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Expediente

Escola Bíblica de Férias – Edição 2016


Publicação
Associação da Igreja Metodista
Produção
Departamento Nacional de Trabalho com Crianças (DNTC) da Igreja Metodista
Secretaria para Vida e Missão
Joana D’Arc Meireles
Bispa Assessora da CONEC e DNTC
Marisa de Freitas Ferreira
Coodernação Nacional de Educação Cristã – CONEC
Eber Borges da Costa
Coodernação do Departamento Nacional de Trabalho com Crianças – DNTC
Rogeria de Souza Valente Frigo
Coordenações Regionais de Trabalho com Crianças
Lucia de Almeida Assis (1ª RE)
Andréia de Mello Vasconcellos e Otto Luiz da Rosa de Vasconcellos (2ª)
Elaine Rosendal Siqueira da Silva (3ª RE)
Annesley de Paula Pontes (4ª)
Luciane Moura dos Santos Fonseca (5ª RE)
Lêda Wesley de Souza Cascione (6ª RE)
Luciana Maurício (7ª RE)
Elisangela Faria de Souza Veiga (8ª RE)
Raquel Pereira Magalhães (REMNE)
Composição do Texto
Equipe Nacional de Trabalho com Crianças
Texto Final e Organização Geral
Rogeria de Souza Valente Frigo
Colaboração
Irlene Moreira da 4ª Região, Pra Welen Cristina O. A. Pascoal da 4ª Região e
Rosangela Fernandes Aguiar Assumpção da 7ª Região.
Revisão Ortográfica
Maria Mendes da Costa
Ilustrações
Ednei Marx
Aventureiros em Missão - DNTC (Marca Registrada)
Projeto Gráfico e Editoração
Alixandrino Design
Av. Piassanguaba, 3031, Planalto Paulista - São Paulo/SP - CEP: 04060-004 | Tel. (11) 2813-8600
www.metodista.org.br | criancametodista@gmail.com
Apresentação

Alegria de produzir frutos


Bispo Luiz Vergílio Batista da Rosa

De todo o bem e cuidado recebidos, Nos braços de Jesus há um infinito espaço,


Como presentes de Deus, o Criador; Onde a vida de cada criança é acolhida,
É a mesma bondade repartida, Onde a infância é sempre protegida,
É o “tudo de bom” que desejamos, Para que não sejam estatísticas, duras, frias,
A todas as pessoas, com amor. Na contabilidade de um Estado.

Partilhar, sempre, das coisas que gostamos, Pois anunciar que Cristo, em Seu Reino,
Nos traz um sentimento de euforia, Manifesta a Sua graça, e salvação,
Vivenciadas em todo o tempo, junto à família, Para que todas as crianças tenham
Na Igreja, na escola, onde estamos, Saúde, moradia, acolhimento e pão,
Com nossos amigos e amigas, a cada dia. Transformados em frutos de alegria.

Pois, é sempre prazeroso, o que amamos, Assim, cada criança também pode,
Multiplicando-se em todas as direções, Repartir de tudo quanto recebeu,
Na forma de sorrisos, abraços, bem-estar, Como prova do amor, e, em cada dia,
Nas brincadeiras, nos cânticos, nas danças, Compartilhar os frutos do Evangelho, com alegria,
Nas mãos, sempre estendidas, pra ajudar. E gratidão pelo quanto Deus nos deu.

Lembramos do carinho de Jesus,


Ao semear um mundo novo, e, em comunhão,
Chamando cada menino e menina,
Para anunciar o seu Reino e sua Missão,
Caminho de solidariedade e de luz.

Pois o nosso amado e amoroso Deus,


Acolhe, sem reserva, nos braços Seus,
Crianças de todos os povos e nações.
A infância tem muito, ao mundo, oferecer:
Um novo mundo, sem injustiça e dor.

No semear as flores da ternura,


Da sensibilidade aos sofrimentos humanos,
Lançar semente de esperança aos sem destino,
Vítimas da insensatez, da violência armada.
Jesus aconchega a si os pequeninos.
Sumário

1 Abertura
Rogeria de Souza Valente Frigo
5

2 A alegria de produzir frutos – João 15


Bispa Marisa de Freitas Ferreira
7

3 A alegria de produzir frutos – Gálatas 5


Pastora Hideide Brito Torres
9

4 Estrutura 11

5 Crianças de 4 a 11 anos - Programação 34

6 Crianças de 0 a 3 anos - Programação 87

7 Classe de pais e mães 113

8 Culto de encerramento 130

9 Fontes de pesquisa 140

4
1
A alegria de produzir frutos

“Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus 7.20)


Com alegria e gratidão a Deus, entregamos Equipe Regional de Trabalho com Crianças da
ao pessoal que trabalha com crianças, na Igre- 6ª Região Eclesiástica e a liturgia do culto de en-
Rogeria de Souza Valente Frigo

ja Metodista, o programa para a Escola Bíblica cerramento foi organizada, em conjunto, pelas
de Férias do ano de 2016. Nossas propostas de Equipes Regionais de Trabalho com Crianças da
atividades são sugestões que, naturalmente, 3ª e 5ª Regiões Eclesiásticas.
vão ganhar forma, somadas ao conhecimento Estamos fornecendo material suficiente, para
e àcriatividade de cada equipe local, que se dis- que seja organizada uma Escola Bíblica de Fé-
puser a colocá-las em prática, enriquecendo e rias, de até seis dias de funcionamento, conten-
concretizando o sonho da equipe que planejou
Abertura

do programas diferenciados para crianças de 0


e realizou a formulação dessa proposta. a 3 anos, 4 a 11 anos, classe de pais, mães e res-
Sabendo que estávamos produzindo um ma- ponsáveis e, ainda, um roteiro para um culto de
terial, para ser usado pelo pessoal que trabalha encerramento que seja a culminância do proje-
com crianças, de toda a Igreja Metodista, espa- to. Sugerimos que, os textos que acompanham
lhada por esse nosso imenso país, com reali- esse material, sejam usados para momentos de
dades tão diversas e específicas, dono de uma estudos com as equipes dos Ministérios Locais
vasta diversidade cultural e riquezas regionais, de Trabalho com Crianças. Todo esse material
refletimos que, dificilmente, poderíamos produ- deverá ser adaptado a cada realidade local, po-
zir um material que atendesse a todas as especi- dendo ser usado em sua totalidade ou parcial-
ficidades de cada grupo, ao longo desse nosso mente.
imenso espaço geográfico. Tentamos, com nosso Estruturamos esse programa, definindo subte-
esforço, apresentar ideias que servissem de ins- mas que pudessem abordar as principais ques-
piração, para que cada equipe local de trabalho tões relacionadas ao tema principal da EBF e do
com crianças, pudesse organizar e desenvolver a trabalho anual do Departamento de Crianças: “A
sua EBF, enriquecendo e adequando as propos- alegria de produzir frutos”. Apresentamos os
tas às suas realidades, atendendo, assim, às suas temas e suas idéias centrais que estarão sendo
crianças, de forma mais precisa. trabalhados no conteúdo sugerido, na progra-
Os dias da EBF 2016 foram elaborados num mação de cada dia:
trabalho conjunto, entre as nossas diversas Regi- 1) “A alegria de produzir frutos: de discipu-
ões Eclesiásticas, a fim de produzirmos um mate- lado” – as crianças fazem parte da Igreja, por-
rial mais rico e que expresse melhor as diferentes tanto, de todas as suas ênfases e propostas. Cre-
realidades desse nosso imenso país. Contando mos que crianças devem ser orientadas como
com a contribuição de várias de nossas Equipes discípulas, prioritariamente, por seus pais, mães
Regionais,a composição da EBF 2016 deu- seda e responsáveis e que a Igreja como parceira,
seguinte forma: a programação do 1º dia da EBF no processo educativo da fé, pode somar com
foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho suas famílias ,como referência de vida de disci-
com Crianças da 4ª Região Eclesiástica; a pro- pulado. Queremos possibilitar, às crianças, ex-
gramação do 2º dia da EBF foi organizada pela periências que promovam aprendizado sobre a
Equipe Regional de Trabalho com Crianças da importância de ser um(a) discípulo(a); despertar,
2ª Região Eclesiástica; a programação do 3º dia nelas, o interesse de estar aprendendo mais so-
da EBF foi organizada pela professora Rosangela bre Deus e sobre o que Ele espera de nós como
de Aguiar Assumpção, da 7ª Região Eclesiástica; discípulos(as) seus(as).
a programação do 4º dia da EBF foi organizada
pela professora Rogeria de Souza Valente Frigo, 2) “A alegria de produzir frutos: pelo Espíri-
da 7ª Região Eclesiástica; a programação do 5º to de Deus” – a Igreja de Cristo só desenvolve a
dia da EBF foi organizada pela Equipe Regional sua missão, produzindo frutos, se movida, capa-
de Trabalho, com Crianças da REMNE; a pro- citada e orientada pelo Espírito Santo de Deus.
gramação do 6º dia da EBF foi organizada pela Queremos que nossas crianças entendam que o

5
Espírito Santo de Deus é quem orienta a ação mi- nha de Jesus, onde quer que esteja. Cada um de
nisterial da igreja, dá entusiasmo para o trabalho e nós é Igreja, portanto, esse testemunho é comuni-
capacita com os dons necessários. tário e também individual. Dar testemunho cristão
3) “A alegria de produzir frutos: na missão” – a é compartilhar a nossa fé sincera em Cristo, isso
missão da Igreja é essencialmente dar continuida- não significa apresentar o Evangelho, através de
de à missão de Jesus: de pregar o evangelho do debates ou discussões mas sim, revelar o Jesus in-
Reino de Deus e fazer discípulos em todo o mun- visível às pessoas. Através das nossas atitudes, da
do, ensinando-lhes exatamente o que Jesus ensi- presença do Espírito Santo em nós, demonstrado
nou. Desejamos que nossas crianças conheçam pelo seu fruto, moldando o nosso caráter; através
sobre a missão da Igreja e saibam que são partici- de atos de bondade e misericórdia, de uma vida de
pantes dela. serviço e envolvimento, com as dores alheias. Nos-
sas crianças precisam ser levadas a perceber que
4) “A alegria de produzir frutos: em comu- são chamadas a viver uma vida de testemunho do
nidade” – a missão, deixada por Jesus aos seus amor de Deus, onde o amor se expresse não só por
discípulos, é de responsabilidade de toda a Sua palavras, mas pela ação, em favor das outras pes-
Igreja. Isso inclui as diferentes faixas etárias que a soas.
compõem: crianças, adolescentes, jovens, adultos
e idosos. A Igreja de Cristo existe pelo Seu amor 7) Culto final: “A alegria de produzir frutos: de
demonstrado na cruz, que nos redime, e pela ação paz” - Afirmamos que há alegria na produção dos
do Espírito Santo de Deus que nos faz ser uma uni- frutos, pois são frutos produzidos por discípulos/as
dade de pessoas que se amam, cuidam-se, mutu- do Reino de Deus, movidos pelo Espírito Santo de
amente, exercem seus dons, como complemento Deus, frutos que acontecem na missão que Jesus
dos dons uns(umas) dos(as) outros(as). Queremos nos chamou a realizar, no meio da comunidade de
que nossas crianças vivenciem experiências que as fé que é o corpo de Cristo, e nos espaços onde essa
levem a reconhecer que a missão da Igreja é cole- Igreja desenvolve a sua caminhada missionária.
tiva, que fazemos a nossa parte para que o Reino Cremos que a alegria que o Senhor Deus nos dá é o
de Deus aconteça, e que nosso trabalho, somado que nos fortalece, ministerialmente, e que ela não
ao dos(as) outros(as) componentes do Corpo de nos falta. Também afirmamos que é uma caminha-
Cristo, resulta na missão. da missionária permeada pela paz, que vai além
do que todo conhecimento pode explicar, mas se
5) “A alegria de produzir frutos: nos caminhos apresenta de forma concreta e acompanhada da
da missão” - a missão da Igreja acontece em di- justiça, capaz de reproduzir a atmosfera do céu, no
ferentes espaços ministeriais, mas sempre começa seio da Igreja de Cristo. Queremos possibilitar às
no lugar onde estamos (na nossa vizinhança, nos nossas crianças, juvenis, jovens, adultos e idosos,
ambientes onde frequentamos e convivemos com um momento cúltico onde possam, no diálogo co-
outras pessoas, na nossa casa etc). Éo nosso vigor munitário com Deus, perceber que a igreja cami-
missionário que abrirá nossos olhos, para os cam- nha na prática da justiça, gozando de paz e alegria.
pos de missãoe é para essas pessoas, que nos ro-
deiam, que somos chamados a pregar a tempo e Somos gratos e gratas, primeiramente, a Deus
fora de tempo. Nossas crianças podem, desde bem que nos inspirou e motivou e também a todos e
cedo, aprender que a missão acontece em diferen- todas que estiveram unidos na composição desse
tes espaços físicos e perceber que são chamadas material.
a serem discípulos(as), desde o ambiente em que Oramos a Deus, para que abençoe o trabalho das
vivem, testemunhando o amor de Deus. mãos que aceitarem o desafio de fazer acontecer
6) “A alegria de produzir frutos: de testemu- essa proposta da Escola Bíblica de Férias 2016, fa-
nho” - a Igreja de Cristo é chamada a ser testemu- zendo-o frutífero, onde Deus os convidou a servir.

Com imenso carinho,

Rogeria de Souza Valente Frigo


Coordenadora do Departamento Nacional de Trabalho com Crianças

6
2
Introdução o tomateiro, os tomates; a jabuticabeira, a jabu-
A alegria de produzir frutos - João 15

Aquilo que se repete termina por parecer ba- ticaba... Os rios seriam criadouros naturais para
nal. Esclarecendo: se acordamos todos os dias, peixes, plantas aquáticas, pequenos seres vivos
temos a impressão de que o ato de acordar é (cada um, desempenhando o seu papel, na ca-
rotineiro e até direito adquirido, quando na ver- deia alimentar). Assim com o mar e o ar. Tudo
dade é um ato miraculoso da bondade de Deus. bem equilibrado, contando com a força do dia e
Não é direito acordarmos todos os dias – é um da noite, da chuva e do sol. Indiscutivelmente, o
presente (tempo de hoje) como também dádiva, melhor centro produtor de vida e sustentador da
o acordar. Pode até parecer algo banal, mas é um mesma, seria a terra. Cada coisa no seu devido
ato divino a favor da humanidade. É sinal visível lugar e na sua devida função.
do renovo da misericórdia de Deus, a nosso fa- 4 - Até que...
vor.
Até que o pecado se estabeleceu na terra. Até
1- Olha o lanche! que a humanidade escolheu o caminho de dona
da terra e não de cuidadora da mesma. Comeu
Bispa Marisa de Freitas Ferreira

Outra experiência que se repete: a hora agra-


dável de desfrutar do alimento (não para todas do fruto do conhecimento do bem e do mal. Tra-
as pessoas – algumas não têm o que comer). Mas gédia instalada: já não se mata a paca só prá sa-
para quem tem o mínimo necessário à vida, en- ciar a fome do dia: mata-se em quantidade, a fim
tão estas são palavras ouvidas: “hora do lanche, de vender esta carne e concentrar moeda (lucro),
moçada!”. Junto a esta fala segue-se, quase sem- a partir da mortandade destes animais. Assim
pre, um movimento de corrida até o local, onde também com a terra: para desenvolvimento da
se dispôs o alimento. Hora boa! E que deveria ser humanidade, sacrificam-se os rios, o ar, o mar e
acessível a todo o universo. E isto só não acon- toda a vegetação. Até parece que a vida humana
tece, porque o mundo é marcado pelo pecado não depende de todos os outros tipos de vida da
– assim, quem tem muito, não se envolve com terra. Diante disto, acho prudente a pergunta: “É
quem nada tem. Conquanto tais disparates exis- o ser humano assim tão inteligente quanto en-
tam, ainda assim, não anulam o fato de que a tende que é?”
hora da alimentação é necessária e prazerosa. E 5 - Produzir fruto?
por tal privilégio é que se agradece a Deus.
Há quem pense que os frutos da terra, do ar
2 - Alimento não nasce por acaso e da água nascem dos supermercados. Ou são
Quando Deus criou o mundo e a humanida- produzidos a partir de fábricas e indústrias. Ou
de, providenciou a fonte de alimento: água, ar e procedem das empresas de fastfood. Então o
terra. Cada um destes elementos, contribuiriam raciocínio é: tenho dinheiro, logo compro. Não
para sanar as necessidades nutricionais da vida preciso produzir – só quero consumir. Não me
humana. Quando Deus cria, não abandona. Pelo importa de onde vem – quero ter à minha mesa.
contrário: Ele cria e se compromete com a Cria- Há quem pense que produzir só tem sentido,
ção. Por isto mesmo, ao criar a vida humana na quando traz retorno financeiro: faço se obtiver
terra, providenciou todas as fontes de nutrientes lucro. Caso contrário – não há porque me esfor-
necessárias à perpetuação da vida. Da terra vêm çar. E como raciocinar diferente, se não se sobre-
os legumes, os vegetais, as frutas, os grãos... Do vive sem o “mágico dinheiro”? São os tempos
ar e da água vêm os peixes, as aves e os animais atuais. Não somos mais pessoas que convivem
e, evidentemente, a água – fontes de proteí- com a terra – a maioria de nós é gente de cidade.
na, cálcio e minerais. Não há nutricionista mais Portanto só conhecemos os alimentos, quando
perfeito/a que o Deus Criador. Providenciou os vemos nas feiras ou nos supermercados.
tudo de maneira perfeita e saudável.
6 - A alegria da pitombeira
3 - Cada coisa no seu lugar A alegria do pé de pitomba é produzir pitom-
Assim é o nosso Deus. Deus perfeito. Criou ba. É da natureza dela produzir o fruto. É árvore
a terra e tudo que nela há – e entregou tudo à plantada por Deus, no início de todos os tempos,
humanidade. Não havia defeito na criação. A para produzir este fruto. Não importa se terá
mangueira produziria mangas em abundância; lucro com a produção do fruto – ela produzirá

7
a pitomba. Se ela está em condições normais de do Espírito. Este fruto só pode ser produzido por
temperatura, de hidratação e de solo, então não aquele/aquela que nega-se a si mesmo, toma a
dará outro resultado a não ser: muita pitomba. E o cruz de Cristo e O segue. Aquele que procede de
mesmo se dá com a umbuzeira, com a tamarineira, uma vida que, reconhecendo-se pecadora, arre-
com o pé de laranja, com o limoeiro, com o toma- pende-se e volta-se para Deus. A partir daí, é ramo
teiro... Todos/as com “DNA” certinho para produzir da videira. Está na videira e se alegra em produzir
fruto. Destes frutos se alimentam pessoas, animais, muitas uvas. Mas a alegria não pára na produção
aves, insetos... A vitória da árvore frutífera é estar do fruto: está no fato de se doar, como fruto, e ali-
carregada de fruto – nisto reside a sua natureza. mentar as multidões. O fruto não se preocupa em
E fala sério: uma pitangueira carregada, um ca- se preservar bonito e intocável. Não. Ele é lindo –
jueiro amarelinho de tanto fruto, um jenipareiro mas é para ser consumido. A missão da uva é ser
carregado e cheiroso!!!! E a gente embaixo delas, alimento para alguém.
às suas sombras, comendoos frutos. Maravilha. Ri- Aí está a alegria de produzir fruto: ser alimento
queza de vida. Prazer inesgotável! Privilégio indes- para. É reproduzir a vida que Cristo, o Santo de
critível. Deus, viveu. E a força para este ramo produzir e se
Nisto consiste a missão da terra, do ar e da água: oferecer, como alimento, vem do Espírito Santo de
dar-se de si a quem deles/as precise – doação que Deus. O Pentecoste acontece todo dia, possibili-
multiplica a vida. tando que o ramo produza fruto e mate a fome de
Deus para todos/as que estão a morrer de fome e
7 - Na videira sede Dele.
É assim que Cristo se compara a uma videira: Ele 9 - Onde está a sua alegria?
é árvore frutífera que se doa para alimentar multi-
dões. Não produz frutos para ostentá-los: produz Se alguém está em Cristo, é nova criatura. É ramo
para alimentar as vidas que Dele se aproximem. reavivado e produtor de fruto. Sob as suas sombras
Quem cuida Dele é o Pai, o agricultor. Deus tem multidões se achegam para se alimentar e descan-
um projeto para esta videira: dar-se ao mundo, sar. E inevitavelmente passam a ser também ramos
para salvá-lo de todas as doenças que o pecado que produzem sombra e fruto. A alegria do Reino
lhe trouxe. A praga que extermina a raça humana de Deus não é medida pelo que se tem, mas pelo
(e todo o planeta terra) é o fruto do pecado que que se é capaz de fazer, a favor das vidas que pe-
a própria humanidade produz. Este fruto é claro recem, na desnutrição que o pecado produz. Se
em toda a Palavra de Deus: morte, guerra, fome, alguém se diz estar em Cristo, produzirá o mesmo
inveja, gula, mentira, ódio, preconceito, arrogân- fruto que Ele. E será reconhecido/a como alguém
cia, vaidade, idolatria, injustiça, desamor, rejeição que altera o ambiente onde está. É este o chamado
ao Criador, desrespeito, exploração de humanos/ de Cristo: “venham até mim e farei de vocês pesso-
as por humanos/as... E por aí vai. Esta praga adoe- as que alcanças outras pessoas”.
ce toda a terra. Causa tragédias irreparáveis. Mas o Que a alegria da Videira esteja presente conos-
Senhor Criador, Deus Pai-Filho-Espirito Santo, tem co! Que ela seja maior que nós, de tal maneira que
o remédio apropriado para dar fim ao poder desta Cristo cresça e que nós diminuamos.
praga: a vida do Seu Filho Jesus Cristo. Quem se
alimenta dos ensinamentos de Cristo, resiste ao
poder assassino do pecado.
Quem come do pão e bebe do cálice de Jesus,
então passa a ser enxerto da videira. E recebe a
mesma seiva que Jesus recebeu: o poder do Espíri-
to Santo, a fim de produzir fruto saudável a toda a
humanidade: alegria, paz, bondade, benignidade,
amor, fé... Gálatas 5.
8 - A alegria de produzir fruto da videira
Tal como com Cristo, todo/a aquele/a que Nele
está tem um “DNA” específico: produzir o fruto

8
3
O papel das gentes grandes, na vida cristã das crianças
A alegria de produzir frutos - Gálatas 5

Há uma história sobre um homem que foi a para dentro, por imitação e inculcação (Deute-
uma loja de virtudes. Ele queria comprar amor, ronômio 6 é o exemplo mais didático desse pro-
fé, bondade, perdão. O anjo que atendia ao bal- cesso).
cão, deu-lhe um pote de cada pedido. Ressenti- Assim, a criança aprende a ter fé, da mesma
do, o homem reclamou que nada do que havia forma que aprende a andar. Não aprendemos
pedido, estava pronto. O anjo respondeu: “Se- a dar nossos primeiros passos, porque acredi-
nhor, aqui só vendemos sementes”. tamos em nosso próprio potencial. Só fazemos
Na vida de toda pessoa cristã, existem semen- isso, porque alguém nos dá a mão, segura-nos,
tes. Nós as recebemos de nossos pais, mães, pa- envia-nos impulsos e ritmos, coloca-nos de pé.
rentes, membros da igreja, pessoas que perpas- Depois, segue com palavras de incentivo, de de-
sam nossa história, trazendo-nos um pouco de safio, chama-nos, aplaude, grita, vibra, até que,
Deus (2Tm 1.5). Nós as ministramos sobre nossas por um impulso de agradar à voz de quem cha-
crianças. O processo da semeadura é a expres- ma, colocamos os pés, um à frente do outro, e
Pastora Hideide Brito Torres

são bíblica para a inserção da Palavra, na vida andamos. Andar é um ato de fé, em resposta ao
de qualquer ser humano. Há até mesmo uma amor de quem anseia por nossa autonomia e
expressão teológica chamada “lei da semeadu- crescimento.
ra”, mediante a qual só poderemos colher o que Mas não é só. Uma vez que aprendemos a an-
plantamos (Gl 6.7-8). Quem planta amor, colhe dar e firmamos os artelhos e joelhos, então não
amor. Quem planta perdão, recebe perdão e as- precisamos mais de fé para isso. Somos capazes
sim por diante. É claro que depende bastante de andar por nós mesmos e não dependemos de
da semente plantada. Mas a colheita também ninguém para fazê-lo.
sofre os fatores do solo, do tempo, do cuidado
do semeador (veja todas as parábolas de seme- Vem o desafio seguinte: andar de bicicleta.
adura, como levam em conta a postura de quem Outra vez nossa vida está nas mãos da pessoa
semeia). Nada é garantido. Por isso, pode ser que que segura o guidão, que apoia atrás, que con-
a semente boa se perca; ou que, mesmo tendo sola quando caímos, que insiste novamente, que
o solo bom e a semente boa, o semeador se re- pronuncia palavras de confiança, enquanto tira
vele um mercenário, plantando fora do tempo, as rodinhas, que dá beijos no joelho ralado, que
descuidando da semente, sendo negligente na dá bronca porque a gente nunca sai do lugar e
tarefa de inibir ervas daninhas, etc. depois grita porque damos três pedaladas... ou-
tra vez é um processo de fé, ainda mais duro e
Outro dia, em minha igreja, preguei sobre a fé. demorado talvez que o primeiro.
Fiz uma pergunta sobre o assunto, que me pare-
ce basilar quando se pensa nisso: “Como conse- Porque agora que crescemos, a fé encontra a
guir ter fé?” Imagino que seja essa, de verdade, a barreira de mais perguntas e dúvidas, que não
pergunta dos discípulos, quando pedem a Jesus estavam lá da primeira vez. E assim é por toda a
que lhes ensine a orar (Lc 11.1). Não se trata de vida. É o desafio de aprender a dar novos tipos
ter as palavras certas, para falar com Deus. Trata- de passos, que vão levar nossa fé adiante. Sem-
-se, muito mais, em definir a maneira pela qual pre vai resultar em autonomia, mas nunca em
nos aproximamos dele, de modo a ter o máximo independência, porque o estímulo para que ela
possível de certeza de que Ele nos ouvirá e, even- cresça vem desse Deus que, como um pai e uma
tualmente, segundo a Sua graça, nos atenderá. mãe fazem, grita palavras de incentivo, aplaude
nosso crescimento, celebra cada vez que volta-
Inicialmente, abordei o fato de que a fé é en- mos para casa e nos dá garantia de presença,
sinável. Ela é entendida na Bíblia, como um pro- conforto e abrigo.
cesso relacional, que se aprende no seio da co-
munidade que celebra, na família que recorda Dessa relação, é que vêm tanto a fé quanto os
festa e, por fim, torna-se pessoal, na entrega da demais frutos do Espírito. Todos eles são relacio-
vida a Deus. Ela começa, de algum modo, de fora nais. Todos eles são, de alguma forma, perguntas
e respostas trocadas na vivência com as pessoas

9
e com o Espírito de Deus. Todos eles são sementes independência nos levará a algum lugar, mas es-
plantadas, no solo da vida da Igreja. tamos criando nossas crianças, para uma vida sem
Na qualidade de educadores e educadoras, nos- Deus, esperando que em algum momento elas
sa tarefa é a da semeadura. As sementes são os va- decidam sozinhas... Como? Se não estamos plan-
lores e princípios da palavra de Deus, que recebe- tando? Se não investimos nelas por meio da Escola
mos Dele em primeira mão, por meio do processo Dominical, dos grupos pequenos, dos ministérios
de crescimento em fé que nós mesmos atravessa- bem preparados? Se os pais ocupam seus dias com
mos. Eu sempre digo que ninguém pode dar o que tantos afazeres que, aos domingos, elas não que-
não tem. Para que haja em nós a alegria dos fru- rem ir à igreja?
tos, é preciso, em primeiro lugar, que sejamos,, nós Esses dias mesmo, eu me assombrei de ver, numa
mesmos o resultado de sementes (1Co 11.1). Sem postagem de facebook, acerca de um batismo por
a experiência pessoal com Cristo, a pessoa que tra- imersão, alguém comentar, dizendo que finalmen-
balha com crianças pode ser um excelente educa- te, a Igreja Metodista havia assumido essa forma de
dor ou professor, mas jamais será alguém que dis- batismo e que, assim, as crianças agora poderiam
cipula nos moldes de Cristo. Ele jamais ofereceu, a decidir, sendo batizadas a penas quando adultas.
qualquer de seus seguidores, uma perspectiva de Perceba, não é a forma de batismo a questão aqui,
Deus que não fosse resultado de sua própria vivên- mas de que maneira uma forma de batismo traz
cia. uma teologia que, claramente, exclui os peque-
Ensinamos nossas crianças a desenvolver seus ninos e pequeninas do processo da graça, faz os
frutos, por meio de nossas histórias, acerca do que pais e mães se omitirem de seu papel, na aliança
Cristo fez em nós. Fomentamos nelas o espírito de com Deus e joga por terra nosso esforço de anos e
adoração, à medida em que nos deslumbramos anos tentando educar nosso povo, dentro de nos-
,diante delas, ao ler a Palavra divina e quando lou- sa teologia inclusiva, do valor da experiência delas
vamos e adoramos. Mostramos que Cristo é nosso e de nosso selo como pais e mães sobre suas vidas.
Senhor, ao invocá-Lo, cotidianamente, diante dos Eu jamais abdicarei da fé no batismo infantil. Sou
desafios que se nos apresentam. E essa é uma ra- fruto dele, como cristã e como metodista. Minhas
zão primordial para que também celebremos seus filhas foram acolhidas nessa fé. Meus irmãos e irmã
pequenos passos de fé, suas afirmações teológicas também. E meus tios e tias. Tenho uma história de
mais lúdicas, as surpresas com que nos presen- frutos para contar. As sementes que eu plantei vie-
teiam, ao demonstrar seu modo de entender a re- ram da mesma raiz das quais fui alimentada. E “se a
velação divina. raiz é santa, os ramos também o serão” (Rm 16.11).
Por isso e por fim, creio que é preciso que nós, Por isso é que quando algo emerge como amos-
adultos e adultas, reaprendamos o valor da cele- tra de fé e frutos na vida das crianças, temos de
bração. Sofremos tanto, plantando e cuidando da reunir os amigos e amigas e fazer uma grande
semente que, quando ela brota, damos um suspiro festa. A igreja precisa celebrar a fé dos pequenos
aliviado e nos viramos para o próximo campo seco, e pequenas. Dar-lhes espaço de testemunho e lou-
sem nos apercebermos do milagre que é esse bro- vor. Investir pesado para que tenham as melhores
tar da fé, no coração de nossos pequenos. condições de frutificar e depois celebrar, celebrar
muito, a festa da vida.
Damos por certas tantas coisas! Achamos que a

Hideide Brito Torre


hideide@gmail.com

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Escola Bíblica de Férias - 2016

A Escola Bíblica de Férias é um dos espaços encontros, de quatro horas cada, e o programa
educativos da fé da criança. Um lugar onde nos de um culto especial de encerramento da Escola
encontramos para falar sobre Deus e a nossa ca- Bíblica de Férias. O aproveitamento desse pro-
minhada com Ele. Oferece uma oportunidade grama deverá ser adaptado à realidade de cada
para que as crianças conheçam mais da vontade comunidade local. Caso não seja possível utilizar
de Deus para suas vidas. Nossa Igreja tem valo- todo o programa em dias consecutivos, ele pode
rizado este espaço por reconhecer que, mais do ser desdobrado em sábados de tardes alegres.
que qualquer outraatividade, a EBF tem aberto Cada ministério local de trabalho com crianças
Estrutura

nossas portas à recepção e acolhida, em nossos deve adequar essa programação à sua possibili-
espaços, daquelas crianças que vivem no entor- dade.
no de nossos prédios e que nunca haviam par-
Aos Ministérios Locais de Trabalho com Crian-
ticipado de nossas programações. Muitas delas
ças cabe a grande responsabilidade de empre-
nos visitam pela primeira vez e não haviam ouvi-
ender todo o esforço no sentido de possibilitar
do ainda falar sobre o Evangelho de Cristo.
às suas crianças essa experiência tão frutífera e
Nosso desafio é proporcionar às crianças um produtiva, mobilizando suas equipes e não me-
ambiente em que elas possam sentir-se bem e dindo esforços na crença de que essa Escola Bí-
em comunhão com as demais crianças e com os blica de Férias há de deixar marcas profundas e
adultos responsáveis. Que guardem a sensação visíveis na vida de cada um de seus pequenos.
de que a Casa de Deus é um lugar seguro e agra-
dável.
Objetivos Gerais
Sendo um dos espaços educativos oferecidos
pela Igreja, a EBF tem sido uma excelente opor- Possibilitar às crianças da comunidade de fé
tunidade da comunidade de fé cumprir a sua e circunvizinhança experiências de Educação
responsabilidade pastoral para com as crianças, Cristã que as levem ao crescimento no conheci-
assumida no ato do batismo infantil. Apresenta- mento de Deus, na convivência e na experiência
-se como lugar de crescimento e aprendizagem pessoal com Deus;
mútua tanto das crianças como dos adultos, jo- Possibilitar às crianças um ambiente de ale-
vens e adolescentes que participam do projeto gria, criatividade, interação e comunhão que
como família de fé.A EBF é mais uma possibilida- possa levá-las ao sentimento de prazer de estar
de educativa no processo de formação da fé e do na Casa de Deus, e contentamento por pertencer
senso de pertença à família da fé por parte dos à família de fé;
pequenos; é um espaço para a ação de Deus na
vida das crianças, de suas famílias e da Igreja. Possibilitar experiências que as levem à com-
preensão do amor de Deus por nós revelado em
Sabemos que a abrangência de sua obra vai seu Filho Jesus Cristo e as levem a aceitar esse
muito além daqueles momentos passados junto amor em suas vidas, deixando Jesus ser o Salva-
a nossas crianças. Não é raro ouvirmos testemu- dor e Senhor de sua existência;
nhos de pessoas que hoje são adultas e que nar-
ramsobre terem sido impactadas naqueles dias Possibilitar oportunidade para que as crian-
“inesquecíveis”, do quanto aqueles momentos ças possam responder ao amor de Deus, consa-
foram definitivos para se decidirem pela fé em grando suas vidas ao serviço do seu Reino e ao
Jesus. próximo.

