela fluorescente por meio de raios X e para exame vi-
fator de acréscimo Camada uniforme de material processado entre a fonte sual direto na tela.
Fator de acréscimo definido pela razão entre a intensi- e o detector, no intuito de absorver preferencialmente
dade da radiação total e a intensidade da radiação pri- radiação de baixa energia. foco térmico
mária que alcança o mesmo ponto. Intervalo de temperaturas selecionado para se eviden-
filtro (ultra-som) ciar uma característica específica do termograma.
Dispositivo eletrônico utilizado para impedir a passa-
gem de freqüências não desejadas. folga da bobina envolvente
Distância radial média entre as superfícies adjacentes

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da bobina e da peça em ensaio, no caso de um conjunto freqüência de ensaio gradiente do filme (G)
de bobina envolvente colocada em torno de uma peça No ensaio eletromagnético, é o número de ciclos com- Inclinação da curva característica de um filme a uma
cilíndrica. pletos, por unidade de tempo, de uma corrente alterna- densidade óptica especificada (D).
da aplicada na bobina primária de ensaio.
folga da sonda gradiente médio
Distância medida perpendicularmente entre as super- freqüência de operação Inclinação de uma linha ligando dois pontos especifica-
fícies adjacentes da(s) sonda(s) e da peça em ensaio. Freqüência nominal do feixe sônico, produzida por um dos na curva característica de um filme.
Ver efeito “lift-off”. transdutor.
gráfico de exposição
fonte de calibração infravermelha freqüência ótima Gráfico que indica o tempo para as exposições radiográ-
Referência de emissividade conhecida e temperatura No ensaio eletromagnético, é a freqüência que propor- ficas para diferentes espessuras de um material especi-
controlada, utilizada para calibração de instrumentos ciona a obtenção da maior relação sinal - ruído possível ficado e para uma determinada qualidade de um feixe
infravermelhos. para a detecção de uma determinada propriedade do de radiação.
material. Cada propriedade em um dado material pode
fonte de EA ter sua própria freqüência ótima. granulação
Causa física de um ou mais eventos de EA. Impressão visual da distribuição não homogênea do de-
freqüência ultra-sônica pósito de prata em um filme processado.
fonte de radiação Freqüência de vibração mecânica acima de 20 kHz.
Equipamento e/ou material capaz de emitir radiação guia de onda de EA
ionizante. fuga de fluxo magnético Dispositivo que permite transferir ao sensor as ondas
Dispersão das linhas de força magnéticas da superfície elásticas do objeto ensaiado. Por exemplo pode ser uma
fonte Hsu-Nielsen de uma peça. barra que esta acoplada num extremo a uma estrutura
Dispositivo para simular um acontecimento de EA utili- monitorada e a um sensor no outro extremo.
zando a rotura de uma mina de grafite sustentada por função modulação de transferência
um suporte adequado com as características indicadas (MFT) harmônico
nas figuras 4a e 4b.NOTA: Mudanças de sinal podem ser Resposta espacial em freqüência de um sistema de ima- Onda senoidal onde a freqüência é um múltiplo inteiro
devidos a variações nas características da mina. gem. da freqüência fundamental.

fonte simulada de EA fundo


Sistema no qual pode-se repetidamente induzir um Superfície da peça ensaiada na qual a indicação é vista.
transiente de ondas elásticas através da estrutura tendo Pode ser a superfície natural da peça em ensaio ou o haste de escuta
suficiente amplitude para estimular ruptura de fibra. revelador que cobre a superfície. Equipamento composto de um amplificador mecânico
ou eletrônico, acoplado a uma barra metálica, destinado
fontes de raios gama para gamagrafia gamagrafia a captar ruídos de vazamentos em acessórios da rede de
Material radioativo selado em uma cápsula de metal. Ensaio radiográfico utilizando uma fonte de raios distribuição (registros, cavaletes, hidrantes etc).
gama.
força coercitiva hertz (Hz)
Força magnetizante na qual a densidade de fluxo mag- ganho Unidade de medida de freqüência adotada pelo Sistema
nético é igual a zero. O valor da intensidade do campo Controle no instrumento que permite estabelecer um Internacional de Unidades, corresponde a uma oscilação
correspondente é indicativo da facilidade ou dificuldade valor conveniente ao nível de amplificação aplicado a por segundo.
para se realizar a desmagnetização. um sinal de entrada.
hidrante
força de magnetização gate Dispositivo da rede de distribuição utilizado pelo Corpo
Intensidade medida de um campo magnético em um Ver nível de rejeição. de Bombeiros para o suprimento de emergência em caso
ponto, expresso em “oersted” ou ampères por metro. de incêndio, podendo ser usado também para descarga
geofonamento de água da rede de distribuição.
forma do pulso Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a
Forma geométrica do pulso (retangular, quadrado, localização de vazamentos não visíveis em tubulações, hidrômetro
triangular, pico, dente de serra etc). utilizando o geofone (mecânico ou eletrônico). Aparelho utilizado para medir o volume de água con-
sumido em uma determinado ligação, registrando-o
fosforescência geofone eletrônico cumulativamente.
Propriedade de uma substância de emitir luz quando Detector acústico de vazamento composto de sensor,
estimulada por radiação. amplificador, fones de ouvido e filtros de ruído de alta hipermetropia
e baixa freqüência, destinado a identificar os ruídos de Vício de refração em que os raios luminosos que entram
fotômetro vazamentos a partir da superfície do solo. no olho paralelamente ao eixo óptico são levados a um
Instrumento utilizado para medir a energia de fluxo foco além da retina, dado o encurtamento ântero-pos-
luminoso. geofone mecânico terior do globo ocular.

fóvea central
Detector acústico de vazamentos composto de elemen- 39
tos sensores mecânicos que transmitem os ruídos de histerese
Pequena depressão na parte central da retina. vazamentos a partir da superfície do solo. Retardamento do efeito magnético quando a força mag-
nética que age em um corpo ferromagnético é mudada.
frente de onda gerador de pulsos
Superfície que constitui o lugar geométrico de todos os Dispositivo que produz energia elétrica sob a forma de histórico magnético
pontos de onda que se encontram em fase. uma série de pulsos discretos. Condição magnética de uma peça ferromagnética basea-
da em exposições anteriores a campos magnéticos.
freqüência gradiente de sinal
Número de oscilações da onda sonora na unidade de Ver leitura diferencial (differential readout).
tempo.

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hit Emissão de radiação visível como resultado do calor. infiltração
Detecção e medição de um sinal de EA em um canal. Água de vazamento da rede de distribuição que circula
NOTA: Este vocabulárioo se mantevo do idioma original incerteza de medição pelo solo e aflora em um ponto distinto do local do
por ser de uso comun na área de EA. Parâmetro associado ao resultado de uma medição, que vazamento.
caracteriza a dispersão dos valores que podem ser fun-
IACS (The international annealed copper damentalmente atribuídos a um mensuramento. infravermelho
standard) Porção do espectro eletromagnético que se estende do
Norma internacional de condutividade elétrica que atri- incidência normal limite inferior do visível (0,78 µ) até o comprimento de
bui um valor de 100% IACS à condutividade do cobre Incidência de um feixe sônico num ângulo de 90º ao onda de 1 000 µ.
recozido puro a uma temperatura de 20ºC. plano tangente à superfície no ponto de incidência.
infravermelho distante
iluminação incidência oblíqua Faixa espectral entre 6 e 15 mícrons. NOTA Os fabrican-
Ato de iluminar ou o estado de estar iluminado. Incidência de um feixe sônico numa superfície sob tes de equipamentos infravermelhos denominam “onda
qualquer ângulo com a normal à superfície do plano longa” a faixa entre 8 µ e 14 µ.
iluminação direcional tangente no ponto de incidência, exceto para incidência
Iluminação projetada no plano de trabalho ou no ob- a 0 e 90º. infravermelho médio
jeto, predominantemente, a partir de uma direção es- Faixa espectral entre 3 e 6 µ. NOTA Os fabricantes de
colhida. indicação (líquido penetrante) equipamentos infravermelhos denominam “onda curta”
Ver manchamento. a faixa entre 3 µ e 5 µ.
iluminador monocromático
Dispositivo que emprega prismas ou redes reticuladas indicação (partículas magnéticas) infravermelho muito distante
para separar ou dispersar os comprimentos de onda do Acúmulo de partículas magnéticas atraídas por uma dis- Faixa espectral entre 15 µ e 1 000 µ.
espectro em linhas ou faixas descontínuas. torção do campo magnético (campo de fuga) que requer
interpretação para determinar o seu significado.
Iluminância
Densidade do fluxo luminoso sobre uma superfície. Sua indicação (radiografia) infravermelho muito próximo
unidade no Sistema Internacional é lux. Resposta ou evidência obtida através de um ensaio não Faixa espectral entre 0,78 µ e 1,1 µ.
destrutivo que requer interpretação para determinação
ímã permanente de sua relevância. infravermelho próximo
Ímã que retém um alto grau de magnetização, inalte- Faixa espectral entre 1,1 e 3 mícrons.
rado por um longo período de tempo (característica de indicações de descontinuidades
materiais com alta retentividade). Acúmulo de partículas ferromagnéticas nos locais onde início do sinal de EA
existem descontinuidades, devido à distorção das linhas Início do sinal de EA reconhecido pelo processador do
imagem de força magnéticas nessas áreas (campo de fuga). sistema, usualmente definido pela amplitude que exce-
Representação visual de um objeto de ensaio ou de uma de o limite de referência.
ação. indicações difusas
Indicações que não são claramente definidas, por exem- inspeção qualitativa
imagem analógica plo, indicações de descontinuidades subsuperficiais. Modalidade de inspeção na qual o termografista analisa
Imagem produzida por uma variável física contínua padrões térmicos diferenciais (anomalias).
(exemplo: filme radiográfico). indicador de campo magnético
Instrumento, tipicamente um bimetal (por exemplo: inspeção quantitativa
imagem digital aço-carbono e cobre), que pode ser um disco bipolar, Modalidade de inspeção na qual o termografista deter-
Imagem composta por pontos (pixel) discretos, cada um octogonal ou com outras configurações, contendo fa- mina valores específicos de temperatura.
dos quais caracterizados pelo nível de luminescência re- lhas artificiais e usado para verificar a eficiência ou di-
presentado digitalmente (tons de cinza). reção, ou ambos, do campo magnetizante. inspeção termográfica
Técnica de inspeção não destrutiva, realizada com a
imagem latente indicador de campo magnético residual utilização de equipamentos infravermelhos, para a
Imagem invisível produzida em um filme ou placa de Medidor de bolso que é usado para indicar ou determi- medição de temperaturas ou observação de padrões di-
fósforo pela radiação, capaz de ser convertida em ima- nar a intensidade do campo magnético residual. Pode ferenciais de distribuição de calor, com o objetivo de
gem visível pelo processamento do filme ou leitura da ser qualitativo ou quantitativo. propiciar informações relativas à condição operacional
placa. de um componente, equipamento ou processo.
indicador de qualidade de imagem (IQI)
impedância Dispositivo que compreende uma série de elementos de inspeção termográfica direta
Oposição total que um circuito apresenta ao fluxo espessuras graduadas que possibilitam uma medida da Medição realizada em um objeto que pode ser visuali-
de uma corrente alternada, especificamente o quociente qualidade de imagem a ser obtida. Os elementos de um IQI zado diretamente.
complexo da tensão elétrica dividido pela corrente. geralmente são arames ou plaquetas com furos.
inspeção termográfica indireta
indicador de qualidade de imagem de fio
40 impedância acústica
duplo
Medição na qual um material se interpõe ao percurso
Razão da pressão do som pelo produto da velocidade, da radiação. Nesse caso a medição de temperaturas é
com a seção transversal de um determinado material. Indicador de qualidade de imagem especificamente pro- indiretamente afetada pelo alvo em questão e o resul-
Em geral expressa como produto da velocidade do som jetado para avaliar a penumbra global de uma imagem tado é inferido.
pela densidade. radiográfica. Composto de uma série de fios duplos e
paralelos com variação de diâmetros. São feitos de me- intensidade de campo
incandescência tal de alta densidade. Ver força de magnetização.
Emissão de radiação visível como conseqüência de ex-
citação térmica. índice de reflexão
Relação entre as energias sônicas refletidas e incidentes
incandescente numa interface.

