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MUNDO ELETRoNICO.

Nlt l8 e 19

FICOI' :I5 ANOS


CONDENSADOR
SUBMERSO

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CURSODE ETETRÔNICA
ADAPTADORDE ANTENA
PUBLICA,çOES DA EDITORA SIGNOLTEA.
Orientaçãode A. FANZERES

RADIO-TVTECNICO.. .Cr$ ?ü,00


ETETRôNrCAPARA TODOS.........Cr$ 20,00
MUNDO.ELETRONTCO ..............cr$ e000
8SQUEMAS...................
cIRcUITosFEcHADos... .......Cr$âQOO
i

COLETANEAS DB cIRcUITos.....,Cr$
eq00
cIRcUITosINTEcRADoS.............Cr$
2000
CURSODE TREINAMENTO
pHrLCO.........
DE TRANSTSTORES Cr$ 1g,00
.CURSODE TRANSISTORES
TELEFUNKEN............. Cr$ 18,00
PGdido. prn f,ne Goiá+ lJó4 - Quinrino.

EÍXTORA
Para consulta
Cole este cupão na carta consulta, enviando
em que Íizer sua consulta. endereço, código postal
Escrevasucintamentesua claramente.

SIGNO

ED ITO R ASIGNOLTDA .
R ua G oiá s.I164 - Quintino
Rio de Janeiro

D iretol Responsavet: WA LDE MT RO


B A RB O S ADA SI L V A
OrientaçãoTecnica:APorLol{ FÂNZERES

D ts trr burcao
F ER NA N D OC H l N A GLIAOIsÌR IE U ID oÍ(A S A
R u a' Ìeodoro da S rl va.9O7
()UTUBNO R rod e Janerro
SJiw-l
Certas peãsoasnos perguntamee há "íuluro" na eletrônica. Ouase semprê aê
lrata de pais preocupadosem daÍ uma proíissão dê Íuturo aos Íilhos ou âl-
guém que aindá não se decidiu sobre que carreira seguir.
Vamos ÍalaÍ um pouco sobÍe "íuluro" de proÍissões, AcÍeditamos qqe en-
quanlo exislir a Era Tecnológica,esta em gue estamos inseridos, havêrá lu-
gâr paÍa o lécnico, seia ele eletÍicista, eletrônicot Íádio etc. Mesmo porque
praticamentenenhum selor da atividade humana dispensa um ciÌcuíto elelÍô-
nico. Bancos usam compuladores,médicos usam apaÍelhos eletÍônicos, se-
gurança usa apaÍelhagemel€lrônica, assim como divertÍmento, Íorças aÍma-
das, automóveis,tÍens, navios, aviões, Íundlçõ€s, indústrias químicas,íábricas
de papel, bêbidas elc. etc.i a lisla seria inleÌminável.
E toda esla aparelhagemeletrônica vez por outÍa apresenta deteitos, neces-
sita manutênção,aiuste, montagem,modiÍícação,etc. E quem fará islo? O
lécnico, de grau módlo, o gÍupo dê proíisslonaisque lê nossâs publicaçõês e
congêneres. Assim há Íututo e muilo. Querem um exemplo concrelo?
Há poucosdias íoi publicadauma estatislícadê que existemno Irasil .....
12.000.000de Tv, sêndo 1.000.000a cores. Deixando de lado os ïVC que
quase sempre Íecebem manutençãodireta das tábricas, temos ii milhôes de
TV neslê Brasil, Íuncionando em málÍa 6 horas por dia. E estês aparelhos
yez poÍ outra apÍesentamdefeito. Quem val rêparáìos? O técnico de graú
médio. Quantos erislem no Brasil? Não há uma estatíslica ofÍcial, poréú se
oos basearmosno núm6lo de publicaçõesvendidas,devem andal àí pela casa
dos 50,000. Uma sÍmplesconta mostÍa, que estatisticamenlehá ceÍca dê 2OO
unidades poÍ pessoa. Tirando uma média por baixo, ds deíeitos em ÍO%. tsto
pode rcpÍêsêntar cerca de 20 apaÍelhospelo menos,mensalmentenêcêssitan-
do dê aiuste, conseÍto, Íeparaçõesalc. Só com a visita, qúê não enyolre diâg.
nóslico nem reposição de componentes,o técnico pode ÍaluÌaÍ um salário su-
perior ao dê muilo engênheiÍo iniciante. E isto sem imposlo, sem escÍila Íis-
cal. Veiem como é promissoÍ o campo,pois só tücamosna parle TV que é a
que menos unidades possui vendidas para o público.
O iécnico qüe sê prepara no campo da eletÍônica, tem íuturo. Agora é impoÍ-
lante quê seia cÍiteÍioso, tenha ética pÍoÍissional,que não seia enÍim um .iga-
tilheiÍo" ou "embÍulhão". E além de tudo que realme e gosle da proÍissão
que abÍaçou. Trabalharsó porque a pÍoÍissão paga bem, dará cedo ou tarde
no seguinte-Íesultado: ume pessoaíruslrada, amargurada, que trabalhâ para
recêbeÍ dinhêiro, mas quê detestâ a pÍofissão. Uma verdadéirapicaretag'im,

A. Fanzeros
Alé a pÍóxima edição. cr. Poslaf2483- ZC-OO
Rio - 20.000

1:
PRÉ ESTEREOFôNICO
O pré que apresentamos é muito simplespo- R2 't20
rém dá ótim^s resultados.Notemque se tra-
R3 1.600
ta de pré e não controlede tonalidade.
R4 2.200
O pré Íoi projetadopara ser alimentadode_ R5
uma mesmaÍonte,sem risco e inteÍÍerência. ' 56K
Ëm"algunscasos talvêz seja necessárioco- R6 220K
locar desde o positivo,para terra, um con- R7, R9 4.700
densadoreletrolíticode 100 mfd. R8 1OK
A impedância de entrada,por canal,é de 50K R10 1.000
ohms. Com um sinal de entradade 5 a 10 Todosos resistoresdevemser de 'll4 w,, Sô/"
milivoltsobtem-sena saída de cada canal
um sinalde volt.A impedância de saídaé de C1 0,22mfd x 80 v.
2.200 ohms. CZ 0,033mÍd x 80 v.
Se for desejadocolocarum controlede volu- C3 1 mÍd x 25 v., eletrolítico
me entre a sâÍdado pré e a entradado am- C4 22 mld x 15 v., eletrolítico
plificador poderá ser usado um valor de
100Kohms. D1 Zenerpara 6,2 volts,1 w, 1N4735A
ou similar
A compensaçãodada por este pré obedece Qí, Q3 2N171 1 ou equivalente
rigorosamente as curvasRIAA,
Q2 2N3134ou equivalente
Listados materiais
1 5K

R to

0l

c NAL I

2
BATXOSADrClOl{AlS

Existeno grupo ouvintede reproduçãomu- Feito este intróito à guisa de desculpape-


sical uma tendênciapara enÍatisaros "gra- ranteos maispuristasperseguidores da "Fu-
ves". Aqui não cabe discutiros aspectosda gitivaDama"vamosao enfatisador de graves.
psicoacústicaque levam a isto. Talvez,só
de feve poder-se-ialazet reÍerênciaa talta dê O presentetrabalhobaseia-seêm anotações
cultura musicalde nossopovo no que con- e publicações de nossocolegaargentino Jor-
cêrne a músicaeruditae mesmoao desem- ge Balsa,e que data vênia publicamos.
penho dos instrumentosmusicais,Devido a Sugereele que para melhorara respostade
Íalta de espaçoe outras "pressões"da mo- gravesdos estereoÍônicos vendidoscomer-
dernasoqiedadêem que vivemos,a criança: clalmentese procedada seguintefoÍma:
o jovem e mesmo o de meia idade pouca Extralr as notas gravès dos dois canais do
oportunidadeteve de ouvir um instrumento estereofônico, que estejam,segundoo ouvin-
musicalao vivo, salvo as guilarras(estasiá te, abaixo do nível desejadoe ampliÍicá-las
com amplificâção)e um ou outro instrumen- novamente, para depoisreproduzi-las em um
to de sopro ou percussão.VeriÍiquemos lei- altcÍalantede graves(woofer).
tores enlr:esua roda de conhecimentoquem
teve oportunidadede ouvir órgão de tubo. A sensaçãoestereofônicanão será afetada
piano,cravo, fagote,trompa etc. por este processo,já que a impressãode di-
reçãoé captadapelo ouvidohumanona fai-
lsto Íaz com que perca a perspectivaaudi- xa de sons médiose as notasgravessão re-
tiva e como se comportamestes instrumen- Íletidas por todos os objetos e obstáculos
los em um conjuntoou sclo. Quando pos- existentesno localonde se processaa repro-
suem um sistemaamplificadorcom contro- dução sonora.
les de graves e agudos,buscamo "equilí-
brio" não baseadcsem memóriasde conhe. Na Íigura 1 iemos a idéia básicado sistema.
cimentodo desempenho Os alto Íalantesexistentesdo sistemaeste-
destesinstrumentos reoÍonicosão (A) e (B); (C) é o woofer que
ao vivo porémdo que julgamser o"adequado. será acrescentado; (D) e o amplificador oÍi-
E nesta enfatisaçãoartiÍicial 11áum grupo grnalestereoÍônico; (E) é o misturadoÍ e fil_
que procuraregistrosagudose üm grupoain- tro passa-baixo e (F) é o ampliÍicadcrde gra_
da maiorque desejaouviÍ os gravesbem en- ves que seÍá adicionado ao coniunto.
fatisados.

f
t


F

Fig 1

3
Admitindo que já exista o coniunto estereo- que para facilidadedivi-
Íiltro passa-baixos,
Íônico Íuncionandoo quê devemosÍazer é dimoscom linhaspontilhadas, A primeirase-
acrescentaros itens (C), (E) e (F) além natu- gão,cònstituídade C1 e R3,e a segundase-
ralmentede lioaçÕesetc, ção constituídade C2 ê R4. O potenciôme-
tro R5 é um reguladorde nível de sinal quê
A construção do Íiltro passa-baixos(E) da será acrescentadoao ampliÍicadoradicional
liguÍa 1 não oÍereceproblemas.Na Íigura 2 de graves(letraF na Íigura 1). O valor deste
temos os detalhes,A letra D indica o ponto potenciômetropode ser qualquer um entre
de ligação ao canal diÍeito do ampltÍicador 50K e 100K.
estereoÍônicojá existent€,a letra E indica o
mesmocom relação ao canal esquêrdo,Esta Os valores de R3 e Cl devem ser calculados
parte, constituída dos resistores R1 e R2 e (ou achadospor experiência).Damosuma ta-
Íealmentea parte de. "mistura", Segue-seo bela, com constentede tempos,que aiudarão

F|LTROS PA33AàAt XO3


r tsÍ.

I satoA ?f
Fis. 2 axe BAtxo!

ao cálculo.Suponhamosque se deseja am- dará para percebeÍde onde vem a enÍat;sa-


pliíicardos 125hz parâbaixo.Na tabelaveri- ção e o eÍeito estereoÍônicoÍicará prejudca-
Íica-se que a constantede tempo em micro- do, Há uma Íreqüênciadeterminadã, ein Íun-
segundos é 1.300.Enlão Rg terá o valor de ção do ambiêntee colocaçãodo conjuntoes-
1.300ohms e Cl poderá ser dê 1 mfd (é pre- tereofônicooÍiginal,abaixoda qual é impos-
ciso que a multiplicaçãode R e C equivalha sível distinguirde onde provemos sons.
a constante de tempo. Neste caso 1.300 X Há uma lei Íísicaque diz que duasfontesde
X 1 : 1.300).O valqÌ de R4 na figura2 de- sons não podemler suasctireçõesexatasde-
vê sgr de dez vezesmhis elevadodo que R3, Íinidas,se a separaçãoentre elas é menor
No nossoexemploR4 seÍia 13.000 ohms e que a longitudede onda da freqüênciado
C2 seria de 0. 1 mÍd para mantera mesma som que reproduzem.Se imaginamosque a
relaçãoda constantede tempo. separaçãodas caixasacústicasdo estereoÍô-
Se desejamosacrescentargraves sem des- nico original é de 2,50 metrospode-secal-
truir a ilugão de estereoÍonia,devemoster cular que freqüênciaterá esta longitudede
muito cuidadocom as Íreqüênciasque irão onda. O som se propagaa uma velocidade
ser aplicadasno ampliÍicadoradicional.Se aproximadade 330 metros por segundo.A
a Íreqüênciade transiçãoé muito elevada,

4
Íreqüênciaserá igual a 330/2,50 : 130 Hz primeiravista é a reduçãodo.,,rumble"ou
aproximadamente. Uma boa recomendação ó seia o ruído que o motoÍ do tocadisco trans-
usar a freqüênciade 80 Hz como transição. m.jte,por vibraçãoa agulha da unidade.É
Ao ser usadauma disposiçãocomo a Índica- gue a reproduçãodo rumblepelo ampliÍica-
da neste artigo, um ampliÍicadorestereoÍô- dor originale do novo estaráÍora de fase e
nico que seia bom em médicse agudosterá se anulará.
melhoras.Uma delas,que não é aparenteà

Na Íigura 3 temos o circuito de aplicação da figura 4, onde o sinal é captadono pré


prático.O mistuÍadorcapta os sinaisà saída ampliÍicadorestereoÍônicooriginal e levado
dos canaisestereoÍônicose leva-osà entra- ao amplificadorextra, de gravesou baixos.
da do ampliÍicadorde graves(F) e deste vai
para o wooÍer (c).
Se tor desêjadopode-seoptar pelo circuito

LISTA OE MATERIAIS
Figura3
R1 470 ohms
R2 470 ohms
R3 3.900 ohms
R4 33.000ohms
R5 50K
c 1 -c2 dois condensadoresde 10 mÍds, ABELA DAS FREOÜÊNCIAS
DE
eletroliticos,
ligadosem oposição. TRANSTçÂO
condensadortubular0,5 mÍd
Figura4 Freqüência Constanteoe
I
C 1 e C 3 0,25 mÍd em hertz microsegundo's
I "r
c2 0 ,í5
R1 56K
60 | z.too
70 I e.goo
R2 20K 80 I z.ooo
R3 10r(' 90 I t.aoo
R4 10K lo o I r .o o o
R5 56K 125 I r.soo
R6 100K 150 I r. roo
PRÉ PARA MICROFONE
CERÂìIICO
Este circuito Íoi projetadopara microfones respostado ampliÍicadora mesmaque é ne-
que usam cápsulade cerâmica,de resposta cessária a um amplificadorde microfone
rápida.A impedânciade entradaé de 30.000 magnético.
ohmsem 40 Hz,que diminuiquandoaumenta A saída tem uma compensação,dentro da
a freqüência,dando uma característicade Íaixa de 1,6 dB para respostaentre 40 Hz e
respostarápida da cápsula,o que torna a 12KHz.

-+
EIITRAI'A

LISTA DE MATÊRIAL
R1 10 Meg
Ì12 120K
R3 120K
R4 5K, logarítmico
ct 150 pF, 10olo
c2 1.200 pF, 1070
c3 (deveser o condensadorde enlrada
do amplificador)
T1, T2 2N2924,2N2926, BC 172, BC 183,
BC 238 etc.
desinaisRF-AF
Traçador
Este traçadoÍ, muito €co- matérias primas e compo-
nômico e prático usatransis- nentes.às vczesé necessário
tor de efeito de campo que procurar um substitutopara
oode ser um dos indicados o tránsistor indicado.
iro circulto ou similar. A pro-
pósito de similaresc equiva- No traçâdor que indica-
lentes recomenoamosa nos- mos, uma chave liga para
sos leitores que pFocur€m AUDIO ou RF. O sinal de
adqulrlr os manuals, gulas, saída deve ser levado a um
etc. de substituiçãode tran- pequeno amplificador ou
sistores cxistentes no mer- seçãodc áudiode um recep-
cado e à v€nda em todas as tor, para que se obtenhaum
bancasde iornais. Dcvido a nivel confonável de audicão
'problemasãe importaçãode dos sinais sob traçamento.

SIlIft
DE
IIIJEïOR a eletrônicaem íoco

posições.Tambem pode ser


Esteinjetorde sinal.muito usado um potencl ometro
slmDles.Dode usar varlos ligado como reostato. Ne^sta
tipós de tiansistoresPNP ou JÌÍL caso a vanaçao oe IrÊquen-l
NPN (deoendendo da inver- cia seria continua, mas dève
sãode pdlaridadeda alimen- ser colocado um resistor "s-
tacào)e produz uma onda top" de baixo valor PaÍa que
quadradade saída.cuja.fre- a base do transistor não seja
quéncia pode ser varlada ligada.diretamentea terta.
pelos valoresdos reslstores
Rl . R2 e R3.
A bateria de alime-ntâçâo
Est€sresistoresPodemser poderá ser de 9 a l2 !íôj1s,se
determinadosexperimentaÌ- bem que possa receb;r até
,mentee produzlraotrequen- 20 volts, sem inconveíïcntes._
cias situàdasentre 16 Hz e
16.000Hz. Os t ra n s i sto res P N P
Estesresistoressão inseri- podem ser o ASY 29, AC 125
dosno circuitoPelachavede etc. NPN podem ser os ASY
onda de I Polo, très 27, AC 127 etc.

tudosobre
Saiba Seniteoriànemmôtemáticô
ïEr[YlsÃo c0Rt5
A. Fanzeres
contínuação

CURSODE ELETRÔNICA
Polência elétrica em circuilos de c,c. Na figura37 mostracomoa potênciade 15 w.
pode ser representadacomo uma área.
1) TÍabalho elétÌico.
ExemDlo:
Já foi dito que a diferençade potencialou Determinara potênciade um rádio receptor
voltagemé que ocasionao fluxo de eletrons a válvulas.O consumoé de 0,28ampéressen-
e que a intensidadedeste Íluxo (l) derivada do a voltagemda rede de 220 volts. Qual a
quantidadede eletronsque passaatravésdo potênciaconsumidapelo rádio?
condutorem um dadoperíodoe tempo.euan- Temos v :220 Y
do os eletronspartemda Íonte de voltagem,
umacertaquantidadede energiado potencial I | : 0.28A
ou voltagem(V) é aplicadaàqueta. Desejamos sabera potênciaelétÍica"P".
Esta quanlidadede energiaasseguraa pos- A soluçãoé:
sibilidadede um eletronfluir atravésde um P : Vx l, P : 220V x0.28A, P : 61.6wqits
circuitodentro de um determinado temoo.
Distosegue-seque para um dado númeroto-
tal de eletrons,em um determinado A potênciaà enlradado rádioe de 61,6w.
temDo. ou vatios.
isto é: lx t, uma quantidade de energiaV é
requerida, para permìtirque a correnteexe-
cute trabalho, o trabalhoelétricoW: Instrumenlospara medidaselélricase
Trabalhoelétrico .: voltagemx correnlex métodosde medida.
x rempo :
Em capítulosanteriorescilamosamperíme-
trose voltímetros,
quandotratandode quanti-
dadeselétricas.
Citamossuasindicações sem
2) Potência. enirarna descriçãode seusÍuncionamentos
e aplicaçãoem conexãocom os métodos
Geralmentea potência é deÍinida como a aplopriadosde medição.
proporçãode um trabalhoexecutado;mede A mediçãode quantidades elétiicasdesempe-
o desempenho de uma determinada quanti- nhaum papelimportante em todosos cãmpos
cladede trabalhoem um tempo dado.'Desie da eletrônica
e eletricidadeaplicada.Os ins-
modo a potênciaelétricap é deÍinidacorÌo: trumentos usadosparaestesÍinssâoas vezes
Potência: trabalho/temoo. semelhantês entresi, no que diz respeitoao
princípiode funcionamento, porém diferem
P- . Y
, quantoaos alcances,precisãoe métodosde
qua n d os e sub sti tu ae
i quaçãoV X lX t
por "W", lemos:

P '":"'
O quocientet/t é igual a 1, consequenle-
mente pOdemOS escrevera equaçãoassimj
ït
Potência- voltagemx correntê,P : v x l.
Para os circuitosde correnteconÌínuaa po-
tênciaelétricaé determinada peloprodutode
voltagemmultiplicada pela corrente.
Fig.37
A unidadede potênciaé o volt.amperque é
chamadode watt (vatio)em honra a James Representação da potênciaelétrica êm um
Watts(1736-1819): circuito de correnlecontínua.
lw qt t : lvo l l Xl o m per e 1 1 5 W--3 v X 5 a
2 1 5 W: 5 v X 3a
tnedida.
1) Classilicação '

De acoÌdo com a quantidadea ser medída:


lntensidadede Corrente- amperímetro(ou
fraçãode amper:mili e micro amperí-
metro)
Voltagem- voltimêtro,eletrômetro,miii-vol-
tímetro.
Resistênciâ- Ohmetro,pontede medida
Polência- Medidorde potência,vatÍmetro.
De acordo com a construção:
de medidapodemser clas-
Os instrumentos lledidoÍ de íerÍo móYêl
siÍicadossegundoa construçãoem portáteis'
Voltagem Desviode 2,5 volts o/o êllO
\irriìrrtlj 100 2,5
80 3,12
ou 4,16
40 6,25
20 12,5
't0 25,0

lsto demonstraque um erro percentualmulto


grande pode ocorrer nas Íaixas menoÍesde
um instrumentodesta classe.
A classiÍicaçãode acordocom o tipo de ope-
ração, pala nosso interessemais imedialo
pode ser resumidoem tÍês tipos: de bobina
móvet(Íigura38); de ferro móvel (íigura39)
Fig.38 e eletro-dinâmico(figura40).
Os instÍumêntospodem ser represenlados,
l/ledidor de bobina móvel nos circuitos,por símbolos.Na Íigura 41 te-
mos os vários sÍmbolose seus significados.
Íixos,de painel,de laboÍatóÍioetc.

ClassiÍicaçãosegundoa precisão de medida.