Estamos disponibilizando o material para seis

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Sugestões básicas para a EBF

O Coordenador ou coordenadora deve: • Ter um cuidado especial com a recepção das


• Estudar todo o material antes de convocar a crianças visitantes, para que sejam orientadas e
equipe; atendidas em suas necessidades gerais (lembrar
que aquele ambiente é estranho a elas); com cari-
• Planejar a EBF junto com a equipe e com ante- nho, pode-se conquistar o seu coração para Cristo
cedência suficiente; – somos o referencial de Deus diante das crianças
• Contar com uma equipe de trabalho apaixona- que interpretam o cuidado de Deus, a partir da for-
da pelas crianças, disponível para participar das ma com que aqueles que lhes apresentam Deus as
reuniões de planejamento e elaboração da EBF tratam;
e que, durante o desenvolvimento da EBF, esteja • Convidar a equipe pastoral para participar da
consciente de cada detalhe do trabalho; equipe da EBF, participando das reuniões de pla-
• Contar com o pessoal suficiente e o espaço ade- nejamento e elaboração e permanecendo nos dias
quado para o desenvolvimento das atividades, de da EBF, durante a programação. Podem ser eles
acordo com o número de inscrições recebidas; os responsáveis pela acolhida diária e pela oração
inicial da abertura, bem como a de encerramento,
• Providenciar espaços, com decoração adequa-
com palavras carinhosas na despedida de cada dia;
da e acolhedora, e material didático na quantidade
suficiente, para cada uma das atividades propos- • Ter cuidado especial com a divulgação. Deve
tas; fazer isso com bastante antecedência e alegria, ga-
rantindo que o máximo de pessoas receba as infor-
• Escolher para atuar em cada uma das ativi-
mações, elaborando cartazes e convites atrativos e
dades, funções e momentos da EBF (oficinas de
utilizando todas as mídias disponíveis.
história, de música, de jogos, de artes, secretaria,
serviço de copa etc.) pessoas que amem crianças • Propor parcerias. Procurar envolver pessoas dos
e que tenham prazer em estar com elas, além de diferentes ministérios da igreja, tanto no planeja-
serem dotadas de características e habilidades es- mento quanto na execução do projeto.
pecíficas, para cumprir aquela função que lhes está
destinada e que a façam com muita alegria;

Passo a passo para a organização


1º Passo: Definir a data da EBF. A data pode ser tendente da Escola Dominical, a Presidente da So-
definida no inicio do ano (ou no final do ano an- ciedade Metodista de Mulheres, o Coordenador
terior) e compor a agenda de trabalho anual que do Ministério do Louvor e outros ministérios que
é encaminhada pela Coordenadora do Ministério achar necessário para a elaboração e realização da
Local de Trabalho com Crianças à CLAM (Coorde- EBF.
nação Local de Ação Missionária), e, caso isso não
3º Passo: Reunir a equipe. Todos os parceiros
tenha acontecido, pode ser encaminhada tão logo
devem ser convidados para a reunião de plane-
que se comece a organizar o evento. Quanto antes
jamento da EBF, além de sua equipe de trabalho
ela for apreciada pela CLAM, maior a garantia de
com crianças (aqueles que ministram nos cultos
que a data seja reservada e não haja nenhum con-
com crianças, nas classes de Escola Dominical e
tratempo.
nos diversos projetos com crianças desenvolvidos
2º Passo: Estabelecer parcerias. O Coordenador pela Igreja Local). As reuniões devem ser usadas
ou Coordenadora do Ministério Local de Trabalho para dar a conhecer à equipe, a proposta de pro-
com Crianças deve convidar para ter como parcei- gramação elaborada pela Equipe Nacional de Tra-
ros nesse projeto a equipe pastoral, o Coordenador balho com Crianças para esse ano, que deve ser
do Ministério Local de Educação Cristã, o Superin- lida e estudada junto com a equipe, ouvindo-se as

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sugestões do grupo, distribuindo-se atribuições e • Equipe de música: são os auxiliares na oficina de
estabelecendo as expectativas a respeito do traba- música e que auxiliam na música, nos momentos
lho de cada elemento da equipe. É bom que todos de abertura e encerramento;
da equipe estejam cientes do trabalho de todos,
• Equipe da copa (lanche): são os que preparam e
pois na falta de alguém, qualquer outro elemento
servem o lanche às crianças, no momento indicado
da equipe poderá cobrir sua atribuição.
na programação;
4º Passo: Definir funções para a equipe da EBF.
• Equipe de cadastramento: são aqueles que dis-
Ao ser estabelecida a lista das pessoas colabora-
tribuem e recolhem as fichas de inscrição preen-
doras disponíveis para trabalharem na EBF, o Coor-
chidas nos dias que antecedem a EBF, e durante os
denador do projeto (que pode ser o Coordenador
dias da EBF, cuidam do preenchimento das inscri-
do Ministério Local de Trabalho com Crianças ou
ções novas feitas nesse período;
alguém de sua equipe a quem ele delegue a co-
ordenação desse projeto especificamente) deverá • Equipe da secretaria: são aqueles que preparam
definir funções, para que possa delegar atribuições os crachás, dividem as crianças por grupo de acor-
e não ficar sobrecarregado. O critério para a defini- do com a idade, preparam as listagens e cartazes
ção das funções precisa ser definido,observando- de presença, informam a equipe do lanche sobre
-se as características individuais e habilidades es- o quantitativo do dia, providenciam a chamada di-
pecíficas. Se possível, estabelecer duplas para cada ária e auxiliam o coordenador da EBF nas demais
função: necessidades e possíveis emergências;
• Coordenador(a) da EBF: cuidará de toda a es- • Equipe de recepção: são aqueles que fazem a
trutura e funcionamento. Convocará e presidirá as acolhida às crianças;
reuniões de planejamento e elaboração da EBF, de- • Equipe Volante: esta equipe está disponível
verá conhecer todo o programa para poder auxiliar para orientar as crianças quanto ao uso do banhei-
em qualquer dificuldade, deverá garantir todas as ro, beber água e outras atividades solicitadas, ga-
condições para o pleno funcionamento de cada se- rantindo o atendimento adequado e a segurança
tor de atividade da EBF; das crianças;
• Equipe pastoral: dará assessoria teológica e es- • Equipe de primeiros socorros: um profissional
piritual, atendendo a equipe e crianças pastoral- de enfermagem ou medicina que possa perma-
mente durante a EBF (acolhendo, instruindo, orien- necer disponível no local, para atender a qualquer
tando, auxiliando em situações problemas, etc.); emergência. Caso essa presença não seja possível,
• Cronometrista: cuidará para que a programação que a equipe possa contar com um carro disponí-
aconteça com pontualidade – indicando através vel para transporte rápido das crianças, ao posto
de um sinal o horário de início e término das ativi- de saúde mais próximo, no caso de haver neces-
dades e do rodízio das oficinas; sidade. Vale lembrar que não é permitido medicar
as crianças, a não ser que a medicação seja trazida
• Instrutor(s) da oficina de música: é o responsá-
pelo responsável, acompanhada de receita médi-
vel pela ministração na oficina de música;
ca, autorização e orientação específica e, no caso
• Instrutor(s) da oficina de história: é o responsá- de levá-las para atendimento,é melhor que,antes
vel pela ministração na oficina de história; de qualquer procedimento, entre-se em contato
com os seus responsáveis, informando o ocorrido.
• Instrutor(s) da oficina de artes: é o responsável
pela ministração na oficina de artes plásticas; 5º Passo: Escolher o local para realização da EBF
de acordo com a quantidade de crianças que a igre-
• Instrutor(s) da oficina de jogos: é o responsável
ja pretende alcançar. É importante que o espaço fí-
pela ministração na oficina de jogos cooperativos;
sico da igreja comporte o número previsto e conte
• Monitores para cada grupo de crianças: são com espaços diferenciados, para a realização das
aqueles que acompanham os grupos de crianças atividades. Caso não exista espaço suficiente nas
através das atividades e cuidam do bem-estar da- dependências da igreja, a programação poderá se
quele grupo; realizar num clube ou ainda pode ser possível que

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a igreja local solicite, junto aos órgãos competen- cione panfletos e convites para serem entregues,
tes, a cessão de uma escola municipal ou estadual com pelo um mês de antecedência, aos moradores
próxima para a realização da EBF, caso necessário. do bairro, nas escolas públicas e particularespróxi-
mas à igreja, com a participação de toda a comu-
6º Passo: O orçamento financeiro. Com a devida
nidade, inclusive das crianças. Os panfletos devem
antecedência, a equipe deverá listar todos os ma-
conter um resumo da programação, bem como en-
teriais a serem providenciados, e depois fazer uma
dereço, datas e horários da programação. Entregar
pesquisa de preços, para só então elaborar o orça-
preferencialmente em mãos, utilizando palavras
mento financeiro que encaminhará à CLAM, para
amáveis e simpáticas para com quem recebe. As
aprovação e liberação dos valores. A equipe deve
fichas de inscrição devem ter data limite de devo-
buscar parcerias em padarias, papelarias e doa-
lução definida, sendo até pelo menos 10 dias antes
ções de familiares, esse é um bom caminho, caso
do evento, para que haja tempo hábil para prepa-
a igreja não tenha condições de arcar com todas
ração do material na quantidade necessária. Fica
as despesas.
muito interessante colocar uma faixa informativa
7º Passo: Elaborar uma boa divulgação. Confec- na frente do local onde acontecerá a EBF.

Instruções gerais

SUGESTÃO DE HORÁRIO 14h 20min - 2ª Atividade


12h 30min - Recepção (entrega de crachás e mar- 15h - Intervalo para o lanche
cação de presença no quadro) 15h 20min - 3ª Atividade
13h - Abertura 16h - 4ª Atividade
13h 30min - Divisão em grupos 16h 40min - Encerramento
13h 40min - 1ª Atividade 17h - Despedida

Atividades 1º tempo 2º tempo 3º tempo 4º tempo


História Azul Verde Vermelho Amarelo
Música Verde Vermelho Amarelo Azul
Artes Vermelho Amarelo Azul Verde
Recreação Amarelo Azul Verde Vermelho

Equipe

Procure trabalhar com a equipe local de Trabalho forma e não cansar tanto. Tenha o cuidado de so-
com Crianças e, se precisar de outros elementos mente compor a equipe com o número de pessoas
para a equipe da EBF, crie critérios para admissão necessárias. Cuide para que cada um tenha uma
na equipe. Convide pessoas consagradas, que de- função definida, pois “pessoas que não têm traba-
monstrem um compromisso pessoal com Deus, lho a fazer, dão trabalho e atrapalham”. Queremos
que amem crianças e tenham habilidade em lidar dizer com isso que, pessoas que não estiverem tra-
com elas. Organize a EBF com o pessoal que você balhando, tendem a ficar pelos cantos conversan-
tem disponível, dividindo as funções entre eles. Se do e alheias à programação, dando mau exemplo
você puder contar com mais pessoas, sem dúvida às crianças, que se sentirão no direito de se isola-
que o trabalho pode ficar distribuído de melhor rem também e não se envolverem nas propostas.

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É importante que o Coordenador conheça bem os cificidades do trabalho e do trato com crianças.
dons e as habilidades das pessoas de sua equipe, Convidar pessoas para colaborarem na equipe
para utilizar cada um no lugar certo e explorar o pode ser um excelente momento para desco-
máximo de suas potencialidades, para que a EBF bertas de novas vocações ministeriais, tornan-
seja desenvolvida da melhor forma possível. do a EBF um espaço de descoberta e capta-
“Ter em mente que o trabalho que desenvol- ção de novos elementos para as equipes dos
vemos com a criança, na Igreja Metodista, visa Ministérios Locais de Trabalho com Crianças.
a sua formação: que cresça na fé cristã e ama- Dada a necessidade de garantir segurança,
dureça, para que, ao crescer, confirme a sua fé bem-estar, eficiência no atendimento às igrejas
e aprenda que, se ela pecar, tem um advogado e não permitir que sejam tratadas de maneira
junto ao Pai e o sacrifício de Cristo que nos pu- inadequada, é necessário que a equipe seja
rifica de todo pecado. Cremos na doutrina do devidamente instruída, para evitar surpresas
“Pecado original” que entendemos ser a incli- negativas. Seguindo a orientação bíblica de
nação natural para o pecado e assim, cremos sermos puros e prudentes, devemos cumprir a
que a criança nasce salva, mas inclinada para o nossa responsabilidade junto a nossas crian-
pecado, sendo o nosso trabalho o de evitar que ças, atuando no sentido de evitar problemas e
ela se perca. Portanto, o ensino das Escrituras antecipar soluções.
para as crianças é no sentido: Deixar claro para a equipe as atitudes espera-
• de que a aliança de Deus com o homem, em das de cada líder. Como por exemplo:
Cristo, seja lembrada, cultivada e ensinada; • Ser exemplo;
• tornar o lar o lugar de ensino dos princípios • Ser carinhoso (a) com as crianças;
bíblicos (Cf. Dt 6.9;11.18-21);
• Cumprir horários e escalas;
• constituir um povo que seja propriedade de
Deus; • Cuidar das crianças e não perdê-las de vista;

• garantir o futuro das crianças, sua felicidade • Cuidar da ordem e ser referência de autoridade
e salvação (Cf. Mt 18)” (não autoritarismo);
Bispo Paulo Lockmann • Usar de autoridade amorosa;
Toda a equipe deverá estar bem orientada so- • Ter equilíbrio e espiritualidade;
bre a forma como trabalhamos com crianças, • Conhecer o assunto da EBF e estar preparado
os objetivos do trabalho, as expectativas a res- para dar respostas às crianças.
peito do desempenho da função que irão de-
sempenhar, os Direitos das Crianças e a espe-

O Crachá

O crachá tem a função de: • de 0 a 3 anos em laranja


a) identificar as crianças participantes e equi- • de 4 a 5 anos em azul;
pe de trabalho, permitindo que todas as pessoas
• de 6 a 7 anos em vermelho;
envolvidas na EBF sejam conhecidas e chamadas
pelo nome; • de 8 a 9 anos em amarelo;
b) facilitar a reunião e identificação dos grupos • de 10 a 11 anos em verde.
ou equipes. Poderão ser feitos em EVA, cartolina, madeira,
Poderão ser confeccionados por cores, dividindo PVC ou outro material reciclado, como papelão.
as faixas etárias. Por exemplo: Lembre-se de usar sempre o logo da EBF.

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Modelo para o crachá.

A Identificação da equipe

Se for possível, a equipe deve trajar-se de forma 2. Macacões para a equipe com cores diferentes
diferenciada; isso será facilitador para que as crian- e alegres, contendo o logo da EBF, fazendo com
ças identifiquem os elementos da equipe, dentre que, apesar da diferença nas cores, possam ser
os participantes. É importante cuidar para que os identificados como uma unidade;
trajes de diferenciação expressem a unidade da
3. Camisetas com o logo e tema da EBF;
equipe e evitar exageros que venham desviar a
atenção das crianças, nos momentos de ministra- 4. Um boné com o logo da EBF;
ção das oficinas, abertura e encerramento. Suges- 5. Ou ainda uma cor de crachá diferente da dos
tões: grupos das crianças.
1. Avental, que poderá ser feito em tecido ou
TNT, contendo o logo da EBF e a identificação de
quem usa;

Decoração, ambientação e organização dos espaços

A abertura e o encerramento deverão acontecer serão conduzidas por monitores através das ofi-
num espaço amplo, onde haja acomodação para cinas que estarão estabelecidas em espaços ade-
todas as crianças, lugar de destaque para o dirigen- quados a cada uma delas. Os espaços destinados
te e a equipe de música. Parece-nos adequado o às oficinas devem oferecer ambientes aconche-
uso do salão do templo para essa finalidade. Nesse gantes, limpos, ventilados e conter elementos que
local, o ideal será colocar um painel em lugar de lembrem o tema da EBF. O versículo do dia deve
destaque e/ou um estandarte com o logo e versí- ficar em destaque, preferencialmente utilizando a
culo do tema da EBF. imagem dos Aventureiros em Missão.
Após a abertura, a programação se desenvolverá Para a oficina de história, deve-se escolher um lo-
através de rodízio de atividades, onde as crianças cal livre de barulhos externos, reservado e calmo.

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Lá, o instrutor dessa oficina e seus colaboradores vitoriosos e ao seu potencial de reforçar, na mente
deverão cuidar da arrumação de seu espaço, dis- das crianças, as idéias de individualismo e compe-
pondo pela sala ou em suas paredes objetos ou tição, que são valores opostos àqueles que lhes de-
gravuras que façam alusão ao assunto a ser traba- sejamos incutir (os do Reino de Deus).
lhado a cada dia. Pode ter um quadro de resumo
Para a oficina de artes, o espaço mais adequado
que vá recebendo informações a cada dia, para que
seria um lugar amplo e arejado com mesas e cadei-
as crianças possam se recordar do que aprenderam
ras suficientes, para que cada criança possa traba-
nos dias anteriores. Deve-se garantir acomodação
lhar com conforto e segurança. O ambiente deverá
para todas as crianças e que, de preferência, as ca-
estar decorado com imagens alusivas ao tema da
deiras sejam dispostas em semicírculo.
EBF ou do dia a ser trabalhado, evitando os “mode-
Para a oficina de música, fica adequado um es- linhos” feitos por adultos. O material deverá estar
paço, onde o som da música não vá atrapalhar as organizado e separado – pronto para ser distribu-
demais oficinas (em especial a de história) e onde ído às crianças. Beleza e organização devem ser a
os instrumentos possam ser ligados e funcionem primeira imagem desse local. A equipe da oficina
bem. A ornamentação pode fazer alusão ao tema de artes deve estar disposta a reorganizar o am-
da EBF, as letras das músicas ou a atividade musi- biente, ao término da atividade com cada um dos
cal em si. Instrumentos musicais ou figuras deles grupos, para que o grupo seguinte seja recebido
podem estar dispostos pela sala. Instrumentos de num ambiente agradável e organizado.
uma bandinha podem estar disponíveis, para se-
As crianças de 0 a 3 anos estarão numa sala es-
rem usados pelas crianças em um momento espe-
pecífica, preparada para elas e não participarão
cífico da oficina (nunca durante a aprendizagem
do rodízio de atividades como os demais grupos.
dos cânticos, pois pode atrapalhar).
A equipe que desenvolverá o programa com esse
Para a oficina de jogos, o mais adequado é que grupo será a mesma durante todo o período da
seja feita ao ar livre e à sombra. Um salão social ou EBF, evitando-se ao máximo que sejam feitas tro-
quadra de esportes coberta seria o ideal. O am- cas de equipe ou rodízios. Estarão juntas das de-
biente deve estar enfeitado de forma alegre e com mais crianças, somente nos momentos de abertura
ilustrações alusivas ao tema da EBF associado a e encerramento da programação. Se os responsá-
esportes. Os jogos devem ser escolhidos dentre os veis por esse grupo preferirem, podem também
que possibilitam a inclusão, a colaboração e a parti- lanchar em horário diferenciado. Essa sala poderá
cipação. Os jogos competitivos e não cooperativos, estar arrumada com almofadas, para que elas fi-
apesar de serem barulhentos e criarem a sensação quem bem à vontade. Os brinquedos devem estar
de alegria, deverão ser evitados, dada a frustração limpos e serem apropriados à idade. Ter um apare-
que eles sempre provocam naqueles que não são lho de som para trabalhar com as músicas da EBF.

Quadro de presença

Criar um grande cartaz com motivos ligados ao esse quadro. É interessante ter um monitor junto
tema da EBF e colocar nele o nome das crianças ao quadro, ajudando as crianças nessa tarefa, pois
com espaços para a anotação da presença de cada pode ser que nem todos estejam plenamente alfa-
dia da EBF. Colocá-lo em parede próxima à mesa betizados.
da secretaria. Ao receber as crianças, o secretário
Esse quadro de presença poderá ser levado ao lo-
deverá dar a cada uma delas uma etiqueta a cada
cal de encerramento diariamente, para motivar um
dia, para que ela mesma vá colar na linha do seu
momento de oração por aquelas crianças que não
nome, no espaço referente àquele dia. Uma cor de
estiveram presentes naquele dia.
etiqueta para cada dia daria um resultado bonito a

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Regras de convivência

As regras básicas de funcionamento da EBF po- Sugestões de Regras de convivência


derão ser apresentadas no primeiro dia às crianças.
• Ser pontual;
É importante garantir que toda a equipe de traba-
lho esteja ciente das regras, para que haja uma sin- • Respeitar os amigos e amigas;
tonia de atitudes e exigências. Oriente também a • Usar palavras carinhosas;
equipe que, regras combinadas, valem tanto para
adultos quanto para crianças, ou seja, se às crian- • Manter os espaços limpos;
ças não for permitido conversas paralelas, isso • Não se retirar da EBF sem autorização;
também não será permitido aos adultos. Além das
regras básicas, podem ser agregadas outras regras • Participar de todas as atividades;
que surjam de combinados feitos com as crianças, • Seguir as instruções dos dirigentes.
ainda no primeiro dia. Escreva todas em um cartaz
que possa ser colocado em um lugar de fácil visu-
alização.

Culto de encerramento

Trata-se de uma oportunidade para que, reuni- aprendidas e nem ouvir novamente todas as his-
dos com a igreja, possamos celebrar e testemunhar tórias. Será um momento de culto em que adultos,
sobre os dias vividos junto das crianças. É um mo- jovens, juvenis e crianças estarão juntos adorando,
mento de culminância de compromisso, quando louvando, ouvindo a voz de Deus e dedicando suas
as crianças poderão confirmar os votos assumidos vidas a Deus. O dirigente deverá controlar bem o
nos dias da EBF e estender esse convite a toda a tempo de cada momento, para não extrapolar o
comunidade de fé. Será um culto dirigido pelo Mi- horário, pois, ao permitir que o culto com muitas
nistério de Trabalho com Crianças, contando com a crianças presentes se alongue demais, estará pos-
participação das crianças (através de testemunhos, sibilitando o cansaço das crianças, que poderão
cânticos, leituras bíblicas, etc.). ficar muito agitadas e difíceis de controlar. Da mes-
Deve-se tomar cuidado para que o culto não ma forma, o pregador escolhido deverá ser aquele
seja transformado em relatório da EBF. As crianças capaz de falar a crianças e adultos de forma clara,
não precisam cantar todas as músicas que foram dinâmica e objetiva, respeitando o tempo de aten-
ção das crianças presentes.

Inscrição

A inscrição das crianças deverá ser preenchida e idade), o contato com seus responsáveis (endere-
assinada pelos pais ou responsáveis. Nela, devem ço, telefone, nomes dos pais ou responsáveis) e o
constar dados que facilitem a organização (como seu bem-estar (informações quanto a sua saúde).

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IGREJA METODISTA - MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS
ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016 – A alegria de produzir frutos.

FICHA INDIVIDUAL DE INSCRIÇÃO

NOME:________________________________________________________ NASCIMENTO: ____/____ /_____


ENDEREÇO: _______________________________________________________________________________
E-mail____________________________________________________________________________________
BAIRRO:_____________________________________________________CEP:__________________________
CIDADE:____________________________________ TELEFONE RESIDENCIAL: _________________________
TELEFONES para emergência: ________________________________________________________________
IGREJA que frequenta: ______________________________________________________________________
Nome do pai: _____________________________________________________RG _____________________
Nome da mãe_____________________________________________________RG _____________________

Por favor, preencha corretamente as informações solicitadas abaixo:


1. Em caso de acidente, os responsáveis pela EBF estão autorizados a levá-lo para atendimento médico?
( ) Sim ( ) Não
2. Tem alguma restrição alimentar por motivo de saúde? Qual? ____________________________________
3. A criança possui algum problema de saúde?__________________________________________________
4. Toma algum medicamento regularmente? ( ) Sim ( ) Não. Qual? _______________________________
5. É alérgico(a) a alguma coisa ou medicamento? ( ) Sim ( ) Não. Qual? ____________________________
6. Quais remédios costuma tomar para: resfriado _______________________________________________
dor de cabeça ____________________________________________________________________________
dor de garganta __________________________________________________________________________
febre ___________________________________________________________________________________
outros __________________________________________________________________________________

Autorizo meu filho(a) ___________________________________________________ a participar da EBF na


Igreja Metodista, na Rua: _________________________________nº _____, nos dias______________________
das _______ às _____ h e assumo total responsabilidade sobre as informações prestadas.
Durante os dias da EBF, ele(a) irá embora:
( ) acompanhada pelo(s) responsável(is) _____________________________________
( ) desacompanhada de responsável.

______________________________ ________________________________
Assinatura do responsável N° do documento de identidade

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Carta de confirmação de inscrição

É interessante enviar uma carta endereçada à clarecimentos necessários ao trabalho com elas.
criança, confirmando a sua inscrição e fornecendo Deverá ser entregue no momento do recebimento
à família informações que lhes ofereçam seguran- da inscrição.
ça de estar mandando seus filhos, bem como es-

IGREJA METODISTA - MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS


ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016 – A alegria de produzir frutos.

Querido(a) _______________________________________________

Que a graça e a paz de Deus esteja no seu coração!

Recebemos sua ficha de inscrição para a Escola Bíblica de Férias “A alegria de produzir frutos” na Igreja
_____________________________, nos dias ___________________ de julho de 2016. Muito obrigada!

Nosso endereço é ____________________________________________________________________________


e-mail________________________________________ e o telefone para contato: _____________________.

Estaremos esperando por você todas as tardes a partir das _____h. Seu(sua) responsável deverá buscá-lo(a)
todas as tardes às _______h. Você só será entregue nas mãos do seu(sua) responsável ou de outra pessoa que
ele(a) tenha autorizado, colocando o seu nome na ficha de inscrição.

Não será necessário trazer lanche, pois estaremos servindo o lanche para todos.

Teremos um serviço de primeiros socorros, com material suficiente para curativos simples. No caso de ser neces-
sário medicar alguma criança, estaremos entrando em contato com o seu responsável, pelos telefones forneci-
dos na ficha de inscrição e, em caso de emergência, levando para atendimento médico de urgência. Caso esteja
tomando alguma medicação que deverá ser administrada no período da EBF, deverá trazê-la junto com a receita
médica e todas as instruções de administração, bem como autorização dos seus pais para que a administremos.

Venha com roupas confortáveis e prefira as que não são novas, pois vamos brincar e lidar com tintas e colas. Não
traga celulares, pois eles terão que permanecer desligados, durante a EBF. Não se preocupe também em trazer
máquinas fotográficas e outros objetos de valor, pois não poderemos nos responsabilizar por esses objetos. Te-
remos alguém de nossa equipe, fotografando o evento e poderemos disponibilizar essas fotos posteriormente
a todos que se interessarem.

Não se esqueça de trazer muita alegria e uma boa dose de disposição.

Um beijo carinhoso,

_________________________________________________
Coordenador(a) do Ministério de Trabalho com Crianças

Carta à família
Terminada a Escola Bíblia de Férias, seria muito os cultos com as crianças e outros projetos. Essa
interessante mandar aos pais uma cartinha com o carta pode ser mandada no último dia da EBF jun-
relatório do que foi trabalhado e um convite para to com o convite para o culto ou mesmo no dia do
as demais ações com as crianças, desenvolvidas Culto (distribuída para toda a igreja).
pela Igreja, como por exemplo: a Escola Dominical,

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IGREJA METODISTA - MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS
ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016 – A alegria de produzir frutos.

Queridos pais, mães e responsáveis pelas crianças participantes da EBF 2016,

Que a graça e a paz de Deus estejam abundantes no seu coração!

Louvamos a Deus por suas vidas e pelas vidas de suas crianças com as quais pudemos conviver nesses poucos
dias. Somos gratos vocês, por terem permitido que elas participassem conosco da Escola Bíblica de Férias 2015.
Foi uma grande alegria desfrutar do amor de Deus juntos, com muita alegria e união.

Nestes dias, trabalhando o tema “A alegria de produzir frutos.”, estivemos conversando sobre frutos que são
produzidos por discípulos/as do Reino de Deus; movidos pelo Espírito Santo de Deus; resultado da missão que
Jesus nos chamou a realizar; plantados, regados e colhidos no meio da comunidade de fé que é o corpo de Cris-
to, e nos diversos espaços, onde essa Igreja desenvolve a sua caminhada missionária.

Que Deus os abençoe grandemente, pais e mães, dando-lhes toda a sabedoria e amor necessários para que
continuem sua caminhada na educação de seus filhos e filhas, aplicando o que está escrito na palavra de Deus
em Provérbios 22.6: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará
dele”.

Nossa Igreja promove outras atividades educativas para as crianças em que seus filhos serão muito bem-vindos.
Nossos horários de cultos e programação:
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Equipe de Trabalho Escola Bíblica de Férias


IGREJA METODISTA

Avaliações

Terminada a EBF, promova um processo de ava- A avaliação é um importante recurso para a me-
liação, permitindo que, todos os que participaram lhora de nosso trabalho. Sem um reexame cuida-
da equipe, possam expressar a sua opinião sobre o doso, podemos nos repetir e somar erros, tendo
trabalho realizado. Ouça também as crianças. Toda como resultado a ineficiência. Ainda que nos ne-
a atividade desenvolvida no Ministério de Crianças, guemos a encarar uma avaliação, estamos sendo
mesmo as aulas ministradas na Escola Dominical, avaliados a todo momento – pela liderança de nos-
domingo a domingo, deve ser avaliada. A avaliação sa igreja, pelas crianças, pelas suas famílias, pelos
possibilita a melhoria na caminhada. Uma equipe elementos da equipe e por todos que observam
que se reúne regularmente para planejar e avaliar nosso trabalho. Não existem maneiras de escapar
a caminhada lucra em eficiência e garante resulta- de uma avaliação, mas podemos usá-la, de forma
dos finais mais positivos. positiva, a favor do nosso ministério. É necessário

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orientar as equipes de trabalho que preencham ram e ser maduro o suficiente, para não tomar as
avaliações sobre o trabalho realizado, mas que criticas como pessoais, mas utilizá-las na melhoria
sejam criteriosos e honestos (que podem fazer di- da caminhada, buscando melhorar suas estratégias
ferença) e evitem elogios feitos como atitude de de trabalho a partir de avaliações sinceras e fide-
carinho, mas que não representam a realidade, o dignas.
que pode mascarar uma situação e comprometer
As crianças podem registrar a sua opinião duran-
a mudança talvez necessária.
te a EBF, através de sinais, visto que pode ser que
Participar de momentos de avaliação é um pro- nem todas dominem ainda a língua escrita. Pode
cesso de aprendizagem tanto para os que fazem ser confeccionado um painel para cada dia da EBF,
as avaliações quanto para os que são avaliados. É que poderá ser colocado, próximo à saída das crian-
importante que, aqueles que participam das ava- ças, no momento da despedida. Nesse momento,
liações, aprendam a lidar com ela, para não utiliza- podem ser colocadas à disposição das crianças,
rem esses momentos para ferir e magoar ou para gravuras positivas ou negativas (como rostos sor-
elogiar falsamente (por pena ou falta de coragem rindo ou tristes) que elas vão escolher para colar no
de expor o verdadeiro pensamento), ações essas, painel e algumas canetas coloridas para os que pre-
possibilitadas pelo anonimato, nos processos de firam escrever. Um monitor poderá estar próximo
avaliação. De igual forma, é essencial que, aque- ao painel, ajudando as crianças. As que já escrevem
le que se propõe a ser avaliado, considere que, podem ser motivadas a deixar recados à equipe de
muitas situações emocionais, estarão permeando organização ou o monitor pode escrever frases ou
esse processo e ele terá que reinterpretar algumas palavras que os pequenos, que ainda não escre-
falas, a partir da consciência dos fatos que ocorre- vem, lhes peçam para escrever.

Recolhidas as avaliações, antes de fazer a leitu- tas pela equipe e pelas crianças, para que juntos
ra de cada uma delas, o coordenador deve fazer tracem estratégias, para melhorar o trabalho, visto
a sua avaliação, listando todas as coisas que efe- que o trabalho foi realizado pela equipe, portanto
tivamente deram certo e devem ser continuadas, a avaliação que foi feita, refere-se ao trabalho de
e todas aquelas coisas que fugiram ao controle todos. Nessa reunião devem ser feitas anotações
ou que não funcionaram. Para cada uma dessas que possam servir como referência, para a elabo-
coisas que não deram certo, tentar localizar os ração da próxima EBF. O coordenador deverá levar
motivos desses erros e que atitudes podem ser a equipe a enxergar que, mesmo que tenham que
tomadas para evitá-los de uma próxima vez. Feito encarar as falhas e limitações do trabalho da equi-
isso, deverá ler as avaliações e somar os seus re- pe, certamente houve crescimento e muitos pon-
sultados, calculando os percentuais e, se possível, tos positivos a serem destacados e que tudo seja
traçando um gráfico estatístico desses resultados. feito com alegria e ações de graças. Essa reunião de
avaliação deve ser também um momento de agra-
Após a realização da EBF, é importante que o
decimento a Deus pelas bênçãos, que certamente
grupo volte a se reunir para conversar sobre os
foram derramadas na EBF, e, pelos resultados que
pontos positivos e negativos da atividade rea-
podem se estender, para além daqueles dias passa-
lizada. Nesse momento, o coordenador deverá
dos, junto às crianças na EBF.
mostrar à equipe, o resultado das avaliações fei-

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IGREJA METODISTA – MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS
AVALIAÇÃO DA ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016
(Ficha individual para ser preenchida pelos componentes da Equipe de Trabalho da EBF no úl-
timo dia da EBF – faça quantas cópias forem necessárias e distribua para os elementos da equipe
de trabalho)

Muito Bom Bom Regular


Conteúdo trabalhado
Dinâmica do trabalho
Organização geral

EU APLAUDO EU CRITICO EU SUGIRO

Estamos disponibilizando um formulário de ava- denação do Departamento Nacional de Trabalho


liação do material fornecido para a elaboração com Crianças. É só enviar por e-mail para crianca-
dessa EBF 2016. Pedimos que seja respondido em metodista@gmail.com ou pelo correio para Sede
equipe. Esta avaliação servirá para orientar a equi- nacional da Igreja Metodista. Endereço: Av. Pias-
pe organizadora deste caderno na elaboração dos sanguaba, 3031 - Planalto Paulista, São Paulo - SP
próximos, portanto, solicitamos que sua equipe CEP: 04060-004.
encaminhe o resultado dessa avaliação à Coor-

IGREJA METODISTA - DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRABALHO COM CRIANÇAS


AVALIAÇÃO DO CADERNO DA ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016
“A alegria de produzir frutos”

AVALIAÇÃO
(Coletiva – para ser preenchida, em reunião, pelo Coordenador e Equipe da EBF na reunião de Avaliação final)

1. IDENTIFICAÇÃO
Igreja: __________________________________________________ Região: ___________________________
Nome do/a pastor/a: _________________________________________________________________________
Nome do/a coordenador/a: ____________________________________________________________________
Endereço completo para contato: _______________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________

2. A EBF
Quantos dias durou a EBF da sua Igreja: __________________________________________________________

Quantas crianças participaram: _________________________________________________________________

Complete com a quantidade de crianças participantes por etária:


( ) 0-3 ( ) 4-5 ( ) 6-7 ( ) 8-9 ( ) 10-11

Foi organizada a classe de adultos acompanhantes? ________________________________________________

Quantos adultos participaram das oficinas? _______________________________________________________

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Quantos pessoas fizeram parte da equipe de trabalho: ______________________________________________

Como a equipe avalia a sua EBF? Destaque os pontos positivos e os pontos que precisam melhorar:
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___________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________

O que a equipe espera da próxima EBF? __________________________________________________________


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3. O CADERNO VIRTUAL DA EBF


O que você achou do tema da EBF?
( ) Muito Bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Não Gostei
Por quê? ___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________

A EBF foi postada no site em tempo hábil para a organização da EBF?


( ) Sim ( ) Não Por quê? ________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________

De que forma o material chegou a suas mãos?


( ) Site da Igreja Metodista
( ) Arquivo encaminhado pela Coordenação Regional de Trabalho com Crianças e/ou Equipe Distrital de
Trabalho com Crianças

As atividades propostas no caderno da EBF são:


( ) Muito Boas ( ) Boas ( ) Regulares ( ) Não Gostei
Por quê? ___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________

Você utilizou o material proposto no caderno?


( ) Totalmente ( ) Parcialmentew Por quê? ________________________________________________
___________________________________________________________________________________________

O que você achou do subsídio bíblico sobre o tema da EBF (os textos iniciais)?
( ) Muito Bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Não Gostei
Por quê? ___________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________

O que você achou das ilustrações fornecidas?


( ) Muito Bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Não Gostei

A clareza das instruções:


( ) adequada – conseguimos entender as instruções com facilidade
( ) confusa – tivemos dificuldade para entender as instruções

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Certificado de Participação
No último dia da EBF, as crianças recebem o cer- cia com o compromisso assumido por elas no en-
tificado de participação. Se for possível, entregar cerramento do último dia.
também uma lembrancinha que sirva de referên-

Modelo para o Certificado.

Caixa de Primeiro Socorros


A caixa de primeiros socorros deve ser manti- xa triangular (para entorse no tornozelo ou lesões
da sob a guarda da pessoa responsável pela en- do braço, ou como torniquete);
fermaria, em lugar de fácil acesso, mas longe das • Sabão líquido;
crianças, e estar bem sinalizada. Não se incluem
• Frasco de água oxigenada;
medicamentos. A caixa pode conter os seguintes
materiais: • Frasco de soro fisiológico;
• Frasco de álcool;
• Esparadrapo ou fitas adesivas;
• Cotonetes;
• Algodão hidrófilo;
• Luvas de procedimentos;
• Compressas de gaze estéril comum e do tipo
sem adesivo; • Tesoura;
• Ataduras de gaze; • Termômetro;
• Atadura de crepom; • Alfinetes de fralda;
• Bandagem; • Bolsa para água quente;
• Compressas limpas; • Lanterna;
• Faixa elástica (para entorses no tornozelo) e fai- • Sacos plásticos.

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Avisos, Faixas, Placas e Cartazes
Placa de localização dos diversos espaços. Ex: des, Cartazes com versículos bíblicos e frases que
Enfermaria, Oficina de História, Oficina de Música, promovam um ambiente de amizade; faixa com
Oficina de Jogos, Oficina de Artes, Banheiro de Me- informações; cartaz ou estandarte com o tema.
ninas, Banheiro de Meninos, Refeitório, Secretaria;
Colocar os cartazes em locais de fácil visualização
Cartaz de horário e tempo de duração das ativida-
das crianças, com imagens e informações.

Modelos para as faixas.

Modelos 1 para o cartaz.


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Modelos 2 para o cartaz.

Instruções acerca das diversas funções e momentos da EBF

Abertura - Desenvolver a proposta de dinâmica feita


para o momento da abertura. Ler o texto do
1º Dia
dia (ou contar - o que é melhor), explicar o
• Receber as crianças com alegria e entusiasmo; texto;
• Dizer que elas são bem-vindas; - Orar com as crianças.
• Explicar:
2º e demais dias
- Objetivos da EBF;
• Receber as crianças com alegria e amabilidade;
- A dinâmica do trabalho (divisão em grupos,
• Dizer que é muito bom tê-las novamente co-
desenvolvimento das atividades, rotina do
nosco;
dia);
• Se a quantidade de crianças aumentou, comen-
- Falar da importância de estar atento ao seu
tar, mostrando que isso nos faz felizes. Dizer que
grupo e não se dispersar;
Deus se agrada de ter as crianças em sua casa.
- Regras de boa convivência (o que se espera
• Cantar a música da EBF;
de cada criança, o que é possível ser feito e o
que deve ser evitado); • Falar com as crianças o versículo tema da EBF;

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• Cantar as músicas aprendidas no dia anterior; Será muito importante que a mesma pessoa res-
• Falar com as crianças o versículo tema do dia ponsável pela abertura seja também responsável
anterior; pelo encerramento. A Abertura é o momento des-
tinado à recepção das crianças ao dia de trabalho.
• Desenvolver a proposta de dinâmica feita para O responsável por esse momento deve ser alguém
o momento da abertura. Ler o texto do dia (ou con- capaz de envolver, despertar e prender o interes-
tar a história do texto), comentar e explicar; se das crianças. Deverá estudar todo o material
• Orar com as crianças; da EBF, pois nesses momentos de abertura, estará
criando a expectativa pelo trabalho do dia, revisan-
• Dividi-las em grupos.
do o conhecimento dos dias anteriores e, no en-
Encerramento cerramento, estará concluindo a idéia desse dia e,
construindo uma ligação com os demais assuntos
• Fazer perguntas sobre a história aprendida no dos outros dias, para isso, precisa estar plenamente
dia; inteirado de todas as atividades do dia e dos obje-
• Cantar os cânticos aprendidos no dia; tivos gerais e específicos dessa EBF. Para as abertu-
ras de cada dia, apresentamos um material especí-
• Repetir o versículo que foi decorado; fico que será trabalhado nesse momento, em que
• Falar sobre os pontos positivos da participação todas as crianças estarão reunidas, antes de serem
das crianças nesse dia. Não critique as crianças, distribuídas em seus grupos. Nesse momento, é
não cite coisas negativas que tenham ocorrido (se importante que seja observado o tempo criteriosa-
ocorreram, é bom que as tenha resolvido na hora mente para que não se extrapole o horário, preju-
que aconteceram, em particular, com a criança en- dicando as demais oficinas que ainda estão por vir.
volvida, para não expô-la perante seus colegas), O encerramento é o momento da culminância
não cite nomes de crianças, perante as demais, do trabalho de um dia. A criança, depois de haver
para chamar atenção. passado por diversas atividades, vai ser levada a
• Neste momento fale do prazer de ter passado perceber o elo entre elas e o quanto cada uma de-
esse dia com elas, e convide-as para o dia seguinte. las colaborou para a construção do conhecimento
que apresentam nesse momento final.
• Orar com as crianças.

