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Teoria dos Grupos e Anéis

6.1. Definição de Operações Binárias


Sendo E um conjunto, não vazio, toda aplicação (função) f: ExE → E recebe o nome de
operação binária sobre E. Notação: f(x , y) = x * y.

6.1.1. Propriedades de Operações Binárias


Seja * uma operação binária sobre um conjunto E.
a) Fechamento: Para quaisquer x e y  E tem-se x * y  E
b) Associativa: Para quaisquer x, y e z  E tem-se: x * (y * z) = (x * y) * z.
c) Comutativa: Para quaisquer x, y  E tem-se: x * y = y * x.
d) Elemento Neutro:
Existe, um elemento, e  E tal que, para todo x  E tem-se x * e = e *x = x.
e) Elementos Simetrizáveis:
x'  E, é chamado simétrico de x se x * x' = x' * x = e (elemento neutro).
f) Elementos Regulares:
a * x  a * y  x  y
a  E, é um elemento regular se:   x, y  E.
x *a  y*a  x  y

6.1.3. Exercícios Propostos


1) Considere as tabelas abaixo e, responda:
* 1 2 * 1 2 * 1 2 * 1 2 * 1 2
1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 2 1 2 1
2 1 2 2 2 2 2 1 1 2 2 2 2 1 2

TABELA 1 TABELA 2 TABELA 3 TABELA 4 TABELA 5


a) Quais das tabelas acima, de operação binária (*) no conjunto {1, 2}, são comutativas? Justifique
a sua resposta.
b) Responda: “a tabela 5 é associativa?”. Justifique a sua resposta.
c) Preencha a tabela:
TABELA 1 TABELA 5
Elemento neutro
Simétrico de 1
Simétrico de 2

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2) Considere a operação * definida sobre o conjunto R* x R , onde:
(a, b) e (c,d)  R* x R, (a,b) * (c,d) = (ac, ad + b). Verifique as propriedades: comutativa,
associativa, elemento neutro e elemento simétrico.

6.2. Grupos

6.2.1.Definições e aplicações
Sejam G, um conjunto, não vazio, e * uma operação binária sobre G. Dizemos que G é um
grupo em relação à operação *, e denotamos por (G,*) se, e somente se:
i) a * (b * c) = (a * b) * c  a, b e c  G;
ii) Existe e  G tal que a * e = e * a = a  a  G;
iii) Todo elemento de G é simetrizável em relação a operação *, isto é:
 a  G,  a'  G tal que a * a' = a' * a = e (elemento neutro)

Exemplo: Mostre que (a, b) * (c, d) = (a+c, b+d) é um grupo.

6.2.2.Grupos Comutativos ou Abelianos


Dizemos que um grupo (G,*) é abeliano ou comutativo se, e somente se,
a * b = b * a  a, b  G.

Exemplo: Prove que: M2x2(IR) é um grupo abeliano.

6.2.3. Subgrupos
Seja (G, ∆) um grupo. Dizemos que um subconjunto não vazio H, H  G, é um subgrupo de
G se, somente se:
I)  a, b  H  a ∆ b  H (isto é, H é fechado para a lei de composição interna de G);
II) (H, ∆) também é um grupo (a lei de composição é a mesma de G, só que restrita a H).

OBS: A propriedade associativa é válida para todo, os elementos de G; em particular, é válido aos
elementos de H ; pois , H  G.

TEOREMA:
Seja (G, ∆) um grupo e H um subconjunto não vazio de G. H é um subgrupo de G se,
somente se:

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I)  a, b  G; se a, b  H  a ∆ b  H
II)  a  G; se a  H  a’  H