Segundoa precisãoque possuamos instru-
mentos podem ser classiÍicados,de acordo
com a tabelaabaixo:
Classe
Limite de erro 0,1 0,2 0,5 1 1,5 2,5 5
em ô/"paramais 0,1 0,2 0,5 1 1,5 2,5 5
e oara menos Instrumentos lnstrumentos
deprecisão Industriais

Fazemosnotar aos leitoresque existem,de-


pendendodo pais de origem,cutrasclassi-
ficações.Damosum exemprocomo um des-
vio em volts ,de 2,5 pode signiÍicarpossíveis
eÍros em porcentagem. ìledidor elelro-dinâmico
o.
kdidas de r'oltagsm

@' Para maior voltagens o voltÍmetro deve ser


ligado em paÍâlêlo com a fonte de voltagem
(Íigwa 42, 1) ou com a Íontê.e a carga (tigu-
ra 42,2 e 42, 3). Também podem ser medi-
@' [i" das as voltagens nos extremos das cargas
como se vê nas Íiguras 42, 4 e 42, 5.

@" o PeÍâ medir voltagensé importanteque o vol-


límetro tenha uma resistência inlema eleva-
da, em comparaçãocom a resistênciado cir-

o.
cuito sob medida, Uma Íesistênciaelevada é
obtida pela ligação de um resistor em séÍie
íl-l'
\_*;/
com a bobina do instrumento(Íígura 43).

@' o'
l2

1;-i:
Fq YE)
@" @" t---g---l L-l@J

@' @"
F۟ra 41

Sinüolros G 3ên ignificdo


| - Sislema de bobina móryel
' FigEra f2
2 - Sisilêmade Íerm mórel
3 - Sislema eletP-dinãrubo uollimetro ligado e mparalelo Glm Íonte
a - Reti$cador semicondutor de voltagem
5 - Sisleilla de bobino mórel com diodo uoltimetro lioado em Paralelo com Íonle
reliftdoÍ de Yollagem e ÍesistoÍ
6 - Àiusie de zem roltimetÍo ligado em paralelo q üma rede
7 - SÍrú.rLt de Ydtâg|êmdG PÍoYa{oslÍela e a ÍêsisloÍ
sem nútnêro 3ÍXF de PÍoYe; êslÍela voltimetÍo ligado om paralelo a um resis'
com núrem 2 itrdica Z00O rollt do ior de conexões em séÍie
Ploúa) úo|tftnêlÍo ligdo em paÍalelo a dois Íe-
8 - CoíÍrnte @nlinua 3is!oÍ€6 dê uma disposição sÉrie-paralelo
9- C o Í Í s e d tem a d a
10 - CoÍtelttes cqrtinua e altemada
1l -: PodCfu ËÍtieâ|, PaÍa uso noÍmal
t2 - Potição horizohtd para uso Íolmal
13 - PoÉìiçãooôlÍPa Pa'a uso noÍmal
14 - Posição oblhoa para uso normal (ân-
gdo ildicúl
Fì9-13

2) $Ëlodô. .to Í€dçe


gobinâ móYel com Ìêsistoa êm s€riê
No ca$po da eíêlrônica e da eletricidadeas
medições mais importantes são ã vontagem, I Íesistor em série
carÍenle e Bsistênciâ. 2 lobina móvel do medidor

to
coronb.
Uma coodição para mêdição de coÍÍente é
gue a resistència intema do medidor seia .
peqüeoa em comparação à Íesistência oÍeÍe-
cida pelo ciÍcuito sob medida. O Íesistot
em séÍie com o ampeÍímetÍo é pÍoietado
pare ÍêstÍingiÍ o aumênto de tempeÍatuÍa no
m€canismo do iEdidor, ocâsionado pela
Dispot$ção .b cinúilo paftr !ÈfiÍ oonürb passagem da coÍrente, que pode causar
I A|tpoúne{Ío anr réÍL cm r!|itbs eÌros (liguÍa .fit!.
2 fulpÉírn ilro em .*ie com darür|t.bilqr. Na maioÍiâ dos casos a rcsistência intêma
3 Arpím€lío ligdo prr ln€dk üm. G do moyimento (bobina móvel) ó tão diminúa
ção do chcrl'lo quê a conente é ,nedida poÍ rneio de deri-.
{ Anu€ftudrc llgado an |mr di|N|odglo vaçõea or, "shünts", isto ê um resistoí li-
sédelardero do .itwib gado em peralelo com a bobina |Ìúvel e o
tcsistor sériê (figura ,16).
X€di.ta .te coír€||t3. IqüL de r$rünrÍt
Como princípio geral de medida de coÍren-
Os métodos usados para medir Ìesistôncia,
te, o ampeÍímetÍo está em série com uma em úhima análisa, nada mais são quo a me
ou mais caÍgas. Na ÍiguÍa 44 temos váÍias dida dê corente ou vrrltagem ou ambas.
possibilidadesde ligações do medidor de

Fi$ra {7
Fig.15

Darpqúçãode medifÊo conr rcsistàrcla ed} Cfucüno do olmmeüo


cional f. íoole de nltageor coídrtE
1 ryisqÍ adicionalpara tindtgo üe ss 2 Írodidor d. bobha nóre|, eecda cdËn-
cimd o da €|n ol$E
2 bobha móuol 3 at|aüe
tl |r i{r!oÍ coat üalor do*d|h€ddo

Ohmmetro. , Este instrumento é usado para


dar indicaçõesdiretas-de Íesistências, Uma
condição é qug exista uma Íonte constante
de vollagem e um mêdidor cuia escala tofal
seja relãcionada à ÍoÍìte. de voltagem. Na
maioÍia dos cesos usam-se medidores de
bobina mówl, Recomendamosa no€soslei-
tores que leiam o livro de A, Fanzeres..Go-
lheça e Apliqueo V.O"M." que erptica em
detalhes como funcionam os voÍiímetros,
ohmmetros e amperímetÍos, paÍa mêdidas de
Figura eletrônica
Voltando à medida de resistência,sê a íe,
Bobina.móvele ÍesistoÍ rÉrié, com derivaç& sistência ineÍentê do medidor,e voltagemda
fonte e a queda de voltagem, causada pela
I dêdveção(sftunt) resistênciaa ser medida, são conhecidas, o
2 bobina móvel com ,esisloÍ em séÌiê varor da resistência,a resistênciaem ohms

tl
ï{- ï. * tr
riú-l^: ra -tA r:'
,.f a.br aúi O JÌ
lrr*
!,v ro.oo .À/ v
v = rú.o Iì/ v

MOO.ac2

Figura 48

Escala de ohmmetro (VOM ENGRO 462)


As divisões supeÍiores são destinadasà me-
dicão de Íesistência
pode ser calculada e uma escala adequada com mais precisão,usando-seuma "ponte".
construída,com os valores inscritcs,diíeta' Usa-seum medidorsensíveloara indicar o
mente. equilíbrio ou nulo e os elementoscompo-
nentesdos 'braços" da pontesão ajustados.
Na íigura 48 temos as escalas de um ohme-
Na figura49 temoso princípiode medidada
metro ENGRO 462, para medir resislèncias ponte,
desr'Ìedécimos de ohm até 100 megohms.
Se o medidore situadono exato centro,en-
Pont.'sde medida de resisténcia.
tre dois Íios de resistência,ou dois resisto-
A medida de resistênciaspode ser etetuada rês de igual valor, ou seia se existiremqua-
tro resistènciasparciais de absoluto igual
valor, nenhumacorrentefluirá pelo medidoí
(posiçãode zeto, de equilÍbríoou de nulo),
Se porém,as ligaçõesdo medidorÍorem mo-
diÍicadas,como se indica, na Íigura 50, pe-
las lihhas pontilhadasfluirá corrente pelo
mêdidor,em uma ou outra direção,como in-
dicam os desenhospontilhados.
Este é o princípioda ponte de medir resis-
Fig.49 tências.Na oráticao instrumentoé mais ela-
borado,com chavescomutâdorad para modi-
ficar o valor dos "braços" e assim aumentaÍ
Princípio de medida da ponle paÍa medir Íe- o alcancepráticodas medidas.
sistências
Determinação da resistênciapela medidade

12
presentes no extremo do resistor pela cor-
rente que passa no mesmo.
Nasfiguras51 e 52 temosdois ciÍcuitospara
a determinaçãode resistências, deste modo.
É claro, que as medidasnestasdisposições
tem possibilidadesde erro, porque na Íigura
51 a medidaobtida pelo voltímetroinclui a
queda de voltagemocasionadapelo amperí-
Fig.50
metro. A medidatomada pelo amperíinetro
na Íigura 52 inclúi a corrente parcial que
passapelo voltÍmetro.A determinação da re-
Potentede medida sistênciapor estes métodosse torna mais
1 Fio de Íesistênòia imprecisa à proporção que os medidores
usadosabsorvampara si, mais energia.Es-
2 Fio idêntlco ao antetior
3 InstÍumento de medida

correntee voltagem.
Como já foi dito anteriormente,
as resistên-
cias podem ser calculadasda Íórmula:
F : V/l ou seja pela divisão da voltagem

Medida segundo a yollagem


. 1 BesistoÍ a ser medido
2 AmpeÍímetro
3 Voltímetro

Fig. Ìes métodos paÍa deteÍminaçãoda Lei de


Ohm só podem dar resultadossatisÍatórios
se a resistêncíainternado amperimetroseia
Medida segundo a corÍente pelo menos100 vezesmenor que o valor da
1 Resistor a ser medido resistênciaa ser medidae a resistênciado
2 AmpeÌímêlro voltímetroseja pelo menos 100 vezes maior
3 VollímêtÍo do que a resistênciaa ser medida,nas dis-
posiÇõesrespectivasdas Íiguras51 e 52.
(Continua)

'!KIT'' PARAENGËNHEIRO
DE SOII EM
PASTADE EXECUTIVO

Uma Íirma britânicae eqi.ripamento acústico


criou "kits" cobrindoos vários tipos de me- llgrqfone, um adaptadorde vibração
l1l1o-aceter.ometÍo.
:^ A tampatem bolsospa-
dição de som e Vibraçãoêxigidos por diÍe- raï1
oocumentos.
rentesindústriase órgãosnacionaise muni- A Íirma diz que esssaspastas,contendotodo
cipais.Cada"kit" está cuidadosamente acon- o equipamentonecessário,tornam a vida
dicionadonuma paslado tipo executivocdm mêtstâcit e organizadapara os engenheiros
a parte internaespecialmente desenhada. oe.som, permitindo-lhes de trabalharde ma_
Um "kit" típico é o CS 19t. Sua pastade neira simplese objetiva.
480mmx 370mmx 125mmcontém um me- (CastleAssociates,RedbournHouse, North
didor de precisãode nÍvelde som com pilhas
sobressalentes, uma pulseiracom ligaçãode Street, Scarborough,North yorkshire yoli
paraÍusopara o medidor,uma chavede fen- 1DE,England.Agente no Brasil:Salvi Casa-
da, um triplé telescópico,um calibrador grande,Mediçâoe Automatizaçâo Ltda.,Rua
acústico,um bârômetÍopara medir pressão Florênciode Abreu, 605, caixa postal 1134,
estática,um protetorde espumae plástico São Paulo).

13
ALÏA.TIIEUDAT'E
Ì{ovtK
FÁBBtcÂ

MODTLO
LOCALDÉIÌ'ISïATAçÃO
T TIPODTAPABTI.IIO
I't0PAIÌ'lELDlÂNTCln0
Íi/t 0U IoCÁ FIIÂS
ìrosEucAn
1300 LOCAT0C tÍ{StAt-AçÂo
6flMs ÊTlP0DEAPARILH0
1300L FÁ8R|CA
ô TPSA PoBÌÂS0lÀrrTflnas
sP-2 E
= 6 fl\4s
6FMS 6 FPSWA6 fPSA
iloDtl-o ÍM oU ToCAflÍAS
1600
(,
ÌL (2-4 6 flt4s I t00
= PORTAS] 6 FPSÁ 1300 L
vl z,
GUìA
KARI\4AN ô FPSWA 1600 s
J
-
ct ÂFPS t:) TL Local Dr tt{sTAt-ÂçÂo
PASSAT 6 tMS t ÌtPoDt aPAREtH0
KARMAÌ{ GUIA ôfMs rÁB8tcÂ
= PoBTAS TRAZETnAS 0U
BBASIL I Â 'FPSúÀ v, PASSAT 6 TPSA !.
VARJ Á N Ì 6 F P S A 6 F M S 6 F PSWÁ ERASITìA tOCÂtDÂSPORTAS
J M0 D t t 0
K O ME I -o VÀRIAI'IT Flú 0u Ì0ca Flras
conctt ff$! e"swr sP,2
K0t\4Bl
E)
6ftlls z TL
MAVIRIK c0flcEL (jt 6UIÁ
KABi\lAN
6fPSÀ
ct Bltìlta MÀVINIX 6 fttls PASSAÍ
6 TPSWA tl = BRASILIÁ
6 flVS
GAtÂXIE 6 FPSA 6 fPSA
GALÁXIT 69tRl0- c,
cÁMnHÁ0 8tÚNÂ sP.2
6 rMS -
ct
6fMs 6FPsÂSFPs wA
C HE V ETTÊ cAMINHÃO K0l\,181
E CHEVETTT 6 fMS EfPSA6 FPSWÀ
OPÂIÂ 46f[,ls COBCEL
F CA E A V Á N E OPALA 6 fMS cl MA}TRIK 6 rMS
tt o cÂRÂvÁt'l 6 tPSÂ
= 69FPSA
CA MI NH Á ( ) ts GALAXIT 6 fPSA
6S ct II
{c,14t c-16) 69rMS ÉPSWA E caMrNNÁo EELINA
VERANEIO (c-14tc-l6) ô Ft\,ts6 FPSA
ët 69F[4S 6 ÊPSA
6 ftlls' vERAtìlí0 cHÉvtrTt 69FPSA 6 FPSWA
0006tr800 46tMS c)
J
u7 000GE 6S'fMS Ê 0006t1800 6 FIMS
F
ct oPALA 6uF$fs rrsn
0Â87 63FPSA J
Ë
DARÌ
DOOGE .6FP S A C A fl A V A N 6 FIMS 6TP S A
CA MI NH À O 6 F M S 6 F P S Aô F PSWA
.;
(J E .^.Iru in
6 FIVS (J 6 fPSA
,[[[tïll,6Frrs 6FPsÁ
PUÍüA 6 FPSA püÍúÂ
aLrÂnouÊ0 À LtaÌoME o
ALÍANOüTO 6 FMS 6FMs 6FP S A
2300 46tMS 2300 6 fPsA
IIAÍ 46t8t0 ÍIAT TIA T 6fMS 6FP S A

intlalar NoTA:Nosmodêlos indicados.


colotâÍ N 0ÌA : N 0smodêl os c0l 0caÍ
i ndi cados,
lioTA: os modêlosindicados,
3oho oainelcoí caúa âdaFladoÌa aÍâs dosalto-ÍaÍantês,
€spuma espumaalrasdos allojalânt€s.

CÃIrç.trDOS SOB MEDID^tr


M ONTIEL-
- Pessôcr 16 - GB
Prqçcrloõo TeL 42-1428

14
FASfiICA
Local 0t t sralAcÁo
ETIPO8EAPAREI.HO
ESOUEHAS DE LtcA-
E PAtÍ'tttTBAZgB0 ç40 PARA 2 AI_T0-FA-
MODELO
fir 0u Ìoca nTAs
tItìtïIs
Ftìt0uï0cA-frÂsÍT0f,0
il3Br. esrMs
lsillï.a Paraestéros.scgüiro
= 1600
s mesmo08qüèma pir8 cada
PASSAT 69FMS 69ÍPSA69IPSWA cônaldo apaiclho
Conctt 69Fl\4S
69FPSA
TSOUEMA
COMÂLTO.FAI.ANÏ€S
Og8
MAVTRIK
GAtAXtt 69FPSWA OHMSPAHA
INSTATAçÃO
ATRÁS
SAIOA
CAMTNHÃ0 õ iËiï e rpsu 0t
4 OHMS
CHTVEÍTE6FIUS 6TPSA6 fPSWA
E oPALA 69ftVS 69FPSA69rPStVA
AtTO. ALTO-
1800
D0DC[
TALAÍ{TE FALAÍìIïE DE8 OHMS
DART
63FIVS63FPSA69FPSWÁ I
DOOGE
CAMINHÁO 69TIVS69fPSAô9TPSWA Se0 seuapaÍelho
forestéÍeo.
repita
este
R OMTU.. .. . 69FP SA
ATTA esquemana trente-
2loo ovtts 6sFpswa

ÍtAÍ 63fPSÂ 69rVS 69FPSA


N0TArN0smodêlos inslâlar
indicados,
oucaixaadaptadoÍa.
comsupoÍle ESOUEMA
COMALTO.FATANTES
DE4
OHMSPARA
INSTALAçÁO
ATRÂS

- t0cAt-DEtNsraLAçÃo
FÁBRICA ETIPO DEAPARELHO
T I-AÍTBÂL
TBAZEIRO
.
MO0 tL0
fM 0U IoCÁÍtÍAS
TWEETER
DT4 OHMS
zÌl NT2S.A
E KARMÁN
GUIA
I annstul 6 fMS
5 vnRrlrur ô FPSA Seo seuaparelho Íepitaeste
Íorestéreo,
I Ko[,tet esquemanaÍrenle.
5 fMS
Í0 n0 6 Ft\ts
8t LlÍ'/A 6 TPSA
í{0TA: EmcrÍÍos p-equeno! podeÍássÍ inattladostlt
G.MoToRS 6 rMS rinicôalto-írlânt o;Í cânil de .sÌéÍeoc nab o ìwE-
CANAVAN 6TPSA eteÍ Í{T2S.A.Aroiselhâmos iníàlar o TwesleÍúíicâ.
nsnta comapârelhotFM e toca-fila3,Ìando o Tw3-
ll0TÂiUosmoílôlos
indicados,
inslalaÍ eleÍ 3orì direci0ml, deverá sanprc sar imtalado .no
corìsuporÌ€
oucaixaadapladoÍa. sêntidodo oúvinte.

ilqVìKS.A. htDúsrBlÂ
EcoilÊRcto
- CaixaPostal7t183 pABx-
- SãoPaulo.SP.- Fom.247-15ô6

15
UNIDADE
"UAU.UAU"
Esta unidade permite introduziruma varia' Para ajustar, aperta-seo botão SZ e toca-se
çãÕmuitorápidano nívelsonorodê uma gui- um harpejona guitarrae aiusta-sep1 para
tarra e dá um efeito que pode ser chamado o tempoou modode ondulaçãodesejada.De-
de "uau-uau". pois é iniciar a execuçãomusical,O inter-
Usandoa chave.51 o eÍeito é automáticoe ruptor Si pode estar ligado a um pedal, o
na chave52 o eÍeitoé.manual. mesmose aplicandoa S2.
Liga-se o aparelho entre o microÍoneou LÍ é um indutorde 160 a 175mH. podemser
transdutore a entrada do ampliÍicador. experimentados primáriosde transformado-
entradaé em Jl e â saída para o ampliÍica-' res de saÍda,de rádiosa válvula.
dor em J2.

LISTA DE MATERIAIS
R1 220]< 2,2K
R2 10K R8
R3 10K R9 3,3K
R4 10K R10 10K
R5 10K Rl1 1K
R6 39K 220K
c1 30 mfd )<6v.
c2 0.1
4.700pF
c4 100 mfd x 25v.
c5 33 nF'
c6 25 mfd x 12v.
c7 50 mfd x 12v.
c8 o,22
c9 10 mfd
c11 50 mfd x 12v.
ctz 10 mfd x 12v.
c13 100 mfd x 12v.
T1, T2, T3, T4, T5 e T6 BC 108 ou simiìar

TRÊSENTRADAS
O circuito que apresenÌamos, bem simples' Os condensadoreseletrolíticosdevem ser
Dermilea mixaEem ou misturade três sinais para 15 volts e os resistoresde 1l4ur,1Oy"'
de êntrada (A, B e C) para saída em um só A montagempodeser em um pêquenopainel
oonto. Tambémdá um céìto ganho aos si- isolado,servindocomo chassìe outro,meÌá-
iraisde modo que pode atuarcomo pré para lico, servindode painelÍronteiroondeÍiquem
toca-disco,microÍonêe gravadorou qualqueÍ situedosos contÍolesVR1' VR2 e VR3 bem
outra combinaçãosemelhante. como as entradase saídas.

