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DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

Execução de Sentença no Processo


do Trabalho

Aula 2

Professor: Prof. Dr. Pedro Paulo Manus


Liquidação por artigos

A liquidação de sentença será feita por artigos de liquidação naquelas hipóteses em que para determinar o
valor devido tornar-se necessário provar fato novo, nos termos expressos do artigo 608 do CPC.

Conforme o art. 879, § 1º, da CLT na liquidação não se poderá modificar, ou inovar a sentença liquidanda,
nem discutir matéria pertinente à causa principal. Isso significaque o texto legal afirma que todos os fatos
devem ser provados até a sentença, aceitando-se como não provados os demais, conforme a teoria do ônus
da prova.

Isso porque na fase de conhecimento o reclamante há de provar os fatos constitutivos e a reclamada deverá
provar fato impeditivo, extintivo ou modificativo.

A contradição no caso é apenas aparente, pois o fato novo referido a ser provado na liquidação de sentença
é aquele relegado a apuração posterior pela própria sentença liquidanda.

Estando diante de uma sentença que contém somente o atributo da certeza, mas não a acréscimo daquela
média.

Liquidação por arbitramento:

Procede-se à liquidação por arbitramento quando determinado pela sentença, convencionado pelas partes
ou, ainda, quando o exigir a natureza do objeto da liquidação, nos exatos termos do artigo 606 do CPC.

A liquidação por arbitramento tem lugar quando não há elementos nos autos ou fora deles que permitam a
fixação exata do valor devido por critério objetivo, dando lugar assim ao arbítrio do juízo para fixar o crédito
do exequente.

Sendo indesejado o arbítrio esta forma dar-se-á somente na impossibilidade de lançar mão das formas
precedentes.

A liquidação de sentença, portanto, far-se-á preferencialmente por cálculos, quando simples operação
aritmética for suficiente para tanto. Sendo necessário provar fato novo proceder-se-á a liquidação por
artigos. Afinal, quando não se puder liquidar a sentença por cálculos nem por artigos, deveremos lançar
mão do arbitramento.

Na hipótese de liquidação por arbitramento tem-se um valor final que pode ser mais ou menos aproximado
do ideal de verdade para o processo, mas sempre baseado em critérios outros que não a busca dos dados
objetivos que resultam no importe exato, como nos demais casos.

São apenas três os tipos de liquidação de sentença, como vimos: cálculos, artigos e arbitramento. A perícia é
mera prova possível, mas não uma forma própria de liquidação.

"Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, assim como a inclusão em qualquer sistema de processamento de dados. A
violação do direito autoral é crime punido com prisão e multa (art. 184 do Código Penal), sem prejuízo da busca e apreensão do
material e indenizações patrimoniais e morais cabíveis (arts. 101 a 110 da lei 9.610/98 - Lei dos Direitos Autorais).”
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Procedimento na liquidação de sentença

Anteriormente o procedimento na liquidação obedecia o rito normal do processo, com a apresentação do


valor devido por uma das partes e a notificação da outra para manifestação, seguindo-se as provas, se
controversos os valores, ou a decisão judicial desde logo. Restava em aberto a preclusão e a matéria possível
de ser discutida na impugnação à sentença de liquidação.

Atualmente o artigo 879, § 2º, da CLT refere-se à "conta de liquidação", ao estabelecer o procedimento a ser
adotado pelo juízo, a partir de 11-06-92, data da vigência da Lei nº 8.432, que inseriu tal alteração
procedimental.

A expressão conta de liquidação utilizada pelo legislador abrange todas as formas de liquidação e foi
utilizada exatamente porque o legislador não pretendeu ser restritivo.

O art. 879, § 2º, da CLT estabelece o seguinte rito: elaborados os cálculos pelas partes, pelo contador ou
pela secretaria, poderá o juiz da execução notificar a outra parte, ou ambas para que o contestem,
apresentando itens e valores específicos, sob pena de preclusão. Procederá do mesmo modo se a
liquidação for processada por artigos, hipótese em que o juiz poderá acolhe-los, desde logo, ou notificar a
parte contrária para impugnação fundamentada, com indicação de itens e valores que entenda corretos, sob
pena de preclusão. Havendo laudo de arbitramento, pode haver imediata homologação, ou notificação às
partes para manifestação, cujo teor há de ser o mesmo nos dois casos precedentes, igualmente sob pena de
preclusão.

Entendida desnecessária a manifestação o valor é acolhido, garantido-se às partes a discussão de toda


matéria na impugnação à sentença de liquidação ( CLT, artigo 884, § 3º).