6.2.4. Exercícios Propostos


1) Responda as perguntas abaixo, justificando sua resposta.
a) “Diz-se que um conjunto A munido da operação binária * é um grupóide relativamente à
operação *, e, representa-se o grupóide por: (A, *). ” Responda: os pares ordenados (N, -) e
(N, .) são grupóides? Por quê?
b) Se considerarmos o conjunto A = {a, b, c} munido da operação *, definida pela tabela abaixo:
* a b c
A a c b
B c b a
C b a c
responda e justifique: (A, *) é um semigrupo?
c) O que você pode afirmar em relação às estruturas (N, +) e (N, .)? Especifique os respectivos
elementos neutros.
d) Determine o elemento simétrico de um elemento qualquer de (Z, +) e (Q, .).
2) Considere a operação * definida sobre o conjunto R* x R , onde:
(a, b) e (c,d)  R* x R, (a,b) * (c,d) = (ac, ad + b)
a) A estrutura (R* x R, *) é um grupo? É uma estrutura abeliana? Justifique sua resposta.
b) Caso a operação * fosse definida sobre o conjunto Z x Z, a estrutura (Z x Z, *) seria um
grupo? Justifique sua resposta.
3) Considere o conjunto dos números reais r munido da operação * definida por:
x * y = x + y - 3. Mostre que (IR , *) é um grupo abeliano.
4) Verifique se z x z é grupo em relação a alguma das seguintes leis:
a) Soma Direta - :  (a,b) e (c,d)  z x z, (a,b)  (c,d) = (a + c, b +d)
b) Produto Direto - :  (a,b) e (c,d)  z x z, (a,b)  (c,d) = (ac, bd)
c) (a, b) * (c, d) = (ac – bd, ad + bc)
d) (a, b) * (c, d) = (ac, ad + bc)
5) Sejam A um conjunto não vazio e IRA o conjunto das aplicações de A em IR. Definimos uma
“adição” e uma “multiplicação” em IRA assim:
 f, g  IRA : (f + g) (x) = f (x) + g (x),  x  A
(f . g) (x) = f (x) . g (x),  x  A
a) Mostre que (IRA, +) é grupo. b) Verifique se (IRA, . ) é grupo.

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6) Mostre que só há um modelo de tábua para grupos de ordem 3.
7) Se G = { e, a , b, c} é um grupo em relação à tabela abaixo, complete-a.
* e a b C
E e a b C
A a
B b c
C c e a
8) Construir a tábua de um grupo G = {e, a, b, c, d, f}, de ordem 6, sabendo que :
I) G é abeliano; IV) a∆d=b∆c =f
II) O neutro é e; V) a∆c=b∆b =d
III) a∆f=b∆d =e VI) c∆d=a
9) O conjunto G = {e, a, b, c, d, f} tem uma estrutura de grupo em relação à tabela abaixo:
* e a b c d f
e e a b c d f
a a b e f c d
b b e a d f c
c c d f e a b
d d f c b e a
f f c d a b e
a) Seja H1 = {e, c}. Verifique se H1 é subgrupo de G.
b) Seja H2 = {e, a, f}. Verifique se H2 é subgrupo de G.
10) Verifique se H = 2z = {0, 2, 4, ...} é subgrupo de (z, +).
11) Mostre que H = 3z = {3k | k  z} é subgrupo do grupo aditivo z.
12) Provar que se H1 e H2 são subgrupos de um grupo G, então H1  H2 é um subgrupo de G.

6.2.5. Propriedades de um Grupo


a) O elemento neutro de (G, *) é único
b) Existe um único elemento simétrico para cada elemento a  G
c) Se a, b  G  (a * b)’ = b’ * a’
d) Se a  G  (a’)’ = a
e) Se a, b  G então a equação a * x = b, onde x é uma variável em G. A equação admite
uma única solução no conjunto G.
f) Seja (G, *) um grupo. Em particular, vale a lei do cancelamento:
a * b = a* c  b=c
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Exercício Proposto: Provar as propriedades de grupo.

6.3. Morfismos: Semigrupos e Grupos

6.3.1.Homomorfismo de Grupo
Dados dois grupos (G, ∆) e (J, *), dizemos que uma aplicação f : G → J é um
homomorfismo de G em J se, e somente se:  a, b  G; f(a ∆ b) = f(a) * f(b) , isto é, f é compatível
com as leis de G e J.