16
CONDENSADOR
FICOU15 ANOS
SUBìIEBSO

Na íoro' à esqueÍda' sê pode vêr um condensadoÍ slEMENs, elerroriticg,que Íicorr 6sbmeíso


15 anos no Lago Constançana Suíça. Estava iastalado na íonte de atimentacãoae ecuira.
mento de um aviâo dc caça, que, soÍrê€ unra pane e mergurharano rago, ò conã"ri"do-r,
depois deste rempo todo m€rgulhado-apÍesentavatodas a3 ;ondlções aJ perreiro igacional
mento, Só qüe hoie, o mesmo tipo, lem metade de seu tanrarho tislco (componentei dt
reila na fotol,

17
ItEDfçÃO DE "L" e '3C"

Se o leitorpossuium geradorde sinaise um NestasÍórmulasC está em picofaradse L


voltímetroeletrônico,poderá medir indutân- em milihenrios,sendo a Íreqüência(Ío) em
cias e capacidades. Kilohertz.Estas relaçõesexistem nâ Íorma
ParaeÍetuaras medidasnecessita-ce uma bo- de abaccsou tabelasem muitosmânuais.
bina e um condensadorvariávelque possua Se adotamoso valor de 100 pF para o con-
uma escalacalibradaeÍn valorescapacitivos. densadorpadrãoe 100 microhenriespara a
O gerador de sinais deve abrangeras ÍÍe- indutânciapadrão,as relaçõesanterioresÍi^
qüênciasde 100 KHz até 28 MHz o que per- cam mais simples:
mitirá medir capacidadessituadaéentre 10 L : 253 x 1O'/ to2
pF e 0,25 mÍd e indulânciasdesde I micro-
Henrie até 25 miliHenries.Tambémé possÍ-
C = 253 x 105/ Ío2
vel, com o voltímetroeletrônico,medir-seo
fator "Q" do circuito sob exame.
Nestècasoito) esta em kilohertztambém,C
Princípio da mediçâo em picoÍaradse L em micÍohenries.A bobi-
na padrão de 100 microhenriespode ser
Se o gerador de radioÍÍeqüênciaestá corre- conslruÍdacom Íio esmâltadon.o 32, espiras
tamente aiustado pode-se medir com preci- iuntas,com um diâmetíoda Íormade 25 mm.
são a Íreqüência de ressonância(Ío) de um O númerode espiras deveráser de 70 em
umasó camadâ.Se a formafor de 18 a 20 mm
circuttocompostodê uma indutâncìadesco- de diâmetroserão necessárias100 espirasdo
nhecida (Lxi e umã capacidadeconhecidâ mesmoÍio, também a espiras iuntas,
íCc).O inversotambémé possível:conhecen-
ào-ée L é oossíveldeterminar-ssG. As rela- O condensadorpadrão poderá ser um duplo
çõês que ligam os valores de L, C e (Ío) sãÓ de 2 x 5 0 O p F .
âs seguintes: O princÍpio de Íuncionamentoestá na íigura
1, abrangendoos dois casos de Lx e Cx,
L=253 x 1 ot/C( fo'z)
Nâ Íigura 2 está o circuito complÊtodo adap
C: 25 3 x 1 0 5 /L( Ío'?) tador pâÍa sê medir L ou C, No eixo do con-

VLTEIP

18
densadorvariávelduplo se colocaráuma es- facilitârãoa leituradas indicações.
cala que deveráser calibradaem oicoÍarads. É possívelque a bobinâ padrão,construída
Estaescalapode ser dupla.Uma indicaráa domesticamente, tenha valores superioresa
capacidadetotal dos dois condensadoresem 100milihenries. Parâse ajustara bobinausa-
paralelo,com valorese 10 em l0 pF ou seia,
começandoem 20 e terminandoem 500 pF. A se a disposiçãoda Íigura 3. Se a capacidade
outra indicaráde 50 em 50 pF. deste modo em paraleloe de 100pF, a freqüênciade res-
os númerosnão ficarãomuitoaqlomerados sonânciacom uma bobinade 100milihenriês
e será de 504 Kllz. O indicadordê rêssonân-

Ï,

cia será constituídopor um voltímetroele- de inslruÍnêntoa válvula,deixar passarmeia


trônicoe o sinalde radioÍreqüênciaé detecta- hora ligado pera que adquiraa estabilidads
do por um diodo D1 que pode ser de germâ- térmicâ.
nio ou silício,tipo "pequenosinal". A íuncão
de R2 e diminuiro efeito de carga do voltÍ- Se a Íessonânciasurge abaixo dos 504 Mhz,
metroeletrônicosobre o circuilo Ìessonante removem-sêalgumasespiras da bobina, para
sê ter uma idéia do total que se deve Íemo-
veÌ. Notem que a treqüênciatem umâ relaçáo
É muito importanteveriÍicaro valor da Íre- proporcionalinversa com o númêro de espi-
qüência de ressonânciade SO4Mhz. Se é ras. Por exemplo:se a ÍÍeqúênciade resso-
usadoum bom geradorde sinaisnão haverá nância é de apenas 95o/ode 504 Khz. isto é,
dúvidasa respeito. É conveniente,no caso 478,8KHz o número de espiras Es(á5% aci-

( lx I tcx)
56

G VOLT

IE

19
cÍesconhecido nosterminais(Cx).Varia.selen-
tamentea Íreqüènciado gerador de sinais
liedição de pgquenascapacidad*.
até ser obtida a ressonância.O valor da ca-
pacidadeé determinadocom ajuda da tabe-
Se a capacidadeque se dese.iamedir é me- la 2. O valor da capacidademedidaé aquele
nor que a capacidadedo condensadorpa-
drão, devê-seutilízara disposiçãoda Íigura encontradona tabela, menos a capacidade
3. O procedimentoé o seguinte: introduzidapelo padrão.
O condensador Por exemplo,se a ressonância (Ío) Íoi encon-
a seÍ medidoé ligadonos ter-
minais (Cx) e o condensadorpadrãoé colo- lrada em 950 Khz o valor da capacidadeque
cado em sua capacidademínima, ou seja desejamosâchar é exalamente280 pF.
.comtodas as placas móveis para Íora das Se este valor não é encontradona tabela,
fixase sofiente umaseção,por exemploCPl. pode .ser Íacilmenteencontrado,com a Íór-
Depoisvaria-sea freqüênciado geradorde mula:
sinais até encontrarum ponto de ressonân-
cia (ponto de deÍlexãomáximado ponleiro Cx - 253 / Ío2 -1OO
do medidor usadocomo voltímetro). onde Cx é em picoÍaradse Ío em megahertz.
Uma vez isto sucedido,se desliga Cx e se
varia a capacidadepadrãoaté obter um no- Medição de indulâncias.
vo pontode ressonância (se movera posição
do geradorde sinais)para a mesmaÍreqüên- Se a indutânciaa medir é inÍeriora 100 mi-
cia. crohenrieso procedimentoé idênticoa me-
diçãode capacidade. Se desligaa bobinapa-
Se islo não é possível,liga-sea outra seção drão (Lp) e em seu lugar se coloca a bobina
do condensadorpadrão (CP2)até obter um desconhecída(Lx). Se aiustao iondensador
novo ponto de ressonância,para a fÍeqüên- padrãoparauma Íreqüênciapróximaa 95 pF,
cia ânterior.Uma vez encontradoo ponto,se para compensaÍa capacidadedo adaptador,
lê diretaÍnentena esÇalagraduadado con- sendoo valor toïal de 100 0F. varia-sêa Íre-
densadorparão a capacidadedesconhecida qüênciado geradorprocurandoum ponto de
quê se buscava.É convenientediminuir da Íessonância. Usandôa tabela2 se determina
capacidadeobtida o valor de 10 pF que s€ Lx è se for menoroue 500 Khz se encontrâ-
atribuias "perdas"capacitivasde fiação,ter- rá o valor procurado.Se tor maior que 500
minaisetc. Khz deve-sebuscar na labela 1.
Medição de grandes capacidades. Po rexemplo,para Cp - 100 pF;ifo) : 1900
KHz,entãona labela2 veriïicamosque o va-
Se a capacidade de mediré maiordo que tor é de 70 microhenries paraLx.
1.000 pF, porém inferiora 0,025mÍd proce- O mostradordo condensadorpode ser calí-
de-sedo seguintemodo:Coloca-seo mostra- bradoiá com o descontoda bapacidaderesi-
dor do condensadorpadrãona posiçãocor- dual e neste caso não haverá necessidade
respondente a 100pF e liga-seo condensador de deduzi-lae cada medidaque se Íaçâ.

TÀ B E LA I

f.r (!rÃ) ,o I,x (uu) lo


Cr (DF) (rllr) Cr (pF) (K n ),
Imo 503,1 4300
1100 479 ,t700 232
1200 459 5100 223
1300 442 56{X} 2r4,8
1500 ,tl2 6200 202,3
1600 $98 68m 19&5
1800 3?8 7500 , 183,5
20ül 35ôÉ 8ãX) t752
22fi 3ll 9100 ldl
2{00 tlr5,9 10.(m 159
trm 3fi,8 1r.000 t{1,1
3rxxl 291 15.0(x, 130
t300 214 18.@0 118,2
3600 365 20.í$0 11r tt
39m 255,8 25.000 100,2

20
TA B E LA I I

Lx (uH) fo f.r (EE) fo


Cr (pF) (l(Ez) G\ (pr) ( KIIZ)

10 50{0 r110 184


20 35í) 420
ffl 2900 430 767
40 25r0 440 759
50 22fi 4í) 749
60 2050 il60 74It
10 1900 4?O 134
&t t?80 440 725
90 1680 {90 ?19
100 1590 500 ?14
110 1510 52{l 69?
120 l4íl 5,Í' 68,4
130 1390 650 676
lÍl . 1}{0 560 6?1
150 rïxt 58{) 661
16{t 1260 600 650
170 tzgü 6n ffie
1&' 1r90 640 629
lm I I40 650 624
20{, ll20 660 6m
210 1100 680 6lo
2n r080 ?{tt 601
230 10í) 720 592
244 1025 14tt 585
?50 1005 ?50 5m
2ffi 988 760 576
210 9ô9 ?80 589
280 s50 800 562
290 935 820 ãtã
300 920 8!Íl 548
310 gci 850 5,16
3ã' 890 88{t w2
330 a7í 880 536
3,O 863 900 531
3S 850 9ãl 526
3!r) . 839 9,$ 518
3?0 1 :8 2 4 950 515
380 ì,dl5 960 513
390 805 9BO 509
400 1000 503,1

pa;a

2T
BARATO
UI'I INSTRUMENTO
Utilizandc umapequenalâmpadaneoné pos' Usandoestes dois.Íatoresé p.ossívelcons-
sível construiÌum instrumentode veriÍicação truir um "voltímetro"para ambasas corren-
de baixÍssimocusÌo. Como se pode apreciat tes bastandoque o potenciômetro(R1) seja
na Íigura, usa poucoscomponentes'O prin- calibradoem valoresde voltagens.O valor
cípio do "instrumento"é o seguinte:a neon de R2 dependedo tipo da lâmpadaque se
tem um ponto de partidaou ignição,quando use.Algumaslâmpadasneon lêm este resis
este é atingido,ela acende,com sua cor ca- tor lá inctuídona própria base, De qualqueJ
racterísticaalaranjada.Se a voltagemé di- modo,cs catálogosdas lâmpadasneon cos-
minuÍda,há um momentoque a mesmaestá tumam trazer indicaçõesde varoresde R2.
abaixo do ponto original de igniçãoe então Experimentalmente pode ser instaladoum re-
a luz se extingue.Este ponto e chamadode sistorde 50.000ohmsquandoa voltagemmá-
"ponto de extinção". xima que se mede é de ordem de 1S0vôlts.

Para calibraro "instrumento"é precisodis- dicar vollagens,digamos,abaixo ds 50 volts


por de uma Íontede voltagemregulávele um se o ponto de ignição Íor de 60 volts,
ioltímetroa Íìm de seremefetuadasas mar- Na lioura 2 damos uma aplicação de um
cacões no mostradorassociadoao eixo de transtõrmadorvariável,um VOM que poderá
R1.Há que notarque em voltagensabaixodo ser o ENGRO 462 pa'a calibração do "ins-
pontode igniçãoda neon não há indicações. trumênto" a neon,
Assim este "voltímetro"não sèrviÍá para in-

ü2
GERADORSINUSOIDAL
Estê circuito, muiÌo sìmples,utilizandoso- Basicamenteo circ'Jitoestá constituídode
rÌìente três transistores,permite obter sinais um amplificadorassociâdoa uma rede de
sinusoidaisem Íreqüênciasque vão desde realimentação não linear.Para simpliticaras
30 Hz até 36 KHz. explicaçõqs,na Íigura está o amplificadoÍe
Os transistorèsÍ1 e Í2 podem ser do tipo na Íigura 2 está deÌalhadaa rede de reali-
AC 126 ou eguivalentes( para isto consultem mentação,ligada ao ampliÍicador,que nêsta
os guias e almanaques publicados pela nos- figura surge como um retângulo,com as le-
tras A, C, E e o sinal Positivo.
sa Editora,sob a orientaçãode A. Fanzeres)
O transistorT3 pode ser o BC '107,243704 Na fìgura 't os transistoresT1 e T2 Íormam
ou equivalenÌes.O ganho deste último tÌan- um amplificadordiferencial assimétrico.A
sistor (hFE) deve ser da ordem de 300 ou rêalimentação de correntenos circuilosemis-
mais. Dos dois primeiroso (hFE) pode ser sores,cumpre duas Íinalidades:estabilizaro
de 1fi).

,24 4

ponto da Íuncionamenlo dos transistores e O tÍansistorT3 formâ o estágiode saídã; sua


obt€r uma impedância do entrada bastante base está ligada ao cursor de R2 enquanto
elevada. é o coletor, está por um lado ligado a rêde
A voltagem de base dos transistorêsé esta- de realimentação ÍoÍmada por componentes
bilizadadevido a ação do diodo zener D1; R-C e oor outro lado ao atenuadode saída
trata-sede um diodo de.voltagêmnominalde R5. atravésde um condensadoreletrolítico
referência dê 5,1 volts e uma potênciâ de e 100 mfd. Os resistoresR1 E R2 são poten-
250 mW. servindo o tipo BZY85 C5V1 ou si- ciômetrosde 10K coniugados.
milaÍ.

23
No circuito realimentador está inseridauma estar em seu vâlor máximo.
lâmpâda(LA na Íigura 1) devendoser para
24 volts,25 miliampéres. Se Íor ligadoum osciloScópio nos lerminais
X (Íigura 2) o sinal será muilo distorcido
Para ajustaro geradordeve-seprimeiroen- quandose coloquea chave (S) nas posições
contraÍo ponto de {uncionamento ótimo dos 2,3 e 4. Há que ajustarR6 (figura1) ate que
transistores.Para isto gira-sea chave tripla o sinalseiasinusoidal.
de 1 polo 4 posições,cada seção (Sb) para
a posição1. Ajusta-seR2 para que a volta- A Íunção do potenciômetroR4 (Íigura 2) é
gem nos extremosde R7 seja 5,t volts. Du- compensaro potenciômetro R3, para que te-
rânle esle ajuste o potenciômetroR6 deve nha valor igual a R2 em série com R1.

20--{
3.--{
3% a.---{
r--
I
I
I

. r r ï',
t
_[' FONTE ô +
DE
2 A LITE I{TA çA O

PARAFIGURA1 R2 10K
LISTADE MATERIAIS
R3 10K
R1 680 R4 1K
R2 2 .500 R5 1K
R3 220 R6 1K
R4 220 0.47 mfd
R5 2 .400 c2 0. 047 mÍd
ho 1 .000 c3 4700 pF
R7 270 c4 100 mÍd x 15 v. .-
T1, T2 e T3 ver texto Ì, vv yl

LA ver texto C6 . 0.047mÍd


C7 0.47 mtd
LISTADE MATERIAISPARAFIGURA2 Fontede ,aliimentação
de 12 volts.

824

24
CONTROLE DE TONALIDADE
O circuito que apresenlamosdestina-sea con- cuito para o outro canal.
trolara tonalidadede um canalde áudio.pa- A distorçãomáximaé da ordem de 0,1% e
ra estereoÍoniâhá que repetiro mesmocir- a amplitudedo sinal de entradanão deveex-

ceder a 250 mV. O condensadorC4 deve ser para 10 v. C5


Tcdosos resistoresdevemser de 1/4w,1Oo/", para 6 volts e C6 para 25 volts.
O controleVR1é dos gravese VR2 dos agu-
cios.
Na Íigura 'l temoso circuitoelétricoe na Íi-
gura2 o circuitoimpresso.Na Íigura3 é uma
sugestãopara distribuiçãodos componentes.
A voltagemde alimentaçãodeveráser entre
9 e 18 volts.

rï á i Í--\
ïI..J-cá ìAE :
IH

ÉqÃ-/'Êïrï
bï-.H Elell
,"'\\t"I IT)

25
AMPLIFICADOR DE ËAIÃ(, NIVEL
DE RUÍDO
O ganho deste circuito amplificador,de vol- qüênciavai desde20 Hz até 100.000Hz.
tagem,é de 44 dB, com uma impedânciade É recomendado parasituaçõesem que se de-
entradade 440.000ohms e o nível de zum- seja um alto ganho e um quase imperceptí-
bido está abaixo do nível de respostade vel zumbido.
3 dB, em cercâ de 57 dB. A respostade Íre-

-rov

I
I
LISTA DE MATERIAIS t

ç
R1 5,6 Meg. C2 1 mÍd
R2 1,5 Meg. C3 2 mÍd
R3 10K T1,T2 2N2801,2N3244 etc.
R4 20K (para substituição de transistores
t-í5 100 consultem sempreos guias,manuais
R6 3,9K e almanaquespublicados poÍ esta
c1 editora,sob a orientaçãode A. Fan-
0.1 mÍd
]eres).

26
60 dB DE 1 A l.OOO.OOO
DE HERTZ

Este circuito é de um ampliÍicadorde cor- Seu ganhoé de 60 dB em freqüênciassitua-


rente altêrnada,de acoplamentodireto, pos- das entre 1 Hz e 1 Megahertz.Os transisto-
suindorealimentação e que
e estabilização res T 2040C podem ser substiiuídospelos
só utilizadois condensadores. RCA SK 3005ou similares.

-to v

SAIDA

+vcc

LISTADOSMATE.IIAIS-.I.
'Él
-' '
R1 75K -',:rì:
R2 1OK
R3 5K.
R4 100K
R5 2K
R6 2 Meg. .
C1 100mfd,tântalo
C2 600 pF
T1 BC 107,BCY 59 etc.
T2, T3 T 2040C,SK 3005 etc.

Ll
'i 2Z
- ,,\..^ ^ "1.t*t'-.;:
:aJì-..
\: 1 '
RAl05

AMPUHüDoR
Ht.Ft
DEt00rï
(0|lTRANSTST()RES
DESIíCn
APRESENTAçÃO

A rr.,cenledisoonibilidadede transistoresde capacitoreseletrolíticosespeciais.A impe-


potência com Íreqüênciade corte elevada são ele-
dância de entradae a serisibilidade
veio tornar possívela elaboraçãode ampli- vadas, possibililandoo acoplamento aos
Íicadoresde áudio de alta qualidadee apre- mais diversos tipos de preampliÍicadores.
a.iávelpotênciae saídaa custo reduzido,cuio Dispõede proteçãoinerenteao circuito quê
desempenhosuperaÍacilmenteo dos melho- impedea daniÍicaçãodos transistoresde po-
res ampliÍicadoresa válvulas. tência,mesmoquandoa saida estiveraberta
O ampliÍicadoraqui descritoé capazde for- ou em curto, com o ampliÍicadoroperando
necer 100 walts contínuoscom baixa distor- sob plena excitação.
ção sem utilizarlransÍormadorde saída ou

. Figura 1 - Circuito do ampliíicador de alta tidelidade com 100W de saída,

DO AMPLIFICADOR
CARACTERÍSTICAS ï
G.

Potênciamax,(dislorção
total 10%)- 125W Dislorçãoâ 10W (f : lkHz) O.Z"/"
Carga (alìo-Íalantec/ capacidadede 14OW) 50Hz 0,8%
-8 ( )
Distorçãoharmônicatotal lk{z 0,7%
Sen s i b il i da díÍ:
e Po : 100W)
150mV a 100W

lmDedância
de entrada- 150ko Relaçãosinal-ruído(Po :
Respostaem lreqüência(+ O,sdBa 80W) tuto +45v
zOHz - 40kqz conru,no,{
( ramo -45V

28.
kt

DO CTRCUTTO
DESCRTçÃO O trânsistor T" opera em classe A, tendo
como carga de coletor a impedânciade en-
Ao todo são empregadosno ampliÍicadorda trada dos transisloresde saída refletida atra-
Íioura 1 cinco transistoresde silício: dois vés do transformador. Este modo de operat
eôt 09 e três de potênciado tipo 2N3055. além de proporcionarexcelentelinearióade,
O primeirotransistor,Tr, tem por finalidade Íixa a corrente m.áximade excitação e pqí:
etevar a impedânciade entradado ampliÍF tanto a corrente de coletor do estágio de
cador, o que é Íeilo através do resistor de saída. Deste modo a condição de corrente
emissorR3,não desacoplado.A realimenta- máximanão é ultrapassadamesmo ligando-
ção rèduza distoÍçãoa valoresinsigniÍican- se a saída em curto, ou seja, diretamenteà
tes e torna o ganho independentedo tran- massa.
sistor utilizado. Os dois transistoresde potênciaTn e T" ope-
A polarizaçãodesse estágio é obtida de ram em ctasseB, em contratase(push-pull),
modo simples:por meiodo ÍesistorRr ligado A carga, constituídapelo alto-falariie.esìá li-
entre coletor e base. Já a polarizaçãodos gada entre o ponto comumaos dois transis-
transistores Ta e Ts é pouco convencional: tores e a massa.
parte da tensãode emíssorde Tg é levadaà A polarizaçãodos transistores de saÍdaé fei-
base de T2 através de um Íesistor aiustável. ta atravésde um divísor de base e de um
Como estes transistores estão diretamente resistorde emissor.O ponto de trabalhoes-
acoplados(acoplamentoCC), qualquer va- colhido Íaz com que a distorçãopor supeÍ-
naçao.na corrente do primeiro produz um pcsição("crossover")seja mínima.
erertoinversono segundo,o que estabilizao
ponto de trabalhode ambosos estágios.O A Íim de que as variaçõesde temperaturaou
capacitor eletrolíticoCí destina_seã evitar de dissipaçãonão desloquemo póntode tra-
realimentação CA no elo de estabilizacãoe balho dos transistoresde saída Íoi inserido
desacoplaros resistoresRrz ê Rrr. no divisorde basede cada transistorde po-
tência um resistor NTC de 50o, que cóm-
Entre coletor e base de T: está colocadoo pensaas possíveisalterações.
caËacilorCa,cuja funçãoé suprimirÍreqüên-
çias elevadasque evêntualmente possamser FONTEDE ALIMÊNTAçÃO
câpìadasp*13tiação e, que sem ele, seriam
amaìliÍicadás devidoa olevadaÍreqüênciade Uma íonte de alimentaçãoadequadaé um
cor,e dos lÍansistores de silÍcio. dos pontosimportantesparase conseguirum
O principal elo de realimentaçãodo ampli_ perfe;tofuncionamentode um amplificador
ficador,da ordem de 40 dB, está apticãdo de alta qualidade.
entre a carga do estágiode saÍda flado vivo A tonte apresêntadana Íigura A é caDazde
do alto-falante) e a basede T2atravésde R,, atender a todas as condiçõesde consumo
e Rc. O capaciiorC0 tem por Íinalidade do ampliÍicadordescrito sem necessitarde
manter a estabilidadedo amplificadorem sistema.de regulação;exigindo porem que
Íreqüênciasacimada Íaixa de áudio. os enÍotamentosdo transÍormadortenham
Para eÍetuaro acoplamento(e inversãode baixaresistência, de modoque a tensãocon-
fase) entre o estágioexcitadore o de saída tínuafornecidacom potênciade saída máxi-
utiliza-seum transÍormador com três enrola_ ma, quando o consumoatinge cerca dê 2
mentos iguais, enrolados simultaneamente, ampères,não caia abaixode g0 V.
cujos dadosse encontramna páginag, A retiÍicaçãoutilizaquatro8Y126ligadosem
pontee a Íiltragemé obtidapor meiode dois
capaÕitoÍêsde 2500 F com isolaçãode pelo

:r
nÌenos60 V.
------ 50fit

!2

t o!0.1 100

FigqF Z - Varlaçãoda distorção harmônica


' tolal com a polência de saída. Figura 3 - Circuito da.íontede alimenlação
do amplificadôÍ de 100 W.

