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LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA LTE Cabos Condutores ,Isoladores e Estruturas de LT’s Aula 2:
LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA
LTE
Cabos Condutores ,Isoladores e Estruturas de LT’s
Aula 2: Cabos Condutores, Isoladores e Estruturas
Prof. Fabiano F. Andrade © 2011
2.1 - CABOS E CONDUTORES PROPRIEDADES DE MATERIAIS CONDUTORES (Fonte: Nexans) 2 Aula 2: Cabos
2.1 - CABOS E CONDUTORES
PROPRIEDADES DE MATERIAIS CONDUTORES (Fonte: Nexans)
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.1.1 - Cabos Nus de Alumínio - CA
TDE - Transmissão e Distribuição de Energia
2.1.1 - Cabos Nus de Alumínio - CA
Regras de Formação:
O diâmetro (D) do cabo é dado por:
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.1.2 - Cabos com Alma de Aço -
TDE - Transmissão e Distribuição de Energia
2.1.2 - Cabos com Alma de Aço - CAA
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.1.2 - Cabos com Alma de Aço –
TDE - Transmissão e Distribuição de Energia
2.1.2 - Cabos com Alma de Aço – CAA
detalhe: procedimentos de emenda dos condutores
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2.1.3 - Ligas de Alumínio e suas Vantagens (Nexans) Versatilidade Reduz as perdas Boa resistência
2.1.3 - Ligas de Alumínio e suas Vantagens (Nexans)
Versatilidade
Reduz as perdas
Boa resistência à corrosão
Alta resistência à fluência
Alta relação ruptura/peso
Acessórios mais simples
Os cabos 100% de liga de alumínio são denominados (CAL).
Existem também os cabos de alumínio com a alma de liga de alumínio (ACAR).
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2.1.4 – Cabos de Alumínio Termoresistente (Nexans) • Recondutoramento/Recapacitação de linhas de transmissão
2.1.4 – Cabos de Alumínio Termoresistente (Nexans)
• Recondutoramento/Recapacitação de linhas de transmissão (mesma bitola).
• Linhas novas com capacidade 50% maior, (aumento menor nos custos).
• Redução de bitola com uma redução nos custos dos condutores, acessórios e
estruturas de suporte mantendo a mesma capacidade.
• Linhas de transmissão para Usinas Térmicas (grande variação de produção)
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de acessórios, suportes e na instalação em geral.
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.2 Isoladores e Ferragens 8 Aula 2: Cabos
TDE - Transmissão e Distribuição de Energia
2.2 Isoladores e Ferragens
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.2.1 - Fenômenos de Condutividade e Proteção dos
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2.2.1 - Fenômenos de Condutividade
e Proteção dos Isoladores
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.2.2 - Disposição das Cadeias de Isoladores Isolador
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2.2.2 - Disposição das Cadeias de Isoladores
Isolador de
amarração
dupla
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.2.3 - Distribuição da Tensão ao Longo da
TDE - Transmissão e Distribuição de Energia
2.2.3
- Distribuição da Tensão ao Longo da Cadeia
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V
V (1
)
2
1
2
V
V (1 3/  1/  )
3
1
2
3
V
V (1 6 /  5/   1/  )
4
1
2
34
V
V (1 10 /   15/   7 /  1/ )
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1
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2.2.4 - Isoladores Sintéticos (Camargo, 2009.) Tipo de Isolador Vantagens Restrições  Peso acentuado 
2.2.4 - Isoladores Sintéticos
(Camargo, 2009.)
Tipo de Isolador
Vantagens
Restrições
 Peso acentuado
 Longo tempo de uso
 Defeitos escondidos
PORCELANA
 Desempenho quantificado.
 Susceptível ao vandalismo
 De fácil intercâmbio.
 Difícil detecção de falhas em serviço
 Longo tempo de uso
 Desempenho quantificado;
 Percepção negativa do vidro ser frágil
VIDRO
 De fácil intercâmbio
 Peso acentuado
 Unidade danificada fácil de
localizar.
 Atraente aos vândalos
 Faixa de servidão menor
 Bom desempenho à
contaminação.
 Não facilmente intercambiável devido a
quantidade de projetos, manufatura e
anéis corona.
 Pode apresentar defeitos escondidos.
SINTÉTICO
 Peso leve.
 Redução nos custos de
instalação.
 Técnicas de linha viva ainda não
desenvolvidas.
 Fragilidade a fraturas
 Não é atraente aos vândalos.
 Envelhecimento devido a natureza
orgânica dos componentes.
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.2.5 - Ferragens 13 Aula 2: Cabos Condutores,
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2.2.5 - Ferragens
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.2.5 – Exemplos de Aplicação de Ferragens 14
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2.2.5 – Exemplos de Aplicação de Ferragens
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.2.6 - Amortecedor Stockbridge 15 Aula 2: Cabos
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2.2.6 - Amortecedor Stockbridge
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.2.7 - Sinalizadores 16 Aula 2: Cabos Condutores,
TDE - Transmissão e Distribuição de Energia
2.2.7 - Sinalizadores
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.3.1 - Estruturas Autoportantes 17 Aula 2: Cabos
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2.3.1 - Estruturas Autoportantes
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.3.2 - Estruturas Estaiadas 18 Aula 2: Cabos
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2.3.2 - Estruturas Estaiadas
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.3.3 – Exemplos de Estruturas de Linhas transposição
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2.3.3 – Exemplos de Estruturas de Linhas
transposição
de fases
autoportante
estaiada
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.4 Tensão Mecânica e Flecha no Condutor Um
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2.4 Tensão Mecânica e Flecha no Condutor
Um condutor apoiado entre dois pontos sem vento, irá tomar a forma de uma catenária
Relação entre tração, peso, vão e flecha:
2
p
8
T 
2
S 
d
o
8
d
3
Correção de
(Kgf/m) para vento e neve:
2
2
   
