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Código

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO


FO-99
AMARRAÇÃO, IÇAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE
Revisão
CARGAS
01

1. Objetivo

Estabelecer os critérios operacionais para o processo de amarração de cargas, para movimentações horizontais
(transportes) e verticais (içamento). Proporcionar conhecimento prévio, para em conjunto com os treinamentos,
garantir que as atividades de amarração de cargas para movimentação sejam feitas de forma eficaz e segura.

2. Referência

Este procedimento operacional visa atender aos item 4.4.6 – Controle Operacional da BS OHSAS 18001:2007 e
8.1 – Planejamento e controles operacionais da ISO 45001:2018, assim como estabelece relação com as seguintes
normas:

 NR-11 – Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais;

 NR-17 – Ergonomia;

 NR-18 – Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção;

 NR-35 – Trabalho em altura;

3. Responsabilidade

SMS – Revisar o procedimento sempre que houverem inovações no processo, compra de novos equipamentos
e/ou materiais de içamento;

Supervisão – Fiscalizar o cumprimento das ações descritas neste procedimento;

Logistica – Fiscalizar o preenchimento dos formulários (check list) listados no item 5;

Operadores e Sinaleiros – Cumprir todas as recomendações deste procedimento e informar imediatamente a


Supervisão ou o SMS quando da ocorrência de alguma situação não prevista neste procedimento;

4. Termos e referências

4.1. Termos e definições

 Acessório de movimentação – qualquer dispositivo utilizado na movimentação de carga, situado entre a carga
e o cabo de elevação, tais como: moitões, estropos, manilhas, cesto suspenso, balança, grampos,
distorcedores, olhais de suspensão, cintas, ganchos, soquetes dentre outros;

 Amarração direta – tipo de amarração no qual o conjunto de amarração está fixado entre os pontos de
ancoragem da carga e do meio de transporte;

 Amarração por atrito – tipo de amarração no qual a força de atrito é aumentada pela aplicação de
componentes de forças verticais sobre a carga, por meio de um sistema de tencionamento;

 Balancim (Spreader) – estrutura metálica utilizada para auxiliar movimentações de grandes peças utilizando
mais de um ponto de sustentação e/ou reduzindo os esforços de compressão;
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 Cabos de aço – É um conjunto de arames torcidos e estirados;

 Capacidade do equipamento de movimentação de carga – capacidade indicada na tabela de carga do


fabricante para uma determinada configuração;

 Capacidade máxima de trabalho nominal (CMT) – valor da máxima força permitida para um conjunto de
amarração na forma enlaçada sem levar em consideração o fator de segurança;

 Capacidade nominal do equipamento de movimentação de carga – capacidade máxima de carga indicada pelo
fabricante de acordo com as normas de fabricação;

 Carga bruta ou peso da movimentação – peso da carga líquida acrescida dos acessórios de movimentação da
carga;

 Carga líquida ou peso da carga – peso de todo e qualquer corpo que seja objeto da movimentação

 Diâmetro nominal - diâmetro da circunferência que circunscreve o cabo;

 EPI – Equipamento de Proteção Individual;

 Fator de segurança – relação entre a força mínima determinada de ruptura (FMR) e a capacidade máxima de
trabalho nominal (CMT);

 Fator de utilização do equipamento – razão entre a carga bruta e a capacidade do equipamento de


movimentação de carga na configuração em uso;

 Força mínima de ruptura do material de amarração (FMR) – força de ruptura projetada para o conjunto de
amarração;

 JIB - Extensão fixada à ponta da lança com a finalidade de aumentar a altura e/ou raio de içamento;

 Linga, eslinga, estropo ou lingada – dispositivo composto de cabos, correntes, cintas têxteis e acessórios,
destinado a promover a interligação entre o equipamento de movimentação de carga e a carga;

 Patola “Outrigger” – Braços extensíveis ou fixos montados em máquinas sobre pneus utilizados para dar
estabilidade à máquina;

 Peso - É a força através da qual um corpo é atraído para a Terra;

 Plano de movimentação de carga (plano de “rigging”) – documento que descreve o planejamento da operação
de movimentação de carga constituído de desenho(s), com vistas de planta e elevação além dos tipos de
equipamentos e acessórios de movimentação de carga, aplicável para içamento críticos;