Oficina de História

• Ensinar as crianças a decorar o versículo tema contada. Ao preparar a história, fazer uma análise
da EBF; cuidadosa dela, determinando cada um de seus
elementos, treinar (contanto a alguém, escrevendo
• Ensinar as crianças adecorar o versículo do dia;
ou diante do espelho), sendo uma história bíblica,
• Contar a história; ler na Bíblia e, se possível, em diversas traduções e
• Conversar sobre a história; os textos correlatos e ler o contexto do texto em
que se situa a história ou o propósito dela ter sido
• Dramatizar ou pedir que recontem a história; contada naquela época, para a construção de um
• Despedirdas crianças com alegria, dizendo conhecimento mais apurado do texto a ser traba-
como foi agradável tê-las com vocês. lhado, fazendo, se possível, pesquisas de época e
estudando os termos desconhecidos.
O instrutor dessa oficina deverá estudar todo o
material e buscar aprender e envolver-se com cada Ao estruturar a oficina de história, tendo como
uma das histórias a ser contada, buscando referên- referência o material fornecido para aquele dia de
cias em sua própria história de vida, a fim de cons- trabalho, é preciso ter bem claro o objetivo que se
truir uma referência emocional com a história a ser pretende alcançar com aquela história; considerar

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os diferentes níveis de desenvolvimento das crian- interesse. Durante a contação da história, deve for-
ças que estarão vindo participar da oficina, dividi- necer informações históricas e dizer o motivo pelo
das em grupo segundo as suas faixas etárias, então qual aquela história foi contada pela primeira vez -
ao preparar a história devem ser feitas as devidas caso sejam essenciais ao entendimento do objetivo
adequações de linguagem e dinâmicas. da história; dar detalhes da vida dos personagens
que possam auxiliar no entendimento da história
Durante a oficina, é importante que a criança seja
e que sejam necessários; utilizar linguagem de fá-
motivada a participar da história. Para isso, o ins-
cil entendimento e adequada à idade das crianças
trutor dessa oficina pode lançar mão de diferentes
atendidas; explicar termos, expressões ou palavras
recursos de contação que possibilitam essa intera-
novas ao vocabulário das crianças, caso seja neces-
ção como, por exemplo, a Leitura narrativa – (leitu-
sário usá-las; usar um tom de voz alto, suave e claro,
ra dialogada ou responsiva do texto); Narração em
mudando a entonação de acordo com os diferen-
coro (leitura com gestos, frases repetidas, e movi-
tes momentos da história; dar ao rosto expressão
mento); Narração na perspectiva do personagem
coerente com os diferentes momentos da história;
(narrada pelo personagem principal ou por um se-
permitir ao corpo movimentos em sintonia com os
cundário, na primeira pessoa); Paráfrase e narração
diferentes momentos da história, evitando que es-
na linguagem de hoje (adaptando a história, sua
teja estático ao longo de todo o desenvolvimento
linguagem, criando diálogos e contextualizando-
da história ou em movimentos dissonantes; deixar
-a); Narração com recursos (usar gravura, flaneló-
que a criança tire suas próprias conclusões, consi-
grafo, álbum seriado, teatro de bonecos, fitas de
derando que ela é capaz e que o nosso trabalho foi
vídeo, etc.).
bem feito - não apontar a moral da história; fazer
Ao selecionar o material visual e a estratégia a se- uso de artifícios como Pausa (para provocar expec-
rem usados na apresentação da história, considere tativa e ansiedade); Gesticulação (para dar expres-
o que melhor se adequa ao estilo da história, e, se são à história) e Sons onomatopaicos (imitação do
utilizar gravuras, considere o tamanho da turma e som dos animais e outros diversos).
a distância entre as crianças, para definir o tama-
Numa EBF aberta à comunidade do entorno da
nho, e utilize cores fortes, observando se essas têm
Igreja, fica difícil conhecer todas as crianças, mas
nitidez.
é importante que o instrutor dessa oficina tenha
Ao introduzir a história, o instrutor dessa oficina acesso às fichas de inscrição e possa observar in-
poderá lançar mão de diferentes recursos como formações que lhe possam indicar o perfil da clien-
uma música, uma historieta, um jogo ou uma per- tela. Toda informação sobre o público a que se
gunta - desde que tenham relação com a história atende, facilitará na preparação e na apresentação
que será contada –como formas de despertar o da história.

Oficina de Música

• Ler a letra do cântico para as crianças; • Não permita palmas durante o ensino, pois o
• Explicar a letra do cântico que será cantado, barulho das palmas pode atrapalhar a aprendiza-
dando informações necessárias; gem da melodia;
• Ler com as crianças a letra; • Ensinar o cântico por partes e só passar adiante
quando todos estiverem cantando;
• Se não sabem ler, devem repetir as frases;
• Cantar todo o cântico ao final;
• Cantar sozinho na primeira vez, ao apresentar o
cântico, para que as crianças ouçam todo o cântico • Evite competições do tipo: “meninos contra as
com perfeição; meninas”;
• Use gestos para acompanhar os cânticos, pois • Evite levá-los a cantar gritando (quando todos
eles ajudam a fixar; estiverem juntos no encerramento, vai sair bem
alto);

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• Guarde um momento para a revisão dos cânti- ca, e um bom modelo, elas aprenderão a soltar a
cos dos dias anteriores; voz e a colocá-la adequadamente.
• Ao final da oficina, cantar todos os cânticos O instrutor da oficina deverá aprender bem as
aprendidos no dia; canções e preparar as letras com antecedência,
• Despeça as crianças com alegria, diga como foi fazendo cópias, ampliando e ilustrando ou orga-
muito agradável tê-las com vocês. nizando slides no datashow. A utilização de ilus-
trações para facilitar a fixação das músicas é um
Estamos sugerindo músicas selecionadas de ótimo recurso, seja com imagens em datashow,
acordo com o temae que poderão ser baixadas do em transparência para retroprojetor ou em folhas
site da Igreja Metodista, gravadas em CD e apren- de papel pardo com os cânticos ampliados. Entre-
didas pelas equipes de música. A quantidade de tanto, a letra escrita é apenas um suporte. Crianças
músicas para cada dia da EBF deverá ser decidida aprendem cantigas de roda e outras músicas sem
pelo coordenador dentre as sugeridas. É importan- nunca terem tido a oportunidade de lerem suas le-
te que as crianças aprendam as músicas; por isso, tras. Na EBF, atenderemos crianças que não domi-
deve-se evitar o excesso. Estamos sugerindo uma nam ainda a língua escrita, e isso certamente não é
quantidade maior de músicas que a necessária, um impedimento para que aprendam os cânticos.
para cada dia, a fim de que, cada equipe local, pos- Na medida do possível, seria bom levar as crianças
sa ter a liberdade de fazer a sua própria seleção. a cantarem sem ficarem dependentes da letra es-
O instrutor dessa oficina deverá, ao selecionar crita. Se a melodia e a mensagem forem interiori-
os cânticos a serem apresentados para cada grupo zadas pela criança, elas transmitirão tudo isto com
de crianças, considerar a faixa etária a que se desti- muita facilidade.
nam, considerando o tamanho da letra e o grau de Para enriquecimento, leia algumas das regras
dificuldade da melodia. Caso desejem acrescentar para o canto deixadas por João Wesley aos Meto-
outros cânticos aos que foram indicados ou subs- distas:
tituir, deve analisar as músicas escolhidas, conside-
rando o conteúdo de suas letras tanto no que se 1. Aprenda a música;
refere à adequação dela ao objetivo da EBF quanto 2. Cante os hinos como estão escritos;
à adequação de sua mensagem à teologia meto- 3. Cante o hino inteiro. Se isso é uma cruz, tome-
dista. -a e achará uma bênção;
A voz infantil é suave e aguda, o(a) dirigente 4. Cante vigorosamente e com animação;
deve ser uma pessoa com voz mais aguda, de pre-
ferência a voz feminina, ou voz masculina que can- 5. Cante com humildade, não grite;
te no falsete. Cantar muito grave pode prejudicar 6. Cante no compasso certo. Não corra e nem fi-
o amadurecimento da voz infantil para o canto. O que para trás quando cantar;
instrutor precisa ser afinado, mas caso sua equipe 7. Acima de tudo, cante espiritualmente. Procu-
não conte com um alguém que possa cantar para re agradecer mais a Deus do que a si próprio ou
as crianças, o instrutor pode fazer uso de um apare- a qualquer outra criatura. Para isso, preste atenção
lho de CD para lhes ensinar os cânticos. cuidadosa no sentido do que está cantando e te-
Devemos evitar aquela célebre frase tão usada nha certeza de que o seu coração não esteja sendo
indevidamente com nossas crianças “Cantem mais levado pela “beleza” do tom que está fazendo, mas
alto!”, pois quando as crianças ouvem este apelo a que o seu canto seja uma oferta a Deus.
tendência é gritar ao invés de cantar. E se observa-
mos as veias dos seus pescocinhos, parecem que
vão se romper. Queremos ver nossas crianças can-
tando com alegria, e jamais levá-las a um tipo de
esforço vocal que venha a lhes trazer prejuízos no
seu desenvolvimento vocal. Com o tempo, a práti-

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Oficina de Artes Plásticas

• Explique detalhadamente o que quer que fa- interesse da criança pelas novas formas de tocar o
çam, sem mostrar um modelo pronto e feito por mundo ao seu redor e de ter contato com ele.
adulto;
Explorar suas habilidades significa valorizá-las,
• Auxilie as crianças, pois cada uma tem um ritmo fazendo com que elas se sintam úteis, produtivas
de desenvolvimento; e colaboradoras na família, escola, comunidade e
na própria sociedade. Cabe à pessoa que trabalha
• Não elogie pelo resultado, mas pelo esforço;
com elas estimulá-las, através da arte, a desenvol-
• Não compare os trabalhos; ver os seus sentidos. É necessário conhecer as téc-
• Não critique os trabalhos; nicas de pintura, de modelagem, de desenho, de
colagem, de reciclagem, de dança, de como contar
• Não faça pela criança, incentive; histórias, de música, enfim, tudo o que a arte pode
• Seja amável e paciente com as limitações. Pen- proporcionar, pois isso facilitará trabalhar com esta
se: “Nós também temos as nossas”; forma de expressão.
• Despeça as crianças com alegria, diga como foi A arte é um excelente recurso que viabiliza pro-
agradável tê-las com vocês. postas diferenciadas para o trabalho com as crian-
ças. Ela facilita a expressão criativa em todos os
“Que variedades, Senhor, nas Tuas obras!” (Sl sentidos, e aproxima os indivíduos em suas rela-
104.24). Nascemos dotados de potencial criativo ções.
que apresenta formas variadas de expressão. A
arte faz parte da vida; fazemos arte e, muitas vezes, A expressão artística pode auxiliar na elaboração
não percebemos. Arte é transformação, criação, do conhecimento adquirido; pode facilitar o auto-
construção. Para trabalhar com arte, é preciso per- -conhecimento e o conhecimento do outro; pode
cepção, estar aberto ao contato com o novo, dispo- possibilitar o relacionamento e a comunicação.
sição em envolver-se física e emocionalmente com Portanto, pode ser um excelente canal de apropria-
o objeto que se constrói, e fazê-lo através do maior ção dos valores do Reino de Deus e de valorização
número possível de sentidos – e especialmente do dos conceitos de reutilização, reciclagem e mordo-
sentido do tato. mia dos recursos naturais.
As crianças, por si mesmas, já carregam dentro Na oficina de artes, o instrutor deve apresentar
delas a curiosidade, a vontade de tocar, sentir e de a proposta de trabalho, sem mostrar o modelo
cheirar o que está ao seu redor. “Espantei-me no completamente acabado - feito pelo adulto. Esta-
dia em que, sentada numa rodinha, para contar remos auxiliando as crianças na construção, sem
histórias com meus alunos de três anos, um deles entretanto, limitar suas possibilidades de criação,
lambeu o chão. Meu espanto não foi com a lambi- ou seja, permitiremos o seu toque pessoal sem
da da criança, mas com a minha falta de curiosida- apresentar um referencial “perfeito” que ela dificil-
de, para saber que sabor teria aquele piso.” (Rogeria mente conseguirá fazer igual.
S. V. Frigo). Trabalhar com arte é lançar mão desse

Oficina de Jogos cooperativos

• Intercale brincadeiras calmas e agitadas, termi- • Não insista numa atividade que esteja sendo
nando sempre com uma atividade calma; desagradável, sinta o grupo e proponha outra ati-
• Controle o tempo no relógio; vidade;
• Não corte uma atividade que esteja agradando • Explique com clareza as regras da brincadeira;
para mudar por outra; • Seja justo (faça cumprir as regras, não se deixan-

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do levar por intervenções do grupo); atividades, definir o material a ser usado, prepará-
• Depois de começada a brincadeira, não mude -lo ou separá-lo. A respeito dos jogos, deve ob-
as regras do jogo; servar que sejam programados por adequação às
faixas etárias e que, quanto à intensidade, devam
• Seja imparcial ao tomar decisões; variar entre calmos e agitados, dos mais simples,
• Evite brincadeiras que envolvam exclusão ou aos mais complexos, terminando sempre com um
competição; jogo calmo, para preparar a criança para entrar na
• Mantenha o grupo unido na mesma brincadei- próxima sala, sem agitação.
ra, não permitindo que se dispersem; Alguns cuidados devem ser tomados na oficina
• Escolha brincadeiras de acordo com a capacida- de jogos, que sejam: ter o objetivo a ser alcança-
de de cada idade; do bem definido: saber o que pretende conseguir
com aquele jogo; saber quem são as crianças: faixa
• Despeça as crianças com alegria, diga como foi etária, interesse, capacidade de entender as regras
agradável tê-las com vocês. do jogo; observar a quantidade de crianças: jogos
O jogo, a brincadeira, a recreação são veículos de para grupos pequenos podem não ser adequados
prazer para a criança; por isso o aproveitamento para os grupos grandes; levar em conta o local dis-
deste método, na educação cristã é muito interes- ponível para a atividade: existem jogos específicos
sante. Cristo se utiliza das parábolas, não por ser a para cada lugar - jogos de salão e jogos para ar livre;
única coisa que sabia fazer, mas por ser um método considerar o clima: se o jogo não é muito agitado
de interesse do povo judeu e, portanto, eficiente. O para um dia quente ou lento para um dia frio; con-
importante é ganhar a criança, pegar seu ponto de siderar o tempo disponível para a atividade, para
interesse. Fazer com que as horas passadas na “casa não interromper uma atividade bem no meio dela,
do Senhor” tenham gosto de satisfação, sejam-lhe ao soar a sineta do fim da oficina. Isso pode ser
lembranças de momentos prazerosos. E nada mais frustrante para a criança; planejar sempre: o pla-
prazeroso para a criança que a brincadeira. A casa nejamento reduz o erro, o desperdício de tempo,
do Senhor é lugar de alegria, de crianças sorrindo, nos leva mais rápido e eficientemente a alcançar
se expressando, brincando e aprendendo sobre o nossos objetivos; preparar todo o material com an-
Deus que é amigo, é bom, ama as crianças e gosta tecedência: o improviso pode comprometer todo
de vê-las sorrindo. um trabalho e produzir experiências negativas.
Brincar é muito bom! Disso ninguém duvida. Temos optado por trabalhar com jogos coopera-
Proporcionar momentos educativos ao brincar tivos, e abandonado os competitivos, por entender
com as crianças, entretanto, requer planejamento que estes, que enfatizam a competição, reforçam
da ação. Se queremos tirar proveito da situação e os valores da sociedade capitalista e individualista
apresentar Cristo, precisamos planejar estas brin- e que não estão de acordo com os valores do Reino
cadeiras. Toda brincadeira tem de estar em acordo de Deus, que são partilha, cooperação, amar o pró-
com o assunto a ser trabalho. O jogo pode ser um ximo como a si mesmo, fraternidade, cordialidade,
recurso útil se adequado ao contexto e trabalhado etc. Entendemos que os jogos cooperativos vão,
no momento certo. Podemos usar o jogo para re- além de confirmar o ensino que temos ministrado
forçar o assunto do dia. Jogo não é estratégia para a nossas crianças, desenvolver um senso de unida-
preencher tempo vazio; ele precisa estar dentro do de e envolvimento. Acreditamos que os jogos coo-
contexto. perativos sejam excelentes instrumentos na cons-
O instrutor dessa oficina e sua equipe precisam trução de uma cultura de paz e de não-violência.
pensar com antecedência como vão conduzir as

32
Jogos competitivos Jogos cooperativos

São divertidos apenas para alguns. São divertidos para todos os participantes.

A maioria tem o sentimento de derrota. Todos têm um sentimento de vitória.

Alguns são excluídos por sua falta de habilidade. Alguns são excluídos por sua falta de habilida-
de. Há mistura de grupos que brincam juntos,
criando alto nível de aceitação mútua.

Aprende-se a ser desconfiado. Todos participam e ninguém é rejeitado ou


excluído.

Os perdedores ficam de fora do jogo e, simples- Os jogadores aprendem a ter um senso de uni-
mente, se tornam observadores. dade e a compartilhar o sucesso.

Os participantes não se solidarizam, e ficam feli- Desenvolvem auto-confiança, porque todos são
zes, quando alguma coisa de ruim acontece aos bem aceitos.
outros.

Pouca tolerância à derrota desenvolve em alguns A habilidade de perseverar face às dificuldades


participantes um sentimento de desistência face é fortalecida.
às dificuldades.

Poucos se tornam bem sucedidos. É um caminho de co-evolução.

Estamos fazendo uma seqüência de sugestão de nea a outras; portanto, é imprescindível a pontua-
jogos. O coordenador da oficina poderá substituir lidade. Jogos sugeridos para um dia da EBF podem
ou acrescentar outros jogos, desde que considere a ser novamente utilizados, em outros dias, se nota-
orientação de que não sejam competitivos. O tem- do o interesse das crianças por aquela proposta.
po total dessa oficina estará acontecendo simultâ-

33
5
Programação para Abertura, Encerramento e
Oficinas de crianças de 4 a 11 anos
Crianças de 4 a 11 anos

34
1º DIA

A programação do primeiro dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com
Crianças da 4ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças discípulas Ambientação: Mesa coberta por uma toalha
bonita e enfeitada com três bonecos aventureiros,
Conhecimento específico: Aprendendo sobre o
(Zeca, Yan e Rebeca) ou outros bonecos que repre-
discipulado.
sentarão os personagens da história que será con-
Objetivos: Proporcionar às crianças, experiên- tada. Ter, no centro da mesa, uma Bíblia aberta, e
cias que promovam aprendizado sobre a impor- nas paredes, ou painéis, colar o tema da EBF e o
tância de ser um(a) discípulo(a); despertar nelas, o do dia, e também os versículos tema com cartazes
interesse de estar aprendendo mais sobre Deus e o criativos.
que Ele espera de nós, como discípulos(as) seus(as).

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Versículos Geral: “Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.” Mateus 7.20
tema Do dia: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado,
sabendo de quem o aprendeste.” 2 Timóteo 3.14

Abertura Motivação: Hoje é o primeiro dia da EBF, portanto comece recebendo as crianças
com muita alegria, mostrando-lhes a importância de cada uma, neste tempo em que
estarão juntas. Em seguida, dê as orientações necessárias, de como procederá, apre-
sentando-as à equipe de trabalho, em caso de precisarem de qualquer coisa.
Apresentar às crianças o tema da EBF, “A Alegria de Produzir Frutos”, em seguida, o
tema do dia, “de discipulado”. Para essa apresentação, é necessário apontar para os
cartazes da ‘ambientação’ que estarão expostos no dia. Motivar as crianças a repe-
tirem o tema da EBF e do dia, incentivando-as a decorar, pois será perguntado em
todos os dias da EBF.
Explicar às crianças, os símbolos utilizados para a EBF, que no centro está a Bíblia,
pois ela precisa ser o principal meio do nosso aprendizado. Em seguida, apontar para
os personagens da história, mostrando-lhes que para sermos como eles, “aventureiros
da missão”, faz-se necessário sermos bons(boas) discípulos(as), que observam os ensi-
namentos da Bíblia que nos são ensinados pelas pessoas que nos acompanham na fé:
(os(as) dirigentes do Culto com crianças, os(as) professores(as) da Escola Dominical,
os(as) instrutores(as) das oficinas da EBF e todos mais da família de fé que caminham
conosco , ensinando-nos), para que assim possamos produzir bons frutos e que seja,
com alegria, a nossa caminhada de serviço a Deus.
Leitura Bíblica: Mateus 5.14-16
“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um mon-
te; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e
alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante
dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está
nos céus”.
Pedir a alguém da equipe de trabalho que leia o texto expressivamente, com ênfase
nas partes chaves do texto, como na introdução do mesmo, e na parte que ressalta
a brilhar também “a vossa luz diante dos homens”. Após a leitura, faça uma pequena
reflexão sobre o texto, dizendo que o discípulo que observa a vontade de Deus e que
quer colher bons frutos com alegria, é aquele que faz a diferença e tem atitudes boas
e agradáveis a Deus.
Dinâmica: Mostre diferentes tipos de luzes (lâmpadas de diversas cores em aba-
jures que estejam ligados à energia, velas de diversos tamanhos, lamparinas etc), fa-
zendo as crianças refletirem sobre a importância dessas, principalmente quando a
noite chega. Apontando como é necessário que a luz se acenda e que possamos ver,
ao redor, para fazermos nossas tarefas, e tenhamos conforto para transitar pelos am-
bientes, sem corrermos riscos. Diga, então, que da mesma forma, é importante que
brilhemos diante das pessoas com as quais convivemos, ou seja, fazendo coisas em
acordo com a vontade de Deus que está expressa na Bíblia, a palavra de Deus.
Sensibilização: Contar a história, mostrando os aventureiros da missão (sugestão-
o/a contador/a entrará com óculos, contendo olhos grandes desenhados e colados
em cada uma das lentes).

36
OBSERVANDO E IMITANDO
Texto de: Pra Welen Cristina O. A. Pascoal
Certa vez três dos aventureiros, Zeca, Yan e Rebeca, foram acampar com uma turma
de amigos. Nessa nova missão, todos fizeram suas malas, colocando os equipamentos
necessários. Quando chegaram ao local estipulado, montaram suas barracas, e já iam
guardando suas coisas, quando Zeca viu algo muito diferente na mala de Yan, que
estava aberta: UM PAR DE ÓCULOS COM OLHOS GRANDES DESENHADOS, colocados
no lugar de cada lente. Zeca olhou para aquele objeto e, em risadas, perguntou a Yan:
__ O que este óculos tem a ver com acampamento? Por que você trouxe este brin-
quedo?
E logo mostrou à Rebeca, que também, em risadas, disse:
__ Só o Yan mesmo. Você tem cada ideia!
Yan respondeu-lhes:
__ Minha mãe quem colocou na minha mala. Ela disse que tem tudo a ver, sim, com
este acampamento, aliás, com qualquer lugar aonde eu vá, pois tenho que ficar com
os olhos bem abertos para observar as coisas boas que as pessoas fazem, para assim
imitar.
Rebeca e Zeca, sem entenderem muito, perguntaram:
__ Olhos abertos? Observar coisas boas? Como assim?
Yan explicou:
__ Sabe, os “olhos abertos” quer dizer que devo ficar bem atento às coisas boas que
as pessoas fazem, para assim tentar fazer o mesmo. Por exemplo, minha mãe gosta
muito de orar e ler a Bíblia, igual à minha avó, então procuro observá-las e também
fazer a mesma coisa. Vi que você, Zeca, gosta de ajudar os outros, pois ofereceu para
montar as barracas daqueles que não sabiam. Você, Rebeca, sempre corrige os me-
ninos que gostam de brincar de lutinha, falando que é errado e isto quero aprender
com vocês, quero sempre observar as coisas boas e imitar, pois assim colherei bons
frutos com alegria.
Assim, Rebeca e Zeca não riram mais de Yan, pelo contrário, falaram que também
fariam óculos com olhos grandes, para serem observadores das atitudes boas das ou-
tras pessoas, imitando as mesmas, quando elas fazem a vontade de Deus. Depois que
organizaram tudo, lembraram-se da brincadeira “siga o mestre” e chamaram os outros
amigos para brincarem com eles.
Convite a compromisso: Convide as crianças a serem observadoras dos frutos
bons das outras pessoas, orientando-as que o discípulo sempre põe em prática o que
é bom. Proponha a começar a partir de hoje a observar, e assim seguir o exemplo.
Oração: Pelas crianças, para que Deus as conduza nesta missão de serem discípulas,
aprendendo e colocando em prática as coisas boas, para assim colherem bons frutos.
E pelo dia da EBF que está começando.

Oficina de História bíblica: O Discípulo Timóteo (2 Timóteo 1. 5; 3.14-15)


História Como contar a história: O(a) instrutor(a) desta oficina deve ler o texto bíblico, an-
tecipadamente para contar a história com suas próprias palavras. Para turmas de ida-
de menor, deve resumir, para as crianças maiores oferecer mais detalhes, podendo
estender um pouco mais o tempo da contação. A linguagem utilizada ao contar a

37
história deve ser adequada ao entendimento de cada faixa etária, de acordo com a
maturidade da turma. Podem ser usados fantoches ou gravuras. É importante que se
utilizem recursos que atraiam a atenção das crianças, mas nenhum recurso vai ocupar
o lugar de uma história bem contada e com as devidas entonações. No material ane-
xo, estamos sugerindo a confecção de bonecos de garrafinha pet. Observe o passo a
passo da confecção desse material no site.
O DISCÍPULO TIMÓTEO
Nas palavras de: Pra Welen Cristina O. A. Pascoal
Há muitos anos atrás existiu um jovem chamado Timóteo. A Bíblia conta que ele
era amigo do famoso apóstolo Paulo, e também ajudava em sua missão. Interessante
que essa amizade era tão grande, que Paulo lhe escreveu duas cartas, e essas estão na
Bíblia e serve como exemplo para nós nos dias de hoje.
Além de grandes amigos, Paulo também o chama de “verdadeiro filho na fé”, con-
forme vemos em 1 Timóteo 1.2; também de “amado filho” duas vezes em 2 Timóteo
1.2 e 2.1! Podemos então entender que Timóteo era um grande discípulo de Paulo,
porque um discípulo é aquele que aprende com os passos do outro, que caminha
junto; é como se fosse um aluno que aprende as coisas boas que os pais, instrutores,
professores e outras pessoas a quem segue, ensina. E Timóteo, antes de ser discípulo
de Paulo, era um grande discípulo de Jesus.
Mas, o que fez Paulo considerar tanto assim a Timóteo? O fato de ele ter uma gran-
de fé, essa mesma que sua mãe, Eunice, e sua avó, Lóide, tinham. Então, era também
discípulo de sua mãe e sua avó. A mãe dele, Eunice, era judia cristã (At 16.1), e era uma
serva de Jesus que lhe ensinou, desde quando era ainda uma criança, os caminhos do
Senhor e ele permaneceu nesse caminho, cumprindo a missão de anunciar a palavra
de Deus.
Sendo assim, um grande discípulo, Timóteo pôde colher muitos frutos bons em sua
caminhada, pois também instruiu e passou o que aprendeu para muitas pessoas de
sua época. Ele não foi somente um orgulho para sua mãe, sua avó e para Paulo, mas
principalmente para Deus, pois o obedeceu em toda sua caminhada.
Motivação para conversa: Segundo o dicionário Aurélio, a palavra “discípulo” sig-
nifica “pessoa que recebe instrução (em relação a quem lha dá); aquele que aprende;
aluno; aquele que segue as doutrinas de outrem; sectário”1. O discipulado está sendo
muito falado, e praticado, na Igreja Metodista na Contemporaneidade e ele é “um esti-
lo de vida, um método de pastoreio e uma estratégia para o cumprimento da missão;
e assim deve ser compreendido, aplicado e vivenciado por cada metodista”2. Portan-
to, fazemos parte dessa missão, para que bons frutos sejam colhidos. A Bíblia nos
convida a sermos discípulos de Cristo, também fazer outros discípulos, pois o próprio
Jesus nos ordena: “ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em
nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas
que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação
do século” (Mateus 28.19-20).
Dinâmica: O Retrato(Irlene Moreira)
Deus tinha um sonho com relação a alguém. Alguém com quem pudesse conversar,
que tivesse capacidade de se relacionar com Ele, que conseguisse reconhecer sua gra-

AURELIO, O mini dicionário da língua portuguesa. 4a edição revista e ampliada do mini dicionário Aurélio. 7a impressão – Rio de Janeiro, 2002.
1

2
BALTHAR, Fernando Lopes. Discipulado o que é?. Disponível em: http://4re.metodista.org.br/conteudo.xhtml?c=112, acesso em: 13 de agosto
de 2015.

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ça, sua bondade, sua misericórdia, seu poder. Por isso, mesmo depois de já ter criado
tanta coisa legal, no 6º dia, Deus criou o ser humano, macho e fêmea os criou. Mas
o fez diferente do resto da criação. Fez de uma maneira toda especial, caprichada e
depois avaliou que era muito boa sua criação.
Separe as crianças em grupos de 10.
Atividade 1- Entregue a cada criança uma folha de papel ofício e peça escrevam
seu nome no alto da folha. Depois peça que desenhem uma cabeça com olhos, nariz,
boca, sombracelhas, cabelos.
Atividade 2- Passando para a direita, observe se o desenho feito é de um homem
ou de uma mulher e você vai desenhar o pescoço e o tronco nesta cabeça desenhada
que você recebeu...
Atividade 3- Desenhe agora os braços e as mãos neste desenho.
Atividade 4- Desenhe as pernas e pés neste desenho. Agora procure o/a dono/a
do desenho e entregue para ele/ela.
Atividade 5- Peçam que dêem um nome a essa pessoa do desenho.
Reflexão: Deus nos criou e a cada um deu seu jeitinho de ser. Mas Deus quer que
reflitamos o jeitinho d ‘Ele no nosso viver. Ele quer que amemos como Ele ama, que
falemos uns com os outros como Ele fala, que tratemos uns aos outros como Ele trata,
com todo o carinho e consideração. Ele quer que onde estejamos, possamos passar
para os outros um pouquinho daquilo que Ele é. Por isso Deus mandou Jesus até
nós, para que pudéssemos aprender com Ele como viver e relacionar com as pessoas
aqui. Ele quer que sejamos um retrato d ‘Ele aqui, por isso nos criou à Sua imagem e
semelhança.
Como decorar: Apresentar o versículo em moldes grandes em formatos de um
grande par de óculos ou mesmo olhos, contendo partes do versículo, espalhados
pelo ambiente do local da EBF. À medida em que as crianças forem decorando o ver-
sículo, são retiradas essas partes , até que decorem todo o versículo.

Oficina de A AVENTURA DE CAMINHAR COM CRISTO


Música Letra: Nanci Mendonça da Trindade
Música: Tiago M. da Trindade e Heber Antunes do Nascimento

Eu quero andar como Cristo andou, ser seu exemplo de amor


Dando o melhor de mim, assim quero servir
Caminhando com Cristo até o fim, eu quero imitar ao mestre sim.

Fazendo o bem ao meu redor,


Eu sei que ainda sou criança tenho muito que aprender
Mas o exemplo eu quero ser.

Quero mostrar ao mundo então as coisas belas que Jesus fez


Venha comigo, não fique aí
Pois sua vida será mais feliz...

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EU SOU UM SINAL
Letra: Elci Lima e Silvia Helena
Música: Sílvia Helena.

Eu sou um sinal maravilhoso da graça de Deus


Não vou calar, vou falar do seu amor
O Senhor me escolheu para anunciar seu amor
Vou transmitir em todo lugar que eu for
Eu sou o sinal...

Jesus morreu numa cruz pra me salvar


Amor tão grande assim não se pode comparar
Eu sou sinal...

EU QUERO DIVIDIR
CD Cantinho Legal Do Reino De Deus- DNTC.
Eu quero dividir, Eu quero semear
A alegria que eu tenho para dar
Eu quero então plantar, eu quero após colher
Com outras crianças um mundo bem melhor pra se viver.

JESUS QUER ENSINAR


Letra: Onice Mª de Sousa, Mª Aparecida Porto Ferreira, Dulce Leia Sathler Balmant
Musica: Dulce Leia Sathler Balmant

Vem, cá! Vem cá!


Em cá que Jesus quer ensinar
Vem cá, menino! Vem cá, menina!
Escuta o que Jesus quer ensinar

Ele quer ensinar a caminhar, conviver, saber ouvir


Ele quer ensinar a respeitar, obedecer e repartir
Ele quer ensinar a agradecer, a brincar e divertir
Ele quer ensinar a confiar, anunciar e dividir

Vem cá! Vem cá!...

Escolher, conviver, agradecer, anunciar


Repartir, confiar, para quem quer aprender a amar
Escolher, conviver, agradecer, anunciar
Repartir, confiar, tudo isso Jesus quer ensinar.

Vem cá! Vem cá!


Vem cá que Jesus quer ensinar
Vem cá, menino! Vem cá, menina!
Escuta o que Jesus quer ensinar! Vem!

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Oficina de Atividade: Confeccionar os óculos de Yan- Modelo
Artes Material:
• 1 folha A4 para cada criança;
• Giz de cera ou lápis de cor;
• Tesoura;
• Cola.
Descrição da atividade: Faça óculos de dobradura e depois permita a cada criança
desenhar olhos nas lentes dos seus óculos.
Passo a passo no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=1Vg2NDeEIAw

Oficina de FAIXA ETÁRIA: 4-5 anos


Jogos 1) O QUE SEU MESTRE MANDOU
Local: espaço amplo e sem mobiliário
Formação: uma grande roda
Organização: crianças em roda.
Execução: O(a) instrutor(a) explicará às crianças que devem obedecer às ordens do
“Seu Mestre”, no caso, ele mesmo. Então dirá às crianças:
• O que seu mestre mandar!
E as crianças responderão:
• Faremos tudo!
Seu mestre mandou:
• Pular num só pé,
• Coçar a cabeça,
• Bater palmasetc

2) ELEFANTINHO COLORIDO
Material: A brincadeira fará referência a cores que podem ser aquelas que tiverem
no ambiente, acrescidas de outras que poderão ser colocadas pelo(a) instrutor(a),
como cores das paredes, toalhas das mesas, pedaços de papéis ou tecidos.
Local: Espaço amplo para facilitar a movimentação das crianças.

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Formação: instrutor(a) e crianças livres pela sala.
Execução: O(a)instrutor(a)falará: - Elefantinho colorido!
As crianças perguntarão: - Qual é a sua cor?
O(a) instrutor(a) falará uma cor (que exista no ambiente) e as crianças deverão cor-
rer e colocar a mão em algo daquela cor.

3) OS BICHINHOS DE DEUS (Autoria: Irlene Moreira)


Material: Cartões com gravuras de diversos bichos
Local: amplo com espaço para a movimentação das crianças.
Formação: aleatória
Execução: Mostrar às crianças os cartões, com as gravuras dos bichos, para verificar
se conhecem todos, se sabem onde vivem e como se movimentam. Dar a cada crian-
ça um cartão. Explicar que ao ouvirem a palavra “ÁGUA” todos os bichos que vivem
na água devem se movimentar, cada um do seu jeito. Ao ouvirem a palavra “TERRA”,
todos os bichos que vivem na terra devem se movimentar, cada um do seu jeito. E ao
ouvirem a palavra “AR” todos os bichos que voam devem se movimentar, cada um do
seu jeito. Ao ouvirem a palavra “BICHOS” todos devem se movimentar, cada um do
seu jeito.

FAIXA ETÁRIA: 6-7 anos


1) ESPELHO
Material: Nenhum
Local: espaço amplo que possibilite a movimentação das crianças
Formação: uma grande roda, crianças em duplas.
Execução: As crianças estarão em duplas, sendo uma delas, aquela que origina o
movimento e a outra a que reflete (espelha o movimento). A criança vai executando
os movimentos, de acordo com o sinal dado pelo(a) instrutor(a) e a outra tem que
imitar os seus movimentos. Depois de alguns minutos, faz-se a troca: quem refletia
passa a originar os movimentos e a outra criança passa a refletir.

2) A DANÇA DO SHAP-SHAP
Local: espaço amplo que possibilite a movimentação das crianças
Formação: uma grande roda
Organização: o(a) instrutor(a) fica no meio da roda, dançando pelo espaço disponí-
vel. As crianças, paradas na roda, cantam e batem palmas ao ritmo da música.
Execução: enquanto as crianças cantam, o(a) instrutor(a) vai girando dentro da
roda ao som da seguinte canção, cantada por todas ao compasso de palmas ritma-
das: “Fui na Bahia visitar a minha vó, minha vó me ensinou a dançar o Shap- Shap...”
Então o(a) instrutor(a) para diante de uma das crianças que formam a roda e executa
uma dança inventada por ele. E todos da roda têm que imitá-lo enquanto cantam:
“A dança do shap-shap, a dança do shap-shap, a dança do shap- shap, shap-sha-
pauê”
Então o(a) instrutor(a) troca de lugar com a criança, na frente da qual ele dançou

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que passa a dançar dentro da roda e por sua vez, dançará à frente de outra criança,
inventando a sua própria dança. E assim segue até todos terem dançado.

3) QUEM É O MESTRE?
Local: espaço amplo que possibilite a movimentação das crianças
Formação: crianças em roda
Execução: As crianças em roda, uma delas é retirada para se afastar da roda e uma
das que permanecem na roda é escolhida para ser o mestre ou a mestra. Esta criança
escolhida deve executar uma série de movimentos, tais como: pular, bater palmas,
balançar a cabeça, rodar as mãos etc, sendo imitada pelas demais. Chamada de volta
à roda, a criança afastada anteriormente deve adivinhar quem está comandando os
movimentos, tendo três chances para isso. Acertando, pode ganhar um prêmio ou,
simplesmente, passa-se a oportunidade para outras crianças.

FAIXA ETÁRIA: 8-11 ANOS


1) DIG-DIG-JOY-DIG-JOY-POPO
Local: espaço amplo que possibilite a movimentação das crianças
Formação: uma grande roda
Execução: define-se uma criança para começar. Essa criança deve executar movi-
mentos tais como: coçar o nariz, bater na cabeça, rodar a cabeça etc, seguindo o
seguinte ritmo falado: Dig-dig-joy-dig-joy- popo.
Quando ele acabar de falar e fazer o movimento, passará para outro movimento. O
coleguinha da esquerda deve fazer o movimento que ele acabou de fazer. E assim a
brincadeira prossegue, com o coleguinha da esquerda sempre fazendo o movimento
que o coleguinha da direita acabou de fazer. Até que todos na roda tenham iniciado
algum movimento.

2) JOGO DO NOME
Local: quadra ou gramado
Formação: uma grande roda
Execução: O “Jogo do nome” é uma ótima maneira para crianças se conhecerem
em um novo ambiente. Faça as crianças ficarem de pé em um círculo e peça que cada
um pense em um adjetivo que comece com a letra de seu nome. Uma criança pode
começar se apresentando, usando o adjetivo e o seu nome. Por exemplo, uma meni-
na poderia dizer “Olá, eu sou a Maravilhosa Maria!”. A criança seguinte deve repetir
o nome da criança que falou antes e se apresentar. Cada criança deve repetir todos
os nomes ditos, antes do seu, antes de se apresentar. Se você estiver brincando com
um grupo que tenha crianças de idades diferentes, ponha as crianças mais novas no
começo do círculo para facilitar as coisas para elas, ou ponha-as entre crianças mais
velhas e deixe que essas ajudem as mais novas a se lembrar.

3) VOLENÇOL
Materiais: uma bola grande e oca (como uma bola de praia), ou uma bola de borra-
cha ou de vôlei e um cobertor ou lençol para cada 4 jogadores.
Formação: cada grupo de quatro pessoas, uma de frente para a outra, irá segurar as
pontas do cobertor. A bola será colocada no meio do cobertor ou lençol.

