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F.C - Avaliação de P.C.

A JRL
Riscos Ambientais Programa de Conservação Auditiva CONSTRUCOES
Cliente JRL CONSTRUCOES LTDA Doc. -001 PG.01 de 16

P.C.A
PROGRAMA DE CONCERVAÇÃO
AUDITIVA.

EMPRESA: JRL CONSTRUÇÕES -


LTDA
Portaria n° 24 de 29/12/1994
DOU .30/12/94 e 15/02/95

Obra : Instalação e manutenção elétrica -


Instalações hidráulicas, sanitárias e de gás -
Impermeabilização em obras de engenharia civil -
Serviços de pintura de edifícios em geral - Outras obras
de acabamento da construção - Aplicação de
revestimentos e de resinas em interiores e exteriores.

Maio - de 2018/2019
F.C - Avaliação de JRL
P.C.A
Riscos Ambientais CONSTRUCOES
Cliente JRL CONSTRUCOES LTDA Setor- SMS NR - 9
Programa Programa de Conservação Auditiva Doc.01 PG 02de 16

Identificação da Empresa
Empresa - Contratada
RAZÃO SOCIAL: JRL CONSTRUCOES LTDA
ENDEREÇO: R Luiza Viana - 104 Bairro Novo Rio Das Ostras
CIDADE Rio Das Ostras Estado R.J
CEP: 28.893-470
FONE: (22) 9853-0601
CNPJ: 23.392.270/0001-90
INSCR. ESTADUAL: 11.032.230
C.N. A.E: principal 41.20-4-00 - Construção de edifícios Grau de Risco 03
C.N. A.E 43.21-5-00 - Instalação e manutenção elétrica Grau de Risco 02
C.N. A.E 43.22-3-01 - Instalações hidráulicas, sanitárias e de gás Grau de Risco 03
Nº FUNCIONÁRIOS: 06
HORÁRIO DE 07h3 HS as 16:06 hs de Segunda a Sexta aos Sábados - 07:30 as 14:30. Com
TRABALHO: uma 01 Hs de Almoço. Hora extra de Acordo com administração.

Empresa – Contratante
RAZÃO SOCIAL: BRK AMBIENTAL - RIO DAS OSTRAS S/A
ENDEREÇO: Duque De Caxias - 443 Bairro Chacara Marilea
CIDADE Rio Das Ostras Estado R.J
CEP: 28.896-095
FONE: 21) 3550-9150
CNPJ: 08.774.784/0001-17
C.N. A.E: principal 37.01-1-00 - Gestão de redes de esgoto Grau de Risco 03

Identificação da empresa Responsável pela elaboração do PPRA


Razão Social VH GOMES DA SILVEIRA AVALIAÇÃO DE RISCOS
CNPJ 21.761.976/0001 – 57
Contato (22)999290924
Atividades Ec. Principal Serviço de perícia téc. relacionada à segurança do trabalho
Endereço Rua: Dona Avani s/n- Silva Jardim
CEP 28820-000
Empresa responsável pela VH GOMES DA SILVEIRA AVALIAÇÃO DE RISCOS
elaboração do P.C.A
Medico coordenador Dr. Dalmo de Oliveira Marinho CRM - 5254762/0
Do Programa
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Cliente JRL CONSTRUCOES LTDA Doc. -001 PG.03 de 16

