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EDITAL DE LEILÃO NO 004/2014-ANEEL

ANEXO 6A3– LOTE A3


LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

ANEXO 6A3
LOTE A3

INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO
COMPOSTAS PELA
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO - CHATO
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 3
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

CARACTERÍSTICAS
E
REQUISITOS TÉCNICOS ESPECÍFICOS

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

ÍNDICE
1. DESCRIÇÃO ..................................................................................................................... 4
1.1. DESCRIÇÃO GERAL ....................................................................................................................... 4
1.2. CONFIGURAÇÃO BÁSICA ............................................................................................................. 4
1.3. REQUISITOS TÉCNICOS NO CASO DE SECCIONAMENTO DE LINHA DE TRANSMISSÃO
230 KV MAÇAMBARÁ – SANTO ÂNGELO C1 E C2 ................................................................................... 7
2. LINHA DE TRANSMISSÃO AÉREA – LTA.......................................................................8
2.1. REQUISITOS GERAIS ..................................................................................................................... 8
2.2. CAPACIDADE DE CORRENTE ....................................................................................................... 9
2.3. REQUISITOS ELÉTRICOS .............................................................................................................. 9
2.3.1. CAPACIDADE DE CORRENTE DOS CABOS PARA-RAIOS ......................................................................... 9
2.3.2. PERDA JOULE NOS CABOS CONDUTORES .........................................................................................11
3. LINHA DE TRANSMISSÃO COMPOSTA POR PARTE AÉREA E PARTE
SUBTERRÂNEA – LTAS ........................................................................................................ 12
4. LINHA DE TRANSMISSÃO SUBTERRÂNEA – LTS ...................................................... 12
5. SUBESTAÇÕES.............................................................................................................. 12
5.1. INFORMAÇÕES BÁSICAS .............................................................................................................12
5.2. ARRANJO DE BARRAMENTOS E EQUIPAMENTOS DAS SUBESTAÇÕES ..............................13
5.3. CAPACIDADE DE CORRENTE ......................................................................................................13
6. EQUIPAMENTOS DE SUBESTAÇÃO ............................................................................ 14
6.1. UNIDADES DE TRANSFORMAÇÃO DE POTÊNCIA ....................................................................14
7. SISTEMAS DE SUPERVISÃO E CONTROLE ................................................................ 14
7.1. ARQUITETURA DE INTERCONEXÃO COM O ONS .....................................................................14
7.2. ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE SUPERVISÃO DAS EXTREMIDADES DE UMA LINHA DE
TRANSMISSÃO. ..........................................................................................................................................17
7.3. EQUIPAMENTOS DA REDE DE SUPERVISÃO E NÃO INTEGRANTES DA REDE DE
OPERAÇÃO. ................................................................................................................................................17
8. DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA RELATIVA AO EMPREENDIMENTO ............................. 18
8.1. RELATÓRIOS DE ESTUDOS DE ENGENHARIA E PLANEJAMENTO ........................................18
8.1.1. ESTUDOS (RELATÓRIOS R1 E R2) .....................................................................................................18
8.1.2. MEIO AMBIENTE E LICENCIAMENTO (RELATÓRIOS R3) .........................................................................18
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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
8.1.3. CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS DAS INSTALAÇÕES EXISTENTES (RELATÓRIOS R4) ....................19
9. CRONOGRAMA .............................................................................................................. 20
9.1. CRONOGRAMA FÍSICO DO EMPREENDIMENTO........................................................................21

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LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

1. DESCRIÇÃO

1.1. DESCRIÇÃO GERAL


Este anexo apresenta as características e os requisitos técnicos básicos específicos das instalações
de transmissão compostas por:
(a) LT 230 kV Livramento 3 – Alegrete 2, com aproximadamente 125 km;
(b) LT 230 kV Livramento 3 – Cerro Chato, com aproximadamente 10 km;
(c) LT 230 kV Livramento 3 – Santa Maria 3, com aproximadamente 247 km;
(d) LT 230 kV Livramento 3 – Maçambará 3, com aproximadamente 205 km;
(e) Subestação Livramento 3 230 kV;
(f) Subestação Maçambará 3 230 kV.
Fazem parte do escopo deste anexo também as instalações a serem transferidas para a
TRANSMISSORA, referentes à Subestação Cerro Chato 230 kV (Módulo Geral, Interligação de
Barras e Entrada de Linha 230 kV associada à LT Cerro Chato – Livramento 2) e a Linha de
Transmissão 230 kV Cerro Chato – Livramento 2, incluindo a Entrada de Linha 230 kV na Subestação
Livramento 2.

1.2. CONFIGURAÇÃO BÁSICA


A configuração básica é caracterizada pelas instalações listadas nas tabelas a seguir.