 Raio de carga – distância entre o centro de giro da máquina e a linha vertical que passa pelo ponto de içamento
do equipamento de movimentação de carga;

 Rigger – Profissional qualificado em movimentação de cargas;

 Rigging – Operação de içamento e movimentação de cargas;

 Terminal – elemento que conecta a cinta de amarração ou ao tensionador ao ponto de ancoragem do veículo
ou da carga;

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4.2. Referência Normativas

 API RP 9B - Application, Care, and Use of Wire Rope for Oil Field Service;

 ASME B30.5 - Mobile and Locomotive Cranes;

 DIN EM 12195 – Load restraint assemblies on road vehicles – Safety;

 EN 12195-1 – Calculation Lashing forces;

 EN 12195-3 – Lashing chains;

 EN 12195-4 – Lashing steel wire ropes;

 NBR 11900-1:2013 - Terminal para cabos de aço – Parte 1: Sapatilho;

 NBR 11900-3:2013 - Terminal para cabos de aço – Parte 3: Olhal com presilha;

 NBR 11900-4:2013 - Terminal para cabos de aço – Parte 4: Grampos leves e pesados;

 NBR 11900-5:2013 - Terminal para cabos de aço – Parte 5: Soquete;

 NBR 13541-2:2017 - Linga de cabo de aço – Parte 2: Utilização e inspeção;

 NBR 15637-1:2017 - Cintas têxteis para elevação de cargas – Parte 1: Cintas planas manufaturadas, com fitas
tecidas com fios sintéticos de alta tenacidade formados por multifilamentos;

 NBR 15637-2:2017 - Cintas têxteis para elevação de cargas – Parte 2: Cintas tubulares manufaturadas, com
cordões de fios sintéticos de alta tenacidade formados por multifilamentos;

 NBR 15883-1:2015 – Cintas têxtis para amarração de cargas – Segurança – Parte 1: Cálculo de tensões;

 NBR 15883-2:2015 – Cintas têxtis para amarração de cargas – Segurança – Parte 2: Cintas planas;

5. Inspeções

5.1. Inspeção Prévia do Equipamento

Apesar deste procedimento ser focado na amarração, para içamento e movimentação de cargas, para fins do
item inspeção, será considerado também o equipamento (Guindauto, Guindaste, Caminhão, Carreta, etc.) por serem
fundamentais para este procedimento, os seguintes itens:

 Verificar se os parafusos, porcas, arruelas, pinos, contra pinos e outros, estão preservados. Atentar para
evidências de escamações na película de tinta, que podem indicar deformações estruturais;

 Verificar as condições de lanças telescópicas e outros componentes acoplados a lança, se há empenamento


e/ou desalinhamento e outras falhas estruturais aparentes. Verificar também a existência de vazamentos
aparentes;

 Observar o comportamento do cilindro de levante, se ocorre de forma natural e continua ou através de socos
e solavancos;

 Verificar as condições do cabo de elevação, do tambor e das roldanas;


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 Verificar se o moitão está adequado a carga a ser içada e se o mesmo está com a trava de segurança;

 Os sistemas de patola apresentam vazamento e estão corretamente posicionadas;

 A condição das madeiras de patolamento e/ou mats;

5.2. Inspeção de cabos de aço

 Verificar à existência de corrosão;

 Verificar a existência de trincas;

 Verificar a existência de deformações;

 Verificar a existência de arames rompidos;

 Verificar se houve redução do diâmetro;

 Verificar se a identificação de capacidade de carga e rastreabilidade está legível;

 Verificar se houve redução da elasticidade;

 Verificar a existência amassamento ou dobras;

5.3. Inspeção de manilhas

 Verificar à existência de corrosão;

 Verificar a existência de trincas;

 Verificar a existência de deformações;

 Verificar a existência de rachaduras;

 Verificar se houve redução do diâmetro;

 Observar o pino da manilha está com a rosca sem danos aparentes;

5.4. Inspeção de correntes

 Verificar à existência de corrosão;

 Verificar a existência de trincas;

 Verificar a existência de deformações;

 Verificar a existência de rachaduras;

 Verificar se houve redução do diâmetro;

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 Verificar se houve alongamento;

 Verificar se houve travamento dos elos.