✓ PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA - PCA


1. OBJETIVO
O objetivo deste programa é assegurar a todos os trabalhadores da JRL CONSTRUCOES
LTDA a proteção contra riscos auditivos pelo uso correto de protetores auriculares
. O Documento-base será a parte inicial do Programa de Conservação Auditiva. Ele irá agrupar
todas as informações constantes deste documento e deve conter a política da empresa referente à
proteção auditiva em particular e à saúde do trabalhador no geral; deve definir as
responsabilidades de cada pessoa envolvida no PCA; deve enumerar os procedimentos escritos
que são partes do PCA (Monitoramento da exposição, testes audiométricos, seleção dos protetores
auditivos, uso, higienização, guarda e manutenção, treinamentos dos envolvidos) e por último,
deve ser avaliado e conter um plano de ação para implementação ou melhorias no sistema.
2. RESPONSABILIDADE
O Administrador do Programa na empresa é o Médico do trabalho Esta autoridade inclui a
contratação de pessoal e aquisição de equipamentos necessários para implantar e operar este
programa adequadamente, mediante a aprovação da gerência de Manufatura.
O Administrador do programa desenvolverá instruções escritas detalhadas, cobrindo cada um dos
elementos básicos deste programa, e é a única pessoa autorizada a fazer alterações ou aditamentos.
3. ITENS DO PROGRAMA
1) O Administrador do programa desenvolverá um procedimento padrão que orientará a seleção
e uso dos protetores auriculares, usado como base as normas nacionais vigentes e nos padrões da
JRL CONSTRUCOES LTDA e na falta destas, poderá guiar-se por regulamentações e
normas usadas em países reconhecidamente industrializados. Poderá fazer uso de consultorias
externas, serviços de assistência de fornecedores e autoridades que serão consultadas em casos de
qualquer dúvida sobre a adequada seleção de respiradores. Tais procedimentos serão incluídos
detalhadamente como apêndice deste Programa. Somente o Administrador do Programa poderá
fazer alterações ou aditamentos.
2) Os protetores auriculares serão selecionados tendo como base os riscos aos quais os
trabalhadores estarão expostos. Todas as escolhas serão feitas pelo Administrador do Programa.
Somente serão adotados protetores que tenham CA – Certificado de Aprovação emitido pela
SSMT (Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho) dentro da validade.
3) Os trabalhadores e respectivos coordenadores serão treinados e instruídos quanto ao uso
adequado dos protetores e suas licitações. O treinamento dará ao trabalhador a oportunidade de
colocar o equipamento, ajusta-lo convenientemente, testar sua vedação no canal auditivo. Cada
usuário de protetor auricular receberá instruções sobre o ajuste e vedação, incluindo
demonstrações de como na prática o protetor deve ser usado, como deve ser ajustado e como saber
se ele está protegendo adequadamente.
4) O protetor auricular será de uso exclusivo de cada colaborador.
5) Os protetores auriculares serão regularmente limpos.
6) Os protetores que são usados rotineiramente, serão inspecionados durante a limpeza. Quando
gastos ou deteriorados devem ser substituídos.
7) Será mantido um monitoramento apropriado das condições das áreas de trabalho e o grau de
exposição aos riscos a que são submetidos os colaboradores.
8) Haverão inspeções frequentes em todas as áreas em que os protetores são usados, para certificar
que todas as determinações do Programa de Proteção Auditiva estão sendo cumpridas, estas
inspeções estarão incluídas nas inspeções de condições físicas planejadas que ocorrem a cada três
meses.
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➢ PADRÃO PARA SELEÇÃO E USO DE PROTETORES AURICULARES


➢ ÁREAS E PROCESSOS DE FABRICAÇÃO QUE NECESSITAM DE PROTEÇÃO AUDITIVA
Empresa:
Administrador do PCA:
Cargo/ Função: Pedreiro Servente - encanador - Pintor
Área Funções Atividades Tipo de protetor
. Montagem de andaimes, plataforma e escadas de acesso
- Mobilização e Desmobilização
- Limpeza com hidrojateamento e/ou ar comprimido
- Recomposição de estruturas de com Concreto Projetado
- Corte de concreto até 5cm de espessura
- Utilização de maquinas para corte abrasivas
B Bombas presente no local em funcionamento
Pedreiro-
Quando da entrada em Quando da entrada em Somente Protetor
Restauração Servente -
setores produtivos e em atividades com exposição auricular de inserção
da ETE Pintor -
a ruídos > 80,0 dB(A) e tipo concha
encanador

Visitantes,
Protetor auricular de
Áreas Clientes, Quando da entrada em qualquer área de execução da
inserção ou tipo
Produtivas fornecedores atividade
concha
Fiscalização

✓ Efeitos do Ruído à saúde do exposto


O ruído é um fator de risco presente em várias atividades humanas, fazendo parte do cotidiano da comunidade, no
ambiente doméstico e também na maioria dos processos de trabalho. Sem dúvida alguma, a perda auditiva ou
diminuição da acuidade auditiva é a conseqüência mais imediata causada pela exposição excessiva ao ruído e este
risco da lesão auditiva aumenta com o nível de pressão sonora e com a duração da exposição, mas depende também
das características do ruído e da suscetibilidade individual. Mas, os efeitos do ruído não se limitam a isso.
A exposição em excesso ao ruído pode acarretar outros problemas de saúde ou piorá-los, além de impactos na
qualidade de vida do indivíduo exposto. Por exemplo, aumento da pressão sanguínea, provocar ansiedade,
perturbar a comunicação, provocar irritação, fadiga, diminuir o rendimento do trabalho, etc... Entre os danos no
aparelho auditivo que a exposição a níveis excessivos de ruído pode causar, citamos a Perda Auditiva Induzida
pelo Ruído (PAIR), oTrauma Acústico e o “Temporary Treshold Shift” (TTS) ou Mudança Temporária do Limiar
Auditivo.
PAIR – perda permanente Em ambiente ocupacional, também denominada por Disacusia, Hipoacusia ou
Surdez Ocupacional, é causada pela exposição prolongada a níveis elevados de ruído. A perda auditiva induzida
pelo ruído é indolor, gradual e seus sinais são quase imperceptíveis (zumbidos no ouvido durante ou após a
exposição a níveis altos de ruído, dificuldade de manter uma conversação normal, sensação dos sons estarem
abafados). Com a destruição das células ciliadas da cóclea, a orelha interna perde a capacidade de transformar as
ondas sonoras em impulsos nervosos e, consequentemente, é o fim da audição. Infelizmente, não se conhece ainda
a cura para células ciliadas destruídas. 3.4.2 Trauma Acústico É conceituado como uma perda auditiva súbita,
causa por uma única exposição a níveis de ruído muito altos. Em geral, acompanha-se de zumbido imediato,
podendo acontecer rompimento do tímpano, hemorragia ou danos na cadeia ossicular.
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✓ Mudança Temporária do Limiar Auditivo

