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LEG/SGO/CSC/EZSHARE 620307903-8033

Senhor
Eumar Roberto Novacki
Secretário-Executivo
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Esplanada dos Ministérios, Bloco D
Brasília, DF – Brasil 70043-900

Ref.: ATN/AG-16391-BR. Cooperação Técnica


Não-Reembolsável. Fortalecimento dos serviços de
saúde agropecuária e segurança alimentar.

Prezado Senhor,

Esta carta-convênio (doravante denominada “Convênio”) entre a República Federativa do


Brasil, por intermédio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (doravante
denominado “Beneficiário”) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (doravante denominado
“Banco”), que submetemos à sua consideração, destina-se a formalizar os termos e as condições para
a concessão de uma cooperação técnica não-reembolsável ao Beneficiário, (doravante denominada
“Cooperação Técnica”), para apoiá-lo no fortalecimento e modernização dos serviços públicos de
sanidade agropecuária no Brasil (doravante denominado “Programa”). Os termos da Cooperação
Técnica estão incluídos no Documento de Cooperação Técnica que está anexado à presente, no
idioma espanhol, e é considerado parte integrante deste Convênio. Os aspectos principais da operação
são os seguintes:

1. O montante dos fundos outorgados pelo Banco para a realização da Cooperação Técnica
será de até US$500.000,00 (quinhentos mil dólares dos Estados Unidos da América, ou
seu equivalente em outras moedas conversíveis), que serão desembolsados a débito dos
recursos do Fundo de Múltiplos Doadores AgroLAC 2025 (doravante denominado
“Contribuição”). A Contribuição é outorgada em caráter não-reembolsável.

2. O prazo para a execução do Programa será de 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir
da data de entrada em vigor deste Convênio. O prazo para o desembolso dos recursos da
Contribuição será de 30 (trinta) meses, contados a partir de tal data. Qualquer parte da
Contribuição não utilizada dentro de tal prazo será cancelada. Os prazos indicados acima
e outros estabelecidos neste Convênio só poderão ser prorrogados por razões justificadas
e com o consentimento expresso e por escrito do Banco.

3. Por solicitação do Beneficiário, o Banco utilizará os recursos da Contribuição


exclusivamente para contratar e pagar diretamente os serviços necessários para o
cumprimento dos objetivos da Cooperação Técnica.

ATN/AG-16391-BR
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4. O Beneficiário se compromete a colaborar com os consultores na realização de suas tarefas


e a fornecer o apoio técnico necessário para a execução do Programa. Além disso, o
Beneficiário compromete-se a realizar, oportunamente, os aportes exigidos (doravante
denominados o “Aporte”), em complemento à Contribuição, para a completa e
ininterrupta execução do Programa. O total do Aporte estimado será não monetário, no
equivalente a US$250.000,00 (duzentos e cinquenta mil dólares dos Estados Unidos da
América), completando o equivalente a US$750.000,00 (setecentos e cinquenta mil
dólares dos Estados Unidos da América), custo total estimado do Programa, sem que tais
estimativas reduzam a obrigação do Beneficiário de aportar os recursos adicionais
exigidos para a conclusão do Programa.

5. O financiamento dos serviços indicados neste Convênio não implica, de forma alguma,
um compromisso por parte do Banco de financiar total ou parcialmente um programa,
projeto ou qualquer serviço que direta ou indiretamente possa resultar da execução da
Cooperação Técnica. As opiniões dos consultores não comprometerão o Banco, que se
reserva o direito de formular a respeito as observações ou salvaguardas que considerar
apropriadas.

6. O Beneficiário se compromete a comunicar ao Banco, por escrito, dentro de um prazo


máximo de 10 (dez) dias úteis, contados da data de assinatura deste Convênio, se
considera que o mesmo contém informação que possa ser qualificada como uma exceção
ao princípio de divulgação de informação previsto na Política de Acesso à Informação do
Banco, em cujo caso o Beneficiário deverá identificar tal informação dentre as
disposições pertinentes do Convênio. De acordo com a referida política, o Banco colocará
à disposição do público na sua página “Web” o texto do presente Convênio, uma vez que
o mesmo tenha entrado em vigor e o prazo acima referido tenha expirado, excluindo
somente as informações que o Beneficiário tenha qualificado como uma exceção ao
princípio de divulgação de informação previsto em tal política.

