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Comissão de Análises Clínicas do CRF-SP
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Comissão de Análises Clínicas do CRF-SP
Comissão de Análises Clínicas do CRF-SP

Comissão de Análises Clínicas do CRF-SP

Objetivo

Conhecimento do profissional farmacêutico
Conhecimento do profissional farmacêutico

Medicamentos

Conhecimento do profissional farmacêutico Medicamentos Alterações nos exames laboratoriais Atenção

Alterações nos exames laboratoriais

Medicamentos Alterações nos exames laboratoriais Atenção Farmacêutica Não gerar falsos resultados no

Atenção Farmacêutica

nos exames laboratoriais Atenção Farmacêutica Não gerar falsos resultados no diagnóstico laboratorial
nos exames laboratoriais Atenção Farmacêutica Não gerar falsos resultados no diagnóstico laboratorial
nos exames laboratoriais Atenção Farmacêutica Não gerar falsos resultados no diagnóstico laboratorial
nos exames laboratoriais Atenção Farmacêutica Não gerar falsos resultados no diagnóstico laboratorial
nos exames laboratoriais Atenção Farmacêutica Não gerar falsos resultados no diagnóstico laboratorial
Não gerar falsos resultados no diagnóstico laboratorial dos pacientes
Não gerar falsos resultados no diagnóstico laboratorial dos
pacientes

Os valores dos resultados laboratoriais podem sofrer influências de

estados fisiológicos, patológicos, e medicamentos.

Exames laboratoriais

Informações e Indicadores úteis para:

estabelecer diagnósticos

avaliar a gravidade das patologias existentes

(estágio da doença)

planejar o tratamento mais adequado

avaliar a eficácia do tratamento instituído

caracterizar populações

MEDICAMENTOS

- Importante fonte de variação nos resultados de exames;

- Nem sempre podem ser interrompidos para a realização de

exames;

- É importante conhecer o grau de interferência e se este é de

conhecer o grau de interferência e se este é de fato significativo sobre o resultado final,isoladamente

fato significativo sobre o resultado final,isoladamente ou em conjunto com outros fatores

e se este é de fato significativo sobre o resultado final,isoladamente ou em conjunto com outros
O Papel do Farmacêutico
O Papel do Farmacêutico

Papel do Farmacêutico

LAC

- Compreender a importância do laboratório de análises clínicas no contexto multidisciplinar.

LAC, Farmácias, e Drogarias

-Interpretação dos resultados laboratoriais,

relacionando-os com a clinica e descartando a influência de possíveis interferentes (medicamentos)

a influência de possíveis interferentes (medicamentos) para o melhor entendimento dos resultados, facilitando a

para o melhor entendimento dos resultados,

facilitando a conduta terapêutica.

Assistência Farmacêutica

Pontos a serem considerados:

- Pacientes costumam ter boa relação com os farmacêuticos, devido a necessidade de informações e compra de

medicamentos.

- O Conhecimento de medicamentos que podem interferir nos resultados de EXAMES LABORATORIAIS é importante no dia-a-dia da farmácia ou laboratório e para a boa evolução no tratamento do paciente.

é importante no dia -a- dia da farmácia ou laboratório e para a boa evolução no
é importante no dia -a- dia da farmácia ou laboratório e para a boa evolução no

Coleta de Informações

Coleta de Informações - Informações já padronizadas como período de jejum, hábitos como tabagismo, uso de

- Informações já padronizadas como período de jejum,

hábitos como tabagismo, uso de álcool, entre outros;

- Informações de todos os medicamentos utilizados

outros; - Informações de todos os medicamentos utilizados pelo paciente pelo menos nos últimos 10 dias

pelo paciente pelo menos nos últimos 10 dias antes da realização do exame, bem como o seu tempo de uso pelo paciente.

Administração de drogas pode causar

variações nos resultados laboratoriais, seja

pode causar variações nos resultados laboratoriais, seja pelo próprio efeito Biológico “in vivo”

pelo próprio efeito Biológico “in vivo” (interação) ou no ensaio analítico “in vitro”

pelo próprio efeito Biológico “in vivo” (interação) ou no ensaio analítico “in vitro” (Interferência).
(Interferência).
(Interferência).

PROCESSOS DE INTERFERÊNCIA

- Produção de Resultados Falso-Positivos

Pode gerar interpretação errônea sobre o acometimento do paciente por um problema de saúde que ele não apresenta ou denotar insucesso terapêutico;

que ele não apresenta ou denotar insucesso terapêutico ; - Produção de Resultados Falso-Negativos Pode ocasionar

- Produção de Resultados Falso-Negativos

terapêutico ; - Produção de Resultados Falso-Negativos Pode ocasionar risco do não tratamento de um problema

Pode ocasionar risco do não tratamento de um problema de saúde que pode se agravar gerando complicações futuras ao paciente, médico e laboratório;

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PREVISIBILIDADE DO PROBLEMA

- Interferências Biológicas – “in vivo”(Interações) são

mais previsíveis e portanto podem mais facilmente

serem conhecidas pelo médico, embora nem sempre isso se confirme;

- Interferências Analíticas -“in vitro” por serem resultantes de processos não biológicos, nem sempre são conhecidas pelo clínico.

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Alguns medicamentos são bem conhecidos (clássicos) na área laboratorial pela interferência que exercem nos exames
Alguns medicamentos são bem conhecidos (clássicos) na área laboratorial pela interferência que exercem nos exames
Alguns medicamentos são bem conhecidos (clássicos) na área laboratorial pela interferência que exercem nos exames
Alguns medicamentos são bem
conhecidos (clássicos) na área laboratorial
pela interferência que exercem nos exames
laboratoriais especificamente em alguns
exames,veremos alguns casos de forma
geral

Interferência “in vitro”

Química: o medicamento reage com o reativo

cromogênico ou inibe a reação enzimática, propiciando resultados falso positivos ou falso negativos.

Ex.:Observamos quando a Bilirrubina indireta reage

com AAS por reação com o sulfato de benzeno

diazônio, promovendo um falso aumento deste pigmento.

Interferência “in vitro”

As Drogas ou seus metabólitos podem interferir

com a reação química utilizada. É importante entender

que a interferência com um método analítico poderá

não estar necessariamente presente com outros métodos de análise. Isto implica em dizer que os

métodos analíticos devem ter uma alta especificidade.

Interferência “in vitro”

Pequenas diferenças na técnica podem ser decisivas no grau de interferência da droga. Isto se aplica, por exemplo, a dosagem da creatinina, que pode ser afetada por drogas como o ácido ascórbico ou metildopa. Devemos lembrar que as implementações

nas metodologias analíticas têm, nos últimos anos,

diminuído estas interferências.

Interferência “in vitro”

Podemos citar como exemplo o exame de

hormônios tireoideanos por metodologias ELFA ou E.I.E., em substituição as técnicas de ligação protéica e

que, portanto, não sofrem interferência com a administração de iodo. O mesmo ocorre nas determinações de glicose, creatinina sérica e colesterol, atualmente analisadas por metodologias enzimáticas, superiores às colorimétricas.

Hemoculturas

Inibição do crescimento bacteriano pelo uso de

antibióticos ou Quimioterápicos, sobretudo na

utilização de metodologias tradicionais. Esta interferência pode ser minorada quando se utiliza metodologias automatizadas.

de metodologias tradicionais. Esta interferência pode ser minorada quando se utiliza metodologias automatizadas.

