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Série Histórica mulheres e eleições 1996-2012

Série Histórica

Mu
lhe
res
e Eleições
1996-2012
Organização Patrícia Rangel
Série Histórica

Mu
lhe
res
e Eleições
1996-2012
Organização Patrícia Rangel

CFEMEA

Brasília 2014
Organização
Patrícia Rangel

revisão
Nina Madsen
Débora Vaz

Arte e projeto gráfico


Ars Ventura Imagem e Comunicação

impressão
Gráfica Brasil

tiragem
1.000 exemplares

Endereço: SCS Quadra 02, Edifício Goiás – sala 602/04


Brasília/DF – CEP: 70317-900
Telefones: (61) 3224-1791
www.cfemea.org.br

apoio

Parceria

2014, by CFEMEA – Centro Feminista de Estudo e Assessoria

O conteúdo desta publicação pode ser reproduzido e difundido desde que citada
a fonte. A cartilha pode ser encontrada em www.cfemea.org.br
Sumário

Apresentação .............................................................................................................................................................................................. 5

Parte I: a paridade entre mulheres e homens nos espaços de poder


e decisão como bandeira e condição para a democracia ......................................................... 11

1) Por que a paridade entre mulheres e homens deve ser uma prioridade?........... 14
2) Que medidas podem ser adotadas para alcançar a paridade
entre homens e mulheres na política institucional?................................................................................... 22

Parte II: pesquisas recentes sobre mulheres no poder e na política ................. 35



1) Características de mulheres em cargos de poder e decisão.................................................... 37
2) Percepções da população......................................................................................................................................................... 43
3) Percepções de tomadores de decisão..................................................................................................................... 45

Parte III: as séries históricas de mulheres nas eleições............................................................. 53



1) Eleições Municipais............................................................................................................................................................................ 54
a) Câmaras Municipais.................................................................................................................................................................. 58
a.1) Candidatas a vereadora.......................................................................................................................................... 59
a.2) Vereadoras eleitas........................................................................................................................................................... 65
b) Prefeituras Municipais............................................................................................................................................................ 70
b.1) Candidatas a prefeita................................................................................................................................................ 70
b.2) Prefeitas Eleitas................................................................................................................................................................... 74
2) Eleições Nacionais............................................................................................................................................................................... 78
a) Assembléias Legislativas Estaduais e Câmara Legislativa do Distrito Federal....... 78
a.1) Candidatas a deputada estadual ............................................................................................................. 79
a.2) Deputadas estaduais eleitas ............................................................................................................................ 81
b) Câmara dos Deputados....................................................................................................................................................... 83
b.1) Candidatas a deputada federal ................................................................................................................. 84
b.2) Deputadas federais eleitas ................................................................................................................................ 86
c) Senado Federal................................................................................................................................................................................. 89
c.1) Candidatas a senadora............................................................................................................................................. 90
c.2) Senadoras eleitas.............................................................................................................................................................. 92
d) Governos Estaduais e do Distrito Federal................................................................................................... 96
d.1) Candidatas a governadora................................................................................................................................. 97
d.2) Governadoras eleitas.................................................................................................................................................. 99

3) Por que as mulheres ainda são sub-representadas
em espaços de poder e decisão?............................................................................................................................... 101

Anexo I
Carta das Mulheres Brasileiras ao Congresso Nacional ......................................................... 115

Referências bibliográficas ............................................................................................................................... 117


Apresentação

“O Brasil tem um dos piores índices [de representação parla-


mentar feminina] de toda a América - e isso quando sabemos
que a inserção da mulher nos parlamentos faz parte da cons-
trução de uma sociedade mais justa e mais igualitária” (Irune
Aguirrezabal, conselheira regional da ONU Mulheres).

“Faltam mulheres nos parlamentos brasileiros, afirma ONU”, cha-


mou atenção o Jornal de Brasília em sua edição de 15 de outubro de
2013. A matéria informava que apenas 8,6% das cadeiras da Câmara
dos Deputados são ocupadas por mulheres e que o dado havia sido
levado pela conselheira regional da ONU mulheres, Irune Aguirrezabal,
à abertura da XI Reunião Anual da Rede de Mulheres Parlamentares
das Américas, ocorrida na Câmara Legislativa do Distrito Federal.
O baixíssimo percentual de representação parlamentar de
mulheres assusta e intriga, ainda mais considerando que o país é
governado por uma Presidenta da República e que mais de 25%
da Esplanada está sob a liderança de ministras. Contudo, o dado
não é novidade para quem acompanha, ainda que superficialmen-
te, os resultados das eleições no país. A sub-representação política
das mulheres é problema amplamente conhecido pelos poderes
instituídos, por parlamentares e demais tomador@s de decisões,

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estudios@s, militantes e comunicador@s, apesar de ser um aspec-
to pouquíssimo enfrentado nos debates públicos sobre a Reforma
Política ao longo dos últimos anos.
Embora constitua um grave problema em regimes represen-
tativos, e seja apontado como um sintoma de déficit democrático,
o alijamento das mulheres dos espaços de poder e decisão tem
sido visto como uma bandeira menor e uma questão pontual, so-
bretudo por parte dos indivíduos investidos em cargos políticos –
homens, brancos, heterossexuais, cristãos e proprietários, em sua
maioria esmagadora. A grande mídia, por sua vez, vem dando
pouca visibilidade à questão por muitos anos.
E as coisas ainda estiveram bem piores do que nos dias de hoje.
Há não muitos anos, sequer havia dados oficiais sobre a candidatura
e a eleição de mulheres em pleitos municipais, estaduais e nacionais
(atualmente, ainda não há dados oficiais com o recorte de raça/cor
d@s candidat@s, tampouco políticas de ação afirmativa para candida-
turas de pessoas negras e indígenas). O Centro Feminista de Estudos
e Assessoria (CFEMEA) foi a primeira organização a se debruçar sobre
os resultados das eleições com ênfase na participação política das mu-
lheres, a partir das eleições municipais de 1996 e, portanto, tem sido
referência neste campo desde então, mesmo após o Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) passar a fornecer dados com recorte de sexo.
Junto com o acompanhamento das eleições, o CFEMEA reali-
za o monitoramento do impacto da lei de cotas por sexo, desde sua
criação em 1995 (Lei 9.100/95) até as posteriores alterações (leis
9.504/97 e 12.034/09). A análise da participação das mulheres nas
listas de candidat@s dos partidos políticos acabou por subsidiar um
grande debate sobre a necessidade da paridade entre os sexos em
espaços de poder, questão que articula a idéia de transformação
do sistema político com as plataformas feministas para a defesa dos
direitos das mulheres.

6 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


A partir das eleições de 2006, pode-se dizer a grande mídia
passou gradativamente a incorporar e destacar a participação das
mulheres nas eleições, a partir das candidatas e eleitas1. Por sua
vez, pesquisas importantes abordando perspectivas da população e
de parlamentares acerca da necessidade de incluir mais mulheres à
política institucional têm dado visibilidade à questão e contribuído
para fomentar o debate sobre a importância de se ampliar a pre-
sença das mulheres na democracia representativa. Na academia,
em anos recentes, multiplicam-se trabalhos neste sentido, ofere-
cendo novos dados e interpretações para uma questão que foi dei-
xada de lado por tempo demasiado.
Ainda que muita coisa tenha mudado de 1996 para cá, muito
também permaneceu inalterado ou com mudanças tímidas. O obje-
tivo desta publicação é reunir, em um só volume, as séries históricas
das análises sobre participação de mulheres em eleições nacionais,
estaduais e municipais, acrescentando aos dados já produzidos e di-
vulgados uma análise renovada e aprofundada sobre o tema da pari-
dade. Para dar conta desta proposta e enriquecer o estudo, lançare-
mos mão de um recurso fundamental: resultados de pesquisas que
se dedicaram a compreender as interdições sofridas pelas mulheres
em espaços de poder e decisão, bem como as opiniões do eleitorado
e de representantes democraticamente eleit@s sobre nosso papel na
política institucional reunidas em pesquisas de diversas organizações
(CFEMEA, 2009; INESC, 2009; IBOPE-Patricia Galvão, 2013 e 2009).
O que apresentaremos aqui, portanto, é uma espécie de
linha do tempo na qual situaremos a evolução do desempe-
nho das mulheres em pleitos diversos, analisando o impacto
da lei de cotas nestas trajetórias. Paralelamente, resgataremos

1 Para mais detalhes sobre esta avaliação, acesse a publicação “Incidência política do CFEMEA:
Dinâmica e reflexões” (2010), disponível em http://cfemea.org.br.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 7


a construção de um projeto coletivo e radicalmente democrático
de reforma política. Nosso intuito é informar a sociedade como um
todo, de forma sucinta e completa, da situação de marginalização
das mulheres nos espaços onde são tomadas as grandes decisões
que afetam cotidianamente a vida de cada um/a de nós.
Esperamos que, após ler esta publicação, @ leitor/a compre-
enda quais são as principais causas do afastamento feminino des-
tas esferas, os possíveis remédios para este problema, as bandei-
ras mais caras ao feminismo no âmbito da reforma política e os
posicionamentos dos diversos agentes políticos em relação a elas.
Esperamos também que você tome parte desta frente de luta
e contribua para construir um sistema político realmente de-
mocrático e igualitário.

Boa leitura!

* Nesta publicação, usamos o símbolo @ para o feminino e mascu-


lino, quando falamos dos dois sexos. Exemplo: candidat@ significa
candidata mulher ou candidato homem.

** Eventuais diferenças entre dados citados no texto e as tabe-


las que compõem o anexo se devem a arredondamento (no texto,
trabalhamos com uma casa decimal para facilitar a leitura e, nas
tabelas, usamos duas casas decimais).

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Parte i
a paridade entre mulheres e
homens nos espaços de poder
e decisão como bandeira e
condição para a democracia

No quesito inclusão das mulheres em cargos de poder e


decisão, o Brasil se encontra atualmente no 129° lugar de um
ranking composto por 189 democracias do mundo todo e em
último na América do Sul1, segundo a União Inter-Parlamentar
(IPU, órgão vinculado à ONU)2. Ao longo das eleições na era de-
mocrática, as mulheres se tornaram maioria do eleitorado, mas per-
manecem minoria das candidaturas e d@s representantes eleit@s.

1 Na América Latina, só perde para Panamá, Haiti e Belize.

2 Dados de maio de 2014. Disponível em http://www.ipu.org/wmn-e/classif.htm, acesso em


23/6/2014.

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇõES 1996-2012 11


Somos 51,9% d@s eleitor@s, mas somos 13,4% d@s vereador@s,
11% d@s prefeit@s, 8,7% d@s deputad@s federais, 12,8% d@s
deputad@s estaduais, 14,8% d@s senador@s e 7,4% d@s gover-
nador@s atualmente.

Gráfico 1 - Mulheres em cargos políticos: Brasil, 2013

Governadoras 7,4
Deputadas federais 8,7
Prefeitas 11
Deputadas estaduais 12,8 %
Vereadoras 13,4
Senadoras 14,8
Eleitoras 51,9
0 10 20 30 40 50 60

Fonte: Elaboração própria com base em CFEMEA/TSE/IPU, 2013.

“Não estamos acostumados, nem no futebol, nem na econo-


mia, a ter uma posição tão vergonhosa quanto esta. Se con-
tinuar neste ritmo, levaremos 150 anos para atingir a parida-
de [entre homens e mulheres em cargos políticos]” (Fátima
Pacheco Jordão, diretora do Instituto Patrícia Galvão).

Levando em conta que as mulheres são mais da metade da po-


pulação e d@s 140.590.902 eleitor@s brasileir@s (dados de 2012), o
que os dados nos mostram é que somos sub-representadas em todos
os cargos legislativos e executivos do país e em todos os níveis. Os
motivos dessa sub-representação vão desde fatores culturais até as
especificidades do sistema político em si, mas são sempre estruturais,

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ancorados em valores excludentes do patriarcado, do racismo e do
capitalismo.
A luta pela inclusão das mulheres em espaços de poder, a
bandeira feminista em prol da representação das mulheres no âm-
bito institucional da política e da participação na tomada de deci-
sões públicas remonta há mais de cem anos. Foi graças à atuação
de nossas antepassadas que nos foi garantido, pouco mais de 80
anos atrás, o direito de votarmos3. Para conseguirmos o direito de
sermos votadas, contudo, foi necessário esperar mais alguns anos e
tivemos que nos contentar com pouco: na Assembléia Constituinte
de 1943, apenas uma mulher foi eleita e, entre 1945 e 1982, a
presença das mulheres na Câmara dos Deputados não che-
gou aos 2%. Ainda após a redemocratização, o índice de repre-
sentação feminina em cargos políticos no Brasil segue sendo um
dos menores do mundo, como veremos na Parte III.
Percebendo o grave problema de sub-representação nos pos-
tos políticos escolhidos por eleição, os movimentos feministas e
aliados atuam sistematicamente, desde o início do período demo-
crático, no sentido de propor uma reforma que transforme nosso
sistema político em um espaço realmente justo e democrático. Esta
seção é dedicada a compreender, a partir das interdições sofridas
pelas mulheres, os argumentos e teorias que apontam a importância
da paridade. Por fim, e como um desenvolvimento desta reflexão,
resgataremos também as principais propostas de reforma política e
a recepção das mesmas pel@s tomador@s de decisão.

3 O sufrágio feminino foi garantido pelo Código Eleitoral de 1932 e incorporado à Consti-
tuição Federal pela Assembléia Nacional Constituinte de 1934, mas já havia sido instituído
no Rio Grande do Norte pelo governador Juvenal Lamartine, em 1927. O detalhe é que
os homens já votavam há mais de cem anos. Isso porque o Brasil foi um dos primeiros
países latino-americanos a conceder às mulheres o direito ao voto! Somente em 1946 é
que a Carta Magna estabeleceu a obrigatoriedade do voto para as mulheres nos mesmos
termos que para os homens.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 13


1) Por que a paridade entre mulheres e homens deve
ser uma prioridade?

Certa vez, uma pesquisadora estrangeira4 usou a imagem de


um quebra-cabeça para explicar os direitos das mulheres no Brasil:
o país possui um dos menores índices de representação parlamen-
tar feminina das Américas, ao mesmo tempo em que abriga um
movimento feminista diverso, vibrante e pioneiro em mudanças
políticas que avançam nos direitos das mulheres.
Para examinarmos o quebra-cabeça montado pelas representa-
ções descritiva e substantiva (ver página 16) e pela participação política
das mulheres, devemos tratar primeiramente do que é representação
e qual o seu papel nos regimes democráticos. Para tanto, partimos
de uma compreensão sobre democracia que aponta para uma
divisão em três tipos, a depender da forma com que a socieda-
de participa das decisões públicas: direta, indireta e semidireta.
A primeira supõe o exercício do poder político pel@s cidadãs/
ãos, reunid@s em assembléias e exercendo, por si própri@s, os po-
deres governamentais: legislando, administrando e julgando. A de-
mocracia indireta ou representativa é aquela em que a sociedade
se governa por meio de representantes periodicamente eleit@s, que
tomam decisões políticas em nome da coletividade. Por fim, a demo-
cracia semidireta ou participativa é caracterizada pela coexistência
de mecanismos da democracia representativa e da direta (referendo,
plebiscito, iniciativa popular). Nesta publicação, focamos sobretudo
no segundo tipo (democracia indireta ou representativa), já que es-
tamos interessad@s em compreender a participação e a eleição de
mulheres nos pleitos durante o período democrático.

4 HTUN, M. (2002). Puzzels of Women´s Rights in Brazil. Social Research, vol.69, nº3 (Fall,2002).

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A cientista política italiana Nadia Urbinati5 explica que, em um
governo que sustenta sua legitimidade em eleições livres e regu-
lares, a existência de um canal de comunicação entre a sociedade
política e a sociedade civil é inevitável e essencial. O Estado e a
sociedade não podem mais ser desligados, pois a fronteira entre
eles passa a ser constantemente reajustada e negociada. Disso de-
riva, ainda para a autora, que uma política representacional deve
conceber a sociedade democrática como uma “malha intrincada
de significados e interpretações” de crenças e opiniões acerca dos
interesses d@s cidadãs/ãos. Tais crenças seriam específicas, diferen-
ciadas e variariam ao logo da vida das pessoas.
Ainda assim, divers@s autor@s têm apontado uma possível
crise em relação à democracia representativa. Argumenta-se que
@s representantes já não conseguem identificar e atender todas
as demandas da sociedade. No mesmo sentido, argumentam Luis
Felipe Miguel e Fernanda Feitosa6, esse problema teria origem no
distanciamento entre o povo e suas/seus representantes acarretado
pela concentração de capital político. Tal distanciamento entre ci-
dadãs/ãos e detentor@s de mandatos assumiria, entre outras
manifestações, a forma da sub-representação daqueles grupos
sociais que foram oprimidos ao longo da história, ou seja, mu-
lheres, indígenas, negr@s, não-proprietári@s, trabalhador@s e
pessoas cuja identidade de gênero e orientação sexual fogem
à heteronormatividade e ao binarismo cisgênero.

5 URBINATI, N. (2006). “O que torna a representação democrática?” Lua Nova, São Paulo,
67: 191-228.

6 MIGUEL, L.F. & FEITOSA, F. (2008). Representação política e gênero: uma análise a partir
dos discursos na Câmara dos Deputados. Paper apresentado no 6º Encontro da Associa-
ção Brasileira de Ciência Política (ABCP), realizado em Campinas (SP), de 29 de julho a 1º
de agosto de 2008.

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Desta forma, as elites políticas tenderiam a assumir um perfil
mais homogêneo que o conjunto da população, com a exclusão
parcial ou total dos grupos citados. A política institucional, por con-
seqüência, foi tradicionalmente atribuída predominantemente aos
homens brancos e proprietários. O referencial masculino em espa-
ços de poder e política tem impactos diretos sobre a distribuição de
recursos de poder, desdobrando-se no baixo índice de participação
das mulheres (e demais grupos oprimidos) nesses espaços e alimen-
tando a marginalização.
Considerando o exposto, o apagamento das mulheres na
política institucional pode ser visto como um sintoma do fra-
casso dos projetos democráticos. A paridade entre mulheres e
homens, por sua vez, é elemento chave para a construção de uma
sociedade verdadeiramente democrática. Mas quando falamos em
paridade de representação, a que estamos nos referindo? Vejamos
algumas importantes noções para responder a esta pergunta. Por
“representação”, entendemos diversas manifestações que se en-
caixam em uma tipologia composta por quatro aspectos utilizada
pela canadense Manon Tremblay7:

1. Representação simbólica, que incorpora uma entida-


de ou idéia (por exemplo, uma bandeira representando
um país);
2. Representação formal, ou normas e procedimentos por
meio dos quais representantes são eleit@s (exemplo: sis-
temas eleitorais);
3. Representação descritiva, que se refere a semelhanças
e diferenças entre representantes e representad@s;

7 TREMBLAY, M. (2007). Women and legislative representation: electoral systems, political


parties, and sex quotas. Hampshire: Palgrave Macmillan.

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4. Representação substantiva, que reúne as atividades de
representação, mais especificamente as responsabilidades
atribuídas a representantes e representad@s.

Considerando a natureza do objeto desta publicação, nosso


foco é a democracia direta, como já exposto, com ênfase na re-
presentação descritiva. A partir desta perspectiva, pode-se afirmar
que existe um déficit representacional em países nos quais não há
paridade entre os sexos em cargos eletivos. Segundo esta aborda-
gem, o corpo político deve representar todos os segmentos existen-
tes na mesma proporção do peso que tais segmentos exercem na
formação do corpo social, como ser uma reprodução reduzida ou
miniatura da sociedade (Tremblay, 2007). A composição de uma
assembléia legislativa, por exemplo, deveria ter a mesma propor-
ção de mulheres que se verifica entre a população. Assim, se as
mulheres são 51,2% da população brasileira e 51,9% do elei-
torado, deveriam ser aproximadamente 51% dos indivíduos
que nos representarão na política institucional.
O fato de sermos entre 7,4% (governadoras) e 14,8% (sena-
doras) d@s representantes eleit@s, desse modo, é sintoma da limi-
tação da democracia real, que pressupõe uma engenharia política
com capacidade para incluir as identidades sociais relevantes de uma
população. Esse recorte ou foco na representação descritiva ressalta
o impacto estrutural da desigualdade na esfera pública por conta da
marginalização de determinados grupos. É com base nestas interpre-
tações que divers@s estudios@s e ativistas destacam que, para tornar
a política democrática, são necessárias a inclusão de mais mulheres
(mais precisamente, de uma massa crítica feminina) e a incorporação
de temas relacionados a necessidades, direitos e interesses femininos,
geralmente não contemplados por tomadores de decisão homens.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 17


“Mais do que cotas, nós queremos mudanças nas condições
de participação política das mulheres, da população negra,
LGBT e demais setores populares que hoje estão sub-repre-
sentados no parlamento” (Carta das Mulheres Brasileiras ao
Congresso Nacional).

A representação substantiva, segundo Joni Lovenduski8, levanta


questões sobre quais são os interesses de um grupo, como ele é co-
nhecido e quem os reconhece ou identifica. Por sua vez, mudanças no
número de mulheres atuando na política são capazes de alterar não só
os resultados da representação, mas também os seus processos. Ou,
em termos utilizados na teoria da representação, a representação des-
critiva transforma a representação substantiva.
Muito próxima ao conceito de representação substantiva, a
“política de idéias” argumenta ser mais importante “o que” é re-
presentado, não “quem” são @s representantes e, portanto, indica
que não necessariamente @s representantes devem ser o reflexo
ou possuir as mesmas características do grupo que representa. Ao
contrário da política de presença, indica uma “interpretação secu-
lar” em linhas gerais da política como matéria de debate9. Mas será
que seria suficientemente democrático termos espaços políticos re-
pletos de homens atuando em prol das mulheres?
Não, definitivamente. E a explicação é oferecida por Anne
Phillips10, autora que desenvolveu o conceito de política de idéias,
em comparação à política de presença. Ela explica que uma “política

8 LOVENDUSKI, J. (2008). “State Feminism and Women´s Movements”. West European


Politics,31:1,169-194.
9 PHILLIPS, A. (2001), “De uma Política de Idéias a uma Política de Presença?” Estudos
Feministas, vol. 9, nº 1. Florianópolis, pp. 268-290.
10 Idem.

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de presença” coloca @s representantes como vetores de programas
abstratos, enquanto uma “política de idéias” não realiza a crítica da
ausência de determinados grupos em espaços de tomada de decisão.
Neste sentido, Miguel & Feitosa (2008) sustentam que a adoção de
dispositivos políticos específicos para promover a inclusão de membros
dos grupos excluídos de âmbitos institucionais pode ser interpretada
como um reconhecimento dos limites de uma “política de interesses”,
na qual não importa quem representa, mas o que é representado.

“Temos 8,7% de mulheres na Câmara Federal. Isso é dizer que


este país está impedido de exercer a constituição que fala em
dignidade humana e democracia. Nós temos menos mulheres
no parlamento brasileiro do que em países onde as mulheres
usam burca. Portanto, nós temos burcas invisíveis no Brasil”
(Deputada Erika Kokay).

Assim, reforçamos a idéia de que grupos minoritários precisam


ser fisicamente representados para que sejam consideradas no pro-
cesso de deliberação suas perspectivas identitárias. Aprofundando
o ponto, Lucia Avelar11 aponta que a presença das mulheres na po-
lítica formal e nos centros de decisão é importante porque permi-
te que as demandas realizadas pela sociedade se transformem em
políticas públicas. Sem mandatos ou influência sobre os poderes
públicos, a construção da igualdade é lenta e difícil. Vale lembrar
que, para que ela ocorra, as mulheres portadoras de mandatos pre-
cisam se identificar com o feminismo e dialogar com o movimento.
Do contrário, tal construção também não ocorrerá.

11 AVELAR, L. (2007). Dos movimentos sociais aos partidos: a sociedade organizada e a


política formal. Cultura e Sociedade, n° 11 – Outubro de 2007. Goiânia: Editora UFG.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 19


O movimento feminista, atento ao debate teórico descrito nos
parágrafos anteriores, tende a considerar que não adianta só ele-
ger mais mulheres, e sim mais mulheres com compromisso com
a agenda política feminista, com consciência de sua situação de
opressão e dispostas a fortalecer a solidariedade com base na idéia
que a desigualdade é estrutural e que todas as soluções para esse
problema devem ser coletivas, e não individuais. É preciso haver
a combinação de uma política de presença (mais mulheres)
com uma política de idéias (compromisso com a agenda polí-
tica feminista e com o aprofundamento da democracia).
Esse argumento permite demandar maior incorporação de
mulheres em cargos legislativos sem presumir que a simples in-
clusão se traduza automaticamente em preferências ou interesses
comuns, nem que uma assembléia legislativa mais equilibrada do
ponto de vista do gênero contemple temas de relevância para a
cidadania feminina. Aponta também que a política de idéias se
mostrou insuficiente em incorporar a força da palavra “presença”
no debate político, apontando que é importante ter representantes
que pensem parecido com aquel@s que representam (política de
idéias), mas que também se pareçam com est@s (política de pre-
sença). Isso porque qualquer forma de ação afirmativa passa pelo
reconhecimento dos grupos. Para além dos indivíduos, o grupo so-
cial “mulheres” possui o direito de ser representado. Para justifi-
car em cada grupo esse direito e sustentar a necessidade de ações
afirmativas para @s que são sub-representad@s, podemos lançar
mão de vários argumentos (questão de justiça intuitiva, aporte di-
ferenciado, interesses distintos), como o oferecido por Iris Marion
Young12 (2006): a perspectiva social.

12 YOUNG, I. M. (1990). Justice and the politics of difference. Princeton: Princeton Uni-
versity Press.

20 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Segundo este argumento, vivemos em sociedades desiguais
que impõem experiências diferenciadas associadas à posição que as
pessoas ocupam. Tod@s possuem uma “perspectiva social” única,
fruto de suas experiências. A perspectiva dos grupos dominantes
é tida como uma não-perspectiva, pois é considerada universal.
Possuímos opiniões, interesses – que podem ser representados – e
perspectivas – que não podem ser representadas por outr@s. Seria
necessário, portanto, haver mulheres em espaços de deliberação
para incluir a perspectiva feminina, fruto da vivência de mulheres.
A presença delas é necessária porque sua perspectiva só pode ser
oferecida por mulheres.
Em alguma medida, a defesa do argumento da perspectiva so-
cial se aproxima da sugestão de unir política de presença e política
de idéias, lançada por Anne Phillips. Como visto, ela argumenta que
nossos interesses são mais bem protegidos quando são represen-
tados por quem compartilha nossa experiência. E, nesse sentido, a
política de idéias não é capaz de fazer a crítica da ausência de deter-
minados grupos em espaços de tomada de decisão. É com base nes-
ses argumentos que o feminismo acadêmico e a militância feminista
vêm denunciando a exclusão de mulheres do jogo eleitoral e dos
espaços institucionais de poder, bem como demandando a paridade.
Neste espírito, a publicação do CFEMEA “Guia feminista para as
eleições 2012” argumenta que a paridade é, sobretudo, uma ques-
tão de democracia e de justiça. Ora, se as mulheres produzem
riqueza, são responsáveis pela produção e reprodução da vida
social, é necessário que o poder de gerir o Estado seja dividido
igualitariamente entre mulheres e homens. Além disso, conside-
rando que as casas legislativas e os governos têm papel fundamental
na garantia de direitos básicos (alimentação, moradia, trabalho justo,
educação, saúde, livre expressão da sexualidade, cultura, esporte e la-
zer, transporte, segurança, entre outros), a ocupação desses espaços

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 21


pelas mulheres é estratégica, uma vez que como tomadoras de de-
cisão, elas podem incidir diretamente na qualidade de vida da popu-
lação, proporcionando legislação e políticas públicas que busquem
reduzir e eliminar as desigualdades. Portanto, é necessário não só que
@s eleitor@s votem mais em mulheres e que haja mais candidatas,
mas que o Estado garanta a presença delas nos espaços institucionais.

“E que sejam eleitas! Sim, porque ao ocupar os espaços de


poder, as mulheres não estão apenas dividindo o poder políti-
co com os homens. Estão mudando a própria ideia de mulher
na sociedade e, com isto, mudando o lugar ocupado histori-
camente pelas mulheres nos diversos âmbitos sociais” (Guia
feminista para as eleições, 2012, p.9).

2) Que medidas podem ser adotadas para alcançar a pari-


dade entre homens e mulheres na política institucional?

O movimento feminista buscou, ao longo dos anos, maneiras


de construir uma sociedade mais justa e igualitária. Ele trabalha para
atentar a sociedade civil e as instituições políticas a incorporar cada
vez mais mulheres em cargos de poder e tem sido capaz de elaborar
propostas cada vez mais relevantes e inclusivas.

“Queremos o fortalecimento dos partidos políticos, com de-


mocracia interna, transparência e respeito por suas militan-
tes. Demandamos compromissos partidários com o princípio
da paridade, tanto internamente como nos processos elei-
torais, o que implica, entre outras medidas, listas de can-
didaturas com alternância paritária entre os sexos, garantia

22 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


de divisão igualitária dos recursos financeiros e tempo na
TV para as campanhas das mulheres, que hoje são relega-
das a segundo plano pelas direções partidárias” (Carta das
Mulheres Brasileiras ao Congresso Nacional).

O movimento demanda uma Reforma Política com autonomia


em relação aos partidos políticos, a partir de uma perspectiva femi-
nista e pensada de uma forma ampla, abarcando todos os espaços
de expressão política (Estado, partidos e sociedade civil), com vistas
a democratizar as instituições representativas, a regulamentar ma-
nifestações da soberania popular, a ampliar regras de plebiscitos e
referendos, a viabilizar e estimular o controle social e a participação
cidadã e a alargar os espaços públicos de debate. O objetivo final é
a radicalização da democracia, o enfrentamento das desigualdades
e a promoção da diversidade.
As soluções levantadas e apropriadas pelos feminismos bra-
sileiros recentemente basearam-se, em grande medida, na experi-
ência de articulação com três espaços de reflexão sobre o tema: a
Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular,
a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema
Político e a Comissão Tripartite para a revisão da Lei de Cotas, que
esteve ativa no ano de 2009.
A Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do
Sistema Político13, da qual fazem parte a Articulação de Mulheres
Brasileiras (AMB), a Articulação de Organizações de Mulheres Negras
Brasileiras, a Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e
Direitos Reprodutivos, a Liga Brasileira de Lésbicas entre tantas outras

13 Ver www.reformapolitica.org.br para conhecer as propostas.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 23


instâncias da sociedade civil organizada, dedica-se, desde 2004, a
refletir sobre o sistema político, buscando apresentar soluções abran-
gentes e democraticamente radicais. Seus principais pontos são:

ZZA ampliação e nova regulamentação dos mecanismos de


participação direta previstos na Constituição Federal – ple-
biscito, referendo e iniciativa popular;
ZZA democratização dos meios de comunicação, hoje na
mão de poucos e poderosos segmentos da elite política e
econômica do país;
ZZA ampliação da democracia participativa, através de um
sistema integrado de participação popular que assegure
a partilha do poder do Estado com a sociedade na gestão
das políticas públicas;
ZZA democratização e transparência do Poder Judiciário;
ZZA ampliação da participação nos espaços de poder de seg-
mentos excluídos, como as mulheres, a população negra
e indígena;
ZZA liberdade de organização política, pondo fim à persegui-
ção e criminalização dos movimentos sociais.

Estes espaços e articulações destacam que a democracia como


um todo sofre de problemas estruturais, e a exclusão de grupos sociais
historicamente marginalizados (mulheres, negr@s, indígenas, po-
bres, homossexuais, deficientes) está longe de ser superada, per-
petuando um poder institucional que é masculino, branco, cristão
e proprietário. Nesse sentido, os últimos anos têm sido ricos em
experiências e reflexões sobre a reforma política.
As propostas feministas foram reunidas nas seguintes publica­
ções: “Guia feminista para as eleições 2012 e 2014” (CFEMEA, 2012 e
2014); “Agen­da Feminista para a democratização do poder na reforma

24 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


política” (CFEMEA, 2011), “Plataforma Feminista: em defesa da igualda-
de e da cidadania feminina” (CFEMEA, 2010), Boletim “Mulheres Pela
Reinvenção da Política” (CFEMEA/AMB, 2009), Relatório da Comissão
Tripartite (2009), “Construindo a Plataforma dos Movimentos Sociais
para a Reforma do Sistema Político no Brasil” (2009) e “Ponto de Vista
Feminista sobre a Reforma Política” (CFEMEA, 2006).
As publicações acima apresentam diversas propostas que en-
frentam o tema da Reforma, incluindo o fortalecimento da democra-
cia direta e da democracia participativa, e também o aprimoramento
da democracia representativa. Na perspectiva feminista antipatriar-
cal, antirracista e anticapitalista, a simples garantia de realizações de
eleições e dos direitos civis é insuficiente para promover a democra-
tização do poder. É preciso garantir maior participação popular,
favorecendo ampla representação dos diferentes grupos po-
pulacionais nos espaços de poder e garantido regras de fun-
cionamento igualitárias, inclusive com ações afirmativas14.
Recomendamos a leitura destes documentos a tod@s. Con­
tudo, vale aqui destacar as sugestões específicas para o aprimo-
ramento do sistema eleitoral. De forma geral, essas propostas vão
no sentido de:

a. Aprimorar o mecanismo de cotas: a política de ação


afirmativa para incrementar a presença das mulheres na
política institucional brasileira restringe-se às eleições pro-
porcionais (vereador@s, deputad@s estaduais e federais) e
deixa de fora a escolha de cargos majoritários (prefeit@,
governador/a, senador/a e president@). Por esse motivo, o
esforço para vencer a marginalização das mulheres na po-
lítica partidária precisa ter como principal frente de ação

14 CFEMEA (2011). “Agenda Feminista para a democratização do poder na reforma política”.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 25


a busca pela superação da resistência dos partidos em
apoiar as candidaturas femininas.

Também por este motivo, temos certeza da necessidade de es-


tender o sistema de discriminação positiva para cargos majoritários,
uma vez que verificamos que as candidaturas de mulheres a estes car-
gos não evoluíram substancialmente ao longo das eleições. Quando
falamos destes cargos em nível estadual (governadoras) ou federal
(presidenta e senadora), a situação é ainda mais desanimadora.
Para alcançar a paridade, sugerimos a adoção da lista
fechada com alternância de sexo: @ eleitor/a votaria no par-
tido, que já terá definido (em convenção interna, na maioria
dos casos) uma lista de candidat@s pré-ordenada. A propos-
ta é que a ordem da lista respeite a alternância de sexo, ou
seja, uma mulher, depois um homem (ou vice-versa) o que,
na prática, implica que as mulheres representarão em torno
de 50% d@s candidat@s e, mais que isso, também aproxi-
madamente a metade d@s eleit@s. Além disso, a medida di-
minuiria o caráter individualista, os altos custos da campanha, a
competição intra-partidária e a debilitação do sistema partidário.
Ademais, é necessário garantir a aplicação das cotas, estabe-
lecendo uma punição didática aos partidos que não preenchem o
percentual de candidaturas femininas – atualmente, a única sanção
para o não cumprimento da lei é o impedimento de substituir as
vagas reservadas para um sexo por candidat@s de outro.
Por fim, não basta apenas instituir um mecanismo de ação
afirmativa como as cotas. Mudanças institucionais eficazes só terão
lugar com uma ampla e profunda transformação no sistema polí-
tico do Brasil. Diversas outras variáveis precisam interagir de forma
a beneficiar o sistema para que as cotas alcancem seus objetivos.
Entre essas variáveis, estão: o sistema político como um todo, o

26 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


sistema eleitoral, a cultura e fatores sócio-econômicos, elementos
que serão abordados ao final da Parte III.

b. Fortalecer outras ações afirmativas além da cota, am-


pliando o percentual de reserva do tempo de propaganda
partidária e do Fundo Partidário para ações de incentivo
às candidaturas femininas. A Lei 9.034/09 estabelece a
destinação de 5% do Fundo à formação política das
mulheres, assim como de 10% do tempo de propagan-
da partidária (fora de anos eleitorais) para promover
e difundir a participação feminina. O texto incluiu uma
punição para o partido que não cumprir a regra dos 5%: se
não destinar esse percentual, deverá acrescentar mais 2,5%
dos recursos do Fundo no ano (ver Quadro 1, na página 55).

A nova mini-reforma eleitoral (Lei 12.891/13), sancionada em


12 de dezembro de 2013, complementou a Lei 9.034/09, es-
tabelecendo que o TSE pode requisitar até dez minutos diários
das emissoras de rádio e televisão, em anos eleitorais (entre 31
de julho e o dia do pleito), para realizar propaganda institucio-
nal no sentido de incentivar a igualdade de gênero e a parti-
cipação das mulheres na política eleitoral (Artigo 93-A). A lei,
que inclui medidas para reduzir o custo das campanhas eleitorais
e limitar os cabos eleitorais, não tratou de nenhum outro aspecto
ou discussão acerca da igualdade de gênero.

Apesar de ser possível destinar milhares de reais por ano a ati-


vidades como eventos de formação política, congressos, encontros,
atos, os percentuais reservados ainda são baixos e ineficazes para
lidar com o déficit democrático de gênero. A modéstia dessas ações

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 27


pode ser entendida pela resistência da maioria dos parlamentares
às propostas mais radicais de reforma política, mas deve ser enca-
rada como uma conquista frente a esse contexto desfavorável para
grandes transformações democráticas.
Defendemos que pelo menos 30% do tempo de propaganda
partidária gratuita na mídia e do Fundo Partidário seja reservado
para a promoção da participação política das mulheres, afrodesce-
dentes, indígenas, homossexuais, idos@s e portador@s de deficiên-
cia. A ação procura incentivar uma nova cultura política e combater
todas as formas de discriminações e preconceitos na política.

c. Adotar o financiamento público exclusivo das campa-


nhas eleitorais, para combater a corrupção nos proces-
sos eleitorais e a privatização política. Como explicamos
na “Agenda Feminista para a democratização do poder
na reforma política” (2011), os custos das campanhas no
Brasil estão entre os mais altos do mundo. Só quem tem
muito dinheiro consegue se eleger. É esse tipo de financia-
mento majoritariamente individual que, interagindo com as
especificidades do sistema eleitoral de lista aberta, implica
a competição entre candidat@s de um mesmo partido. As
pessoas que possuem menos recursos, entre elas a maioria
das mulheres candidatas, são desfavorecid@s no processo.

Desta forma, a dimensão financeira é um dos maiores obstá-


culos enfrentados por mulheres na competição política. A alta com-
petição do jogo eleitoral faz com que recursos individuais tenham
papel central no desempenho d@ candidat@. O poder econômico
colocado a serviço da disputa eleitoral é altamente antidemocráti-
co. Por isso, o feminismo propõe financiamento democrático, ex-
clusivamente público. O intuito é acabar com o poder dos grupos

28 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


econômicos sobre os processos eleitorais e, além do mais, combater
a privatização e mercantilização da política, a corrupção eleitoral, e
favorecer a participação política d@s trabalhador@s e de todos os
segmentos que não detêm o poder econômico.

d. Combater o racismo em espaços de poder e decisão:


para tanto, sugere-se incluir o critério raça/cor nas fichas
de candidatura do TSE. Tal procedimento é considerado
urgente, dada a necessidade de gerar dados estatísticos
sobre a participação de negr@s e indígenas nas eleições
(atualmente, inexistentes) e, posteriormente, de políticas
para combater sua sub-representação. Como veremos na
Parte III, esta proposta está prestes a ser colocada em
prática pelo TSE.

“Sem financiamento público de campanha, sem lista fechada


e paridade [entre candidatos homens e mulheres], esse parla-
mento vai continuar sendo masculino e branco e não colocará
como prioridade as políticas públicas que defendemos” (depu-
tada Janete Pietá).

As propostas que acabaram de ser listadas têm em comum a


percepção de que nenhuma reforma política que não contemple a
coletividade feminina e as populações negra e indígena conseguirá
transformar profundamente as relações de poder que sustentam as
desigualdades sociais no Brasil. É necessário regulamentar formas
de participação popular. É preciso incluir as demandas e necessida-
des dos setores excluídos, apesar de quase nunca minoritários em
termos demográficos. Para conseguirmos um lugar para a idéia de

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 29


paridade, é preciso luta para democratizar o poder, é necessário
mudá-lo inteira e internamente.
Portanto, precisamos de uma reforma política ampla, capaz de
atingir e alterar os fatores de discriminação. Para tanto, o movimen-
to feminista possui sua plataforma política, descrita acima, e atua
diretamente em espaços coletivos que também foram mencionados.
Além da articulação com espaços plurais e compostos por diversos
movimentos sociais (e outros atores políticos coletivos), o movimento
feminista tem encampado iniciativas. Um exemplo foi a campanha
“Quanto vale seu voto?”, realizada nas eleições de 2012 e 2014
por um conjunto de organizações feministas brasileiras (CFEMEA,
Coletivo Leila Diniz, Cunhã Coletivo Feminista, Geledés, Instituto
Patrícia Galvão, REDEH e SOS Corpo) e apoiada pelo Fundo para a
Igualdade de Gênero da ONU Mulheres e pelo Ministério de Relações
Exteriores da Holanda. Ela abarcou e desenvolveu uma série de recur-
sos (gráficos, audiovisuais e dados) para conscientizar a população
da necessidade de votar conscientemente e apostar em candidaturas
comprometidas com a defesa da democratização da comunicação,
do acesso à informação pública e de uma educação livre de precon-
ceitos, bem como com o combate ao racismo, à homofobia e à vio-
lência sexista. A idéia era fortalecer e conseguir apoio popular para
projetos de reforma do sistema político com participação popular, do
Estado laico, de justiça social e, obviamente, de paridade de gênero.
Um segundo exemplo, mais recente, foi o movimento pela
paridade encampado em 2013, que envolveu diversas atividades e
ações. Como parte desta movimentação, a AMB, a Articulação de
ONGs de Mulheres Negras (AMNB), o Fórum de Mulheres do DF e
mulheres de partidos políticos e deputadas federais (Luiza Erundina
– PSB/SP, Jô Morais – PCdoB/MG, Rosane Ferreira – PV/PR, Rosinha
da Adefal – PTdoB/AL, Janete Rocha Pietá – PT/SP, Keiko Ota – PSB/
SP, Eucione Barbalho – PMDB/PA, Perpétua Almeida – PCdoB/AC

30 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


e Erika Kokay – PT/DF) realizaram coletivamente o Ato Público pela
Paridade na Política, em setembro de 2013. Fez parte do ato a en-
trega, ao presidente da Câmara dos Deputados (Henrique Eduardo
Alves - PMDB/RN), da Carta das Mulheres Brasileiras ao Congresso
Nacional, documento com propostas a serem incluídas na votação
da reforma política, objetivando a construção de condições paritárias
e a transformação do sistema político.
Outra atividade integrante da campanha, realizada em no-
vembro do mesmo ano pelo CFEMEA e a AMB, foi o Seminário
sobre Paridade na política: Experiências do feminismo na América
Latina. Contando com a participação de mulheres de organizações
feministas, de setoriais dos partidos e movimentos sociais engaja-
dos na luta por reforma política no Brasil, bem como de mulheres
parlamentares de Cabo Verde em visita ao Brasil, a atividade objeti-
vou “aprofundar o debate sobre a paridade na perspectiva do femi-
nismo anti-racista e anti-capitalista, conhecer experiências no Brasil
e outros países latino-americanos e disseminar informações sobre
as iniciativas de ampliação da participação das mulheres no Brasil”.
A bandeira da paridade tem, ademais, conquistado adesões
institucionais. Em setembro de 2013, foi lançada no Congresso
Nacional uma campanha de filiação de mulheres aos partidos
políticos, com vistas a aumentar o número de candidatas e elei-
tas nas eleições nacionais de 2014. A ação, que ganhou apoio da
Bancada Feminina e da ONU Mulheres, foi formada por duas etapas:
um primeiro momento, que compreendeu o convite a mulheres para
se filiarem a um partido de sua preferência; e um segundo, composto
por eventos e materiais informativos elaborados pela Procuradoria da
Mulher do Senado para serem distribuídos em todos os estados visando
mostrar a importância da participação das mulheres na política eleitoral.
As duas próximas partes desta publicação indicarão, a partir
de dados acumulados em duas décadas de análises sistemáticas

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 31


e pesquisas desenvolvidas por distintas organizações, o alijamen-
to das mulheres dos âmbitos institucionais da política em cargos
executivos e legislativos em todos os níveis (municipal, estadual e
federal). Mostrarão também que muit@s legislador@s e toma-
dor@s de decisão são contra a criação de medidas que favo-
reçam a eleição de candidatas mulheres, e de homens e mu-
lheres negr@s e indígenas. Por fim, apontarão que a população
apoia a sanção para os partidos que não cumprirem as cotas.

32 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Parte ii
Pesquisas recentes
sobre mulheres no
poder e na política

A presença das mulheres em espaços de poder e decisão,


como vimos, tem sido destacada como um tema de extrema re-
levância não só por estudios@s, mas também pela população em
geral. A assustadora sub-representação em instâncias políticas
formais de um grupo que compõe mais de 50% da população
vem progressivamente chamando a atenção de diversos grupos
sociais. Além disso, cada vez mais, o problema tem sido levado
ao debate público.
Graças à gradual priorização desta questão e à sensibilização
de institutos de pesquisa por militantes feministas, diversas son-
dagens, enquetes, consultas e pesquisas recentes vêm abordan-
do elementos envolvidos na questão. Merecem destaque quatro

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇõES 1996-2012 35


pesquisas dedicadas a captar opiniões de segmentos sociais distin-
tos sobre o papel das mulheres na política. Todas foram realizadas
nos últimos cinco anos e, portanto, representam fidedignamente
os juízos contemporâneos desenvolvidos em torno do debate. São
as seguintes:

ZZ“Mais Mulheres na Política” (2013), pesquisa feita pelo


Instituto Patrícia Galvão, pelo Instituto Brasileiro de Opinião
Pública e Estatística (IBOPE) e pelo Cultura Data sobre mu-
lheres na política e em espaços de tomada de decisão1;
ZZ“Como parlamentares pensam os direitos das mulheres?”
(2009), uma pesquisa conduzida pelo CFEMEA sobre a re-
forma política. Ela foi realizada na legislatura 2007–2010
do Congresso Nacional2;
ZZ“Parlamentares opinam sobre reforma política” (2009),
uma sondagem do Departamento Intersindical de
Assessoria Parlamentar (DIAP) e do Instituto Nacional de
Estudos Socioeconômicos (INESC) também com parlamen-
tares e sobre a reforma política3;
ZZ“Mulheres na Política” (2009), pesquisa feita pelo Instituto
Patrícia Galvão e pelo IBOPE sobre mulheres em espaços
de poder e política 4.

1 Disponível para download em: http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/images/stories/


PDF/pesquisas/mais_mulheres_politica.pdf

2 Disponível para download em: http://www.cfemea.org.br/index.php?option=com_jd


ownloads&Itemid=128&task=view.download&cid=14

3 Disponível para download em: http://www.inesc.org.br/noticias/biblioteca/textos/Sonda-


gem%20de%20opiniao%20parlamentar%20-%20reforma%20politica-mai-jun-2009.pdf

4 Disponível para download em: http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/images/stories/


PDF/politica/pesq_mulherepol.pdf

36 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


1) Características de mulheres em cargos de poder
e decisão

A pesquisa “Como Parlamentares Pensam os Direitos das


Mulheres” (CFEMEA, 2009) abordou um conjunto bastante am-
plo de temas e questões. Para fins de contextualização, trataremos
aqui de um ponto específico do levantamento: o perfil da composi-
ção do Congresso Nacional, ilustrado pela amostra analisada.
A amostra foi composta por 321 parlamentares que responde-
ram ao questionário (sendo a maior parte composta de deputad@s
federais - 86% d@s entrevistad@s). A parcela de legislador@s con-
sultad@s, portanto, é representativa d@s 594 parlamentar@s (513
deputad@s e 81 senador@s) e é emblemático que 92% d@s entre-
vistad@s sejam homens. Vejamos alguns pontos interessantes.
Comecemos pelo recorte racial. 60% d@s entrevistad@s se consi-
deravam branc@s e 30% são pard@s. Apenas 3% d@s entrevistad@s
se auto-declararam de cor preta. Quando cruzamos a declaração de
raça/cor com sexo, como faz o Gráfico 20, na página 38, notamos que
há pouca diferença na maioria branca para ambos os sexos, mas para
pret@s, apenas 2% de homens se identificaram como tais e, 11% de
mulheres o fizeram. Por fim, cabe ressaltar que o percentual de
branc@s é maior entre as mulheres (67% das parlamentares) do
que entre os homens (59% dos legisladores homens), o que indi-
ca o alto grau de resistência à eleição de mulheres não-brancas.
O Relatório das Desigualdades Raciais 2007-2008 5 investigou
a presença de parlamentares negr@s utilizando o método da hete-
roclassificação. O estudo considerou branc@s 87% d@s 513 depu-
tad@s federais da legislatura 2007-2010, e somente 9% negr@s.

5 Estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, disponível em http://www.laeser.ie.ufrj.


br/PT/Paginas/relatorio_2007_2008.aspx

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 37


O mesmo estudo indicou que as mulheres negras correspondiam
a 0,6% d@s deputad@s eleit@s, percentual muito distante de sua
presença na população brasileira, que naquele ano era de 24,8%6.

Gráfico 2 – Cruzamento do sexo e cor auto declarada d@s entrevistad@s


70
67%

59%
60

50

40
Masculino
31% Feminino

30 (100% por sexo)

20
15%
11%
10
5%
4% 4%
2% 1%
0% 0%
0
Branca Parda Não sabe/recusa Preta Amarela Indígena

Fonte: “Como parlamentares pensam os direitos das mulheres?” (CFEMEA, 2009), p. 96.

A representação da população feminina negra do país está


muito aquém do necessário para uma sociedade democrática no
Parlamento. A publicação “A Participação das Mulheres Negras nos
Espaços de Poder” (PNUD/SEPPIR, 2013) reforça o ponto, com base
em um estudo feito com dados das eleições federais de 2010 no
Brasil sobre mulheres negras. As pesquisadoras analisaram 4.253
fichas de candidaturas de mulheres (todos os cargos7), das quais
foram identificadas 875 como sendo negras; 3.241 como não-ne-
gras; e 137 não foram identificadas por não terem foto. As 875
mulheres negras compreendiam 20,5% das mulheres candidatas,

6 Fonte: A Participação das Mulheres Negras nos Espaços de Poder (PNUD/SEPPIR, 2013).

7 Também utilizando o método da heteroclassificação.

38 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


e aproximadamente 4% do total de candidat@s a todos os cargos,
como podemos ver no Gráfico abaixo.

