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UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA

CENTRO DE EDUCAÇÃO – CEDUC


COORDENAÇÃO GERAL DA EDUCAÇÃO BÁSICA
COLÉGIO DE APLICAÇÃO – CAP – 2017
FÍSICA: PROF. MSC. RONALDO CUNHA
DILATAÇÃO TÉRMICA Em que  é uma constante característica do material que
constitui a barra, denominada coeficiente de dilatação linear. A
–1
01 – DILATAÇÃO TÉRMICA SÓLIDOS: unidade de  é ºC .
A dilatação ou a contração ocorre em três dimensões: O Coeficiente de Dilatação Térmica é um número que nos
comprimento, largura e espessura. indica o quanto (em unidades de medida, em geral, metros) um tipo
específico de matéria varia suas dimensões a cada grau de
A essa variação nas dimensões de um sólido causada pelo
temperatura recebido (ou perdido). Esses valores são, em
aquecimento ou resfriamento, denominamos dilatação térmica.
geral, tabelados.
A dilatação de um sólido com o aumento de temperatura
ocorre porque, com o aumento da energia térmica, aumentam as Por exemplo, o coeficiente de dilatação térmica (linear)
-5 -1
vibrações dos átomos e moléculas que formam o corpo, fazendo do alumínio – por exemplo – vale 2,4 x 10 C° . Isto quer dizer o
com que passem para posições de equilíbrio mais afastadas que as seguinte:
-5 5
originais. Esse afastamento maior dos átomos e das moléculas do 2,4 x 10 = 2,4/10 = 0,000024
sólido produz sua dilatação em todas as direções.
Para cada grau Celsius recebido (ou perdido)
02 – Dilatação Linear dos Sólidos: é aquela em que predomina a o alumínio sofre uma variação linear de 0,000024 metros.
variação em uma única dimensão, o comprimento.

Para estudarmos a dilatação Linear consideremos uma


barra de comprimento inicial L0, à temperatura inicial T0.
Aumentando a temperatura da barra para T, seu comprimento para a
L.

Ex1: O comprimento de um fio de alumínio é de 40 m a 20 ºC.


Sabendo-se que o fio é aquecido até 60 ºC e que o coeficiente de
-6 -1
dilatação térmica linear do alumínio é de 24.10 ºC , determinar:
a) a dilatação do fio;
L0  40m L  L0 ..T 
 L  40.24.10 6.(60  20) 
T0  20º C

T  60º C L  40.24.40.10 6 
 6
  24.10 º C
1
L  38400.10 6 
L  ? L  0,0384m
Em que L= L – L0, é a dilatação linear da barra, na b) o comprimento final do fio;
variação da temperatura T = T –T0. L  L 0  L 
L  40  0,0384 
Experimentalmente, verificou-se que: L  40,0384m

1º) L é diretamente proporcional ao comprimento L 0; 03 – Dilatação Superficial dos Sólidos: é aquela que predomina a
2º) L é diretamente proporcional à variação de temperatura t; variação em duas dimensões, ou seja, a variação da área.
Consideremos uma placa de área inicial A0, à temperatura
3º) L depende do material que constitui a barra; inicial T0. Aumentando a temperatura da placa para T, sua área
A partir dessas relações, podemos escrever: passa para A.

L  L0..T
 T = T – T0
 L = L – L0
L = L0 +  L
L = Lo(1 +  .  T)
 L = variação no comprimento
 = coeficiente de dilatação linear (oC-1)
 T = variação da temperatura (oC) A  A 0 ..T
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 A = A – A0
A =A0 +  T
A = Ao (1 +  .  T )
 = 2
 A = variação da superfície
 = coeficiente de dilatação superficial (oC-1)
 T = variação da temperatura (oC).
Ex3: Um paralelepípedo a 10ºC possui dimensões iguais a 10 x 20 x
30 cm, sendo constituída de um material cujo coeficiente de
-6 -1
dilatação térmica linear é 8,0 . 10 ºC . Determinar para 110º C.
a) A dilatação volumétrica.
V  10 x20 X30  6000cm3 V  V0 ..T 
 0
T0  10º C V  6000.24.10 6.(110  10) 

