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UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA - UVA

CICLO BÁSICO DAS ENGENHARIAS


RELATÓRIO DA DISCIPLINA DE PROJETO II

PROJETO II

Rio de Janeiro
2018
PISOS PIEZOELÉTRICOS – PROJETO 2

Trabalho Acadêmico apresentado à


disciplina de Projeto 2 do Curso de Ciclo
Básico das Engenharias da
Universidade Veiga de Almeida - Rio de
Janeiro, como nota parcial para a
conclusão da disciplina de Projeto II.
Avaliador: Prof.: Clovis Henrique Meirelles.

Rio de Janeiro
2018
Considerações

O Trabalho a seguir tem o foco em apresentar algumas melhorias sugeridas para o projeto anteriormente
proposto pelos integrantes Daniel Infantino, Elivelton Ferreira, Guilherme Salgado, Liandra Gomes e Renan
Silva na disciplina de projeto I.
Sumário

1. APRESENTAÇÃO 5
1.1- PISOS PIEZOELÉTRICOS 5
1.2- GERENTE DE PROJETO 5
1.3- IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES E DEFINIÇÃO DO PROBLEMA 5
1.4- CONTEXTO DO PROJETO 5
1.5- OBJETIVO GERAL 6
1.5.1- OBJETIVOS ESPECÍFICOS 6
1.6- JUSTIFICATIVA 6
1.7- BENEFÍCIOS ESPERADOS 6
1.8- CUSTOS 7
1.9- PRAZOS 7
2. ANÁLISE DOS STAKEHOLDERS 7
2.1- PARTES INTERESSADAS NO PROJETO 7
2.1.1- PARTES DIRETAMENTE INTERESSADAS 7
2.1.2- PARTES INDIRETAMENTE INTERESSADAS 7
2.2- DESCRIÇÃO DAS PARTES ENVOLVIDAS NO PROJETO 7
3. ESPECIFICAÇÕES 10
3.1- METODOLOGIA 10
3.2- DESCRIÇÃO DETALHADA 11
3.3- PROTÓTIPO 12
3.4- ATENDIMENTO E CONFORMIDADE ÀS NORMAS 15
3.5- REQUISITOS DE SEGURANÇA 15
3.6- SOLUÇÕES EXISTENTES 16
4. PREMISSAS E RESTRIÇÕES 17
4.1- PREMISSAS 17
4.2- RESTRIÇÕES E LIMITAÇÕES DO PROJETO 18
4.3- RISCOS 18
5. CUSTOS 19
6. PRAZOS 21
6.1- INDICAÇÃO DAS FASES DO PROJETO 21
6.2- ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO 21
6.3- CRONOGRAMA 22
7. PESSOAS 23
7.1- ORGANOGRAMA DO PROJETO 23
7.2- DETALHES DE ACIONAMENTO DE EQUIPE 24
7.3- MATRIZ DE RESPONSABILIDADES 24
8. AVALIAÇÃO 25
8.1- COMO O SUCESSO DO PROJETO SERÁ AVALIADO 25
8.2- MÉTRICAS 25
8.3- VANTAGENS E DESVANTAGENS DA SOLUÇÃO PROPOSTA 26
8.4- RESULTADOS E CONCLUSÕES 26
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 28
1. APRESENTAÇÃO

1.1- PISOS PIEZOELÉTRICOS

1.2- GERÊNCIA DO PROJETO

MARINA ROCHA
NATALIA MEDEIROS
NICHOLAS MANGIA
PAULO MAGALDI
SAMARA MACIEL

1.3- IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES E DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

Este documento consolida resultados da observação realizada na Universidade


Veiga de Almeida – CAMPUS TIJUCA com foco em identificar e propor uma solução
inovadora que terá impacto positivo com o objetivo de aumentar a utilização de
fontes alternativas de geração de energia elétrica.
Assim, o principal problema definido é a ausência de fontes alternativas de
geração de energia na Universidade.

