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CARTAS

da

INTRATERRA
Povos da Terra Aliados para a Transição

Jennifer Dhursaille

1ª Edição junho de 2017


Amazon KDP
Bibliografia da Autora

A História de Pai Arruda

Crianças que Giram – O Livro dos Erês

Paralelas de Umbanda – Livro I Baianos

Paralelas de Umbanda – Livro II Marinheiros

Paralelas de Umbanda – Livro III Boiadeiros

Dentro de Uma Nave Interdimensional

Inside an Interdimensional Spaceship

Histórias do Oriente

A Aldeia de Sirius C

“Cartas da Intraterra” © 2017 Jennifer Dhursaille


Todos os Direitos Reservados
ASIN: B0714Q14LT

Capa: Roberta Alves

Ilustração à página 30: Wilson Roberto Crestani Jr

Fotos às páginas 69, 97, 99 e 135: acervo pessoal


ÍNDICE

APRESENTAÇÃO

CARTA INICIAL

CARTA UM – VOCÊS NÃO FORAM ESQUECIDOS

SONHO Nº 1 A - ALFABETOS – UMA AULA PRESENCIAL NA INTRATERRA

LOCALIZAÇÃO DA INTRATERRA

CARTA DOIS – DAS SIMILARIDADES E ALTERNÂNCIAS

CARTA TRÊS – SOBRE A VIDA COTIDIANA E ESTRUTURA SOCIAL EM TELOS

CARTA QUATRO – ASPECTOS DA VIDA NA INTRATERRA

CARTA CINCO – SOBRE AS EMBOCADURAS, PASSAGENS DIMENSIONAIS E


EMPARELHAMENTO VIBRATÓRIO

CARTA SEIS – A RELIGIÃO NA INTRATERRA

CARTA PESSOAL

CARTA SETE – A SOMATIZAÇÃO DA MATRIZ

1.a Matriz – Conceito

1.b Matriz – Consequências

1.c A Matriz no Mecanismo Reencarnatório

1.d Matriz e Karma (Sic)

1.e Matriz, Evolução e Reintegração à Fonte

CARTA OITO – EFEITOS SOMÁTICOS DA MATRIZ

GRÁFICOS E EXPLANAÇÕES ALEATÓRIAS

CARTA NOVE – SOBRE A QUARENTENA DESTE PLANETA E OUTRAS


INTERPRETAÇÕES EQUIVOCADAS
FORÇAS ESTELARES E CONEXÕES XAMÂNICAS

CARTA DEZ – TRANSPORTES I

[Contém explicações sobre as diferenças de densidade dos Corpos de


Luz]

TRANSPORTES II

[Contém explicações técnicas sobre o processo de imersão]

CARTA ONZE – ANIMAIS NA INTRATERRA

SOBRE REIKI

MAPA TEMPORAL DA EMIGRAÇÃO SIRIANA

ESTÁGIOS DO ESTABELECIMENTO DE CONTATO

A TRANSIÇÃO SOB O PONTO DE VISTA DA INTRATERRA

CARTA DOZE – O CONCEITO DE LAZER NA INTRATERRA E NAS


COMUNIDADES INTERPLANETÁRIAS

[Contém explicações sobre o conceito de “orixás” na visão


extraterrestre]

ANEXOS

CONTATADOS – ENTRE O DESLUMBRE AO MEDO

A RESPEITO DO CONCEITO DE DESPERTAMENTO

A DIFÍCIL ARTE DE SER UM CONTATADO

SOBRE AS CONTRAPARTES
Índice Digital
Apresentação ................................................................................................................................ 7
Carta Inicial .................................................................................................................................. 13
Carta Um - Vocês Não Foram Esquecidos ................................................................................... 19
Sonho nº 1- A - Alfabetos – Uma Aula Presencial na Intraterra.................................................. 28
Localização da Intraterra ............................................................................................................. 31
Carta Dois - Das Similaridades e Alternâncias ............................................................................. 32
Carta Três - Sobre a Vida Cotidiana e Estrutura Social em Telos ................................................ 41
Carta Quatro - Aspectos da Vida na Intraterra ........................................................................... 47
Carta Cinco - Sobre as Embocaduras, Passagens Dimensionais e Emparelhamento Vibratório 58
Carta Seis - A Religião na Intraterra ............................................................................................ 66
Carta Pessoal ............................................................................................................................... 69
Carta Sete - A Somatização da Matriz ......................................................................................... 76
Carta Oito - Efeitos Somáticos da Matriz .................................................................................... 95
Gráficos e Explanações Aleatórias .............................................................................................. 99
Carta Nove - Sobre a Quarentena deste Planeta e Outras Interpretações Equivocadas ......... 102
Forças Estelares e Conexões Xamânicas ................................................................................... 109
Carta Dez - Transportes I ........................................................................................................... 114
Transportes II ............................................................................................................................ 117
Carta Onze - Animais na Intraterra ........................................................................................... 126
Sobre Reiki................................................................................................................................. 134
MAPA TEMPORAL DA EMIGRAÇÃO SIRIANA............................................................................. 140
ESTÁGIOS DO ESTABELECIMENTO DE CONTATO ...................................................................... 144
A Transição Sob o Ponto de Vista da Intraterra ........................................................................ 148
Carta Doze - O Conceito de Lazer na Intraterra e nas Comunidades Extraplanetárias............ 161
ANEXOS ..................................................................................................................................... 168
CONTATADOS – ENTRE O DESLUMBRE AO MEDO .................................................................... 171
A RESPEITO DO CONCEITO DE DESPERTAMENTO ..................................................................... 177
A DIFÍCIL ARTE DE SER UM CONTATADO .................................................................................. 182
SOBRE AS CONTRAPARTES ........................................................................................................ 186
Contatos com a Autora: ............................................................................................................ 191
Apresentação

Apresentação

Este é o segundo livro que publico baseado nos ensinamentos


passados a mim por seres Extra e Intraterrestres, ou ainda melhor dizendo,
Ultraterrestres, pois são seres cientes de sua condição multidimensional. O
primeiro tratava de minhas lembranças da nave interdimensional onde passei
por vários experimentos, e o escrevi atendendo a uma solicitação ‘deles’
procurando reproduzir os gráficos referentes a cada nível da nave,
entremeando os relatos com algumas lembranças pessoais relativas àqueles
lugares.

Tendo sido criada dentro de um lar kardecista, onde a mediunidade era


algo comum e tendo estudado sobre diversas filosofias espiritualistas,
sempre soube que teria a missão de algum dia escrever livros psicografados,
o que veio a acontecer há cerca de 10 anos com a apresentação do espírito do
boiadeiro Zé do Laço, que me levou para a Umbanda, onde muito aprendi e
com a qual tive o compromisso de publicar sete obras, cada uma referente a
uma linha de trabalho. Durante os anos em que tais livros foram ditados,
principalmente por Pretos Velhos e Caboclos, sempre ficou patente em suas
explicações que tanto suas origens quanto as minhas eram de outros
sistemas solares. Na minha vivência mediúnica os espíritos nunca tiveram
‘religião’, por isso minha visão nesse sentido sempre foi Universalista, no
sentido de que podemos encontrar fragmentos de uma Verdade Maior em
diversos credos, sem, no entanto eleger um como ‘o mais correto’.

Tive ao longo da vida várias lembranças, tanto espontâneas quanto


patrocinadas por mentores e por esses seres que reconhecia como minha
“família real”. De aparência humana, porém muito altos e de pele sem
mácula, seu mundo era calcado em tecnologia desconhecida da Terra, mas
extremamente familiar para mim quando com eles estava. Lembrava-me de
com eles planejar esta minha “encarnação”, e muita cenas do período
anterior a esta vida, no qual eu não estava, como a maioria imagina, ‘morta’,
ou ‘desencarnada’ como ensina o espiritismo no Brasil. Entre eles minha vida
era material e eu tinha inclusive filhos. Pessoas nessas condições que
enveredam por uma encarnação no mundo mais denso da 3ª Dimensão, como
é a Superfície da Terra, são chamados de “imersos”. Em tese, essas pessoas
ao desencarnarem aqui não vão para colônias espirituais, mas retornam ao
seu mundo de origem; no meu caso uma cidade Intraterrena chamada Telos
ou outra similar onde estiverem baseados meus descendentes por ocasião do
meu retorno.

Essas lembranças foram difíceis de concatenar com base nas crenças


em que baseava minha visão de mundo, mas por fim, após um processo
denominado por eles como “Despertamento” que foi fortemente
impulsionado dentro de práticas Xamânicas solicitadas pelos meus próprios
mentores espirituais, vim não só a me lembrar de tudo, mas por fim a
compreender o quadro geral das lembranças e acessos de décadas e a
conseguir voltar a vê-los, interagir, aprender e transmitir as mensagens que
eles desejavam escrever através de meu intermédio.

Este e outros livros que estão no prelo tratam exclusivamente destes


conhecimentos passados por eles; não são psicografias, são transmitidos por
um processo telepático que pode ou não vir acompanhado por palavras,
‘blocos de download’ e desdobramentos da consciência para compreensão
de um determinado tema, ou como eles dizem: “para que eu me lembre”.

