Você está na página 1de 1

Penso Logo Existo

"Suporei que...certo gênio maligno de enorme poder e astúcia tenha empregado todas as suas
energias para enganar-me. Pensarei que o céu, o ar, a terra, as cores, as figuras, os sons e
todas as coisas exteriores são meras ilusões de sonhos por ele concebidos com a finalidade de
enlear-me o juízo".
Descartes - Meditações, 1641
Este é o princípio fundamental de toda a certeza racionalista. Para chegar ao 'penso, logo
existo', Descartes utilizou-se da dúvida radical ou hiperbólica. Ele duvidou inicialmente de suas
sensações como forma de conhecer o mundo, pois as sensações enganam sempre, duvidou
posteriormente da realidade externa e da realidade dos seu corpo como forma de comprovar
que o conhecimento certo, através do argumento do sonho, duvidou da certeza advinda das
entidades matemáticas, através do argumento do gênio maligno, mas não teve como duvidar
que estava duvidando. Eis aí a primeira certeza: duvido, logo existo, mas duvidar é um modo
de pensar, então: 'Penso, logo existo.', que significa: penso, logo tenho consciência de mim
mesmo, ou penso, logo sei, ou penso, logo tenho consciência, ou penso, logo sei algo certo.

Penso Logo Existo


"Suporei que...certo gênio maligno de enorme poder e astúcia tenha empregado todas as suas
energias para enganar-me. Pensarei que o céu, o ar, a terra, as cores, as figuras, os sons e
todas as coisas exteriores são meras ilusões de sonhos por ele concebidos com a finalidade de
enlear-me o juízo".
Descartes - Meditações, 1641
Este é o princípio fundamental de toda a certeza racionalista. Para chegar ao 'penso, logo
existo', Descartes utilizou-se da dúvida radical ou hiperbólica. Ele duvidou inicialmente de suas
sensações como forma de conhecer o mundo, pois as sensações enganam sempre, duvidou
posteriormente da realidade externa e da realidade dos seu corpo como forma de comprovar
que o conhecimento certo, através do argumento do sonho, duvidou da certeza advinda das
entidades matemáticas, através do argumento do gênio maligno, mas não teve como duvidar
que estava duvidando. Eis aí a primeira certeza: duvido, logo existo, mas duvidar é um modo
de pensar, então: 'Penso, logo existo.', que significa: penso, logo tenho consciência de mim
mesmo, ou penso, logo sei, ou penso, logo tenho consciência, ou penso, logo sei algo certo.

Penso Logo Existo


"Suporei que...certo gênio maligno de enorme poder e astúcia tenha empregado todas as suas
energias para enganar-me. Pensarei que o céu, o ar, a terra, as cores, as figuras, os sons e
todas as coisas exteriores são meras ilusões de sonhos por ele concebidos com a finalidade de
enlear-me o juízo".
Descartes - Meditações, 1641
Este é o princípio fundamental de toda a certeza racionalista. Para chegar ao 'penso, logo
existo', Descartes utilizou-se da dúvida radical ou hiperbólica. Ele duvidou inicialmente de suas
sensações como forma de conhecer o mundo, pois as sensações enganam sempre, duvidou
posteriormente da realidade externa e da realidade dos seu corpo como forma de comprovar
que o conhecimento certo, através do argumento do sonho, duvidou da certeza advinda das
entidades matemáticas, através do argumento do gênio maligno, mas não teve como duvidar
que estava duvidando. Eis aí a primeira certeza: duvido, logo existo, mas duvidar é um modo
de pensar, então: 'Penso, logo existo.', que significa: penso, logo tenho consciência de mim
mesmo, ou penso, logo sei, ou penso, logo tenho consciência, ou penso, logo sei algo certo.