29
o de preÍerência os transistores de saída
MONTAGEM
dêverão estaÍ montadosdiÍetamente nos
Tratando-se de um circuitode áudio,os cui- dissipadorese estes isolados do restanle
dados de montagemsão os usuais,podendo- do circuito.
se ulilizar Íiação impressa ou construção Cônvémlembrarque os transistoresde saída
convencionalem chassismentálico.Há po- 2N3055podem operar com 200oCna iunção
rém algunspontosque cumpreobservar: e, que na condição de dissipaçãomáxima
a devido às elevadascorrentes do estágio {cercade 53W na saída)em um ambienlede
de saída, a Íiação de alimentaçãonão 50oC, o invólucÍa ãtingirá temperaturada
deve Íicar próxima aos estágios de en- ordem de 150oC,9em que isso signifique
trada. qualquerengano de ligação ou deÍiciência
de operação.
a o ponto de retorno do elto-falantedeve
ser Íeito no ponto de massa da Íonte, AJUSTE
para evitar a circulaçãode correnteCA
oelo chassis.Utilizando-se Íiaçãoimpres- Há apenasum ajustea eÍetuarno amplifica-
sa, deve-seescolher os pontos de massa dor. TÍata-sedè íixaÌ o ponto de trabalho
de modo a evitar interagãoentre os vá- do transistorexcitadoÍ Ts, atravésdo rêsistor
rios estágios. a.iustávelRr,,de modo a se obtêr 12V sobre
a os resistoresRrc € R2l devem seÍ esco- o capacitor C?.
lhidos de modo que seus valores apÍe- Devido a impedânciaÍelativamenteelevada
sentempequenatolerânciaentÍe si. da entrada e o ganho do ampliticador,as
a os três dissiDadoresdeverão ser coloca- medições e aiustes dêverão semprè ser fei-
dos na verlical,e suÍicientementeaíasta- tos com a entrada em curto ou com um íe-
dos tambémdos componentes. sistor d€ Íechamentona enlrada.

DISSIPADORES
E TRANSFORMADORES
Todos os três transistoresde poiència devêm
ser monladosem dissipadoresde alumÍnio,
As dimensõesdadas abaixo correspondem
às áreasmínimasdos dissiDadôÍes montados
verticalmente e com área de ventilacãoóuÍi-
cientepara boa transÍerência de calór.
Dimensõesem mm

PARAT3
DISSIPADOR
Área minima:21 cm2
Espessurada chapa: 1,5 mm
Acâbamento:preto Íosco
Montagem:vertical
. ;._,D 't'ì

DISSIPADORESPARA T1 E T5 + I gt #
I i t6sl
Área mínima:120 cm2 LdË
Espessurada chapa: 1,5 mm
Acabamento:preto Íosco
Monlagem:vertical

30
ÏRANSFORMADOB I)
EXCITADOR
L - 180 mH (1 kHz)

n
p

- n - n - 275 esoiras l
l
PSrsz
Primário- Íio esmaltado.0.361mm
)' (27 AWG) - resistêncialotal: 4,8
Secundários- Íio esmaltado,0,287mm
(29 AWG) - Íesistência(cada um): 8,5Í)
Enrolamento:irifilar
Núcleo: Íerro-silíciode grão oíientadocom
1,6 x 2,1 cm, montadoem bloco, sem entre-
ferro

TRANSFORMADOR
DE FORçA
n : (p/119V)440 espiras,Íio êsmaltado
p
O,9mm (19 AWG),resistência total:2
n : 145 { 145 espiras,Íio esmaltado
s
1,00mm (18 AWG),resistência:0,7+ 0,7
Tensãono sêcundário:(p/110Vno primário)
36V + 36V
Tensão retificada (CC) para 90W na saída
( f : 1 k H z ) i 40 v+4 0 V
Núcleo:ÍerÍo silÍcio3,8 x 3,8 cm
1) Audium1 .100Dou similar.

EM SÃOPAULO..- HOSPEDE.SE
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W
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númerode casas êspecializadas em elelrônica,Íica fÍonteiÍo à EstaÇão
Rodoviária

31
TRANSISTOR
DE POTÊNCIADE SILÍCIO
TransistorNPNcom invólucrometálicoTO-3.
deslinadoa equipamentoscom característi-
cas lineares:Hi-Fi etc.

(ValoresLimites)1)
ESPECIFICAÇÕES

ïênsões
Vçgg max l00V
Coletor-base(emissor aberto)
Vgg11 max 7OV
Colêtor-emissor(R : 1000)
BE Vggg rnax 7V
Emissor-base(coletor aberto)
Corente Ig rÍrax . I 5A
Coletor(CC) Ig max 7A
Base (CC)
Dis3ipação
Potênciatotal dissipada Ptot rnax I l5W
até T : 25aC

T€mpeÍaturâ Tsrg -ó5 a +ZOOoC


Armazenamento
T3 rnax Z00oC
Junção
TÉRMICA
RESISTÊNCIA
Entreiunção e base Rth j--b = r,50c/w
de montagem
CARACTERÍSTICAS
- T - 25oCSalvoin-
dicação

correíie de cortê do emissor

Irso (Ìc = 0; vËB = ? v)

DADos MECÁNrcos
Dim e n sô e s em rnm

32
Co r r e n te s d e corte do col etor
ICEO ( IB = 0; vC E = 30 v)
Ií- F ]. ( vÂF = l ,5vj v.F = l oov) <5n]A
r;;; (- v;; = r..v, võã = ro0vi rj = rsooc).rome
T e n sã o b a se -emi ssôÌ

vBE ( IC = 4A ; V C e = 4 v) < r,8v


T e n sã o d e satuÌação coÌeLor- emi ssor
vce ( Ic : 4 Â j IB = 0,4 A ) < ì,Ì v
vCn "u = Ì0Á ; IB = 3,1Á )
s"t IC
t (

T e n sã o d e manutencão
VCEO (ÌC = 0.2 A r tB = 0) < 60v
s,.t
VCER (l C : 0,2 A i R R F = l O0O) < ?0v
su ,r
Cà n h o d e co ÌÌênre CC
hFE { IC = 4 A ; V "a = -! V ) 2O a 7O
F r e q u ê n cia de tÌansi cão a Í = Ì MH z
fT ( ÌC = Ì.4 ; \'C E = + V ) < 0,8MH z

fhÍe ( IC = ÌÀ , Vcr = av)


< 5 n ìA

ColètoÌ Ìigado a o in vó lu cr o

TO - 3

-'Va l ô Ì e s L i mi te s d e a cô rdo cônì o Sisr ema < ìe M áximos Abs oÌui ôs .l e{i ni c l o na pubÌi c aç ão Ì34 da ÌEC .

33
OFERTAESPÊCIALPARAOS LEITORESDE MUNDO
POÍi.
ELETRôNICO.PARA ENVIOPOR BEEMEOLSO
E AÉREO.
TAL, RODOVIÁRIO

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P86003 9.40
P86004 16,00
P46015 8,50
P86015 9,80
PC107 8,50
P D108 8,00
PD198 8.80
PD2O1 9,90
PD1002 7,80
PE107 6,00
PE108 6,00
PE21O 8,50
P8254 6.40
?Èzcc 6,40
PE300í 8,80
PE3002 9,40
PD1001 7,60
(TTL)
crRculTos TNTERUGADoS
7400 7.50
'9,80
7401
7402 - 9,80
7403 8,30
7404 10,50

DIODOSZENER
1N472843.3 volts 20,00
1N473646,8 volts 20,00
1N47474 20 volts 20,00
TRANSISTORES
DISCRETOS
BC 237 4,50
BC 238 4.60
BC 239 4,80
BC 307 5,70
BC 308 5,50
BC 309 6,00
BC 337 7.80
BC 338 7,60
BC 327 7,80
BC 328' 7,60
BC 254 4,50
BF 255 4.80

Condigõesdê Íornecimento- Pedidospara RPB Elè-


lro EletrônicaIndústriae comércio, caixa Postal 7797,
cep 01000,S. Paulo SP.
Pedido mínimo de Cr$ 100,00.Embalageme trete por
conta do comprador,quaRdo Íor o caso.
Solicitem lista de preços.

34
PSEUDOSlllÉTRlcO
Um só transistorem saída classe "4", nâo áudio, baixa potência.
necessitatransÍarmadorde entradae dá um O transÍormador de saídaé Daracasar a im-
desemoenhocomo se fosse uma saídasimé- pedãnciado alto Íalantecom o transistor..
trica (push-pull)em classeB.
O transistorQl é qualquerum de saída.
O diodo pode ser qualqueÌum de silÍcio,de

TI

+ 4r5V

LISTADOS MATERIAIS
3 mÍd
c2 3 mÍd
c3 3 mfd
Rí 33K
R2 2.700

35
AIIPLIFICADORESTÁVEL
Proporcionando baixa impedânciade entrada tura e voltagemde alimentação.
e Saída,a par de um ganho estávelem fun- Indicado para medições tais como nível de
ção de parâmetrosde transistores,
tempera_ som etc.

EXTRIOI

ENTRADA

LISTADOS MATERIAIS
R1 680
R2 15K
R3 6,8K
R4 4,7K
R5 15K
R6 4,7K
Dí OA 90 ou similar
T1 AC 126 ou similar
T2 idem
T3 idem

36
FEIRAELETRÔNICA
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ó CRI,ARUÍIllA MENTALIDADETEGT'IoLÓGICA êm todG, quer slgam ou não
uma proÍissão técnica, paÍa quê o BÍasil pm3a d$lanchar,-adquiindo rapld*
menle o lugaÍ a que t€m dirêito no concslto mundial das lìlações.
S€nllmo-nosmuito à vontadêpaÌa dizer as linhas acima, poÍque t3mosüma tÍ&
dição.de mais de quatÍo décadas em que nos dedlcarit-oeá divulgaç ensinar
e publicar colsas Íêlacionadascom â técnica, ê também ao uso ldás íonlet
€norgétlcas não consideradas ckisslcas (hldÍo ê pelró!,ao) s nossa atitude não
ó motivada poÍ outÍa Íazão que não seja de almejgr para'no3sa gente um bem-
o3tar gsraL
A3 carlas que Í€cebêmos,às c€ntonas,dE lodas as parles do gÍasil, com pa-
lavras.de eslímulo, mostÍam bem que estamoscertoè em nossasatitudes,iue
qll{: ó a Í€sposta ao apolo que temos de nossoc amigos-leitoÍ€a.
Até e próxima.

À FanreÍêr
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EDIïORASIGNOtTDÂ.
.RuaGoiás,l164 - Quintino
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Diretor/Responsávet:
WALDEMIRO BARBOSA
DASILVA
Técnica:APìol.LOil
Orientação F Í{Z€R€S

DistÍibuicão:
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PXl 1035pode falar - é PXl 0631na na es- rados por pessoascomo o leitor.
cuta. Em todo o mundo as radiocomunicacões
E assimcomeçao contatoda FAIXADO Cl- desde que Marconi realizouseu orimeiro
DADÃOna freqüênciade 27 MHz (11 me- transmissorprático,são utilizadasooÍ vários
tros). O "papo" é de um encanto irresistí- setoresque tenhamnecessidade de comuni-
vel. Quem ouve um comunicado(QSO)Íica car-se. Desdeum soÍisticadosistEmade sa- i
tão impressionado com aquele aparêlhode télites, que nos permite recebeÍ programas
dimensõestão reduzidas,que permitea co- de TV e outros,de qualquerpârte do gtobo
municação,sem Íios, a tão grandedistância, terrestre,até o conjuntotransmissor-emissor,
que não resistee vai logo procuÍaÍ um es- instaladoem uma modestaÍazenda,a bordo d\
quema para íealizar um receptora Íim de de um iate du em regiãoremota,que permit€
"coruiar" a Íaixa. Os mais aÍoitosvão logo solicitarsocorrosmédicose outÍos auxílios
tratandode constÍuirum transceptorou bus- e divulgarnotíciasde inteÍessegeral. As ra-
cam adquirir ume unidade comercialpara, diocomunicaçõespromovem a integração
depcúsde licenciado,tambémentrâr nã co- mundial.
munidadede FAIXADO CIDADÃO. Para cada necessidadeexisteo tipo de ra-
A FAIXADO CIDADÃOcomeçoua ser eÍe- diocomunicação mais apropriada- aviação,
tivada nos EstadosUnidos da América do navegação,geodésia,amadorismo,seguran-
NoÍte,se bem que pela convençãode Atlan- ç4, erc.
tic City, em 1948,o Brasil,e outros países A FAIXADO CIDADÃOnasceu,coincldente-
signatáriosda mesma,pudessemler iniciado mênte,com e surgimentodos semiconduto-
as atividadesneste gênerode operação,A res e isto Íoi muito positivopois permitiuque
FAIXADO CIDADÃOé uma pequenatatia do a mesmapudesse,logo de início,estabeleceí
especirode Íádio, na faixa dos 11 metros, um desemoenhoassociadoa transDorlabili-
2
dade, a portátil, pouco espaço e consumo tÍados de DX com paÍses situados no lado
mínimods coÍrent€ de baterias,independ€n- opGto do globo.
te da existênciâou não de redês elétíicas lo- A F IXA DO CIDADÃOreservapaÍa o expê.
cais. Um equipamontotransceptoÍ da FAlXlt rimentador,para o homsmdo campo ou paÍa
DO CIDADÃO,operandona potênciamáxi- qualquer pgssoa que necessiteou simples-
ma permitida de 5. vâtios, consome pouco mente gost€ de radiocomunicações, uma in-
maisdê 1/2 amper. Íinidadg ds surpresas ê momentos agra-
O alcance da FAIXA DO CIDADÃO, como dávois.
aconteceem todas as outras treqüênciasde Como todo assunto de transmissão,há que
rádio transmissão,é muito variável, depen- obter licença paía operar uma estação da
dendo de muitos tatores: FAIXA DO CIDADÃO,porém as exigências
1) obstáculosílsicos,na linha visual entre são muito simples e nem de longe ss asse-
esteções; melhamà necessáriapara rádio amador,quê
2) certos tipos de nevoeiro; deve saber, obrigatoriamentê.,o alÍebeto
3) tipo de antenautilizada; Morse.
4) hora da tÍansmissão,elc. O órgão expedidorde licenças é o DENTEL
(DepeÍtamgnto Nâcional de Telecomunica-
ouando o terreno êntre os dois pontos em
que se irão Íeâlizar as comunicaçõos na ções)que poSsuiem todas as suasseçõesre-
gionais,por todo o Brasil,Íuncionáriosaten-
FAIXA DO CIDADÃOé plano s se pode co-
locer uma antena bem elevada, a média de . ciosos que instÍuem devidamenteo candida-
alcance é de 35 Klms. Porém há casos, não to a PX, em como Proceder Para obter a
licença a Íim de operar na FAIXA DO Cl'
raros. de maiores distâncias, em cob€rÌura DADÃO.
regular.
No intuito de divulgar e promovera FAIXA
Existemantenasde todos os típos. As vêrti- DO CIDADÃOÍoi Íundadano Rio de Janeiro
cais, para transmissãoem todas as diÍeções, a RADIOCOMTELECOMUNICAçÕES LTDA.,
anlenasdirecÍonais,que reÍorçam.osinal na uma organizaçãoespecializadaem FAIXADO
diÍeção deseiada e antenas outras quo dão CIDADÃO,com uma linha completads €qui-
ganho dê até 10 dB, como é o caso da rom- pamentos(vêr foto), antenasfixas e para unÊ
bica ou diamante. Sendo a freqüênciada dades móveisalém de variadalinha de acês-
FAIXA DO CIDADÃO muito elevada, as di- sórios. A RADIOCOMestá situada à rua das
mensões das antenas são reduzidas, sendo Marrecas, 25, sala 902, t€lefonê 222'3154,
atralivaa possibilidade de se construirante- Rio.
nas direcionais de muito ganho, proibitiva!
Quanto ao custo de uÌn tÍansceptoÍ de 5w,
de serem erigidas em ouras freqüências, com 23 canais,com medidorde unidade"S",
pelo dimensionamento. redutor automático de ruído € outras facili-
Outra possibilidademuito interEssante,nesta dades,o preço é, em média,de cr$ 6.000,00.
ouestãb de afcance,é a rêalizaçãadE DX's, Os leitoresestãoconvidadose escreverou Ía-
iàto é, atingirimensasdistâncias.Dependen- zêr visita ao local onde poderãovgr os equi-
do da horã, época,local e antenaé possl pamentosÍuncionahdo e obter maiores de-
vel, desdEo Rio de Janeiro,fâlaÍ com dis lelhes.
tânciasacima de 1.000kms. Há casos regis-

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Não deseiamos,neste curso de eletrônrca,
torná-loexcessivamentgtêóríco,porémtam:
bém não desêiamosqus o m€smoseiâ ss,
sêncialmenteprático. DaÍteÍmosoptadopoÍ
um môlo têÍmo nesta segundaseção da
sóriè.

Comotodos dsvemsaber,as matóÍiasque divisÍvel,poisos antigosjulgavamque o áto-


comtituemnoesaÏerra o o ambiEnteque I mo era a últimadivisãoque se poderiach€-
circunda,gão íormadaspor moléculasquê gar das moléculas.Hojesabe-seque os áto-
podomseí desagÍegadas poÍ agêntesquÍmi- mos podemseÍ dssintegrados, hâia visto as
cos I ÍÍsico8. bombasatômlcasê âs usinâs que geram
As moléculâ3são conslitutd$ de elemontos enêrgianucl€ar.
quê não são desâgregávoispor agêntesquÍ- NatuÍalmente a estrutuÍado átomo,na atua-
mlcos.Est€s€lomontos, são poucomais
quê lldade,ó müitomaiscompl€xado que a in-
de cEm,constituemo mundo que conh+ dicadana Íigura53. Porém,paÍa nossos€s-
cemog, tudo8,baslaa composição que vamosdar.
09 êl€msntosso compõemde átomog,que Segundoa tlgura53,o átomose compõ6de
é a partÍculamenordê um qlemonto.A pa- um núcleo,ao redor do qual giram,em ór-
lâvÍa átomogueriasigniÍicar,em gÍego, in-

FtS.53

llodelo altnplmcedodo átoino


| - núcl€odo üorno
2 - el€lrcn!
3 - ird€róda do! olrtÌom
{ - ropÍêsonlação do un álono.m
um plano

bita, vários sletrons. A carga dos el€trons é Í. Proca3so do condüçrio om gaaaa


negativa (-) e a do núcleo do átomo, posi- Entre os pinos de uma tomada ou o9 terml
tiva (*). A magnitudedas cargas positiva e nais de um in:erruptor existe uma distâncla
negativa de um átomo é igual. Deste modo; que não vai além de poucos centÍmetÍo6. A
em relação ao exterior, um átomo está elê- matéÍia que separaestes terminais,entre ou-
tÌicamente neutro. Porém, se Íor exercida tras, é o âr. Como é isolantE,nada sucede
uma inÍluênciasobrêeste átomo,podê suce- à corrente elétrica presente nos terminais.
der que alguns eletronsse desprendamde Além do ar, outros gaseF são isolantes -
suâs órbitas ê fujam da atÍação que o nú- porém sob certas condições. PoÍ exemplo:
cleo exerce 6obre os mesmos,ficando livres na atmosíeraos relâmpagospercorremgÍan-
e precipitando-separa Íora. Ao suceder isto, des distânciasno ar e os tubos de gás neon
âcontecemvários fenómenosque nos interes- ficam inÍlamadosdevido à passagemdE coÍ-
sam de perto, rente elétÍica.