A primeira coisa que me passaram é o fato de que a vida existe em


muitos níveis inimaginados por nós na superfície do globo, e que nossa
ciência é precária para compreendê-los. Eu atesto aqui que não aceitava de
forma alguma a teoria sobre a possibilidade da existência de um mundo
dentro da Terra, Intraterra ou Terra Oca, até que isto me foi explicado como
uma realidade paralela, e que esse mundo que fala da conhecida Rede de
Agharta, da mítica Shamballah, é paralelo e não subterrâneo exatamente,
ainda que existam acessos a essas dimensões através de cavernas, túneis, e
pontos especiais de conexão na Natureza, mas cavar não vai levar ninguém a
ter acesso à Intraterra.

A segunda coisa que me passaram é a informação de que a alardeada


‘quarentena’ à qual a Terra estaria sujeita, com relação ao seu impedimento
de ter contato com Seres Estelares não se aplica à Intraterra, pois eles sendo
a civilização que evoluiu a contento, e atuam como paramédicos e cientistas
que tentam nos auxiliar mesmo à distância a curar nossas mazelas pessoais e
sociais para que possamos a eles novamente nos unir, já que somos
essencialmente a mesma família, têm livre acesso para fora do globo através
de naves e portais, assim como diversas bases de diversas linhagens
extraterrestres se fazem presentes na Intraterra, respeitando as regras e a
diplomacia imposta pela Confederação Galáctica.

A terceira informação relevante é que a maioria das chamadas


“abduções” ocorre em parceria entre seres extra e intraterrestres, e sua
atuação é bastante confundida com a atuação de ‘seres espirituais’,
‘mentores’ e suas bases são facilmente tomadas por colônias e cidades
espirituais, porém eles não são seres religiosos, ainda que diversos conceitos
pertinentes ao que denominamos como “Espiritualidade” faça parte de sua
ciência e seja objeto de seu trabalho, sobretudo com relação às abduções.

Não cometerei a imprudência aqui de afirmar que todas as abduções


são feitas por esses seres e com esses propósitos, pois cada caso é um caso,
mas tudo o que tentarei explicar e retransmitir nas próximas páginas refere-
se a esse contexto – o contexto no qual a minha experiência está inserida – e
deve ser compreendido dentro dessa temática: a de que uma civilização que
é um ramo de nossos ancestrais e que acelerou sua vibração até alcançarem
um plano de vida que se situa em uma frequência vibracional cima da nossa
busca nos auxiliar a fazer o mesmo, tendo em vista nosso próprio bem estar
assim como a emergência de tempos convulsos que enfrentaremos,
denominados por eles de Transição Planetária, um fenômeno que também
abarca seu mundo, sua faixa vibracional de existência. Esses seres chamam
comumente de Sementes Estelares tanto a extraterrestres como
intraterrenos originais que imergem para uma encarnação aqui na Superfície
da Terra a fim de realizar algo, de cunho pessoal e/ou coletivo.

A maioria das abduções conduzidas por seres denominados por muitos


como ‘nórdicos’, ‘louros altos’ e ‘humanos altamente espiritualizados’ tem
origem nesse intercâmbio entre seres Extraterrestres sediados há muito na
Intraterra, que se utilizam da Rede de Agharta para fazer transitar suas naves
pelos portais interdimensionais, respondem à Confederação e são muitas
vezes acompanhados por Grays e seres de outras linhagens que os auxiliam e
fazem seus próprios estudos.
O Despertamento neste livro será sempre referido como o processo
que se dá quando o imerso se lembra de sua realidade pré-encarnatória e
assim pode retomar parte de sua vida multidimensionalmente, vivendo por
assim dizer, como um cidadão de dois mundos, pois detém dupla – e por
vezes até tripla – cidadania. Estando o Despertamento bem concluído ele
compreenderá melhor a si mesmo e suas razões para estar presente neste
Tempo-Espaço, acessar melhor talentos há muito conquistados e que podem
auxiliá-lo a cumprir aqui seus propósitos, poderá ouvir as instruções
referentes ao seu trabalho aqui, estar em contato telepático ou visual com
sua “família real” e principalmente, fazer a alquimia de seu próprio ser, uma
oportunidade rara que estes tempos concedem a todos aqui encarnados, de
resolverem questões emocionais e energéticas que carregam há milênios,
pois a Transição é um tempo de Grande Cura.

Conforme explicado no livro “Dentro de Uma Nave Interdimensional” a


maioria dos meus contatos se dá através de um ser de origem Extraterrestre
sediado na Intraterra, originalmente na cidade de Telos, que fica situada
abaixo do Monte Shasta na Califórnia, local de onde eu também vim.
Havíamos anteriormente encarnado na Califórnia no século XIX, uma
lembrança que eu tinha desde a adolescência, de chamar-me Elizabeth e ter
sido casada com um fazendeiro de nome George. Ao longo de décadas
“George” foi visto por uma série de videntes, inclusive por minha mãe, o que
me levou a imaginar que ele fosse algum tipo de espírito-guia, no entanto
afirmavam que ele não era um espírito, pois estava “vivo”. Diziam que eu o
encontraria em algum momento e que trabalharíamos juntos.

Devido minha sensibilidade mediúnica, nunca fui favorável ao uso de


qualquer substância que pudesse me causar qualquer tipo de desequilíbrio,
portanto foi somente por extrema insistência do mentor maior que comanda
todos os meus trabalhos espirituais, o Chefe Águia Dourada, que se mostra
como um índio de aparência norte-americana, que fui tomar a Ayahuasca em
uma igreja do Santo Daime. Durante esta experiência, que não pode ser
explicada com palavras e somente quem comunga com uma erva de poder é
capaz de compreendê-la apropriadamente, o Chefe Águia Dourada trouxe
George para conversar comigo, pois eu sentia que tinha pendências a
resolver com ele, por conta das lembranças que havia acessado.

É dito nas cerimônias com a Ayahuasca que continuamos a receber


insights durante três dias após o ritual, porém o meu nível de acesso a
lembranças de vidas ocorridas em outros tempos e espaços centuplicou em
quantidade e riqueza de detalhes, e durante quinze noites consecutivas
George esteve comigo conversando sobre diversos assuntos, que iam desde
os de ordem pessoal, questões que eu julgava ‘kármicas’, até explicações
sobre cristais, chakras, frequências dimensionais, etc, e inclusive sobre a
Intraterra. Na medida em que eu me habituava a conversar com ele, comecei
a notar que seu rosto por vezes me parecia outro, cheguei a ver umas quatro
versões de seu rosto, no entanto todas me eram familiares, e pouco a pouco
fui me lembrando de outras intercorrências com ele, em outros mundos,
sobretudo em Sirius e Órion.

Após três meses, acordei com vários seres ao meu redor na cama, eu
os ouvia conversando, então ouvi George me chamar de Stella. Nesse
momento eu me lembrei de tudo. O quebra cabeças fez sentido e todas as
cenas de vidas passadas neste e outros mundos se encaixaram numa espiral
até chegar à minha vida antes desta em que nasci como uma brasileira em
outubro de 1973.

Antes de meu nascimento eu estava viva em outro lugar, uma cidade


da Intraterra, onde trabalhava e vivia com George, que se chama na verdade
Jurgen em sua vida atual, então eu precisei vir para este mundo denso de
terceira dimensão; estabeleci um projeto encarnatório – imersão – contando
com a ajuda dele na parte técnica do meu Despertamento. Eu chamava-me
Joreen e Stella era uma espécie de apelido pelo qual todos me chamavam,
originalmente dado por George; denominei o Projeto de Stella por conta
disso, porque quando estivesse pronta para me lembrar, esse nome viria à
tona, quando eu realmente me lembrasse de quem eu era.

Na maior parte das vezes Jurgen prefere ser chamado George, porque
além de ter sido seu nome em sua última encarnação aqui neste plano,
segundo ele convém um nome cuja etimologia do grego significa fazendeiro,
já que sua função é preparar e cuidar das ‘sementes’, os imersos, para que
despertem a contento.

Nas cartas por vezes ele assina Jurgen, e quando me pede que relate
meu ponto de vista, deixa claro que devo assinar como Stella ou como
Joreen, pois é a partir do ponto de vista da cientista que eu era, e não da
professora e tradutora que sou que essas percepções são analisadas. Ao
longo de dois anos a minha consciência de 3-D passou por um upgrade, por
assim dizer, assumindo parcelas da consciência de 4-D e 5-D, para que esse
trabalho pudesse ocorrer. Gosto da alegoria das bonecas russas, as
babushkas, ou matrioscas, para exemplificar essa situação, em que um
mesmo ser se manifesta em versões multidimensionais, sendo que as maiores
– as que contêm maior quociente vibracional – contém uma maior
consciência de si mesmas e são mais aptas a utilizar e canalizar seus talentos.