Outros exemplos

Outros exemplos

Alterações in vivo”e “in vitro”

Exame de Urina

O exame de urina pode sofrer alterações in vitro por modificação, por exemplo, da cor (Piridium) ou

alterações pelo uso, por exemplo, de antibióticos que

inibem o crescimento bacteriano in vitro”, embora possa não estar apresentando ação in vivo

Alterações in vivo”e “in vitro”

Exame de Urina

Bilirrubina (glicose-oxidase): Sofre interferência pelo metabólitos de fármacos que dêem cor a um pH baixo (Piridium , selenium). Ácido ascórbico (falso negativos) Corpos Cetônicos (nitroprussiato de Na): Em Urinas muito pigmentadas ou metabólitos de metildopa podem

aparecer resultados falso positivos

Alterações in vivo”e “in vitro”

Exame de Urina

Nitrito: (ácido para arsanilico)Ácido ascórbico

Leucócitos: (éster derivado de aminoácido

pirrólico)níveis altos de fármacos podem causar reações falso-positivas. A nitrofurantoína dá a urina uma cor

parda que mascara a cor da reação.

Muito importante para o nosso

curso

Muito importante para o nosso curso

Interferência “in vivo’ (Interação)

Os efeitos biológicos das drogas com influência na

interpretação dos resultados dos exames laboratoriais podem ser encontrados:

a) Regularmente - em todas as pessoas testadas sob o uso de certas drogas. b) Irregularmente - observado somente em um grupo

pequeno de pessoas (Idiossincrasias)

Efeitos regulares

Os Hormônios sexuais freqüentemente têm um efeito metabólico considerável e causam significantes mudanças no padrão das proteínas plasmáticas. A concentração plasmática de certas proteínas como a haptoglobina e albumina decresce enquanto as

concentrações de outras proteínas como as

lipoproteínas, Transferrina e alfa 1 antitripsina, aumentam.

Efeitos regulares

Os aumentos na concentração de algumas das

proteínas no plasma são extremamente acentuadas.

Isto é verdadeiro para a Ceruloplasmina e este aumento é acompanhado por aumento do T4

plasmático e Cortisol plasmático na mulher que está

tomando contraceptivos ou fazendo terapia estrogênica.

Efeitos regulares

Os contraceptivos orais mudam o metabolismo dos lipídios. Em estágio inicial pode ser observado um

aumento de triglicerídios, colesterol e HDL colesterol,

sob a influência do componente estrogênico. Um outro exemplo de efeito regular das drogas é a

hipercalcemia observada durante tratamento com

tiazidas.

Influências irregulares - Idiossincrasias

Fatores constitucionais podem ser decisivos no

desenvolvimento de dano hepático causado por certos

esteróides. Elevação da Fosfatase alcalina é comum, bem como a elevação das Transaminases séricas. Esteróides

anabólicos, podem causar colestase hepática, bem como aumento da F. alcalina.

INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL GLICIDICO
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL GLICIDICO
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM
EXAMES DO PERFIL GLICIDICO

O controle de Glicemia para pacientes diabéticos é

de extrema importância.

O controle de Glicemia para pacientes diabéticos é de extrema importância.
O controle de Glicemia para pacientes diabéticos é de extrema importância.
O controle de Glicemia para pacientes diabéticos é de extrema importância.

Uma Breve Revisão

Diabetes Mellitus
Diabetes Mellitus
Uma Breve Revisão Diabetes Mellitus

Abordagem Fisiológica: Qual a relação metabólica da Glicose com os

tecidos?

Abordagem Fisiológica: Qual a relação metabólica da Glicose com os tecidos?
Abordagem Fisiológica: Qual a relação metabólica da Glicose com os tecidos?

Abordagem Bioquimica: Como é regulada a glicemia?

Alimentação Na +2 Na +2 Insulina Insulina
Alimentação
Na +2
Na +2
Insulina
Insulina

Abordagem Fisiopatológica: Como a DM se desenvolve?

O diabetes mellitus é uma síndrome de etiologia

múltipla, caracterizada por hiperglicemia decorrente

da falta de insulina ou da incapacidade da mesma em

exercer seus efeitos de modo adequado nos tecidos periféricos.

Abordagem Epidemiológica: Qual o impacto da DM na Saúde Pública?

Primeira causa de cegueira adquirida. cegueira adquirida.

na Saúde Pública? Primeira causa de cegueira adquirida. Importante causa de ingresso nos programas de diálise
na Saúde Pública? Primeira causa de cegueira adquirida. Importante causa de ingresso nos programas de diálise

Importante causa de ingresso nos programas de diálise . diálise.

Importante causa de ingresso nos programas de diálise . Importante determinante de amputações de membros

Importante determinante de amputações de membros

inferiores.de diálise . Importante determinante de amputações de membros Entre os principais fatores de risco cardiovascular

. Importante determinante de amputações de membros inferiores. Entre os principais fatores de risco cardiovascular .

Entre os principais fatores de risco cardiovascular . cardiovascular.

Epidemiologia

Estudo Multicêntrico de Prevalência DM tipo 2 no Brasil

7,6%
7,6%
17,4 12,7 7,6 5,5 2,7 30 - 39 40 - 49 50 - 59 60
17,4
12,7
7,6
5,5
2,7
30 - 39
40 - 49
50 - 59
60 - 69 TOTAL

Grupos etários (anos)

Principais exames Laboratoriais para o

diagnóstico e monitoramento da Diabetes

Principais exames Laboratoriais para o diagnóstico e monitoramento da Diabetes
Glicemia em jejum
Glicemia em jejum

Um dos exames mais requisitados a fim de verificar a homeostase da

glicose.

Hemoglobina glicada
Hemoglobina glicada

O resultado do teste de HbA1c é indicador da qualidade no

tratamento do diabetes.

Coleta realizada com no mínimo 08 horas de jejum , em tubo com fluoreto (diminui

Coleta realizada com no mínimo 08 horas de jejum, em tubo com fluoreto (diminui consumo do analito pela parte celular e consumo por ação de enzimas glicolíticas plasmáticas).

e consumo por ação de enzimas glicolíticas plasmáticas). VR: <100 mg/dL Interpretação : • > 126

VR: <100 mg/dL Interpretação :

>126 mg/dL: Diabetes

>100 a <126 mg/dL: tolerância diminuída

Casual > 200 mg/dL + sintomas: Diabetes

Tem valor no diagnóstico e monitoramento da Diabetes

Associação Americana de Diabetes e Sociedade Brasileira de Diabetes

A glicose se combina com a Hb quase irreversivelmente e, deste modo, a HbA1c avaliará
A glicose se combina com a Hb quase irreversivelmente e, deste modo, a HbA1c avaliará
A glicose se combina com a Hb quase irreversivelmente e, deste modo, a HbA1c avaliará
A glicose se combina com a Hb quase irreversivelmente e, deste modo, a HbA1c avaliará

A glicose se combina com a Hb quase irreversivelmente e, deste modo, a HbA1c avaliará a concentração plasmática média dos 2 a 3 meses.

a concentração plasmática média dos 2 a 3 meses. Pode apresentar valores normais em pacientes com

Pode apresentar valores normais em pacientes com

GJ> 126 mg/dL.

Segundo ADA: > 6,5% é diabético.