4
Este processose chama d6caÍga elél.ica e Com a aiuda das Íiguras 54 a 57, vamos ex-
será tratadomais adiante. plicar o que se €ntendepor descargade-
pendente:
Conduçãodependêntode corrênte elé:Íica. Ao Íechar o interruptor,os eletÍons íluêm
que podemcau- desde a Íonte de voltagem(3) até às placas
Existemduas possibilidades de metal (1). Uma das placasêslá carrega-
sar umacorrenleelétricaa buscade um "ca- da positivamentee outra negalivamente.Se
minho":descargadependentee ionização. . em lugar do inteÍÍuptore da bateriase ligaÍ
um instrumehto(figura 55) como seia, um
De3cargadepêndenlo: voltÍmetro eletroestático. será Dossívelde-

d-1
çlt
Fig. 54 l.-3
Dísposlçãode ensalo palâ dêac.rg. Cargr eLtlrlc! .nlra durr pl*at de
dependg|te
ì - duas placa3 m€tállca!, .ltu.d.s t - lmlrund o do m.dlçlo
Íronteiramênle
2 - IntorruptoÍ
3 - Íonlâ de voll,rg.m

Fi?.57

CoÍìpensação da caÍga com aluda


de e3leÍa TáÍmlno dâ d€tcrrg! o!óidca dopen-
do|rle: o lmlÍumdrlo lndica yaloÍ zeÍo
t - €síoÍe elólricâ
terminara quãntjdadede carga elétrica. sitivamente,com a mesmaesÍera,a quanti-
O ar que está intermediárioentre as placas dade de carga da esÍera se compensacom
é um isolantetão peÍeito,que as mesmas uma caÌga dê magnitudeigual à da placa e,
não conseguemse equilibrareletricamênte, subseqüentemente,a esÍera Íica carregada
isto é, passandoparteda carga positivapara positlvamente.Ouandoa esÍeraé retornada
a placa negativae vice-versâaté que as car- à outra placa com carga negativa,o mesmo
gas Íiquem equilibÍadas. processode-compensaçãoocorre, porém a
polaridadeé invertida.Tocando-seora uma
Se ÍoÍ usado um dispositivocomo o da fi- placaora outra,o processocontinuaaté que
gura 56 (haste isolâdae esÍera metálica)e
Íorem.tocadasallernalivamenle as Dlacas.o as cargâs nas placas fiquem em equilÍbrio
instrumentoindicará um orocessode redu- e o instrumentoindicadordê leiturazero (Íi-
gura 57).
ção da carga elétÍica.
O que sucedeé o seguinte:ao ser tocâdaa Nos casos onde o equilíbriode cargas elé-
placa com carga negativa,com a esfera,os tricas, através de um espaço cheio de gás
(não esquecerque o âr é gás),só podg ser
eletronsse precipitampara a esÍeÍaquê, por
conseguinte,Íìca ca egaóa negalivamente. eÍetuadocom aiuda de meios externos,diz-
se que se tratade uma descaÍgadependente.
Se em sêguidase toca a placacarregadapo-
lonização da esquerdapara ingressârna órbita extêr-
na do átomoda direita(fiS.59). Finalmentè
Em outras.linhasiá explicamosque o átomo a figura60, em que os dois átomosnão eram
não influenciadopor Íorçasexteriores,é elê- mais neutros. Os dois átomos já não são
tricamenteneutro em relação ao ãmbientg e!etricamente neutrose transÍormaram-seem
exteriorao mesmo. vejamoscomo é possí_ ions. Devidoàs suas cargas diÍerentes,ós
vel que os átomosse modifiquem, se subme- ronsexeÍcemforçasentre si.
tidos a certasinfluências:Obsêrvemos as fi- O proce_sso da ionizaçãose explicacom aju_
guras58, 59 e 60: da das Íiguras61 e 62.
Na tigura60, um dos átomosé deficienlede Na Íigura 61 temos novamenteduas placas
elêtrons,ou seja, está carregadopositiva- metálicasligadas a uma Íonte de coÍrente
mente;o outro átomopossuiexcessode ere- contínuã,tendo um instrumentoligado em
trons;está carregadonêgalivamentê, Assim, série. O ponteirodo instrumentonão indica
acompahhando as figuras 58, 59 e 60, tive- passagêmde corrente.
mos dois áiomosdiferentesem estadoele- Se Ío-rcolocada(como se vé na Íigura 62)
tricamenteneutro(Íigurâ58), em uma situa- uma Íonte de calor entreas duas placasme-
ção quê os elêlronsabandonavam o átomo tálicas,o medidoÍ indicaráâ circulacãode

Fig. 58
Do|3 álomo! diÍ€ruìtoa em e3-
lado neutÍo Un olêtrcnao ralÍ da órülla ex-
1 - cJrcultode elslrom exte- t€ma
+

(I ioil )
\ts/,n
^\

Oois álomos, oletricamêntenão

uma corrente. tonte de calor se colocar um íerro êm brasa,


lsto porque,sob a inÍluênciado calor,o g"ás, um material Íadioativo, ou raios-X enlre as
entre as duas piacas metálicas,se'ionizou, placas. Com estes meios é também possÍvel
tornando-seeletricamente condutor, O mes- ionizarem-segases.
mo lenômeno pode ocorrer se êm lugaÍ da Ao ser retiradaa fonte de calor. a radiação

Fig. ee
Oisposiçãode €nsaio para lonl2açãoêm 9a- P-ormelo de uma Íonl€ de calor,
aes cê-se uma condução dê coÍrentÉ êstabelo-
radioativa,ou os raios-X,esta conduçãode ção a corrente (trânsport€de carga).
coÍrentedependentecessa. Continuando o aumentode voliagem,a inten-
sidade (l) na parte superiorda curva (3 na
tonizaçãopor impacto Íigura64) sobe de modo abrupto.Devidoao
aumentode voltagem(queÍoi definidocomo
As válvulasou lâmpadasde raios-X(Íigura energia)a velocidadedos ions aumentacon-
63) permitemuma ionizaçãouniÍormedo gás sideravelmente, aumenlandosimuntaneamen-
entre as placasmetáÌicas.Ao aplicarvolta- te sua Íorça (Íorça': massaX aceleração)-
gem.nas placas,I amperímelro indica um Se estesions aceleradosesbarramcom par-
certo valoa. Por meio do reostato(2 na Íi- ticulasde gás, não ionizadospelos raios-X,
gura 63), aumenta-se a voltageme se anota ou seja, partículasde gás neutro,devidoao
no diagrama(figuraô4) a intensidade de cor- ricochete,se liberameletronsdos átomosdo
rente(l) para cada valor de voltagem(V). gás. As partículasdo gás, antês neutro,se
Esta curva pode ser explicada.da seguinte convertemem ions. Os mêsmosparticipam
maneira:no início,na parteinÍerior,a cor- da conduçãode correntee ao alcânçarem
rente e a voltagemse comportamcomo vi- uma alta velocidade,eslão em condiçõesde
mosem capítulospassados.Na partecentral ionizar igualmentenovas partículasde gás
da curva (2 da Íigura 64) o aumentoda vol- neutroque encontremem sua traietória.Este
tâgemocasionapouco aumentoda corrente. processoé denominãdode ionizaçãopor im-
Nestacondição,todas as partÍculasde gás pactoou choque.Ele produz,de repente,um
ionizâdopelos raios-X,participamda condu- númerocrescentede ions.

Fig- 64

Fig. 64
Curva intensidâde-uoltagem dê ume de3car-
ga do gás
I - paÍte iníerlor da cuÌva
2 - corenle de saluràção
Íi9.63 3 - subida rápida de ionizaçãopor lmpacto

Fig. 63 inÍluência exterior, continua até que âs car-


bìËpã"içao de ensaio para demonstÍar a ío- gas se tênhamcompensadoou o circuitote'
nização por impacto. nha sido interrompido(abertoi.
1 - válvula ou lâmpada de raios-X
' para uma conduçãoindêpên"
2 - resistot regulador A circunstância
denteda correnteelétrica,em gases,é a sg'
guinte:
Gada ooÍtadoÍ de carga, ou sêia, cada ion,
condução independenle da coÍrente elélrica
flp peÍcorrer o caminho dâ descaÍga't€Íá
òup, pelo menos,criar um portadorde cargá
Uma caracteristicaespecíÍica da condução (í,Ìt novo ion).
dependente da corrente elétrica consiste em
que surge por condiçõesexteriorese teÍmi- Estapossibilidade surgecom a ionizaçãopoÍ
ná quando eslas mesmascondiçõescessam. colisão,que iá foi Na pÍática,a con-
descrita.
Pode-sededuzirque uma conduçãoindepen- duÇãoauto-sustentada da coÍrente elétrica,
denteda correnle,em gases.se distinguepelo atràvés de gases, em pressão normal oü à
Íato de que uma vez iniciada a descarga,sem baixa pressão(vácuo parcial),são de espe-

7
cial interessepara a eletrônica. dem de 2 a 3 quilômetros,porémtem havido
registrode relâmpagoscom até 50 quilôme-
Condução lndêpendente (aülo-mantida) om tros de comprimento.A conduçãoindepen-
prcs3ão atmosÍérica noffial. denteda correnteelétÍicaem oÍessãoatmos-
Íérica normalé aproveitada industrialmente
Nestê processo de condução sè incluem íe- no processode "descargade arco,,,que ex_
nômenostais como: plicamoscom a ajudadasÍiguras65 a 69.
DescargapoÍ efêitocorona;
DescargaPor centelha. Se entre âs duas barrasde carvão(de retor-
ta), que se tocam, existe uma voltagemde
uns 60 volts,ao sê aÍastaremlentamenteas
A descargapor efeito corona se observacom barras,entre si, se produz o arco voltaico.
chispase uma auréolade cor vermêlho-vio-
leta nas pontas altas como pára-raios,iso- O arco voltaicoproduzuma grandeclaridade
ladores de torres de alla tensão, pontas ou e uma temperaturamuito elevada,cerca de
extremidadede antenas,masttode naviose 7.000.0C.. As aplicaçÕêsas descargasde
linhas de alta tensão.O limile inferior paÍa arco voliaico são as lâmpadasde arco vol-
que estas descargassurjam é da ordem dos taico, a solda elétrica,a fusão elétricae a
produçãode luz ultravioletapara Íins medi-
1 .500 volts,
cinais,
As descargaspor chispas são procêssosde- Â condução indepêndênteda corÍente, 6m
condução,duranteas quais,podemestarpre- pressãobaira.
sentesconsideráveis quantidades de enêrgia.
Um exemplo é o relâmpago,em que volta' Utilizandoa disposiçãoda íigura 69 é pos-
gens podematingir valoresde 1.000.000.000 sível demonslrarvisivelmenteo comoorta-
de volts ê as intensidadessituarem-seentre mento dâ correnteelétrica em um circuito
í0.000 e 20.000amperes. que se encontrasob pressãobaixa,UmaÍon-
te de uns 1.000voltsde correntecontínuaé
O comprimentode um relâmpagoé de or- aplicadaaos eletrodossituadosdentrode um

F ì9 .6 5

Fig. os
Origem da descâÍga de arco
| - aquecimento no ponlo de con-
laclo
2 - os êletron3viaiamno gás em dire_
çao a barra posiliva
3 - ions positivos marcham em diÍa-
ção bena canogada negaüúa-

tnantê
z Fig.67
Soldagem êlétÍica
f - aÍco uoltaico
2 - costura da soldagem

Lâmpadade arco Yollaico


1 - lentê (condensadoÍ)
2 - espelho (ÍeÍlelorl

Fomo elétÍico Disposiçãode ensaio paÍa demonstraçãode


corÍênle €lélÍica em baíxa pÍessão
I - eletÍodos positivos
2 - eletrodos negativos I - tubo de vidÍo
2
3 - mateÍial a ser Íundido - eÍêtrodos
4 - ponlo de sangria 3 - tubo de sucção
4 - manômetrode yácuo
tubode cristâ|,com uns50 centÍmetros de ex- 5 - bomba de yácuo
tensãoe um diâmetrode 5 centímetros. Um do se Íaz um vácuo parcial,a oposiçãoque
dos eletrodosé o cátodo,ê o outro,o ânodo. as moléculâsde ar oÍeÍeciamaos ions. di-
No centrodo tubo es1áligadauma bombade minui muito ê â aceleraçãoé entãosuÍicien-
vácuo (n.o3, 4 e 5 da Íigura 69). te para que os elelrons se desprendamdo
Se na pressãoatmosÍéricanormal,for apli- cátodoe diriiam-separa a placa ou ânodo.
cadaumavoltagemaos elelrodos;nadaocor- Nestascondiçõesse conseguea conhecida
rerá. Quandoporémfor Íeito um vácuo par- ionizaçãopor impacto,que gera uma condu-
cial e a pressãoatmosÍéricaseia de apenas ção independente da corÍenteelétrica.
1/20 parte da pressãonormal,surgiÍá den-
tro do Ìubo umadescargaque se tornarávisi' Os Íenômenosluminososque acompanham o
vel como um Íitete luminoso,entre os dois processode descargapodemser explicados
eletrodos. destemodo.Dentrodo tubo de cristalencon-
traÍh-seeletronsquê Íoramaceleradose áto-
Na sequênciade Íiguras (70 até 74) temos mos do gás que existadentrodo tubo (qua-
uma explicaçãodo processo.Devidoa radia- se sempreretíra-seo ar e coloca-seum ou-
ção radioativapermanenteque recebemos tro gás dentrodo tubo).Se duranteo tÍaieto
sobre a Terra. o ar está sempreentremeia- desdeo cátodoaté o ânodo,um elelron es-
do de ions. Destemodo, dentro do tubo de barraccm um átomode gás.este recebêuma
cristal,se encontrarãoions-Quandose apli- pequenadose de enegia por parte do elec_
ca uma correnleelétrica,os ions se acele- tron. Nestemomentoé peíiürbadoo sistema
ram, dentro do campo elétricoíormadopoÍ de energiado átomode gâs.paraque se res_
aqueles.Com uma pressãoatmosÍéricanor- tabeleçao equilíbrioanteÍior do átomo do
mal, a voltagemnão é suÍicientepara pÍodu- gás, es'e libera uma dose de energiana Íor-
zir umadescargaindependente- PoÍém., quan- ma de luz.
Fig.70 Fig, 71
Pressão de 40 Torr Pressãode 10 ToÍÍ
Fênômeno:traço luminoto íino Fenômeno:tÍaço lumino3olargo e mals lut

t.72 t234 5
PÍ$são de I ToÍl
I - cálodo omissot
2 - câmeÌa escura
3 - luz de êmissãonêgaliya
4 - Câmaraescura
5 - coluna pocitiva

Fig. ?3 Fig' zc
Pressão de 0,2 Torr Pressão:
0,01To'r
Fenômeno:desapariçãoda luminoaidade Fonõmono:descargade Íadaaçãono ânodo

Estefenômenoé âproveitadodE vários modo' so exemploanterioÍ,é possívelchegar ao vá-


Dependendodo gás, usado, obtém-sêvárias cuo quase completo, onde não existem
cores que permitemos chamados"letÍeiÍos "transportadores" para a corrente elétrica.
a neon". Lâmpadasfluorescentes, lâmpaqas Porémexisteuma outra possibilidade de, no
neon,etc. que situam-sedentrodo ramo da vácuo, €ÍetuaÍ a trajetóriados eletÍons.
luminoteca,que Íoge ao escopo deste curso.
O eíeito da lncande3cência olótÍlca.
A emissãopoÍ incandescência
Já se dissê que um Íerro incandescente,den-
Aumentandoo vácuo dentro do tubo, do nos- tro de um campo elétrico, eÍetua uma condu-

sEnrcoilDuroRrs de À Fanzerea
PaÌa ènlendeí como íuncionamos diodos e transistores,
compÍe este livto em linguagem acessível

Pedidospara Rua Goiás,1 .164- Quintino- Bio

10
ção elétrica independenteda corÌente elé- A energia necêssáriapara a emissão incan-
trica, descentedependedos materiâisusados,Poí
esta razãoos catodose filamentosdas válvu-
Se o càtodode um tubo de descargano vá- las elêtrônicassão recobertoscom urha ca-
cuo é aquecido(Íigura75) é possívelobser' mada de óxido de bário, que desprendeÍa-
var-sea conduçãode uma correnteeiétrica. cilmentemuitoseletronsquandoestá aque-
ctoa.
Se o câtodo se torna aquêojdoâo rubro do
metal que o constitui,despÍendem-se ele- ClassiÍicaçãoíundamêntaldas vályulas.
tron.Se o ânodoou placaestiveremcom vol-
tagem positiva,os eletronssão atraÍdospara Os disposilivosque usam tubos dE descarga
ele. são genericamente chamadosde válvulasou
lâmpadasde gás. Podem ser cÍassiÍicados
como: válvulasde gás, válvulasno vácuo,
válvulasde ions e válvulasde eletrons.
Para que se reconheçafacimentenos esque-
mas a classe de válvula, usam-sêsímbolos
diÍerenlespara válvulade gás e válvulade
ions (figura76, 1) e úálvulasa vácuo e vál-
vulas eletrônicas(mesmaÍigura 2). Ouando
se colocaum pontonegro,inseridono dese-
nho da válvula,ou se fazem riscas paralelas.
Fig, 75
Representaçãodo eÍeito termoiônico
1 - aquecedoÍou caloÍatoÍ
-uf -u-
.-Ã,

il
.^,

2 - íonte de alimôntaçãopaÍa caletato,


3 - íontê ds alimêntaçãopara ânodo ou Fig. z6
ptaca
Dlagramade yátvulas
Válvulasde ions.
. I - com gás, válvulade ions
2 - yácuo,yálvulaotêtrônica
Comojá se explicou,o processode descar-
ga se inicia pela aceleraçãodos ions que.se
esbarramcom as moléculasde gás.Também magnitudeda voltagempara inÍcio do pro-
se disseque é necessáriaumavoltagemcor- cesso de descargapode ser reduzid4 se o
respondentemente elevadapara gerar o pro- cátodo é aquecido,liberandoos eletrons.
cesso de descarga.Em válvulasde ions. a Assimexistemdois tipos de válvulasde iôns:

CURSODE TETEV|SÃO
Para os leitoree que deseraÍêm um clrcufto ern tamrnho
grandê completo, do TV TeleÍunken do curso de tehvbão
recentemente publi,cado,envlem Cr$ $r(XDpan
Ed. Signo,rua GoËq 1164,2O.O(X!,Rb dc fencbo


o cátodo frio e as aquecidas-Por sxempto: Nas figuras 77 e 78 temos a representação
uma válvula reguladorade voltagemsem Íila- esquemáticados diodos a gás, com e sem a-
mgnto de âquêcimgntoé chamadads válvula queclmentq.
a gás, de cátodo frio. A lâmpadaneon pode, A expressão"diodo,' significa que estas vát-
em ceÍtas circunstâncias,ser consideradaco- vuraspossuemdois eletrodos.Em uma vál-
mo uma válvulade cátodo frio. vula de ions exisiem três fasgs aistintas,

F,g. n
Flg. 78
Llgação báslca de dlodo a gá3, 36m aque_
clmeÍtlo Ugação bfuica do diodo a gás, com aqueci_
menlo
t - cátodo íÍlo
I -
2 - Ì€3lslor de pÍoteção 9á!g{o aquectdo (de3ênho stmpilÍt_
cado)
Quandose aplica a voltagem(ponto1 na Íi' xo deste valor, o processose interrompee a
gura 79) comêçao processode descarga.Es- voltagemé chamadade "extensão". Sempre 'em
ta voltagemé chamadavoltagêmde ignição. é recomendávelque exista um resistor
Se €ste processode descargadeve ser man' séÍie com a válvulade gás, paraque limitea
tido. há necessidadede uma voltagemum pou- corrente quê passa,caso contrário a corren-
co mais rgduzida(2 na figura 79). Esta volta- te poderia chegar a valores de destruiçãodo
gem se chama voltagemde lÍabalho ou ope- componente.Na Íigua 80 temos a curya re-
iação;se a voltagemdiminuium poucoabai-

Fig. z9 Fig. Oo
Deaempenho CaÍactêlislica coÍÍento x voltag€m .ls um dÍo-
.|
- voll,agem de lgnlção do a gá3
2 - vollagêm de opêração ou lrabalho | - ignição
3 - vollagem de extnção 2 - opôração (l é llmlladâ polo rg3lslor)

EtEÏRÍlilICA
PARA
TODOS
EM TODASAS EANCAI'

1?
da correnteem um diodo a gás'
presentativa um "interruptor"eletrônico'

Com um diodo a gás se pode ter vários"es- Algumasaplicaçõesserão dadas mais adr-
tados" de serviçoou operação:válvulaacesa anìe. Ao contráriodas válvulaseletrônicas
ou conduzindo; válvulaapagadaou não con- as válvulasde ions podemser utilizadaspa-
duzindo. ra correntesmuito intensas.

Assim,o diodo de gás pode ser usadoçomo Até agora os exemplostêm sido com cor-

rrd Fig. 81

Circuito demonslrativodo eíeito de válvula


1 - tÍansÍoÍmador
2 - resistor de proteção

A coírentealternat'va'co
rêntecontínua.Vejamoso que sucedequan- ser tranportadas.
dó se liga uma váivulade ions,em umafon' rnó ia tói dito antes,muda a cada meio ci
ôró á oireçaoda correnteeletrÔnica. de modo
t" aì.út"nt" alteÍnada.Nestecaso' ela o- pode transpor-
como uma "válvula"' oue somentemeia-onda ser
peã veroaoeiramente
iaOì na oireçaode cátodo para ânodo,que
Na Íioura81 temosum circuitoem que um corresponda ã direçãodo fluxo eletrônicono
diodtde gás foi ligadoà uma fontede cor- ãió0" ã àa". A outia meia-ondae bloqueada
rente alternada. este fenômenoé denominadode
"o "ãlóoó:
"acão de válvula". Na Íigura 82 temos as
Ao alcançaro pontodd ignição,umacorrente
eletrônicáÍlui desdeo cátodopara o ânodo' curvasde voltageme correnteno caso oes-
úú e, n""t" direçãosomentecargaspodem crito.

Voltagem ê corente, no eleilo de válvula


I - vollagem de disparo
2 - voltagem de opeÍação
3 - voltagem de exlinção
4 - yoltagêmde disparo na 3.t semionda
5 - voltagemde operaçãoda 3.a semionda
6 - traieto da corÍente continut

13
ADAPTADOR
DE ANTENA

O-Ìendimentomáximodo coniuntoantena-re_
cepror ou anlena-transmissor, bom casamenlopara quê a potènciado trans-
acontecequa;_ mrssorse transÍíraa antenaE dâÍ irradio tam-
do,a resistênciados dois elementosse
áqui-
valq qu€r dizer, quando estão .,casados,,.' :9I :T Ígcepção
ga.captada
é importanreque a En€r-
p6la antena se transiira para a
Ë que, na transmissãoé importantehaver um bobina do rsceptor,

O adaptadorque descrevemos é mais indica-


so para recepção, devendo Íicar instalado Os coidensadoresvariáveissão do tipo re-
entrê a antena€ â entradado íeceptor.Cons_ cepção,cadaum d€ 365pF se bem que pos-
ïruFse de uma bobina L1 que tem um total
oe rt espirasde Íio êsmaltadon.o 1g. A íor-
ma para a bobina está detalhadana ligura 2,
devendorer 25 mitÍmetÍos.para tixàçáã,uìal
se um pedaçocitíndricoOe maOeira,cótóõã-
co.na parte inferior,onde não existamespi-
ras e üsa-se um paÍaÍusode metal para Íiiar
a bobinaà base,comose vê na figuraS. Cuì-
dado para que.o paraÍusonao tiiue situãão
lg- ár:a onde começa o enrotamentopàiã
nao atteraÍa característica elétricada bobi_
na. As derivaçõês, de acordocom a Íigura 1,
são na,4.4e !a g.a espira,respectivãmente
pontos3 ê 4 da chave51. O começoda bo-
bina se liga no ponto 2 da chavee o íim da
bobinano ponto5 da cheve.
A-antenaexternase liga no condensador va_
riável Cí e a enlradade antenado recêptor
se liga no condensador C2. É conveniente ter
um bom lerÍa ligado ao receptore terra ex_
terno.