Um interessante paradigma para este momento da humanidade, a meu


ver, assim como todas essas doze cartas também apresentam; uma
oportunidade de rever conceitos e experimentar imaginar a vida sob uma
outra ótica.

Como mensageira, ouso desejar uma boa viagem, repleta de quebras


de conceitos e mudanças de paradigmas.

Jennifer / Joreen / Stella


Carta Inicial

Carta Inicial

13/11/16

Saudações meus irmãos!

Eu sou o comandante George AdrilLen, para assuntos de intercâmbio


diplomático durante a Grande Transição Planetária, designado para esta
função pelo Comando da Tríplice Aliança, que se refere ao auxílio mútuo para
o “Despertamento” das Sementes Estelares, dos filhos das linhagens
originais de Sirius, Órion e dos múltiplos híbridos de Vega de Lira, sob
supervisão daqueles que vocês conhecem como seres vindos das Plêiades.

Somente nestas linhas iniciais já cabem muitos assuntos que carecem


de explicações mais detalhadas, portanto optamos por este formato de
cartas, as quais transcritas por nossa emissária em Terra nos possibilitará
trabalhar no esclarecimento de alguns pontos sobre os quais tem havido
muitas opiniões sendo manifestas sem que seja do nosso conhecimento nem
seu assunto nem a autoridade para tal de sua autoria.

Parte disto é culpa nossa, pois nós – o ramo de sua família que
prosperou em uma linha temporal paralela de dimensões mais sutilizadas em
comparação à sua atualmente – temos prorrogado o momento de nos
apresentarmos mais enfaticamente, preferindo contatos despretensiosos
com pequenos grupos ou indivíduos cautelosamente escolhidos para tal.
Temos nos abstido dos holofotes por razões que talvez vocês interpretassem
como excesso de zelo: preferimos esperar por uma maior abertura e
receptividade mental dos povos da Superfície, que ainda se adaptam a
conceitos como a pluralidade dos mundos, antes de anunciar as pluralidades
das dimensões, ou como preferimos colocar, a pluralidade das linhas
temporais.

Sabemos que para vocês é difícil assimilar qualquer conceito que viole
o seu pensamento padrão, moldado em parte à sua revelia pelo sistema, e
sendo ainda um desafio para a mentalidade da maior parte da massa
populacional da Superfície aceitar a possibilidade de existência de vida nos
domínios das muitas estrelas visíveis no céu noturno, que se dirá crer possível
vida abaixo dos seus pés ou dentre rochas que vocês julgam impenetráveis
ou totalmente inóspitas à existência? Nossos governantes têm, contudo,
atuado incansavelmente no preparo desse contato, os regentes das muitas
cidades intraterrenas conjuntamente às forças interplanetárias com as quais
sempre tivemos contato.

Da forma como vemos somos uma só família habitando diferentes


partes de um mesmo fruto, sendo que os habitantes do caroço reconhecem
os da casca e vice-versa, mas ambos são ignorados pelos habitantes da polpa.
Sendo a polpa a parte mais frágil desse fruto chamado Terra, nós habitantes
do núcleo e nossos parentes da casca – que vocês chamam de extraterrestres
– temos feito o possível para proteger e assegurar sua continuidade
enquanto espécie, pois ela é parte indissociável de nossa própria
sobrevivência.

Os habitantes do céu/casca têm procurado impedir que vocês se


destruam a si mesmos, de muitas maneiras; enquanto isso nós, habitantes do
núcleo/caroço, procuramos assegurar que vocês tenham uma boa chance de
transicionarem para o nosso nível de existência e serem recebidos como
parentes muito queridos ainda que distantes, dos quais sentimos muita falta,
e que agora que perderam o seu lar, possam ser por nós recepcionados e
auxiliados a continuarem suas histórias de vida do lado de cá do véu que
separa não somente os vivos dos mortos, mas também os muitos níveis
interdimensionais.
A vida no caroço, entretanto, é muito diferente da vida que vocês,
habitantes da polpa, conhecem. Nosso espaço é menor, dividido entre
diferentes espécies mediante acordos de respeito, auxílio mútuo sempre que
possível e não interferência nos assuntos internos. Este é um antigo acordo
que rege todas as colônias e províncias do Reino de Agharta, que se estende
por toda a circunferência planetária.

Nós que aqui estamos não estamos “mortos”, não somos espíritos
somente, ainda que nossa percepção dos seres que já deixaram o invólucro
físico seja muito diferente da de vocês. Nós os percebemos e falamos com
eles de forma relativamente simples, construímos inclusive câmaras de
acesso comum entre planos a fim de facilitar e ‘oficializar’ acordos pré e pós-
encarnatórios, por exemplo, a fim de que eles possam ser revistos e
analisados nos arquivos dos muitos registros que mantemos.

Para nós não existe vida após a morte; somente vida em estado
densificado, materializado para o cumprimento de um específico e
temporário propósito, e vida extracorpórea, onde o ser em seu estado mais
puro atua diretamente nos reinos causais, para sua própria evolução ou
auxiliando a de outros membros de sua família espiritual.

Nós na Intraterra somos o ramo da família que há milênios atrás, ao


perceber que a corrupção de todos os nossos ideais estava se integrando ao
sistema vigente e que com o tempo esse sistema viria a coordenar não
somente as sociedades como também a mente e o corpo físico – o veículo
temporário de/para trabalho e experiência de um ser – a fim de dominar tudo
o que aqui na Superfície fosse feito – ou ‘tentado’ apenas como no mais das
vezes ocorreu, buscou refúgio em uma faixa existencial ligeiramente
diferenciada da que vocês experimentam na Superfície.

Não estamos tão “fisicamente” longe de vocês, mas sabíamos que


qualquer distância pode ser vencida em termos geográficos, cedo ou tarde.
Especialmente como seus líderes seriam movidos por ganância e desejo de
posse, sabíamos que tudo o que queríamos e pelo qual muito lutáramos – o
direito de cumprirmos aquilo para o qual nos propomos quando para aqui
viemos, viver segundo nossos ideais contribuindo para a formação de uma
nova humanidade plena – não estaria seguro. Há muitos relatos na Superfície
da Terra sobre povos e localizações que ou sumiram de vez ou eram
encontrados somente por poucos que fossem merecedores: Avalon, o
Império Maia, a cidade de Piri Reis, o Eldorado e tantas outras.

Nós todos – nós da Intraterra e vocês da Superfície, tanto nós quanto


vocês somos ‘imigrantes’. Almas cujos berços foram em outros sistemas
estelares, em período anterior ao chamado para a vida no Planeta Terra.
Nossos mundos, como todos os mundos em qualquer sistema, têm seu
nascimento, período de crescimento, apogeu e morte. Quando um mundo
morre existem três opções: invadir outro que esteja sem uma espécie
dominante capaz de rechaçar a invasora; esperar no espaço interdimensional
como almas extrafísicas até que outro mundo se forme dentro do seu próprio
sistema e possa ser colonizado (uma longa, longa espera), ou aceitar o
convite de um regente planetário ou dos administradores de mundos para vir
habitar um orbe ainda em franco desenvolvimento e auxiliar na sua evolução.
Tendo estado muito tempo no segundo caso, finalmente aceitamos a 3ª
oferta que nos foi feita e aqui temos sido imigrantes há muitos éons.

Essa imigração – aceita por muitos seres de diferentes procedências


originais – foi, contudo, vítima de um boicote, a princípio muito sutil, mas que
ainda hoje vigora e comanda diversas áreas tanto no plano material como no
astral da Terra*, por isso nos “refugiamos” na 4-D vertical, uma dimensão
não tão distante que nossos parentes que ficaram na Superfície da 3-D não
pudessem nos alcançar, mas distantes o suficiente para preservar nosso
modo de vida daqueles que o queriam corromper e impedir de prosperar.

Os seres que habitam a Rede de Agharta têm diferentes densidades


corporais e formas geralmente humanas ou reptilianas. Há animosidade entre
algumas colônias reptilianas de maior densidade com colônias humanas de
densidade mais sutil, mas nunca algo sequer semelhante a uma ‘guerra’,
apenas digamos, tentativas oportunistas de invasão de território, as quais são
resolvidas diplomaticamente pelos governadores das diversas áreas e setores
de atividades da Rede.

A Rede de Agharta tem diferentes divisões, de acordo com os assuntos


a serem tratados, e essas divisões são supervisionadas por diferentes
regentes, podendo, portanto um território X correspondente a um Estado do
seu planeta na Superfície estar, abaixo dos seus pés, sob três diferentes
supervisões da Rede de Agharta, cada uma correspondente a uma densidade
– ou uma variante sutil na linha temporal – diferente.

A maioria das cidades intraterrenas vive harmoniosamente umas com


as outras, em regime de intercâmbio de cidadãos e expertise, técnicas e
tecnologias, mas há algumas bastante fechadas, que raramente se abrem a
intercâmbio, mas seguem todas as regras propostas pela Rede e colaboram
fraternalmente com todas as suas nações-irmãs – entre essas, é importante
que se diga, há também nações de reptilianos desertores de planos maiores
previstos para a Superfície com os quais não concordaram, e são vistos como
renegados por sua própria família, e vivem já há algum tempo reconstruindo
um novo sentido de pátria para eles.

