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10.

º ANO – PORTUGUÊS
FICHA DE TRABALHO 1 – HISTÓRIA TRÁGICO MARÍTIMA
PALAVRAS 10 – RECURSOS LEYA

GRUPO I
A. Lê o seguinte texto.

Como se sabe, no tempo do rei D. João III foi o Brasil dividido em capitanias, cada uma concedida a
um donatário. A de Pernambuco, uma das que primeiro se povoaram e que logo alcançou grande
importância, coube a um fidalgo de reto espírito, nobre, perseverante, trabalhador, que tinha por
nome Duarte Coelho. Parece que dispunha de consideráveis recursos e é de supor que esses seus
5 haveres fossem o resultado de trabalhos longos que passou em África e no Oriente. Alcançada a
mercê real, transferiu-se logo para o Brasil, acompanhado de muitos dos seus parentes. Sob a sua
hábil administração, a capitania prosperou. Passados alguns anos, resolveu vir até à metrópole, a
fim de angariar colonos novos e contratar industriais competentes com que pudesse desenvolver a
10 sua empresa. Confiou a um seu cunhado, Jerónimo de Albuquerque, o governo da capitania, e
embarcou acompanhado de seus filhos: Duarte Coelho de Albuquerque e Jorge de Albuquerque
Coelho, que tivera de sua mulher, Dona Brites de Albuquerque.
Na metrópole veio a falecer Duarte Coelho em 1554; e, já no tempo em que a rainha Dona Catarina,
avó do rei D. Sebastião, governava Portugal durante a menoridade do seu neto, chegou nova do
15 Brasil, e especialmente de Pernambuco, de que a maior parte das tribos indígenas se levantara ali
contra os Portugueses, pondo cerco aos principais lugares daquela colónia de Pernambuco.
Ordenou pois Dona Catarina que Duarte de Albuquerque Coelho, herdeiro da capitania, a fosse sem
demora socorrer; e, entendendo ele que lhe seria utilíssima a companhia e ajuda de seu irmão,
20 Jorge de Albuquerque Coelho, suplicou à rainha-regente que lhe desse ordem de o acompanhar; e
assim ela fez.
Chegou em 1560 a Pernambuco, não contando mais de vinte anos de idade; e, havendo chamado a
conselho alguns padres da Companhia de Jesus e várias personagens entre as principais da terra,
25 assentou-se entre todos, ponderado o lance, que se elegesse por chefe militar da capitania a Jorge
de Albuquerque Coelho, o qual, como lhe disseram que cumpria ao bem público o aceitar ele e
servir tal cargo, o aceitou, e se aventurou, e se esforçou muitíssimo, correndo risco de perder a vida
no zeloso cumprimento dos seus deveres.
30 Começou o ataque aos inimigos naquele mesmo ano de 1560, com tropa de soldados e de criados
seus, que alimentava vestia e calçava à sua custa. Prosseguiu nas operações de guerra através de
montes e de desertos, durante Verões e durante Invernos, de noite e de dia, passando
grandíssimos trabalhos, sendo ele e os seus soldados feridos pelo gentio muitas vezes, e
35 combatendo a pé e a cavalo. Frequentemente, não tinham mais para comer do que os caranguejos
do mato que encontravam, cozinhados de farinha-de-pau e fruta selvagem daqueles campos.
Quando acampavam, faziam os escravos choupanas de palma, em que se agasalhava toda a tropa.
Com estes cuidados que sempre tinha e com as boas palavras que lhes dizia, consolava e
40 contentava a sua gente. Entrada uma aldeia dos inimigos, corria logo sobre a mais próxima e a
tomava assim com facilidade, por não terem tempo de se fazerem prestes.
Com esta diligência e brevidade pacificou em cinco anos a capitania. Quando chegara, não
ousavam os moradores da vila de Olinda sair mais que duas léguas pela terra dentro, e ao longo da
costa, três ou quatro; ao fim daquele tempo, podiam ir até vinte pelo interior, e sessenta léguas ao
45 longo da costa, − as que tinha a capitania no seu âmbito.
Então, deixando essa colónia conquistada, e os indígenas quietos e pacíficos com pedirem paz que
lhes outorgaram, embarcou para a metrópole na nau «Santo António», na qual viagem se deram os
casos que nesta narrativa se contêm.