A perda auditiva temporária é um efeito em curto prazo de uma mudança temporária do limiar auditivo
e depende da suscetibilidade individual, tempo de exposição, intensidade e frequência do ruído. A
audição volta ao normal após algum tempo longe do ruído ou após o chamado repouso acústico. O
zumbido, após a exposição a um ruído alto pode ser sinal de perda temporária.

✓ Fatores para a Perda da Audição

Existem diversos fatores que podem levar à perda na audição, além da PAIR ocupacional. No ambiente
de trabalho, as diversas combinações entre agentes físicos agressivos e agentes químicos facilmente
encontrados, tornam-se riscos à saúde dos expostos. Por esse motivo, as Perdas Auditivas Ocupacionais
não devem ser restritas a Perda Auditiva Induzida por Ruído, pois podem ocorrer casos de perdas
auditivas ocupacionais e não ocupacionais sem que haja, necessariamente, exposições ao ruído. Outros
fatores, além da PAIR ocupacional, que podem levar à perda auditiva: Exposição durante lazer ou
segundo ofício: diversas ocupações e atividades, pela natureza do trabalho, acabam por expor indivíduos
a níveis excessivos de ruído, tais como: prática de tiro ao alvo, música alta, marcenaria doméstica, etc.
Presbiacusia, que é a perda auditiva ocasionada por envelhecimento do sistema auditivo. Causas
patológicas, como rubéola, meningite, infecções do aparelho auditivo. Surdez hereditária Trauma na
cabeça Drogas Ototóxicas: existem casos de problemas auditivos relacionados ao consumo de
medicamentos, como por exemplo, certos antibióticos, anti-depressivos, etc... Agentes Químicos
Ototóxicos, que por si só ou quando combinados ao ruído, podem causar danos à audição. Este último
fator merece destaque
✓ Agentes Químicos e Perdas na Audição
“Exposição a certos agentes químicos também podem resultar em perda auditiva. Em situações nas quais
pode haver exposições simultâneas à ruído e n-butanol, monóxido de carbono, chumbo, manganês,
estireno, tolueno ou xileno, recomenda-se a realização de audiomentrias periódicas, que devem ser
cuidadosamente revisadas. Outras substâncias sob estudos acerca de efeitos ototóxicos são: arsênico,
dissulfeto de carbono, mercúrio e tricloroetileno.” (alteração pretendida no livreto de TLVÒ da ACGIH-
tradução da ABHO – 2002) Pode-se dizer que um dos mais importantes e complexos desafios na área
de saúde ocupacional é o estudo sobre os efeitos das exposições simultâneas. Fica evidente a necessidade
de mais estudos nesta área, quando analisamos o número de trabalhadores expostos ao ruído e a
quantidade de agentes químicos potencialmente tóxicos encontrados No local de trabalho.
✓ Caracterização da PAIR
As perdas auditivas induzidas pelo ruído são sempre do tipo neuro-sensorial, geralmente bilaterais e
simétricas, iniciando nas freqüências de 4000, 6000 ou 3000 Hz, com uma perda mais acentuada nessas
freqüências do que nas freqüências de 500, 1000 ou 2000 Hz. Geralmente a maior perda é na faixa de
4000 Hz. As freqüências mais altas e mais baixas que 4000 e 6000 levam mais tempo para serem
afetadas. Iniciam-se nos primeiros anos de exposição e atingem um limiar máximo de 10 a 15 anos de
exposição. Geralmente não progridem significativamente depois de cessada as exposições.
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✓ ASPECTOS LEGAIS
Devido ao desconhecimento do número real de trabalhadores expostos e ao subregistro ou mesmo não-
notificação dos casos, os dados disponíveis sobre os acidentes de trabalho, em particular dos traumas