Eu nasci há mais tempo do que seria comum para vocês admitir como
possível, em uma estrela artificial, uma estação intermediária onde minha
família residia por conta dos compromissos de meu pai. Parte de minha
família estabeleceu-se em uma das luas de Júpiter e próximo a Marte e Vênus,
em um planeta não visível da Terra. Como descendente dos Sirianos originais
que ajudaram na fundação de Telos – os habitantes remanescentes da
Lemúria – requeri permanência na Intraterra como aprendiz e
posteriormente como um colaborador em diferentes setores, os quais
também serão melhor explicados em cartas posteriores. Estabeleci-me em
Telos e ali formei minha própria família, junto a uma moça com a qual,
segundo pudemos checar nos registros que mencionei, já havia tido vidas na
Superfície da Terra, exatamente como cada um de vocês; havíamos também
tido experiências e trabalhos conjuntos nos sistemas de Sirius e Órion. Conto
isto para que saibam que nenhuma importância tem ser o que vocês
denominam “extraterrestre”, “intraterrestre”, nem mesmo “vivo” ou
“morto”. Somos todos um só povo atado temporariamente a circunstâncias
vibracionais pré-definidas.

Já fomos de outros sóis, conhecemos a experiência humana e suas


agruras, e o futuro imediato de quase todos os habitantes da Terra
atualmente será a Intraterra. Venho lhes falar desse mundo tão nosso quanto
seu que lhes aguarda, para uma convivência por muito tempo ansiada. Como
um irmão mais velho venho anunciar as paragens que lhes esperam nas quais
nós temos trabalhado há décadas no preparo com muito cuidado e amor.

Despeço-me por hoje com gratidão a todos que leram até aqui e uma
última informação: os seres que se identificam como “pleiadianos” não vêm
de um planeta situado no sistema das Plêiades. Eles são os programadores
por trás dos múltiplos projetos que ocorrem toda vez que alguma parte da
galáxia entra em “estado de manutenção”. Eles têm a habilidade de alterar o
sistema por dentro fazendo as alterações necessárias para que ocorram os
melhores resultados possíveis. Quando eles se referem às Plêiades o fazem
devido ao posicionamento de Alcione, o Sol Central, onde, por assim dizer,
encontra-se atualmente um dos seus ‘quartéis-generais’; eles movem-se por
dentro das linhas temporais e aportam para uma missão sempre próximos ao
maior emissor de luz que esteja mais perto do sistema aonde irão atuar.

Até a próxima carta que será em breve

Sempre.Semper.Sempiternum.

George AdrilLen

Jurgen 

* sobre esse “boicote” falaremos em cartas futuras


Carta Um - Vocês Não Foram Esquecidos

Carta Um

Vocês Não Foram Esquecidos

19/11/16

Neste dia, antes de ditar a carta, George iniciou a transmissão telepática


utilizando nossos nomes reais na dimensão do qual somos originais, e disse que
assinaria dessa forma. Ele me perguntou:

- Você se lembra do Professor?

- Lembro-me de dois jardins, um no Centro Botânico da Vó Maria* e


outro da base em que estive em projeção, em que falei com você, Rosana# e
esse Professor que me era muito familiar.

- Essa base ficava localizada mais ou menos na metade do planeta,


geologicamente a partir do nosso ponto de vista, ligeiramente à esquerda de
uma linha Ley subindo a partir do Egito, aproximadamente no que seria a
divisão do mundo ocidental-oriental. Ficava nos Alpes e ela foi desativada*.
Lá se realizavam três projetos principais e laboratórios haviam sido cedidos
para diferentes grupos por ser o local uma antiga embocadura da Intraterra
física, com uma cidade ‘real’ dentro de uma montanha que se estendia pelo
seu subsolo. Era um local à prova de atentados, porém não das mudanças
geológicas e abalos sísmicos que aliados à entrada em atividade de um vulcão
próximo*** e dois mais distantes afetaram os meridianos/linhas Leys que
tornavam o local seguro e viável. Isso já era esperado e levou à transferência
dos projetos ali conduzidos para outros locais. Houve uma divisão: teste com
naves não há mais, pois a pesquisa foi concluída antes da evacuação; área de
pesquisa laboratorial diplomática transferida para região próxima a Mato
Grosso, e os “jardins”, projeto com as sementes para a Nova Terra, embora o
foco seja a Nova Zelândia para a maioria dos primeiros plantios, ainda este
território estará sujeito a várias alterações geológicas, o que pressupõe o
planejamento e a construção de uma futura sede desse tipo de pesquisa em
solo australiano, por ser próximo e uma massa geológica mais estável. O
‘Professor’ do qual você se lembra optou por continuar os seus projetos (nos
quais você se envolveu e faz parte) em uma das imensas naves-mães
confederadas que já estão integradas à atmosfera da Terra – permanentes no
espaço aéreo de uma determinada frequência vibracional sobre a Oceania.

Lembrando-me de mais detalhes, continuei:

- Ele esteve no Centro Botânico da Vó Maria, como um palestrante,


quando eu vivia e trabalhava lá. Eu levei ao conhecimento dele minhas
dúvidas sobre a possibilidade de se alterar geneticamente determinadas
espécies – plantas, ervas medicinais, flores e alimentos – a fim de se provocar
lembranças da vida real – pré-encarne – com o objetivo de que as pessoas
não se desviassem tanto de seus propósitos. Inquiri sobre isso porque a
palestra dele e um dos principais focos da pesquisa – e sobre o qual pouco
falava – era justamente a possibilidade de se desenvolver sementes imunes
às alterações genéticas negativas ou involutivas, o que ocorria
propositadamente de forma direta por aqueles que pretendiam manter um
povo escravo apenas como recurso energético, ou indiretamente como
consequência do desequilíbrio do solo, água e atmosfera (física e psíquica) o
que causa um ciclo de retroalimentação doentio no planeta.
- O Professor elevou-me ao cargo de sua assistente à distância –
prossegui externando minhas lembranças a George – num projeto que estaria
aos meus cuidados dentro do Centro Botânico com a permissão da Vó Maria,
com dados repassados diretamente a ele; não fazia parte dos serviços do
Centro Botânico. Lembro-me de ter concluído a 1ª Fase e enviado a ele os
dados: de plantas (algumas flores, mas sobretudo alimentos) possivelmente
mais impregnáveis a uma programação genética de transmissão
interdimensional. Basicamente eu me detinha no estudo de padrões de
florescência das espécies botânicas e dos efeitos da água sobre espécies que
tivessem gêmeos## em ambas as dimensões, a nossa real e aqui na 3-D.
Algumas espécies funcionavam em somente uma coordenada ou duas, que
na melhor das hipóteses atingiam linhas temporais paralelas mais positivas;
não era seguro apostar nelas pois não funcionavam aqui, já que a densidade e
poluição tornaram mais difíceis a concretização desse plano. Já na 2ª Fase o
Professor queria que eu me detivesse na identificação de espécies que
tivessem um gêmeo capaz de sobreviver na mais densa e negativa
probabilidade de linha temporal. Foi frustrante constatar que a premissa da
minha ideia original comprovava-se em espécies com gêmeos até 3 graus de
distância (coordenadas paralelas de linhas temporais), o que não servia de
nada para a força-tarefa que se dedicava a buscar todos os possíveis meios e
recursos efetivos para atuar na Transição.

- O Professor – prossegui – era um líder de pesquisa de espécies


botânicas para a Força-Tarefa da Confederação; ele era muito energético e
prático, embora aparentasse ter certa idade, mas eu gostava muito dele, era
como um velho conhecido. Houve um intervalo entre a 1ª e a 2ª Fases do
projeto. A 2ª foi muito frustrante. Eu tinha esperança de que ele pudesse
fazer algo de útil a partir dos dados que enviei sobre os gêmeos que eram
atingidos em até 3 graus de separação dimensional, cuja resposta à
programação era promissora, mas ele não desenvolvia projetos, apenas
supervisionava e queria que ‘eu’ apresentasse a solução e dados concretos
para que ele então pudesse tomar uma decisão a respeito, que seria autorizar
a execução de projetos específicos. Eu queria – e poderia – levar isso a cabo,
ter um trabalho meu supervisionado pelo Professor dentro do Centro
Botânico da Vó Maria, mas a pesquisa travou. Ele se ausentou por um bom
tempo a trabalho, e quando voltou eu já era noiva; em uma de nossas últimas
conversas, disse-lhe acreditar que flores e plantas medicinais não seriam de
grande proveito, mesmo que gêmeos perfeitos fossem identificados; eu
achava que os esforços deveriam concentrar-se na área da alimentação, uma
vez que o sistema na 3-D não predispunha a que os seres humanos da
superfície se detivessem no belo ou na medicina natural, somente os
alimentos teriam grande alcance e poderiam agir mesmo de forma
inconsciente e à revelia de quem os ingerisse. Por conta de a pesquisa estar
estagnada de qualquer forma e o Professor sempre viajando muito e ausente,
o próximo contato que tivemos foi um pedido, uma oferta formal que fiz de
servir às pesquisas por ele conduzidas dentro do Laboratório do qual eu e
você seríamos responsáveis, o que foi aceito após um tempo. Eu continuei
somente após minha segunda gravidez, a pesquisar novamente possíveis
gêmeos. Eu queria ter dados completos para enviar ao Professor, algo
relevante pra assim poder voltar ao projeto que não tivera continuidade por
parte de ninguém no Centro Botânico.