Gráfico 3 – Mulheres candidatas a cargos políticos: Brasil, 2010

3%

21%

Negras
Não-negras
Sem foto

76%

Fonte: “A Participação das Mulheres Negras nos Espaços de Poder” (PNUD/SEPPIR, 2013).

Os dados supracitados reforçam o argumento que segmentos


sociais historicamente marginalizados têm sua posição social repro-
duzida no sistema eleitoral e político. As mulheres, em especial as
negras, são aceitas como militantes e coadjuvantes em relação aos
homens nos partidos políticos, mas não como candidatas e eleitas,
em suma, como protagonistas (a pesquisa do PNUD mostrou que
quase 30% das candidatas a vice-governadora eram negras, mas
nenhuma candidata a Governadora).

“Esses registros nos fazem concluir que, mesmo resguardan-


do que a presente pesquisa tem um caráter de amostragem,
constatamos que no Brasil, o Parlamento é constituído majo-
ritariamente de: homens, brancos, casados, com filhos e de

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 39


religião católica. Sendo o contraponto, composto da minoria:
as mulheres e os negros. Sendo a identificação étnica de indí-
genas e dos chamados amarelos ou orientais, insignificante na
representação legislativa. Com essas constatações precisamos
reposicionar as nossas visões sobre a distância entre a previ-
são formal da representação da sociedade no Parlamento e as
efetivas condições de acesso às estruturas de poder e decisão
de uma sociedade tão desigual como a nossa. As causas das
diferenças de tratamento, de acesso e de condições de vida das
mulheres, por exemplo, em relação aos homens, dos negros
em relação aos brancos, geram muitas vezes resultados concre-
tos de discriminação” (Soraya Fleischer, na publicação “Como
parlamentares pensam os direitos das mulheres?”, p. 24).

Sobre religião, 90% declaram professar uma fé e 25% concor-


dam em legislar seguindo convicções religiosas particulares,
o que compromete o Estado laico. Em um país em que religião
e governo são oficialmente separados, não é adequado que legisla-
dor@s pautem sua conduta por pressupostos religiosos. Limitando a
formulação de legislação ao que permite sua religião, @ deputad@
ou senador/a corre o risco de não atender a demandas e necessida-
des da população. Na amostra consultada, a maior parte d@s legis-
lador@s que trabalhavam a partir de suas convicções religiosas era
católica (70%) e evangélica (22%).
Observamos diferenças relevantes de perfil entre legisladoras
mulheres e legisladores homens nessa pesquisa. Percentualmente, as
mulheres se declaram mais de esquerda e centro-esquerda que os ho-
mens (67% contra 50%); declaram mais que os homens não possuir
nenhuma religião (15% contra 9%); e discordam mais do que eles
em legislar a partir de suas convicções religiosas pessoais (67% contra

40 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


59%). Talvez isso explique o baixo número de mulheres integrando
bancadas fundamentalistas e a baixa ocorrência de proposições legis-
lativas formuladas por mulheres contra a despenalização do aborto,
geralmente fundamentadas em argumentos religiosos e/ou morais.
A pesquisa apontou que havia mais legisladoras solteiras do
que legisladores solteiros. As solteiras eram 22% das mulheres no
Congresso (os solteiros eram só 5% do grupo masculino); as casadas
eram 56% (os casados eram 82%); e as divorciadas eram 15%, en-
quanto os homens divorciados eram somente 5%. A maior parte das
legisladoras entrevistadas tinha um filho (37%) ou dois (31%), em
oposição os homens, que tinham três filhos (32%) ou dois (31%).

Gráfico 4 – Cruzamento do sexo e estado civil d@s entrevistados

90
82%
80

70

60
56%

50
Masculino
Feminino
40 (100% por sexo)

30
22%
20
15%

7%
10
5% 5% 5%
2% 1%
0% 0%
0
Solteiro Casado União estável Viúvo Separado Divorciado

Fonte: “Como parlamentares pensam os direitos das mulheres?” (CFEMEA, 2009), p. 96.

Isso reforça o que afirma Almira Rodrigues (2001): a combina-


ção de atuação política e vida conjugal é mais comum entre homens
do que entre mulheres. Tal característica se deve: 1) à dificuldade

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 41


enfrentada pelas mulheres para entrar na política; e 2) aos efeitos
da divisão sexual do trabalho, que, ao longo da experiência histórica
das mulheres em sociedades patriarcais e capitalistas, definiu papéis
diferenciados para mulheres e homens, exercendo efeito direto na
desarticulação política das mulheres. Tais vivências distintas acarretam
conseqüências diversas entre mulheres e homens também na vida
intra-Parlamento.
Dados que apontam os efeitos da divisão sexual do trabalho
também foram encontrados nas candidaturas ao Executivo muni-
cipal: dados do TSE sobre @s candidat@s ao cargo de prefeit@ em
2012 revelaram que eram majoritariamente indivíduos de meia­-
idade­. A maior parte d@s candidat@s estava na faixa dos 45 a 59
anos (3.345 em 15.438), enquanto @s menos numeros@s eram @s
jovens: havia somente 34 candidat@s com idades entre 20 e 24 e
nenhum na faixa etária de 18 a 20 anos. Apesar de serem quase
15,6% do eleitorado, @s jovens (de 18 a 24 anos) são somente
0,2% d@s aspirantes a prefeit@8. Não bastasse ser pouco, esse nú-
mero ainda têm decrescido, tanto em números absolutos quanto
em percentual: nas eleições de 2008, eles eram 66 (0,4%) e, em
2004, eram 76 no país (0,5%).
Dessas 34 candidaturas de jovens, cinco eram femininas
(14,7%). É na faixa dos 21 aos 24 anos que está a participação
relativa mais elevada de mulheres ao cargo de prefeit@. A partir da
idade dos 25 anos, que coincide com o momento da vida em que
as mulheres tradicionalmente passam a viver com um/a parceir@
ou se tornam mães, observamos uma queda no índice de candida-
turas de mulheres: elas foram 13,5% d@s candidat@s na faixa dos
25 aos 34 anos, 14,3% na de 35 a 44 anos, 12,8% na de 45 a 59

8 Para chegar a esse percentual, foi preciso agrupar as candidaturas de duas categorias:
candidat@s com 18 a 20 anos e candidat@s com 21 a 24 anos.

42 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


anos, 7,8% entre os 60 e os 69 anos, 3,5% na faixa de 70 a 79
anos e 0% entre @s candidat@s com mais de 79 anos.
A concentração de mulheres candidatas em faixas etárias an-
teriores aos 25 anos, bem como o alto índice de legisladoras divor-
ciadas e solteiras, provavelmente ocorre porque, nestas condições,
as mulheres não são consumidas pelas atividades e obrigações rela-
cionadas ao casamento e ao cuidado d@s filh@s, que não são com-
partilhadas apropriadamente com os homens, nem assumidas pelo
Estado. Arrisca-se, portanto, a afirmar que as mulheres que ocupam
cargos políticos não possuem muitas obrigações domésticas ou fami-
liares, bem como seus pares masculinos: elas já têm filh@s adult@s,
não possuem filh@s e companheir@s, ou dispõem de uma cuidadora
que assuma tais funções.

2) Percepções da população

Já foi exposto que o movimento feminista levanta a bandeira da


lista fechada com alternância de sexo, do financiamento público exclu-
sivo de campanha eleitoral, de mais ações afirmativas para mulheres e
mudanças gerais no sistema eleitoral e partidário, para que tenhamos,
de fato, um sistema político democrático e participativo. Será que es-
tas propostas são bem-vistas pela população brasileira? Duas pesqui-
sas em especial podem oferecer algumas respostas. Vejamos.
Em 2009, o Instituto Patrícia Galvão lançou, em parceria com
o IBOPE e o Cultura Data, uma pesquisa intitulada “Mulheres na
Política”, que foi realizada com mais de duas mil pessoas em todo
o Brasil. Esse levantamento apontou, entre diversas coisas, que a
maioria d@s brasileir@s: votaria em mulheres (94%), acha
que a presença delas na política traz ganhos para a democra-
cia e a sociedade (83%) e defende a lei de cotas para mulheres
com punição a quem não cumpri-la (86%). Além disso, mais da

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 43


metade d@s entrevistad@s (55%) afirmou considerar que a lista
de candidaturas deveria ter número igual de mulheres e homens
e a grande maioria (80%) defendeu leis para promover igualdade
entre os sexos no cenário político9.
Quatro anos depois, repetiu-se a experiência, quando Instituto
Patrícia Galvão e Ibope lançaram o estudo “Mais Mulheres na
Política”, nova pesquisa dedicada ao tema e realizada com 2002 en-
trevistad@s. Chamou atenção o fato de ter crescido o percentual de
pessoas favoráveis à paridade em espaços de poder e decisão: 78%
concordam que os partidos deveriam apresentar uma lista de can-
didat@s composta por metade de homens e metade de mulheres;
73% defendem punição ao partido que deixar de apresentar lista de
candidat@s com 50% de homens e 50% de mulheres; e a grande
maioria d@s entrevistad@s (74%) sustentou que a garantia da
democracia depende da presença de mulheres nos espaços de
poder. Estes dados mostram que a população brasileira acredita que
“não existe processo democrático sem democracia de gênero e sem
participação das mulheres”, parafraseando declaração da ministra da
Secretaria Especial de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci10.
Contudo, no âmbito institucional, a exclusão política é
tomada como um não-problema. Em relação às propostas de
reforma política que visam a aumentar a participação das mulheres,
parlamentares tendem a concordar com medidas de caráter sim-
bólico, mas não com políticas efetivas e de caráter obrigatório. É o
que veremos em seguida.

9 Esses resultados, contudo, podem revelar menos a opinião real d@s entrevistad@s do que
um padrão de “respostas desejáveis”. Em democracias liberais, a discriminação é consi-
derada um valor socialmente negativo, o que pode contribuir para que perguntas diretas
acerca de um preconceito sejam respondidas com base em valores aceitos amplamente,
não na opinião d@ entrevistad@.

10 Ver notícia “Quase 80% dos brasileiros querem mais mulheres no poder” publicada em
09/07/2013 no sítio eletrônico do Instituto Patrícia Galvão (http://agenciapatriciagalvao.org.br).

44 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Gráfico 5 - Opiniões da população sobre mulheres na política

MAIS MULHERES NA POLÍTICA


Pesquisa Ibope / Instituto Patrícia Galvão
As mulheres se destacam
Principais Resultados entre os que concordam tanto com
a garantia legal à ampliação da

participação feminina
no Legislativo
(82% versus 69% dos homens)
8 em cada 10
71% entrevistados consideram que,
quanto com a ampliação do acesso das

dos entrevistados consideram a sendo as mulheres hoje mais da mulheres dentro dos partidos
metade da população, deveria ser
reforma política (82% versus 72% dos homens).
muito importante/ obrigatória a participação
importante de metade de mulheres
para garantir 50% de homens e
e metade de homens nas Câmaras
de Vereadores, Assembleias
73%
50% de mulheres nas listas de defendem
Legislativas Estaduais e
candidaturas dos partidos.
no Congresso Nacional. punição ao partido
74% que deixar de apresentar lista 78% concordam
de candidatos com 50%
dos entrevistados de homens e 50% que os partidos deveriam
de mulheres. apresentar uma lista de
acreditam que só candidatos composta por
há democracia
de fato com a presença de mais metade de homens e
mulheres nos espaços de poder metade de mulheres.
e de tomada de decisão.

Fonte: “Mais Mulheres na Política” (2013, p.5).

3) Percepções de tomador@s de decisão

Duas pesquisas se dedicaram à tarefa de investigar a opinião


d@s tomador@s de decisão, em especial d@s legislador@s fede-
rais, sobre as propostas feministas para a Reforma Política. Uma foi
realizada pelo CFEMEA e a outra, pelo INESC/DIAP. Ambas foram
lançadas no ano de 2009.
Uma das grandes contribuições das duas pesquisas foi indi-
car a resistência de parte significativa d@s legislador@s federais à
ampliação da participação política das mulheres. Há vários pro-
jetos de lei tramitando na Casa que sugerem mecanismos
capazes de impulsionar a participação e a representação polí-
tica das mulheres, mas, segundo dados disponibilizados, @s
parlamentares que ocupavam assentos na Casa não estavam
dispost@s a promover a equidade de gênero nestes espaços.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 45


A dificuldade encontrada para a discussão e aprovação de diferentes
projetos de lei sobre o tema reafirma essa resistência.
A pesquisa “Como Parlamentares Pensam os Direitos das Mu­
lheres”, lançada em 2009 pelo CFEMEA e feita com 321 parlamentares
(45 senador@s e 276 deputad@s federais), que conhecemos na seção
anterior, abordou um bloco de questões sobre os projetos de reforma
política que visam aumentar a participação das mulheres. As perguntas,
cujas respostas poderiam ser “concorda”, “concorda em parte”, “dis-
corda em parte”, “discorda” e “não sabe”, foram capazes de medir
o grau de concordância d@s parlamentares acerca da punição para os
par­tidos que não respeitam a cota de candidaturas femininas, do finan-
ciamento público exclusivo de campanhas eleitorais, da adoção da lista
fechada com alternância de sexo, da destinação de um percentual dos
fundos partidários e do tempo de propaganda partidária para promover
a participação política das mulheres (a pesquisa foi anterior à mini-refor-
ma eleitoral promovida pela lei 12.034/09). Todas estas são demandas
dos feminismos brasileiros para a reforma política, como visto na Parte I.
A sondagem de opinião “Parlamentares opinam sobre reforma
política”, realizada em 2009 pelo INESC e pelo DIAP com 150 parla-
mentares (deputad@s federais e senador@s) formador@s de opinião,
mostrou que somente uma minoria defende ações afirmativas para
mulheres. O questionário, composto por 16 perguntas de múltipla es-
colha, tratava de temas como vigência da reforma, lista pré-ordenada,
financiamento público de campanha, voto distrital, fidelidade partidá-
ria, coligações, duração de mandatos, ações afirmativas para a popula-
ção negra, indígena e para as mulheres, entre outros pontos polêmicos.
A leitura dos resultados da pesquisa do INESC/DIAP permitiu
identificar que @s parlamentares tinham algum grau de preferên-
cia pelas seguintes alterações: lista fechada (contudo, com a pos-
sibilidade de alteração na lista, ao contrário do que propomos) e
financiamento exclusivamente público das campanhas. Por outro

46 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


lado, demonstraram ser contrári@s à ampliação dos mecanismos
de democracia direta e a ações afirmativas para os povos indígenas,
para a população negra e para as mulheres, apesar de sua sub-re-
presentação nos espaços de poder11. Vejamos os dados:
Sobre o tipo de sistema eleitoral, a maior parte d@s parlamenta-
res (35,3% no geral, 50% do Senado e 31,7% da Câmara) preferia a
manutenção do sistema de lista aberta. O segundo sistema preferido
(30% do geral, 26,7% do Senado e 30,8% da Câmara) seria o de lista
fechada, desde que permitisse que @ eleitor/a alterasse a lista, votando
preferencialmente em um/a determinad@ candidat@. O menor apoio
(25,3% no geral, 13,3% no Senado e 28,3% na Câmara) foi para a
lista fechada e bloqueada, em que o partido define, em convenção, a
ordem d@s postulantes e @ eleitor/a vota exclusivamente na lista parti-
dária. Este modelo é considerado o mais eficaz para a implementação
das cotas e também o mais democrático.
Mesmo apoiando a instauração da lista fechada em algu-
ma medida, a maioria d@s parlamentares consultad@s (51,3%
no geral, 60% no Senado e 49,2% na Câmara) se declarou con-
tra a reserva de vagas para os sexos nas listas partidárias, acre-
ditando que caberia à convenção partidária definir a ordem
dos nomes na lista, independente do sexo.
Somente 14,7% d@s parlamentares (16,7% no Senado e 14,2%
na Câmara) defenderam a alternância na lista, de modo a promover a
equidade de gênero e a paridade. A mesma proporção (14% no geral,
6,7% no Senado e 16,7% na Câmara) se declarou a favor da inclusão
do nome de uma mulher na lista após cada grupo de dois homens12.

11 Para uma análise detalhada, ver “Que poder, de quem e para quem?”, artigo de Natalia
Mori e Patrícia Rangel, na publicação “Reforma Política: a opinião do Parlamento” (INESC,
2009). Disponível em http://www.inesc.org.br/biblioteca/publicacoes/cartilha/reforma-po-
litica-a-opiniao-do-parlamento.
12 Este modelo se assemelha à cota adotada na Argentina: a cada dois nomes do mesmo
sexo, @ terceir@ candidat@ da lista tem que ser do outro.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 47


Neste ponto, os dados da pesquisa do INESC nos mostram
uma questão interessante. Não há diferença entre o apoio d@s
parlamentares à lista fechada com alternância de sexo e a uma
lista fechada com distribuição de 2/1 (em ambos os casos, o apoio
foi de 14,7%). A pesquisa do CFEMEA reforçou a rejeição d@s
parlamentares a este tipo de lista eleitoral: grande parcela d@s
entrevistad@s (72%) discordaram da adoção de lista fechada com
alternância de sexo.

O bloco com maior resistência em relação à reserva de vagas


para algum dos sexos (61,9%) foi o bloco PSDB/DEM/PPS, e o
que apresentou menos resistência foi o bloco PSB/PDT/PCdoB/
PMN/PV/PSOL (29,2%). O maior apoio à alternância na lista
veio do bloco PMDB/PT/PP/PR/PTB/PSC/PTC/PTdoB (16,9%), e
o menor apoio veio do bloco PSDB/DEM/PPS (11,9%). A defesa
da inclusão do nome de uma mulher na lista após cada grupo
de dois homens foi maior no bloco PSB/PDT/ PCdoB/PMN/PV/
PSOL (29,9%) e menor no bloco PSDB/DEM/PPS (11,9%).

Fonte: MORI, N. & RANGEL, P. (2009). “Que poder, de quem e para quem?”.
In: INESC (org.). Reforma Política: a opinião do Parlamento.

A maioria rejeitava qualquer proposta de punição aos partidos


que descumprissem a política de cotas por sexo presente na legis-
lação atual, mesmo com a população apoiando majoritariamente
a sanção para os partidos, como demonstrou a pesquisa realizada
pelo Ibope/Instituto Patrícia Galvão/SPM, que vimos na seção an-
terior. A pesquisa do CFEMEA apontou que 60% discordavam da
punição de partidos que não alcançassem o mínimo de 30% de
candidaturas femininas. Por outro lado, medidas de caráter menos
redistributivo enfrentaram oposição mais suave: 60% concordavam

48 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


em destinar parte do Fundos Partidário e do tempo de propaganda
para promover a participação política das mulheres.
Sobre o sistema de financiamento de campanha eleitoral, a
pesquisa do INESC mostrou que @s parlamentares preferiam o ex-
clusivamente público (58,7% no geral, 53,3% no Senado e 60%
na Câmara). Em segundo lugar, ficava o sistema misto (recursos pú-
blicos e privados), mas apenas de contribuições de pessoas físicas e
limitadas a um valor máximo (19,3% no geral, 26,7% no Senado e
17,5% na Câmara). Em último, o sistema atual, com financiamento
público (horário gratuito na TV e no rádio) e privado (doações de
pessoas físicas e jurídicas), com 15,3% no geral, 16,7% no Senado
e 15% na Câmara. O mesmo resultado foi apontado pela pesquisa
do CFEMEA, onde 73% d@s entrevistad@s concordaram em regula-
mentar o financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais.
Vale mencionar que a ampliação dos mecanismos da demo-
cracia direta, tão caro ao feminismo e outros movimentos sociais,
não é uma prioridade d@s parlamentares: a pesquisa do INESC
apontou que 54,7% del@s (60% do Senado e 53,3% da Câmara)
defenderam a manutenção dos mecanismos existentes (referen-
do, plebiscito e iniciativa popular) com a regulamentação da Lei n°
9.709/98. Somente 7,3% d@s parlamentares (6,7% no Senado e
7,5% na Câmara) defenderam a criação de outros mecanismos de
democracia direta além dos já existentes.
Para encerrar esta seção, destacamos um fenômeno observado
em ambas as pesquisas: legisladores e legisladoras possuem diferenças
relevantes de perfil e de posicionamento político, sobretudo no que se
refere a questões polêmicas e de radicalização da democracia nas ins-
tituições representativas. Os homens tendem a ser mais conservadores
do que as mulheres. Vejamos alguns resultados ilustrativos da pesqui-
sa do CFEMEA: 74% das mulheres entrevistadas concordaram com
punições para o partido que não preenchesse as cotas de candidaturas

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 49


femininas, contra 27% dos homens; 63% das mulheres e 16% dos
homens concordaram com a adoção de lista fechada com alternância
de sexo; 85% das mulheres entrevistadas concordaram com a desti-
nação de parte do fundo para instâncias de mulheres nos partidos, em
oposição aos 57% dos homens que o fizeram. A destinação de parte
do tempo de propaganda política, por sua vez, foi apoiada por 89%
das mulheres consultadas e 57% dos homens. Por último, 93% das
mulheres e 71% dos homens eram a favor do financiamento público
exclusivo das campanhas eleitorais. Estes resultados estão dispostos na
Tabela 1 (em valores absolutos, e não em percentuais).
Por fim, resta destacar que a significativa maioria do
Parlamento se recusou a discutir a inclusão do quesito cor/
raça na ficha de candidatura. A pesquisa do INESC/DIAP cons-
tatou que a maioria d@s parlamentares era contra a criação
de medidas que favorecessem a eleição de mulheres (60%),
negr@s (86%) e indígenas (76%)13. 1,3% d@s parlamentares
(3,3% no Senado e 0,8% na Câmara) consideraram que os povos
indígenas não deveriam ter representação própria no Legislativo bra-
sileiro e 15,3% d@s congressistas (6,7% no Senado e 17,5% na
Câmara) achavam que a população negra estava bem representada
no Congresso e que, portanto, não havia necessidade de regra algu-
ma que favorecesse tal segmento populacional na disputa eleitoral.
Esses dados nos levam a considerar que a grande resistência em
relação à inclusão das mulheres faz parte da resistência das elites polí-
ticas a qualquer forma de redistribuição de poder: para que mulhe-
res, negr@s e indígenas tenham acesso aos cargos eletivos,
homens brancos terão de abrir mão de suas cadeiras, e eles
não desejam fazê-lo.

13 Ver novamente “Que poder, de quem e para quem?”, artigo de Natalia Mori e Patrícia
Rangel (INESC, 2009).

50 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Tabela 1- Posicionamento de parlamentares sobre propostas de Reforma Política

Demanda Posição Geral Homens Mulheres

Punir os partidos Concorda 31 27 74


que não alcançarem
o mínimo de 30% Concorda em parte 6 5 11
de candidaturas
Discorda em parte 2 2  
femininas.
Discorda 60 65 15
(não incluído no
Ponto de Vista Recusa 0 0  
Feminista sobre a
Reforma Política) Não sabe 1 1  
Concorda 20 16 63
Concorda em parte 5 5 4
Lista fechada de Discorda em parte 1 1  
candidat@s com
alternância de sexos. Discorda 72 75 33
Recusa 0 0  
Não sabe 2 2  
Concorda 60 57 85
Pelo menos 30% Concorda em parte 4 4 4
do fundo partidário Discorda em parte 1 1  
às instâncias de
mulheres dos Discorda 34 36 7
partidos. Recusa 0 0  
Não sabe 1 1 4
Pelo menos Concorda 60 57 89
30% do tempo Concorda em parte 6 6 4
de propaganda
partidária gratuita Discorda em parte 0 0  
na mídia para
a promoção da Discorda 33 35 7
participação política Recusa 0 0  
das mulheres. Não sabe 1 1  
Concorda 73 71 93
Concorda em parte 2 2  
Financiamento Discorda em parte 1 1  
público exclusivo de
campanhas eleitorais. Discorda 22 23 7
Recusa 0 0  
Não sabe 2 2  
Absoluto 321 294 27
Percetual 100 100 100
Fonte: “Como parlamentares pensam os direitos das mulheres?” (CFEMEA, 2009), p. 42.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 51


Parte ii
as séries históricas
de mulheres nas eleições

O sistema eleitoral é um conjunto de regras utilizadas para de-


finir como @ eleitor/a pode realizar suas escolhas em um pleito,
bem como a forma de contar os votos e traduzi-los em cargos.
No Brasil, utiliza-se o sistema de representação proporcional nas
eleições para Câmara de Vereadores, Assembléias Estaduais e
do Distrito Federal e Câmara dos Deputados. Já as disputas para
prefeituras, governos estaduais e do Distrito Federal, Senado e
Presidência da República são regidas pelo sistema majoritário. Os
sistemas majoritários visam garantir a eleição d@s candidat@s
que obtiveram mais votos, enquanto os proporcionais garantem
que os cargos disputados sejam distribuídos proporcionalmente
à votação recebida pel@s candidat@s. Explicações detalhadas so-
bre o funcionamento destes sistemas podem ser encontradas na
“Agenda feminista para a democratização do poder na reforma
política - subsídios para a incidência política” (CFEMEA, 2011).

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇõES 1996-2012 53


A partir dos dados disponibilizados pelo TSE, o CFEMEA apre-
senta a seguinte sistematização das eleições municipais, estaduais e
nacionais com o objetivo de oferecer uma base quantitativa para a
reflexão acerca da participação política feminina ao longo da histó-
ria da jovem democracia brasileira e contribuir para o debate sobre
presença das mulheres no cenário político-partidário do país1.

1) Eleições Municipais

Iniciamos nossa análise histórica exatamente no ponto de


partida do trabalho de duas décadas que o CFEMEA realiza com
eleições: o pleito municipal de 1996. Antes de passar aos dados, é
importante mencionar um aspecto importante daquele momento
específico: tratou-se de um período de intenso debate nacional e
internacional sobre ações afirmativas e medidas redistributivas das
oportunidades de acesso a posições de poder, enfocando a imple-
mentação de cotas por sexo nas listas eleitorais.
A Conferência Mundial sobre a Mulher da ONU havia aca-
bado de estabelecer (em 1995) um mínimo de 30% como meta
de participação feminina no Legislativo e países do mundo in-
teiro passavam a adotar medidas que contribuíssem para al-
cançar a meta. O Brasil não ficou para trás e, no contexto da
Conferência de Beijing, aprovou sua primeira legislação desti-
nada a aumentar a presença das mulheres no Legislativo: a Lei

1 Dado o grande volume de dados coletados e analisados pela organização ao longo dos
anos e a impossibilidade de tratar de cada uma das eleições em profundidades nesta
publicação, optou-se por trabalhar com categorias gerais e no nível nacional. Informações
detalhadas com recortes por partido político, unidade federativa e região, idade e ocupa-
ção em todos os cargos e todos os pleitos podem ser encontradas em artigos e tabelas
disponibilizados no sítio eletrônico no CFEMEA, na área de atuação “Poder e Política”.
Eventuais diferenças de valores entre textos e tabelas se devem a atualizações dos dados.

54 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Quadro 1 – Versões do mecanismo de discriminação positiva para
mulheres em listas partidárias (cota) na Lei Eleitoral

Lei nº 9.100, de Lei nº 9.504, de 30 de Lei nº 12.034, de 29 de


29 de Setembro Setembro Setembro
de 1995 de 1997 de 2009

Do número de vagas
Do número de
Vinte por cento, resultante das regras
vagas resultante das
no mínimo, previstas neste artigo,
regras previstas neste
das vagas de cada partido ou
Percentual artigo, cada partido
cada partido coligação preencherá o
de vagas de ou coligação deverá
ou coligação mínimo de 30% (trinta
candidaturas reservar o mínimo de
deverão ser por cento) e o máximo
reservado para trinta por cento e o
preenchidas por de 70% (setenta
mulheres máximo de setenta
candidaturas por cento) para
por cento para
de mulheres candidaturas de
candidaturas de cada
(Art. 11, § 3º). cada sexo
sexo (Art. 10, § 5º).
(Art. 10, § 3º).

Punição para o
descumprimento Não há. Não há. Não há.
da cota

Mínimo de 5%.
Percentual do
*O partido que não
Fundo Partidário*
cumprir o disposto
reservado para
deverá, no ano
programas
subsequente, acrescer o
de promoção Não há. Não há.
percentual de 2,5% do
e difusão da
Fundo Partidário para
participação
essa destinação, ficando
política das
impedido de utilizá-lo
mulheres
para finalidade diversa.

Percentual
do tempo de
Propaganda
Partidária**
reservado para
programas Não há. Não há. Mínimo de 10%.
de promoção
e difusão da
participação
política das
mulheres

* O percentual do Fundo Partidário não pode ser usado para campanhas eleitorais de mulheres, e sim
para atividades que promovam a participação feminina na política eleitoral.
** O percentual do tempo de propaganda partidária tampouco pode ser utilizado por candidatas
mulheres. Ademais, este recurso só pode ser utilizado em anos não eleitorais.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 55


9.100/952, que estabelecia que 25%, no mínimo, das vagas de
cada partido ou coligação deveriam ser preenchidas por can-
didaturas de mulheres. Ela viria a ser reformulada em 1997 e
2009, como veremos adiante nesta publicação e como pode-
mos observar já no Quadro 1.

Desde que entraram em vigor, as cotas elevaram a represen-


tação feminina no Congresso de 6% para 40% na Argentina,
de 16% para 39,8% na Costa Rica, de 11% para 29,2% no
Peru e de 9% para 23,2% no México. No mundo, segundo
a organização intergovernamental International Institute for
Democracy and Electoral Assistance (IDEA), 74 países dos 186
que possuem instituições legislativas, têm aprovada alguma le-
gislação eleitoral de cotas por sexo, seja ela de cunho constitu-
cional, ordinário ou partidário.

Com a proximidade, em 1996, da primeira eleição após a apro-


vação do sistema de cotas, o movimento feminista viu a necessidade
de desenvolver uma campanha para estimular a aplicação da norma
e as candidaturas de mulheres às eleições municipais daquele ano:
foi a chamada “Mulheres sem medo de poder: chegou a nossa vez”,
que abarcou a realização de seminários regionais e a produção de
material educativo de ampla divulgação sobre legislação eleitoral,
políticas públicas e atribuições das vereadoras. Um dos produtos da
campanha foi a “Cartilha para Mulheres Candidatas a Vereadoras

2 O projeto de Marta Suplicy (PT/SP), que contou com a assinatura de mais de 20 deputadas
de diversos partidos, foi apresentado na Câmara Federal em agosto de 1995, quando se
discutia a Lei Eleitoral que regulamentaria as eleições de 1996. O projeto entrou como
uma emenda da proposta de Lei Eleitoral e sugeria a reserva de vagas para candidatas
mulheres nas listas dos partidos e outras medidas de apoio a elas. A Lei 9.100/95 foi san-
cionada em 29 de setembro de 1995.

56 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


1996”3, lançada pela Bancada Feminina no Congresso Nacional.
Retomando o antigo slogan feminista “o pessoal é político”, a car-
tilha afirmava que o cotidiano das fraldas e dos fogões também é
político e discutia questões do tipo: Como fazer uma campanha polí-
tica? Qual a história da luta das mulheres por mais direitos? Quais os
desafios para os novos municípios?
Nos anos que se seguiram, as campanhas continuaram acom-
panhando os períodos eleitorais e os debates sobre reforma políti-
ca4. Militantes feministas envolvid@s nestas ações sempre estiveram
atent@s ao desempenho das mulheres nas eleições e às diversas al-
terações pelas quais a lei de cotas veio a passar nos anos seguintes.
Para compreender estas transformações e o histórico da evo-
lução das mulheres em cargos de poder e decisão, comecemos pelo
início e vejamos alguns dados gerais referentes aos pleitos munici-
pais de 1996, 2000, 2004, 2008 e 2012:

1. Quanto ao número de municípios, as eleições ocorreram


em 5.564 municípios brasileiros em 2012. Nas eleições
anteriores, em 2008, 5.558 municípios foram às urnas e,
em 2004, tivemos 5.563 municípios votantes. Já em 2000,
foram 5.559 municípios e, em 1996, 5.505.

3 Ver Mulheres sem Medo do Poder: chegou a nossa vez, Cartilha para Mulheres candidatas
a vereadoras – 1996, DIPES-IPEA, Bancada feminina no Parlamento Nacional, IBGE, Sena-
do Federal, Rio de Janeiro, Julho de 1996.

4 Na década seguinte, por exemplo, lançou-se o mote “Lugar de mulher é na política”, que
foi tomado como tema de seminários realizados pela Bancada Feminina do Congresso e
por organizações feministas em 2004. A meta era debater a participação e a representação
política, promover a articulação entre mulheres de várias unidades federativas e frentes de
ação, além de sensibilizar a população para as plataformas pelos direitos das mulheres. Nos
encontros, as participantes trataram do preconceito e das dificuldades enfrentadas para
ocupar cargos públicos e argumentaram que a baixa presença das mulheres nas assem-
bléias legislativas se explicava pela falta apoio partidário, a discriminação impregnada na
sociedade e o pouco investimento econômico e político.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 57


2. Quanto ao eleitorado, em 2012, de um total de 140.590.902
eleitor@s, 67.453.654 eram homens (48%), 73.003.200
eram mulheres (51,9%) e 134.048 não informaram o sexo
(0,1%). As mulheres também foram maioria do eleitorado
nas eleições anteriores: 51,7% d@s 130.378.807 eleitor@s
em 2008, 51,2% de 119.821.569 eleitor@s em 2004,
50,5% d@s 109.826.263 eleitor@s em 2000 e 50,2% d@s
101.280.141 eleitor@s em 1996.

Como já mencionado ao longo desta publicação, apesar de se-


rem maioria do eleitorado, as mulheres foram, em todas as eleições,
menos de 30% das candidaturas a prefeit@, vice-prefeit@ e verea-
dor/a. A única exceção foi o pleito de 2012, quando corresponderam
a 30,3% das candidaturas registradas aos cargos de prefeit@, vice
-prefeit@ e vereador/a. Passemos à análise dos cargos em separado:

a) Câmaras Municipais

O Poder Legislativo municipal é exercido por um órgão conhe-


cido como Câmara Municipal ou Câmara de Vereadores. Seus/suas
integrantes são legislador@s escolhid@s por sistema de representação
proporcional com lista aberta, onde, portanto, atua a cota por sexo. A
Câmara Municipal se renova totalmente em todas as eleições, mas a
reeleição é permitida. O número de cadeiras em cada município varia
de acordo com o tamanho da população: o mínimo de vereador@s
é nove (para municípios como população de até 15 mil habitantes) e
o máximo, 55 (municípios com mais de oito milhões de habitantes)5.
Considerando que o número de municípios e a quantidade de vagas

5 Para ver todas as faixas, acesse http://www.senado.gov.br/noticias/agencia/quadros/


qd_007.html

58 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


em cada Câmara Municipal podem ser alterados ao longo do tempo,
o total de vereador@s eleit@s no Brasil inteiro também tem variado:
foram eleit@s 57.172 em 2012; 51.965 em 2008; 51.800 em 2004;
60.287 em 2000 e 60.012 em 1996.

a.1) Candidatas a vereadora

Em 2012 (5.564 municípios)

57.448 cadeiras na Câmara de Vereadores


(1 cadeira/2.680,6 eleitor@s);

140.590.902 eleitor@s (51,9% de mulheres);

Em 2012, as mulheres representaram 32,6% do total de


candidat@s a vereador/a (145.982 em 448.413 candidaturas).

Em 2008 (5.558 municípios)

52.058 cadeiras na Câmara de Vereadores


(1 cadeira/2.508,8 eleitor@s);

130.604.430 eleitor@s (51,7% de mulheres);

Em 2008, as mulheres representaram 22,1% do total de


candidat@s a vereador/a, (76.670 em 347.333 candidaturas).

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 59


Em 2004 (5.563 municípios)

51.748 cadeiras na Câmara de Vereadores


(1 cadeira/2.315,5 eleitor@s);

119.821.569 eleitor@s (51,2% de mulheres);

Em 2004, as mulheres representavam 22,1% do total de


candidat@s a vereador/a, (76.555 em 346.419 candidaturas).

Em 2000 (5.559 municípios)

60.229 cadeiras nas Câmaras de Vereadores


(1 cadeira/1.823,5 eleitor@s);

109.826.263 eleitor@s (50,5% de mulheres);

Em 2000, as mulheres representavam 19,1% do total de


candidat@s a vereador/a, (70.321 em 367.344).

Em 1996 (5.505 municípios)

60.012 cadeiras nas Câmaras de Vereadores


(1 cadeira/1.687,7 eleitor@s);

101.280.141 eleitor@s (50,2% de mulheres);

60 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Em 1996, as mulheres representavam 10,9% do total de
candidat@s a vereador/a, (33.343 em 306.821).

O Legislativo municipal foi o espaço em que houve maior


incremento de mulheres candidatas em todo o período anali-
sado. Comparando as eleições de 1996, 2000, 2004, 2008 e 2012,
observamos uma linha ascendente quase perfeita (à exceção da
estagnação do percentual de candidatas entre 2004 e 2008), como
pode ser observado no gráfico ao fim desta seção, na página 65.
Vejamos os números e percentuais destas candidaturas:
Em 1996, d@s 306.821 candidat@s ao cargo de vereador/a,
33.343 eram mulheres (10,9%). Em 2000, as mulheres representa-
ram 70.321 das 367.344 candidaturas ao cargo (19,1%). Em 2004,
76.555 das 346.419 candidaturas foram de mulheres (22,1%). Em
2008, as mulheres novamente foram 22,1% das candidaturas ao
cargo (76.670 em 347.333). Em 2012, houve 448.413 candidaturas,
sendo 302.431 masculinas (68,6%) e 145.982 femininas (31,4%).
A distribuição de candidaturas de mulheres nos partidos
políticos, contudo, é geralmente heterogênea: observamos al-
tas variações percentuais entre o partido mais e o menos in-
clusivo em todas as eleições. Em 1996, como vimos, houve a pri-
meira eleição na qual se aplicou a cota prevista na Lei 9.100/95 e,
nesta ocasião, havia uma cláusula transitória que estabelecia a cota
mínima em 20%, não 25% de mulheres nas listas de candidatura.
Mesmo com a cláusula transitória, os partidos políticos violaram o
mecanismo de ação afirmativa: os percentuais de mulheres candi-
datas variaram entre 18,9% (PSTU) e 7,6% (PGT).
Em 1997, o mecanismo de cota foi aprimorado na Lei 9.504/97,
que tinha duas principais diferenças em relação à 9.100/95, além de

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 61


aumentar para 30% o percentual de candidaturas femininas: 1) a lei
de 1997 não instituiu uma cota mínima para mulheres, e sim estabe-
leceu um sistema de cotas mínimas e máximas para as candidaturas
de mulheres e homens; e 2) a lei ampliou o âmbito de aplicação aos
cargos legislativos de todos os níveis6.
O pleito municipal de 2000 foi regido já pela nova lei, mas os
partidos seguiram violando o mecanismo da cota para mulheres:
PP e PTC não ofereceram nenhuma mulher candidata, ao passo
em que PSTU foi o partido que contou com mais mulheres em sua
lista de candidat@s: 24,2% do total. Nas eleições de 2004, o par-
tido mais inclusivo foi o PRONA (24,9% de candidatas) e os menos
inclusivos foram PP e PCB (ambos com 21,2%), sendo que nova-
mente nenhum partido respeitou a lei de cotas. Em 2008, mais
uma vez, nenhum dos 27 partidos cumpriu a Lei 9.504/97 e os
percentuais variam de 18,5% (PCO) a 23,8% (PRB).
No ano de 2009, a cota foi novamente reformada graças à
mini-reforma eleitoral adotada com a Lei 12.034/09. Além de ins-
taurar novos mecanismos de ação afirmativa para mulheres (ver
Quadro 1, na página 55), a legislação reforçou a obrigatorieda-
de do preenchimento do percentual mínimo de candidaturas
femininas. Ela foi aplicada pela primeira vez nas eleições de
2012, quando o partido que mais ofereceu mulheres candi-
datas a vereadoras, beirando a paridade, foi o PCO (46,7%).
Por outro lado, o PCB foi o que menos incluiu mulheres como
candidatas, atendo-se ao mínimo exigido por lei (30%).
Se analisarmos as eleições de 1996 e 2012, notaremos que
houve um aumento de 141.592 candidat@s no geral, o que repre-
senta 46,1% de crescimento entre 1996 e 2012. Já em relação às

6 MARX, J; BORNER, J. & CAMINOTTI, M. (2007). Las legisladoras: cupos de género y polí-
tica en Argentina y Brasil. Buenos Aires:Siglo XXI Editora Iberoamericana.

62 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


candidaturas femininas em todos os partidos, constata-se um au-
mento de 112.639 mulheres (números absolutos) e de 21,7 pontos
percentuais.
A explicação para este considerável crescimento reside na
última alteração feita à lei de cotas. A primeira versão do meca-
nismo (prevista na Lei 9.100/95), aplicada nas eleições municipais
de 1996, nunca foi eficaz, em grande medida, pois o texto da lei
não respeitou o objetivo da proposição legislativa: os mecanis-
mos de apoio às candidaturas deixaram de ser incorporados e a
porcentagem de reserva de vagas foi reduzida. Além disso, a lei
permitiu que os partidos apresentassem mais candidat@s do que
o estipulado (até 120% do número de vagas a ocupar). Ou seja,
o efeito das cotas fora neutralizado e o percentual de mulheres
candidatas a vereadora em 1996 foi ínfimo.
Tampouco a segunda versão do mecanismo de cotas surtiu
efeito substancial. Ele foi desenhado menos de um ano após as
eleições de 1996, quando se sancionou uma nova lei eleitoral: a Lei
9.504/97, que elevava o percentual de vagas destinadas ao sexo
minoritário nas listas eleitorais para 30%7. A aprovação da norma,
apesar de uma conquista do movimento feminista para a coletivi-
dade de mulheres brasileiras, não representou avanço radical, pois
considerável parte de seu conteúdo e dos efeitos da norma foi pre-
judicada: o artigo 10, parágrafo 1° autorizava cada partido a regis-
trar candidat@s para a Câmara dos Deputados, Câmara Legislativa,
Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais, em até 150% do
número de lugares a preencher, elevando ainda mais a “cláusula de
escape”, como argumentam Jutta Marx e outras estudiosas8: um

7 Por conta de uma cláusula transitória, o artigo 80º estabelecia tais porcentagens em 25%
e 75% para as eleições nacionais de outubro de 1998, quando a lei 9.504/97 foi testada.

8 MARX, J; BORNER, J. & CAMINOTTI, M. (2007). Las legisladoras: cupos de género y polí-
tica en Argentina y Brasil.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 63


partido podia apresentar uma lista completa de candidat@s sem
incluir sequer uma mulher9.
Outrossim, a ausência de penalidades acabou tornando inú-
teis as estratégias voltadas para monitorar se as cotas eram cor-
retamente aplicadas, dando um efeito de caráter simbólico, não
efetivo, à legislação10. Assim, novamente, não se observou aumento
significativo do percentual de candidatas mulheres ao cargo de verea-
dora entre 1996 e 2000: foram 8,2 pontos percentuais (de 10,9% para
19,1%). O crescimento foi ainda menor entre 2000 e 2004: 3 pontos
percentuais (de 19,1% para 22,1%). O patamar se manteve nas duas
eleições seguintes, em 2004 e 2008, quando, como visto, as mulheres
representaram 22,1% das candidaturas aos legislativos municipais.
Mudança maior foi observada no pleito de 2012, quando
houve um crescimento em 10,5 pontos percentuais em relação
às duas últimas eleições municipais. Sobre os números absolutos,
constatou-se um aumento de 69.312 candidatas em relação a 2008.
Isto foi possível, pois, pela primeira vez, os partidos respeitaram a
lei de cotas, reformulada numa nova lei eleitoral (Lei 12.034/2009).
Importante ressaltar que afirmamos que tais partidos cumpriram a
cota em nível nacional, uma vez que este estudo não se propõe a
analisar a anuência dos partidos políticos à lei eleitoral em cada um
dos 5.564 municípios brasileiros. O respeito à cota eleitoral, inédito
na história, provavelmente se deve também às ameaças da Justiça
Eleitoral de impugnação de algumas candidaturas masculinas com
vistas a manter a proporção 30%-70% exigida por lei.

9 Exemplo: se um determinado distrito podia eleger 10 deputad@s, cada partido podia


oferecer 15 candidatos (150% das vagas). Sob a letra da lei 9.504/07, 4 dess@s deveriam
ser do sexo masculino, mas o partido poderia então apresentar somente 11 candidatos
homens e deixar as outras candidaturas em aberto sem violar a lei.

10 ARAÚJO, C. (2008). “Mujeres y elecciones legislativas en Brasil: las cuotas y su (in) eficá-
cia. In: ARCHENTI, N. & TULA, M.I. (eds.). Mujeres y Política en América Latina. Sistemas
electorales y cuotas de género. Buenos Aires: Heliasta.

64 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


A evolução das candidaturas de mulheres a vereadora pode ser
vista no gráfico abaixo e foi recebida com entusiasmo. A seguir, ve-
remos se ela se traduziu em mais assentos para mulheres nos legisla-
tivos municipais.

Gráfico 6 – Mulheres candidatas: Câmaras Municipais, 1996-2012

35
30 32,6
25
19,1
20 22,1 22,1
%
15
10 10,9
5
0
1996 2000 2004 2008 2012

Fonte: CFEMEA/TSE, 2013.

a.2) Vereadoras eleitas

Em 2012, foram eleitas 7.634 mulheres (13,4% do total de


eleit@s) e 49.538 homens (86,6%), totalizando 57.172 eleit@s.

Em 2008, foram eleitas 6.508 mulheres (12,5% do total de


eleit@s) e 45.457 homens (87,5%), totalizando 51.965 eleit@s.

Em 2004, foram eleitas 6.555 mulheres (12,6% do total de


eleit@s) e 45.238 homens (87,3%), totalizando 51.800 eleit@s
(sete eleit@s não informaram o sexo).

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 65


Em 2000, foram eleitas 7.001 mulheres (11,6%) e 53.266
homens (88,3%) em um total de 60.287 eleit@s
(20 eleit@s não informaram o sexo).

Em 1996, foram eleitas 6.598 mulheres (11%) e 53.316


homens (88,4%) em um total de 60.012 eleit@s
(98 eleit@s não informaram o sexo).

Observa-se que o percentual (bem como o valor absoluto) de


vereadoras eleitas foi crescente entre 1996 e 2004 e que, após
queda em 2008, voltou a subir em 2012. Em 1996, 6.598 mulheres
se tornaram vereadoras em um universo de 60.012 nov@s legisla-
dor@s municipais (11%). O percentual pouco se alterou no pleito
de 2000, quando as 7.001 novas vereadoras representaram 11,6%
do total de 60.287 eleit@s ao cargo. Em 2004, foram eleitas 6.555
mulheres (12,6% do total de eleit@s) e 45.238 homens (87,3%),
totalizando 51.800 eleit@s (sete eleit@s não informaram o sexo).
Em 2008, foram eleitas 6.508 mulheres (12,5% do total de eleit@s)
e 45.457 homens (87,5%), totalizando 51.965 eleit@s. Na eleição
seguinte, em 2012, foram eleitas 7.634 mulheres (13,4% do total
de eleit@s) e 49.538 homens (86,6%), totalizando 57.172 eleit@s.
Não podemos deixar de ressaltar que a variação, em núme-
ros absolutos, de homens e mulheres eleitos deve-se à mudança
no número de cadeiras nas Câmaras Legislativas: em 1996, ele-
geu-se 60.012 vereador@s; em 2000, foram 60.287 eleit@s; em
2004, o total caiu para 51.800 e voltou a subir nos anos seguintes:
em 2008, foram 51.965 vereador@s eleit@s e, em 2012, 57.172.
Comparando-se 1996 a 2012, reduziu-se espaço representação
política e aumentou-se a competição entre @s candidat@s.

66 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Em termos percentuais, como já mencionado, verificamos que
o percentual de mulheres eleitas sobe de 1996 até 2004 e sofre
queda de 2004 para 2008, para então se recuperar em quase um
ponto percentual em 2012. Para os homens, houve crescimento de
1996 para 2000, leve queda (um ponto percentual) de 2000 para
2004, crescimento de 2004 para 2008 e nova queda de quase um
ponto percentual em 2012.
Contudo, apesar do decréscimo de 2.840 eleit@s ao longo
desta linha do tempo, constata-se um aumento de 1.036 mulheres
eleitas de 1996 até as eleições de 2012. Ou seja, ampliou-se o es-
paço de representação das mulheres a despeito da redução de ca-
deiras nos Legislativos municipais. O aumento de mulheres eleitas
foi de dois pontos percentuais.

O número de cadeiras nos Legislativos municipais tem variado


ao longo do tempo. Nas eleições de 2004, por exemplo, hou-
ve redução no número de cadeiras nas Câmaras Legislativas
em comparação a 2000, já que diminuíram em mais de 8.000,
intensificando sensivelmente o nível de competição entre
@s candidat@s. Já em 2012, surgiram 5.390 vagas a mais
que em 2008, ou 10,4%, aumento provocado pela Emenda
Constitucional 58. Aprovada em 23 de setembro de 2009, a
norma alterou a forma como é calculado o número de cadeiras
nos Legislativos municipais. Segundo ela, o máximo de vagas
disponíveis varia de nove representantes a 55 vereador@s.

