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ELEMENTOS DE MÁQUINAS II

LUBRIFICAÇÃO
LUBRIFICAÇÃO

É TODO E QUALQUER PROCEDIMENTO QUE TENHA O EFEITO DE


REDUZIR O ATRITO E O DESGASTE.

Abril/2018
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LUBRIFICANTE

SÃO SUBSTANCIAS QUE APLICADAS ENTRE DUAS SUPERFÍCIES


MÓVEIS OU UMA MÓVEL E UMA FIXA FORMA UMA PELÍCULA QUE
TEM A FUNÇÃO PRINCIPAL DE REDUZIR O ATRITO E O DESGASTE
ENTRE AS MESMAS.

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FUNÇÕES DOS LUBRIFICANTES


REDUÇÃO DO ATRITO

VEDAÇÃO

PROTEÇÃO ANTICORROSIVA

LIMPEZA

REFRIGERAÇÃO

TRANSMISSÃO DE FORÇA

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TIPOS DE LUBRIFICANTES


ÓLEOS LUBRIFICANTES

ÓLEO MINERAL

ÓLEO SINTÉTICO

GRAXA

SABÃO METÁLICO

AGENTES ORGÂNICOS OU INORGÂNICOS

PASTOSO

SECO



VERNIZ
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ENSAIOS DE LABORATÓRIO

VISCOSIDADE

ÍNDICE DE VISCOSIDADE

PONTO DE FULGOR

PONTO DE FLUIDEZ

ÁGUA POR DESTILAÇÃO

ÁGUA E SEDIMENTOS POR CENTRIFUGAÇÃO

NÚMERO DE NEUTRALIZAÇÃO ( TAN e TBN)

DEMULSIBILIDADE

DILUIÇÃO

CONSISTÊNCIA

PONTO DE GOTA

ESPECTOMETRIA

INFRAVERMELHO

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VISCOSIDADE

É A RESISTÊNCIA DE UM FLUÍDO AO ESCOAMENTO


VISCOSIMETRO MAIS UTILIZADO É O CINEMÁTICO E SUAS
TEMPERATURAS USUAIS SÃO 40 e 100 ºC

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ÍNDICE DE VISCOSIDADE (IV)

NÚMERO EMPIRICO QUE INDICA O GRAU DE MUDANÇA DA


VISCOSIDADE DE UM ÓLEO A DETERMINADA TEMPERATURA.

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PONTO DE FULGOR

É A TEMPERATURA EM QUE O ÓLEO, QUANDO AQUECIDO EM


APARELHO ADEQUADO, DESPRENDE OS PRIMEIROS VAPORES
QUE SÓ INFLAMAM MOMENTANEAMENTE AO CONTATO DE UMA
CHAMA.

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PONTO DE FLUIDEZ

É A MENOR TEMPERATURA NA QUAL O ÓLEO AINDA FLUI , NAS


CONDIÇÕES NORMAIS DE TESTE.

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ÁGUA POR DESTILAÇÃO

DETERMINA A QUANTIDADE DE ÁGUA PRESENTE NUMA AMOSTRA


DE ÓLEO.

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ÁGUA E SEDIMENTOS POR CENTRIFUGAÇÃO

MÉTODO QUE PERMITE DETERMINAR O TEOR DE PARTÍCULAS


INSOLUVEIS E QUANTIDAE DE ÁGUA PRESENTE NUMA AMOSTRA
DE ÓLEO.

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NÚMERO DE NEUTRALIZAÇÃO (TAN e TBN)

TESTE QUE DETERMINA A QUANTIDADE E O CARÁTER ÁCIDO OU


BÁSICO DOS ÓLEOS LUBRIFICANTES.

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DEMULSIBILIDADE

É A CAPACIDADE QUE POSSUEM OS ÓLEOS DE SE SEPARAREM DA


ÁGUA.

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DILUIÇÃO

PERCENTAGEM DE COMBUSTÍVEL QUE SE APRESENTA COMO


CONTAMINANTE NUMA AMOSTRA DE ÓLEO LUBRIFICANTE.

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CONSISTÊNCIA

CONSISTÊNCIA DE UMA GRAXA É A RESISTÊNCIA QUE ESTÁ OPÕE


À DEFORMAÇÃO SOB A APLICAÇÃO DE UMA FORÇA.

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PONTO DE GOTA

É A TEMPERATURA EM QUE UMA GRAXA SE INICIA A MUDANÇA DE


UM ESTADO PASTOSO PARA O ESTADO LIQUÍDO.

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ESPECTROMETRIA

TÉCNICA AMPLAMETE UTILIZADA NA DETERMINAÇÃO


QUALITATIVA E QUANTITATIVA DE METAIS EM ÓLEOS
LUBRIFICANTES.