História Trágico-Marítima, adaptação de António Sérgio, Sá da Costa, 2008.


[“As terríveis aventuras de Jorge de Albuquerque Coelho (1565)”, pp. 177-178.]

1. Identifica os três momentos principais em que o texto se organiza.

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2. Seleciona expressões no texto que apresentam Jorge de Albuquerque Coelho como o verdadeiro
protagonista da narrativa que se anuncia.

3. Explica o sentido da frase: «Quando chegara, não ousavam os moradores da vila de Olinda sair
mais que duas léguas pela terra dentro, e ao longo da costa, três ou quatro; ao fim daquele tempo, podiam
ir até vinte pelo interior, e sessenta léguas ao longo da costa – as que tinha a capitania no seu âmbito.»

4. Explicita a relação que se pode estabelecer entre este relato e Os Lusíadas.

B- Lê o seguinte texto.

Então, deixando essa colónia [Pernambuco] conquistada, e os indígenas quietos e pacíficos com pedirem
paz que lhes outorgaram, embarcou para a metrópole na nau «Santo António», na qual viagem se deram
os casos que nesta narrativa se contêm.
História Trágico-Marítima, adaptação de António Sérgio, Lisboa: Sá da Costa, 2008.
[“As terríveis aventuras de Jorge de Albuquerque Coelho (1565)”, p. 181.]

5. Explicita em que medida os relatos de naufrágios completam a visão das descobertas marítimas
portuguesas.
6. Indica em que medida os protagonistas dos relatos de naufrágios podem também ser considerados
heróis.

Grupo II

O Japão é um lugar estranho?


Há uma altura da vida em que os pais, julgando ainda ter muito para ensinar, começam a aperceber-
se por vezes com espanto – de que também eles passaram a ter muito a aprender com os respetivos
filhos. Não me refiro a aprendizagens de ordem humana, emocional ou afetiva. Essas começaram
ainda antes do parto, naturalmente. Estou a falar de factos concretos: nomes, tendências, continentes
culturais até aí totalmente ignorados e submersos.
5 Foi o que aconteceu ao escritor australiano Peter Carey e, se me permitem uma confissão pessoal, o
que me aconteceu a mim. É essa a dupla razão de ser deste livro. O Japão É Um Lugar Estranho não
existiria nesta edição sem o que eu aprendi com o meu.
Charley e Alexandre, pelas minhas contas, terão aproximadamente a mesma idade. Terá sido também
pela mesma altura que viram pela primeira vez "O Verão de Kikujiro", o filme de Takesshi Kitano, que
10 é um comovente road movie japonês de uma criança à procura da mãe. Na mesma fase da vida, por
volta dos 12 anos, Charley e Alexandre começaram a dedicar-se à manga e ao anime, apesar da
insistência dos respetivos pais para que lessem literatura «séria». Em ambos os casos, foram os
filhos a arrastar os pais para um interesse pela cultura japonesa, que os levaria a planear uma viagem
ao Japão.
15 Escrito com a destreza narrativa de um romancista de créditos firmados (vencedor do Booker Prize
por duas vezes), este livro traz em si, também, a urgência da reportagem e a capacidade de
observação do melhor jornalismo.
Revela-nos, antes de mais, aquilo a que muita gente ainda não terá dado a atenção necessária: que
há uma nova geração de adolescentes ocidentais a crescer, nesta primeira década do século XXI, sob
20 a influência direta da cultura popular japonesa. […]
Revela-nos, antes de mais, aquilo a que muita gente ainda não terá dado a atenção necessária: que
há uma nova geração de adolescentes ocidentais a crescer, nesta primeira década do século XXI, sob
a influência direta da cultura popular japonesa. […]

A propósito desta presença crescente da cultura japonesa no imaginário ocidental, há já quem se


25 refira a um fenómeno de m.a.s.s. culture: manga, anime, sushi e sashimi. A viagem que este livro
nos propõe é uma tentativa de descoberta da fonte deste fascínio.