TABELA 1-1 – OBRAS DE LINHAS DE TRANSMISSÃO

ORIGEM DESTINO CIRCUITO TENSÃO [kV] km


Livramento 3 Alegrete 2 CS 230 125
Livramento 3 Cerro Chato CS 230 10
Livramento 3 Santa Maria 3 CS 230 247
Livramento 3 Maçambará 3 CS 230 205

TABELA 1-2 – OBRAS DE SUBESTAÇÕES

SUBESTAÇÃO kV EQUIPAMENTO
Alegrete 2 230 1 Entrada de Linha do tipo barra principal e transferência
Cerro Chato 230 1 Entrada de Linha do tipo barra principal e transferência
1 Entrada de Linha do tipo barra principal e transferência
Santa Maria 3 230 1 Reator de Linha trifásico 27 Mvar
1 Conexão de reator de linha fixo (sem disjuntor)
1 Módulo Geral em arranjo barra dupla com quatro chaves
Livramento 3 230 4 Entradas de Linha arranjo do tipo barra dupla com quatro
chaves

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
1 Interligação de Barramentos com arranjo barra dupla com
quatro chaves
1 Reator de Linha trifásico 27 Mvar (p/ Santa Maria 3)
1 Reator de Linha trifásico 15 Mvar (p/ Maçambará 3)
2 Conexões de reator de linha manobrável (com disjuntor)
1 Reator de Barra Trifásico 30 Mvar
1 Conexão de Reator de Barra arranjo barra dupla com
quatro chaves
1 Módulo Geral em arranjo barra dupla com quatro chaves
1 Entrada de Linha arranjo do tipo barra dupla com quatro
chaves
Maçambará 3 230 1 Interligação de Barramentos com arranjo barra dupla com
quatro chaves
1 Reator de Linha trifásico 15 Mvar (p/ Livramento 3)
1 Conexão de reator de linha manobrável (com disjuntor)

Além das instalações que caracterizam a configuração básica, serão de responsabilidade da


TRANSMISSORA vencedora da licitação as atividades listadas nas tabelas 1-3 e 1-4

TABELA 1-3 – ATIVIDADES DE RESPONSABILIDADE DA TRANSMISSORA VENCEDORA DA LICITAÇÃO

Subestação Atividades
Implantação de dois trechos de linha de transmissão em 230 kV, circuito
simples, com extensão aproximada de3,3 km, entre o ponto de
seccionamento da LT 230 kV Maçambará – Santo Ângelo C1 e a
subestação Maçambará 3
Maçambará 3 2 Entradas de Linha do tipo barra dupla quatro chaves associadas ao
seccionamento da LT 230 kV Maçambará – Santo Ângelo C1
1 Reator de Linha trifásico 30 Mvar (p/ Santo Ângelo C1)
1 Conexão de reator de linha manobrável (com disjuntor)

TABELA 1-4 – ATIVIDADES DE RESPONSABILIDADE DA TRANSMISSORA VENCEDORA DA LICITAÇÃO

Subestação Atividades
Implantação de dois trechos de linha de transmissão em 230 kV, circuito
simples, com extensão aproximada de 3,3 km, entre o ponto de
seccionamento da LT 230 kV Maçambará – Santo Ângelo C2 e a
subestação Maçambará 3
Maçambará 3 2 Entradas de Linha arranjo barra dupla quatro chaves associadas ao
seccionamento da LT 230 kV Maçambará – Santo Ângelo C2
Remanejamento e instalação de reator de linha manobrável 30 Mvar e
conexão da SE Maçambará para SE Maçambará 3 (associado à LT
Maçambará – Santo Ângelo C2)

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

As instalações descritas na Tabela 1.3 serão transferidas sem ônus para a Transmissora Aliança
de Energia Elétrica S.A. – TAESA, detentora da concessão da linha de transmissão 230 kV
Maçambará – Santo Ângelo C1, conforme disposto na Resolução nº 67, de 8 de junho de 2004,
sendo a TAESA a responsável pela Operação e Manutenção das linhas de transmissão 230 kV
Maçambará – Maçambará 3 C1 e Maçambará 3 – Santo Ângelo C1.

As instalações descritas na Tabela 1.4 serão transferidas sem ônus para Fronteira Oeste
Transmissora de Energia S.A. - FOTE, detentora da concessão da linha de transmissão 230 kV
230 kV Maçambará – Santo Ângelo C2, conforme disposto na Resolução nº 67, de 8 de junho de
2004, sendo a FOTE a responsável pela Operação e Manutenção das linhas de Transmissão
230 kV Maçambará – Maçambará 3 C2 e Maçambará 3 – Santo Ângelo C2.

As instalações existentes descritas nas tabelas 1-5 e 1-6, que passarão a pertencer à Rede Básica
do SIN serão transferidas sem ônus da Eletrosul Centrais Elétricas S.A. para a Transmissora, que
será a responsável por sua operação e manutenção.

