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FACULDADE NOVO MILÊNIO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

CAMILA IGNACIO RECEPUTI


CHRISTIAN PEREIRA VAZ DA SILVA

ANÁLISE QUANTITATIVA DO CONFORTO TÉRMICO DE UM


AMBIENTE ESCOLA E OTIMIZAÇÃO DO DIMENSIONAMENTO EM
BTUS

VILA VELHA
MAIO/2018
CAMILA IGNACIO RECEPUTI
CHRISTIAN PEREIRA VAZ DA SILVA

ANÁLISE QUANTITATIVA DO CONFORTO TÉRMICO DE UM


AMBIENTE ESCOLA E OTIMIZAÇÃO DO DIMENSIONAMENTO EM
BTUS

Projeto apresentado à disciplina Trabalho de Curso I


do Curso de Graduação em Engenharia Civil da
Faculdade Novo Milênio como requisito obrigatório
para obtenção de nota e aprovação para o
desenvolvimento de pesquisa.

Profª.

Profª.

VILA VELHA
MAIO/2018
ANÁLISE QUANTITATIVA DO CONFORTO TÉRMICO DE UM
AMBIENTE ESCOLA E OTIMIZAÇÃO DO DIMENSIONAMENTO EM
BTUS

CAMILA IGNACIO RECEPUTI


CHRISTIAN PEREIRA VAZ DA SILVA

Projeto submetido ao Curso de Graduação em Engenharia da Faculdade Novo


Milênio como requisito obrigatório para a aprovação do desenvolvimento da
pesquisa e obtenção do título de Bacharel em Engenharia Civil

Aprovado em ____/____/____ por:

Profª.

Profª.

Profº.

Coordenador do Curso

Profª. Alexandre Souza


RESUMO

Introdução. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Palavras-chave:
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 8

1.1 CONCEITOS E ATUALIZAÇÕES ...................................................................... 8

1.2 DADOS ESTATÍSTICOS ................................................................................. 10

1.3 REVISÃO DA LITERATURA ............................................................................ 11

1.4 JUSTIFICATIVA ............................................................................................... 16

1.5 HIPÓTESE ....................................................................................................... 17

2 OBJETIVOS ........................................................................................................... 18

2.1 OBJETIVO GERAL ......................................................................................... 18

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ........................................................................... 18

3 MATERIAIS E MÉTODOS...................................................................................... 19

3.1 PESQUISADORES ......................................................................................... 19

3.2 TIPO DE ESTUDO ........................................................................................... 19

3.3 LOCAL ............................................................................................................. 19

3.4 DESENVOLVIMENTO E ANÁLISE .................................................................. 19

3.4.1 Critérios de inclusão .............................................................................. 20

3.4.2 Critérios de exclusão ............................................................................. 20

3.4.3 Critérios para execução ......................................................................... 20

3.4.4 Variáveis analisadas .............................................................................. 21

3.4.5 Análise estatística .................................................................................. 22

3. 4.6 Termos e consentimentos ..................................................................... 22

3.5 CRONOGRAMA .............................................................................................. 27

3.6 RECURSOS..................................................................................................... 27

4 RISCOS E BENEFÍCIOS DA PESQUISA .............................................................. 28


6
Introdução

1 INTRODUÇÃO

1.1 CONCEITOS E ATUALIZAÇÕES

De acordo com Correa (2011) ao longo dos anos a cidade de Vitória (ES) vem
apresentando uma grande variação de temperatura. Os meses de novembro e abril
apresentam a maior temperatura e o mês de julho com menor temperatura.

Devido a grande preocupação com o meio ambiente, estudos sobre


sustentabilidade vem ganhando espaço e importância na tentativa de evitar o fim dos
recursos naturais. O consumo de energia também é um fator preocupante, tornando
a busca por economia um tema de extrema importância (OLIVEIRA et al, 2014; ROSS
et al, 2012).