Exemplos:
1) Seja f : (IR, + ) → (IR*, . ) e f (x) = 2x .
 a, b  IR ; f(a + b) = 2a+b = 2 a . 2b = f(a) . f(b)
Portanto, f é um homomorfismo de (IR, + ) em (IR *, . ).

2) Seja f : (z, + ) → (z, + ) e f (x) = 2x .


 a, b  z ; f(a + b) = 2(a+b) = 2 a + 2 b = f(a) + f(b)
Portanto, f é um homomorfismo de (z, + ) em (z, + ).

TEOREMA: Sejam (G, *), (J, *) e (L, *) grupos de f : G → J e g : J → L homomorfismos. Então


a aplicação gof : G → L é, também, um homomorfismo.
Demonstração:
 a, b  G ; gof(a * b) = g(f(a * b)).
A função f é um homomorfismo então g(f(a * b)) = g(f(a) * f(b)). A função g é um
homomorfismo então g(f(a) * f(b)) = gof(a) * gof(b). Portanto, gof é um homomorfismo.

Núcleo de um Homomorfismo
Sejam (G, ∆) e (J, *), grupos e a função f : G → J um homomorfismo. Chama-se núcleo de
f e denota-se por N(f) ou Ker(f) o seguinte subconjunto de G :
N(f) = {x  G | f(x) = u } ,
onde ‘u’ indica o elemento neutro de J.

Exemplo: Seja f : (IR, + ) → (IR*, . ) e f (x) = 2 x .um homomorfismo. O núcleo do


homomorfismo é: N(f) = { x  IR | 2 x = 1 } = { 0 }.

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6.3.2. Monomorfismo de Grupos
Dados dois grupos (G, ∆) e (J, *). Uma aplicação f : G → J é um monomorfismo do grupo
G em J se, somente se :
a) f é injetora;
b) f é um homomorfismo de grupo.

6.3.3. Isomorfismo de Grupos


Dados dois grupos (G, ∆) e (J, *). Uma aplicação f : G → J é um isomorfismo do grupo G
em J se, somente se :
a) f é bijetora;
b) f é um homomorfismo de grupo.

6.4. Exercícios Propostos


1) Seja f : (z, +) → (C*, .), dada por f (m) = im, m  z.
a) mostre que f é um homomorfismo
b) dê o núcleo de f
c) verifique se f é um monomorfismo
2) Seja f : (IR *+, +) → (IR , +), dada por f (x) = log (x), x  r*+.
a) mostre que f é um homomorfismo
b) dê o núcleo de f
c) verifique se f é um monomorfismo
d) verifique se f é um isomorfismo
3) Seja f : (C*, .) → (IR *+, .), dada por f (z) = | z | , z  C*.
a) mostre que f é um homomorfismo
b) dê o núcleo de f
c) verifique se f é sobrejetora
d) verifique se f é um isomorfismo
4) Prove as seguintes afirmações: (Livro de Álgebra - Gelson Iezzi)
a) Se f é um isomorfismo do grupo (G, *) no grupo (J, ∆), então f -1 é um isomorfismo
de (J, ∆) em (G, *).
b) Sejam (G, *) , (J, *) e (L, *) grupos de f : G → J e g : J → L. Se f e g são
monomorfismos, então gof : G → L também o é.
c) Sejam (G, *) , (J, *) e (L, *) grupos de f : G → J e g : J → L. Se f e g são isomorfismos,
então o mesmo ocorre com gof .

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5) Verificar em cada caso, se f é um homomorfismo. Caso afirmativo, determine o núcleo e
verifique se é um isomorfismo.
a) f : (z, +) → (z, +), dada por f (x) = kx, onde k é um inteiro dado
b) f : (IR *, .) → (IR *, .), dada por f (x) = | x | , x  IR *.
c) f : (IR, +) → (IR, +), dada por f (x) = x + 1
d) f : (z, +) → (zxz, +), dada por f (x) = (x, 0)
e) f : (zxz, +) → (z, +), dada por f (x, y) = x
f) f : (z, +) → (2z = {0, 2, 4, ...}, +), dada por f (x) = 2x
6) a) Seja a  IR +, com a = 1. Mostre que G = { am / m  z} é um subgrupo de (IR +, .).
b) Mostre que f : (z, +) → (G, .), dada por f (m) = am é um isomorfismo.