TABELA 1-5 - LINHAS DE TRANSMISSÃO

ORIGEM DESTINO CIRCUITO TENSÃO [kV] km


Cerro Chato Livramento 2 CS 230 18,5

TABELA 1-6 - SUBESTAÇÃO

SUBESTAÇÃO kV EQUIPAMENTO
1 Módulo Geral em arranjo barra principal e transferência
1 Entrada de Linha arranjo do tipo barra principal e
Cerro Chato 230 transferência (p/ Livramento 2)
1 Interligação de Barramentos com arranjo barra principal e
transferência
1 Entrada de Linha arranjo barra principal e transferência
Livramento 2 230
(p/ Cerro Chato)

A PROPONENTE deverá considerar em sua proposta o custo para operação e manutenção,


durante todo o período da concessão, das instalações das Tabela 1-5 e 1-6.
Adequações na linha de transmissão Cerro Chato – Livramento 2, na Entrada de Linha 230 kV na
SE Livramento 2, bem como na Subestação Cerro Chato, que se façam necessárias para
adequada operação das instalações, são de responsabilidade da TRANSMISSORA.
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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
A configuração básica supracitada constitui-se na alternativa de referência. Os requisitos técnicos
deste anexo caracterizam o padrão de desempenho mínimo a ser atingido por qualquer solução
proposta. Este desempenho deverá ser demonstrado mediante justificativa técnica comprobatória.
A utilização pelo empreendedor de outras soluções, que não a de referência, fica condicionada à
demonstração de que a mesma apresente desempenho elétrico equivalente ou superior àquele
proporcionado pela alternativa de referência.
Em caso de proposição de configuração alternativa, o projeto das compensações reativas série e
derivação das linhas de transmissão deve ser definido de forma que o conjunto formado pelas
linhas e suas compensações atendam aos requisitos constantes nos estudos de planejamento
referenciados neste anexo e demais critérios constantes no Anexo 6 e neste anexo específico.
No entanto, nesta proposta de configuração alternativa, a TRANSMISSORA NÃO tem liberdade
para modificar:
(a) Níveis de tensão (somente CA);
(b) Distribuição de fluxo de potência em regime permanente;
(c) A localização das subestações Livramento 3 e Maçambará 3, que podem variar em um raio de 3 km
do local indicado no relatório de planejamento.
O empreendimento objeto do Leilão compreende a implementação das instalações detalhadas
neste item. Estão ainda incluídos no empreendimento os equipamentos terminais de manobra,
proteção, supervisão e controle, telecomunicações e todos os demais equipamentos, serviços e
facilidades necessários à prestação do SERVIÇO PÚBLICO DE TRANSMISSÃO, ainda que não
expressamente indicados neste anexo.

1.3. REQUISITOS TÉCNICOS NO CASO DE SECCIONAMENTO DE LINHA DE TRANSMISSÃO


230 KV MAÇAMBARÁ – SANTO ÂNGELO C1 E C2
Para a implementação dos trechos de linha de transmissão entre o ponto de seccionamento da
Linha de Transmissão 230 kV Maçambará – Santo Ângelo C1, com extensão aproximada de
3,3 km, das 2 entradas de linha em 230 kV correspondentes na nova subestação Maçambará 3, e
implementação do reator de linha 230 kV e respectiva conexão, a TRANSMISSORA deverá
observar os requisitos descritos neste anexo, no Anexo 6 e, adicionalmente, as normas e padrões
técnicos da TAESA, concessionária da linha.
Para a implementação dos trechos de linha de transmissão entre o ponto de seccionamento da
Linha de Transmissão 230 kV Maçambará – Santo Ângelo C2, com extensão aproximada de
3,3 km, das 2 entradas de linha em 230 kV correspondentes na nova subestação Maçambará 3, e
do remanejamento do reator de linha 230 kV da SE Maçambará para a SE Maçambará 3, a
TRANSMISSORA deverá observar os requisitos descritos neste anexo, no Anexo 6 e,
adicionalmente, as normas e padrões técnicos da FOTE, concessionária da linha.
A TRANSMISSORA deverá fornecer à concessionária da linha, antes do início do primeiro ensaio,
uma lista, com o cronograma de todos os ensaios a serem realizados, sendo necessária a
realização dos ensaios requeridos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. Para
os casos em que a ABNT não for aplicável, deve-se realizar os ensaios requeridos pelas Normas
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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
Técnicas Internacionais mencionadas no Anexo 6. Deve ser emitido um certificado para cada
ensaio. Os ensaios de rotina deverão ser executados em todos os painéis incluídos no
fornecimento.
O comissionamento das instalações será realizado em conjunto pela TRANSMISSORA e pelas
concessionárias da linha.
A TRANSMISSORA deverá adquirir os equipamentos necessários para as modificações nas
entradas de linha da linha de transmissão seccionada, localizada nas subestações Maçambará e
Santo Ângelo e transferi-los para a TAESA (referentes ao C1) e para a FOTE (referentes ao C2),
concessionárias das linhas, que serão as responsáveis pela sua implementação, devendo estes
equipamentos serem entregues nos locais onde serão instalados.
Para os equipamentos associados aos trechos de linhas de transmissão, a TRANSMISSORA
deverá fornecer à cada uma das concessionárias das linhas peças sobressalentes em quantidade
suficiente, que viabilizem a disponibilidade requerida para o sistema e que compreendam os
equipamentos necessários para substituição de uma fase completa do módulo de Entrada de
Linha (polo de disjuntor, chave seccionadora, transformador de potencial, transformador de
corrente e para-raios).
A TRANSMISSORA será responsável pelo fornecimento para cada uma das concessionárias das
linhas de todas as ferramentas e acessórios necessários para o comissionamento, operação e
manutenção dos equipamentos transferidos.
A TRANSMISSORA deverá prover treinamento adequado abrangendo os equipamentos
fornecidos para as entradas de linha, caso esses equipamentos sejam diferentes dos utilizados
pelas concessionárias das linhas nas referidas linhas de transmissão.