Nestes termos, solicitamos a V. Sa., como representante do Beneficiário, a aceitação do


mesmo aos termos deste Convênio, mediante a assinatura e entrega de uma das vias originais desta
carta à Representação do Banco em Brasília.

ATN/AG-16391-BR
-3-

Este Convênio, depois de assinado em 2 (duas) vias de igual teor, por representantes
devidamente autorizados, entrará em vigor na data da sua assinatura pelo Beneficiário.

Atenciosamente,

/a/

________________________________
Hugo Flórez Timorán
Representante do Banco no Brasil

De acordo:

República Federativa do Brasil


Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento

/a/
________________________________
Eumar Roberto Novacki
Secretário-Executivo

Data: 22 de janeiro de 2018

ATN/AG-16391-BR
Documento de Cooperación Técnica
I. Información Básica de la CT
ƒ País/Región: Brasil
ƒ Nombre de la CT: Fortalecimiento de los servicios de sanidad
agropecuaria e inocuidad alimentaria

ƒ Número de CT: BR-T1370


ƒ Jefe de Equipo/Miembros: Octavio Damiani (RND/CBR), Jefe de Equipo; Michael
Collins (CSD/RND), Jefe de Equipo Alterno; Gonzalo
Muñoz y Yolanda Valle (CSD/RND); Viviana Alva Hart
(RND/CAR); Alvaro García Negro (RND/CAR); Krysia
Avila (LEG/SGO); Claudia Veiga e Higor Gomes
(CSC/CBR); y Fabia De Assis Bueno (VPC/FMP)
ƒ Indicar si es: Apoyo Operativo, Apoyo al Cliente, o Apoyo al Cliente
Investigación y Difusión:
ƒ Fecha de Autorización del Abstracto de CT: 1 de junio de 2017
ƒ Beneficiario: República Federativa de Brasil
ƒ Organismo Ejecutor y nombre de contacto: Banco Interamericano de Desarrollo, a través de la
División de Medio Ambiente, Desarrollo Rural y
Administración de Riesgos por Desastres (RND)
ƒ Donantes que proveerán financiamiento: Fondo Multidonante AgroLAC 2025 (MAG)
ƒ Financiamiento Solicitado del BID: US$500.000
ƒ Contrapartida Local: US$250.000
ƒ Periodo de Desembolso (incluye periodo de 30 meses (24 de ejecución)
ejecución):
ƒ Fecha de Inicio requerido: Octubre 2017
ƒ Tipos de consultores: Individuales y firmas
ƒ Unidad de Preparación: CSD/RND
ƒ Unidad Responsable de Desembolso: CSC/CBR
ƒ CT incluida en la Estrategia de País (s/n): No
ƒ Alineación a la Actualización de la Estrategia Productividad e innovación; integración económica
Institucional 2010-2020:

II. Objetivos y Justificación de la CT


2.1 El objetivo de esta Cooperación Técnica (CT) es apoyar el fortalecimiento y
modernización de los servicios públicos de sanidad animal y vegetal y de
inocuidad alimentaria en Brasil, que son responsabilidad del Ministerio de
Agricultura, Pecuaria y Abastecimiento de la República Federativa de Brasil.
2.2 El sector agropecuario tiene una gran importancia estratégica en la economía
brasileña, representando cerca del 22% del Producto Interno Bruto (PIB) y más
del 40% de las exportaciones. Su transformación en las últimas décadas ha sido
extraordinaria, permitiendo que Brasil pasara de importar más del 30% de los
alimentos consumidos en los años 1970s, a ser líder mundial exportador,
ocupando el primer lugar como exportador de soja en grano, café, azúcar, jugo
de naranja y carne de pollo, el segundo de carne bovina, maíz, aceite de soja y
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harina de soja, y el tercer y cuarto lugar como exportador de algodón y carne


