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LIGAS DE COBRE Iberê Roberto Duarte 2012

LIGAS DE COBRE

Iberê Roberto Duarte

2012

1-INTRODUÇÃO

1-INTRODUÇÃO Cobre é ligado com outros elementos, puro é difícil para a fundição devido a formação

Cobre é ligado com outros elementos, puro é difícil para a fundição devido a formação de trincas e poros.

As características de fundição podem ser melhores com a adição de berílio, silício, níquel, estanho, zinco, cromo e prata.

1-INTRODUÇÃO

Na forma fundida são especificadas pelo

1-INTRODUÇÃO Na forma fundida são especificadas pelo “Unified Numbering System - UNS” nos EUA, são as

“Unified Numbering System - UNS” nos EUA,

são as séries C80000 a C99999.

1-INTRODUÇÃO

1-INTRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO GENÉRICA DAS LIGAS TRABALHADAS

CLASSIFICAÇÃO GENÉRICA DAS LIGAS TRABALHADAS

1-INTRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO GENÉRICA DAS LIGAS TRABALHADAS

1-INTRODUÇÃO

1-INTRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO GENÉRICA DAS LIGAS FUNDIDAS

CLASSIFICAÇÃO GENÉRICA DAS LIGAS FUNDIDAS

1-INTRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO GENÉRICA DAS LIGAS FUNDIDAS

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

PODEM SER VAZADAS EM:

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE PODEM SER VAZADAS EM: MOLDE DE AREIA A VERDE; CERA PERDIDA;

MOLDE DE AREIA A VERDE; CERA PERDIDA;

MOLDE PERMANENTE POR GRAVIDADE; PROCESSOS LIGADOS QUIMICAMENTE; FUNDIÇÃO SOB PRESSÃO;

FUNDIÇÃO A BAIXA PRESSÃO;

FUNDIÇÃO CENTRÍFUGA.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE FUNDIBILIDADE Reproduzir finos detalhes. Peça boa sem técnicas especiais para os

FUNDIBILIDADE

Reproduzir finos detalhes. Peça boa sem técnicas especiais para os sistema de enchimento, alimentação, fusão e moldagem.

Fluidez assegura a fundibilidade.

Ligas com alta contração: bronze ao manganês, bronze ao alumínio, bronze ao silício, latões ao silício.

São mais fluidas que as ligas de baixa contração, mais fáceis para vazar,

reproduzem bem em moldes de areia, coquilha, sob pressão e fundição

centrifuga.

É necessário solidificação direcional, evitar mudanças bruscas de seção

e usar massalotes, para evitar rechupes e trincas.

Evitar sistema de enchimento turbulento.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE Propriedades de fundição das principais ligas de cobre para fundição em

Propriedades de fundição das principais ligas de cobre para fundição em

areia. Número 1 representa a máxima fundibilidade.

de fundição das principais ligas de cobre para fundição em areia. Número 1 representa a máxima
de fundição das principais ligas de cobre para fundição em areia. Número 1 representa a máxima

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE Propriedades de fundição das principais ligas de cobre para fundição em

Propriedades de fundição das principais ligas de cobre para fundição em

areia. Número 1 representa a máxima fundibilidade.

de fundição das principais ligas de cobre para fundição em areia. Número 1 representa a máxima
de fundição das principais ligas de cobre para fundição em areia. Número 1 representa a máxima

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE SÃO DIVIDIDAS EM TRÊS GRUPOS, DE ACORDO COM O INTERVALO DE

SÃO DIVIDIDAS EM TRÊS GRUPOS, DE ACORDO COM O INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO:

GRUPO I PEQUENO INTERVALO 50 O C.

GRUPO II INTERVALO INTERMEDIÁRIO 50 A 110 O C.

GRUPO III GRANDE INTERVALO 110 A 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

LATÃO AMARELO (yellow brass)

BRONZE AO MANGANÊS E ALUMÍNIO (manganese and aluminum

bronze)

BRONZE AO NÍQUEL (nickel bronze)

BRONZE AO MANGANÊS (manganese bronze)

COBRE CROMO (chromium copper)

COBRE (copper)

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

GRUPO I PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO 50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO I – PEQUENO INTERVALO DE SOLIDIFICAÇÃO  50 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 A 110 O C.

GRUPO II INTERVALO INTERMEDIÁRIO 50 A 110 O C.