acústicos e das doenças profissionais relacionadas a PAIR, nas estatísticas oficiais, não permitem
mensurar o impacto do que representa a exposição ocupacional ao ruído em epidemiologia ocupacional,
mas existem registros indicando que no Brasil, a surdez é a segunda maior causa de doença profissional.
4.1 Ministério Do Trabalho e Emprego NR- 7 - Portaria n.° 19, de 9 de Abril de 1998: Instrui sobre os
parâmetros de monitorização da exposição ocupacional ao risco de exposição a pressão sonora elevada.
O critério de aptidão é dado pelo médico coordenador do P.C.M.S.O. e não deve ter caráter
discriminatório. Além do audiograma, deve ser levado em consideração a anamnese, idade, exame
otoscópico, a demanda auditiva na função. exposição não ocupacional, capacitação profissional e o
P.C.A. da empresa. Também instrui que o funcionário deve ser enquadrado no relatório anual do
P.C.M.S.O. NR-9 - Norma Regulamentadora No. 9 da SSMTb (que disciplina sobre as ações do PPRA):
estabelece como condição fundamental no controle dos processos de trabalho em que há produção de
ruído, o monitoramento regular das fontes de emissão e a adoção de equipamentos de proteção coletiva
- EPC, como enclausuramento ou abafamento e de proteção individual - EPI, os denominados
“protetores auditivos”. O planejamento de Programas de Prevenção da Perda Auditiva Induzida pelo
Ruído impõe-se como principal medida de preservação da capacidade auditiva e de prevenção de outros
agravos à saúde da força de trabalho, decorrentes das PAIR, especialmente o risco a que estão expostos
estes trabalhadores a acidentes do trabalho, pela redução do seu campo de percepção neuro-sensorial.
NHO-01 – Normas de Higiene Ocupacional da Fundacentro: avaliação da Exposição Ocupacional ao
ruído
O Decreto presidencial 4.882, de 18/11/03, assinado pelo presidente da República, que altera
dispositivos do Regulamento da Previdência Social, transforma em referência oficial as Normas de
Higiene Ocupacional, elaboradas e editadas pela Fundacentro. Portaria n.º 48, de 25 de março de 2003
do Ministério do Trabalho “Estabelece normas técnicas de ensaios aplicáveis aos Equipamentos de
Proteção Individual com o respectivo enquadramento no Anexo I da
NR 06.” NR6- Vida útil:
✓ Cabe ao empregador quanto ao EPI :
a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade; (206.005-1 /I3)
b) exigir seu uso; (206.006-0 /I3)
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança
e saúde no trabalho; (206.007-8/I3)
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; (206.008-6 /I3)
e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; (206.009-4 /I3)
f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e, (206.010-8 /I1)
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. (206.011-6 /I1)
✓ Cabe ao empregado quanto ao EPI :
a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
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✓ Treinamento
Todos os trabalhadores de áreas ou atividades que requerem o uso de protetores auditivos deverão
ser instruídos sobre suas responsabilidades no PCA. Eles devem ser treinados sobre a necessidade,
uso, limitações e cuidados com os protetores. O conteúdo específico do treinamento deverá ser
provido por instrutor habilitado e com formação mínima de Técnico de Segurança do Trabalho.
O conteúdo mínimo deve estar descrito neste procedimento. Devem ser estipuladas as datas para
os retreinamentos, num intervalo de no máximo 12 meses. Os registros deste treinamento deverão
ser arquivados pelo administrador do programa.