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intensidade luminosa leitura comparativa linhas de força


Fluxo luminoso sobre uma superfície normal à direção No ensaio eletromagnético, é o sinal de saída das bo- Representação conceitual de fluxo magnético baseado
da fonte de luz, dividido pelo ângulo sólido entre a su- binas comparadoras. (ver bobinas de comparação (com- no modelo de uma linha produzida, quando limalhas de
perfície e a fonte.(medido em candela). parator coils). ferro são espalhadas sobre uma folha de papel colocada
sobre um ímã permanente.
intensidade luminosa leitura diferencial
Energia luminosa que alcança uma unidade de área de No ensaio eletromagnético, é o sinal de saída das bobi- líquido sob pressão
superfície por unidade de tempo. nas diferenciais. (ver bobinas diferenciais (differential Líquido no interior de uma tubulação ou recipiente sub-
coils)). metido a pressões superiores à pressão atmosférica.
intensificador da imagem
Dispositivo eletrônico projetado para prover uma ima- lente locação de massa metálica
gem mais luminosa que a produzida pela ação do feixe Material translúcido que refrata a luz passante. Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a lo-
de raios X em uma tela fluorescente. calização de tubulações ou peças enterradas (metálicas
ligação clandestina ou não), utilizando o locador de tubulação ou locador
interface Ligação efetuada por terceiros na rede de distribuição de massa metálica.
Limite entre dois materiais em contato acústico, com de água, sem o conhecimento ou autorização da compa-
diferentes impedâncias acústicas. nhia de saneamento. locação de tubulação
Técnica de ensaio não destrutivo empregada para loca-
interferência ligação predial lização de tubulações ou peças enterradas (metálicas
Produto de uma série de pressões máximas e mínimas Ponto de fornecimento de água ao imóvel, vinculando- ou não), utilizando o locador de tubulação ou o locador
provocadas pela superposição de ondas sônicas de mes- se à existência de medição e cobrança de consumo. de massa metálica.
ma freqüência.
limite de resolução locador de massa metálica
interpretação Distância mínima entre um par de pontos ou um par de Equipamento utilizado para localização de peças metáli-
Avaliação de uma indicação. linhas paralelas, quando estes pontos ou linhas podem cas enterradas (tampões, caixas de válvula etc).
ser distinguidos como dois, e não um só; são expressos
intervalo de tempo de chegada em minutos de arco. A acuidade visual, nesses casos, é locador de tubulação metálica e de cabo
Intervalo de tempo entre a chegada detectada de uma recíproca à metade do período, expresso em minutos. energizado
onda de emissão acústica a os sensores Equipamento utilizado para localização de tubulações
i-ésimo y j-ésimo de um conjunto de sensores. limite de voltagem de alta amplitude metálicas e cabos elétricos enterrados.
Limite de voltagem para eventos de grande amplitude
íris locador de tubulação não metálica
Anel de largura variável ao redor da pupila e na frente limite de voltagem de baixa amplitude Equipamento utilizado para localização de tubulação
do cristalino do olho. A área superficial da íris ajusta-se Limite de voltagem acima do qual as contagens de EA não metálica enterrada.
espontaneamente com a quantidade de luz no olho. são medidas.
localização zonal
irradiador para fontes de raios gama limite flutuante Método de localizar aproximadamente a região de um
Recipiente com dispositivo de travamento porta fonte, Qualquer limite com amplitude estabilizada por uma evento utilizando a atividade dos sensores.
feito de material denso, com uma espessura de parede medida média no tempo do sinal de entrada
suficiente para blindar a intensidade da radiação emiti- lúmen
da pela fonte, para tornar seguro o seu manuseio. limites de aceitação Unidade de medida do SI para fluxo luminoso.
Níveis de ensaio usados na inspeção eletromagnética,
isoterma que estabelecem o grupo a que pertence o material luminância
Função de processamento de imagem que ressal- examinado Relação entre a intensidade luminosa superficial, em
ta, em um termograma, todos os pontos que uma determinada direção, e a unidade da área projeta-
apresentam a mesma radiosidade. limites de erros de um instrumento de da. Medida em candela por metro quadrado.
medição
janela do tubo Valores extremos de um erro, admissíveis por especi- luminescência fotoestimulada
Área do tubo de raios X onde o feixe primário de radia- ficação, regulamentos etc., para um dado instrumento Fenômeno físico no qual o material fosforescente absor-
ção atravessa. de medição. ve radiação ionizante incidente, armazenando em um
estado meta estável e emitindo radiação luminescente
janelas atmosféricas (infravermelho) limpeza proporcional a energia absorvida quando estimulada
Intervalos espectrais, dentro do espectro infraverme- Remoção de material da superfície por meio químico, por uma radiação eletromagnética.
lho, nos quais a atenuação atmosférica é reduzida. As eletroquímico ou mecânico.
janelas atmosféricas correspondem genericamente aos luminosidade
intervalos entre 2 µ e 5 µ e entre 8 µ e 14 µ. linearidade horizontal Eficiência luminosa da energia radiante.
Medição da proporcionalidade dos sinais apresentados
latitude de exposição no eixo de tempo ou distância da tela (TRC), através de luminosidade 41
Faixa de exposições que corresponde a faixa de densida- ecos múltiplos de um bloco com espessura conhecida. Medida da intensidade de luz incidente em um deter-
de óptica útil do filme radiográfico minado ponto.
linearidade vertical
lavagem Medida da proporcionalidade da amplitude do sinal de lupa
Ver enxágüe. entrada no receptor e da amplitude do sinal que aparece Lente simples ou composta, empregada como instru-
na tela do aparelho de ultra-som. mento óptico de ampliação.
leitura absoluta
No ensaio eletromagnético, é o sinal de saída de uma linhas de fluxo
bobina absoluta. (ver bobina absoluta (absolute coil). Ver linhas de força.