Em relação às mulheres eleitas vereadoras por partido político, os


resultados são tão heterogêneos quanto nas candidaturas: em 2012,
o percentual variou de 0% (PCB) até 50% (PSTU). Em 2008, de 0%
(PSTU e PCO) a 20% (PSOL). Em 2004, de 0% (PCO, PSTU) a 17%

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 67


PRTB. Em 2000, de 0% (PCB e PSTU) a 16,7% (PRONA) e, em 1996, de
0% (PAN, PRONA e PSN) a 14,3% (PGT). Ainda assim, como mencio-
nado na seção anterior, todos os partidos cumpriram a lei de cotas em
2012. Eis a grande mudança em relação a 2008, 2004, 2000 e 1996,
eleições nas quais nenhum dos 27 partidos cumpriu o dispositivo legal.
Desta forma, tivemos, em 2012, um percentual elevado de mu-
lheres candidatas, mas o número de eleitas não foi substancial. Note-
se: nas eleições municipais de 1996, as mulheres foram 10,9% das
candidaturas e 11% d@s eleit@s. Em 2000, foram 19,1% e 11,6%
d@s eleit@s. Em 2004, 22,1% d@s candidat@s e 12,6% d@s elei-
t@s. Em 2008, 22,1% d@s candidat@s e 12,5% d@s eleit@s. E fi-
nalmente, em 2012, 31,4% d@s candidat@s e 13,4% d@s eleit@s.
O que se percebe aí? Ora, fácil é notar um padrão de baixa eleição
de mulheres, a despeito da alteração no percentual de candidatas ao
longo do tempo. Como se explica isso do ponto de vista do sistema
eleitoral? Em grande medida, o fracasso da legislação se deve às singu-
laridades tanto da norma quanto do sistema eleitoral do país. A ado-
ção de listas abertas e a forte individualização das campanhas
políticas contribuem para que as mulheres tenham dificuldades
para entrar no jogo eleitoral com possibilidades reais de eleição.
Ainda assim, os motivos que explicam a baixa presença
das mulheres nas Câmaras Municipais a partir da legislação
eleitoral não são os mesmos ao longo de todo o período. Nas
eleições entre 1996 e 2008, o grande problema estava no processo
de seleção e candidatura das mulheres. A cota não surtia o efeito
esperado, pois além de não ser obrigatória, era adotada isolada-
mente, carecendo de um conjunto de iniciativas para a promoção
da igualdade que lhe dessem suporte. Em 2012, este problema foi
resolvido do ponto de vista formal, pois se ressaltou a obrigatorie-
dade da cota e o mecanismo foi cercado de medidas complemen-
tares, como a reserva de tempo de propaganda eleitoral e recursos

68 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


financeiros (ver Quadro 1 na página 55). A válvula de escape dos
partidos políticos, a partir da Lei 12.034/09, deixou de ser a possi-
bilidade de não apresentar mulheres nas listas eleitorais e passou a
ser a apresentação massiva de mulheres “laranja”
Entretanto, a cota continuou atuando somente no processo de
seleção de candidatas, sem repercussão vinculante sobre o número
de eleitas, e, como ressalta Araújo (2008), os níveis de mulheres elei-
tas e candidatas não necessariamente crescem na mesma proporção.
O próximo gráfico ilustra este aspecto, oferecendo uma demonstra-
ção visual de que a eleição de mulheres não acompanhou a evolução
de suas candidaturas.

Gráfico 7 – Mulheres candidatas e eleitas: Câmaras Municipais, 1996-2012

35
30 32,6
25 22,1
19,1
20 22,1 Candidatas
15 11 Eleitas
10 12,6 12,5 13,4
10,9 11,6
5
0
1996 2000 2004 2008 2012

Fonte: CFEMEA/TSE, 2013.

O diagnóstico geral do processo eleitoral em questão é que


se ampliou a inclusão das mulheres no jogo da democracia, no
campo das candidaturas de forma substancial, e como eleitas de
forma mais tímida. Desta forma, tivemos alguma melhora na repre-
sentação descritiva das mulheres, mas nada que represente quebra
no padrão de sub-representação das mesmas nos espaços políticos
institucionais. Observando este grave problema, o movimento fe-
minista, movimentos sociais aliados e parlamentares comprometi-
d@s com a democracia têm realizado, nos últimos anos, esforços

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 69


no sentido de incrementar a representação das mulheres em espa-
ço de poder e decisão. As principais propostas inclusivas de reforma
política foram arroladas na primeira parte desta publicação.

b) Prefeituras Municipais

O Poder Executivo, em nível municipal, é exercido pel@ Prefeit@


e, em sua ausência, pel@ Vice-Prefeit@, apoiad@ por Secretári@s
Municipais. Cada município conta com um/a Prefeit@, que adminis-
tra os serviços públicos municipais por um período de quatro anos,
e que pode ser reeleit@. El@s são eleit@s pelo sistema majoritário
onde, portanto, não atua a cota por sexo nas listas eleitorais.

b.1) Candidatas a prefeita

Em 2012 (5.564 municípios)

140.590.902 eleitor@s (51,9% de mulheres);

Em 2012, as mulheres representaram 12,6% do total de 15.438


candidat@s a prefeit@, totalizando 1.938 candidatas.

Em 2008 (5.558 municípios)

130.604.430 eleitores (51,7% de mulheres);

Em 2008, as mulheres representavam 10,6% do total de 15.321


candidat@s a prefeit@, totalizando 1.621 candidatas.

70 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Em 2004 (5.563 municípios)

119.821.569 eleitores (51,2% de mulheres);

Em 2004, as mulheres representavam 9,5% do total de 15.746


candidat@s a prefeit@, totalizando 1.501 candidatas.

Em 2000 (5.559 municípios)

109.826.263 eleitor@s (51,5% de mulheres);

Em 2000, as mulheres representavam 7,6% do total de 15.016


candidat@s a prefeit@, totalizando 1.139 candidatas.

Em 1996 (5.505 municípios)

101.280.141 eleitor@s (50,2% de mulheres);

Em 1996, as mulheres representavam 5,3% do total de 14.051


candidat@s a prefeit@, totalizando 746 candidatas.

Em 1996, das 14.051 candidaturas aos Executivos municipais,


somente 5,3% eram de mulheres. O percentual passou a 7,6%
em 2000; 9,5% em 2004 e 10,6% em 2008. Em 2012, o TSE

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 71


contabilizou 15.438 candidat@s, dentre @s quais as mulheres re-
presentaram 12,6% (1.938 candidatas).
A conclusão a que se chega a partir destes dados é que houve
aumento em números absolutos de candidaturas ao cargo de pre-
feit@ (1.387 a mais, de 1996 a 2012) e crescimento absoluto de
candidaturas femininas (1.192 a mais em 2012 do que em 1996),
correspondendo a um crescimento de 7,3 pontos percentuais em
termos de candidatas à prefeita.

Ao contrário do cargo de vereadora, em relação ao qual há


relativa homogeneidade de candidaturas nas regiões do país,
os percentuais de candidaturas de mulheres às Prefeituras são
bastante diferenciados em 2012, o menor percentual foi na
região Sul (9,7%) e o maior, no Nordeste (15,4%), assim como
aconteceu em 2008 (sendo que os percentuais eram um pou-
co mais baixos: de 8% e 13,5%, respectivamente). O Norte
teve 14%, o Centro-Oeste teve 12,5% e Sudeste, 11%. Sendo
a média nacional de candidaturas femininas às prefeituras
12,6%, somente Norte e Nordeste ficam acima da média, bem
como ocorreu no pleito anterior (a média nacional era 10,6%).
Naquele ano de 2008, o Centro-Oeste tinha 10,6%, o Norte
tinha 12,2% e o Sudeste, 8,8%. Esta heterogeneidade nas re-
giões provavelmente se deve à ausência de um mecanismo de
discriminação positiva que estabeleça um piso para a inclusão
de mulheres nas listas, a exemplo das “cotas”.

Em 2012, o Nordeste, além de possuir o maior percentual de


candidatas, concentrou 29 dos 51 municípios brasileiros onde
só mulheres disputam prefeitura em 2012. Em 2008, esta

72 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


região concentrava 28 dos 41 municípios deste tipo. Naquele
ano, a líder nacional era a Paraíba (com sete cidades) e, em
2012, este posto pertence ao Rio Grande do Norte (com oito).
Dos 17 Estados que possuíam municípios com candidaturas
unicamente femininas ao cargo de prefeit@ em 2012, nove
eram nordestinos. Considerando que a região Nordeste é for-
mada por nove Estados, ela é a única região na divisão política
do Brasil na qual 100% dos Estados possuíam municípios nos
quais só mulheres disputaram a prefeitura.

Outro dado importante é que, em seis dos 26 Estados brasileiros,


não houve nenhuma candidatura feminina na disputa ao cargo de
prefeit@ das capitais em 2012: Salvador (Bahia), Fortaleza (Ceará),
Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Cuiabá (Mato Grosso),
Teresina (Piauí), Natal (Rio Grande do Norte). Em 2008, eram nove
as capitais (dos seguintes Estados: Acre, Amazonas, Bahia, Espírito
Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia e Roraima).

Vimos na seção anterior que a apresentação de candidatu-


ras de mulheres às Câmaras Municipais variou historicamente, em
grande medida, com as alterações feitas ao mecanismo de cotas
eleitorais por sexo (a variação entre 1996 e 2012 foi de 21,7 pon-
tos percentuais). No caso das candidatas a prefeita, os percentuais
cresceram também (7,3 pontos percentuais), mesmo sem o estímu-
lo da cota, já que o cargo é selecionado pelo sistema majoritário.
Assim sendo, somos levad@s a acreditar que os partidos políticos
lançam mais mulheres com chances de eleição ao Executivo muni-
cipal do que ao Legislativo.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 73


Contudo, conforme acontece no caso das candidatas a vereado-
ra, o nível de candidatas à prefeita continuou bastante baixo e muito
mal distribuído entre os partidos políticos: os percentuais variaram de
5,4% (PCB) a 33,3% (PCO) em 2012; de 4,1% (PRP) a 40% (PCO)
em 2008; de 0% (PCB) a 22,2% (PCO) em 2004; de 0% (PGT, PRN,
PRONA e PTN) a 25% (PCB) em 2000; e de 0% (PAN e PGT) a 36%
(PTB) em 1996. Percebe-se, portanto, que o PCO é o partido que mais
ofereceu candidatas às prefeituras municipais (três em cinco eleições),
indicando que o perfil ideológico do partido pode ser um fator a se
considerar: segundo alguns/algumas autor@s, os partidos de esquer-
da teriam uma tendência maior a estimular a participação feminina11.
Vejamos se estes partidos também são os que elegem mais mulheres.

b.2) Prefeitas eleitas


 
Em 2012, foram eleitas 591 mulheres (11% do total de eleit@s)
e 4.806 homens (89%), totalizando 5.397 eleit@s.

Em 2008, foram eleitas 504 mulheres (9,1% do total de eleit@s)


e 5.051 homens (90,9%), totalizando 5.555 eleit@s.

Em 2004, foram eleitas 407 prefeitas (7,3%) e 5.111 prefeitos


(91,9%). O total de eleit@s foi de 5.558, sendo que 40 pessoas
não informaram o sexo.

11 Araújo e Alves (2007), contudo, destacam que partidos tradicionais, teoricamente mais
resistentes à participação feminina, muitas vezes obtém melhores resultados. Ou seja, a
análise de resistência partidária precisa ser feita com mais parcimônia. Ver ARAÚJO, C. &
ALVES, J. (2007) (Impactos de Indicadores Sociais e do Sistema Eleitoral sobre as Chances
das Mulheres nas Eleições e suas Interações com as Cotas). Rio de Janeiro: DADOS – Re-
vista de Ciências Sociais, Vol.50, n°3.

74 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Em 2000, foram eleitas 317 mulheres (5,7%) e 5.241 homens
(94,3%), totalizando 5.559 eleit@s.

Em 1996, foram eleitas 305 mulheres (5,5%) e 5.200 homens


(94,5%), totalizando 5.505 eleit@s.

Em 2012, foram eleitas 591 mulheres em 5.397 prefeit@s (11%


do total de eleit@s). Em 2008, as mulheres somaram 504 prefeitas
(9,1% do total de eleit@s); em 2004, elegemos 7,3% de mulheres
(407 prefeitas em um total de 5.558); em 2000, as mulheres foram
5,7% do total (317 em 5.559) e, em 1996, 5,5% (305 em 5.505).
Em termos de filiação partidária, podemos falar novamente
em uma aguda disparidade entre as mulheres eleitas. Em 2012, os
percentuais variaram de 0% (PPL) até 25% (PHS, PSDC e PTC). Em
2008, oscilaram de 0% (PRP, PSDC) a 27,3% (PRTB); em 2004, de
0% (PAN, PHS, PCB, PCO, PSDC, PSTU) a 40% (PTN); em 2000, de
0% (PAN, PHS, PMN, PRN, PRTB, PSDC, PSL, PTN) a 100% (PCdoB);
em 1996, de 0% (PRONA, PRP, PRTB, PSDC, PSL, PSN, PST, PT do B,
PTN, PV, PAN) a 12,5% (PPS). Vê-se, portanto, que, ao contrário do
que acontece no caso das candidatas, não se verifica uma relação en-
tre o perfil ideológico do partido e o sucesso de eleição de prefeitas.
O crescimento absoluto das mulheres eleitas entre 1996 e
2012 foi de 286 prefeitas (sendo que o total de prefeit@s eleit@s
caiu em 108 unidades durante o período). Elas ampliaram a sua
participação em 5,5 pontos percentuais, passando de 5,5% para
11% do total de prefeit@s eleit@s. O gráfico abaixo ilustra o re-
sultado. Interessa notar que, apesar de não contempladas pela lei
de cotas dada a natureza de seu cargo (eleição majoritária), ainda

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 75


obtiveram crescimento significativamente maior do que o verifica-
do no caso das vereadoras. Este aspecto é interessantíssimo, em
especial se considerarmos que o crescimento histórico de mulheres
eleitas ao cargo de vereadora foi menos que a metade: 2,4 pontos
percentuais entre 1996 e 2012. Informações detalhadas e compa-
rações estão dispostas na Tabela 2.

Gráfico 8 - Mulheres candidatas e eleitas: Prefeituras Municipais, 1996-2012

14
12,6
12 10,6
9,5
10 11
7,6
8 9,1 Candidatas a prefeita
5,5
6 7,3 Prefeitas eleitas
5,3 5,7
4
2
0
1996 2000 2004 2008 2012

Fonte: CFEMEA/TSE, 2013.

O gráfico aponta como a relação entre candidatas e eleitas


é muito menor no caso das vereadoras do que no das prefeitas.
Como se explica isso? Parece-nos que, apesar de terem respei-
tado a lei de cotas e oferecido mais candidatas a vereadora
ao longo dos anos, os partidos políticos não ofereceram mu-
lheres com chances reais de eleição. Já no caso das prefeitas,
eles seguiram apostando somente nas candidaturas de mulheres
com capital político suficiente para concorrer com boas chances de
obter vitória. Ou seja, os partidos preencheram as cotas para cons-
tar ao invés de apostar na formação de seu quadro de candidatas.
Isso não significa que a cota deva ser desacreditada. Pelo
contrário! Ela é o único mecanismo institucional obrigatório que
possuímos para lutar contra a sub-representação de mulheres em

76 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


cargos políticos. O que os dados apontam é que ela precisa ser
aprimorada e mais efetiva. Enquanto as cotas não significarem um
estímulo real aos partidos políticos para investir capital financei-
ro e político em candidaturas de mulheres, nossos cargos eletivos
continuarão sendo ocupados por homens brancos e proprietários
e os partidos políticos seguirão sendo instituições conservadoras e
machistas. Portanto, devemos investir em articulação e mobilização
para garantir que a cota seja respeitada amplamente e que não se
limite ao aspecto puramente matemático.

Tabela 2 - Evolução de mulheres eleitas e candidatas:


análises do CFEMEA, 1996-2012

Primeira eleição Última eleição


Crescimento
analisada (1996 para analisada (2012 para
no período
  Municipais e 1998 Municipais e 2010
(em pontos
para Nacionais). para Nacionais).
percentuais)
Em % Em %

Candidatas a vereadora 10,9 32,6 21,7


Vereadoras eleitas 11 13,4 2,4
Candidatas a prefeita 5,3 12,6 7,3
Prefeitas Eleitas 5,5 11 5,5
Candidatas a
12,9 21,1 8,2
deputada estadual
Deputadas
10 12,8 2,8
estaduais eleitas
Candidatas a
10,4 19,4 9
deputada federal
Deputadas
5,6 8,7 3,1
federais eleitas
Candidatas a senadora 14,1 13,3 -0,8
Senadoras eleitas 7,4 14,8 7,4
Candidatas a
8 11 3
governadora
Governadoras eleitas 3,7 7,4 3,7

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 77


2) Eleições Nacionais

Nesta parte da publicação, trataremos dos pleitos que sele-


cionaram deputad@s federais e estaduais, governador@s e sena-
dor@s entre a primeira eleição nacional analisada pelo CFEMEA até
a última. Ficaremos, portanto, com os anos de 1998, 2002, 2006
e 2010. Neste período, tivemos a primeira experiência de eleições
com cotas para mulheres em um pleito nacional (1998, com a Lei
9.504/97). Também, nos 12 anos abordados, tivemos a possibili-
dade de avaliar as modificações do mecanismo na mini-reforma
eleitoral de 2009 (Lei 12.034/09).
Durante este período, o eleitorado brasileiro se manteve mar-
cadamente feminino: em 2010, de um total de 135.604.041 elei-
tor@s, 70.252.943 eram mulheres (51,9%). As mulheres também
foram maioria do eleitorado nas eleições anteriores: 51,5% d@s
125.913.479 eleitor@s em 2006; 50,8% de 115.253.834 eleitor@s
em 2002; 50% do eleitorado (composto por 106.052.735 pes-
soas) em 1998. Em relação aos dados gerais de candidaturas, as
mulheres foram minoria das candidaturas a deputad@ estadual,
deputad@ federal, senador/a e governador/a, como veremos nas
próximas seções.

a) Assembléias Legislativas Estaduais e Câmara Legislativa


do Distrito Federal

O Poder Legislativo, em nível estadual, é representado pelas


Assembléias Legislativas Estaduais e pela Câmara Legislativa do
Distrito Federal. Seus/suas legislador@s são deputad@s estaduais
eleit@s por sistema de representação proporcional com lista aber-
ta e cota por sexo nas listas partidárias. Assim como as Câmaras
Municipais, e ao contrário do Congresso Nacional, as Assembléias

78 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Legislativas Estaduais e do DF são unicamerais. A exemplo dos par-
lamentos municipais, os estaduais se renovam totalmente em cada
pleito e permitem a reeleição.

a.1) Candidatas a deputada estadual

Em 2010:

135.604.041 eleitor@s: 65.202.645 homens (48%), 70.252.943


mulheres (51,9%) e 148.453 não informaram o sexo (0,1%);

Em 2010, as mulheres representaram 21,1% do total de candidat@s


a deputad@ estadual, 2.807 em 13.327 candidaturas.

Em 2006:

125.913.479 eleitor@s: 60.853.563 homens (48,3%), 64.882.283


mulheres (51,5%) e 177.633 não informaram o sexo (0,2%);

Em 2006, as mulheres representaram 14,2% do total de candidat@s


a deputad@ estadual, 1.784 em 12.549 candidaturas.

Em 2002:

115.253.834 eleitor@s: 56.431.672 homens (49%), 58.604.571


mulheres (50,8%) e 217.591 não informaram o sexo (0,2%);

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 79


Em 2002, as mulheres representaram 14,8% do total de candidat@s
a deputad@ estadual, 1.908 em 12.861 candidaturas.

Em 1998:

106.052.735 eleitor@s: 52.766.080 homens (49,7%), 53.013.835


mulheres (50%) e 272.820 não informaram o sexo (0,3%);

Em 1998, as mulheres representaram 12,9% do total de candidat@s


a deputad@ estadual, 1.361 em 10.519 candidaturas.

Em 1994, antes de o CFEMEA começar a cobrir as eleições, o


TSE contabilizou 7.957 candidat@s a deputad@ estadual, dentre @s
quais as mulheres representavam 7,1% (571 candidatas). Naquele
pleito, o Brasil ainda não possuía legislação com mecanismo de
discriminação positiva para mulheres em eleições proporcionais. No
ano de 1998, quando da aplicação da cota pela primeira vez em
nível nacional, o percentual de mulheres candidatas a deputada
estadual passou para 12,9% e, a partir de então, vem mantendo
um lento porém quase constante crescimento: as mulheres foram
14,8% das candidaturas em 2002, 14,2% em 2006 e 21,1% em
2010, já com a revisão da lei eleitoral e a reafirmação da obriga-
toriedade das cotas. Constata-se, entre 1998 e 2010, um cresci-
mento em números absolutos de 1.446 candidatas, representando
8,2 pontos percentuais, de 12,9% para 21,1%. Houve, ademais,
crescimento nas candidaturas de homens e mulheres: 2.808 candi-
dat@s a mais, comparando-se 2010 a 1998.

80 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Quando analisamos a distribuição de candidaturas de mulheres
nos partidos políticos, percebemos mais uma vez alta heterogeneida-
de de candidaturas de mulheres. Em comum, temos que poucos par-
tidos respeitaram as cotas previstas nas Leis 9.504/97 e 12.034/09.
Em 1998, os percentuais variaram de 8,3% (PSN/PHS) a 31,2% (PCO)
e, em 2002, de 8,3% (PCB) a 28,1% (PSTU). Nas eleições de 2006, o
partido mais inclusivo foi novamente o PSTU (23,9% de candidatas) e
o menos inclusivo foi o PCO (9,6%). Em 2010, foi aplicada a nova lei
que, como visto, ressaltou a obrigatoriedade do preenchimento de
30% das vagas de candidaturas com mulheres. Ainda assim, somen-
te dois partidos (PCO e PSTU) cumpriram o mecanismo. Neste pleito,
os percentuais variam de 16,4% (PRTB) a 45,1% (PSTU). Vejamos se
a cota impactou o percentual de mulheres eleitas ao cargo.

a.2) Deputadas estaduais eleitas

Em 2010, foram eleitas 133 deputadas estaduais (12,8% em um


total de 1.035 eleit@s).

Em 2006, foram eleitas 123 deputadas estaduais (11,6% em um


total de 1.059 eleit@s).

Em 2002, foram eleitas 133 deputadas estaduais (12,6% em um


total de 1.059 eleit@s).

Em 1998, foram eleitas 106 deputadas estaduais (10% em um


total de 1.059 eleit@s).

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 81


Em 1994, antes da cota, 82 novas deputadas estaduais fo-
ram eleitas (7,8% d@s 1.045 eleit@s). Em 1998, 106 mulheres se
tornaram deputadas estaduais em um universo de 1.059 nov@s
legislador@s municipais (10%). O percentual subiu timidamente
no pleito seguinte, quando as 133 novas deputadas representaram
12,6% do total de eleit@s ao cargo. Em 2006, foram eleitas 123
mulheres (11,6%) e, em 2010, tivemos 133 novas deputadas, que
representaram 12,8% do total de eleit@s.
Constata-se, a título de balanço, um aumento de 27 mulhe-
res eleitas de 1998 até as eleições de 2010, um crescimento de
2,8 pontos percentuais (crescimento maior do que o verificado no
cargo de vereadora e menor do que no caso das prefeitas, como
aponta a Tabela 1, na página 77). Importante notar que o número
de eleit@s permaneceu quase o mesmo (de 1.059 para 1.035) e
que, neste período, houve duas reformas eleitorais que aprimora-
ram o mecanismo de cotas. Foi observado também que o número
de mulheres eleitas chegou a cair em 2006.
Em relação às mulheres eleitas por partido político, os resul-
tados são tão heterogêneos quanto nas candidaturas: em 2010, o
percentual variou de 0% (PSL e PTC) até 25% (PSOL). Em 2006, ele
foi de 0% (PC do B, PCB, PHS, PRTB, PSDC, PSL, PSOL, PTN, PSTU
e PCO, sendo que os dois últimos tampouco elegeram homens) a
33,3% (PRB). Em 2002, variou de 0% (PGT, PMN, PRN/PTC, PRP,
PRTB, PSDC, PSN/PHS, PV) a 100% (PAN) e, 1998, DE 0% (PMN,
PRONA, PRTB, PSDC, PSN/PHS, PST, PTdoB, PTN, PV) a 40% (PCdoB).
Vejamos a relação candidatura/eleição de mulheres para este
cargo: nas eleições de 1994, as mulheres foram 7,1% das candida-
turas e 7,8% d@s eleit@s. Em 1998, 12,9% das candidaturas e 10%
d@s eleit@s. Em 2002, foram 14,8% d@s candidat@s e 12,6% d@s
eleit@s. Em 2006, 14,2% d@s candidat@s e 11,6% d@s eleit@s.
Em 2010, 21,1% d@s candidat@s e 12,8% d@s eleit@s.

82 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Gráfico 9 – Mulheres candidatas e eleitas: Assembléias Legislativas Estaduais
e Câmara Legislativo do Distrito Federal, 1998 – 2010

25

20 21,1
14,8 14,2
15 12,9 Candidatas
10 12,6 11,6 12,8 Eleitas
10
5

0
1998 2002 2006 2010

Fonte: CFEMEA/TSE, 2013.

Nota-se que a presença das mulheres nas listas de candidatu-


ras evoluiu muito mais do que seu sucesso eleitoral, situação muito
assemelhada à situação das mulheres no Legislativo municipal. A
evolução pode ser observada no Gráfico 9 que, novamente, indica
que o crescimento das candidaturas femininas não se traduziu em
mais mulheres eleitas. Tendo o mesmo padrão sido observado nos
Legislativos municipal e estadual, resta saber se ele também foi re-
produzido no federal. É o que veremos em seguida.

b) Câmara dos Deputados

No Brasil, o Poder Legislativo federal é bicameral, formado


por uma Câmara dos Deputados e um Senado eleitos a cada qua-
tro anos, juntamente com @ President@ da República e @s gover-
nador@s. A reeleição é permitida nos dois casos. A Câmara dos
Deputados, ou câmara baixa é integrada por 513 deputad@s elei-
t@s por meio de um sistema de representação proporcional com
lista partidária aberta, onde, portanto, atuam as cotas por sexo.
A Constituição Federal de 1988 estabelece que nenhuma unidade
federativa pode ter menos de oito ou mais de 70 representantes.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 83


Ao contrário do Senado, a Câmara se renova totalmente em todas
as eleições.

b.1) Candidatas a deputada federal

Em 2010: 513 cadeiras na Câmara dos Deputados;

135.604.041 eleitor@s: 65.202.645 homens (48%), 70.252.943


mulheres (51,9%) e 148.453 não informaram o sexo (0,1%);

Em 2010, as mulheres representaram 19,4% do total de candidat@s


a deputad@ federal, 1.007 em 5.186 candidaturas.

Em 2006: 513 cadeiras em na Câmara dos Deputados;

125.913.479 eleitor@s: 60.853.563 homens (48,3%), 64.882.283


mulheres (51,5%) e 177.633 não informaram o sexo (0,2%);

Em 2006, as mulheres representaram 12,6% do total de candidat@s


a deputad@ federal, 652 em 5.151 candidaturas.

Em 2002: 513 cadeiras em na Câmara dos Deputados;

115.253.834 eleitor@s: 56.431.672 homens (49%), 58.604.571


mulheres (50,8%) e 217.591 não informaram o sexo (0,2%);

Em 2002, as mulheres representaram 11,5% do total de candidat@s


a deputad@ federal, 509 em 4.418 candidaturas.

84 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Em 1998: 513 cadeiras em na Câmara dos Deputados;

106.052.735 eleitor@s: 52.766.080 homens (49,7%), 53.013.835


mulheres (50%) e 272.820 não informaram o sexo (0,3%);

Em 1998, as mulheres representaram 10,4% do total de candidat@s


a deputad@ federal, 348 em 3.357 candidaturas.

Em 1998, o TSE contabilizou 3.357 candidat@s a deputad@ fe-


deral, dentre @s quais as mulheres representam 10,4% (348 candi-
datas). Em 2002, as mulheres foram 11,5% das 4.418 candidaturas.
Em 2006, das 5.151 candidaturas à Câmara, 652 eram de mulheres
(12,6%). Em 2010, as mulheres representavam 19,4% do total de
5.186 candidat@s a deputad@ federal totalizando 1.007 candidaturas.
Constata-se, a partir dos dados acima, que houve um au-
mento em números absolutos de 1.829 candidaturas ao cargo de
deputad@ federal (de 1998 a 2010) e um crescimento absoluto
de candidaturas femininas (659 a mais), o que corresponde a um
crescimento de nove pontos percentuais em termos de candidatas
à deputada federal.
Quando analisamos a distribuição de candidaturas de mulhe-
res nos partidos políticos, observamos, como nos cargos anteriores,
que há grande variação e que poucos partidos respeitaram as cotas
previstas na lei eleitoral: somente um em 2010 (PCO), nenhum em
2006, nenhum em 2002 e dois em 1998 (PCB, com 40% e PCO,
com 25%), eleição em que a mencionada cláusula transitória esta-
beleceu cota mínima de 25%, não 30% de mulheres nas listas de
candidatura.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 85


Também vale lembrar que, em 2010, foi aplicada a nova lei
eleitoral (Lei 12.034/09), que ressaltou a obrigatoriedade da cota
por sexo. Ainda assim, somente um partido cumpriu o mecanismo
e os percentuais variam de 4,5% (PCB) a 33,3% (PCO). Nas duas
eleições anteriores, os percentuais foram ainda piores e variaram
de 4% (PSL) a 23,6% (PC do B) em 2006 e de 4,9% (PSN/PHS) a
28,6% (PCB) em 2002. Nas eleições de 1998, o partido mais inclu-
sivo foi o PCB (40% de candidatas) e os menos inclusivos foram
PAN e PGT (0%).
Por fim, resta assinalar que o crescimento do percentual de
mulheres candidatas a deputada federal (nove pontos percentuais
de 1998 a 2010) foi mais elevado do que o de prefeitas (7,3 pon-
tos de crescimento) e deputadas estaduais (8,2 pontos percentuais)
dentro dos períodos analisados. Como temos visto, a elevação das
candidaturas nem sempre significa um alto nível de mulheres elei-
tas, e o caso das vereadoras foi emblemático deste ponto. Vejamos
se o mesmo se passou com as deputadas federais.

b.2) Deputadas federais eleitas

Em 2010, foram eleitas 45 deputadas federais


(8,7% em um total de 513 eleit@s).

Em 2006, foram eleitas 45 deputadas federais


(8,7% em um total de 513 eleit@s).

Em 2002, foram eleitas 42 deputadas federais


(8,2% em um total de 513 eleit@s).

86 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Em 1998, foram eleitas 29 deputadas federais
(5,6% em um total de 513 eleit@s).

A primeira aplicação das cotas em uma eleição para a Câmara


dos Deputados foi em 1998 e seu efeito foi surpreendente, uma
vez que reduziu o número de mulheres eleitas, em vez de incre-
mentá-lo: apesar de as candidaturas terem subido quatro pontos
em relação às eleições de 1994, o percentual de eleitas caiu meio
ponto: 5,6% (1998) em relação a 6,2% (1994, quando havia
32 legisladoras na Câmara). O índice só se recuperou em 2002,
quando as 42 novas deputadas representaram 8,2% do total de
eleit@s ao cargo, e se estabilizou nas duas eleições seguintes, nas
quais o número de deputadas federais eleitas foi exatamente o
mesmo: 45 em 513, ou 8,7%.
Em relação aos partidos políticos, os resultados são heterogê-
neos em todos os pleitos: em 2010, o percentual variou de 40%
(PCdoB) até 0% (PHS, PPS, PRB, PRP, PRTB, PSL, PSOL e PTC). Em
2006, oito partidos que elegeram homens não elegeram nenhuma
mulher (PAN, PHS, PMN, PRB, PSC, PT do B, PTB e PV), ao passo
em que o PCdoB elegeu 38,5% de deputadas federais. Em 2002, o
menor percentual foi novamente 0% (PL, PMN, PPS, PRONA, PSC,
PSDC, PSL), e o maior, 33,3% (PCdoB e PST). Em 1998, o percen-
tual de mulheres eleitas variou de 0% (PL, PMN, PPB, PPS, PRONA,
PSC, PSD, PSL, PST, PTB, PV) a 28,6% (PCdoB).
Vejamos o Gráfico 10 para compreendermos a relação candi-
datura-eleição de mulheres para este cargo: nas eleições de 1998,
as mulheres foram 10,4% das candidaturas e 5,6% d@s eleit@s.
Em 2002, foram 11,5% d@s candidat@s e 8,2% d@s eleit@s. Em
2006, 12,6% d@s candidat@s e 8,7% d@s eleit@s. Em 2010,

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 87


19,4% d@s candidat@s e 8,7% d@s eleit@s. Ou seja, houve cres-
cimento de 9 pontos percentuais em relação às candidaturas, mas
aumento de somente 16 mulheres eleitas e 3,1 pontos percentuais
de 1998 até as eleições de 2010, um resultado muito modesto para
um período de 12 anos e duas leis eleitorais distintas.

Gráfico 10 – Mulheres candidatas e eleitas: Câmara dos Deputados, 1998-2010

25
19,4
20

15 12,6 Candidatas
11,5
10,4
10 Eleitas
8,2 8,7 8,7
5
5,6
0
1998 2002 2006 2010

Fonte: CFEMEA/TSE, 2013.

A verdade é que, em relação ao sexo dos parlamentares,


pouca coisa mudou desde o fim do regime militar no Brasil. As
primeiras eleições pós-ditadura ocorreram em 1986, quando a
porcentagem de deputadas federais eleitas saltou de 1,8% para
5,3%. Logo depois do pleito, o Congresso se transformou em
uma Assembléia Nacional Constituinte, reunida para elaborar
uma nova Constituição da República, na qual as mulheres eram
somente 1,7% d@s deputad@s federais. Nas eleições seguintes,
em 1990, o percentual de mulheres na Câmara aumentou timi-
damente, sem provocar mudanças profundas no perfil d@s par-
lamentares: houve 6% de deputadas eleitas. Em 1994, esse per-
centual praticamente se manteve: 6,2%. Em 1998, como vimos,
mesmo com a novidade do incentivo das cotas, a porcentagem de
mulheres eleitas caiu de 6,2% para 5,6%. O índice praticamente

88 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


se estabilizou entre 2002 e 2010, tanto para candidaturas quanto
para eleições de mulheres, mesmo com uma nova lei eleitoral re-
forçando a obrigatoriedade da cota.
Nota-se, por fim, que o padrão observado nos Legislativos
municipais e estaduais também foi reproduzido na câmara baixa
do Legislativo federal: o percentual de mulheres candidatas evo-
luiu bastante historicamente, sobretudo na última eleição, mas
não encontrou correspondente entre as mulheres eleitas. Assim,
o gap entre candidatas e eleitas no pleito de 2010 foi especial-
mente dramático, como mostraram o Gráfico 10 e a Tabela 2. Teria
este padrão encontrado eco também na câmara alta, cuja eleição
não é beneficiada pela lei de cotas?

c) Senado Federal

Como visto na seção anterior, o Parlamento brasileiro é bi-


cameral, formado por uma Câmara dos Deputados e um Senado.
Ao contrário da Câmara, que se renova totalmente em todas as
eleições e cujos membros são eleitos por meio de um sistema de
representação proporcional com lista aberta, a câmara alta se re-
nova parcialmente e @s 81 senador@s são eleit@s por uma fórmula
majoritária. Cada unidade federativa possui três representantes.
O sistema majoritário, como já visto, é utilizado não só para
as eleições do Senado, mas também dos governos estaduais, das
prefeituras municipais e da presidência da república. Neste sistema,
cada partido político designa apenas um/a candidat@ por distrito
eleitoral. Busca-se, portanto, um/a candidat@ que já possua sólida
base de apoio, que seja mais conhecid@ ou que já tenha percorrido
uma trajetória política considerável. No sistema majoritário, @ can-
didat@ concorre enquanto indivíduo, não como membro de uma
equipe. É um modelo de “candidat@ vencedor/a”.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 89


Vale lembrar que a cota para mulheres nas listas de candidatu-
ra só é aplicável às eleições proporcionais (Câmara dos Deputados,
Câmara Legislativa, Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais)
e, portanto, não se usa no Senado.

c.1) Candidatas a senadora

Em 2010: 54 vagas no Senado Federal;

135.604.041 eleitor@s: 65.202.645 homens (48%), 70.252.943


mulheres (51,9%) e 148.453 não informaram o sexo (0,1%);

Em 2010, as mulheres representaram 13,3% do total de candidat@s


a senador/a, 32 em 241 candidaturas.

Em 2006: 27 vagas em no Senado Federal;

125.913.479 eleitor@s: 60.853.563 homens (48,3%), 64.882.283


mulheres (51,5%) e 177.633 não informaram o sexo (0,2%);

Em 2006, as mulheres representaram 15,9% do total de candidat@s


a senador/a, 35 em 220 candidaturas.

Em 2002: 54 vagas em no Senado Federal;

115.253.834 eleitor@s: 56.431.672 homens (49%), 58.604.571


mulheres (50,8%) e 217.591 não informaram o sexo (0,2%);

90 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Em 2002, as mulheres representaram 11,9% do total de candidat@s
a senador/a, 38 em 319 candidaturas.

Em 1998: 27 vagas em no Senado Federal;

106.052.735 eleitor@s: 52.766.080 homens (49,7%), 53.013.835


mulheres (50%) e 272.820 não informaram o sexo (0,3%);

Em 1998, as mulheres representaram 14,1% do total de candidat@s


a senador/a, 23 em 163 candidaturas.

Em 1998, o TSE contabilizou 163 candidat@s a senador/a,


dentre @s quais as mulheres representam 14,1%. Em 2002, caiu
o percentual de candidaturas femininas, já que as mulheres foram
11,9% d@s 319 candidat@s. Em 2006, o percentual de candidatas
subiu e chegou ao seu ponto mais alto durante os 12 anos: das
220 candidaturas ao Senado, 35 eram de mulheres (15,9%). Em
2010, caíram novamente, representando 13,3% do total de 241
candidat@s.
Se compararmos 1998 a 2010, perceberemos um aumento
em números absolutos de candidaturas ao cargo de senador/a (78
a mais, de 1998 a 2010) e um crescimento absoluto de candidatu-
ras femininas (nove a mais do que em 1998), que representam, na
verdade, queda no percentual de mulheres candidatas a senadora
(queda de 0,8 ponto percentual), ocorrido que não se observou em
nenhum dos outros cargos e eleições.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 91


Quando analisamos a distribuição de candidaturas de mulhe-
res nos partidos políticos, percebemos alta variação. Apesar de ter-
mos observado o mesmo nos outros cargos, o Senado apresentou
o cenário mais dramático: nas eleições de 2006, por exemplo, os
percentuais variaram de 0% a 100%! Isso ocorre provavelmente
por não atuar na eleição do cargo o mecanismo de ação afirmativa
para mulheres previsto na lei eleitoral, que oferece um piso para
candidaturas femininas. Em 2010, os percentuais variaram de 0% a
25,9% (PSTU) e foram 16 os partidos que, apesar de apresentarem
candidaturas masculinas, não lançaram sequer uma mulher candi-
data (DEM, PCO, PDT, PHS, PMDB, PMN, PPS, PR, PRB, PRTB, PSC,
PSDC, PSL, PT do B, PTB, PTC). Em 2006, foram 11 os partidos que
o fizeram (PAN, PCB, PL, PMN, PRONA, PRP, PSC, PTdoB, PTB, PTN,
PV), ao passo em que PRB, apresentou 100% de candidaturas femi-
ninas (ele só apresentou uma candidatura no total, a de Rosângela
de Souza Gomes, pelo Rio de Janeiro). Em 2002, o partido mais
inclusivo foi o PSC (40% de candidatas) e 14 não apresentaram
nenhuma mulher à disputa (PAN, PCB, PDT, PMN, PPB, PRN / PTC,
PRP, PRTB, PSD, PSDC, PSN / PHS, PST, PTdoB e PTB). Por fim, em
1998, o PL foi o partido que mais apresentou candidatas (100%),
seguido por PRP, PSN e PTB (50%, 50% e 40%, respectivamente).
Naquele pleito, 14 partidos políticos não apresentaram nenhuma
candidatura feminina (PC do B, PCO, PGT, PMDB, PMN, PRONA,
PSB, PSD, PSDB, PSDC, PSL, PST, PTN e PV).

c.2) Senadoras eleitas

Em 2010, foram eleitas 8 senadoras


(14,8% em um total de 54 eleit@s).

92 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Em 2006, foram 4 eleitas senadoras
(14,8% em um total de 27 eleit@s).

Em 2002, foram eleitas 8 senadoras


(14,8% em um total de 54 eleit@s).

Em 1998, foram eleitas 2 senadoras


(7,4% em um total de 27 eleit@s).

Como não atuam cotas na seleção de senadoras, percebe-se


uma total estagnação no percentual de mulheres eleitas para este
cargo – tanto nos pleitos de renovação de 2/3 da Casa quanto nos de
1/3, o percentual de eleitas foi o mesmo: 14,8% do total, com exce-
ção de 1998, quando elas foram ainda menos (7,4%).
Em relação aos partidos políticos, os resultados são desanimado-
res em todos os pleitos: Em 2010, somente seis partidos elegeram
mulheres (PC do B, com uma senadora que representou 100% de
seus/suas eleit@s; PP, com uma senadora que representou 25% de
seus/suas eleit@s; PSB, com uma senadora que representou 33% de
seus/suas eleit@s; PSDB, com uma senadora que representou 20% de
seus/suas eleit@s; PSOL, com uma senadora que representou 30% de
seus/suas eleit@s e PT, com três senadoras que representaram 27,3%
de seus/suas eleit@s). Em 2006, a situação foi ainda pior: somente
dois partidos elegeram senadoras, o PFL (com três eleitas, que re-
presentaram 50% d@s eleit@s deste partido) e o PSDB, com uma
mulher, que representou 20% d@s senador@s eleitos por ele. Em
2002, foram quatro os partidos que conseguiram eleger senadoras: o

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 93


PFL elegeu uma (7,1% de seus/suas nov@s senador@s), o PPS elegeu
outra (100%), o PSDB também elegeu uma (12,5%) e o PT conseguiu
eleger cinco mulheres (50% d@s senador@s eleit@s pelo partido). Já
em 1998, somente dois partidos conseguiram eleger mulheres: PFL e
PT, com uma candidata vitoriosa cada um (o que representou 20%
d@s nov@s senador@s do PFL e 33,3% do PT).
Vejamos a relação candidatura-eleição de mulheres para este
cargo: nas eleições de 1998, as mulheres foram 14,1% das candida-
turas e 7,4% d@s eleit@s. Em 2002, foram 11,9% d@s candidat@s e
14,8% d@s eleit@s. Em 2006, 15,9% d@s candidat@s e 14,8% d@s
eleit@s. Em 2010, 13,3% d@s candidat@s e 14,8% d@s eleit@s.
Interessante notar que, ao contrário de todos os outros cargos, hou-
ve momentos nas eleições para o Senado em que o percentual de
mulheres eleitas foi mais alto do que no momento das candidaturas
(anos de 2002 e 2010). Entre 1998 e 2010, mostra o gráfico seguin-
te, houve crescimento de mulheres eleitas (7,4 pontos percentuais),
apesar de queda no total de candidatas (0,8 ponto percentual). Na
verdade, houve crescimento no ano de 2002 e, a partir daí, manteve-
se inalterado o percentual de 14,8% senadoras eleitas.
Com base nestes dados, destacamos uma interessante
contradição: apesar de o Senado ser a única instância em que as
candidaturas de mulheres sofreram redução de 1998 até 2010,
este cargo foi o que teve maior crescimento (em pontos per-
centuais) de mulheres eleitas, ganhado das vereadoras, prefei-
tas, deputadas estaduais, deputadas federais e governadoras.
Apesar de possuir um índice de representação parlamentar bai-
xo, é no Senado Federal que as mulheres são mais representa-
das do ponto de vista descritivo: somos 14,8% d@s senador@s,
13,4% d@s vereador@s, 12,8% d@s deputad@s estaduais, 11%
d@s prefeit@s eleit@s, 8,7% d@s deputad@s federais e 7,4% d@s
governador@s brasileir@s (ver Gráfico 1, na página 12).

94 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Gráfico 11 – Mulheres candidatas e eleitas: Senado Federal, 1998-2010

18 15,9
16 14,1 14,8 14,8
14 14,8
12 13,3
10 11,9 Candidatas
8 Eleitas
6 7,4
4
2
0
1998 2002 2006 2010

Fonte: CFEMEA/TSE, 2013.

Ou seja, apesar da queda no percentual de mulheres eleitas,


é no Senado que a relação candidatura-eleição representa mais
sucesso para as mulheres. Como explicar que as candidaturas e
eleição de mulheres sejam mais satisfatórias no caso do Senado,
cuja seleção não utiliza cotas, do que no caso da Câmara dos
Deputados, das Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais?
Em primeiro lugar, é importante não menosprezar as cotas em
si ou responsabiliza-las pelo baixo impacto de sua aplicação. Como
visto no box na página 56, as cotas elevaram a representação par-
lamentar das mulheres de 6% para 40% na Argentina, de 16%
para 39,8% na Costa Rica, de 11% para 29,2% no Peru e de 9%
para 23,2% no México. Ela é, portanto, um poderoso elemento
de feminização e democratização do poder, desde que bem em-
pregada. O problema, no caso brasileiro, é a sistemática violação
do mecanismo pelos partidos, bem como o desenvolvimento de
válvulas de escape, sobretudo no que se refere à possibilidade de
apresentar mais candidat@s que o número de vagas e a inscrição
de candidatas-laranja, só para preencher as candidaturas obrigató-
rias de mulheres.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 95


Em segundo lugar, por se tratar de cargo escolhido por eleição
majoritária, os partidos tendem a inscrever candidatas a senadoras
quando estas mulheres têm realmente chances de eleição: qualifica-
ções formais, experiência prévia em cargos políticos, vínculos políti-
cos, recursos financeiros, fama/visibilidade e outros fatores relevantes
para o recrutamento. Isso não se relaciona, entretanto, a uma vonta-
de política de diminuir a disparidade de gênero na participação po-
lítico-institucional no Senado, e sim a uma competição eleitoral que
valoriza indivíduos que já possuem trajetória política e recursos para a
campanha eleitoral, independente de seu sexo.
Com a supervalorização de trajetória política prévia e visi-
bilidade, o que acaba ocorrendo é que os partidos não se pre-
ocupam em promover a liderança das mulheres em geral e se-
lecionam somente aquelas que já possuem alto capital político
para competir com reais chances de ganhar. Como são poucas
as mulheres que conseguem trilhar esse caminho, a maioria es-
magadora das aspirantes a um cargo político sequer é cogitada
para se tornar candidata.

d) Governos Estaduais e do Distrito Federal

O poder Executivo, no nível das unidades federativas, é exer-


cido pelos governos estaduais e do DF. Governador@s são eleit@s
para um mandato de quatro anos e podem se reeleger. Como vimos
anteriormente, cargos executivos e o Senado Federal são eleitos por
meio de um sistema de representação majoritária e, portanto, não
são influenciados pelas cotas por sexo.
Como explica Nicolau12, podemos distinguir três subtipos na famí-
lia dos sistemas majoritários: 1) maioria simples, na qual @ candidat@

12 NICOLAU, J. (2004). Sistemas Eleitorais. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas.

96 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


que recebe mais votos é eleit@, mesmo não tendo conquistado 50%
dos votos; 2) dois turnos, que exige uma nova eleição com @s dois/
duas candidat@s mais votad@s caso nenhum/a tenha alcançado maio-
ria absoluta na primeira rodada; e 3) voto alternativo, que utiliza um
método de transferência de votos d@s candidat@s que foram menos
votad@s para @s outr@s, garantindo que @ eleit@ receba maioria ab-
soluta dos votos mesmo sem realizar uma nova eleição ou segundo
turno. No caso dos governos estaduais (bem como das Prefeituras e
Presidência da República), o segundo modelo é aplicado e a disputa
eleitoral, desta forma, muitas vezes só termina após um segundo turno.

d.1) Candidatas a governadora

Em 2010: 27 vagas em Governos Estaduais e do DF

135.604.041 eleitor@s: 65.202.645 homens (48%), 70.252.943


mulheres (51,9%) e 148.453 não informaram o sexo (0,1%);

Em 2010, as mulheres representaram 11% do total de candidat@s


a governador/a, 18 em 163 candidaturas.

Em 2006: 27 vagas em Governos Estaduais e do DF

125.913.479 eleitor@s: 60.853.563 homens (48,3%), 64.882.283


mulheres (51,5%) e 177.633 não informaram o sexo (0,2%);

Em 2006, as mulheres representaram 12,7% do total de candidat@s


a governador/a, 27 em 205 candidaturas.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 97


Em 2002: 27 vagas em Governos Estaduais e do DF

115.253.834 eleitor@s: 56.431.672 homens (49%), 58.604.571


mulheres (50,8%) e 217.591 não informaram o sexo (0,2%);

Em 2002, as mulheres representaram 9,8% do total de candidat@s


a governador/a, 20 em 203 candidaturas.

Em 1998: 27 vagas em Governos Estaduais e do DF

106.052.735 eleitor@s: 52.766.080 homens (49,7%), 53.013.835


mulheres (50%) e 272.820 não informaram o sexo (0,3%);

Em 1998, as mulheres representaram 8% do total de candidat@s a


governador/a, 14 em 174 candidaturas.

Em 1998, o TSE contabilizou 174 candidat@s a governador/a,


dentre @s quais as mulheres representam 8% (14 candidatas), per-
centual que subiu até 2006. Em 2002, as mulheres foram 9,8%
d@s 203 candidat@s. Em 2006, o percentual de candidatas che-
gou ao seu ponto mais alto durante os 12 anos: das 205 candi-
daturas ao Governo Estadual, 27 eram de mulheres (12,7%). Em
2010, o percentual caiu e as mulheres passaram a representar
11% das 163 candidaturas.
Se compararmos 1998 a 2010, perceberemos uma queda
nos números absolutos de candidaturas (ambos os sexos) ao car-
go de governador/a (11 a menos) e um crescimento absoluto de

98 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


candidaturas femininas (quatro a mais do que em 1998), que repre-
sentam um aumento de três pontos percentuais. Este incremento
só perde para a evolução das candidaturas de mulheres ao cargo de
senadora (que teve queda de 0,8 pontos de 1998 a 2010).
Quando analisamos a distribuição de candidaturas de mulhe-
res nos partidos políticos, percebemos, como em todos os cargos,
alta variação de candidaturas de mulheres: em 2010, 14 partidos
não lançaram nenhuma candidata mulher, apesar de ter candi-
datos homens (PCdoB, PDT, PHS, PMN, PPS, PR, PRP, PRTB, PSB,
PSDC, PSL, PTdoB, PTB e PTN). Por outro lado, o PCO apresentou
50% de candidaturas de mulheres e o PSC, 100% (este apresentou
somente uma candidatura em todas as unidades federativas). Em
2006, foram 16 os partidos que não lançaram nenhuma mulher
(PAN, PC do B, PCB, PDT, PHS, PL, PMDB, PMN, PP, PRB, PSC, PT
do B, PTB, PTC, PTN e PV), ao passo que o que mais ofereceu candi-
datas proporcionalmente foi PRTB (50%). Já em 2002, 15 partidos
que lançaram candidaturas aos governos estaduais e do DF não
apresentaram mulheres candidatas (PAN, PDT, PL, PMDB, PPB, PPS,
PRN/PTC, PRONA, PRP, PRTB, PSC, PSD, PSDC, PSL, PTN), ao passo
em que o partido que mais apresentou candidaturas femininas foi
o PCO (30%). Em 1998, por fim, foram 13 os partidos políticos que
não lançaram mulheres candidatas ao cargo (PCO, PMN, PPB, PRN,
PRP, PRTB, PSB, PSD, PSDC, PSL, PSN, PT do B e PTB). Os partidos
que mais registraram candidaturas femininas foram PPS e PST, com
uma cada um (representando 50% do total de candidat@s).

d.2) Governadoras eleitas

Em 2010, foram 2 eleitas governadoras


(7,4% em um total de 27 eleit@s).