porcina respectivamente.
2.3 Los servicios de sanidad agropecuaria han tenido un rol importante en la
competitividad de la agricultura brasileña, contribuyendo al acceso a mercados
externos exigentes, preocupados por la protección de su propia agricultura, y a
la reducción de los costos asociados a la lucha contra plagas y enfermedades.
Sin embargo, no se han desarrollado al ritmo del crecimiento extraordinario del
sector agropecuario. Personal insuficiente, carencias de sistemas informáticos,
equipos y tecnología inadecuados, normas desactualizadas e inadecuadas y
limitaciones presupuestarias y financieras, son algunos de los problemas
principales que afectan a los servicios de sanidad agropecuaria e inocuidad
alimentaria brasileños. Esto genera una demanda insatisfecha y demoras en los
servicios que afectan a los agricultores y el sector agroindustrial, y riesgos de
introducción de enfermedades y plagas que no están presentes en Brasil. Las
grandes dimensiones del país –el mayor de América del Sur— y la enorme
extensión de sus fronteras terrestres (17.000 kilómetros) con diez países
diferentes1 generan riesgos y desafíos considerables que requieren fortalecer los
sistemas de vigilancia fronteriza, así como la cooperación con países vecinos.
2.4 Casos concretos que se han producido en los últimos años muestran claramente
que los efectos de los problemas relacionados con la aparición de problemas de
sanidad animal y vegetal pueden ser rápidos y devastadores, con cierres de
mercados, reducciones de las exportaciones y grandes pérdidas para los
agricultores, el sector agroindustrial, los trabajadores y el país. Por ejemplo, la
aparición de un foco de fiebre aftosa en octubre de 2005 en el Estado de Mato
Grosso do Sul ocasionó la muerte de 78.000 cabezas de ganado, reducción en
15% de los precios de la carne en la región afectada (Mato Grosso, São Paulo y
Paraná), cierre de mercados para la carne brasileña en más de 30 países, y
reducción de más de 40% en las exportaciones. Además, se debieron crear
programas de generación de empleo y transferencia directa para la población
afectada y se refinanciaron deudas de productores. En 2012/2013, la aparición
de la plaga Helicoverpa armígera em algodón y soja en los estados de Mato
Grosso y Bahía causó un aumento en las pulverizaciones con plaguicidas de
10%, con los consecuentes impactos en los costos de los productores y el medio
ambiente, y sólo en esa zafra, se estimaron en US$450 millones las pérdidas de
soja y en US$900 millones las de algodón. Además, se vieron afectados cultivos
y aumentados el uso de plaguicidas en los estados de Paraná y Goiás. En 2017,
se hicieron públicas irregularidades en la fiscalización de normas sanitarias en la
industrialización de la carne, lo que tuvo enorme repercusión en Brasil y en el
exterior y llevó al cierre de numerosos mercados, lo que causó pérdidas
significativas a los productores y al país. Estos problemas también pusieron en
evidencia las carencias en metodologías de gestión para enfrentar situaciones
de emergencia y crisis.
2.5 Esta CT tendrá como objetivo asistir a la República Federativa de Brasil, a través
del Ministerio de Agricultura, Pecuaria y Abastecimiento (MAPA), a fortalecer sus
servicios de sanidad agropecuaria e inocuidad alimentaria. Por medio de las

1 Los países con los que Brasil tiene fronteras son Francia (Guyana Francesa), Surinam, Guyana,
Venezuela, Colombia, Perú, Bolivia, Paraguay, Argentina y Uruguay. Los estados brasileños con
fronteras con países vecinos son Amapá, Pará, Roraima, Amazonas, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso
do Sul, Rondônia, Paraná, Santa Catarina y Rio Grande do Sul.
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actividades previstas en sus componentes, se lograrán los siguientes resultados:


(i) definición de inversiones y cambios (normativos, metodológicos,
organizativos) claves necesarios para satisfacer las demandas y los desafíos
futuros de la sanidad agropecuaria; (ii) propuestas concretas para la cooperación
regional en sanidad agropecuaria; (iii) informaciones sobre costos y beneficios
económicos de las inversiones y otras acciones de fortalecimiento de los
servicios de sanidad agropecuaria e inocuidad de alimentos, difundidos y
discutidos entre los principales actores relevantes gubernamentales y no
gubernamentales; (iv) definición de normas y procedimientos y modelo
organizativo para la gestión de crisis; (v) diseño de una estrategia de gestión de
riesgos y de un plan de acción para la gestión del riesgo; (vi) personal técnico
fortalecido en gestión de crisis y riesgos; y (vii) instancias de diálogo sobre la
problemática y propuestas sobre la sanidad agropecuaria en Brasil, con la
amplia participación de stakeholders relevantes.
2.6 La operación es consistente con la Actualización de la Estrategia Institucional
2010-2020 (AB-3008) y el Marco de Resultados Corporativos (CRF) 2016-2019
(GN-2727-6), contribuyendo con los desafíos de “productividad e innovación”
mediante el indicador de resultado “servicios públicos que contribuyen a reducir
costos de producción y comercialización”, también al desafío de “integración
económica”, mediante el indicador “instrumentos que contribuyen al comercio
regional y extra-regional”. Además, está alineado al tema transversal de “cambio
climático y sostenibilidad ambiental”, contribuyendo a reducir el uso de
plaguicidas, y con el Marco Sectorial de Agricultura y Recursos Naturales, que
identifica a la sanidad agropecuaria e inocuidad alimentaria como claves para el
desarrollo del sector agropecuario. La operación está alineada con los objetivos
de AgroLAC 2025. Asimismo, el país está de acuerdo con la CT, la cual ha sido
solicitada por el MAPA y cuenta con la no objeción de la Agencia Brasileña de
Cooperación (ABC), y las actividades propuestas son congruentes con el
programa y con la Estrategia del Banco con Brasil 2016-2018, en los objetivos
estratégicos de aumento de productividad y competitividad, reducción de
inequidad y mejora de servicios públicos. La CT también contribuirá al
fortalecimiento institucional de los tres niveles de gobierno, aunque no a los
indicadores previstos en la Estrategia para ese objetivo.

III. Descripción de las actividades/componentes y presupuesto

3.1 Componente I. Estudios y diálogo técnico. Este componente realizará


estudios en áreas claves de los servicios de sanidad agropecuaria e inocuidad
de alimentos que sirven a los agricultores y al sector agroindustrial, y organizará
espacios de discusión con los principales actores del sector agropecuario a nivel
público y privado para promover un diálogo técnico sólido con autoridades
gubernamentales y no gubernamentales relevantes del sector agropecuario
brasileño sobre la situación y desafíos de los servicios de sanidad agropecuaria,
los riesgos y efectos en la competitividad del sector agropecuario, y las
inversiones y otras intervenciones prioritarias.
3.2 Estos productos serán claves para diseñar servicios fortalecidos de sanidad
agropecuaria e inocuidad alimentaria dirigidos a los agricultores, identificando las
principales debilidades actuales y definiendo inversiones, cambios
organizacionales, capacitación de personal técnico y otras acciones necesarias.
Asimismo, la discusión de los resultados promoverá consensos sobre la
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necesidad de implementar las inversiones y otros cambios propuestos. Los