Interpretação:  Normal: <6,5%  Bom controle do diabético: <7% Associação Americana de Diabetes e
Interpretação:
Interpretação:
Interpretação:  Normal: <6,5%  Bom controle do diabético: <7% Associação Americana de Diabetes e

Normal: <6,5%

Bom controle do diabético: <7%

Normal: <6,5%  Bom controle do diabético: <7% Associação Americana de Diabetes e Sociedade Brasileira de

Associação Americana de Diabetes e Sociedade Brasileira de Diabetes

INTERFERÊNCIAS DE

MEDICAMENTOS NO PERFIL

GLICÍDICO

Pode Produzir Elevação ou Redução da Glicemia e de seus marcadores (Hemoglobina Glicada, por exemplo)

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MECANISMOS COMUNS DAS INTERFERÊNCIAS BIOLÓGICAS

- Qualquer fármaco ou grupo de fármacos capaz de bloquear a despolarização de células beta do pâncreas, reduz a secreção de insulina e eleva a glicemia:

Grupos de Fármacos Envolvidos

• •
Bloqueadores de Canais de Cálcio:
Bloqueadores de Canais de Cálcio:

Ex.: Anlodipino, Nifedipino, Isradipino, Felodipino

Bloqueadores dos Canais de Sódio:
Bloqueadores dos Canais de Sódio:

Ex.: Fenitoína, Carbamazepina

MECANISMOS COMUNS DAS INTERFERÊNCIAS BIOLÓGICAS

- Depleção de Potássio

Promove hiperpolarização da membrana e redução da secreção de insulina ocasionando elevação da Glicemia

Grupos de Fármacos Envolvidos

elevação da Glicemia Grupos de Fármacos Envolvidos – Diuréticos de Alça e Tiazídicos: Ex.: Furosemida,
elevação da Glicemia Grupos de Fármacos Envolvidos – Diuréticos de Alça e Tiazídicos: Ex.: Furosemida,

Diuréticos de Alça e Tiazídicos:

Ex.: Furosemida, Hidroclorotiazida

MECANISMOS COMUNS DAS INTERFERÊNCIAS BIOLÓGICAS

- Mobilização de Glicogênio Hepático ocasiona elevação da Glicemia

Grupos de Fármacos Envolvidos

Agonistas de Receptores Beta-2 Adrenérgicos:

Ex.: Fenoterol, Formoterol, Salbutamol, Terbutalina

Corticosteróides:

Ex.: Prednisona, Prednisolona, Dexametasona, Hidrocortisona

Medicamentos Efeito Fisiológico (Interação)

CAUSAM HIPERGLICEMIA

Princípio Ativo Grupo farmacológico principal Causa Nifedipina Anti-Hipertensivo Hiperglicemia inicial e em
Princípio Ativo
Grupo farmacológico
principal
Causa
Nifedipina
Anti-Hipertensivo
Hiperglicemia inicial e em
superdosagem
Verapamil
Anti-Arritmico
Hiperglicemia inicial e em
superdosagem
Clortalidona
Diurético
Hiperglicemia Intolerância a
Glicose
Piroxican
Antiinflamatório não-
esteróide
Hiperglicemia
Terbutalina
Broncodilatador
Hiperglicemia
Ciprofloxacino
Antibiótico
Hiperglicemia
Carbamazepina
Anti-convulsivante
Hiperglicemia
Leuprolide
Anti-Neoplásico
Hiperglicemia Intolerância a
Glicose

CAUSAM HIPERGLICEMIA

Princípio Ativo
Princípio Ativo
Grupo farmacológico principal
Grupo farmacológico
principal

Antineoplásico

Efeito
Efeito

Megestrol

Hiperglicemia Intolerância a Glicose

Prednisolona

Anti-inflamatório AntiHistaminíco e Imunossupressor

Hiperglicemia Ação Gliconeogênese Resistência a Insulina

Lopinavir e Ritonavir

AntiRetrovirais

Hiperglicemia e podem exacerbar a diabetes.

Peginterferon Alfa

Anti-Viral (Tratamento HCV)

Hiperglicemia Resistência Insulina e pode levar a diabetes

CAUSAM HIPOGLICEMIA

Princípio Ativo
Princípio Ativo
Grupo Farmacológico Principal
Grupo Farmacológico
Principal

Anti-Hipertensivo

+

Diurético

Efeito
Efeito

Bisoprolol + Hidroclorotiazida

Hipoglicemia Potencializa efeito da Insulina e retarda normal

Propranolol

Anti-Hipertensivo

Hipoglicemia Potencializa efeito da Insulina e retarda normal

Lisinopril

Anti-Hipertensivo

Potencializa efeito de

med. Hipo Orais e Insulina

Fluoxetina

Anti-Depressivo

Pode ocorrer durante tratamento Ajustar insulina (Diabéticos)

CAUSAM HIPOGLICEMIA

Princípio Ativo
Princípio Ativo
Grupo farmacológico principal
Grupo farmacológico
principal

Anti-Hipertensivo

Efeito
Efeito

Nadolol

Hipoglicemia Pode mascarar Hipo em Diabéticos e Potencializar medicamentos Hipo.

Sulfametoxazol+

Trimetoprima

Antibacteriano

Potencializa efeito de medicamentos Hipoglicemiantes (Sulfoniluréia)

CAUSAM HIPOGLICEMIA

Princípio Ativo
Princípio Ativo
Grupo farmacológico principal
Grupo farmacológico
principal

Anti-Hipertensivo

Efeito
Efeito

Nadolol

Hipoglicemia Pode mascarar Hipo em Diabéticos e Potencializar medicamentos Hipo.

Sulfametoxazol+

Trimetoprima

Antibacteriano

Potencializa efeito de medicamentos Hipoglicemiantes (Sulfoniluréia)

Valores Aumentados

Interferente

Parâmetro

Mecanismo Envolvido

Amitriptilina

Glicemia

Desconhecido

Baclofeno

Glicemia

Desconhecido

Carbamazepina

Glicemia

Redução da Sec. de Insulina

Carbamazepina

Glicosúria

Redução da Sec. de Insulina

Corticosteróides

Glicemia

Mobilização de glicogênio

Cefalosporinas

Glicosúria

Método Sulfato Cúprico

Diuréticos

Glicemia

Redução da Sec. de Insulina, tolerância tecidual a glicose

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Valores Aumentados

Interferente

Parâmetro

Mecanismo Envolvido

Estradiol

Glicemia

Tolerância tecidual a glicose

Estrogênios

Glicemia

Tolerância tecidual a glicose

Fenitoína

Glicemia

Redução da Sec. de Insulina

Flufenazina

Glicemia

Desconhecido

Haloperidol

Glicemia

Desconhecido

Imipramina

Glicemia

Desconhecido

Isoniazida

Glicemia

Desconhecido

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Valores Aumentados

Interferente

Parâmetro

Mecanismo Envolvido

Levodopa

Glicemia

Desconhecido

Levodopa

Glicosúria

Método Sulfato Cúprico

Levotiroxina

Glicemia

Mobilização de glicogênio

Lítio

Glicemia

Desconhecido

Lítio

Glicosúria

Desconhecido

Meperidina

Glicemia

Desconhecido

Nortriptilina

Glicemia

Desconhecido

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Valores Aumentados

Interferente

Parâmetro

Mecanismo Envolvido

Penicilina

Glicosúria

Método Sulfato Cúprico

Quetiapina

Glicemia

Mobilização de glicogênio

Sildenafila

Glicemia

Desconhecido

Tetraciclina

Glicemia

Método Ortotoluidina e hexoquinase

Amoxicilina

Glicosúria

Método semi-quantitativo

colorimétrico

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Valores Diminuídos

Interferente

Parâmetro

Mecanismo Envolvido

AAS

Glicemia Hemoglobina glicada

Aumento da Sensib. Tecidual método cromatográfico

Salicilatos

ácido ascórbico

Glicemia

método glicose-oxidase

ácido ascórbico

Glicemia

método sulfato cúprico

Diazepam

Glicosúria

Método glicose oxidase

Metronidazol

Glicemia

Método hexoquinase

Paracetamol

Glicemia

Fisiológico Desconhecido

Paracetamol

Glicemia

método da glicose oxidase/peroxidase

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Princípios Ativos presentes em MIPs