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Execução: No jogo simples, os jogadores tentam centralizar a bola no cobertor e
tentam fazer com ela um caminho circular, no sentido horário, de modo que ela pas-
se pelas quatro pontas do cobertor sem cair no chão. Fazem isso dez vezes e depois
devem tentar fazê-lo no sentido anti-horário. Então, tentam jogar a bola para cima e
pegá-la com o cobertor. Devem fazê-lo dez vezes, sem deixá-la cair.
Se houver mais de quatro jogadores, podem jogar a bola de um grupo para outro
usando os cobertores. Os jogadores também poderão usar uma rede (ou corda) para
separar os grupos e passar a bola por cima dela para outro grupo.

2º DIA

A programação do 2º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças
da 2ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças movidas pelo Espírito entusiasmo para o trabalho e capacita com os dons
Santo de Deus. necessários.
Conhecimento específico: Aprendendo sobre a Ambientação: Mesa coberta por uma toalha,
ação do Espírito Santo sobre ela os bonecos dos Aventureiros em Missão,
uma Bíblia aberta, um pote transparente com pi-
Objetivos: Possibilitar às crianças, experiências
pocas e um pote escrito sal e, nas paredes, painéis
que as levem a entender que o Espírito Santo de
com o tema da EBF e o do dia.
Deus é que orienta a ação ministerial da igreja, dá

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Versículos Do dia: “Pois nele vivemos, nos movimentamos e existimos.” Atos 17.28a
tema

Abertura Motivação: Distribuir na recepção um saquinho, bem pequeno, de pipoca para


cada criança. Essa pipoca deverá estar completamente sem sal e não deverão dispo-
nibilizar sal para que coloquem. Dizer às crianças que devem comer, antes de entrar
no local destinado à Abertura da EBF. Deixe, perto delas, uma lixeira, pois elas terão
que se desfazer do saquinho e algumas não irão comer a pipoca sem sal, portanto irão
descartar. Dê liberdade para que descartem, se não desejarem comer. O objetivo é
que provem a pipoca sem sal. No momento da abertura, elas já terão comido (ou pro-
vado) a pipoca sem sal. Devem ser recebidas com alegria e entusiasmo. Dessa forma,
deve ser apresentado o tema do dia e então perguntar se gostaram da pipoca que
lhes foi servida. Mediante as reclamações da falta do sal, o(a) coordenador(a) deverá
dizer que assim, como a pipoca sem sal, que não tem graça nem sabor, é a nossa vida
cristã , quando não temos o Espírito Santo de Deus orientando, movendo e condu-
zindo-nos. Como cristãos(ãs), precisamos produzir frutos: de alegria, de discipulado,
de evangelização, de bondade, de fé e muitos outros. Mas só daremos frutos, se esti-
vermos ligados(as) a Cristo e se formos movidos(as), animados(as) e direcionados(as)
pelo Espírito Santo de Deus.
Leitura Bíblica: Atos 1. 8-11
“Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas
testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra. Ten-
do dito isso, foi elevado às alturas enquanto eles olhavam, e uma nuvem o encobriu
da vista deles. E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto ele subia. De repente
surgiram diante deles dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: Galileus,
por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi ele-
vado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir”.
Pedir que uma criança faça a leitura do texto. Dizer às crianças que, somente tendo
o Espírito Santo de Deus, é que podemos ser testemunhas do que Deus faz em nossas
vidas e do sacrifício de Jesus por todas as pessoas. Por que é o Espírito Santo que nos

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concede os dons, que necessitamos para trabalhar como servos(as) de Deus e é Ele
que nos dá ânimo pra cumprirmos nossa missão e produzirmos os frutos.
Sensibilização:
HISTÓRIA DE HUGO
Hugo era um menino triste e fazia muitas coisas erradas, porque ele não tinha o
Espírito de Deus.
Na escola, ele desobedecia aos professores, brigava com os colegas. Ele sempre le-
vava um bilhetinho, para casa, por conta de seu mau comportamento.
Certo dia, seus pais precisaram viajar para resolver um problema de família, e não
podiam levar Hugo. Diante deste problema, ele precisou ficar na casa de seu melhor
amigo Tony.
Ao contrário de Hugo, Tony era um menino muito feliz, educado, obediente e ama-
do, por todos, no colégio. Tony, todos os domingos, ia à igreja com seus pais. Ele era
evangélico e tinha o Espírito Santo de Deus. Por isso era tão feliz.
Naquela semana que Hugo ficou na casa do Tony, estava sendo realizada uma EBF
na igreja dele.
Hugo não teve outra opção, a não ser acompanhar o seu amigo à igreja.
No primeiro dia da EBF, Hugo ficou muito sem jeito, porque ele não estava acostu-
mado com aquele ambiente. Nos dias seguintes, Hugo era o primeiro a se vestir para
a igreja.
Foi ai que no terceiro dia, aconteceu uma coisa maravilhosa na vida de Hugo. Quan-
do a instrutora Clara contou a história sobre a conversão de Paulo a caminho de Da-
masco, Hugo que estava na primeira fila, e nem piscava os olhos, ficou com o seu
coração transbordando de alegria, e na hora que a instrutora perguntou se naquela
tarde alguém queria aceitar Jesus, adivinham o que aconteceu? Isso mesmo. O Hugo
foi o primeiro a levantar a mão.
Daquele dia em diante, ele se tornou um novo menino por que o Espírito Santo de
Deus passou a habitar na vida dele.
Dinâmica: Experiência - O enchimento automático de balões
Reagentes e material necessário:
• 1 garrafa de plástico transparente de 500ml (dessas de água mineral);
• 1 funil;
• 1 balão de borracha;
• 150ml de vinagre;
• 3 colheres de bicarbonato de sódio.
Procedimento experimental: Coloque o vinagre dentro da garrafa (cerca de um
quarto da mesma). Com o funil, coloque o bicarbonato de sódio dentro do balão.
Encaixe o pescoço do balão no gargalo da garrafa sem deixar que o bicarbonato caia
dentro da garrafa. Deixe dessa forma preparado para realizar a experiência.
Quando estiver conversando com as crianças, diga que nossa vida, sem o poder do
Espírito Santo de Deus é como um balão vazio, sem forma e sem utilidade (mostre um
balão vazio). Mas quando o Espírito de Deus habita em nós, ele nos dá condições para
realizar a missão e dar frutos. Levantar o balão de modo a que o bicarbonato de sódio

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caia para dentro da garrafa.
O vinagre começa a fazer bolhas e o balão começa a encher de vagarinho.
Para termos o Espírito Santo de Deus em nossas vidas, basta que creiamos em Jesus
Cristo e o recebamos como nosso Senhor e Salvador.
Convite a compromisso: Convide a levantarem uma das mãos, as crianças que
desejam tomar a decisão de ter um compromisso pessoal com Cristo, sendo amigas
de Deus, para que possam ser usadas por Deus em sua obra, como testemunhas de
Cristo.
Oração: Pelas crianças, para que Deus lhes fortaleça no propósito de testemunha-
rem Cristo. Pelo dia da EBF que está começando.
Dizer às crianças que agora, elas receberão um saquinho de pipoca devidamente
temperada com sal, para comerem e se lembrarem de que precisam do Espírito Santo
de Deus em suas vidas, assim como a pipoca precisa de sal.
Na saída do momento de abertura, dar a cada criança, um saquinho de pipoca, de-
vidamente temperada.

Oficina de Dinâmica: Acolher as crianças, dando-lhes as boas vindas e propor uma brincadei-
ra: a brincadeira de segurança. As crianças deverão estar em pé, formando círculos
História
de 4 elementos com um posicionado ao meio, e vendado. O que está no centro do
círculo deverá deixar o corpo relaxado para, que seja movimentado de um lado para
o outro e apoiado pelos colegas. Ele deverá confiar o suficiente nos(as) colegas para
se deixar movimentar e saber que não irá cair.
Feita a brincadeira, pedir que sentem-se e conversar com as crianças sobre confiar
em Deus, a ponto de ir para um lugar desconhecido, sem saber o que o espera por lá.
Isso foi o que o apóstolo Paulo e seus companheiros Silas, Lucas e Timóteo fizeram.
Introduzir assim a história do dia.
História bíblica: Atos 16. 9-15 – Passa à Macedônia
Como contar a história: O(a) instrutor(a) desta oficina deve ler o texto bíblico, an-
tecipadamente, para contar a história com suas próprias palavras. Para turmas de ida-
de menor, deve resumir, para as crianças maiores, oferecer mais detalhes, podendo
estender um pouco mais o tempo da contação. A linguagem utilizada ao contar a
história deve ser adequada ao entendimento de cada faixa etária, de acordo com a
maturidade da turma. Podem ser usados fantoches ou gravuras. É importante que se
utilizem recursos que atraiam a atenção das crianças, mas nenhum recurso vai ocu-
par o lugar de uma história bem contada e com as devidas entonações. No material
anexo, estamos sugerindo a confecção de uma caixa surpresa em formato de Bíblia.
Dentro dela podem vir as gravuras da história. Observe o passo a passo da confecção
desse material no site.
MOVIDOS PELO ESPÍRITO DE DEUS
Nas palavras de: Rogeria de Souza Valente Frigo
Numa das viagens missionárias de Paulo, dessa vez, acompanhado por Silas, Lucas
e Timóteo, eles chegaram ao um lugar chamado Trôade. Lá, durante a noite, Paulo
teve uma visão de um homem da Macedônia, que lhe implorava, dizendo: Passa à
Macedônia, e ajuda-nos. Paulo não teve dúvidas de que era o Espírito Santo de Deus

47
orientando o seu trabalho missionário. Então, Paulo e Timóteo se apressaram para
sair daquele lugar e embarcar em um navio que os levasse em direção à Macedônia.
Naquela época os transportes não eram tão bons como os de hoje. De forma que os
dois tiveram que navegar até Samotrácia e, no dia seguinte, para Neápolis; e dali para
Filipos, que é a primeira cidade da Macedônia, para ali permaneceram por alguns dias.
No sábado saíram da cidade para orar na beira do rio, num lugar destinado à ora-
ção e lá encontraram algumas mulheres, para as quais falaram sobre o Evangelho de
Cristo. Entre elas estava uma certa mulher, chamada Lídia, vendedora de púrpura, da
cidade de Tiatira, e que servia a Deus, e o Senhor lhe abriu o coração para que esti-
vesse atenta ao que Paulo dizia. Aquela mulher creu em Jesus, se arrependeu de seus
pecados e pediu para ser batizada. Naquele dia, batizaram Lídia e todos de sua casa.
Depois disso, ela insistiu para que se hospedassem em sua casa durante o tempo que
estivessem em sua cidade. E foi o que aconteceu. Enquanto trabalharam em Filipos,
Paulo, Silas, Lucas e Timóteo permaneceram na casa de Lídia que era
uma respeitada mulher de negócios em sua cidade. Parecia que todos a conheciam
e lhe tinham grande respeito. Por causa de sua bondade em partilhar seu lar, muitas
pessoas aprenderam sobre Jesus e foram libertas. Seu lar se tornou o principal lugar
de encontro dos novos crentes naquela cidade. Na sua casa nasceu a primeira igreja
cristã da Europa.
Conversa: A missão só acontece se o Espírito Santo nos moldar, capacitar, orientar
e mover. Isso depende de uma relação pessoal com Cristo e em se deixar transformar,
diariamente, pelo Espírito Santo. A missão depende de termos intimidade com Deus,
dedicarmos tempo à leitura da Bíblia e oração e estarmos dispostos a fazer a Sua von-
tade.
Como decorar: Numa lousa ou em uma folha grande de papel, escreva as palavras
do versículo a ser memorizado com letras bem grandes. Coloque num local de fácil
visualização, pronuncie palavra por palavra, até pronunciar o versículo todo, as crian-
ças repetem as palavras até pronunciar versículo todo.Convide as crianças a recitarem
os versículos do mesmo modo que você fez, sendo que agora você repete as palavras
delas. Convide várias crianças a serem líderes no jogo se o tempo permitir.

Oficina de PENTECOSTES
Música CD Fazendo a Festa-1

Na festa de Pentecoste,
lá estavam muitas pessoas,
reunidas num mesmo lugar.
De repente veio do céu,
um som como de um vento;
enchendo toda a casa
com o sopro do Espírito Santo,
com o sopro do Espírito Santo.

Cheios do Espírito Santo, (3x)


foram falar de Jesus. (2x)
Falavam do Reino de Deus. (2x)

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O VENTO
CD Canções para toda hora

Vento que anima e faz viver,


Vento que empurra e faz mover,
Vento que dá vida, vida de alegria,
Sopra sobre nós dia e noite, noite e dia.
Vento que é Espírito de luz e amor,
Vento que acalma e é consolador,
Vento que congrega todos neste dia
Enche-nos de paz, de amor e de alegria.

MEU DEUS É BOM


CD O que canta aqui e acolá

Meu Deus é bom p’ra mim


Comigo vai.
Tão forte brilha o sol,
A chuva cai.
Amor tão grande assim,
Só Cristo tem por mim,
Irei até o fim.
Meu Deus é bom p’ra mim.

Oficina de Atividade: Marcador de livro


Artes Material:
• papeis coloridos;
• molde de pegadas;
• TNT colorido;
• tesouras;
• lápis de cor e grafite;
• cola branca;
• canetas hidrocor.
Descrição da atividade: Corte o TNT em tiras e corte as pegadas no papel colorido.
Entregue uma tira e um par de pegadas para cada criança. Deixe disponíveis os de-
mais materiais para que as crianças enfeitem os seus, decorem a seu gosto e escrevam
o versículo bíblico do dia na tira de TNT do marcador.

Oficina de FAIXA ETÁRIA: 4-5 anos


Jogos 1) CAMINHO COM OBSTÁCULOS
Material: giz, mesa e bambolê.
Local: quadra, gramado ou pátio.
Formação: crianças sentadas.

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Organização: linha desenhada no chão pra eles andarem por cima, uma mesa pra
passarem por baixo e dois bambolê pra pularem dentro.
Execução: todos sentados, vão sendo chamados pelo(a) instrutor(a), um por um,
para realizar o caminho com obstáculos.

2) TELEFONE SEM FIO


Local: sala de aula, gramado ou pátio
Formação: círculo ou fileira
Organização: crianças uma ao lado da outra em círculo ou fila
Execução: a primeira criança cria uma mensagem e fala no ouvido da próxima. A
mensagem vai passando adiante, cada um dizendo aquilo que entendeu. O último
participante deve dizer, em voz alta, o que ouviu. Se estiver correto, o criador da men-
sagem vai para o fim.

3) BOLICHE
Material: 6 garrafas pet e bola (pode ser bola de meia)
Local: pátio.gramado ou quadra
Formação: crianças sentadas
Organização: cada criança é chamada individualmente
Execução: com uma bola, o jogador deve tentar derrubar os pinos de garrafa pet e
em cada rodada, o participante pode tentar duas vezes.

FAIXA ETÁRIA: 6-7 anos


1) ALERTA COR
Local: pátio, gramado ou quadra
Formação: crianças espalhadas aleatoriamente
Organização: uma criança é escolhida para ser a pegadora e as demais ficam espa-
lhadas.
Execução: a pegadora, então, escolhe uma cor e todas deverão tocar em algo dessa
cor para ficarem salvas, caso contrário, poderão ser pegas.

2) QUEM SOU EU?


Material: Bíblia, papel e lápis
Local: sala de aula, gramado ou pátio
Formação: círculo
Organização: as crianças devem ficar dispostas numa roda, o(a) instrutor(a) esco-
lhe o nome de um personagem bíblico para cada criança.
Execução: o(a) instrutor(a) escreve num papel o nome de cada personagem e gru-
da na testa de cada criança, sem que ela veja. A criança faz perguntas para as outras
sobre o que ela é. Por exemplo: eu sou uma mulher? Eu sou um homem? Sou Rei, Rai-
nha? E as crianças só podem responder sim ou não. A criança então tem uma chance
de dar um palpite. Ganha quem acertar primeiro.

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3) A OLHEIRA
Material: duas bolas
Local: quadra, gramado ou pátio
Formação: círculo
Organização: crianças dispostas em círculo, duas crianças de posse de cada uma
das bolas. Uma criança é colocada no centro da roda como “OLHEIRA”. Essa criança
precisa ficar atenta para observar nas mãos de qual criança, as duas bolas vão se en-
contrar para dar o sinal de alerta.
Execução: ao início, as crianças que têm a bola, passam-na uma para a direita e a
outra para a esquerda, as crianças devem passar as bolas adiante rapidamente e su-
cessivamente. As bolas irão alcançar uma a outra, e quando acontecer, a criança nas
mãos da qual as bolas se encontrarem, será identificada pela “olheira”e deve trocar de
lugar com ela, passando a ser a próxima criança “olheira”.

FAIXA ETÁRIA: 8-11 ANOS


1) PISCAR
Material: cadeiras (metade da quantidade de crianças)
Local: sala de aula, pátio ou gramado
Formação: círculo
Organização: dispõe-se as cadeiras em círculo, em cada uma, senta-se uma crian-
ça e atrás de cada cadeira fica, em pé, outra criança, tendo as mãos no encosto da
mesma. Numa cadeira, será colocada somente a criança em pé atrás dela, e nenhuma
criança sentada.
Execução: a criança, sem companheira,piscará para uma das que estão sentadas
que tentará mudar para a cadeira da que piscou, sendo que será impedida sua saída,
se for tocada nos ombros pela criança que está de pé atrás dela. Se conseguir sair da
cadeira sem ser tocada, a criança troca para a cadeira que estava vazia e a criança que
ficou sem companheira, sentada em sua frente passa a piscar para as demais, e assim,
a brincadeira prosseguirá.

2) COM QUEM ESTARÁ A BOLA?


Material: bola
Local: pátio ou gramado
Formação: círculo
Organização: crianças em círculo, pernas cruzadas, uma criança sentada no centro
com olhos vendados.
Execução: as crianças passam a bola entre si e ao sinal do(a) instrutor(a), todas co-
locam as mãos para trás, escondendo a bola. Acriança que está no, centro, abre os
olhos e aponta para aquela que imagina estar com a bola. Se errar repete a jogada, se
acertar, troca de lugar com a criança que estava com a bola.

3) FUGA DO TUBARÃO
Materiais: barbante
Local: pátio ou gramado

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Formação: aleatória
Organização: crianças caminhando pelo espaço, fora da área circular, delimitada
pelo barbante.
Execução: O jogo “Fuga do tubarão” segue uma premissa similar à da “Dança das
cadeiras”, porém faz os participantes trabalharem em conjunto, ao invés de uns contra
os outros. Delimite uma área circular no chão, usando barbante ou corda. Comece o
jogo, tocando uma música, enquanto as crianças andam por fora da área delimitada.
Pare a música, o que representa a ideia de que os tubarões começaram a circular. Nes-
se ponto, os participantes devem voltar ao círculo o mais rápido possível. Eles devem
se ajudar para garantir que ninguém fique fora do círculo, onde há “tubarões”. Depois
de cada rodada, diminua o círculo um pouco. Isso faz com que seja mais difícil para os
jogadores caberem nele.

3º DIA

A programação do 3º dia de EBF foi organizada pela professora Rosangela de Aguiar Assumpção,
da 7ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças fazem parte da missão Ambientação: Mesa coberta por uma toalha,
sobre ela os bonecos dos Aventureiros em Missão,
Conhecimento específico: Aprendendo sobre a
uma Bíblia aberta, um globo terrestre, um painel
participação das crianças na missão
com gravuras de pessoas de várias nacionalidades
Objetivos: Proporcionar, às crianças , experiên- e nas paredes, painéis com o tema da EBF e o do
cias que promovam aprendizado sobre a missão dia.
da Igreja e a participação das crianças nela.

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Versículos Do dia: “Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os
chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz.” 1 Pedro 2.9b
tema

Abertura Todos nós já brincamos de “Morto e vivo”. Nessa brincadeira, é preciso prestar aten-
ção ao que o líder está instruindo, para fazer exatamente o que está sendo dito: para
vivo, ficar em pé, para morto abaixar. Pois, quem não presta atenção nas instruções,
sai da brincadeira. Hoje, vamos conversar sobre as instruções para missão do Reino de
Deus e da necessidade de as conhecermos, para que, conseqüentemente, conheça-
mos a vontade de Deus, e as cumpramos para produzirmos frutos na missão de Deus.
Leitura Bíblica: Romanos 12:1-8
“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos
em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede
conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso en-
tendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de
Deus. Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de
si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da
fé que Deus repartiu a cada um.
Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os mem-
bros têm a mesma operação, Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em
Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. De modo que, tendo
diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a
medida da fé; Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensi-
no; Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade;
o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria”.

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Peça para que três crianças leiam, cada uma, um dos versículos. Comente que o
serviço (missão) do Reino de Deus tem sido feito ao longo de muitos anos, desde que
Jesus subiu ao céu e disse que não nos deixaria sozinhos, mas mandaria o Seu Espírito
Santo que nos capacitaria, orientaria e nos motivaria para a missão. Então, muitas pes-
soas têm trabalhado para que o Evangelho seja conhecido por todos os povos. Uns
pregam, outros batizam, outros ensinam e assim, com o trabalho de muitos, o Reino
de Deus está acontecendo.
Sensibilização: Pedir a alguém habilidoso na arte de contar histórias para que a
conte.
CHAMADOS PARA A MISSÃO
Texto de: Rogeria de Souza Valente Frigo
Era o terceiro domingo de maio, dia da Oferta Missionária Nacional. A turma estava
na Escola Dominical, estudando sobre missões junto a outros povos. A professora le-
vou algumas fotos de missionários para que as crianças fizessem um cartaz sobre mis-
sões, para colocar no templo da igreja, pois era dia de culto especial sobre missões.
Enquanto trabalhavam, as crianças conversavam sobre as fotos.
- Olha esta foto! É de um casal de missionários com os índios - exclamou Talita.
- Aqui tem uma foto, em que os filhos do casal de missionários está junto de umas
crianças africanas, na escola onde eles estudam - disse Açucena.
- Eu não entendo uma coisa, desabafou Zeca - por que alguém sai da sua casa, no
Brasil, para ir para a África ou para uma tribo de índios, só para falar de Deus? Com
certeza tem gente que mora muito mais perto deles para quem eles poderiam pregar!
- Mas, Zeca - explicou Açucena – talvez, para essas pessoas de perto, existam outras
pessoas que possam fazer esse serviço, e para aquelas lá de longe não exista ninguém
e elas também precisam ouvir sobre o amor de Deus. Por isso Deus chama os missio-
nários.
- Isso mesmo, completou Açucena - Jesus mandou seus discípulos irem até os con-
fins da Terra para falar do seu amor, e confins quer dizer até os lugares mais distantes!
- É mesmo - disse Zeca - se Deus me pedir para ir a outro lugar para falar dele, acho
que vou dizer que sim! Mas eu vou sentir falta dos meus amigos, então espero que ele
não queira que eu vá para muito longe! - Deixa disso, Zeca! - Exclamou Talita- Se Deus
te chamar para longe, ele vai te dar muitos amigos por lá também! E nós estaremos
sempre aqui, orando por você e nunca deixaremos de nos falar.
- É claro que sim - concordou Zeca concluindo - está bem, se Deus me chamar, vou
aonde Ele quiser. Agora vamos levar este cartaz e colocar na parede, para que as ou-
tras pessoas também possam entender que, atender ao chamado de Deus para pre-
gar o Evangelho, é algo muito importante.
Convide a levantarem a mão, as crianças que desejam tomar a decisão de serem
discípulas de Jesus, levando o evangelho do Reino de Deus a todas as pessoas, espa-
lhando alegria e renovando as forças daqueles (as) que ainda não conhecem Jesus.
Oração: Pelas crianças, para que Deus as faça entender que, a ordem dada aos dis-
cípulos, é também para nós, hoje. E pelo dia da EBF que está começando.

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Oficina de História bíblica: Atos 19.1-10
História Como contar a história: O(a) instrutor(a) desta oficina deve ler o texto bíblico, an-
tecipadamente para contara história com suas próprias palavras. Para turmas de ida-
de menor, deve resumir, para as crianças maiores, oferecer mais detalhes, podendo
estender um pouco mais o tempo da contação. A linguagem, utilizada ao contar a
história, deve ser adequada ao entendimento de cada faixa etária, de acordo com a
maturidade da turma. Podem ser usados fantoches ou gravuras. É importante que se
utilizem recursos que atraiam a atenção das crianças, mas nenhum recurso vai ocupar
o lugar de uma história bem contada e com as devidas entonações. Prepare o texto
da história em formato de carta, coloque em um envelope, ou em forma de papiro.
Solicite que,alguém da equipe, bata na porta da sala de história para entregar a carta.
Ao receber, abra e leia para a turma.Observe o passo a passo da confecção desse ma-
terial ,no site.
PAULO EM ÉFESO (Atos 19.1-20)
Prezados irmãos (ãs)
Eu, Lucas, autor do Livro de Atos dos Apóstolos, tenho notícias sobre o apóstolo
Paul. Como sabem, ele é meu amigo.
Enquanto Apolo estava na cidade de Corinto, Paulo viajou pelo interior da Ásia e
chegou a Éfeso. Ali, encontrou 12 homens cristãos e lhes perguntou se eles haviam re-
cebido o Espírito Santo, quando creram em Jesus. Eles responderam que nem sabiam
que o Espírito Santo existia, pois ninguém havia explicado pra eles sobre isso.
Então Paulo perguntou sobre o tipo de batismo que eles haviam recebido. E eles lhe
informaram que haviam sido batizados com o batismo de João Batista.
Então Paulo explicou a eles que João Batista batizava aqueles que se arrependiam
dos seus pecados. E também dizia ao povo de Israel que eles deviam crer naquele que
havia de vir depois dele, isto é, em Jesus.
Depois de ouvirem isso, aqueles homens foram batizados, em nome do Senhor Je-
sus. Então, Paulo pôs as mãos sobre eles, e o Espírito Santo veio sobre eles. Então
começaram a falar em línguas e a anunciar também a mensagem de Deus.
Durante três meses, Paulo foi à sinagoga e falou com coragem ao povo, que lá se
reunia, sobre o Evangelho de Cristo. Mas alguns eram teimosos, não acreditavam e,
em frente de todos, ainda falavam mal dos cristãos. Então Paulo abandonou a sinago-
ga, levando os seus discípulos consigo, e começou a falar, diariamente, na escola de
um homem chamado Tirano.
Ele fez isso durante dois anos, até que todos os moradores da Ásia ouviram a men-
sagem do Senhor.
O nome de Jesus foi engrandecido naquele lugar. E muitos, dos que haviam cri-
do, confessavam Jesus como seu Salvador e contavam a todos os seus feitos. Assim, a
palavra do Senhor, poderosamente, era anunciada e se espalhava cada vez mais.
Abraço a todos,
Lucas, o médico evangelista.
Motivação para conversa: Como podemos perceber Paulo e Apolo decidiram acei-
tar o chamado de Jesus, para irem a outros povos, falar das Boas Notícias da Salvação
que Jesus dá a todas as pessoas que o aceitam. Paulo e Apolo viajaram e visitaram

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muitas cidades e, em todo lugar, falaram a respeito de Jesus. Eles entenderam que
todas as pessoas precisam conhecer a Deus, que Jesus veio salvar a todos que se ar-
rependem dos seus pecados. Nós também podemos e devemos fazer parte desse
grupo de amigos de Jesus. A ordem que Jesus deixou é também para nós, hoje. Ele
conta com cada um de nós. É uma alegria contar a história de Jesus aos outros, como
Paulo e Apolo fizeram.
Dinâmica: Escolha uma criança para ficar de costas para o grupo. Nas suas costas,
prenda uma tira de papel, com um nome de um personagem ou cidade da história
contada. A criança que está com a tira nas costas pergunta: “Quem sou eu?” As crian-
ças do grupo deverão dar pistas sobre o personagem, sem dizer seu nome. A criança
que fez a pergunta: “quem sou eu?” tentará responder, se não conseguir, o grupo dará
uma nova pista, ao todo três. Se não conseguir, troca de criança e o papel das costas.
Ao final da brincadeira, o(a) instrutor(a) deve comentar que a história contada é en-
contrada na Bíblia, no livro de Atos. A Bíblia nos ensina a anunciar Jesus. Podemos co-
meçar anunciando Jesus às crianças da nossa idade, nossos(as) amigos(as) e colegas
da escola.
Como decorar o versículo: Escreva com uma vela ou giz de cera branco, em carto-
lina, o versículo de Mateus 28.19 . Prepare uma aguada de anilina, com cor de tonali-
dade forte. Mostre a cartolina para as crianças e desafie-as a lerem o que está escrito.
Chame uma criança para pintar a cartolina, com a aguada de anilina. O versículo apa-
recerá. Leia com as crianças e mostre onde se encontra na Bíblia.

Oficina de ESTUDANDO A BÍBLIA


Música CD Louvor de Roda 2- Aquecendo o Brasil
Letra e música: Roberto Mendes Rezende 1
Eu vou estudar a Palavra de Deus
E compartilhar com meus amigos
A Bíblia nos ensina como se deve andar
Seguindo a Jesus Cristo Ele te ajudará
Eu vou estudar a Palavra de Deus
E compartilhar com meus amigos.

POSSO SER UM MISSIONÁRIO HOJE


CD Vem cantar

Posso ser um missionário hoje


Se falar de Cristo ao meu companheiro
Posso trabalhar em minha terra
Manda-me pois Senhor

Não preciso atravessar os mares


Para dar aos outros as novas do Evangelho
Posso fornecer sustento aos outros
Que meu Senhor mandou.

Hei de orar e trabalhar fielmente


Caso Deus me chame seguirei contente

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Para os campos que vão branquejando
Dispõe de mim Senhor.

MISSÃO: AVENTURA POSSÍVEL


CD Missão Aventura Possível
Anderson Rodrigues da Silva, Iza Carvalho Pugliese e Priscila Loureiro

Amigo, estou aqui para lhe dizer


Nossa tarefa é anunciar
A grande mensagem do amor de Deus
Vem comigo!

O primeiro passo é acreditar


Que você é capaz de abençoar
E conquistar para o Reino de Deus
Amigos e muitos irmãos.
Vem comigo!

Esta aventura é diferente


Pois Jesus Cristo está com a gente
Mesmo na luta mais difícil
Ele está presente.

Oficina de Atividade: Dobradura (Origami do personagem Paulo)


Artes Material:
• papel quadrado 10cm X 10cm;
• canetas hidrocor.

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Oficina de FAIXA ETÁRIA: 4-5 anos
Jogos 1) TELEFONE SEM-FIO
Material: duas latinhas ou dois copos de plástico com um furo no fundo cada um.
Barbante para fio (uns três metros). Frase para mensagem: Precisamos ser imitadores
de Cristo.
Como fazer: passe o barbante pelo furo, no fundo do copo; dê vários nós, para não
passar no buraco (os nós ficam dentro do copo); pegue a outra ponta, passe o fio de
fora para dentro e dê nós, na ponta do barbante que ficará dentro do copo.
Local: sala ampla, sem cadeiras.
Formação: duas filas
Organização: coloque as duas filas, uma de frente para a outra, numa distância de
uns três metros; dê, aos primeiros da fila, o telefone .
Execução: fale uma palavra ou frase curta, no ouvido da primeira criança de uma
fila, e peça para que passe a mensagem, pelo telefone, à uma criança da outra fila. E
assim por diante. Após terminarem, verifique se a mensagem recebida estava correta;
inverta os lados: quem recebeu agora manda.

2) IMITAÇÃO
Local: Sala sem cadeiras.
Formação: dois grupos com a mesma quantidade.
Organização: Colocar os grupos um de frente para outro, formando pares.
Execução: Dado um apito, acriança do “A” imita o gesto da “B”; depois inverter: a
criança do B imita a do A. Se houver tempo, troque os pares e vai uma nova rodada.
Ao terminar, dizer: Precisamos ser imitadores de Cristo.

3) PÉ NA CAIXA
Material: várias caixas de sapato sem tampa e fita adesiva.
Local: quadra
Formação: fila
Organização: traçar uma linha de partida e outra de chegada; dispor as caixas, co-
lando com fita adesiva no chão, para não escorregar, de modo que a criança coloque
um pé em cada caixa, como uma escada.
Execução: A um sinal, a primeira criança faz a travessia; se erra, volta para o fim da
fila. Após todos passarem, diga: Os seguidores de Jesus também passaram por luga-
res difíceis, mas não desistiram.

FAIXA ETÁRIA: 6-7 anos


1) EU AJUDO
Material: duas bolas médias, algumas tiras de papel, caneta hidrocor e fita adesi-
va.
Local: quadra
Formação: duplas

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Organização: escrever, nas tiras de papel, palavras como: paz, amor, perdão. Estas
tiras serão coladas na bola, a qual a dupla levará para a linha de chegada.
Execução: Faça uma linha de saída e outra mais distante, para a chegada. A dupla
ficará atrás da linha de saída, com a bola colada com a palavra escolhida e presa com a
testa das duas crianças que terão que andar até a linha de chegada, com as mãos para
trás. Caso a bola caia, coloque novamente e siga até a chegada.

2) AS ILHAS
Material: aparelho de som e folhas de jornal.
Local: quadra ou sala sem cadeiras
Formação: livre
Organização: reunir as crianças e dizer que atividade será feita; espalhar jornais
pelo chão e dizer que serão ilhas. Elas estão na praia e todo o espaço sem jornais é o
mar. Elas podem nadar.
Execução: as crianças deverão andar (nadar) livremente, enquanto a música toca.
Quando o som parar, significa alerta de tubarão. Nesse momento, todos estarão em
perigo e, por isso, deverão ir para uma ilha. (jornal) Conte a eles que, se alguém estiver
abraçado a alguém que está na ilha, também estará salvo. Repita a brincadeira várias
vezes, sempre retirando uma ilha (jornal), a cada rodada. A idéia é que vire um grande
amontoado, num só jornal. Pergunte como se sentiram? O que foi mais interessan-
te?

3) BATATA QUENTE
Material: uma caixa de sapatos, pedaços de papel com tarefas escritas e aparelho
de som e CD.
Local: sala sem cadeira ou quadra
Formação: roda
Organização: Fazer uma roda e pedir que as crianças mantenham a formação e
sentem no chão.
Execução: Enquanto a música toca, as crianças deverão ir passando a caixa, de mão
em mão, e, quando a música parar, a criança que estiver com a caixa na mão deverá
abrir e pegar um papel dobrado, contendo uma tarefa que ela deverá executar; não
irá abrir na hora e, sim, após todos terem pegado, na caixa, suas tarefas. Nesse mo-
mento, cada uma irá abrir o seu papel, seguindo a ordem que a professora estipular e
realizar o que foi pedido.

FAIXA ETÁRIA: 8-11 ANOS


1) PEGA-PEGA
Material: papel, caneta hidrocor, prendedor ou fita adesiva.
Local: quadra
Formação: roda
Organização: Escrever, num papel, uma palavra da história (pode ser o nome da
cidade, do personagem, um objeto que tenha aparecido); prender o papel nas costas
de duas crianças que deverão estar de costas, uma da outra. Não deixe que vejam o

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papel que está sendo colocado. A um sinal, viram–se de frente uma para outra, ten-
tando ver o que está escrito em suas costas; quem conseguir fica e chama uma outra
criança que fará uma nova dupla, trocando por novas palavras a serem descobertas.
Brincar até que todos tenham participado. Variação da brincadeira: poderá ser substi-
tuída a dupla, em vez de um só participante.

2) BRINCANDO DE EQUILIBRAR
Material: folha de jornal, uma toalha de rosto, bola, caixa, copo plástico, bola de
soprar cheia (Bexiga).
Local: quadra
Formação: variada
Organização: variada
Execução: Traçar no chão a linha de partida e a linha de chegada.
1. Todas as crianças deverão estar atrás da linha de partida; com um copo plástico
na palma da mão ,deverá ir até à chegada, sem deixá-lo cair.
2. Em dupla, usando a toalha de rosto ou folha de jornal. A um sinal, a dupla terá que
levar uma bola até a chegada, sem deixá-la cair.
3. Em quarteto, com folha dupla de jornal, levando uma bexiga; fazer vários grupos.
Terão que andar em direção diferente, sem se esbarrarem e não deixar a bexiga cair; o
grupo que deixar cair , sai do jogo e vai se sentando ,atrás da linha de partida. Após
todos sentarem, conversar sobre a atividade que foi mais fácil e a mais difícil.

3) NÃO DEIXAR CAIR


Material: um cabo de vassoura
Local: quadra ou sala sem cadeiras
Formação: roda
Organização: Formar uma roda e desenhar um pequeno círculo no centro
Execução: Solicitar, a uma criança, que entre no centro da roda e segure o cabo de
vassoura, em pé, dentro do círculo; esta só deverá soltar, após gritar o nome de um
participante, que deverá correr e tentar segurar o cabo de vassoura, sem deixá-la ir
ao chão. Substituir a criança do centro pela que acertar. Brincar até que todos partici-
pem. No final, comentar que somos chamados por Deus e devemos estar atentos para
ouvir e obedecê-lo. Jesus chamou os seus discípulos e deu lhes uma missão “Ide por
todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” Ela é também para nós, hoje.

