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INCÊNDIOS OFICIALIZADOS NO ESTADO DO PARÁ: UMA VISÃO

PANORÂMICA DOS TIPOS E CAUSAS

Erika de Sousa1; Altem Nascimento Pontes2; Antônio Ulisses Lopes de Oliveira3;


Glauce Vitor da Silva4; Nayara de Miranda Dias5

1. Professora. Pós-Graduanda em Gestão, Consultoria, Perícia, Inspeção e


Fiscalização Ambiental pelo Instituto de Ensino Superior da Amazônia
(IESAM)
erika01sousa@yahoo.com.br
2. Professor e Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciências
Ambientais da Universidade do Estado do Pará (UEPA)
3. Cel. do Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA)
4. Ma. em Ciências Ambientais. Universidade Federal do Pará (UFPA)
5. Mestranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Ambientais da
Universidade do Estado do Pará (UEPA)
Recebido em: 31/03/2015 – Aprovado em: 15/05/2015 – Publicado em: 01/06/2015

RESUMO
Os tipos e as causas de incêndios são informações fundamentais para a tomada de
decisões das corporações e órgãos de gestão no combate a estes acontecimentos.
Sendo assim, este trabalho teve como objetivo levantar dados de ocorrências de
incêndios disponíveis no sistema administrado pelo Corpo de Bombeiros Militar do
Pará. A partir dessas informações, foi analisada uma série histórica homogênea de
seis anos (2008-2013). A análise foi baseada em estatística descritiva para obtenção
de médias e frequências dessas ocorrências. Primeiro, os incêndios foram
categorizados quanto ao tipo: edificações, transporte, vegetação e outros. Em uma
segunda análise, eles foram ordenados quanto à causa: acidental, criminosa, natural
e outras não identificadas. Os resultados evidenciam um crescente aumento de
incêndios em edificações e aqueles em decorrência acidental. Portanto, conclui-se a
necessidade de ações de conscientização e de esclarecimento da população quanto
aos perigos e riscos gerados por esse fenômeno. Para tanto, faz-se necessária a
inclusão desse tema nas discussões ambientais, a fim de que as informações sobre
incêndios possam subsidiar políticas de prevenção e proteção do meio ambiente.
PALAVRAS-CHAVE: Estado do Pará. Incêndios. Tipos e Causas.

FORMALIZED FIRE IN PARÁ STATE: A VISION OVERVIEW OF TYPES AND


CAUSES

ABSTRACT
The types and causes of fires are key information for decision-making of corporate
management bodies in combating these events. Thus, this study aimed to collect
data of fire occurrences available in the system administered by the Pará Military Fire
Department. From this information, we analyzed a homogeneous time series of six
years (2008-2013). The analysis was based on descriptive statistics to obtain means

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and frequency of these occurrences. First, the fires were categorized according to
type: buildings, transportation, and other vegetation. In a second analysis, they were
ordered as to the cause: accidental, criminal, natural and other unidentified. The
results show a growing number of fires in buildings and those accidental result.
Therefore, it is clear the need for awareness campaigns and public educational about
the dangers and risks posed by this phenomenon. Therefore, it is necessary to
include this issue in environmental discussions, so that the information about fires
can support prevention and environmental protection policies.
KEYWORDS: Pará State. Fire. Types and Causes.