George/Jurgen então prosseguiu ditando:

- Algum tempo depois, como você se lembra, eu recebi a incumbência


de um Ser Ultradimensional – Águia Dourada – em nossa casa, de preparar
um cronograma experimental de técnicas conjugadas de impedâncias e
influxos eletrônicos capazes de alterar a percepção dos campos
eletrostáticos e eletromagnéticos, em outras palavras, da realidade ao seu
redor, a princípio a partir das pesquisas já feitas com os gêmeos vegetais por
diversos grupos. O objetivo disto seria estimular a percepção de uma massa
especial de pessoas em elevado número capazes de serem os “astronautas”
a desbravar para os seus irmãos ‘a chegada’ consciencial a um novo mundo
que sempre esteve ali, apenas não era percebido. A época destes estudos, as
espécies (vegetais, botânicas) mais poderosas e já conhecidas na Superfície
permaneciam sob o zelo de grupos étnicos específicos, pouco dispostos a
compartilhar com um mundo doente aquilo que consideravam sagrado e de
sua pertença cultural. Na incerteza de que uma possível popularização destes
métodos ocorresse – o que já era debatido há bastante tempo e advogado
por muitos ‘seculares’ (pessoas ligadas a castas/escolas de disciplinas
espirituais) como a “Ponte do Arco-Íris” que seria capaz de restabelecer a
ligação de dois mundos cujos membros são uma mesma família – optei por
concentrar meus esforços hipotéticos na estrutura da mente.
É necessário que aqui eu faça algumas explicações:

• A cada três gerações cristalizam-se mudanças cromossômicas


induzidas por uma alteração ambiental;

• A cada nove ou dez gerações (cerca de 300 dos seus anos medidos
segundo a lógica da Superfície) já não é possível retornar às estruturas
genéticas anteriores e somente alguns indivíduos nascerão ainda com
esses genes considerados recessivos;

• Em cerca de 3000 anos é seguro e possível afirmar que um mesmo


povo tenha originado 2 a 3 vertentes com características
profundamente alteradas com relação à original e totalmente distintas
entre si, podendo ao olhar externo parecer muito mais distantes do
que realmente são;

• A essas informações some-se que a partir do momento em que tais


alterações sejam patrocinadas pela ação do espírito no pleno e
perfeito exercício do livre-arbítrio, tais mudanças ocorrem de forma
ainda mais vertiginosa e definitiva, à exponência de 6/1 (6 vezes mais
rápido);

• Uma vez adaptada a novas frequências vibracionais, os chakras dão


origem a novas estruturas energéticas, desabrochando como flores
que aguardavam a Primavera para vir ao mundo; essas novas
estruturas permitirão a espécie adaptada não apenas sobreviver, mas
continuar a evoluir no novo ambiente;

• Por fim, separados por um tempo relativamente curto em termos de


medidas temporais e evolutivas humanas, uma linhagem paralela pode
consubstanciar-se aparentando grande variedade da que lhe deu
origem, sendo ambas porém essencialmente as mesmas.

Levando em conta essas informações, busquei parcerias para


identificar as áreas no cérebro que poderiam, caso estimuladas, acelerar o
surgimento de pré-estruturas neuronais e neurológicas capazes de se
ligarem, se conectarem às ‘células’ do cérebro do Eu Matriz através da
contraparte do cérebro perispiritual ou do soma.

Uma vez rastreadas essas áreas, sugeri uma série de possibilidades


para efetivar a ativação dessas áreas por comando remoto. Quando o Eu
Matriz estivesse atuando de alguma forma, essas áreas seriam conectadas e
receberiam informações cognitivas de parte das experiências, como uma filial
recebendo um influxo de recursos para o seu desenvolvimento. A única
maneira que tínhamos de tornar isso operacional era através da imersão de
nós mesmos num ambiente de 3-D controlado, em “veículos” físicos
semelhantes a escafandros de simulação biológica que nos “embotavam” os
sentidos. Uma vez na Superfície deveríamos nos lembrar de uma série de
protocolos a serem cumpridos, invariavelmente ‘esquecíamos’ do que fora
combinado e éramos trazidos de volta, perplexos, pelo nível de densidade a
que vocês estão expostos. Admirávamos como vocês eram capazes de
acordarem de manhã e se lembrarem da direção de onde deveriam ir para o
seu trabalho, ou de ainda saberem quem são por volta do meio-dia,
sobretudo admirávamos o fato de ainda estarem vivos e de alguma maneira
operacionais ao fim do dia. Para nós a sua resistência e capacidade de
superesforço é admirável. Embora, como dito, os organismos biológicos se
adaptam a frequência vibracional de uma faixa existencial, o “peso” ao qual
vocês se sujeitam aliado às múltiplas toxinas que lhes impedem o
afloramento dos sentidos sutis tornou o projeto ao qual nos dedicávamos
uma verdadeira prova de amor a vocês. Nós queríamos, mais do que tudo,
encontrar um meio de romper o isolamento sensório para que vocês
tivessem ao menos “a chance”, a “oportunidade” de se lembrarem de que
não estão sozinhos, de que entraram na experiência da carne com um
propósito específico e de que esse propósito, seja qual for, conta com o
patrocínio de sua família espiritual, que o ajudou a planejar essa existência e
agora procura ajudá-los a cumpri-la da melhor maneira possível de acordo
com os seus próprios desígnios.

Parte de um experimento prático de subida à superfície será


compartilhado com vocês em uma próxima carta, conforme nossos registros
pré-determinaram à época em que ele ocorreu, entre 1948-1958 para vocês.

Nesses experimentos tentávamos diferentes modulações de


frequências cerebrais onde os comandos eram ‘plantados’. Quando uma ação
programada aqui em nossos voluntários era executada com êxito na
Superfície, dizíamos que havíamos obtido uma ‘colheita’. As estruturas
cerebrais assemelham-se a pequenas árvores, ramos que quando se
enraizavam criando brotos nas áreas estimuladas a responder eram nossa
‘semeadura’. Dentre 4, 6, 8, 10, 12 até 20 comandos, por vezes eram
executados de nenhum a 6, na melhor das hipóteses.

Então Stella um dia veio ver o que fazíamos. Esse não era seu nome,
mas era assim que eu a chamava, e logo todas passaram a chamá-la assim
também. Stella tinha o ao mesmo tempo adorável e desagradável hábito de
dar sua opinião em qualquer assunto do qual tomava ciência. Quando ela veio
ao laboratório da montanha e viu os esparsos resultados, ficou
inconformada, alegando ter certeza de que resultados superiores melhores
poderiam ser atingidos com pequenos adendos.

Ela tinha uma ideia, e sua ideia era “programar o cérebro de forma
infraconsciente aliado a um estímulo consciente”. Os voluntários receberiam
as instruções de comando do que deveriam executar na Superfície (que eram
missões extremamente simples como avistar uma cor e manter o foco do
olhar sobre ela por 8 segundos ao menos, posicionarem-se a sudoeste de um
alvo animal ou humano a 50 metros de distância e recolher uma pedra, por
exemplo) de forma inconsciente, embora por um método diferente do que
vocês considerariam como hipnose. Os voluntários saberiam que teriam um
número exato de ações a executar, mas a informação estaria disponível
somente no nível infraconsciente e no cérebro matriz###, e não mais
‘rascunhadas’ no simulacro biológico denso. Parecia ilógico, uma vez que os
insucessos superavam os êxitos mesmo com o estímulo externo no cérebro-
receptor, que se diria sem o estímulo e sem que o próprio imerso tivesse
ciência do que lhe fora determinado que fizesse. Mas Stella acreditava que o
peso dimensional da 3-D era percebido como uma espécie de “ruído de
fundo” pelo sistema biológico/bioma do imerso e que embora inconsciente
disso, o cérebro trabalhava sob profunda estafa, e esse estresse causaria as
falhas e a dificuldade não apenas dos missionários cumprirem os comandos
durante os experimentos, como seria a causa de fundo de os humanos e
mesmo intraterrenos em missão encarnatória na 3-D ‘se esquecerem’ do que
pré-determinaram para si mesmos. Após alguns ajustes, o experimento de
Stella comprovou resultados idênticos aos obtidos por nós anteriormente, ou
seja, estar consciente do que fazer na 3-D não era a chave para uma execução
bem sucedida, então Stella pediu para imergir. Eu não quis que ela fizesse
isso, mas ela insistiu porque acreditava que poderia melhorar os resultados
uma vez que tivesse a experiência em 1ª pessoa; ela voltou desacordada antes
que sua consciência alcançasse o nível da Superfície, era por isso que eu não
queria que ela fosse: sendo uma empata de habilidades extrassensíveis a 3-D
era um ambiente opressor para qualquer um de nós, logicamente seria
desaconselhável pra alguém cujas características e habilidades principais
eram diretamente ligadas à sua capacidade de conexão a faixas vibracionais
menos densas e mais elevadas.

