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INTRODUÇÃO À GEOMETRIA ANALÍTICA

Plano Cartesiano

Consideremos dois eixos Ox e Oy, perpendiculares em O, e onde α é o plano

determinado por eles.

Tomemos um ponto P qualquer do plano α.

1 INTRODUÇÃO À GEOMETRIA ANALÍTICA Plano Cartesiano Consideremos dois eixos Ox e Oy, perpendiculares em O,

Escolhida uma unidade (em geral é a mesma sobre os dois eixos), adotaremos a seguinte nomenclatura:

  • a) abscissa: é o número real X p = OP 1

  • b) ordenada: é o número real Y p = OP 2

  • c) coordenadas de P : são os números reais xp e yp indicados na forma (xp ,yp) de um par ordenado.

  • d) eixo dos x ou Ox será chamado eixo das Abscissas

  • e) eixo dos y ou Oy será chamado eixo das Ordenadas

  • f) Plano Cartesiano é o plano formado pelos eixos Ox e Oy

Todo ponto do eixo das abscissas tem ordenada nula. P 1 Ox Y p = 0

Todo ponto do eixo das ordenadas tem abscissa nula. P 2 Oy X p = 0

As coordenadas da origem são nulas. P = 0 X p = Y p = 0

2

2

3

Distância Entre Dois Pontos

No plano cartesiano, sejam os pontos A(xA , yA) e B(xB , yB). Calculemos a distância entre eles.

1º CASO : os pontos são os extremos de um segmento paralelo a Ox.

3 Distância Entre Dois Pontos No plano cartesiano, sejam os pontos A(xA , yA) e B(xB

2º CASO : os pontos são os extremos de um segmento paralelo a Oy.

3 Distância Entre Dois Pontos No plano cartesiano, sejam os pontos A(xA , yA) e B(xB

3º CASO : os pontos são quaisquer O Teorema de Pitágoras aplicado no

ΔABC resulta :

3 Distância Entre Dois Pontos No plano cartesiano, sejam os pontos A(xA , yA) e B(xB
3 Distância Entre Dois Pontos No plano cartesiano, sejam os pontos A(xA , yA) e B(xB

Casos particulares:

a) Ponto Médio de AB

3 Distância Entre Dois Pontos No plano cartesiano, sejam os pontos A(xA , yA) e B(xB

b) Baricentro de um triângulo

3 Distância Entre Dois Pontos No plano cartesiano, sejam os pontos A(xA , yA) e B(xB
3 Distância Entre Dois Pontos No plano cartesiano, sejam os pontos A(xA , yA) e B(xB

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1) Calcule a distância entre os pontos dados:

  • a) A(3, 7) e B(1, 4)

  • b) P(3, 1) e Q(3, 2)

  • c) A(0, 2) e B( 5 ,4)

2) Calcule as coordenadas do ponto médio do segmento AB, em cada caso:

  • a) A(2,1) e B(0, 6)

  • b) A(5, 6) e B(- 6, - 8)

  • c) A(7, -1) e B(4, -4)

3) Uma das extremidades de um segmento é o ponto A(2, 2). Sabendo-se que M(3, 2) é o ponto médio desse segmento, calcule as coordenadas do ponto B(x, y), que é a outra extremidade do segmento.

4) Determine as coordenadas do baricentro de um triângulo ABC, sendo A(5, 2), B(1, -2) e C(4, 5).

5)) MACKENZIE) Determinar o ponto P, distante 10 unidades do ponto A (- 3, 6) com abscissa igual a 3.

6) MAUÁ) Determinar as coordenadas dos vértices de um triângulo, sabendo que os pontos médios de seus lados são (- 2; 1), (5; 2) e (2; 3).

7) CESCEA) O ponto do eixo x eqüidistante de (0, - 1) e (4, 3) é:

  • a) b) (1, 0)

(-1, 0)

c) (2, 0)

  • d) (3, 0)

e) N.D.A

8) (UCDB) Um triângulo tem vértices A (15,10), B (6,0) e C (0,10). Então a mediana AM mede:

  • a) b) 12 u.c.

10 u.c.

  • d) e) 9 u.c.

13 u.c.

c) 11 u.c.