-A Presença de grandes quantidades de vitaminas C e E é descrita como fator que pode induzir resultados falsamente diminuídos por inibirem a Glicação da Hemoglobina (exame de forte importância no monitoramento do paciente Diabético)

por inibirem a Glicação da Hemoglobina (exame de forte importância no monitoramento do paciente Diabético)
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL LIPIDICO
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL LIPIDICO
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM
EXAMES DO PERFIL LIPIDICO
Princípio Ativo Encontrado Efeito Furosemida Anti- Hipertensivo Aumento do Colesterol e Triglicérides Hidroclorotiazida
Princípio Ativo Encontrado Efeito Furosemida Anti- Hipertensivo Aumento do Colesterol e Triglicérides Hidroclorotiazida
Princípio Ativo Encontrado Efeito Furosemida Anti- Hipertensivo Aumento do Colesterol e Triglicérides Hidroclorotiazida

Princípio Ativo

Encontrado

Efeito

Furosemida

Princípio Ativo Encontrado Efeito Furosemida Anti- Hipertensivo Aumento do Colesterol e Triglicérides Hidroclorotiazida

Anti- Hipertensivo

Aumento do Colesterol e Triglicérides

Hidroclorotiazida

Aumento do Colesterol e Triglicérides Hidroclorotiazida Anti-Hipertensivo Aumento de Colesterol e Triglicérides

Anti-Hipertensivo

Aumento de Colesterol e Triglicérides

Propanolol Anti-Hipertensivo Os bloqueadores b-adrenérgicos reduzem os níveis plasmáticos de HDL colesterol de alta
Propanolol Anti-Hipertensivo Os bloqueadores b-adrenérgicos reduzem os níveis plasmáticos de HDL colesterol de alta
Propanolol Anti-Hipertensivo Os bloqueadores b-adrenérgicos reduzem os níveis plasmáticos de HDL colesterol de alta

Propanolol

Anti-Hipertensivo

Os bloqueadores b-adrenérgicos reduzem os níveis plasmáticos de HDL colesterol de alta densidade e aumentam os níveis de triglicerídeos e ácido úrico.

de HDL colesterol de alta densidade e aumentam os níveis de triglicerídeos e ácido úrico. Nadolol

Nadolol

Anti- Hipertensivo

de HDL colesterol de alta densidade e aumentam os níveis de triglicerídeos e ácido úrico. Nadolol
Princípio Ativo Encontrado Efeito Prednisolona Corticóide Aumento do Colesterol e Triglicérides Lopinavir e Ritonavir
Princípio Ativo Encontrado Efeito Prednisolona Corticóide Aumento do Colesterol e Triglicérides Lopinavir e Ritonavir
Princípio Ativo Encontrado Efeito Prednisolona Corticóide Aumento do Colesterol e Triglicérides Lopinavir e Ritonavir

Princípio Ativo

Encontrado

Efeito

Prednisolona

Princípio Ativo Encontrado Efeito Prednisolona Corticóide Aumento do Colesterol e Triglicérides Lopinavir e Ritonavir

Corticóide

Aumento do Colesterol e

Triglicérides

Lopinavir e Ritonavir

Aumento do Colesterol e Triglicérides Lopinavir e Ritonavir Inibidores de Proteases AntiRetrovirais Aumento de

Inibidores de Proteases AntiRetrovirais

Aumento de Colesterol e Principalmente Triglicérides

Anticoncepcionais Progestógenos Anticoncepcionais Elevam Triglicérides em 20% e reduzem HDL L-Carinitina Mobilizador de
Anticoncepcionais Progestógenos Anticoncepcionais Elevam Triglicérides em 20% e reduzem HDL L-Carinitina Mobilizador de
Anticoncepcionais Progestógenos Anticoncepcionais Elevam Triglicérides em 20% e reduzem HDL L-Carinitina Mobilizador de

Anticoncepcionais Progestógenos

Anticoncepcionais Progestógenos Anticoncepcionais Elevam Triglicérides em 20% e reduzem HDL L-Carinitina Mobilizador de

Anticoncepcionais

Elevam Triglicérides em 20% e reduzem HDL

L-Carinitina

Elevam Triglicérides em 20% e reduzem HDL L-Carinitina Mobilizador de Gorduras Eleva Triglicérides por

Mobilizador de Gorduras

Eleva Triglicérides por mobilização de gordura do tecido adiposo.

Estatinas

Medicamentos

utilizados para

dislipidemias

As vastatinas

podem

elevar as CK por destruição de fibras musculares.

Elevação da enzima CK

para dislipidemias As vastatinas podem elevar as CK por destruição de fibras musculares. Elevação da enzima

Saiba mais

sobre os

antirretrovirais

Saiba mais sobre os antirretrovirais
Saiba mais sobre os antirretrovirais
Saiba mais sobre os antirretrovirais

Saiba mais

sobre os

antirretrovirais

Saiba mais sobre os antirretrovirais
Saiba mais sobre os antirretrovirais
Saiba mais sobre os antirretrovirais
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL TIREOIDEOANO
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL TIREOIDEOANO
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM
EXAMES DO PERFIL TIREOIDEOANO
Tireóide
Tireóide

A tireoide se localiza na região da garganta e quando não está

funcionando adequadamente pode liberar hormônios:

em excesso em quantidade insuficiente

em excesso em quantidade insuficiente hipertireoidismo hipotiroidismo primário

hipertireoidismo hipotiroidismo primário

em excesso em quantidade insuficiente hipertireoidismo hipotiroidismo primário
adequadamente pode liberar hormônios: em excesso em quantidade insuficiente hipertireoidismo hipotiroidismo primário
adequadamente pode liberar hormônios: em excesso em quantidade insuficiente hipertireoidismo hipotiroidismo primário
Retroalimentação
Retroalimentação

Sua atividade é regulada pelo TSH (hormônio estimulante da

tireoide), produzido pela hipófise.

TSH

estimulante da tireoide), produzido pela hipófise.  TSH T3 (triodotironina), T4 (tiroxina) (hormônios tireoidianos)

T3 (triodotironina), T4 (tiroxina) (hormônios tireoidianos)

T3 (triodotironina), T4 (tiroxina) (hormônios tireoidianos)  Se TSH alto , é sinal de que a

Se TSH alto, é sinal de que a hipófise está sendo estimulada a

secretar mais hormônio para ativar a tireoide.

a secretar mais hormônio para ativar a tireoide.  Se TSH baixo , a hipófise recebe

Se TSH baixo, a hipófise recebe a informação de que a tireoide

, a hipófise recebe a informação de que a tireoide está secretando mais T4 do que

está secretando mais T4 do que o necessário para o organismo e,

assim, diminui a produção de TSH.