Ao ampliar a área da janela, o ganho de calor térmico é maior, aumentando o


gasto com energia elétrica para a refrigeração da sala. Com isso, a escolha correta
do sistema de janela em um projeto é de suma importância, trazendo assim melhor
conforto dos usuários e menor uso de energia elétrica para o resfriamento do local.
(LIMA et al, 2015. DORNELLES, 2008)

Cores mais consideradas mais escuras podem apresentar refletância menor


do que outras mais claras, devido à baixa refletância na região do infravermelho
próximo (CASTRO et al, 2003, p. 69).

Devido ao aumento da temperatura média da terra o ar condicionado ganha


cada vez mais espaço no mercado, sendo um dos sistemas mais procurados para
refrigeração. O aparelho não apenas responsável por diminuir a temperatura
ambiente, como também controlar as impurezas, umidade e distribuição uniforme do
ar. (LAMBERTS et al, 1997).

A norma da NBR 16401-1 estabelece os parâmetros básicos e requisitos


mínimos de projeto para ar condicionado. Onde estabelece normas para instalação
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Introdução

em salas comerciais, laboratórios entre outros. Não sendo eficiente para projetos para
uso pessoal, ou seja, inferior a 10 kW (ABNT, 2015).

Nazareth et al (2013) “afirma que a refrigeração é um processo físico


responsável por reduzir a temperatura do local, utilizando fonte de energia”.

1.2 DADOS ESTATÍSTICOS

Segundo a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado,


Ventilação e Aquecimento (Abrava), os splits estão instalados em 72% das
residências e empreendimentos climatizados no Brasil, embora isso represente
apenas 13% dos cerca de 63 milhões de domicílios do País.

Na hora de adquirir um ar condicionado, o consumidor ainda leva em conta o


fator preço. Cerca de 33% dos compradores avalia este aspecto como primordial,
vindo a seguir a qualidade, essencial para 20%, e o consumo de energia elétrica,
preocupação para 13% dos consumidores.

Além das pessoas físicas, os grandes compradores dos equipamentos estão


vinculados ao comércio, como shopping centers, farmácias e lojas de vestuário e
calçados. A região Sul responde por 18% do mercado nacional de equipamentos de
ar condicionado residencial, atrás da Sudeste, com 32% e Centro-Oeste, com 22%.
De acordo com a Abrava, o recorde histórico de vendas de aparelho split, que
concentra mais de 70% do mercado, foi em 2014, com 4,40 milhões de unidades. Em
2013, foram 3,5 milhões de aparelhos vendidos (Revista do frio, 2017).

1.3 REVISÃO DA LITERATURA

Segundo Werle et al (2014) exploraram o potencial da pintura de cal como


revestimento frio. Fez-se pintura à base de cal como alternativa de revestimento frio
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Introdução

em bloco cerâmico e dois tipos de fibrocimento um mais claro (1) e outro mais escuro
(2). Os ensaios foram feitos por analise visual sobre três tipos de substrato (cerâmica
vermelha, fibrocimento 1 e 2), nas condições seca, imediatamente após a molhagem,
e 5 minutos após a molhagem. Mediram as propriedades de refletância e emissividade
térmica pintadas com a tinta à base de cal com diferentes demãos, não apresentando
diferença nos resultados. A cerâmica vermelha e o fibrocimento mais claro
apresentaram boa cobertura com três demãos. Quando umedecida, a cerâmica
vermelha apresenta o maior contraste entre substrato e pintura em relação aos
demais. Houve ganho expressivo de refletância na aplicação da primeira demão de
pintura, mas somente para o fibrocimento mais escuro teve um resultado expressivo.
Confirmando assim a elevada refletividade das pinturas à base de cal. Os
autores sugerem que realizem testes em outros lugares e outros substratos, pois a
refletância varia de local para local.