2. LINHA DE TRANSMISSÃO AÉREA – LTA

2.1. REQUISITOS GERAIS


A nova subestação Maçambará 3 será suprida pela linha de transmissão Livramento 3 –
Maçambará 3 e pelos seguintes trechos de linha decorrentes de seccionamento:
 4 trechos de linha de transmissão 230 kV, em circuito simples entre o ponto de
seccionamento da Linha de Transmissão 230 kV Maçambará – Santo Ângelo C1 e C2, de
propriedade das concessionárias TAESA e FOTE, e a nova subestação Maçambará 3.
Tendo em vista que os novos trechos de linha virão a se constituir em extensão da linha existente,
os mesmos deverão ter características elétricas e mecânicas e desempenho iguais ou superiores
as das linhas a serem seccionadas.
Além dos requisitos mínimos descritos neste Anexo Técnico, a TRANSMISSORA deverá respeitar,
também, em cada novo trecho de linha oriundo de seccionamento, para a subestação Maçambará
3, os critérios e padrões de projeto e de construção das concessionárias proprietárias das linhas
secionadas.

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
2.2. CAPACIDADE DE CORRENTE
A(s) linha(s) ou trecho(s) de linha de transmissão deve(m) ter capacidades operativas de longa e
de curta duração não inferiores aos valores indicados na tabela a seguir.
TABELA 2-1 – CAPACIDADES OPERATIVAS DE LONGA E DE CURTA DURAÇÃO

Linha ou trecho(s) de linha de transmissão Longa duração (A) Curta duração (A)
LTA Livramento 3 – Alegrete 2 1.380 1.700
LTA Livramento 3 – Cerro Chato 1.380 1.700
LTA Livramento 3 – Santa Maria 3 1.380 1.700
LTA Livramento 3 – Maçambará 3 1.380 1.700
Trecho de LTA 230 kV entre o ponto de seccionamento da 1108 1319
LTA 230 kV Maçambará – Santo Ângelo e a SE Maçambará
3 (por circuito)

A capacidade de corrente de longa duração corresponde ao valor de corrente da linha de


transmissão em condição normal de operação e deve atender às diretrizes fixadas pela norma
técnica NBR 5422 da ABNT. A capacidade de corrente de curta duração refere-se à condição de
emergência estabelecida na norma técnica NBR 5422 da ABNT.

2.3. REQUISITOS ELÉTRICOS

2.3.1. CAPACIDADE DE CORRENTE DOS CABOS PARA-RAIOS


No dimensionamento dos cabos para-raios, deve ser adotada a corrente de curto-circuito indicada
nas tabelas abaixo, conforme o caso:
(a) Corrente de curto-circuito fase-terra, na subestação terminal, para o dimensionamento dos
novos cabos para-raios da linha de transmissão em projeto.
O dimensionamento dos cabos para-raios – seja no caso de nova linha de transmissão ou de
novo(s) trecho(s) de linha originado(s) a partir de seccionamento de LTA existente – deve
adotar, como premissa, no mínimo, o(s) valor(es) de corrente de curto-circuito fase-terra
indicado(s) na Tabela 2-2 – Corrente(s) de curto-circuito na(s) SE(s) terminal(is) para o
dimensionamento dos cabos para-raios de nova LTA ou novo(s) trecho(s) de LTA em projeto,
a seguir. Esse(s) valor(es) de corrente está(ão) referido(s) ao nível de tensão do(s)
barramento(s) da(s) subestação(ões) terminal(is).
TABELA 2-2 – CORRENTE(S) DE CURTO-CIRCUITO NA(S) SE(S) TERMINAL(IS) PARA O DIMENSIONAMENTO DOS CABOS PARA-
RAIOS DE NOVA LTA OU NOVO(S) TRECHO(S) DE LTA EM PROJETO

Linha ou trecho(s) de linha de Subestação(ões) Nível de tensão Valor de corrente


transmissão terminal(is) do barramento de curto-circuito
de referência fase-terra (kA)

Livramento 3 – Alegrete 2 Livramento 3 e 230 kV 40

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LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
Alegrete 2

Livramento 3 – Cerro Chato Livramento 3 e Cerro 230 kV 40


Chato

Livramento 3 – Santa Maria 3 Livramento 3 e Santa 230 kV 40


Maria 3

Livramento 3 – Maçambará 3 Livramento 3 e 230 kV 40


Maçambará 3

Trecho de LTA 230 kV entre o ponto de Maçambará 3 230 kV 40


seccionamento da LTA 230 kV
Maçambará – Santo Ângelo C1 e C2 e
a SE Maçambará 3 (por circuito)