7. Anéis

7.1. Definições e Aplicações

Seja A um conjunto, não vazio, dizemos que (A, +, .) é um anel se:

i) O conjunto A é abeliano em ralação à adição, isto é:


a) a + (b + c) = (a + b) + c  a, b, c  A;
b) a + b = b + a  a, b  A;
c) Existe e  G tal que a + e = e + a = a  a  A;
d) Todo elemento de A é simetrizável em relação a operação +, isto é:
 a  A,  a'  A tal que a + a' = a' + a = e (elemento neutro)
ii) A multiplicação (.) é associativa, isto é:
a . (b . c) = (a . b) . c  a, b, c  A;
iii) A multiplicação (.) é distributiva em relação a adição (+), isto é:
a . (b + c) = a . b + a . c  a, b, c  A;
(b + c) . a = b . a + c . a

Exemplos
1) Mostre que (Z, +, .) é um anel.
2) Mostre que (2Z, +, .) é o anel dos inteiros pares.
3) Mostre que A = {f | f: Z → Z} é um anel. Dados:
(f  g) : Z  Z tq (f  g)(x)  f(x)  g(x)

 (f . g) : Z  Z tq (f . g)(x)  f(x) . g(x)

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7.2. Anel Unitário
Se num anel (A, +, .), for satisfeita a condição de (A, .) ser um monóide dizemos, então, que
A é um anel unitário ou um anel com unidade. O símbolo 1 A é chamado unidade do anel.

Exemplo: (Z, +, .) é um anel unitário, cuja unidade é 1.

7.3. Anel Comutativo


Se num anel (A, +, .), for satisfeita a condição de (A, .) ser um semigrupo comutativo
dizemos, então, que A é um anel comutativo.

7.4. Propriedades de um Anel


Consideremos um anel (A, +, .):
a) Quanto a adição, A é um grupo abeliano, então:
a1) o zero do anel é único
a2) Para cada a  A existe um único simétrico aditivo:
a3) Dados b1, b 2, b 3, . . ., b n  A tem-se:
-( b1 + b2 + b3 +, . . ., + bn) = (-b1) + (-b2) + (-b3) +, . . ., + (-b n)
a4) Para todo a  A tem-se -(-a) = a
a5) Para todo a, x e y  A tem-se: a + x = a + y  x = y.
a6) O conjunto solução da equação a + x = b, com a e b  A é: (-a) + b

b) Para todo a  A  a . 0 = 0 . a = 0
c) Para todo a e b  A tem-se: a . (-b) = (-a) . b = -(a . b)

7.5. Homomorfismo de Anel


Sejam (A, +, .) e (B, *, ∆) dois anéis. Uma aplicação f: A → B é chamada homomorfismo de
A em B se as seguintes condições se verificam:
i) Para todo x e y  A tem-se: f(x + y) = f(x) * f(y);
ii) Para todo x e y  A tem-se: f(x . y) = f(x) ∆ f(y).

Obs.: Como (A, +) e (B, *) são grupos, a função f é, em particular, um homomorfismo de grupo.

Núcleo de um Homomorfismo
Dado f : (A, *, ∆) → (B, *, ∆) um homomorfismo. Indicaremos por N(f) e chamaremos de
núcleo de f o seguinte subconjunto de A:

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N(f) = {x  A | f(x) = u } ,
onde ‘u’ indica o zero do anel B.

7.6. Isomorfismo de Anel


Sejam A e B dois anéis. Uma aplicação f: A→ B é chamada isomorfismo de A em B se:
i) f é bijetora;
ii) f é um homomorfismo de anéis.