INTRODUÇÃO
A história diz que o fogo é um dos elementos que constitui a matéria, logo,
este fenômeno é um dos responsáveis pela predominância de vários ecossistemas
terrestres. Entre suas ações o fogo pode ser importante para a regeneração vegetal,
ou desfavorável em ações descontroladas, como os incêndios, que causam diversas
perdas de ordem econômica, social e ambiental (NEVES & CONCEIÇÃO, 2010).
Os incêndios são extremamente violentos e, essencialmente aleatórios,
impossíveis de serem controlados em níveis desejados caracterizando-se como
verdadeiros desastres ambientais ao planeta (SOBRAL et al., 2010). Segundo o
banco de dados do Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA) esses fenômenos
podem ocorrer de forma natural, acidental e/ou criminosa, além dos não
identificados; e os tipos de incêndios mais frequentes são em edificações,
transportes e vegetação.
Em edificações, as ocorrências são identificadas tendo como origens o
vazamento de gás de bujões com explosão, curtos-circuitos em instalações elétricas
por excesso de carga, manuseio de explosivos e outros produtos perigosos em
locais não adequados, esquecimento de ferro de passar roupa, fogões,
eletrodomésticos ligados e outros (SEITO et al., 2008). Nos transportes, os
incêndios podem ocorrer por diversos motivos, seja pelo vazamento de combustíveis
e/ou ao superaquecimento de veículos, ausência do uso de equipamentos de
segurança, entre outros (MORAIS NETO et al., 2010).
As conflagrações nas vegetações podem acontecer por ações antrópicas ou
naturalmente quando agregadas à disponibilidade de combustíveis favoráveis a
efusão deste evento (TORRES et al., 2014). Em muitos casos, essa perda ambiental
se dá pelas forças econômicas motivadas, especialmente, pela continuidade do
manejo de outrora praticados por grande parte dos produtores da agroindústria
(REYDON, 2011).
Em relação às causas, os incêndios podem ocorrer de forma acidental,
criminosa e natural, além das não identificadas pelo CBMPA. As consideradas
naturais são provocadas, principalmente, pelas condições sazonais ambientais, em
que fatores climatológicos, como a diminuição da umidade do material combustível,
a baixa precipitação e a umidade relativa do ar, são fatores determinantes para o
aparecimento de casos de incêndios ocorridos, principalmente, em vegetação
(TORRES et al., 2011).
Os incêndios ocasionados de forma acidental ou criminosa podem ser
oriundos de práticas cotidianas, como atear fogo em lixo e folhas secas, fazer
fogueiras, além de descuido e/ou negligência ao se jogar restos de cigarros acesos,
e abandono de objetos (vidros, latas e outros objetos refletores), os quais podem

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originar a combustão dos resíduos por efeito dos raios solares no ambiente
(SEDUMAH, 2008).
Apesar das evidências de perdas, social, econômica e ecológica causadas
por essas conflagrações, esse assunto não é pautado nas discussões de tomadores
de decisão das corporações pública e privada da sociedade (TORRES et al., 2014).
Nesse sentido, este trabalho objetivou evidenciar os tipos e causas de incêndios no
Estado do Pará, tomando como base o índice de ocorrência disponibilizado pelo
(CBMPA), de modo a constituir uma ponte entre o conhecimento dos fatos e as
ações que devem subsidiar o controle desses eventos.

MATERIAL E MÉTODOS
Os dados disponibilizados nas bases do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE, 2010) apontam que o Estado do Pará possui 7.581.051
habitantes, distribuídos em 144 municípios. Desses municípios, 21 possuem,
atualmente, unidades do Corpo de Bombeiros, são estes: Belém, Ananindeua,
Marituba, Santa Izabel, Castanhal, Capanema, Bragança, Paragominas, Barcarena,
Abaetetuba, Tailândia, Tucuruí, Marabá, Redenção, Parauapebas, Altamira, Itaituba,
Cametá, Santarém, Salinópolis e Breves.
Com base nos registros de incêndios ocorridos nesses municípios, foi
realizado um levantamento e posterior análise dos dados referentes ao número de
registros de incêndios. Estes dados encontram-se disponíveis no Sistema de
Cadastro de Ocorrências de Bombeiros (SISCOB) do CBMPA.
O SISCOB é uma ferramenta que proporciona um conjunto de dados de
atendimentos realizados pela CBMPA, que indica o quantitativo de ocorrências por
cidade, bairro ou quartel, número de vítimas, tipos de ocorrências, entre outras
informações. Os dados foram coletados no mês de março de 2014, para a análise
de uma série histórica de seis anos (2008 a 2013).
A análise foi baseada em estatística descritiva para obtenção de médias e
frequências. Em seguida, procedeu-se a elaboração de gráficos, sendo que o
software utilizado foi o BioEstat 5.3 (AYRES et al., 2007).