COBRE BERÍLIO (beryllium copper)

LATÃO COM SILÍCIO (silicon brass)

BRONZE COM SILÍCIO (silicon bronze) COBRE NÍQUEL (cupro-nickel)

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 a 110 O C.

GRUPO II INTERVALO INTERMEDIÁRIO 50 a 110 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 a 110 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 a 110 O C.

GRUPO II INTERVALO INTERMEDIÁRIO 50 a 110 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 a 110 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 a 110 O C.

GRUPO II INTERVALO INTERMEDIÁRIO 50 a 110 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 a 110 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 a 110 O C.

GRUPO II INTERVALO INTERMEDIÁRIO 50 a 110 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO II – INTERVALO INTERMEDIÁRIO  50 a 110 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 A 170 O C.

GRUPO III GRANDE INTERVALO 110 A 170 O C.

LATÃO VERMELHO COM CHUMBO (leaded red brass)

LATÃO SEMI VERMELHO COM CHUMBO (leaded semired brass)

BRONZE COM ESTANHO (tin bronze) BRONZE COM ESTANHO E CHUMBO (leaded tin bronze)

BRONZE COM ALTO CHUMBO E ESTANHO (high leaded tin bronze)

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

GRUPO III GRANDE INTERVALO 110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

GRUPO III GRANDE INTERVALO 110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

GRUPO III GRANDE INTERVALO 110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

GRUPO III GRANDE INTERVALO 110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

GRUPO III GRANDE INTERVALO 110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE GRUPO III – GRANDE INTERVALO  110 a 170 O C.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

Todas podem ser vazadas em areia.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE Todas podem ser vazadas em areia. Moldagem em areia é flexível

Moldagem em areia é flexível quanto ao tamanho da peça, é mais econômica para lotes pequenos.

Coquilha é melhor para os bronzes ao estanho, silício, alumínio e manganês e latões amarelos.

Fundição sob pressão é indicada para latões amarelo, geralmente peças

com 0,2 kg e raramente acima de 0,9 kg, lotes acima de 50.000 unidades.

Todas as ligas de cobre podem ser vazadas em fundição centrífuga.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO

Bronzes ao manganês e alumínio:

DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao manganês e alumínio: Intervalo de solidificação pequeno  14 a 40 o

Intervalo de solidificação pequeno 14 a 40 o C.

Em peças grandes empregar alimentação semelhante a dos aços

fundidos, ou seja, prover solidificação direcional.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao manganês: Intervalo de solidificação pequeno 

CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao manganês:

Intervalo de solidificação pequeno 14 a 40 o C.

DE COBRE CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao manganês: Intervalo de solidificação pequeno  14 a 40

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao alumínio: Intervalo de solidificação pequeno 

CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao alumínio:

Intervalo de solidificação pequeno 14 a 40 o C.

DE COBRE CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao alumínio: Intervalo de solidificação pequeno  14 a 40

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao estanho: Intervalo de solidificação grande 

CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO

Bronzes ao estanho:

Intervalo de solidificação grande ~165 o C.

Zona pastosa (mushy zone) rechupe ou micro rechupes interdendríticos.

Adequar o desenho da peça, massalotes e o uso de resfriadores.

Proporcionar solidificação rápida.

Secções até 25 mm são usadas rotineiramente.

Secções até 50 mm podem ser fundidas, mas com dificuldade.

Para peças com espessura acima de 25 mm é melhor empregar bronze

com intervalo de solidificação pequeno.

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE

2-TIPOS DE LIGAS DE COBRE CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao estanho: Intervalo de solidificação grande 

CONTROLE DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao estanho:

Intervalo de solidificação grande ~165 o C. Zona pastosa (mushy zone)

DA SOLIDIFICAÇÃO Bronzes ao estanho: Intervalo de solidificação grande  ~165 o C. Zona pastosa (mushy

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO A GÁS OU A ÓLEO. BASCULANTE ESTACIONÁRIO ESTACIONÁRIO

FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO A GÁS OU A ÓLEO. BASCULANTE ESTACIONÁRIO

DE FUNDIÇÃO FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO A GÁS OU A ÓLEO. BASCULANTE ESTACIONÁRIO ESTACIONÁRIO BASCULANTE

ESTACIONÁRIO

DE FUNDIÇÃO FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO A GÁS OU A ÓLEO. BASCULANTE ESTACIONÁRIO ESTACIONÁRIO BASCULANTE

BASCULANTE

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNOS A CADINHO COM MAÇARICO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO CADINHOS

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

FORNO INDUÇÃO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO Nos EUA, nas últimas décadas, trocaram os fornos a chama para

Nos EUA, nas últimas décadas, trocaram os fornos a chama para fornos a

elétricos a indução, apesar do custo elevado.