(b) Corrente de curto-circuito fase-terra, na subestação terminal, para a verificação dos cabos
para-raios existentes da linha de transmissão a ser seccionada, se aplicável.
A TRANSMISSORA deverá verificar se os cabos para-raios existentes da linha a ser
seccionada, nas proximidades do ponto de seccionamento, suportam, sem dano, a circulação
de corrente quando da ocorrência de curto-circuito. Nessa verificação deverá ser adotado o
valor da corrente de curto-circuito fase-terra, na nova subestação terminal, conforme indicado
na Tabela 2-3. (coluna verificação).
(c) Corrente de curto-circuito fase-terra, na subestação terminal, para o redimensionamento dos
cabos para-raios existentes da linha de transmissão a ser seccionada, se aplicável.
Caso a verificação de capacidade de corrente, referida no item (b), constate a superação
dos cabos para-raios existentes, o projeto básico deverá estudar e propor um novo arranjo
de cabos para-raios que suporte, sem dano, a circulação de corrente quando da
ocorrência de curto-circuito, de forma a garantir, ao menos, o desempenho original da LTA
a ser seccionada. Nesse redimensionamento deverá ser adotado o valor da corrente de
curto-circuito fase-terra, na nova subestação terminal, conforme indicado na Tabela 2.3
(coluna dimensionamento).

TABELA 2-3 – CORRENTES DE CURTO-CIRCUITO NA NOVA SE TERMINAL PARA A VERIFICAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DOS CABOS
PARA-RAIOS EXISTENTES DA LTA A SER SECCIONADA

Valor da corrente de
Nível de curto-circuito fase-terra
Linha de transmissão a ser Nova subestação tensão do (kA)
seccionada terminal barramento de
referência Dimensio-
Verificação
namento

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
LTA 230 kV Maçambará – Santo Maçambará 3 230 kV 20 40
Ângelo

2.3.2. PERDA JOULE NOS CABOS CONDUTORES


A resistência de sequência positiva por unidade de comprimento da linha ou trechos de linha de
transmissão deve ser igual ou inferior a da configuração básica, conforme indicado na Tabela 2-4
– Resistência de sequência positiva da linha por unidade de comprimento (Ω/km).
TABELA 2-4 – RESISTÊNCIA DE SEQUÊNCIA POSITIVA DA LINHA POR UNIDADE DE COMPRIMENTO (Ω/KM)

Linha ou trecho(s) de linha de Temperatura de Resistência de sequência


transmissão referência (°C) positiva da linha por unidade
de comprimento (Ω/km)

LTA Livramento 3 – Alegrete 2 50º 0,0416

LTA Livramento 3 – Cerro Chato 50º 0,0416

LTA Livramento 3 – Santa Maria 3 50º 0,0416

LTA Livramento 3 – Maçambará 3 50º 0,0416

Trecho de LTA 230 kV entre o ponto de


seccionamento da LTA 230 kV
50 0,0600
Maçambará – Santo Ângelo C1 e a SE
Maçambará 3 (por circuito)

Trecho de LTA 230 kV entre o ponto de


seccionamento da LTA 230 kV
50 0,0600
Maçambará – Santo Ângelo C2 e a SE
Maçambará 3 (por circuito)

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EDITAL DE LEILÃO NO 004/2014-ANEEL
ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
3. LINHA DE TRANSMISSÃO COMPOSTA POR PARTE AÉREA E PARTE
SUBTERRÂNEA – LTAS
Não se aplica.
4. LINHA DE TRANSMISSÃO SUBTERRÂNEA – LTS
Não se aplica.