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lux Número ou letra feito de chumbo ou outro material com paração (comparator coils).
Unidade de medida do SI para iluminância. Equivalente grande poder de atenuação da radiação, que é posicio-
a lumens por metro quadrado e abreviada como lx. Um nado no objeto em teste para permitir rastreabilidade medições diferenciais
lux é igual a 0,1 fc (footcandle). entre uma área específica deste objeto e a imagem ob- No ensaio eletromagnético, são as medições efetuadas
tida. nas quais o desbalanceamento do sistema é medido
luz branca (líquido penetrante) através de bobinas diferenciais, em contraste com as
Ver luz visível. marcador de tempo medições absolutas e comparativas. (ver bobinas dife-
Pulsos produzidos eletronicamente, separados por in- renciais (differential coils))
luz branca (partículas magnéticas) tervalo de tempo conhecido, que se sobrepõe à base de
Ver luz ultravioleta. tempo, permitindo uma calibração temporária, usados medidor de campo magnético
na tela para medir distância ou tempo. Instrumento projetado para medir a densidade de fluxo
luz negra de campos magnéticos de maneira quantitativa.
Radiação eletromagnética no espectro ultravioleta com materiais penetrantes
comprimento de onda entre 320 nm a 400 nm (3200 Produtos utilizados no ensaio por líquido penetrante medidor de reflexão
Å a 4 000 Å). (solvente, penetrante, emulsificador, removedor e re- Fotômetro utilizado para medir a refletância difusa, es-
velador). pecular e total.
luz ultravioleta
Radiação eletromagnética com comprimento de onda material de bloqueio de extremidade medidor de taxa de dose
entre 200 nm e 400 nm (2 000 Å a 4 000 Å). Material aplicado ao redor de um espécime ou em cavi- Instrumento para medida de taxa de dose da raios X
dade para se obter uma absorção mais uniforme, reduzir ou gama.
luz visível as radiações espalhadas e prevenir uma sobrexposição
Radiação eletromagnética na faixa de comprimento de local (ver 2.90). meia vida
onda de 400 nm a 700 nm (4 000 Å a 7 000 Å). Tempo no qual a atividade de uma fonte radioativa de-
material diamagnético cai para a metade do seu valor.
magnetização circular Material cuja permeabilidade relativa é ligeiramente
Ver campo magnético circular. menor que a unidade, sendo praticamente independen- meio bloqueador
te da força de magnetização. Material utilizado para reduzir o efeito do espalhamento
magnetização de Yoke da radiação no filme ou no detector de imagem.
Campo magnético longitudinal induzido em uma peça, material ferromagnético
ou em uma área de uma peça, por meio de um eletroímã Material que geralmente exibe o fenômeno de histerese meio de contraste
no formato de um “U”. e saturação, e cuja permeabilidade é dependente da for- Qualquer substância adequada, sólida ou líquida, apli-
ça de magnetização. cada a um material que está sendo radiografado, para
magnetização indireta aumentar seu contraste de radiação no total ou em
Magnetização induzida em uma peça quando nenhum material não ferromagnético parte.
contato elétrico direto é estabelecido. Material não magnetizável e que, portanto, é essen-
cialmente não afetado por campos magnéticos. Nesta meio de ensaio
magnetização instantânea definição também se incluem materiais paramagnéticos Pó ou suspensão de partículas magnéticas que é aplica-
Magnetização por um fluxo corrente de curta duração. e materiais diamagnéticos. do a uma superfície de ensaio magnetizada para deter-
minar a presença ou ausência de descontinuidades.
magnetização longitudinal material paramagnético
Ver campo magnético longitudinal. Material cuja permeabilidade relativa é ligeiramente melhoramento de visualização de imagem
maior do que a unidade, sendo praticamente indepen- Qualquer recurso que aumente ou melhore a visualiza-
magnetização multidirecional dente da força de magnetização. ção de uma imagem pela alteração do contraste e/ou
Aplicação simultânea de campos magnéticos em dire- definição e/ou redução de ruído. Freqüentemente uti-
ções diferentes, com a finalidade de detectar desconti- matiz lizado em processamento de imagens digitais, utilizan-
nuidades que estejam diferentemente orientadas. Característica da luz em uma determinada largura de do de programas específicos e preservando a imagem
banda, é ela que atribui um nome à cor. digital.
magnetização por contato direto
Ver técnica de contato direto. medição termográfica direta mensurando
Medição realizada quando o equipamento infravermelho Ver objeto.
magnetização total pode converter diretamente as leituras da radiação em
Magnetização de uma peça inteira com um único ciclo temperaturas, sem a utilização de referências externas. mesóptica
energizante. Visão adaptada a uma quantidade de luz entre fotóptica
medição termográfica relativa em 3,4 x 10-2 cd.m-2 (3,2 x 10-3 cd.ft-2) e escotópica
manchamento Medição realizada quando a radiação do objeto é relacio- em 3 x 10-6 cd.m-2 (2,7 x 10-6 cd.ft-2).
Resultado da ação do revelador sobre o líquido pene- nada, através do equipamento infravermelho, com uma
trante na descontinuidade, formando uma indicação. referência de temperatura e emissividade conhecidas. método de ensaio não destrutivo
Detecção de vazamentos não visíveis de líquidos sob
42 manômetro medições absolutas pressão em tubulações enterradas.
Equipamento utilizado para medição de pressão em adu- No ensaio eletromagnético, são as medições feitas sem
toras e redes de distribuição de água. uma referência direta, usando-se uma bobina absoluta, microscópio
em contraste com as medições diferenciais e comparati- Aparelho que gera imagens ampliadas de objetos muito
marcação de vazamento vas. (ver bobina absoluta (absolute coil)). pequenos.
Ato de identificar o local exato do vazamento não visí-
vel detectado, através de procedimento específico, para medições comparativas miopia
facilitar sua localização pela equipe de reparo. No ensaio eletromagnético, são as medições efetuadas Imperfeição do olho cujo eixo ântero-posterior é de-
nas quais o desbalanceamento do sistema é medido masiado longo.
marcador de posição através de bobinas comparadoras, em contraste com as
medições diferenciais e absolutas. (ver bobinas de com-

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molhabilidade núcleo padrão de EA


Capacidade de um líquido para espalhar e aderir em su- Parte do circuito magnético que fica no interior de uma Conjunto de características de atributos reproduzidos
perfícies sólidas. bobina. dos sinais de EA, associados com um objeto de ensaio
específico, observado com um sistema de instrumenta-
monitor número de pulsos ção particular sob condições de ensaio específicas.
Circuito eletrônico de um aparelho apto a produzir uma Número de vezes que um sinal discreto cruza o umbral
indicação através de sinal luminoso ou sonoro para ecos de detecção. padrão de referência
com distância e amplitude predeterminadas. Uma referência usada como base para comparação ou
objetiva calibração. No caso específico de inspeção de tubos, é
monitoração contínua Em um sistema de lentes (câmara, boroscópio, micros- um tubo com descontinuidades artificiais usado para
Processo de monitoração de componente, submetido a cópio e telescópio), é a extremidade ou a lente mais estabelecer o ajuste da sensibilidade do ensaio e para as
esforços contínuos para detectar emissão acústica du- próxima ao objeto ensaiado – extremidade oposta à verificações periódicas do ajuste da sensibilidade, con-
rante o início, operação e interrupção do serviço. ocular. forme requeridas. (ver padrão (standard).

monocromático objeto padrão de teste por par de linhas


Luz de uma porção minúscula do espectro, chamada de Corpo no qual se faz a medição. Padrão de um ou mais pares de objetos com linhas de
monocromática. alto contraste, de mesma espessura, comprimento e
onda contínua espaçamento. Este padrão é utilizado como dispositivo
mosaico Fluxo constante de ondas ultra-sônicas. para medição da resolução espacial.
Disposição regular de cristais montados de tal maneira
que o conjunto opera como um único cabeçote. onda de Lamb padrão de vista Jaeger
Tipo de onda que se propaga através da espessura de Padrão ocular utilizado para exames de acuidade visu-
negatoscópio uma chapa fina e que pode ser gerada apenas a deter- al.
Equipamento que contém fonte de luz e uma tela trans- minados valores de ângulos de incidência, freqüência e
lúcida, utilizado para analisar a imagem radiográfica de espessura da chapa. par de linhas mínimo
filmes. Menor distância que um sistema específico de imagem
onda de Rayleigh pode distinguir entre um par de linhas paralelas adja-
neutrongrafia Onda superficial que é caracterizada pelo movimento centes, utilizadas para avaliar a resolução do sistema.
Ensaio radiográfico utilizando um feixe de nêutrons. elíptico das partículas em torno do eixo de propagação,
apresentando penetração inferior a um comprimento de parada rápida
nível de aceitação onda. Interrupção súbita da corrente magnetizante.
Nível de ensaio acima ou abaixo do qual as peças são
aceitáveis, contrastando com o nível de rejeição. onda longitudinal paralaxe
Movimento ondulatório onde o deslocamento das par- Diferença aparente na posição de um ponto da imagem,
nível de corte tículas é paralelo à direção de propagação da perturba- de acordo com dois sensores em posição diferente.
Ver nível de rejeição. ção, também chamada de onda de compressão.
parâmetro externo
nível de qualidade do ensaio onda superficial Magnitude medida que se deseja correlacionar com a
Ver nível de rejeição. Perturbação que se propaga numa superfície na forma EA, já seja porque é sua causa ou porque esta relaciona-
de movimento ondulatório. da com ela. Por exemplo a pressão numa prova hidráuli-
nível de refrência ca ou o número de ciclos num ensaio cíclico.
Ajuste de um instrumento que faz com que ele registre onda transversal
somente as alterações nas respostas, maiores ou meno- Movimento ondulatório onde o deslocamento é perpen- pares de linha por milímetro
res do que a magnitude especificada. dicular à direção de propagação da perturbação, tam- Medida da resolução espacial de um dispositivo de con-
bém denominada onda cisalhante. versão de imagem. O padrão de teste por par de linhas é
nível de rejeição utilizado para determinar a densidade máxima de linhas
Valor estabelecido para o sinal do ensaio, acima ou abai- onda ultra-sônica e espaços que podem ser visualizados corretamente na
xo do qual as peças são rejeitáveis, ou de alguma outra Perturbação se propagando sob a forma de ondas, em imagem. Este valor é expresso em par de linhas por mi-
forma distinguida das demais peças. qualquer modo, tendo uma freqüência de oscilação su- límetro.
perior a 20 kHz.
Nível de sobrecarga do sinal partículas magnéticas
Nível acima do qual a operação cessa de ser satisfató- operação da planta Material ferromagnético finamente dividido, capaz de
ria como resultado da distorção do sinal, sobrecalenta- Operação normal incluindo aquecimento, início, ser individualmente magnetizado e ser atraído para a
miento ou dano. desligamento da planta, e qualquer pressão ou distorção em um campo magnético (campo de fuga).
outro estímulo induzido para ensaiar o invó-
norma de projeto, construção, fabrica- lucro de pressão para outros propósitos que a PE
ção, montagem e inspeção em serviço estimulação de fontes de EA. Material plástico, composto de polietileno.
Norma que estabelece os requisitos técnicos referentes
PEAD
43
a material, montagem e inspeção nos projetos de fa- padrão
bricação e construção de produtos ou equipamentos. Ver nível de rejeição. Material plástico, composto de polietileno de alta den-
NOTA: Ensaios de ultra-som em solda são realizados sidade, que foi muito utilizado nos ramais prediais (atu-
em inúmeros produtos e equipamentos, portanto não é padrão de aceitação almente substituído pelo PE).
possível estabelecer uma relação das normas existentes Padrão usado para estabelecer o nível de aceitação e que
de projeto, fabricação, construção e montagem. Fica à tenha sido preparado com descontinuidades artificiais, peça de ensaio
critério das partes interessadas definir quais as normas conforme requerido na norma ou especificação aplicável Amostra que contém descontinuidades artificiais ou
são aplicáveis. ao produto. naturais conhecidas, usadas para conferir a eficiência
do processo de detecção de descontinuidades com par-
tículas magnéticas.