2. Pessoa que irá inspecionar e distribuir o protetor auricular


O Coordenador será a pessoa responsável pela inspeção e distribuição dos protetores auriculares,
o qual receberá treinamento adequado a fim de se garantir que o trabalhador receba o protetor
adequado para a tarefa, definido pelos Procedimentos Operacionais escritos.
3. Usuário do protetor auricular
Para garantir o uso correto do protetor auricular, todo usuário também irá receber um treinamento,
abordando os itens constantes em procedimento.
4. Monitoramento
Periodicamente serão realizadas dosimetrias das atividades dos colaboradores expostos por grupo
de exposição. O monitoramento ficará a cargo do Deptº. de Segurança.
4.1 Aparelhos Utilizados:
Medidor de nível de pressão sonora marca Decibelímetro Digital Instruthem - modelo DEC -
420 Calibrado e operado no circuito de compensação “A” e circuito de resposta lenta para medir
ruído contínuo ou intermitente.
4.2 Processos para Avaliação:
As medições serão realizadas em todas as atividades de trabalho. Será registrada a dose de
exposição ao ruído onde o funcionário permanecer durante toda a sua jornada de trabalho. As
doses serão registradas pelo equipamento e geradas um relatório com todos os dados obtidos.
OBS IMPORTANTES - As avaliações serão realizadas logo o início das atividades
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PROCEDIMENTOS
1. Objetivo
Garantir o uso correto de Equipamentos de Proteção Auditiva.
2. Âmbito
É aplicável ao Técnico de Segurança do Trabalho e responsáveis pelos treinamentos aos usuários de
Proteção auditiva.
3. Descrição das atividades
Ministrar o treinamento em grupo ou individualmente conforme segue:
Em grupo quando se tratar de reciclagem, e ocorrerá a cada 12 (doze ) meses:
Individualmente quando se tratar de processo admissional;
Obedecer à carga horária de 01 (uma) hora, estabelecidas conforme conteúdo constante no item 3.6;
Realizar os trabalhos em salas de treinamento providas de equipamentos, tais como, projetor
multimídia, aparelho reprodutor de DVD, quadro para anotações e demais materiais necessários;
Efetuar a convocação com antecedência mínima de 03 (três) dias com conhecimento das respectivas
gerências;
Passar listagem para assinatura que irá permitir a constatação da presença do usuário ao treinamento.
Obedecer ao conteúdo mínimo estabelecido para treinamento da coordenação e usuário do protetor
auricular conforme segue:
Conhecimentos básicos sobre práticas de Proteção Auditiva; Natureza e extensão dos riscos auditivas
a que as pessoas que estão sob sua coordenação poderão ficar expostas;
Reconhecimento e resolução dos problemas que ocorrem com os usuários de proteção auditiva;
Princípios e critérios de seleção de protetores usados pelas pessoas que estão sob sua coordenação;
Treinamento para usuários de protetores auriculares;
Monitoramento do uso de protetores auriculares;
Manutenção e guarda dos protetores: regulamentos e legislação relativos ao uso dos protetores.

3.6.1. Usuário do protetor auricular


A necessidade do uso da Proteção Auditiva.
A natureza, extensão e os efeitos dos riscos auditivos encontrado no ambiente de trabalho.
A necessidade de informar o seu coordenador de qualquer problema que tenha

ocorrido consigo devido ao uso do protetor auricular, ou com seus colegas de trabalho.
Explicação do porque que a proteção coletiva não está sendo realizada, ou se é adequada, e o que está
sendo feito para diminuir ou eliminar a necessidade de uso de protetores.
Explicação do porque da escolhida de determinado tipo de protetor.
Explicação sobre a operação, capacidade e as limitações do protetor auricular selecionado.
Instruções sobre inspeção e colocação dos protetores auriculares. Deve incluir a necessidade de ser
verificada a vedação cada vez que o protetor é colocado ou ajustado.
Explicação de como manter e guardar o protetor auricular.
Realizar o treinamento inicial quando é designado para uma atividade que exija o uso de protetor
auricular, e a cada 12 meses o treinamento deverá se repetir.
Registrar data, o tipo de treinamento recebido, a avaliação do resultado
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✓ PROCEDIMENTO PARA LIMPEZA, GUARDA, MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO DOS PROTETORES .


1. Objetivo
Manter a eficiência dos protetores, bem como contribuir para maior durabilidade dos mesmos evitando
inclusive o aparecimento de doenças.
2. Âmbito
É aplicável a todos os usuários de protetores auditivos.
3. Descrição das atividades
Além dos procedimentos recomendados pelo fabricante, deve-se também seguir os seguintes passos:
Antes de limpar e higienizar, remover quando necessário: os componentes quando for protetor tipo
concha;
✓ Lavar com detergente neutro (não use álcool ou sabonete) nada que tenha cheiro.
✓ Enxaguar com água limpa.
✓ Secar as partes retiradas do protetor tipo concha.
✓ Inspecionar as peças e substituir aquelas com defeito.
✓ Montar as partes do protetor (concha).
✓ Fazer uma inspeção visual.

✓ PROGRAMA DE CONTROLE DO RISCO


1. Medidas de Engenharia
a) A empresa sempre que possível deverá adquirir somente máquinas e equipamentos que tenham
níveis de ruído < 80,0 dB(A);
b) Elaborar e implantar programas de redução de ruído em maquinas e equipamentos:
Programa de manutenção em eixos, rolamentos etc.;
Enclausuramento sempre que possível em fontes que emitam ruídos > 85,0 dB(A);
Substituir, sempre que possível às máquinas e equipamentos ruidosos;
✓ Medidas médicas
a) Controle médico: Exames audiométricos; admissionais, periódicos, de mudança de funções
e demissionais;
Acompanhamento semestral de portadores de perda auditiva;
Exame médico –Audiometrias
Todos os trabalhadores que forem incluídos no programa de conservação auditiva deverão passar por
uma avaliação médica, que contemplará também as audiometrias. Deverão ser estipulados os critérios de
periodicidade destas avaliações. Outro papel fundamental do médico/fonoaudiólogo é o de permitir ou
restringir o uso de um determinado Equipamento de Proteção. Não é necessário que o médico
Devem ser submetidos a exames de avaliações auditivas, independente do uso do protetor auricular,
todos os colaboradores que estão locados nos setores onde foram identificado o risco físico (Ruído),
estando este acima do nível de ação ou do limite de tolerância:
Em caráter admissional;
No 6º mês após a primeira audiometria;
Anualmente