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INFRAVERMELHO

A ESPECTROSCOPIA DE INFRAVERMELHO É UMA TÉCNICA ACEITA


COMO UM MÉTODO RÁPIDO QUE PERMITE QUANTIFICAR:
OXIDAÇÃO, NITRAÇÃO, FULIGEM, SULFATAÇÃO, ÁGUA, DILUIÇÃO
POR COMBUSTÍVEL, CONTAMINAÇÃO POR GLICOL E DEPLEÇÃO
DE ADITIVOS.

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ÓLEOS LUBRIFICANTES

ÓLEO(S) BASE ADITIVOS


MINERAL (S) PARAFÍNICOS MODIFICADORES

NAFTÊNICOS PROTETORES DO ÓLEO

SINTÉTICO(S) PAO PROTETORES DA SUPERFÍCIES


+
AQUIL BENZENOS

ESTERES

POLIGLICÓIS

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ÓLEO MINERAL

PARAFÍNICO NAFTÊNICO
CADEIA ABERTA CADEIA FECHADA
RESISTÊNCIA A OXIDAÇÃO INCOMPATIBILIDADE COM MATERIAIS
SINTÉTICOS E ELASTÔMEROS
UTILIZADO PARA ALTAS UTILIZADO PARA BAIXAS
TEMPERATURAS TEMPERATURAS
DENSIDADE MAIS BAIXA DENSIDADE MAIS ALTA
BOM ÍNDICE DE VISCOSIDADE BAIXO ÍNDICE DE VISCOSIDADE
FRACO PODER SOLVENTE GRANDE PODER SOLVENTE
BOA ESTABILIDADE ESTABILIDADE MEDIANA

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ÓLEO SINTÉTICO


PRODUZIDO ARTIFICIALMENTE

BOM COMPORTAMENTO VISCOSIDADE – TEMPERATURA

ÓTIMO PONTO DE FLUIDEZ A BAIXA TEMPERATURA

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TIPOS DE ADITIVOS


MODIFICADORES

MELHORAR O ÍNDICE DE VISCOSIDADE

BAIXAR PONTO DE FUSÃO

CONTROLAR A DILATAÇÃO VEDANTE

PROTETORES DO ÓLEO

ANTIOXIDANTE

ANTIESPUMANTE

DESATIVADORES DE METAIS

PROTETORES DA SUPERFÍCIES

ANTIDESGASTE A EXTREMA PRESSÃO

ANTICORROSIVO

DETERGÊNCIA

DISPERSANTE

MODIFICADORES DE ATRITO

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GRAXA


SABÃO METÁLICO

SABÃO DE CÁLCIO

SABÃO DE LÍTIO

SABÃO DE SÓDIO

AGENTES ORGÂNICOS OU INORGÂNICOS

ARGÍLAS ORGÂNICAS

POLIUREIAS

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GRAXAS - OBJETIVOS


REDUÇÃO DO DESGASTE

REDUÇÃO DO ATRITO

PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO

DIMINUIR RUÍDOS

REDUZIR VIBRAÇÕES

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GRAXA - CONSISTÊNCIA


MEDIDA PELO GRAU NLGI (National Lubricantng Grease
Institute)

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GRAXAS - EXEMPLOS

CÁLCIO LÍTIO COMPLEXO DE BETUMINOSAS


LÍTIO
LUBRIFICAÇÃO DESENVOLVIDAS RESISTÊNCIA A LUBRIFICAÇÃO DE
DE MÁQUINAS PARTICULARMENTE ÁGUA GRANDES
EM LOCAIS PARA AVIAÇÃO ENGRENAGENS
ÚMIDOS ABERTAS E
VELOCIDADE ÓTIMA RESISTÊNCIA A SEMIFECHADAS,DE
MODERA BOMBEABILIDADE SOLICITAÇÕES CORRENTE, DE CABOS
MECÂNICAS DE AÇO E DE PARTEDE
MÁQUINAS EXPOSTAS
TEMPERATURA TEMPERATURAS TEMPERATURA ÀS INTEMPÉRIES
INFERIOR A ENTRE -10ºC E DE TRABALHO
70ºC 150ºC ATÉ 180ºC

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CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES


VISCOSIDADE

SAE (Society of Automotive Engineers)

ÓLEOS DE MOTORES

ÓLEOS DE TRANSMISSÃO

ISO (International Organization for Standardization)

LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS

AGMA (America Gear Manufactures Association)

LUBRIFICANTE PARA ENGRENAGENS INDUSTRIAIS

QUALIDADE

API (American Petroleum Institute)