Como chefe dessa pesquisa, levou muito tempo até que eu permitisse
– e novamente contra vontade – que ela voltasse à Superfície; e só o fiz
porque ela deliberadamente aproveitou-se de minha ausência para convencer
os colaboradores da pesquisa a içarem-na à Superfície, os quais empolgados
pelos diferentes resultados alcançados, uniram-se nesse sentido. Ela foi
acompanhada para ser auxiliada caso começasse a perder a consciência – o
que de fato ocorreu – mas obteve índice de 14/20 êxitos e 4 proximidades de
resultado positivo, uma taxa nunca antes alcançada. Ao retornar ela declarou
ter algumas ideias de como aprimorar os resultados. Stella provou que era
menos estressante para o bioma de 3-D não ter ciência do que necessitava
cumprir; a sensação de liberdade tornava o cérebro humano mais apto a
conectar-se por si só à informação contida em faixas vibracionais superiores e
consequentemente estabelecer uma ligação debaixo para cima – e não o
contrário, como vínhamos querendo fazer – vindo assim espontaneamente a
cumprir protocolos previamente programados. Stella também estabeleceu o
pressuposto de que seria possível “estimular” o cérebro consciente a acessar
e cumprir os comandos infraconscientes se houvesse uma recompensa
“supraconsciente” condicionando a atenção ao cumprimento desses
protocolos à ativação de sensações recolhidas de memórias prazerosas
através de uma conexão entre o Eu Matriz e o Sistema Límbico. Eu barrei a
continuidade das pesquisas nesse sentido por considerar potencialmente
muito próximo às fronteiras da ética.

Contudo a pesquisa foi concluída, incluindo uma sugestão de


protocolos e ativação mediante a possível utilização de gêmeos vegetais
ultradimensionais.
* O Centro Botânico será melhor explicado no capítulo A TRANSIÇÃO SOB O PONTO DE
VISTA DA INTRATERRA

# “Rosana” é um membro da Equipe já citado no livro “Dentro de Uma Nave


Interdimensional”

** Nota da Mensageira: Acredito tratar-se da região dos Alpes Centrais de Aosta ao


Brennero.

*** Erupção do Vesúvio de 1944, que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial.

## Gêmeo refere-se ao conceito de contraparte, da expressão inglesa “twin-flame”, “chama


gêmea”, erroneamente compreendido aqui como ‘alma-gêmea’, mas segundo o
entendimento em dimensões superiores trata-se de uma complementação energética,
vibracional de compatibilidade extrema entre dois indivíduos ou elementos, capaz de elevar
ambos às suas máximas potências e originar fatorações que propiciem soluções inéditas.
No caso específico desta pesquisa buscavam-se espécies do Reino Vegetal que tivessem
contrapartes em mais de uma dimensão e que conseguissem manifestar ao menos uma
parte de seus corpos inferiores no plano denso da 3-D, para que as alterações feitas nelas
pudessem alcançar nossa vibração e causar efeitos aqui neste plano.

### As explicações sobre o Eu Matriz foram primeiramente fornecidas na obra “Dentro de


uma Nave Interdimensional” publicada pela Amazon KDP em 2016, e embora muito será
falado sobre este que é o principal veículo de manifestação do Ser, poderá ser útil a
consulta desta obra para maiores esclarecimentos. Cabe aqui dizer que na dimensão onde
essa história ocorre não apenas o conhecimento sobre essa Estrutura da Alma é
abrangente, como esta sociedade, assim como outras tão ou mais evoluídas, dispõem de
amplos métodos e dispositivos de conexão com o Eu Matriz para fins de modular suas
experiências para que elas ocorram de acordo com os propósitos do Eu Superior, este sim
expressão primeva e unicamente espiritual do Ser.
Sonho nº 1- A - Alfabetos – Uma Aula Presencial na Intraterra

Sonho nº 1- A

Alfabetos – Uma Aula Presencial na Intraterra

Poderia ser chamado de sonho, ou um desdobramento astral, mas


independente do nome que se dê, era real.

Sonhei com uma tabela onde constava um alfabeto. Havia caracteres que
lembravam letras gregas, símbolos matemáticos, o Aleph hebraico e
aglomerados de pontos dispostos geometricamente.

Um grupo de adolescentes, jovens que aparentavam ter entre 14 e 18


anos, estava numa sala que me fez pensar em Hogwarts, a escola de magia da
série Harry Potter. Um professor pedia que demonstrassem a execução de algo,
eles se levantavam e precisavam demonstrar que eram capazes de fazer o que
fora requerido, combinando força mental e emocional, mas não era uma aula de
magia nem eles eram ‘bruxos’; era algo técnico, uma habilidade que lhes fora
ensinada e que naquela aula estava sendo avaliado. Era uma aula de técnicas
avançadas que eles provavelmente precisariam utilizar nos seus caminhos
profissionais quando entrassem em contato com humanos da Superfície: como
paralisá-los, cancelar ou anular reações de humanos que por ventura fossem
encontrados enquanto eles estivessem desenvolvendo seus trabalhos. Por
exemplo, por vezes um intraterreno vem à Superfície recolher amostras
vegetais, no caso de ser avistado por um humano da Superfície, através dessas
técnicas, ele conseguiria fazer com que o humano ignorasse totalmente sua
presença, mal registrando que o vira, ou passando por ele direto sem interpelá-
lo.
Era difícil para os alunos executarem as técnicas; a uma adolescente que
aparentava cerca de 16 anos e estava grávida, o professor disse, em
determinado momento:

“(...) quando o José nascer você treine dessa forma.”

Havia uma relação entre o fato de seu metabolismo estar alterado pela
gestação e os resultados que ela obtinha no exercício não serem os esperados. O
fato de ela estar grávida, contudo, era algo absolutamente normal, o que me
espantou, pois sei que a questão da responsabilidade com as crianças geradas é
algo levado muito a sério na Intraterra. Além disso, o professor se referia à
criança que nasceria pelo seu nome, e todos os demais alunos percebiam a
colega, mãe precoce, com reverência, pois ela iniciara cedo o sacerdócio da
maternidade, embora de alguma forma eu soubesse que aquilo não fora
planejado pois estava fora da curva de sua sociedade.

Quando acordei, George falou:

- Nós não punimos o desabrochar da sexualidade. Nós ensinamos a se


responsabilizar por ela.

Esse alfabeto estava sendo usado na aula. Eu compreendia que a


comunicação era telepática prioritariamente, mas que aquele nível de civilização
era material o suficiente para necessitar de meios de comunicação mais
estáticos. De certa forma, quanto mais elevada a frequência em que uma
civilização existe, menos “definitivas” e mais “móveis” as coisas são, e a própria
comunicação reflete isso. As coisas “podem ser” muito mais do que “são” ou
“não são”. Existe uma fluidez na estrutura do tempo que permite uma
compreensão, digamos, quântica, com referência a tudo que existe, vive, é
criado ou necessita ser expresso. À medida que a densidade aumenta, ou se
intensifica, as coisas – a vida propriamente – é menos variável e mais
determinante, e isso também se reflete no vocabulário.

Alfabetos extraterrestres de diferentes linhagens eram conhecidos na Era


da Lemúria e em parte na Atlântida. Eles sobreviveram na Intraterra,
principalmente em Telos e em todas as embocaduras ligadas à cultura
hiperbórea (do norte da Europa à Rússia), porém uma variante foi criada e um
alfabeto multidimensional desenvolvido. Ele sobreviveu e até hoje é utilizado
para expressar conceitos de 3ª e 4ª Dimensão. A partir da 5ª Dimensão não é mais
usado. Nas ‘aulas’ das ‘escolas’ de Telos e outras da Intraterra ele é usado pois
são aprendidos conceitos aplicados à matéria nas densidades inferiores, além de
grande parte de a Intraterra estar num ambiente vibracional de 4-D, nem todos
os locais alcançam a densidade vibracional de 5-D.

Um alfabeto multidimensional é aquele que consegue expressar a mesma


ideia em diferentes níveis vibracionais. De acordo com o local e a densidade
vibracional em que o leitor esteja, ele compreenderá a mesma verdade
adaptada a seu mundo, à sua realidade.

Na Terra o único alfabeto desses que restou, quase intacto, foram as


Runas.

Muitos símbolos e caracteres desenhados na “Lei de Pemba” pelas


entidades que se manifestam na Umbanda fazem parte desses alfabetos válidos
na 4-D e 5-D.
Localização da Intraterra

Localização da Intraterra

Após as explicações sobre os alfabetos, George me pediu que


desenhasse o que ele me mostrava e então explicou:

“- A Terra Interna não está “dentro da Terra organicamente”, embora


existam conexões para ela em caminhos que adentram pela Superfície – portais
– mas estes também podem existir em ambientes aquáticos e aéreos, e
principalmente, através de aberturas naturais ou artificiais (sob imposição da
vontade).