60
4º DIA

A programação do 4º dia de EBF foi organizada pela professora Rogeria de Souza Valente Frigo,
da 7ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças participam da missão na do ao dos outros componentes do Corpo de Cristo,
comunidade. resulta na missão.
Conhecimento específico: Aprendendo sobre o Ambientação: Mesa coberta por uma toalha,
trabalho no corpo de Cristo. sobre ela os bonecos dos Aventureiros em Missão,
uma Bíblia aberta, um suporte com a cruz e a cha-
Objetivos: Possibilitar, às crianças, experiências
ma, flores. Ao lado da mesa, um suporte com um
que as levem a entender que a missão da Igreja é
quebra cabeças, em forma de corpo humano.
coletiva, que fazemos a nossa parte para que o Rei-
no de Deus aconteça, e que nosso trabalho, soma-

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Versículos Do dia: “Ora, vós sois o Corpo de Cristo, e cada pessoa entre vós, individualmente, é
membro desse Corpo.” 1 Coríntios 12.27
tema

Abertura Motivação: No momento da entrada das crianças para o espaço destinado à aber-
tura, ter alguém orientando a entrada e informando que só poderão entrar em grupos
de pelo menos 3 crianças, de braços dados e com os passos sincronizados (pernas
direitas pisam juntas o chão e depois, as pernas esquerdas pisam juntas, e no mesmo
ritmo). As crianças devem se organizar e treinar do lado de fora e entrarem juntas e,
assim, continuarem até que estejam sentadas em seus lugares.
Leitura Bíblica: João 4. 35-38
“Vocês costumam dizer: “Daqui a quatro meses teremos a colheita.” Mas olhem e
vejam bem os campos: o que foi plantado já está maduro e pronto para a colheita.
Quem colhe recebe o seu salário, e o resultado do seu trabalho é a vida eterna para
as pessoas. E assim tanto o que semeia como o que colhe se alegrarão juntos. Porque
é verdade o que dizem: “Um semeia, e outro colhe.” Eu mandei vocês colherem onde
não trabalharam; outros trabalharam ali, e vocês aproveitaram o trabalho deles.”
Pedir que uma criança faça a leitura do texto. Após feita a leitura, conversar sobre a
experiência que viveram , ao entrar no espaço da abertura, no dia de hoje. Se foi difícil
ou fácil caminhar, exatamente, no mesmo ritmo do(a) seu(a) colega. Diga-lhes que
a caminhada missionária da Igreja não é uma caminhada individual e sim, coletiva.
Trabalhamos, junto com muitas outras pessoas que são diferentes de nós, pensam
diferente, têm ritmo diferente e somos chamados a ser corpo com elas, uma unida-
de. Cada um(a) naquilo pra que foi chamado(a), exercendo seus dons que o Espírito
Santo distribui, fazendo sua parte com alegria, servindo uns(umas) aos(as) outros(as)
em amor. E dando continuidade ao trabalho que vem sendo realizado por muitas
gerações de pessoas que tem serviço ao Senhor. Por isso, hoje, iremos estudar sobre a
alegria de produzir frutos em comunidade.
Sensibilização: Dinâmica
Deixe escondidas, antecipadamente, partes do corpo sobre as cadeiras onde as
crianças irão se sentar.
Diga às crianças que, sobre algumas das suas cadeiras, existem peças de um que-
bra cabeças e que elas devem procurar onde estão e levar para o(a) orientador(a) da
abertura.
Será um momento agitado que deverá acontecer, até que a ultima peça seja encon-
trada e levada.
Terminado esse momento, o(a) orientador(a), deverá ter montado, junto com as
crianças que trouxeram as peças, o corpo humano, num quadro com suporte, de for-
ma que possa ser visto por todas as crianças.
Falando baixo, para ajudar as crianças no retorno à calma, diga que assim é o Corpo
de Cristo, a nossa igreja. É necessário o esforço de todos para que o seu trabalho seja
perfeito e completo. Se um(a) de nós deixar de fazer a sua parte, o corpo não estará
completo e nem o nosso trabalho estará do jeito que Deus deseja.
Convite a compromisso: Convide a levantarem uma das mãos, as crianças que de-
sejam tomar a decisão de se esforçar para caminhar com todos(as) da Igreja, sem ex-

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cluir ninguém e de fazer a sua parte, utilizando o seu dom para o bem de toda a Igreja
e do Reino de Deus.
Oração: Pelas crianças, para que Deus lhes fortaleça no propósito de servirem a
Deus como um corpo unido e que vive em harmonia. Pelo dia da EBF que está come-
çando.

Oficina de Dinâmica: Acolher as crianças, dando-lhes as boas vindas e propor uma brincadei-
ra. As crianças deverão estar sentadas, em círculo. Dê um punhado de grãos a uma de
História
cada duas crianças, de forma que fique intercalado: uma criança tem grão e a outra,
não. Dê um pote com tampa que necessite girar para fechar, portanto, que seja ne-
cessário usar as duas mãos, para fechar. As crianças deverão ir passando o pote pelo
círculo, da seguinte forma: a criança que não tem grãos abre o pote para a que tem
grãos guardá-los, no pote, e então, fecha o pote, novamente, passando-o adiante para
a outra criança que não tem grãos e, assim, sucessivamente, até que todas as crian-
ças, sem grãos tenham ajudado as crianças, com grãos, a abrir e fechar os potes, para
guardar as sementes.
Feita a brincadeira, comente que, tendo grãos nas mãos, dificilmente, as crianças
conseguiriam abrir o pote, para guardar suas sementes. Diga-lhes que assim é o ser-
viço no Reino de Deus. Nós servimos, uns aos outros, para que todos tenham êxito no
exercício dos seus dons.
História bíblica: 1 Coríntios 3.1-9
Como contar a história: O(a) instrutor(a) desta oficina deve ler o texto bíblico, an-
tecipadamente, para contar a história com suas próprias palavras. Para turmas de ida-
de menor, deve resumir, para as crianças maiores ,oferecer mais detalhes, podendo
estender um pouco mais o tempo da contação. A linguagem utilizada, ao contar a
história, deve ser adequada ao entendimento de cada faixa etária, de acordo com a
maturidade da turma. Podem ser usados fantoches ou gravuras. É importante que se
utilizem recursos que atraiam a atenção das crianças, mas nenhum recurso vai ocu-
par o lugar de uma história bem contada e com as devidas entonações. No material
anexo, estamos sugerindo a confecção de potes de contar histórias, onde ficam guar-
dados objetos surpresa que serão mostrados ao longo da história. Observe o passo a
passo da confecção desse material no site.

UMA BRONCA POR CARTA


Nas palavras de: Rogeria de Souza Valente Frigo
A cidade de Corinto era uma cidade muito importante, na época do apóstolo Paulo.
Estava situada entre dois portos muito importantes. Essa posição geográfica privile-
giada trouxe à cidade uma extraordinária prosperidade. Sua população contava com
pessoas de diversas raças, culturas e religiões. Havia numerosas atividades comerciais
e industriais, garantindo riqueza para uns e pobreza para muitos, inclusive escravidão.
Lá, havia vários filósofos que reuniam ao seu redor, pessoas às quais ensinavam aquilo
em que acreditavam: eram os seus seguidores (alunos). A Igreja da cidade de Corinto
era um retrato daquela comunidade: tinha pessoas ricas, pobres e algumas, escravas.
Formavam uma comunidade alegre e fervorosa, mas que sofria influências do am-
biente da cidade onde estavam.

63
O apóstolo Paulo passou cerca de dezoito meses, em Corinto, para anunciar o Evan-
gelho e depois de sua partida, manteve contato com aquela comunidade que fundou
através de cartas. Eles também receberam a visita de Apolo, que era um judeu de Ale-
xandria, convertido pela pregação de Áquila e Priscila, em Éfeso. Ele falava muito bem
e conhecia as Escrituras em profundidade, por isso a sua visita foi muito importante
para a Igreja de Corinto. Outra visita que aquela comunidade de cristãos recebeu foi
a de Pedro (Cefas).
O período em que o apóstolo Paulo esteve em Corinto, e as visitas dos irmãos Apolo
e Pedro, foram movidas por Deus e reforçaram a fé e o conhecimento bíblico daqueles
irmãos(ãs) e foi muito bom que tenha acontecido, mas para aquela igreja o resultado
foi divisão, pois a exemplo dos filósofos com os seus seguidores (alunos), os crentes
de Corinto se dividiram entre os líderes que mais gostavam dizendo: “Eu sou de Pau-
lo”, e outro: “Eu sou de Apolo”. Essa situação deixou o apóstolo Paulo muito triste. Fez
com que escrevesse a eles uma carta.
Na carta à Igreja de Corinto, o apostolo Paulo chama a comunidade de “bebês em
Cristo”. Disse que eles não estavam pensando de forma madura e por isso teria que dar
leitinho pra eles, pois não podiam nem mastigar o alimento. Zangou com eles porque
havia sabido que estavam divididos e sentiam inveja, uns dos outros. Explicou que,
tanto Apolo como Paulo, eram apenas servos do Senhor Jesus e estavam fazendo o
trabalho que o Senhor mandou que cada um fizesse. Que Paulo plantou o Evangelho
no coração daquela Igreja, Apolo, com sua visita e ensinamentos, regou, fortalecendo
o que já tinham começado a aprender, mas que foi Deus quem fez a obra, quem fez
crescer, no coração deles, a fé. Então, nem Paulo e nem Apolo eram importantes, mas
somente Deus de quem eles eram apenas cooperadores.
Uma coisa muito importante, Paulo falou. Ele disse que o trabalho só tem resultado
se, o que planta e o que rega, têm um só objetivo e que a recompensa é o próprio
trabalho.
Conversa: O serviço no Corpo de Cristo é como o de uma corrida de bastões ,onde
os atletas precisam fazer o seu melhor e passar o bastão para outro atleta, da melhor
forma possível para que ele dê sequência à corrida e, fazendo o seu melhor, também,
some esforço com os demais atletas, pelo bem da sua equipe. Servir na igreja é fazer
o nosso melhor para que o outro tenha condições de também fazer o seu melhor e
todos colham o fruto do trabalho coletivo, realizado na unidade do Corpo de Cristo.
Como decorar: O versículo poderá estar escrito, dentro de um desenho, em forma-
to de quebra cabeças do corpo humano, feito numa folha de cartolina. As próprias
crianças poderão montar o quebra cabeças, para depois lerem e então decorarem.
Antes de decorar, deve ser explicado o sentido das palavras do texto.

Oficina de EM TODO TEMPO E LUGAR


Música CD Pelas Mãos de uma criança
Letra: Elizete Loureiro Reis
Música: Sérgio Menezes

Em todo tempo, a toda hora,


Não importa o tempo e o lugar
Deus comigo está. Deus comigo está.

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A SEMENTE
CD Canção pra Toda Hora

De uma pequena semente pode brotar grande flor


De um grupinho apenas pode nascer o amor
Amor que chega e vai longe, todos querendo fazer
Participantes de um Reino que entre nós quer crescer
Crescer fazendo justiça e a espalhar nesse chão
A vida que faz a gente ser cada vez mais irmão.

O AMOR REPARTIDO
CD Canção pra Toda Hora
Quando a gente reparte o amor é como o sol a brilhar
Todo o rosto se ilumina e todos querem cantar
Lá,lá,lá,lá,lá,lá,lá...

O amor que se reparte volta de novo pra gente


Aumentado e mais forte, mais completo e mais quente.
Quando a gente expressa o amor é como a noite de luar
Há beleza em toda parte e vamos compartilhar.
Lá,lá,lá,lá,lá,lá,lá...

O amor que se expressa volta de novo pra gente


Aumentado e mais forte mais completo e mais quente.

Quando a gente endereça o amor é como estrela a brilhar


Ela aponta um caminho no qual devemos andar.
Lá,lá lá,lá,lá,lá,lá...

O amor que se endereça volta de novo pra gente


Aumentado e mais forte, mais completo e mais quente.

Oficina de Atividade: Dobradura de pomba


Artes Material: quadrados de papel branco
Descrição da atividade: Dê um quadrado para cada criança e oriente a dobradura
passo a passo.

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Imagem extraída do site: : http://blogdocantinhodosanjos.blogspot.com.
br/2014_06_01_archive.html

Oficina de FAIXA ETÁRIA: 4-5 anos


Jogos 1) OVELHA PERDIDA
Material: venda e uma vara
Local: Quadra, gramado ou pátio
Formação: crianças, posicionadas em círculo, com uma delas ao centro
Execução: uma criança é escolhida e seus olhos vendados. Uma vara é colocada em
sua mão, enquanto os outros formam um círculo ao seu redor. O pastor vai apontando
com a sua vara e pergunta: “Você é a Minha Ovelha Perdida?” A criança apontada deve
pegar a vara e levá-la perto da sua boca e emitir um balido, disfarçando a voz, mas se
for reconhecida, deverá tomar o lugar do pastor. Cada vez que isto acontece, os joga-
dores mudam de lugar, para não ser reconhecida a sua posição.

2) SEGUEM PARA SAMARIA


Material: quadrados desenhados no chão formando um círculo. Um para cada
criança menos um.
Local: sala de aula, gramado ou pátio.
Organização: uma criança, dentro de cada quadrado, menos uma que iniciará a
brincadeira.
Execução: cada criança ficará dentro do seu quadrado, até que receba um toque da
que lidera, ao estar circulando e dizendo: “Segue-me para Samaria”. A que foi tocada,
coloca a sua mão na “líder” e a segue. À medida que as outras vão sendo tocadas e vão
aumentando a fila que vai sendo unida pelas mãos no ombro, a líder pode gritar: “Os
romanos vêm vindo”. Então, todas correm para os seus quadrados. A criança que ficar
sem quadrado é a próxima “líder”.

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3) BOLO DE FUBÁ
Local: gramado ou pátio.
Organização: crianças dispostas em círculo, de mãos dadas, com uma ao centro.
Execução: Ao sinal de início, a criança do centro caminha ao redor do círculo (por
dentro tendo as mãos levantadas). De súbito, abaixa-se e bate nas mãos de dois com-
panheiros da roda, os quais saem a correr, ao redor da roda, em direções contrárias.
Enquanto isso, quem “cortou o bolo”, apossa-se de um dos lugares, deixados vagos. O
primeiro, a terminar a volta, entra pelo lugar vazio, vai ao centro da roda e diz depres-
sa: “- bolo de fubá, já estou cá”, enquanto o último ,a chegar, ocupa o lugar ,deixado
vago na roda.

FAIXA ETÁRIA: 6-7 anos


1) FAZENDO COMPRAS
Local: pátio, gramado ou quadra
Organização: crianças dispostas em círculo com uma delas ao centro.
Execução: O participante que vai fazer compras, dará voltas pelo círculo e deter-
-se-á em frente de um dos participantes e dirá, por exemplo: “Vou ao México, que
posso comprar?” Imediatamente, contará até dez e antes que termine, o concorrente
a quem está falando ,terá que mencionar duas coisas que comecem com M (como
manteiga, meias). Se não conseguir fazer isto, então ele tomará o lugar do que vai
fazer compras. Poderá mencionar qualquer lugar, e as coisas compradas terão que
começar com a inicial do nome do lugar.

2) DESAFIO DO JORNAL
Material: duas folhas de jornal para cada participante
Local: pátio, gramado ou quadra
Organização: As crianças colocadas umas ao lado das outras, na marca da partida
Execução: cada criança com suas duas folhas: uma nas mãos e outra sob os pés.
Cada passo na corrida deve ser dado, em cima dos jornais. Desta maneira, ele põe
uma folha no chão, pisa em cima; põe a outra no chão, pisa em cima; pega a primeira
que ficou para trás, trazendo-a novamente à frente, e assim sucessivamente até al-
cançar o alvo. Não há vencedores. Todos são incentivados a concluir e aplaudidos ao
alcançar o objetivo.

3) CAMALEÃO
Material: faixas de diversas cores espalhadas pelo espaço (várias da mesma cor)
Local: espaço plano (quadra, gramado ou pátio)
Formação: jogam pelo menos seis crianças. Coloca-se uma criança (camaleão), vi-
rada de olhos tapados pelas mãos. As restantes crianças estão colocadas à vontade, a
uma distância de cerca de dez metros.
Execução: ao sinal de início do jogo, as crianças perguntam em coro àquela que
está de costas: “Camaleão, de que cor?”. O camaleão responde, dizendo uma cor, por
exemplo, o azul. Mal diz a cor, neste exemplo, o azul, o camaleão vira-se e começa a
correr atrás das outras crianças, que fogem. Ao fugir, as crianças procuram um objeto
da cor escolhida e tocam nele, a fim de se livrar. Neste caso, o camaleão não as pode
caçar. Só pode caçar aquelas crianças que ainda não se livraram, ou seja, não tocaram

67
na cor escolhida. Se o camaleão tocar em alguém, antes de se livrar, este passa a ser
o novo camaleão. Se o camaleão não conseguir caçar ninguém, continua nesta fun-
ção.

FAIXA ETÁRIA: 8-11 ANOS


1) RINHA DE GALO
Material: alfinetes, figura, objeto ou papel com os nomes das personagens.
Local: sala de aula, pátio ou gramado
Formação: aleatória em duplas
Organização: prender com um alfinete uma figura ou objeto nas costas de duas
crianças, sem que a criança que estará desenvolvendo a brincadeira com a outra, pos-
sa ver o que está sendo colocado nas costas dela.
Execução: o desafio é descobrir, mutuamente, o que têm nas costas. Cada uma pro-
curará ver primeiro o que acriança companheira tem nas costas, procurando evitar
que a outra veja a sua. Faça a brincadeira de uma dupla por vez enquanto as outras
crianças permanecem sentadas, em círculo, ao redor da dupla, assistindo.

2) CACHORRINHO PEGA RABO


Local: Pátio, gramado
Formação: colunas de mais ou menos dez crianças, cada um segurando na cintura
do companheiro da frente.
Execução: a primeira criança tenta pegar a última da coluna, que procura se desviar
para não ser pega. Se conseguir, a primeiro criança da coluna troca de lugar com a
última.

3) TOMÉ, ONDE ESTÁ A TUA FÉ?


Material: Tiras de papel e caneta
Local: espaço amplo
Formação: círculo, crianças sentadas no chão, de frente umas para as outras.
Organização: Escreva sobre um papel “Jesus”, sobre outro “Tomé” e tantos “Após-
tolos” quantos necessários para completar o número de crianças. Dobre os papeis e
sorteie.
Execução: é como no jogo do Detetive, mas nessa brincadeira as personagens são:
Jesus, Tomé e os apóstolos. As crianças se colocam num círculo e Jesus deve, discre-
tamente, piscar com um olho para qualquer das crianças, enquanto Tomé tenta des-
cobrir qual criança é Jesus. Jesus é sinal de vida nova, quando ele piscar, se a criança
for um apóstolo deverá dizer:- Jesus está presente e vivo, no meio de nós! Tomé não
acredita que Jesus esteve presente, no meio dos apóstolos, porque não o vê; procura
descobrir onde está Jesus. Quando Tomé descobrir, ou pensar que descobriu, este
indicará a pessoa dizendo: - Mestre, é você mesmo! Caso a criança que Tomé indicou
seja um dos apóstolos, estão, quem estiver representando Jesus, manifesta-se dizen-
do:
- Tomé, onde está a sua fé???

68
5º DIA

A programação do 5º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com
Crianças da REMNE.

Tema do dia: Crianças nos caminhos da missão que vive, testemunhando o amor de Deus.
Conhecimento específico: Aprendendo sobre Ambientação: os mesmos materiais utilizados
os espaços missionários. nos dias anteriores, um globo terrestre ou mapa
mundi e objetos que representem diferentes luga-
Objetivos: Levar a criança a perceber que a mis-
res do Brasil ou outros países (lugares onde a mis-
são acontece em diferentes espaços físicos e que é
são possa acontecer.
chamada a ser discípulo a ,desde o ambiente em

69
Versículos Do dia: “E disse-lhes: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pes-
soas.” Marcos 16:15
tema

Abertura Leitura Bíblica: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vos o Espírito Santo, e sereis
minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até os
confins da terra.” Atos 1.8
Peça a uma criança que leia o texto em voz alta. Comente que Jesus nos escolheu
para sermos suas testemunhas, falando do Seu amor aonde estivermos. Pergunte se
sabem o quão importante é essa tarefa. Diga que Jesus nos diz que devemos ir por
todo mundo, mas pra começar do lugar onde estamos. Comente que “Judeia, Sama-
ria e confins da terra” é uma forma progressiva de mostrar que começamos a pregar
o Evangelho, do lugar onde estamos, para então partirmos para algo maior e mais
abrangente. Pergunte às crianças quem sabe dizer por que é tão importante falar do
amor de Jesus. Diga que, se nós não falarmos desse amor, jamais nossos amigos po-
derão saber sobre isso. Por isso, hoje vamos aprender sobre a importância de espalhar
o amor de Deus, no lugar onde estamos. E sobre a importância de todos que estão
nos campos missionários, levando a novidade do Evangelho para aqueles que ainda
não conhecem a Jesus.
Sensibilização: aproxime-se da mesa do altar, onde foram colocados o globo ter-
restre ou o mapa mundi e os objetos de outros países ou estados brasileiros (chapéus
roupas e etc.). Mostre os objetos e pergunte se as crianças conhecem algum deles, se
fazem idéia de onde eles podem ter vindo. Explique sobre cada objeto e revele a qual
lugar do mundo ele pertence. Mostre no globo ou no mapa tais lugares. Procure saber
um pouco sobre cada objeto e sobre o seu lugar de origem. Faça comparações do
lugar, o quanto é longe e o quanto é perto da cidade onde estão. Diga que podemos
perceber o quanto o mundo é grande, e pergunte se elas acham que é preciso ir tão
longe, para falar do amor de Jesus. Deixe que as crianças falem e depois revele que,
não é necessário, pois podemos falar na escola, em casa, enfim, onde estivermos.
História: Contar a história utilizando fantoches ou dramatizando.

UM PEQUENO EVANGELISTA
Autora: Beatriz Brito
Calebe sempre observa muito a natureza, em especial, os bichos. Sabe dos nomes
mais diversos, desde bois a iguanas. Ele ama participar da Escola Dominical e dos
cultos e tem o costume de convidar novos amiguinhos da escola para irem visitar a
igreja.
Na sala das crianças, as aulas preferidas do Calebe são aquelas que falam sobre
a criação... Ah! Ele também ama quando a professora faz os desenhos dos animais e
lembra com alegria de tudo o que Deus fez.
Um dia, Calebe estava triste e quieto, o que foi de grande espanto para seus
pais. O pequenino estava com febre e seus pais o levaram ao hospital para tratar da
saúde dele. Mesmo nesse percurso, Calebe não abriu mão de levar sua Bíblia, com
ilustrações. Enquanto ele esperava para ser atendido pela médica, numa cadeirinha
colorida, uma criança sentou ao lado do Calebe e, pouco tempo depois, ele já falava
das coisas de Deus para aquele menino. “Então o mundo foi criado em 6 dias e depois

70
Deus descansou”, dizia ele. Assim, o Calebe, em toda sua inocência, acabou pregando
para seu coleguinha. Mostrando que ele sabe que Jesus nos convida a falar Dele a
todos ao nosso redor. Sim!
Convite a compromisso: sabemos que o mundo é muito grande, e há muitas pes-
soas que ainda não conhecem a Jesus, por isso Deus precisa da nossa ajuda, para
espalhar o seu amor a todos. Convide a levantarem a mão, as crianças que desejam
tomar a decisão de falar sobre Jesus a todos que ainda não o conhecem, no lugar
onde estão.
Oração: ore pelas crianças para que Deus as ajude a levar a sua palavra, sendo
exemplo de amor, obediência. E pelo dia da EBF que está começando.

Oficina de História bíblica: Baseada em Atos 1:1-14; Mateus 28:16-20; Marcos 16:14-20; Lucas
24:46-53
História
Como contar a história: O(a) instrutor(a) desta oficina deve ler o texto bíblico, an-
tecipadamente ,para contara história com suas próprias palavras. Para turmas de ida-
de menor deve resumir, para as crianças maiores, oferecer mais detalhes, podendo
estender um pouco mais o tempo da contação. A linguagem utilizada ao contar a
história deve ser adequada ao entendimento de cada faixa etária, de acordo com a
maturidade da turma. Podem ser usados fantoches ou gravuras. É importante que se
utilizem recursos que atraiam a atenção das crianças, mas nenhum recurso vai ocu-
par o lugar de uma história bem contada e com as devidas entonações. No material
anexo, estamos sugerindo a confecção de uma caixa cenário, com fantoches de vara.
Observe o passo a passo da confecção desse material no site.

DESPEDIDA DE JESUS
Nas palavras de: Rogeria de Souza Valente Frigo
Depois de haver sido morto na cruz, Jesus ressuscitou no domingo, o primeiro dia
da semana. Visitou seus discípulos, mostrou-se para amigos e amigas para que eles(as)
soubessem que ele estava vivo e pudessem ser testemunhas disso, pois já eram tes-
temunhas de muitas outras coisas. Sabiam que Jesus haveria de sofrer e ressuscitar
dos mortos ao terceiro dia, e que em Seu nome seria pregado o arrependimento para
perdão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.
Naquele dias, em que esteve com eles, mandou que os seus discípulos fossem para
uma montanha na Galiléia, e lá, lhes disse que o Espírito Santo lhes revestiria de po-
der, para que fossem suas testemunhas, em todos os lugares onde estivessem, des-
de o lugar onde estavam até os mais distantes. E também disse que havia recebido
toda a autoridade, no céu e na terra e que estaria sempre com os seus discípulos,
até o final dos tempos. Mandou que eles saíssem, por todos os lugares do mundo,
pregando o evangelho a todas as pessoas, fazendo discípulos, batizando as pessoas
que cressem , em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, pois assim elas seriam
salvas, ensinando-as a obedecer a tudo o que lhes havia ordenado. Disse também que
aqueles(as) que cressem ,seriam acompanhados de sinais do poder de Deus: expul-
sariam demônios, em nome de Jesus; falariam novas línguas;pegariam em serpentes;
e, se bebessem algum veneno mortal, não lhes faria mal nenhum; imporiam as mãos
sobre os doentes, e estes ficariam curados.
Jesus lhes deu uma ordem: “Não saiam de Jerusalém, mas esperem pela promessa

71
de meu Pai, da qual lhes falei.” Ele estava se referindo à descida do Espírito Santo, so-
bre eles e que estaria com eles, por todos os dias.
Enquanto os discípulos olhavam pra Jesus, ele levantou as mãos e os abençoou. Es-
tando ainda a abençoá-los, ele os deixou, sendo elevado ao céu, enquanto eles olha-
vam, e uma nuvem o encobriu da vista deles e Jesus assentou-se à direita de Deus.
Eles ficaram com os olhos fixos no céu, enquanto ele subia. De repente, surgiram dian-
te deles dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: “Galileus, por que vocês
estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu,
voltará da mesma forma como o viram subir”.
Então eles o adoraram e voltaram para Jerusalém com grande alegria. Quando che-
garam, subiram ao aposento onde estavam hospedados.Todos eles se reuniam sem-
pre em oração, com as mulheres, inclusive Maria, a mãe de Jesus, e com os irmãos de
Jesus. E permaneciam constantemente no templo, louvando a Deus.Então, depois de
terem recebido o Espírito Santo de Deus, os discípulos saíram e pregaram por toda
parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando-lhes a palavra, com os sinais que
a acompanhavam.
Motivação para conversa: Jesus também nos chama, independente da nossa ida-
de a testemunharmos sobre ele, onde quer que estejamos e a fazer discípulos. Falar
para quem está, ao nosso redor, das coisas simples e maravilhosas que Deus faz, é
nosso dever e alegria. Crianças, nos caminhos da missão, espalham o amor de Deus,
onde estão e testemunham de tudo o que Jesus fez e faz em suas vidas, deixando
discípulos (as) por onde passam.
Dinâmica: antecipadamente faça pegadas (feitas em papel contact) e placas com
nomes ou desenhos dos locais, onde podemos fazer missão, como escola, hospitais,
em casa, parque e etc. Cole as pegadas no chão, levando aos espaços missionários.
Como decorar: Passe o versículo
Materiais: folha, pincel atômico, rádio com fita cacete ou cd para música.
Preparação: Escreva o versículo na folha (de papel resistente)
Jogo: Coloque as crianças, sentadas em círculo e dê, para a primeira criança, o ver-
sículo. Enquanto a música toca, elas vão passando o cartão; quando a música parar,
a criança que estiver segurando o cartão, lê o versículo e as demais repetem. Volte a
tocar a música e a passar o cartão, até que o versículo esteja decorado.

Oficina de SOU UM MISSIONÁRIO


CD Missão Aventura Possível
Música
Cleiton de Almeida, Dalton Neiva, Elizete Loureiro Reis, Regina Junker, Roberto Mendes,
RonanBoechat de Amorim

Quando Deus criou o mundo


Tudo aqui era tão bom
De repente mudou tudo
Começou a confusão.
Falta amor, falta união
Deus não quer que seja assim
E nos aponta a solução:

72
Só o amor refaz a vida
Só o amor nos faz irmão
Vem comigo, vem também
Se envolver nesta missão.
Eu participo da missão de viver o amor de Deus
Anunciando a toda gente o que o amor pode fazer:
Concertar tudo de novo.

DEUS ESTÁ EM QUALQUER LUGAR


CD Fazendo Festa 1
Letra: GT 4ª Região
Música: Adriano, Cuca e João Marcos

O Japão fica longe,


mas Deus lá está.
Está também no Egito
e em qualquer lugar.

O Xingu fica longe,


mas Deus lá está.
Também na Baia
e em qualquer lugar.

A Amazônia fica longe,


mas Deus lá está.
Está também em Minas, uai,
e em qualquer lugar.

O Chuí fica longe,


mas Deus lá está.
Está com as crianças
em qualquer lugar.

SALMO 146
CD Missão Aventura Possível
Elci Pereira lima e Soraya v. Letieri

Com minha vida vou louvar ao Senhor


Eu vivo para louvar ao Senhor
Eu vivo para louvar ao Senhor
Eu vivo para louvar ao Senhor.

Oficina de Atividade: Móbile da despedida de Jesus


Artes Material:
• nuvens de papel ou algodão;
• tesouras;
• boneco de papel;
• cola branca;
• barbante.

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Descrição da atividade: Faça um furo no fundo do copo de papel. Dê a cada crian-
ça um copo plástico, moldes de duas nuvens pequenas e de um boneco de papel.
Deixe que recortem. Deixe disponíveis potes de cola branca, para que colem as nu-
vens no copo. Oriente para que passem o barbante pelo furo do copo e dêem um nó,
colem a outra ponta dele no boneco.

Imagens extraídas dos sites: http://wwwmarcelacris.blogspot.com.br/2015/03/semana-da-pascoa-mobile-da-ascencao-de.html


http://lucianemaria.blogspot.com.br/2012/05/ascensao-de-jesus.html

Oficina de FAIXA ETÁRIA: 4-5 anos


Jogos 1) BOLICHE DIVERTIDO
Material: 10 garrafas pet para cada jogo de boliche (pode fazer quantos achar ne-
cessário); folhas de papel e meias velhas para fazer as bolas;
Atividade 1: fazendo as bolas
Distribuir folhas de papel para os alunos, pedindo que façam uma bola grande. Di-
vidir as meias velhas disponíveis e enrolar, uma por uma, por cima da bola de papel,
sempre intercalando a abertura das meias, uma para cada lado, para evitar que a bola
desmanche. Fazer a bola com o tamanho aproximado de uma xícara de chá, para que
ela tenha algum peso, facilitando a rolagem. Pode-se ampliar a possibilidade de per-
sonalização das bolas com retalhos, fitas adesivas, meias coloridas etc.
Execução: Organizar as garrafas em grupos de 10, formando um triângulo, como
na figura:

Fonte: http://www.clicfilhos.com.br/site/display_materia.jsp?titulo=Lixo+que+vira+brinquedo

74
É recomendável que se organize no espaço, vários grupos de garrafas, para que as
crianças não fiquem paradas durante as aulas. As regras podem ser combinadas cole-
tivamente, tanto do jogo quanto da reorganização das garrafas.

2) APANHAR A BOLA
Material: uma bola
Organização: o grupo forma uma roda, apertada.
Execução: o(a) Instrutor(a) está no centro da roda e joga a bola , para uma criança
após a outra, chamando o nome da criança para quem jogará a bola. Tendo apanhado
a bola, a criança joga-a , de volta, para o(a) Instrutor(a)que joga, alternadamente, a
bola para crianças de lugares diferentes na roda, chamando seus nomes.

FAIXA ETÁRIA: 6-7 anos


1) PASSEIO DO BAMBOLÊ
Material: um bambolê
Organização: forme uma roda com a criançada e, em seguida, escolha uma para
iniciar o jogo.
Execução: o(a) Instrutor(a)coloca o bambolê no antebraço de uma criança e pede
para que todas dêem as mãos, fechando a roda. Explica que, para iniciar o jogo, a
criança que está com o bambolê, deve passá-lo do antebraço, para o tronco e do tron-
co para a cabeça, até chegar no braço oposto. Nesse momento, deve abaixar e pular
o bambolê, para liberá-lo para a próxima criança, e assim sucessivamente até que o
bambolê circule toda a roda.

2) AS VOZES DOS ANIMAIS


Material: cadeiras, papéis com nomes ou desenhos de animais
Organização: as crianças estarão sentadas em círculo.
Execução: o(a) Instrutor(a)prepara, com antecedência, pequenos papéis na mes-
ma quantidade das crianças participantes, contendo nomes escritos ou desenhos dos
animais. Cada animal aparece pelo menos cinco vezes. Os papéis são dobrados, para
ninguém ver a anotação, e são colocados numa caixinha. As crianças participantes pe-
gam um dos papeizinhos, abrem-no secretamente e escondem-no. O(a) Instrutor(a)
dá um sinal e todas as crianças se levantam, fazendo o som do animal, anotado no
seu papel. Pela voz do animal, as famílias dos bichos se encontram. Se todo mundo
encontrou as suas famílias, o barulho acaba e cada família zoológica se apresenta da
forma mais bonita, para a bicharada ao redor.

3) DENTRO! FORA!
Organização: um grande círculo desenhado no chão, com outro bem menor, dese-
nhado dentro dele. As crianças, dispostas ao longo da circunferência do círculo maior,
recebem ordens do(a) instrutor(a) para entrar e sair do círculo.
Formação: ao redor do um círculo grande ficam as crianças.
Desenvolvimento: o(a) instrutor(a) ordena “Dentro ou Fora” e todas as crianças
cumprem as ordens, pulando com os pés juntos para dentro ou para fora do círculo.
De vez em quando, o professor repete a mesma ordem. As crianças que erram são
colocadas no círculo interno e devem continuar a obedecer as ordens de entrar e sair

75
desse novo círculo e, no caso do círculo interno ficar muito cheio, necessitam tomar
mais cuidado e ajudar umas às outras a cumprirem as ordens. Sempre que o círculo
externo chegar ao número de 10 crianças, todas as crianças voltam para o círculo
grande e a brincadeira continua, enquanto houver interesse.

FAIXA ETÁRIA: 8-11 ANOS


1) CADEIRA LIVRE
Duração: Enquanto o grupo estiver envolvido, terminar antes que fique cansativo.
Organização: Formar um círculo com as cadeiras, igual ao nº de crianças e mais1
cadeira que ficará livre e todos sentam, voltados para o interior do círculo. Colocar as
cadeiras bem juntinhas, sem deixar espaço entre uma e outra cadeira. Após a monta-
gem do circulo, dar as instruções e iniciar o jogo.
Execução: A cadeira vazia deve ser ocupada pelo participante que estiver á direita
ou á esquerda da cadeira, o mais rápido possível. O participante que conseguir sentar-
-se diz em voz alta.”Eu sentei!”Sobra então uma nova cadeira livre, que será ocupada
pela pessoa que estava ao lado do 1º participante a se movimentar. Esse, ao sentar,
diz em voz alta: “ No jardim!”Na seqüência, sobra outra cadeira livre que será ocupada
pelo participante que estava ao lado daquele que se movimentou.Esse, por sua vez,
completa a frase dizendo:
“ Com meu amigo fulano!” (dizer o nome da pessoa escolhida). A pessoa chamada é
escolhida ,aleatoriamente, sendo qualquer pessoa do círculo. Esta pessoa deverá ir,o
mais depressa possível ,até a cadeira e sentar. Dessa forma, a cadeira em que essa pes-
soa estava sentada ficará livre, o que possibilita o início de um novo ciclo: “eu sentei!”,
“no jardim!”, “com meu amigo Ciclano”.
Dicas:
• Após algumas jogadas, o(a) Instrutor(a)sai da roda, deixando mais uma cadeira
vazia, totalizando assim duas cadeiras livres. Nesse caso o jogo passa a acontecer si-
multaneamente em 2 lugares da roda.
• Aumenta-se o desafio do jogo, quando após algumas jogadas, pessoas são venda-
das, outras amordaçadas e outras amarradas umas ás outras (em dupla).
• É importante que os participantes saibam os nomes uns dos outros, caso não sai-
bam, aplicar antes uma outra técnica de integração ou fazer uma rodada de nomes.

2) TRAVESSIA
Número de Participantes: Para grupo de até 40 crianças divididas em 04
navios(equipes iguais).No caso de um grupo menor, podemos montar2 ou 3 navios
ao invés de 4.
Material: um tapete para cada participante (ou uma folha de jornal para cada um)
Organização: Num salão amplo ,com aproximadamente 10m x 10m e livre de obs-
táculos. Outro espaço equivalente também pode ser utilizado.
Execução: Divide-se o grupo em 04 equipes (navios) que formarão uma “Esquadra”
e ficarão dispostas em 04 fileiras, como um grande quadrado. Cada “tripulante” come-
çará o jogo em pé sobre o seu tapete.Cada equipe precisa levar o “navio” para o “por-
to seguro”. Cada “Navio” deverá chegar ao “Porto Seguro”, que corresponde ao lugar,
onde está o navio da sua frente. Porém, para isso, deverá chegar com todas os seusta-

76
petes e com todos os participantes.Nenhum tripulante poderá colocar qualquer parte
do corpo no chão, nem arrastar os tapetes. Quando todos os “navios” conseguirem
alcançar o “porto seguro”, o desafio será vencido por toda a Esquadra. Não há equipes
vencedoras, todas terão oportunidade de aprender com as demais equipes e realizar
sua movimentação, chegando ao “Porto seguro”.
Esquema:

3) ESCRAVOS DE JÓ DIFERENTE
Material: caixinhas, caixas de fósforo, bloquinhos de madeira, copinhos, ou qual-
quer outro material que sirva para trocar e jogar.
Duração: Até todos os participantes sintonizarem e realizarem a música, sem errar
ou enquanto o jogo estiver estimulante.
Organização: Forme um grande círculo no chão com as crianças.Distribua as peças
a serem passadas.
Execução: as crianças deverão cantar a música, passando os objetos sem errar. Ex-
plique:_Vamos fazer o jogo três vezes seguidas: a primeira, cantando a letra; a se-
gunda, cantando “lá-lá-lá”, e a terceira, em silêncio. Cada vez que o grupo errar, irá se
dividir em dois. Isto ocorre ,sucessivamente, até que se tenham apenas duplas ou trios
jogando. Ao final, quando perceber que os grupos pequenos estão acertando, propo-
nha que os grupos se unam e tentem conseguir chegar ao fim, sem errar.

77
6º DIA

A programação do 6º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças
da 6ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças testemunham com a vida Ambientação: Mesa com toalha, Bíblia aberta
sobre um suporte, o símbolo da Igreja Metodista
Conhecimento específico: Aprendendo a teste-
(Cruz e Chama), bonecos que possam representar
munhar.
crianças (usar a criatividade e o material disponí-
Objetivos: Levar a criança a entender e praticar vel) e um pote de mel.
a importância do testemunho de vida, através da
experiência de uma vida de caráter e princípios.