ACEA ( Association des Constructeurs Europeéns d´Automobiles)

CCMC ( Comité des Constructeurs d´Automobiles du Marché Commun)

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AGMA


AGMA 250.04 – ENGRENAGENS FECHADAS

AGMA 251.02 – ENGRENAGENS ABERTAS

RECOMENDAÇÕES:

RPM < 3600 RPM

TEMPERATURA AMBIENTE: -10ºC A 50ºC

TEMPERATURA DE OPERAÇÃO: < 95ºC

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AGMA – ENGRENAGEM FECHADA

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AGMA – ENGRENAGEM ABERTA

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TIPOS DE LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE
DESLIZAMENTO


HIDRODINÂMICA

HIDROSTÁTICA

ELASTOIDRODINÂMICA

CONTORNO

FILME SÓLIDO

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HIDRODINÂMICA


NÃO DEPENDE DA INTRODUÇÃO DO LUBRIFICANTE SOB
PRESSÃO.

REQUER O MOVIMENTO DE UMA SUPERFÍCIE MÓVEL.

ESTE MECANISMO SÓ SE DESENVOLVE A PARTIR DE
VELOCIDADES ELEVADAS.

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HIDROSTÁTICA


DEPENDE DA INTRODUÇÃO DO LUBRIFICANTE A ALTA PRESSÃO.

NÃO REQUER O MOVIMENTO DE UMA SUPERFICIE EM RELAÇÃO
A OUTRA.

ESTE MECANISMO SE DESENVOLVE A VELOCIDADES BAIXAS.

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ELASTOIDRODINÂMICA


ÓLEO LUBRIFICANTE INTRODUZIDO ENTRE AS SUPERFICIES
QUE ESTÃO EM CONTATO ROLANTE.

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CONTORNO


COMBINAÇÃO DE LUBRIFICAÇÃO HIDRODINÂMICA COM
LUBRIFICAÇÃO A SECO.

SITUAÇÕES EXTREMAS COMO REDUÇÃO DE VELOCIDADE DA
SUPERFÍCIE MÓVEL OU DIMINUIÇÃO DA QUANTIDADE DE
LUBRIFICANTE ENVIADO AO MANCAL PODEM ACARRETAR ESSA
SITUAÇÃO.

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HIDRODINÂMICA

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FILME SÓLIDO


O EIXO DESLIZA SOBRE O MANCAL, SEM QUE HAJA
LUBRIFICANTE.

PARA SEPARAR AS DUAS SUPERFÍCIES.

A SELEÇÃO DO MANCAL É FUNDAMENTAL PARA GARANTIR UM
BOM DESEMPENHO DO SISTEMA.

- O COEFICIENTE DE ATRITO DINÂMICO FICA ENTRE 0,02 E 0,3.

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COMPARATIVO

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EXERCICIOS


QUAL A APLICAÇÃO MAIS INDICADA PARA LUBRIFICANTES
PARAFÍNICOS E NAFTÊNICOS?

UM MANCAL DE DESLIZAMENTO QUE OPERA SOB ALTA PRESSÃO
E EM BAIXA ROTAÇÃO DEVE SER LUBRIFICADO COM ÓLEO OU
GRAXA? JUSTIFIQUE

QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DA OXIDAÇÃO DOS ÓLEOS
LUBRIFICANTES?

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LUBRIFICAÇÃO


MANCAIS DE ROLAMENTO

ENGRENAGENS

MANCAIS DE DESLIZAMENTO

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LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE ROLAMENTO


CUIDADOS ANTES DA LUBRIFICAÇÃO

LIMPEZA ADEQUADA NOS PINOS GRAXEIROS PARA EVITAR A ENTRADA DE
PARTÍCULAS ABRASIVAS QUE DANIFICAM O MANCAL.

DURANTE A LUBRIFICAÇÃO

EVITAR EXECESSO DE GRAXA.

QUANTIDADE DE GRAXA RECOMENDADA 1/3 A 2/3 DOS ESPAÇOS VAZIOS DO
ROLAMENTO.

RELUBRIFICAÇÃO

QUANTIDADE DE GRAXA EM GRAMAS DEVE SER APROXIMADAMENTE 0,05XD X
B

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LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE ROLAMENTO SELADO


RELUBRIFICAÇÃO

INSPEÇÃO

LIMPEZA

LUBRIFICAÇÃO

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LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE ROLAMENTO
BANHADO A ÓLEO


LUBRIFICAÇÃO

NIVEL MÁXIMO: ATÉ O CENTRO DO ROLAMENTO
INFERIOR

NÍVEL MÍNIMO: ATÉ QUE O ELEMENTO INFERIOR
FIQUE LIGEIRAMENTE IMERSO NO ÓLEO.