T  110º C V  6000.24.100.10 6 

  8.106 º C1 V  14400000 .10 6 
Ex2. Uma placa retangular de alumínio tem 10 cm de largura e 40 cm 
 6 1
de comprimento, à temperatura de 20 ºC. Essa placa é colocada   3.  24.10 º C V  14,4cm3
num ambiente cuja temperatura é de 50 ºC. Sabendo-se que o
-6 -1
coeficiente de dilatação térmica linear do alumínio é 24.10 ºC ,
calcular: b) O volume final
a) a dilatação superficial da placa; V  V0  V 
V  6000  14,4 
A  10x 40  400cm 2 A  A 0 ..T 
 0 V  6014,4cm3
T0  20º C A  400.48.10 6.(50  20) 

T  50º C A  400.48.30.10 6  Ex4. O gráfico abaixo indica a variação de comprimento de uma
 barra de metal ao variar sua temperatura.
6
 Al  24.10 º C
1
A  576000.10 6 
  2.  48.10 6 º C 1 A  0,576cm2
 Al
b) a área da placa nesse ambiente;
A  A 0  A 
A  400  0,576  Determinar:
a) o coeficiente de dilatação linear do metal;
A  400,576cm 2
L L  L0
  
04 – Dilatação Volumétrica dos Sólidos: A dilatação é L  200,00cm L 0 .T L 0 .(T  T0 )
0
denominada volumétrica quando ocorre variação das três dimensões  200,05  200,00 0,05
de um corpo: comprimento, largura e espessura. L  200,05cm   
 200,00.(100  0) 200.100
Com o aumento da temperatura, o cubo da figura sofre em T0  0º C 0,05
aumento de volume V, tal que: T  100 º C     0,0000025 
 20.000
  2,5.10 6 º C 1

b) o coeficiente de dilatação superficial do metal


  2
  2.2,5.10 6
  5,0.10 6 º C 1
c) o coeficiente de dilatação volumétrica do metal
V  V0 ..T   3
 V = V - V0   3.2,5.10 6

V =V0 +  T   7,5.10 6 º C 1
05 – Lâmina Bimetálica: é uma estrutura em que duas lâminas de
V = Vo(1 +  .  T) materiais diferentes são unidas rigidamente e são utilizadas como
 = 3 chaveamento elétrico, pois, quando atravessadas por uma corrente
elétrica, têm sua temperatura aumentada, sofrendo uma dilatação.
 V = variação do volume Como são constituídas de materiais diferentes, dilatam
V0 = volume inicial; diferentemente, forçando uma curva na direção daquela que tem
V = volume final; menor coeficiente de dilatação, desligando assim o chaveamento,
 = coeficiente de dilatação volumétrica (oC-1) interrompendo a passagem da corrente elétrica. Este equipamento é
 T = variação da temperatura (oC) muito usado em ferros de passar roupa, como chave de segurança.

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V0: é o volume inicial do líquido;
 R: é coeficiente de dilatação do líquido;
 Rp: é coeficiente de dilatação térmica volumétrica do material que
constitui o recipiente;
AP: é o coeficiente de dilatação aparente do líquido;
 T =é a variação da temperatura.
Obs1: Não esquecer que a dilatação aparente é parte do
líquido que extravasa, quando se aquece o conjunto, pois, tanto o
líquido como o recipiente se dilatam, e o excesso de líquido dilatado
é derramado. Podemos citar como exemplo o aquecimento do Leite,
do Café, etc.