Guia de END&Inspeção
penetração do fluxo percepção visual permeabilidade inicial
Profundidade no qual um fluxo magnético existe em Interpretações das impressões transmitidas da retina Inclinação da curva de indução quando a força de mag-
uma peça. para o cérebro, em termos das informações do mundo netização for igual a zero, na medida em que a peça
físico apresentado ao olho. A percepção visual envolve estiver sendo removida da condição desmagnetizada
penetradores um ou mais dos seguintes fatores: reconhecimento da (inclinação da curva BH na origem, antes que a histe-
Em aplicações nucleares, o termo penetrador refere- presença de algo (objeto, abertura ou meio); sua iden- rese seja observada).
se a conector de fase contendo seções de cabos ele- tificação; sua localização no espaço; sua relação com
trônicos de instrumentação instalados através de outros objetos; identificação de seus movimentos, cor, permeabilidade magnética
isolamento ou contendo paredes para permitir a pas- brilho ou forma. Maior ou menor facilidade que um determinado material
sagem de instrumentação de força e informações de s tem de ser magnetizado. É dada pela relação entre a
inais através desta parede de proteção sem comprome- percurso sônico densidade de fluxo magnético e a intensidade de campo
ter a integridade protetiva da parede. Distância percorrida por um feixe sônico entre dois magnético
pontos específicos de um meio material.
penetrâmetro permeabilidade normal
Ver indicador de qualidade de imagem (IQI). perda Relação entre a indução (quando a alteração simétrica
Diferença entre o volume de água produzido e os volu- em relação a zero for de caráter cíclico) e a alteração
penetrante mes contabilizados (faturados ou não) pela companhia correspondente na força de magnetização
Líquido composto por várias substâncias químicas, pig- de saneamento básico junto aos consumidores finais.
mentos e corantes balanceados para proporcionar um pesquisa acústica
alto contraste e penetração por capilaridade. perda aparente Técnica de detecção de vazamentos não visíveis em
Ver perda física. tubulações ou recipientes enterrados pressuriza-
penetrante fluorescente dos que utiliza princípios de propagação de ruídos
Penetrante que emite radiação visível quando excitado perda comercial para identificar o local exato onde ocorre a fuga de lí-
através de luz negra. Ver perda não física. quido.

penetrante lavável em água perda física pesquisa acústica direta


Penetrante que possui em sua fórmula um emulsifica- Volume de água produzido que não chega ao consumi- Aplicação da pesquisa acústica quando é possível o con-
dor. dor final, devido à ocorrência de vazamentos no sistema tato direto em uma parte acessível da tubulação ou do
de abastecimento (adutoras, redes, ramais e reservató- recipiente.
penetrante pós emulsificável rios) e extravasamentos nos reservatórios, também co-
Penetrante que exige a aplicação de um emulsificador nhecido como perda real. pesquisa acústica indireta
em separado. Aplicação da pesquisa acústica em tubulações ou siste-
perda não física mas não acessíveis ou enterradas.
penetrante removível com solvente Volume de água consumido, mas não contabilizado
Penetrante não solúvel em água, preparado para que pela companhia de saneamento, decorrente de erros de pixel
o excesso na superfície possa ser removido por meio medição nos hidrômetros e demais tipos de medidores, Ponto iluminado na tela de uma imagem digital. A ima-
de material absorvente limpo ou levemente umedecido fraudes, ligações clandestinas, falhas no cadastro co- gem gerada em um computador convencional possui
com solvente. mercial etc. Também conhecido como perda comercial cerca de 256000 pixels, cada qual com um valor nu-
ou perda aparente mérico. Quanto maior o valor de um pixel, maior seu
penetrante visível brilho. Antigamente conhecido como picture element
Líquido penetrante que é caracterizado por uma intensa perda real (elemento da imagem).
cor, normalmente vermelho. Ver perda física.
pixel
penumbra perfuratriz Menor elemento mensurável em uma imagem digital.
Indefinição de contornos causada pela combinação da Equipamento de perfuração, pneumático ou elétrico,
penumbra geométrica, inerente e de movimento. utilizado para confirmar o local do vazamento sem efe- placa de contato
tuar escavação. Bloco de metal substituível, normalmente de trança de
penumbra de movimento cobre, colocado em eletrodos para dar um bom contato
Penumbra da imagem radiográfica devido a movimen- período próprio elétrico, prevenindo assim danos, com abertura de arco,
to relativo da fonte de radiação, objeto ou detector de Inverso da freqüência própria ou freqüência natural para a peça em teste.
radiação.
permeabilidade efetiva placa de fósforo
penumbra geométrica Grandeza hipotética, que descreve a permeabilidade Placa capaz de armazenar a imagem radiográfica laten-
Falta de nitidez de uma imagem radiográfica que depen- magnética verificada sob um dado conjunto de con- te, gerando luminescência proporcional à intensidade
de do tamanho do ponto focal e das distâncias fonte- dições físicas, tais como uma peça cilíndrica em uma de radiação, quando estimulada por um feixe de laser.
para-objeto e objeto-para-filme. bobina envolvente, sob uma freqüência específica. Esse
valor pode ser diferente da permeabilidade de um me- placas pseudo-isocromática
penumbra inerente
44 Escurecimento de uma imagem radiográfica
tal particular que estiver sendo ensaiado, visto que ele
considera alguns itens, tais como a geometria da peça,
Placas coloridas utilizados para exames visuais de cores.
Cada placa possui uma imagem que pode ser de difícil
causada por fótons de radiação que desalojam a posição em relação à bobina envolvente e as caracte- distinção à pessoa com dificuldade visual em relação
elétrons da emulsão radiográfica, os quais sensi- rísticas do campo magnético. à cor.
bilizam os grãos de haletos de prata.
permeabilidade incremental planta cadastral
percepção de cores Relação entre a mudança na indução magné- Conjunto de informações representadas graficamente
Percepção de diferenças entre dois ou mais matizes. tica e a correspondente mudança na força de que ilustra o caminhamento das tubulações e peças
magnetização, quando a indução média for componentes da rede de abastecimento.
diferente de zero

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planta/sistema da planta termos de distância) e amplitude. processamento de imagem digital


Completo sistema que contenha pressão, incluindo Método pelo qual a imagem é transformada através de
acessórios e controles que constituem a operação. porta-fonte uma função matemática.
Dispositivo utilizado para fixação da fonte de raios
plástico reforçado com fibra de vidro gama ao acionamento remoto do irradiador processamento do filme
(PRFV) Operações necessárias para transformar a imagem la-
Polímero composto de fibra de vidro que contém pro- pós-emulsificação tente no filme exposto em uma imagem visível perma-
priedades mecânicas superiores àquelas da resina-base. Técnica de remoção do excesso de penetrante que em- nente.
prega um emulsificador.
pó seco profundidade de campo
Partículas ferromagnéticas finamente selecionadas e pós-limpeza Na fotografia, é o alcance da distância a partir do qual
preparadas para ensaio por partículas magnéticas. Remoção de materiais penetrantes residuais da peça em um sistema de imagem fornece uma definição satisfató-
ensaio, depois que o ensaio por líquido penetrante tiver ria, quando suas lentes estiverem focalizadas para uma
poder de resolução sido concluído. determinada distância.
Capacidade da visão ou de outro sistema de detecção de
separar dois pontos. O poder de resolução depende do potência do pulso profundidade de película
ângulo da visão e da distância do sensor à superfície de Intensidade do sinal sônico recebido pelo transdutor ou Ver profundidade de penetração (depth of penetra-
ensaio. Com freqüência, o poder de resolução é medido aplicada a ele. tion).
usando linhas paralelas.
pré-limpeza profundidade de penetração
pólo magnético Remoção de contaminantes da superfície da peça em Profundidade de penetração é uma função exponencial
Região de uma peça magnetizada das quais as linhas de ensaio, antes da aplicação do ensaio por líquido pene- da freqüência do sinal, da condutividade e da permea-
força de um campo magnético entram ou saem. trante. bilidade do material.

ponto “curie” preparo da superfície profundidade efetiva de penetração


Temperatura na qual os materiais ferromagnéticos já Preparo necessário da superfície para torná-la adequada No ensaio eletromagnético, é a profundidade mínima,
não podem ser magnetizados por forças externas e na ao acoplamento satisfatório do transdutor e incidência além da qual o sistema de ensaio praticamente não con-
qual perdem o seu magnetismo residual (aproximada- do feixe sônico. segue detectar um aumento adicional na espessura da
mente 649oC a 871ºC para muitos metais). peça (o ensaio pode ser influenciado pela espessura da
pressão peça, caso não seja excedida a espessura mínima para
ponto de contato Tensão à qual uma superfície, estrutura ou objeto está a freqüência utilizada, ou a espessura da peça não seja
Qualquer ponto acessível onde se pode estabelecer um submetido, expressa pelo quociente da força aplicada rigidamente controlada).
contato com um equipamento de pesquisa acústica e perpendicularmente pela área correspondente.
que esteja diretamente ligado à tubulação onde se de- profundidade padrão de penetração
seja realizar a pesquisa. pressão de operação (emissão acústica) No ensaio eletromagnético, é a profundidade na qual a
Pressão no topo de um vaso, na qual ele normalmente intensidade do campo magnético ou a densidade das
ponto de fulgor opera. Ela não excede a pressão de projeto e é usu- correntes parasitas induzidas diminui para 37% do seu
Mais baixa temperatura na qual os vapores sobre uma almente mantida em um nível adequado abaixo da valor na superfície.
substância combustível volátil incendeiam-se no ar abertura das válvulas de segurança, para prevenir sua
quando expostos a uma chama. freqüente operação. propagação por ondas
Fenômeno associado à passagem de uma perturbação
ponto de saída do feixe sônico (index) pressão de operação (emissão acústica) através de um meio.
Ponto de intersecção do eixo do feixe sônico com a su- Pressão na qual o TRRT opera normalmente. Não deve
perfície do cabeçote. exceder a pressão de projeto. pulo
Para um transdutor angular em um material de espessura e
ponto de sobrecarga do sinal pressão de projeto e faces paralelas, pulo é a medida na superfície de aplica-
Máxima amplitude do sinal de entrada, a qual a relação Pressão utilizada no projeto do vaso com o propósito de ção do transdutor entre o ponto de saída até o ponto onde
entrada-saída permanece em um rango operativo linear determinar a espessura mínima permissível ou carac- o centro do feixe refletido atinge a superfície de origem
prescrito. terísticas físicas de diferentes partes do vaso. Quando após percorrer um percurso duplo. O valor do pulo é dado
existentes, as cargas estáticas são somadas à pressão de pela expressão. P = 2*e*tang α.
ponto focal efetivo projeto para determinar a espessura de alguma parte
Local de uma ampola de raios X ou fonte radioativa de específica do vaso. pulso inicial/Pulso transmitido/Pulso
onde emana a radiação, como visto no dispositivo de de emissão
medição. pressão do ensaio de qualificação Pulso sônico que corresponde ao momento que o trans-
Pressão de ensaio que é ajustada por acordo entre o dutor é excitado por um pulso elétrico.
ponto focal real usuário e o fabricante, pela agência de teste ou com-
Local de uma ampola de raios-X ou fonte radioativa de binada entre eles. pulso refletido
onde emana a radiação..
prisma
Pulso que sofreu o fenômeno de reflexão. 45
ponto suspeito Dispositivo usinado (normalmente em plástico) que, pulverização eletrostática
Qualquer ponto onde é observado um ruído de um pro- colocado entre o transdutor e a peça, obriga o feixe Técnica para obter uma camada uniforme na qual é apli-
vável vazamento e que necessita de uma verificação a ser refratado no interior da peça sob um ângulo co- cada uma carga elétrica ao material borrifado.
mais detalhada com instrumentos de maior sensibili- nhecido.
dade. pupila
processador Abertura negra no centro do cristalino ocular, através
porta Circuito que analisa formas de ondas de EA. da qual a luz passa para atingir a retina.
Circuito eletrônico que permite monitorar um determi-
nado segmento da faixa da base de tempo (expressa em