A Terra que referimos como “Interna” vive dentro do seu “tempo”,


ocultada em curvas entre os seus segundos e minutos, como uma versão
paralela, embora não em uma realidade alternativa, pois não estamos distantes
o bastante para tanto. A Terra um dia foi um I, hoje é um Y. E o futuro próximo
nos tornará um outro caractere, uma nova letra de alfabeto ainda não criada.
Nosso trabalho consiste em fazer dela uma bela letra, que sobreviva às
mudanças de Era sem se tornar parte de uma língua morta.”
Carta Dois - Das Similaridades e Alternâncias

Carta Dois

Das Similaridades e Alternâncias

27/11/16

Saudações aos Irmãos da Superfície!

O mesmo conceito dos gêmeos vegetais foi o parâmetro utilizado para


nossas tentativas formais e oficiais de estabelecer comunicação e contato
com vocês, nossa família da Superfície.

Quando falamos em “família” estamos sendo literais e não apenas nos


referindo a uma origem histórica e ancestral, para soarmos menos distantes.
Para o planeta e os mecanismos que regem a evolução dos seres que nele
estão “matriculados” existe somente uma espécie humana, e de acordo com
esses mecanismos – que vocês conhecem pelo nome geral de Roda de
Samsara – os indivíduos são inscritos para um ciclo de novos estudos e
aprendizagens de acordo com seu quociente vibratório. A Roda, é claro, não
é uma máquina inconsciente, ou um computador à prova de erros, ela é
simplesmente um instrumento, entre tantos, às mãos daqueles que regem as
“políticas” evolutivas do globo, e seguindo a máxima de que assim em cima
como embaixo, da mesma forma que não há uma única visão política na
Superfície, não há também uma plena unicidade nas políticas astrais do orbe
Terra. Há grandes polêmicas envolvendo o encarne, ou a imersão, de
emissários nossos para trabalho na Superfície, que uma vez adoecendo
devido às péssimas condições do globo, são “computados” pelo sistema com
débitos que em nosso entender não lhes deveria ser tributado. Entendemos
que um mergulhador que desce a profundezas hostis contrárias à sua própria
natureza e de lá retorna sem ter concluído aquilo a que se dispôs falhou em
sua missão; não é entretanto um criminoso. Sem me estender nessa questão
que não é o propósito desse capítulo, queremos que saibam que muitos de
nós e de nossos familiares, irmãos, filhos, pais e amigos estão, neste
momento, “cativos” desse sistema, que lhes imputou condições de
frequência vibracional difíceis de atingir quando se vive por muito tempo na
Superfície como o “visto requerido” para liberação do passaporte de
permanência na Intraterra. Digo isso para que compreendam de uma vez por
todas que muitas mentiras estão sendo espalhadas entre vocês por seres que
nunca sequer aqui estiveram nem jamais foram admitidos como visitantes da
Rede de Agharta, mas obtiveram exposição no seu mundo e se
autoproclamam paraninfos de Extraterrestres, Viajantes do Tempo e acusam
sua família interna de ter se “escondido” e seguido um caminho de egoísmo,
indiferente ao que acontecia a vocês na Superfície.

Isso não acontece a vocês – acontece a nós!

Essas mentiras não visam nos atacar, visam manter a vocês e a nós
distantes um do outro, na velha tática de dividir para conquistar.

Mesmo vocês que estão mergulhados num ambiente insalubre e


desprovidos de grande parte de suas habilidades, jamais sossegariam se
perdessem o contato com um filho, irmão ou cônjuge que a um país de
guerra tivesse partido em missão e anos se passassem sem que tivessem
retornado. Vocês não poderiam continuar com suas vidas e se esquecido
deles como se nada houvera acontecido, então como poderia ser que nós,
que vivemos em um plano cuja densidade e frequência vibratória nos torna
muito mais “conectados” uns com os outros, e que pautamos todas as
nossas ações e todo nosso servir no propósito do AMOR, como poderíamos
nos conformar com a perda de entes queridos e com a separação imposta
daqueles a quem amamos?

A Família Humana é uma só, esteja morando na Intraterra ou na


Superfície, e essas políticas foram claramente uma forma de inibir muitos de
nossos esforços incursivos na tentativa de despertá-los para a realidade
maior que os cerca.

O risco de uma imersão tornar-se uma sentença fez com que poucos de
nós que não estivessem compulsoriamente “agendados” para uma
encarnação na 3-D nos propuséssemos a tal – até que fosse seguro, do ponto
de vista da interpretação das leis, voltar a fazê-lo.
As boas notícias são que esses tempos são chegados. As más que
durante o longo período durante o qual nossa presença foi cerceada, os
mesmos que não nos queriam na Superfície tiveram bastante tempo pra
tornar o território bastante inóspito para os nossos objetivos. Muito do nosso
trabalho sofreu atraso.

Ofereço um pequeno cronograma recente a fim de que vocês tenham


uma visão a partir da sua linha temporal.

Aproximadamente 1820

Alguns grupos de Intraterrenos tentaram se


consolidar como famílias em ambiente de 3-D, visando terem um nicho de
ativação seguro para os anos previstos na virada no Milênio.

Aproximadamente 1900

Após detalhada avaliação percebeu-se que


houve um ataque maciço e invisível a esses planos, implodindo-os de dentro
para fora, ocasionando falhas irreversíveis. Em todos os casos os planos
falharam por conta da intervenção do Conselho Kármico inserindo membros
estranhos ou condições muito adversas para a conclusão dos planos sob a
alegação de “quitação de débitos pretéritos”. Aqueles que não tinham
débitos foram convencidos amistosamente a colaborar com a evolução de
indivíduos tidos como “em recuperação”, ingressando-os em ambientes
altamente positivos – tais indivíduos revelaram-se muito distantes de vir a
alcançar as mínimas condições de aproveitar tais oportunidades.

1920-1930

A corrupção de parte de figuras


proeminentes dentro de agrupamentos dedicados a coordenação evolutiva e
gerenciamento das imersões/encarnações do planeta é uma certeza, porém
essa corrupção não tem uma face e é bastante hábil em se justificar utilizando
aparentes “leis e ensinamentos espirituais”. Tem início o período de
solicitações de auditoria extraplanetária. Grupos cientes dos fatos ocorridos
levam os planejamentos encarnatórios dos seus diretamente para as mãos de
membros do Grande Oriente, apresentando suas candidaturas já prontas aos
conselheiros locais, para evitar interferências indesejadas. (Nota da Mensageira: o
Grande Oriente é o braço espiritual mais fortemente ligado a Confederação Galáctica neste
planeta, que agremia seres de diferentes pátrias estelares que para cá trouxeram
contribuições de profunda compreensão sobre as Leis Espirituais Universais.)

1950

A divisão “político-filosófica” é clara e


mantém-se de forma diplomática: de um lado a escola que valoriza a culpa, a
humilhação e a punição como formas educativas; utiliza-se de prerrogativas
evangélicas para justificar sua pedagogia. Do outro a escola que unifica
valores universais, que busca continuar aqui os mesmos métodos utilizados
em suas antigas pátrias onde semelhantes unem-se por propósitos e
habilidades, os mais capazes têm maiores responsabilidades coletivas,
embora isto seja visto como ‘o trabalho leva à honra’ e não à auto exaltação,
e a justiça coíbe abusos. Atitudes em desacordo com a harmonia individual e
social são vistos como indícios de doenças que requerem apropriadas
terapias, e a expatriação é a pior pena. Essa escola não usa de uma religião
como estandarte e o sol que nasce no oriente simboliza a luz do saber no
qual busca inspiração para suster-se e renovar-se.

1960-2020

Última data para os habitantes da Intraterra


com débitos pendentes de outras incursões à Superfície – leia-se encarnações
falhas – imergirem em acordo com os prazos determinados pelos Conselhos
Regionais sob Auditoria.

Após essa data todos os habitantes da Intraterra têm de estar pelo


menos em processo de quitação de débitos com a Superfície, segundo a
escola antiga, e de acordo com a nossa visão, livres para conseguir alçar voos
mentais e espirituais que lhes habilitem a entrada em nossos domínios
energéticos e mesmo em reinos de consciência superiores. Desde o início do
século XX temos enviado à Superfície imersos, visitantes e entrantes – 3
características de presença para garantir o sucesso da missão na sua
dimensão – a fim de tornar acessível a vocês – tanto os habitantes naturais da
Intraterra como os da Superfície – técnicas de expansão de consciência como
a yoga, a meditação, a popularização de filosofias espiritualistas não
vinculadas a religiões – pois seus antigos membros, mesmo livres de sua
casca física tendem a “burocratizar” os caminhos da evolução espiritual – e
hábitos de vida desintoxicantes e que ao mesmo tempo proponham
mudanças de paradigmas, como o vegetarianismo, as medicinas naturais e
até mesmo o naturismo.