1.4- CONTEXTO DO PROJETO

Atualmente a universidade está em um contexto de aumento da utilização de


energia elétrica, especialmente em função do maior número de equipamentos
utilizados (multimídia, laboratórios, refrigeração). Além de representar custos
significativos, o consumo elevado de energia está em desacordo com os padrões de
sustentabilidade esperados de uma instituição como a UVA. Algumas ações de
eficiência energética já foram implementadas, como a substituição das lâmpadas,
mas há ainda outras possibilidades de atuação, como a geração de energia através
de pontos de “desperdícios de energia”. Por esse motivo esse projeto será realizado
na UVA – CAMPUS TIJUCA.
Para que a universidade seja considerada sustentável a longo prazo propusemos
um projeto que traz solução ambientalmente adequada. Trata-se de a geração de
energia que não polui ou degrada o meio ambiente, economicamente viável, visto
que são previstos a utilização de materiais de baixo custo para sua implantação e
socialmente justo, pois a utilização deste será importante para todos os beneficiários
(alunos, colaboradores e sociedade em geral).
Existem outros projetos similares pelo mundo, porém a aplicação proposta o torna
singular, principalmente pelo fato de ser implantado em uma universidade.

1.5- OBJETIVO GERAL

O objetivo desse projeto é promover a implantação de uma fonte limpa de


geração de energia elétrica que será utilizada a longo prazo.

1.5.1- OBJETIVOS ESPECÍFICOS

● Promover a instalação tapete/piso piezoelétrico no campus da Universidade


Veiga de Almeida em um local onde o fluxo de alunos atenda as
especificações definidas no escopo.
● Ampliar a utilização de fontes sustentáveis de geração de energia elétrica.

1.6- JUSTIFICATIVA

Acredita-se ser necessário que as instituições adotem boas práticas


socioambientais e financeiras. Neste contexto, insere-se o consumo de energia, que
dentro do possível deve ser reduzido. Outra alternativa complementar à redução no
consumo está a geração de energia por fontes alternativa, não emissoras de gases
de efeito estufa (GEE).
Foi observado que há grande movimentação de pessoas pelos corredores da
entrada principal da Universidade em horários específicos. Aconteceram vistorias no
turno noturno (de 17h30 às 22h00), sendo constatado que entre os horários de
17h30min e 20h30mim ocorrem maior parte desse fluxo. Essa condição indica um
alto potencial de geração de energia por meio da própria movimentação das
pessoas.
1.7- BENEFÍCIOS ESPERADOS

Os principais benefícios esperados são:

● Redução de custos com energia elétrica a longo prazo.


● Possibilitar a Universidade perceber o potencial de gerar em parte a própria
energia.
● Maior visibilidade da Universidade sobre questões sustentáveis.
● Incentivo a criação de projetos inovadores.

1.8- CUSTOS

O valor estipulado dos custos é ….

1.9- PRAZOS

O tempo estimado para conclusão do projeto é de …

2. ANÁLISE DOS STAKEHOLDERS

2.1- PARTES INTERESSADAS NO PROJETO


2.1.1- PARTES DIRETAMENTE INTERESSADAS

● Alunos da Universidade Veiga de Almeida;


● Professores da Universidade Veiga de Almeida;
● Empresas terceirizadas prestadoras de serviço à Universidade Veiga de
● Almeida;
● Direção da Universidade Veiga de Almeida;
● Fornecedores de tecnologia;
● Administração da Universidade Veiga de Almeida;
● Equipe de planejamento do projeto;
● Fornecedores de materiais para obra;
● Mão de obra de instalação;
● Empresa de manutenção;
● Companhia Elétrica.

2.1.2- PARTES INDIRETAMENTE INTERESSADAS

● Departamento de pesquisa da Universidade Veiga de Almeida;


● Transeuntes diversos.
2.2- DESCRIÇÃO DAS PARTES ENVOLVIDAS NO PROJETO

Direção da Universidade Veiga de Almeida: Cliente que irá realizar a liberação do


espaço de trabalho da universidade, assim como responsabilidade do aporte
financeiro.

Alunos da Universidade Veiga de Almeida: Atuam diretamente na geração de


energia por parte do tapete/piso piezoelétrico, além de possibilitados de serem
impactados pelas obras oriundas do projeto.