Retroalimentação
Retroalimentação
Iodo Resultado: Xarope expectorante Inibem secreção de hormônio tireoideano dando falso diagnóstico de
Iodo Resultado: Xarope expectorante Inibem secreção de hormônio tireoideano dando falso diagnóstico de
Iodo Resultado: Xarope expectorante Inibem secreção de hormônio tireoideano dando falso diagnóstico de

Iodo

Resultado:

Iodo Resultado: Xarope expectorante Inibem secreção de hormônio tireoideano dando falso diagnóstico de

Xarope expectorante

Inibem secreção de hormônio tireoideano dando falso diagnóstico de

Hipotireoidismo.Podem aumentar TSH

TSH: Aumentado T4 Baixo ou Normal T3 Baixo ou Normal

T4 Livre Baixo/Normal

Amiodarona

Agente antiarrítmico Antianginoso

Inibem conversão de T4 para

Resultado:

T3 TSH: Aumentado T4 :Aumentado

T3

TSH: Aumentado T4 :Aumentado

 

T4 Livre: Aumentado

T3

: Baixo

Glicocorticóide

Anti-Alérgico

Diminui afinidade da TBG

Resultado:

Anti-Inflamatório pelo T4, diminuindo TSH: Alto

Anti-Inflamatório

pelo T4, diminuindo

TSH: Alto

conversão para T3

T4

: Baixo

T4 Livre: Normal

T3

: Baixo

Heparina Anticoagulante ativação da lipase lipoprotéica, aumentando os níveis de ácidos graxos que podem
Heparina Anticoagulante ativação da lipase lipoprotéica, aumentando os níveis de ácidos graxos que podem

Heparina

Anticoagulante

ativação da lipase lipoprotéica, aumentando os níveis de ácidos graxos que podem deslocar T4 da sua ligação protéica.

Resultado:

TSH: Baixo

TSH: Baixo

T4

: Normal ou Alto

T4 Livre: Alto

Interferon

utilizadas no tratamento

A administração leva a

Resultado:

de doenças infecciosas como hepatite e também em neoplasias como melanoma e diminuição do T3

de doenças infecciosas como hepatite e também em neoplasias como

melanoma e

diminuição do T3 e elevação do TSH

TSH: Aumentado

T4

: Normal

 

T4 Livre: Normal

T3

: Baixo

carcinoma de células renais

 
Propanolol Anti-Hipertensivo Beta Adrenérgico Diminui Concentração de T3 na circulação Resultado:  
Propanolol Anti-Hipertensivo Beta Adrenérgico Diminui Concentração de T3 na circulação Resultado:  

Propanolol

Anti-Hipertensivo Beta Adrenérgico

Diminui Concentração de T3 na circulação

Resultado:

 
  TSH: Normal ou

TSH: Normal ou

   

Aumentado

T4 :Normal

T4 Livre: Normal

T3

: Baixo

AAS Àc. Acetilsalicílico

Antitérmico

Pode deslocar o T4 e o T3 da

Resultado:

Analgésico TBPA e o T4 da TBG TSH : Normal

Analgésico

TBPA e o T4 da TBG

TSH

: Normal

Anti-inflamatório

T4

: Baixo

T4 Livre: Normal

T3

: Baixo

Sulfato Ferroso

Antianêmico Anemia Ferropriva

Administrado juntamente com hormônio Tireoideano diminui absorção.

Resultado:

TSH: Aumentado

TSH: Aumentado

 

T4

: Baixo (Diminuído)

Ajuste de dose para quem faz tratamento.

T4 Livre: Baixo (Diminuído)

T3

: Baixo

Estrógenos Elevam a Concentração de TBG aumentando T4 e T3. Resultado: TSH: Normal   T4
Estrógenos Elevam a Concentração de TBG aumentando T4 e T3. Resultado: TSH: Normal   T4

Estrógenos

Estrógenos

Elevam a Concentração de TBG aumentando T4 e T3.

Resultado:

TSH: Normal

 

T4

: Aumentado

T4 Livre: Normal

T3

: Aumentado

Anticoncepcionais Progesterônicos

A Progesterona pode ligar-se aos receptores de TSH

Resultado:

TSH: Aumentado

  T4 : Normal
 

T4

: Normal

T4 Livre: Normal

T3

: Normal

INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL DA COAGULAÇAO E HEMOGRAMA
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL DA COAGULAÇAO E HEMOGRAMA
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM
EXAMES DO PERFIL DA COAGULAÇAO E
HEMOGRAMA
Hemostasia
Hemostasia

Manutenção da fluidez sem estravasamento.

Plaquetas: número e função.

Vasos: função e integridade.

Fatores da coagulação.

sem estravasamento.  Plaquetas: número e função.  Vasos: função e integridade.  Fatores da coagulação.
Coagulação
Coagulação

Lesão

Coagulação  Lesão formação do coágulo.  Logo após fibrinólise.  Primária: tampão plaquetário

formação do coágulo.

Logo após

 Lesão formação do coágulo.  Logo após fibrinólise.  Primária: tampão plaquetário

fibrinólise.

Lesão formação do coágulo.  Logo após fibrinólise.  Primária: tampão plaquetário (vasoconstrição). 

Primária: tampão plaquetário (vasoconstrição).

Secundária: formação da trombina.

Fibrinogênio

 Primária: tampão plaquetário (vasoconstrição).  Secundária: formação da trombina. Fibrinogênio Fibrina

Fibrina

Sinvastatina Utilizado em tratamento de dislipidemia Relatos de Potencialização de efeito de anticoagulantes
Sinvastatina Utilizado em tratamento de dislipidemia Relatos de Potencialização de efeito de anticoagulantes

Sinvastatina

Utilizado em tratamento de dislipidemia

Relatos de Potencialização de efeito de anticoagulantes

cumarínicos (Warfarina)

Aumentam resultado de INR

cumarínicos (Warfarina) Aumentam resultado de INR Rosuvastatina Utilizado em tratamento de dislipidemia

Rosuvastatina

Utilizado em tratamento

de dislipidemia

Relatos de Potencialização de

efeito de anticoagulantes

cumarínicos (Warfarina)

Aumentam resultado

de INR

dislipidemia Relatos de Potencialização de efeito de anticoagulantes cumarínicos (Warfarina) Aumentam resultado de INR
Azitromicina Antibiótico utilizado em infecções de pele, ITU,DST Relatos de interferência com anticoagulantes orais
Azitromicina Antibiótico utilizado em infecções de pele, ITU,DST Relatos de interferência com anticoagulantes orais

Azitromicina

Antibiótico utilizado em infecções de pele, ITU,DST

Relatos de interferência com anticoagulantes orais

Aumentam resultado de INR

com anticoagulantes orais Aumentam resultado de INR Ciprofloxacino As quinolonas bloqueiam a girase, uma enzima

Ciprofloxacino

As quinolonas bloqueiam a

girase, uma enzima bacteriana que tem um papel vital no metabolismo e na reprodução bacteriana,

matando os germes

causadores da doença.

Relatos de interferência com anticoagulantes orais

Aumentam Resultado de INR

matando os germes causadores da doença. Relatos de interferência com anticoagulantes orais Aumentam Resultado de INR
Cetoconazol Antifúngico Podem aumentar o efeito dos anticoagulantes orais Aumentam o INR Diclofenaco de Sódio
Cetoconazol Antifúngico Podem aumentar o efeito dos anticoagulantes orais Aumentam o INR Diclofenaco de Sódio

Cetoconazol

Antifúngico

Podem aumentar o efeito dos

anticoagulantes orais

Aumentam o INR

aumentar o efeito dos anticoagulantes orais Aumentam o INR Diclofenaco de Sódio Anti- Inflamatório não hormonal

Diclofenaco de Sódio

Anti-

Inflamatório

não hormonal

Há relatos de hemorragia por interação com Anticoagulantes orais.