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PVC radioisótopo severidade dos defeitos.
Material plástico, composto de cloreto de polivinila. Isótopo de um elemento com propriedades de emitir
espontaneamente radiação X ou gama. reatância acústica
qualidade da iluminação Módulo da componente imaginária de uma impedância
Nível de distribuição da iluminância para a vista ou para radiologia industrial acústica específica.
o ambiente. Ciência e aplicação dos raios X, raios gama, nêutrons
e outras radiações penetrantes em ensaios não destru- rede de distribuição
qualidade da imagem tivos. Conjunto de tubulações e seus acessórios destinados a
Característica da imagem radiográfica que determina o colocar água potável à disposição dos consumidores, de
grau de detalhe visível (ver 2.78 e 2.129). radiometria forma contínua e com qualidade e pressões recomen-
Técnica de sensoreamento remoto, na qual as medições de dadas.
qualidade do feixe de radiação temperatura são realizadas por sensores que não estão em
Poder de penetração do feixe de radiação freqüente- contato físico com os objetos sob estudo. A medição radio- rede primária
mente medido pela camada semi-redutora. métrica de temperaturas baseia-se na detecção da radiação Tubos de maior diâmetro utilizados para “alimentar” as
eletromagnética naturalmente emitida pelos corpos em redes secundárias na distribuição de água.
qualidade radiográfica função de sua temperatura absoluta. A radiometria pode
Termo qualitativo para descrever a capacidade de deter- ser realizada nas faixas espectrais do ultravioleta, visível, rede secundária
minação de descontinuidades na área examinada. infravermelho ou microondas, e abrange grande número de Tubulações de menor diâmetro da rede, que distribuem
técnicas, entre as quais a termografia. água para os consumidores finais, através dos ramais
radiação espalhada prediais.
Radiação que sofreu mudança de direção com ou sem radiômetro
mudança de energia durante sua interação com o objeto Instrumento para medir força de radiação de uma fre- Referência física usada como base para
irradiado. qüência específica. comparação ou calibração
Um conceito que tenha sido estabelecido por uma auto-
radiação infravermelho radiômetro infravermelho ridade ou por um cliente, ou mediante um acordo, para
Energia radiante eletromagnética, com comprimentos Equipamento infravermelho, normalmente portátil, que servir como modelo ou regra na medição da qualidade,
de ondas maiores do que 770 nm. mede temperaturas a partir da radiação recebida de um ou no estabelecimento de práticas ou procedimentos.
campo de visão fixo, resultado da projeção de um ele-
radiação primária mento detector. refletância
Radiação transmitida ao longo de uma linha direta da Relação entre a energia de onda refletida e a energia de
fonte para o detector sem divergência. radioscopia onda incidente. Também conhecida como refletividade.
Ensaio de radiografia industrial onde se utiliza uma
radiação retroespalhada cabine blindada ou um local protegido para se obter refletividade ()
Parte da radiação X ou gama que é emitida pelo material imagem radiográfica em tempo real em um monitor de Porção da energia incidente sobre uma superfície, que é
a um ângulo maior que 90o em relação à direção do vídeo. refletida por esta, em um dado comprimento de onda.
feixe incidente. Para um espelho perfeito, a refletividade é 1.0, e para um
radiosidade corpo negro, a refletividade é 0.
radiação secundária Energia infravermelha total (fluxo radiante) que deixa
Radiação emitida por um objeto como resultado da irra- a superfície de um objeto. É a soma dos componentes refletor
diação de uma fonte primária (exemplo: radiação retro- transmitidos, irradiados e refletidos da radiação infra- Mecanismo empregado para redirecionar o fluxo lumi-
espalhada, radiação lateral espalhada e radiação interna vermelha. Somente o componente irradiado está rela- noso de uma fonte, por um processo de reflexão.
espalhada). cionado à temperatura da superfície do objeto.
refletor cilíndrico
radiador de corpo negro raios gama Interface de forma cilíndrica separando dois meios de
Ver corpo negro. Radiação ionizante eletromagnética, emitida por mate- impedâncias características diferentes.
riais radioativos específicos.
radiador seletivo refletor esférico
Objeto radiante cuja emissividade varia com o compri- raios X Interface de forma esférica, separando dois meios de
mento de onda. Radiação eletromagnética penetrante, de comprimento impedâncias características diferentes.
de onda entre 0,0001 nm e 1 nm.
radiografia refletor planar
Imagem visível obtida através do ensaio radiográfico. ramal predial Interface plana que separa dois meios de impedâncias
Conjunto de tubulações e conexões, de acordo com pa- características diferentes.
radiografia computadorizada drões definidos pela companhia de saneamento, que
Imagem obtida através do método foto-luminescente interliga a rede de distribuição de água ao consumidor Reflexão (ensaio visual)
estimulado composto de duas etapas no processo de final. Expressão genérica para o processo no qual o fluxo inci-
formação da imagem radiográfica: 1 – uma placa de dente deixa a superfície ou o meio pelo lado da incidên-
rango dinâmico
46 fósforo para armazenamento de imagem é exposta a
radiação penetrante, 2 – a luminescência da placa de Diferencia, em decibeis, entre o nível de sobrecarga e
cia, sem alteração da freqüência. A reflexão, em geral, é
uma combinação de reflexão regular e difusa.
fósforo luminescente fotoestimulada é detectada, di- o nível de sinais mínimo (fixado geralmente por um ou
gitalizada e disponibilizada em formato expresso ou mais dos níveis de ruído, distorção de baixo nível, in- Reflexão (ultra-som)
arquivo digital. terferência ou nível de resolução) em um sistema ou Retorno do feixe sônico ao meio de origem, no mesmo
sensor. ou em outro modo, total ou parcialmente, devido à in-
radiografia microfoco cidência numa interface.
Radiografia que utiliza um aparelho de raios X com di- razão Felicity
mensão do foco máxima de 100 µm. Medida do efeito Felicity e é definido como tensão na reflexão difusa
qual a emissão ocorre, dividida pela máxima tensão Reflexão observada quando um feixe sônico incide
previamente atingida. A razão Felicity é indicativa da numa superfície rugosa ou irregular, refletindo-se de

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maneira não especular. da carga e a carga máxima precedente. retentividade


Propriedade de um material de reter uma porção do
reflexão especular relação sinal-ruído campo magnético aplicado depois da força magnetizan-
Reflexão de um feixe sônico quando o ângulo de inci- Relação entre a amplitude de um sinal de EA e a ampli- te ter sido removida.
dência é igual ao ângulo de reflexão. tude de ruido de fundo médio.
retina
reflexão múltipla relatório de vazamento Tecido do olho sensível à luz, onde é formada a ima-
Reflexão repetida da energia sônica entre duas ou mais Formulário usado para registrar um vazamento encon- gem.
superfícies ou descontinuidade do meio. Também cha- trado, que deve conter os dados necessários que pos-
mado de ecos múltiplos. sibilitem a sua identificação e a propagação do seu revelação do filme ou papel
reparo. Processo químico ou físico que converte uma
reflexão parcial imagem latente (oculta) em uma imagem
Quando dois meios de impedâncias características di- removedor visível.
ferentes estão acoplados, incidindo um feixe sônico na Líquido utilizado para a remoção do excesso de pene-
interface, parte da energia é refletida e parte transmi- trante da superfície que é examinada (água ou solvente revelador
tida ao segundo meio. Diz-se que, o feixe incidente foi apropriado, dependendo do tipo de penetrante). Material que é aplicado à superfície de ensaio para pro-
parcialmente refletido. mover a sangria e aumentar o contraste das indicações.
reparo de vazamento
reflexão total Ato de realizar a correção de um vazamento. revelador de filme plástico
Reflexão observada quando o ângulo de incidência é Suspensão de partículas de revelador em um veículo que
maior que o segundo ângulo crítico. réplica deixa uma resina ou filme de polímero na superfície de
Pedaço de material maleável, como filme plástico de teste depois de secar.
refração polivinil ou de poliestireno, moldado à superfície de
Desvio do caminho da radiação, causada pelo meio que ensaio, para registro e análise da microestrutura su- revelador de pó seco
ela atravessa. perficial. Revelador composto de um pó fino, normalmente apli-
cado por pulverização ou imersão.
região de sombra replicabilidade
Região inatingível pela energia sônica devido à geome- Técnica para copiar a topografia de uma superfície, fa- revelador em solução
tria ou descontinuidade. zendo sua impressão em material plástico ou maleável. Revelador completamente solúvel em água.

região de varredura resistência acústica revelador em suspensão aquosa


Região da superfície sobre a qual o transdutor é movi- Valor da componente real de uma impedância acústica Revelador que possui partículas suspensas em água.
mentado na execução da varredura. específica.