06 – Dilatação dos Líquidos: Como os líquidos não apresentam


forma própria, só tem significado o estudo de sua dilatação
volumétrica.
De maneira geral, os líquidos dilatam-se sempre mais que
os sólidos ao serem igualmente aquecidos. 06 – Dilatação anômala da água: A água em uma faixa de
Se aquecermos um recipiente contendo líquido, o líquido temperatura de 0°C a 4°C quando aumentada a temperatura
irá, dilatar junto com o recipiente, ocupando parte da dilatação provoca um contração do seu volume, e a partir de 4°C o aumento
sofrida pelo recipiente, mostrando também sua dilatação própria, da temperatura provoca uma dilatação. Na faixa de 0°C a 4°C
chamada dilatação aparente. o volume da água (H2O) diminui porque pontes de hidrogênio são
Consideremos um recipiente totalmente cheio de líquidos à quebradas. Acima de 4°C, predomina o aumento das distâncias
temperatura inicial T0. Aumentando a temperatura do conjunto médias entre as moléculas, ou seja, dilatação térmica.
(recipiente + líquido) até uma temperatura T, nota-se um Obs2: A 4°C o volume da água se torna o mínimo, já a sua
extravasamento do líquido, pois este se dilata mais que o recipiente. densidade se torna máxima.

A dilatação aparente (  VAP) do líquido é dada pela


diferença entre a dilatação real (  VR) do líquido e a dilatação Obs2: Esse comportamento anômalo da água permite a existência
volumétrica sofrida pelo recipiente (  VRP). de vida marinha nas regiões onde o inverno é extremamente
rigoroso. Tal fenômeno permite que os lagos tenham suas
superfícies congeladas, porém, a água no fundo permanece no
VAP  VR  VRP estado líquido, com temperaturas entre 0 ºC e 4 ºC.

O coeficiente de dilatação aparente é dado por:


 AP   R   RP

Lembrando que o volume inicial do líquido é V 0 e variação


de temperatura  T são os mesmo para o recipiente e para o líquido
teremos:
a) Dilatação real do líquido (  VR ):
VR  V0 .R .T

b) Dilatação volumétrica do recipiente(  VRP):


VRP  V0 . RP .T

c) Dilatação aparente do líquido (  VAP) ou volume de líquido Pessoas Patinando em um Lago Congelado
extravasado:

VAP  V0 . AP.T 3
Ex5. Um recipiente de vidro está completamente cheio com 400 cm
de mercúrio a 20ºC. Aquece-se o conjunto até 35ºC. Dados Hg =
Onde: 18.10 ºC e vidro= 3.10 ºC , calcular:
-5 -1 -5 -1

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a) O Coeficiente de dilatação aparente
 AP   R   RP
 AP  18.10 5  3.10 5
 AP  15.10 5 º C 1
b) A dilatação do recipiente Determinar:
a) o coeficiente de dilatação linear do metal;
V0  400cm3 VRP  V0.RP.T  b) o coeficiente de dilatação superficial do metal

T0  20º C VVidro  400.3.105.15  c) o coeficiente de dilatação volumétrica do metal
 06 – O comprimento de um fio de alumínio é de 600 m a – 10 ºC.
T  35º C VVidro  400.3.15.105  Sabendo-se que o fio é aquecido até 90ºC e que o coeficiente de
T  35  20  15º C -6 -1
 VVidro  18000.105  dilatação térmica linear do alumínio é de 24 . 10 ºC , determinar:
 5 1 a) a dilatação do fio;
 Vidro  3.10 º C VVidro  0,18cm3 b) o comprimento final do fio;
2
c) A dilatação real do mercúrio; 07 – Uma placa retangular de alumínio, possui área inicial 800 cm à
temperatura de – 20ºC. Essa placa é colocada num ambiente cuja
V  400cm3 VR  V0 .R .T  temperatura é de 70ºC. Sabendo-se que o coeficiente de dilatação
 0 VHg  400.8.105.15 
-6 -1
linear do alumínio é 24 . 10 ºC , calcular:
T0  20º C a) a dilatação superficial da placa;

T  35º C VHg  400.18.15.105  b) a área da placa nesse ambiente;
T  35  20  15º C 3
08 – Um paralelepípedo a 10 ºC possui volume 12000 cm , sendo
 VHg  108000.105  constituída de um material cujo coeficiente de dilatação térmica
  18.10 5 º C 1 -6 -1
 Hg VHg  1,08cm3 linear é 8,0 . 10 ºC . Determinar para 110º C.
a) A dilatação volumétrica.
d) O volume de mercúrio extravasado b) O volume final
3
Pode ser calculado assim: 09 – Um recipiente de vidro está completamente cheio com 250 cm
de mercúrio a 10ºC. Aquece-se o conjunto até 60ºC. Dados Hg =
VAP  VR  Vrp
18,0.10 ºC e vidro= 3,0.10 ºC , calcular:
-5 -1 -5 -1