productos de este componente tendrán como efectos principales propuestas
claras y con apoyo político para su implementación de inversiones y otras
acciones que viabilizarán el fortalecimiento de las capacidades del sector público
para proveer servicios de sanidad agropecuaria en el volumen y calidad
necesarios. Los productos del componente son los siguientes:
a. Diagnóstico institucional del sistema de sanidad agropecuaria e inocuidad
alimentaria.
b. Diagnóstico de la situación actual, los problemas y programas, riesgos y
acciones prioritarias en sanidad animal.
c. Diagnóstico de la situación actual, problemas y programas existentes,
riesgos y acciones prioritarias en sanidad vegetal.
d. Diagnóstico de la situación actual, normativa, limitaciones y acciones
prioritarias en materia de inocuidad de alimentos.
e. Diagnóstico de situación y propuestas de programa de prevención de la
Mosca de la Carambola.
f. Elaboración de propuesta de esquema de cooperación regional en materia
de sanidad agropecuaria, con énfasis en la Mosca de la Carambola.
g. Diagnóstico de la red de laboratorios públicos y privados, cuantificación de
demanda e identificación de limitaciones y de inversiones necesarias para la
modernización de infraestructura y equipamientos.
h. Diseños básicos de infraestructura y equipamientos de laboratorios.
i. Elaboración de proyectos ejecutivos de laboratorios.
j. Estudios de factibilidad económica de inversiones de modernización.
k. Estudios ambientales y sociales de inversiones de modernización de
laboratorios.
l. Estudio sobre metodologías e indicadores de seguimiento y evaluación de
resultados.
m. Seminarios de diálogo técnico sobre el papel de los servicios de sanidad
agropecuaria e inocuidad alimentaria y los problemas y prioridades para su
fortalecimiento, utilizando los estudios realizados.
3.3 Componente II. Desarrollo de sistema de gestión de crisis. Este componente
generará metodologías y propuestas operativas para fortalecer a los servicios de
sanidad agropecuaria para los productores en cuanto a su capacidad de gestión
de crisis. Esto se realizará por medio de propuestas de cambios
organizacionales para la mejor gestión de crisis y de fortalecimiento de las
capacidades del personal técnico de la Secretaría de Defensa Agropecuaria
(SDA). Las actividades que incluye el componente son: (i) estudio sobre la
situación actual sobre metodologías, procedimientos y modelo de gestión para la
administración de situaciones de crisis vinculadas a la sanidad agropecuaria y la
inocuidad de alimentos; (ii) identificación de los objetivos de un nuevo sistema
de gestión de crisis, de operaciones críticas del sistema de sanidad
agropecuaria e inocuidad alimentaria, los eventos que representan una amenaza
para la continuidad de las mismas, y la probabilidad de impacto y duración para
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cada una de ellas; (iii) normas y procedimientos definidos para el sistema de


gestión de crisis, incluyendo procedimientos de administración, respuesta y
comunicación; (iv) definición de modelo organizativo para la gestión de
contingencias para la sanidad agropecuaria e inocuidad alimentaria, incluyendo
la creación de una Unidad o Centro Operativo de Gestión de Crisis, con sus
requerimientos de infraestructura, equipamientos y estructura de personal.
Estos productos tendrán como resultado servicios de sanidad agropecuaria
fortalecidos por medio de un nuevo modelo de gestión y organización
institucional de gestión de situaciones críticas, que incluirá la implantación de
una Unidad de Gestión de Crisis, definición de procedimientos de gestión de
crisis y personal capacitado.
3.4 Componente III. Análisis y gestión de riesgos. Este componente financiará
actividades de fortalecimiento de capacidades de los servicios de sanidad
agropecuaria para el análisis, gestión y comunicación de riesgos. Las acciones
del componente serán focalizadas en el Departamento de Inspección de
Productos de Origen Animal y Vegetal (DIPOA) y, dentro del mismo, del Servicio
de Inspección Federal (SIF), para realizar análisis de riesgos (evaluación,
gestión y comunicación de riesgo), incluyendo:
a. Descripción de la situación actual en materia de metodología y modelo de
gestión de riesgos vinculados a la sanidad agropecuaria y la inocuidad de
alimentos.
b. Identificación de los factores de riesgo de relevancia y propuesta de
clasificación, y definición y aplicación de metodología de evaluación y
medición de los riesgos identificados.
c. Diseño de una estrategia de gestión de riesgos y de un plan de acción para
la gestión del riesgo, con énfasis en las etapas de gestión y comunicación.
d. Elaboración de una propuesta de organización institucional de DIPOA/SIF
para la gestión del riesgo.
e. Capacitación de técnicos de DIPOA/SIF sobre las diferentes etapas de
análisis de riesgos.
3.5 El plazo de ejecución de la CT será de 24 meses. Los resultados propuestos
hasta el final de la CT incluyen:
a. Estudios técnicos concluidos y aprobados sobre los problemas más
importantes y las propuestas de intervención específicas para: (i) fortalecer a
los servicios de sanidad animal, incluidos los programas principales de
control de enfermedades animales (aftosa, brucelosis, gripe aviar,
enfermedad de Newcastle); (ii) fortalecer a los servicios de sanidad vegetal,
incluidos sus principales programas de control de plagas (mosca de las
frutas); (iii) fortalecer y modernizar la infraestructura de laboratorios oficiales
del MAPA ubicados en todo el país; y (iv) fortalecer los servicios de
inspección nacional y de control fronterizo;
b. Unidad de Gestión de Crisis diseñada e implantada a nivel de la SDA del
MAPA, y metodologías definidas y adoptadas, basadas en buenas prácticas
a nivel internacional.
c. Metodologías de análisis de riesgos definidos y adoptadas a nivel de los
servicios de inspección de fronteras.
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d. Personal técnico del MAPA capacitado en gestión de crisis y en análisis de