revelador não aquoso


registro resolução
Revelador que possui partículas suspensas em um veí-
Equipamento instalado em adutoras, reservatórios e re- Aspecto da qualidade de imagem, concernente com a
culo não aquoso.
des, que permite executar as manobras de abertura e habilidade do sistema de reproduzir objetos. Em geral,
fechamento do fluxo de água. é medida pela determinação de um par de objetos adja-
RMS
centes ou de linhas paralelas.
Raiz média quadrática, também chamada de valor efi-
registro de passeio
caz.
Equipamento instalado no ramal predial antes do cava- resolução
lete, com a finalidade de executar manobras de abertura Capacidade do cabeçote ultra-sônico de diferenciar ecos
e fechamento do fluxo de água do ramal predial. provenientes de descontinuidades próximas e situadas roda de medição
dentro do feixe sônico Equipamento para medição de distância através de uma
registro estrangulado roda calibrada com totalizador mecânico ou eletrônico.
Registro semi-aberto ou obstruído por algum objeto que resolução
provoca dificuldade de passagem de fluido. Propriedade de um sistema de ensaio para a separação ruído
de indicações devidas a descontinuidades na peça em Qualquer interferência nos dados presentes em uma ra-
régua de posicionamento de descontinui- ensaio, quando as descontinuidades estão próximas diografia que não estão diretamente relacionados com
dade umas das outras. o objeto em teste.
Escala graduada fixada ao transdutor de incidência
oblíqua e que, associada à posição do eco de desconti- resolução de medição ruído
nuidade no monitor, permite determinar rapidamente o Corresponde ao menor tamanho de alvo no qual o equi- No ensaio eletromagnético, qualquer sinal irrelevante
posicionamento da descontinuidade no interior do meio pamento infravermelho pode produzir uma medição que tende a interferir com a recepção normal ou com
em exame. confiável de temperatura. É expressa em miliradianos o processamento de um desejado sinal de descontinui-
ou na razão D/d (distância de observação dividida pelo dade. Deve-se notar que tais sinais de ruído podem ser
rejeição tamanho do alvo). gerados por uma falta de homogeneidade da peça exami-
nada, sem prejuízo para o uso final da peça.
Ver supressor.
resolução espacial
47
relação diâmetro-espessura (d/t) Menor distância entre pontos característicos que podem ruído cruzado
Expressa pela fórmula (Do + Di)2t, onde (Do) é o diâme- ser identificados e separados na imagem. Interferência produzida pelas ondas superficiais gera-
tro externo da tubulação, (Di) é o diâmetro interno da das pelo elemento emissor e detectadas pelo receptor,
tubulação e (t) é a espessura de parede medida na seção resolução geométrica, espacial ou óptica nos transdutores de cristal duplo.
transversal do tubo. Capacidade do sistema em discernir entre dois pontos à
uma dada distância. Está relacionada com a área deli- ruído de alta freqüência
relação Felicity mitada pela projeção do(s) elemento(s) detector(es), na Ruído de vazamento com freqüência geralmente supe-
Medição do efeito Felicity, definida como a relação entre cena. É expressa em miliradianos ou na razão D/d (dis- rior a 1 000 Hz.
a carga à que reaparece EA durante a seguinte aplicação tância de observação dividida pelo tamanho do alvo).

Guia de END&Inspeção
ruído de baixa freqüência sensibilidade de contraste padrão no tempo t1 do sinal, estes valores de média e
Ruído de vazamento com freqüência geralmente inferior Menor mudança de espessura no objeto que produz uma desvio padrão se retém no tempo t2.
a 1 000 Hz. mudança discernível na densidade óptica em uma ima-
gem radiográfica (ou radioscópica), normalmente ex- sinal randômico
Ruido de fundo pressa como uma porcentagem das densidades totais. Um sinal é considerado randômico se o mesmo apresen-
Sinais produzidos por outras causas distintas de EA ta valores de amplitude que seguem uma distribuição
ou por fontes de EA que não estão relacionadas com sensibilidade direcional randômica ou aleatória.
o ensaio. Para um dado refletor, a sensibilidade direcional é a
NOTA: Podem ser de origem elétrica e/ou mecânica relação entre o ângulo que o feixe sônico faz com a sintonização do pulso
normal ao refletor e a amplitude do eco detectado. Controle destinado a otimizar a resposta do transdutor
e cabos, pela variação da freqüência dentro de deter-
ruído de vazamento
sensibilidade do IQI minados limites.
Conjunto de sons provenientes da passagem do
Medida da qualidade da imagem requerida ou alcançada
líquido sob pressão por falhas (orifícios, trincas) sistema absoluto
através do fio ou furo visível do IQI.
existentes na tubulação e acessórios. Sistema de ensaio eletromagnético que usa um conjun-
sensibilidade do sensor de EA to de bobinas e circuitos eletrônicos associados, para
sangria Relação entre o sinal de entrada da onda mecânica do medir as propriedades eletromagnéticas totais de uma
Ação de um líquido penetrante que sai da descontinui- sensor e o sinal elétrico emitido. Geralmente expres- peça em ensaio, sem comparação direta com outra seção
dade para a superfície com o objetivo de formar indi- sado em Volt por metro por segundo ou em Volt por da peça, ou com outra peça. (ver bobina absoluta).
cações. microbar.
sistema de aquisição de imagem digital
sapata sensibilidade radiográfica Sistema de componentes eletrônicos que detecta a ra-
Peça intercalada entre o cabeçote e a peça em exame, Termo geral ou qualitativo relativo à dimensão do me- diação diretamente ou converte a radiação analógica
usinada de maneira conveniente, visando melhor aco- nor detalhe e/ou mudança de contraste visível em uma detectada (radiografia computadorizada) e produz uma
plamento, focalização do feixe, conversão de modo ou imagem radiográfica, ou a facilidade com o qual os de- imagem digital.
incidência adequada às características da peça. talhes podem ser vistos.
sistema de EA
saturação sensibilidade térmica Toda a instrumentação eletrônica e equipamento (exce-
Característica relativa ou comparativa da cor, resultante Menor diferença de temperatura que pode ser detectada to sensores e cabos) utilizados para detectar, analisar,
da diluição da matiz com a luz branca. pelo instrumento. Depende das propriedades do sistema apresentar e registrar sinais de EA.
óptico, da resposta do detector e do nível de ruído ele-
saturação magnética (correntes parasi- trônico interno do equipamento infravermelho. sistema de processamento de imagem
tas) Sistema que utiliza algoritmos matemáticos para pro-
sensor de EA cessar imagens digitais.
Grau de magnetização em que um aumento adicional na
força de magnetização não produz um aumento signi- Elemento de detecção geralmente piezoeléctrico, que transfor-
ma o desplazamiento da onda elástica em um sinal elétrico. sistema diferencial (differential system/
ficativo na densidade do fluxo magnético (permeabili-
comparative system)
dade) na peça.
sensor de referência Sistema de ensaio eletromagnético que usa um conjunto de
saturação magnética (partículas magné- Sensor de EA cuja resposta foi estabelecida por calibra- bobinas e circuitos eletrônicos associados, para detectar uma
ticas) ção primária. condição elétrica ou magnética, ou ambas, que não sejam
comuns às áreas da peça que estiver sendo examinada. (ver
Limite acima do qual o aumento da intensidade do
sensor guarda bobinas diferenciais).
campo magnético aplicado não produz um aumento na
Sensor de EA utilizado para discriminar as fontes que
densidade de fluxo na peça.
provém do exterior da zona de interesse sistema infravermelho
Conjunto composto pelo termovisor, acessórios e aplica-
seletividade
setor de abastecimento tivos de análise termográfica dos registros efetuados.
Característica de um sistema de ensaio, que é uma me-
Área definida do sistema de abastecimento de água,
dida do quanto um instrumento é capaz de diferenciar
composta por uma ou mais zonas de pressão, onde se sistema sensitivo de fase (phase sensitive
o sinal desejado de distúrbios de outras freqüências ou
realiza o controle de vazões, dos consumos e da opera- system)
fases.
ção e manutenção da rede de distribuição Sistema cujo sinal de saída depende da relação de fase
Sensibilidade (partículas magnéticas) entre a tensão elétrica retornada de uma detecção ou de
sinal uma bobina sensora, e a tensão elétrica de referência.
Capacidade de uma técnica de ensaio por partículas
Os dados presentes em uma radiografia que estão dire-
magnéticas para indicar descontinuidades superficiais
tamente relacionados com o objeto em teste. sistema TRRT
ou subsuperficiais em materiais ferromagnéticos.
Conjunto de estrutura tubular de vários componentes
sinal contínuo que estão colados, roscados, em camadas etc., dentro
Sensibilidade (radiografia)
Sinal de EA com um princípio e um final não identi- de uma unidade funcional.
A mínima descontinuidade detectável sob condições de
48 teste especificadas.
ficável.
sistemas termográficos
sinal de EA Ver sistema infravermelho.
Sensibilidade (ultra-som)
Sinal elétrico emitido por um sensor como resultante
Medida da habilidade do sistema ultra-sônico de de-
de uma EA. solenóide
tectar pequenos refletores capazes de gerar sinais no
monitor Condutor elétrico no formato de uma bobina.
sinal discreto
Sinal de EA com um princípio e um final identificável. solvente
Líquido capaz de dissolver ou eliminar elementos es-
sinal estacionário tranhos e não aderidos na superfície que é examinada
Um sinal é estacionário se, obtida a média e o desvio (óleo, graxa, sujeiras e outros).

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Institucional GUIA DE TERMOS