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Peter Carey conduz o filho e é conduzido (levando-nos a nós também nessa viagem) pelos
labirintos de uma cultura cheia de códigos mais ou menos impenetráveis para um estrangeiro. Uma
30 cultura bem mais transparente para um adolescente familiarizado com os universos da manga e do
anime do que para um adulto à procura de uma chave que se revela quase sempre «lost in
translation».
O Japão é um lugar estranho, de facto.

Carlos Vaz Marques, “Prefácio”, in O Japão é um lugar estranho, Lisboa: Tinta da China, 2011, pp. 15-17.

1. Para responderes a cada um dos itens de 1.1. a 1.5., seleciona a única opção que permite obter
uma afirmação correta.
1.1. Os pais, segundo o texto,
A. falham sempre que tentam ensinar os filhos.
B. sofrem a influência de fatores afetivos.
C. resolvem sempre as suas divergências com os filhos.
D. acabam por reconhecer que os filhos possuem conhecimentos diferentes.

1.2. Segundo Carlos Vaz Marques, o livro O Japão É Um Lugar Estranho


A. é o resultado da paixão do filho de Peter Carey pela cultura japonesa.
B. foi inspirado pela paixão do seu filho pelo Japão.
C. foi inspirado pelo seu desejo de conhecer continentes culturais ignorados.
D. foi inspirado pelas suas leituras enciclopédicas.

1.3. O filme «O Verão de Kikujiro»


A. é uma adaptação de O Japão É Um Lugar Estranho.
B. conta que o jovem Charley procura a mãe, que não conhece.
C. demonstra uma das coincidências da vida de Charley e Alexandre.
D. é um exemplo de literatura «séria».

1.4. O autor deste texto considera que muitos adolescentes ocidentais


A. não conhecem nada da cultura japonesa.
B. crescem sujeitos a más influências.
C. têm fascínio pela cultura da manga e do anime.
D. rejeitam a cultura pop norte-americana.

1.5. A frase: «Peter Carey conduz o filho e é conduzido (…) pelos labirintos de uma cultura cheia de
códigos mais ou menos impenetráveis para um estrangeiro.» (ll. 25-26) significa que
A. pai e filho se deparam com uma situação embaraçosa.
B. os labirintos japoneses são impenetráveis.
C. Peter Carey, no estrangeiro, aceita códigos culturais diferentes.
D. a cultura japonesa é difícil de compreender devido à sua especificidade.

2. Responde de forma correta aos itens apresentados.


2.1. Classifica a oração destacada na frase: «Em ambos os casos, foram os filhos a arrastar os pais para
um interesse pela cultura japonesa, que os levaria a planear uma viagem ao Japão.» (ll. 13-15).

2.2. Identifica a função sintática desempenhada pela expressão sublinhada na frase «(…) este livro traz
em si, também, a urgência da reportagem (…)» (l. 17).
2.3. Refere o processo de formação da palavra sublinhada em «A hegemonia da cultura pop norte-
americana.»
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO
1. 15 pontos
GRUPO I 100 pontos • Aspetos de conteúdo (C) 9 pontos
EDUCAÇÃO LITERÁRIA
A. 70 pontos Nívei Descritores do nível de Pontuaç