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 99


Em 2006, foram 3 eleitas governadoras
(11,1% em um total de 27 eleit@s).

Em 2002, foram 2 eleitas governadoras


(7,4% em um total de 27 eleit@s).

Em 1998, foi eleita 1 governadora


(3,7% em um total de 27 eleit@s).

Em 1998, elegeu-se a primeira governadora da história do


país: Roseana Sarney (PFL/MA), eleita em primeiro turno. Em 2002,
houve duas mulheres eleitas, representando 7,4% d@s governa-
dor@s escolhid@s neste pleito. Rosinha Garotinho (PSB/RJ) elegeu-
se em primeiro turno e Vilma de Faria (PSB/RN), em segundo turno.
Em 2006, o percentual subiu, já que foram três as novas go-
vernadoras, o recorde de mulheres neste cargo até os dias de hoje:
Ana Júlia de Vasconcelos Carepa (PT/PA), Vilma de Faria (PSB/RN)
e Yeda Rorato Crusius (PSDB/RS). As três líderes, que juntas repre-
sentaram 11,1% d@s governador@s eleit@s, só venceram a com-
petição ao final de um segundo turno. Em 2010, voltamos a eleger
somente duas mulheres, representando 7,4% d@s governador@s
escolhid@s neste pleito. Roseana Sarney (PMDB/MA) e Rosalba
Ciarlini (DEM/RN) venceram a disputa ainda no primeiro turno.
Em relação aos partidos políticos: em 2010, PMDB e DEM ele-
geram mulheres. Em 2006, os partidos que elegeram as três go-
vernadoras foram PT, PSB e PSDB. Em 2002, as duas governadoras
pertenciam ao PSB e, em 1998, o único partido a eleger uma mu-
lher foi o extinto PFL.

100 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Vejamos a relação candidatura-eleição de mulheres para este
cargo: nas eleições de 1998, as mulheres foram 8% das candida-
turas e 3,7% d@s eleit@s. Em 2002, foram 9,8% d@s candidat@s
e 7,4% d@s eleit@s. Em 2006, 12,7% d@s candidat@s e 11,1%
d@s eleit@s. Em 2010, 11% d@s candidat@s e 7,4% d@s eleit@s.
Houve quatro mulheres a mais, comparando 1998 a 2010, e cresci-
mento de três pontos percentuais em relação às candidaturas. Em
relação às eleitas, houve crescimento de 3,7 pontos percentuais
(uma mulher, em números absolutos) de 1998 até as eleições de
2010, um resultado desanimador. É neste cargo que as mulheres
são mais sub-representadas no Brasil.

Gráfico 12 – Mulheres candidatas e eleitas: Governos Estaduais e do DF, 1998-2010

14
12,7
12 11
9,8
10 11,1
8
8 Candidatas
6 7,4 7,4 Eleitas
4
2 3,7

0
1998 2002 2006 2010

Fonte: CFEMEA/TSE, 2013.

3) Por que as mulheres ainda são sub-representadas


em espaços de poder e decisão?

Os dados expostos ao longo da publicação mostraram que as


mulheres são amplamente interditadas dos espaços institucionais
de poder e decisão e como o sistema eleitoral brasileiro contribui
para reproduzir esta situação. Nesta seção, apontaremos algumas

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 101


interpretações que dão sentido e embasamento às soluções e pro-
postas trabalhadas na Parte I.

O patriarcado

Um dos estratagemas da dominação patriarcal é transformar


as mulheres em minoria política negando seus poderes sobre as
próprias vidas e bloqueando seu acesso aos espaços de decisão
sobre os assuntos da comunidade e do país. Para tanto, o sistema
constrói diversos obstáculos à participação política das mulheres,
seja por meio da ideologia, das normas legais (legislação eleitoral e
sistema partidário), das tradições e costumes, da divisão sexual do
trabalho, e até mesmo do uso da força física13.
No Estado burguês, patriarcal e racista, a interdição das mu-
lheres está concretizada nas instituições, práticas e regulamenta-
ção legal do sistema político. Ocupar espaços no sistema tal qual
está estruturado é extremamente difícil e custoso às mulheres e,
por isso, mantém-se sua sub-representação nos locais de poder
contra todo o esforço individual e coletivo das mulheres14.
Como explica Lucia Avelar15, a sub-representação política das
mulheres deriva, entre outros fatores, da lógica de marginalização so-
cial. Na sociedade moderna, possui maior valor social o indivíduo que
tem maior status ocupacional, ao passo em que a coletividade femini-
na desenvolve menor status social. A mesma autora argumenta que
as dificuldades encontradas pelas mulheres em função de sua condi-
ção não são decorrentes de sua situação individual, ou de deficiências
particulares: a baixa representação feminina é de natureza estrutural.

13 CFEMEA (2011). “Agenda Feminista para a democratização do poder na reforma política”.

14 Idem.

15 AVELAR, L. (2001). Mulheres na elite política brasileira. São Paulo: Fundação Konrad Ade-
nauer: Editora da UNESP.

102 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Apesar de toda a militância feminista pela igualdade na or-
ganização política, os ganhos ainda são poucos, uma vez que a
conquista da igualdade formal não é a mesma da igualdade real,
e a ampliação dos direitos de cidadania aos setores desprivilegia-
dos é um processo lento. Bila Sorj16 argumenta que, a despei-
to das transformações das relações de gênero nas últimas
décadas (inserção das mulheres no mercado de trabalho,
exercício do voto, aumento da escolaridade, etc.), certas de-
sigualdades ainda não são percebidas como injustas. Clara
Araújo e Celi Scalon17 indicam que, apesar de haver um processo
de mudança nas percepções sobre os gêneros no sentido de uma
cultura mais igualitária, as práticas sociais ainda são exercidas de
forma bastante tradicional.
Como consequência, explicam Carole Pateman18 e Nancy
Fraser19, o poder doméstico patriarcal se estende para formas de
poder na vida pública. Portanto, ainda que as mulheres não sejam
excluídas do mundo público, sua inserção nele se dá por um sta-
tus inferior. O não-reconhecimento do trabalho doméstico de-
monstra que a subordinação feminina está enraizada tanto
na esfera privada quanto na pública.
Para Nancy Fraser20, a capacidade destrutiva dos valores an-
drocêntricos está em seu exercício cotidiano e nos processos de
socialização mais básicos de um sistema de crenças que situa as

16 SORJ, B. (2005) “Percepções sobre esferas separadas de gênero”. In: Gênero, família e
trabalho no Brasil. ARAÚJO, C. & SCALON C. (orgs.) Rio de Janeiro: Editora FGV.

17 ARAÚJO, C. & SCALON, C. (2005). Gênero, família e trabalho no Brasil. Rio de Janeiro:
Editora FGV.

18 PATEMAN, C. (1988). The Sexual Contract. Stanford: Stanford University Press.

19 FRASER, N. (1997). Justice Interruptus: critical reflections on “postsocialist” condition.


New York and London : Routledge.

20 Idem

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 103


mulheres em posições de inferioridade. Por isso, faz-se necessário
desconstruir padrões institucionalizados de valores culturais que
privilegiam as masculinidades e desconsideram o trabalho e a exis-
tência social das mulheres, impedindo o estabelecimento de uma
verdadeira justiça, principalmente no âmbito material.

“Além das mulheres, os indígenas e negros como um todo


também sofrem para ocupar um lugar de destaque na políti-
ca no Brasil e o patriarcado tem um papel fundamental nesse
sentido (...). Ao invés de interesses coletivos, encontramos in-
teresses pessoais, a política no Brasil hoje acontece de forma
vertical e se caracteriza como conflito. Para a mulher participar
ativamente, precisamos criar mais espaços de discussão sobre
o tema e pensar: como chegamos ao espaço de poder?” (Paula
Andrade, do SOS Corpo e Fórum de Mulheres de Pernambuco).

A divisão sexual do trabalho

Um dos aspectos que mais contribuem para afastar as mulhe-


res dos espaços políticos, e que também é peça fundamental do
patriarcado, é a divisão sexual do trabalho. Este conceito se refere
ao mecanismo segundo o qual, tradicionalmente, as mulheres são
encarregadas pelas tarefas domésticas e pelo cuidado com @s fi-
lh@s/ idos@s/ adoentad@s.
Tal lógica implica no acúmulo de duas jornadas de trabalho
(trabalho remunerado e trabalho doméstico/familiar) e torna mais
difícil seu envolvimento com atividades outras. Com o acúmulo
dos trabalhos remunerado e não remunerado, as mulheres
não dispõem de tempo ou incentivo para se envolver em ati-
vidades sindicais, partidárias ou comunitárias. Por outro lado,

104 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


os homens, por terem somente uma jornada de trabalho (traba-
lho remunerado), ficam livres para se dedicar a uma carreira polí-
tica, e, portanto, ocupam com menos dificuldade que as mulheres
cargos de direção e posições de poder.
Segundo dados da PNAD de 2011, as mulheres dedicam qua-
se três vezes mais tempo que os homens às tarefas domésticas
(são 27,7 horas semanais contra 11,2). Dados um pouco mais anti-
gos, apresentados por Gustavo Venturi e Marisol Recamán21, mos-
travam que quase a totalidade das mulheres executava ou chefiava
as tarefas domésticas entre os casais brasileiros (em apenas 2% dos
domicílios em que havia mulheres, o trabalho doméstico era chefiado
por algum homem), ao mesmo tempo em que quase a metade delas
era também provedora (ainda que auxiliar) e apenas 20% dos ho-
mens participavam do trabalho doméstico.
A falta de um compartilhamento ou distribuição iguali-
tária de tarefas domésticas e tarefas do cuidado, bem como a
ausência de equipamentos sociais como a cobertura satisfató-
ria de educação pré-escolar, contribui para o afastamento das
mulheres da política institucional, que demanda muito tempo
e dedicação. Ainda não conseguimos transpor a condição de elei-
tora à de eleita, ultrapassar a influência pessoal sobre representantes
políticos, nem ocupar espaços próprios de direção política.
Portanto, em geral, as poucas mulheres eleitas para cargos
políticos possuem menos encargos domésticos, por conta de seu
estado civil ou posição social e, sobretudo, por contarem com a
assistência de outra mulher (trabalhadora doméstica, babá, cui-
dadora) para administrar o trabalho doméstico e de cuidado da
família. Alguns dados apresentados na Parte II desta publicação

21 VENTURI, G. & RECAMÁN, M (2005). As mulheres brasileiras no início do século 21. Dis-
ponível em www.cfemea.org.br, Acesso em 12/04/2008.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 105


reforçam o ponto. Fato é que, mesmo em pleno século XXI, esse
tema continua sendo uma questão das mulheres e falta muito para
que homens, governo e empresas assumam suas responsabilidades
na reprodução social.

Características do sistema eleitoral e do sistema partidário

Além da divisão sexual do trabalho e do patriarcado, aspectos


do desenho institucional de nossas instâncias de representação po-
lítica contribuem para o afastamento das mulheres, sobretudo no
que se refere ao sistema eleitoral e ao sistema partidário. Alguns
fatores que prejudicam a atuação partidária das mulheres
são a adoção de listas abertas, a forte individualização das
campanhas políticas, a alta competição entre as candidaturas
e a personalização da política partidária.
Para Clara Araújo22, não é incorreto afirmar que, no caso bra-
sileiro, o sistema de listas abertas e sua interação com outros fato-
res provavelmente não ajudam as mulheres candidatas. A autora
cita três fatores que contribuem para isso: 1) no Brasil, ao contrário
de outros países que permitem o voto preferencial duplo (Peru,
por exemplo), o eleitor só pode votar em um candidato; 2) não há
fidelidade partidária, o que debilita as organizações políticas e indi-
vidualiza a competição eleitoral; 3) a ausência de um financiamen-
to público substantivo para as campanhas, combinada com altas
dimensões geográfico-populacionais, torna a busca por recursos
financeiros e humanos e por redes de apoio dramaticamente deci-
siva para o resultado da disputa eleitoral.
Neste sentido, é importante ressaltar o fato de que os gastos
das campanhas eleitorais brasileiras estão entre os mais altos do

22 ARAÚJO, C. (2008). “Mujeres y elecciones legislativas en Brasil: las cuotas y su (in)eficácia.

106 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


mundo e que as mulheres raramente possuem condições materiais
suficientes para realizar campanhas de sucesso, contribuindo para
que as mulheres tenham muitas dificuldades para entrar no jogo
eleitoral com possibilidades reais de eleição. O tipo de financia-
mento majoritariamente individual, interagindo com as especificida-
des do sistema eleitoral de lista aberta, implica a competição entre os
candidatos de um mesmo partido. Candidat@s que possuem menos
recursos são desfavorecid@s no processo. E as mulheres brasilei-
ras definitivamente são mais empobrecidas que os homens:
76% das brasileiras vivem em domicílios com renda mensal de
até cinco salários mínimos (sendo 42% com até dois salários)
e somente 8% passavam dos dez salários; 66% dos domicílios
têm um homem como principal responsável pelo sustento da
casa e 87% das casadas (57% das brasileiras) residem em do-
micílios cujo principal provedor é um homem23.

Segundo Teresa Sacchet, o país gasta em média três vezes mais do


que os outros países latino-americanos em campanhas para cargos
legislativos federais. Somente a título de ilustração, nas eleições de
2002, os recursos públicos não cobriam nem 10% do total dos gas-
tos das campanhas. Para mais detalhes, ver: SACCHET, T. (2008).
“Political Parties and Gender in Latin America: an Overview about
Conditions and Responsiveness”. In: GOETZ, A. (ed.), Gender and
Political Governance in the South. London: Routledge.

Além disso, mulheres têm como barreira o fato de muitos ho-


mens, com carreiras políticas consolidadas, conseguirem facilmente

23 VENTURI, G. & RECAMÁN, M (2005). As mulheres brasileiras no início do século 21.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 107


se reeleger. A possibilidade de reeleição é um fator de conser-
vação da composição de gênero e um obstáculo à renovação em
cargos políticos. Por fim, em grande medida, o insucesso da cota se
deve às singularidades do sistema eleitoral do país.

A violação das cotas por sexo

As cotas são um instrumento de impacto imediato no pro-


cesso de feminização das casas legislativas. Elas funcionam como
mecanismos de discriminação positiva para combater o problema
estrutural da baixa representação feminina e corrigir a injustiça
do monopólio da representação masculina e dos interesses desse
grupo social24. A adoção de cotas é um artifício positivo nas es-
tratégias eleitorais, num momento em que os partidos políticos
perdem sua função tradicional, a política se torna personalizada e
sofre de enorme volatilidade.
As feministas brasileiras atuaram sistematicamente em prol de
reformas políticas/eleitorais já nos primeiros anos da era democrá-
tica. Com essa atuação, conseguimos instaurar este mecanismo de
discriminação positiva nas listas de candidaturas em eleições propor-
cionais (vereador@s, deputad@s federais e deputad@s estaduais) por
meio de reformas da Lei Eleitoral. Após sugerirem várias alterações
e garantirem a aprovação de algumas nas leis 9.100/95, 9.504/97 e
12.034/2009, as mulheres organizadas e articuladas politicamente
nos feminismos brasileiros conseguiram garantir uma boa política de
cotas do ponto de vista formal.
Nossa Lei Eleitoral (12.034/2009) afirma em seu artigo 10,
parágrafo 3º, que “ao número de vagas resultante das regras
previstas neste artigo, cada partido ou coligação preencherá o

24 AVELAR, L. (2001). Mulheres na elite política brasileira. São Paulo: Fundação Konrad Ade-
nauer: Editora da UNESP.

108 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta
por cento) para candidaturas de cada sexo”, como mostrou o
Quadro 1 na página 55. Como vimos anteriormente, este meca-
nismo de cota foi obedecido pela primeira vez na história do Brasil
no pleito de 2012. Mas, como também foi visto, sua eficácia for-
mal não se desdobrou em eficiência de fato, e as mulheres conti-
nuam sub-representadas. No país, as cotas têm efeito “teto de
vidro”, representando a cota mínima, na verdade, o topo da
inclusão das mulheres nas listas partidárias.
Não foi desenhado um mecanismo de sanções em caso de des-
cumprimento da norma. A ausência de penalidades para o não-cum-
primento acaba tornando inúteis as estratégias voltadas para moni-
torar se as cotas são corretamente aplicadas, dando um efeito de
caráter simbólico, não efetivo, à legislação25. Desde sua implemen-
tação, quase nenhum partido respeitou o sistema de cotas nas
eleições proporcionais.
Outro problema é que a cota não obriga o partido a in-
dicar mulheres com reais chances de eleição (o que acarreta
a inscrição de candidatas-laranja) nem a eleita a assumir o
cargo. Desta forma, os dirigentes partidários podem pressionar a
legisladora a renunciar pouco após se eleger para que um homem
ocupe sua vaga.
Além disso, as cotas só atuam no processo de seleção de can-
didat@s e, portanto, a porcentagem de mulheres eleitas não cresce
proporcionalmente à porcentagem de candidatas26. Este aspecto foi
verificado na relação entre candidatas e eleitas, sobretudo nos últimos
pleitos para a escolha de vereadoras, em 2012, e deputadas estaduais
e federais, em 2010 (ver Tabela 2, Gráfico 7, Gráfico 9 e Gráfico 10).

25 Idem.

26 ARAÚJO, C. (2008). “Mujeres y elecciones legislativas en Brasil: las cuotas y su (in) eficácia.

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 109


O artifício das cotas para mulheres nas listas partidárias
foi recomendado em 1986 pela 1ª Conferência Ministerial
Europeia sobre a igualdade entre homens e mulheres. O
ponto de partida institucional para a adoção das cotas como
políticas de ação afirmativa, contudo, foram as recomenda-
ções das Nações Unidas, que instauraram o debate acerca
da exclusão política feminina a partir da década de 1970.
A ONU desenvolveu uma Convenção sobre a Eliminação
de Todas as Formas de Discriminação Contra as Mulheres
em 1979 e posteriores Recomendações e Plataformas de
Ação das Conferências Mundiais de Nairóbi (1985) e Beijing
(1995), que marcaram as pautas. Esses instrumentos inter-
nacionais tiveram grande impacto nas agendas dos governos
e motivaram o desenvolvimento de três tipos de estratégias
institucionais para a promoção da mulher em processos e
arenas de decisão política: Planos e Programas de Igualdade
e Tratamento, Escritórios da Mulher (nos Executivos) e a in-
corporação de Ações Afirmativas ou cotas no sistema políti-
co. Cerca de 40 países do mundo adotam cotas obrigatórias
para eleições legislativas nacionais, e em mais de 50 países,
há partidos políticos que adotaram cotas voluntárias.

Racismo patriarcal

Sabemos que a marginalização das mulheres é trespassada por


um sistema histórico de exclusão de ordem racial e econômica, como
têm apontado os estudos com abordagem de interseccionalidade.
Mulheres negras e pobres enfrentam muitas dificuldades mais
do que as encaradas por mulheres brancas para se elegerem.
Lamentavelmente, não há dados oficiais sobre a participação

110 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


de representantes polític@s da população negra de ambos os
sexos, mas alguns estudos independentes têm indicado que
mulheres negras são raras em espaços institucionais de poder
e decisão (ver primeira seção da Parte II desta publicação).
Além disso, a observação do dia-a-dia da política institucional
nos permite afirmar que a sub-representação das mulheres negras
é gritante. Elas são excluídas dos espaços de decisão, não só por
serem mulheres, mas por ser maioria da população pobre e por não
serem pertencentes ao grupo étnico dominante. São marginaliza-
das por serem negras, por estarem na base da pirâmide social, por
não terem recursos e influência.
A perduração desta situação é inaceitável do ponto de vista
dos princípios democráticos e de justiça de gênero e de raça/etnia.
Consciente disto, durante os debates da reforma eleitoral de 2009,
o movimento feminista apresentou uma proposta para que se in-
cluísse o campo raça/cor nas listas de candidaturas, a exemplo do
que acontece com a categoria “sexo”. A sugestão não foi acatada
na ocasião. Quase quatro anos depois, contudo, o TSE declarou
que consideraria a inclusão do item raça/cor no processo eleitoral e
que iniciaria uma série de preparativos para implementar esta ação
nas eleições de 201427. Construindo um banco de dados com infor-
mações sobre a raça/cor de noss@s candidat@s e eleit@s a cargos
eletivos, o tribunal contribuiria para apontar a sub-representação
de mulheres negras e também para indicar a necessidade de desen-
volver mecanismos de discriminação positiva e políticas afirmativas,
assim como foi feito com as mulheres (sem levam em consideração
sua cor ou seu pertencimento étnico).

27 Para mais detalhes, ver: www.ebc.com.br/noticias/brasil/2013/01/tse-passara-a-ter-esta-


tistica-sobre-raca-e-cor-de-candidatos-nas-eleicoes-de

Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012 111


“Nós, mulheres, e em especial as mulheres negras e indígenas, es-
tamos sub-representadas na política porque ainda vivemos numa
sociedade patriarcal, racista e colonialista que perpetua desigual-
dades” (Carta das Mulheres Brasileiras ao Congresso Nacional).

A incorporação das demandas dos movimentos feministas pe-


los partidos e por políticas públicas tem como objetivo combater
as interdições provocadas pelos fatores que foram elencadas. É ne-
cessário que haja mudanças e que elas sejam estruturais o bastante
para galgar degraus na escada que leva à igualdade entre os sexos
e para que visões sexistas, racistas e discriminatórias deixem de ser
encaradas com normalidade. Graças às vitórias do movimento
feminista, hoje, não querem menos do que a paridade e a
reforma do sistema político.

112 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


anexo i
carta das Mulheres Brasileiras
ao congresso Nacional

Nós, povo brasileiro, fomos às ruas expressar as nossas insatis-


fações, o desejo de sermos ouvidas e de participarmos das decisões
do país. Desde então, a Reforma do Sistema Político tornou-se uma
urgência a ser enfrentada não apenas pelo Congresso Nacional,
mas por toda a sociedade.
Nós, mulheres organizadas em diversos Movimentos Sociais
exigimos condições paritárias de disputa eleitoral, fator indispensá-
vel para superar a exclusão política das mulheres e de vários seg-
mentos sociais dos espaços da representação política. Nem todo
o poder pode ser delegado, queremos exercê-lo diretamente. A
democracia direta é uma urgência. O Congresso Nacional deve es-
cutar a voz das ruas e regulamentar os mecanismos para a convo-
cação de Plebiscito, Referendo e Iniciativa Popular de Lei.
Nós, mulheres, somos mais de 50% da população e menos de
10% do Congresso Nacional. Tamanho déficit democrático coloca
o Brasil em penúltimo lugar no ranking latino americano e na cen-
tésima quinta posição no âmbito global, em termos de presença de
mulheres no Parlamento. Isso é inaceitável! Além do vexame, da
injustiça, este é um dos indicadores principais que impede o Brasil
de atingir as Metas do Milênio. Também por isso, o Comitê sobre
a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (CEDAW) das
Nações Unidas recomendou ao Estado Brasileiro alterar sua legisla-
ção com vistas a aumentar a participação das mulheres na política.
Mais do que cotas, nós queremos mudanças nas condições
de participação política das mulheres, da população negra, LGBT

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇõES 1996-2012 115


e demais setores populares que hoje estão sub-representados no
parlamento.
Nós, mulheres, e em especial as mulheres negras e indígenas, es-
tamos sub-representadas na política porque ainda vivemos numa so-
ciedade patriarcal, racista e colonialista que perpetua desigualdades.
Com as atuais regras que regem os processos eleitorais nós jamais
teremos como competir em condições de igualdade. Entendemos
que para ampliar a participação é preciso mudar as regras do jogo,
que privilegiam algumas pessoas e excluem outras.
Queremos o fortalecimento dos partidos políticos, com de-
mocracia interna, transparência e respeito por suas militantes.
Demandamos compromissos partidários com o princípio da pari-
dade, tanto internamente como nos processos eleitorais, o que im-
plica, entre outras medidas, listas de candidaturas com alternância
paritária entre os sexos, garantia de divisão igualitária dos recursos
financeiros e tempo na TV para as campanhas das mulheres, que
hoje são relegadas a segundo plano pelas direções partidárias.
Hoje as eleições são definidas pelo peso do poder econômico
e do marketing. A mercantilização das campanhas eleitorais é um
caminho aberto para a corrupção, que apequena a democracia.
Por isso, queremos mudanças que enfrentem o poder econômico,
promovam a democratização e o acesso igualitário aos recursos no
interior dos partidos.
Garantir a representação plural do povo brasileiro é funda-
mental para a democratização da democracia. Para além da re-
presentação, as mulheres querem ser ouvidas e decidir sobre as
grandes questões que dizem respeito às nossas condições de vida,
aos direitos humanos e aos bens comuns da humanidade.

PARIDADE JÁ! PARA GARANTIR A PARTICIPAÇÃO POPULAR


Brasília, 10 de setembro de 2013

116 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


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eleições). Câmara dos Deputados.

Lei Nº 12.034, de 29 de Setembro de 2009 (Estabelece normas para as


eleições). Câmara dos Deputados.

Lei Nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 (Estabelece normas para as eleições).


Câmara dos Deputados.

Lei Nº 9.100, de 29 de Setembro de 1995 (Estabelece normas para as eleições).


Câmara dos Deputados.

120 Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012


Série Histórica mulheres e eleições 1996-2012
Série Histórica

Mu
lhe
res
e Eleições
1996-2012
Organização Patrícia Rangel
ESPECIAL

Tabelas e dados
das mulheres nas
eleições 1994-2012
Série Histórica Mulheres e Eleições 1996-2012

Organização Patrícia Rangel

Brasília 2014
Sumário

ELEIÇÕES 1996 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDAT@S POR UF/SEXO ..................................................................... 1


ELEIÇÕES 1996 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR UF/SEXO ............................................................................... 2
ELEIÇÕES 1996 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO ........................................................... 3
ELEIÇÕES 1996 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO..................................................................... 4
ELEIÇÕES 1996 - PREFEITURAS - CANDIDAT@S POR UF/SEXO............................................................................................ 5
ELEIÇÕES 1996 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR UF/SEXO ..................................................................................................... 6
ELEIÇÕES 1996 - PREFEITURAS - CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO.................................................................................. 7
ELEIÇÕES 1996 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO ........................................................................................... 8

ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO ........................................................... 9


ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO................................................................... 10
ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDAT@S POR UF/SEXO ................................................................... 11
ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR UF/SEXO ............................................................................. 12

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PAN .................................................................................................. 13


CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PC DO B ........................................................................................... 14
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PCB .................................................................................................. 15
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PCO.................................................................................................. 16
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PDT................................................................................................... 17
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PFL.................................................................................................... 18
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PGT .................................................................................................. 19
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PHS................................................................................................... 20
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PL ..................................................................................................... 21
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PMDB ............................................................................................... 22
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PMN ................................................................................................ 23
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PPB ................................................................................................... 24
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PPS ................................................................................................... 25
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PRN .................................................................................................. 26
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PRONA ............................................................................................. 27
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PRP ................................................................................................... 28
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PRTB ................................................................................................. 29
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PSB ................................................................................................... 30
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PSC................................................................................................... 31
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PSD................................................................................................... 32
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PSDB ............................................................................................... 33
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PSDC ................................................................................................ 34
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PSL ................................................................................................... 35
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PST .................................................................................................. 36
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PSTU ................................................................................................ 37

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 I


CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PT DO B ........................................................................................... 38
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PT .................................................................................................... 39
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PTB .................................................................................................. 40
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PTN .................................................................................................. 41
CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - PV..................................................................................................... 42

ELEIT@S 2000 - PAN ......................................................................................................................................................... 43


ELEIT@S 2000 - PC DO B ................................................................................................................................................... 44
ELEIT@S 2000 - PCB........................................................................................................................................................... 45
ELEIT@S 2000 - PCO .......................................................................................................................................................... 46
ELEIT@S 2000 - PDT .......................................................................................................................................................... 47
ELEIT@S 2000 - PFL ........................................................................................................................................................... 48
ELEIT@S 2000 - PGT........................................................................................................................................................... 49
ELEIT@S 2000 - PHS .......................................................................................................................................................... 50
ELEIT@S 2000 - PL.............................................................................................................................................................. 51
ELEIT@S 2000 - PMDB ...................................................................................................................................................... 52
ELEIT@S 2000 - PMN ........................................................................................................................................................ 53
ELEIT@S 2000 - PPB ........................................................................................................................................................... 54
ELEIT@S 2000 - PPS............................................................................................................................................................ 55
ELEIT@S 2000 - PRN .......................................................................................................................................................... 56
ELEIT@S 2000 - PRONA ..................................................................................................................................................... 57
ELEIT@S 2000 - PRP .......................................................................................................................................................... 58
ELEIT@S 2000 - PRTB ......................................................................................................................................................... 59
ELEIT@S 2000 - PSB .......................................................................................................................................................... 60
ELEIT@S 2000 - PSC ........................................................................................................................................................... 61
ELEIT@S 2000 - PSD ........................................................................................................................................................... 62
ELEIT@S 2000 - PSDB ........................................................................................................................................................ 63
ELEIT@S 2000 - PSDC ....................................................................................................................................................... 64
ELEIT@S 2000 - PSL ........................................................................................................................................................... 65
ELEIT@S 2000 - PST ........................................................................................................................................................... 66
ELEIT@S 2000 - PSTU ......................................................................................................................................................... 67
ELEIT@S 2000 - PT DO B ................................................................................................................................................... 68
ELEIT@S 2000 - PT ............................................................................................................................................................ 69
ELEIT@S 2000 - PTB .......................................................................................................................................................... 70
ELEIT@S 2000 - PTN .......................................................................................................................................................... 71
ELEIT@S 2000 - PV ............................................................................................................................................................. 72

ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - DESEMPENHO ELEITORAL DOS PARTIDOS POR SEXO............................. 73
ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES - DESEMPENHO ELEITORAL DAS UFS POR SEXO ...................................... 74
ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS - CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO................................................................................ 76
ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO ......................................................................................... 77
ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS - CANDIDAT@S POR UF/SEXO.......................................................................................... 78
ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS - ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS .................................................................. 79

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PAN ........................................................................................................................ 80


CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PC DO B.................................................................................................................. 81
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PCB ......................................................................................................................... 82
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PCO ........................................................................................................................ 83

II SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PDT ......................................................................................................................... 84
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PFL .......................................................................................................................... 85
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PGT ......................................................................................................................... 86
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PHS ......................................................................................................................... 87
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PL ............................................................................................................................ 88
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PMDB...................................................................................................................... 89
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PMN........................................................................................................................ 90
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PPB.......................................................................................................................... 91
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PPS .......................................................................................................................... 92
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PRN ......................................................................................................................... 93
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PRONA.................................................................................................................... 94
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PRP.......................................................................................................................... 95
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PRTB ....................................................................................................................... 96
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PSB.......................................................................................................................... 97
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PSC ......................................................................................................................... 98
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PSD ......................................................................................................................... 99
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PSDB ..................................................................................................................... 100
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PSDC..................................................................................................................... 101
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PSL ........................................................................................................................ 102
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PST ........................................................................................................................ 103
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PSTU .................................................................................................................... 104
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PT DO B ................................................................................................................ 105
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PT.......................................................................................................................... 106
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PTB........................................................................................................................ 107
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PTN ....................................................................................................................... 108
CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS - PV ......................................................................................................................... 109

ELEIT@S 2000 - PAN ....................................................................................................................................................... 110


ELEIT@S 2000 - PC DO B ................................................................................................................................................ 111
ELEIT@S 2000 - PCB ........................................................................................................................................................ 112
ELEIT@S 2000 - PCO ........................................................................................................................................................ 113
ELEIT@S 2000 - PDT ........................................................................................................................................................ 114
ELEIT@S 2000 - PFL ......................................................................................................................................................... 115
ELEIT@S 2000 - PGT......................................................................................................................................................... 116
ELEIT@S 2000 - PHS ........................................................................................................................................................ 117
ELEIT@S 2000 - PL............................................................................................................................................................ 118
ELEIT@S 2000 - PMDB .................................................................................................................................................... 119
ELEIT@S 2000 - PMN ...................................................................................................................................................... 120
ELEIT@S 2000 - PPB ......................................................................................................................................................... 121
ELEIT@S 2000 - PPS.......................................................................................................................................................... 122
ELEIT@S 2000 - PRN ........................................................................................................................................................ 123
ELEIT@S 2000 - PRONA ................................................................................................................................................... 124
ELEIT@S 2000 - PRP ........................................................................................................................................................ 125
ELEIT@S 2000 - PRTB ....................................................................................................................................................... 126
ELEIT@S 2000 - PSB ........................................................................................................................................................ 127
ELEIT@S 2000 - PSC ......................................................................................................................................................... 128
ELEIT@S 2000 - PSD ......................................................................................................................................................... 129
ELEIT@S 2000 - PSDB ...................................................................................................................................................... 130

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 III


ELEIT@S 2000 - PSDC ..................................................................................................................................................... 131
ELEIT@S 2000 - PSL ......................................................................................................................................................... 132
ELEIT@S 2000 - PST.......................................................................................................................................................... 133
ELEIT@S 2000 - PSTU ...................................................................................................................................................... 134
ELEIT@S 2000 - PT DO B ................................................................................................................................................. 135
ELEIT@S 2000 - PT .......................................................................................................................................................... 136
ELEIT@S 2000 - PTB ........................................................................................................................................................ 137
ELEIT@S 2000 - PTN ........................................................................................................................................................ 138
ELEIT@S 2000 - PV ........................................................................................................................................................... 139

ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS - DESEMPENHO ELEITORAL DAS UFS POR SEXO............................................................ 140
ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS - ELEIT@S NAS CAPITAIS ................................................................................................ 142
ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS - DESEMPENHO ELEITORAL DOS PARTIDOS POR SEXO ................................................. 143

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂM. DE VEREADORES - CRESCIMENTO DE CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO .................. 144
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂM. DE VEREADORES - CANDIDAT@S POR UF/SEXO ........................................................... 146
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂM. DE VEREADORES - CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO ................................................. 148
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS - MULHERES CANDIDATAS POR PARTIDOS - % CRESCIMENTO ....................... 150
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS - MULHERES ELEITAS POR PARTIDOS POLÍTICOS - % CRESCIMENTO ............... 151
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS - CRESCIMENTO DE ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO ............................................. 152
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS - CRESCIMENTO DE CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO ................................... 154
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS - CANDIDAT@S POR UF/SEXO............................................................................ 156
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR UF/SEXO .................................................................................... 158
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS - CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO ................................................................. 160
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO ........................................................................... 162
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂM. DE VEREADORES - CANDIDATAS POR PARTIDOS - % CRESCIMENTO COTAS ............. 164

ELEIÇÕES 1994 - ESTATÍSTICAS DO ELEITORADO BRASILEIRO POR UF E SEXO .............................................................. 165


ELEIÇÕES 1996 - ESTATÍSTICAS DO ELEITORADO BRASILEIRO POR UF E SEXO .............................................................. 166
ELEIÇÕES 1998 - ESTATÍSTICAS DO ELEITORADO BRASILEIRO POR UF E SEXO ............................................................. 167
ELEIÇÕES 2000 - ESTATÍSTICAS DO ELEITORADO BRASILEIRO POR UF E SEXO ............................................................. 168

ELEIÇÕES 2002 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ........................... 169


ELEIÇÕES 2002 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - UF/SEXO....................................... 170
ELEIÇÕES 2002 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ....................................................... 171
ELEIÇÕES 2002 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS - UF/SEXO ................................................................. 172
ELEIÇÕES 2002 - GOV. ESTADUAIS E GOVERNO DO DF - CANDIDATURAS ................................................................... 173
ELEIÇÕES 2002 - GOV. ESTADUAIS E GOVERNO DO DF - MULHERES CANDIDATAS ..................................................... 174
ELEIÇÕES 2002 - GOV. ESTADUAIS E GOVERNO DO DF - MULHERES CANDIDATAS - 2º TURNO.................................. 175
ELEIÇÕES 2002 - GOV. ESTADUAIS E GOVERNO DO DF - MULHER ELEITA - 1º TURNO ................................................. 175
ELEIÇÕES 2002 - GOV. ESTADUAIS E GOVERNO DO DF - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO........................................ 176
ELEIÇÕES 2002 - GOV. ESTADUAIS E GOVERNO DO DF - CANDIDATURAS - UF/SEXO .................................................. 177
ELEIÇÕES 2002 - SENADO FEDERAL - CANDIDATAS ...................................................................................................... 178
ELEIÇÕES 2002 - SENADO FEDERAL - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ....................................................................... 179
ELEIÇÕES 2002 - SENADO FEDERAL - CANDIDATURAS - UF/SEXO ................................................................................. 180

LEGISLATURA 2003-2007 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO .......................... 181


LEGISLATURA 2003-2007 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S - UF/SEXO .................................... 182

IV SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


LEGISLATURA 2003-2007 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO ................................................... 183
LEGISLATURA 2003-2007 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - ELEIT@S - UF/SEXO............................................................... 184
LEGISLATURA 2003-2007 - GOV. ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S 1º TURNO - ELEIT@S 1º TURNO ................................ 185

ELEIÇÕES 2002 - GOV. ESTADUAIS E GOVERNO DO DF - ELEIT@S 1º TURNO................................................................ 186


ELEIÇÕES 2002 - SENADO FEDERAL - ELEIT@S ................................................................................................................ 186
ELEIÇÕES 2002 - SENADO FEDERAL - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO .................................................................................... 188
ELEIÇÕES 2002 - SENADO FEDERAL - ELEIT@S - UF/SEXO .............................................................................................. 189

ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ........ 190


ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - UF/SEXO.................... 192
ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO .................................... 194
ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS - UF/SEXO .............................................. 196
ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - GOV. ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - UF/SEXO................................................. 198
ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - SENADO FEDERAL - CANDIDATURAS - UF/SEXO .............................................................. 200
ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO ....................... 202
ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S - UF/SEXO ................................. 204
ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO .................................................. 206
ELEIÇÕES 1994-1998-2002 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - ELEIT@S - UF/SEXO ............................................................ 208

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO/PARTIDO ............................. 210
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO/PARTIDO ........................................... 211
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO, REGIÃO E UF ....................... 212
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO, REGIÃO E UF ..................................... 214
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO/PARTIDO ..................................................... 216
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO/PARTIDO ................................................................... 217
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO, REGIÃO E UF.............................................. 218
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO, REGIÃO E UF ........................................................... 219

ELEIÇÕES 2000 E 2004 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO .......................................... 220
ELEIÇÕES 2000 E 2004 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDAT@S POR UF/SEXO ..................................................... 222
ELEIÇÕES 2000 E 2004 - PREFEITURAS - CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO ................................................................. 224
ELEIÇÕES 2000 E 2004 - PREFEITURAS - CANDIDAT@S POR UF/SEXO............................................................................ 226

ELEIÇÕES 2006 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ............................ 228


ELEIÇÕES 2006 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - UF/SEXO....................................... 229
ELEIÇÕES 2006 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ....................................................... 230
ELEIÇÕES 2006 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS - UF/SEXO ................................................................. 231
ELEIÇÕES 2006 - GOVERNO ESTADUAL - MULHERES CANDIDATAS POR PARTIDO/UF.................................................. 232
ELEIÇÕES 2006 - GOVERNO ESTADUAL - 2º TURNO - MULHERES CANDIDATAS POR PARTIDO E UF............................ 233
ELEIÇÕES 2006 - CANDIDATURAS DE MULHERES E HOMENS - FAIXA ETÁRIA/CARGO ................................................ 233
ELEIÇÕES 2006 - GOV. ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO.......................................................... 234
ELEIÇÕES 2006 - GOV. ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS - UF/SEXO .................................................................... 235
ELEIÇÕES 2006 - CANDIDATURAS DE MULHERES E HOMENS - INSTRUÇÃO/CARGO ................................................... 236
ELEIÇÕES 2006 - CANDIDATURAS DE MULHERES - REGIÃO/CARGO ............................................................................. 236
ELEIÇÕES 2006 - SENADO FEDERAL - MULHERES CANDIDATAS POR PARTIDO E UF ..................................................... 237
ELEIÇÕES 2006 - SENADO FEDERAL - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ....................................................................... 238
ELEIÇÕES 2006 - SENADO FEDERAL - CANDIDATURAS - UF/SEXO ................................................................................. 239

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 V


ELEIÇÕES 2006 - ASSEMBLÉIAS ESTADUAIS E CÂMARA LEGISLATIVA - MULHERES ELEITAS POR UF/PARTIDO ............ 240
ELEIÇÕES 2006 - CÂMARA FEDERAL - MULHERES ELEITAS POR UF E PARTIDO ............................................................. 244
ELEIÇÕES 2006 - GOV. ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S - 1º TURNO - 2º TURNO ............................................................ 246
ELEIÇÕES 2006 - GOVERNO ESTADUAL - MULHERES ELEITAS POR PARTIDO/UF ........................................................... 246
ELEIÇÕES 2006 - GOV. ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO ....................................................................... 247
ELEIÇÕES 2006 - GOVERNO ESTADUAL - MULHERES ELEITAS POR PARTIDO/UF ........................................................... 247
ELEIÇÕES 2006 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO .......................................... 248
ELEIÇÕES 2006 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - ELEIT@S - UF/SEXO .................................................... 249
ELEIÇÕES 2006 - CÂMARA FEDERAL E ASSEMBLÉIAS ESTADUAIS E DISTRITAL - ELEIT@S POR REGIÃO ........................ 250
ELEIÇÕES 2006 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO ..................................................................... 251
ELEIÇÕES 2006 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - DEPUTAD@S ELEIT@S - UF/SEXO ......................................................... 252
ELEIÇÕES 2006 - SENADO FEDERAL - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO..................................................................................... 253
ELEIÇÕES 2006 - SENADO FEDERAL - ELEIT@S - UF/SEXO............................................................................................... 254
ELEIÇÕES 2006 - SENADO FEDERAL - ELEIT@S - UF/SEXO/PARTIDO ............................................................................... 255

ELEIÇÕES 2006-2002-1998-1994 - ASSEMB. LEG. ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS DE MULHERES POR UF........256


ELEIÇÕES 2006-2002-1998-1994 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS DE MULHERES POR UF ................. 258
ELEIÇÕES 2006-2002-1998-1994 - GOV. ESTADUAIS E DO DF - CANDIDATURAS DE MULHERES POR UF ................... 260
ELEIÇÕES 2006-2002-1998-1994 - SENADO FEDERAL - CANDIDATURAS DE MULHERES POR UF................................. 262
ELEIÇÕES 2006-2002-1998-1994 - ASSEMB. LEGISLATIVAS ESTADUAIS E DO DF - MULHERES ELEITAS POR UF .......... 264
ELEIÇÕES 2006-2002-1998-1994 - CÂM. DOS DEPUTADOS - MULHERES ELEITAS POR UF........................................... 266

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2000-2004-2008 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO E PARTIDO ............................... 268
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2000-2004-2008 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO, UF E REGIÃO........................... 270
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2000-2004-2008 - CÂM. DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO E PARTIDO ........................... 272
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2000-2004-2008 - CÂM. DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO, UF E REGIÃO ......... 274

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO E PARTIDO............................ 276
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO, REGIÃO E UF ....................... 277
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO E PARTIDO .................................................. 278
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO, REGIÃO E UF.............................................. 279

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO E PARTIDO ......................................... 280
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO, REGIÃO E UF ..................................... 281

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2000-2004-2008 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO E PARTIDO ............................................. 282
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2000-2004-2008 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO, UF E REGIÃO ........................................ 284

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO E PARTIDO ................................................................ 286
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO, REGIÃO E UF ........................................................... 287

ELEIÇÕES 2010 - ASSEMB. LEGISLATIVAS E CÂMARA DISTRITAL - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO.......................... 288


ELEIÇÕES 2010 - ASSEMB. LEGISLATIVAS E CÂMARA DISTRITAL - CANDIDATURAS - UF/SEXO .................................... 289
ELEIÇÕES 2010 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ....................................................... 290
ELEIÇÕES 2010 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - CANDIDATURAS - UF/SEXO ................................................................. 291
ELEIÇÕES 2010 - GOVERNO ESTADUAL - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO................................................................. 292
ELEIÇÕES 2010 - GOVERNO ESTADUAL - CANDIDATURAS - UF/SEXO ........................................................................... 293

VI SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


ELEIÇÕES 2010 - SENADO FEDERAL - CANDIDATURAS - PARTIDO/SEXO ....................................................................... 294
ELEIÇÕES 2010 - SENADO FEDERAL - CANDIDATURAS - UF/SEXO ................................................................................. 295
ELEIÇÕES 2010 - ASSEMB. LEGISLATIVAS E CÂMARA DISTRITAL - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO........................................ 296
ELEIÇÕES 2010 - ASSEMB. LEGISLATIVAS E CÂMARA DISTRITAL - ELEIT@S - UF/SEXO.................................................. 297
ELEIÇÕES 2010 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO ..................................................................... 298
ELEIÇÕES 2010 - CÂMARA DOS DEPUTADOS - ELEIT@S - UF/SEXO ............................................................................... 299
ELEIÇÕES 2010 - SENADO FEDERAL - ELEIT@S - PARTIDO/SEXO..................................................................................... 300
ELEIÇÕES 2010 - SENADO FEDERAL - ELEIT@S - UF/SEXO............................................................................................... 301

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004-2008-2012 - CÂM. DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO E PARTIDO............... 302
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004-2008-2012 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO, UF E REGIÃO .... 304
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004-2008-2012 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO E PARTIDO ............................... 306
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004-2008-2012 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO, UF E REGIÃO........................... 308
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004-2008-2012 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO E PARTIDO ...................... 310
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004-2008-2012 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO, UF E REGIÃO .................. 312
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004-2008-2012 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO E PARTIDO ............................................. 314
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004-2008-2012 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO, UF E REGIÃO ........................................ 316

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO E FAIXA ETÁRIA.................... 318
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO E GRAU DE INSTRUÇÃO ...... 318
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO E PARTIDO............................ 319
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - CÂMARA DE VEREADORES - CANDIDATURAS POR SEXO, UF E REGIÃO ....................... 320
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO E FAIXA ETÁRIA .......................................... 321
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO E GRAU DE INSTRUÇÃO ............................. 321
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO E PARTIDO .................................................. 322
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - PREFEITURAS - CANDIDATURAS POR SEXO, UF E REGIÃO.............................................. 323
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - CANDIDATAS PARA PREFEITURAS E CÂM. DE VEREADORES POR REGIÃO E CARGO.... 324
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO E PARTIDO ......................................... 325
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - CÂMARA DE VEREADORES - ELEIT@S POR SEXO, REGIÃO E UF ..................................... 326
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO E PARTIDO ................................................................ 327
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - PREFEITURAS - ELEIT@S POR SEXO, REGIÃO E UF ........................................................... 328

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 VII


Sumário

Tabelas e dados das mulheres


nas eleições 1994-2012

ELEIÇÕES 1996 - CÂMARA DE VEREADORES


CANDIDAT@S POR UF/SEXO
Sexo não
Municípios Mulheres Homens
UF informado Total
1996 Quant. % Quant. % Quant. %
AP 16 183 20,18 712 78,50 12 1,32 907
AC 22 200 19,96 796 79,44 6 0,60 1.002
MS 77 731 18,88 3.131 80,88 9 0,23 3.871
TO 139 761 18,57 3.120 76,13 217 5,30 4.098
MT 126 1.097 18,52 4.716 79,61 111 1,87 5.924
PA 143 1.675 18,24 7.393 80,52 114 1,24 9.182
RJ 91 2.939 18,00 13.286 81,39 99 0,61 16.324
CE 184 1.736 17,84 7.863 80,81 131 1,35 9.730
PB 223 1.257 17,19 5.856 80,09 199 2,72 7.312
SE 75 666 17,10 3.222 82,74 6 0,15 3.894
PI 221 1.021 17,08 4.936 82,57 21 0,35 5.978
MG 853 8.638 16,34 42.431 80,25 1.803 3,41 52.872
RN 166 849 16,25 3.636 69,60 739 14,15 5.224
ES 77 1.076 15,87 5.681 83,78 24 0,35 6.781
SC 293 1.744 15,68 9.361 84,19 14 0,13 11.119
MA 217 1.055 14,94 4.385 62,09 1.622 22,97 7.062
GO 242 1.603 14,90 7.577 70,42 1.580 14,68 10.760
AM 62 653 14,10 3.121 67,38 858 18,52 4.632
RS 467 2.654 14,03 13.408 70,90 2.848 15,06 18.910
PE 184 1.491 14,03 7.955 74,86 1.181 11,11 10.627
BA 415 1.159 5,15 6.072 26,99 15.270 67,86 22.501
SP 645 155 0,26 521 0,88 58.349 98,85 59.025
AL 101 0 0,00 0 0,00 4.967 100,00 4.967
PR 399 0 0,00 0 0,00 20.357 100,00 20.357
RO 52 0 0,00 0 0,00 3.387 100,00 3.387
RR 15 0 0,00 0 0,00 375 100,00 375
Total 5.505 33.343 10,87 159.179 51,88 114.299 37,25 306.821

CFEMEA/Eleições 1996
Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao
sexo. Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 1


Sumário

ELEIÇÕES 1996 - CÂMARA DE VEREADORES


ELEIT@S POR UF/SEXO
Municípios Mulheres Homens Sexo não informado
UF Total
1996 Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 34 16,43 173 83,57 0 0,00 207
TO 139 194 15,53 1.055 84,47 0 0,00 1.249
RN 166 246 15,05 1.389 84,95 0 0,00 1.635
PA 143 196 14,76 1.132 85,24 0 0,00 1.328
MA 217 336 14,74 1.861 81,66 82 3,60 2.279
AM 62 85 14,12 517 85,88 0 0,00 602
CE 184 341 13,63 2.161 86,37 0 0,00 2.502
AL 101 135 13,58 859 86,42 0 0,00 994
PB 223 339 13,55 2.162 86,45 0 0,00 2.501
MT 126 168 13,08 1.116 86,92 0 0,00 1.284
PI 221 267 12,68 1.838 87,32 0 0,00 2.105
MS 77 97 12,36 688 87,64 0 0,00 785
GO 242 290 12,23 2.073 87,43 8 0,34 2.371
BA 415 546 12,03 3.992 87,97 0 0,00 4.538
SE 75 95 11,89 704 88,11 0 0,00 799
RO 52 63 11,89 467 88,11 0 0,00 530
AP 16 18 11,39 140 88,61 0 0,00 158
RS 467 467 10,39 4.026 89,61 0 0,00 4.493
PE 184 193 10,09 1.720 89,91 0 0,00 1.913
SC 293 269 9,92 2.442 90,08 0 0,00 2.711
PR 399 388 9,72 3.603 90,28 0 0,00 3.991
MG 853 876 9,64 8.215 90,36 0 0,00 9.091
ES 77 85 8,53 911 91,47 0 0,00 996
SP 645 764 8,14 8.611 91,77 8 0,09 9.383
RR 15 23 7,57 281 92,43 0 0,00 304
RJ 91 83 6,57 1.180 93,43 0 0,00 1.263
Total 5.505 6.598 10,99 53.316 88,84 98 0,16 60.012

CFEMEA/Eleições 1996
Fonte: IBAM - dados gerados a partir de informações do TSE e TREs.