No momento da demissão.
Sempre devem ser obedecidos os critérios para monitoramento da saúde ocupacional dos colaboradores
estabelecidos no PCMSO. Exames serão realizados pelo um fonoaudiólogo ou medico
3. Medidas administrativas
a) Remanejamento de pessoas com potencial de perda de audição para locais com menor emissão de ruído;
b) Programa de treinamento para usuários de proteção auditiva;
c) Monitoramento dos ambientes de trabalho;
d) Monitorar grupos de exposição através de Dosimetrias.
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✓ SELEÇÃO E AQUISIÇÃO DE PROTETORES AURICULARES


Protetores auriculares são usados pelos funcionários expostos a níveis maiores ou iguais a 85dB(A).
A avaliação de exposição ao ruído tem como objetivo identificar as áreas ou atividades onde deve ser
usada a proteção auricular.
O protetor auricular pode ser de dois tipos:
✓ Tipo Concha: Envolve o ouvido externo, protege contra o ruído por abafamento do pavilhão
auricular e canal auditivo;
✓ Tipo Plug: Colocado na entrada do canal auditivo externo, protege contra o ruído
por tamponamento.
Os protetores são adequados para manter o nível igual ou menor que 85db(A).
Os colaboradores são informados sobre os níveis de ruído nos seus ambientes de trabalho e os tipos
adequados de protetores auriculares que deverão ser utilizados.
Avisos são instalados nas áreas ruidosas (níveis maiores ou iguais a 85 dB(A) e aos colaboradores
devem ser aplicadas medidas administrativas, caso não atendam as determinações para uso de
proteção auricular).
✓ Eficiência da atenuação do nível de ruído;
Facilidade da comunicação verbal, o que permite conversar e ouvir sinais de alarme em
ambiente com ruído competitivo;
Maior conforto e aceitação do usuário.
considerando a ocupação, área de trabalho, atenuação necessária do protetor e avaliação médica
realizada, deverá orientar cada colaborador, individualmente, sobre qual o protetor auricular mais
adequado. Deverá informar ao colaborador sobre eventuais restrições temporárias ou permanentes
ao risco de um tipo de protetor e indicar alternativas.
RECOMENDAÇÕES PARA O USO DOS PROTETORES AURICULARES
1. Use o protetor auricular durante todo o tempo necessário evitando o máximo possível retirá-lo;
2. Coloque o protetor auricular corretamente para garantir proteção efetiva;
3. O protetor auricular é de uso individual e não deve ser emprestado;
4. Não manusear o protetor auricular com as mãos sujas, para não contaminá-lo;
5. As orelhas e entradas dos canais auriculares devem ser mantidas limpas para não acarretar danos à
saúde.

HIGIENIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS PROTETORES AURICULARES


O protetor tipo concha deve ser limpo com um pano umedecido em água e sabão neutro tanto interno
quanto externamente, sempre que necessário. Sua substituição deverá ser feita sempre que a proteção da
almofada ressecar, rachar ou endurecer, ou a haste perder a pressão ou ainda se apresentar outro dano
que comprometa a sua eficiência.
O protetor tipo plug deve ser limpo após cada dia de uso ou sempre que necessário. Deve ser lavado com
água e sabão neutro e manuseado sempre com as mãos limpas. Sua substituição deverá ocorrer sempre
que rachar, quebrar, endurecer ou apresentar qualquer outra condição que o torne impróprio para uso.
Quando o protetor auricular não apresentar boas condições de uso deverá ser substituído por um novo.
Após o uso, o protetor auricular deverá ser guardado na embalagem para que seja conservado em bom
estado.
A limpeza e higienização do protetor auricular são de responsabilidade do próprio usuário .
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✓ Registro dos dados