14
sam ser usâdosde 410 ou 500 pF. tempestadesou quando não se esteia usan-
PaÍa íixar a bobina usa-seum cimento (cola- do o receptor..Qualquerfaíscaelétrica,at-
tudo )tipo 3M universalou Tigre. mostérica,que ocorra,será desviadapara a
Para se usar o adaptador,sintoniza-seuma terra.A posição5 da chave é para colocar
eslação e depois aiustam-se,em seqüência, o receptor,direlamêntena anlena externa,
os condensadqresC1 e C2 para obter o me- quandoenlão só têrão ação os condensado-
lhor sinal,experimentando, com a chave 31, res, pois a bobinaL1 estaráÍora de circuito.
qual a posiçãoque dá melhor rêndimenlo- Com um pouco de prálica o usuáriosaberá
usar as melhoresposiçõespara obter o ca-
Notar que na posição 1 a antena do recep- samonto ideal entre antena e receptor.
tor está ligada a terra. lsto é para o caso dê

Flg' 3

DrRADToS
RrPARÂçÕtt TRÂilsrsïonrzÂtro
de
A. Frnzeree
Edição revisadae ampliada

Pedidoa pars Ruâ Goiás, 1.164 - Quinüno

15
INJETORDE SINAL
Um inietorde sinal é um dispositivoque per- quandoo outro não e vice-versa.O tempo
mite aplicar nos circuitossob exame,um si- .de comutaçãoé determinadopelos compo
nal. Deste modo, utilizandoo próprio cií- nentesCL-C2e R1-R3. O sinal que produz
cuito sob exameé possível,pela inieçãodo é uma onda retangular. No circuito da Íi-
sinal,saberonde se situa.o deÍeito. gura l, lemos um botão (P1) que quando.
O circuito que se pode apreciarna Íigura I pressionado,liga o circuilo à baterial,Íazen-
é um mullivibradorque usa dois lransislores do-o íuncionar, Deste modo, só quando se
PNP, de tal modo ligados,que um conduz pressionaP1 o multivibrador Íunciona,e apli-

R2 è R-?

]€-----

Fig. | - Ì\.lASSA

cando-seâ ponta do injetor (terminal de do circuito sob exame.


C3) ao estágio sob medida; obtém-sea pre- Na Íigura 2 temosuma disposiçãodos com-
sença do sinal. É importanteque a garra ponentesem um chassi impressoe caixa
de terra esteja ligada ao chassi ou massa que pode seÍ dê plástico.

LISTADE MATERIATS

c1 10.000pF
c2 0,47 mld x 25 v. elêtrolÍtico
c3 10.000pF, para 500 volts
B1 22K
R2 2.2W
R3 2.200
R4 1.000
TRl e TR2 AC 126
P1 interruptorde pressão,tipo bo-
tão campainha

16
NA MEDICINAE
A ELETRÕNICA
BIOMÉDIGA
ENGENHARIA
sêmpÍe temos alertado nossos amigosleito-
res para as grandes possibilidadesnão só
êm campo d,EtÍabalho como de satisÍação
protissionai, que oÍetecem os campos dè
inedicina e engenhaÍiâbiotógica,paÍa o téc-
ni€o êm elettônica. Uma prova evidente da
realidade de nossas aíiÍmaçõesé a rêporta'
oem oue eslampamos,linhas abaixo,envia-
ãa por nosso ámigo-leitoÍ Roberto Peixoio
da Mello' dâ PaÌaíba'
A. Fanzeres

um engenheiro-eletrônico (mêstradoem en-


LABORATóRIODE ENGENHARIA genhariabiomédica)
BIO-MÉDICADA UNIVERS]DADE FEDERAL e uma engenheira bio
DA PARAIBA- L E. B, (UFPb) médica (em doutoramento em Seattlê,
EE.UU.)respectivâmente o sr. Luiz Tadeu
Leite e â Dra. Vera MauraLima.
Situado numa das dependênciasdo "Hos- Como reÍorço para a equipe técnica, está
pital as Clínicas",na aprazívelCidade Uni'
sendo contratadoum outro elementode al-
versitáriade JoãoPessoa(Pb),o L. E. B. con- tíssimogabarito:o sr. Luís França.
ta, atualmente,com lrês Mesirês:Newtondê
Araújo Leite, Luiz Carlos Carvalhoe Otávio O L.E.B. Íoi criadoèm iulho de 1974e lem
Tanaka,sêndo,os dois primeiíos,êngenhei- três lina,lidadesbásicas:Pesquisas,Ensino
ros-biomédicos e, o terceiro,engenheiroele- è Manutenção.
trônico,mestreem computação.Em eÍetivo Pesquisas: Emborase possâdividira áÍea de
exercíciotem aindadois lécnicos:GirlanLu- pesquìsas biomédicas em: a) InstrumentaçA
cena,engenheiro mecãnico comÍormação de - volladapara projetode equipamentos uti-
dois anos no Instilutode Energia Nuclear lizáveisem medicina:b) Processamento de si-
de S. Paulo,na especialidade de lnstruÍnen- nais biológicos;c) Sistemasde Controles
taçâo Eletrônica,voitadapâía a área da me- Biológicos - o L.E.B. só se enveredou
dicinae WaldirPereira, com Íormação de um por enquanto, na primeiraáÍea,ou seja,na
ano no "Projeto Hope", especiaìizadoem de lnstÍumentaçâo, por já dispor,atualmen
mecânicafina e óticâ de equipâmentos mé- te, de aparelhagem, mãteriàle pessoal,su-
dicos. ticientes.
Aguãrda-se para brevea chegadade mais Neste setor de InstruÌnenlaçãó o L.E.B.

1) Aspecto parcial do Laboratório de Engenharia Biomédica da


UniversidadeFêderal da PaÍaíba,

17
tem, em fase final, um protótipode um con- guiu apurara nossareportagem.
tador de freqüênciascardíacasa partir do O L. E. B. produzaindainlerÍacesoara eoui-
sinal de fonocardiogramas. prevendo-se uma pamentosutilizados na clínica.A execucão
saída digital (c/ 3 digitos) para o mesmo. dessesinteÍÍacesé íeita de modo a se -oo-
Esseprojetotem boas possibilidades de ser der utilizar todas as potencialidades óos
utilizado na avaliaçãodo estado do Íeto, equrpamenlos empregadospelo,,Hospital
atravésde medidasefetuadasexteriormente, das Clínicas"em suasnecessidades diáiias.
da íreqüênciacardíacado mesmo.Já Íoram EntreessasinterÍacespodemoscitar um sis-
desenvolvidas as etapasiniciais:transdutor, tema para gravaçãode eletrocardiogramas
amplificação,Íiltragem.etc. . . Íaltandoso- em gravadortipo "cassette".
mentea parte do circuitoque permitea lei- Nesse lópico, acrescenlamoso assessora-
tura digital. mentoda equipedo L.E.B. ao pessoalmé-
Ouiro projeto,o de um audiômetroclínico dico, em lermos de pesquisas(análisesma-
tá está com um protótipona FINEPe, inclu- temáticasde trabalhos,otimizaÇãode seus
sive,um induslrialde CampinaGrande(Pb) instÍumenlais, etc., além de esiabelecimen-
já está em entendimentos com aqueleórgã0, to de aspectosimpoÍtanlescom relacão a
para produziro audiômetroem escala co- equipamentos de rotinaclínica).
mercial. As recentesrestriçõesàs importâ- ENSINO:Por enquanto,volta-seo L.E.B.
çóes,estãoem vias de carrearpara essese- para a graduação,contando.comuma cadei-
lor de Pesquisas do L. E.8., outrosproietos ra de "lnstrumentação em Medicina"que é
de extremasnecessidades, coníormeconse- a única do Brasil,cuio objetivoé o de Íor-

ïÂ

2) PÌolólipo de amplificador biológico, sob esiudo, no LEB.

18
recida pelas Íirmas concessionárias destes
necer aos estudântesde medicina(5.oe 6.0 é eÍetuadaqua-
anÒs)os subsldiosindispensáveis à manipu' aparelhos.Estamanutenção
principaisequipamentos utilizados se que exclusivamente pela equipetécnica'
lação dos
ná orática ìrédica, ou seia: equipamentos de Em resumo,apesar de contar apenascom
EEG,ECG, EMG,unidadesde terapiainten- ouatro anos incompletos'o Laboratóriode
siva. radioisólopos,Raios-X,diatermia,etc. EnqenhariaBiomedicavai dando um recado
Já no segundo semeslre do corrente anQ beú positivo,como se pode depreenderdos
(1977),o Laboratórioserá responsávelpor seÍviços presladosèletivamênteà coletivida-
àuasóu três cadeiras,em níveldê Mestrado, de ao tÍansformarproietosteóricosem pro-
oÍerecidasaos alunosdo curso de pÓs-gra- dutos tangíveisde utilidade imediata' Nes-
duação da Faculdade de Eletricidadede sa politica dê produzirpara a comunidade,
Canìpina Grande. Estes cursos contarão está o grande mérito deste Laboratóriode
com mais dois Mestrese provavêlmente um Pesquisasda UF Pb, principalmenÌese te-
Doutor (em Engenharia Biomédica) que serão mos uma visão da dura luta sustentadapor
contratadosbrevemente. seus entusiasmadoscomponenÌespara con'
solidar a inÍraestrutuÍado Laboratório,uma
Em médio prazo,o obietivo,êm têÍmos de vez que os pedidos de apoios Íinanceiros,
Ensino,será o de criar um programade,pós- comorasde equipamentos, etc.,sofremdiveÍ-
oraduacãona áreade EngenhariaBiomédica' sos coÍtes por parte das enlidadesÍinancia-
ãeoendãndo,atualmente,da contrataçãodê doras. e até o Íecebimentod€ verbas iá li-
mais pessoale consolidaçãoda inÍra-estru- beradas,atrasos inconcebíveis.
tura existente.
Por esse seu setor de pesquisas,a UFPb
MANUTENÇÃO: O L.E.B. contacom um Se- pode realmentese sentiÍ orgulhosae plena-
tor de Manutênção, cujo objetivoé o de daÍ
mente graliÍicada.
assistênciaaos equipamentosmédicos em
uso no "Hospiialdas Clínicas"uma vez que' RobeÍlo Peiroto de Mello
no Nordeste,é péssima a manutençãooÍe-

.:

3) OulÍo aspeclopaÍcial do laboratóÍio. No ptimeiÍo plano,cons-


tadoÍes digitais, lonte de precisão e um divisor escalonadopara
impulsos.

19
SIMBOLOGIA
ELETRÕNICA

Selecções de Rádio

Não obstante existirem norrnas in- representativoe de interligações ficam


ternacionais tais como as CEI, para a praticamente, ininteligíveis e, em con-
Europa, e âs ASA para a América, sequência, resultârn erróneas interpre-
acontece que as empresas fabricantes tações.
-de componentes e eqúpamentos elec- Foi principalmente por eÊta razão
trón""rps, bem como as editoras de que se começâremjá a utilizar as linhas
obras técnicas, concebeme normalizam perpendicularesdesfasadas (fig. 1-b)
a sua própria simbologia, se bem que para representar a interliga,ção. À re-
assente numa analogia eoerente com as prgsentação da fig. 1-c, mostra outra
normas existentes. Por esta razão, forma seguida nâs esquematizações
algumas yezes a simbologia vaúa um para representar interl.igações.
pouco de fabricante para fabricante ou Para facilitar, a interpretação do sis-
de editor para editor. tema, representou-se na fig. 2 um
Pensamos que a divulgação de alguns mesmo circuito esquematizadopor dois
simbolos integrados na moderna tecno- sistemâs.
logia e adoptada por diversos fabri-
cantes e editores vai realmente ao
encontro da sempre permanente neces-
sidade que os técnicos têm de acom-
panhar a simbologia de novos, ou rela-
tivamente novos, dispositivos da têcno-
logia electrônica.

Como nota adicional, abriremos uu


parêntesis para falar no símbolo utili-
zado para interligagõw.

Presentemente, a esquematização Fig. 1


mais generalizada apresenta o ponto
como símbolo de interligação (f;ig.
1-a), no entanto nota-se uma forte ten-
dência para a sua substituição, já que,

+=
a experiência tem vindo a demonstrar
que tal norrna rô susceptível de origi-
nar confusões. Isto ocorre especial-
rnente quando se reduzem esquemas de
grandes. dimensões a fim de os incluir
nas páginas de livros ou revistas.
Sujeitos a tais reduções os pontos

20
\\
\

ïf-" cilí'Ë.ico

CRISTAT
N.lá d€
'ôló

Cópi,lo Cóprulo
C6pslo

I
--{r-
Có.ço do
N ÍC

\\

Ptc VDR

-:/ì.

Di.do D iodo D iodo


S+aÊll€y

C ál ul o
FEÍ coiol N

MOSFÊT MOSFIT MOSFEÌ . N


Co.ìol N Tirctdo

21
DOS COMPONENTES
A NOMENCLATURA
ELETRôNICOS
os componenteseletrônicospossuemcódi-
gos que permitem identiÍicar a peça, sua
Íunçãoe qualiÍicações.O idealseria que to-
dos os Íabricantesde componentes do mun-
do usassemsempre o mesmo princípio de
identiÍicação,mas tal não ocorree, por isso,
damosem nossaspáginas,vez por outra,ta-
belase normasde identiÍicação, poisem que
pese o esÍorçoda ABNT (AssociaçãoBrasi-
leira de NormasTécnicas)nem a nomencla-
tura nem os símbolosgráficosobedecemaos
padrõesadotadosaqui. E como não somos
auto-suÍicientesem eletrônicapara despre-
zar o Íornecedorestrangeiro,temosque pos-
suir uma atitudepragmáticaque nos permita
sobreviverneste mundo de interessescon-
Ílitantes.

Há cerca dê 15 anos Íundou-sena Europaa SEMTCONDUTORES


"Pró Electron",entidadeque buscapadroni-
zar a nomenclatura dos componentes eletrô- A nomenclaturaconsta de duas letras,se-
nicos. VamosÍorneceraqui algunsdadosob- guidas de um númerode série. O número
tidos do bo.letim"Miniwatt", publicaçãoda de serie pode constarde três algarismosou
Philips,que nos é enviadadiretamenteda de uma lelra e dois algarismos,consoantea
Holanda. aplicaçãoprincipaldo dispositivo.
Fundamentosdo sistema "PÍó Eleclron" A primeiraletra indica o materialsemicon-
dutoÍ empregadona parte aliva do disposi-
As nomenclaturas de todos os disoositivos, tivo:
exceto os tubos de raios catódicos.emDre- A - germânio
gam as duas (por vezes três) primeirasle- B - silício
tÍas para classiÍicaro tipo do dispositivo. C - arsenietode gálio
Usa-sea primeiÍaletra para agrupaÍo dis- R - materiaiscompostos,como o sulfurêto
positivoem classes,séries,ou famílias,que de cádmio e outros.
geralmente são comunsa um determinado A segundaletra indica a funçãoprimária
tipo de equipamento.A segundaletra (e às do
disoositivo:
vezes a terceira)inÍormaaceÍca da função
do dispositivo. A - Diodo de deteção,diodo de alta velo-
cidade,diodo misturador;
Sempreque possível,tenta-seque esta letra
represente, aproximadamente, a mesmafun- B - Diodo de capacidadevariável;
ção em todas as categorias de dispositivos, C - Transmissorde baixa potência para
como,por exemplo,a letra"A" emprega-se aplicações em baixaÍreqüência;
pâra algunsdiodossemicondutores, diodos D - Transistorde potênciapara aplicações
termo-iônicos e diodosa gás. em baixaÍreqüência;
O resto da nomenclaturaconstitui um nú- E - Diodode eÍeitode túnel;
mero de série com agrupamenlosespecíÍi- F - Transistorde baixa potênciapara apli-
ccs ocasionais paraajudara identiÍicar cer- caçõesde RF;
tos aspectosda funçãoou aplicaçãodo dis- G - Dispositivos múltiplosou variados:
oositivo. H - Sondade campo(dispdsitivo de efeito
Maisadiantedescrever-se-ão os cinco prin. Ha ll);
cipais giupos: dispositivos semicondutores K
- GeradorHal.lem circuito maEnético
"discretos" (que se pode identificare difê- aberto, como magnelogramaou sonda de
rençarindividualmente), integrados,válvulas
para receptoresde rádio e TV, tubos eletrô- s in a l;
nicos pÍolissionaise tubos de raios cató- L - TransistoÍde potênciapara aplicações
dicos. de RF:

22
M - Gerador Hall em circuito magnético res de tensão; diodos supressor.esde tÍan-
ativado eletricamente,como moduladorou sistóÌio&
multiplicâdorHall;
N - DispositivoÍoto-âcoptado; A primeiraletraindicaa porcentagem d9 tole-
P - Dispositivosensívêla radiações; rância nominal da tensão de trabalho,Vz.
Q - Dispositivogeradorde radiações; Omite-seesta letra para diodos supressores
R - RêtiÍicadores controladosde baixa po- de transistórios:
tência para aplicaçõesde comutações; A- + fqc B- + 2Vo
T - Retificadorcontroladode potência(ti- C- x 5% D- + 10%
ristor); E- + 16%
U - Transistorde potência,para aplicações O grupo de algarismosindica a tensão de
de comutação; trabalhotÍpica, Vz, para cada tipo, à cor-
X - Diodo mu,ltiplicador, tal como ,,varac- rente de trabalho nominal,lz. Nos diodos
tor" ou diodo de recuperaçãode Íase; supressoresde transistórios,os algarismos
Y - Diodo ÍetiÍicador,diodo de recuDera- indicama máximatensãodE bloqueioreco-
ção, diodo de eÍicácia; mendadâ,Vr.
A lêtra V é usadapara indicar um valor de-
Z - Diodo de referência de tensão ou re- cimal,
gutador de tensão, diodo Supressordê tran-
sientes. OETETORËSDE RADIAçÃO
O númeroda sérieindicauma concepçãoes-
pecial e correspondea um dos seguintes O grupo de algarismosindica a proÍunáida-
grupos: de da capa de esgotamentoem microm.
a) Dispositivos proietados para aplicações Exemplos:
dé grandeexpansão(receptoresde rádio I BF 173 - transistoÍde silício para radio-
televisão,ampliÍicadores de áudio,gravado- Íreqüência,proietado,pÍincipalmente,para
res, eletrodomésticosem geral). O númeÍo aplicaçõesde grandeconsumo.
de série consta,normalmentg, dê três alga- ACYí7 - transistorde germâniopara baixa
rismos; Íreqüência,especialmente indicadoparaapli-
b) Dispositivosprojelados principalmente caçõesindustriaís.
para aplicaçõesdislintasdas anteriores.Por BTX64-300R
exemplo: industriais,profissionaise equi- - tiristorde silício para àplica-
oamentosde lransmissão.O númèrode sé- ções industriais,englobadona gama BTX64
com 300Vde máximatensãode pico repeti-
rie constade uma letra (normalmênte) segui- tivo e polaridadeinversa.
da de dols algarismos.
BZX88-C4V6 - díodode silícioregutadorde
O númerode sériepode ser seguidodê uma lensão, para aplicaçõesindustriais,perten-
letra de versão para indicâr pequênas ve- centesa gama BZY88,.com uma tensãode
riantesde um dispositivobásico. A letra"R", trabalhode 5,6V e tolerânciade + So/o.
poÍ exemplo,empÍega-separa indicar que
se tÍâta dê uma veÍsão com pqlaÍidade in- PPY37- célula Íotocondutorapara aplica-
versa. ções industriais.
A versãocom polaridadenormalnão tem nê- CIRCUITOS
INTEGRADOS
nhumaletraÍinal especial.
Quandoexisteuma amplagamade vaíiantes As nomenclaturas para circuitos integradcs
de um tipo básicode dispositivo,a nomen- aplicam-sea circuitos monolíticosde pelÍ-
clatuÍa antes deÍinida emprega-secom Íie- cula delgada,películagrossa e híbridos.
qüência para identificargenericamente. Constam,normalmente, de três tetrassegui,
das de um númerodê séÍie.
Diodos Íotilicadores e liÍislo?es As duas primeirasletras classificamo cir-
cuito segundoos seguintescritérios:
O grupo de algarismosindice a tensão in- FA, FB . . . NY, NZ - circuitosdigitaisagru-
versa do pico repetitivonominal,Vrrm, ou a pados numa "tamÍlía"de ciÍcuitos,indicada
tensão de bloqueiode pico repetitivonor- pelas duas primeirasletras.
mal. Vdrm (o menor dos dois valores) em SA ... TZ - circuitosdigitaisdiÍerenciados
volts. (não pertèncema nenhuma"Íamília"),
Dlodos de rêfeÉncia de tênsão ou regulado-
fA ...f2 - circuitosanalógícos.