Nico-Rodrigues et al (2015) realizaram o estudo na cidade de Vitória - ES,


com objetivo de avaliar a influência da janela no desempenho térmico em edificações
residenciais. Realizaram o estudo com levantamento de campo; avaliação do
desempenho térmico em ambientes ventilados naturalmente com dois tipos de
janelas, nomeadas com M1 e M2. O modelo M1 é utilizado com maior frequência e o
segundo modelo nomeado como M2 com diferença nos panos em venezianas e
dispositivo de sombra na largura da janela. Simulações nas edificações residenciais
também foram feitas. Observou-se que as janelas mais utilizadas nas edificações são
feitas de alumínio, caracterizado com marco simples (montantes e travessas) e duas
folhas com panos em vidros, no sistema de correr e sem dispositivo de sombra, sendo
as cores de vidro nas esquadrias incolor e o fumê. O modelo M2 destacou se na
orientação oeste no 3º pavimento onde apresentou melhor resultado para ventilação
natural do ambiente ressaltando a necessidade de utilização de componentes
mínimos para amenizar a radiação solar e a importância de ventilação constante. Esse
estudo ainda propôs o uso de venezianas e persianas e alertou que o modelo utilizado
atualmente na cidade de Vitória não é o mais adequado.

Krüger e Drach (2016) investigaram a percepção térmica de usuários de


espaços abertos no Centro da cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de analisar o
impacto do uso prolongado de ar-condicionado realizando uma pesquisa de campo
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Introdução

com questionários e entrevistas. Os monitoramentos ocorrem no verão entre 2012 e


2015, de 10 a 15 horas. A estação meteorológica Davis Vantage Pro2 foi utilizada para
a coleta de dados simultaneamente à aplicação de questionários estruturados
segundo a ISO 10551. Notaram que o uso frequente de ar-condicionado impacta a
percepção térmica dos usuários, e influencia na definição de limites de conforto em
espaços abertos. Dos resultados observa-se que o uso prolongado de ar-
condicionado impacta a percepção térmica dos usuários, mesmo quando estes não
se encontram em ambiente climatizado, constado maior influência no uso doméstico
do que no ambiente de trabalho.

Rupp e Ghisi (2013) realizaram um estudo com o objetivo de estimar a


economia de energia elétrica utilizando ventilação híbrida (ventilação natural e
mecânica) em edifícios comerciais com salas em diferentes tamanhos, localizados em
Florianópolis, SC. Simulações computacional foram realizadas para comparação do
consumo de eletricidade entre o uso de ar condicionado e ventilação híbrida.
Contatou-se que a ventilação mecânica é maior quando a sala é menor, independente
da orientação. Já com o uso de ventilação híbrida a maior redução elétrica foi em
ambientes com geometria 2:1 (L: 4,92m P: 2,46m), área da janela de 220 cm,
orientação norte, com economia de 31,9%. Em questão da economia de ar
condicionado ocorreu na sala com geométrica 1:2 (L: 15,38m P: 30,75m), área da
janela 220 cm, orientação norte com economia de 72,4%.

Lima et al (2015) realizaram um trabalho com o intuito de avaliar o


desempenho de diferentes alternativas de sistemas de janela para o equilíbrio de
ganhos de luz e calor no ambiente interno de um escritório, localizado na cidade de
Maceió, AL. O sistema de janela estudado é composto de envidraçamento e brises
horizontais externos, com espessura do vidro 5 mm, e o protetor solar com 10 aletas
igualmente espaçadas. Combinando-se as variáveis entre si, obteve-se um total de
27 cenários. Dessa forma, a análise foi realizada por simulação computacional
integrada utilizando os softwares Daysim e EnergyPlus. Conclui-se que é possível
obter iluminâncias úteis no ambiente simulado em uma média de até 75% das horas
anuais ocupadas, bem como índices de uniformidade de tarefa (razão entre
iluminâncias mínima e média igual ou maior que 0,7) em até 80% do tempo na
orientação norte. Com relação à demanda de energia elétrica, observou-se que a
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Introdução

seleção adequada do tipo de abertura pode significar redução de até 34% na


orientação norte, e de até 44% na orientação oeste.