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Versículos Do dia: “Se vocês me amam, obedeçam aos meus mandamentos.” João 14:15
tema

Abertura Motivação: Acolher as crianças com muita alegria, fazer um ambiente acolhedor,
de confiança e seguro.
Lembre, às crianças, o tema da EBF “A alegria de produzir frutos”, e diga o tema desse
dia “Crianças testemunham com a vida”.
Peçam para as crianças observarem a mesa do altar, por alguns segundos. Após
esse momento, faça uma abertura para que algumas crianças possam expressar o
que elas acharam da mesa do altar, e se tem alguma ideia do que significa. Depois
desse momento, comece a explicar o significado de cada elemento que são: A Bíblia
onde aprendemos como testemunhar com nossas vidas, os bonecos representam
cada criança que está presente na EBF, a chama e a cruz representam o símbolo da
Igreja Metodista, e o pote de mel representa a palavra de Deus que é mais doce do
que o mel.
Leitura Bíblica: “Até a criança mostra o que é por suas ações; o seu procedimento
revelará se ela é pura e justa.” Provérbios 20:11.
Leia mais de uma vez esse versículo, onde a criança possa ouvir uma entonação da
voz, sobre a importância dos atos que possam julgar sobre como ela é, na vida real.
É pelos atos que podemos ver quem realmente somos, e isso não é apenas para o
adulto. A palavra fala sobre a criança, em Provérbios, então vemos a importância dos
nossos atos desde crianças, pois para Deus é muito importante o que realmente pra-
ticamos. É através dos nossos atos que realmente vamos determinar o testemunho
de nossa vida.
Sensibilização: Fazer um debate entre as crianças, levando-as a pensarem, como
estão agindo, diante de cada situação de sua vida, assim preparando-as para receber
a palavra de Deus, e mostrando como uma criança pode testemunhar, através de sua
vida o amor de Deus, independente da situação que possa estar passando.
Convite a compromisso: Convide cada criança a confessar os atos que as impedem
entender o amor Deus sobre elas, e levem-nas ao compromisso de receberem e pra-
ticar a palavra e serem testemunhas vivas de Deus.
Oração: Orar para que as crianças sejam fortalecidas, e possam ouvir a palavra de
Deus, e que esta palavra penetre no coração delas e venha florescer e dar frutos e
mais frutos, e que o amor de Deus seja grandioso na vida delas e daqueles que estão
participando, e pelo trabalho que será realizado, nesse dia de EBF.

Oficina de História bíblica: A menina escrava de Naamã (2 Reis 5: 1-19)


História Como contar a história: O(a) instrutor(a) desta oficina deve ler o texto bíblico, an-
tecipadamente, para contar a história com suas próprias palavras. Para turmas de ida-
de menor deve resumir, para as crianças maiores, oferecer mais detalhes, podendo
estender um pouco mais o tempo da contação. A linguagem utilizada, ao contar a
história, deve ser adequada ao entendimento de cada faixa etária, de acordo com a

79
maturidade da turma. Podem ser usados fantoches ou gravuras. É importante que se
utilizem recursos que atraiam a atenção das crianças, mas nenhum recurso vai ocupar
o lugar de uma história bem contada e com as devidas entonações. No material ane-
xo, estamos sugerindo a confecção de um rolo de imagens. Observe o passo a passo
da confecção desse material no site.
A MENINA ESCRAVA DE NAAMÃ
Nas Palavras de: Flaviana Ferreira Souza
Hoje vamos conhecer a história de uma menina, que não tem seu nome citado na
Bíblia, mas que Naamã, um homem muito rico e importante, precisou da sua ajuda.
A Bíblia nos conta que, em Samaria, existia uma menina muito temente a Deus, e
que foi levada, como escrava, por um homem chamado Naamã. Esse homem mora-
va em um país chamado Síria (se possível nesse momento mostre para as crianças o
mapa mundi, localizando os dois locais).
Naamã era chefe do exército do rei da Síria, um homem muito respeitado, porém ele
tinha uma doença incurável, que nem todo dinheiro e poder dele poderiam salvá-lo.
Naamã era leproso (pessoa que tem uma doença chamada hanseníase, que afeta a
pele e os nervos). Naquela época, não existia cura para essa doença e as pessoas eram
expulsas de suas casas, passando a viver sozinhas e fora da cidade.
A menina passou a ser criada pela esposa de Naamã. Ela era muito temente a Deus.
Quando ouviu falar da doença de Naamã, foi correndo contar à sua senhora que lá,
em Samaria, existia um profeta (aquele que fala inspirado por Deus) chamado Eliseu,
que servia ao Deus de Israel, e que ele saberia como curá-lo.
Então Naamã, mais que depressa, juntou muito dinheiro e, com seus homens, foi até
Israel, atrás de Eliseu.
Quando chegou lá em Israel, quis logo que Eliseu o curasse, porém o profeta orde-
nou que ele fosse mergulhar no rio Jordão, um rio que era muito sujo.
Naamã ficou muito bravo, e, com o coração cheio de orgulho, recusou-se a mer-
gulhar no rio. Sabe, crianças, não podemos ser orgulhosos, como Naamã, pois isto é
pecado, e pecado é tudo aquilo que desagrada ao nosso Deus.
Porém, os soldados, que acompanhavam Naamã, falaram para ele mergulhar no
Jordão e obedecer ao que o profeta estava falando.
Assim Naamã o fez, mas a cada mergulho, não acontecia nada. Mas ele mesmo as-
sim continuou a mergulhar. Foram 1, 2, 3, 4, 5, 6 e, no 7º mergulho, Naamã ficou cura-
do da lepra: sua pele ficou como se fosse pele de neném.
Que maravilha! Naamã ficou muito feliz e, a partir daquele dia, passou a crer no
Deus de Israel. Deus mostrou mais uma vez o Seu poder.
Sabem, crianças, a melhor coisa, que aconteceu na história, não foi a cura de Naamã,
mas, sim, ele ter reconhecido que Deus é o Deus verdadeiro. Ele disse: “Agora eu sei
que no mundo inteiro não existe nenhum Deus, a não ser o Deus de Israel”.
Motivação para conversa: Uma criança corajosa, com muita fé em Deus, fez com
que um homem valente, como Naamã, fosse curado não somente no corpo, mas tam-
bém no coração. E você, mesmo sendo pequeno, pode ajudar à outras pessoas, falan-
do e testemunhando do amor de Jesus.
Dinâmica: O amor de Deus que transforma

80
Objetivo: refletir sobre a diferença entre saber do amor de Deus e ter o amor de
Deus no coração.
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma es-
ponja e uma vasilha com água.
Descrição: Primeiro, explica-se que a água representa o amor de Deus, e que os ob-
jetos representam a cada um(a) de nós. Coloque a água na vasilha, e vá mergulhando
um objeto por vez, comentando a respeito da reação de cada um desses objetos, ao
contato com a água.
1º - Colocar a bolinha de isopor na água. Refletir: o isopor não afunda e nem absor-
ve a água. Ele é impermeável. Tem gente que tem o conhecimento sobre o amor de
Deus, reconhece que todos precisam amar a Deus e ao próximo, fala bonito sobre o
amor e sabe até ensinar para as outras pessoas como elas devem amar, mas não ama,
não vive aquilo que fala. Não deixa o amor de Deus entrar no seu coração, é imper-
meável.
2º - Mergulhar o giz na água. Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir. O
giz absorve a água, completamente, mas não compartilha, pois fica molhado, mas
não passa a água adiante. Se colocado sobre uma superfície qualquer, ele não molha.
Tem pessoas que não apenas conhecem o amor de Deus, mas experimentam. Rece-
bem curas, fazem amigos(as) que refletem o amor de Deus, em suas vidas, ajudando-
-as e, fazendo as suas vidas serem melhores; gostam de estar na igreja e de conviver
com as pessoas que têm amor de Deus no coração. Mas não se comprometem com
Deus. Querem o amor de Deus pra si, mas não se voltam para as outras pessoas. Rece-
bem amor, mas não dão amor a ninguém.
3º Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele se encheu.
O vidro de remédio recebe a água e a despreza, completamente, e não reserva nada
dentro de si. Existem pessoas que sabem tudo sobre o amor de Deus, provaram do
amor de Deus, através das coisas que Deus já fez por elas, mas não o valorizam a pon-
to de desejarem-no, dentro de si. Vêm na igreja, mas não desejam participar dessa
família, nem acham importante estar ligadas a Deus que é fonte de todo o amor. O
amor que recebem, rejeitam, não guardam nada pra si ou para dar aos outros. São
vazias do amor em seus corações.
4º - Mergulhar a esponja e espremer a água, depois, espremer mais uma vez e mais
uma... mostrando que quanto mais for espremida, mais água terá. A esponja absor-
ve bem a água e mesmo espremendo, continua molhada. Ela absorve muita água e
compartilha, pois, onde for colocada, vai molhar tudo ao seu redor. É como as pessoas
que têm um relacionamento pessoal com Deus e estão ligadas à fonte do amor. Elas
sempre amam e têm amor em si, para dar as outras pessoas.
Conversa: A menina escrava conseguiu abençoar o seu patrão pois era como uma
esponja, tinha o amor de Deus no seu coração. Apesar de estar longe de casa, tra-
balhando como escrava, tendo que servir numa casa de um homem que tinha uma
doença contagiosa, desejou o bem daquela família e apontou a solução para os seus
problemas. Ela abençoou aqueles que faziam dela uma escrava.
Como decorar: “Me ajudem por favor”. Escreva o versículo em cartazes, com letra
em caixa alta, dividindo por frases. Então fique de costas e diga às crianças que você
acha que já pode recitá-lo perfeitamente. Diga: “se eu não souber alguma palavra,
vocês me ajudem, por favor”. Caso esteja ensinando I João 14:15 “Se vocês me amam,

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obedeçam aos meus mandamentos”, comece dizendo: “Se eu me amo...”. Permita que
as crianças corrijam seu erro. Comece novamente com a primeira palavra do verso,
dizendo: “Se” e então “vocês se” em vez de “me”. Continue dessa forma ao longo do
verso substituindo as palavras por outras. Quando chegar ao fim do verso, diga: “Acho
que preciso da ajuda de vocês”.
Ou utilizem essa outra sugestão.
“Seu mestre mandou” Seu mestre mandou: falar o versículo enquanto pula; falar
o versículo segurando a ponta do nariz; com a mão no joelho; fazendo caretas; etc...

Oficina de JESUS É BOM


Música https://youtu.be/eaj01KtxJaYo

Eu vou contar pra todo mundo que Jesus é bom


Eu vou falar pra todo mundo que Jesus é bom
Vou espalhar pra todo mundo que Jesus é bom
Jesus é bom demais

Eu vou bater as mãos


Eu vou bater os pés
Eu vou pular bem alto (assim)
Eu vou gritar oié (oié)

Eu vou dizer na minha casa que Jesus é bom


Eu vou dizer na minha rua que Jesus é bom
Eu vou contar na padaria que Jesus é bom
Vou espalhar na rodovia que Jesus é bom
Eu vou dizer na minha escola que Jesus é bom
Eu vou dizer a toda hora que Jesus é bom
Eu vou contar pra toda gente
Do Ocidente ou do Oriente que Jesus é muito bom
Jesus é bom demais!

PARE
https://youtu.be/JvZnAp94CLo.

Pare, eu vou contar-lhes


O que cristo fez por mim (2 vezes)

Ele me salvou e me deu perdão


Agora vive em meu coração

Pare, eu vou contar-lhes


O que cristo fez por mim (2 vezes)

Pare...

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Oficina de Atividade: bolha de sabão com material reciclável
Artes Material:
• 01 garrafa pet de 600 ml,
• 01 toalhinha ou pedaço de pano,
• EVA nas cores que preferir,
• 01 elástico,
• detergente de louça,
• cola de EVA,
• 01 tesoura sem ponta.
Descrição da atividade: Agora é só prestar atenção no passo a passo e fazer o seu!

Imagens extraídas do site: http://www.pragentemiuda.


org/2010/09/fazendo-brinquedos-bolha-de-sabao.html

Substituir o sapinho, pela silhueta de Naamã. A decoração estética do boneco de Naamã, fica na criati-
vidade de cada criança.

Oficina de FAIXA ETÁRIA: 4-5 anos


Jogos 1) TRILHA
Distribua no chão alguns tapetes pequenos ou peças de EVA, como se estivessem
formando uma trilha, e combine com a criança que só é permitido andar por esse
caminho. Para deixar a brincadeira mais divertida, você pode fingir que o chão é um

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lago e que vocês não podem cair nele. A atividade ajuda a desenvolver o equilíbrio, a
noção de distância e espaço. Vale ressaltar que é importante se certificar de que não
há perigo de a criança escorregar.

2) DESCOBRIR O QUE ESTÁ MUDADO


Objetivos específicos: memória, perspicácia, observação
Local: ar livre e sala
Formação: círculos
Organização: pede-se a uma criança que deixe o local e fazem-se algumas modi-
ficações
Execução: quando a criança voltar, o grupo começará a contar, aumentando ou
diminuindo a intensidade do canto, à medida que ela se aproxima ou afasta do que
mudou.

3) DANÇA DAS CADEIRAS


Objetivos específicos: Atenção, agilidade
Material: Cadeira, toca-fitas
Local: Ar livre, salão
Formação: cadeiras em fileiras aos pares, umas de costas para as outras
Organização: o número de cadeiras será a menos do que o número de participan-
tes
Execução: ao som da música, as crianças contornarão as cadeiras. Quando esta pa-
rar, todos procurarão sentar-se. A cada rodada retira-se uma cadeira. Todas as crianças
permanecem no jogo e devem se adequar à nova quantidade de cadeiras, ajudando
umas às outras a se encaixarem.

FAIXA ETÁRIA: 6-7 anos


1) O MICO
Objetivos específicos: atenção, agilidade
Material: bolas
Local: quadra, gramado ou pátio
Formação: círculo
Organização: em círculo, ficando duas crianças que se defrontam, de posse de uma
bola. Uma bola será designada “MICO”.
Execução: ao sinal de início, as crianças que têm a bola, passam-na à criança da
esquerda, a qual, rapidamente, faz o mesmo e assim, sucessivamente. As bolas são
passadas. O objetivo é fazer com que uma bola alcance a outra, isto é, que o “mico”
seja apanhado, sendo que todos evitam que isto aconteça, em suas mãos. Aquela
que deixar cair a bola, deve recuperá-la sozinha e voltar ao seu lugar para recomeçar
a passá-la. Cada vez que o mico é apanhado, interrompe-se a brincadeira e a criança
que permitir, ficará no centro, até ser substituída.

2) ESTALINHO
Objetivos específicos: Coordenação motora, ritmo, atenção

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Local: Ar livre e sala
Formação: círculo
Organização: crianças numeradas seguidamente, formando um círculo na posição
“sentadas”. Todas iniciam o jogo, batendo duas vezes e estalando os dedos uma vez,
na mão direita e outra, esquerda.
Execução: uma criança, ao estalar os dedos da mão direita, diz seu número e, ao
estalar da mão esquerda, chama um número correspondente à outra criança. Aquela
que for chamada, continuará o jogo, dizendo o seu número e chamando outra.

3) POÇO DE LAVA
Objetivos específicos: Coordenação motora, ritmo, cooperação
Local: Ar livre, salão ou quadra
Formação: fila
Organização: um único time ou vários, se tiver muitas crianças, mas sem competi-
ção.
Material: Para cada time 10 pedaços de papelão em forma de quadrado, que de-
vem ter em média 25 cm.
Objetivo: Todos os componentes devem completar o percurso, sem que nenhum
componente tire os pés de cima dos quadrados de papelão; os quadrados são como
pedras e o local do percurso é como se fosse o poço de lava. Os times devem fazer de
tudo, para que nenhum dos seus componentes caia na lava quente. É uma tarefa que
depende de todo o time, para ser cumprida.
Preparativos: Esta prova também pode ser realizada com vários times, ao mesmo
tempo. Cada time deve ter 10 integrantes: para cada um deles 10 papelões (1 papelão
para cada componente), na formação de fila indiana. Então deve-se fazer a marcação
do percurso a ser feito (50 metros aproximadamente), que será o poço de lava.
Desenvolvimento: O primeiro integrante do time vai colocando as pedras, e pi-
sando em cima delas. Quando todos já estiverem em cima de sua pedra (papelão), é
necessário que o último da fila, passe o seu papelão para os outros integrantes, até
chegar ao primeiro, e continue o percurso. Só que para passar o papelão para frente, o
integrante deverá se acomodar junto com os outros de seu time, nos outros papelões,
para não pisar no chão; se, por acaso, algum integrante do time cair, ou pisar fora do
papelão, seu time deverá voltar todo o percurso, novamente. Todas as equipes que
concluírem o trajeto são vencedoras.

FAIXA ETÁRIA: 8-11 ANOS


1) PISCAR
Objetivos específicos: habilidade de comunicar-se, através de sinais, atenção, ra-
pidez de reação
Material: cadeiras
Formação: círculo
Organização: dispõem-se várias cadeiras em círculo; em cada uma, senta-se uma
criança. Atrás de cada cadeira, fica outra criança, tendo as mãos no encosto da mes-
ma.

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Execução: ao sinal, a criança sem companhia, piscará a uma das crianças sentadas,
que tentará mudar para a cadeira daquela que piscou, sendo que será impedida sua
saída, se for tocada nos ombros. Se abandonar a cadeira, a brincadeira prosseguirá.

2) JACO E RAQUEL
Objetivos específicos: senso de orientação, coragem, acuidade auditiva
Material: lenço, sininho
Local: sala, quadra
Formação: círculo
Organização: crianças em círculo, mãos dadas para limitar o espaço, onde outras
duas crianças vão correr. Jacó, com olhos vendados e Raquel, com um sininho.
Execução: ao sinal de início, Raquel correrá dentro do círculo, soando o sininho.
Jacó tentará pegá-la. Quando for apanhada, os dois escolhem os substitutos.

3) TRANSMITIR O RECADO
Objetivos específicos: decifrar enigmas, astúcia
Formação: 3 fileiras
Organização: 2 fileiras frente a frente, uma em cada extremidade do gramado, for-
mando a equipe A. Entre as mesmas, no centro, em fileiras, a equipe B. O instrutor dará
um enigma a uma das fileiras da equipe A. Estes todos (A1) saberão o provérbio
Execução: ao sinal, a fileira A1 tentará transmitir à A2 o provérbio, sendo impedida
pela equipe B.

4) JOGO DO PUM
Objetivos específicos: atenção e pronta reação
Local: ar livre ou sala
Formação: círculos
Organização: crianças em círculos na posição sentados
Execução: as crianças, numerando-se seguidamente, mas chegando ao número 7 e
seus múltiplos, deverá dizer: PUM, substituindo-os. A criança que demorar a falar, ou
não substituir o número por Pum, recomeça a contar e inverte a ordem seqüencial (se
estava correndo para a direita, retorna para a esquerda).

86
6

Oficinas de crianças de 0 a 3 anos


Crianças de 0 a 3 anos

87
Introdução

As crianças, da idade de 0 a 03 anos, deverão ser deve ser orientada sobre a especificidade, no tra-
recebidas num espaço, preparado especialmente to dessas crianças. O ideal é que seja colocada, à
para elas, que ofereça segurança e tranquilidade. disposição dessa equipe, literatura orientadora,
Terão uma rotina específica, participando apenas sobre essa faixa etária. É possível contar com algu-
da abertura e do encerramento, junto com as de- mas mães, como ajudantes. Aquelas que se dispu-
mais crianças. serem a trabalhar na EBF, podem ser convidadas a
comparecer às reuniões de planejamento e a ler os
Para atender a essa faixa etária com qualidade,
textos orientadores.
o ideal é oferecer um ambiente, ao mesmo tem-
po, seguro e capaz de garantir o desenvolvimento Essa faixa etária vai exigir, da equipe, uma pre-
cognitivo, afetivo, motor e social. O espaço deverá ocupação com o cuidar, mas isso não é tudo no
contar com lugar apropriado para trocas de fraldas trabalho a ser desenvolvido. É primordial que toda
e tranquilo para repouso, com luz baixa e boa ven- a equipe de trabalho dessa faixa etária, esteja inte-
tilação (nessa faixa etária, é comum um soninho à ressada em fazer o projeto da EBF acontecer, com
tarde); piso liso que possibilite uma boa higiene e esses pequenos. É preciso estar claro para essa
que seja antiderrapante; ausência de escadas, para equipe que, o trabalho a ser desenvolvido com
facilitar o acesso de bebês no colo ou em carrinhos; esse grupo, é de educação da fé e que a equipe não
espaço para atividades, com mesas e cadeiras, em está ali, apenas para entretê-los, durante os dias da
tamanhos adequados à idade dos bebês; tapete e EBF. O grupo deverá ter acesso aos conteúdos pro-
almofadas, para o espaço da história e música, e postos, estar ciente do planejamento de trabalho
um lavatório na sala, ou bem próximo a ela. de cada dia da EBF e entender que o trabalho, a ser
desenvolvido, tem intencionalidade pedagógica.
A higiene do berçário merece especial atenção.
A equipe precisa estar disposta a ensinar e a tam-
O ideal é que, roupas de cama e brinquedos, se-
bém aprender com os pequenos. Entendemos que
jam de uso individual e estejam limpos, ao início
o cuidar e educar, nessa faixa etária, são indissoci-
de cada dia de atividade.
áveis (não se separam, mas andam juntos). Cremos
A equipe que trabalhará com essa faixa etária, que a educação da fé começa desde cedo.

Sugestão de agenda
Horário Atividade Detalhamento Observação

12h 30min Recepção Entrega de crachás e marcação de


presença no quadro.

13h Avertura Junto com as demais crianças das


diferentes idades no salão.

13h 30min Divisão em grupos Por idade.

13h 40min Chegada à sala Receber as crianças na sala, encami-


do berçário nhando-as para o tapete.

13h55 Hora da rodinha Hora de contar a história do dia. Oficina de história.

Hora da música. Oficina de música.

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14h 10min Hora da Brinquedos e jogos disponíveis para O instrutor mediará as
brincadeira brincar livremente. relações nas brinca-
deiras.

14h 30min Higiene Lavar as mãos antes do lanche.

14h 40min Lanche No espaço reservado ao lanche.

14h 55min Higiene Lavar as mãos, a boca – dentes – e o


rosto para se refrescarem.

15h 05min Hora das artes No local destinado à atividade Atividades da oficina
artística. de artes.

15h 25min Higiene Lavar mãos, rostos e trocas de


roupas se necessário.

15h 40min Hora dos jogos Atividades lúdicas dirigidas. Atividades da oficina
dirigidos de jogos.

15h 55min Hora da brinca- Horário destinado a brincadeiras Caso haja espaço, que
deira livres. seja ao ar livre.

16h 15min Higiene Lavar as mãos e o rosto para se No caso de atividades


refrescarem. ao ar livre.

16h 30min Hora do sossego Momento de voltar à calma. Atividade de relaxa-


mento e preparo para
a despedida.

16h 40min Encerramento Junto com as demais crianças das


diferentes idades no salão.

17h Despedida

A agenda não apresenta um horário destinado A hora do sossego é aquela em que as crianças
ao sono, que será permitido às crianças que de- são levadas de volta à calma, depois da agitação
monstrarem necessidade dele. Os momentos de das brincadeiras , ao ar livre. Pode ser feita, levan-
banho e trocas serão feitos, à medida que se fize- do as crianças de volta ao tapetinho e, estando lá,
rem necessários. A alimentação será fornecida no utilizar uma música. Nesse momento, o fantoche
refeitório, no momento estabelecido na agenda e, da Bíblia ou a luva de guizos pode conversar com
para os que ainda usam mamadeiras, no momento os pequenos, indicando o fim do trabalho daquela
da fome. tarde.
A rotina tem que ser programada, a partir das É preciso ter em mente que estamos trabalhando
sugestões apresentadas, considerando as caracte- a educação da fé dessas crianças. Mesmo peque-
rísticas de seu grupo. Ao montar atividades como nas, estaremos possibilitando momentos marcan-
brincadeiras, por exemplo, é importante observar tes na vida desses pequenos. O espaço, onde os re-
a medida correta, para não excitar demais a criança ceberemos, estará sendo o referencial de “Casa de
e levá-la ao cansaço. Também não se pode deixá-la Deus” para eles. Quanto mais agradável e prazeroso
dormindo a tarde toda. for o contato com esse espaço, mais positiva será

89
essa marca. Eles não têm idade para refletir sobre o gem; ondulações na voz para indicar momentos de
que estão vivenciando, mas estão prontos a senti- maior ou menor tensão na história; poderá apre-
rem, se este espaço lhes é agradável ou não; se es- sentar a história vestido de personagem ou narra-
sas pessoas lhes são bondosas e atendem às suas dor; fazer uso de fantoches de mão, fantoches de
necessidades ou não. Por isso, tudo tem que ser dedo, fantoches de vara, flanelógrafo, gravuras,
programado e previsto, para que tenham momen- avental de contar histórias e outras tantas técnicas
tos muito agradáveis na Casa de Deus. As crianças de acordo com a sua habilidade e acervo de mate-
sentem-se amadas, se têm suas necessidades aten- riais disponíveis.
didas e são tratadas com carinho. Ao fazermos isso, Deve se considerar, ao contar a história, que es-
estamos lhes passando a mensagem de que Deus ses pequenos não são capazes de permanecer
cuida delas através de nós, portanto, Deus as ama. atentos à história por muito tempo. Deve-se evitar
Por isso, cada momento com a criança, deve ser o uso de mais que 5 minutos, narrando a história.
extremamente valorizado e preparado com cuida- O(a) narrador(a) deverá ser objetivo e utilizar pa-
do. O tom da voz da pessoa que lida com a crian- lavras que elas possam entender. A história deve-
ça, precisa ser apropriado e mesmo uma troca de rá ser trazida para o mundo das crianças, estando
fraldas vai merecer atenção especial: tem que ser relacionada com coisas do cotidiano. É agradável,
feita com amor e tranqüilidade, proporcionando, à para as crianças dessa idade, a utilização de sons e
criança, um momento de sossego e prazer. barulhos que elas possam repetir. O(a) contador(a)
As crianças, dessa faixa etária, apresentam um deve saber a história antes de contar e gostar da
tipo de comportamento muito específico. Nesta história que pretende contar – o seu entusiasmo
fase, ocorre rapidamente o desenvolvimento fí- e envolvimento na história vai fazer diferença. De-
sico e das habilidades motoras. A criança é ativa, verá cuidar também de empreender um ritmo na
aprende por meio de experiências sensoriais, isto contação e entonação envolvente, pois aí reside o
é, tocando, apalpando, ouvindo e movimentando- segredo de manter as crianças, dessa idade, aten-
-se. Podem acontecer mordidas e choro, que são tas.
maneiras desses pequenos se comunicarem com Será necessário pedir que os pais, mães ou res-
o mundo. É preciso que, aqueles que trabalham ponsáveis tragam, junto com seu filho ou filha, al-
atendendo a essas crianças, lidem com essas si- gum material que lhe garanta bem-estar durante
tuações, com tranquilidade. Evitem usar adjetivos as horas que passará conosco na EBF. Pediremos
que caracterizem negativamente as crianças nas que tragam uma mochila com os seguintes mate-
conversas, dizendo que uma criança é muito ba- riais:
gunceira ou briguenta. Isso pode levar a conceitos • 2 ou mais trocas de roupas (manter opções de
equivocados e rotulá-la no grupo ou na família – e frio e calor);
isso, definitivamente, não é o que queremos para • Fraldas;
os nossos pequenos. • Pomada para assaduras;
Todo material, a ser colocado à disposição dessa • Pote ou pacote de lenços umedecidos;
faixa etária para as oficinas de arte, deve ser produ- • Escova ou pente de cabelo;
zido a partir de materiais comestíveis, pois é muito • Escova de dentes com protetor de cerdas;
comum que eles experimentem levando à boca. • Bolsinha para colocar escova e creme dental;
Utilizem folhas de papel sulfite tamanho A3 ou de • Toalha de banho;
qualquer outro papel nesse tamanho ou proponha • Creme dental sem flúor;
trabalhos coletivos, utilizando folhas de papel par- • Sabonete líquido;
do ou 40 quilos. • Plástico para guardar produtos de banho e tro-
A atividade de ouvir histórias é algo que causa ca;
encantamento na criança. É uma atividade capaz • Mamadeiras – para leite, suco e água;
de prender sua atenção e produzir resultados favo- • Chupeta;
ráveis à educação da fé. • 01 toalhinha de boca;
• Babadores;
O(a) contador(a) de histórias poderá se utilizar
• Bolsa tipo lancheira para trazer o lanche;
de recursos, como a mudança do tom de voz, para
• Alimentação necessária para o lanche do seu-
transitar entre os papéis de narrador e persona-

90
filho; uma tira de EVA vermelha. Com uma tira larga de
• Ter todo o material individual, marcado com ca- EVA preto, cubra a parte de trás, a outra lateral e
neta para retroprojetor com o nome da criança. a parte da frente (ela deve sobrar pelo menos um
Devemos cuidar para que o berçário disponha dedo para parecer ser a capa da Bíblia). Faça com o
de alguns materiais básicos para o atendimento às EVA branco e sobras do preto olhinhos e com so-
crianças. Esse material pode ser pedido aos pais, bras do vermelho uma boca – coloque na frente.
mães e responsáveis ou a algum patrocinador: Lembre de deixar abertos , os buracos nas laterais,
• pacote de algodão; para passar os dedos. A parte de baixo deve ficar
• caixas de lenços de papel; aberta para entrar a mão.
• lenços umedecidos; Possibilidades: calce uma luva preta e então vis-
• brinquedos pedagógicos de acordo com a faixa ta o fantoche na mão. Ele pode ser o fantoche que
etária (blocos de montar com peças grandes, fan- irá recitar para as crianças o versículo do dia e falar
toches, brinquedo musical); recadinhos de Deus para elas.
• livros de história infantil de boa qualidade, com
3) Aventuras disponíveis
capa grossa ou cartonada, resistente, de acordo
com a faixa etária; Material: na sala podem estar disponíveis um
• pacotes de colher descartável; túnel feito com papelões grandes, diferentes almo-
• jogos de lençol para a hora do sono / cobertor fadas, bóias, animais de plástico para soprar, “João
ou manta; Bobo”, balões de ar, colchas, cavalinho vai e vem,
• travesseirinhos; caixas de papelão de diferentes tamanhos que
• pacotes ou rolinhos de saco de lixo. possam ser empilhadas, colocadas umas dentro
das outras ou em que caibam as crianças dentro
Ao pensar no ambiente da sala destinada aos pe-
delas, bolas de diferentes tamanhos, velotrol, etc.
quenos, devemos considerar os materiais que dei-
xaremos disponíveis e algumas possibilidades de Possibilidades: os materiais podem ser dei-
brincadeiras e atividades que podemos incentivar xados à disposição das crianças. Na primeira vez,
a partir desses objetos. Listamos a seguir alguns deixe as próprias crianças experimentarem as pos-
objetos, brinquedos e brincadeiras que podem sibilidades de brincar. Caso elas não saibam o que
fazer desse espaço um lugar agradável e atraente fazer, pode-se então mostrar como podem brincar.
para os pequenos. Ex: engatinhar dentro do túnel, brincar com os ba-
lões, construir torres com os travesseiros e almofa-
1) Luva com sininhos das, etc. Comece colocando um ou dois materiais e
Material: luva de lã ou malha, lã, olhinhos, gui- acrescente a cada dia um material novo.
zos e canetinha de tecido ou retroprojetor.
4) Piscinas
Construção: em cada dedo da luva, coloque um
Material: duas piscinas de plástico
guiso e amarre, formando uma cabecinha onde
será desenhada uma carinha, colando olhinhos e Possibilidade: encha as piscinas com balões ou
cabelos de lã. papéis (podem ser jornais). As crianças não irão de-
morar a começar a rasgá-los animadamente. Tam-
Possibilidades: com essa luva, você pode iniciar
bém pode se usar algodão, folhas de papel mantei-
as aulas, saudando as crianças, como se cada dedo
ga, palha ou bolas pequenasde plástico coloridas,
tivesse um nome ou para outras brincadeiras de
etc.
saudação à turma. Essa luva pode chamar as crian-
ças para troca de atividades. 5) Materiais de brincar
• Chocalho com garrafa pet, copo de iogurte ou
2) Dona Bíblia (fantoche)
Yakult.
Material: uma caixa em que possa caber uma • Saquinhos de cheiro feito com TNT, algodão e
das mãos (caixa de aveia); cola de isopor; EVA nas vários aromas.
cores preta, vermelha e branca. • Tampas de Nescau com figuras.
Construção: corte círculos nas laterais da caixa • Cds com figuras, furado e usado como móbile.
(por onde vão passar dois dedos das mãos). Cubra • Sagu com anilina dentro de pet transparente,
a parte superior, uma lateral e inferior da caixa com pode usar também gliter, lantejoula.

91
• Cestos ou baús de tesouros (coroas de cartoli- 8) Cores
nas, capa, fantasias). Brincadeira: Empilhar
• Pêndulo com bola e elástico colado no teto.
Adequado: a partir de 3 meses.
• Dados feitos de caixa de papelão, com figuras
coloridas, em cada uma das faces (podem ser usa- Desenvolve: a coordenação motora e a visão
das gravuras das histórias da EBF). Material: blocos coloridos de espuma
• Coleção de gravuras coladas em papelão. Como brincar: empilhe os blocos e deixe que a
• Bonecas, carrinhos, panelinhas. criança segure e derrube-os.
Deve-se garantir material suficiente para que to- 9) Saquinhos de peso, textura e sons
das as crianças possam ter pelo menos um, para
brincar individualmente. Pois é comum a essa faixa Faça saquinhos de pano recheados ou mesmo
etária, a brincadeira solitária e o não compartilha- luvas laváveis recheadas.
mento do seu objeto de interesse. Encha-as com algodão, arroz, ervilha seca, casta-
nhas, ponha sininhos dentro deles. As crianças des-
6) Esconde-Esconde sa idade gostam de sentir o tato e escutar o som
Brincadeira: Cadê o ursinho? Ele sumiu, mas não que os objetos produzem.
é para sempre.
10) Janelinha, painel ou varal das sen-
Adequado: a partir de 6 meses. sações
Desenvolve: a noção de que as pessoas e os ob- Trata-se de um espaço tátil, onde são dispostos
jetos continuam existindo, mesmo quando saem pedaços de diferentes texturas para que as crian-
do campo de visão. ças possam tocar.
Como brincar: esconda-se atrás de uma porta Construção: numa cartolina ou folha de EVA
ou de algum objeto grande e chame o bebê, fazen- cole uma lixa de papel, folha de alumínio, tecido,
do com que ele procure você. Apareça novamente. algodão, botões, cortiça, formando dois painéis.
Cubra a sua cabeça com um pano e chame a crian- Deixem as crianças sentir as diferentes texturas. O
ça pelo nome. Depois de alguns segundos, retire o painel pode ter o formato de uma janela e os qua-
pano. Esconda um objeto que o bebê goste, como dros de textura estarem escondidos sobre a corti-
um ursinho, e pergunte: “Cadê o ursinho? Onde na, de forma que as crianças possam tocar sem ver.
ele está?” Incentive a criança a procurá-lo. Depois,
mostre o objeto. 11) Almofada de calça comprida
7) Encaixes Construção: costure as bainhas das pernas da
calça e o cós. Encha-a com retalhos de malha, te-
Brincadeira: Uma caixa dentro da outra
cido ou flocos de espuma, utilizando a abertura do
Adequado: a partir de 6 meses. fechoeclair.
Desenvolve: a noção de tamanho e de peso. O
12) Cobra de pano
bebê aprende o que é grande, pequeno, leve e pe-
sado. Construção: costure uma cobra comprida, feita
de retalhos de tecido e encha-a com algodão ou
Material: caixas de papelão e potes plásticos de
flocos de espuma. As crianças irão gostar muito de
vários tamanhos e formatos. Podem ser usados
apalpá-la com a mão.
também cubos de diferentes tamanhos, feitos com
caixas de leite. Basta recortar o papelão e emendar 13) Potinhos do barulho
as laterais com fita crepe. Depois, pintar. Construção: utilize recipientes de filme, potes
Como brincar: coloque um pote dentro do ou- de fermento ou similares; enche-os com ervilhas
tro, mostrando que o menor cabe dentro do maior. secas, arroz, sininhos ou pedrinhas. Fechar bem e,
Vire os potinhos de cabeça para baixo, e coloque para segurança, lacre-a com auxílio de fita isolante
um sobre o outro até formar uma torre. Deixe a ou crepe.
criança brincar, à vontade, com os potes e colocar 14) Travesseiros de balões
as mãozinhas dentro deles. Quando ela pegar um
pote sozinha, ou dois deles (um dentro do outro), Construção: utilize uma capa protetora de col-
vai perceber a diferença de peso. chão (de malha) e encha vários balões de borracha

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(desses de aniversário), cuidando para não encher o fechoeclair, formando um grande travesseiro de
muito – deixando-os um pouco murchos para que balões. As crianças poderão engatinhar e rolar por
não estourem. Encha a capa com os balões e feche cima.

1º DIA

A programação do primeiro dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com
Crianças da 4ª Região Eclesiástica.

Conhecimento específico: Nossas crianças dis- Objetivos: Possibilitar às crianças, experiências


cípulas. que as levem a entender que estão aprendendo a
seguir a Cristo.

Versículos Geral: “Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.” Mateus 7.20
tema Do dia: “Quanto a você, continue firme nas verdades que aprendeu e em que creu
de todo o coração.” 2 Timóteo 3.14a

Oficina de História bíblica: O Discípulo Timóteo (2 Timóteo 1. 5; 3.14-15)


História Como contar a história: Utilizar-se de recursos visuais. Neste, os óculos utilizados
para contar a história “observando e imitando”, será ideal. Também um boneco que
represente Timóteo, outro Paulo e duas bonecas que representem Eunice e Lóide. Ao
invés de bonecos e bonecas, podem se utilizar de materiais recicláveis, fazendo des-
ses os personagens da história.

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O DISCÍPULO TIMÓTEO
Nas palavras de: Pra Welen Cristina O. A. Pascoal
Contada nas palavras de: Pra Welen Cristina O. A. Pascoal
Hoje eu vim com estes óculos, com grandes olhos, sabe por quê? Porque quero
aprender as coisas boas com as pessoas. Sabe, há um tempo atrás existiu um jovem
que fazia isto, esse é o Timóteo, que era amigo de Paulo, aquele que falou de Jesus
para muitas pessoas. Ele tinha uma mãe que se chamava Eunice, e uma avó que se
chamava Lóide; estas amavam muito a Jesus, portanto, queria sempre aprender mais
d ‘Ele, e assim, Timóteo vendo isto, também quis fazer o mesmo, amando muito a Je-
sus e falando dele para muitas pessoas.
Paulo o considerava como um filho, pois era obediente à Palavra de Deus, e escre-
veu-lhe duas cartas, preparando-o para missão de Cristo. Assim, Timóteo pôde ensi-
nar o que aprendeu, para tantas pessoas de sua época.
Eu também quero ser como Timóteo, observar tudo de bom que as pessoas fazem,
especialmente quando obedecem a Jesus, para assim aprender e ensinara meus ami-
gos. E você? Quer fazer o mesmo que eu?
Versículo do dia: Ensinar com gestos, desafiando-os a dizer e fazer os gestos uns
para os outros.