Professores da Universidade Veiga de Almeida: Colaborar com iniciativas de


pesquisas, que agreguem valor para a sociedade, podendo atuar em diferentes áreas.

Empresas terceirizadas prestadoras de serviço da UVA: Atuarão na manutenção e


limpeza do equipamento, assim como do local.

Departamentos comerciais alocados dentro da instituição: Com a produção de


parte da energia elétrica os departamentos comerciais conseguirão obter um lucro
maior com a redução de gastos com energia.

Fornecedores de tecnologia: Visibilidade no Mercado através do fornecimento de


tecnologia necessária para a implantação do projeto, além de dar suporte para
eventuais falhas e necessidades decorrentes durante a execução do projeto.

Administração da Universidade Veiga de Almeida: Dará suporte na execução e


organização dos eventos

Equipe de planejamento do projeto: Responsável pelo planejamento; contratação;


monitoramento e controle do escopo, além de finalização do projeto;

Fornecedores de materiais para obra: Responsável por contemplar o fornecimento de


materiais para a execução da obra, responsabilidade da contratação e custeamento pela
empresa;

Mão de obra de instalação: Responsável pela instalação do equipamento, assim como


a sua adequação;

Empresa de manutenção: Responsável pela manutenção; adequação e melhorias


posteriormente a execução do projeto;
Companhia Elétrica: Necessidade da aquisição do medidor bidirecional entre a rede
da companhia elétrica e a UVA, para quando ocorrer um escalonamento do projeto na
UVA;

Departamento De Pesquisa Da Universidade Veiga De Almeida: Terá papel de fomentar


apublicidade do projeto, assim como impulsionar novos projetos;

Transeuntes Diversos: Podem ser impactados com relação a trajetos impedidos de


passagem de forma momentânea;

2.3- DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES (A ser detalhado)

3. ESPECIFICAÇÕES

3.1- METODOLOGIA

Foram realizadas pesquisas de campo através de entrevistas com os stakeholders


principais com o intuito de buscar uma melhor opção de projeto a ser desenvolvido.
O procedimento realizado foi feito através de coleta de dados qualitativa e quantitativa,
visto que os responsáveis pelo desenvolvimento do projeto realizaram observações,
avaliações e medições no local onde será implantado o mesmo. Foram utilizados
na elaboração ferramentas como 5W2H, CANVAS entre outros. Com o objetivo de
promover melhores condições e esclarecimentos sobre todos os assuntos abordados no
projeto. Todos os dados obtidos nas pesquisas, observações, medições e observações
foram documentados e anexados
ao projeto em reuniões de grupos.
● 3.2- DESCRIÇÃO DETALHADA

● Protótipo: Trata-se de um “tapete”, composto por um conjunto de sensores, capaz


de produzir energia elétrica através de solicitações (forças) mecânicas impostas ao
sistema. Seu funcionamento e composição são relativamente simples, pois está
relacionada às pisadas sobre as placas e, é composta por materiais de fácil acesso,
com uma sistemática de maneira simples e funcional. Tendo as seguintes
características: abaixo da cobertura de borracha do tapete, há uma placa de
absorção de energia que está instalada e pronta para converter a energia cinética
(gerada pelas pisadas) em elétrica. Em seguida, o material armazena energia, que
pode ser usada para as mais diversas finalidades.

● local da instalação: Quanto ao local, foi feito um levantamento onde o fluxo de


alunos era intenso e contemplando uma área que não fosse muito extensa. Nesse
sentido, ficou definido que o local da instalação do “Tapete” será em um dos
corredores de acesso ao bosque (corredor esquerdo perto dos laboratórios de
informática)

(proximo ao laboratório de informática)


● Sistema: As placas usadas no equipamento são flexíveis, à prova d’água e tem uma
potência de 12 volts. Nestas condições, uma simples pisada é capaz de gerar até 7
watts de potência e leva ao acendimento de uma luz (que utiliza apenas 5% da
energia gerada para ser acendida) localizada na parte central da chapa,
demonstrando que a energia foi captada. Vale destacar que cerca de 80% da placa é
formada por materiais reciclados.