7.7. Exercícios Propostos


1) Mostrar que (ZxZ,*, ∆) é um anel com unidade e comutativo. Considere as operações * e ∆ em
ZxZ, definidas por:
(a,b) * (c,d) = (a+c, b+d) e (a,b) ∆ (c,d) = (ac - bd, ad + bc)
2) Verifique se (Z,*, ∆) é um anel. Considere as operações * e ∆ em Z, definidas por:
a*b=a+b+1 e a ∆ b = a + ab
3) Prove que são anéis. Verifique se são comutativos? Quais têm unidade? Determinar a unidade no
caso de existir.
a) (Z,+, ∆) - o conjunto Z dotado das leis adição usual e da operação ∆ assim definida:
a ∆ b = 0 ;  a, b  z.
b) (ZxZ, *, ∆) - considere as operações * e ∆ em ZxZ, definidas por:
(a,b) * (c,d) = (a+c, b+d) e (a,b) ∆ (c,d) = (ac, ad + bc)
c) (Q,*, ∆) - considere as operações * e ∆ em Q, definidas por:
a*b=a+b-1 e a ∆ b = a + b - ab . Ache os elementos inversíveis de Q.
4) Sabe-se que A = {a, b, c, d} e (A, +, .) é um anel em que os elementos neutros das operações + e
. são, respectivamente, a e b. Conhecendo-se os compostos b + b = a, c + c = a, c.d = a, construir as
tábuas das duas operações.
5) Considere as operações * e ∆ em Z definidas por: x * y = x + ay - 2 e x ∆ y = xy + bx + cy + d,
onde a, b, c , d são números inteiros dados. Determinar a, b, c , d de modo que (Z,*, ∆) seja um anel.
Para os valores obtidos de a, b, c , d, (Z,*, ∆) é um anel comutativo com unidade?
6) Considere os seguintes anéis: (R, +, .) e (R, *, ∆), sendo:
a*b=a+b+1 e a ∆ b = a + b + ab. Mostre que f: (R, +, .) → (R, *, ∆) dado por f (x) = x - 1,
x  R é um isomorfismo. Defina o isomorfismo inverso.
7) Verificar em cada caso, se f é um homomorfismo de anel em anel. Caso afirmativo, determine o
núcleo e verifique se é um isomorfismo.
a) f : (z, +, .) → (z, +, .), dada por f (x) = x + 1
b) f : (z, +, .) → (z, +, .), dada por f (x) = 2x
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c) f : (z, +, .) → (ZxZ, +, .), dada por f (x) = (x, 0), x  z.
d) f : (zxz, +, .) → (z, +, .), dada por f (x, y) = x,  (x,y)  zxz.
e) f : (zxz, +, .) → (zxz, +, .), dada por f (x, y) = (y, x),  (x,y)  zxz.
f) f : (C, +, .) → (C, +, .), dada por f (a + bi) = a - bi
g) f : (zxz, +, .) → (zxz, +, .), dada por f (x, y) = (0, y),  (x,y)  zxz.
h) f : (zxz, +, .) → (z, +, .), dada por f (x, y) = y,  (x,y)  zxz.
i) f : (z, +, .) → (ZxZ, +, .), dada por f (x) = (2x, 0), x  z.
j) f : (z, +, .) → (ZxZ, +, .), dada por f (x) = (0, x), x  z.
k) f : (zxz, +, .) → (zxz, +, .), dada por f (x, y) = (-y, -x),  (x,y)  zxz.
Obs.: Considere:
Produto Direto (.):  (a,b) e (c,d)  Z x z, (a,b) . (c,d) = (a . c, b .d)
Soma Direta (+):  (a,b) e (c,d)  Z x z, (a,b) + (c,d) = (a + c, b +d)
8) Seja f : zxz → zxz dada por f (x, y) = (mx+ny, px+qy). Calcular m, n, p, q de modo que f seja
um homomorfismo do anel zxz nele mesmo;

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