Oficina de MEU DEUS É BOM


Música CD O Que Se Canta Aqui e Acolá
Letra e música: Irlene Moreira

Meu Deus é bom pra mim, comigo vai


Quão forte brilha o sol, se a chuva cai
Amor tão grande assim só Cristo tem por mim
Direi até o fim: Meu Deus é bom pra mim!

MINHA FAMÍLIA
CD Evangelho, Convite Pra Paz- DNTC

Família é quem me ama e cuida de mim


Família que tem Jesus no coração
É muito, muito, muito mais feliz!

EU CANTO LOUVORES COM MEU CORAÇÃO

Eu canto louvores com meu coração-3x


Ao Rei dos reis –
Com as mãos, com os pés, com os joelhos,
Com o cotovelo, dando voltas, com a língua.

Oficina de Atividade: Quem sou eu?


Artes Material:
• Um círculo de cartolina para cada criança;

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• Desenhos de partes da face: Um par de olhos vibrantes, um par de olhos tristes,
dois nariz, uma boca triste, uma boca sorrindo para cada criança;
• cola;
• furador;
• barbante.
Desenvolvimento:
• Entregar um círculo pra criança, de preferência de cartolina na cor pêssego
• De um lado, a criança colará os olhos fechados, um dos narizes e a boca triste. Do
outro lado, ela colará os olhos abertos, o nariz e a boca sorrindo.
• Faça dois furinhos do lado e coloque um pequeno pedaço de barbante.
Se a criança torcer o barbante, e depois segurá-los de lado, a carinha vai girar, inter-
calando a face triste com a face alegre. A carinha vai ficar sorrindo e triste. Explique
que, quando obedecemos a Deus, nossa carinha é sempre feliz.

Oficina de 1) O QUE SEU MESTRE MANDOU


Jogos Local: espaço amplo e sem mobiliário
Formação: uma grande roda
Organização: crianças em roda.
Execução: O(a) instrutor(a) explicará às crianças que devem obedecer às ordens do
“Seu Mestre”, no caso, ele mesmo. Então dirá às crianças:
– O que seu mestre mandar!
E as crianças responderão:
– Faremos tudo!
Seu mestre mandou:
– Pular num só pé,
– Coçar a cabeça,
– Bater palmas etc.
2) QUE BICHINHO É ESSE? (Irlene Moreira)
Material: Gravuras de bichinhos diversos em tamanhos grandes
Local: Que dê condições das crianças movimentarem-se.
Formação: Crianças em círculo.
Execução: Explicar às crianças que, ao ser mostrada a gravura, elas devem andar e
fazer o barulho igual ao bichinho que aparecer, procurando imitá-lo.
Reflexão: Explicar que Deus é bom e criou cada bichinho do seu jeitinho especial,
assim como criou cada um de nós, com o nosso próprio jeitinho.

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2º DIA

A programação do 2º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças
da 2ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças movidas pelo Espírito Objetivos: Possibilitar às crianças, experiências
Santo de Deus que as levem a entender que o Espírito Santo de
Conhecimento específico: Aprendendo sobre a Deus é que orienta, anima e nos faz capazes, para
ação do Espírito Santo. realizar a Sua vontade.

Versículos Do dia: “Pois nele vivemos, nos movimentamos e existimos.” Atos 17.28a
tema

Oficina de História bíblica: Atos 16. 9-15 – Passa à Macedônia


História Como contar a história: Junte as crianças na rodinha e conte a história, utilizando
no máximo cinco minutos. Seja bastante objetivo(a) e também atraente. Treine contar
a história antes e utilizar o recurso que escolher, para usá-lo, adequadamente, diante
das crianças. Tenha o seu material para a contação da história separado e organizado
para que tudo dê certo na hora de contar a história. Tenha a história decorada, use
uma entonação de voz envolvente e interessante. No material anexo, estamos suge-
rindo a confecção de uma caixa cenário. Observe o passo a passo da confecção desse
material no site.

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DEUS NOS FALA ONDE DEVEMOS IR
Nas palavras de: Rogeria de Souza Valente Frigo
O apóstolo Paulo viajava para muitos lugares, falando do amor de Deus para as pes-
soas. Uma vez, ele estava viajando acompanhado por Silas, Lucas e Timóteo.Eles che-
garam a um lugar chamado Trôade. Lá, durante a noite, Paulo teve uma visão de um
homem de um lugar chamado Macedônia, que lhe implorava, dizendo: Venha aqui,
e ajuda-nos! Paulo não teve dúvidas de que era o Espírito Santo de Deus, orientando
a sua viagem e dizendo que, lá na Macedônia, ele precisava ir para falar do amor de
Deus para aquelas pessoas. Foi o que ele e seus amigos fizeram: embarcaram em um
navio que os levasse em direção à Macedônia. Chegando lá, descobriram que do lado
de fora dos portões da cidade, na beira do rio, havia um lugar onde o povo ia para
orar. No sábado, aqueles quatro amigos, saíram da cidade para orar, naquele lugar
destinado à oração e lá encontraram algumas mulheres. Começaram então a falar
de Deus para elas. Junto com elas estava uma mulher, chamada Lídia, vendedora de
tecidos roxos que eram usados pelas pessoas ricas e importante. Ela amava a Deus e
gostava de fazer a Sua vontade . Naquele momento em que Paulo falava, ela prestou
muita atenção ao que ele dizia. Aquela mulher creu em Jesus, pediu perdão a Deus
pelas coisas erradas que havia feito e quis ser batizada. Naquele dia, Lídia e todos de
sua casa foram batizados(as). Depois disso, ela insistiu para que se hospedassem em
sua casa, durante o tempo em que estivessem em sua cidade. E foi o que aconteceu.
Enquanto trabalharam em Filipos, Paulo, Silas, Lucas e Timóteo permaneceram na
casa de Lídia. Ela era uma mulher de negócios, conhecida do povo daquela cidade,
e muito respeitada. Por causa de sua bondade em receber aqueles evangelistas em
sua casa, muitas pessoas aprenderam sobre Jesus e foram libertas. Seu lar se tornou
o lugar de encontro dos novos crentes naquela cidade. Na sua casa nasceu a primeira
igreja cristã daquele lugar.
Versículo do dia: O versículo poderá estar escrito dentro de um desenho em for-
mato de uma casa, feito numa folha de cartolina. Antes de decorar, deve ser explicado
o sentido das palavras do texto. Falar o versículo e fazer com que as crianças repitam
várias vezes e façam gestos que combinem com as palavras.

Oficina de MINHA CASINHA


Música CD Canções para toda hora
Eu peço ao Senhor cada dia
pra minha casinha guardar.
Lá dentro há gente querida
que eu amo e que sempre hei de amar:
papai, mamãe, irmão, irmã
e o pequenino neném.

TRÊS PALAVRINHAS
CD o que canta aqui e acolá
Três palavrinhas só
Eu aprendi de cor:
Deus é amor!
Tralá lálálá...

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Oficina de Atividade: Casa de dobradura
Artes Material:
• papel colorido
• canetinha
• lápis de cor
• Cartolina colorida
Desenvolvimento: O ideal é já trazer a dobradura da casa pronta visto que as crian-
ças são bem pequenas, e deixar para que elas somente colem as janelas e porta e
enfeitem-na. No final colocar o nome da mãe, pai e demais moradores da sua casa.

Imagens extraídas do site: http://aartedeensinareaprender.blogspot.


com.br/2013/05/dobradura-casa.html

Oficina de 1) VAMOS PASSEAR NA FLORESTA?


Jogos Cada frase que o professor disser será repetida pelas crianças.
“Vamos passear na floresta?”
“Então, vamos!” (caminhar pelo espaço)
“Xiii! Olha lá! Um rio!”
“Vamos passar?”
“Por cima não dá!” (esticar o corpo)
“Por baixo não dá!” (abaixar o corpo)
“Então vamos nadar?” (movimentar os braços)
O jogo prossegue com variações nas propostas de movimentos:
“Xiii! Olhá lá! Uma árvore! Vamos subir?” (movimentar braços e pernas, como se es-
tivesse subindo)
“Uma caverna! Vamos entrar?” (arrastar-se pelo chão ou andar agachado)
Entrando na caverna, o professor diz:
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“Xiii! Está tudo escuro!” (fechar os olhos e tocar nos colegas)
“Xiii! Uma cauda comprida... um pêlo macio... um focinho gelado... É uma onça! Va-
mos correr?” (correr, fazendo o caminho inverso)
“Xii! Uma caverna! Vamos sair? Xii! Uma árvore! Vamos subir? Xii! Um rio! Vamos na-
dar? Xii! Uma casa! Vamos entrar? Xii! Uma porta! Vamos fechar?” (deitar no chão)
Para concluir: “Ufa! A onça não pegou ninguém! Ainda bem!” (descansar).
2) JOGO DAS EXPRESSÕES
Espaço: Sala de atividades.
Material: Cartolina, pincéis atômicos ou tinta.
Objetivos: Nomear os sentimentos e conversar sobre suas possíveis causas.
Preparação: Desenhe, na cartolina ,várias carinhas com expressões faciais que de-
monstrem sentimentos de tristeza, alegria, raiva, medo, susto etc. Deixe algumas em
branco, para nomear um sentimento que apareça no decorrer da brincadeira.Convide
a criança a apontar a que mais revela a maneira, como ela se sente, naquele momento
e a explicar os motivos daquela sensação.

3º DIA

A programação do 3º dia de EBF foi organizada pela professora Rosangela de Aguiar Assumpção,
da 7ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças fazem parte da missão Objetivos: Proporcionar, às crianças, experiên-
Conhecimento específico: Aprendendo sobre a cias que promovam aprendizado sobre a missão
participação das crianças na missão da Igreja e a participação das crianças, nela.

99
Versículos Do dia: “Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os
chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz.” 1 Pedro 2.9b
tema

Oficina de História bíblica: Atos 19.1-10


História Como contar a história: Junte as crianças na rodinha e conte a história, utilizan-
do no máximo cinco minutos. Treine contar a história antes e utilize o recurso que
escolher. Tenha seu material separado e organizado para que tudo dê certo. Tenha a
história decorada, use entonação de voz envolvente.
Material: uma caixa de sapato encapada ou outra caixa que tenha um aspecto
agradável. Dentro dela, coloque figuras que possam ser mostradas, ao longo da histó-
ria, como a de casa dos tempos bíblicos, das personagens da história, de uma cidade
da época bíblica etc. Vá tirando as imagens da caixa, à medida em que a história vai
se desenrolando.
PAULO EM ÉFESO
Pegue na caixa a figura de um homem, mostre às crianças e diga: um homem de
nome Paulo (Mostre a casa) saiu de sua casa e foi para um lugar muito longe chamado
Ásia para falar do amor de Deus para as pessoas. Ele era um missionário.
(Mostre a figura de outro homem) Lá , ele encontrou amigo chamado Apolo que
também era um missionário. Eles conversaram e Paulo resolveu ir para uma cidade
chamada Éfeso (Mostre a figura da cidade) por que ele acreditava que lá, as pessoas
estavam precisando saber sobre Deus. Paulo encontrou várias que amavam a Jesus,
mas não sabiam nada sobre o Espírito Santo. Então, Paulo resolveu ensinar para elas
tudo o que precisavam saber para conhecer a vontade de Deus para as suas vidas.
Aquelas pessoas foram batizadas por Paulo e passaram também a ser discípulas de
Jesus. Paulo ficou naquele lugar por uns dois anos, até que todos já tivessem ouvido
falar sobre o amor de Deus.
Como decorar o versículo: Escreva o versículo em tiras de cartolina e corte as pala-
vras, separadamente. Depois, esconda as palavras embaixo das cadeiras da sala. Diga
para as crianças que uma mensagem foi deixada, embaixo das cadeiras e peça para
pegarem. Quando todos os pedaços forem encontrados, a instrutora deve juntar os
pedaços do versículo, colocando-os em ordem; mostrando as palavras, ler o versículo
para as crianças. Repita a leitura mais algumas vezes, pedindo que as crianças tam-
bém repitam.

Oficina de ESTUDANDO A BÌBLIA


Música CD Louvor de Roda 2 –Aquecendo Brasil
Eu vou estudar a Palavra de Deus
E compartilhar com meus amigos
A Bíblia nos ensina como se deve andar
Seguindo a Jesus Cristo Ele te ajudará
Eu vou estudar a Palavra de Deus
E compartilhar com meus amigos.

100
POSSO SER UM MISSIONÁRIO HOJE
CD Vem cantar

Posso ser um missionário hoje


Se falar de Cristo ao meu companheiro
Posso trabalhar em minha terra
Manda-me pois Senhor.

MISSÃO: AVENTURA POSSÍVEL


CD Missão Aventura Possível

Amigo, estou aqui para lhe dizer


Nossa tarefa é anunciar
A grande mensagem do amor de Deus
Vem comigo!

OBS: Somente os primeiros versos.

Como ensinar a letra: Fale as palavras bem devagar, em grupo de três e peça para
que repitam, assim por diante. Cante a frase, após estar completa.

Oficina de Atividade: Fantoche de sacolinha de papel


Artes Material:
• sacolinha de pipoca branca;
• par de olhos de papel;
• triângulo pequeno (para o nariz);
• retângulo pequeno vermelho (para a boca);
• tira de papel crepom picado (para o cabelo);
• cola branca
Como fazer:
1. Trabalhe com a sacola de papel, mantendo a abertura dela, posicionada para baixo.
2. Cole os cabelos de papel crepom e as outras partes do rosto.
3. Deixe que as crianças coloquem as mãos, dentro da sacolinha para brincar com
os seus fantoches.
Se desejar, pode usar retalhos de tecido ou papel crepom, para enfeitar o fantoche,
fazendo um manto, para a cabeça do boneco, que poderá representar o apóstolo Pau-
lo ou Apolo.

Oficina de 1) BRINCAR DE IMITAR (Mestre mandou)


Jogos Colocar as crianças na rodinha combine com elas que deverão fazer tudo que o
Mestre mandar.
– Levantar a mãos acima da cabeça.
– Pular com um pé só.
– Pular com os dois pés.
– Bater palma.
A brincadeira vai até perderem o interesse.

101
2) DENTRO E FORA
Fazer um círculo no chão; pedir que as crianças fiquem fora dele. Quando falar “den-
tro”, todos pulam para dentro do círculo falar “fora”, todos pulam para fora do círculo.
A brincadeira vai até perderem o interesse.

4º DIA

A programação do 4º dia de EBF foi organizada pela professora Rogeria de Souza Valente Frigo,
da 7ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças participam da missão na Objetivos: Possibilitar, às crianças, experiências


comunidade que as levem a entender que trabalhamos juntos,
Conhecimento específico: Aprendendo sobre o para que as pessoas conheçam o amor de Deus.
trabalho no corpo de Cristo.

Versículos Do dia: “Vocês são o Corpo de Cristo, e cada um, é membro desse Corpo.” 1 Coríntios
12.27
tema

Oficina de História bíblica: 1 Coríntios 3.1-9


História Como contar a história: Junte as crianças na rodinha e conte a história, utilizando
no máximo cinco minutos. Seja bastante objetivo(a) e também atraente. Treine contar

102
a história antes e utilizar o recurso que escolher, para usá-lo, adequadamente, diante
das crianças. Tenha o seu material para a contação da história separado e organizado,
para que tudo dê certo na hora de contar a história. Tenha a história decorada, use
uma entonação de voz envolvente e interessante. No material anexo, estamos suge-
rindo a confecção de uma caixa cenário. Observe o passo a passo da confecção desse
material, no site.
UMA BRONCA POR CARTA
Nas palavras de: Rogeria de Souza Valente Frigo
Paulo foi a Corinto e falou do amor de Deus para as pessoas que moravam lá. Aquela
gente ouviu o que Paulo dizia, com muita atenção. Elas estavam realmente interessa-
das em aprender sobre Jesus e sobre a salvação que Ele dá. Muitas se tornaram cristãs
e foram batizadas. Paulo ficou em Corinto, por muitos meses, e, depois que viu que
aquelas pessoas já podiam continuar a servir a Deus, sozinhas, despediu-se, pois pre-
cisava ir a outros lugares, falar do amor de Deus a quem ainda não sabia sobre isso.
Mas mesmo longe, Paulo continuou pensando nos irmãos e irmãs da nova Igreja de
Corinto. Ele perguntava pras pessoas que chegavam de viagem, por notícias daquela
gente e ficava muito feliz, quando ouvia dizer que estavam bem e servindo a Deus
com alegria. Mas também ficava muito triste e até zangado, quando ouvia dizer que
estavam fazendo coisas erradas e que não agradavam a Deus.
Um dia, Paulo soube que depois da visita do irmão Apolo, que ensinou muita coisa
da Bíblia, os irmãos e irmãs da Igreja de Corinto estavam divididos. Uns diziam que
gostavam mais de Paulo e outros diziam preferir Apolo. Essa situação deixou Paulo
muito triste. Fez com que escrevesse a eles uma carta.
Na carta, Paulo zangou com os irmãos e irmãs de Corinto e explicou que ele e Apolo,
eram apenas servos do Senhor Jesus e não eram importantes, mas que Deus, sim,
era muito importante. Sendo assim, não estava certo ficarem divididos mas deviam
se unir para agradar a Deus e trabalhar ,falando do amor de Deus a todas as pessoas .
Versículo do dia: O versículo poderá estar escrito, dentro de um desenho, em for-
mato de quebra-cabeças do corpo humano, feito numa folha de cartolina. Antes de
decorar, deve ser explicado o sentido das palavras do texto. Falar o versículo e fazer
com que as crianças repitam várias vezes e façam gestos que combinem com as pa-
lavras.

Oficina de EM TODO TEMPO E LUGAR


Música CD Pelas Mãos de uma criança
Letra: Elizete Loureiro Reis
Música: Sérgio Menezes
Em todo tempo, a toda hora,
Não importa o tempo e o lugar
Deus comigo está. Deus comigo está.

103
ORAÇÃO DOS PEQUENINOS
CD Pelas mãos de uma criança
Letra e música: LiseteEspíndola

Meu Jesus querido,


Guarda a minha vida,
Hoje e para sempre.
Amém.

Oficina de Atividade: Fantoches de papel articulados


Artes Material:
• sacos de papel;
• olhos e bocas de papel;
• canetas hidrocor de ponta grossa;
• lápis de cera bastão;
• cola branca.
Descrição da atividade: Dê um modelo para cada criança, um saco de papel, os
olhos e a boca e oriente a colagem. Deixe que enfeitem seus bonecos, colorindo.

Imagens extraídas do site: http://luestudandoabiblia.blogspot.com.br/2012_03_01_archive.html

Oficina de 1) APANHADOR DE BATATAS


Jogos Material: jornais e revistas, dois cestos de boca larga.
Desenvolvimento: as crianças devem amassar várias folhas de jornal e revistas (se-
rão as “batatas”). O/a instrutor/a deve distribuir as “batatas” em vários lugares. A um
sinal do/a instrutor/a, as crianças, devem procurar, encontrar, apanhar as “batatas” e
colocá-las no cesto destinado, ao som de uma música.
2) CHUVINHA DE PAPEL
Espaço: sala de atividades.
Material: revistas e jornais velhos.
Desenvolvimento: Instrutor e crianças, sentados no chão, em torno de uma pilha

104
de revistas e jornais velhos. Deixe que todos manipulem e rasguem as páginas livre-
mente. Junte os papéis picados num monte e jogue tudo para o alto. Vai ser uma
festa! Depois, o papel picado pode ser aproveitado em colagens ou modelagem de
bonecos.
3) CORRIDA DE OBSTÁCULOS
Espaço: Sala de atividades ou pátio.
Material: Colchonetes, tatames ou tapetes de EVA e obstáculos, como bancos, cor-
das, túneis, rampas etc.
Preparação: Organize a sala, forrando o chão com os colchonetes. Espalhe pelo
ambiente alguns obstáculos. Proponha às crianças diferentes movimentos: ajude-as a
rolar com braços e pernas esticados, para a frente e para trás; sugira que engatinhem
por baixo da mesa ou de uma corda amarrada a uma altura baixa, dentro de um túnel,
em uma rampa, em diferentes direções e em ziguezague; dê uma força também para
elas andarem de frente e de costas em cima de um banco ou sobre materiais diversos,
devagar e rápido, com passos de formiguinha e de gigante; incentive-as a trabalhar o
impulso com pulos, saltos para a frente e para trás, livres ou sobre obstáculos.

5º DIA

A programação do 5º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com
Crianças da REMNE.

Tema do dia: Crianças nos caminhos da missão. Objetivos: levar a criança a perceber que ela
Conhecimento específico: Aprendendo sobre pode participar do trabalho da igreja, mesmo sen-
os espaços missionários. do pequenina.

105
Versículos Do dia: “E disse-lhes: “Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pes-
soas.” Marcos 16:15
tema

Oficina de História bíblica: 1 Coríntios 3.1-9


História Como contar a história: Junte as crianças na rodinha e conte a história, utilizando
no máximo cinco minutos. Seja bastante objetivo(a) e também atraente. Treine contar
a história antes e utilizar o recurso que escolher, para usá-lo, adequadamente, diante
das crianças. Tenha o seu material para a contação da história separado e organizado,
para que tudo dê certo na hora de contar a história. Tenha a história decorada, use
uma entonação de voz envolvente e interessante. No material anexo, estamos suge-
rindo a confecção de uma caixa cenário. Observe o passo a passo da confecção desse
material, no site.
DESPEDIDA DE JESUS
Nas palavras de: Rogeria de Souza Valente Frigo
Quando Jesus ressuscitou, ele foi logo visitar os seus amigos, pois sabia que eles
estavam tristes e confusos, por isso Ele não demorou muito: eles precisavam ver que
tudo estava bem e se alegrarem novamente. Os(as) amigos(as) de Jesus já tinham
visto muitos milagres que Jesus fez, tinham visto muita coisa que eles podiam contar
para as pessoas e agora, iam poder contar também que estiveram com Jesus e que
ele estava vivo! Ele havia vencido a morte! Que maravilha! Jesus passou alguns dias
com eles(as).
Então, chegou o dia em que Jesus precisava subir para o céu, para ficar junto com
Deus, cuidando de todos nós.
Jesus estava com os seus amigos mais chegados, no alto de uma montanha na Ga-
liléia. Lá, ele deu algumas orientações a eles. Disse que precisavam contar tudo o que
viram e ouviram, para todas as pessoas do mundo. Deviam falar sobre Jesus e batizar
as pessoas que acreditassem nEle. Então Ele lhes disse que deveriam ficar em Jerusa-
lém, até que o Espírito Santo viesse e então eles ficariam cheios de poder, para irem a
todos os lugares, falando do amor de Deus.
Enquanto eles olhavam, Jesus levantou as mãos e os abençoou. Então Jesus foi sen-
do elevado ao céu, e uma nuvem o encobriu da vista deles. Eles ficaram olhando pro
céu mas não podiam mais vê-lo. De repente surgiram diante deles dois homens vesti-
dos de branco, que lhes disseram: “por que vocês estão olhando para o céu? Jesus, foi
para ao céu, e voltará da mesma forma como o viram subir”.
Então eles voltaram para Jerusalém com grande alegria. Todos eles se reuniam sem-
pre em oração, com as mulheres, inclusive Maria, a mãe de Jesus, e com os irmãos de
Jesus. E iam sempre ao templo, louvando a Deus. Então, depois de terem recebido o
Espírito Santo de Deus, saíram e pregaram por toda parte; e Jesus, esteve, com eles,
todos os dias.
Versículo do dia: Cole cada palavra do versículo numa peça de jogo de montar. Vá
lendo e montando a frase. Repita várias vezes e peça que as crianças repitam. Depois,
vá tirando as peças, a partir da última até a primeira, pedindo que as crianças comple-
tem a frase com as palavras que já foram tiradas.

106
Oficina de SALMO 146
Música CD Missão Aventura Possível
Elci Pereira lima e Soraya v. Letieri
Com minha vida vou louvar ao Senhor
Eu vivo para louvar ao Senhor
Eu vivo para louvar ao Senhor
Eu vivo para louvar ao Senhor.

MINHAS MÃOS
CD Louvor de Roda 2 - Aquecendo o Brasil
Letra e música: Rogeria de Souza Valente Frigo
Com minhas mãozinhas eu vou pegar
As coisas gostosas que eu vou comer
Com minhas mãozinhas eu vou fazer
Desenhos com flores que eu posso ver.

Com minhas mãozinhas vou ajudar


Os meus amiguinhos a trabalhar
Com minhas mãozinhas vou agradecer
A Deus que me amou e fez minhas mãos.

Oficina de Atividade: Pezinhos na missão


Artes Material:
• Folhas grandes de papel pardo (ou outro)
• tinta guache
• Desenhos de lugares que as crianças freqüentam normalmente (escola, casa, igre-
ja, banco, praça etc.)
Desenvolvimento: Desenhe no papel pardo, lugares que as crianças possam reco-
nhecer como do seu cotidiano (em tamanho grande), formando uma pequena cidade
no papel. Converse com elas sobre os lugares que estão no desenho, perguntando
quem já foi àqueles lugares. Diga que todo o lugar, onde vamos, é lugar de falarmos
de Jesus para as pessoas, contar que Deus ama, fazer o bem para as pessoas. Passe
tinta guache no pezinho de cada criança, oriente-as a caminhar até chegar aos locais,
desenhados ou impressos, formando assim os caminhos. Diga que foi caminhando,
de um lugar para outro, que os amigos de Jesus iam aonde deviam falar dele.

Oficina de 1) BATATA QUENTE


Jogos Material: uma bola.
Organização: crianças formam um círculo e um jogador fica ao centro.
Execução: O círculo é o forno e a bola é a batata que não pode sair do forno. A crian-
ça que está no centro estará tentando tirar a batata do forno e as crianças ao redor
do círculo devem tentar manter a batata no forno. Todas as crianças jogam, utilizando
somente seus pés para chutar a bola. Quando a bola sair do círculo, outra criança é

107
escolhida para ficar no centro do forno. Cuide para que todas as crianças tenham a
oportunidade de estar no forno.
2) CACHORROS E COELHINHOS
Formação: Unindo as mãos, duas a duas, as crianças formarão “tocas”, abrigando,
cada uma, um “coelho”. Haverá sempre um “coelhinho”, sem toca e um “cachorrinho”.
Execução: perseguido pelo cachorrinho, o coelhinho se alojará em uma das tocas,
do qual o ocupante se retirará, imediatamente, para lhe ceder a morada. O coelhinho
desalojado fugirá para não ser alcançado pelo cachorrinho e deslocará outro coelhi-
nho, cujo abrigo se apossará. Quando o cachorro pegar o coelhinho, invertem-se os
papéis e o jogo prosseguirá sem interrupções.

6º DIA

A programação do 6º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças
da 6ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças testemunham com a vida Objetivos: Levar a criança a entender e praticar
Conhecimento específico: Aprendendo a teste- a importância do testemunho de vida, através da
munhar. experiência de uma vida de caráter e princípios.

Versículos Do dia: “Se vocês me amam, obedeçam aos meus mandamentos.” João 14:15
tema

108
Oficina de História bíblica: 2 Reis 5: 1-19
História Como contar a história: Junte as crianças na rodinha e conte a história, utilizando
no máximo cinco minutos. Seja bastante objetivo e também atraente. Treine contar
a história antes e utilizar o recurso que escolher, para usá-lo adequadamente, diante
das crianças. Tenha o seu material para a contação da história separado e organizado
para que tudo dê certo na hora de contar a história. Tenha a história decorada, use
uma entonação de voz envolvente e interessante.
A MENINA ESCRAVA DE NAAMÃ
Nas palavras de: Flaviana Ferreira de Souza
Hoje vamos conhecer a história de uma menina, que não tem seu nome citado na
Bíblia, mas que Naamã, um homem muito rico e importante, precisou da sua ajuda.
A Bíblia nos conta que, em Samaria, existia uma menina muito temente a Deus, e
que foi levada, como escrava, por um homem chamado Naamã. Esse homem mora-
va em um país chamado Síria (se possível nesse momento mostre para as crianças o
mapa mundi, localizando os dois locais).
Naamã era chefe do exército do rei da Síria, um homem muito respeitado, porém ele
tinha uma doença incurável, que nem todo dinheiro e poder dele poderiam salvá-lo.
Naamã era leproso (pessoa que tem uma doença chamada hanseníase, que afeta a
pele e os nervos). Naquela época, não existia cura para essa doença e as pessoas eram
expulsas de suas casas, passando a viver sozinhas e fora da cidade.
A menina passou a ser criada pela esposa de Naamã. Ela era muito temente a Deus.
Quando ouviu falar da doença de Naamã, foi correndo contar à sua senhora que lá,
em Samaria, existia um profeta (aquele que fala inspirado por Deus) chamado Eliseu,
que servia ao Deus de Israel, e que ele saberia como curá-lo.
Então Naamã, mais que depressa, juntou muito dinheiro e, com seus homens, foi até
Israel, atrás de Eliseu.
Quando chegou lá em Israel, quis logo que Eliseu o curasse, porém o profeta orde-
nou que ele fosse mergulhar no rio Jordão, um rio que era muito sujo.
Naamã ficou muito bravo, e, com o coração cheio de orgulho, recusou-se a mer-
gulhar no rio. Sabe, crianças, não podemos ser orgulhosos, como Naamã, pois isto é
pecado, e pecado é tudo aquilo que desagrada ao nosso Deus.
Porém, os soldados, que acompanhavam Naamã, falaram para ele mergulhar no
Jordão e obedecer ao que o profeta estava falando.
Assim Naamã o fez, mas a cada mergulho, não acontecia nada. Mas ele mesmo as-
sim continuou a mergulhar. Foram 1,2, 3, 4, 5, 6 e, no 7º mergulho, Naamã ficou cura-
do da lepra: sua pele ficou como se fosse pele de neném.
Que maravilha! Naamã ficou muito feliz e, a partir daquele dia, passou a crer no
Deus de Israel. Deus mostrou mais uma vez o Seu poder.
Sabem, crianças, a melhor coisa, que aconteceu na história, não foi a cura de Naamã,
mas, sim, ele ter reconhecido que Deus é o Deus verdadeiro. Ele disse: “Agora eu sei
que no mundo inteiro não existe nenhum Deus, a não ser o Deus de Israel”.
Versículo do dia: Com fantoches. Um fantoche deve dizer o verso com alguns erros
e perguntar às crianças. “Acertei?”. As crianças o corrigem e dizem o verso correto; o
fantoche tenta novamente e erra em outro trecho; sendo novamente corrigido. Repi-
ta algumas vezes, mas pare antes que as crianças enjoem da brincadeira.

109
Oficina de JESUS É BOM
Música https://youtu.be/eaj01KtxJaY

Eu vou contar pra todo mundo que Jesus é bom


Eu vou falar pra todo mundo que Jesus é bom
Vou espalhar pra todo mundo que Jesus é bom
Jesus é bom demais

Eu vou bater as mãos


Eu vou bater os pés
Eu vou pular bem alto (assim)
Eu vou gritar oié (oié)

Eu vou dizer na minha casa que Jesus é bom


Eu vou dizer na minha rua que Jesus é bom
Eu vou contar na padaria que Jesus é bom
Vou espalhar na rodovia que Jesus é bom
Eu vou dizer na minha escola que Jesus é bom
Eu vou dizer a toda hora que Jesus é bom
Eu vou contar pra toda gente
Do Ocidente ou do Oriente que Jesus é muito bom
Jesus é bom demais!
PARE
https://youtu.be/JvZnAp94CLo

Pare, eu vou contar-lhes


O que cristo fez por mim (2 vezes)

Ele me salvou e me deu perdão


Agora vive em meu coração

Pare, eu vou contar-lhes


O que cristo fez por mim (2 vezes)

Pare...

Oficina de Atividade: bolha de sabão com material reciclável


Artes Material:
• 01 garrafa pet de 600 ml,
• 01 toalhinha ou pedaço de pano,
• EVA nas cores que preferir,
• 01 elástico,
• detergente de louça,
• cola de EVA,
• 01 tesoura sem ponta.
Descrição da atividade: Agora é só prestar atenção no passo a passo e fazer o seu!

110
Imagens extraídas do site: http://www.pragentemiuda.
org/2010/09/fazendo-brinquedos-bolha-de-sabao.html

Substituir o sapinho, pela silhueta de Naamã. A decoração estética do boneco de Naamã, fica na criati-
vidade de cada criança.

Oficina de 1) BASQUETE
Jogos Faça bolas grandes usando papéis velhos e dê para a criança arremessar. Depois,
quando a criança se acostumar com a brincadeira, coloque um cesto ou caixa grande
e peça para ela tentar acertar com a bola. Além de entreter o bebê por muito tempo, a
brincadeira ajuda a desenvolver a força dos braços, a coordenação motora e a noção
de espaço e distância.
2) UM PARA CADA
Ofereça objetos para a criança (podem ser bolinhas, peças de jogo, lápis ou giz de
cera, por exemplo) e peça para que ela os distribua entre vocês dois igualmente, co-
locando na frente de um e do outro. Quando ela se habituar, você pode colocar uma
pessoa a mais ou um boneco e pedir para que a criança divida em três.
3) TRILHA
Distribua no chão alguns tapetes pequenos ou peças de EVA, como se estivessem
formando uma trilha, e combine com a criança que só é permitido andar por esse
caminho. Para deixar a brincadeira mais divertida, você pode fingir que o chão é um

111
lago e que vocês não podem cair nele. A atividade ajuda a desenvolver o equilíbrio, a
noção de distância e espaço. Vale ressaltar que é importante se certificar de que não
há perigo de a criança escorregar.
4) MESTRE MANDOU
Dê ordens simples à criança, sempre demonstrando o movimento, como “o mestre
mandou colocar a mão na barriga”, “o mestre mandou bater palma”, “o mestre mandou
fazer uma careta”, entre outros. A brincadeira ajuda a desenvolver o senso de observa-
ção, a atenção aos comandos e a obediência. Com o tempo, você pode parar de fazer
o movimento antes, para exercitar a memória da criança.

112
7

Programação para a Classe de pais e mães


Classe de pais e mães

113
Introdução

A Escola Bíblica de Férias pode ser uma excelente uma classe de pais, mães e responsáveis que fun-
oportunidade de, além de reunir as crianças para cione paralelamente às oficinas das crianças.
aprenderem sobre Deus, reunir também os seus
Os adultos podem participar da abertura, junto
pais, mães e responsáveis para conversar e refletir
com as crianças, pois assim terão contato com o
sobre as suas crianças, seu processo educativo, o
tema que está sendo trabalhado naquele dia, indo
comportamento infantil, segurança, higiene, saú-
para um espaço, para eles destinado, no momento
de, educação cristã e demais questões referentes
da divisão dos grupos.
a elas. Por isso, estamos apresentando um material
que pode auxiliar na organização e formação de

Sugestão de agenda da Classe de pais e mães


Horário Atividade Detalhamento Observação

12h 30min Recepção Entrega de crachás e marca- A classe de pais e mães recebe
ção de presença no quadro. crachás de cor diferente das
cores dadas para as crianças.

13h Avertura Junto com as demais Os pais e mães participam da


crianças das diferentes abertura. Orientados(as) a sen-
idades no salão. tarem-se na parte dos fundos do
salão – separados(as) das crian-
ças que já estarão sob os cuida-
dos dos coordenadores(as).

13h 30min Divisão em grupos As crianças vão para o espaço


das oficinas e os adultos para o
espaço destinado para eles.

13h 40min Palestra

14h 50min Oficina de


artesanato

15h 30min Lanche No local destinado ao lanche.

16h Dinâmica de grupo

16h 40min Encerramento Junto com as crianças das di- Adultos sentam-se nos fundos
ferentes idades no salão. do salão.

17h Despedida

As palestras poderão ser ministradas pelo(a) área de psicologia, pediatria, pedagogia ou outra
Coordenador(a) do Ministério Local de Crianças, de interesse, convidado(a) para essa finalidade. Os
pelo(a) pastor(a) da igreja, por algum irmão(ã) da temas das palestras podem surgir da realidade da
comunidade de fé ou por algum(a) profissional da comunidade local, atendendo às suas necessida-

114
des específicas. Encaminhamos algumas suges- materiais necessários, no ato da inscrição dos adul-
tões de temas que podem servir de referência para tos.
a estruturação do trabalho dessa classe. As oficinas ministradas aos pais e mães podem
O material das oficinas de artesanato pode ser ser excelentes oportunidades de evangelização,
fornecido pela organização do evento ou ser so- comunhão, de se permitir um momento de des-
licitado aos participantes. Caso se decida por esta contração e estímulo à criatividade.
segunda opção, será preciso entregar uma lista de

1º DIA

A programação do primeiro dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com
Crianças da 4ª Região Eclesiástica.

Tema: Pais que discipulam importância deles, no discipulado da criança e so-


bre a importância de suas atitudes diante de seus
Objetivos: Possibilitar aos pais, mães e respon-
filhos que as observam e aprendem com elas.
sáveis, experiências que os levem a refletir sobre a

Palestra Conteúdo: A Importância dos Pais no Processo de Discipulado (baseado em 2 Ti-


móteo 1.5)
Conversar com os pais e mães sobre a importância deles no processo de discipu-
lado, mostrando que as crianças observam as suas atitudes e essas ensinam mais do
que palavras. Exemplificar que Timóteo tinha a mesma fé que sua mãe, Eunice, e sua
avó, Lóide, e que essa era uma fé sem fingimento. Portanto, deve-se mostrar que se os
pais e mães ensinarem, com suas atitudes, que são servos/as do Senhor, a probabili-

115
dade da criança seguir o mesmo caminho é grande, porém haverá a escolha do filho.
Para essa palestra pode se utilizar de recursos, como slides de apresentação, um vídeo
que tenha a ver com o tema e outros materiais que ficarão a escolha do/a instrutor/a.

Oficina de Atividade 1: Sabão Líquido Caseiro (Rende cerca de 24 litros)


Artes Material:
• 1 litro de óleo usado e coado em filtro de café descartável (pode ser feito com óleo
novo também) aquecido;
• 1 litro de álcool, do posto de gasolina;
• 19 litros de água fria;
• 4 litros de água fervente;
• ½ kg de soda cáustica;
• 1 balde plástico com capacidade para 50 litros;
• 1 cano de PVC ou um cabo de vassoura para mexer (Não pode ser de metal);
• Luvas, óculos e máscaras protetoras para manusear os produtos.
Descrição da atividade: Trabalhar em lugar aberto. Colocar no balde a soda e 1
litro de água, evitando colocar a mão e evitando inalar o produto. Mexer bem para
misturar. Aquecer o óleo. Acrescentar o álcool no óleo aquecido (longe do fogo) e
misturar. Acrescentar essa mistura de óleo e álcool na soda cáustica diluída na água
e misturar por uns 10 a 15 minutos até a mistura se esfriar e obter, assim, uma pasta
cremosa. Acrescentar, à pasta, mais 4 litros de água fervente e mexer até dissolver
bem. Acrescentar, então, 18 litros de água fria e mexer mais um pouco. É aconselhável
engarrafar somente após 3 horas e usar após 15 dias.