MUNIZ-GÄAL et al (2018) realizaram uma pesquisa para investigar a


refletância solar em três diferentes tipos de cobertura: telha cerâmica esmaltada,
cerâmica rústica e de concreto com amostras de diferentes cores. A refletância solar
das amostras foi obtida por meio do espectrômetro portátil ALTA II. Concluiu-se que a
variação da cor na telha de concreto acarretou faixa de refletância solar entre 0,1 a
0,37, na telha cerâmica esmaltada entre 0,11 e 0,67, e na telha cerâmica rústica de
0,25 a 0,47. Ao avaliar a temperatura superficial das telhas estudadas verificou-se
uma variação de 57,1 °C a 96,9 °C, representados pela telha cerâmica esmaltada
amarela (am_8) e cerâmica esmaltada grafite (gr_10). Com relação ao tipo de telha
foi observado que as telhas cerâmicas esmaltadas apresentaram tanto o melhor
desempenho (SRI 82%) de todas as telhas analisadas, quanto um dos mais baixos
(SRI 7%), resultado da influência das cores.

Segundo Carneiro et al (2015) foi avaliado o conforto térmico por diferentes


tipos de coberturas, se baseando nas análises térmicas e nos índices de conforto
térmico humano e zootécnico. Foram usados quatro tipos de coberturas, sendo elas:
telha de fibrocimento (6mm), telha reciclada (6mm), telhado verde (grama) e telhado
verde (amendoim). Os autores, após realizarem os experimentos concluíram que os
telhados verdes, tanto para a produção de animais quanto para uso humano, possuem
índices de conforto térmicos melhores do que as telhas de fibrocimento e das telhas
recicladas.

Fragata et al (2015) realizaram um estudo prático avaliando a influência da


cor das tintas, à base de poliuretano alifático na absorção e dissipação de calor. De
acordo com os autores a tinta de acabamento, interfere diretamente nos cilindros em
sua temperatura interna, quando expostos a radiação solar. Pode ser constatado que
a cor branca, propiciou temperatura interna mais baixa, ao contrário da preta, que teve
a mais alta. A diferença das 2 tintas foram de 10ºC, valor bem alto. As demais cores
apresentaram comportamentos medianos, porém diferentes entre si.
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Introdução

1.4 JUSTIFICATIVA

Devido ao aumento desenfreado do preço de energia elétrica, estudos para


melhorar o consumo e economia da mesma se tornam cada vez mais necessários.
Contudo nos últimos anos o aumento da temperatura média tem levado uma busca
maior pelo conforto térmico, tornando o aparelho de ar condicionado cada vez mais
requisitado. (OLIVEIRA et al, 2014; ABRAVA 2017)

A escolha ideal da potência do ar condicionado, denominado na linguagem


técnica, BTUS, sigla British Therminal Unit, traduzido para o português Unidade
Térmica Britânica ajuda na conta de energia do final do mês. Assim como a cor do
ambiente, a escolhe ideal da alvenaria, esquadrias, iluminação interferem
indiretamente no aumento de energia, fazendo o estudo correto da construção de uma
sala pode-se chegar a economia de btus necessário para a refrigeração do ar.
(OLIVEIRA et al, 2014; ABNT 2006).

Está pesquisa justifica-se, pois, poucos estudos foram detectados sobre os


critérios e metodologias utilizados para seleção de sistemas de climatização de
ambientes. (OLIVEIRA et al, 2014).

1.5 HIPÓTESE

A aplicação de materiais adequados, reduz o valor da energia elétrica.


Objetivos

2 OBJETIVO

2.1 OBJETIVO GERAL

Avaliar a situação atual proposta a climatização mecânica em uma sala de


aula e estudar soluções que diminua seu impacto.

2.2 OBJETIVO ESPECÍFICO

- Identificar materiais que influencie na climatização no ambiente;

- Identificar qual o melhor tipo de máquina para climatização das áreas;

- Propor meios que influenciam a diminuição da fonte térmica.