5. SUBESTAÇÕES

5.1. INFORMAÇÕES BÁSICAS


A TRANSMISSORA acessante às subestações Santa Maria 3, Alegrete 2 e Cerro Chato deverá
observar os critérios e requisitos básicos dessas subestações, bem como providenciar as obras de
infra-estrutura incluídas no Módulo Geral – Resolução ANEEL nº 191, de 12 de dezembro de
2005, necessárias para a instalação, manutenção e operação do módulo de Entrada de Linha.
Entre as possíveis obras necessárias encontram-se, dentre outros: a extensão de barramentos,
compra de terreno, serviços auxiliares, cabos, tubos, estruturas, suportes, pórticos, cercas
divisórias de seus ativos, conexões de terra entre seus equipamentos e a malha de terra da
subestação, canaletas secundárias e recomposição da infra-estrutura construída como, por
exemplo, reposição de britas.
Nas subestações Maçambará 3 e Livramento 3, deverão ser realizadas todas as obras de infra-
estrutura, descritas no módulo geral – Resolução ANEEL nº 191, de 12 de dezembro de 2005,
como terraplenagem, drenagem, malha de terra, serviço auxiliar, casa de comando, acesso,
dentre outras, para a instalação, manutenção e operação dos módulos de Entrada de Linha,
Interligação de Barras, seccionadora de barra, e outros. A área mínima a ser considerada para as
subestações Maçambará 3 e Livramento 3 é de 40.000 m² (quarenta mil metros quadrados),
devendo contemplar espaço suficiente para as futuras ampliações descritas nos relatórios
referenciados neste anexo.
Deverá ser previsto nas subestações Maçambará 3 e Livramento 3, espaço adicional, externo e
contíguo à casa de comando da TRANSMISSORA, com área no mínimo igual à utilizada para a
construção desta. Este espaço ficará reservado para expansões futuras da casa de comando da
TRANSMISSORA ou alternativamente para eventuais novas casas de comando de outras
transmissoras, quando da implantação de novas instalações de transmissão.
A Subestação Cerro Chato 230 kV (Módulo Geral, Interligação de Barras e Entrada de Linha p/
Livramento 2) e a Entrada de Linha 230 kV, pertencente à LT Cerro Chato – Livramento 2 230 kV,
na subestação Livramento 2, será transferida pela Eletrosul Centrais Elétricas S.A. para a
TRANSMISSORA. É de responsabilidade da TRANSMISSORA adequações necessárias nessas
instalações para adequado funcionamento da linha de transmissão Cerro Chato – Livramento 2
230 kV e da Subestação Cerro Chato 230 kV. A TRANSMISSORA deverá celebrar Contrato de
Compartilhamento de Instalações com a CEEE-GT, proprietária da Subestação Livramento 2.

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

5.2. ARRANJO DE BARRAMENTOS E EQUIPAMENTOS DAS SUBESTAÇÕES


A Transmissora deve seguir as configurações de barramento explicitadas nas Tabelas 1-2, 1-3, 1-4 e
1-6.

5.3. CAPACIDADE DE CORRENTE

(a) Corrente em regime permanente


As correntes nominais dos barramentos das subestações (em todos os seus níveis) e dos
demais equipamentos devem ser dimensionadas para atender, no mínimo, aos requisitos
estabelecidos no Anexo 6 (anexo técnico geral) e aos requisitos específicos estabelecidos a
seguir:
A corrente nominal dos disjuntores e chaves seccionadoras de vãos de linha de 230 kV das
subestações Alegrete 2, Cerro Chato, Santa Maria 3, Livramento 3 e Maçambará 3 deve ser
de no mínimo 2.000 A, ou superior, caso a Transmissora determine esta necessidade.

(b) Capacidade de curto-circuito


Os equipamentos e demais instalações devem suportar, no mínimo, nos pátios de 230 kV das
subestações Alegrete 2, Cerro Chato, Santa Maria 3, Livramento 3 e Maçambará 3, as
correntes de curto-circuito simétrica e assimétrica relacionadas a seguir:
 corrente de curto-circuito nominal: 40kA
 valor de crista da corrente suportável nominal: 104,0 kA (fator de assimetria de 2,6).
Ressalta-se que o atendimento a fatores de assimetria superiores àqueles acima definidos
pode ser necessário em função dos resultados dos estudos, considerando inclusive o ano
horizonte de planejamento, a serem realizados pela TRANSMISSORA, conforme descrito no
item 11 do Anexo 6 (Anexo Técnico Geral).

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
6. EQUIPAMENTOS DE SUBESTAÇÃO

6.1. UNIDADES DE TRANSFORMAÇÃO DE POTÊNCIA


Não se aplica.

7. SISTEMAS DE SUPERVISÃO E CONTROLE

7.1. ARQUITETURA DE INTERCONEXÃO COM O ONS


A supervisão e controle é um dos pilares da operação em tempo real do sistema elétrico, estando
hoje na região de Alegrete 2, Cerro Chato, Santa Maria 3, Livramento 3 e Maçambará 3,
estruturada em um sistema hierárquico com sistemas de supervisão e controle instalados em 2
Centros de Operação do ONS, quais sejam:
 Centro Regional de Operação Sul– COSR-S;
 Centro Nacional de Operação do Sistema Elétrico - CNOS.
Esta estrutura é apresentada de forma simplificada, para fins meramente ilustrativos, na figura a
seguir, sendo que a TRANSMISSORA deverá prover as interconexões de dados entre o Centro de
Operação do ONS (exceto o CNOS) e cada um dos sistemas de supervisão das subestações
envolvidas, devidamente integrados aos existentes. A interconexão de dados com o Centro do
ONS se dá através de dois sistemas de aquisição de dados, sendo um local (SAL) e outro remoto
(SAR). SAL e SAR são sistemas de aquisição de dados (front-ends) do ONS que operam numa
arquitetura de alta disponibilidade, sendo o (SAL) localizado no centro de operação de propriedade
do ONS (COSR), e o outro (SAR), localizado em outra instalação designada pelo ONS.