Devem ser criados, para cada etapa, planilhas de controle e relatórios, que devem ser claros e objetivos,
preparados com as informações sobre os resultados das avaliações realizadas. Recomenda-se que os
relatórios técnicos sejam abordados de forma a possibilitarem a compreensão por leitor qualificado sobre
o trabalho desenvolvido e documentarem os aspectos relevantes que foram utilizados no estudo.
5.8 – CONSCIENTIZAÇÃO
Falhas no cumprimento deste programa podem causar danos à saúde dos colaboradores, podendo ocorrer
à identificação tardia ou inadequada de um estágio da doença.
5.9 – DOCUMENTOS E REGISTROS RELACIONADOS
Todos os dados do Programa de Conservação Auditiva ficarão arquivados na área de documentação da
SOST e/ou em arquivo eletrônico de acordo com as exigências legais e padrões internos da mesma.
5.10 – RESPONSABILIDADES:
Da Gerência Administrativa
Aprovar e garantir a implantação do PCA, bem como zelar pela sua eficácia.

Apoiar e prover recursos, instrumentos, materiais e condições necessárias à execução do PCA.

Indicar o profissional responsável pela administração do PCA.

Cumprir e fazer cumprir a legislação vigente.

Do Serviço de Segurança do Trabalho


Elaborar o PCA e coordenar o desenvolvimento das ações propostas neste programa, com
foco em prevenção de acidentes e doenças do trabalho.
Auxiliar os setores a executar ações para implantação e manutenção do PCA.

Colaborar com o usuário na escolha e uso correto do protetor adequado; inspecionar o cumprimento
do PCA nas áreas; treinar os colaboradores neste programa; estudar e implementar medidas de controle
para redução do nível de pressão sonora, com base nos levantamentos das fontes de ruído.

Especificar o protetor auricular adequado à exposição do empregado, desde que apresente


Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS).

Monitorar o funcionamento do protetor e tomar providências necessárias. No caso de constatação de


defeito de fabricação, comunicar ao fabricante e o responsável da empresa.

Manter atualizadas as avaliações auditivas nas área de trabalho, para seleção e acompanhamento
efetivo dos mesmos.

Realizar a gestão de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e demais materiais e equipamentos


necessários à execução do PCA.

Avaliar, aprovar ou reprovar o uso do.


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ANEXO 1 – IMPLANTAÇÃO DE AÇÕES (CRONOGRAMA DE METAS)


De acordo com o levantamento de campo, foi elaborado um plano de ação contemplando
atividades, metas e prioridades a serem implementadas de forma a eliminar, minimizar ou
controlar os riscos ambientais, conforme cronograma abaixo:
CRONOGRAMA METAS PARA OS PRÓXIMOS 12 MESES Ação
Prazo Responsável Observações
Realizar inspeções nos Mensal Segurança do Trabalho Cabe aos gestores
ambientes de trabalho ou encarregado local supervisionar o uso dos
com deseguinado pela equipamentos no local
empresa de trabalho e implantar
as recomendações.
Registrar na ficha de EPI Permanente Segurança do Trabalho Protetores auriculares
a primeira entrega do ou encarregado local podem ser adquiridos na
EPI com deseguinado pela Obra
empresa
Controlar e executar a Permanente Segurança do Trabalho Terceirizadas devem
distribuição dos EPI’s ou encarregado local apresentar seus próprios
para os setores e com deseguinado pela equipamentos de
profissionais treinados empresa proteção.
Realizar treinamento Permanente Segurança do Trabalho O treinamento deve
sobre utilização dos ou encarregado local incluir: princípios e
equipamentos com deseguinado pela critérios de seleção de
empresa equipamentos, inspeção,
distribuição,
monitoramento,
manutenção e guarda,
legislação relativa a uso
de protetores auditivos.
Avaliar se o protetor Permanente Trabalhador O trabalhador deve
auditivo está em bom avaliar de forma
estado de conservação sistemática a qualidade
do protetor, em principal
os protetores concha (se
estão rachados por
exemplo).
Verificar se o Permanente Segurança do Trabalho Cabe à Segurança do
trabalhador utiliza o ou encarregado local Trabalho fiscalizar o uso
protetor auditivo com deseguinado pela dos protetores auditivos
adequadamente empresa
Identificar ambientes Permanente Segurança do Trabalho com inspeção no local de
capazes de oferecer ou encarregado local trabalho.
riscos auditivos aos com deseguinado pela
trabalhadores empresa
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✓ Tabela 4 – Portaria 3214 – NR15 – Anexo 1


✓ Limites de Tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente
✓ Nível de Ruído (dBA) Máxima Exposição Diária

Conforme descrito na Referência Normativa – NHO-01–1997/1998:


Níveis de Máxima exposição Níveis de Máxima exposição Níveis de Máxima
ruído Permissível ruído Permissível ruído exposição
dB(A)
dB(A) dB(A) Permissível