2t
UA ... UZ - circuitosdigitais/analógicos Quandonão se indicaa margemde tempera-
misturados. tura, o númerode série acaba.em "O"'
A terceiraletrâindicaa margemde tempela' O númerode sériepodeser seguidode uma
importantê:
tura ou outra característica letra de versãopara inicar o tipo de invólÜ-
cro ou outraspequenasvariantesde um dis-
B 0a+ 7 0 "C oositivobásico. Geíalmente é a lelra "C''
C -55 a + 125"C oarainvólucros cilíndricos,"D" paraDIL ce-
D - 25 a + 7 0 'C râmica."F" para invólucrosplanos,"P" parâ
E - 25 a * 8 5 'C DIL em plásticoe "Q" ParaQUIL.
I . ' - 40a + 8 5 'C Exemolos:
FJ893O9
Se nâo se indicara margemde temperatura, circuito integrado digital da femí-
apareceráum A como terceiralelra. lia <FJ>, com margem de temPe-
Nos circuitosdigitaisa têrceira letra indicã ratufa de 0 a * 70"C, equivalente
a Íunção dos dispositivos,segundoos se- ao tipo 9309 em cáP€ula DIL
guintescritérios: cerâmica.
H - circuitosde portale similares; TBA990Q
J - circuitosseqüencialbiestávelou multi- cir.cuito analógico com cáPsula
estável; QTIIL.
K - circüito moesiável; DE RÁDIO
VÁLVULASPARA RECEPTORÉS
L - conversãode nível; E tv
Q - circuito de memórialeitura/escrita;
R - ciÍcuito de memóriade leitura; A nomenclatura constade duas ou mais le-
S - ampliÍicadordetetor; tras,seguidasde um númerode série.
Y - vários. A orimeiraletra indica a tensãoou a cor-
O númerode série pode constar de quatro rente de Íilamento. o código atual especi-
Íica as seguintesletras:
algarismosou ser compostopor um agrupa-
móntode letrase algarismosque obedeçaa
uma própriadesignaçãodo fabricantê(com- E - filamento de 6,3V, pa,raiigação
plelado pcr vezes com quatro dígitos,iun- em pa,rareloou em serle:
tando zero ao número). F - filamento de 300mA, para ligâ-
Anteriormentêconstavade um número de ção em série.
sárie com três algarismosdos quais o ter- Outrasletras,que têm sido empregadasno
ceiro indicavaa margemde tempêraturade código "PÍó Electron"ou no códigoeuropeu
trabalho,segundoo sêguintecódigo: anterior,são: A-4v,C-200mA, D-0,5a 1,5 v,
G-5v,Hl50 mA, K-2v,U-100mA.
1 0 a ,+ zA" C A segundaletra e seguintesindicama Íun-
2 - 55 a * I2 l3 .C ção da válvula. Duas ou irês destasletras
3 - 10 a f 8 ã "C podem combinar-separa descrevêrválvulas
4 , 15a + 5 5 "C "multieletrodos":
ú - 2Ìt af ?0.C
6 -40a+ 8 5 "C A - diodo de baixa Potência

CADASTRO

Enviêseu nomee endereçocomplelospara registroGRÁT|Sno cadastrc,


a Íim de se habilitarao recebinìentode inÍormaçõese íolhetostécnicos.
cAtxA PoSTAL2483- ZC-00_ 20.000

24
B - diodo duplo com cátodo comum vula em um dos seguintesgrupos:
(excìuindo o diodo rectifi-
cador) ; X -dispositivo electro-óptico de
C - triodo (excluindo triodos de elevado vácuo;
saída de potência);
D - triodo de saída de potência; Y - válvulas de mìcroondase trans-
E - tetrodo (excìuindotetrodos dê missão;
saída de Potência) ; Z - válvulas de atmosfera gasosâ.
F - pentodo(excluindopentodosde
saida de potência); A segundaletra indica a Íunção da válvula
H - hexodo, heptodo (de tipo he- ou do tubo de acordocom a lista seguinte:
xodq);
K - octodo, heptodo (de tipo Disposilivoseletío-optivosde alto vácuo
octodo);
L - tetrodo/pentodo de saída de
potência; XM- tubo de raios câtaicos gera-
M - indicador de sintonia; dor de caractéres;
Y - diodo rectificador de meia XP -- tubo fotomultiplicâdori
onda; XQ - tubo dè câmaÌãi
Z - diodo rectificador de onda monoscópio;
onda completa. XR -
XS - tubo de armazenamentode
carga de raio5 catódicos;
O número de série consta de três algaÍis- XT - tubo visualizadorde memória;
mos (anteriormenteeram apsnas dois). O
primeiroalgarismoindica o tipo de suporte: XX - conversor de imagem; inten-
sifiÒadorde imagem.
1 - Suportesdiversos;
2 - Suporte de 10 terminais miniaturas Válvulas ds microondas e transmissão,de
B10B (antesusadopara suporteBBG); alto vácuo
3 - Suporteoctal;
5 - Suporte noval/magnoval:BgD (antes
usadopara váriossuPortes); YA - diodo;
YD - triodo para transmissão in-
I - Suportenoval:BgA; dustrial ;
I - Suporte miniatura de sete terminais: YG - tubo electrómetro, indicador
B7G de vácuo;
Também Íoram utilizadosos algarismos4 YH - válvula de onda progressiva;
(suporteBBA), 6 e 7 (suportessubminia- YJ - magnetrão;
tura). YK - clistrão;
Exemplos: YL - tetrodo ou pentodopare trans-
missão ou indústria;
PCF806 YN - osciladorde ondaprogressiva;
pentodo/triodo, com suporte B9A YP - multiplicador electrónico;
para utilização em cadeiasde fila- YR - am-plificador de campo cru-
mentosde 300mA. zadoi
YT - válvula moduladora de im-
EC90 pulsos;
triodo, de suporteBZG e filamento YY - rectificador de elevadovácuo.
para 6,3 V.
Tuboq em atmosíera gasosa
TUBOSE VÁLVULASELETRÔNICAS ZA -
PROFISSIONAIS lndicador de cátodo frio: diodo
comutador: supressor de tran-
sitórios;
A nomenclaturade tubos e válvulaseÍêtrô- ZB - tubo de comutação para ml-
nicasparaequipamentos de transmissão,
na- croonilas ;
vegação ou Õomunicações, ou ainda oara ZC - disparador de cátodo frio:
aplicaçõesindustriais,constade duas letras ZM - visualizador de caractéres de
seguidasde um númerode série. cátodo frio: conta.dor,/visua-
A primeiraletra classiÍicao tubo ou a vál- lizador de cátodo frio ;

25
ZP - contador Geiger-Muller; con- O segundo grupo de algarismos é
tador proporcional; um núrnero de sórie de três alga.rismo5
ZT - tiratrão; que indica um projecto particular
ãt - ignitrão; (nos primeiros tipos empregaram-se
ZY - rectificador de atrnosfera ga- somente dois algarismos). O último
sGte: algarismo é u0> para tipos básicos; as
M - tabo de referência de tensão variantes do tipo bâsico indicam-se
ou regulador; tubo de des- com aÌgarismos de 1 a L
carga em corona.
O segundo grupo de letras indica as
propriedades do écran.
O número de série consta de quatro algaris"
rnos, sendo o último "O" para os tipos bási- A príríLeire ktra indica a cor da
cos; as variantesdo tipo básico indicam-sê fluorescência (ou fosforescência no
com algarismosde 1 a g. caso de écrans de grande persistência )
Exêmplos: de acordo com as normâs Kellv Dara
designação de cores:
vLt520 A - púrpura-avermelhada; púrpu-
tetrodo trnra trensmissão. ra; púrpura-azulada;
B - azul-purpúreo; azul; azul- es-
2M108Íl verdeado;
tubo visualizador de earactéres: D - azul-verde ;
variante do 2M1080. G - verde-azulado; verde; verde-
-amarelado;
K - verde-amarelo ;
VálYulasde Ídos catódicos
a L - laranja; alaranjado-rosado;
R - laranja - avermelhado ; verme-
A nomenclaturaconsla, presentemente, de lho-rosa; rosa purpírreo; ver-
uma única letÍa seguidade dois grupos de melho-purpúreo;
algarismose uma ou duas letras Íinaís. A W - branco;
primeiraletra indicaa principalaplicaçãgda
X - écran tricolor;
válvula: Y - amarelo esverdeado: arnareÌo:
A - válvu.la de. imagem pa,ra tele- laranja-amarelado.
vlsao (lolneÊtlc8, : A segunda letra é uma letra cle sérìe
D - válvula para osciloscópio-feixe para designar o tipo de fósforo €spe-
oe Eraço untco; cial. No caso de substância para êcrans
E - válvulq para osciloscópio-feixe de televisão, as letras W e X empre.
múltiplo; gam-se sem segunda letra.
f,' - váìvuÌa.de imagem para radar- Uma grelha interna é indicada por
-vtsao dtrecta: meio de um sufixo de dois algarismos
M - váIvula de imagem para tele- separados da letra final por um traço
visão profisSional (eicepto ra_ inclinado, por exemplo: D13-450GH/01.
dar) - visã.o directÂ: Nos priúeiros tipos surgidos empre-
P - vâlvula de im€.gem para apli_ gava-se um sistema em que os números
caçoes profÍssionais _ projec_ precediam duas letras; a primeira incli-
gões;
cava a classe de tubo, e a segunda
Q - explorador de ponto volá.nte. informava sobre o tipo de fósforo
utilizado.
O prim_eiro grupo de algarismos
rncrca o_ driimetro ôu a diegonal da
zoria a iluminar do écran em gm: Exemplos:

7-representa um écran de ?cm A47 - 26W


(3 polegadas) ; tubo de imagem para televisão
13 - repÌ€senta, um écran de 1g cm com écran de 47 cm (19 pole-
(5 polegadas) ; gadas).
47 - representa um écran de 4? cm D7 - 190GH
(19 polegadâs) ; tubo de raios catódicos para osci-
59 - represeÌrta, um écran de 59 cm Ìoscópio, com feixe único, de écran
(23 polegadas). de 7cm e com fósforo <GH>.

26
O arranjoda Fig.l posuiqua-
tro estaçõesremotas,cada uma
dasquaispodechamaÍa estação
central, Esta, por sua vea, pode
manter um diálogo co n qual-
quer das estaçõesremotas. sem
que as demaispossaminterÍerir.

,A descriçãodetalhada.desta
montagemalémde outrascomo
Porteiro Eletrônicoe amplifica-
De mv , , . - gc r r rm u r t o s i m p l e s , uÌrlização, este intercomunica- dor para eletrolasé encontrada
embora nãô deixe de ser soÍisti, dor é uma das aplicaçõesmais in- no manualde instruçõesque a-
cado nas suas possibilidadesde teressantesdo kit M"302. companhâo kit M-302.

BRAPErkForma

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I
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CADASTRO

Envieseu nomê e endêÌêçocompletospara rêgistÍo GRÁT|S


no cadaslro,
â tim de se habilitarao recebimentode informìações
e tottrerostécnicos.
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27
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ÁuDroFRÊouÊNcra I RÀolo FnEouÊNcla I coÍt|uÍÂçÃo

Aâixo Sin l tbtêõcia I Uro gerat { BCY58-BCY59


8C Y78-8C Y 79
B C] O T-A C r O 8 - B C I O 9 BDI 1 5 I 8 F115 | 8S S 38
8C177-8 C 1 7 8 - B C t 7 9 ADl3 5 - 8 D1 3 7 - 8 D1 3 9 I 8 F184-B Ft85 I 85568
8C237 8 C 2 3 8 - a C 2 3 9 8 D1 3 6 - 8 D1 3 8 - AD!4 0 I 8 F254-8F255 | B S xl 9 asx20
8C307-B C 3 O 8 - 8 C 3 0 9 8 D1 8 1 - 8 D]8 2 - 8 D1 8 3 | 8 F494-8F495 | 2N 2221-2N 2221A
8C327 8C328 AD232 | | 2r"?)22 212222^
8C337 8 C 3 3 8 8 D2 3 3 - 8 D2 3 F AD2 37 | V H F/U H F | 2N 2906 2N 29064
8C546-8 C 5 4 7 8 C 5 4 8 8 D2 3 4 - 8 D2 3 6 8 D2 3 8 | | 2N 2907-2N ?90/A
8C549 B C 5 5 O 8 0 2 9 1 8 D2 9 3 I B F!80-8F181
8c556-8c557-ac55a 4D292-8D294 I BFI82-8F183 | rotre couurlol
8C559 8 C s 6 O 8 D3 2 9 | 8F20O
8c635-8c637.8c639 BD33o | 8F324 | eurgo gux8z-suxa4
8C636- 8 C 6 3 8 - B C 6 4 O 8 D4 3 3 - 8 D4 3 F 8 O4 3 7 | 8F480 | e.x86
8S R50-B S F 5 l ( D â r l ì n g t o n) B Dl3 4 - I D4 3 6 - B D4 3 8
8S R6o 8 s 8 6 1 ( D a r r i n s r o nl 2 N3 0 5 5 Ampl i Íi cádof€rdê Fl vl dso E FÉ rTooE C A MP O
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DrrÌngton dê Potóncia
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|
8C10 8 INPNI 20 | O . lm | 0,300 25 30O I 1rO80OI SOT.ISir IAF-vejaBcs48
I
B cí@ INPNI 2 0 I o, 1oo I o,3oo 2s 300 | 2flI8O0l SOT-18/1 lAF.vêraBCs49
|
B Ct77 IPNP| 4 5 | 0. 1m | 0,300 25 150 | 7s.26oI SoT-18/1 lAF.vejâBc5s7
I
Bcl7s IPNP| 25 | o.too | 0,3[)0 25 150 I 7$500l sor.l8/t lAF.vsja 8c558
I
8c179 IPNPI 20 | o.too I 0,300 2s r50 I r 2s50o I soT.l8/t lAF.veia8c559
I
8C237 INPNI as j o.roo I o,3oo 25 30O I t tG8O0 | SOÌ.54l2 | AF.v6iaBCST
|
sc238 INPNI 20 | o.roo I q3oo 25 30O | 11G8OOI SOÌ.s4l2 IAF-veja 8C548
|
8C239 INPNI 20 | O.tOo I 0,300 25 30o I 20O-8mI SOÌ-s4/2 IAF-veja 8c549
|
8C307 IPNPI 4s I o.ím I 0,300 25 l5o
|
8c308 | 7s475 | SOT.54|2 I AF.veia BCssT
IPNPI 25 | o.ioo I 0,300 2s lso
I | 75475 | SOT-54/2IAF-veiaBc55a
BC3og IPNPI 20 | oloo | 0,300 25 tso
| | 121415 | SOT.54/2 | AF.veiaBCs59
B 3 #l 3i l i l ,: I R* I o,80o
I o,mo
25
25
10O | í 0C600| SOT.s4l2 laFax;hâdoíesáídaaté2,sw
lm
|
I I 9or.s4l2 | AF-€xcirado,esaÍdaaté2,sw
Bç{97 | NpNlãã | õ:õõ | 0,80() 25 2oO II lgqggq
| l0o€00 | SOT-54/2 | AF.comptemenrar do 8C327
Ë3ãË3 lili$l;3 | P'*
8C369 IPNP| 20 | I
| 0,800
11
ll' r .|
25
25
2@ I l0G6oo I SOT.54/2 | AF.comptementãr
|
65 | 8t375 Ì SOT.54/8 | AF.eí&io de sôídaatá3 W
1
do 4C328
I 8t375 J soT-sa/8 | aF.com;remenra. do Bc36B
8C5 46 INPNI eç | nr an I o,soo àã | gõõ I ilG450 I SOT.54|2 | AF-ampliticador; Tv.usoseíat
33#lilirlã;
l::ln | 0,500 25 I 300 I ll080o I SOT.54/2 I AF-ômprií
I 0,500 25 | 3OO | llqqQ I sor-54/2 J AF.ampr,r,cacbr;
icadorj Tv.usoge,ãl
rv-uso óefal
33::3
Iililll3 | 3:133
8C5 5 6 IPNPI^6 l^ iÍn
| 0,s00 25 | 30O | 20G8o0 | soT-s4/2 | aF-pr6amptif.tbs,xo.u Ídb)
| 0,500 2s I 3@ I 2m-8O0| SOT-54/2| AF.píêamòtiÍ.lruÍdo utrrôbaixo)
I O,5OO 25 | rso 75-2n Tv.usoqeral
BcssT IPNP
I aã | ó:iõõ I 0,500 2s | 1s0 || 1ú415 II SOT-54/2 | AF-ampliíicsdorj
SOT.54/2 J AF-amptíicadorj Tv-uso;eral
Bcsss IPNPI 30 | o.too | 0,5oo 25 | lso
8c559 IPNPI 30 | o_too I 0,500 25 I lso | 75.475I SOT-54/2| AF-amDtrÍicadorj ÌV-usaóeral
| 12*475 | SOTs4/2 | AF.p.é-amot,t. {bdixoruidó)
33333 li,Ïi,lf l?:'*
8c63 6 lPNP|a s
| 0,500 25 | 150 | 12*475 | SOT-54/2I AF-pré-ãmotií.{ruíclo
ll 25 ll3O | 4C25OI SOT.54/8 IAF-€stáqioercrtôctoí
uttrabarxo,
l
ll 11 2s I 50 I 4G25OI SoT-í/8 I AF.combtemenrar cjo BC63s I
Bca37 INPNI 60 | I l1 25 li30 4G160 | SOT.54/B I aF.elráiio exciradoÍ
9C638 IPNP| 60 I I | |
lr 2 s l s o | 4Gr60 | SOÌ-S4ig I aF_com;t€mentar do 8c637 |
BctS) INPNI 80 | | lr 2 5 1 r3 0 40-160 SoT-54,4.I AF.ertáoio
8C640 IPNP| 80 | l lr ? 5 1 5 0 I| 40-160|| Sor'sa/8 I aF.com;teme.ta'
exciràdór
do 8c639
I
|
BCY58 INPNI 32 | o.zú I 0,330 45 | 2Bo 120630 SOT.t8/l Amptiíi;acâo e comutado
BcY59 INPNI 45 | o.2oo I 0,330 4s | 280 |I 12G630|l sor.r8/l II Amotiírc5cào e comuraqì" I
I
BCY78 IPNPI 32 | 0_2oo I 0,345 45 | l8o | 125-700| SOÌ-lB/t I amotificacãoe comud;o
8cY79 IPNPI as I o.2m | 0,345 45 | t8o I I2S5OOI SOT.18/1 | Amptiírcacâo I
B ol1 5 INPNltgo I o. r 5o l 6 e comuracã. I
5oll4s 22.60 TO-39 AF-Tv-3aída 2w o/atrarenrào I
sol3s lr.PNi as | 1 I 8 7 0 ' l 2 5 0 |I 4 G 2 5 0|| S O T - 3 2 / 2|l A F . e r c i r a d ooré
r e s a í d ô e m Í V e H r - FIi
B Dl36 IPNPI 4s I l | 8 70. I 7s 4G250 so7.3212 AF-comprementar
80137 7 0 .Í 2 s o || 4Gt60 I| SOT-32/2|| AF-excrradoí do BDr35 I
8D 138
INPNI 60 | 1 I I e saídaem TV ê Hi F, I
IPNPÍ 60 | r I 8 70. I 15 | 40160 | sor.32l2 | AF.comptemenbí do 8D137 í
8D1 39 INPNI 80 | l 8 7 0 ' l 2 s o | 40160 | SOT.32/2I AF.excirador
Borilo lpNpl so I l I 70. |
e s.ldàem ÍV e HrFr I
7 5 . . | 4Ct6O I SOT-32/2 | AF-comotomentâÍ do BD 139 |
so lS l 45 110 78 &| ' l > l s l I 2O7o TO.3
BDt82 60 117 2 5 .1 > 1 5 :I II 2070 I| To.3 | AF-iaídaHi.Fiaté2olv I
l15 I AF.saída HnFiaté4ow I
BD'&I 80 |l5 1 t7 2 5 .I> 1 5 'I | 2G7o I To3
62. 1 m | ?q!50 I SOT.3:i2 || AF.eída Hi-Fiatá6o/v I
83;33
1ffiil1,33
| 9,-'
8D 23 4 IPNPI 4 s
25
7
25'l> 3 | 40250 | SOT-32/2 J ÌV.Eirás,o AF-sarda;
excirado,D/arrarenrâo I
Tv-raÍdavertiet I
I 2 25 25.j> 3 4G250 SOT.32|2 AF.ssídajÌV.eíd. vsÍticât
8D235 jNPNI 60 I 2 2s 2 5 ' l > 3 || 4G25O|I SoT-32/Z |I AF-.aÍda; TV-.âÍda veíticât
I
I
8D 236 IPNPI 6 0 | 2 25 2 5 .l > 3 | 40250 | fi't.3212 | AF.3síde;TV-râídâverticát
80237 INPNI 80 | 2 2s 2 s .l > 3 | 40250 | SOT.32i2 I AF-ráÍda;Tv-sâídaverticât I
BD23a IPNPI gO | 2 25 2 s .l > 3 | 4O25OI SOÌ.32/2 | AF-saída;Tv-sâÍdaverrier I
8D 262 lPNPj60 la 36 2 5 .1 I
BD262AIPNPI Bo
7 I l5o I SOT.32|2 l Dôírinston p/saí.1ã áudioaré2t ,
I a 36 2 s .l j I
8D2628 IPNPlr0o I a 36 2 5 .1 7 I I* | 9qI-9?{?| ou,rinlro" iisaroa auúiÁ ãiã |
8D263 INPNI 60
sD263A INPNI 80
| 4
| 4
36
36
2 s .l
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7
7 | ;# I 331:33í3
l3:1ïi"*:i:ïáf;"'Ëiãï'u'u*
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B02639 lNpNltoo | 4 36 É.t 7 | 1:9 ,:9 I gsl.q?4? | compreÍhenra, do 8D262A I
8D291 INPNI 45 | 6 60 | I SOT-32/2 I ComDtêmenta. do 9D262 B I
8D 292 IPNPI 45
2 s -l > 3 | 30 | SOT-82 | AF-sãÍda HFFiaré 3sw I
| 6 60 2 5 .l > 3 I g)
8D293 INPNI 60 | 6 60 2 5 .l > 3 | SOÌ.82 | CoÍhDtemontar do aD29l I
BD2g4 lPNpl 60 | 6 60 2 5 .1 > 3 I 19 | i9I9?
soT-82 | AF.saída Hi.Fiató3sw I
8D329 INPNI 20 | a t5 4s. | 130 | !o I | Comprementaí do 8D293 |
8D33o lPNpl 20 | 3 I .{, | 501.3212 | AF-sôída6utorádioeHi-FiatétOW I
15 4 5 .| l m
8D33r lNpNl 60 | 6 60 2 5 .1 7 I _19 ISOT-32/2 lAF.comptem€ntardo 80329 |
Bo3:t2 IPNPI 60
BD3:Ít INPNI Bo
80334 IPNPI 80
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8D 33 6 IPNPllo0
sD433 INPNI 22
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sor.32l2 comptem6nraí
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Ittl I | I
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1) Í6ç5em kHz 4l lçy pico lÍ ) 1 MH:l
2l ! Vgg 65". 5lVcBo máx.
3) 1963om mA 6l lci, pico{r = lo|lsl