5.5. Inspeção de cintas

 Verificar se apresenta corte transversal na cinta;

 Verificar se apresenta corte longitudinal na cinta;

 Verificar se existem sinais de ruptura da costura no olhal;

 Verificar se existem sinais de ruptura da costura ao longo da cinta;

 Verificar se existem sinais de redução do diâmetro da cinta tubular;

 Verificar se apresenta abrasão superficial;

 Verificar as condições das catracas;

6. Isolamento e sinalização de área

Após fazer as verificações prévias necessárias, antes de iniciar a preparação a carga, é necessário fazer o
isolamento e sinalização da área de movimentação de cargas.

Deve ser contemplada toda a área por onde a carga será movimentada não permitindo atividades sob a carga
suspensa nem a presença de pessoas que não estiverem envolvidas na atividade. Observação: Caso a área a ser isolada
afete uma rota de fuga ou caminho seguro, deve ser solicitado a presença do SMS do local, para definição quanto ao
reposicionamento temporário dos referidos trajetos rota de fuga e/ou caminho seguro.

Nos casos em que o isolamento físico não for viável, o mesmo deve ser feito por pessoas que estejam
controlando o fluxo de pessoas e veículos com uso de recursos visuais e sonoros.

7. Planejamento

7.1 De içamento e movimentação

O primeiro passo é estudar a carga a ser movimentada, conhecer detalhes como: peso, forma, centro de
gravidade, tamanho, se existe ponto de fixação ou algo que pode ser um elemento de risco para os meios de elevação,
como os cantos vivos, pontiagudos, etc.

Determinar o trajeto do percurso para ter a certeza que o material içado não encontrará nenhum obstáculo
durante o trajeto. O trajeto deve ter espaço para a passagem do material. Verificar se tem altura compatível e
principalmente se há trabalhadores no local do trajeto para que a área seja evacuada no momento da movimentação.

Outro fator importante é verificar o local de destino do material. Saber se ele está preparado para receber a
carga, como por exemplo: assentos, palhetes ou outros objetos onde a carga será baixada.

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Colocar o gancho de elevação perpendicular ao centro de gravidade da carga. Obs.: Se a carga pender abaixe
imediatamente e recalcule o centro de gravidade corretamente.

Ao se conectar uma cinta de olhais flexíveis a um equipamento de elevação a parte do conjunto que suporta a
cinta deve ser essencialmente reta a menos que a largura de suporte da cinta seja inferior a 150mm caso em que o raio
de curvatura da fixação do aparelho de elevação deve ser no mínimo 1.5 vezes a largura de suporte da cinta. Cintas mais
largas podem ser afetadas pelo raio interno do gancho, como resultado da curvatura desse gancho, que impede o
carregamento uniforme através da largura da cinta. Não pode ser utilizado mais de dois pares de olhais em um mesmo
gancho.

Dimensionar o comprimento do cabo guia de maneira a que durante a movimentação, não seja necessário ficar
muito próximo da carga. A cabo guia não deve estar presa ao sinaleiro de nenhuma forma, ficando segura pela mão e
não oferendo o risco de puxar o mesmo. Sempre utilizar o cabo guia quando houver necessidade de estabilização,
possibilidade de colisão ou giro da carga durante a movimentação.

A capacidade máxima do sistema de içamento é sempre dado pelo dispositivo com a menor capacidade. Exemplo
uma cinta de 10 toneladas conectada a uma manilha de 8 toneladas, limita a lingada a 8 toneladas

7.2. De transporte

Apesar da amarração de cargas para transporte (neste procedimento está contemplado apenas o transporte
rodoviário) aparentemente ser menos complexo que a amarração de cargas para içamento e movimentação, a mesma
apresenta cuidados importantes a serem tomados para evitar acidentes durante o transporte, com atenção especial a
situação mais crítica – a frenagem brusca.

Os pontos principais a serem observados são o peso, a forma de amarração – direta ou por atrito, trajeto que
será percorrido e situações climáticas (chuvas, temperaturas extremas, etc.).

8. Execução

Após feita a inspeção dos equipamentos e matérias de içamento, feito o isolamento e sinalização da área e feito
o planejamento da movimentação, a próxima etapa compreende na amarração propriamente dita e na movimentação
da carga.