● Funcionamento: O piso converte energia cinética (da força mecânica das pisadas)
em energia elétrica, que é armazenada para ser utilizada para diversas finalidades,
tais como: Iluminação dos corredores, iluminação da inspetoria, recargas de baterias
ou dispositivos eletrônicos. No projeto em questão, a energia será utilizada para
acender as lâmpadas do corredor informado.
O funcionamento ocorrerá com o piso em ligação a um arduino que executará
o comando de carregar, decorrente da energia dos transeuntes, o capacitor ou
carregar diretamente a lâmpada de destino (caso o capacitor já se encontre
carregado). Caso não esteja ocorrendo a passagem de transeuntes, o capacitor irá
ser o responsável pela alimentação da lâmpada de destino.

● Dimensionamento: largura: 30cm


comprimento: 50cm
altura: 8cm
peso: 28kg

● Custo: Cada módulo custa em torno de


R$154,00. Não está está sendo contemplado o
arduino e o capacitor, análise mais detalhada de
valores será feita.
● 3.3- PROTÓTIPO
(demonstração do uso do arduino acoplado à lâmpada e ao capacitor)

3.4- ATENDIMENTO E CONFORMIDADE ÀS NORMAS

Este projeto atende às seguintes normas e legislações vigentes:

● ABNT NBR 13570:1996 - Instalações elétricas em locais de afluência de


público - Requisitos específicos -1996-02-28
● ABNT NBR IEC 60669-1:2004 - Interruptores para instalações elétricas fixas
domésticas e análogas - Requisitos gerais - 2004-10-29
● ABNT NBR IEC 60669-2:2014 - Interruptores para instalações elétricas fixas
domésticas e análogas - Requisitos particulares- 2014-10-27
● ABNT NBR IEC 61318:2014 - Trabalho em instalações elétricas energizadas
— Avaliação da conformidade aplicável a ferramentas, dispositivos e
equipamentos - 2014-10-06
● ABNT NBR 5410:2004 - Versão Corrigida:2008 - Instalações elétricas de baixa
tensão - 2004-09-30
● ABNT NBR 14039:2005 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a
36,2 kV - 2005-05-31
● LEI Nº 11.337, DE 26 DE JULHO DE 2006 - Determina a obrigatoriedade de as
edificações possuírem sistema de aterramento e instalações elétricas
compatíveis com a utilização de condutor-terra de proteção, bem como torna
obrigatória a existência de condutor-terra de proteção nos aparelhos elétricos
que especifica.
● NR 04- Serviços Especializados em Eng. de Segurança e em Medicina do
Trabalho
● NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual
● NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
● NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
● NR 12 – Máquinas e Equipamentos
● NR 21 – Trabalhos a Céu Aberto
● NR 23 - Proteção Contra Incêndios
● NR 26 - Sinalização de Segurança
● Portaria INMETRO / MDIC número 51 de 28/01/2014 - Aprovar os Requisitos de
Avaliação da Conformidade para Instalações Elétricas de Baixa Tensão
● Portaria INMETRO / MDIC número 234 de 30/06/2008 - Aprovar o Regulamento
de Avaliação da Conformidade de interruptores para instalações elétricas fixas
domésticas e análogas

3.5- REQUISITOS DE SEGURANÇA

● Manter a manutenção do sistema em perfeito estado quanto à higienização


diária do local.
● Verificar a compatibilidade de tensão de rede antes de instalar o produto.
● Isolar o local para que não haja pessoas que não fazem parte da equipe de obra
transitando durante a instalação
3.6- SOLUÇÕES EXISTENTES