(
)
eq
vento
gelo
cabo
d y
ps
Atenção para as unidades!
tg  
d x
T
Forças (Tração, Peso) : [Kgf] ou [N]
Massa: [Kg]
Pressão: [Kgf/m 2 ]
o
222
ds  dx  dy
Peso linear: [Kgf/m]
é comum encontrar Kg no lugar de kgf em livros e catálogos da área refererindo-se a forças!
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia 2.4.1 - Maior vão do sistema de transmissão
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2.4.1 - Maior vão do sistema de transmissão no Brasil
(Cordini, 2010)
Em resposta a sua manifestação, as informações são referente
a Eletrosul - Qual o maior vão na Linha de Transmissão
Comprimento do vão = 1.673,7 m
Comprimento da Linha de Transmissão = 136,26 km
Local do vão = São Bento do Sul / SC
Qual empresa esta responsavel pela manutenção R. Eletrosul
Quem construiu R. Themag - Engenaria Ltda
Qual material utilizado = Cabo Condutor = 636 kcmil (Grosbeak)
Pararraios = 336,4 kcmil (Oriole) - alumínio com alma de aço e
cabo de aço galvanizado 3/8" * Isoladores = Disco de porcelana
Estruturas = Perfil de aço galvanizado a quente
Início de construção = 22/01/79 - Liberação para operação
comercial = 13/12/83
Assistente de Ouvidoria
ELETROSUL Centrais Elétricas S/A (48) 3231-7315
Estimem a tração neste condutor após
conhecer o desnível das torres
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TDE - Transmissão e Distribuição de Energia Exercício Nas proximidades de Porto Velho, uma LT
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Exercício
Nas proximidades de Porto Velho, uma
LT (condutor Rail) precisa atravessar
um afluente do Rio Madeira que na
época das cheias pode apresentar até
250m de uma margem à outra. Por
segurança, as torres devem distar 80m
das margens, que devido à
irregularidade do relevo, provocam um
desnível vertical de 10m entre as torres
de igual tamanho. Calcule a altura
mínima dos condutores nas torres,
admitindo: fator de segurança igual a 4,
vento de 40 Kg/m 2 , navegação
KV

p
ermitida
p
ara mastros de até 20m
.
D
H

2
0 , 01
50
segurança
mastro
 
3
 
Resposta: 35,614m
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