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 33,03% dos registros não trazem informação em relação ao
sexo. Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

2 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 1996 - CÂMARA DE VEREADORES


CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens Sexo não informado
Total
Políticos Quant. % Quant. % Quant. %
PSTU 66 18,91 158 45,27 125 35,82 349
PRTB 95 14,14 292 43,45 285 42,41 672
PAN 102 13,80 498 67,39 139 18,81 739
PC do B 172 13,65 701 55,63 387 30,71 1.260
PT 2.315 13,52 9.838 57,47 4.966 29,01 17.119
PPS 687 12,95 3.214 60,61 1.402 26,44 5.303
PMN 761 12,91 3.410 57,87 1.722 29,22 5.893
PSC 885 12,90 4.010 58,46 1.964 28,63 6.859
PMDB 5.381 12,85 25.202 60,16 11.307 26,99 41.890
PCB 20 12,82 98 62,82 38 24,36 156
PDT 2.572 12,26 12.731 60,69 5.674 27,05 20.977
PTN 134 12,26 630 57,64 329 30,10 1.093
PSB 1.196 12,24 5.854 59,90 2.723 27,86 9.773
PPB 3.416 12,04 16.648 58,69 8.301 29,26 28.365
PSDB 3.887 11,92 18.826 57,73 9.898 30,35 32.611
PFL 4.203 11,79 20.460 57,38 10.996 30,84 35.659
PSD 1.098 11,23 5.157 52,76 3.519 36,00 9.774
PL 1.953 11,19 9.595 54,98 5.904 33,83 17.452
PSN 41 11,08 259 70,00 70 18,92 370
PRONA 142 11,02 611 47,44 535 41,54 1.288
PTB 2.218 10,64 11.303 54,24 7.317 35,11 20.838
PCO 2 10,53 9 47,37 8 42,11 19
PV 377 10,48 1.574 43,73 1.648 45,79 3.599
PT do B 302 10,18 1.470 49,54 1.195 40,28 2.967
PST 263 10,05 1.197 45,72 1.158 44,23 2.618
PSDC 171 9,00 928 48,87 800 42,13 1.899
PRP 419 8,00 2.177 41,59 2.639 50,41 5.235
PSL 332 7,98 1.633 39,25 2.195 52,76 4.160
PRN 69 7,89 402 45,94 404 46,17 875
PGT 64 7,65 294 35,13 479 57,23 837
Sem
0 0,00 0 0,00 26.172 100,00 26.172
Informação
Total 33.343 10,87 159.179 51,88 114.299 37,25 306.821

CFEMEA/Eleições 1996
Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE 33,14% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 3


Sumário

ELEIÇÕES 1996 - CÂMARA DE VEREADORES


ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens Sexo não informado
Total
Políticos Quant. % Quant. % Quant. %
PGT 1 14,29 4 57,14 2 28,57 7
PRTB 4 12,90 21 67,74 6 19,35 31
PC do B 12 12,77 54 57,45 28 29,79 94
PPS 52 10,88 365 76,36 61 12,76 478
PT 169 9,80 1.124 65,20 431 25,00 1.724
PMDB 1.045 8,69 8.150 67,75 2.834 23,56 12.029
PSDB 651 8,40 4.924 63,53 2.176 28,07 7.751
PDT 305 8,29 2.729 74,20 644 17,51 3.678
PFL 789 8,25 6.097 63,79 2.672 27,96 9.558
PPB 547 8,22 4.516 67,84 1.594 23,94 6.657
PSB 103 8,02 904 70,40 277 21,57 1.284
PMN 37 7,79 309 65,05 129 27,16 475
PSC 47 7,61 378 61,17 193 31,23 618
PRP 28 7,35 177 46,46 176 46,19 381
PSL 23 7,35 116 37,06 174 55,59 313
PSD 87 6,74 788 61,09 415 32,17 1.290
PL 186 6,39 1.735 59,62 989 33,99 2.910
PTN 2 6,25 21 65,63 9 28,13 32
PTB 225 6,19 2.146 59,07 1.262 34,74 3.633
PV 10 5,03 96 48,24 93 46,73 199
PT do B 5 4,42 49 43,36 59 52,21 113
PST 6 4,23 78 54,93 58 40,85 142
PRN 2 3,70 17 31,48 35 64,81 54
PSDC 2 2,50 45 56,25 33 41,25 80
PAN 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
PRONA 0 0,00 13 41,94 18 58,06 31
PSN 0 0,00 9 90,00 1 10,00 10
Sem
0 0,00 0 0,00 4.967 100,00 4.967
Informação
PCB 0 - 0 - 0 - 0
PCO 0 - 0 - 0 - 0
PSTU 0 - 0 - 0 - 0
Total 4.338 7,41 34.870 59,56 19.336 33,03 58.544

CFEMEA/Eleições 1996
Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 33,03% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.

4 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 1996 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


CANDIDAT@S POR UF/SEXO
Sexo não
Municípios Mulheres Homens
UF informado Total
1996 Quant. % Quant. % Quant. %
SE 75 29 11,20 230 88,80 0 0,00 259
CE 184 52 10,70 429 88,27 5 1,03 486
AP 16 7 10,61 59 89,39 0 0,00 66
RN 166 43 10,46 322 78,35 46 11,19 411
PI 221 57 10,27 497 89,55 1 0,18 555
PA 143 45 10,20 396 89,80 0 0,00 441
PB 223 49 9,35 457 87,21 18 3,44 524
AM 62 20 9,09 169 76,82 31 14,09 220
MS 77 19 8,56 203 91,44 0 0,00 222
TO 139 30 8,40 310 86,83 17 4,76 357
MA 217 32 8,21 344 88,21 14 3,59 390
MT 126 26 7,45 320 91,69 3 0,86 349
RJ 91 30 7,44 370 91,81 3 0,74 403
PE 184 38 6,86 465 83,94 51 9,21 554
ES 77 17 6,20 256 93,43 1 0,36 274
AC 22 4 5,41 70 94,59 0 0,00 74
MG 853 116 5,04 2.112 91,71 75 3,26 2.303
GO 242 27 4,34 499 80,23 96 15,43 622
SC 293 28 4,05 664 95,95 0 0,00 692
RS 467 41 3,55 933 80,85 180 15,60 1.154
BA 415 33 2,54 337 25,90 931 71,56 1.301
SP 645 3 0,15 11 0,54 2.032 99,32 2.046
AL 101 0 0,00 0 0,00 348 100,00 348
PR* 399 - - - - - - -
RO* 52 - - - - - - -
RR* 15 - - - - - - -
Total 5.505 746 5,31 9.453 67,28 3.852 27,41 14.051
CFEMEA/Eleições 1996
Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao
sexo. Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal
*Dados inexistentes

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 5


Sumário

ELEIÇÕES 1996 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


ELEIT@S POR UF/SEXO
Sexo não
Municípios Mulheres Homens
UF informado Total
1996 Quant. % Quant. % Quant. %
AL 101 18 17,82 83 82,18 0 0,00 101
PI 221 30 13,57 191 86,43 0 0,00 221
RN 166 18 10,84 148 89,16 0 0,00 166
CE 184 18 9,78 166 90,22 0 0,00 184
PA 143 12 8,39 131 91,61 0 0,00 143
RO 52 4 7,69 48 92,31 0 0,00 52
PE 184 14 7,61 170 92,39 0 0,00 184
TO 139 10 7,19 129 92,81 0 0,00 139
RR 15 1 6,67 14 93,33 0 0,00 15
SE 75 5 6,67 70 93,33 0 0,00 75
MS 77 5 6,49 72 93,51 0 0,00 77
MA 217 14 6,45 203 93,55 0 0,00 217
GO 242 15 6,20 227 93,80 0 0,00 242
PB 223 13 5,83 210 94,17 0 0,00 223
BA 415 24 5,78 391 94,22 0 0,00 415
MT 126 7 5,56 119 94,44 0 0,00 126
AC 22 1 4,55 21 95,45 0 0,00 22
MG 853 37 4,34 816 95,66 0 0,00 853
SC 293 11 3,75 282 96,25 0 0,00 293
SP 645 23 3,57 622 96,43 0 0,00 645
RJ 91 3 3,30 88 96,70 0 0,00 91
AM 62 2 3,23 60 96,77 0 0,00 62
PR 399 12 3,01 387 96,99 0 0,00 399
RS 467 7 1,50 460 98,50 0 0,00 467
ES 77 1 1,30 76 98,70 0 0,00 77
AP 16 0 0,00 16 100,00 0 0,00 16
Total 5.505 305 5,54 5.200 94,46 0 0,00 5.505
CFEMEA/Eleições 1996
Fonte: IBAM - dados gerados a partir de informações do TSE e TREs.
Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 33,03% dos registros não trazem informação em relação ao
sexo. Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

6 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 1996 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens Sexo não informado
Total
Políticos Quant. % Quant. % Quant. %
PTB 36 36,00 571 61,66 319 34,45 926
PCB 2 20,00 7 70,00 1 10,00 10
PCO 1 20,00 1 20,00 3 60,00 5
PSN 2 15,38 7 53,85 4 30,77 13
PT do B 8 11,59 38 55,07 23 33,33 69
PPS 18 11,32 116 72,96 25 15,72 159
PRTB 2 11,11 15 83,33 1 5,56 18
PST 6 10,91 23 41,82 26 47,27 55
PSTU 4 9,30 24 55,81 15 34,88 43
PT 92 9,25 641 64,42 262 26,33 995
PMN 16 8,94 114 63,69 49 27,37 179
PSDC 3 7,50 23 57,50 14 35,00 40
PV 8 6,84 49 41,88 60 51,28 117
PSD 22 6,40 217 63,08 105 30,52 344
PSC 14 6,17 150 66,08 63 27,75 227
PSB 28 5,91 325 68,57 121 25,53 474
PTN 1 5,56 12 66,67 5 27,78 18
PDT 53 5,45 709 72,87 211 21,69 973
PPB 74 5,05 1.047 71,47 344 23,48 1.465
PFL 97 4,63 597 28,50 1.401 66,87 2.095
PMDB 128 4,63 2.039 73,69 600 21,68 2.767
PRN 1 4,55 12 54,55 9 40,91 22
PL 29 4,42 418 63,72 209 31,86 656
PSDB 88 4,37 1.308 65,01 616 30,62 2.012
PC do B 2 4,00 30 60,00 18 36,00 50
PRP 6 3,90 80 51,95 68 44,16 154
PSL 4 3,85 41 39,42 59 56,73 104
PRONA 1 2,86 19 54,29 15 42,86 35
PAN 0 0,00 11 78,57 3 21,43 14
PGT 0 0,00 5 41,67 7 58,33 12
Sem
0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Informação
Total 746 5,31 8.649 61,55 4.656 33,14 14.051

CFEMEA/Eleições 1996
Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE 33,14% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 7


Sumário

ELEIÇÕES 1996 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens Sexo não informado
Total
Políticos Quant. % Quant. % Quant. %
PPS 4 12,50 24 75,00 4 12,50 32
PSD 8 6,78 71 60,17 39 33,05 118
PPB 29 5,03 430 74,52 118 20,45 577
PT 5 4,85 80 77,67 18 17,48 103
PFL 43 4,83 614 68,99 233 26,18 890
PMDB 43 3,58 941 78,29 218 18,14 1.202
PDT 11 3,48 253 80,06 52 16,46 316
PMN 1 3,45 19 65,52 9 31,03 29
PL 7 3,24 132 61,11 77 35,65 216
PSDB 25 2,97 543 64,57 273 32,46 841
PSB 4 2,68 110 73,83 35 23,49 149
PSC 1 2,22 28 62,22 16 35,56 45
PTB 6 1,88 198 61,88 116 36,25 320
PRONA 0 0,00 0 0,00 1 100,00 1
PRP 0 0,00 17 54,84 14 45,16 31
PRTB 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
PSDC 0 0,00 1 50,00 1 50,00 2
PSL 0 0,00 2 20,00 8 80,00 10
PSN 0 0,00 1 50,00 1 50,00 2
PST 0 0,00 5 71,43 2 28,57 7
PT do B 0 0,00 2 50,00 2 50,00 4
PTN 0 0,00 0 0,00 1 100,00 1
PV 0 0,00 6 46,15 7 53,85 13
PAN 0 - 0 - 0 - 0
PC do B 0 - 0 - 0 - 0
PCB 0 - 0 - 0 - 0
PCO 0 - 0 - 0 - 0
PGT 0 - 0 - 0 - 0
PRN 0 - 0 - 0 - 0
PSTU 0 - 0 - 0 - 0
Sem
0 - 0 - 594 100,00 594
Informação
Total 187 3,40 3.479 63,20 1.839 33,41 5.505

CFEMEA/Eleições 1996
Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE 33,14% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.

8 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens Sexo não informado
Total
Políticos Quant. % Quant. % Quant. %
PSTU 76 24,20 238 75,80 0 0,00 314
PRONA 282 22,17 989 77,75 1 0,08 1.272
PV 1.296 21,81 4.645 78,19 0 0,00 5.941
PAN 297 21,46 1.086 78,47 1 0,07 1.384
PT do B 655 21,02 2.460 78,95 1 0,03 3.116
PCO 10 20,83 38 79,17 0 0,00 48
PST 1.039 20,55 4.015 79,41 2 0,04 5.056
PRN 237 20,22 935 79,78 0 0,00 1.172
PMN 1.005 20,20 3.969 79,78 1 0,02 4.975
PT 5.105 20,17 20.202 79,82 1 0,00 25.308
PRTB 557 20,12 2.211 79,85 1 0,04 2.769
PC do B 414 20,04 1.651 79,91 1 0,05 2.066
PGT 302 19,97 1.209 79,96 1 0,07 1.512
PSD 2.161 19,85 8.719 80,11 4 0,04 10.884
PHS 561 19,76 2.275 80,13 3 0,11 2.839
PSDC 735 19,65 3.005 80,33 1 0,03 3.741
PTN 398 19,59 1.633 80,36 1 0,05 2.032
PRP 902 19,52 3.717 80,45 1 0,02 4.620
PSB 2.975 19,28 12.449 80,66 9 0,06 15.433
PPS 3.805 19,22 15.977 80,70 16 0,08 19.798
PSL 1.024 19,07 4.342 80,87 3 0,06 5.369
PMDB 9.406 18,91 40.323 81,06 14 0,03 49.743
PFL 8.061 18,85 34.696 81,12 14 0,03 42.771
PSDB 7.299 18,82 31.469 81,15 12 0,03 38.780
PDT 4.555 18,82 19.642 81,14 10 0,04 24.207
PTB 5.606 18,75 24.288 81,21 12 0,04 29.906
PCB 32 18,71 139 81,29 0 0,00 171
PSC 1.605 18,71 6.972 81,28 1 0,01 8.578
PPB 6.264 18,67 27.287 81,32 4 0,01 33.555
PL 3.657 18,30 16.321 81,67 6 0,03 19.984
Total 70.321 19,14 296.902 80,82 121 0,03 367.344

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 9


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens Sexo não informado
Total
Políticos Quant. % Quant. % Quant. %
PRONA 5 16,67 25 83,33 0 0,00 30
PT 350 14,08 2.135 85,92 0 0,00 2.485
PC do B 20 13,33 129 86,00 1 0,67 150
PST 54 13,27 353 86,73 0 0,00 407
PFL 1.164 12,06 8.482 87,91 3 0,03 9.649
PPB 837 11,85 6.225 88,12 2 0,03 7.064
PSDB 1.009 11,85 7.506 88,12 3 0,04 8.518
PMDB 1.333 11,72 10.036 88,24 4 0,04 11.373
PTB 583 11,69 4.405 88,29 1 0,02 4.989
PSD 170 11,58 1.298 88,42 0 0,00 1.468
PRTB 19 11,45 147 88,55 0 0,00 166
PT do B 20 11,36 156 88,64 0 0,00 176
PSB 194 11,27 1.527 88,68 1 0,06 1.722
PRP 41 11,17 326 88,83 0 0,00 367
PL 322 11,14 2.566 88,79 2 0,07 2.890
PGT 3 11,11 24 88,89 0 0,00 27
PPS 282 11,00 2.281 88,96 1 0,04 2.564
PMN 41 10,59 345 89,15 1 0,26 387
PDT 374 9,93 3.390 90,04 1 0,03 3.765
PRN 6 9,84 55 90,16 0 0,00 61
PV 30 9,52 285 90,48 0 0,00 315
PHS 12 9,16 119 90,84 0 0,00 131
PSL 43 8,81 445 91,19 0 0,00 488
PTN 7 8,54 75 91,46 0 0,00 82
PSC 61 8,31 673 91,69 0 0,00 734
PSDC 19 7,79 225 92,21 0 0,00 244
PAN 2 6,45 29 93,55 0 0,00 31
PCB 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PSTU 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
PCO 0 - 0 - 0 - 0
Total 7.001 11,61 53.266 88,35 20 0,03 60.287

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

10 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


CANDIDAT@S POR UF/SEXO
Municípios Mulheres Homens Sexo não informado
UF Total
2000 Quant. % Quant. % Quant. %
TO 139 1.228 22,63 4.197 77,34 2 0,04 5.427
RJ 92 3.797 21,84 13.587 78,14 3 0,02 17.387
AC 22 266 21,80 954 78,20 0 0,00 1.220
MS 77 1.192 21,79 4.278 78,21 0 0,00 5.470
AP 16 288 21,43 1.056 78,57 0 0,00 1.344
MA 217 2.926 21,17 10.886 78,76 9 0,07 13.821
PA 143 2.713 20,64 10.415 79,25 14 0,11 13.142
SE 75 943 20,20 3.721 79,70 5 0,11 4.669
SP 645 13.315 20,07 53.037 79,93 0 0,00 66.352
RR 15 239 19,95 959 80,05 0 0,00 1.198
AM 62 1.098 19,63 4.495 80,35 1 0,02 5.594
MT 139 1.440 19,61 5.899 80,35 3 0,04 7.342
AL 102 1.072 19,42 4.447 80,55 2 0,04 5.521
RN 167 1.216 19,38 5.056 80,59 2 0,03 6.274
GO 246 2.698 19,10 11.424 80,88 2 0,01 14.124
RS 497 4.646 18,68 20.222 81,29 9 0,04 24.877
RO 52 738 18,40 3.271 81,55 2 0,05 4.011
SC 293 2.520 18,32 11.232 81,68 0 0,00 13.752
MG 853 10.793 18,27 48.269 81,71 10 0,02 59.072
PB 223 1.599 18,23 7.170 81,74 3 0,03 8.772
ES 78 1.372 18,08 6.218 81,92 0 0,00 7.590
CE 184 1.982 18,03 9.012 81,97 0 0,00 10.994
PE 185 2.257 18,01 10.257 81,85 18 0,14 12.532
PR 399 4.357 17,81 20.096 82,13 17 0,07 24.470
BA 417 4.427 17,43 20.967 82,53 10 0,04 25.404
PI 222 1.199 17,17 5.777 82,71 9 0,13 6.985
Total 5.560 70.321 19,14 296.902 80,82 121 0,03 367.344

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 11


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


ELEIT@S POR UF/SEXO
Municípios Mulheres Homens Sexo não informado
UF Total
2000 Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 30 14,35 179 85,65 0 0,00 209
AL 102 131 12,89 885 87,11 0 0,00 1.016
AM 62 82 13,02 548 86,98 0 0,00 630
AP 16 33 20,63 127 79,38 0 0,00 160
BA 417 571 12,14 4.128 87,77 4 0,09 4.703
CE 184 319 12,74 2.185 87,26 0 0,00 2.504
ES 78 78 7,85 916 92,15 0 0,00 994
GO 246 306 12,41 2.160 87,59 0 0,00 2.466
MA 217 340 14,49 2.006 85,47 1 0,04 2.347
MG 853 958 10,54 8.133 89,44 2 0,02 9.093
MS 77 102 12,96 685 87,04 0 0,00 787
MT 139 196 13,84 1.219 86,09 1 0,07 1.416
PA 143 211 13,64 1.334 86,23 2 0,13 1.547
PB 223 352 14,10 2.145 85,90 0 0,00 2.497
PE 185 197 9,95 1.781 89,95 2 0,10 1.980
PI 222 268 12,63 1.851 87,23 3 0,14 2.122
PR 399 410 10,23 3.596 89,74 1 0,02 4.007
RJ 92 94 7,35 1.185 92,65 0 0,00 1.279
RN 167 254 15,41 1.394 84,59 0 0,00 1.648
RO 52 55 10,44 471 89,37 1 0,19 527
RR 15 17 10,69 142 89,31 0 0,00 159
RS 497 546 10,65 4.577 89,31 2 0,04 5.125
SC 293 292 9,76 2.701 90,24 0 0,00 2.993
SE 75 137 17,00 669 83,00 0 0,00 806
SP 645 825 10,31 7.178 89,69 0 0,00 8.003
TO 139 197 15,52 1.071 84,40 1 0,08 1.269
Total 5.560 7.001 11,61 53.266 88,35 20 0,03 60.287

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

12 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PAN - PARTIDO DOS APOSENTADOS DA NAÇÃO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rondônia 52 7 50,00 7 50,00 0 0,00 14
Mato Grosso do Sul 77 7 41,18 10 58,82 0 0,00 17
Roraima 15 3 37,50 5 62,50 0 0,00 8
Tocantins 139 3 33,33 6 66,67 0 0,00 9
Mato Grosso 139 6 30,00 14 70,00 0 0,00 20
Santa Catarina 293 6 28,57 15 71,43 0 0,00 21
Pernambuco 185 8 27,59 21 72,41 0 0,00 29
Maranhão 217 13 27,08 34 70,83 1 2,08 48
Paraná 399 14 26,42 39 73,58 0 0,00 53
Pará 143 5 26,32 14 73,68 0 0,00 19
Ceará 184 30 24,39 93 75,61 0 0,00 123
Amazonas 62 11 23,91 35 76,09 0 0,00 46
Rio Grande do Norte 167 18 23,38 59 76,62 0 0,00 77
São Paulo 645 45 22,39 156 77,61 0 0,00 201
Espírito Santo 78 15 20,83 57 79,17 0 0,00 72
Sergipe 75 5 20,00 20 80,00 0 0,00 25
Bahia 417 31 18,56 136 81,44 0 0,00 167
Rio Grande do Sul 497 7 17,95 32 82,05 0 0,00 39
Minas Gerais 853 47 16,85 232 83,15 0 0,00 279
Rio de Janeiro 92 13 15,12 73 84,88 0 0,00 86
Goiás 246 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Alagoas 102 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amapá 16 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Paraíba 223 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Piauí 222 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Total 5.560 297 21,46 1.086 78,47 1 0,07 1.384

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 13


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PC DO B - PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Roraima 15 3 100,00 0 0,00 0 0,00 3
Mato Grosso 139 4 30,77 9 69,23 0 0,00 13
Amapá 16 6 30,00 14 70,00 0 0,00 20
Mato Grosso do Sul 77 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
Pará 143 17 26,15 48 73,85 0 0,00 65
São Paulo 645 86 24,50 265 75,50 0 0,00 351
Acre 22 10 23,26 33 76,74 0 0,00 43
Amazonas 62 26 23,01 87 76,99 0 0,00 113
Paraná 399 9 21,95 32 78,05 0 0,00 41
Maranhão 217 20 21,28 74 78,72 0 0,00 94
Rio de Janeiro 92 40 20,51 155 79,49 0 0,00 195
Minas Gerais 853 36 20,45 140 79,55 0 0,00 176
Rondônia 52 2 20,00 8 80,00 0 0,00 10
Pernambuco 185 28 18,92 120 81,08 0 0,00 148
Bahia 417 41 18,89 176 81,11 0 0,00 217
Piauí 222 10 18,87 42 79,25 1 1,89 53
Rio Grande do Sul 497 16 18,18 72 81,82 0 0,00 88
Goiás 246 14 17,95 64 82,05 0 0,00 78
Rio Grande do Norte 167 5 14,71 29 85,29 0 0,00 34
Paraíba 223 2 14,29 12 85,71 0 0,00 14
Ceará 184 22 13,84 137 86,16 0 0,00 159
Espírito Santo 78 4 11,76 30 88,24 0 0,00 34
Alagoas 102 5 11,36 39 88,64 0 0,00 44
Sergipe 75 5 11,36 39 88,64 0 0,00 44
Santa Catarina 293 1 4,76 20 95,24 0 0,00 21
Tocantins 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Total 5.560 414 20,04 1.651 79,91 1 0,05 2.066

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

14 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PCB - PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Maranhão 217 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
São Paulo 645 12 26,67 33 73,33 0 0,00 45
Sergipe 75 5 26,32 14 73,68 0 0,00 19
Goiás 246 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Rio Grande do Sul 497 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Rio de Janeiro 92 4 15,38 22 84,62 0 0,00 26
Bahia 417 1 14,29 6 85,71 0 0,00 7
Pernambuco 185 5 14,29 30 85,71 0 0,00 35
Paraná 399 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
Pará 143 1 9,09 10 90,91 0 0,00 11
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Alagoas 102 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Amapá 16 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Amazonas 62 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Ceará 184 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Espírito Santo 78 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Minas Gerais 853 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Paraíba 223 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Piauí 222 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rondônia 52 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Roraima 15 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Santa Catarina 293 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Tocantins 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 32 18,71 139 81,29 0 0,00 171

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 15


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PCO - PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Bahia 417 2 66,67 1 33,33 0 0,00 3
Espírito Santo 78 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
São Paulo 645 5 50,00 5 50,00 0 0,00 10
Paraíba 223 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Minas Gerais 853 1 5,00 19 95,00 0 0,00 20
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Alagoas 102 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Amapá 16 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Amazonas 62 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Ceará 184 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Goiás 246 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Maranhão 217 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Pará 143 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Paraná 399 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Pernambuco 185 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Piauí 222 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Rio de Janeiro 92 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rondônia 52 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Roraima 15 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Santa Catarina 293 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Sergipe 75 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Tocantins 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 10 20,83 38 79,17 0 0,00 48

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

16 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PDT - PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Acre 22 8 29,63 19 70,37 0 0,00 27
Rio de Janeiro 92 387 23,93 1.230 76,07 0 0,00 1.617
Amapá 16 41 23,70 132 76,30 0 0,00 173
Piauí 222 65 22,03 230 77,97 0 0,00 295
Maranhão 217 167 21,33 616 78,67 0 0,00 783
Espírito Santo 78 102 20,86 387 79,14 0 0,00 489
Mato Grosso do Sul 77 137 20,82 521 79,18 0 0,00 658
Goiás 246 81 20,72 310 79,28 0 0,00 391
Alagoas 102 75 20,66 288 79,34 0 0,00 363
Tocantins 139 24 20,34 94 79,66 0 0,00 118
São Paulo 645 794 19,85 3.207 80,15 0 0,00 4.001
Rio Grande do Norte 167 56 19,72 228 80,28 0 0,00 284
Pará 143 186 19,14 786 80,86 0 0,00 972
Rondônia 52 64 19,05 272 80,95 0 0,00 336
Pernambuco 185 158 18,29 704 81,48 2 0,23 864
Sergipe 75 32 18,08 145 81,92 0 0,00 177
Minas Gerais 853 618 17,65 2.881 82,29 2 0,06 3.501
Rio Grande do Sul 497 710 17,56 3.328 82,32 5 0,12 4.043
Amazonas 62 43 17,41 204 82,59 0 0,00 247
Paraíba 223 111 17,29 530 82,55 1 0,16 642
Ceará 184 75 17,24 360 82,76 0 0,00 435
Roraima 15 18 17,14 87 82,86 0 0,00 105
Bahia 417 103 16,91 506 83,09 0 0,00 609
Santa Catarina 293 168 16,62 843 83,38 0 0,00 1.011
Paraná 399 292 16,19 1.512 83,81 0 0,00 1.804
Mato Grosso 139 40 15,27 222 84,73 0 0,00 262
Total 5.560 4.555 18,82 19.642 81,14 10 0,04 24.207

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 17


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PFL - PARTIDO DA FRENTE LIBERAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Tocantins 139 288 22,93 967 76,99 1 0,08 1.256
Maranhão 217 439 22,55 1.508 77,45 0 0,00 1.947
Amapá 16 23 22,12 81 77,88 0 0,00 104
Rio de Janeiro 92 226 21,98 802 78,02 0 0,00 1.028
Alagoas 102 111 21,31 410 78,69 0 0,00 521
Amazonas 62 130 21,14 485 78,86 0 0,00 615
Acre 22 33 21,02 124 78,98 0 0,00 157
Rio Grande do Norte 167 223 20,92 843 79,08 0 0,00 1.066
Sergipe 75 137 20,21 539 79,50 2 0,29 678
Rondônia 52 100 20,08 398 79,92 0 0,00 498
Pará 143 176 19,82 711 80,07 1 0,11 888
Mato Grosso 139 225 19,57 925 80,43 0 0,00 1.150
São Paulo 645 1.260 19,44 5.221 80,56 0 0,00 6.481
Mato Grosso do Sul 77 99 19,34 413 80,66 0 0,00 512
Goiás 246 332 19,05 1.411 80,95 0 0,00 1.743
Paraíba 223 323 19,04 1.373 80,96 0 0,00 1.696
Roraima 15 28 18,92 120 81,08 0 0,00 148
Rio Grande do Sul 497 283 18,48 1.248 81,52 0 0,00 1.531
Ceará 184 142 17,84 654 82,16 0 0,00 796
Minas Gerais 853 1.279 17,82 5.897 82,18 0 0,00 7.176
Espírito Santo 78 133 17,59 623 82,41 0 0,00 756
Bahia 417 682 17,54 3.205 82,43 1 0,03 3.888
Pernambuco 185 270 17,41 1.279 82,46 2 0,13 1.551
Santa Catarina 293 402 17,34 1.916 82,66 0 0,00 2.318
Paraná 399 501 17,12 2.421 82,71 5 0,17 2.927
Piauí 222 216 16,12 1.122 83,73 2 0,15 1.340
Total 5.560 8.061 18,85 34.696 81,12 14 0,03 42.771

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

18 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PGT- PARTIDO GERAL DOS TRABALHADORES
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rondônia 52 1 100,00 0 0,00 0,00 0,00 1
Paraná 399 1 50,00 1 50,00 0,00 0,00 2
Tocantins 139 6 40,00 9 60,00 0,00 0,00 15
Mato Grosso 139 3 37,50 5 62,50 0,00 0,00 8
Pará 143 13 25,00 39 75,00 0,00 0,00 52
Bahia 417 25 24,51 77 75,49 0,00 0,00 102
Goiás 246 20 24,10 63 75,90 0,00 0,00 83
Rio de Janeiro 92 79 22,13 278 77,87 0,00 0,00 357
Paraíba 223 3 21,43 11 78,57 0,00 0,00 14
Roraima 15 3 21,43 11 78,57 0,00 0,00 14
Pernambuco 185 22 20,95 82 78,10 1,00 0,95 105
Espírito Santo 78 8 19,51 33 80,49 0,00 0,00 41
São Paulo 645 102 17,32 487 82,68 0,00 0,00 589
Mato Grosso do Sul 77 1 16,67 5 83,33 0,00 0,00 6
Minas Gerais 853 10 12,82 68 87,18 0,00 0,00 78
Alagoas 102 1 12,50 7 87,50 0,00 0,00 8
Sergipe 75 3 12,00 22 88,00 0,00 0,00 25
Rio Grande do Norte 167 1 8,33 11 91,67 0,00 0,00 12
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0,00 0,00 0
Amapá 16 0 0,00 0 0,00 0,00 0,00 0
Amazonas 62 0 0,00 0 0,00 0,00 0,00 0
Ceará 184 0 0,00 0 0,00 0,00 0,00 0
Maranhão 217 0 0,00 0 0,00 0,00 0,00 0
Piauí 222 0 0,00 0 0,00 0,00 0,00 0
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 0 0,00 0,00 0,00 0
Santa Catarina 293 0 0,00 0 0,00 0,00 0,00 0
Total 5.560 302 20 1.209 80 1 0,07 1.512

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 19


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PHS - PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Santa Catarina 293 13 32,50 27 67,50 0 0,00 40
Maranhão 217 25 26,60 69 73,40 0 0,00 94
Tocantins 139 2 25,00 6 75,00 0 0,00 8
Rio de Janeiro 92 62 23,22 205 76,78 0 0,00 267
São Paulo 645 140 22,05 495 77,95 0 0,00 635
Rio Grande do Sul 497 12 21,05 45 78,95 0 0,00 57
Minas Gerais 853 142 20,20 558 79,37 3 0,43 703
Paraíba 223 3 20,00 12 80,00 0 0,00 15
Alagoas 102 7 18,92 30 81,08 0 0,00 37
Pernambuco 185 20 18,02 91 81,98 0 0,00 111
Ceará 184 41 17,52 193 82,48 0 0,00 234
Sergipe 75 13 17,33 62 82,67 0 0,00 75
Bahia 417 35 15,84 186 84,16 0 0,00 221
Mato Grosso do Sul 77 3 15,79 16 84,21 0 0,00 19
Paraná 399 15 14,71 87 85,29 0 0,00 102
Espírito Santo 78 16 14,41 95 85,59 0 0,00 111
Amazonas 62 6 13,95 37 86,05 0 0,00 43
Goiás 246 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
Pará 143 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Amapá 16 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Piauí 222 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
Rondônia 52 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Roraima 15 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 561 20 2.275 80 3 0 2.839

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

20 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PL - PARTIDO LIBERAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Tocantins 139 65 24,81 197 75,19 0 0,00 262
Rio de Janeiro 92 223 21,55 811 78,36 1 0,10 1.035
Amapá 16 17 20,00 68 80,00 0 0,00 85
São Paulo 645 747 19,91 3.004 80,09 0 0,00 3.751
Sergipe 75 50 19,84 202 80,16 0 0,00 252
Amazonas 62 95 19,79 385 80,21 0 0,00 480
Rio Grande do Norte 167 62 19,56 255 80,44 0 0,00 317
Paraíba 223 77 19,49 318 80,51 0 0,00 395
Pará 143 158 19,48 653 80,52 0 0,00 811
Mato Grosso do Sul 77 50 19,16 211 80,84 0 0,00 261
Santa Catarina 293 49 19,14 207 80,86 0 0,00 256
Rio Grande do Sul 497 70 19,02 297 80,71 1 0,27 368
Paraná 399 118 17,72 547 82,13 1 0,15 666
Alagoas 102 31 17,71 144 82,29 0 0,00 175
Minas Gerais 853 745 17,65 3.475 82,35 0 0,00 4.220
Rondônia 52 41 17,60 191 81,97 1 0,43 233
Piauí 222 42 17,57 197 82,43 0 0,00 239
Roraima 15 10 17,54 47 82,46 0 0,00 57
Goiás 246 155 17,53 728 82,35 1 0,11 884
Mato Grosso 139 43 17,41 204 82,59 0 0,00 247
Pernambuco 185 93 16,55 468 83,27 1 0,18 562
Ceará 184 73 16,26 376 83,74 0 0,00 449
Bahia 417 501 16,25 2.583 83,75 0 0,00 3.084
Maranhão 217 83 16,05 434 83,95 0 0,00 517
Espírito Santo 78 58 15,68 312 84,32 0 0,00 370
Acre 22 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
Total 5.560 3.657 18,30 16.321 81,67 6 0,03 19.984

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 21


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PMDB - PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Mato Grosso do Sul 77 166 23,45 542 76,55 0 0,00 708
Roraima 15 24 23,30 79 76,70 0 0,00 103
Pará 143 340 22,28 1.185 77,65 1 0,07 1.526
Tocantins 139 226 22,11 795 77,79 1 0,10 1.022
Rio de Janeiro 92 296 21,93 1.054 78,07 0 0,00 1.350
Goiás 246 492 21,23 1.826 78,77 0 0,00 2.318
Sergipe 75 110 21,03 413 78,97 0 0,00 523
Amapá 16 27 20,45 105 79,55 0 0,00 132
Maranhão 217 333 20,42 1.297 79,52 1 0,06 1.631
Mato Grosso 139 228 19,52 940 80,48 0 0,00 1.168
Amazonas 62 112 19,34 467 80,66 0 0,00 579
Piauí 222 255 19,14 1.076 80,78 1 0,08 1.332
Rondônia 52 102 19,14 431 80,86 0 0,00 533
Rio Grande do Norte 167 270 18,76 1.168 81,17 1 0,07 1.439
Acre 22 38 18,72 165 81,28 0 0,00 203
São Paulo 645 1.310 18,56 5.750 81,44 0 0,00 7.060
Paraná 399 601 18,50 2.645 81,41 3 0,09 3.249
Rio Grande do Sul 497 905 18,44 4.002 81,56 0 0,00 4.907
Minas Gerais 853 1.548 18,35 6.887 81,64 1 0,01 8.436
Santa Catarina 293 565 18,26 2.529 81,74 0 0,00 3.094
Alagoas 102 107 18,26 479 81,74 0 0,00 586
Paraíba 223 390 17,87 1.793 82,13 0 0,00 2.183
Pernambuco 185 264 17,71 1.225 82,16 2 0,13 1.491
Bahia 417 426 17,24 2.042 82,64 3 0,12 2.471
Espírito Santo 78 130 16,01 682 83,99 0 0,00 812
Ceará 184 141 15,90 746 84,10 0 0,00 887
Total 5.560 9.406 18,91 40.323 81,06 14 0,03 49.743

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

22 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PMN - PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rio Grande do Sul 497 14 34,15 27 65,85 0 0,00 41
Mato Grosso do Sul 77 31 31,00 69 69,00 0 0,00 100
Pará 143 64 24,62 196 75,38 0 0,00 260
Rio de Janeiro 92 56 22,76 190 77,24 0 0,00 246
Acre 22 23 22,33 80 77,67 0 0,00 103
Ceará 184 50 22,32 174 77,68 0 0,00 224
Tocantins 139 4 22,22 14 77,78 0 0,00 18
Maranhão 217 73 21,79 262 78,21 0 0,00 335
Amazonas 62 32 21,77 115 78,23 0 0,00 147
São Paulo 645 160 21,48 585 78,52 0 0,00 745
Alagoas 102 15 20,00 60 80,00 0 0,00 75
Minas Gerais 853 265 19,44 1.098 80,56 0 0,00 1.363
Espírito Santo 78 60 19,17 253 80,83 0 0,00 313
Pernambuco 185 34 18,38 151 81,62 0 0,00 185
Sergipe 75 2 18,18 9 81,82 0 0,00 11
Mato Grosso 139 20 18,02 90 81,08 1 0,90 111
Rio Grande do Norte 167 13 16,67 65 83,33 0 0,00 78
Paraíba 223 5 16,13 26 83,87 0 0,00 31
Paraná 399 25 15,63 135 84,38 0 0,00 160
Rondônia 52 2 15,38 11 84,62 0 0,00 13
Goiás 246 12 14,81 69 85,19 0 0,00 81
Bahia 417 32 14,48 189 85,52 0 0,00 221
Amapá 16 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
Santa Catarina 293 4 12,12 29 87,88 0 0,00 33
Piauí 222 8 10,96 65 89,04 0 0,00 73
Roraima 15 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 1.005 20,20 3.969 79,78 1 0,02 4.975

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 23


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PPB - PARTIDO PROGRESSISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Maranhão 217 178 22,59 610 77,41 0 0,00 788
Mato Grosso do Sul 77 42 22,58 144 77,42 0 0,00 186
Alagoas 102 69 22,40 239 77,60 0 0,00 308
Tocantins 139 223 22,17 783 77,83 0 0,00 1.006
Sergipe 75 71 21,52 259 78,48 0 0,00 330
Rio de Janeiro 92 252 20,79 960 79,21 0 0,00 1.212
Roraima 15 20 20,20 79 79,80 0 0,00 99
Acre 22 29 20,00 116 80,00 0 0,00 145
Pará 143 211 19,94 846 79,96 1 0,09 1.058
Rio Grande do Norte 167 205 19,90 824 80,00 1 0,10 1.030
Rio Grande do Sul 497 981 19,62 4.018 80,36 1 0,02 5.000
Ceará 184 147 19,22 618 80,78 0 0,00 765
Santa Catarina 293 514 18,95 2.198 81,05 0 0,00 2.712
São Paulo 645 922 18,60 4.036 81,40 0 0,00 4.958
Goiás 246 276 18,34 1.229 81,66 0 0,00 1.505
Mato Grosso 139 72 18,14 325 81,86 0 0,00 397
Rondônia 52 67 17,87 308 82,13 0 0,00 375
Paraíba 223 112 17,81 517 82,19 0 0,00 629
Paraná 399 373 17,53 1.755 82,47 0 0,00 2.128
Espírito Santo 78 91 17,37 433 82,63 0 0,00 524
Bahia 417 412 17,14 1.991 82,82 1 0,04 2.404
Minas Gerais 853 704 16,98 3.443 83,02 0 0,00 4.147
Pernambuco 185 144 16,82 712 83,18 0 0,00 856
Amazonas 62 40 16,39 204 83,61 0 0,00 244
Piauí 222 105 14,71 609 85,29 0 0,00 714
Amapá 16 4 11,43 31 88,57 0 0,00 35
Total 5.560 6.264 18,67 27.287 81,32 4 0,01 33.555

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

24 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PPS - PARTIDO POPULAR SOCIALISTA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Amapá 16 8 42,11 11 57,89 0 0,00 19
Acre 22 23 25,00 69 75,00 0 0,00 92
Sergipe 75 111 21,64 400 77,97 2 0,39 513
Rio Grande do Norte 167 63 21,43 231 78,57 0 0,00 294
Maranhão 217 100 21,19 370 78,39 2 0,42 472
Pará 143 143 21,19 530 78,52 2 0,30 675
Bahia 417 38 20,88 144 79,12 0 0,00 182
Santa Catarina 293 104 20,84 395 79,16 0 0,00 499
Roraima 15 18 20,45 70 79,55 0 0,00 88
São Paulo 645 997 20,37 3.898 79,63 0 0,00 4.895
Alagoas 102 57 20,14 226 79,86 0 0,00 283
Rio de Janeiro 92 152 20,00 608 80,00 0 0,00 760
Mato Grosso do Sul 77 70 19,34 292 80,66 0 0,00 362
Paraíba 223 64 19,34 267 80,66 0 0,00 331
Paraná 399 291 18,82 1.253 81,05 2 0,13 1.546
Minas Gerais 853 582 18,76 2.519 81,18 2 0,06 3.103
Tocantins 139 42 18,18 189 81,82 0 0,00 231
Espírito Santo 78 100 18,15 451 81,85 0 0,00 551
Ceará 184 220 18,08 997 81,92 0 0,00 1.217
Piauí 222 89 17,84 407 81,56 3 0,60 499
Pernambuco 185 142 17,77 654 81,85 3 0,38 799
Mato Grosso 139 145 17,49 684 82,51 0 0,00 829
Amazonas 62 36 16,74 179 83,26 0 0,00 215
Rondônia 52 31 16,40 158 83,60 0 0,00 189
Goiás 246 145 16,24 748 83,76 0 0,00 893
Rio Grande do Sul 497 34 13,03 227 86,97 0 0,00 261
Total 5.560 3.805 19,22 15.977 80,70 16 0,08 19.798

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 25


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PRN - PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Mato Grosso do Sul 77 2 66,67 1 33,33 0 0,00 3
Rio Grande do Sul 497 6 42,86 8 57,14 0 0,00 14
Maranhão 217 19 30,16 44 69,84 0 0,00 63
Amazonas 62 24 23,30 79 76,70 0 0,00 103
São Paulo 645 38 22,75 129 77,25 0 0,00 167
Rio de Janeiro 92 20 21,05 75 78,95 0 0,00 95
Paraná 399 23 20,18 91 79,82 0 0,00 114
Alagoas 102 6 20,00 24 80,00 0 0,00 30
Minas Gerais 853 19 19,79 77 80,21 0 0,00 96
Paraíba 223 6 18,75 26 81,25 0 0,00 32
Bahia 417 61 17,53 287 82,47 0 0,00 348
Pernambuco 185 7 17,50 33 82,50 0 0,00 40
Santa Catarina 293 4 15,38 22 84,62 0 0,00 26
Goiás 246 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
Espírito Santo 78 1 5,88 16 94,12 0 0,00 17
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Amapá 16 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Ceará 184 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Pará 143 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Piauí 222 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 2 0,00 0 0,00 2
Rondônia 52 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Roraima 15 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Sergipe 75 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Tocantins 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 237 20,22 935 79,78 0 0,00 1.172

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

26 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PRONA - PARTIDO DA REEDIFICAÇÃO DA ORDEM NACIONAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Roraima 15 8 44,44 10 55,56 0 0,00 18
Amapá 16 2 40,00 3 60,00 0 0,00 5
Amazonas 62 2 33,33 4 66,67 0 0,00 6
Tocantins 139 6 28,57 15 71,43 0 0,00 21
Bahia 417 16 26,23 45 73,77 0 0,00 61
Rio Grande do Sul 497 17 25,76 49 74,24 0 0,00 66
Mato Grosso do Sul 77 9 25,71 26 74,29 0 0,00 35
Rondônia 52 4 25,00 12 75,00 0 0,00 16
Santa Catarina 293 3 23,08 10 76,92 0 0,00 13
Rio de Janeiro 92 150 22,39 519 77,46 1 0,15 670
São Paulo 645 55 19,71 224 80,29 0 0,00 279
Pará 143 4 14,81 23 85,19 0 0,00 27
Minas Gerais 853 4 13,79 25 86,21 0 0,00 29
Alagoas 102 2 8,00 23 92,00 0 0,00 25
Acre 22 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Ceará 184 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Espírito Santo 78 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Goiás 246 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Maranhão 217 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Paraíba 223 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Paraná 399 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Pernambuco 185 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Piauí 222 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Sergipe 75 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 282 22,17 989 77,75 1 0,08 1.272

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 27


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PRP - PARTIDO REPUBLICANO PROGRESSISTA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Roraima 15 2 33,33 4 66,67 0 0,00 6
Mato Grosso do Sul 77 13 28,89 32 71,11 0 0,00 45
Tocantins 139 9 24,32 28 75,68 0 0,00 37
Espírito Santo 78 13 23,21 43 76,79 0 0,00 56
Amapá 16 3 23,08 10 76,92 0 0,00 13
Goiás 246 18 23,08 60 76,92 0 0,00 78
Maranhão 217 99 22,05 350 77,95 0 0,00 449
Alagoas 102 26 21,67 94 78,33 0 0,00 120
São Paulo 645 330 20,64 1.269 79,36 0 0,00 1.599
Amazonas 62 23 20,35 90 79,65 0 0,00 113
Sergipe 75 4 19,05 17 80,95 0 0,00 21
Paraíba 223 21 18,58 92 81,42 0 0,00 113
Rio de Janeiro 92 25 18,38 111 81,62 0 0,00 136
Bahia 417 82 18,02 373 81,98 0 0,00 455
Paraná 399 142 17,82 654 82,06 1 0,13 797
Pernambuco 185 25 17,12 121 82,88 0 0,00 146
Minas Gerais 853 44 15,83 234 84,17 0 0,00 278
Pará 143 22 15,83 117 84,17 0 0,00 139
Piauí 222 1 5,88 16 94,12 0 0,00 17
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Ceará 184 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Rondônia 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Santa Catarina 293 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 902 19,52 3.717 80,45 1 0,02 4.620

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

28 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PRTB- PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Paraíba 223 2 100,00 0 0,00 0 0,00 2
Rio Grande do Sul 497 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
Espírito Santo 78 6 26,09 17 73,91 0 0,00 23
Rondônia 52 6 26,09 17 73,91 0 0,00 23
Mato Grosso do Sul 77 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Pará 143 2 25,00 6 75,00 0 0,00 8
Maranhão 217 65 23,64 209 76,00 1 0,36 275
Mato Grosso 139 9 23,08 30 76,92 0 0,00 39
Ceará 184 18 22,78 61 77,22 0 0,00 79
Piauí 222 10 22,22 35 77,78 0 0,00 45
Paraná 399 25 20,83 95 79,17 0 0,00 120
Pernambuco 185 38 20,43 148 79,57 0 0,00 186
Rio de Janeiro 92 50 20,33 196 79,67 0 0,00 246
Acre 22 6 20,00 24 80,00 0 0,00 30
Minas Gerais 853 96 20,00 384 80,00 0 0,00 480
São Paulo 645 134 19,88 540 80,12 0 0,00 674
Bahia 417 17 19,32 71 80,68 0 0,00 88
Goiás 246 20 19,23 84 80,77 0 0,00 104
Alagoas 102 31 16,15 161 83,85 0 0,00 192
Rio Grande do Norte 167 3 15,00 17 85,00 0 0,00 20
Amazonas 62 15 13,64 95 86,36 0 0,00 110
Tocantins 139 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
Santa Catarina 293 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
Amapá 16 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Roraima 15 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Sergipe 75 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Total 5.560 557 20,12 2.211 79,85 1 0,04 2.769

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 29


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSB - PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Santa Catarina 293 13 27,66 34 72,34 0 0,00 47
Tocantins 139 10 27,03 27 72,97 0 0,00 37
Acre 22 12 21,82 43 78,18 0 0,00 55
Goiás 246 44 21,67 159 78,33 0 0,00 203
Rio de Janeiro 92 243 21,49 888 78,51 0 0,00 1.131
São Paulo 645 580 21,00 2.182 79,00 0 0,00 2.762
Mato Grosso do Sul 77 43 20,98 162 79,02 0 0,00 205
Espírito Santo 78 137 20,85 520 79,15 0 0,00 657
Alagoas 102 146 20,33 572 79,67 0 0,00 718
Amazonas 62 41 20,30 161 79,70 0 0,00 202
Sergipe 75 54 20,22 213 79,78 0 0,00 267
Amapá 16 33 20,00 132 80,00 0 0,00 165
Maranhão 217 108 19,96 433 80,04 0 0,00 541
Pernambuco 185 183 19,70 741 79,76 5 0,54 929
Mato Grosso 139 83 18,99 354 81,01 0 0,00 437
Paraná 399 200 18,73 866 81,09 2 0,19 1.068
Pará 143 176 18,47 776 81,43 1 0,10 953
Rondônia 52 34 17,80 157 82,20 0 0,00 191
Piauí 222 23 17,69 107 82,31 0 0,00 130
Rio Grande do Sul 497 167 17,58 783 82,42 0 0,00 950
Minas Gerais 853 368 17,44 1.742 82,56 0 0,00 2.110
Rio Grande do Norte 167 79 17,36 376 82,64 0 0,00 455
Paraíba 223 37 17,13 179 82,87 0 0,00 216
Roraima 15 6 16,67 30 83,33 0 0,00 36
Bahia 417 100 16,05 522 83,79 1 0,16 623
Ceará 184 55 15,94 290 84,06 0 0,00 345
Total 5.560 2.975 19,28 12.449 80,66 9 0,06 15.433