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s desempenho ão verdadeiro protagonista da
narrativa que se anuncia,
4 Identifica, adequadamente, 9 explicando, de forma
os três momentos principais lacunar.
em que o texto se organiza.
2 Seleciona, adequadamente, 6
3 Identifica, de forma 7 expressões no texto que
imprecisa, os três momentos apresentam Jorge de
principais em que o texto se Albuquerque Coelho como o
organiza. verdadeiro protagonista da
2 Identifica, de forma vaga, os 5 narrativa que se anuncia,
três momentos principais em explicando de forma vaga.
que o texto se organiza. 1 Seleciona, adequadamente, 3
1 Identifica apenas um 3 expressões no texto que
momento de introdução, um apresentam Jorge de
de desenvolvimento e outro Albuquerque Coelho como o
de conclusão. verdadeiro protagonista da
narrativa que se anuncia,
não explicando.
• Aspetos de estruturação do discurso e correção
linguística (F)
6 pontos • Aspetos de estruturação do discurso e correção
Estruturação do discurso (E) 3 pontos linguística (F)
Correção linguística (CL) 3 pontos 8 pontos
Estruturação do discurso (E) 4 pontos
Cenário de resposta Correção linguística (CL) 4 pontos
O texto está organizado em três momentos. O Cenário de resposta
primeiro desenvolve-se à volta do trabalho que Jorge de Albuquerque Coelho é apresentado
Duarte Coelho, donatário da capitania de neste excerto a partir das ações heroicas dos
Pernambuco, realizou no Brasil. De seguida, seus antepassados: «A de Pernambuco, uma das
narram-se os acontecimentos que tiveram lugar que primeiro se povoaram e que logo alcançou
após a sua morte: a revolta dos indígenas e a grande importância, coube a um fidalgo de reto
chegada dos herdeiros da capitania. Por fim, espírito, nobre, perseverante, trabalhador, que
relata-se a pacificação da capitania por Jorge de tinha por nome Duarte Coelho»(ll. 2-4). À medida
Albuquerque Coelho. que a narrativa evolui, percebemos que a
personagem se destaca também pelas suas
2. 20 pontos ações em nome individual: «Jorge de
• Aspetos de conteúdo (C) 12 pontos Albuquerque Coelho, o qual, como lhe disseram
que cumpria ao bem público o aceitar ele e servir
tal cargo, o aceitou, e se aventurou, e se
Nívei Descritores do nível de Pontuaç esforçou muitíssimo, correndo risco de perder a
s desempenho ão vida no zeloso cumprimento dos seus deveres»
4 Seleciona, adequadamente, 12 (ll. 23-25).
expressões no texto que
apresentam Jorge de 3. 15 pontos
Albuquerque Coelho como o • Aspetos de conteúdo (C) 9 pontos
verdadeiro protagonista da
narrativa que se anuncia, Nívei Descritores do nível de Pontuaç
explicando de forma clara e s desempenho ão
precisa.
4 Explica, de forma adequada, 9
3 Seleciona, adequadamente, 9 o sentido da frase.
expressões no texto que
apresentam Jorge de 3 Explica, de forma imprecisa, 7
Albuquerque Coelho como o o sentido da frase.