5

9) Vunesp Os pares ordenados A (0,0);B (4,0);C (4,4)e D (0,4)são os vértices de um quadrado.O ponto M divide a diagonal BD em dois segmentos congruentes.Então,M é:

a)(2,2) b)(0,4)

c)(5,6)

d)(2,4)

e)(4,0)

10) Fundamentos da Mat Elementar

5 9) Vunesp Os pares ordenados A (0,0);B (4,0);C (4,4)e D (0,4)são os vértices de um

11) Fundamentos da Mat Elementar

5 9) Vunesp Os pares ordenados A (0,0);B (4,0);C (4,4)e D (0,4)são os vértices de um

12) EEAR 2002 Se um ponto P do eixo das abscissas é eqüidistante dos pontos A1,4e B6,3, então a abscissa do ponto P é

a) 1

b)

0

c) 2

d)

1

13) EEAR 2007

5 9) Vunesp Os pares ordenados A (0,0);B (4,0);C (4,4)e D (0,4)são os vértices de um

14) EEAR 2011

5 9) Vunesp Os pares ordenados A (0,0);B (4,0);C (4,4)e D (0,4)são os vértices de um

6

15) EEAR 2002 - O ponto M é o ponto de intersecção das diagonais AC e BD de

um quadrilátero ABCD. Sendo

A0,0,

B3,0,

C4,2

e

D0,5as coordenadas dos

vértices do quadrilátero, as coordenadas do ponto M são

a)

b)

15

  13

180

  13

,

  • 30   30

 

  • c) ,

  • 13 13

  • 90   30

 

  • d) ,

  • 13

7

,

15

13

  

15

7  

16) EEAR 2005 -

6 15) EEAR – 2002 - O ponto M é o ponto de intersecção das diagonais

17) EEAR 2005

6 15) EEAR – 2002 - O ponto M é o ponto de intersecção das diagonais

18) EEAR 2008 - O baricentro de um triângulo, cujos vértices são os pontos

M (1, 1), N (3, - 4) e P (- 5, 2), tem coordenadas cuja soma é

6 15) EEAR – 2002 - O ponto M é o ponto de intersecção das diagonais

19) EEAR 2009

6 15) EEAR – 2002 - O ponto M é o ponto de intersecção das diagonais

7

20) EEAR 2010

7 20) EEAR – 2010 21) EEAR 2011 - As retas y = kx + 2

21) EEAR 2011 - As retas y = kx + 2 e y = x + m interceptam-se no ponto (1, 4). Assim, o valor de k + m é

a) 8.

b) 7.

c) 6.

d) 5.

22) Taifeiro 2005 - Num triângulo ABC, AC = 8, BC = 10, M(-4, 6) é ponto médio de AB e (-4, 3) são as coordenadas de A. O perímetro de ABC é

a) 20.

b) 22.

c) 24.

d) 26.

23) Taifeiro 2007

7 20) EEAR – 2010 21) EEAR 2011 - As retas y = kx + 2

24) Taifeiro 2010 - Seja AB o segmento que une os pontos A(5, 4) e B(1, 2). A soma das coordenadas do ponto médio de AB é

a) 1.

b) 2.

c) 3.

d) 4.

25) EEAR 2008 - Os pontos A(3, 5), B(4, 3), C(1, 0) e D(0, 4) são vértices de um quadrilátero ABCD. A área desse quadrilátero é

7 20) EEAR – 2010 21) EEAR 2011 - As retas y = kx + 2

8

26) EEAR 2008

8 26) EEAR – 2008 – 27) Taifeiro – 2010 Considere os pontos A(1,2), B(3,4) e

27) Taifeiro 2010 Considere os pontos A(1,2), B(3,4) e C(5,0), vértices de um

triângulo. Esse triângulo tem

unidades de área.

____

a) 6

b) 5

c) 4

d) 3

28) EEAR 2010 Sejam os pontos A(-2, 2), B(2, -1) e C(5, k). Se a distância entre A e B é a mesma que a entre B e C, a soma dos possíveis valores de k é

a) 1.

b) 0.

c) -1.

d) -2.

29) Taiferio 2006

8 26) EEAR – 2008 – 27) Taifeiro – 2010 Considere os pontos A(1,2), B(3,4) e

30) Taifeiro 2008 A distância entre os pontos A(1, 2) e B(3, 1) é um valor compreendido entre

  • a) 4 e 5.

  • b) 3 e 4.

  • c) 2 e 3.

9

ESTUDO DA RETA

A reta é a representação geométrica da reunião de todos os pontos com coordenadas (x, y) que são soluções reais da equação ax + by + c = 0.

Inclinação

Inclinação de uma reta

é

a medida

do

ângulo que ela forma com o eixo das

abscissas. Este ângulo é medido a partir do eixo no sentido anti-horário.

Consequências:

a)

retas de mesma inclinação definem uma mesma direção.

b)

retas de inclinações diferentes definem direções diversas.

c)

a

inclinação de uma reta

é

α

tal que

0 ≤ α ≤ 180º

Coeficiente Angular

 

Chamaremos

coeficiente

angular

(ou declive) de uma reta o número m, tal

que:

 

m = tg α

onde α é a inclinação da reta e α ≠ 90º.