RESULTADOS E DISCUSSÃO
A Figura 1 apresenta os dados presentes no SISCOB para o número total de
incêndios, por tipo, no período de 2008 a 2013. Os resultados indicam que os
incêndios em edificações tiveram um valor mínimo em 2011, porém estão com
tendência de alta desde este ano. Uma possível causa é a elevação e acumulação
do capital humano e a distribuição de renda dos trabalhadores, o que estimula a
aquisição de novos equipamentos, potencialmente inflamáveis, ampliando, assim, as
possibilidades de incêndios em suas residências (DIAS & DIAS, 2007).

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FIGURA 1: Total de incêndios por tipo.
Fonte: SISCOB/CBMPA.

Esse mesmo comportamento também pode ser percebido no caso de


incêndios em transporte (Figura 1). Apesar dos números serem menores, a
tendência atual é de uma leve alta nas ocorrências. A elevação da renda é uma
variável social que motiva o crescimento na compra de automóveis no país (PORTO
& TORRES, 2012), refletida no aumento da frota nas cidades. Quanto mais carros
nas rodovias, maiores as chances de ocorrer incêndios em veículos. Essa mesma
consideração pode ser expandida para os demais meios de transporte.
No caso de incêndios em vegetação há uma tendência de queda – do ano de
2012 para o de 2013 (Figura 1). Esse caso configura-se por um conjunto de medidas
constituído de legislação ambiental mais eficaz, fiscalização e multa, que coíbem
ações antrópicas causadoras de incêndios (NOGUEIRA et al., 2002). Conforme
resultados obtidos, essa queda interrompeu uma tendência crescente de incêndios
em vegetação que vinha ocorrendo desde o ano de 2010. Esta tendência de alta foi
ocasionada por diferentes fatores, entre eles o intenso desmatamento para o cultivo
agropastoril (DINIZ et al., 2009).
O conhecimento estatístico sobre como, onde e porque esses incêndios
ocorrem é crucial para definir medidas condicionantes de intervenção e prevenção a
ameaça do fogo (MAGALHAES et al., 2012), logo, a melhor maneira de combater
um incêndio é evitar que ele ocorra. Não obstante, ao considerar que a grande
maioria dos incêndios em vegetação é provocada por ação antrópica, então estes
podem ser evitados por meio de ações educativas.
Na Figura 2, observa-se que a maioria dos incêndios registrados no Estado
do Pará tem causa acidental. Os incêndios acidentais se destacam, sobretudo a
partir de 2010. Um dos fatores pertinentes a esses dados está relacionado com o
mal uso de equipamentos domésticos (ADERSON & JUNIOR, 2010). De acordo com
TAVARES (2013, p. 35), esses acidentes “estão intimamente relacionados com o
comportamento da família, com o estilo de vida, com fatores educacionais,
econômicos, sociais e culturais”.

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Os incêndios criminosos se assemelham aos naturais, conforme pode ser
observado na Figura 2. Em muitos casos esses fenômenos são praticados por
agricultores acostumados a usar a queima no preparo do solo para o manejo de
diferentes culturas. Todavia, essa prática pode ocasionar um incêndio maior que o
planejado, contribuindo para uma perda maior da biodiversidade e emissão de gases
de efeito estufa, não obstante, eles continuam utilizando essa técnica, apesar da
proibição estabelecida pela legislação ambiental (FEARNSIDE, 2002).
Os incêndios de origem acidental foram muito superiores às demais causas,
com exceção das não identificadas, conforme indica a Figura 2. Portanto, ressalta-se
a importância de vistoria (prevenção) e de perícia técnica (pós-incêndio) para a
efetivação de um plano de prevenção, controle e combate aos incêndios. Além
disso, políticas públicas que orientem a população são fortes ferramentas que
podem sensibilizar a sociedade e possibilitar o desenvolvimento de ações práticas e
coletivas no combate às conflagrações (PEREIRA, 2010).
Apesar de não serem tão expressivos e não se observar forte variação, os
dados obtidos de incêndios de origem criminosa merecem bastante atenção em
relação à ocupação do solo para fins econômicos (Figura 2). O incentivo às práticas
sustentáveis no campo, sem o uso do fogo, pode diminuir os riscos de queimadas
descontroladas próximas a áreas com densidade vegetal e alta biodiversidade.