riesgos.
3.6 Como efectos de la CT, se espera que sean implementadas inversiones,
cambios organizacionales y fortalecimiento de capacidades del personal técnico
que resulten en: (i) aumento de la capacidad de laboratorios para la
implementación de análisis; (ii) menores tiempos de tramitación de servicios de
sanidad agropecuaria claves; (iii) fortalecimiento de la cooperación regional en
programas específicos de control de enfermedades y plagas; (iv) mayor
efectividad y eficiencia en las tareas de inspección de sanidad agropecuaria; y
(v) gestión efectiva de situaciones de crisis. Los impactos esperados como
consecuencia del fortalecimiento de los servicios de sanidad agropecuaria e
inocuidad alimentaria incluyen: (i) reducción de riesgos de pérdidas económicas
de productores y el país, que se darían por la incidencia de enfermedades y
plagas cuarentenarias (que no se encuentran aún en el país); (ii) aumento de la
competitividad y las exportaciones del sector agropecuario; y (iii) reducción de
riesgos de pérdidas económicas, como consecuencia de pérdidas de mercados
y de exportaciones del sector agropecuario relacionados con la incidencia de
enfermedades y plagas.
Cuadro 1. Presupuesto Indicativo (US$)
Componente Financiamiento Contrapartida Financiamiento
BID Local* total

Componente I. Estudios y diálogo técnico. 350.000 200.000 550.000


Elaboración de estudios y propuestas, viabilidad
económica de inversiones, viabilidad ambiental
y social; eventos de diálogo.

Componente II. Desarrollo de metodologías 100.000 30.000 130.000


de gestión de crisis. Elaboración de propuesta
metodológica e institucional, plan de gestión de
crisis y capacitación de personal

Componente III. Análisis y gestión de 50.000 20.000 70.000


riesgos. Diseño de plan de análisis de riesgo y
de propuesta institucional para la gestión de
riesgos, y capacitación de personal técnico en
análisis de riesgos

Total 500.000 250.000 750.000


*Cofinanciamiento en especie.

IV. Organismo Ejecutor y estructura de ejecución


4.1 El Banco será responsable de la ejecución de la CT. Esto fue solicitado por el
MAPA, que será el beneficiario principal de la CT, en su carta de solicitud de
apoyo. Esa modalidad ha sido solicitada por las siguientes razones: (i) debido a
las políticas presupuestales actuales en Brasil, los fondos de la CT serían
internalizados en el presupuesto del MAPA pero sin recursos, ya que se
mantendría el monto total presupuestal, debiendo compensarse con la reducción
del presupuesto de otras actividades; (ii) los fondos de la CT podrían verse
afectados por cortes y limitaciones que afectan a los fondos presupuestales del
MAPA y otros ministerios del Gobierno Federal, generando riesgos de que no
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pudieran realizarse las actividades previstas; y (iii) la ejecución por el Banco


