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Rita Castro, investigadora, proprietária de vário laboratório de análises, sujeito passivo de IVA

residente em Portugal, no ano de 2016, realizou, entre outras, as seguintes operações:


Artigo 1º- Trespassou o seu laboratório de Telheiras a um comerciante do Funchal,
Rita é sujeito passivo,
Comerciante também deve ser sujeito passivo.
Art. 3º, nº 4 do CIVA.
É considerado uma transmissão de bens.
Exclusão, face ao 3º, nº 4, da transmissão de bens.
Deixa de ser uma situação tributável em sede de IVA. É sujeita, mas é excluída.
Artigo 2- Adquiriu diversos livros através da Internet a comerciantes dos EUA, China e
Mónaco,
Duas formas de comércio electrónico.
Comércio online ou offline
Se livros vieram através do correio, ou seja, em papel- comércio offline
Comércio online- ebook
Online- prestação de serviços
Offline- transmissão de bens- art. 3º, nº 1.
EUA- art. 5º, nº 1- importação.
China- Art. 5º, nº 1- importação.
Mónaco- Art. 1º, nº 4- são consideradas como se fossem Francesas.- Art. 3º do RITI.
Podiam equacionar- Lista I, verba 1.1.
E se fossem serviços?
Art. 6º- B2B.
Art. 6º nºs 6, 7 e 12.
Art. 6º, nº 6, alínea a)- em Portugal.
Artigo 3º- Recebeu um subsídio da UE para ministrar cursos de formação,
Formação- admita-se que é pelos seus laboratórios.
É uma prestação de serviços.
Isenção-art. 9º, nº 10. Se se verificassem os pressuposto, seria isenta.
Subsídios- art. 16º, nº 5 alínea c) do CIVA.
Se estivesse isenta, subvenção não seria tributada.
Artigo 4º- Fez várias conferências em Lisboa, Estocolmo, Paris e Madrid,
Partimos do princípio que são B2B.
São prestações de serviços.
Localização
Madrid e Estocolmo:
Não há nenhuma exclusão, logo aplica-se a regra geral.
Não são localizados no território nacional
Lisboa:
Art.
Em princípio não sendo nem um organismo sem fim lucrativo nem um organismo público, não
se aplica a isenção.
Artigo 5º- Locou um stand para participar num evento nos Açores,
Locação- art. 9º, nº 29.
Localização:
Prestação B2B, relacionado com um imóvel.
6º, nº 8, alínea a).
Isenta?
Não- art. 9º, nº 29. Como não abrange, não é sujeito a tributação.
Taxa dos Açores.
Artigo 6º- Enviou equipamento de laboratório para reparação na Alemanha,
Prestação de serviço- B2B sob um bem móvel corpóreo.
Art. 6º, nºs – não se aplica nenhuma excepção.
Aplica-se a regra geral- art. 6º, nº 6 alínea a)- será sujeito passivo cá.
Artigo 7º- Contratou investigadores dos EUA e Espanhóis para trabalharem nos seus laboratório
nos Açores e em Lisboa.
São prestações de serviços B2B.
Investigadores são sujeito passivos de IVA se forem a título independente.
Não está em nenhuma das excepções.
Aplica-se a regra geral- art. 6º, nº 6, alínea a).
É cá tributada.
Aplica-se a taxa do continente.

Artigo 1º- A Mariza é contratada para fazer uma festa de Natal, a realizar em Badajoz.
É uma operação B2B.
Artigo 2º- Uma consumidora final Portuguesa, dá uma festa de Natal em Badajoz e contrata a
Mariza.
É uma B2C de carácter artístico. todas as excepções Aplica a nº 9, alínea f), não é objecto de
tributação em Portugal. O que acontece à Mariza, não liquida cá.
Em Espanha haverá uma norma parecida ao nº 10, al. f), que dirá que é lá tributada, por se
localizar lá. Não está estabelecida em Espanha, mas a cliente é particular. Logo é ela que
liquida, é sujeito passivo do imposto em Espanha.
Artigo 3º- Vai mudar de casa, de Lisboa para Paris. Contrata transportadora Espanhola, para
transportar mobília de Lisboa para Paris. Que situação temos?
É uma consumidora final.
Transportadora- sujeito passivo de IVA.
B2C.
Prestação de serviços de transporte intracomunitário de bens- art. 1º al. e) do nº 2.
Al. b) do nº 10. Essa prestação será tributada em Portugal, porque a prestação de serviços
começou em Portugal.
Artigo 4º- Eu empresa Portuguesa, vou mudar os meus móveis da empresa portuguesa, para
Espanhola, contratando uma empresa chinesa.
B2B
Não há nenhuma excepção.
Aplica a regra geral- art. 6º, nº 6
Tributada cá.
Sujeito passivo- se o chinês não tiver cá estabelecimento, nem domicilio, sou eu o sujeito
passivo. Aplica o disposto no art. 2º, nº 1, al. e).
Artigo 5- Contabilista Certificado, estabelecido em território nacional, contratado por sujeito
brasileiro para fazer a contabilidade de Portugal.
B2C
Excepção do nº 11, alínea c). não liquida IVA.
Artigo 6º- A mesma operação, mas para fazer a contabilidade brasileira.
É uma operação B2B.
Não se aplica a excepção do nº 11, porque esta só se aplica a B2C.
Tem que se ver o 7,8 e 12.
Não há excepção.
Tem que aplicar a regra geral a contrario.
Por aplicação do disposto no art. 6º, nº 6.
Conclusão: Quando faz trabalho para país terceiro, não liquida IVA português.
Localize as seguintes operações face às regras actuais do art.º 6 do CIVA :
Artigo 1- A, sujeito passivo de IVA português, transporta mobílias de B particular, residente no
território nacional, de Lisboa para França
Localizamos a operação em Portugal nos termos da alínea b) do nº 10 do art.º6
Artigo 2- A, sujeito passivo de IVA português, envia para reparação na Alemanha um
equipamento que regressa ao território nacional
Localizamos a operação em Portugal nos termos da alínea a) do nº 6 do art.º 6
Artigo 3- A, sujeito passivo de IVA português, presta serviços de avaliação imobiliária de um
prédio localizado em Espanha
Localizamos a operação em Espanha nos termos da alínea a) do n.º 7 do art.º 6
Artigo 4- B, TOC sujeito passivo de IVA português, presta serviços a uma empresa Angolana
Não localizada em Portugal, de acordo com a alínea a) do n.º 6 do art.º 6
Artigo 5- B, artista sujeito passivo de IVA português, faz diversos concertos em Espanha,
Bélgica e Portugal
Localizamos as operações em Espanha e Bélgica nos termos da alínea e) do n.º 7 do art.º 6.
Localizamos a operação em Portugal nos termos da alínea e) do n.º 8 do art.º 6