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RODRIGO GARCIA CONVIDA

UNIVERSITÁRIOS A PARTICIPAREM
MAIS DA POLÍTICA

As próximas eleições serão fundamentais e as pessoas precisam escolher com


consciência os representantes do Executivo e do Legislativo que irão conduzir o
Brasil nos próximos quatro anos. Este foi um dos assuntos que o líder do
Democratas, deputado federal Rodrigo Garcia, defendeu na palestra que fez na
ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, durante a Semana
Política da faculdade.

“O próximo presidente precisa ter a clareza de que é necessário reformar o


Estado brasileiro. Nós fizemos um Estado que não cabe mais dentro do
orçamento. Temos uma Constituição de muitos direitos. Uma sociedade de
muitos direitos e garantias faz com que o Estado seja muito grande para
atender as demandas. Um Estado grande significa um Estado caro. Um Estado
caro significa imposto mais alto para as pessoas”, alertou Rodrigo.

Defendendo maior participação na política, o deputado conversou com os


universitários durante uma hora e falou de sua carreira, iniciada muito jovem,
aos 18 anos de idade. Com 24 anos, foi eleito deputado estadual pela primeira
vez. “Foi tudo muito rápido, muito intenso. Mas assumi o mandato já com
bandeiras, ideias, com convicções. Apesar de uma experiência muito curta, foi
muito intensa, como empreendedor, como estudante. Década de 90, o Brasil
tinha feito grandes reformas na época do governo do ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso. Quebra de monopólio, a sociedade foi se transformando”,
lembrou.

Durante o debate, questionou os universitários chamando-os para


participarem e convidando aqueles que têm vocação a participar, disputando
eleição e tentando entrar no sistema para reformar esse sistema. Rodrigo
Garcia também falou como se estrutura a política brasileira e como se
desenvolve em nosso País, além de discorrer sobre a atual conjuntura.

Ele defendeu as bandeiras liberais e, mais que isso, defendeu a importância do


voto e da participação na política, com mudanças gradativas. “Tivemos as
maiores manifestações na história do Brasil em 2013. Vieram as eleições em
2014. Não mudou muito. Continuaram as manifestações. Vêm as eleições de
2016. Não mudou muito. Continuaram as manifestações. E virão daqui seis
meses as eleições de novo. Será que vai mudar?”, questionou.