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

30 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSC - PARTIDO SOCIAL CRISTÃO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Roraima 15 7 41,18 10 58,82 0 0,00 17
Piauí 222 4 30,77 9 69,23 0 0,00 13
Amapá 16 6 25,00 18 75,00 0 0,00 24
Amazonas 62 39 23,78 125 76,22 0 0,00 164
Sergipe 75 37 22,98 124 77,02 0 0,00 161
Tocantins 139 5 22,73 17 77,27 0 0,00 22
Rio Grande do Norte 167 9 22,50 31 77,50 0 0,00 40
São Paulo 645 218 21,48 797 78,52 0 0,00 1.015
Rio de Janeiro 92 163 20,87 618 79,13 0 0,00 781
Pernambuco 185 46 19,74 187 80,26 0 0,00 233
Santa Catarina 293 16 19,51 66 80,49 0 0,00 82
Maranhão 217 105 19,20 441 80,62 1 0,18 547
Pará 143 58 19,14 245 80,86 0 0,00 303
Minas Gerais 853 286 18,89 1.228 81,11 0 0,00 1.514
Goiás 246 86 18,45 380 81,55 0 0,00 466
Espírito Santo 78 43 17,92 197 82,08 0 0,00 240
Bahia 417 229 16,90 1.126 83,10 0 0,00 1.355
Paraná 399 139 15,85 738 84,15 0 0,00 877
Rondônia 52 10 15,63 54 84,38 0 0,00 64
Ceará 184 50 15,29 277 84,71 0 0,00 327
Paraíba 223 12 15,19 67 84,81 0 0,00 79
Alagoas 102 18 15,13 101 84,87 0 0,00 119
Rio Grande do Sul 497 9 14,75 52 85,25 0 0,00 61
Mato Grosso do Sul 77 4 14,29 24 85,71 0 0,00 28
Mato Grosso 139 6 13,04 40 86,96 0 0,00 46
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 1.605 18,71 6.972 81,28 1 0,01 8.578

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 31


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSD - PARTIDO SOCIAL DEMOCRÁTICO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Tocantins 139 19 35,19 35 64,81 0 0,00 54
Rio Grande do Norte 167 22 30,14 51 69,86 0 0,00 73
Santa Catarina 293 5 27,78 13 72,22 0 0,00 18
Sergipe 75 18 26,09 51 73,91 0 0,00 69
Pará 143 139 21,86 495 77,83 2 0,31 636
Paraná 399 53 21,63 192 78,37 0 0,00 245
Maranhão 217 279 21,40 1.025 78,60 0 0,00 1.304
Rio de Janeiro 92 98 20,72 375 79,28 0 0,00 473
Goiás 246 170 20,56 657 79,44 0 0,00 827
São Paulo 645 418 20,55 1.616 79,45 0 0,00 2.034
Mato Grosso do Sul 77 34 20,00 136 80,00 0 0,00 170
Rondônia 52 6 19,35 25 80,65 0 0,00 31
Ceará 184 216 18,67 941 81,33 0 0,00 1.157
Minas Gerais 853 465 18,51 2.046 81,45 1 0,04 2.512
Mato Grosso 139 6 18,18 27 81,82 0 0,00 33
Alagoas 102 34 17,80 157 82,20 0 0,00 191
Bahia 417 103 17,79 476 82,21 0 0,00 579
Amapá 16 12 16,90 59 83,10 0 0,00 71
Amazonas 62 15 16,85 73 82,02 1 1,12 89
Pernambuco 185 39 15,85 207 84,15 0 0,00 246
Espírito Santo 78 10 15,15 56 84,85 0 0,00 66
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Paraíba 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Piauí 222 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Roraima 15 0 0,00 5 0,00 0 0,00 5
Total 5.560 2.161 19,85 8.719 80,11 4 0,04 10.884

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

32 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSDB - PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Pará 143 349 22,89 1.173 76,92 3 0,20 1.525
Rio de Janeiro 92 256 22,74 869 77,18 1 0,09 1.126
Mato Grosso 139 312 22,22 1.091 77,71 1 0,07 1.404
Tocantins 139 126 21,91 449 78,09 0 0,00 575
Mato Grosso do Sul 77 142 21,71 512 78,29 0 0,00 654
Sergipe 75 139 20,75 530 79,10 1 0,15 670
Maranhão 217 237 20,73 905 79,18 1 0,09 1.143
São Paulo 645 1.466 19,77 5.951 80,23 0 0,00 7.417
Rio Grande do Sul 497 259 19,33 1.081 80,67 0 0,00 1.340
Amazonas 62 108 19,18 455 80,82 0 0,00 563
Paraíba 223 178 18,96 760 80,94 1 0,11 939
Goiás 246 412 18,75 1.785 81,25 0 0,00 2.197
Amapá 16 27 18,75 117 81,25 0 0,00 144
Espírito Santo 78 157 18,67 684 81,33 0 0,00 841
Alagoas 102 107 18,23 479 81,60 1 0,17 587
Santa Catarina 293 216 18,03 982 81,97 0 0,00 1.198
Pernambuco 185 195 17,96 891 82,04 0 0,00 1.086
Bahia 417 290 17,77 1.342 82,23 0 0,00 1.632
Rio Grande do Norte 167 84 17,61 393 82,39 0 0,00 477
Paraná 399 523 17,29 2.501 82,71 0 0,00 3.024
Ceará 184 326 17,28 1.561 82,72 0 0,00 1.887
Minas Gerais 853 1.114 16,94 5.462 83,05 1 0,02 6.577
Rondônia 52 60 16,81 297 83,19 0 0,00 357
Piauí 222 182 15,52 989 84,31 2 0,17 1.173
Acre 22 18 15,00 102 85,00 0 0,00 120
Roraima 15 16 12,90 108 87,10 0 0,00 124
Total 5.560 7.299 18,82 31.469 81,15 12 0,03 38.780

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 33


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSDC - PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Piauí 222 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
Rio Grande do Norte 167 7 31,82 15 68,18 0 0,00 22
Mato Grosso 139 13 23,21 42 75,00 1 1,79 56
Ceará 184 19 23,17 63 76,83 0 0,00 82
Paraíba 223 7 22,58 24 77,42 0 0,00 31
Maranhão 217 36 22,22 126 77,78 0 0,00 162
Rio de Janeiro 92 92 22,22 322 77,78 0 0,00 414
Bahia 417 77 21,81 276 78,19 0 0,00 353
São Paulo 645 138 21,23 512 78,77 0 0,00 650
Santa Catarina 293 5 20,00 20 80,00 0 0,00 25
Amazonas 62 41 18,89 176 81,11 0 0,00 217
Pernambuco 185 93 18,38 413 81,62 0 0,00 506
Goiás 246 56 18,18 252 81,82 0 0,00 308
Paraná 399 40 17,86 184 82,14 0 0,00 224
Minas Gerais 853 63 17,31 301 82,69 0 0,00 364
Pará 143 14 17,07 68 82,93 0 0,00 82
Tocantins 139 3 16,67 15 83,33 0 0,00 18
Espírito Santo 78 13 16,05 68 83,95 0 0,00 81
Alagoas 102 7 15,91 37 84,09 0 0,00 44
Rondônia 52 8 11,27 63 88,73 0 0,00 71
Sergipe 75 2 11,11 16 88,89 0 0,00 18
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Amapá 16 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
Roraima 15 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Total 5.560 735 19,65 3.005 80,33 1 0,03 3.741

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

34 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSL - PARTIDO SOCIAL LIBERAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Acre 22 3 60,00 2 40,00 0 0,00 5
Rio Grande do Norte 167 3 27,27 8 72,73 0 0,00 11
Rio Grande do Sul 497 10 26,32 28 73,68 0 0,00 38
Mato Grosso 139 4 25,00 12 75,00 0 0,00 16
São Paulo 645 210 21,41 771 78,59 0 0,00 981
Rio de Janeiro 92 57 21,03 214 78,97 0 0,00 271
Paraná 399 141 20,80 536 79,06 1 0,15 678
Roraima 15 14 20,59 54 79,41 0 0,00 68
Alagoas 102 39 20,21 154 79,79 0 0,00 193
Amapá 16 12 20,00 48 80,00 0 0,00 60
Tocantins 139 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Rondônia 52 13 19,70 53 80,30 0 0,00 66
Paraíba 223 29 19,46 119 79,87 1 0,67 149
Ceará 184 13 19,12 55 80,88 0 0,00 68
Pará 143 13 19,12 55 80,88 0 0,00 68
Maranhão 217 20 19,05 85 80,95 0 0,00 105
Sergipe 75 14 18,92 60 81,08 0 0,00 74
Bahia 417 142 18,56 622 81,31 1 0,13 765
Amazonas 62 38 18,10 172 81,90 0 0,00 210
Minas Gerais 853 74 17,25 355 82,75 0 0,00 429
Goiás 246 35 16,91 172 83,09 0 0,00 207
Espírito Santo 78 20 16,13 104 83,87 0 0,00 124
Pernambuco 185 101 15,91 534 84,09 0 0,00 635
Piauí 222 6 13,04 40 86,96 0 0,00 46
Santa Catarina 293 12 12,90 81 87,10 0 0,00 93
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Total 5.560 1.024 19,07 4.342 80,87 3 0,06 5.369

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 35


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PST - PARTIDO SOCIAL TRABALHISTA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rio Grande do Norte 167 2 40,00 3 60,00 0 0,00 5
Rio Grande do Sul 497 14 28,57 35 71,43 0 0,00 49
Santa Catarina 293 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
Tocantins 139 20 25,32 59 74,68 0 0,00 79
Espírito Santo 78 22 25,00 66 75,00 0 0,00 88
Roraima 15 22 24,72 67 75,28 0 0,00 89
Pará 143 76 23,97 241 76,03 0 0,00 317
Minas Gerais 853 101 22,10 356 77,90 0 0,00 457
Maranhão 217 48 21,62 174 78,38 0 0,00 222
Mato Grosso do Sul 77 38 21,23 141 78,77 0 0,00 179
Rio de Janeiro 92 54 21,09 202 78,91 0 0,00 256
São Paulo 645 248 20,98 934 79,02 0 0,00 1.182
Ceará 184 26 20,97 98 79,03 0 0,00 124
Amazonas 62 61 20,89 231 79,11 0 0,00 292
Goiás 246 88 20,61 339 79,39 0 0,00 427
Rondônia 52 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Bahia 417 64 19,81 259 80,19 0 0,00 323
Alagoas 102 22 19,64 89 79,46 1 0,89 112
Sergipe 75 10 17,54 47 82,46 0 0,00 57
Paraíba 223 27 16,07 141 83,93 0 0,00 168
Paraná 399 52 15,57 282 84,43 0 0,00 334
Pernambuco 185 37 15,42 202 84,17 1 0,42 240
Amapá 16 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
Piauí 222 3 8,57 32 91,43 0 0,00 35
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Mato Grosso 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 1.039 20,55 4.015 79,41 2 0,04 5.056

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

36 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSTU - PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADOS
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Santa Catarina 293 5 71,43 2 28,57 0 0,00 7
Piauí 222 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
Rio Grande do Norte 167 2 50,00 2 50,00 0 0,00 4
Pará 143 4 36,36 7 63,64 0 0,00 11
Amazonas 62 2 33,33 4 66,67 0 0,00 6
Bahia 417 2 33,33 4 66,67 0,00 6
Ceará 184 2 33,33 4 66,67 0 0,00 6
Mato Grosso do Sul 77 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
Paraná 399 5 26,32 14 73,68 0 0,00 19
São Paulo 645 26 25,24 77 74,76 0 0,00 103
Rio Grande do Sul 497 3 21,43 11 78,57 0 0,00 14
Sergipe 75 3 21,43 11 78,57 0 0,00 14
Rio de Janeiro 92 3 20,00 12 80,00 0 0,00 15
Minas Gerais 853 11 19,64 45 80,36 0 0,00 56
Maranhão 217 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
Goiás 246 2 15,38 11 84,62 0 0,00 13
Pernambuco 185 2 13,33 13 86,67 0 0,00 15
Acre 22 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Alagoas 102 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Amapá 16 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Espírito Santo 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Mato Grosso 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Paraíba 223 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rondônia 52 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Roraima 15 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Tocantins 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 76 24,20 238 75,80 0 0,00 314

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 37


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PT DO B - PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Tocantins 139 3 75,00 1 25,00 0 0,00 4
Rondônia 52 5 29,41 12 70,59 0 0,00 17
Paraná 399 8 28,57 20 71,43 0 0,00 28
Ceará 184 9 28,13 23 71,88 0 0,00 32
Amazonas 62 9 27,27 24 72,73 0 0,00 33
Amapá 16 13 25,49 38 74,51 0 0,00 51
Piauí 222 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Sergipe 75 5 25,00 15 75,00 0 0,00 20
Rio de Janeiro 92 162 23,31 533 76,69 0 0,00 695
Alagoas 102 22 22,68 75 77,32 0 0,00 97
Minas Gerais 853 32 22,54 110 77,46 0 0,00 142
São Paulo 645 128 22,42 443 77,58 0 0,00 571
Pernambuco 185 43 21,29 159 78,71 0 0,00 202
Maranhão 217 51 20,24 200 79,37 1 0,40 252
Mato Grosso do Sul 77 3 20,00 12 80,00 0 0,00 15
Rio Grande do Norte 167 4 19,05 17 80,95 0 0,00 21
Rio Grande do Sul 497 17 18,28 76 81,72 0 0,00 93
Bahia 417 110 18,09 498 81,91 0 0,00 608
Roraima 15 5 17,24 24 82,76 0 0,00 29
Espírito Santo 78 9 15,52 49 84,48 0 0,00 58
Goiás 246 7 12,50 49 87,50 0 0,00 56
Acre 22 2 11,76 15 88,24 0 0,00 17
Pará 143 5 10,87 41 89,13 0 0,00 46
Santa Catarina 293 2 10,00 18 90,00 0 0,00 20
Mato Grosso 139 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Paraíba 223 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Total 5.560 655 21,02 2.460 78,95 1 0,03 3.116

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

38 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PT - PARTIDO DOS TRABALHADORES
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Acre 22 54 28,42 136 71,58 0 0,00 190
Amapá 16 27 26,47 75 73,53 0 0,00 102
Mato Grosso do Sul 77 200 24,97 601 75,03 0 0,00 801
Minas Gerais 853 976 22,21 3.418 77,79 0 0,00 4.394
Mato Grosso 139 104 21,40 382 78,60 0 0,00 486
Tocantins 139 38 21,23 141 78,77 0 0,00 179
Rio de Janeiro 92 190 21,09 711 78,91 0 0,00 901
Pará 143 234 20,97 882 79,03 0 0,00 1.116
Rondônia 52 105 20,83 399 79,17 0 0,00 504
Piauí 222 76 20,82 289 79,18 0 0,00 365
São Paulo 645 862 20,50 3.342 79,50 0 0,00 4.204
Maranhão 217 94 20,30 369 79,70 0 0,00 463
Pernambuco 185 117 19,93 469 79,90 1 0,17 587
Alagoas 102 51 19,84 206 80,16 0 0,00 257
Rio Grande do Sul 497 662 19,44 2.744 80,56 0 0,00 3.406
Santa Catarina 293 282 19,16 1.190 80,84 0 0,00 1.472
Paraná 399 325 19,12 1.375 80,88 0 0,00 1.700
Goiás 246 100 18,62 437 81,38 0 0,00 537
Ceará 184 122 17,73 566 82,27 0 0,00 688
Bahia 417 237 17,65 1.106 82,35 0 0,00 1.343
Paraíba 223 76 16,78 377 83,22 0 0,00 453
Amazonas 62 40 16,67 200 83,33 0 0,00 240
Espírito Santo 78 62 16,36 317 83,64 0 0,00 379
Sergipe 75 31 14,76 179 85,24 0 0,00 210
Rio Grande do Norte 167 39 12,46 274 87,54 0 0,00 313
Roraima 15 1 5,56 17 94,44 0 0,00 18
Total 5.560 5.105 20,17 20.202 79,82 1 0,00 25.308

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 39


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PTB - PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rio Grande do Norte 167 35 24,31 109 75,69 0 0,00 144
Acre 22 5 23,81 16 76,19 0 0,00 21
Tocantins 139 101 23,54 328 76,46 0 0,00 429
Amapá 16 21 22,58 72 77,42 0 0,00 93
Amazonas 62 96 21,97 341 78,03 0 0,00 437
Rio de Janeiro 92 222 20,88 841 79,12 0 0,00 1.063
Maranhão 217 267 20,38 1.042 79,54 1 0,08 1.310
São Paulo 645 1.223 20,28 4.808 79,72 0 0,00 6.031
Ceará 184 163 19,95 654 80,05 0 0,00 817
Alagoas 102 59 19,80 239 80,20 0 0,00 298
Sergipe 75 57 19,66 233 80,34 0 0,00 290
Mato Grosso do Sul 77 75 19,63 307 80,37 0 0,00 382
Pará 143 283 19,53 1.163 80,26 3 0,21 1.449
Goiás 246 95 19,08 402 80,72 1 0,20 498
Pernambuco 185 81 18,88 348 81,12 0 0,00 429
Mato Grosso 139 99 18,57 434 81,43 0 0,00 533
Minas Gerais 853 950 17,96 4.339 82,04 0 0,00 5.289
Paraíba 223 83 17,74 385 82,26 0 0,00 468
Rio Grande do Sul 497 413 17,64 1.926 82,27 2 0,09 2.341
Espírito Santo 78 110 17,24 528 82,76 0 0,00 638
Paraná 399 394 17,19 1.896 82,72 2 0,09 2.292
Bahia 417 520 17,17 2.505 82,73 3 0,10 3.028
Piauí 222 94 16,52 475 83,48 0 0,00 569
Roraima 15 18 16,36 92 83,64 0 0,00 110
Santa Catarina 293 89 15,51 485 84,49 0 0,00 574
Rondônia 52 53 14,21 320 85,79 0 0,00 373
Total 5.560 5.606 18,75 24.288 81,21 12 0,04 29.906

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

40 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PTN - PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Mato Grosso 139 9 30,00 21 70,00 0 0,00 30
Roraima 15 13 28,26 33 71,74 0 0,00 46
Maranhão 217 23 26,14 65 73,86 0 0,00 88
Rio de Janeiro 92 49 25,00 147 75,00 0 0,00 196
Espírito Santo 78 12 21,82 43 78,18 0 0,00 55
Bahia 417 12 21,05 45 78,95 0 0,00 57
Pará 143 7 20,59 27 79,41 0 0,00 34
Pernambuco 185 15 20,55 58 79,45 0 0,00 73
Rio Grande do Norte 167 8 20,51 31 79,49 0 0,00 39
São Paulo 645 87 19,55 358 80,45 0 0,00 445
Goiás 246 26 19,26 109 80,74 0 0,00 135
Amazonas 62 9 18,37 40 81,63 0 0,00 49
Alagoas 102 13 17,81 60 82,19 0 0,00 73
Paraná 399 13 17,81 60 82,19 0 0,00 73
Rondônia 52 3 17,65 13 76,47 1 5,88 17
Sergipe 75 7 17,50 33 82,50 0 0,00 40
Minas Gerais 853 86 16,70 429 83,30 0 0,00 515
Paraíba 223 4 14,29 24 85,71 0 0,00 28
Santa Catarina 293 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Mato Grosso do Sul 77 1 7,14 13 92,86 0 0,00 14
Acre 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Amapá 16 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Ceará 184 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Piauí 222 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 12 100,00 0 0,00 12
Tocantins 139 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Total 5.560 398 19,59 1.633 80,36 1 0,05 2.032

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 41


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PV - PARTIDO VERDE
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rio Grande do Norte 167 4 80,00 1 20,00 0 0,00 5
Acre 22 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
Santa Catarina 293 38 25,85 109 74,15 0 0,00 147
Rio Grande do Sul 497 35 25,36 103 74,64 0 0,00 138
Piauí 222 7 24,14 22 75,86 0 0,00 29
Ceará 184 22 23,91 70 76,09 0 0,00 92
Rio de Janeiro 92 173 23,54 562 76,46 0 0,00 735
Maranhão 217 42 23,33 138 76,67 0 0,00 180
Sergipe 75 18 23,08 60 76,92 0 0,00 78
São Paulo 645 574 22,80 1.943 77,20 0 0,00 2.517
Tocantins 139 2 22,22 7 77,78 0 0,00 9
Espírito Santo 78 39 20,42 152 79,58 0 0,00 191
Minas Gerais 853 127 20,35 497 79,65 0 0,00 624
Rondônia 52 13 20,31 51 79,69 0 0,00 64
Mato Grosso 139 9 20,00 36 80,00 0 0,00 45
Paraíba 223 26 19,40 108 80,60 0 0,00 134
Pernambuco 185 47 19,34 196 80,66 0 0,00 243
Mato Grosso do Sul 77 17 19,32 71 80,68 0 0,00 88
Alagoas 102 11 17,74 51 82,26 0 0,00 62
Bahia 417 36 17,65 168 82,35 0 0,00 204
Paraná 399 33 17,37 157 82,63 0 0,00 190
Amapá 16 4 14,81 23 85,19 0 0,00 27
Pará 143 10 14,49 59 85,51 0 0,00 69
Amazonas 62 4 12,90 27 87,10 0 0,00 31
Goiás 246 4 11,11 32 88,89 0 0,00 36
Roraima 15 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Total 5.560 1.296 21,81 4.645 78,19 0 0,00 5.941

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

42 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PAN - PARTIDO DOS APOSENTADOS DA NAÇÃO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
MA 217 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
MG 853 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
AM 62 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
BA 417 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
CE 184 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
ES 78 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
GO 246 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
SP 645 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 2 6,45 29 93,55 0 0,00 31

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 43


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PC DO B - PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AP 16 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
PB 223 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
AC 22 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
SE 75 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
SP 645 4 22,22 14 77,78 0 0,00 18
MA 217 2 20,00 8 80,00 0 0,00 10
MG 853 2 18,18 9 81,82 0 0,00 11
AM 62 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
PI 222 1 16,67 4 66,67 1 16,67 6
BA 417 3 12,50 21 87,50 0 0,00 24
CE 184 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
RS 497 1 7,14 13 92,86 0 0,00 14
AL 102 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
GO 246 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
PA 143 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
PR 399 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
PE 185 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
RJ 92 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
RN 167 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
RO 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
SC 293 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 20 13,33 129 86,00 1 0,67 150

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

44 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PCB - PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
SE 75 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 45


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PCO - PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 - 0 - 0 - 0

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

46 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PDT - PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AP 16 8 27,59 21 72,41 0 0,00 29
SE 75 4 21,05 15 78,95 0 0,00 19
TO 139 3 18,75 13 81,25 0 0,00 16
MT 139 4 17,39 19 82,61 0 0,00 23
BA 417 10 16,67 50 83,33 0 0,00 60
ES 78 12 16,67 60 83,33 0 0,00 72
RN 167 6 16,22 31 83,78 0 0,00 37
CE 184 10 15,15 56 84,85 0 0,00 66
MS 77 13 12,87 88 87,13 0 0,00 101
RO 52 7 12,73 48 87,27 0 0,00 55
AL 102 10 12,66 69 87,34 0 0,00 79
PI 222 9 11,84 67 88,16 0 0,00 76
MA 217 13 11,61 99 88,39 0 0,00 112
RJ 92 28 11,02 226 88,98 0 0,00 254
MG 853 51 10,47 436 89,53 0 0,00 487
PB 223 19 9,95 172 90,05 0 0,00 191
RR 15 2 9,52 19 90,48 0 0,00 21
PA 143 11 9,48 105 90,52 0 0,00 116
PE 185 12 8,89 123 91,11 0 0,00 135
GO 246 3 8,57 32 91,43 0 0,00 35
SP 645 35 8,25 389 91,75 0 0,00 424
RS 497 76 8,23 846 91,66 1 0,11 923
PR 399 21 7,98 242 92,02 0 0,00 263
SC 293 7 4,76 140 95,24 0 0,00 147
AC 22 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
AM 62 0 0,00 22 100,00 0 0,00 22
Total 5.560 374 9,93 3.390 90,04 1 0,03 3.765

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 47


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PFL - PARTIDO DA FRENTE LIBERAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AL 102 27 22,50 93 77,50 0 0,00 120
SE 75 30 19,35 125 80,65 0 0,00 155
AC 22 6 18,75 26 81,25 0 0,00 32
RN 167 52 17,22 250 82,78 0 0,00 302
MA 217 82 16,57 413 83,43 0 0,00 495
AM 62 17 15,89 90 84,11 0 0,00 107
PB 223 95 15,52 517 84,48 0 0,00 612
TO 139 62 15,35 341 84,41 1 0,25 404
MT 139 33 12,50 231 87,50 0 0,00 264
PA 143 13 12,26 92 86,79 1 0,94 106
GO 246 45 12,26 322 87,74 0 0,00 367
PI 222 61 12,08 444 87,92 0 0,00 505
RR 15 3 12,00 22 88,00 0 0,00 25
BA 417 129 11,90 954 88,01 1 0,09 1.084
RO 52 10 11,76 75 88,24 0 0,00 85
MG 853 167 11,03 1.347 88,97 0 0,00 1.514
PR 399 72 10,84 592 89,16 0 0,00 664
PE 185 44 10,78 364 89,22 0 0,00 408
CE 184 19 10,33 165 89,67 0 0,00 184
RS 497 23 10,27 201 89,73 0 0,00 224
SC 293 61 10,18 538 89,82 0 0,00 599
MS 77 10 9,80 92 90,20 0 0,00 102
SP 645 89 8,61 945 91,39 0 0,00 1.034
ES 78 9 6,98 120 93,02 0 0,00 129
AP 16 1 5,88 16 94,12 0 0,00 17
RJ 92 4 3,60 107 96,40 0 0,00 111
Total 5.560 1.164 12,06 8.482 87,91 3 0,03 9.649

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

48 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PGT - PARTIDO GERAL DOS TRABALHADORES
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
PE 185 2 22,22 7 77,78 0 0,00 9
SP 645 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
BA 417 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
GO 246 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
MS 77 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PR 399 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 3 11,11 24 88,89 0 0,00 27

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 49


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PHS - PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
PE 185 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
SP 645 3 17,65 14 82,35 0 0,00 17
BA 417 2 14,29 12 85,71 0 0,00 14
MG 853 5 10,87 41 89,13 0 0,00 46
CE 184 1 5,00 19 95,00 0 0,00 20
AC 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
AL 102 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
AP 16 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
AM 62 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
ES 78 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
MA 217 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
MS 77 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PR 399 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
PI 222 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RJ 92 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RS 497 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
SE 75 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 12 9 119 91 0 0 131

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

50 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PL - PARTIDO LIBERAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
PE 185 9 20,45 34 77,27 1 2,27 44
AL 102 6 20,00 24 80,00 0 0,00 30
TO 139 9 17,31 43 82,69 0 0,00 52
AM 62 11 16,67 55 83,33 0 0,00 66
RN 167 15 15,15 84 84,85 0 0,00 99
PI 222 8 14,81 46 85,19 0 0,00 54
PA 143 12 14,63 70 85,37 0 0,00 82
MA 217 11 13,58 70 86,42 0 0,00 81
PR 399 7 12,96 47 87,04 0 0,00 54
RJ 92 7 12,73 48 87,27 0 0,00 55
CE 184 8 12,12 58 87,88 0 0,00 66
BA 417 86 11,78 644 88,22 0 0,00 730
GO 246 15 11,45 116 88,55 0 0,00 131
AP 16 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
PB 223 9 10,11 80 89,89 0 0,00 89
RO 52 3 10,00 26 86,67 1 3,33 30
MG 853 61 9,53 579 90,47 0 0,00 640
MT 139 3 9,38 29 90,63 0 0,00 32
SP 645 33 8,55 353 91,45 0 0,00 386
SE 75 3 8,11 34 91,89 0 0,00 37
ES 78 2 4,35 44 95,65 0 0,00 46
MS 77 1 4,00 24 96,00 0 0,00 25
RS 497 1 3,33 29 96,67 0 0,00 30
RR 15 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
SC 293 0 0,00 18 100,00 0 0,00 18
Total 5.560 322 11,14 2.566 88,79 2 0,07 2.890

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 51


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PMDB - PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
TO 139 36 16,44 183 83,56 0 0,00 219
PA 143 40 15,75 214 84,25 0 0,00 254
GO 246 92 15,65 496 84,35 0 0,00 588
AP 16 2 15,38 11 84,62 0 0,00 13
MS 77 25 15,24 139 84,76 0 0,00 164
RN 167 79 15,22 440 84,78 0 0,00 519
PI 222 64 15,17 357 84,60 1 0,24 422
SE 75 18 14,75 104 85,25 0 0,00 122
RR 15 2 14,29 12 85,71 0 0,00 14
MT 139 34 14,17 206 85,83 0 0,00 240
BA 417 59 13,32 383 86,46 1 0,23 443
PB 223 107 12,94 720 87,06 0 0,00 827
MA 217 44 12,83 299 87,17 0 0,00 343
RO 52 11 12,79 75 87,21 0 0,00 86
MG 853 198 10,99 1.603 88,96 1 0,06 1.802
PR 399 69 10,82 568 89,03 1 0,16 638
CE 184 24 10,81 198 89,19 0 0,00 222
PE 185 38 10,76 315 89,24 0 0,00 353
RS 497 144 10,60 1.215 89,40 0 0,00 1.359
AC 22 4 9,76 37 90,24 0 0,00 41
SP 645 119 9,75 1.102 90,25 0 0,00 1.221
AM 62 7 9,33 68 90,67 0 0,00 75
SC 293 88 9,31 857 90,69 0 0,00 945
AL 102 11 9,17 109 90,83 0 0,00 120
ES 78 10 5,65 167 94,35 0 0,00 177
RJ 92 8 4,82 158 95,18 0 0,00 166
Total 5.560 1.333 11,72 10.036 88,24 4 0,04 11.373

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

52 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PMN - PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
TO 139 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
AC 22 4 28,57 10 71,43 0 0,00 14
PR 399 2 25,00 6 75,00 0 0,00 8
RN 167 2 22,22 7 77,78 0 0,00 9
AM 62 2 20,00 8 80,00 0 0,00 10
PB 223 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
AL 102 2 16,67 10 83,33 0 0,00 12
CE 184 3 15,79 16 84,21 0 0,00 19
MA 217 5 13,89 31 86,11 0 0,00 36
SP 645 5 13,89 31 86,11 0 0,00 36
PI 222 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
ES 78 2 8,70 21 91,30 0 0,00 23
MG 853 8 6,96 107 93,04 0 0,00 115
PA 143 1 5,88 16 94,12 0 0,00 17
BA 417 1 4,76 20 95,24 0 0,00 21
MT 139 1 4,00 23 92,00 1 4,00 25
GO 246 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
MS 77 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
PE 185 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
RJ 92 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
RO 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
SC 293 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 41 10,59 345 89,15 1 0,26 387

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 53


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PPB - PARTIDO PROGRESSISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AP 16 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
SE 75 12 23,08 40 76,92 0 0,00 52
MA 217 25 20,49 97 79,51 0 0,00 122
MS 77 6 19,35 25 80,65 0 0,00 31
CE 184 35 19,13 148 80,87 0 0,00 183
AL 102 11 16,18 57 83,82 0 0,00 68
TO 139 47 15,93 248 84,07 0 0,00 295
RN 167 54 14,84 310 85,16 0 0,00 364
PI 222 35 12,77 239 87,23 0 0,00 274
PB 223 21 12,65 145 87,35 0 0,00 166
MT 139 7 12,50 49 87,50 0 0,00 56
GO 246 38 12,42 268 87,58 0 0,00 306
RS 497 172 11,87 1.276 88,06 1 0,07 1.449
RO 52 7 11,67 53 88,33 0 0,00 60
SC 293 90 11,24 711 88,76 0 0,00 801
BA 417 57 11,18 452 88,63 1 0,20 510
PA 143 16 10,67 134 89,33 0 0,00 150
RR 15 2 10,53 17 89,47 0 0,00 19
ES 78 7 10,00 63 90,00 0 0,00 70
MG 853 65 9,77 600 90,23 0 0,00 665
SP 645 68 9,76 629 90,24 0 0,00 697
PR 399 39 9,35 378 90,65 0 0,00 417
AC 22 2 8,00 23 92,00 0 0,00 25
PE 185 10 7,58 122 92,42 0 0,00 132
AM 62 2 6,90 27 93,10 0 0,00 29
RJ 92 8 6,56 114 93,44 0 0,00 122
Total 5.560 837 11,85 6.225 88,12 2 0,03 7.064

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

54 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PPS - PARTIDO POPULAR SOCIALISTA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
RR 15 2 33,33 4 66,67 0 0,00 6
SE 75 18 19,57 74 80,43 0 0,00 92
PA 143 7 17,95 32 82,05 0 0,00 39
MA 217 8 17,02 39 82,98 0 0,00 47
RN 167 9 16,98 44 83,02 0 0,00 53
MS 77 5 15,63 27 84,38 0 0,00 32
SC 293 7 15,56 38 84,44 0 0,00 45
MT 139 25 14,62 146 85,38 0 0,00 171
GO 246 17 14,17 103 85,83 0 0,00 120
PI 222 18 13,85 111 85,38 1 0,77 130
CE 184 36 11,96 265 88,04 0 0,00 301
PR 399 24 10,96 195 89,04 0 0,00 219
SP 645 52 9,35 504 90,65 0 0,00 556
AL 102 4 8,89 41 91,11 0 0,00 45
MG 853 29 8,22 324 91,78 0 0,00 353
ES 78 5 8,20 56 91,80 0 0,00 61
PE 185 10 7,63 121 92,37 0 0,00 131
TO 139 2 6,90 27 93,10 0 0,00 29
PB 223 3 6,52 43 93,48 0 0,00 46
RJ 92 1 3,45 28 96,55 0 0,00 29
AC 22 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
AM 62 0 0,00 15 100,00 0 0,00 15
BA 417 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
RS 497 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
RO 52 0 0,00 16 100,00 0 0,00 16
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 282 11,00 2.281 88,96 1 0,04 2.564

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 55


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PRN - PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AL 102 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
MA 217 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
AM 62 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
BA 417 3 10,71 25 89,29 0 0,00 28
AC 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
MG 853 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
PA 143 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
PB 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PR 399 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
PE 185 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RJ 92 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RO 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RR 15 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
SP 645 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
SE 75 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
TO 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 6 9,84 55 90,16 0 0,00 61

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

56 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PRONA - PARTIDO DA REEDIFICAÇÃO DA ORDEM NACIONAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
BA 417 2 66,67 1 33,33 0 0,00 3
SP 645 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
RJ 92 2 11,76 15 88,24 0 0,00 17
AL 102 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
MG 853 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PA 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
SE 75 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 5 16,67 25 83,33 0 0,00 30

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 57


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PRP - PARTIDO REPUBLICANO PROGRESSISTA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
PA 143 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
MA 217 15 23,08 50 76,92 0 0,00 65
PB 223 5 21,74 18 78,26 0 0,00 23
PE 185 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
PR 399 10 11,36 78 88,64 0 0,00 88
BA 417 4 10,00 36 90,00 0 0,00 40
AL 102 1 5,26 18 94,74 0 0,00 19
SP 645 4 5,26 72 94,74 0 0,00 76
AM 62 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
ES 78 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
GO 246 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
MS 77 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
MG 853 0 0,00 27 100,00 0 0,00 27
PI 222 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RJ 92 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
RR 15 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
SE 75 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
TO 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 41 11,17 326 88,83 0 0,00 367

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

58 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PRTB - PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
PI 222 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
BA 417 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
AL 102 7 14,58 41 85,42 0 0,00 48
MA 217 4 14,29 24 85,71 0 0,00 28
MG 853 2 11,76 15 88,24 0 0,00 17
PE 185 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
SP 645 1 5,56 17 94,44 0 0,00 18
AM 62 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
CE 184 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
GO 246 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
MT 139 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
PA 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PR 399 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
RJ 92 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
RO 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 19 11,45 147 88,55 0 0,00 166

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 59


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSB - PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
RR 15 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
AP 16 7 22,58 24 77,42 0 0,00 31
MA 217 12 17,65 56 82,35 0 0,00 68
RN 167 19 17,59 89 82,41 0 0,00 108
PA 143 12 16,22 62 83,78 0 0,00 74
AL 102 16 14,04 98 85,96 0 0,00 114
PE 185 25 13,23 163 86,24 1 0,53 189
SE 75 5 13,16 33 86,84 0 0,00 38
BA 417 8 13,11 53 86,89 0 0,00 61
AM 62 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
PR 399 14 12,28 100 87,72 0 0,00 114
RJ 92 10 11,76 75 88,24 0 0,00 85
MT 139 6 10,53 51 89,47 0 0,00 57
MG 853 25 9,88 228 90,12 0 0,00 253
PI 222 2 9,09 20 90,91 0 0,00 22
RS 497 7 8,43 76 91,57 0 0,00 83
MS 77 1 7,69 12 92,31 0 0,00 13
PB 223 2 7,41 25 92,59 0 0,00 27
CE 184 3 7,14 39 92,86 0 0,00 42
SP 645 14 6,22 211 93,78 0 0,00 225
RO 52 1 4,35 22 95,65 0 0,00 23
ES 78 3 4,29 67 95,71 0 0,00 70
AC 22 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
GO 246 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
SC 293 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 194 11,27 1.527 88,68 1 0,06 1.722

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

60 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSC - PARTIDO SOCIAL CRISTÃO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
SC 293 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
SE 75 2 13,33 13 86,67 0 0,00 15
PE 185 2 12,50 14 87,50 0 0,00 16
MA 217 8 12,31 57 87,69 0 0,00 65
MG 853 14 11,57 107 88,43 0 0,00 121
SP 645 4 10,00 36 90,00 0 0,00 40
BA 417 17 9,09 170 90,91 0 0,00 187
GO 246 5 8,47 54 91,53 0 0,00 59
AL 102 1 7,14 13 92,86 0 0,00 14
AM 62 1 5,88 16 94,12 0 0,00 17
PA 143 1 5,56 17 94,44 0 0,00 18
PR 399 3 4,05 71 95,95 0 0,00 74
CE 184 1 3,70 26 96,30 0 0,00 27
RJ 92 1 3,03 32 96,97 0 0,00 33
ES 78 0 0,00 15 100,00 0 0,00 15
MT 139 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
PB 223 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
PI 222 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
RN 167 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
RO 52 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
RR 15 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
TO 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 61 8,31 673 91,69 0 0,00 734

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 61


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSD - PARTIDO SOCIAL DEMOCRÁTICO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AP 16 2 25,00 6 75,00 0 0,00 8
SE 75 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
BA 417 11 18,03 50 81,97 0 0,00 61
PR 399 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
CE 184 51 15,09 287 84,91 0 0,00 338
MS 77 2 14,29 12 85,71 0 0,00 14
PA 143 8 14,04 49 85,96 0 0,00 57
AL 102 5 12,20 36 87,80 0 0,00 41
MA 217 31 11,79 232 88,21 0 0,00 263
GO 246 14 10,07 125 89,93 0 0,00 139
MG 853 28 9,59 264 90,41 0 0,00 292
RJ 92 2 8,70 21 91,30 0 0,00 23
SP 645 13 7,56 159 92,44 0 0,00 172
PE 185 1 4,35 22 95,65 0 0,00 23
AM 62 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
ES 78 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
MT 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
PB 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RN 167 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
RO 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RR 15 0 0,00 2 0,00 0 0,00 2
SC 293 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
TO 139 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 170 11,58 1.298 88,42 0 0,00 1.468

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

62 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSDB - PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
PB 223 54 19,71 220 80,29 0 0,00 274
AM 62 18 18,56 79 81,44 0 0,00 97
SE 75 34 17,71 158 82,29 0 0,00 192
RO 52 7 15,91 37 84,09 0 0,00 44
MT 139 56 14,85 321 85,15 0 0,00 377
TO 139 20 14,49 118 85,51 0 0,00 138
PA 143 41 13,90 253 85,76 1 0,34 295
RN 167 14 13,86 87 86,14 0 0,00 101
AP 16 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
MA 217 31 13,48 198 86,09 1 0,43 230
MS 77 19 13,19 125 86,81 0 0,00 144
SP 645 177 12,04 1.293 87,96 0 0,00 1.470
CE 184 93 12,00 682 88,00 0 0,00 775
RR 15 2 11,76 15 88,24 0 0,00 17
GO 246 54 11,07 434 88,93 0 0,00 488
PI 222 45 10,74 374 89,26 0 0,00 419
MG 853 141 10,63 1.184 89,29 1 0,08 1.326
BA 417 31 10,51 264 89,49 0 0,00 295
AL 102 17 10,37 147 89,63 0 0,00 164
PR 399 71 10,20 625 89,80 0 0,00 696
PE 185 25 10,08 223 89,92 0 0,00 248
RS 497 18 10,06 161 89,94 0 0,00 179
AC 22 2 8,33 22 91,67 0 0,00 24
SC 293 15 7,39 188 92,61 0 0,00 203
ES 78 12 7,23 154 92,77 0 0,00 166
RJ 92 9 6,72 125 93,28 0 0,00 134
Total 5.560 1.009 11,85 7.506 88,12 3 0,04 8.518

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 63


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSDC - PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
CE 184 2 25,00 6 75,00 0 0,00 8
BA 417 4 14,81 23 85,19 0 0,00 27
PR 399 2 14,29 12 85,71 0 0,00 14
GO 246 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
MA 217 2 10,53 17 89,47 0 0,00 19
AM 62 2 8,70 21 91,30 0 0,00 23
MG 853 1 4,35 22 95,65 0 0,00 23
SP 645 1 4,17 23 95,83 0 0,00 24
PE 185 2 4,08 47 95,92 0 0,00 49
AL 102 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
MT 139 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
PA 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PB 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RJ 92 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
RN 167 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
RO 52 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 19 7,79 225 92,21 0 0,00 244

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

64 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSL - PARTIDO SOCIAL LIBERAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
SE 75 3 37,50 5 62,50 0 0,00 8
AP 16 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
RO 52 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
AM 62 3 23,08 10 76,92 0 0,00 13
PI 222 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
BA 417 17 13,49 109 86,51 0 0,00 126
RJ 92 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
PR 399 6 7,50 74 92,50 0 0,00 80
RR 15 1 7,14 13 92,86 0 0,00 14
PB 223 1 5,88 16 94,12 0 0,00 17
PE 185 4 5,63 67 94,37 0 0,00 71
AL 102 1 4,00 24 96,00 0 0,00 25
MG 853 1 3,70 26 96,30 0 0,00 27
SP 645 1 2,78 35 97,22 0 0,00 36
CE 184 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
GO 246 0 0,00 18 100,00 0 0,00 18
MA 217 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
PA 143 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
SC 293 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 43 8,81 445 91,19 0 0,00 488

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 65


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PST - PARTIDO SOCIAL TRABALHISTA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
TO 139 5 50,00 5 50,00 0 0,00 10
BA 417 9 28,13 23 71,88 0 0,00 32
ES 78 2 25,00 6 75,00 0 0,00 8
PR 399 6 18,18 27 81,82 0 0,00 33
MA 217 5 17,86 23 82,14 0 0,00 28
AM 62 5 16,67 25 83,33 0 0,00 30
GO 246 7 16,67 35 83,33 0 0,00 42
MG 853 3 12,50 21 87,50 0 0,00 24
PA 143 2 10,53 17 89,47 0 0,00 19
PB 223 2 10,53 17 89,47 0 0,00 19
CE 184 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
RR 15 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
SP 645 5 7,35 63 92,65 0 0,00 68
AL 102 1 4,76 20 95,24 0 0,00 21
AC 22 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
MS 77 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
MT 139 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
PE 185 0 0,00 21 100,00 0 0,00 21
PI 222 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
RJ 92 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
RS 497 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
SE 75 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 54 13,27 353 86,73 0 0,00 407

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

66 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PSTU - PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADOS
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
CE 184 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
GO 246 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
MG 853 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 67


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PT DO B - PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
SP 645 5 50,00 5 50,00 0 0,00 10
AP 16 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
AL 102 2 22,22 7 77,78 0 0,00 9
MA 217 3 15,79 16 84,21 0 0,00 19
BA 417 8 11,11 64 88,89 0 0,00 72
RJ 92 1 3,33 29 96,67 0 0,00 30
AC 22 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
AM 62 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
CE 184 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
ES 78 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
GO 246 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
MG 853 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
PA 143 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
PR 399 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
PE 185 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
RS 497 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
RO 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RR 15 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
SC 293 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 20 11,36 156 88,64 0 0,00 176

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

68 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PT - PARTIDO DOS TRABALHADORES
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
MT 139 9 21,43 33 78,57 0 0,00 42
RJ 92 8 19,05 34 80,95 0 0,00 42
SP 645 75 17,44 355 82,56 0 0,00 430
AC 22 8 17,39 38 82,61 0 0,00 46
TO 139 4 17,39 19 82,61 0 0,00 23
ES 78 6 17,14 29 82,86 0 0,00 35
PA 143 15 16,67 75 83,33 0 0,00 90
MS 77 13 15,29 72 84,71 0 0,00 85
PB 223 8 15,09 45 84,91 0 0,00 53
GO 246 7 14,89 40 85,11 0 0,00 47
RS 497 66 14,47 390 85,53 0 0,00 456
MG 853 60 14,08 366 85,92 0 0,00 426
AL 102 2 13,33 13 86,67 0 0,00 15
SC 293 19 11,59 145 88,41 0 0,00 164
RO 52 6 11,32 47 88,68 0 0,00 53
AP 16 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
SE 75 2 11,11 16 88,89 0 0,00 18
PR 399 16 10,81 132 89,19 0 0,00 148
BA 417 12 10,62 101 89,38 0 0,00 113
AM 62 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
PI 222 2 9,09 20 90,91 0 0,00 22
RN 167 1 7,69 12 92,31 0 0,00 13
CE 184 4 6,35 59 93,65 0 0,00 63
PE 185 3 6,25 45 93,75 0 0,00 48
MA 217 2 6,06 31 93,94 0 0,00 33
RR 15 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Total 5.560 350 14,08 2.135 85,92 0 0,00 2.485

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 69


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PTB - PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AP 16 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
PB 223 23 18,70 100 81,30 0 0,00 123
CE 184 25 17,48 118 82,52 0 0,00 143
MT 139 18 16,98 88 83,02 0 0,00 106
PA 143 31 14,55 182 85,45 0 0,00 213
AM 62 9 14,29 54 85,71 0 0,00 63
MA 217 34 13,88 211 86,12 0 0,00 245
PE 185 6 13,64 38 86,36 0 0,00 44
RN 167 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
BA 417 93 12,79 633 87,07 1 0,14 727
MS 77 7 12,73 48 87,27 0 0,00 55
AL 102 6 12,00 44 88,00 0 0,00 50
SE 75 4 11,43 31 88,57 0 0,00 35
SP 645 96 11,07 771 88,93 0 0,00 867
PI 222 17 10,83 140 89,17 0 0,00 157
MG 853 92 10,70 768 89,30 0 0,00 860
TO 139 8 10,67 67 89,33 0 0,00 75
PR 399 47 10,35 407 89,65 0 0,00 454
GO 246 6 9,84 55 90,16 0 0,00 61
RS 497 38 9,74 352 90,26 0 0,00 390
ES 78 8 8,99 81 91,01 0 0,00 89
SC 293 4 8,00 46 92,00 0 0,00 50
RR 15 1 7,69 12 92,31 0 0,00 13
RO 52 2 4,00 48 96,00 0 0,00 50
RJ 92 3 3,33 87 96,67 0 0,00 90
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 583 11,69 4.405 88,29 1 0,02 4.989

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

70 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PTN - PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AM 62 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
BA 417 2 33,33 4 66,67 0 0,00 6
MG 853 3 13,04 20 86,96 0 0,00 23
SP 645 1 5,88 16 94,12 0 0,00 17
AL 102 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
CE 184 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0
ES 78 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
GO 246 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
MA 217 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
PA 143 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
PB 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PR 399 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PE 185 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
RN 167 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
RR 15 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
SE 75 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 7 8,54 75 91,46 0 0,00 82

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 71


Sumário

ELEIT@S 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


PV - PARTIDO VERDE
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
PI 222 2 66,67 1 33,33 0 0,00 3
AP 16 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
CE 184 2 18,18 9 81,82 0 0,00 11
BA 417 2 14,29 12 85,71 0 0,00 14
SP 645 18 13,04 120 86,96 0 0,00 138
PB 223 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
MA 217 1 9,09 10 90,91 0 0,00 11
PE 185 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
MG 853 1 3,23 30 96,77 0 0,00 31
RJ 92 1 2,56 38 97,44 0 0,00 39
AL 102 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
AM 62 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
ES 78 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
GO 246 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
MT 139 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
MS 77 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
PA 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PR 399 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
RS 497 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
RO 52 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
SC 293 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
SE 75 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 30 9,52 285 90,48 0 0,00 315

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 24/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