Consequências:

a)

se α = 0º então m = 0.

 

b)

se 0º < α < 90º (agudo) então m > 0

c)

se α = 90º (reto) então não existe m, ou

seja, as retas de inclinação igual a 90º

não possuem coeficiente angular.

 

d)

se 90º < α < 180º (obtuso) então m < 0.

Valor do Coeficiente Angular de uma Reta que passa por dois Pontos Conhecidos

Dados os pontos A (xA, yA) e B (xB, yB)

do plano cartesiano (xA ≠ xB), o

coeficiente angular da reta AB é:

9 ESTUDO DA RETA A reta é a representação geométrica da reunião de todos os pontos

Equação Fundamental de uma Reta

Um

ponto

P

(x

;

y) do plano cartesiano

está em (s) se e somente se o par (x ; y) é

solução da equação y - y O = m . (x - x O )

que

será dita

equação da reta

(s),

cujo

coeficiente angular será m.

A equação da reta (s) que passa por A(x O ; y O ) e não tem coeficiente angular é

x = x 0

Assim podemos concluir que se uma reta passa pelo ponto A(x O ; y O ), então sua equação é:

9 ESTUDO DA RETA A reta é a representação geométrica da reunião de todos os pontos

10

Tipos de Equações de uma Reta

Equação Reduzida

A

equação

da

reta

que

passa

por

Q (0 ; q) e tem coeficiente angular m

pode ser escrita na forma:

y = m.x + q

que é dita equação reduzida da reta.

Consequências:

a) as retas com inclinação α = 90º não

possuem equação na forma reduzida.

b)

a

equação reduzida

de

uma reta

fornece, imediatamente, o seu coe- ficiente angular e o ponto onde

intercepta o eixo y.

Equação Segmentária

A equação da reta que intercepta

os

eixos nos pontos P (p ; 0)

e

Q (0 ; q) ;

com p ≠ 0 e q ≠ 0 é dada por:

10 Tipos de Equações de uma Reta Equação Reduzida A equação da reta que passa por
10 Tipos de Equações de uma Reta Equação Reduzida A equação da reta que passa por

E é dita equação segmentária da reta.

Consequências:

a)

as

retas paralelas aos eixos

não

podem ser expressas por equação

segmentária.

  • b) as retas que passam pela origem

não podem ser expressas por equação

segmentária.

Equação Geral

A equação ax + by + c = 0, com a e b

não

nulos,

simultaneamente,

representa

uma

reta

no

plano.

A

equação nesta forma é dita equação

geral da reta.

Equações Paramétricas

Se as coordenadas (x ; y) de um ponto qualquer de uma reta são dadas em função de um parâmetro t real, diremos que a reta foi dada por suas equações paramétricas.

 

x = f(t) y = f(t)

 

Consequências:

 

a) Cada reta no plano possui infinitas equações.

Conseqüência:

 

As

coordenadas

x

e

y

serão

b)

Toda

reta

do

plano

pode

ser

relacionadas em uma única equação

associada a uma equação geral.

eliminando-se o parâmetro.

11

EQUAÇÃO DA RETA

DADOS: DOIS PONTOS

A ( 2 , - 3 )

e

B ( -1 , 2 )

2y +3 + 2x

x y 2  3  1 2 x y
x
y
2
3
 1
2
x
y

-3x

+ 4 y

-3x + 4 y

( 2y + 3 + 2x )

Sempre negativo
Sempre negativo

= Zero

-3x + 4 y 2y 3 2x = 0

-5x 3y +1 = 0

5x + 3y 1 = 0

y = -5x +1

( -1 )

equação geral

  • 3 equação reduzida

m = -5/3

12

DADOS: UM PONTO E O COEFICIENTE ANGULAR

A ( 2 , -3 )

logo:

m = - 5/3

5

y  

(

3)

 

3

x 2

3(y + 3 ) = -5 ( x 2 ) 5x + 3y 1 = 0

3y + 9 = -5x + 10 Equação geral.

12 DADOS : UM PONTO E O COEFICIENTE ANGULAR A ( 2 , -3 ) logo:

Equação reduzida

DADOS: UM PONTO

E

O

.