VERIFICAÇÃO NÍVEL

INTERVALO DE 8 HORAS E COMPLETADO SE
NECESSÁRIO.

TROCA DO ÓLEO

SEMESTRALMENTE

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ENSAIOS DE LABORATÓRIO

VISCOSIDADE

ÍNDICE DE VISCOSIDADE

PONTO DE FULGOR

PONTO DE FLUIDEZ

ÁGUA POR DESTILAÇÃO

ÁGUA E SEDIMENTOS POR CENTRIFUGAÇÃO

NÚMERO DE NEUTRALIZAÇÃO ( TAN e TBN)

DEMULSIBILIDADE

DILUIÇÃO

CONSISTÊNCIA

PONTO DE GOTA

ESPECTOMETRIA

INFRAVERMELHO

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LUBRIFICAÇÃO - CAIXA DE ENGRENAGEM


PARA VELOCIDADES PERIFÉRICAS INFERIOR A 180 m/s:

LUBRIFICAÇÃO POR BANHO DE ÓLEO.

LUBRIFICAÇÃO POR SALPICO

PARA VELOCIDADES PERIFÉRICAS SUPERIOR A 180 m/s:

LUBRIFICAÇÃO POR CIRCULAÇÃO

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LUBRIFICAÇÃO - CAIXA DE ENGRENAGEM


LUBRIFICAÇÃO POR BANHO DE ÓLEO

NÍVEL MÁXIMO: DEVE COBRIR O DENTE DA ENGRENAGEM.

CONFERÊNCIA DO NÍVEL: A CADA 8 HORAS.

TROCA DO ÓLEO : SEMESTRALMENTE

LUBRIFICAÇÃO POR CIRCULAÇÃO

POSSUEM FILTROS PARA AUMENTAR A VIDA DO ÓLEO.

CONFERÊNCIA DO ÓLEO: A CADA 8 HORAS.

TROCA DO ÓLEO: ANUALMENTELUBRIFICAÇÃO POR CIRCULAÇÃO

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LUBRIFICAÇÃO – ENGRENAGEM ABERTA


LUBRIFICAÇÃO A PINCEL OU ESPÁTULA.

CONFERÊNCIA DA PERMANÊNCIA DA PELÍCULA LUBRIFICANTE: SEMANAL
( TRABALHO NORMAL) OU 2 VEZES NA SEMANA ( TRABALHO PESADO)

RELUBRIFICAÇÃO : PERIÓDICA

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LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE DESLIZAMENTO


MANCAIS DE DESLIZAMENTO COM PINOS GRAXEIROS.

MANCAIS DE DESLIZAMENTO COM COPOS GRAXEIROS.

MANCAIS DE DESLIZAMENTO LUBRIFICADOS A ÓLEO.

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LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE DESLIZAMENTO COM
PINO GRAXEIRO


LUBRIFICAÇÃO DIÁRIA.

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LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE DESLIZAMENTO COM
COPO GRAXEIRO


LUBRIFICAÇÃO

ABASTECER DE GRAXA ATÉ SENTIR UMA RESISTÊNCIA AO GIRAR O PRESOR.

REMOVER O PRESOR E COMPLETAR DE GRAXA.

DIARIAMENTE DAR 1 A 2 VOLTAS NO PRESOR

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MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE
DESLIZAMENTO A ÓLEO


FURO DE ÓLEO – LUBRIFICAÇÃO DIÁRIA

PINO DE ÓLEO – LUBRIFICAÇÃO DIÁRIA

Abril/2018
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MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE
DESLIZAMENTO A ÓLEO


COPO COM AGULHA OU VARETA:
MANTÊ-LO CHEIO DE ÓLEO

COPO CONTA GOTAS: MANTÊ-LO
CHEIO DE ÓLEO

COPO COM MECHA: MANTÊ-LO
CHEIO DE ÓLEO

Abril/2018
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MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE
DESLIZAMENT O A ÓLEO


LUBRIFICAÇÃO POR ESTOPA

MANTER A ESTOPA EMBEBIDA DE ÓLEO

Abril/2018
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MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO – MANCAIS DE
DESLIZAMENTO A ÓLEO


LUBRIFICAÇÃO POR ANEL OU
COLAR

VERIFICAÇÃO DO NÍVEL:
SEMANALMENTE

TROCA DO ÓLEO: SEMESTRALMENTE

LUBRIFICAÇÃO POR CIRCULAÇÃO

VERIFICAÇÃO DO NÍVEL:
SEMANALMENTE

TROCA DO ÓLEO: ANUALMENTE

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