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
Recursos do CNOS (1)
ONS
COSR-S (1)

Barramento Lógico de
SSC-S (2)
suporte dos SSCs aos COSs

Rede de Comunicação Operativa do ONS

SA do SSC-S (3)

SAL SAR

Recursos providos
pelos Agentes

ALE2 (4) CCH (4) SMA3 (4) LIV3 (4) MBR3 (4)

Legenda:
(1) Centros de Operação utilizados pelo ONS:
CNOS – Centro Nacional de Operação do Sistema
COSR-S- Centro Regional de Operação Sul
(2) Sistema de Supervisão e Controle do COSR-S
(3) Sistema de Aquisição de Dados (SA) compreendido por um SA local (SAL) e um SA remoto (SAR)
(4) Recursos de supervisão e controle nas subestações:
ALE2 - Subestação Alegrete 2
CCH - Subestação Cerro Chato
SMA3 - Subestação Santa Maria 3
LIV3 - Subestação Livramento3
MBR3 - Subestação Maçambará 3

FIGURA 7-1 – ARQUITETURA DE INTERCONEXÃO COM O ONS

Observa-se na figura acima que a interconexão com o Centro do ONS se dá através das seguintes
interligações de dados:
Interconexão com o Centro Regional de Operação Sul (COSR-S), para o atendimento aos
requisitos de supervisão e controle dos equipamentos das linhas de transmissão e subestações
objeto deste leilão, através de dois sistemas de aquisição de dados, um local (SAL) e outro remoto
(SAR).

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
Alternativamente, a critério da TRANSMISSORA, a interconexão com os Centros do ONS poderá
se dar por meio de um centro de operação próprio da TRANSMISSORA ou contratado de
terceiros, desde que sejam atendidos os requisitos descritos para supervisão e controle e
telecomunicações. Neste edital, este centro é genericamente chamado de “Concentrador de
Dados”. Neste caso, a estrutura dos centros apresentada na figura anterior seria alterada com a
inserção do concentrador de dados num nível hierárquico situado entre as instalações e os COSR-
S do ONS e, portanto, incluído no objeto desta licitação.
A figura a seguir ilustra uma possível configuração.

Recursos do CNOS (1)


ONS
COSR-S (1)

Barramento Lógico de
SSC-S (2) suporte dos SSCs aos COSs

Rede de Comunicação Operativa do ONS

SA do SSC-S (3)
SAL SAR

Recursos providos
pelos Agentes
CD(5)

ALE2 (4) CCH (4) SMA3 (4) LIV3 (4) MBR3 (4)

Legenda:
Em adição às siglas da figura anterior, utilizou-se:
(5) CD – Concentrador de dados, nome genérico dado para um sistema de supervisão e controle que se interponha
entre as instalações e os centros do ONS.

FIGURA 7-2 – ARQUITETURA ALTERNATIVA DE INTERCONEXÃO COM O ONS.

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

7.2. ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE SUPERVISÃO DAS EXTREMIDADES DE UMA LINHA DE


TRANSMISSÃO.
Na implantação da subestação Maçambara 3 decorrente de seccionamento das linhas de
transmissão com a inclusão de novas entradas de linha, deve-se adequar os sistemas de
supervisão das entradas de linha existentes nas subestações:
Maçambara e Santo Ângelo, conforme requisitos apresentados no subitem “Requisitos para a
Supervisão e Controle de Equipamentos Pertencentes à Rede de Operação”.
Todos os equipamentos a serem instalados devem ser supervisionados segundo a filosofia
adotada pela CONCESSIONÁRIA DE TRANSMISSÃO de tais subestações, devendo esta
supervisão ser devidamente integrada aos sistemas de supervisão e controle já instalados nestas
subestações.
Adicionalmente, o agente de transmissão concessionário da nova instalação deve prover ao centro
de operação da CONCESSIONÁRIA DE TRANSMISSÃO de tais subestações, responsável pela
operação e manutenção da LT seccionada, a supervisão remota referente às entradas das LTs na
nova subestação, conforme requisitos apresentados no subitem “Requisitos para a Supervisão e
Controle de Equipamentos Pertencentes à Rede de Operação”.

7.3. EQUIPAMENTOS DA REDE DE SUPERVISÃO E NÃO INTEGRANTES DA REDE DE


OPERAÇÃO.
Não se aplica

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

8. DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA RELATIVA AO EMPREENDIMENTO


Os relatórios de Estudos de Engenharia e Planejamento para as linhas de transmissão e para as
subestações interligadas estão relacionados a seguir.
Estes relatórios e documentos são partes integrantes deste anexo devendo suas recomendações
ser consideradas pela TRANSMISSORA no desenvolvimento dos seus projetos para implantação
das instalações, exceto quando disposto de forma diferente no Edital, incluindo este Anexo
Técnico.

8.1. RELATÓRIOS DE ESTUDOS DE ENGENHARIA E PLANEJAMENTO

8.1.1. ESTUDOS (RELATÓRIOS R1 E R2)

Nº EMPRESA DOCUMENTO
Nº EPE-DEE-DEA-RE- Relatório R1: Estudo Prospectivo para Avaliação da
006/2013 - REV1 Integração do Potencial Eólico do Estado do Rio Grande do Sul
Relatório R2 – Detalhamento da LT Santa Maria 3 – Livramento 3
S/NÚMERO – Volumes I e II

Relatório R2 – Detalhamento da LT Livramento 3 – Alegrete 2 –


S/NÚMERO Volumes I e II

Relatório R2 - Detalhamento da LT Livramento 3 – Cerro Chato –


S/NÚMERO Volume Único

S/NÚMERO Detalhamento da LT Livramento 3 – Maçambará 3 – Volumes I e


II

8.1.2. MEIO AMBIENTE E LICENCIAMENTO (RELATÓRIOS R3)


A TRANSMISSORA deve implantar as instalações de transmissão deste LOTE A2, observando a
legislação e os requisitos ambientais aplicáveis.