ÂNGULO FORMADO COM O EIXO X

A ( 2 , -3)

Ângulo de 45º

m = tg do ângulo

tg 45º = 1

y + 3 = x 2

12 DADOS : UM PONTO E O COEFICIENTE ANGULAR A ( 2 , -3 ) logo:

-x + y + 5 = 0

( - 1 )

x y 5 = 0 y = x 5

equação geral equação reduzida

13

13

14

14
14
14

15

15 31)

31)

32)

15 31) 32) 34) 35) 36)

34)

15 31) 32) 34) 35) 36)

35)

15 31) 32) 34) 35) 36)

36)

15 31) 32) 34) 35) 36)
15 31) 32) 34) 35) 36)

16

37) EEAR - 2002 A equação geral da reta de coeficiente angular

  • 3 e de coeficiente

2
2

linear -

2
2

é

a)

x +

a) x + y – 4 = 0. b) 3x – y – 2 = 0.

2 y 4 = 0.

b)

3x

a) x + y – 4 = 0. b) 3x – y – 2 = 0.

2 y 2 = 0.

38) EEAR 2005

c)

3x

c) 3x – d) 3 x –

d) 3

c) 3x – d) 3 x –

2 x

2 y 4 = 0.

y – 4 = 0. y – 2 = 0

2 y 2 = 0

linear - 2 é a) x + y – 4 = 0. b) 3x – y

39 ) EEAR 2006 - A equação da reta que passa pelo ponto E(-1, -3) e que tem 45° de inclinação é

a)

x y + 2 = 0.

 

b) x y 2 = 0.

c)

x + y + 2 = 0.

d) x + y 2 = 0.

40) EEAR 2006

16 37) EEAR - 2002 A equação geral da reta de coeficiente angular e de coeficiente

17

41) EEAR 2008

17 41) EEAR 2008 42) EEAR – 2009 43) EEAR – 2010 - As retas y

42) EEAR 2009

17 41) EEAR 2008 42) EEAR – 2009 43) EEAR – 2010 - As retas y

43) EEAR 2010 - As retas y = kx + 2 e y = x + m interceptam-se no ponto (1, 4). Assim, o valor de

k + m é

  • a) 8.

  • b) 7.

  • c) 6.

18

44) Taifeiro 2005 O coeficiente linear da reta de equação

18 44) Taifeiro 2005 – O coeficiente linear da reta de equação 45) Taifeiro 2006 –
18 44) Taifeiro 2005 – O coeficiente linear da reta de equação 45) Taifeiro 2006 –

45) Taifeiro 2006

18 44) Taifeiro 2005 – O coeficiente linear da reta de equação 45) Taifeiro 2006 –

46) Taifeiro 2009

18 44) Taifeiro 2005 – O coeficiente linear da reta de equação 45) Taifeiro 2006 –

47) Taifeiro 2011 - Uma reta passa pelo ponto P(1, 3) e tem coeficiente linear igual a 1. O coeficiente angular dessa reta é

a) 1.

b) 2.

c) 3.

d) 4.

19

Posições Relativas de Duas Retas

Duas retas no plano são paralelas ou concorrentes.

São paralelas se coincidem ou não têm ponto comum.

São concorrentes se têm um único ponto em comum.

19 Posições Relativas de Duas Retas Duas retas no plano são paralelas ou concorrentes. São paralelas

Consequências:

PERPEDICULARES

Duas

retas

r

e

s, não verticais, são

perpendiculares entre si, se e somente

si, o produto de seus coeficientes angulares é – 1 m r . m s =
si,
o
produto
de
seus
coeficientes
angulares é – 1
m r . m s = – 1
PARALELAS
Duas retas
paralelas entre
r
e
s,
não
verticais, são
si,
se
e somente
si,

seus coeficientes angulares são iguais.

Sejam:

  • (a) e

y = m1 x +q1

  • (b) y = m2x +q2

m r = m s

19 Posições Relativas de Duas Retas Duas retas no plano são paralelas ou concorrentes. São paralelas
  • a) m1 = m2 e q1 = q2 implica em

    • (a) e (b) serem paralelas coincidentes.

      • b) m1 = m2 e q1 ≠ q2 implica em

        • (a) e (b) serem paralelas distintas.

          • c) m1 ≠ m2 implica em (a) e (b) serem

concorrentes, sendo o ponto de

intersecção a solução do sistema:

y = m1 x + q1 y = m2 x + q2

COMPLEMENTO

19 Posições Relativas de Duas Retas Duas retas no plano são paralelas ou concorrentes. São paralelas

20

48)

20 48) 49) 50) 51) 52) EEAR – 2004 - A equação da reta (r), que
49) 50)
49)
50)
20 48) 49) 50) 51) 52) EEAR – 2004 - A equação da reta (r), que

51)

20 48) 49) 50) 51) 52) EEAR – 2004 - A equação da reta (r), que

52) EEAR 2004 - A equação da reta (r), que é perpendicular à reta

(s): 2x + 3y 6 = 0 no ponto onde a reta (s) corta o eixo das abscissas, é

  • a) 3x + 2y 9 = 0.

b) 2x 3y +6 = 0.

c) 2x + 3y 6 = 0.

d) 3x 2y 9 = 0.