facilitará la contratación de consultores o firmas internacionales que serán
necesarios para la mayoría de los estudios previstos. A través de la SDA, el
MAPA estará involucrado en todas las etapas de la operación, será responsable
de la interlocución directa, de brindar apoyo logístico y proporcionar
informaciones a los consultores que trabajen para esta operación, así como de
participar en diversas instancias de discusión de los resultados y en la
implementación de acciones a partir de los mismos. La SDA facilitará, entre
otras cosas: (i) información necesaria para la elaboración de los productos
estipulados; (ii) acompañamiento y logística, visitas y entrevistas necesarias; y
(iii) convocatoria de los actores relevantes del sector. El equipo de RND
organizará las actividades y supervisará las actividades técnicas, en
coordinación con la SDA. Las contrataciones serán realizadas a través de la
representación del Banco en Brasil. El monitoreo y evaluación final serán
responsabilidad de RND. El seguimiento de la CT será realizado por el Banco,
en coordinación con la SDA del MAPA, por medio de reuniones periódicas y la
revisión y supervisión conjunta de los informes técnicos producidos.
4.2 Como organismo ejecutor, el BID aplicará las políticas de adquisiciones y
directrices relacionadas a los procesos de contratación: (i) consultores
individuales serán contratados de acuerdo a las directrices establecidas en la
política AM-650; (ii) firmas consultoras serán contratadas de acuerdo a la política
GN-2765-1 y sus Directrices Operacionales (OP-1155-4); y (ii) logística y otros
servicios relacionados serán contratados de acuerdo a las políticas establecidas
en GN-2303-20 (Políticas de Adquisiciones Corporativas). Las políticas del BID
también serán aplicables a terceros contratados para implementar esta CT.
4.3 El seguimiento de la CT tendrá como objetivo asegurar el éxito de la
implementación en tiempo y forma de las actividades previstas, evaluando su
efectividad en el largo plazo y asegurando su implementación en los tiempos
previstos, el control del presupuesto, la implementación de los servicios en los
tiempos previstos, y otros aspectos relacionados con la gestión de proyecto. El
BID realizará informes cuatrimestrales, reportando sobre el desempeño de la
ejecución, potenciales problemas y posibles medidas correctivas.

V. Riesgos importantes

5.1 Los riesgos de la operación son medios, y tienen relación con la coyuntura
política y económica actual del país Existe una probabilidad relativamente alta
de que el MAPA, al igual que otros ministerios y organismos del Gobierno
Federal, experimenten cortes o limitaciones presupuestarias durante 2018. Por
esta razón, se ha considerado cofinanciamiento en especie por parte del MAPA
en el dimensionamiento de las actividades y de los resultados de la CT.
5.2 Por otra parte, la CT se podría ver afectada por cambios políticos en el Gobierno
Federal y el MAPA en particular. Para reducir estos riesgos, se promoverán
como parte de la CT actividades de diálogo con los diferentes stakeholders, a fin
de fortalecer la visión sobre la importancia de los servicios de sanidad
agropecuaria, así como de los estudios necesarios para modernizarlos. Se
utilizarán los resultados de los estudios y propuestas generados por la CT para
promover un mejor conocimiento de la situación de los servicios, las debilidades
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existentes, las inversiones y otras acciones necesarias para fortalecerlos y sus


costos y beneficios.
5.3 La sanidad agropecuaria e inocuidad alimentaria son temas de naturaleza
altamente técnica, por lo que han sido menos sujetos a la influencia política que
otros tipos de temas. Por ese motivo, la prioridad que el MAPA ha dado a la
modernización de los servicios de sanidad agropecuaria ha trascendido las
gestiones de gobierno, habiendo comenzado incluso en la anterior gestión.
Existe un grado de comprensión bastante difundido entre diferentes stakeholders
de que son altos los riesgos de pérdidas económicas para los productores
agropecuarios, el empleo y el país que pueden generar problemas de sanidad
agropecuaria. Esto quedó demostrado en el reciente caso antes mencionado de
la industrialización de la carne y en un episodio ocurrido tiempo atrás de
aparición de focos de fiebre aftosa. Fragilidades de los servicios de sanidad
agropecuaria no hacen más que aumentar estos riesgos, lo que exige una
atención urgente.
5.4 Finalmente, la CT será ejecutada en forma directa por el Banco, por lo que los
procesos de adquisiciones –que incluyen básicamente la contratación de
consultorías—no dependerán de hechos que afecten a los mecanismos de
ejecución gubernamental, y la ejecución financiera no se verá afectada por
riesgos derivados de posibles cortes o limitaciones presupuestales que ocurren
a nivel de organismos del Gobierno Federal.

VI. Excepciones a las políticas del Banco

6.1 No se prevén excepciones a las políticas del Banco.

VII. Salvaguardias Ambientales

7.1 Conforme a la Política de Medio Ambiente y Salvaguardias Ambientales


(OP-703), esta CT ha sido clasificada con categoría “C”, no previéndose
impactos sociales y/o ambientales negativos.

Anexos Requeridos:

x Anexo I: Solicitud del cliente


x Anexo II: Matriz de Resultados
x Anexo III: Términos de Referencia
x Anexo IV: Plan de Adquisiciones