Existe no mercado um produto de similar função chamado EcoPiso, que é um


piso que gera energia elétrica através do movimento em sua superfície. O
mecanismo de geração de energia é parecido com o da EcoPista, porém o seu
conceito e modo de utilização são diferentes. O EcoPiso tem baixo consumo de
energia, pois tem pouca iluminação, aumentando assim sua eficiência. Pode ser
utilizado sob quaisquer condições climáticas, sendo capaz de resistir à chuva, sol e a
cargas excessivas, como ônibus e outros veículos de grande porte.
O EcoPiso baseia-se no conceito de energia regenerativa, onde podemos
transformar a energia desperdiçada do nosso movimento em eletricidade para uso
próprio. Em lugares de grande movimentação de pessoas muita energia é
desperdiçada, aproveitar esses pequenos impulsos de energia é um grande passo
para descentralizar a demanda de energia elétrica.
Além disso, o EcoPiso é composto por plástico e metal. Pode ser revestido
com bambu, borracha e todos são estanques, isto é, à prova d’água. Podendo o
material ser de origem reciclável, o cliente é que escolhe.

Como funciona o Eco Piso

O EcoPiso possui módulos com o tamanho de 50cm X 50cm X 8cm (altura), que
geram energia quando são pressionados. Qualquer tipo de movimento em cima do
piso gera energia, desde uma pequena criança até um carro. Um único módulo gera
cerca de 10Watts-hora.
Cada EcoPiso possui apenas 4 luzes em sua superfície, que acendem sempre
que ocorre uma interação, uma forma de demonstrar o funcionamento do piso. O
consumo dessas luzes(LEDs) são baixos, tornando a eficiência energética do piso
alta.
A energia gerada pode ser utilizada instantaneamente, por exemplo, se tornar a
fonte de energia para movimentar uma cancela de estacionamento de shopping
centers e também pode ser armazenada em uma bateria para o uso posterior.
Como utilizar o Eco Piso

A produção no momento é feita na Holanda e é planejado para atuar como


plataforma de interatividade, podendo ser planejados em instalações especiais como
pista de corrida, passarela, lombada, calçadão, dentre várias outras alternativas.

Orçamento

Será detalhado posteriormente pela gerencia de custos.

Nossa proposta

Atualmente, existem diversas formas de gerar energias renováveis no mundo.


Nossa proposta é que a pressão gerada através dos passos dos alunos quando
locomovem-se pelos corredores da universidade sejam transformados em energia
elétrica, por meio de placas que serão instaladas, e também mostrar para toda a
comunidade acadêmica que é possível diminuir os danos que o planeta vem
sofrendo através de projetos como o nosso.

Nossa proposta Soluções Existentes

Baixo custo na Alto custo na produção


instalação
Acessível a pequenas
Acessível apenas as grandes
empresas empresas
Apenas uma parte é Apenas uma parte é produzido com produtos
produzido com produtos
recicláveis
recicláveis
Resistente a água Resistente a água

Produzido no exterior Produzido no exterior


(mas com adaptações
feitas aqui)
4. PREMISSAS E RESTRIÇÕES

4.1- PREMISSAS
● Considera-se que para fins de implantação das placas piezoelétricas o cliente
contrate os seguintes profissionais qualificados: encarregado de obras,
engenheiro civil, técnico de segurança do trabalho, auxilar de serviços gerais
até o encerramento do projeto.

● Considera-se que a documentação junto aos órgãos competentes esteja


disponível até 01(um) mês antes do início da implantação do projeto.
● Estima-se que o valor do projeto não ultrapasse (pendente de definição por
custos).

4.2- RESTRIÇÕES E LIMITAÇÕES DO PROJETO

● Todos os integrantes da equipe deverão estar regulamentados via CLT e não


será permitida a contratação de consultoria externa para esse projeto e
tampouco a realização de horas extras, seja por quaisquer motivos.
● A contratação de empresa terceirizada para execução do projeto é
responsabilidade da contratada.
● Sistema dimensionado para atender pedestres e pessoas com deficiência que
necessitam da utilização de cadeiras de rodas para sua locomoção dentro do
Campus, sendo vedada a passagem de objetos acima de 160 kg sobre o piso
piezoelétrico.