53) EEAR 2004 - Uma reta r passa pelo ponto A (1 , 4) e é perpendicular à reta s de equação 3x + 5y 2 = 0. Nessas condições, a equação da reta r é

  • a) 3x + 5y 23 = 0.

b) 5x + 3y 17 = 0.

c) 3x + 5y 17 = 0.

b) 5x - 3y + 17 = 0.

54) EEAR 2005

.
.

21

55) EEAR 2007 - Dada a reta (s) 2x y + 3 = 0, a equação da reta r, perpendicular à s, que intercepta o eixo y no ponto de ordenada 2, é

  • a) 2y + x 4 = 0.

  • c) 2x + y + 4 = 0.

b) 2y + x 2 = 0.

d) 2x + y + 2 = 0.

56) EEAR 2009

21 55) EEAR 2007 - Dada a reta (s) 2x – y + 3 = 0,

57) EEAR 2011

21 55) EEAR 2007 - Dada a reta (s) 2x – y + 3 = 0,

58) Taifeiro 2010 Se a reta r: y = ax + b é perpendicular à reta s: y = 2x 3, então o valor de a é

a) 1/4.

b) 1/2.

c) 1.

d) 3.

22

Ângulo Agudo entre duas Retas

Duas

retas

concorrentes não

perpendiculares

formam

ângulos

adjacentes suplementar, um agudo e

outro obtuso.

 

Distância de Ponto a Reta

A distância de um ponto P a uma reta (s) é a distância entre P e o ponto Q, projeção ortogonal de P sobre (s).

Em outras palavras:

Propriedades:

a) Dados (a) y = m1 · x + q1 e

(b) y = m2 · x + q2

concorrentes (m1 ≠ m2) e não perpendiculares (m1 · m2 ≠ -1), o ângulo agudo φ
concorrentes
(m1
m2)
e
não
perpendiculares
(m1
·
m2
-1),
o
ângulo agudo φ entre
(a)
e
(b)
é
tal
que:
59)

Distância de um ponto a uma reta é o

comprimento

do

segmento

perpendicular PQ, onde

Q

é

da

perpendicular.

Propriedade:

A distância do ponto P (x O ; y O ) à reta (s) ax + by + c = 0 é:

22 Ângulo Agudo entre duas Retas Duas retas concorrentes não perpendiculares formam ângulos adjacentes suplementar, um

61)

22 Ângulo Agudo entre duas Retas Duas retas concorrentes não perpendiculares formam ângulos adjacentes suplementar, um
22 Ângulo Agudo entre duas Retas Duas retas concorrentes não perpendiculares formam ângulos adjacentes suplementar, um

60)O

ângulo agudo formado pelas

retas

de

equações

x y + 2 = 0

e

5x

+y

20 = 0 tem

sua medida,em

graus,compreendida entre:

a)0 e 30 b)30 e 45 c)45 e 60

d)60 e 75 e)75 e 90

62) Calcule o comprimento da altura AH, do triângulo de vértice A ( - 3,0) , B (0,0) e C ( 6,8)

R : 12/5

23

63) EEAR 2006 - A distância do ponto P (-3, -2) à bissetriz dos quadrantes ímpares do plano cartesiano é

23 63) EEAR – 2006 - A distância do ponto P (-3, -2) à bissetriz dos

64) EEAR 2010 - Os vértices de um triângulo são A(2, 5), B(0, 0) e C(4, -2). A altura desse triângulo, relativa a BC, é

23 63) EEAR – 2006 - A distância do ponto P (-3, -2) à bissetriz dos

65) EEAR 2011

23 63) EEAR – 2006 - A distância do ponto P (-3, -2) à bissetriz dos

66) Taiferio 2009

23 63) EEAR – 2006 - A distância do ponto P (-3, -2) à bissetriz dos

24

Condições de Alinhamento de Três Pontos

Admitiremos o seguinte Teorema: a condição necessária e suficiente para que três

pontos A(x A determinante

,

y A ), B(x B , y B ) e C(x C , y C )
y A ),
B(x B
,
y B )
e
C(x C
,
y C ) sejam
= 0

alinhados, é que seja nulo o

67) EEAR 2009

24 Condições de Alinhamento de Três Pontos Admitiremos o seguinte Teorema: a condição necessária e suficiente

68) EEAR 2010

24 Condições de Alinhamento de Três Pontos Admitiremos o seguinte Teorema: a condição necessária e suficiente

69) EEAR 2011

24 Condições de Alinhamento de Três Pontos Admitiremos o seguinte Teorema: a condição necessária e suficiente

25

CIRCUNFERÊNCIA

Circunferência é o lugar geométrico em que todos os pontos de um plano cuja distância (C), ponto fixo deste plano, é uma constante positiva (r). Assim:

( C ) - centro da circunferência ( r ) - raio da circunferência

P λ PC = r

25 CIRCUNFERÊNCIA Circunferência é o lugar geométrico em que todos os pontos de um plano cuja

Consequências:

a)

PC

>

r

implica

P

exterior

à

circunferência.

 

b)

PC

<

r

implica

P

interior

à

circunferência.

 

Equação Reduzida da Circunferência

A equação reduzida da circunferência de centro (a; b) e raio r pode ser escrita sob a forma:

(x x c ) 2 + (y y c ) 2 = r 2

25 CIRCUNFERÊNCIA Circunferência é o lugar geométrico em que todos os pontos de um plano cuja

Consequências:

Seja a equação (x xc) 2 + (y yc) 2 = k 2

a)

Se k > 0,

então (x xc) 2 + (y yc) 2 = k 2 representa

 

a

circunferência de

centro

C

(a;

b)

e

raio r = k.

b)

Se k = 0,

então (x xc) 2 + (y yc) 2 = 0 representa o ponto P(a; b).

c)

Se k < 0,

então (x - xc) 2 + (y yc) 2 = k 2 não tem

solução em R x R, pois

a

soma dos

quadrados de dois reais nunca resulta um real negativo. Logo, (x a) 2 + (y b) 2 = k 2 , k < 0

representa o conjunto vazio.

Equação Normal da Circunferência

Seja a circunferência de centro C (a ; b) e raio r, r > 0, e, portanto, de equação

reduzida

(x

Desenvolvendo

vem:

 

x 2

2ax

+

a 2

a) 2

a

+

y 2

+

(y

b) 2

=

r

2

.

equação

 

reduzida

2by +

b 2

=

r 2

,

e

ordenando, convenientemente, temos:

x 2 + y 2 2ax 2by + a 2 + b 2 r 2 = 0

que

é

dita

equação

normal

da

circunferência

de

centro C(a ; b) e raio

r.

Consequências:

Se uma circunferência é dada por sua

equação normal, pode-se obter a equação reduzida completando-se a soma dos quadrados, característica da forma reduzida.

26

Posições Relativas

Ponto e Circunferência

Considere uma circunferência:

(λ) (x – xc) 2 + (y yc) 2 r 2 = 0, e um

ponto

P(x 0

,

cartesiano.

y 0 )

situados

num

plano

71) P λ PC = r

Ou seja, P λ λ (x 0 , y0 ) = 0

26 Posições Relativas Ponto e Circunferência Considere uma circunferência: (λ) (x – xc) + (y –

2) P é exterior a λ PC > r Ou seja, P é exterior a λ λ(x 0 , y 0 ) > 0

26 Posições Relativas Ponto e Circunferência Considere uma circunferência: (λ) (x – xc) + (y –

3) P é interior a λ PC < r Ou seja, P é interior a λ λ (x 0 , y 0 ) < 0

Reta e Circunferência

Considerem uma circunferência (λ) de centro C e raio r e uma reta t do plano α.

1)

t é exterior a λ λ ∩ t = . Note que d > r

 
1) t é exterior a λ ⇔ λ ∩ t = ∅ . Note que d
 

2)

t

é

tangente a λ

λ ∩

t

=

{P}.

Note que d = r

 
 
1) t é exterior a λ ⇔ λ ∩ t = ∅ . Note que d
 
 

3)

t é secante a λ λ ∩ t =

=

{A, B ;

A ≠ B}. Note que d < r

26 Posições Relativas Ponto e Circunferência Considere uma circunferência: (λ) (x – xc) + (y –
26 Posições Relativas Ponto e Circunferência Considere uma circunferência: (λ) (x – xc) + (y –

27

Circunferência e Circunferência

Tangência

Dadas as circunferências:

(x x c1 ) 2 + (y y c1 ) 2 r 1 2 = 0

1 )

e

(x x c2 ) 2 + (y y c2 ) 2 r 2 2 = 0 (λ 2 ), temos:

71) λ1 e λ2 são tangentes exteriores

d C1 C2 = r 1 + r 2

27 Circunferência e Circunferência Tangência Dadas as circunferências: (x – x ) + (y – y

71) λ 1 e λ 2 são tangentes interiores

d C1 C2 = |r 1 r 2 |

27 Circunferência e Circunferência Tangência Dadas as circunferências: (x – x ) + (y – y

Secantes

As soluções do sistema formado pelas equações:

(x x c1 ) 2 + (y y c1 ) 2 r 1 2 = 0 (x x c2) 2 + (y y c2 ) 2 r 2 2 = 0

(λ1)

e

(λ2)

são os pontos de intersecção de λ1 com

λ2.