Aumentam INR

Sódio Anti- Inflamatório não hormonal Há relatos de hemorragia por interação com Anticoagulantes orais. Aumentam INR
AAS Analgésico e Anti- inflamatório Anti-Agregante Plaquetário Aumentam INR Paracetamol Analgésico e
AAS Analgésico e Anti- inflamatório Anti-Agregante Plaquetário Aumentam INR Paracetamol Analgésico e

AAS

Analgésico e

Anti-

inflamatório

Anti-Agregante Plaquetário

Aumentam INR

Anti- inflamatório Anti-Agregante Plaquetário Aumentam INR Paracetamol Analgésico e Diminuição da Síntese

Paracetamol

Paracetamol

Analgésico e

Diminuição da Síntese

Potencializa os efeitos

Anti-Pirético

hepática dos fatores de coagulação

dos Anticoagulantes orais

Naproxeno Anti- hipoprotrombinemia Potencializam efeito dos Anticoagulantes orais e aumentam INR  
Naproxeno Anti- hipoprotrombinemia Potencializam efeito dos Anticoagulantes orais e aumentam INR  

Naproxeno

Anti-

hipoprotrombinemia

Potencializam efeito dos Anticoagulantes orais e aumentam INR

 
    Inflamatório
 

Inflamatório

Fluconazol

Fluconazol   Anti-fúngico Hepatotóxicos, diminuem fatores de coagulação Potencializam os efeitos dos ACO
 

Anti-fúngico

Hepatotóxicos, diminuem fatores de coagulação

Potencializam os efeitos dos ACO

disponível

Barbitúricos

Anti-

Indutores enzimáticos

Diminuem efeito dos Anticoagulantes cumarínicos

 
    Convulsivantes
 

Convulsivantes

anseolíticos

Cimetidina Antiácido Diminui o metabolismo da Warfarina e aumenta disponibilidade Aumento do INR
Cimetidina Antiácido Diminui o metabolismo da Warfarina e aumenta disponibilidade Aumento do INR

Cimetidina

Cimetidina

Antiácido

Diminui o metabolismo da Warfarina e aumenta disponibilidade

Aumento do INR

Hidroclorotiazida

Anti-

Promove maior diurese diminui efeito ACO

Aumenta INR

 
  hipertensivo/

hipertensivo/

Diurético

 

Hormônios Tireoideanos

 

Elevam a Concentração de TBG aumentando T4 e T3.

Resultado:

TSH: Normal

TSH: Normal

 

T4

: Aumentado

T4 Livre: Normal

 

T3

: Aumentado

Vitamina K Aumentam disponibilidade de Vitamina K Diminuem efeito dos anticoagulantes orais Anticoncepcionais
Vitamina K Aumentam disponibilidade de Vitamina K Diminuem efeito dos anticoagulantes orais Anticoncepcionais

Vitamina K

Vitamina K Aumentam disponibilidade de Vitamina K Diminuem efeito dos anticoagulantes orais

Aumentam disponibilidade de Vitamina K

Diminuem efeito dos anticoagulantes orais

Anticoncepcionais

Diminuem o efeito dos ACO

disponibilidade de Vitamina K Diminuem efeito dos anticoagulantes orais Anticoncepcionais Diminuem o efeito dos ACO
Fluoxetina Antidepressivo Diminui o efeito dos ACO
Fluoxetina Antidepressivo Diminui o efeito dos ACO

Fluoxetina

Antidepressivo

Diminui o efeito dos ACO

Fluoxetina Antidepressivo Diminui o efeito dos ACO

Clopidogrel

indicado para a redução de eventos aterotrombóticos

Clopidogrel indicado para a redução de eventos aterotrombóticos Potente inibidor da agregação plaquetária Aumenta INR

Potente

inibidor da

agregação

plaquetária

Aumenta INR

Clopidogrel indicado para a redução de eventos aterotrombóticos Potente inibidor da agregação plaquetária Aumenta INR

Hemograma

Hemograma

A Medula Óssea

A Medula Óssea

Medicamentos x Exames hematológicos

Ácido acetilsalicílico

Inibe COX (síntese de prostaglandina)

Inibe Tromboxana A2

Inibe COX (síntese de prostaglandina) Inibe Tromboxana A2 Anti-inflamatório Anti-agregante plaquetário
Inibe COX (síntese de prostaglandina) Inibe Tromboxana A2 Anti-inflamatório Anti-agregante plaquetário

Anti-inflamatório

Anti-agregante plaquetário

Exames: Coagulação

TS, TC (tempo aumentado)

Potencializa o efeito dos anticoagulantes orais

plaquetário • Exames: Coagulação • TS, TC (tempo aumentado) • Potencializa o efeito dos anticoagulantes orais
plaquetário • Exames: Coagulação • TS, TC (tempo aumentado) • Potencializa o efeito dos anticoagulantes orais
plaquetário • Exames: Coagulação • TS, TC (tempo aumentado) • Potencializa o efeito dos anticoagulantes orais
plaquetário • Exames: Coagulação • TS, TC (tempo aumentado) • Potencializa o efeito dos anticoagulantes orais
plaquetário • Exames: Coagulação • TS, TC (tempo aumentado) • Potencializa o efeito dos anticoagulantes orais

Dipirona

 
 
 
   

Analgésico e antipirético

 

Inibe prostaglandinas

 
e antipirético   Inibe prostaglandinas   • Exames:   • Raramente leucopenia.
e antipirético   Inibe prostaglandinas   • Exames:   • Raramente leucopenia.
e antipirético   Inibe prostaglandinas   • Exames:   • Raramente leucopenia.
e antipirético   Inibe prostaglandinas   • Exames:   • Raramente leucopenia.
e antipirético   Inibe prostaglandinas   • Exames:   • Raramente leucopenia.
e antipirético   Inibe prostaglandinas   • Exames:   • Raramente leucopenia.

Exames:

 

Raramente leucopenia.

 

Agranulocitose pode representar risco de vida.

 

Sinais típicos de trombopenia incluem uma maior tendência para sangramento.

G6PD

• G6PD Hemólise (%Ret.Aum. E eritroblastos no SP)  

Hemólise (%Ret.Aum. E eritroblastos no SP)

 

Hidróxido de alumínio e magnésio

Anti-ácidos

Exames:

Pacientes renais

• Hidróxido de alumínio e magnésio Anti-ácidos • Exames: • Pacientes renais piora da anemia
• Hidróxido de alumínio e magnésio Anti-ácidos • Exames: • Pacientes renais piora da anemia
• Hidróxido de alumínio e magnésio Anti-ácidos • Exames: • Pacientes renais piora da anemia

piora da anemia

• Hidróxido de alumínio e magnésio Anti-ácidos • Exames: • Pacientes renais piora da anemia
• Hidróxido de alumínio e magnésio Anti-ácidos • Exames: • Pacientes renais piora da anemia
• Sulfato ferroso ou complexos vitamínicos Fe Hb nos eritroblastos • Exames: paciente com deficiência
• Sulfato ferroso ou complexos vitamínicos
Fe
Hb nos eritroblastos
• Exames: paciente com deficiência de ferro (Mulheres e crianças)