85 8 horas 94 2 horas 40 min 108 20 min

86 7 horas 95 2 hora 110 15 mim

87 6 horas 96 1 horas e 45 min 112 10 min

88 5 horas 98 1 hora e 15 min 114 8 min

89 4 horas e 30 min. 100 1 hora 115 7 min

90 4 horas 102 45 min

91 3 horas e 30 min 104 35 min

92 3 hora 105 30 min

93 2 horas 40 min 106 25 min


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✓ Seleção de protetores Auditivos


É de responsabilidade da empresa e Saúde/Médica a escolha pela proteção apropriada, em termos de
atenuação mínima necessária, após a avaliação das exposições dos trabalhadores (dose de exposição).
Porém, deverão ser consideradas as opiniões finais dos usuários em relação a alguns pontos muito
importantes, que aumentarão as chances do uso correto e eficácia da proteção.
“A seleção do protetor auditivo deve ser feita envolvendo o usuário. Uma forma prática
é selecionar vários tipos de protetores auditivos e fornecer ao usuário para que experimentem e escolham
o tipo em que melhor se adaptam

✓ Protetores Auditivos de Inserção Pré – Moldados


São aqueles cujo formato é definido, por exemplo, três flanges ou protetores não roletáveis.
Podem ser de diferentes materiais: borracha, silicone, PVC .

As vantagens dos protetores auditivos pré-moldados são:


Compatíveis com outros equipamentos, como capacetes , óculos, respiradores, etc;
Reutilizáveis ou descartáveis;
Pequenos e facilmente transportados e guardados;
Relativamente confortáveis em ambiente quente;
Não restringem movimentos em áreas muito pequenas
Podem ser utilizados por pessoas com cabelos longos, barba e cicatrizes, sem interferência na vedação.
As desvantagens são:
Movimentos (fala, mastigação) podem deslocar o protetor, prejudicando a atenuação
Necessidade de treinamento específico - Bons níveis de atenuação dependem da boa colocação
Só pode ser utilizado em canais auditivos saudáveis
Fáceis de perder - Menor durabilidade

✓ Protetores Auditivos de Inserção Moldáveis

Feitos em espuma moldável, com superfície lisa que evita irritações no conduto
auditivo. Contornam-se ao canal auditivo do usuário, independentemente do tamanho ou formato do
canal.
As vantagens dos protetores de inserção moldáveis são:
De espuma macia, não machucam o ouvido; Podem ser utilizados por pessoas com cabelos longos, barba
e cicatrizes, sem interferência na vedação.
Se ajustam bem a todos os tamanhos de canais auditivos;
Compatíveis com outros equipamentos como capacetes, óculos, respiradores, etc;
As desvantagens são:
Movimentos (fala e mastigação) podem deslocar o protetor, prejudicando a atenuação;
Necessidade de treinamento específico para colocação;
Bons níveis de atenuação dependem da boa colocação;
Não é recomendado o manuseio se o usuário estiver com as mãos sujas
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✓ confortável da concha ao rosto do usuário, ao redor da orelha.

Podem ser do tipo “acopláveis à capacetes”, não apresentando, neste caso, a haste de interligação das
conchas
As vantagens em relação ao uso dos protetores tipo concha são:
✓ Único tamanho - serve para todos os tamanhos de cabeça;
✓ Utilização simples / Colocação rápida;
✓ Pode ser utilizado mesmo por pessoas com infecções mínimas no canal auditivo;
✓ Atenuação uniforme nas duas conchas;
✓ Partes substituíveis: possuem várias peças de reposição;

As Desvantagens
Desconforto em áreas quentes;
Dificuldade em carregar e guardar devido ao seu tamanho;
Pode interferir com outros equipamentos de proteção como óculos, capacetes, etc;
Pode restringir movimentos da cabeça;
Pressão das conchas pode ser desconfortável para 8 horas de jornada de trabalho;
Cabelos longos, barba, uso de óculos, cavidades profundas na região entre o maxilar e o pescoço em
muito prejudicarão a atenuação.
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✓ TERMO DE APROVAÇÃO DO PROGRAMA


Este Documento é emitido em via impressa e digital. A via impressa é assinada pelos responsáveis pela
elaboração do PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO, ficando arquivada no Setor da empresa em
disco rígido e impresso e à disposição da Inspeção do Trabalho.

Rio da Ostras , 25 de Maio de 2018.

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Victor Hugo Gomes da Silveira
Tec. Segurança do Trabalho - Reg.M.T.E–14858- R.J

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Dr. Dalmo de Oliveira Marinho - Medico do trabalho
CRM - 5254762/0

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A empresa se compromete ler este documento e se empenhar em execução dos treinamentos. E as
avaliações de Ruídos poeiras e entre outros serão executadas logo após o inícios das atividades.
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