VAP  1,08  0,18 a) o coeficiente de dilatação aparente do líquido


b) a dilatação do recipiente.
VAP  0,9cm3
c) a dilatação real do mercúrio;
Ou assim d) o volume de mercúrio extravasado.
VAP  V0. AP.T  10 – O gráfico abaixo indica a variação de comprimento de uma
V0  400cm3 barra de metal ao variar sua temperatura.

T0  20º C VAP  400.15.105.15 

T  35º C VAP  400.15.15.105 
T  35  20  15º C
 VAP  90000.105 
  15.10 5 º C 1
 AP VAP  0,9cm3
Determinar:
EXERCÍCIOS
a) o coeficiente de dilatação linear do metal;
01 – O comprimento de um fio de alumínio é de 200 m a – 20ºC. b) o coeficiente de dilatação superficial do metal
Sabendo-se que o fio é aquecido até 70ºC e que o coeficiente de c) o coeficiente de dilatação volumétrica do metal
-6 -1
dilatação térmica linear do alumínio é de 24 . 10 ºC , determinar:
11 – Qual o aumento de comprimento que sofre uma extensão de
a) a dilatação do fio; o o
trilhos de ferro com 1000 m ao passar de 0 C para 40 C, sabendo-
b) o comprimento final do fio; -6 o -1
se que o coeficiente de dilatação linear do ferro é 12.10 C ?
02 – Uma placa retangular de alumínio tem 20cm de largura e 60cm o o
12 – Um cano de cobre de 4 m a 20 C é aquecido até 80 C. Dado
de comprimento, à temperatura de 20ºC. Essa placa é colocada num
ambiente cuja temperatura é de 50ºC. Sabendo-se que o coeficiente
 do cobre igual a 17.10 C , de quanto aumentou o comprimento
-6 o -1

-6 -1
de dilatação linear do alumínio é 24 . 10 ºC , calcular: do cano?
o o
a) a dilatação superficial da placa; 13 – Ao ser aquecido de 10 C para 210 C, o volume de um corpo
3 o
b) a área da placa nesse ambiente; sólido aumenta 0,02 cm . Se o volume do corpo a 10 C era 100
3
03 – Um paralelepípedo a 10ºC possui dimensões iguais a 20 x 30 cm , determine os coeficientes de dilatação volumétrica e linear do
x 40 cm, sendo constituída de um material cujo o coeficiente de material que constitui o corpo.
-6 -1
dilatação térmica linear é 8,0 . 10 ºC . Determinar para 110º C. 14 – Uma chapa de alumínio,  = 48.10
-6 o -1
C , tem área de 2 m a
2

a) A dilatação volumétrica. o o
10 C. Calcule a variação de sua área entre 10 C e 110 C.
o

b) O volume final 2
15 – A variação da área de uma chapa é 0,04 cm , quando a
3
04 – Um recipiente de vidro está completamente cheio com 300 cm o o
temperatura passa de 0 C para 200 C. Se a área inicial da chapa
de mercúrio a 10 ºC. Aquece-se o conjunto até 40ºC. Dados Hg = 2
era 100 cm , determine o coeficiente de dilatação superficial da
18,0.10 ºC e vidro= 3,0.10 ºC , calcular:
-5 -1 -5 -1
chapa.
a) o coeficiente de dilatação aparente do líquido 16 – O comprimento de um fio de alumínio é de 30 m, a 20 C.
o

b) a dilatação do recipiente. o
Sabendo-se que o fio é aquecido até 60 C e que o coeficiente de
c) a dilatação real do mercúrio; -6 o -1
dilatação linear do alumínio é de 24.10 C , determine a variação
d) o volume de mercúrio extravasado. no comprimento do fio.
05 – O gráfico abaixo indica a variação de comprimento de uma o
17 – Uma barra de ferro tem, a 20 C, um comprimento igual a 300
barra de metal ao variar sua temperatura. cm. O coeficiente de dilatação linear do ferro vale 12.10
-6 o -1
C .
o
Determine o comprimento da barra a 120 C.