Eritroblasto no Sangue

% Reticulócitos

crianças) • Eritroblasto no Sangue • % Reticulócitos • Anemia hemolítica??? hemólise (?) aumentada Resposta

Anemia hemolítica???

no Sangue • % Reticulócitos • Anemia hemolítica??? hemólise (?) aumentada Resposta a utilização de ferro

hemólise (?)

aumentada

no Sangue • % Reticulócitos • Anemia hemolítica??? hemólise (?) aumentada Resposta a utilização de ferro

Resposta a utilização de ferro

Poiquilocitose
Poiquilocitose
Sobre os antibióticos , também sabemos que causam alteração nos exames hematológicos , de várias

Sobre os antibióticos, também sabemos que causam alteração nos exames hematológicos, de várias maneiras

Princípio Ativo

Alteração no

Exame

Efeito Interferente

Encontrado

Cefalosporina

no Exame Efeito Interferente Encontrado Cefalosporina Tetraciclina Série Vermelha (Hemácias) Anemia Hemolítica

Tetraciclina

Série Vermelha (Hemácias)

Anemia Hemolítica Transitória

Antibiótico para Infecções respiratória, pele, ITU

Antibiótico para Infecções respiratória, pele, ITU Plaquetas, Leucócitos,Hemácias Trombocitopênia,

Plaquetas,

Leucócitos,Hemácias

Trombocitopênia,

Neutropênia, Eosinofilia, Hemólise Transitória

Infecções por

Mycoplasma, Clamydia, Helicobacter Pylori.

Neutropênia, Eosinofilia, Hemólise Transitória Infecções por Mycoplasma, Clamydia, Helicobacter Pylori.
Princípio Ativo Alteração no Exame Efeito Interferente Encontrado Cloranfenicol Série Vermelha Inibição da
Princípio Ativo
Alteração no Exame
Efeito Interferente
Encontrado
Cloranfenicol
Série Vermelha
Inibição da
Utilizado para
Eritropoiese,Anemia
Infecções intra-
Aplástica
oculares
Penicilinas
Série
Vermelha,Leucócitos,
Anemia hemolítica,
Neutropênia,
Infecções garganta,
doenças venéreas
Plaquetas
Trombocitopênia,Altera-
ção de coagulação.
Podem produzir Falso
resultado Positivo para
Testes de Coombs
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DE URINA
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DE URINA
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM
EXAMES DE URINA
Infecção Urinária
Infecção Urinária

Trato urinário inferior

Trato urinário inferior diagnóstico de cistite. Trato urinário inferior e o superior pielonefrite.

diagnóstico de cistite.

Trato urinário inferior e o superior

Trato urinário inferior diagnóstico de cistite. Trato urinário inferior e o superior pielonefrite.

pielonefrite.

Cistite Geralmente menos grave.

o superior pielonefrite. Cistite Geralmente menos grave. Pielonefrite Geralmente mais grave. Assoc. à cálculos

Pielonefrite Geralmente mais grave. Assoc. à cálculos renais.

Infecção Urinária
Infecção Urinária

Escherichia coli , Staphylococcus saprophyticus , espécies de Proteus e de Klebsiella e o Enterococcus faecalis .

Escherichia coli

e de Klebsiella e o Enterococcus faecalis .  Escherichia coli 80% das das infecções do

80% das das infecções do trato urinário.

e de Klebsiella e o Enterococcus faecalis .  Escherichia coli 80% das das infecções do
Diagnóstico Laboratorial
Diagnóstico Laboratorial

Infecção urinária

Infecção urinária crescimento bacteriano > 100 000 UFC/mL

crescimento bacteriano

> 100 000 UFC/mL

Urocultura

Infecção urinária crescimento bacteriano > 100 000 UFC/mL Urocultura Fornecer o agente etiológico.

Fornecer o agente etiológico.

Diagnóstico Laboratorial
Diagnóstico Laboratorial

Antibiograma

Diagnóstico Laboratorial Antibiograma Traz subsídio para conduta terapêutica. Bactéria é resistente. Bactéria é
Diagnóstico Laboratorial Antibiograma Traz subsídio para conduta terapêutica. Bactéria é resistente. Bactéria é

Traz subsídio para conduta terapêutica.

Bactéria é resistente. Bactéria é sensível. Em relação ao painel de antibióticos.

para conduta terapêutica. Bactéria é resistente. Bactéria é sensível. Em relação ao painel de antibióticos.
 Os antibióticos são medicamentos que causam interferência direta nos exames de cultura . 

Os antibióticos são medicamentos que causam interferência direta nos exames de cultura.

Pacientes que fazem uso de antibiótico não podem realizar exames de cultura de urina, cultura de secreções, porque por influência do princípio ativo não haverá crescimento bacteriano.

É necessário ficar pelo menos sete dias sem antibiótico para realizar exame

Alguns exemplos de Cor de Urina modificadas pelo uso de medicamentos

Cor da Urina
Cor da Urina

Branca

Patológica
Patológica
Não Patológica
Não Patológica

Presença de Leucócitos

Fosfatos : Presença de Partículas em suspensão

Alaranjada

Bilirrubinas ou Urobilinogênio

Urato Amorfo - Suspensão Medicamentos:

(Fenazopiridina) / Polivitamínicos

Âmbar Castanho quase negro

Bilirrubinas

Uroporfirinas

Mioglobiina

Medicamentos:

Metronidazol Compostos de Ferro

Esverdeada

Infecção por Pseudomonas

Medicamentos:Timol / Fenil Salicilato

INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL HEPÁTICO
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM EXAMES DO PERFIL HEPÁTICO
INTERFERÊNCIA MEDICAMENTOSA EM
EXAMES DO PERFIL HEPÁTICO
- Os Farmácos precisam passar por reações Bioquímicas ao entrar no organismo. - As Reações
- Os Farmácos precisam passar por reações Bioquímicas ao entrar no organismo. - As Reações

- Os Farmácos precisam passar por reações Bioquímicas ao

entrar no organismo.

- As Reações Bioquímicas se processam em duas Fases:

- As Reações Bioquímicas se processam em duas Fases: Fase I (Oxidação,Redução, Hidrólise) e Fase II

Fase I (Oxidação,Redução, Hidrólise) e

Fase II (Reações de conjugação)

Hidrólise) e Fase II (Reações de conjugação) e o órgão mais envolvido neste processo é o

e o órgão mais envolvido neste processo é o FÍGADO.

Glândula de extrema importância no metabolismo de substâncias exógenas. endógenas e

Glândula de extrema importância no

metabolismo de substâncias

exógenas.

endógenas e

Glândula de extrema importância no metabolismo de substâncias exógenas. endógenas e
- Aspartato AminoTransaminase (AST,antes TGO) - Alanina AminoTransferase (ALT,antes TGP) - Gama Glutamil-transpeptidase ou
- Aspartato AminoTransaminase (AST,antes TGO) - Alanina AminoTransferase (ALT,antes TGP) - Gama Glutamil-transpeptidase ou

- Aspartato AminoTransaminase (AST,antes TGO)

- Alanina AminoTransferase (ALT,antes TGP)

- Gama Glutamil-transpeptidase ou Transferase (Gama-GT)

- Lactato Desidrogenase Total e LDH5-isoenzima

- Aldolase

- Fosfatase Alcalina (ALP)

- Glutamato Desidrogenase (GLDH)

- Leucina Aminopeptidase (LAP)

- Fosfatase Alcalina (ALP) - Glutamato Desidrogenase (GLDH) - Leucina Aminopeptidase (LAP) *BILIRRUBINAS (não é enzima)

*BILIRRUBINAS (não é enzima)

-AST : Homens 38 U/L Mulheres 32 U/L -ALT: Homens 41 U/L Mulheres 31 U/L

-AST : Homens 38 U/L

Mulheres 32 U/L

-ALT: Homens 41 U/L Mulheres 31 U/L

-Gama - GT: Homens 11 a 40 U/L

Mulheres 7 a 32 U/L

-LDH Total : 240 a 480 U/L

-Aldolase : 7,6 U/L

-Fosfatase Alcalina: 50 a 250 U/L (acima de 18 anos)

*Bilirrubinas : Total 0,2 a 1,0 mg/dL

(Adulto)

Direta 0,1 a 0,3 mg/dL

5.