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2 Explica, de forma vaga, o 5 Cenário de resposta
sentido da frase. Os relatos de naufrágios complementam a visão
gloriosa das descobertas, patente na perspetiva
1 Transcreve apenas 3 heroica de Os Lusíadas, pondo em evidência os
expressões do texto. perigos das viagens marítimas e as dificuldades
na colonização dos povos descobertos.
• Aspetos de estruturação do discurso e correção
linguística (F) B. 30 pontos
6 pontos 5. 15 pontos
Estruturação do discurso (E) 3 pontos • Aspetos de conteúdo (C) 9 pontos
Correção linguística (CL) 3 pontos
Cenário de resposta Nívei Descritores do nível de Pontuaç
A frase transcrita salienta que o trabalho s desempenho ão
realizado por Jorge de Albuquerque Coelho no
Brasil foi difícil e esforçado, no entanto conseguiu 4 Explicita, adequadamente, 9
pacificar os indígenas da zona de Olinda, sendo em que medida os relatos de
possível viajar em segurança ao longo da costa e naufrágios completam a
pelo interior. visão das descobertas
marítimas portuguesas.
4. 20 pontos 3 Explicita, de forma lacunar, 7
• Aspetos de conteúdo (C) 12 pontos em que medida os relatos de
naufrágios completam a
Nívei Descritores do nível de Pontuaç visão das descobertas
s desempenho ão marítimas portuguesas.
4 Explicita, adequadamente, a 12 2 Explicita, de forma 5
relação que se pode imprecisa, em que medida
estabelecer entre este relato os relatos de naufrágios
e Os Lusíadas, completam a visão das
concretizando. descobertas marítimas
portuguesas.
3 Explicita, de forma lacunar, a 9
relação que se pode 1 Explicita, de forma vaga, em 3
estabelecer entre este relato que medida os relatos de
e Os Lusíadas, naufrágios completam a
concretizando. visão das descobertas
marítimas portuguesas.
2 Explicita, de forma 6
imprecisa, a relação que se
pode estabelecer entre este
relato e Os Lusíadas, • Aspetos de estruturação do discurso e correção
concretizando. linguística (F)
6 pontos
1 Explicita, de forma lacunar, a 3 Estruturação do discurso (E) 3 pontos
relação que se pode Correção linguística (CL) 3 pontos
estabelecer entre este relato Cenário de resposta
e Os Lusíadas, não As descobertas marítimas portuguesas estão
concretizando. geralmente ligadas a uma visão heroica dos
acontecimentos que os relatos de naufrágios
complementam, evidenciando as dificuldades e o
• Aspetos de estruturação do discurso e correção sacrifício de vidas que o alargamento do império
linguística (F) exigiu.
8 pontos
Estruturação do discurso (E) 4 pontos 6. 15 pontos
Correção linguística (CL) 4 pontos • Aspetos de conteúdo (C) 9 pontos

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Nívei Descritores do nível de Pontuaç resistiram às dificuldades que a colonização
s desempenho ão exigiu. Muitos destes homens deram a sua vida e
não foram reconhecidos.
4 Indica, adequadamente, em 9
que medida os protagonistas Pontu
dos relatos de naufrágios Item Versão 1 Versão 2
ação
podem também se
considerados heróis, 1.1. D 5
concretizando.
1.2. A 5
3 Indica, de forma lacunar, em 7
que medida os protagonistas 1.3. C 5
dos relatos de naufrágios 1.4. C 5
podem também se
considerados heróis, 1.5. D 5
concretizando.
Oração subordinada
2 Indica, de forma imprecisa, 5 2.1. adjetiva relativa 7
em que medida os explicativa.
protagonistas dos relatos de
naufrágios podem também Complemento do
2.2. 7
se considerados heróis, nome.
concretizando. 2.3. Empréstimo. 11
1 Indica, de forma lacunar, em 3 No Grupo I, nos casos em que a classificação
que medida os protagonistas referente aos aspetos de conteúdo (C) for igual
dos relatos de naufrágios ou superior a um terço do previsto para este
podem também se parâmetro, a pontuação máxima dos aspetos de
considerados heróis, não estruturação do discurso e correção linguística
concretizando. (F) será a que consta da tabela que se segue.
Sobre esse valor aplicam-se os eventuais
• Aspetos de estruturação do discurso e correção descontos relativos aos fatores de desvalorização
linguística (F) previstos no seguinte quadro da página 7.
6 pontos
Estruturação do discurso (E) 3 pontos GRUPO II 50 pontos
Correção linguística (CL) 3 pontos LEITURA / GRAMÁTICA
Cenário de resposta Chave
Os protagonistas dos relatos de naufrágios são
também verdadeiros heróis que lutaram e

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