29
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Ìpo rúr. |nar, ,n&. ' Tmb* lríH.l hrr lnvólucÌo Aricâçó€5 Típkri
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a0435 N P N 32 4 36 25' >3 &r475 soT.3212 AF..aídô auro íáclio e Hi.Fi até 15W
8D436 P N P 32. 4 36 25' >3 8t475 soT-32/2 Complementaí do 80435
8D437 NPI{ 45 4 36 25' >3 85.375 sof -3212 A F-râídaauto rá.ho€ H i F i até | 5W
8D438 P N P 46 4 36 25' >3. 8S375 soT-32/2 Cornolêmentâído 80437
aDx62 PNP 6{t 90 25' 100:I rqlo TO-3 DaÍlinolon o/3aíd. áud|o ató 45Uv
aDx62A P N P g) 8 90 25', t(x):l 1000 Ío-3 DaÌlinõton p/tâída áud'o aré 45w
sox62B F N P roo E 90 25'. t00: l 1@ TO3 Oarliígron p/salda áudìo até 45W
BDX63 NPN 60 90 25' 100:ì r(x)o Ìo-3 Complementa. do BDX62
8DX63A I.IPN g, 8 90 25' 10o: r rmo TO-3 Comolemêntsr do 8DX62A
BDX638 N P N 100 8 90 25', 1m ' l l ooo TO-3 Comolementa. do AOX62B
BF I 15 N P N 30 0.030 0,145 45 230 4S165 soT-1812
9F167 N P N 30 0,025 o,r30 45 350 x sor-18/2 Tv-vei a 8F198 .
8F',|73 NPN 8 op25 0,260 45 550 3A soT-r8/2 Tv-v€i a B Ft99
BFlg} NPN 2A o.020 o,Í50 25 13 50T18/1| Tv-€stági oR F si ntoni z.{U H FI
8F 181 NPN m o,o20 0.150 25 600 13 soT-rB/fi TV-osciladoÍImiíuíadoÍ (UH F)
aF182 NPN 20 0,or 5 0,150 2t 65{l 10 soT.18/r r Tv-misturâdoí em sêl€iorlVH F.UHF )
8F183 20 o,015 0,150 2s 800 io sor-18/11 Tv-oscilador em seleto.{VHF-UHF }
BFI84 NPN 20 0,(X}0 0,145 45 300 soÍ-18/2 AM-FM'veia 8F494
8F r85 20 0,o30 0,145 45 220 34-140 soÍ-18/2 A M-FM-vei a8F495
BFI98 30 o,025 0,500 25 400 27 sor,t414 TV .Fl víd€o control adâP oÍ C A G
sFr99 N P N . 26 0,025 0,500 25 5í) soÍ-54/4 TV.FI víd€o {úlrimo eíágiol
8F2m N P N 20" 0,020, 0,150 25 6í, sor.18/ll Tv-FM-eiágio RF sintoni..c/CAG
9F245 N 30') 2-24-' '0,4n 75 lYírlmáx. 6,s;ìa/v soT-54/16 FET iunção - uro gersl; inclurive VHF
8F254 l',lPN 20 0.o30 0,300 25 260 I t5 sor.54/4 AM-FM'veia BF494
2(} 0,(x}0 0,300 2s 200 soÍ-s/4 A M-FM-vêj a4F495
8F324 30 o.o25 0,250 45 450 25 soT-54/2 TV-FM-estágiode nF 3inr./osciladof
8F422 NP 0,020 o,tBo 25 > 60 50 soT-54/8 TV-róída de vícloo
8F423 P N P 250 0,o20 0,830 25 > 60 50 soT.54/8 Complementaí ito 8F422
gç457 N P N r60 0.100 90 26 soÍ-32/2 TV-sâídadê vÍdeo
sF458 NPN 2W 0,100 90. 90 26 soT-32/2 Tv-sâída de vÍd€o
aF459 NPN 30 o,100 90' 90 soÍ-3212 TV-$ída cle vídeo
BF48O NPN t 5 o,020 0,140 55 r6{x) l0 soÌ.37/4 Ìv'estágio RF lincâr.intontz.
BF494 N P N 20 0,030 0,500 25 260 ll5 soT-54/4 A l úFM-conveÍsoíe ampl í. R F/F I
s F495 N P N n" 0,030, 0,500 25 200 67 soT.54/4 AlúFM-co.ìverior e amplif . RF/F I
SFR84 N 20: ì 20-s5: 0,300 25 soÌ-18/17 MOS-FET-telrodo para VH F/UHF
s F WIO 30: I &20: ') 0,300 25 -6,5m4/V soT-r8/9 FE T de i uncão
BFW'II N 30;) 4-r 0: ) o,mo 25 lyf.l rnot =6,5mA/V soT-l8/9 FET de tunção
BFWI2 N r)') t- 5' l 0, 150 110 l|4sl 2
- soTn 8/9 FÊÌ de iuícão
BFX8O NPN 15 o,050 0,200 25 1200 2G150 soT.18/rr Ampliíicador Íaitâ larga VHF/UHF
AFY90 N P N 't5 0,050 0,200 25 l itoo 2$r 50 sor.'r8/11 Ampliíicador íôix. laÍga VHF/UHF
8SS38 100 0,100 0,500 25 lo@' 20 soÌ-54/2 Codlulacão-altavelocidadê
85568 í99.. 0 ,1@- 0,500
0,800
25
25
30 sor.54/2 Coínutação-allâvelocadad€
8sR50 2ll 350 2000 sor-54/8 Darlìn9ton p/6plicâçõêsindust.iars
83R51 NPN 801) 2 :) 0,800 25 350 2000 soT-54/8 Dârlington p/aplicôçõesindustriais
asR60 PNP 60: ) ? _'t 0,800 25 1000 2ooo sor-g/8 Oarlingtorì p/apl icaçõ€sindustÍiâi5
83R6r PNP ao' I 2 :l 0,800 2! r 000 2@O sor.54/8 Darlington p/áplicaçõ$ indusúiai5
asxt9 NPN 15 o,5oo:, 0,360 25 t 8. 20-60 soT-18/1 Comutação altíssima velocidade
8SX20 't5
NPI\I 0.500-) 0,360 25 21, 4G120 soT'r8/í Comuração aklsiima velocidad€
8U204 600 10 90' 2 TO-3 TV -saídâhoÍi zonralB & P
8U205 700 10 90' 7, 6 2 TO-3 TV-saÍda horizonrôl 8&P
BU206 N P N 800 10 90' 7,b 1,8 TO.3 ÍV .saída hori 20ntalB & P
BU2O7 N P N 600 5 12,5 95' 7 2.25 TO.3 TV-saída hoíizonral cor6a
BU2O8 N P N 7@ 5 12,5 95' 2,fi TO-3 TV.saída horiaontal coflr
BU209 800 4 12.5 95' TO-3 TV-saída hoÍizonlal coraa
BUXSO N P N 4oo 10 100 40' ó 0.8 !s ll TO-3 Comul€cão'alta velocklâdâ-âliârcntão
BUXS'I 4oo 60 50' r !s:l Ìo-3 Comutâcão-âltav€loc..altatênlilo
BUX84 N P N 400 40 50' 20 1 us l) soT-82 Comutacão-altaveloc..altô iensâo
AUX86 N P N 4oo 0,500 20 60' 20 1 l s ') soÍ-32t2 Comutacão-altav€loc.-alta tens5o
2N2221 N P N 30 0,800 0,500 25 250 40.120 sor-r8/1 Comutacão-ôlÉ velocidôde
2N2221A N P N 40 0,800 0,500 25 285' 40-120 soT.t8/r Comutação-altavêlocidade
2N2222 N P N 30 0,80,0 0,500 25 250 10G300 sor-18/1 Comuraçã@altêvelocidade
2N22224 NPN 40 0,800 0,500 25 285' 100300 soÍ-18/r Comutação-altavelocidâde
2N2906 P N P iro o,600 0.400 25 100. 4o-1m sor-18/l Comuração
2N2906A 60 0,600 0,400 25 100. 4G120 sor-18/1 Comutação
2N2907 P N P 40 0,600 0,400 25 L 1O0- 100300 soÍ-t8/1 Comutação
2N29074 60- 0,600 0,400 25 100' 100-300 sor.18/1 Comuaacão
2N3055 NPN 1oo' I 115 25' l> o.8 20-70 Ío-3 AF-sôída Hi-Fi ôrá 6O/V

DISPARADORESPNPN
Íro Vs4 Nl Vqj Nt lass tAlt) P1p1lm lYl Inúôkrcr! ADli.{lo

8P)G6P 70E) 2,6 t,6roI SOT-18/I4 c/ian6l. Oirora€doÍ multiíuncional Íoto-rcíÈív9l


BRIOl 60 5 2,6 215 soï-r8/r4 DitoaÍsaltÍ multiíuatciorìol
BRY39 7t 5 2,6 n5 soT.r8l/14 Diio.ísdor multiíuncionôl
8RY56 t(, 2,6 axt sor-í/r 2 Oi|oaradoÍ multiíuncìon9t

8ì VAK , VKA €m volts


9 l t = 10!s; ô= o,Ol
101lrradiaçãoneces!áíiaparadirpaíodo dispositivo{mW/cml)

30
lL"( *'r soT-l8/... soT-54/...

*í.p l-Ì5|+
tt

soT-82 TO-3

t-.Ë- I

so-t-37t4

TO-39

DOSsÍlìrBolosuTrLtzADos
SIGNIFICADO
VCÊO= Tenião ColetoÍ - €missor í8ârs Abôrtâ). VDS = T. ão Drâno.Fonte.
lC = CoÍrente Coniínua do ColêtoÍ. IOSS = Co.rente de DrôÍìo {Fonre em Curto-Circuito
ICM = Valor de Pico da Corrente de Coletor. com a Portal.
Ptor = Potônci8 Diisipáda Ìotâ|. VCBO- Ìensão aai€-ColeroÍ {Eínisior Âbaíio).
Tamb = T€ínFÍôturâ Ambi€nte. VGA = TensãoPorta - Anodo.
Tmb = Temp€.ôtuÍâ d5 8as6de Montagêm, VcK
- Íen€o Porra - Câtodo.
íT = Frequênciad€ Tr6ntição. vAK = Íensão Amdo - Cãtodo.
hFE - Ganho êm Corrsnto Qintínuá, VKA = T€nsãoCârodo - Anodo.
híê . Ganho 6m Corrente Alt6rnada, IARM = CoÍíente de Anodo (Pico Rep€titivo).
fhie i FÍequônciapára a quâl híe câi do 3d8. toíf = Tempo pâíâ inteÍupção.

31
*'."
m
X
il,",,. soÌ-37t4

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SOT-82

R- ^^.
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rsn -
ïttt
\iie':-.
.sÈã.?Xïo",""
--sHow
8.4 FEIRA ELETRÕNICADA CORÉIA

SêÍá Íealizadeenlre os dias lB ê 25 de oulubro deste ano (1927)


a 8.4 Feira dê Eletrônica da Coréia, sm Seul. O local será o
Korea MachineryPêrmanentExhibition Hall, yol-do, Sêü1,CoÍéia.
O pdÍocinador sêrá o Korêa Fine lnslÍum€nls CênteÍ e'os intê-
Íessedos poderão obteÍ maioÌes delalhgs escrêvendo paÌa sr,
Shim, Jang Sup, Fine InstrumentsC€nt€Ì, Technical Dirddor Íor
Eleclronics,Gulodanii, P.O. Box 27 Ssul, KoÍaa.

32
BOLSASDE ESTUDONA HOLANDA

Já eslão abêrtasas inscÍíçõespara as bol- quelêspaíses.Tantoque,ao lazero curso,o


sas de estudonos cursosde pós-graduação aluno assumeo compromissode voltar ao
e mestradoem eletrônica,oferecidasanu- seu país de oÍigem,após o términodos es-
almentepela Philips,no PhilipsInternacio- tudos,e ali permanecer, no mínimo,por pe-
nal Institute,de Eindhoven,Holanda.Essas ríodo de tempo igual ao que passouno Ins,
inscriçõessão para o períodode 1978e po- tituto.
dem ser Íeitas no Depto.de Desenvolvimen-
to de Executivosda PhilipsBrasileira- Av. Os cursos:No Pll os cuÍsossão ministrados
Paulista,2163- 13.oandar São Paulo.Po- por cientistas,proÍessoresunivertáriose es-
dêrãoinscrever-se candidatosque sejambra- pecialistasdos laboÍatóriosde pesquisae
sileiros,diplomadosem engenhariaeletrôni- das fábricasda Philips.Duranteas 50 sema-
ca ou Íísica,com idadeaté 30 anose que do- nas de estudosnormaìsios aluncstêm opor-
minem perleitamenteo inglês,línguaoÍicial tunidade de executar projetos,desenvolver
do Instituto.As inscriçõesdevem ser apre- lrabalhosindividuais, tanto teóricosquanto
sèntadasaté,no máximo,dia 30 de lulho pró- experimentais e participaÍdos trabalhosde
ximo, desenvolvimento de novastécnicase de novos
Obietivos:O Instituto InternacionalPhilips produtos,levadosa eÍeitoncs laboratórios da
íoi Íundadocom o obiêtivode proporcionaÍ empresa.Aos estudantesque tiveremobtido
sstudosem nívelde pós-graduação em eletrô- resultadosatisÍatório.será entreguediploma
nica e treinamentopráticoem seus laborató- de conclusão. Aquelesque receberem ótima
rios de pesquisa,a jovens recémjormados, classiÍicação,serão convidadosa permane-
oriundosde paísesem desenvolvimento, vi- cer por maisum semestre,quandoserãopre-
sando uma contribuiQão tecnológicãpara a- paradospara os examesde Mestrâdo.

33.
ADAPTADORPARA FONESESTÉREOS
Hote os que usam aparelhagemeletrônica aprec.iara m_úsica
para Íeproduçãode música e outros sons, e canto,seja em gravação
oê orscos,tttas ou recepçãovia rádio,de
pooem ser divididosem dois grandesgru_ execuçõesque de outrÕmodo não ooderiam
pos. Os que usam a eletrônicapara obter participar.EstespreÍeremqualidadea quan-
satisfação musicale. .. os que usama mú- tidade e sabem perÍeitamente que uma sen-
sica para obtersatisÍação eletrônica... sação musicalpodê ser criada com estímu-
leso mesmo,amigo-leitor!Há pessoasque 'los Íísicosque não necessitam,
poucose lhesdá que estejamescutandouma em absoluto.
seÍem os idênticosa um salão de concertos
partiturade Mozartou umacacofonia.O oue para dar o mesmoeÍeito sensorial.
aspiramé ler um "som" (muitosaté oronun_
ciam são. ..l capaz de Íazet tremer as oa_ Infelizmenteos do primeirogrupo- do qual
parecemfazer parte alguns que necessitam
redese assimpenetrarem seus cérebÍos(?)
cÍe
para lá, por meios desconhecidos, criar àl- .estímulosde várias espéciespara viver.
Incrusrve
guma sensação. os gustativose olÍativos(Íeferên_
Outroshá, que se apÍoveitamdo avançotec- cia a pronunciamentos de espgcialistasao
nológicoque nos oÍerecea eletrônìcãoara problema das drogas,..) por câusaÍem

maior ruído - parecemeg'larem maioÍiàe fones ligam-senos conetores1, 2 e 3. Os


se tAl não sucede,pelo menos incomodam resistoressão de Íio de 5w.
aos vizinhos. Êxistemduas chaves:uma (Mono-Stéreo) é
Paraestes,ou então para aquelesquê dese- para a Íunção mÕnoaural ou estereoÍonia; a
jam escutarsua música sem que o "soÍn" outra (HP-F)é para colocarna posição1 sr-
dos vizinhoso perturbe,há a soluçãodos fo- mente Íones. Os resistoresde 7,5 ohms
nes, adaptadosà saída dos alto-falantese substituema carga dos alto-Íalantes;a po-
que permitemo nívelindividualque a pessoa sição 2 coloca somenteos alto-Íalantes etn
julgue adequadapara sua salisÍação. serviço e a carga dos lonës é subslituída
O adaptadorque vamosdescreverpode seÍ- por resisÌoresde 100 ohms: na terceiÍapo-
vir até 3 oaresde Íones. siçãoé a ligaçãosimultâneade Íonese allo-
O sinal de entradapara os alto-falantes(e Íalantes.
fones) eÍetua-seno ponto (entr.)da Íigura. A chaveMono-Stéreo é de 1 polo 2 posições.
Os alto-falantes
ou caixasacústicasligam-se A chaveABCD é de 4 polos 3 posições,po-
respectivamentenos pontosHP1 e HP2. Os dendo ambasseÍ deslizantes ou rotâtivas.

34
TAA* lcc* RCTì,|
Caps, Oryan. Tipo saÍda Plnos
I máx.lns I máx.{mAl Equiv.

256 32xB N82523 oc 16 50 77


N82S123 TS 16 50 77
N10139 OE 16 20 145
1024 2#x4 N82S126 oc 16 50 120 N82S226
N82S129 TS r6 50 120 N825229
N82527 oc 16 40 140 .
N10t49 OE 16 20 150
M8 512x4 N82S130 oc 16 50 140 N825230
N82S13l TS 16 50 140 N825231
256x8 N 8 2 S 1 1 4 TS 24 60 185 N82S214
4096 1O24x4N82S136 oc 18 6t) 140
N82S137 TS 18 60 140
512x 8 N 8 2 S 1 1 5 TS 24 6l) 185 N8 2 S2 1 5
N82S140 oc 24 6{-ì 175 N825240
N82S141 TS 24 6G 175 N82S241
4192 2&8x4 N829184 oc 18 100 120
N82S185 TS 18 100 120
1024x8N82S180 oc 24 70 175 N825280
N 8 2 S 1 8 1 TS 24 70 175 N825281
N82S2708 24 70 175
163&4 2048x8 N 8 2 S 1 9 0 @ 24 80 175 N825290
N 8 2 S 1 9 1 TS 24 80 175l N82S291

oc Open Collector; OE = Open Emitter; TS = Tri-state


.t*
Tae = tempo de atrasoendereçolsaÍda
l{*
lc c corrente de alimentação
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ATVTPEX
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sional, possuindo caraclerís- vação poderão obter maiores
ticas exclusivas: 3 cabeças detalhes, escíevendo em Da-
de gÍavação, 3 motores de pel limbÍado, para AMPEX
tÍação, sistema sincrono de DO BRASIL ELETRôNICA
reprodução, variãção de ve- LTDA..Íua México 31. grupo
locidade (aiusle de timbre), 1502 Zc 39. 20.000.Rio.
equalizaçãoNAB/ IEC e mui

35
FEIRAELETRÔNICA
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r.tl/R0s
Flf,lEtEt
^.

MAKING YOI'R OWN ELECTRONICS ga americanade Rádio Amadores,Este livro


GADGETS- R. H. Warring é um verdadeiromanualde como ooerar nas
Mesmopara os leitores que não lêem o idio_ várias faixas atribuidas aos radioaàadores.
ma inglês, este livro é Íácil de ser interpre- Ed. AmericanRadio Relay League,Newing-
tado. E os circuitos,todos eles muito òim- ton, CT, USA 06111.
ples e eÍetivos, podem ser realizados por
pessoaspÍincipiantes. O que podemosdizer COURSD'ELECTRON|QUE - FÍancisMitsânt
deste tivro é apenas isto: EXGELETE! pa_ Destinadoao nível universitário,usado nas
rabénseo Autor e ilustÍador do texto e tam_ escolasde engenhariada França,é um cur-
bém à nova editora que entra no campo da s.o que diríamos,,pesado',,talüezpouco in-
. liteÍatura técnica. Os leitores brasileirósoo- orcaoopara quem não tenha pelo menos o
dem optar pela compra do livro usando i3o- 2.o grau. Muito bem ilustradoê com um cui_
nus da Unesco,que são adquiridosna Fun- dadoso tratamento nos aspectosteóricos, é
dação GetúlíoVargas,seção Bonusda UnEs_ um livro indicadopara aquelesque deseiaÍr
co. O preçoserá de duas ,ibrase quarsntâ, um nível élevadode conhecimentos.
poucoinais{e 35 cruzeiÍos,diretamènte, evi-
tando a exploÌaçãode alguns ,,livreiros,,.Ed. Ed. EyÍblles,6t, boulevardSaint Germain,pa-
ris Vo, France,
Lutterworlh Pfess, Luke House, Farnham
Road, Guildford, SuíÍey, England. FORMULÁRIODE ELETRôN|CA- csorg
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ZENERDIODES- R. N. Soar Conlendocálculo e solução de problemas,i
Mal compaÍando,pode-sedizeÍ que a edito- com linguagemsimples;útil ao técnico de i
ra Bernardsusa o mesmoestilo da nossa.pa- eletrônica,rádio,TV e Hi-Fi. i
pel barato,ediçõessimples,muitosciÍcuitos Ed. MarcomboS.A.
e preços convidativos.Neste livreto estão S0 I
circuitos de dispositivosque usam diodos MARINERADIOTELEGRAPH OPERATOR
zener de germânioe dê silício.Mesmopara LICENSEHANDBOOK- ÊdwardM. Notl
quem não saiba ler inglês o cirCuitoé sim-
ples e de fácil.realização. Trate o livro das matériasgue são inquefi-
das nos examesde habililaçãoparaopêrador,
Ed. BabaniPress,The GÍampians,Shpherds rodiolelegráÍico
de marinha.Lef um livro des-
Bush Road,LondonW6 7NF. te e fazer comparaçõesé algo que causa
uma certa sensaçãoÍÍustrante.. .
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TRIACS- F. G. Rayer 62nd Street,lndianópolis,Ind. 46206,USA.
Outro interessante
livÍeto da mesmaeditora.
Circuitossimples,eÍetivos,para vários Íins. EVERYMAN'SGUIDT ÌO AUTO
A linha segúidapoÍ esta editoraque vende MAINTENANCE - GeorgeZwick
respeitávelquantidadedestes livretos,vem Neste livro dedicadoa manutençãoem ge-
provar que não está em absolutomorto o ral dos automóveis,há uma parte que inte-
"mercado"de pessoasque gostamde adqui- ressade perto ao técnicoeletrônico:é aque-
rir componenteseletrônicose realizarsuas la que Ìrata os circuitosde igniçãoe eletri-
própriasmontagens.Muito bom. cidade dos carrcs. PÍático, bem ilustrado,
Ed. BabaniPress(endereçoacima) atingeseu obietivo.
Ed. TAB BOOKS - Bue Rídge Summit,
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