5. - Analgésicos e Antitérmicos (ex.: Paracetamol, AAS) - Antiácidos (ex.: Hidróxido de Al e Mg)
5. - Analgésicos e Antitérmicos (ex.: Paracetamol, AAS) - Antiácidos (ex.: Hidróxido de Al e Mg)
5. - Analgésicos e Antitérmicos (ex.: Paracetamol, AAS) - Antiácidos (ex.: Hidróxido de Al e Mg)

- Analgésicos e Antitérmicos (ex.: Paracetamol, AAS)

- Antiácidos (ex.: Hidróxido de Al e Mg)

- Anti-gripais (ex.: Salicilatos + associações)

- Mucolíticos/Expectorantes (ex.:N-acetilcisteína)

- Mucolíticos/Expectorantes (ex.:N-acetilcisteína) - Descongestionantes Nasais (ex.: Nafazolina + associaçõ

- Descongestionantes Nasais (ex.: Nafazolina + associações)

- Hepatoprotetores (ex.: Metionina + associações)

a) Paracetamol - Hepatotóxico, Aumenta níveis de: ALT, AST, Gama-GT mimetizando uma insuficiência hepática, ou
a) Paracetamol - Hepatotóxico, Aumenta níveis de: ALT, AST, Gama-GT mimetizando uma insuficiência hepática, ou
a) Paracetamol - Hepatotóxico, Aumenta níveis de: ALT, AST, Gama-GT mimetizando uma insuficiência hepática, ou

a) Paracetamol

- Hepatotóxico, Aumenta níveis de:

ALT, AST, Gama-GT mimetizando uma

insuficiência hepática, ou agravando

um quadro de hepatopatia.

Aumenta níveis de: ALT, AST, Gama-GT mimetizando uma insuficiência hepática, ou agravando um quadro de hepatopatia

b) Ácido Acetil Salicilico

Aumenta: AST, ALT e FA Obs: Aumento de

Bilirrubinas

c) N-acetilcisteína

Aumento da LDH e G-GT

b) Ácido Acetil Salicilico Aumenta: AST, ALT e FA Obs: Aumento de Bilirrubinas c) N-acetilcisteína Aumento
► Grave problema, pouco visualizado (instituir a planilha do perfil Farmacoterapêutico (coleta de ► Na
► Grave problema, pouco visualizado (instituir a planilha do perfil Farmacoterapêutico (coleta de ► Na
► Grave problema, pouco visualizado (instituir a planilha do perfil Farmacoterapêutico (coleta de ► Na
► Grave problema, pouco visualizado (instituir a planilha do perfil Farmacoterapêutico (coleta de ► Na

Grave problema, pouco visualizado

(instituir a planilha do perfil Farmacoterapêutico (coleta de
(instituir
a
planilha
do
perfil
Farmacoterapêutico
(coleta
de

Na ficha do paciente no Laboratório de Análises Clínicas, Farmácia ou Drogaria

informações),

contemplando resultados de exames laboratoriais)

contemplando resultados de exames laboratoriais) ► Na Atenção Farmacêutica (Informações ao paciente,

Na Atenção Farmacêutica

(Informações ao paciente, e sempre que possível,informar ao médico todos os medicamentos utilizados no tratamento que tenham potenciais interações com exames, isso pode ser feito com a PPF )

Medicamentos em que o fármaco está presente: Atenol®, Angipress®, Ablok®, Ablok plus®, Angipress CD®, Ateneo®,
Medicamentos em que o fármaco está presente: Atenol®, Angipress®, Ablok®, Ablok plus®, Angipress
CD®, Ateneo®, Atenopress®, Atenorese®, Nifelat®, Tenoretic®.
Possíveis interferências em exames laboratoriais:
No sangue:
Ácido Úrico
Anticorpos Antinucleares (ANA)
Glicose
Insulina
Lipoproteínas
Nitrogênio Uréico (doença cardíaca severa)
Potássio
Triglicérides
Uréia
Bibliografia consultada: Bibliografia consultada: BULAS. Disponível em:
<http://www.bulas.med.br/bula/7677/ablok.htm> Acesso em 17.mar.2012
BULAS DE MEDICAMENTOS. Disponível em: <http://www.bulasdemedicamentos.com.br/pesquisas/atenolol.html>
Acesso em 17.mar.2012
FERREIRA, Bárbara C. et al. Estudo dos Medicamentos utilizados pelos pacientes atendidos em Laboratório de
Análises Clínicas e suas interferências em testes laboratoriais: uma revisão da literatura. Goiás: Revista Eletrônica de
Farmácia, Vol. VI (1), 2009. Disponível em <http://www.revistas.ufg.br/index.php/REF/article/view/5859/4559>.
Acessado em: 29.mar.2012.
Comissão Assessora de Análises Clínicas e Toxicológicas
Definição: O objetivo do teste é determinar se o nível de glicose no sangue (glicemia)
Definição: O objetivo do teste é determinar se o nível de glicose no sangue (glicemia) está dentro dos
parâmetros saudáveis, fornecendo, desta forma, dados para investigação, diagnóstico e
monitoramento da hiperglicemia (glicose elevada no sangue), hipoglicemia (glicose diminuída no
sangue), diabetes e pré-diabetes. Também pode se avaliar a presença de glicose na urina (glicosúria),
indicando sérios problemas renais podendo ser advindos do não tratamento adequado da diabetes.
Possíveis medicamentos que podem interferir:
Glicemia:
Atenolol
Glicazida
Meperidina
Quinolonas
Dexametasona
Domperidona
Iodeto de Pralidoxime
Hidroclorotiazida
Metformina
Teofilina
Insulina
Moxifloxacino
Glicosúria:
Prednisolona
Metronidazol
Piperacilina +
tazobactam
Comissão Assessora de Análises Clínicas e Toxicológicas
- Manual of Diagnostic   and Laboratory Tests;Paganna,Kathleen Deska & Timothy

-

Manual

of

Diagnostic

 

and

Laboratory

Tests;Paganna,Kathleen

Deska

&

Timothy

James;

Mosby’s,Secound edition,2001

 

-

Effects of Drugs on Clinical Laboratory;

 

Young,Donald S.;AACC Press,Four edition,2003

Manual of Diagnostic and Laboratory Tests Paganna,Kathleen Deska & Timothy James; Mosby’s , Third Sedition,2001

Manual of Diagnostic and Laboratory Tests

Paganna,Kathleen Deska & Timothy

James; Mosby’s, Third Sedition,2001

secomas@crfsp.org.br
secomas@crfsp.org.br
secomas@crfsp.org.br
secomas@crfsp.org.br