Imagem extraída do site: https://www.youtube.com/watch?v=5HOJWfSDj3Q

Atividade 2: Sabonete Líquido Caseiro


Material:
• 50 ml de base de xampu;
• 150 ml de água destilada;
• 09 ml de base perolada;
• Sal;
• 01 ml de extrato de vegetal;
• 03 ml de essência;

116
• 01 copo de vidro para medida;
• 01 bastão de vidro.
Descrição da atividade: Dissolva a base de xampu na água destilada. Adicione a
base perolada e mexa com o bastão, até formar uma mistura homogênea. Coloque a
essência e o extrato vegetal e misture bem. Deixe descansar até a espuma da superfí-
cie desaparecer e embale em frascos de vidro ou plásticos.

OBS: O extrato tem finalidade cosmética tais como:


Aveia para pele seca.
Algas para pele oleosa.
Babosa para pele grossa das mãos.

Fontes:
https://www.youtube.com/watch?v=5HOJWfSDj3Q
https://www.youtube.com/watch?v=BRY8AhiuIBw
African Artes - Rua Salinas 819 - Floresta- BH- MG

Dinâmica O Espelho
de grupo Objetivo: Levar aos pais, mães e responsáveis a oportunidade de refletirem sobre a
grande responsabilidade que têm, de serem espelhos de Deus, para seus filhos.
Desenvolvimento: Os pais devem ser divididos em duplas, sendo que um deles
fará os movimentos e o outro será o espelho. Depois haverá inversão dos papéis.
Avaliação: Então o(a)instrutor(a) deve orientá-los a responder a seguinte pergunta:
Como se sentiram sendo o espelho? Fácil ou difícil? Porque? E como se sentiram ten-
do que refletir? O espelho fez gestos fáceis de imitar? Facilitou o seu trabalho? Pon-
tuar sobre a responsabilidade de serem espelhos das mensagens de Deus para seus
filhos, de como devem estar dispostos a aprender para transmitirem Suas verdades
e Seus valores, conforme o texto bíblico de Deuteronômio 6. 4 a 9 e Provérbios 22.6.

117
2º DIA

A programação do 2º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças
da 2ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Família movida pelo Espírito Santo e capacita com os dons necessários e que nossas
de Deus. crianças necessitam de aprender sobre essas ver-
Objetivos: Possibilitar aos pais, mães e respon- dades, através do exemplo de pais comprometidos
sáveis, experiências que os(as) levem a entender com a missão da igreja e que se deixam ser direcio-
que o Espírito Santo de Deus é que orienta a ação nados, moldados e capacitados pelo Espírito Santo
ministerial da igreja, dá entusiasmo para o trabalho de Deus.

Palestra Conteúdo: A Importância de ter um compromisso pessoal com Deus para ser
movido(a) pelo Espírito Santo de Deus (“Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai
enviará em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará vocês lembrarem tudo
o que eu disse.” João 14:26).
Conversar com os pais e mães sobre a importância deles terem um compromisso
pessoal com Deus e se deixarem ser direcionados(as), moldados(as) e capacitados(as)
pelo Espírito Santo de Deus, produzindo os frutos de Sua presença em suas vidas,
envolvendo-se na vida ministerial da Igreja a fim de que seus filhos possam aprender
com esse exemplo, e espelharem em suas vidas o que percebem em seus pais e mães
e possam vir a produzir os frutos da ação do Espírito Santo em suas vidas.

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Oficina de Atividade: Pote de sorvete decorado
Artes Passo a passo organizado por Andréia de Mello Vasconcellos.
Material:
• retalhos de tecido com tamanho aproximado de 56cm x 9cm, para o corpo do pote
de sorvete;
• retalho de tecido com tamanho aproximado de 14cm x 9cm, para a tampa do sor-
vete;
• cola branca, para colar o tecido no pote;
• cola quente, para colar os enfeites;
• botões, fitas, miçangas e sianinhas;
• retalho de feltro.
Descrição da atividade: Pegue um pote de sorvete vazio, separe os materiais para
decoração da caixa, conforme demonstrado na foto: você vai precisar de tecido de
preferência de algodão, fitas e sianinhas para o acabamento, e se preferir flores de
feltro ou botões. Quanto mais detalhe, mais bonito fica!
Com o pincel, passe a cola branca, começando por um dos cantos do pote de sorve-
te. Passe a cola aos poucos, conforme vai colando o tecido.
Cole o tecido por partes e esticando bem. Mantenha o tecido bem esticado quando
colar e evite que ele fique enrugado.
Conforme contornar todo o pote de sorvete, corte o tecido excedente, deixando
uma faixa, de forma que uma ponta passe por cima da outra ponta de todo o tecido.
Na tampa do pote de sorvete, começamos usando o pincel para passar cola.
Cole o tecido na tampa, tomando cuidado para não deixar enrugado.

Imagens de Andréia de Mello Vasconcellos.

Dinâmica Apresentação
de grupo Objetivo: Conhecimento e integração
Desenvolvimento:
1- Dividir o grupo em duplas (preferencialmente em duplas que não se conheçam).

119
2- Pedir que conversem a respeito de si, seus gostos, seus desejos, suas esperanças,
sua família, sua casa, seu trabalho etc.
3- Depois de alguns minutos reúnem-se todos e cada um vai se apresentar, mas
dizendo as coisas do outro como se fosse eu.
Exemplo: apresentando o “fulano” = Eu me chamo “fulano” e gosto de passear, etc.

3º DIA

A programação do 3º dia de EBF foi organizada pela professora Rosangela de Aguiar Assumpção,
da 7ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: A alegria de ter filhos, envolvidos como podemos garantir que as crianças vivam ex-
na missão do Reino de Deus. periências que as levem a entender o propósito da
Objetivo: Possibilitar aos pais, mães e responsá- missão que Deus tem para cada uma delas no Seu
veis, experiências que os(as) levem a refletir sobre Reino.

Palestra Conteúdo: A Importância de envolver as crianças na comunidade de fé (“Ensina


a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará
dele.” Provérbios 22.6)
Conversar com os pais, mães e responsáveis, sobre a melhor forma de envolver seus
filhos, na vida e missão da igreja, e sobre a importância de estarem, desde cedo, en-
xergando a igreja como um organismo vivo, do qual fazem parte e podem se perce-
ber amados(as) e cuidados(as) por todos. Refletir que esse envolvimento, desde os

120
primeiros anos de vida, e o processo de amadurecimento da sua fé ,progressivamen-
te, através do ensino da Palavra de Deus que vai acontecer em casa e também na
igreja, vai garantir que a criança, na idade de fazer sua confirmação do pacto batismal,
sinta-se , de tal forma, inserida naquela comunidade de fé, que não deseje se desviar
para conhecer o pecado, pois ela já conhece o amor de Deus, expresso de várias for-
mas pelos(as) irmãos(ãs) ao longo de sua infância. Esclarecer que esse envolvimento
só se efetivará se pais, mães e responsáveis derem o exemplo do seu envolvimento
pessoal com o Reino de Deus e com a comunidade de fé.

Oficina de Atividade: Porta absorventes


Artes Material:
• pedaços de EVA medindo 35cmX 16cm
• linha para crochê grossa (Colorida)
• agulha para costura de furo largo (suficiente para a linha escolhida)
• 2 pedaços de Velcron para fechar
• flores pequenas e folhas para enfeitar.
• cola para EVA
• tesoura
• lápis.
OBS: Trazer o EVA já cortado na medida. Quantidade de material para todos(as) de
acordo com fichas de inscrição.
Como fazer:

121
Imagem extraída do site: http://byaarts.blogspot.com.br/2010/09/porta-absorvente-em-eva.html

Dinâmica Beleza
de grupo Extraído Revista Voz Missionária , Ano 80, Mar/Ab de 2010 e adaptado por Rosange-
la Aguiar Assumpção.
Material: pedaços de papel, canetas hidrocor, uma caixa de sapato bem enfeitada
ou outra caixa que seja bonita.
Leitura Bíblica: Salmo 29.2“Dai ao SENHOR a glória devida ao seu nome, adorai o
SENHOR na beleza da santidade.”
No livro o “Pequeno Príncipe”, o autor trabalha a beleza, como algo que precisamos
buscar com o coração. Daí, explica a raposa: “Quer se trate da casa das estrelas ou do
deserto, o que faz sua beleza é invisível. Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com
o coração.” Neste sentido, convido a vocês buscarem, com o coração, a verdadeira be-
leza de Cristo, em sua vida. Nesta dinâmica, vamos escrever qualidades que precisa-
mos cultivar, de forma que as pessoas possam contemplar a beleza de Cristo, em nós.
Desenvolvimento:
1 - Distribua os pedaços de papel e canetas para cada um do grupo.
2 - Mostre a caixa e pergunte:
- O que acham dessa caixa? Ela tem beleza? Ela ficará mais bonita, se todas coloca-
rem as qualidades que precisamos cultivar, de forma que as pessoas possam contem-
plar a beleza de Cristo em nós. Escreva uma delas em seu papel.
3 - Após escrever, leia em voz alta e coloque na caixa.
4 - Peça que pensem um pouco e então escolham para si algumas delas, como de-
safio para serem desenvolvidas em sua vida pessoal.
5 - Fazer um círculo e terminar a dinâmica, com uma oração. Após a oração, diga:
“Que a beleza de Cristo seja o nosso alvo, algo que será visto apenas com o coração.”

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4º DIA

A programação do 4º dia de EBF foi organizada pela professora Rogeria de Souza Valente Frigo,
da 7ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças participam da missão na ministerial da igreja, dá entusiasmo para o trabalho
comunidade e capacita com os dons necessários; e que nossas
Conhecimento específico: Aprendendo sobre o crianças necessitam de aprender sobre essas ver-
trabalho no corpo de Cristo dades, através do exemplo de pais comprometidos
com a missão da igreja e que se deixam ser direcio-
Objetivos: Possibilitar aos pais, mães e respon- nados, moldados e capacitados pelo Espírito Santo
sáveis, experiências que os(as) levem a entender de Deus.
que o Espírito Santo de Deus é que orienta a ação

Palestra Conteúdo: A Importância de um compromisso pessoal com Deus para ser movido
pelo Espírito Santo de Deus (“Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará
em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará vocês lembrarem tudo o que
eu disse.” João 14:26).
Conversar com os pais, mães e responsáveis sobre a importância deles terem um
compromisso pessoal com Deus e se deixarem ser direcionados, moldados e capacita-
dos pelo Espírito Santo de Deus, produzindo os frutos de sua presença em suas vidas,
envolvendo-se na vida ministerial da Igreja a fim de que seus filhos possam aprender
com esse exemplo e espelharem em suas vidas o que percebem em seus pais e mães
e possam a vir a produzir os frutos da ação do Espírito Santo em suas vidas.

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Oficina de Atividade: Porta copos de toras de madeira
Artes Passo a passo organizado Rogeria de Souza Valente Frigo.
Material:
• troncos de madeira fatiados;
• pincéis;
• verniz ou goma laca (asa de barata) diluído em álcool;
• lixa grossa.
Descrição da atividade: Leve alguns troncos de árvore (com cerca de 10cm de diâ-
metro) a uma marcenaria e solicite que sejam fatiados em círculos de cerca de 1,5cm.
Compre a Goma laca (pó “asa de barata”, em lojas de material de construção), dilua
em álcool e guarde em pote fechado.
Dê a cada pessoa cerca de 6 círculos de madeira, um pedaço de lixa (para que lixem
as superfícies dos círculos de madeira), evitando forçar as beiradas que não devem
lixar, para não perder o aspecto rústico. Depois de lixadas, disponibilize pincéis e a
Goma laca (verniz “asa de barata”), preparada antecipadamente (diluída no álcool),
para que envernizem as peças. Esse verniz seca bem rápido, portanto, oriente para
que pintem a parte de cima e laterais de todas as peças e só depois de secas, inver-
tam-nas para pintar os outros lados.

Imagens extraídas dos sites: https://br.pinterest.com/pin/161496336616405407/


https://br.pinterest.com/pin/300263500136742784/

Dinâmica Quem sou eu?


de grupo Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento: Texto de referência João 10.10
1- Refletir individualmente

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– O que seria a vida em abundância que Jesus veio para que nós tivéssemos?
– Para ter vida em abundância, Cristo deu Sua vida, e qual a minha parte para que
essa vida abundante aconteça para mim e para as outras pessoas?
2 - Escrever numa folha
– Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
– O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
– Como atuo para chegar onde quero?
3 - Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4 - Avaliação
– Como cada um se sentiu ao se comunicar?
– Decisões tomadas a partir da dinâmica:
Extraída: http://www.idagospel.com/2014/03/50-dinamicas-cristas-para-retiro-de-ca.html e adaptada
por Rogeria de Souza Valente Frigo.

5º DIA

A programação do 5º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com
Crianças da REMNE.

Tema do dia: Pais levam crianças aos caminhos criança, a consciência dos espaços missionários em
da missão. que podemos atuar.
Conhecimento específico: possibilitar experi- Objetivos: Levar a criança a perceber que ela
ências que possibilitem aos pais, mães e responsá- pode participar do trabalho da igreja mesmo sen-
veis a reflexão sobre a importância de formar, na do pequenina.

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Palestra Conteúdo: O papel dos pais, mães e responsáveis na formação da consciência mis-
sionária da criança (“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda
criatura.” Marcos 16:15).
Conversar com os pais e mães sobre a importância deles estarem vivendo uma vida
de testemunho, através de atitudes e palavras evangelizadoras, para que seus pe-
quenos possam tê-los como referência de pessoas que possuem vigor missionário e
compromisso com a ordenança de Jesus, para a pregação do Evangelho. Que possam
ver neles(as) pessoas que de alguma forma contribuem com a missão e demonstrem
assim o seu compromisso e interesse pelo assunto.

Oficina de Atividade: Flor de embalagem de ovos


Artes Material:
• embalagem de ovos;
• cola quente;
• tinta acrílica;
• palito de churrasco;
• fita floral verde;
• EVA verde.
Descrição da atividade: Corte as pétalas nos côncavos das embalagens de ovos,
aproveitando o contorno. Depois de cortar todas, vá montando no palito de churras-
co, com ajuda da cola quente, começando pelo miolo, montando a rosa de dentro
para fora. Para dar melor acabamento, as rosas podem ser pintadas com tinta acrílica,
o cálice da flor pode ser feito de EVA (existem prontos no mercado cálices e folhas de
tecido) e o cabo pode ser coberto com fita floral verde. Caso tenha dúvidas, assista
esses vídeos com o passo a passo:
https://www.youtube.com/watch?v=Pnj0u_Nzwzo
https://www.youtube.com/watch?v=wZoHuxOmET4

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Imagem extraída do site: http://www.artesanatonapratica.com/veja-como-decorar-espelho-
-com-caixa-de-ovos/

Dinâmica Desafio
de grupo Objetivo: Os(as) participantes deverão perceber se os desafios lhes causam medo e
de que forma lidam com esse medo.
Material: uma barra de chocolate e uma caixa de bombom; as duas deverão ser
colocadas dentro de duas caixas idênticas e embrulhadas para presente.
Desenvolvimento: Explicar para os(as) participantes, que é uma brincadeira, como
a batata quente e que dentro da caixa tem uma ordem, que deverá ser obedecida
pelo(a) participante que ficar com a caixa, quando a música parar. Dispor os(as) par-
ticipantes em círculo. Colocar uma música animada e começar a passar a caixa de
presente que está com a barra de chocolate, pelo círculo
A pessoa que vai dar o comando deve estar de costas, para não ver quem está com
a caixa, quando a música parar; então o coordenador da brincadeira faz uma “firula”,
com perguntas do tipo:
- Estão preparados?
- Você vai ter que fazer, seja lá qual for a ordem, vai ter que obedecer, quer abrir? Ou
vamos continuar?
Inicia a música novamente e passa a caixa, se a pessoa que pegar a caixa se negar
a abri-la, continue a brincadeira, por mais algumas vezes e pela última vez avise que
agora é para valer, quem pegar agora vai ter que abrir!!!
Esta é a última vez, e quando a caixa é aberta a pessoa terá a feliz surpresa de encon-
trar um chocolate bem grandão, com a ordem: “Coma o chocolate!”
E para prêmio de consolo para os demais participantes, abrimos a caixa de bombom
e cada um receberá um,como incentivo, para que na próxima vez, não tenha medo de
encarar a surpresa que poderá receber!
Avaliação: O líder deverá observar se os(as) participantes têm pressa de passar a
caixa para os outros e quantos(as) preferiram não abrir a caixa. Conversar sobre a ne-
cessidade de ter coragem e enfrentar tudo que a vida nos propõe, seja bom ou ruim,
pois por mais difícil que seja o desafio, no final podemos ter uma feliz surpresa: A
VITÓRIA!
Aproveitem o docinho!!!

127
6º DIA

A programação do 6º dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças
da 6ª Região Eclesiástica.

Tema do dia: Crianças testemunham com a vida. junto com os filhos sobre princípios e caráter que a
Conhecimento específico: Aprendendo a teste- palavra de Deus nos ensina, e com isso estaremos
munhar. ensinando nossas crianças a testemunhar com
suas vidas.
Objetivos: Refletir, com os pais, mães e respon-
sáveis, a importância do ensinamento e prática

Palestra Tema: Minha vida é um testemunho para o meu filho


Vídeo https://www.youtube.com/watch?v=p5FwCD0d2GU (aqueles que tenham
recurso para passar este vídeo)
Os pais, mães e responsáveis têm grande responsabilidade na educação de seus
filhos e filhas. Seus filhos estão observando cada ato, cada gesto realizados por eles,
aprendendo e praticando o que vêem. Pais, mães e responsáveis, são os maiores tes-
temunhos vivos que os filhos e filhas podem ter.
Queremos levar os pais, mães e responsáveis a refletirem se suas ações, estão sendo
testemunho para seus filhos e filhas.

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Oficina de Atividade: Mural de fotos da família - testemunhando nossa vida
Artes Material:
• 01 isopor do tamanho e espessura que quiser,
• tintas para colorir (tinta para tecido),
• alfinetes de bolinha,
• régua, lápis, canetas coloridas (caso for desenhar).
Descrição da atividade: Faça desenhos da forma que você gostar em seu painel,
pode ser coração, quadriculado, listas, estrelas, utilizando tinta, lápis e canetas colo-
ridas.
Depois de decorar seu painel, pegue suas fotos preferidas da família, e com ajuda
dos alfinetes de bolinha, fixe sua foto.
Para pendurar o painel, coloque primeiro os pregos na parede, depois encaixe o
painel nos pregos, até você sentir que esteja firme.
Agora use sua criatividade e divirta-se.

Imagens extraídas do site: http://www.ligacaoteen.com.br/lifestyle/como-fazer-um-mural-de-fotos-sem-


-gastar-muito/35193/

Dinâmica Rolo de barbante


de grupo Material: Rolo de barbante.
Desenvolvimento: Em círculo, os participantes devem se assentar ou ficar em pé.
O(a) instrutor(a) deve adquirir, anteriormente, um rolo grande de barbante. O primei-
ro participante deve, segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém. O(a)
instrutor(a) perguntará como a pessoa está testemunhando, através de sua vida, Je-
sus para seus filhos. A pessoa que agarra o rolo, responde a pergunta, e joga para a
próxima, que também, responderá a mesma pergunta. Ao final torna-se uma “teia”
grande.
Conclusão: Devemos buscar de Deus, direção através da Sua Palavra, para sermos
testemunhas vivas e sermos pais, mães e responsáveis sábios, para ensinar nossos
filhos a serem também testemunhas.

129
8
A alegria de produzir frutos: de justiça e paz
Culto de encerramento da EBF*

DE JUSTIÇA E PAZ
A programação desse culto de encerramento da EBF foi organizada pelas Equipes
Regionais de Trabalho com Crianças da 3ª e 5ª Regiões Eclesiásticas.

“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e ale-
gria no Espírito Santo.” (Romanos 14.17)
Objetivos: Possibilitar, às crianças e adultos Material para dinâmica de agradecimento:
participantes, experiências que os levem a per- Colocar, nos bancos, canetas ou lápis e logo, na
cepção de que a verdadeira alegria se dá no entrada, entregar a cada pessoa um desenho de
contexto da justiça e da paz que vêm do Espí- um fruto. No altar, terá uma árvore grande onde,
rito Santo de Deus, e que, mesmo em meio de em determinado momento da liturgia, todos se-
dificuldades, devemos buscar o Reino do Senhor rão convidados a colocar esses frutos .
Jesus.
Dinâmica do culto: Os componentes do Mi-
Ambientação: Na mesa do altar, coberta por nistério do Louvor que colaboraram na EBF e
toalha, a Bíblia, flores, um globo terrestre, uma aprenderam as canções, podem estar tocando e
cruz vazia, ao lado da mesa um suporte com o dirigindo os cânticos, junto com algumas crian-
cartaz da EBF 2016, do lado inverso, colado na ças.
parede, uma árvore onde a congregação coloca-
rá os frutos.

* Esta ordem de culto é uma sugestão que deve ser adequada à realidade de cada comunidade local.
Acrescentando-se os grupos musicais locais e outras participações, considerando que se trata de um culto
da comunidade de fé, onde crianças e adultos devem ter participação ativa em todo o momento cúltico.

130
Adoração Chamado a adoração: Adoramos a Deus que nos ama, nos traz a paz e alegria ,em
muitas situações que não entendemos. Mas sabemos que a Sua paz vai além de todo
o conhecimento e é real.
Oração: de adoração pelo amor de Deus, por nós ,que presenteia a nossa igreja
com crianças que enriquecem a nossa missão ministerial. E porque Deus nos convi-
dou a estarmos junto dEle e a lhe prestarmos culto.
Cântico:
PARE
CD Pelas mãos de uma criança – DNTC
Música: Sérgio Menezes
Letra: Elizete Loureiro Reis

Das crianças ouvimos perfeito louvor!


O reino dos céus é delas.
Sua pureza inspira de deus o amor.
seu sorriso, sorriso, revela a paz.

A semente que o mundo precisa acolher,


abrigar, proteger.
com muita esperança queremos plantar
no amor de Jesus,
para vê-la em cada criança brotar.
Pra vê-la em cada criança!

Confissão Dinâmica: Você o Pecado e Cristo Jesus


Materiais: 1 copo de água, 1 copo de água sanitária e iodo (ou suco de uva).
Execução: Dizer que Deus fez cada um de nós assim (mostrar copo com água. Nele
pode estar escrito: VOCÊ): puros, perfeitos, sem nenhum pecado. Prontos para adorar
ao Senhor.
Mas o pecado (pegar o vidro de iodo e pingar no copo de água. Nele pode estar
escrito a palavra PECADO) entrou no mundo e nos deixou assim (mostrar o copo com
a água escura): sujos e imperfeitos. Incapazes para o relacionamento com Deus que
é puro e santo.
Mas Deus, que nos ama, não nos quer longe dele, mas perto. Quando pedimos per-
dão, Ele nos perdoa. Assim, voltamos a estar perto dele, novamente. (derramar a água
sanitária no copo de água).

131
Cântico:
Conversa de amigo
CD Todas as crianças - DNTC
Anita Betts Way, Dea Kerr Affini, Roberto Mendes

[Parte A – confissão]
Neste dia, oh! meu Deus,
Fiz algumas coisas boas
Fiz também algumas coisas más
Não sei se dá pra dizer tudo,
Mas faço força pra lembrar.
Menti, briguei, fofoquei,
Palavras duras falei,
Ri do jeito do João,
Fiz careta pra Rosinha,
Não dei bola pro Tião,
Tive inveja da Sandrinha.

[Parte B - justificação]
Confio na graça de Jesus,
Sua graça me perdoa.
Seu amor me abençoa,
E me traz a paz.
Aleluia! Aleluia! Aleluia!
E me traz a paz.

Pensando bem, oh! Meu Deus,


Acho que não Te agradei,
Por isso peço perdão,
Aceita a minha oração.
Amém! Amém!
Aceita a minha oração.
Amém! Amém! Amém!
[oração silenciosa]

132
Louvor Leitura Bíblica: Romanos 14.17
Ofertório: As crianças podem fazer algumas cestas e colocar ,do lado de fora, dese-
nhos de frutos, para decorar e se posicionar no altar ou até mesmo andar nos corre-
dores ,para recolher as ofertas. Dizer que a utilização das ofertas, trazidas através das
nossas mãos ao altar, é dirigida por Deus e que nossa liderança, em sujeição à vontade
de Deus, destina esses recursos ao serviço que a igreja faz, através dos seus diversos
ministérios.
Oração: de agradecimento pelas ofertas
Dinâmica dos frutos e árvore: pedir para que cada pessoa escreva, atrás do fruto
que ganhou, seus agradecimentos para que depois de escritos, ao som de um cântico
congregacional, vá até o altar e coloque o seu fruto na árvore.

Imagem extraída do site: http://1.bp.blogspot.com/-QHumqz-zuwk/U8K0qQhaerI/AAAAAAAABTg/


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Testemunho: Pedir a uma criança e a um adulto que testemunhem rapidamente


sobre os dias passados na EBF.
Apresentação dos visitantes
Cântico:
Visitante
CD Pelas mãos de uma criança– DNTC
Neusa Cezar da Silva, James Rodrigues, Cleiton de Almeida
Arranjo: Sérgio Menezes e Lisete Espíndola

Olhe para um lado, olhe para o outro,


Veja se conhece todo mundo por aqui
Olhe para trás, olhe para frente
Dê uma voltinha e faça um gesto de amor.
Dê um abraço no amigo,
Cumprimente o visitante

133
Desejando que ele volte outra vez
Olhe para um lado, olhe para o outro
Agora já conhece todo mundo por aqui.

Durante a direção dos cânticos ,no momento de louvor, as crianças podem estar no
altar, dirigindo esse momento, junto com os integrantes do Ministério de Louvor que
participaram da EBF. As letras dos cânticos devem ser apresentadas no Data Show
ou outro recurso que a Igreja possua, para que a comunidade cante, junto com as
crianças.
Cânticos:
É bom sorrir
CD Pelas mãos de uma criança - DNTC
Elizete Loureiro Reis
É bom sorrir, rá, rá, rÁ.
É bom cantar, trÁ, lÁ, lÁ.

É bom pular batendo as mãos,


Rodando até cair
No chão. (3x)

Para Deus louvar


CD Pelas mãos de uma criança - DNTC
James Rodrigues, Regina Junker, Neusa Cezar da Silva, Oséias Barbosa

Pulo, pulo, gosto de cantar.


Canto, canto, gosto de brincar.
Brinco, brinco, gosto de abraçar.
Um abraço amigo eu vou te dar.

Pulo, canto, brinco, abraço,


Para a Deus louvar!

Levante e ande
CD Pelas mãos de uma criança - DNTC
Else Vergara e Vilson Gavaldão

Ta ta ta, ta ta ta!
Ta ta ta, ta, ta, ta, ta.

Levante, ande, estique e cante,


Vamos para cá!
Sorrir e dar as mãos
E juntos caminhar.

O amor de Jesus
Faz a gente dar as mãos
E caminhar.
O amor de Jesus
Faz sorrir e dar as mãos,
E caminhar.

134
Edificação Apresentação da peça: O LADRÃO DE ALEGRIAS
Texto de autor Desconhecido - Adaptado por Elaine Rosendal Siqueira da Silva e
Luciane Moura dos Santos Fonseca
Personagens: Estevão, Carol , Yohana, Ladrão de Alegria, Casal de namorados, Sa-
muel e Débora.
Estevão entra, soluçando, triste e fala com as pessoas.
Estevão: Pessoal, eu perdi a minha alegria. Estou tão triste... Vocês viram se a minha
alegria passou por aí?? (interagindo com as pessoas). E o pior é que eu ouvi dizer que
há um ladrão, roubando a alegria das pessoas! Eu perdi a minha ... e ainda tem gente,
roubando alegria dos outros...assim não dá! (senta e fica cabisbaixo, “bicudo”).

Entram Carol e Yohana felizes. A criança chega mais perto delas.


Estevão: Oi...
Yohana e Carol: Oi!!
Estevão: Por que vocês estão tão felizes??
Carol: Porque eu acabei de ganhar um Tablet de presente!
Yohana: E eu tenho minha boneca!
Estevão: E eles dão alegria?
Todos: Muita!...
Estevão: Puxa... Me empresta um pouquinho?
Todas as crianças: Não!!!!
Estevão: Só um pouquinhoooo... Eu estou tão triste...
Carol: Nem pensar!
Yohana: Não mesmo!

Estevão, fazendo cara de nem quero, mexendo os ombros.


Estevão: Tudo bem, eu nem queria mesmo... tá! Não preciso destas coisas, tá! Mas
olhem, tomem cuidado, porque tem um ladrão por aí , roubando a alegria das pesso-
as... e ele pode roubar a de vocês...
Carol: Ahhhhh...rouba nada! (Yohana concorda com a cabeça)

Estevão sai de cena, e as crianças ficam curtindo seus presentes, quando o Ladrão
de Alegria chega de repente.
Ladrão de Alegria: Ha, ha, ha!!! (falando para o público, as crianças não percebem)
Eu sou o Ladrão de Alegria! E vou roubar a alegria dessas crianças! Há, há, há!!!!! (assus-
ta as crianças e rouba os seus objetos. Sai de cena correndo, escondendo os objetos.
As crianças ficam chorando).

O Estevão volta, e encontra as crianças chorando e pergunta:


Estevão: Por que vocês estão chorando? (E as crianças contam tudo o que aconte-
ceu). Virammmm! Eu bem que avisei pra vocês! Mas eu vou continuar procurando a
minha alegria, e quando eu achar ... eu aviso a vocês.

135
As crianças saem de cena, e o Estevão fica pensando onde pode achar a sua alegria.

Estevão fala com o público.


Estevão: Ei, vocês! Vocês sabem onde eu posso achar a minha alegria?

Chega casal de namorados com um coração (de papel, de pelúcia, de EVA, de balão
e outros).
Estevão: Oi!
Casal: Oi!
Estevão: Eu estou procurando a minha alegria, e vocês me parecem tão felizes... me
dá este coração?
Casal: Não!
Namorada: O coração representa que eu gosto muito dele
Namorado: E eu dela, claro!
Estevão: Ah sei... Ah, mas eu não preciso disso, fique pra vocês. Mas eu vou contar
um segredo...tem um ladrão aí , roubando a alegria de todo mundo, segurem bem o
CORAÇÃO...
Namorado: Ah, mas este aqui ele não vai conseguir pegar.
Namorada: Nós seguramos bem forte
Estevão: Então tá ! Mas eu avisei. Eu tenho que procurar a minha alegria...

O Ladrão de Alegria entra, pedindo silêncio para o público.


Ladrão de Alegria: Oi

Casal faz cara de que suspeita.


Ladrão de Alegria: Que lindo este coração!
Casal: É sim... e é nosso! (Ladrão de Alegria pega rápido)
Ladrão de Alegria: Agora não é mais, Ha! Ah! Ah! (sai de cena)

Estevão volta em cena


Estevão: Ei, porque vocês ficaram tão tristes?
Casal: O Ladrão de Alegria roubou nosso coração (eles vão saindo)

Estevão fala com o público:


- Eu avisei, vocês viram né?

Chega criança com um pirulito.


Samuel: Hummm que pirulito gostoso!
Estevão: Oi,
Samuel: Oi...
Estevão: Sabe... eu tô muito triste!
Samuel: E por quê?
Estevão: Você não tem um pirulito desse pra me deixar bem feliz?

136
Samuel: Não! - Só tenho o meu, se eu te der ,eu vou ficar triste.
Estevão: Mas é só um pouquinho... (Samuel fica de costas, para ele não ver o piru-
lito)
Samuel: Não! Não dá pra te dar
Estevão: Ah é? Então você fica sabendo que o Ladrão de Alegria vai vir pra pegar o
seu pirulito e você vai ficar bem triste.
Samuel: Claro que nãooo (Samuel balança os ombros)

Ladrão de Alegria chega dando um susto


Ladrão de Alegria: Desculpe, eu não quis te assustar.
Samuel: Quem é você?
Ladrão de Alegria: Adivinha há ha? (pegando o pirulito dele)
Samuel: Ah nãoooo ... é o Ladrão de Alegria. (Samuel sai chorando)
Estevão: Viram só? Assim não dá... o Ladrão de Alegria está pegando tudo. E eu não
achei a minha Alegria de verdade. (senta triste)

Débora entra cantando (música a alegria está no coração...) e vê o Estevão triste.


Débora: Oi... Por que você está chorando, o que aconteceu?
Estevão: Ah, eu estou cansado de ser triste... Eu perdi minha alegria, já procurei em
todo lugar, e não encontro... Só encontrei outras pessoas que ficaram tristes também,
porque o Ladrão de Alegria roubou a alegria delas...
Débora: Roubar a alegria?? Como assim?
Estevão: Ué, o ladrão roubou as coisas delas, o amor, o doce... as coisas que os dei-
xavam felizes...
Débora: Ah... mas isso não é Alegria de Verdade!
Estevão: Como NÃOOOOOOOOOO???
Débora: Eu tenho uma alegria que ninguém pode tirar de mim!

Estevão leva um susto com a afirmação de Débora.


Estevão: Mas como? Cadê está ALEGRIA?? Me empresta um pouquinho??
Débora: Olha... emprestar pra você eu não posso, porque ela é minha, mas... a pes-
soa que me deu toda essa alegria pode dar a você pra sempre!
Estevão: Pra sempre?! Ah, eu quero SIMMMMMM! Quem é essa pessoa, como eu
falo com ela??
Débora: Essa pessoa é muito especial. Sabe... ela é Jesus Cristo. Só ELE pode te dar
uma alegria de verdade e pra sempre. E pra conseguir é só pedir para DEUS, que ELE
dá para quem quiser, é só pedir pra Ele entrar no seu coração. Você quer?
Estevão: Ah, eu quero sim! Mas espere um pouco ... Pessoal, venham! A Débora
disse que tem uma pessoa que pode dar a ALEGRIA VERDADEIRA.

As outras personagens vão entrando, aos poucos.


Débora: Então, eu vou fazer uma oração com vocês, tá? Vem aqui, ajoelhem comigo.
Débora: Papai do céu !Repete...

137
TODOS: Papai do céu !Repete...
Débora: Entra no meu coraçãozinho...
TODOS: Entra no coraçãozinho dela... (e aponta para ela)
Débora: Não... entra no coração de vocês, porque vocês querem...
TODOS: Ah é... entra no meu coraçãozinho porque eu quero...
Débora: E perdoa tudo que fiz de errado.
Estevão: E perdoa tudo que fiz de errado... (Estevão interrompe a oração) até o pu-
xão de cabelo que fiz na minha irmãzinha?!
Débora: Sim...
Estevão: Mas ela mereceu... e também foi um pecado bem pequenininho, seria
grande se eu tivesse batido nela ou arrancado o cabelo dela...
Débora: É só que pra Deus não existe pecadinho ou pecadão, é tudo igual...
Estevão: Ah está bem... então: Perdoa tudo o que eu fiz de errado, até bater na mi-
nha irmãzinha, mesmo que ela tenha merecido.
Débora: E me dá muita alegria...
TODOS: E me dá muita, muita, muita, muita, alegria...
Débora: Em nome de Jesus Cristo
TODOS: Em nome de Jesus Cristo
Débora: Amém.
Todos bem forte: Amém!
Estevão: Oi amigos...agora nós achamos a Alegria que ninguém pode tirar né ?
Débora: Agora vocês tem Jesus Cristo, ELE ,sim ,dá a verdadeira Alegria.
Cântico: Todos cantam a canção:

Alegria

A alegria está no coração


de quem já conhece a Jesus,
a verdadeira paz só tem aquele
que já conhece a Jesus,
o sentimento mais precioso
que vem do nosso Senhor
é o amor que só tem
quem já conhece a Jesus..
Aleluia!

Ao final da apresentação teatral, o pastor(a) da Igreja Local pode finalizar a mensa-


gem com as crianças, fazendo o apelo.

Dedicação Convite aos não convertidos a se entregarem a Jesus Cristo.

138
Bênção Oração final
Cântico:
BÊNÇÃO
CD CD Pelas mãos de uma criança – DNTC
Liséte Espindola

Deus nos abençoe e nos guarde


Agora e sempre
Amém.

139
9
Referências Digitais

http://ensinandomissoesparacriancas.blogspot.com.br/p/versiculos.html
http://www.historiasbiblicas.advir.com/mulheres%20da%20biblia/lidia%20disse%20venham%20
a%20minha%20casa%20pg%20a%20esperan%20eh%20js.htmld
Fontes de Pesquisa

https://presentepravoce.wordpress.com/2012/08/22/dinamica-da-pipoca-sem-sal/
http://cantinhodaprofally.blogspot.com.br/2012/10/brincadeiras-dirigidas.html
http://www.paisefilhos.com.br/mais/50-brincadeiras-para-o-seu-filho/
http://familia.com.br/familia/10-brincadeiras-divertidas-para-fazer-com-as-criancas
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http://www.portaldafamilia.org/sclazer/jogos/dinamicas-para-criancas.shtml#
http://blogdarosecleia.blogspot.com.br/2010/04/primeiras-acrobacias-faixa-etaria-0-3.html
http://fofurasdatia.blogspot.com.br/p/recreacao-maternal.html
http://dinamicasparagrupos.blogspot.com.br/2010/10/dinamica-de-apresentacao-8.html
https://cdja.wordpress.com/2012/02/22/97-dinamicas-de-grupo/
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http://blogtiale.blogspot.com/2010/10/dia-das-criancas-quebra-gelos-e.html#ixzz481LacTSe
http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/10-brincadeiras-experimentar-turmas-creche-
-pre-escola-733322.shtml?page=8
http://paulinha-educacaoinfantil.blogspot.com.br/2008/06/atividades-para-faixa-etria-de-0-3-anos.
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Referências Bibliográficas

Revista Jogos Cooperativos, Edição 2 II de Outubro/Novembro de 2002, pág. 2.


Revista Jogos Cooperativos, Edição 4 II de 2003 , pág. 20.
Revista Jogos Cooperativos, Edição 3 de Outubro de 2001, pág. 14.
Projetos Escolares 1º ao 5º ano - Ensino Fundamental Ano 6, nº 51.
Revista Voz Missionária, Ano 80, Mar/Ab de 2010.
Manual de Jogos Cooperativos de Jim Deacove, Editora Projeto Cooperaçã.

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