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Segundo o delegado André Barbosa a motivação do crime foi pela região em que a vítima

morava. Alexander era morador de Fernão Cardim, área controlada pela milícia na Zona
Norte, enquanto os agressores no Morro do Urubu, também na Zona Norte, área
controlada pelo tráfico. Não se sabe se eles integravam uma organização criminosa.

— Todos participaram do crime, mas quem deu o soco que apagou a vítima foi o lutador
de mma — disse o delegaOs outros acusados são: Lucas Ferreira de freitas, de 25 anos,
com uma passagem por roubo, e Alexandre Batista de Azevedo, de 19 anos. A Polícia
Civil ainda busca mais uma pessoa que estaria envolvida com o crime: Gilberto Antonio
Casado Rosa, conhecido como Russão do Gelo. Os outros acusados são: Lucas Ferreira
de freitas, de 25 anos, com uma passagem por roubo, e Alexandre Batista de Azevedo, de
19 anos. A Polícia Civil ainda busca mais uma pessoa que estaria envolvida com o crime:
Gilberto Antonio Casado Rosa, conhecido como Russão do Gelo. Os outros acusados são:
Lucas Ferreira de freitas, de 25 anos, com uma passagem por roubo, e Alexandre Batista
de Azevedo, de 19 anos. A Polícia Civil ainda busca mais uma pessoa que estaria
envolvida com o crime: Gilberto Antonio Casado Rosa, conhecido como Russão do
Gelo.do Barbosa, em entrevista nesta quinta-feira.

O
Segundo o delegado André Barbosa a motivação d

Candomblé,
em sua
essência
Yorùbá foi
deturpando-se
no geral com
o passar dos
séculos,desde
a chegada dos
primeiros
negros
oriundos da
África,
particularmen
te da Nigéria
e do
Dahomé(atual
República
Popular de
Benin), sendo
que os de
origem Yorùbá
foram dos
últimos a
chegarem
aoBrasil, já
próximo ao
término da
escravidão.Por
sua diferença
de maneiras
(embora se
diga que não)
foram
aproveitados
em
grandenúmer
o como escra
vos doméstic
os, pois
eram conside
rados mais re
finados. Mas,
com a suaada
ptabilidade do
tão conhecid
o jeitinho
brasileiro, mol
dou-
se segundo a
nossa
personalidade
,adaptando-se
e forjando-nos
como afro-
brasileiros
para nos
classificarmos,
se assim se
pode dizer.A
nossa religião
é uma das
mais belas e
originais
manifestações
de
espiritualidade
, com
umvasto e
riquíssimo
naipe de
nuanças, com
personalidade,
feição e
expressão
próprias,
traduzidas
emlinguagem
também
própria e
particularizada
s, apesar de
variada.A
linguagem
oral: através
da qual O
Candomblé,
em sua
essência
Yorùbá foi
deturpando-se
no geral com
o passar dos
séculos,desde
a chegada dos
primeiros
negros
oriundos da
África,
particularmen
te da Nigéria
e do
Dahomé(atual
República
Popular de
Benin), sendo
que os de
origem Yorùbá
foram dos
últimos a
chegarem
aoBrasil, já
próximo ao
término da
escravidão.Por
sua diferença
de maneiras
(embora se
diga que não)
foram
aproveitados
em
grandenúmer
o como escra
vos doméstic
os, pois
eram conside
rados mais re
finados. Mas,
com a suaada
ptabilidade do
tão conhecid
o jeitinho
brasileiro, mol
dou-
se segundo a
nossa
personalidade
,adaptando-se
e forjando-nos
como afro-
brasileiros
para nos
classificarmos,
se assim se
pode dizer.A
nossa religião
é uma das
mais belas e
originais
manifestações
de
espiritualidade
, com
umvasto e
riquíssimo
naipe de
nuanças, com
personalidade,
feição e
expressão
próprias,
traduzidas
emlinguagem
também
própria e
particularizada
s, apesar de
variada.A
linguagem
oral: através
da qual O
Candomblé,
em sua
essência
Yorùbá foi
deturpando-se
no geral com
o passar dos
séculos,desde
a chegada dos
primeiros
negros
oriundos da
África,
particularmen
te da Nigéria
e do
Dahomé(atual
República
Popular de
Benin), sendo
que os de
origem Yorùbá
foram dos
últimos a
chegarem
aoBrasil, já
próximo ao
término da
escravidão.Por
sua diferença
de maneiras
(embora se
diga que não)
foram
aproveitados
em
grandenúmer
o como escra
vos doméstic
os, pois
eram conside
rados mais re
finados. Mas,
com a suaada
ptabilidade do
tão conhecid
o jeitinho
brasileiro, mol
dou-
se segundo a
nossa
personalidade
,adaptando-se
e forjando-nos
como afro-
brasileiros
para nos
classificarmos,
se assim se
pode dizer.A
nossa religião
é uma das
mais belas e
originais
manifestações
de
espiritualidade
, com
umvasto e
riquíssimo
naipe de
nuanças, com
personalidade,
feição e
expressão
próprias,
traduzidas
emlinguagem
também
própria e
particularizada
s, apesar de
variada.A
linguagem
oral: através
da qual O
Candomblé,
em sua
essência
Yorùbá foi
deturpando-se
no geral com
o passar dos
séculos,desde
a chegada dos
primeiros
negros
oriundos da
África,
particularmen
te da Nigéria
e do
Dahomé(atual
República
Popular de
Benin), sendo
que os de
origem Yorùbá
foram dos
últimos a
chegarem
aoBrasil, já
próximo ao
término da
escravidão.Por
sua diferença
de maneiras
(embora se
diga que não)
foram
aproveitados
em
grandenúmer
o como escra
vos doméstic
os, pois
eram conside
rados mais re
finados. Mas,
com a suaada
ptabilidade do
tão conhecid
o jeitinho
brasileiro, mol
dou-
se segundo a
nossa
personalidade
,adaptando-se
e forjando-nos
como afro-
brasileiros
para nos
classificarmos,
se assim se
pode dizer.A
nossa religião
é uma das
mais belas e
originais
manifestações
de
espiritualidade
, com
umvasto e
riquíssimo
naipe de
nuanças, com
personalidade,
feição e
expressão
próprias,
traduzidas
emlinguagem
também
própria e
particularizada
s, apesar de
variada.A
linguagem
oral: através
da qual o crime foi pela região em que a vítima