27 Circunferência e Circunferência Tangência Dadas as circunferências: (x – x ) + (y – y

Note que fixada a circunferência λ 1 e o

centro

C 2

(interno

a

λ 1 ),

obtemos

dois

valores de

r 2

tais que

λ 1

e

λ 2 sejam

tangentes interiores.

Além disso, fixada a circunferência λ 1 e o

centro C 2 (externo

a

λ 1

),

obtemos

um

único valor de r 2 tal que λ 1 e λ 2 sejam

tangentes interiores.

28

70)EEAA

2000

x

1

2

y

1

2

4

A

é:

posição

dos

pontos

P3, 2 e Q1,1

em

relação

à

circunferência

  • a) P P
    c)

é interior e Q é exterior

e Q são interiores

b) P é exterior e Q é interior

d) P e Q são exteriores

71) EEAR 2001

-

Sendo C(3, 2) o centro de uma circunferência de raio igual a 4, então

equação normal ou geral é

sua

a)

b)

c)

d)

x

2

y

2

6x

x

2

y

x

2

y

2 2

6x

6x

x

2

y

2

3

 

4y

3

 

0

4y

3

 

0

4y

3

 

0

0

r:b

72) EEAR 2003 - A equação da circunferência, em que os pontos M3,2e N5,4são extremos de um diâmetro, é

a)

x

2

y

2

5

 

0

.

b)

x

2

y

2

17

0

.

c)

d)

x

  • 2 y

2

  • 2 2

2x

6y

7

 

0

.

x

y

2x

6y

5

 

0

 

.

73) EEAR 2004 - Uma circunferência tem centro (4,3) e passa pela origem.

A equação dessa circunferência é

  • a) x 2 + y 2 = 25 .

  • b) x 2 + y 2 + 8x + 6y = 0 .

74) EEAR 2005

c) x 2 + y 2 8x 6y = 25 .

d) x 2 + y 2 8x 6y = 0 .

D

28 70)EEAA – 2000  x  1  2   y  1 

29

75) EEAR 2006 - Se a circunferência de equação x 2 + by 2 + cx + dy + k = 0 tem centro C(1, -3) e raio 3 , então "b + c + d + k" é igual a

  • a) 6

  • b) 11.

  • c) 10.

  • d) 9.

76) EEAR 2006

29 75) EEAR – 2006 - Se a circunferência de equação x + by + cx

77) EEAR 2007 - Para que a reta de equação y = equação x 2 + y 2 = 4, o valor de N deve ser

a)

ou

-

.

  • b) 2 ou 2.

  • c) 3 ou 3.

  • d) 4 ou 4.

seja tangente à circunferência de

78) EEAR 2007

29 75) EEAR – 2006 - Se a circunferência de equação x + by + cx

30

79)EEAR 2009

30 79)EEAR – 2009 80)EEAR – 2010 81) EEAR 2011 81) EEAR – 2011 - equação

80)EEAR 2010

30 79)EEAR – 2009 80)EEAR – 2010 81) EEAR 2011 81) EEAR – 2011 - equação

81) EEAR 2011

30 79)EEAR – 2009 80)EEAR – 2010 81) EEAR 2011 81) EEAR – 2011 - equação

81) EEAR 2011 -

30 79)EEAR – 2009 80)EEAR – 2010 81) EEAR 2011 81) EEAR – 2011 - equação

equação x 2 + y 2 3x 4 = 0, é correto afirmar que

30 79)EEAR – 2009 80)EEAR – 2010 81) EEAR 2011 81) EEAR – 2011 - equação
30 79)EEAR – 2009 80)EEAR – 2010 81) EEAR 2011 81) EEAR – 2011 - equação
  • c) B e C são exteriores a £

  • d) B e C são interiores a £.

82) Taifeiro 2005 O centro da circunferência de equação x 2 + y 2 + 4x 2y 3 = 0 é o ponto

a) (2, -1).

b) (-2, -1).

c) (-2, 1).

d) (2, 1).