somatório de amplificação técnica contínua técnica de TOFD


Amplificador operacional que produz um sinal de saída Técnica em que o meio de ensaio é aplicado enquanto a Técnica na qual a correlação entre os caminhos do som
igual ao somatório ponderado de sinais de entrada. força magnetizante está presente. de ondas difratadas em diversas posições do transdu-
tor ou ângulos de incidência é utilizada principalmente
sombra acústica técnica da bobina para a detecção e avaliação do tamanho de refletores
Efeito que se observa num meio devido à sua geometria Técnica de magnetização na qual parte, ou todo o com- planos.
ou a uma descontinuidade, onde a energia sônica ao ponente é enrolado com um cabo, ou quando a peça é
se propagar numa determinada direção é impedida de colocada internamente ou próxima a uma bobina rígida, técnica de transmissão
atingir determinada região do próprio meio, chamada induzindo um campo magnético longitudinal na peça. Técnica de ensaio onde a qualidade de um material é
simplesmente sombra. avaliada pela quantidade de energia sônica incidente
técnica de ampliação projetada num transdutor após ter atravessado um determinado
sonda (correntes parasitas) Método de radiografia ou radioscopia envolvendo um percurso no material.
Elemento composto de bobina indutora que induz um aumento primário da imagem pelo uso de uma distância
campo magnético na superfície inspecionada e bobinas entre o objeto e o sistema de aquisição de imagem. técnica de varredura direta
sensoras que enviam os sinais (Bx e Bz) das pertuba- Técnica na qual o feixe ultra-sônico é direcionado para
ções ocorridas na presença de descontinuidades para o técnica de atenuação uma região da peça de ensaio sem reflexão interme-
equipamento ACFM. Técnica de ensaio onde a qualidade do material é avalia- diária.
da com base na queda de amplitude de ecos sucessivos.
sonda (correntes parasitas) técnica de varredura indireta
No ensaio eletromagnético, uma pequena bobina ou técnica de contato direto Técnica na qual o feixe ultra-sônico é direcionado para
um conjunto de pequenas bobinas, colocadas sobre a Técnica de magnetização pela passagem de uma cor- uma região da peça de ensaio por meio da reflexão em
superfície da peça a ser examinada, ou próximas a essa rente por um componente através de eletrodos (prods) uma superfície (ou superfícies).
superfície. ou cabeças de contato. A corrente pode ser alternada,
retificada ou direta. técnica do polímero
superfície refletora Técnica de exame no qual um polímero é usado como o
Qualquer superfície no percurso sônico que apresente técnica de corrente induzida veículo de suspensão de partículas.
impedância característica diferente. Ver 2.95.
técnica por transparência
supressor técnica de ensaio fluorescente Técnica de ensaio sônico que envolve o uso de dois
Controle que permite minimizar ou eliminar os sinais de Ensaio de partículas magnéticas que emprega um meio transdutores, operando um deles como emissor e o ou-
baixa amplitude (elétrico ou ruído do material), dando de ensaio fluorescente ferromagnético finamente divi- tro como receptor.
ênfase aos sinais de maiores amplitudes. dido.
técnica residual
suspensão técnica de ensaio não destrutivo Aplicação das partículas magnéticas depois da força
Sistema de duas fases que consiste em um sólido fina- Técnica de escuta de ruído de vazamento através de magnetizante ter sido removida.
mente dividido disperso em um líquido. haste de escuta, com amplificador mecânico; Técnica de
escuta de ruído de vazamento através de geofones ele- técnica úmida
tamanho da bobina trônicos e mecânicos; Técnica de detecção de vazamen- Técnica de exame na qual as partículas magnéticas es-
Dimensão de uma bobina, como, por exemplo, compri- to através de correlacionador de ruídos de vazamento. tão suspensas em um veículo líquido.
mento ou diâmetro.
técnica de ensaio por contato técnica via seca
tamanho do pixel Varredura por meio de um transdutor(s) ultra-sônico(s), Ensaio por partículas magnéticas nas quais as partículas
Comprimento e largura do pixel. de contato direto com o objeto de ensaio (com ou sem ferromagnéticas são empregadas na forma de pó seco.
acoplante).
tamanho do ponto focal tela de terras raras
Dimensão do ponto focal de um tubo de raios X ou fonte técnica de imersão Ver tela intensificadora de chumbo.
radioativa, medido paralelamente ao plano do filme ou Técnica de ensaio ultra-sônico na qual a peça de ensaio
tela fluorescente. e o cabeçote são imersos em líquido utilizado como um tela intensificadora
meio de acoplamento e/ou prisma de refração Material que converte parte da energia de radiação em
TAP luz ou elétrons e, quando em contato com um meio
Registro de derivação instalado na tubulação, cuja prin- técnica de indução de corrente de registro durante a exposição, aumenta a qualidade
cipal função é permitir o acesso ao fluxo interno para Técnica de magnetização na qual uma corrente circu- radiográfica ou reduz o tempo de exposição requerido
a realização de medições (velocidade, pressão, dimen- lante é induzida em um componente em forma de anel para produzir uma radiografia.
são). pela influência de uma variação do campo magnético
vinculado ao componente. tela intensificadora de chumbo
taxa de EA discreta Ver tela intensificadora fluormetálica.
Número de sinais discretos detectados por unidade de técnica de pulso-eco
tela intensificadora fluorescente
tempo. Técnica na qual os pulsos ultra-sônicos são transmitidos
e recebidos após reflexão em um único ciclo. Tela composta de uma camada de fósforo que fluoresce
49
taxa de pressão quando exposta a radiações ionizantes.
Termo utilizado por fabricantes de tubulações de TRRT técnica de ressonância
como uma indicação de máxima pressão de operação. Técnica que envolve a variação da freqüência sôni- tela intensificadora fluormetálica
ca do conjunto transdutor-peça em exame, visando Tela metálica revestida por um material que fluoresce
taxa de repetição dos pulsos a máxima amplitude do sinal para determinação de quando exposto a radiação ionizante.
Número de pulsos emitidos por unidade de tempo. espessuras. Na análise sônica, a ressonância indica as
propriedades da peça em exame através do espectro.

Guia de END&Inspeção
tela intensificadora metálica tempo de retardo teste de resolução
Tela constituída de um material denso (usualmente Diferença de tempo que o som do vazamento leva para Procedimento onde uma linha é detectada para averi-
chumbo) ou material composto (óxido de chumbo) que percorrer as distâncias entre o ponto de fuga dos senso- guar a sensibilidade do sistema.
filtra radiação e emite elétrons primários quando expos- res do correlacionador.
ta a radiações ionizantes. teste de sistemas em serviço
tempo de revelação Programa de ensaios periódicos durante o tempo de
temperatura ambiente Tempo decorrente entre a aplicação do revelador e o vida de um sistema de TRRT, projetado para garantir a
Temperatura do meio circundante ao objeto. exame da peça. integridade estrutural.

temperatura aparente tempo de secagem teste funcional


Temperatura de um objeto, indicada pelo instrumento, Tempo requerido para secagem dos produtos utilizados Teste realizado no bloco padrão para verificação da
antes que correções especificas para este sejam intro- na limpeza ou na remoção do excesso. sensibilidade da sonda relativa ao sinal apresentado na
duzidas. tela
tempo de subida do sinal de EA.
temperatura atmosférica O tempo entre o começo do sinal de EA (ver 3.13) e a testes de qualificação de fabricantes
Temperatura dos gases (geralmente o ar) entre o instru- máxima amplitude desse sinal (ver figura 1). Programa compreensivo de ensaios para confirmar o
mento e o objeto. projeto, desempenho e aceitabilidade do produto e ca-
tempo morto pacidade do fabricante.
temperatura das cores Qualquer intervalo de tempo durante a aquisição de da-
Classificação de uma fonte de luz quanto à visualização dos, durante o qual o instrumento ou sistema é incapaz tiro (shot)
da cor. de aceitar novos dados. Ciclo energizante curto em um ensaio de partículas
magnéticas.
temperatura de fundo termografia
Ver temperatura ambiente. Técnica de sensoreamento remoto que possibilita a me- tolerância à água
dição de temperaturas e a formação de imagens térmicas Quantidade de água que um penetrante ou emulsifica-
temperatura refletida (chamadas termogramas) de um componente, equipa- dor podem absorver antes de sua eficiência ser preju-
Ver temperatura ambiente. mento ou processo, a partir da radiação infravermelha, dicada.
naturalmente emitida pelos corpos, em função de sua
tempo de chegada temperatura. tomografia computadorizada (TC)
Tempo em que o sinal discreto cruza pela primera vez o Imagem bidimensional de uma seção transversal do ob-
umbral de detecção (ver figura 1). termografista jeto, obtida pelo processamento de projeções unidimen-
Profissional habilitado a realizar inspeções termográfi- sionais através de radiações.NOTA Esta é a tomografia
tempo de clareamento cas através da operação de um sistema infravermelho. axial computadorizada e não se aplica a outros meios de
Tempo requerido para obter a total transparência de um Em função de sua habilitação, pode também analisar e executar tomografia.
filme virgem, quando imerso em um banho fixador. gerenciar trabalhos de inspeções termográficas.
transdutor
tempo de drenagem termograma Elemento ativo do cabeçote (cristal) que realiza conver-
Tempo durante o qual o excesso de penetrante ou emul- Imagem obtida a partir da radiação térmica (infraver- são de energia elétrica para mecânica e vice-versa.
sificador escoa da peça. melha), naturalmente emitida pelos corpos, em função
de sua temperatura. transdutor de EA
tempo de emulsificação O elemento ativo em um sensor de EA (geralmente pie-
Tempo que um emulsificador permanece em contato termômetro infravermelho zoeléctrico).
com o excesso de penetrante. Ver radiômetro infravermelho.
transmissividade (t)
tempo de exposição termovisores Porção da energia incidente sobre um corpo, que é
Duração do processo de expor um meio de registro à Equipamentos destinados a detectar a radiação térmica transmitida por este, em um dado comprimento de
radiação. e convertê-la em sinais eletrônicos que, devidamente onda. Para um corpo opaco, a transmissividade é igual
processados, permitem a formação de imagens térmicas a 0. Materiais transparentes possuem valores de trans-
tempo de penetração e a medição remota de temperaturas. missividade entre 0 e 1.
Tempo total em que o penetrante fica em contato com a
superfície da peça, antes da remoção do excesso. teste travessia
Seqüência de ensaios para a verificação da qualidade Tubulação da rede de abastecimento, geralmente apa-
tempo de propagação de um item em relação a um critério previamente es- rente, que permite a transposição de pontos notáveis
Tempo para o sinal ultra-sônico transmitido atingir os tabelecido. (pontes, viadutos, córregos, faixas).
pontos de recepção.
teste de resistência do componente e trem de ondas
tempo de recuperação de sobrecarga conjunto Sucessão de ondas sônicas originadas pela mesma fonte,

50 Intervalo de operação não linear de um instrumento


causado por um sinal com uma amplitude em excesso
Programa de ensaios em componentes de TRRT, proje- limitada no tempo, apresentando as mesmas caracterís-
ticas e propagando-se ao longo do mesmo percurso.
tado para garantir a qualidade do produto na planta
do rango de operação linear do instrumento. do fabricante, no campo de instalação ou quando pos-
ta fora de serviço para re-teste. Um conjunto é uma trena eletrônica
tempo de restabelecimento unidade construída de componentes montados seqüen- Equipamento para medição de distância através de roda
Tempo necessário para que um sistema de ensaio retor- cialmente. calibrada com totalizador digital eletrônico.
ne ao seu estado original, após ter recebido um sinal.
teste de resistência do sistema tubo de foco duplo
Programa de ensaios de um conjunto de sistema TRRT, Tubo de raios X com dois tamanhos diferentes de fo-
projetado para garantir a integridade estrutural para cos.
uso em serviço.