72 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


DESEMPENHO ELEITORAL DOS PARTIDOS POR SEXO
Partidos Mulheres Homens Total Total
%
Políticos Candidatas Eleitas % Candidatos Eleitos % Candidat@s Eleit@s
PFL 8.061 1.164 14,44 34.696 8.482 24,45 42.757 9.646 22,56
PMDB 9.406 1.333 14,17 40.323 10.036 24,89 49.729 11.369 22,86
PSDB 7.299 1.009 13,82 31.469 7.506 23,85 38.768 8.515 21,96
PPB 6.264 837 13,36 27.287 6.225 22,81 33.551 7.062 21,05
PTB 5.606 583 10,40 24.288 4.405 18,14 29.894 4.988 16,69
PL 3.657 322 8,81 16.321 2.566 15,72 19.978 2.888 14,46
PDT 4.555 374 8,21 19.642 3.390 17,26 24.197 3.764 15,56
PSD 2.161 170 7,87 8.719 1.298 14,89 10.880 1.468 13,49
PPS 3.805 282 7,41 15.977 2.281 14,28 19.782 2.563 12,96
PT 5.105 350 6,86 20.202 2.135 10,57 25.307 2.485 9,82
PSB 2.975 194 6,52 12.449 1.527 12,27 15.424 1.721 11,16
PST 1.039 54 5,20 4.015 353 8,79 5.054 407 8,05
PC do B 414 20 4,83 1.651 129 7,81 2.065 149 7,22
PRP 902 41 4,55 3.717 326 8,77 4.619 367 7,95
PSL 1.024 43 4,20 4.342 445 10,25 5.366 488 9,09
PMN 1.005 41 4,08 3.969 345 8,69 4.974 386 7,76
PSC 1.605 61 3,80 6.972 673 9,65 8.577 734 8,56
PRTB 557 19 3,41 2.211 147 6,65 2.768 166 6,00
PT do B 655 20 3,05 2.460 156 6,34 3.115 176 5,65
PSDC 735 19 2,59 3.005 225 7,49 3.740 244 6,52
PRN 237 6 2,53 935 55 5,88 1.172 61 5,20
PV 1.296 30 2,31 4.645 285 6,14 5.941 315 5,30
PHS 561 12 2,14 2.275 119 5,23 2.836 131 4,62
PRONA 282 5 1,77 989 25 2,53 1.271 30 2,36
PTN 398 7 1,76 1.633 75 4,59 2.031 82 4,04
PGT 302 3 0,99 1.209 24 1,99 1.511 27 1,79
PAN 297 2 0,67 1.086 29 2,67 1.383 31 2,24
PSTU 76 0 0,00 238 3 1,26 314 3 0,96
PCB 32 0 0,00 139 1 0,72 171 1 0,58
PCO 10 0 0,00 38 0 0,00 48 0 -
Sexo não
- - - - - - 121 20 16,53
informado
Total 70.321 7.001 9,96 296.902 53.266 17,94 367.344 60.287 16,41

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000 e 24/10/2000

Obs. 121 candidaturas sem informação do sexo


Obs. 20 nomes eleitos sem informação do sexo

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 73


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


DESEMPENHO ELEITORAL DAS UFs POR SEXO
Mulheres
UF Municípios
Candidatas Eleitas %
PI 222 1.199 268 22,35
PB 223 1.599 352 22,01
RN 167 1.216 254 20,89
CE 184 1.982 319 16,09
TO 139 1.228 197 16,04
SE 75 943 137 14,53
MT 139 1.440 196 13,61
BA 417 4.427 571 12,90
AL 102 1.072 131 12,22
RS 497 4.646 546 11,75
MA 217 2.926 340 11,62
SC 293 2.520 292 11,59
AP 16 288 33 11,46
GO 246 2.698 306 11,34
AC 22 266 30 11,28
PR 399 4.357 410 9,41
MG 853 10.793 958 8,88
PE 185 2.257 197 8,73
MS 77 1.192 102 8,56
PA 143 2.713 211 7,78
AM 62 1.098 82 7,47
RO 52 738 55 7,45
RR 15 239 17 7,11
SP 645 13.315 825 6,20
ES 78 1.372 78 5,69
RJ 92 3.797 94 2,48
Sexo não informado - - -
Total 5.560 70.321 7.001 9,96

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000 e 24/10/2000

Obs. 121 candidaturas sem informação do sexo


Obs. 20 nomes eleitos sem informação do sexo

74 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 2000 - CÂMARA DE VEREADORES
DESEMPENHO ELEITORAL DAS UFs POR SEXO
Homens Total Total
UF %
Candidatos Eleitos % Candidat@s Eleit@s
PI 5.777 1.851 32,04 6.976 2.119 30,38
PB 7.170 2.145 29,92 8.769 2.497 28,48
RN 5.056 1.394 27,57 6.272 1.648 26,28
CE 9.012 2.185 24,25 10.994 2.504 22,78
TO 4.197 1.071 25,52 5.425 1.268 23,37
SE 3.721 669 17,98 4.664 806 17,28
MT 5.899 1.219 20,66 7.339 1.415 19,28
BA 20.967 4.128 19,69 25.394 4.699 18,50
AL 4.447 885 19,90 5.519 1.016 18,41
RS 20.222 4.577 22,63 24.868 5.123 20,60
MA 10.886 2.006 18,43 13.812 2.346 16,99
SC 11.232 2.701 24,05 13.752 2.993 21,76
AP 1.056 127 12,03 1.344 160 11,90
GO 11.424 2.160 18,91 14.122 2.466 17,46
AC 954 179 18,76 1.220 209 17,13
PR 20.096 3.596 17,89 24.453 4.006 16,38
MG 48.269 8.133 16,85 59.062 9.091 15,39
PE 10.257 1.781 17,36 12.514 1.978 15,81
MS 4.278 685 16,01 5.470 787 14,39
PA 10.415 1.334 12,81 13.128 1.545 11,77
AM 4.495 548 12,19 5.593 630 11,26
RO 3.271 471 14,40 4.009 526 13,12
RR 959 142 14,81 1.198 159 13,27
SP 53.037 7.178 13,53 66.352 8.003 12,06
ES 6.218 916 14,73 7.590 994 13,10
RJ 13.587 1.185 8,72 17.384 1.279 7,36
Sexo não informado - - - 121 20 16,53
Total 296.902 53.266 17,94 367.223 60.267 16,41

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 75


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens Sexo não informado
Total
Políticos Quant. % Quant. % Quant. %
PCB 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
PCdoB 5 17,86 23 82,14 0 0,00 28
PCO 2 16,67 10 83,33 0 0,00 12
PSTU 8 16,67 40 83,33 0 0,00 48
PSDC 9 13,43 58 86,57 0 0,00 67
PRP 10 12,82 68 87,18 0 0,00 78
PSC 21 12,35 149 87,65 0 0,00 170
PT 161 12,23 1.155 87,77 0 0,00 1.316
PTdoB 5 10,42 43 89,58 0 0,00 48
PV 12 8,82 124 91,18 0 0,00 136
PSD 27 8,79 280 91,21 0 0,00 307
PSB 42 8,71 440 91,29 0 0,00 482
PPS 53 8,39 579 91,61 0 0,00 632
PTB 83 7,72 992 92,28 0 0,00 1.075
PHS 4 7,55 49 92,45 0 0,00 53
PFL 171 7,44 2.127 92,52 1 0,04 2.299
PSDB 148 7,12 1.931 92,84 1 0,05 2.080
PMDB 195 6,86 2.647 93,14 0 0,00 2.842
PMN 5 6,25 75 93,75 0 0,00 80
PL 36 5,95 569 94,05 0 0,00 605
PPB 81 5,74 1.328 94,18 1 0,07 1.410
PRTB 3 5,66 50 94,34 0 0,00 53
PDT 49 5,43 853 94,46 1 0,11 903
PSL 5 5,00 95 95,00 0 0,00 100
PAN 1 4,00 24 96,00 0 0,00 25
PST 2 2,56 76 97,44 0 0,00 78
PGT 0 0,00 14 100,00 0 0,00 14
PRN 0 0,00 32 100,00 0 0,00 32
PRONA 0 0,00 15 100,00 0 0,00 15
PTN 0 0,00 24 100,00 0 0,00 24
Total 1.139 7,59 13.873 92,39 4 0,03 15.016

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000

76 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens Sexo não informado
Total
Políticos Quant. % Quant. % Quant. %
PC do B 1 100,00 0 - 0 - 1
PRP 3 18,75 13 81,25 0 0,00 16
PT do B 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
PSB 13 9,77 120 90,23 0 0,00 133
PSC 3 9,09 30 90,91 0 0,00 33
PSD 10 9,01 101 90,99 0 0,00 111
PV 1 7,69 12 92,31 0 0,00 13
PFL 75 7,30 953 92,70 0 0,00 1.028
PPS 11 6,63 155 93,37 0 0,00 166
PTB 25 6,28 373 93,72 0 0,00 398
PST 1 6,25 15 93,75 0 0,00 16
PSDB 58 5,86 931 94,04 1 0,10 990
PPB 32 5,18 586 94,82 0 0,00 618
PT 9 4,81 178 95,19 0 0,00 187
PMDB 59 4,69 1.198 95,31 0 0,00 1.257
PL 9 3,85 225 96,15 0 0,00 234
PDT 6 2,08 282 97,92 0 0,00 288
PAN 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
PHS 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
PMN 0 0,00 14 100,00 0 0,00 14
PRN 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
PRTB 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
PSDC 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
PSL 0 0,00 26 100,00 0 0,00 26
PTN 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
PCB 0 - 0 - 0 - 0
PCO 0 - 0 - 0 - 0
PGT 0 - 0 - 0 - 0
PRONA 0 - 0 - 0 - 0
PSTU 0 - 0 - 0 - 0
Total 317 5,70 5.241 94,28 1 0,02 5.559

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 77


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


CANDIDAT@S POR UF/SEXO
Sexo não
Municípios Mulheres Homens
UF informado Total
2000 Quant. % Quant. % Quant. %
CE 184 58 12,66 400 87,34 0 0,00 458
AL 102 36 12,33 256 87,67 0 0,00 292
MA 217 73 12,13 529 87,87 0 0,00 602
RO 52 21 12,00 154 88,00 0 0,00 175
RR 15 4 10,81 33 89,19 0 0,00 37
AP 16 7 10,77 58 89,23 0 0,00 65
RN 167 44 10,71 366 89,05 1 0,24 411
PI 222 53 10,13 470 89,87 0 0,00 523
PB 223 51 10,10 454 89,90 0 0,00 505
GO 246 65 9,82 597 90,18 0 0,00 662
TO 139 33 9,62 310 90,38 0 0,00 343
AC 22 5 9,43 48 90,57 0 0,00 53
MS 77 21 9,42 202 90,58 0 0,00 223
PA 143 43 9,41 413 90,37 1 0,22 457
RJ 92 31 9,39 299 90,61 0 0,00 330
BA 417 97 8,60 1.031 91,40 0 0,00 1.128
SP 645 137 7,01 1.816 92,99 0 0,00 1.953
SE 75 13 6,44 189 93,56 0 0,00 202
PE 185 31 6,35 457 93,65 0 0,00 488
MT 139 21 5,90 335 94,10 0 0,00 356
MG 853 128 5,73 2.103 94,22 1 0,04 2.232
SC 293 40 5,38 703 94,62 0 0,00 743
PR 399 53 5,28 950 94,72 0 0,00 1.003
RS 497 58 4,36 1.272 95,64 0 0,00 1.330
ES 78 10 4,35 219 95,22 1 0,43 230
AM 62 6 2,79 209 97,21 0 0,00 215
Total 5.560 1.139 7,59 13.873 92,39 4 0,03 15.016

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

78 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


ELEIT@S POR UF/SEXO
Municípios Mulheres Homens Sexo não informado
UF Total
2000 Quant. % Quant. % Quant. %
RR 15 3 20,00 12 80,00 0 0,00 15
AL 102 13 12,75 89 87,25 0 0,00 102
CE 184 22 11,96 162 88,04 0 0,00 184
PI 222 22 9,91 200 90,09 0 0,00 222
MA 217 19 8,76 198 91,24 0 0,00 217
TO 139 12 8,63 127 91,37 0 0,00 139
GO 246 20 8,13 226 91,87 0 0,00 246
SE 75 6 8,00 69 92,00 0 0,00 75
PA 143 11 7,69 132 92,31 0 0,00 143
RO 52 4 7,69 48 92,31 0 0,00 52
PB 223 17 7,62 206 92,38 0 0,00 223
PE 185 14 7,61 170 92,39 0 0,00 184
RN 167 11 6,59 156 93,41 0 0,00 167
MS 77 5 6,49 72 93,51 0 0,00 77
AP 16 1 6,25 15 93,75 0 0,00 16
BA 417 25 6,00 392 94,00 0 0,00 417
MT 139 7 5,04 132 94,96 0 0,00 139
MG 853 41 4,81 812 95,19 0 0,00 853
AC 22 1 4,55 21 95,45 0 0,00 22
PR 399 18 4,51 381 95,49 0 0,00 399
RJ 92 4 4,35 88 95,65 0 0,00 92
SP 645 24 3,72 621 96,28 0 0,00 645
AM 62 2 3,23 60 96,77 0 0,00 62
RS 497 9 1,81 488 98,19 0 0,00 497
SC 293 5 1,71 288 98,29 0 0,00 293
ES 78 1 1,28 76 97,44 1 1,28 78
Total 5.560 317 5,70 5.241 94,28 1 0,02 5.559

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 79


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PAN - PARTIDO DOS APOSENTADOS DA NAÇÃO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Minas Gerais 853 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Amazonas 62 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Bahia 417 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Ceará 184 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Espírito Santo 78 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Pará 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Paraná 399 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Pernambuco 185 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio de Janeiro 92 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
São Paulo 645 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Alagoas 102 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Goiás 246 0 - 0 - 0 - 0
Maranhão 217 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 1 4,00 24 96,00 0 0,00 25

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

80 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PC DO B - PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Alagoas 102 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
Pernambuco 185 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
Rio Grande do Sul 497 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
Ceará 184 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
São Paulo 645 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Acre 22 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amapá 16 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amazonas 62 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Bahia 417 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Goiás 246 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Mato Grosso 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Minas Gerais 853 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Piauí 222 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rondônia 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Maranhão 217 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Paraná 399 0 - 0 - 0 - 0
Rio de Janeiro 92 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 5 17,86 23 82,14 0 0,00 28

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 81


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PCB - PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
São Paulo 645 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
Rio de Janeiro 92 0 - 2 100,00 0 0,00 2
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Alagoas 102 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Amazonas 62 0 - 0 - 0 - 0
Bahia 417 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Goiás 246 0 - 0 - 0 - 0
Maranhão 217 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Minas Gerais 853 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Paraná 399 0 - 0 - 0 - 0
Pernambuco 185 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

82 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PCO - PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Paraíba 223 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
São Paulo 645 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
Bahia 417 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Espírito Santo 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Minas Gerais 853 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio de Janeiro 92 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Roraima 15 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Alagoas 102 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Amazonas 62 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Goiás 246 0 - 0 - 0 - 0
Maranhão 217 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Paraná 399 0 - 0 - 0 - 0
Pernambuco 185 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 2 16,67 10 83,33 0 0,00 12

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 83


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PDT - PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Alagoas 102 4 18,18 18 81,82 0 0,00 22
Ceará 184 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
Pará 143 4 11,76 29 85,29 1 2,94 34
Mato Grosso 139 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
Sergipe 75 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
Amazonas 62 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Bahia 417 2 10,00 18 90,00 0 0,00 20
Maranhão 217 3 9,68 28 90,32 0 0,00 31
Mato Grosso do Sul 77 3 8,82 31 91,18 0 0,00 34
Goiás 246 1 7,69 12 92,31 0 0,00 13
São Paulo 645 6 6,74 83 93,26 0 0,00 89
Espírito Santo 78 1 5,56 17 94,44 0 0,00 18
Rio de Janeiro 92 4 5,41 70 94,59 0 0,00 74
Paraíba 223 2 5,26 36 94,74 0 0,00 38
Piauí 222 1 4,35 22 95,65 0 0,00 23
Pernambuco 185 1 4,00 24 96,00 0 0,00 25
Minas Gerais 853 3 3,26 89 96,74 0 0,00 92
Rio Grande do Sul 497 7 3,24 209 96,76 0 0,00 216
Paraná 399 2 3,13 62 96,88 0 0,00 64
Santa Catarina 293 1 2,63 37 97,37 0 0,00 38
Acre 22 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Amapá 16 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 13 100,00 0 0,00 13
Rondônia 52 0 0,00 13 100,00 0 0,00 13
Tocantins 139 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 49 5,43 853 94,46 1 0,11 903

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

84 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PFL - PARTIDO DA FRENTE LIBERAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Maranhão 217 28 18,06 127 81,94 0 0,00 155
Alagoas 102 5 17,86 23 82,14 0 0,00 28
Rio Grande do Norte 167 14 16,09 72 82,76 1 1,15 87
Acre 22 1 14,29 6 85,71 0 0,00 7
Pará 143 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
Piauí 222 16 12,80 109 87,20 0 0,00 125
Paraíba 223 13 11,93 96 88,07 0 0,00 109
Sergipe 75 4 10,26 35 89,74 0 0,00 39
Tocantins 139 8 8,70 84 91,30 0 0,00 92
Goiás 246 7 8,05 80 91,95 0 0,00 87
Ceará 184 3 7,50 37 92,50 0 0,00 40
Mato Grosso 139 4 6,56 57 93,44 0 0,00 61
Bahia 417 17 6,42 248 93,58 0 0,00 265
Minas Gerais 853 21 5,87 337 94,13 0 0,00 358
Rondônia 52 2 5,71 33 94,29 0 0,00 35
Espírito Santo 78 2 5,56 34 94,44 0 0,00 36
Santa Catarina 293 7 5,47 121 94,53 0 0,00 128
Amazonas 62 2 5,41 35 94,59 0 0,00 37
Mato Grosso do Sul 77 1 4,76 20 95,24 0 0,00 21
Paraná 399 5 2,94 165 97,06 0 0,00 170
Pernambuco 185 3 2,68 109 97,32 0 0,00 112
São Paulo 645 4 1,97 199 98,03 0 0,00 203
Rio Grande do Sul 497 1 1,85 53 98,15 0 0,00 54
Amapá 16 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Rio de Janeiro 92 0 0,00 15 100,00 0 0,00 15
Roraima 15 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Total 5.560 171 7,44 2.127 92,52 1 0,04 2.299

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 85


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PGT- PARTIDO GERAL DOS TRABALHADORES
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Alagoas 102 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amazonas 62 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Pernambuco 185 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio de Janeiro 92 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
São Paulo 645 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Acre 22 0 - 0 - 0,00 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Bahia 417 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Goiás 246 0 - 0 - 0 - 0
Maranhão 217 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Minas Gerais 853 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Paraná 399 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0 14 100 0 0,00 14

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

86 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PHS - PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Paraná 399 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
São Paulo 645 2 20,00 8 80,00 0 0,00 10
Bahia 417 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
Alagoas 102 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Amazonas 62 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Ceará 184 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Espírito Santo 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Maranhão 217 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Minas Gerais 853 0 0,00 12 100,00 0 0,00 12
Pará 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Pernambuco 185 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Rio de Janeiro 92 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Santa Catarina 293 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Sergipe 75 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Goiás 246 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 4 7,55 49 92,45 0 0,00 53

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 87


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PL - PARTIDO LIBERAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Mato Grosso do Sul 77 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
Rondônia 52 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Ceará 184 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
Tocantins 139 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Rio Grande do Norte 167 2 9,52 19 90,48 0 0,00 21
Maranhão 217 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
Pernambuco 185 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
São Paulo 645 7 7,87 82 92,13 0 0,00 89
Piauí 222 1 6,67 14 93,33 0 0,00 15
Minas Gerais 853 9 6,34 133 93,66 0 0,00 142
Goiás 246 2 6,25 30 93,75 0 0,00 32
Paraíba 223 1 6,25 15 93,75 0 0,00 16
Pará 143 1 4,76 20 95,24 0 0,00 21
Amazonas 62 1 4,35 22 95,65 0 0,00 23
Bahia 417 6 4,29 134 95,71 0 0,00 140
Alagoas 102 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Amapá 16 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Espírito Santo 78 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Mato Grosso 139 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Paraná 399 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Rio de Janeiro 92 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Roraima 15 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Santa Catarina 293 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Sergipe 75 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 36 5,95 569 94,05 0 0,00 605

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

88 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PMDB - PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rondônia 52 5 16,13 26 83,87 0 0,00 31
Sergipe 75 4 14,81 23 85,19 0 0,00 27
Alagoas 102 5 12,82 34 87,18 0 0,00 39
Paraíba 223 20 12,42 141 87,58 0 0,00 161
Piauí 222 13 11,61 99 88,39 0 0,00 112
Ceará 184 5 11,36 39 88,64 0 0,00 44
Tocantins 139 8 10,67 67 89,33 0 0,00 75
Acre 22 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Rio Grande do Norte 167 10 9,43 96 90,57 0 0,00 106
Pernambuco 185 8 9,30 78 90,70 0 0,00 86
Goiás 246 13 8,50 140 91,50 0 0,00 153
Maranhão 217 8 8,16 90 91,84 0 0,00 98
Mato Grosso 139 5 7,81 59 92,19 0 0,00 64
Bahia 417 7 7,78 83 92,22 0 0,00 90
Pará 143 5 6,33 74 93,67 0 0,00 79
São Paulo 645 18 6,29 268 93,71 0 0,00 286
Paraná 399 11 6,04 171 93,96 0 0,00 182
Minas Gerais 853 26 5,08 486 94,92 0 0,00 512
Santa Catarina 293 10 4,74 201 95,26 0 0,00 211
Amazonas 62 1 3,03 32 96,97 0 0,00 33
Rio Grande do Sul 497 9 2,91 300 97,09 0 0,00 309
Rio de Janeiro 92 1 2,56 38 97,44 0 0,00 39
Espírito Santo 78 1 2,50 39 97,50 0 0,00 40
Mato Grosso do Sul 77 1 2,33 42 97,67 0 0,00 43
Amapá 16 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Roraima 15 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Total 5.560 195 6,86 2.647 93,14 0 0,00 2.842

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 89


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PMN - PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Acre 22 2 66,67 1 33,33 0 0,00 3
Goiás 246 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
Alagoas 102 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Ceará 184 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Amapá 16 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amazonas 62 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Bahia 417 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Espírito Santo 78 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Maranhão 217 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Mato Grosso 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Minas Gerais 853 0 0,00 24 100,00 0 0,00 24
Pará 143 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Piauí 222 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio de Janeiro 92 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rondônia 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Santa Catarina 293 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
São Paulo 645 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Tocantins 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Paraná 399 0 - 0 - 0 - 0
Pernambuco 185 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 5 6,25 75 93,75 0 0,00 80

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

90 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PPB - PARTIDO PROGRESSISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Roraima 15 2 50,00 2 50,00 0 0,00 4
Amapá 16 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
Mato Grosso do Sul 77 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Maranhão 217 3 17,65 14 82,35 0 0,00 17
Acre 22 1 14,29 6 85,71 0 0,00 7
Tocantins 139 7 10,29 61 89,71 0 0,00 68
Rio Grande do Norte 167 6 10,17 53 89,83 0 0,00 59
Pernambuco 185 3 9,38 29 90,63 0 0,00 32
Rondônia 52 1 9,09 10 90,91 0 0,00 11
Rio de Janeiro 92 2 8,70 21 91,30 0 0,00 23
Minas Gerais 853 10 7,58 121 91,67 1 0,76 132
Ceará 184 2 7,41 25 92,59 0 0,00 27
Pará 143 2 7,41 25 92,59 0 0,00 27
São Paulo 645 9 7,26 115 92,74 0 0,00 124
Piauí 222 3 6,67 42 93,33 0 0,00 45
Goiás 246 5 6,10 77 93,90 0 0,00 82
Bahia 417 6 6,06 93 93,94 0 0,00 99
Paraíba 223 2 5,88 32 94,12 0 0,00 34
Paraná 399 4 5,13 74 94,87 0 0,00 78
Santa Catarina 293 5 2,91 167 97,09 0 0,00 172
Rio Grande do Sul 497 6 1,92 306 98,08 0 0,00 312
Alagoas 102 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
Amazonas 62 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
Espírito Santo 78 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
Mato Grosso 139 0 0,00 16 100,00 0 0,00 16
Sergipe 75 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Total 5.560 81 5,74 1.328 94,18 1 0,07 1.410

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 91


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PPS - PARTIDO POPULAR SOCIALISTA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rio de Janeiro 92 4 40,00 6 60,00 0 0,00 10
Tocantins 139 3 25,00 9 75,00 0 0,00 12
Goiás 246 6 22,22 21 77,78 0 0,00 27
Espírito Santo 78 2 20,00 8 80,00 0 0,00 10
Pará 143 3 20,00 12 80,00 0 0,00 15
Rio Grande do Sul 497 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Piauí 222 5 14,71 29 85,29 0 0,00 34
Paraná 399 6 11,32 47 88,68 0 0,00 53
Ceará 184 6 10,34 52 89,66 0 0,00 58
Mato Grosso do Sul 77 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Paraíba 223 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Rio Grande do Norte 167 2 9,09 20 90,91 0 0,00 22
Pernambuco 185 2 8,00 23 92,00 0 0,00 25
Maranhão 217 1 7,69 12 92,31 0 0,00 13
Minas Gerais 853 4 4,88 78 95,12 0 0,00 82
São Paulo 645 5 3,88 124 96,12 0 0,00 129
Sergipe 75 1 3,23 30 96,77 0 0,00 31
Acre 22 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Alagoas 102 0 0,00 12 100,00 0 0,00 12
Amapá 16 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amazonas 62 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
Bahia 417 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Mato Grosso 139 0 0,00 36 100,00 0 0,00 36
Rondônia 52 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Roraima 15 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Santa Catarina 293 0 0,00 15 100,00 0 0,00 15
Total 5.560 53 8,39 579 91,61 0 0,00 632

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

92 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PRN - PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Alagoas 102 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amazonas 62 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Bahia 417 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Espírito Santo 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Maranhão 217 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Mato Grosso 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Minas Gerais 853 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Paraíba 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Paraná 399 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Rio de Janeiro 92 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
São Paulo 645 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Goiás 246 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Pernambuco 185 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 32 100,00 0 0,00 32

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 93


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PRONA - PARTIDO DA REEDIFICAÇÃO DA ORDEM NACIONAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Minas Gerais 853 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio de Janeiro 92 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
São Paulo 645 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Tocantins 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Alagoas 102 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Amazonas 62 0 - 0 - 0 - 0
Bahia 417 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Goiás 246 0 - 0 - 0 - 0
Maranhão 217 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Paraná 399 0 - 0 - 0 - 0
Pernambuco 185 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 15 100,00 0 0,00 15

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

94 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PRP - PARTIDO REPUBLICANO PROGRESSISTA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Bahia 417 2 22,22 7 77,78 0 0,00 9
Alagoas 102 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Minas Gerais 853 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
São Paulo 645 3 16,67 15 83,33 0 0,00 18
Paraná 399 2 12,50 14 87,50 0 0,00 16
Maranhão 217 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Goiás 246 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Pará 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Paraíba 223 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Piauí 222 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio de Janeiro 92 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Tocantins 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Amazonas 62 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Pernambuco 185 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 10 12,82 68 87,18 0 0,00 78

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 95


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PRTB - PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Maranhão 217 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
Alagoas 102 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Minas Gerais 853 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Acre 22 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Amazonas 62 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Goiás 246 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Paraná 399 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Pernambuco 185 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Piauí 222 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio de Janeiro 92 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rondônia 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
São Paulo 645 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Tocantins 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Bahia 417 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 3 5,66 50 94,34 0 0,00 53

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

96 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSB - PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rondônia 52 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
Goiás 246 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Ceará 184 2 15,38 11 84,62 0 0,00 13
Pará 143 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
São Paulo 645 8 13,11 53 86,89 0 0,00 61
Alagoas 102 6 12,24 43 87,76 0 0,00 49
Sergipe 75 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
Bahia 417 2 10,00 18 90,00 0 0,00 20
Minas Gerais 853 6 10,00 54 90,00 0 0,00 60
Rio Grande do Norte 167 2 8,33 22 91,67 0 0,00 24
Pernambuco 185 4 7,27 51 92,73 0 0,00 55
Rio Grande do Sul 497 2 6,25 30 93,75 0 0,00 32
Maranhão 217 1 5,88 16 94,12 0 0,00 17
Espírito Santo 78 1 5,00 19 95,00 0 0,00 20
Rio de Janeiro 92 1 5,00 19 95,00 0 0,00 20
Amapá 16 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
Amazonas 62 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Mato Grosso 139 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Paraíba 223 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Paraná 399 0 0,00 24 100,00 0 0,00 24
Piauí 222 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Tocantins 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 42 8,71 440 91,29 0 0,00 482

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 97


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSC - PARTIDO SOCIAL CRISTÃO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Amazonas 62 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
Alagoas 102 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Amapá 16 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Paraíba 223 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
São Paulo 645 2 25,00 6 75,00 0 0,00 8
Rio de Janeiro 92 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Bahia 417 7 15,56 38 84,44 0 0,00 45
Maranhão 217 2 14,29 12 85,71 0 0,00 14
Minas Gerais 853 3 14,29 18 85,71 0 0,00 21
Goiás 246 2 10,00 18 90,00 0 0,00 20
Ceará 184 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Espírito Santo 78 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Pará 143 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
Paraná 399 0 0,00 12 100,00 0 0,00 12
Pernambuco 185 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Piauí 222 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rondônia 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Roraima 15 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Santa Catarina 293 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 21 12,35 149 87,65 0 0,00 170

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

98 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSD - PARTIDO SOCIAL DEMOCRÁTICO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Tocantins 139 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
Ceará 184 9 15,25 50 84,75 0 0,00 59
Goiás 246 3 12,00 22 88,00 0 0,00 25
Pará 143 2 11,11 16 88,89 0 0,00 18
Maranhão 217 7 10,14 62 89,86 0 0,00 69
Bahia 417 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Minas Gerais 853 3 4,55 63 95,45 0 0,00 66
São Paulo 645 1 3,03 32 96,97 0 0,00 33
Alagoas 102 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Amapá 16 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Espírito Santo 78 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Paraná 399 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio de Janeiro 92 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Sergipe 75 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Amazonas 62 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Pernambuco 185 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 27 8,79 280 91,21 0 0,00 307

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 99


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSDB - PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rio Grande do Norte 167 5 19,23 21 80,77 0 0,00 26
Rio de Janeiro 92 6 18,18 27 81,82 0 0,00 33
Roraima 15 1 14,29 6 85,71 0 0,00 7
Ceará 184 19 14,07 116 85,93 0 0,00 135
Alagoas 102 6 13,04 40 86,96 0 0,00 46
Amapá 16 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
Piauí 222 10 10,99 81 89,01 0 0,00 91
Goiás 246 15 10,56 127 89,44 0 0,00 142
Pará 143 9 9,68 84 90,32 0 0,00 93
Mato Grosso do Sul 77 4 8,89 41 91,11 0 0,00 45
Bahia 417 6 8,33 66 91,67 0 0,00 72
Rondônia 52 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
Maranhão 217 4 7,84 47 92,16 0 0,00 51
Rio Grande do Sul 497 3 7,14 39 92,86 0 0,00 42
Mato Grosso 139 7 6,73 97 93,27 0 0,00 104
São Paulo 645 21 5,30 375 94,70 0 0,00 396
Paraná 399 9 5,14 166 94,86 0 0,00 175
Pernambuco 185 3 4,92 58 95,08 0 0,00 61
Sergipe 75 2 4,55 42 95,45 0 0,00 44
Minas Gerais 853 11 3,77 281 96,23 0 0,00 292
Paraíba 223 2 3,39 57 96,61 0 0,00 59
Santa Catarina 293 1 2,70 36 97,30 0 0,00 37
Tocantins 139 1 2,56 38 97,44 0 0,00 39
Espírito Santo 78 1 2,44 39 95,12 1 2,44 41
Acre 22 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Amazonas 62 0 0,00 23 100,00 0 0,00 23
Total 5.560 148 7,12 1.931 92,84 1 0,05 2.080

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

100 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSDC - PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Ceará 184 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
Paraná 399 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
Bahia 417 2 28,57 5 71,43 0 0,00 7
Pernambuco 185 2 18,18 9 81,82 0 0,00 11
Maranhão 217 1 12,50 7 87,50 0 0,00 8
São Paulo 645 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Goiás 246 1 9,09 10 90,91 0 0,00 11
Amazonas 62 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Espírito Santo 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Mato Grosso 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Minas Gerais 853 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Pará 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Paraíba 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio de Janeiro 92 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Tocantins 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Alagoas 102 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 9 13,43 58 86,57 0 0,00 67

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 101


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSL - PARTIDO SOCIAL LIBERAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Rondônia 52 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
Goiás 246 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
Paraná 399 2 10,00 18 90,00 0 0,00 20
Bahia 417 1 6,25 15 93,75 0 0,00 16
Alagoas 102 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
Amapá 16 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amazonas 62 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Espírito Santo 78 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Maranhão 217 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Minas Gerais 853 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Pará 143 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Paraíba 223 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Pernambuco 185 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
Piauí 222 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio de Janeiro 92 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Roraima 15 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
São Paulo 645 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Sergipe 75 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 5 5,00 95 95,00 0 0,00 100

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

102 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PST - PARTIDO SOCIAL TRABALHISTA
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Pará 143 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
Paraná 399 1 14,29 6 85,71 0 0,00 7
Alagoas 102 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Amazonas 62 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Bahia 417 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Goiás 246 0 0,00 16 100,00 0 0,00 16
Maranhão 217 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Minas Gerais 853 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Paraíba 223 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Pernambuco 185 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Rio de Janeiro 92 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Roraima 15 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
São Paulo 645 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
Sergipe 75 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Tocantins 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 2 2,56 76 97,44 0 0,00 78

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 103


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSTU - PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADOS
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Amapá 16 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
Goiás 246 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
Paraná 399 2 50,00 2 50,00 0 0,00 4
Rio Grande do Sul 497 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Rio de Janeiro 92 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
Minas Gerais 853 1 14,29 6 85,71 0 0,00 7
São Paulo 645 1 11,11 8 88,89 0 0,00 9
Amazonas 62 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Bahia 417 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Ceará 184 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Maranhão 217 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Mato Grosso do Sul 77 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Pará 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Paraíba 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Pernambuco 185 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Santa Catarina 293 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Sergipe 75 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Alagoas 102 0 - 0 - 0 - 0
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 8 16,67 40 83,33 0 0,00 48

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

104 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PT DO B - PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Espírito Santo 78 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
Bahia 417 4 26,67 11 73,33 0 0,00 15
Alagoas 102 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Amapá 16 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Ceará 184 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Maranhão 217 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Minas Gerais 853 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Pernambuco 185 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio de Janeiro 92 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rondônia 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
São Paulo 645 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Tocantins 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Amazonas 62 0 - 0 - 0 - 0
Goiás 246 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Paraíba 223 0 - 0 - 0 - 0
Paraná 399 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 5 10,42 43 89,58 0 0,00 48

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 105


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PT - PARTIDO DOS TRABALHADORES
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Amapá 16 2 40,00 3 60,00 0 0,00 5
Maranhão 217 7 31,82 15 68,18 0 0,00 22
Rio de Janeiro 92 8 30,77 18 69,23 0 0,00 26
Mato Grosso do Sul 77 7 18,92 30 81,08 0 0,00 37
Ceará 184 4 18,18 18 81,82 0 0,00 22
Goiás 246 3 16,67 15 83,33 0 0,00 18
Bahia 417 17 16,04 89 83,96 0 0,00 106
São Paulo 645 25 15,34 138 84,66 0 0,00 163
Rondônia 52 5 13,89 31 86,11 0 0,00 36
Paraíba 223 4 13,79 25 86,21 0 0,00 29
Mato Grosso 139 3 13,64 19 86,36 0 0,00 22
Santa Catarina 293 15 13,04 100 86,96 0 0,00 115
Alagoas 102 2 12,50 14 87,50 0 0,00 16
Pernambuco 185 3 12,50 21 87,50 0 0,00 24
Pará 143 6 10,17 53 89,83 0 0,00 59
Minas Gerais 853 19 10,11 169 89,89 0 0,00 188
Tocantins 139 1 10,00 9 90,00 0 0,00 10
Piauí 222 2 9,09 20 90,91 0 0,00 22
Espírito Santo 78 1 8,33 11 91,67 0 0,00 12
Rio Grande do Sul 497 21 8,08 239 91,92 0 0,00 260
Rio Grande do Norte 167 2 7,41 25 92,59 0 0,00 27
Paraná 399 4 5,97 63 94,03 0 0,00 67
Acre 22 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
Amazonas 62 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
Sergipe 75 0 0,00 10 100,00 0 0,00 10
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 161 12,23 1.155 87,77 0 0,00 1.316

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

106 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PTB - PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Alagoas 102 3 25,00 9 75,00 0 0,00 12
Roraima 15 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
Rondônia 52 3 21,43 11 78,57 0 0,00 14
Amapá 16 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Goiás 246 3 17,65 14 82,35 0 0,00 17
Rio Grande do Norte 167 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6
Tocantins 139 3 15,00 17 85,00 0 0,00 20
Paraíba 223 4 14,81 23 85,19 0 0,00 27
Mato Grosso do Sul 77 1 14,29 6 85,71 0 0,00 7
Rio de Janeiro 92 2 14,29 12 85,71 0 0,00 14
Maranhão 217 5 10,87 41 89,13 0 0,00 46
Bahia 417 15 9,32 146 90,68 0 0,00 161
Pará 143 4 9,30 39 90,70 0 0,00 43
Ceará 184 2 9,09 20 90,91 0 0,00 22
Rio Grande do Sul 497 6 8,22 67 91,78 0 0,00 73
Santa Catarina 293 1 7,69 12 92,31 0 0,00 13
São Paulo 645 14 7,37 176 92,63 0 0,00 190
Piauí 222 2 5,00 38 95,00 0 0,00 40
Mato Grosso 139 1 4,35 22 95,65 0 0,00 23
Minas Gerais 853 8 4,30 178 95,70 0 0,00 186
Paraná 399 3 2,91 100 97,09 0 0,00 103
Acre 22 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amazonas 62 0 0,00 20 100,00 0 0,00 20
Espírito Santo 78 0 0,00 13 100,00 0 0,00 13
Pernambuco 185 0 0,00 9 100,00 0 0,00 9
Sergipe 75 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Total 5.560 83 7,72 992 92,28 0 0,00 1.075

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 107


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PTN - PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Goiás 246 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Maranhão 217 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Minas Gerais 853 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8
Paraíba 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Paraná 399 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Rio Grande do Norte 167 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Roraima 15 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
São Paulo 645 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Tocantins 139 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Alagoas 102 0 - 0 - 0 - 0
Amapá 16 0 - 0 - 0 - 0
Amazonas 62 0 - 0 - 0 - 0
Bahia 417 0 - 0 - 0 - 0
Ceará 184 0 - 0 - 0 - 0
Espírito Santo 78 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso 139 0 - 0 - 0 - 0
Mato Grosso do Sul 77 0 - 0 - 0 - 0
Pará 143 0 - 0 - 0 - 0
Pernambuco 185 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio de Janeiro 92 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Sul 497 0 - 0 - 0 - 0
Rondônia 52 0 - 0 - 0 - 0
Santa Catarina 293 0 - 0 - 0 - 0
Sergipe 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 24 100,00 0 0,00 24

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

108 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

CANDIDAT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PV - PARTIDO VERDE
Sexo não
Mulheres Homens
UF Municípios informado Total
Quant. % Quant. % Quant. %
Mato Grosso do Sul 77 1 100,00 0 0,00 0 0,00 1
Ceará 184 1 33,33 2 66,67 0 0,00 3
Bahia 417 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
Minas Gerais 853 1 14,29 6 85,71 0 0,00 7
São Paulo 645 7 12,28 50 87,72 0 0,00 57
Rio de Janeiro 92 1 5,00 19 95,00 0 0,00 20
Alagoas 102 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amapá 16 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Amazonas 62 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Espírito Santo 78 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3
Goiás 246 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Maranhão 217 0 0,00 6 100,00 0 0,00 6
Mato Grosso 139 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2
Pará 143 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Paraíba 223 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Paraná 399 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Pernambuco 185 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Rio Grande do Sul 497 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
Rondônia 52 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
Santa Catarina 293 0 0,00 7 100,00 0 0,00 7
Sergipe 75 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
Acre 22 0 - 0 - 0 - 0
Piauí 222 0 - 0 - 0 - 0
Rio Grande do Norte 167 0 - 0 - 0 - 0
Roraima 15 0 - 0 - 0 - 0
Tocantins 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 12 8,82 124 91,18 0 0,00 136

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000
Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 109


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PAN - PARTIDO DOS APOSENTADOS DA NAÇÃO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
BA 417 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

110 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário
Quant.

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PC DO B - PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
% Quant. % Quant. %
PE 185 1 100,00 0 0,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 1 0,00 0 0,00 0 0,00 1

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 111


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PCB - PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 - 0 - 0 - 0

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

112 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PCO - PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 - 0 - 0 - 0

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 113


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PDT - PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AL 102 1 12,50 7 87,50 0 - 8
MS 77 1 11,11 8 88,89 0 - 9
PB 223 2 10,00 18 90,00 0 - 20
MG 853 1 2,63 37 97,37 0 - 38
RS 497 1 1,28 77 98,72 0 - 78
AP 16 0 0,00 3 100,00 0 - 3
BA 417 0 0,00 2 100,00 0 - 2
ES 78 0 0,00 5 100,00 0 - 5
GO 246 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MA 217 0 0,00 7 100,00 0 - 7
MT 139 0 0,00 4 100,00 0 - 4
PA 143 0 0,00 12 100,00 0 - 12
PE 185 0 0,00 3 100,00 0 - 3
PI 222 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PR 399 0 0,00 19 100,00 0 - 19
RJ 92 0 0,00 34 100,00 0 - 34
RN 167 0 0,00 4 100,00 0 - 4
RO 52 0 0,00 6 100,00 0 - 6
SC 293 0 0,00 12 100,00 0 - 12
SE 75 0 0,00 1 100,00 0 - 1
SP 645 0 0,00 21 100,00 0 - 21
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 6 2,08 282 97,92 0 0,00 288

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

114 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PFL - PARTIDO DA FRENTE LIBERAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 1 50,00 1 50,00 0 0,00 2
PA 143 1 25,00 3 75,00 0 0,00 4
MS 77 1 20,00 4 80,00 0 0,00 5
SE 75 3 15,79 16 84,21 0 0,00 19
AL 102 2 15,38 11 84,62 0 0,00 13
MA 217 11 15,07 62 84,93 0 0,00 73
GO 246 5 13,51 32 86,49 0 0,00 37
PI 222 8 12,50 56 87,50 0 0,00 64
RN 167 4 11,43 31 88,57 0 0,00 35
MT 139 3 11,11 24 88,89 0 0,00 27
TO 139 6 10,71 50 89,29 0 0,00 56
MG 853 11 7,24 141 92,76 0 0,00 152
ES 78 1 7,14 13 92,86 0 0,00 14
BA 417 7 5,60 118 94,40 0 0,00 125
PE 185 2 4,35 44 95,65 0 0,00 46
PR 399 3 3,53 82 96,47 0 0,00 85
PB 223 2 3,39 57 96,61 0 0,00 59
SP 645 3 3,37 86 96,63 0 0,00 89
SC 293 1 1,72 57 98,28 0 0,00 58
AM 62 0 0,00 18 100,00 0 0,00 18
AP 16 0 0,00 1 100,00 0 0,00 1
CE 184 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
RJ 92 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4
RO 52 0 0,00 11 100,00 0 0,00 11
RR 15 0 0,00 5 100,00 0 0,00 5
RS 497 0 0,00 15 100,00 0 0,00 15
Total 5.560 75 7,30 953 92,70 0 0,00 1.028

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 115


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PGT- PARTIDO GERAL DOS TRABALHADORES
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 - 0 - 0 - 0

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

116 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PHS - PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
BA 417 0 0,00 1 100,00 0 - 1
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MG 853 0 0,00 3 100,00 0 - 3
PE 185 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 - 6 100,00 0 - 6

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 117


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PL - PARTIDO LIBERAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
MA 217 1 25,00 3 75,00 0 - 4
PB 223 1 20,00 4 80,00 0 - 5
AM 62 1 11,11 8 88,89 0 - 9
GO 246 1 8,33 11 91,67 0 - 12
MG 853 4 6,56 57 93,44 0 - 61
BA 417 1 1,41 70 98,59 0 - 71
AL 102 0 0,00 2 100,00 0 - 2
AP 16 0 0,00 1 100,00 0 - 1
CE 184 0 0,00 1 100,00 0 - 1
ES 78 0 0,00 3 100,00 0 - 3
MT 139 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PA 143 0 0,00 5 100,00 0 - 5
PE 185 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PI 222 0 0,00 4 100,00 0 - 4
RJ 92 0 0,00 1 100,00 0 - 1
RN 167 0 0,00 12 100,00 0 - 12
RS 497 0 0,00 3 100,00 0 - 3
SC 293 0 0,00 2 100,00 0 - 2
SE 75 0 0,00 2 100,00 0 - 2
SP 645 0 0,00 32 100,00 0 - 32
TO 139 0 0,00 2 100,00 0 - 2
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 9 3,85 225 96,15 0 0,00 234

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

118 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PMDB - PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
CE 184 3 25,00 9 75,00 0 - 12
PI 222 7 14,89 40 85,11 0 - 47
SE 75 2 13,33 13 86,67 0 - 15
PE 185 5 11,36 39 88,64 0 - 44
BA 417 3 9,38 29 90,63 0 - 32
PB 223 7 8,43 76 91,57 0 - 83
TO 139 1 8,33 11 91,67 0 - 12
RO 52 1 7,69 12 92,31 0 - 13
AM 62 1 7,14 13 92,86 0 - 14
AL 102 1 5,88 16 94,12 0 - 17
RN 167 3 5,45 52 94,55 0 - 55
GO 246 3 4,76 60 95,24 0 - 63
MT 139 1 4,76 20 95,24 0 - 21
MG 853 10 4,31 222 95,69 0 - 232
PR 399 3 3,70 78 96,30 0 - 81
PA 143 1 2,86 34 97,14 0 - 35
RS 497 3 2,16 136 97,84 0 - 139
MA 217 1 1,92 51 98,08 0 - 52
SC 293 2 1,75 112 98,25 0 - 114
SP 645 1 0,90 110 99,10 0 - 111
AC 22 0 0,00 5 100,00 0 - 5
AP 16 0 0,00 2 100,00 0 - 2
ES 78 0 0,00 18 100,00 0 - 18
MS 77 0 0,00 25 100,00 0 - 25
RJ 92 0 0,00 14 100,00 0 - 14
RR 15 0 0,00 1 100,00 0 - 1
Total 5.560 59 4,69 1.198 95,31 0 0,00 1.257

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 119


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PMN - PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
BA 417 0 0,00 1 100,00 0 - 1
ES 78 0 0,00 2 100,00 0 - 2
MG 853 0 0,00 7 100,00 0 - 7
RJ 92 0 0,00 1 100,00 0 - 1
SP 645 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 1 0 - 1
TO 139 0 - 1 0 - 1
Total 5.560 0 - 14 100,00 0 0,00 14

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

120 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PPB - PARTIDO PROGRESSISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AM 62 1 100,00 0 - 0 - 1
RO 52 1 33,33 2 66,67 0 - 3
PA 143 2 18,18 9 81,82 0 - 11
TO 139 4 10,81 33 89,19 0 - 37
MA 217 1 10,00 9 90,00 0 - 10
BA 417 4 9,52 38 90,48 0 - 42
SP 645 3 8,82 31 91,18 0 - 34
MG 853 4 8,16 45 91,84 0 - 49
PB 223 1 7,14 13 92,86 0 - 14
PR 399 2 6,90 27 93,10 0 - 29
GO 246 2 5,41 35 94,59 0 - 37
RN 167 2 5,41 35 94,59 0 - 37
PI 222 1 4,00 24 96,00 0 - 25
SC 293 2 2,74 71 97,26 0 - 73
RS 497 2 1,15 172 98,85 0 - 174
AC 22 0 0,00 5 100,00 0 - 5
AL 102 0 0,00 3 100,00 0 - 3
CE 184 0 0,00 10 100,00 0 - 10
ES 78 0 0,00 3 100,00 0 - 3
MS 77 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MT 139 0 0,00 2 100,00 0 - 2
PE 185 0 0,00 6 100,00 0 - 6
RJ 92 0 0,00 9 100,00 0 - 9
RR 15 0 0,00 1 100,00 0 - 1
SE 75 0 0,00 2 100,00 0 - 2
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 32 5,18 586 94,82 0 0,00 618

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 121


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PPS - PARTIDO POPULAR SOCIALISTA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
PA 143 1 100,00 0 - 0 - 1
MS 77 1 50,00 1 50,00 0 - 2
PB 223 1 50,00 1 50,00 0 - 2
TO 139 1 50,00 1 50,00 0 - 2
GO 246 1 14,29 6 85,71 0 - 7
PR 399 2 13,33 13 86,67 0 - 15
PE 185 1 10,00 9 90,00 0 - 10
PI 222 1 8,33 11 91,67 0 - 12
CE 184 1 5,88 16 94,12 0 - 17
MG 853 1 4,55 21 95,45 0 - 22
AL 102 0 0,00 2 100,00 0 - 2
AM 62 0 0,00 2 100,00 0 - 2
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MA 217 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MT 139 0 0,00 22 100,00 0 - 22
RJ 92 0 0,00 1 100,00 0 - 1
RN 167 0 0,00 4 100,00 0 - 4
SC 293 0 0,00 1 100,00 0 - 1
SE 75 0 0,00 10 100,00 0 - 10
SP 645 0 0,00 32 100,00 0 - 32
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 11 6,63 155 93,37 0 0,00 166

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

122 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PRN - PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
BA 417 0 0,00 2 100,00 0 - 2
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 3 100,00 0 0,00 3

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 123


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PRONA - PARTIDO DA REEDIFICAÇÃO DA ORDEM NACIONAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 - 0 - 0 - 0

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

124 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PRP - PARTIDO REPUBLICANO PROGRESSISTA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
MA 217 1 50,00 1 50,00 0 - 2
MG 853 1 33,33 2 66,67 0 - 3
PR 399 1 25,00 3 75,00 0 - 4
PA 143 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PB 223 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PI 222 0 0,00 1 100,00 0 - 1
SP 645 0 0,00 4 100,00 0 - 4
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 3 18,75 13 81,25 0 0,00 16

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 125


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PRTB - PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AL 102 0 0,00 3 100,00 0 - 3
MA 217 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 4 100,00 0 0,00 4

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

126 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSB - PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
RO 52 1 33,33 2 66,67 0 - 3
MA 217 1 25,00 3 75,00 0 - 4
AL 102 3 23,08 10 76,92 0 - 13
BA 417 1 16,67 5 83,33 0 - 6
RN 167 1 16,67 5 83,33 0 - 6
RJ 92 1 12,50 7 87,50 0 - 8
PE 185 3 9,38 29 90,63 0 - 32
SP 645 1 8,33 11 91,67 0 - 12
MG 853 1 7,14 13 92,86 0 - 14
AP 16 0 0,00 5 100,00 0 - 5
CE 184 0 0,00 3 100,00 0 - 3
ES 78 0 0,00 6 100,00 0 - 6
MT 139 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PA 143 0 0,00 4 100,00 0 - 4
PB 223 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PI 222 0 0,00 2 100,00 0 - 2
PR 399 0 0,00 3 100,00 0 - 3
RS 497 0 0,00 7 100,00 0 - 7
SE 75 0 0,00 3 100,00 0 - 3
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 13 9,77 120 90,23 0 0,00 133