Isto ocorreu devido as normas “Ocupacional safety and health

administration” – OSHA poluição queima de combustível fóssil.

Nas ligas do grupo III o forno indução reduz a emissão de fumaça com

chumbo e zinco devido ao ciclo de fusão ser menor em cerca de 25 % se

comparado ao forno com chama.

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

FORNO INDUÇÃO

a) FORNO INDUÇÃO A CANAL

DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO a) FORNO INDUÇÃO A CANAL Para grandes quantidades, empregar como forno de

Para grandes quantidades, empregar como forno de espera.

É ótimo para a produção contínua de ligas do grupo III.

Não é recomendado para as ligas do grupo I, devido a formação de escória.

Recomenda-se o emprego de fluxo de cobertura e carga limpa.

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

FORNO INDUÇÃO

a) FORNO INDUÇÃO A CANAL

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO a) FORNO INDUÇÃO A CANAL
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO a) FORNO INDUÇÃO A CANAL

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

FORNO INDUÇÃO

a) FORNO INDUÇÃO A CANAL

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO a) FORNO INDUÇÃO A CANAL FORNO INDUÇÃO A CANAL DE DUPLA
3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO a) FORNO INDUÇÃO A CANAL FORNO INDUÇÃO A CANAL DE DUPLA

FORNO INDUÇÃO A CANAL DE DUPLA BACIA

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO BASCULANTE OU COM LEVANTADOR DO

FORNO INDUÇÃO

b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO

BASCULANTE OU COM LEVANTADOR DO CADINHO.

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO BASCULANTE OU COM LEVANTADOR DO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO

FORNO INDUÇÃO

b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO

FORNO INDUÇÃO

b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO b) FORNO INDUÇÃO SEM NÚCLEO MAGNÉTICO

3-PRÁTICA DE FUNDIÇÃO

FORNO INDUÇÃO

CADINHOS:

GRAFITE E ARGILA

DE FUNDIÇÃO FORNO INDUÇÃO CADINHOS:  GRAFITE E ARGILA  CARBETO DE SILÍCIO NÃO PODE SER

CARBETO DE SILÍCIO NÃO PODE SER USADO EM FORNO INDUÇÃO PORQUE FICAM SUPERAQUECIDOS PELO CAMPO MAGNÉTICO.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO
4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO TEMPERATURA DE VAZAMENTO

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO I

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO I COBRE PURO E COBRE CROMO: Difícil na fundição

COBRE PURO E COBRE CROMO:

Difícil na fundição devido suscetibilidade a gases e oxidação do cromo.

Recomenda-se usar fluxo de cobertura para evitar a oxidação e absorção de hidrogênio.

No caso de cobre puro grafite britado ou carvão sobre o banho.

Nas ligas cobre cromo usar fluxo comercial.

Quando a liga atingir 1260 o C, injetar boreto de cálcio ou de lítio no líquido para desoxidação.

Vazar sem remover a camada que flota sobre o banho.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO I

LATÕES AMARELO:

Perdem zinco vaporização.

GRUPO I LATÕES AMARELO: Perdem zinco  vaporização. Adicionar 0,15 a 0,35 % de Al para

Adicionar 0,15 a 0,35 % de Al para aumentar a fluidez e ajuda a reduzir a vaporização do zinco.

Al acima desta faixa causa rechupes.

Não é necessário fluxos de cobertura.

Adicione Zn antes do vazamento para corrigir o que foi vaporizado.

Ë muito simples fundir latões amarelo.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO I

BRONZES COM MANGANÊS:

DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO I BRONZES COM MANGANÊS: São latões amarelos com ferro, manganês

São latões amarelos com ferro, manganês e alumínio.

Devem ser fundidos e aquecidas até aparecerem clarões ou quando forem detectados vapores de óxido de zinco, neste momento o metal deve ser vazado.

Não é necessário o uso de fluxos de cobertura.

Corrigir o teor de zinco no final da fusão.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO I

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO I BRONZE COM ALUMÍNIO: Fundir sob atmosfera oxidante. Se

BRONZE COM ALUMÍNIO:

Fundir sob atmosfera oxidante.