O § 2º do artigo 879 da CLT criou procedimento que o juízo pode adotar em qualquer tipo de liquidação,
avaliando e determinar ou não o contraditório na liquidação. Estabelecido este, as questões discutidas não
são alcançadas pela preclusão, podendo voltar à discussão após a garantia do juízo. Silenciando, porém, as
partes sobre os temas, ocorre a preclusão.

Esclarecida a matéria de fato e resumindo-se a controvérsia à matéria de direito, cumpre ao juiz. O


procedimento será o mesmo se a conta for apresentada pela reclamada.

No caso da conta ser apresentada pela secretaria ou contador segue-se o mesmo proceder, mas com ciência
a ambas as partes. De igual modo proceder-se-á quando se tratar de laudo de arbitramento.

A preclusão do artigo 879, § 2º, da CLT

Após a inserção do § 2º no art. 879 da CLT pela Lei 8432/92 o juiz passou a examinar a necessidade de
notificar as partes para manifestação sobre cálculos, artigos ou laudo de arbitramento. Notificada a parte e
silenciando ocorrerá a preclusão da a matéria de fato .

"Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, assim como a inclusão em qualquer sistema de processamento de dados. A
violação do direito autoral é crime punido com prisão e multa (art. 184 do Código Penal), sem prejuízo da busca e apreensão do
material e indenizações patrimoniais e morais cabíveis (arts. 101 a 110 da lei 9.610/98 - Lei dos Direitos Autorais).”
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Manifestando-se segue-se a instrução e a consequente decisão, com fixação do valor da condenação. No
caso não há preclusão porque a manifestação garante-lhe o direito de tornar a discutir a matéria,
oportunamente.

Acreditamos que a preclusão do art. 879, § 2º, da CLT circunscreve-se à matéria de fato objeto da conta de
liquidação. Significa o silêncio concordância com os fatos.

A matéria de direito acolhida pela sentença de liquidação não está alcançada pela preclusão, pois os
fundamentos jurídicos da sentença de liquidação só poderão ser atacados quando da oportunidade dos
embargos, conforme o artigo 884, § 3º, da CLT.

Silente a parte quando deveria ser manifestar sobre a conta ocorre a preclusão temporal. Manifestando-se
não poderá apenas repetir os argumentos pois ocorre a preclusão consumativa, devendo ser punido o
litigante que age com espírito de desvirtuar a finalidade do processo.

A sentença de liquidação no processo do trabalho: conceito e natureza

A sentença de liquidação no processo do trabalho é simples decisão interlocutória. Não extingue o


processo, (art. 162, § 1º, do CPC). Neste caso o juiz apenas apenas fixa o valor devido a ensejar a futura
execução.

O processo do trabalho funda-se na idéia de que não se admite discussão na execução enquanto o juízo não
estiver garantido, conforme o art. 884 da CLT. Por isso sentença de liquidação não é recorrível de imediato,
mas só futuramente.

A regra do art. 879, § 2º, da CLT será sempre utilizada na liquidação, facultado ao juiz da execução dar ou
não oportunidade às partes para manifestação sobre a conta de liquidação.

A decisão do juiz de notificar a parte implicará em preclusão sobre fatos, no caso de inércia do notificado e
na garantia de futura discussão se houve manifestação oportuna.

Procedimento e efeitos

Carecendo a sentença exequenda de liquidez, o que impede de imediato sua execução, dar-se-á a
liquidação, com a finalidade de dotar o título executivo da característica que lhe falta.

Impera no processo do trabalho o impulso processual. Assim a liquidação pode ser promovida pelo juízo ou
pelas partes. O juiz verificará se é caso de notificar as partes para manifestação, ou não. Em caso positivo
fixará prazo para manifestação fundamentada, indicando itens e valores objeto da discordância, (art. 879, §
2º, da CLT), sob pena de preclusão, desconsiderando impugnação genérica.

Havendo oposição aos cálculos haverá provas e posterior decisão que acolherá total ou parcialmente os

"Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, assim como a inclusão em qualquer sistema de processamento de dados. A
violação do direito autoral é crime punido com prisão e multa (art. 184 do Código Penal), sem prejuízo da busca e apreensão do
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cálculos, ou os rejeitará. Esta decisão é interlocutória porque o juízo não está garantido, impedindo a
discussão de imediato. A decisão de liquidação poderá ser objeto de impugnação, no prazo do artigo 884, §
3º, porque não ocorreu a preclusão. No silêncio da parte a preclusão alcança toda a matéria de fato,
podendo discutir-se apenas a sentença de liquidação quanto aos seus fundamentos jurídicos.