8.1. Equipamentos de proteção individual

Para a atividade de amarração, içamento e movimentação de cargas, são necessários os seguintes EPI’s:

 Botina de segurança com biqueira e protetor de metatarso;

 Luva de couro;

 Capacete com jugular;

 Uniforme com faixas reflexivas;

 Protetor auricular;

 Óculos de proteção, incolor ou com tonalidade;

 Cinto de segurança com talabarte ou trava quedas para atividades acima de dois metros de altura;

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8.2. Amarração da carga, montagem da lingada, içamento e descarga

De uma forma geral a execução pode ser descrita através dos seguintes passos:

 Escolher os acessórios de levantamento de acordo com a necessidade da peça a ser içada;

 Realizar verificação pré-uso de todos os acessórios a serem utilizados;

 Observar o término do movimento moitão / balancim, antes de aproximar-se para fixar a lingada Verificar a
existência de cantos vivos;

 Distribuir equilibradamente a carga nos dispositivos, para ser içada;

 Rosquear os pinos até o final do curso e retornar ¼ de volta Acompanhar a movimentação e qualquer correção
na carga deve ser feita através do uso do cabo guia;

 Limpar o caminho de viagem e garantir as barreiras necessárias para manter o pessoal que não está envolvido
na operação de elevação fique fora da área exposta;

 Analisar as condições climáticas;

 Verificar a proximidade de cabos energizados;

 Manter contato visual ou via rádio com o operador do início ao final da operação;

 Efetuar o tencionamento da lingada e verificar todos os pontos de conexão, cintas, manilhas, cabos, correntes,
pinos, etc.;

 Inspecionar todas as manilhas e ganchos após o tencionamento e somente após confirmar, liberar o içamento;

 Manter-se sempre no sentido contrário do movimento da carga;

 Evite ficar entre a carga e alguma barreira física;

 Verificar se a carga está equilibrada corretamente no local de destino final;

 Soltar a lingada e dar sinal para içamento da mesma, verificando o comportamento da carga;

 Iniciar todo o processo para a próxima amarração

IMPORTANTE: sempre fazer as inspeções nos materiais de içamento após cada movimentação, para confirmar as
condições de segurança dos mesmos

8.3. Amarração da carga para transporte

 Escolher os acessórios de levantamento de acordo com a necessidade da peça a ser içada;

 Realizar verificação pré-uso de todos os acessórios a serem utilizados;

 Verificar a existência de cantos vivos;

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 Observar a forma de amarração, por atrita ou direta e calcular a forma, o tipo de amarração, a capacidade
suficiente, a tensão adequada, o número mínimo de amarrações, entre outros fatores importantes para uma
amarração de carga segurança;

 Independente da capacidade da cinta em relação à carga deve haver no mínimo duas cintas para amarração
por atrito e dois pares de cintas para amarração diagonal em cada unidade de carga. Esta exigência se faz pela
necessidade de estabilidade da carga, que não está segura mesmo que esteja amarrada com uma cinta de
alta capacidade se não for respeitada a regra de estabilidade;

 Reapertar as amarrações após alguns KM rodados é recomendado devido as vibrações, pois durante o
transporte a carga pode se acomodar afrouxando os meios de amarração. Com o reaperto não se corre o risco
das amarrações se soltarem e caírem pela estrada podendo causar acidentes, perder parte da carga ou o
próprio material de amarração.

IMPORTANTE: a amarração utilizada para manter a carga unida não deve ser utilizada como ponto de pega para o
içamento no momento do descarregamento

9. Anexos

 FO-115 Vistoria Materiais - Cintas Poliéster;

 FO-116 Vistoria de Materiais - Lingas de Correntes;

 FO-117 Vistoria de Materiais - Linga e Cabos de Aço;

 FO-119 Vistoria de Materiais –Manilhas;

 FO-133 Vistoria de Materiais – Acessórios;

 FO-134 Vistoria de Materiais – Amarração;

10. Histórico de Alterações

Revisão Data Responsável Alteração


00 26/02/2018 Pedro Santos Implantação do Procedimento
01 30/04/2018 Pedro Santos Revisão com base na ISO 45001:2018

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