FIGURA 2: Total de incêndios por causa.


Fonte: SISCOB/CBMPA.

Nos últimos anos, a Amazônia tem passado por grandes transformações


ocasionadas por diversos fatores, como o avanço da fronteira agrícola, por exemplo,
que pode acarretar graves impactos ambientais (ALVES & MATRICARDI, 2013).
Mudanças na paisagem também têm sido ocasionadas por eventos extremos, tais
como o agravamento da estação seca na Amazônia central e oriental, resultante do
aquecimento global (NOBRE et al., 2007), contribuindo para o aumento do risco de
incêndios nos ambientes naturais.
Com isso, percebe-se que os incêndios naturais também estão em
crescimento, conforme indica a Figura 2. É complexo fazer um diagnóstico preciso

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sobre os fatores que estão ocasionando esta ampliação dos incêndios naturais, mas
as mudanças climáticas que têm ocorrido em nível mundial podem ser uma das
causas. Pois, a ausência ou a redução das chuvas elevam as ondas de calor
observando-se grandes anomalias propícias a riscos e frequências de incêndios
(SANTOS et al., 2010).
A Figura 2 indica que o número total de causas de incêndios não identificadas
é bem superior às demais – acidental, criminoso e natural. Em todo o período
considerado, de 2008 a 2013, o cenário atual é muito preocupante, pois se essas
causas tivessem sido identificadas pelo CBMPA as políticas públicas poderiam ser
melhor direcionadas para as reais causas desses incêndios.
Partindo da formulação de apropriação de SANTOS (2008), a pesquisa sobre
os incêndios, na Amazônia, compreende os longínquos caminhos da realidade
multifacetada da região, a partir das necessidades existentes em cada lugar. Se por
um lado, em alguns municípios existem unidades de pronto atendimento do CBMPA,
por outro, há muitos sem essa cobertura.
O Estado do Pará evidencia a pluralidade de dinâmicas socioambientais que
se inscrevem nesse imenso território, com singularidades históricas e culturais, em
que os usos sociais representam para essa população um divisor de águas dos
meios de informação e acesso aos serviços oferecidos pelo Estado, onde se
estabelecem diferentes dinâmicas sociais espaçadas de cada lugar (SANTOS,
Ibidem).
Os dados estatísticos de incêndios atendidos pelo CBMPA compreendem a
realidade [re]produzida no cotidiano dessa população, entendendo que esses
processos podem ser ressignificados de acordo com suas especificidades (SILVA et
al., 2003). Nesse sentido, a fim de reduzir esses números significativos de
ocorrências, é possível trabalhar, preventivamente, políticas de Educação Ambiental
com fulcro no combate à vulnerabilidade ambiental, com o intuito de acender o fogo
da responsabilidade social (SAITO, 2002; RODRIGUES & COLESANTI, 2008;
SULAIMAN, 2011; PELEGRINI & VLACH, 2011).

CONCLUSÃO
Os indicadores dos incêndios analisados evidenciaram o aumento de
ocorrências típicas de áreas urbanizadas (edificações e transportes). Por outro lado,
no último ano houve uma queda considerável nos registros de incêndios em
vegetação. Em termos de causas, há uma prevalência dos incêndios acidentais, em
comparação aos criminosos e naturais. Porém, não se pode afirmar que esta
configuração é real devido a um número excessivo de incêndios não idenficados.
Os incêndios, em termos de tipos e causas, no Estado do Pará, tem sido uma
preocupação constante do CBMPA. Contudo, políticas públicas voltadas para
educação ambiental e a ampliação da fiscalização para mitigar as infrações
responsáveis pela maioria desses incêndios poderiam reduzir o número de
ocorrências e assim minimizar os riscos ambientais.

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