morava. Alexander era morador de Fernão Cardim, área controlada pela milícia na Zona
Norte, enquanto os agressores no Morro do Urubu, também na Zona Norte, área
controlada pelo tráfico. Não se sabe se eles integravam uma organização criminosa.

— Todos participaram do crime, mas quem deu o soco que apagou a vítima foi o lutador
de mma — disse o delegado Barbosa, em entrevista nesta quinta-feira.
Segundo o delegado André Barbosa a motivação do crime foi pela região em que a vítima
morava. Alexander era morador de Fernão Cardim, área controlada pela milícia na Zona
Norte, enquanto os agressores no Morro do Urubu, também na Zona Norte, área
controlada pelo tráfico. Não se sabe se eles integravam uma organização criminosa.

— Todos participaram do crime, mas quem deu o soco que apagou a vítima foi o lutador
de mma — disse o delegado Barbosa, em entrevista nesta quinta-feira.

Segundo o delegado André Barbosa a motivação do crime foi pela região em que a vítima
morava. Alexander era morador de Fernão Cardim, área controlada pela milícia na Zona
Norte, enquanto os agressores no Morro do Urubu, também na Zona Norte, área
controlada pelo tráfico. Não se sabe se eles integravam uma organização criminosa.

— Todos participaram do crime, mas quem deu o soco que apagou a vítima foi o lutador
de mma — disse o delegado Barbosa, em entrevista nesta quinta-feira.

A Divisão de Homicídios prendeu, nesta quinta-feira, três suspeitos de terem espancado


até a morte o jovem Alexander de Paiva Azevedo, de 19 anos, na quadra da escola de
samba da Caprichosos de Pilares. na Zona Norte do Rio, na madrugada do dia 19 de
março. Entre os presos está Lucas “Perizinho", lutador de MMA. A Divisão de Homicídios
prendeu, nesta quinta-feira, três suspeitos de terem espancado até a morte o jovem
Alexander de Paiva Azevedo, de 19 anos, na quadra da escola de samba da Caprichosos
de Pilares. na Zona Norte do Rio, na madrugada do dia 19 de março. Entre os presos está
Lucas “Perizinho", lutador de MMA.

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