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18 – Um fio metálico tem 100m de comprimento e coeficiente de a)   2  3 ; b)   (3 / 2)  3 ; c)      ;
-5 -1
dilatação linear igual a 1,7x10 ºC . A variação de comprimento d)   2  (3 / 2) ; e)   2  4 ;
desse fio, quando a temperatura varia 10ºC, é de:
07 – (UFPA) Um fio metálico tem 100m de comprimento e
19 – Uma telha de alumínio tem dimensões lineares de 20 cm x 500 -5 -1
coeficiente de dilatação linear igual a 1,7x10 ºC . A variação de
-5 -1
cm e seu coeficiente de dilatação linear é igual a 2,2x10 ºC . A comprimento desse fio, quando a temperatura varia 10ºC, é de
telha, ao ser exposta ao sol durante o dia, experimenta uma variação -3
a) 17mm; b) 1,7m; c) 17m; d) 17x10 mm; e) 17x10 mm
-6
de temperatura de 20 ºC . A dilatação superficial máxima da chapa,
2 08 – (MACKENZIE) Ao se aquecer de 1,0 ºC uma haste metálica de
em cm , durante esse dia, será? -2
1,0 m, o seu comprimento aumenta de 2,0.10 mm. O aumento do
20 – O gráfico mostra como varia o comprimento de uma barra comprimento de outra haste do mesmo metal, de medida inicial 80
metálica em função da temperatura. cm, quando a aquecemos de 20 ºC, é:
a) 0,23 mm; b) 0,32 mm; c) 0,56 mm; d) 0,65 mm; e) 0,76 mm.
09 – Na figura está representada uma lâmina bimetálica. O
coeficiente de dilatação do metal da parte superior (A) é o dobro do
coeficiente do metal da parte inferior (B). À temperatura ambiente, a
lâmina é horizontal. Se a temperatura for aumentada de 150 ºC, a
lâmina:
a) Determine o coeficiente de dilatação linear médio do metal, no a) continuará horizontal.
intervalo de temperatura considerado. b) curvará para baixo.
b) Considerando que o gráfico continue com as mesmas c) curvará para cima.
características para T > 40° C, determine o comprimento da barra a d) curvará para a direita.
70°C. e) curvará para a esquerda.
QUESTÕES DE VESTIBULARES 10 – (UFPA) A água apresenta um comportamento diferenciado dos
01 – (UFRR 2016) Ao se elevar a temperatura de uma substância, demais líquidos no que se refere a sua dilatação em função da
ocorre um aumento de seu volume. Considerando que a temperatura variação da temperatura. O que se verifica no aquecimento de certa
da água é aumentada de 0 °C à 4 °C, é correto afirmar que: massa de água de 0 ºC a 4 ºC?
a) o volume aumenta e a densidade diminui e, a partir de 4 °C, o a) o volume aumenta e a densidade diminui.
volume aumenta e a densidade diminui; b) o volume permanece constante e a densidade aumenta.
b) a densidade diminui e o volume também e, a partir de 4 °C tanto a c) o volume e a densidade aumentam.
densidade quanto o volume aumentam; d) o volume e a densidade diminuem.
c) o volume diminui e a densidade aumenta e, a partir de 4 °C, o e) o volume diminui e a densidade aumenta.
volume aumenta e a densidade diminui; 11 – (UEPA) Quando um frasco completamente cheio de líquido é
d) o volume e a densidade permanecem inalterados, visto que a aquecido, este transborda um pouco. O volume transbordado mede:
variação de 0 °C à 4 °C da temperatura é muito pequena; a) a dilatação absoluta do líquido. b) a dilatação absoluta do frasco.
e) o volume diminui e a densidade se mantém constante, e a partir c) a dilatação aparente do líquido.
de 4° C, o volume e a densidade aumentam. d) a dilatação do frasco mais a da água.
02 – (UFRR 2010) Na construção civil para evitar rachaduras nas e) a dilatação relativa do frasco.
armações longas de concreto, como por exemplo, pontes, usa-se a 12 – (UNIRIO) A uma dada temperatura, um pino ajusta-se
construção em blocos separados por pequenas distâncias exatamente em um orifício de uma chapa metálica; se somente a
preenchidas com material de grande dilatação térmica em relação ao chapa for aquecida, verifica-se que:
concreto, como o piche betuminoso. Uma barra de concreto, de a) o pino não mais passará pelo orifício.
-5 0
coeficiente linear 1,9 x 10 /ºC e comprimento 100 metros a 30 C, b) o pino passará facilmente pelo orifício.
sofrerá uma dilatação linear a 40 ºC de: c) o pino passará sem folga pelo orifício.
-2 -3
a) 1,9 x 10 metros; b) 1,5 x 10 metros; d) tanto "A" como "C" poderão ocorrer.
-5 -1
c) 1,9 x 10 metros; d) 1,7 x 10 metros; e) nada do que foi dito ocorre.
-2
e) 2,1 x 10 metros. 13 – (UEL-PR) O coeficiente de dilatação linear do aço é 1,1 x 10
-5