Nº EMPRESA DOCUMENTO

Relatório R3 – Relatório de Caracterização e Análise


s/número Socioambiental – LT 230 kV Livramento 3 – Santa Maria 3

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV

s/número Relatório de Caracterização e Análise Socioambiental – LT 230


kV Livramento 3 – Alegrete 2

s/número Relatório R3 – Relatório de Caracterização e Análise


Socioambiental – LT 230 kV Livramento 3 – Cerro Chato

s/número Relatório R3 - Relatório de Caracterização e Análise


Socioambiental – LT 230 kV Livramento 3 – Maçambará 3;

8.1.3. CARACTERÍSTICAS DOS EQUIPAMENTOS DAS INSTALAÇÕES EXISTENTES


(RELATÓRIOS R4)
Nº EMPRESA DOCUMENTO

Relatório R4 – Subestação Livramento 3 – Implantação;


s/número
Relatório R4 – Caracterização da Rede Existente – SE
s/número
Santa Maria 3;

Relatório R4 – Caracterização da Rede Existente – SE


s/número
Alegrete 2;
Relatório R4 – Caracterização da Rede Existente – SE
s/número
Cerro Chato 34,5/230 kV – saída SE Livramento 3 – 230 kV;
Relatório R4 – Caracterização da Rede Existente –
s/número
Características e Requisitos dos principais equipamentos e
instalações previstos na SE – SE Maçambará 3 230/69 kV
Implantação – Seccionamento das Linhas Maçambará –
Santo Ângelo C1 e Maçambará – Santo Ângelo C2

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ANEXO 6A3– LOTE A3
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – ALEGRETE 2 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – CERRO CHATO 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – SANTA MARIA 3 230 KV
LT 230KV LIVRAMENTO 3 – MAÇAMBARÁ 230 KV
SE LIVRAMENTO 3 230 KV
SE MAÇAMBARÁ 3 230 KV
9. CRONOGRAMA
A TRANSMISSORA deve apresentar cronograma de implantação das instalações de transmissão
pertencentes a sua concessão, conforme modelo apresentado neste ANEXO 6A3, de maneira que
permita aferir o progresso das obras e assegurar a entrada em OPERAÇÃO COMERCIAL na data
estabelecida no Contrato de Concessão.
O prazo previsto para obtenção da (LI) Licença de Instalação não poderá ser inferior a 18 meses
A ANEEL poderá solicitar a qualquer tempo a inclusão de outras atividades no cronograma.
A TRANSMISSORA deve atualizar mensalmente, em formato a ser estabelecido pela fiscalização
da ANEEL, o cronograma do empreendimento.
.

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ANEXO 6A3– LOTE A3

9.1. CRONOGRAMA FÍSICO DO EMPREENDIMENTO

Nome da Empresa:
Empreendimento:
Data: Meses
No Descrição das Etapas da Implantação
1 Projeto Básico
2 Assinatura de Contratos
2.1 Estudos, Projetos, Construção
2.2 Contrato de Conexão ao Sistema de Transmissão CCT
2.3 Contrato de Compartilhamento de Instalação CCI
2.4 Contrato de Prestação de Serviço de Transmissão
3 Declaração de Utilidade Pública
3.1 Solicitação
3.2 Obtenção
4 Licenciamento Ambiental
4.1 Termo de Referência TR
4.2 EIA/RIMA ou RAS
4.3 Licença Prévia LP
4.4 Licença de Instalação LI
4.5 Autorização de Supressão de Vegetação ASV
4.6 Licença de Operação LO
5 Projeto Executivo
6 Aquisições de Equipamentos e Materiais
6.1 Pedido de Compra
6.2 Estruturas
6.3 Cabos e Condutores
6.4 Equipamentos Principais (TR e CR)
6.5 Demais Equipamentos (Dj, Secc, TC, TP, PR)
6.6 Painel de Proteção, Controle e Automação
7 Obras Civis
7.1 Canteiro de Obras
7.2 Fundações
8 Montagem
8.1 Estruturas
8.2 Cabos e Condutores
8.3 Equipamentos Principais (TR e CR)
8.4 Demais Equipamentos (Dj, Secc, TC, TP, PR)
8.5 Painel de Proteção, Controle e Automação
9 Comissionamento
10 Desenvolvimento Físico
11 Desenvolvimento Geral
12 Operação Comercial
Observações: Data de Início Duração
Data de Conclusão
Assinatura CREA No

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ANEXO 6A3– LOTE A3
Engenheiro Região

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