31

83) Taifeiro 2006

31 83 ) Taifeiro 2006 – 84) Taifeiro 2008 - – Seja (x – 3) +

84) Taifeiro 2008 - Seja (x 3) 2 + (y 2) 2 = 16 a equação da circunferência de centro C(a, b) e raio r. Os valores de a, b e r são, respectivamente,

  • a) - 3, - 2 e 16.

  • b) - 3, 2 e 8.

c)

3, 2 e 4.

  • d) 3, 2 e 2.

85) Taifeiro 2009

31 83 ) Taifeiro 2006 – 84) Taifeiro 2008 - – Seja (x – 3) +

32

Exercícios Complementares.

1) CFS - 2012 2) CFS - 2012
1)
CFS - 2012
2)
CFS - 2012
32 Exercícios Complementares. 1) CFS - 2012 2) CFS - 2012 3) CFS - 2013 4)
3) CFS - 2013 4) CFS - 2013
3)
CFS - 2013
4)
CFS - 2013
32 Exercícios Complementares. 1) CFS - 2012 2) CFS - 2012 3) CFS - 2013 4)
6) CFS - 2014
6)
CFS - 2014
7) CFS - 2014 8) CFS - 2014
7)
CFS - 2014
8)
CFS - 2014
32 Exercícios Complementares. 1) CFS - 2012 2) CFS - 2012 3) CFS - 2013 4)
9) Taifeiro 2010
9)
Taifeiro 2010
5) CFS - 2013
5)
CFS - 2013

10) Taifeiro 2010

32 Exercícios Complementares. 1) CFS - 2012 2) CFS - 2012 3) CFS - 2013 4)

33

11) Taifeiro 2010

33 11) Taifeiro 2010 12) Taifeiro 2011 13) Taifeiro 2011 16) Taifeiro 2013 17) Taifeiro 2013

12) Taifeiro 2011

33 11) Taifeiro 2010 12) Taifeiro 2011 13) Taifeiro 2011 16) Taifeiro 2013 17) Taifeiro 2013

13) Taifeiro 2011

16) Taifeiro 2013

33 11) Taifeiro 2010 12) Taifeiro 2011 13) Taifeiro 2011 16) Taifeiro 2013 17) Taifeiro 2013

17) Taifeiro 2013

33 11) Taifeiro 2010 12) Taifeiro 2011 13) Taifeiro 2011 16) Taifeiro 2013 17) Taifeiro 2013
33 11) Taifeiro 2010 12) Taifeiro 2011 13) Taifeiro 2011 16) Taifeiro 2013 17) Taifeiro 2013

14) Taifeiro 2012

33 11) Taifeiro 2010 12) Taifeiro 2011 13) Taifeiro 2011 16) Taifeiro 2013 17) Taifeiro 2013

15) Taifeiro 2012

33 11) Taifeiro 2010 12) Taifeiro 2011 13) Taifeiro 2011 16) Taifeiro 2013 17) Taifeiro 2013

34

GABARITO

1) a) 5 c) 3 d) √ 2) a) ( 1 , 7/2) b) ( -
1)
a) 5
c)
3
d)
2)
a) ( 1 , 7/2)
b) ( - 1/2 , - 1)
c) ( 11/2 , - 5/2 )
3)
( - 2
9 )
4)
5)
6)
7)
8)
9)
,
( 10/3 , 5/3 )
.
.
.
.
.
10)
( - 3
A ( 1
, 3 )
, 6 )
11)
, 6 )
B (
- 1
,
-
5 )
C ( - 4
12) C
13) B
14) A
15) C
16) D
17) C
18) C
19) B
20) D
21) B
22) C
23) C
24) A
25) C
26) B
27) A
28) D
29) A
30) B
31)
Y = 3X + 4
32)
33) .
34)

35)

35)

36)

+ 1 = 0

37) B

38) C

39) B

40) B

41) A

42) D

43) B

44) A

45) D

46) A

47) B

48)

Y = - 2X 8

49)

Y = X 14

50) 2’ É PARALELA

51)

Y = 3X/2 9/2

52) D

 

53) D

54) D

55) A

56) B

57) C

58) B

59) .

60) C

61) 1)

2)

62) 12/5

63) D

64) B

65) A

66) A

67) A

68) D

69) B

70) B

71) B

72) .

73) .

74) A

75) A

76) D

77) D

78) C

79) C

80) D

81)

B

81) D

82) C

83) B

84) C

85) D

COMPLEMENTAR

1) B

2) C

3) B

4) C

5) C

6) C

7) B

8) A

9) B

10) A

11) A

12) B

13) D

14) D

15) D

16) A

17) B