Na liquidação por artigos o juiz dará prazo para a reclamada impugná-los. Vindo aos autos a impugnação,
com indicação expressa de itens e valores discordantes abrir-se-á a instrução, até o julgamento dos artigos.
Silenciando a reclamada ou apresentando impugnação genérica, ocorrerá a preclusão, seguindo-se o
procedimento como no caso dos cálculos, acima.

No arbitramento o juiz designará perito para elaborar laudo. Nada obsta que as partes elaborem quesitos,
para orientar o trabalho pericial. Entregue o laudo as partes podem impugná-lo, devendo o perito responder
de modo a elucidar a controvérsia.

Encerrada a instrução será o processo concluso ao juiz, para decisão. Acolhido o laudo total ou
parcialmente seguir-se-á o procedimento de garantia do juízo.

Se for rejeitado integralmente o pedido do reclamante, ou decidir-se pela pela extinção da execução caberá
recurso de agravo de petição desde logo por não haver o que garantir.

Classificação das sentenças

Podemos classificar as decisões segundo o comando que contém, como decisões interlocutórias, decisões
terminativas e decisões definitivas, conforme seu conteúdo, como emerge do artigo 162 do CPC. Tem a
doutrina englobado as decisões definitivas, terminativas e interlocutórias, distinguindo-as dos simples
despachos.

A decisão definitiva é a efetiva prestação jurisdicional pois é o que anseiam as partes litigantes, que buscam
a jurisdição para que seja o conflito decidido quanto ao seu mérito.

A decisão terminativa coloca fim no processo não toca no conflito. As hipótese estão elencadas no artigo
267 do CPC e, se aparentemente resolvem o processo, não solucionam o litígio, o âmago do conflito,
porque dele não cogita o juízo, por algum obstáculo anterior.

A decisão interlocutória diz respeito a qualquer incidente processual, que é solucionado pelo juízo,
permitindo que o processo prossiga seu curso até a decisão final.

Classificação Quanto ao Tipo de Prestação

E se a classificação acima diz respeito aos efeitos provocados no âmbito do processo, pensemos em outra
classificação que diz respeito ao tipo de relação que a sentença estabelece entre as partes, isto é,

"Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, assim como a inclusão em qualquer sistema de processamento de dados. A
violação do direito autoral é crime punido com prisão e multa (art. 184 do Código Penal), sem prejuízo da busca e apreensão do
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relativamente ao tipo de prestação que oferece aos litigantes.

Quanto aos efeitos da sentença em relação às partes as sentenças podem ser declaratórias, constitutivas ou
condenatórias.

A característica da sentença decorre sempre do pedido inicial, que é o próprio limite da sentença, (arts. 459 e
460 do CPC). Buscando o autor simples declaração da relação jurídica a decisão será declaratória.
Acolhido o pedido inicial teremos uma sentença declaratória positiva. Rejeitado o pedido teremos uma
sentença declaratória negativa.

Englobando declaração e pedido de constituição das partes em nova situação jurídica, teremos uma
sentença constitutiva (reconhecimento da estabilidade do reclamante).

A decisão condenatória é a que acolhe ou rejeita o pedido de alguma prestação, como a que reconhece ao
reclamante o direito ao recebimento de horas extras.

Há sentenças que podem ser classificadas como constitutivo-condenatórias, como aquela que reconhece o
direito à equiparação salarial (constitutiva) e determina o pagamento de diferenças salariais (condenatória ).

Devemos integrar às sentenças declaratórias, constitutivas e condenatórias a sentença mandamental, além


das sentenças determinativas, de execução e cautelare. ]

Na sentença mandamental o juiz determina que se pratique ou deixe de praticar determinado ato, não o
praticando diretamente, como nas demais hipóteses de sentenças
definitivas.

Quanto à necessidade de aparelhamento

Fixando-nos nas sentenças definitivas, observamos a questão relativa à possibilidade de que sejam desde
logo executadas, ou a necessidade preliminar de aparelhamento para execução, pois nem toda sentença
contém todos os requisitos que possibilitam a sua execução imediata.

É requisito essencial à sentença a certeza, (art. 460 do CPC), mas ser certa não significa ser líquida, isto é,
traduzida em moeda corrente nacional desde que é prolatada.

Falta a esta sentença ser aparelhada a fim de permitir sua execução, o que se viabiliza pelos atos processuais
necessários a dotar a coisa julgada de liquidez, o que permitirá a citação do devedor para pagamento.