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Institucional GUIA DE TERMOS

tubo de raios X válvula estrangulada velocidade de propagação


Tubo a vácuo onde são produzidos raios-X. Válvula semi-aberta ou obstruída por algum objeto que Valor comum das velocidades de fase e de grupo de uma
provoca dificuldade de passagem de fluido. onda se propagando num meio não dispersivo. Normal-
tubos reforçados de resina termocurada mente recebe apenas a denominação de velocidade.
(TRRT) varredura
Produto tubular contendo reforço dentro ou nas vizi- Ato de realizar uma verificação geral, através de método velocidade do filme
nhanças, por resina curada termicamente. de pesquisa de vazamento, em uma determinada rede Medida quantitativa da resposta de um sistema de filme
de distribuição ou tubulação. (filme e telas intensificadoras) para uma determinada
tubulação aparente energia de radiação em condições específicas de expo-
Tubo visível do sistema de abastecimento de água (tra- varredura sição.
vessia de alguma ponte ou viaduto, trecho de tubo em Deslocamento relativo sistemático entre o feixe de som
poço de visita, cavalete). e a peça de ensaio. ventosa
Dispositivo usado na rede de abastecimento para a re-
tubulação pressurizada varredura automática tirada de ar das tubulações, bem como para permitir o
Tubo submetido à pressão maior do que a atmosfera. Deslocamento mecânico do transdutor sobre a superfí- fluxo de ar nas operações de carregamento e descarga
cie de ensaio. de água.
umbral de avaliação
Valor de umbral prefixado usado para as análises dos da- varredura manual verificação operacional
dos a examinar. Os dados podem ser registrados com um Deslocamento manual do transdutor sobre a superfície Teste realizado para verificação da inexistência de trin-
sistema de umbral menor que o umbral de exame. Para de ensaio. ca contínua em toda a extensão do cordão de solda.
propósitos de análises, deve tomar-se em consideração a
dependência dos dados medidos com o sistema de umbral varredura orbital visão
de exame (ver figura 1). Técnica utilizada para obter informações sobre a forma Percepção pelo olhar.
de um refletor detectado anteriormente, sendo a varre-
umbral de detecção de EA dura realizada em volta do refletor. visão distante
Nível de tensão que deve sobrepasar-se para que um Visão de objetos a uma distância geralmente acima de
sinal de emissão acústica seja detectada e processada. varredura rotacional um braço de comprimento.
NOTA: Este umbral pode ser ajustável, fixo ou flutu- Técnica que utiliza a rotação do transdutor ao redor de
ante. um eixo, que passa pelo ponto de saída do feixe sônico, visão escotóptica
perpendicular à superfície da peça. Visão adaptada ao escuro, usando apenas os bastonetes
umbral de tensão da retina, onde se detectam as diferenças de brilho, mas
Nível de tensão de um comparador eletrônico tal que vazamento de campo magnético não de matizes. A visão é totalmente escotópica quando
os sinais com amplitudes maiores que este nível serão Campo magnético que sai ou entra na superfície de uma a luminância da superfície de ensaio estiver abaixo de 3
reconhecidas. O umbral de tensão pode ser ajustável, peça em uma descontinuidade ou mudança de configu- x 10-6 cd.m-2 (2,7 x 10-6 cd.ft-2). Também conhecida
fixo ou automáticamente flutuante. ração da seção, de um circuito magnético. como visão parafoveal.

umbral do sistema de examinação vazamento não visível visão periférica


Umbral do instrumento eletrônico (ver umbral de ava- Fuga de água de redes de distribuição ou adutoras, não Visão de objetos deslocados da linha primária da visão e
liação) com o qual os dados serão detectados. aflorante à superfície e localizável por meio de equipa- fora do campo visual central.
mentos de detecção acústica ou por outro processo de
umbral flutuante detecção. Também conhecido como vazamento oculto. visão próxima
Qualquer umbral com uma amplitude estabelecida por Visão de objetos próximos, geralmente até um braço de
uma medição de tempo médio do sinal de entrada. vazamento oculto comprimento.
Ver vazamento não visível.
umectante viscosidade
Substância que é adicionada ao acoplante para reduzir vazamento visível Resistência que um líquido apresenta ao escoamento.
a tensão superficial. Fuga de água de redes de distribuição ou adutoras, aflo-
rante à superfície e identificada por inspeção visual. visibilidade
unidade de medida de pressão Qualidade ou estado de ser perceptível pelo olho. Em di-
Expressão da grandeza da pressão dentro de sistemas de veículo versas aplicações em área aberta, a visibilidade é definida
medidas estabelecidos. Líquido, aquoso ou não aquoso, no qual são dissolvidas como a distância na qual um objeto pode ser perceptível ao
ou suspensas outras substâncias ou produtos. olho. Para aplicações em área fechada, em geral, é definida
valor da qualidade da imagem como o contraste ou a dimensão de um objeto de ensaio
Ver sensibilidade do IQI. veículo padrão, observado sob condições padronizadas de visão.
Fluido no qual são suspensas as partículas magnéticas
valor de contagem Nc para a aplicação. visores térmicos
Critério de avaliação baseado no número total de con- Equipamentos infravermelhos que produzem imagens
veladura por envelhecimento
tagens de EA.
Aumento na densidade óptica em um filme não expos-
térmicas, porém sem capacidade de medição de tempe-
raturas (não radiométricos). São utilizados, sobretudo,
51
valor de sinal M to, medido após o processamento, devido ao tempo de na área militar e de segurança.
Medida da força do sinal de EA (energia/unidade de armazenamento.
tempo), a qual é utilizada para indicar falha na união vobulação
do adesivo em juntas de TRRT. velocidade de processamento No ensaio eletromagnético, um efeito que produz va-
Velocidade alcançada (hits/s), como função dos parâ- riações no sinal de saída de um sistema de ensaio, e se
válvula metros estabelecidos e o número de canais ativos, dos origina das variações no espaçamento da bobina (des-
Equipamento instalado na entrada de reservatórios ou quais os sinais de EA podem processar continuamente. prendimento operacional), devidas ao movimento late-
em outras partes do sistema de abastecimento, com a ral da peça examinada, quando da sua passagem através
finalidade de controlar a vazão e a pressão da água. de uma bobina envolvente.

Guia de END&Inspeção
voltagem de raios X equivalente
Voltagem aplicada ao tubo de raios X que produz uma
zona limitada de monitoração
Processo de monitoração de uma porção definida do
ONS 58
radiografia equivalente a uma gamagrafia tirada com componente através de um arranjo específico de sen- Organismo de
Normalização Setorial
uma determinada fonte de raios gama. sores, parâmetros controláveis da instrumentação ou
ambos, para limitar a área monitorada.
voltagem do tubo
Diferença potencial elétrica do tubo de raios X, entre o zona morta
de END
cátodo e o ânodo, através da qual a partícula carregada Região do material adjacente à superfície de aplicação
é acelerada (usualmente expressa na unidade de kV ou do transdutor, onde eco algum produzido por descon- A ABENDE é credenciada pela
MV). tinuidades pode ser detectado, dadas as características Associação Brasileira de Normas
combinadas do cabeçote e da peça em ensaio.
Yoke
Técnicas - ABNT para a elaboração
Ímã que induz um campo magnético na área de uma de normas de END. Participe das
peça que está entre os seus pólos. Yokes podem ser ímãs Comissões de Estudos de Normalização.
permanentes ou eletroímãs. Informações : normalizacao@abende.
zero da escala
org.br
Ponto na escala de tempo que indica o instante em que
energia sônica penetra no material em exame.

zona
Área circunvizinha ao sensor na qual EA pode ser de-
tectada.

zona de pressão
Área abrangida por uma subdivisão do setor de abaste-
cimento, na qual as pressões máximas e mínimas não
devem ultrapassar limites pré-fixados.

52

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Sistema ABENDE de Certificação de Pessoas

A ABENDE se firmou desde 1981 como Estrutura: CEQ´s


uma entidade promotora da capacitação Conselho de Certificação: Órgão normativo PETROBRAS S/A
profissional, através do treinamento, da qua- do sistema. CEQ SEQUI PETROBRAS
lificação e da certificação. É acreditada pelo Bureau de Certificação: Órgão executivo do Métodos: LP • PM • ER • EV • US • CP
Instituto Nacional de Metrologia, Normali- sistema. Tel.: (12) 3928-6633
zação e Qualidade Industrial - INMETRO Comitês: Órgãos técnicos de apoio do Site: www.petrobras.com.br
como Organismo de Certificação de Pessoas Bureau que representam os diversos e
SENAI CETEC de Solda Orlando Barbosa
– OCP-002, conforme a Norma ISO 17024, distintos setores industriais ou métodos
Métodos: LP • PM(Yoke/ Eletrodo) • EV
para a qualificação e certificação de pessoal aplicáveis a vários setores. Tel.: (21) 3978-8723 / 8724 / 8725 / 8726
em END, baseada nos critérios da Norma - Comitê Setorial de Inspeção Subaquática E-Mail: mcosta@firjan.org.br e
ISO 9712. - Comitê Setorial Nuclear rteixeira@rj.senai.br
A ABENDE, pelo Sistema Nacional de - Comitê Setorial Petróleo e Químico
Qualificação e Certificação de Pessoal em - Comitê Setorial de Saneamento Básico SENAI CIMATEC
END (SNQC/END), também é reconhecida - Comitê Setorial Siderúrgico Métodos: LP • US(medição de espessura)
pela Federação Européia de (END – EFN- Grupo de Trabalho: Órgão técnico consul- EV• PM(YOKE)
DT); com base no Mutual Recognition tivo de apoio aos Comitês ou Bureau de Tel.: (71) 3462.9582
Agreement (MRA), documento que atesta Certificação. Site: www.cimatec.fieb.org.br
que o sistema de certificação da ABENDE Sub-Fornecedores: Profissionais qualifica-
Cia de Saneamento Básico do Estado de São
segue os preceitos mínimos estabelecidos dos para prestação de serviços ao SNQC/ Paulo – SABESP
pela Federação. END. Métodos: Detecção de vazamentos não visíveis
Setor de Certificação ABENDE: Equipe de líquidos sob pressão em tubulações enterra-
formada por gerentes, consultores, secretá- das (ES-N1-AE1 * ES-N2-AE1)
rias de atendimento e auxiliares. Tel.: (11) 3030-4068
Centros de Exame de Qualificação (CEQ´s) E-Mail: jtardelli@sabesp.com.br
: Orgãos que aplicam os exames de qualifi-
cação do sistema.
Institucional
Cursos para Qualificação – OTR´s
É um sistema pelo qual a ABENDE reconhece organizações, em vários estados, para ministrar cursos em seu nome. Com esse
reconhecimento, o OTR está autorizado a realizar cursos de END (Níveis 1, 2 e Radioproteção Industrial), de acordo com os
critérios estabelecidos pela Associação e baseados em modelos internacionais.

VANTAGENS EM FAZER UM
TREINAMENTO NOS OTR’S
Ao fazer o curso em um dos OTR’s, o
profissional contará com a qualidade dos
cursos ministrados por especialistas na
técnica e com os mais modernos recur-
sos didáticos e equipamentos. Os OTR’s
oferecem assim a segurança e confiança
para que o profissional faça sua pre-
paração de forma adequada para os ex-
ames de qualificação e certificação.
O profissional que realiza um treina-
mento nos OTR´s poderá contar ao final
do curso com a aplicação de exames
teóricos para qualificação e certificação
pelo SNQC/END e descontos especiais
nos eventos da ABENDE.

Organismos de Treinamento Reconhecidos - OTR's

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