Se necessário, use desgaseificadores, misturados ao metal no cadinho.

Vazar amostra em um molde cilíndrico (60 mm x 60 mm), antes das

peças, para verificar se vai ocorrer contração ou exudação de gás.

Se apresentar exudação, será necessário desgaseificar.

Desgaseificação remove hidrogênio e oxigênio.

Desgaseificadores comerciais são a base de fluoretos.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO I

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO I BRONZES COM NÍQUEL: Conhecidos como prata níquel, apresentam

BRONZES COM NÍQUEL:

Conhecidos como prata níquel, apresentam dificuldades de fundição.

São suscetíveis ao hidrogênio, o Ni aumenta a solubilidade deste gás.

Fundir em atmosfera oxidante, superaquecer rapidamente e garantir

perda de temperatura durante a aplicação do fluxo e manuseio.

Os fluxos são a base de Mn, Ca, Si, Mg e P e são excelentes para a remoção de H e O.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO I

BRONZE BRANCO AO MANGANÊS:

Existem duas ligas nesta família.

BRANCO AO MANGANÊS: Existem duas ligas nesta família. A base é cobre e zinco, uma contém

A base é cobre e zinco, uma contém grande quantidade de manganês e

a outra níquel.

São ligas simples para trabalhar na fundição.

Podem ser vazadas em temperaturas baixas devido a alta fluidez.

Se houver superaquecimento, o zinco será vaporizado.

Normalmente, não é necessário o uso de fluxos.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO II

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO II COBRE BERÍLIO: Perigo  vapores tóxicos com Be,

COBRE BERÍLIO:

Perigo vapores tóxicos com Be, devem ser capturados com exaustores.

Fusão deve ser rápida sob atmosfera levemente oxidante para minimizar a perda de Be.

Apresentam boa fluidez.

O Be é cancerígeno.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO II

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO II LATÕES E BRONZES AO SILÍCIO: São relativamente fáceis

LATÕES E BRONZES AO SILÍCIO:

São relativamente fáceis para fundir e vazar.

Para as ligas UNS C87300, C87600 e C87610.

No caso de superaquecimento aumenta a absorção de H.

Raramente necessita desgaseificação, se necessário use os mesmos

métodos aplicados nas ligas de bronze ao alumínio.

Não são necessários fluxos de cobertura.

As ligas UNS C87500 e C87800 (bronzes ao silício) possuem excelente

fluidez e podem ser vazadas logo acima da temperatura de fusão.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO II

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO II COBRE NÍQUEL: Devido ao alto Ni, as ligas

COBRE NÍQUEL:

Devido ao alto Ni, as ligas 90Cu-10NI, UNS C96200 e 70Cu-30Ni, UNS C96400, devem ser fundidas com cuidado, o Ni aumenta a temperatura de fusão e a absorção de H.

Em fornos a indução a fusão é mais rápida.

Fundir a carga, manter em temperatura levemente acima da temperatura

de vazamento e desoxidar.

Usar o mesmo desgaseificante comercial aplicado em bronze ao níquel

ou usar 0,1 % de Mg no fundo da panela, remove o oxigênio.

Normalmente se usa um pouco de fluxo de cobertura na panela.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO III

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO III São as ligas do tipo latão semi-vermelho e

São as ligas do tipo latão semi-vermelho e vermelho ao chumbo, bronzes ao zinco e com chumbo e zinco, e bronzes com alto chumbo e

zinco.

É necessário o uso em conjunto de resfriadores e massalotes.

A melhor temperatura para vazar deve ser a menor, de acordo com a

espessura da peça.

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO

LIGAS DO GRUPO III

4-TRATAMENTO DO METAL LÍQUIDO LIGAS DO GRUPO III FLUXOS: Usar lingote e retorno limpos, sem areia.

FLUXOS:

Usar lingote e retorno limpos, sem areia.

Fundir rápido em atmosfera levemente oxidante.

Ao atingir a temperatura para o manuseio, desoxidar com cobre

fosforoso (cobre com 15 % de P), adicionar no interior do banho.

O

P é o agente desoxidante.

O

teor residual de P deve ser entre 0,010 a 0,020 %, se acima,

porosidade interna pode ser formada nas peças.

Faça a adição de Zn puro antes do vazamento para correção.

Raramente se usam fluxos de cobertura.