03 – (UERR 2010) Se um pedaço de gelo derrete-se num recipiente -1


ºC . Os trilhos de uma via férrea têm 12 m cada um na temperatura
com água, após o derretimento do gelo o volume da água no de 0ºC. Sabendo-se que a temperatura máxima na região onde se
recipiente: encontra a estrada é 40 ºC, o espaçamento mínimo entre dois trilhos
a) Aumenta; b) Diminui; c) Permanece igual; consecutivos deve ser, aproximadamente, de:
d) Aumenta o dobro; e) Diminui o dobro. a) 0,40 cm; b) 0,44 cm; c) 0,46 cm; d) 0,48 cm; e) 0,53 cm.
04 – (FAA – 2008.2) O gráfico abaixo, mostra como varia o 14 – (UELON-PR) O volume de um bloco metálico sofre um aumento
comprimento de uma barra metálica em função da temperatura. de 0,60 % quando sua temperatura varia de 200 ºC. O coeficiente de
Pode-se afirmar que o coeficiente de dilatação térmica linear do dilatação de dilatação linear médio desse metal, em ºC ,vale:
-1

material que constitui a barra metálica é: -5 -5 -4 -4


a) 1,0.10 ; b) 3,0.10 ; c) 1,0.10 ; d) 3,0.10 ; e) 3,0.10 .
-3
-4 -1
a) 1,0.10 °C ; 15 – (UNIRIO) Um bloco de certo metal tem seu volume dilatado de
-4 -1
b) 2,0.10 ºC ; 3 3
200 cm para 206 cm , quanto sua temperatura aumenta de 20 ºC
-4 -1
c) 1,5.10 ºC ; para 520ºC. Se um fio deste mesmo metal, tendo 10 cm de
-5 -1
d) 1,5.10 ºC ; comprimento a 20 ºC, for aquecido até a temperatura de 520 ºC,
-5 -1
e) 2,0.10 ºC . então seu comprimento em centímetro passará a valer:
05 – (UFRR 2004 F2) O coeficiente de dilatação linear dos metais é a) 10,1; b) 10,2; c) 10,3; d) 10,6; e) 11,2.
-5 o -1
da ordem de 10 C . Uma chapa metálica tem um orifício circular. GABARITO DOS TESTES DOS ÚLTIMOS VESTIBULARES
o o
A chapa é aquecida de 25 C para 50 C. Como conseqüência do 01 02 03 04 05
aquecimento, o diâmetro do orifício:
C A B C B
a) reduz-se à metade; b) dobra; c) não se altera;
06 07 08 09 10
d) aumenta um pouco; e) diminui um pouco.
B A B B E
06 – (UFRR-2002-F2) As relações entre os coeficientes de dilatação
11 12 13 14 15
linear (  ), superficial (  ) e volumétrica (  ) dos sólidos são dados C B E A A
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APOSTILA 02 – DILATAÇÃO TÉRMICA FÍSICA – 2º ANO Página 5 de 5