4.3- RISCOS (A ser detalhado)

5. CUSTOS (A ser detalhado)


5.1- PREVISÃO DE RECURSOS (A ser detalhado)

HORAS HOMEM TRABALHADAS - HHT

VALOR TOTAL DE CUSTOS …

6. PRAZOS (A ser detalhado)

6.1- INDICAÇÃO DAS FASES DO PROJETO

O Projeto é composto das seguintes fases:

1- Iniciação
2- Planejamento
3- Execução
4- Controle e Monitoramento
5- Encerramento

6.2- ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO


6.3- CRONOGRAMA (A ser detalhado)

7. PESSOAS

7.1- ORGANOGRAMA DO PROJETO

7.2- DETALHES DE ACIONAMENTO DE EQUIPE


Nossos clientes e fornecedorers poreão acionar a equipe por meio de contato
Telefonico, e-mail coorporativo ou WhatsApp.

Gerencia de Integração: Nicholas Mangia

Contato: 21 98967-3555

E-mail: nicholasmangia@gmail.com

Gerencia de Escopo:
Natalia Medeiros

Contato: 21 98113 – 4041

E-mail:
Natalia.cmedeiros@gmail.com
7.3- MATRIZ DE RESPONSABILIDADES
8. AVALIAÇÃO

8.1- COMO O SUCESSO DO PROJETO SERÁ AVALIADO

É essencial que seja realizada fase de testes para verificação do


funcionamento do sistema em condições normais e adversas e para se observar se
a energia produzida corresponde àquela estimada no dimensionamento. Vistorias
periódicas também deverão ser feitas, de modo a avaliar a deterioração dos
componentes.
Além disso, após a implementação do projeto, deverá ser realizada pesquisa
(questionários e entrevistas) junto aos usuários para compreender o grau de
satisfação e verificar a necessidade de melhorias ou adequações. O público
consultado deverá ser variado, contando com alunos, professores e funcionários.
Especial atenção deve ser dada a pessoas com necessidades especiais, já que se
espera que o projeto não impacte a acessibilidade, o que deve ser avaliado.

8.2- MÉTRICAS

As principais métricas estimadas para avaliação do projeto estão relacionadas


à capacidade de geração de energia.
● Produção de energia (kWh)
● Economia na conta de luz (R$/mês)
● Custos de implantação (R$/kW)
Outra métrica utilizada é a comparação com outras energias alternativas,
como sistema solar fotovoltaico. Neste caso compara-se o investimento realizado
para sistemas equivalentes em termos de produção de energia.
Ressalta-se que este projeto tem rebatimentos positivos sobre a imagem da
universidade, sobre a satisfação dos alunos, entre outras características. Estes
fatores são motivadores da implantação do projeto, mas, por serem subjetivos e de
difícil mensuração, não foram considerados pelas métricas de avaliação.
8.3- VANTAGENS E DESVANTAGENS DA SOLUÇÃO PROPOSTA

As principais vantagens do sistema proposto são:


● Geração de energia limpa;
● Projeto simples e de baixo custo (em comparação ao industrializado);
● Interação do usuário na geração de energia;
● Benefícios para a imagem da universidade.

Já as desvantagens estão listadas abaixo, algumas são referentes a


incertezas:

● Projeto ainda não testado;


● Possível desconforto ao caminhar;
● Baixa produção de energia;
● Exige obra civil para instalação;
● Durabilidade dos componentes ainda não definida;
● Caso sejam acopladas baterias, é preciso que estas sejam adequadamente
descartadas.

8.4- RESULTADOS E CONCLUSÕES (A definir)

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

● “Soluções Sustentáveis”. EcoGreens. Disponível em


○ <http://www.ecogreens.com.br/home/index_site/ecopiso>. Acesso em 01 de
maio de 2017.
● SEBRAE. Sebrae Canvas. Disponível em <https://www.sebraecanvas.com>.
Acesso em 27 abril de 2017.
● CREA. CREA RJ, 2017. Disponivel em: <https://www.crea-rj.org.br/valores-2017/>.
Acesso em: 02 maio 2017
● EMPREGO, M. D. T. E. CBO MTE, 2017. Disponivel em:
● <http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTitulo.jsf>. Acesso em:
maio de 2017
● http://labdegaragem.com/profiles/blogs/tutorial-como-utilizar-o-piezo-element-com-
arduino