Quanto à definitividade

Cuida-se do tema da definitividade da sentença quando examinamos a questão da possibilidade de eventual


modificação da sentença já prolatada.

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O tema em execução é relevante, pois da definitividade ou não da sentença exequenda estaremos diante de
uma execução definitiva ou de uma execução provisória.

O atributo da sentença que tem maior relevância é o da coisa julgada material, que se constitui na eficácia
que a torna imutável e indiscutível, (art. 467 do CPC). Denomina-se coisa julgada material a força que tem a
sentença relativamente à solução da questão, quanto à hipótese de se querer discuti-la novamente. A coisa
julgada formal trata-se da impossibilidade de modificação da sentença pelo juiz ou pelo tribunal.

A coisa julgada material é um atributo da sentença que vincula ambos os litigantes quanto à exigibilidade do
pedido formulado inicialmente. Só as sentenças definitivas são dotadas desta qualidade, pois só essas
decidem o mérito do pedido, conforme o art. 269 do CPC.

A coisa julgada formal diz respeito à impossibilidade de modificação do decidido, por não ter havido
recurso, ou pelo insucesso do recurso havido. Não tem a ver com o mérito.

A definitividade da execução diz respeito à possibilidade ou não de eventual modificação do título judicial
por recurso. Para que uma sentença possa ser executada definitivamente é preciso o trânsito em julgado,
sendo dotada do atributo da coisa julgada (material e formal), pela inexistência de recurso, ou que este não
tenha efeito suspensivo.

O art. 899 da CLT assevera que os recursos terão efeito meramente devolutivo, salvo as exceções previstas
na lei. Sabemos que são dois os efeitos dos recursos: o efeito devolutivo e o efeito suspensivo. O efeito
devolutivo é a possibilidade da instância superior examinar novamente a controvérsia, avaliando a decisão
quanto a sua necessidade de reforma ou não. Sendo o efeito apenas o devolutivo, nada impede que
enquanto o tribunal exerça seu papel de instância revisora, a parte interessada promova concomitantemente
a execução da sentença.

O efeito suspensivo consiste não só na possibilidade de re-exame da sentença, através do recurso, mas na
impossibilidade de que a sentença recorrida manifeste qualquer efeito.

Assim, se um recurso tem efeito apenas devolutivo, que é a regra geral, nada impede que havendo recurso
por parte da reclamada o reclamante promova o início da execução ou da liquidação de sentença, se for o
caso, pois não houve suspensão dos efeitos da sentença.

Exatamente em função do efeito atribuído ao recurso que se pode saber qual a extensão da execução de que
tratamos. Se a execução é de sentença transitada em julgado, que é imutável, estamos diante de uma
execução definitiva. Se estamos diante da execução de uma sentença em relação à qual pende recurso,
trata-se de execução provisória, pois aquela sentença poderá ser modificada pelo tribunal revisor.

Obviamente pelo que foi dito acima se houver recurso e início da execução, o recurso só poderá ser dotado
de efeito devolutivo, pois se fossem dados ambos os efeitos nada poderia se fazer até a o trânsito em julgado
da sentença.

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Genericamente, afirma-se que a execução provisória no processo do trabalho também prossegue somente
até o último ato anterior à alienação do bem do executado. Numa execução provisória haverá a liquidação
de sentença, com a que fixa o valor da condenação.

A execução provisória é processada em uma cópia dos autos principais, que se denomina carta de sentença,
cuja finalidade é possibilitar que os autos principais sejam remetidos ao tribunal, para exame do recurso,
enquanto o juízo de origem processa a execução provisória.

Após a fixação do valor devido há a garantia do juízo, pois a sentença proferida é mera decisão interlocutória
e que nada pode ser discutido na execução trabalhista sem que o juízo esteja garantido, conforme o do art.
884 da CLT, que fixa em cinco dias da garantia do juízo o prazo para embargar a execução. O prazo de cinco
dias flui automaticamente a contar da assinatura do auto de depósito, pelo executado, ou pela ciência
expressa das partes de que foi penhorado bem imóvel, que não requer o depósito. Os embargos devem ser
interpostos no prazo de cinco dias a contar da garantia do juízo, sob pena de preclusão. Após o juízo deverá
notificar a parte contrária para a resposta e nesse momento deverá ser estancada a execução provisória.

Deve-se aguardar o trânsito em julgado da decisão exequenda e o retorno dos autos principais ao juízo de
origem. Mantida a sentença deverá o juízo julgar os embargos.

Dada ciência às partes da decisão dos embargos é que teremos a contagem do prazo para o agravo de
petição, com o ritmo normal da execução.

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