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 127


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSC - PARTIDO SOCIAL CRISTÃO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AL 102 1 100,00 0 - 0 - 1
GO 246 1 16,67 5 83,33 0 - 6
MG 853 1 16,67 5 83,33 0 - 6
MA 217 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AP 16 0 0,00 1 100,00 0 - 1
BA 417 0 0,00 12 100,00 0 - 12
PA 143 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PE 185 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PR 399 0 0,00 4 100,00 0 - 4
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 3 9,09 30 90,91 0 0,00 33

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

128 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSD - PARTIDO SOCIAL DEMOCRÁTICO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
GO 246 2 20,00 8 80,00 0 - 10
CE 184 6 16,67 30 83,33 0 - 36
MA 217 2 8,33 22 91,67 0 - 24
AL 102 0 0,00 1 100,00 0 - 1
BA 417 0 0,00 2 100,00 0 - 2
ES 78 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MG 853 0 0,00 18 100,00 0 - 18
PA 143 0 0,00 3 100,00 0 - 3
PR 399 0 0,00 1 100,00 0 - 1
RJ 92 0 0,00 1 100,00 0 - 1
RN 167 0 0,00 1 100,00 0 - 1
SP 645 0 0,00 13 100,00 0 - 13
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 10 9,01 101 90,99 0 0,00 111

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 129


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSDB - PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AP 16 1 50,00 1 50,00 0 - 2
RR 15 1 33,33 2 66,67 0 - 3
CE 184 12 14,46 71 85,54 0 - 83
AL 102 4 13,33 26 86,67 0 - 30
RJ 92 1 9,09 10 90,91 0 - 11
RN 167 1 9,09 10 90,91 0 - 11
MS 77 2 8,70 21 91,30 0 - 23
PA 143 4 8,70 42 91,30 0 - 46
GO 246 5 8,20 56 91,80 0 - 61
PI 222 4 8,00 46 92,00 0 - 50
PE 185 2 6,90 27 93,10 0 - 29
RS 497 1 6,67 14 93,33 0 - 15
MA 217 1 5,88 16 94,12 0 - 17
MT 139 3 5,56 51 94,44 0 - 54
SE 75 1 4,76 20 95,24 0 - 21
PB 223 1 4,35 22 95,65 0 - 23
PR 399 4 4,17 92 95,83 0 - 96
SP 645 7 3,93 171 96,07 0 - 178
MG 853 3 2,19 134 97,81 0 - 137
BA 417 0 0,00 25 100,00 0 - 25
SC 293 0 0,00 19 100,00 0 - 19
AC 22 0 0,00 3 100,00 0 - 3
AM 62 0 0,00 8 100,00 0 - 8
ES 78 0 0,00 18 94,74 1 5,26 19
RO 52 0 0,00 4 100,00 0 - 4
TO 139 0 0,00 22 100,00 0 - 22
Total 5.560 58 5,86 931 94,04 1 0,10 990

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

130 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSDC - PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
GO 246 0 0,00 2 100,00 0 - 2
MG 853 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PE 185 0 0,00 4 100,00 0 - 4
SP 645 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 8 100,00 0 0,00 8

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 131


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSL - PARTIDO SOCIAL LIBERAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AL 102 0 0,00 3 100,00 0 - 3
BA 417 0 0,00 8 100,00 0 - 8
MG 853 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PB 223 0 0,00 2 100,00 0 - 2
PE 185 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PR 399 0 0,00 9 100,00 0 - 9
SP 645 0 0,00 2 100,00 0 - 2
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 26 100,00 0 0,00 26

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

132 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PST - PARTIDO SOCIAL TRABALHISTA
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
PR 399 1 50,00 1 50,00 0 - 2
AM 62 0 0,00 1 100,00 0 - 1
BA 417 0 0,00 1 100,00 0 - 1
GO 246 0 0,00 4 100,00 0 - 4
MA 217 0 0,00 3 100,00 0 - 3
RR 15 0 0,00 3 100,00 0 - 3
SP 645 0 0,00 1 100,00 0 - 1
TO 139 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 1 6,25 15 93,75 0 0,00 16

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 133


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PSTU - PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADOS
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 - 0 - 0 - 0

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

134 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PT DO B - PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
BA 417 1 25,00 3 75,00 0 - 4
AL 102 0 0,00 2 100,00 0 - 2
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MG 853 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 1 16,67 5 83,33 0 0,00 6

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 135


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PT - PARTIDO DOS TRABALHADORES
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
BA 417 1 14,29 6 85,71 0 - 7
SP 645 4 10,53 34 89,47 0 - 38
MG 853 3 8,82 31 91,18 0 - 34
RS 497 1 2,86 34 97,14 0 - 35
AC 22 0 0,00 7 100,00 0 - 7
CE 184 0 0,00 2 100,00 0 - 2
GO 246 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MA 217 0 0,00 2 100,00 0 - 2
MS 77 0 0,00 11 100,00 0 - 11
MT 139 0 0,00 2 100,00 0 - 2
PA 143 0 0,00 6 100,00 0 - 6
PB 223 0 0,00 2 100,00 0 - 2
PE 185 0 0,00 4 100,00 0 - 4
PI 222 0 0,00 1 100,00 0 - 1
PR 399 0 0,00 10 100,00 0 - 10
RJ 92 0 0,00 1 100,00 0 - 1
RN 167 0 0,00 1 100,00 0 - 1
RO 52 0 0,00 6 100,00 0 - 6
SC 293 0 0,00 13 100,00 0 - 13
SE 75 0 0,00 2 100,00 0 - 2
TO 139 0 0,00 2 100,00 0 - 2
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 9 4,81 178 95,19 0 0,00 187

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

136 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PTB - PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
RR 15 1 50,00 1 50,00 0 - 2
RJ 92 1 33,33 2 66,67 0 - 3
AL 102 1 25,00 3 75,00 0 - 4
RO 52 1 25,00 3 75,00 0 - 4
PB 223 2 18,18 9 81,82 0 - 11
PA 143 2 14,29 12 85,71 0 - 14
BA 417 7 9,46 67 90,54 0 - 74
SP 645 5 6,94 67 93,06 0 - 72
PI 222 1 6,67 14 93,33 0 - 15
PR 399 2 4,88 39 95,12 0 - 41
RS 497 1 3,23 30 96,77 0 - 31
MG 853 1 1,37 72 98,63 0 - 73
AM 62 0 0,00 9 100,00 0 - 9
AP 16 0 0,00 1 100,00 0 - 1
CE 184 0 0,00 7 100,00 0 - 7
ES 78 0 0,00 4 100,00 0 - 4
GO 246 0 0,00 4 100,00 0 - 4
MA 217 0 0,00 16 100,00 0 - 16
MS 77 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MT 139 0 0,00 5 100,00 0 - 5
PE 185 0 0,00 1 100,00 0 - 1
RN 167 0 0,00 1 100,00 0 - 1
SC 293 0 0,00 1 100,00 0 - 1
TO 139 0 0,00 4 100,00 0 - 4
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 25 6,28 373 93,72 0 0,00 398

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 137


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PTN - PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
GO 246 0 0,00 1 100,00 0 - 1
MG 853 0 0,00 1 100,00 0 - 1
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
BA 417 0 - 0 - 0 - 0
CE 184 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RJ 92 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RO 52 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
SP 645 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 0 0,00 2 100,00 0 0,00 2

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

138 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIT@S 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


PV - PARTIDO VERDE
Mulheres Homens Sexo não informado
UF Municípios Total
Quant. % Quant. % Quant. %
RJ 92 1 25,00 3 75,00 0 - 4
BA 417 0 0,00 1 100,00 0 - 1
CE 184 0 0,00 2 100,00 0 - 2
MG 853 0 0,00 1 100,00 0 - 1
RO 52 0 0,00 1 100,00 0 - 1
SP 645 0 0,00 4 100,00 0 - 4
AC 22 0 - 0 - 0 - 0
AL 102 0 - 0 - 0 - 0
AM 62 0 - 0 - 0 - 0
AP 16 0 - 0 - 0 - 0
ES 78 0 - 0 - 0 - 0
GO 246 0 - 0 - 0 - 0
MA 217 0 - 0 - 0 - 0
MS 77 0 - 0 - 0 - 0
MT 139 0 - 0 - 0 - 0
PA 143 0 - 0 - 0 - 0
PB 223 0 - 0 - 0 - 0
PE 185 0 - 0 - 0 - 0
PI 222 0 - 0 - 0 - 0
PR 399 0 - 0 - 0 - 0
RN 167 0 - 0 - 0 - 0
RR 15 0 - 0 - 0 - 0
RS 497 0 - 0 - 0 - 0
SC 293 0 - 0 - 0 - 0
SE 75 0 - 0 - 0 - 0
TO 139 0 - 0 - 0 - 0
Total 5.560 1 7,69 12 92,31 0 0,00 13

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 30/10/2000

Obs:Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 139


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


DESEMPENHO ELEITORAL DAS UFs POR SEXO
Mulheres
UF Municípios
Candidatas Eleitas %
AC 22 5 1 20,00
AL 102 36 13 36,11
AM 62 6 2 33,33
AP 16 7 1 14,29
BA 417 97 25 25,77
CE 184 58 22 37,93
ES 78 10 1 10,00
GO 246 65 20 30,77
MA 217 73 19 26,03
MG 853 128 41 32,03
MS 77 21 5 23,81
MT 139 21 7 33,33
PA 143 43 11 25,58
PB 223 51 17 33,33
PE 185 31 14 45,16
PI 222 53 22 41,51
PR 399 53 18 33,96
RJ 92 31 4 12,90
RN 167 44 11 25,00
RO 52 21 4 19,05
RR 15 4 3 75,00
RS 497 58 9 15,52
SC 293 40 5 12,50
SE 75 13 6 46,15
SP 645 137 24 17,52
TO 139 33 12 36,36
Sexo não informado - - - -
Total 5.560 1.139 317 27,83

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000 e 30/10/2000

Obs. 04 candidaturas sem informação do sexo - PDT, PFL, PPB e PSDB


Obs. 01 nome eleito sem informação do sexo - PSDB.

140 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS
DESEMPENHO ELEITORAL DAS UFs POR SEXO
Homens Total Total
UF %
Candidatos Eleitos % Candidat@s Eleit@s
AC 48 21 43,75 53 22 41,51
AL 256 89 34,77 292 102 34,93
AM 209 60 28,71 215 62 28,84
AP 58 15 25,86 65 16 24,62
BA 1.031 392 38,02 1.128 417 36,97
CE 400 162 40,50 458 184 40,17
ES 219 76 34,70 229 77 33,62
GO 597 226 37,86 662 246 37,16
MA 529 198 37,43 602 217 36,05
MG 2.103 812 38,61 2.231 853 38,23
MS 202 72 35,64 223 77 34,53
MT 335 132 39,40 356 139 39,04
PA 413 132 31,96 456 143 31,36
PB 454 206 45,37 505 223 44,16
PE 457 170 37,20 488 184 37,70
PI 470 200 42,55 523 222 42,45
PR 950 381 40,11 1.003 399 39,78
RJ 299 88 29,43 330 92 27,88
RN 366 156 42,62 410 167 40,73
RO 154 48 31,17 175 52 29,71
RR 33 12 36,36 37 15 40,54
RS 1.272 488 38,36 1.330 497 37,37
SC 703 288 40,97 743 293 39,43
SE 189 69 36,51 202 75 37,13
SP 1.816 621 34,20 1.953 645 33,03
TO 310 127 40,97 343 139 40,52
Sexo não informado - - - 4 1 25,00
Total 13.873 5.241 37,78 15.016 5.559 37,02

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 141


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


ELEIT@S NAS CAPITAIS
Nome Partido Sexo UF Capital
Flaviano Flávio Baptista de Melo PMDB M AC Rio Branco
Kátia Born Ribeiro PSB F AL Maceió
Alfredo Pereira do Nascimento PL M AM Manaus
João Henrique Rodrigues Pimentel PSB M AP Macapá
Antonio José Imbassahy da Silva PFL M BA Salvador
Juraci Vieira de Magalhães PMDB M CE Fortaleza
Luiz Paulo Vellozo Lucas PSDB M ES Vitória
Pedro Wilson Guimarães PT M GO Goiânia
Jackson Kepler Lago PDT M MA São Luís
Roberto França Auad PSDB M MT Cuiabá
André Puccinelli PMDB M MS Campo Grande
Célio de Castro PSB M MG Belo Horizonte
Edmilson Brito Rodrigues PT M PA Belém
Cícero Lucena Filho PMDB M PB João Pessoa
Cássio Taniguchi PFL M PR Curitiba
João Paulo Lima e Silva PT M PE Recife
Firmino da Silveira Soares Filho PSDB M PI Teresina
Cesar Epitácio Maia PTB M RJ Rio de Janeiro
Wilma Maria de Faria Meira PSB F RN Natal
Carlos Alberto de Azevedo Camurça PDT M RO Porto Velho
Maria Teresa Saenz Surita Jucá PSDB F RR Boa Vista
Tarso Fernando Herz Genro PT M RS Porto Alegre
Angela Regina Heinzen Amin Helou PPB F SC Florianópolis
Marta Teresa Suplicy PT F SP São Paulo
Marcelo Deda Chagas PT M SE Aracajú
Nilmar Gavino Ruiz PFL F TO Palmas

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000

Obs. Não ocorrem eleições no Distrito Federal

142 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


DESEMPENHO ELEITORAL DOS PARTIDOS POR SEXO - ELEIÇÕES 2000
Partidos Mulheres Homens Total Total
%
Políticos Candidatas Eleitas % Candidatos Eleitos % Candidat@s Eleit@s
PAN 1 0 0,00 24 1 4,17 25 1 4,00
PC do B 5 1 20,00 23 0 0,00 28 1 3,57
PCB 1 0 0,00 3 0 0,00 4 0 -
PCO 2 0 0,00 10 0 0,00 12 0 -
PDT 49 6 12,24 853 282 33,06 902 288 31,93
PFL 171 75 43,86 2.127 953 44,80 2.298 1.028 44,73
PGT 0 0 - 14 0 0,00 14 0 -
PHS 4 0 0,00 49 6 12,24 53 6 11,32
PL 36 9 25,00 569 225 39,54 605 234 38,68
PMDB 195 59 30,26 2.647 1.198 45,26 2.842 1.257 44,23
PMN 5 0 0,00 75 14 18,67 80 14 17,50
PPB 81 32 39,51 1.328 586 44,13 1.409 618 43,86
PPS 53 11 20,75 579 155 26,77 632 166 26,27
PRN 0 0 - 32 3 9,38 32 3 9,38
PRONA 0 0 - 15 0 0,00 15 0 -
PRP 10 3 30,00 68 13 19,12 78 16 20,51
PRTB 3 0 0,00 50 4 8,00 53 4 7,55
PSB 42 13 30,95 440 120 27,27 482 133 27,59
PSC 21 3 14,29 149 30 20,13 170 33 19,41
PSD 27 10 37,04 280 101 36,07 307 111 36,16
PSDB 148 58 39,19 1.931 931 48,21 2.079 989 47,57
PSDC 9 0 0,00 58 8 13,79 67 8 11,94
PSL 5 0 0,00 95 26 27,37 100 26 26,00
PST 2 1 50,00 76 15 19,74 78 16 20,51
PSTU 8 0 0,00 40 0 0,00 48 0 -
PT 161 9 5,59 1.155 178 15,41 1.316 187 14,21
PT do B 5 1 20,00 43 5 11,63 48 6 12,50
PTB 83 25 30,12 992 373 37,60 1.075 398 37,02
PTN 0 0 - 24 2 8,33 24 2 8,33
PV 12 1 8,33 124 12 9,68 136 13 9,56
Sexo não
- - - - - 4 1 25,00 0
informado
Total 1.139 317 27,83 13.873 5.241 37,78 15.016 5.559 37,02

CFEMEA/Eleições 2000
Fonte: TSE - dados gerados em 03/10/2000 e 30/10/2000

Obs. 04 candidaturas sem informação do sexo - PDT, PFL, PPB e PSDB


Obs. 01 nome eleito sem informação do sexo - PSDB.

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 143


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


QUADRO COMPARATIVO DO CRESCIMENTO DE CANDIDAT@s POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens
Políticos 1996 2000 Cresc. (%) 1996 2000 Cresc. (%)
PAN 102 297 191,18 498 1.086 118,07
PC do B 172 414 140,70 701 1.651 135,52
PCB 20 32 60,00 98 139 41,84
PCO 2 10 400,00 9 38 322,22
PDT 2.572 4.555 77,10 12.731 19.642 54,28
PFL 4.203 8.061 91,79 20.460 34.696 69,58
PGT 64 302 371,88 294 1.209 311,22
PL 1.953 3.657 87,25 9.595 16.321 70,10
PMDB 5.381 9.406 74,80 25.202 40.323 60,00
PMN 761 1.005 32,06 3.410 3.969 16,39
PPB 3.416 6.264 83,37 16.648 27.287 63,91
PPS 687 3.805 453,86 3.214 15.977 397,11
PRN 69 237 243,48 402 935 132,59
PRONA 142 282 98,59 611 989 61,87
PRP 419 902 115,27 2.177 3.717 70,74
PRTB 95 557 486,32 292 2.211 657,19
PSB 1.196 2.975 148,75 5.854 12.449 112,66
PSC 885 1.605 81,36 4.010 6.972 73,87
PSD 1.098 2.161 96,81 5.157 8.719 69,07
PSDB 3.887 7.299 87,78 18.826 31.469 67,16
PSDC 171 735 329,82 928 3.005 223,81
PSL 332 1.024 208,43 1.633 4.342 165,89
PSN/PHS* 41 561 1.268,29 259 2.275 778,38
PST 263 1.039 295,06 1.197 4.015 235,42
PSTU 66 76 15,15 158 238 50,63
PT 2.315 5.105 120,52 9.838 20.202 105,35
PT do B 302 655 116,89 1.470 2.460 67,35
PTB 2.218 5.606 152,75 11.303 24.288 114,88
PTN 134 398 197,01 630 1.633 159,21
PV 377 1.296 243,77 1.574 4.645 195,11
Sem
0 0 - 0 0 -
Informação
Total 33.343 70.321 110,90 159.179 296.902 86,52

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.
(*)PSN - Partido da Solidariedade Nacional alterou o seu nome, concorrendo nas eleições de 2000 como
PHS - Partido Humanista da Solidariedade

144 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂMARA DE VEREADORES
QUADRO COMPARATIVO DO CRESCIMENTO DE CANDIDAT@s POR PARTIDO/SEXO
Partidos Sexo não informado Total
Políticos 1996 2000 Cresc. (%) 1996 2000 Cresc. (%)
PAN 139 1 -99,28 739 1.384 87,28
PC do B 387 1 -99,74 1.260 2.066 63,97
PCB 38 0 -100,00 156 171 9,62
PCO 8 0 -100,00 19 48 152,63
PDT 5.674 10 -99,82 20.977 24.207 15,40
PFL 10.996 14 -99,87 35.659 42.771 19,94
PGT 479 1 -99,79 837 1.512 80,65
PL 5.904 6 -99,90 17.452 19.984 14,51
PMDB 11.307 14 -99,88 41.890 49.743 18,75
PMN 1.722 1 -99,94 5.893 4.975 -15,58
PPB 8.301 4 -99,95 28.365 33.555 18,30
PPS 1.402 16 -98,86 5.303 19.798 273,34
PRN 404 0 -100,00 875 1.172 33,94
PRONA 535 1 -99,81 1.288 1.272 -1,24
PRP 2.639 1 -99,96 5.235 4.620 -11,75
PRTB 285 1 -99,65 672 2.769 312,05
PSB 2.723 9 -99,67 9.773 15.433 57,91
PSC 1.964 1 -99,95 6.859 8.578 25,06
PSD 3.519 4 -99,89 9.774 10.884 11,36
PSDB 9.898 12 -99,88 32.611 38.780 18,92
PSDC 800 1 -99,88 1.899 3.741 97,00
PSL 2.195 3 -99,86 4.160 5.369 29,06
PSN/PHS* 70 3 -95,71 370 2.839 667,30
PST 1.158 2 -99,83 2.618 5.056 93,12
PSTU 125 0 -100,00 349 314 -10,03
PT 4.966 1 -99,98 17.119 25.308 47,84
PT do B 1.195 1 -99,92 2.967 3.116 5,02
PTB 7.317 12 -99,84 20.838 29.906 43,52
PTN 329 1 -99,70 1.093 2.032 85,91
PV 1.648 0 -100,00 3.599 5.941 65,07
Sem
26.172 0 -100,00 26.172 0 -100,00
Informação
Total 114.299 121 -99,89 306.821 367.344 19,73

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 145


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


QUADRO COMPARATIVO DE CANDIDAT@S POR UF/SEXO
Mulheres Homens
Municípios
UF Quant. % Quant.
1996 2000 1996 2000 1996 2000 1996 2000
AC 22 22 200 266 19,96 21,80 796 954
AL 101 102 0 1.072 0,00 19,42 0 4.447
AM 62 62 653 1.098 14,10 19,63 3.121 4.495
AP 16 16 183 288 20,18 21,43 712 1.056
BA 415 417 1.159 4.427 5,15 17,43 6.072 20.967
CE 184 184 1.736 1.982 17,84 18,03 7.863 9.012
ES 77 78 1.076 1.372 15,87 18,08 5.681 6.218
GO 242 246 1.603 2.698 14,90 19,10 7.577 11.424
MA 217 217 1.055 2.926 14,94 21,17 4.385 10.886
MG 853 853 8.638 10.793 16,34 18,27 42.431 48.269
MS 77 77 731 1.192 18,88 21,79 3.131 4.278
MT 126 139 1.097 1.440 18,52 19,61 4.716 5.899
PA 143 143 1.675 2.713 18,24 20,64 7.393 10.415
PB 223 223 1.257 1.599 17,19 18,23 5.856 7.170
PE 184 185 1.491 2.257 14,03 18,01 7.955 10.257
PI 221 222 1.021 1.199 17,08 17,17 4.936 5.777
PR 399 399 0 4.357 0,00 17,81 0 20.096
RJ 91 92 2.939 3.797 18,00 21,84 13.286 13.587
RN 166 167 849 1.216 16,25 19,38 3.636 5.056
RO 52 52 0 738 0,00 18,40 0 3.271
RR 15 15 0 239 0,00 19,95 0 959
RS 467 497 2.654 4.646 14,03 18,68 13.408 20.222
SC 293 293 1.744 2.520 15,68 18,32 9.361 11.232
SE 75 75 666 943 17,10 20,20 3.222 3.721
SP 645 645 155 13.315 0,26 20,07 521 53.037
TO 139 139 761 1.228 18,57 22,63 3.120 4.197
Total 5.505 5.560 33.343 70.321 10,87 19,14 159.179 296.902

Obs. 1: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.
Obs. 2: Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

146 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂMARA DE VEREADORES
QUADRO COMPARATIVO DE CANDIDAT@S POR UF/SEXO
Homens Sexo não informado
Total
UF % Quant. %
1996 2000 1996 2000 1996 2000 1996 2000
AC 79,44 78,20 6 0 0,60 0,00 1.002 1.220
AL 0,00 80,55 4.967 2 100,00 0,04 4.967 5.521
AM 67,38 80,35 858 1 18,52 0,02 4.632 5.594
AP 78,50 78,57 12 0 1,32 0,00 907 1.344
BA 26,99 82,53 15.270 10 67,86 0,04 22.501 25.404
CE 80,81 81,97 131 0 1,35 0,00 9.730 10.994
ES 83,78 81,92 24 0 0,35 0,00 6.781 7.590
GO 70,42 80,88 1.580 2 14,68 0,01 10.760 14.124
MA 62,09 78,76 1.622 9 22,97 0,07 7.062 13.821
MG 80,25 81,71 1.803 10 3,41 0,02 52.872 59.072
MS 80,88 78,21 9 0 0,23 0,00 3.871 5.470
MT 79,61 80,35 111 3 1,87 0,04 5.924 7.342
PA 80,52 79,25 114 14 1,24 0,11 9.182 13.142
PB 80,09 81,74 199 3 2,72 0,03 7.312 8.772
PE 74,86 81,85 1.181 18 11,11 0,14 10.627 12.532
PI 82,57 82,71 21 9 0,35 0,13 5.978 6.985
PR 0,00 82,13 20.357 17 100,00 0,07 20.357 24.470
RJ 81,39 78,14 99 3 0,61 0,02 16.324 17.387
RN 69,60 80,59 739 2 14,15 0,03 5.224 6.274
RO 0,00 81,55 3.387 2 100,00 0,05 3.387 4.011
RR 0,00 80,05 375 0 100,00 0,00 375 1.198
RS 70,90 81,29 2.848 9 15,06 0,04 18.910 24.877
SC 84,19 81,68 14 0 0,13 0,00 11.119 13.752
SE 82,74 79,70 6 5 0,15 0,11 3.894 4.669
SP 0,88 79,93 58.349 0 98,85 0,00 59.025 66.352
TO 76,13 77,34 217 2 5,30 0,04 4.098 5.427
Total 51,88 80,82 114.299 121 37,25 0,03 306.821 367.344

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 147


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂMARA DE VEREADORES


QUADRO COMPARATIVO DE CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO
Mulheres Homens
Partidos Políticos Quant. % Quant.
1996 2000 1996 2000 1996 2000
PAN 102 297 13,80 21,46 498 1.086
PC do B 172 414 13,65 20,04 701 1.651
PCB 20 32 12,82 18,71 98 139
PCO 2 10 10,53 20,83 9 38
PDT 2.572 4.555 12,26 18,82 12.731 19.642
PFL 4.203 8.061 11,79 18,85 20.460 34.696
PGT 64 302 7,65 19,97 294 1.209
PL 1.953 3.657 11,19 18,30 9.595 16.321
PMDB 5.381 9.406 12,85 18,91 25.202 40.323
PMN 761 1.005 12,91 20,20 3.410 3.969
PPB 3.416 6.264 12,04 18,67 16.648 27.287
PPS 687 3.805 12,95 19,22 3.214 15.977
PRN 69 237 7,89 20,22 402 935
PRONA 142 282 11,02 22,17 611 989
PRP 419 902 8,00 19,52 2.177 3.717
PRTB 95 557 14,14 20,12 292 2.211
PSB 1.196 2.975 12,24 19,28 5.854 12.449
PSC 885 1.605 12,90 18,71 4.010 6.972
PSD 1.098 2.161 11,23 19,85 5.157 8.719
PSDB 3.887 7.299 11,92 18,82 18.826 31.469
PSDC 171 735 9,00 19,65 928 3.005
PSL 332 1.024 7,98 19,07 1.633 4.342
PSN/PHS* 41 561 11,08 19,76 259 2.275
PST 263 1.039 10,05 20,55 1.197 4.015
PSTU 66 76 18,91 24,20 158 238
PT 2.315 5.105 13,52 20,17 9.838 20.202
PT do B 302 655 10,18 21,02 1.470 2.460
PTB 2.218 5.606 10,64 18,75 11.303 24.288
PTN 134 398 12,26 19,59 630 1.633
PV 377 1.296 10,48 21,81 1.574 4.645
Sem Informação 0 0 0,00 - 0 0
Total 33.343 70.321 10,87 19,14 159.179 296.902

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.
(*)PSN - Partido da Solidariedade Nacional alterou o seu nome, concorrendo nas eleições de 2000 como
PHS - Partido Humanista da Solidariedade

148 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - CÂMARA DE VEREADORES
QUADRO COMPARATIVO DE CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO
Homens Sexo não informado
Total
Partidos Políticos % Quant. %
1996 2000 1996 2000 1996 2000 1996 2000
PAN 67,39 78,47 139 1 18,81 0,07 739 1.384
PC do B 55,63 79,91 387 1 30,71 0,05 1.260 2.066
PCB 62,82 81,29 38 0 24,36 0,00 156 171
PCO 47,37 79,17 8 0 42,11 0,00 19 48
PDT 60,69 81,14 5.674 10 27,05 0,04 20.977 24.207
PFL 57,38 81,12 10.996 14 30,84 0,03 35.659 42.771
PGT 35,13 79,96 479 1 57,23 0,07 837 1.512
PL 54,98 81,67 5.904 6 33,83 0,03 17.452 19.984
PMDB 60,16 81,06 11.307 14 26,99 0,03 41.890 49.743
PMN 57,87 79,78 1.722 1 29,22 0,02 5.893 4.975
PPB 58,69 81,32 8.301 4 29,26 0,01 28.365 33.555
PPS 60,61 80,70 1.402 16 26,44 0,08 5.303 19.798
PRN 45,94 79,78 404 0 46,17 0,00 875 1.172
PRONA 47,44 77,75 535 1 41,54 0,08 1.288 1.272
PRP 41,59 80,45 2.639 1 50,41 0,02 5.235 4.620
PRTB 43,45 79,85 285 1 42,41 0,04 672 2.769
PSB 59,90 80,66 2.723 9 27,86 0,06 9.773 15.433
PSC 58,46 81,28 1.964 1 28,63 0,01 6.859 8.578
PSD 52,76 80,11 3.519 4 36,00 0,04 9.774 10.884
PSDB 57,73 81,15 9.898 12 30,35 0,03 32.611 38.780
PSDC 48,87 80,33 800 1 42,13 0,03 1.899 3.741
PSL 39,25 80,87 2.195 3 52,76 0,06 4.160 5.369
PSN/PHS* 70,00 80,13 70 3 18,92 0,00 370 2.839
PST 45,72 79,41 1.158 2 44,23 0,04 2.618 5.056
PSTU 45,27 75,80 125 0 35,82 0,00 349 314
PT 57,47 79,82 4.966 1 29,01 0,00 17.119 25.308
PT do B 49,54 78,95 1.195 1 40,28 0,03 2.967 3.116
PTB 54,24 81,21 7.317 12 35,11 0,04 20.838 29.906
PTN 57,64 80,36 329 1 30,10 0,05 1.093 2.032
PV 43,73 78,19 1.648 0 45,79 0,00 3.599 5.941
Sem Informação 0,00 - 26.172 0 100,00 - 26.172 0
Total 51,88 80,82 114.299 121 37,25 0,03 306.821 367.344

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 149


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


MULHERES CANDIDATAS POR PARTIDOS - % CRESCIMENTO
Partidos Mulheres % Crescimento
Políticos 1996 2000 1996 2000 (%)
PAN 0 1 0,00 4,00 100,00
PC do B 2 5 4,00 17,86 77,60
PRP 6 10 3,90 12,82 69,58
PSC 14 21 6,17 12,35 50,04
PSTU 4 8 9,30 16,67 44,21
PSDC 3 9 7,50 13,43 44,15
PSDB 88 148 4,37 7,12 38,62
PFL 97 171 4,63 7,44 37,77
PMDB 128 195 4,63 6,86 32,51
PSB 28 42 5,91 8,71 32,15
PSD 22 27 6,40 8,79 27,19
PL 29 36 4,42 5,95 25,71
PT 92 161 9,25 12,23 24,37
PSL 4 5 3,85 5,00 23,00
PV 8 12 6,84 8,82 22,45
PCB 2 1 20,00 25,00 20,00
PPB 74 81 5,05 5,74 12,02
PDT 53 49 5,45 5,43 -0,37
PT do B 8 5 11,59 10,42 -11,23
PCO 1 2 20,00 16,67 -19,98
PPS 18 53 11,32 8,39 -34,92
PMN 16 5 8,94 6,25 -43,04
PRTB 2 3 11,11 5,66 -96,29
PRN 1 0 4,55 0,00 -100,00
PRONA 1 0 2,86 0,00 -100,00
PTN 1 0 5,56 0,00 -100,00
PSN/PHS* 2 4 15,38 7,55 -103,71
PST 6 2 10,91 2,56 -326,17
PTB 36 83 36,00 7,72 -366,32
PGT 0 0 - - -
Total 746 1.139 5,31 7,59 30,04

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000
Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao
sexo. (*)PSN - Partido da Solidariedade Nacional alterou o seu nome, concorrendo nas eleições de 2000
como PHS - Partido Humanista da Solidariedade

150 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


MULHERES ELEITAS POR PARTIDOS POLÍTICOS - % CRESCIMENTO
Partidos Mulheres % Eleitas %
Políticos 1996 2000 1996 2000 Crescimento
PRP 0 3 0,00 18,75 100,00 34,45
PC do B 0 1 0,00 100,00 100,00 10,00
PST 0 1 0,00 6,25 100,00 60,00
PT do B 0 1 0,00 16,67 100,00 30,77
PV 0 1 0,00 7,69 100,00 33,33
PSC 1 3 2,22 9,09 75,58 15,72
PSB 4 13 2,68 9,77 72,57 5,56
PTB 6 25 1,88 6,28 70,06 47,27
PSDB 25 58 2,97 5,86 49,32 34,88
PFL 43 75 4,83 7,30 33,84 26,33
PSD 8 10 6,78 9,01 24,75 27,37
PMDB 43 59 3,58 4,69 23,67 35,00
PL 7 9 3,24 3,85 15,84 51,28
PPB 29 32 5,03 5,18 2,90 30,52
PT 5 9 4,85 4,81 -0,83 27,75
PDT 11 6 3,48 2,08 -67,31 25,53
PPS 4 11 12,50 6,63 -88,54 27,78
PMN 1 0 3,45 0,00 -100,00 21,69
PAN 0 0 - - - 23,48
PCB 0 0 - - - 66,87
PCO 0 0 - - - 21,68
PGT 0 0 - - - 40,91
PRN 0 0 - - - 31,86
PRONA 0 0 - - - 30,62
PRTB 0 0 - - - 36,00
PSDC 0 0 - - - 44,16
PSL 0 0 - - - 56,73
PSN/PHS* 0 0 - - - 42,86
PSTU 0 0 - - - 21,43
PTN 0 0 - - - 58,33
Total 187 317 3,40 5,70 40,35 0,00

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.
(*) PSN - Partido da Solidariedade Nacional alterou o seu nome, concorrendo nas eleições de 2000
como PHS - Partido Humanista da Solidariedade

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 151


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


QUADRO COMPARATIVO DO CRESCIMENTO DE ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens
Políticos 1996 2000 Cresc. (%) 1996 2000 Cresc. (%)
PAN 0 0 - 0 1 100,00
PC do B 0 1 100,00 0 0 -
PCB 0 0 - 0 0 -
PCO 0 0 - 0 0 -
PDT 11 6 -45,45 253 282 11,46
PFL 43 75 74,42 614 953 55,21
PGT 0 0 - 0 0 -
PL 7 9 28,57 132 225 70,45
PMDB 43 59 37,21 941 1.198 27,31
PMN 1 0 -100,00 19 14 -26,32
PPB 29 32 10,34 430 586 36,28
PPS 4 11 175,00 24 155 545,83
PRN 0 0 - 0 3 100,00
PRONA 0 0 - 0 0 -
PRP 0 3 100,00 17 13 -23,53
PRTB 0 0 - 2 4 100,00
PSB 4 13 225,00 110 120 9,09
PSC 1 3 200,00 28 30 7,14
PSD 8 10 25,00 71 101 42,25
PSDB 25 58 132,00 543 931 71,45
PSDC 0 0 - 1 8 700,00
PSL 0 0 - 2 26 1.200,00
PSN/PHS* 0 0 - 1 6 500,00
PST 0 1 100,00 5 15 200,00
PSTU 0 0 - 0 0 -
PT 5 9 80,00 80 178 122,50
PT do B 0 1 100,00 2 5 150,00
PTB 6 25 316,67 198 373 88,38
PTN 0 0 - 0 2 100,00
PV 0 1 100,00 6 12 100,00
Sem
0 0 - 0 0 -
informação
Total 187 317 69,52 3.479 5.241 50,65

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 33,41% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.
(*) PSN - Partido da Solidariedade Nacional alterou o seu nome, concorrendo nas eleições de 2000 como
PHS - Partido Humanista da Solidariedade

152 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS
QUADRO COMPARATIVO DO CRESCIMENTO DE ELEIT@S POR PARTIDO/SEXO
Partidos Sexo não informado Total
Políticos 1996 2000 Cresc. (%) 1996 2000 Cresc. (%)
PAN 0 0 - 0 1 100,00
PC do B 0 0 - 0 1 100,00
PCB 0 0 - 0 0 -
PCO 0 0 - 0 0 -
PDT 52 0 -100,00 316 288 -8,86
PFL 233 0 -100,00 890 1.028 15,51
PGT 0 0 - 0 0 -
PL 77 0 -100,00 216 234 8,33
PMDB 218 0 -100,00 1.202 1.257 4,58
PMN 9 0 -100,00 29 14 -51,72
PPB 118 0 -100,00 577 618 7,11
PPS 4 0 -100,00 32 166 418,75
PRN 0 0 - 0 3 100,00
PRONA 1 0 -100,00 1 0 -100,00
PRP 14 0 -100,00 31 16 -48,39
PRTB 0 0 - 2 4 100,00
PSB 35 0 -100,00 149 133 -10,74
PSC 16 0 -100,00 45 33 -26,67
PSD 39 0 -100,00 118 111 -5,93
PSDB 273 1 -99,63 841 990 17,72
PSDC 1 0 -100,00 2 8 300,00
PSL 8 0 -100,00 10 26 160,00
PSN/PHS* 1 0 -100,00 2 6 200,00
PST 2 0 -100,00 7 16 128,57
PSTU 0 0 - 0 0 -
PT 18 0 -100,00 103 187 81,55
PT do B 2 0 -100,00 4 6 50,00
PTB 116 0 -100,00 320 398 24,38
PTN 1 0 -100,00 1 2 100,00
PV 7 0 -100,00 13 13 0,00
Sem
594 0 -100,00 594 0 -100,00
informação
Total 1.839 1 -99,95 5.505 5.559 0,98

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 153


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


QUADRO COMPARATIVO DO CRESCIMENTO DE CANDIDAT@s POR PARTIDO/SEXO
Partidos Mulheres Homens
Políticos 1996 2000 Cresc. (%) 1996 2000 Cresc. (%)
PAN 0 1 100,00 11 24 118,18
PC do B 2 5 150,00 30 23 -23,33
PCB 2 1 -50,00 7 3 -57,14
PCO 1 2 100,00 1 10 900,00
PDT 53 49 -7,55 709 853 20,31
PFL 97 171 76,29 597 2.127 256,28
PGT 0 0 - 5 14 180,00
PL 29 36 24,14 418 569 36,12
PMDB 128 195 52,34 2.039 2.647 29,82
PMN 16 5 -68,75 114 75 -34,21
PPB 74 81 9,46 1.047 1.328 26,84
PPS 18 53 194,44 116 579 399,14
PRN 1 0 -100,00 12 32 166,67
PRONA 1 0 -100,00 19 15 -21,05
PRP 6 10 66,67 80 68 -15,00
PRTB 2 3 50,00 15 50 233,33
PSB 28 42 50,00 325 440 35,38
PSC 14 21 50,00 150 149 -0,67
PSD 22 27 22,73 217 280 29,03
PSDB 88 148 68,18 1.308 1.931 47,63
PSDC 3 9 200,00 23 58 152,17
PSL 4 5 25,00 41 95 131,71
PSN/PHS* 2 4 100,00 7 49 600,00
PST 6 2 -66,67 23 76 230,43
PSTU 4 8 100,00 24 40 66,67
PT 92 161 75,00 641 1.155 80,19
PT do B 8 5 -37,50 38 43 13,16
PTB 36 83 130,56 571 992 73,73
PTN 1 0 -100,00 12 24 100,00
PV 8 12 50,00 49 124 153,06
Sem
0 0 - 0 0 -
Informação
Total 746 1.139 52,68 8.649 13.873 60,40

Obs: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.
(*) PSN - Partido da Solidariedade Nacional alterou o seu nome, concorrendo nas eleições de 2000 como
PHS - Partido Humanista da Solidariedade

154 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS
QUADRO COMPARATIVO DO CRESCIMENTO DE CANDIDAT@s POR PARTIDO/SEXO
Partidos Sexo não informado Total
Políticos 1996 2000 Cresc. (%) 1996 2000 Cresc. (%)
PAN 3 0 -100,00 14 25 78,57
PC do B 18 0 -100,00 50 28 -44,00
PCB 1 0 -100,00 10 4 -60,00
PCO 3 0 -100,00 5 12 140,00
PDT 211 1 -99,53 973 903 -7,19
PFL 1.401 1 -99,93 2.095 2.299 9,74
PGT 7 0 -100,00 12 14 16,67
PL 209 0 -100,00 656 605 -7,77
PMDB 600 0 -100,00 2.767 2.842 2,71
PMN 49 0 -100,00 179 80 -55,31
PPB 344 1 -99,71 1.465 1.410 -3,75
PPS 25 0 -100,00 159 632 297,48
PRN 9 0 -100,00 22 32 45,45
PRONA 15 0 -100,00 35 15 -57,14
PRP 68 0 -100,00 154 78 -49,35
PRTB 1 0 -100,00 18 53 194,44
PSB 121 0 -100,00 474 482 1,69
PSC 63 0 -100,00 227 170 -25,11
PSD 105 0 -100,00 344 307 -10,76
PSDB 616 1 -99,84 2.012 2.080 3,38
PSDC 14 0 -100,00 40 67 67,50
PSL 59 0 -100,00 104 100 -3,85
PSN/PHS* 4 0 -100,00 13 53 307,69
PST 26 0 -100,00 55 78 41,82
PSTU 15 0 -100,00 43 48 11,63
PT 262 0 -100,00 995 1.316 32,26
PT do B 23 0 -100,00 69 48 -30,43
PTB 319 0 -100,00 926 1.075 16,09
PTN 5 0 -100,00 18 24 33,33
PV 60 0 -100,00 117 136 16,24
Sem
0 0 - 0 0 -
Informação
Total 4.656 4 -99,91 14.051 15.016 6,87

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 155


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


QUADRO COMPARATIVO DE CANDIDAT@S POR UF/SEXO
Mulheres Homens
Municípios
UF Quant. % Quant.
1996 2000 1996 2000 1996 2000 1996 2000
AC 22 22 4 5 5,41 9,43 70 48
AL 101 102 0 36 0,00 12,33 0 256
AM 62 62 20 6 9,09 2,79 169 209
AP 16 16 7 7 10,61 10,77 59 58
BA 415 417 33 97 2,54 8,60 337 1.031
CE 184 184 52 58 10,70 12,66 429 400
ES 77 78 17 10 6,20 4,35 256 219
GO 242 246 27 65 4,34 9,82 499 597
MA 217 217 32 73 8,21 12,13 344 529
MG 853 853 116 128 5,04 5,73 2.112 2.103
MS 77 77 19 21 8,56 9,42 203 202
MT 126 139 26 21 7,45 5,90 320 335
PA 143 143 45 43 10,20 9,41 396 413
PB 223 223 49 51 9,35 10,10 457 454
PE 184 185 38 31 6,86 6,35 465 457
PI 221 222 57 53 10,27 10,13 497 470
PR 399 399 0 53 0,00 5,28 0 950
RJ 91 92 30 31 7,44 9,39 370 299
RN 166 167 43 44 10,46 10,71 322 366
RO 52 52 0 21 0,00 12,00 0 154
RR 15 15 0 4 0,00 10,81 0 33
RS 467 497 41 58 3,55 4,36 933 1.272
SC 293 293 28 40 4,05 5,38 664 703
SE 75 75 29 13 11,20 6,44 230 189
SP 645 645 3 137 0,15 7,01 11 1.816
TO 139 139 30 33 8,40 9,62 310 310
Total 5.505 5.560 746 1.139 5,31 7,59 9.453 13.873

Obs. 1: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.
Obs. 2: Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

156 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS
QUADRO COMPARATIVO DE CANDIDAT@S POR UF/SEXO
Homens Sexo não informado
Total
UF % Quant. %
1996 2000 1996 2000 1996 2000 1996 2000
AC 94,59 90,57 0 0 0,00 0,00 74 53
AL 0,00 87,67 348 0 100,00 0,00 348 292
AM 76,82 97,21 31 0 14,09 0,00 220 215
AP 89,39 89,23 0 0 0,00 0,00 66 65
BA 25,90 91,40 931 0 71,56 0,00 1.301 1.128
CE 88,27 87,34 5 0 1,03 0,00 486 458
ES 93,43 95,22 1 1 0,36 0,43 274 230
GO 80,23 90,18 96 0 15,43 0,00 622 662
MA 88,21 87,87 14 0 3,59 0,00 390 602
MG 91,71 94,22 75 1 3,26 0,04 2.303 2.232
MS 91,44 90,58 0 0 0,00 0,00 222 223
MT 91,69 94,10 3 0 0,86 0,00 349 356
PA 89,80 90,37 0 1 0,00 0,22 441 457
PB 87,21 89,90 18 0 3,44 0,00 524 505
PE 83,94 93,65 51 0 9,21 0,00 554 488
PI 89,55 89,87 1 0 0,18 0,00 555 523
PR 0,00 94,72 0 0 0,00 0,00 0 1.003
RJ 91,81 90,61 3 0 0,74 0,00 403 330
RN 78,35 89,05 46 1 11,19 0,24 411 411
RO 0,00 88,00 0 0 0,00 0,00 0 175
RR 0,00 89,19 0 0 0,00 0,00 0 37
RS 80,85 95,64 180 0 15,60 0,00 1.154 1.330
SC 95,95 94,62 0 0 0,00 0,00 692 743
SE 88,80 93,56 0 0 0,00 0,00 259 202
SP 0,54 92,99 2.032 0 99,32 0,00 2.046 1.953
TO 86,83 90,38 17 0 4,76 0,00 357 343
Total 67,28 92,39 3.852 4 27,41 0,03 14.051 15.016

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 157


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


QUADRO COMPARATIVO DE ELEIT@S POR UF/SEXO
Mulheres Homens
Municípios
UF Quant. % Quant.
1996 2000 1996 2000 1996 2000 1996 2000
AC 22 22 1 1 4,55 4,55 21 21
AL 101 102 18 13 17,82 12,75 83 89
AM 62 62 2 2 3,23 3,23 60 60
AP 16 16 0 1 0,00 6,25 16 15
BA 415 417 24 25 5,78 6,00 391 392
CE 184 184 18 22 9,78 11,89 166 162
ES 77 78 1 1 1,30 1,30 76 76
GO 242 246 15 20 6,20 8,13 227 226
MA 217 217 14 19 6,45 8,76 203 198
MG 853 853 37 41 4,34 4,81 816 812
MS 77 77 5 5 6,49 6,49 72 72
MT 126 139 7 7 5,56 5,04 119 132
PA 143 143 12 11 8,39 7,69 131 132
PB 223 223 13 17 5,83 7,62 210 206
PE 184 185 14 14 7,61 7,61 170 170
PI 221 222 30 22 13,57 9,91 191 200
PR 399 399 12 18 3,01 4,51 387 381
RJ 91 92 3 4 3,30 4,35 88 88
RN 166 167 18 11 10,84 6,59 148 156
RO 52 52 4 4 7,69 7,69 48 48
RR 15 15 1 3 6,67 20,00 14 12
RS 467 497 7 9 1,50 1,81 460 488
SC 293 293 11 5 3,75 1,71 282 288
SE 75 75 5 6 6,67 8,00 70 69
SP 645 645 23 24 3,57 3,72 622 621
TO 139 139 10 12 7,19 8,63 129 127
Total 5.505 5.560 305 317 5,54 5,70 5.200 5.241

Obs. 1: Nos dados de 1996, divulgados pelo TSE, 37,25% dos registros não trazem informação em relação ao sexo.
Obs. 2: Não ocorrem eleições para Prefeituras e Câmaras de Vereadores no Distrito Federal

158 SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012


continuação
ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS
QUADRO COMPARATIVO DE ELEIT@S POR UF/SEXO
Homens Sexo não informado
Total
UF % Quant. %
1996 2000 1996 2000 1996 2000 1996 2000
AC 95,45 95,45 0 0 0,00 0,00 22 22
AL 82,18 87,25 0 0 0,00 0,00 101 102
AM 96,77 96,77 0 0 0,00 0,00 62 62
AP 100,00 93,75 0 0 0,00 0,00 16 16
BA 94,22 94,00 0 0 0,00 0,00 415 417
CE 90,22 87,57 0 1 0,00 0,54 184 185
ES 98,70 98,70 0 0 0,00 0,00 77 77
GO 93,80 91,87 0 0 0,00 0,00 242 246
MA 93,55 91,24 0 0 0,00 0,00 217 217
MG 95,66 95,19 0 0 0,00 0,00 853 853
MS 93,51 93,51 0 0 0,00 0,00 77 77
MT 94,44 94,96 0 0 0,00 0,00 126 139
PA 91,61 92,31 0 0 0,00 0,00 143 143
PB 94,17 92,38 0 0 0,00 0,00 223 223
PE 92,39 92,39 0 0 0,00 0,00 184 184
PI 86,43 90,09 0 0 0,00 0,00 221 222
PR 96,99 95,49 0 0 0,00 0,00 399 399
RJ 96,70 95,65 0 0 0,00 0,00 91 92
RN 89,16 93,41 0 0 0,00 0,00 166 167
RO 92,31 92,31 0 0 0,00 0,00 52 52
RR 93,33 80,00 0 0 0,00 0,00 15 15
RS 98,50 98,19 0 0 0,00 0,00 467 497
SC 96,25 98,29 0 0 0,00 0,00 293 293
SE 93,33 92,00 0 0 0,00 0,00 75 75
SP 96,43 96,28 0 0 0,00 0,00 645 645
TO 92,81 91,37 0 0 0,00 0,00 139 139
Total 94,46 94,28 0 1 0,00 0,02 5.505 5.559

CFEMEA/Eleições 1996 e 2000


Fonte: TSE - dados atualizados em 15/09/1999 e 03/10/2000

SÉRIE HISTÓRICA MULHERES E ELEIÇÕES 1996-2012 159


Sumário

ELEIÇÕES 1996 E 2000 - PREFEITURAS MUNICIPAIS


QUADRO COMPARATIVO DE CANDIDAT@S POR PARTIDO/SEXO
Mulheres Homens
Partidos Políticos Quant. % Quant.
1996 2000 1996 2000 1996 2000
PAN 0 1 0,00 4,00 11 24
PC do B 2 5 4,00 17,86 30 23
PCB 2 1 20,00 25,00 7 3
PCO 1 2 20,00 16,67 1 10
PDT 53 49 5,45 5,43 709 853
PFL 97 171 4,63 7,44 597 2.127
PGT 0 0 0,00 0,00 5 14
PL 29 36 4,42 5,95 418 569
PMDB 128 195 4,63 6,86 2.039 2.647
PMN 16 5 8,94 6,25 114 75
PPB 74 81 5,05 5,74 1.047 1.328
PPS 18 53 11,32 8,39 116 579
PRN 1 0 4,55 0,00 12 32
PRONA 1 0 2,86 0,00 19 15
PRP 6 10 3,90 12,82 80 68
PRTB 2 3 11,11 5,66 15 50
PSB 28 42 5,91 8,71 325 440
PSC 14 21 6,17 12,35 150 149
PSD 22