5-TRATAMENTO TÉRMICO

SOMENTE NAS LIGAS:

COBRE BERÍLIO

COBRE CROMO

5-TRATAMENTO TÉRMICO SOMENTE NAS LIGAS: COBRE BERÍLIO COBRE CROMO BRONZE AO ALUMÍNO COM TEOR DE Al

BRONZE AO ALUMÍNO COM TEOR DE Al ACIMA DE 10 %

5-TRATAMENTO TÉRMICO

COBRE BERÍLIO

5-TRATAMENTO TÉRMICO COBRE BERÍLIO Solubilização e envelhecimento. Temperatura de solubilização elevada favorece o

Solubilização e envelhecimento.

Temperatura de solubilização elevada favorece o crescimento de grãos.

Temperatura de solubilização baixa resulta em insuficiente solubilização da fase rica em Be e consequentemente se obtém baixa dureza.

Após aquecimento para solubilização as peças devem ser resfriadas em água.

A liga C82000 deve ser solubilizada em forno com atmosfera protetora, a base de amônia ou gás natural.

O tempo de solubilização depende da espessura da peça.

5-TRATAMENTO TÉRMICO

COBRE BERÍLIO

5-TRATAMENTO TÉRMICO COBRE BERÍLIO
5-TRATAMENTO TÉRMICO COBRE BERÍLIO
5-TRATAMENTO TÉRMICO COBRE BERÍLIO

5-TRATAMENTO TÉRMICO

COBRE CROMO

5-TRATAMENTO TÉRMICO COBRE CROMO Liga CuCr1 pode ser tratada igual a liga Cu-Be. Solubilização: 980 a

Liga CuCr1 pode ser tratada igual a liga Cu-Be.

Solubilização: 980 a 1015 o C, 1h resfriamento na água.

Precipitação: 500 o C, 2h.

Cr oxida, empregar atmosfera protetora para evitar oxidação de até 3

mm de profundidade.

Sem atmosfera protetora, usinar para remover a camada oxidada para obter a condutividade elétrica e a dureza igual na superfície.

5-TRATAMENTO TÉRMICO

BRONZE AO ALUMÍNIO

5-TRATAMENTO TÉRMICO BRONZE AO ALUMÍNIO Deve possuir mais de 10 % de Al para ser tratável.

Deve possuir mais de 10 % de Al para ser tratável.

Ligas Cu-Al recebem tratamento térmico semelhante ao usado nos aços ao carbono, devido apresentarem um diagrama de transformação isotérmico semelhante.

Para o tratamento térmico de endurecimento por têmpera é essencial o

uso de têmpera em alta temperatura para dissolver a fase dentro da

fase .

A têmpera produz martensita que é dura na temperatura ambiente, o

revenido subsequente reprecipita finas agulhas de na microestrutura.

5-TRATAMENTO TÉRMICO

5-TRATAMENTO TÉRMICO BRONZE AO ALUMÍNIO Ciclos de tratamentos térmicos nas ligas Cu-Al Solubilização e revenido

BRONZE AO ALUMÍNIO

Ciclos de tratamentos térmicos nas ligas Cu-Al

Solubilização e revenido

5-TRATAMENTO TÉRMICO BRONZE AO ALUMÍNIO Ciclos de tratamentos térmicos nas ligas Cu-Al Solubilização e revenido

6-APLICAÇÕES

Resistência a corrosão

Mancais Alta condutibilidade térmica e elétrica

corrosão Mancais Alta condutibilidade térmica e elétrica GRUPOS PRINCIPAIS DE APLICAÇÃO: Partes de bombas,

GRUPOS PRINCIPAIS DE APLICAÇÃO:

Partes de bombas, válvulas e acessórios. Mancais e buchas. Engrenagens. Naval.

Componentes elétricos.

Arquitetura e partes ornamentais.

REFERÊNCIAS

REFERÊNCIAS AMERICAN SOCIETY FOR METALS, ASM Handbook Casting, vol 15, 1998. AMERICAN SOCIETY FOR METALS, ASM

AMERICAN SOCIETY FOR METALS, ASM Handbook Casting, vol 15, 1998.

AMERICAN SOCIETY FOR METALS, ASM Desk Edition, 1998.

Inductotherm, boletim 97R métrico, sistema de fusão por indução.

Indufor Equipamentos a Indução, folheto.

Morganite, Manual de Fundição a Cadinho, São Bernardo do Campo, SP, 2005.