Sobre o prazo de 1960-2020 falaremos em outra carta, sobre como os


tempos da Transição influenciam o Planeta Terra como um todo.

Em 1820 os grupos de Intraterrenos que vieram encarnados tinham


como objetivo estabelecer núcleos familiares que após cento e poucos anos
teriam se solidificado com expertise em setores chaves como alimentação,
farmácia natural, comércio não monetário com base de troca de bens e
serviços, meios de transporte e energia não poluentes, educação inspirativa e
não coercitiva e religiosidade nativa, transpessoal e baseada nas ligações
espirituais inerentes a todas as coisas vivas.

Caso estas famílias tivessem vingado o cenário em meados do século


XX de vocês teria sido muito diferente, mas elas e os planos que teriam
ocorrido a partir delas foram cortados pela raiz. Vícios, assassinatos, heranças
roubadas, suicídios e todo tipo de entrave impediu a consolidação e até
mesmo o encarne de membros que precisariam ter nascido sob determinadas
condições para poderem levar a cabo seus intentos. Essas encarnações em
grupo demoram para ser planejadas, então se imagine o quanto de contra
planejamento houve para impedir sua concretização.

Se para cada luz que se acendesse, três lâmpadas fossem quebradas...

Muitos dos que iriam encarnar e não puderam devido à mudança de


planos optaram por atuar sem um corpo físico denso, pela mobilidade,
auxiliando seres como nós, que estamos encarnados em corpos físicos porém
menos densos, a coordenamos nossos esforços e atuarmos junto àqueles
que de vocês já têm a consciência desperta e se lembram de quem são e dos
propósitos maiores, que são alçar à liberdade as consciências
temporariamente presas a 3-D, devolvendo-lhes a habilidade de se
reconectarem com o todo e a vida verdadeira ainda que imersos na carne. A
lembrança do propósito é a bússola que leva a vida ao seu fim mais desejado,
quem conhece seu destino é capaz de escolher as melhores rotas e de
apreciar a paisagem.

Voltando ao início desta carta, devido ao retrato histórico que


procuramos compartilhar com vocês, cremos tenha ficado claro que as
comunicações tenham sido suspensas por longo período na Superfície, com
exceção de raros casos em que algum de nós se manifestou fisicamente na 3-
D, interpretados até mesmo como anjos por alguns, a via mediúnica não nos
favorece no modo como era feita na virada do século retrasado, pois não
somos espíritos e não nos comprazem as brincadeiras espirituais de salões,
previsões de futuro e outras abordagens típicas da consciência imatura ao
deparar-se com um comunicante imaterial ou extradimensional.

Há ainda a questão dos chakras, feitos para canalizar a energia do


espírito ao corpo, que somente em casos preparados antes mesmo do
nascimento poderá de forma saudável servir como canal de comunicação de
um outro ser através da mediunidade – o que ocorre com aqueles que têm a
característica de incorporar, dar voz e gesticular movidos por um espírito
guia.

Já é da nossa preferência a comunicação telepática, não ostensiva e


portanto seletiva àqueles que a nós mostram-se receptivos. Esperávamos
que mais de vocês, nossos parentes da Superfície, estivessem nessas
condições, mas de fato poucos foram elegíveis e destes um número ainda
menor se mostrou interessado. Alguns ainda, mesmo após o contato
prolongado, cessaram-no por suas dificuldades pessoais em aceitar os
pressupostos daquilo que comunicávamos, que desafiava seus
entendimentos das leis da física, daquilo que conheciam do mundo e até
mesmo da Bíblia.

Aqui entra um importante adendo: a comunicação telepática dá-se por


blocos de informação que normalmente são captadas como cenas de um
filme por vocês. Palavras de sua linguagem podem vir a acompanhar ou não
essas informações, porém paralelas às nossas palavras surgem aquelas que
seu cérebro mesmo dá à luz ao interpretar para um diálogo em 3-D conceitos
e realidades multidimensionais. Um erro comum é a crença de que existimos
embaixo dos seus pés, como um condomínio que disputa espaço com as
rochas e o magma da Terra Oca. A Terra é oca e somos seres materiais, mas
cavar buracos não seria a forma mais eficiente de nos encontrar.

Estamos, como já disse, numa dimensão paralela e “interna” ao seu


tempo-espaço, e ainda que existam rotas físicas para nossos domínios, sem a
alteração da frequência vibratória adequada é impossível acessar-nos ou à
nossa realidade, ainda que estejamos em um mesmo mundo ou planeta.
Outro equívoco comum ocasionado por membros de nossa gente imersos e
extensivamente preparados para isso dá-se quanto à idade que atingimos.
Por não termos normalmente doenças – apesar de apresentarmos por vezes
desequilíbrios que requerem tratamentos – e termos um estilo de vida o mais
propiciatório ao pleno desenvolvimento de nossos corpos e de nossas
capacidades, e termos plena consciência dos propósitos de uma
oportunidade de vida e das realidades extracorpóreas, temos uma potencial
longevidade, estamos livres da maioria dos fatores de desequilíbrio aos quais
vocês estão sujeitos, fatores esses que vão da contaminação atmosférica aos
poluentes e toxinas mentais e emocionais produzidos por vocês mesmos a
desagregação do impulso de coesão da vida presente no solo, uma partícula
contaminada e corrompida pelos venenos que vocês usam para produzir uma
alimentação que já nasce morta, desprovida de energia desde o pé, pois até
seu Reino Vegetal está desvitalizado devido suas ações.

A coisificação da natureza levou à coisificação dos seus corpos e de


todas as relações entre vocês. Uma vida é feita da interação entre seres e do
reconhecimento e da valorização do aspecto divino presente em tudo e em
cada ser. Vocês optaram por simular uma vida em um mundo repleto de
“coisas” que respiram, andam, por vezes falam e sentem, mas que não são
vistas, ouvidas e cujas necessidades são largamente negligenciadas. Vocês
ensinam os seus filhos que isso é normal, e assim o sistema foi se
reproduzindo, através de doentes gerando novos doentes e propagando
sistemas de desconexão com a vida verdadeira.

Porém foi dito que vivemos 100.000 anos. Enquanto seres eternos,
somando-se experiências de vida, 100 mil anos não é um absurdo, porém não
é um lapso de tempo viável para uma encarnação na Terra, mesmo para
Intraterrenos. Precisar um número de anos não é construtivo nem elimina a
polêmica, uma vez que medimos o tempo de forma diferente de vocês, há
desencarnes precoces, por acidente, necessidades maiores ou mudança de
planos; vivemos muito mais do que vocês na Superfície, mas não tanto que
esta diferença torne pouco crível a possibilidade de nossa existência. Na sua
Bíblia há relatos de homens antigos que viviam muitos mais anos do que
agora. Tenham isso como um parâmetro de possibilidades.

Para driblar essas dificuldades de comunicação, pares de gêmeos


frequenciais voluntariaram-se para serem os porta-vozes da Intraterra na
nova fase de contato e comunicação oficiais a fim de lembrá-los da sua
realidade maior, dar-lhes ciência do nosso passado comum e convidá-los a
junto construirmos o melhor de dois mundos para as futuras gerações, para
que possamos voltar a ser uma só família humana unida, não mais separada
pelas dimensões.

Gêmeos frequenciais são dois seres que compartilham a mesma


frequência da Criação Divina mas vibram em polaridades distintas. Não são
almas idênticas, mas contrapartes duais que tendem a se equilibrar – mesmo
que através de conflitos – a fim de que ambas expressem a sua mais alta
capacidade. Sua parceria é com frequência superior ao período entre-vidas e
elas planejam cuidadosamente suas interações a fim de curarem a si mesmas
e tornarem-se um caminho energético disponível para outros. São pilares das
múltiplas frequências do amor que elas ajudam a transmitir. Alguns desses
pares se dispuseram a enfrentar a separação vibracional para, confiantes nas
ligações pré-existentes entre si, ancorarem sua frequência entre dimensões,
assim um dos gêmeos encarnado sob a polaridade feminina, portanto
receptora, receberia os códigos de comunicação da sua contraparte
masculina e emissora encarnada na Intraterra. O mesmo já havia sido feito
para se transmitir mensagens e relembrar ensinamentos do período entre-
vidas – também conhecido como Vida Eterna ou Vida Verdadeira – de uma
contraparte desencarnada para uma encarnada e esse meio se comprovou
ser muito eficaz.

Todas as pessoas que passaram conhecimentos reais sobre a Intraterra


estavam ou estão sob essa condição. São poucas para evitar conflito de
interpretações, uma vez que mesmo sob a ligação de contraparte, o cérebro
de 3-D ainda tem dificuldade de compreender a multidimensionalidade, e
procura “traduzir” informações de uma forma mais confortável para si, o que
nem sempre corresponde à realidade.
“Por que permitimos que conceitos não completamente verdadeiros
venham à público?”

À medida que vocês evoluem como um todo, podemos ir oferecendo


novos entendimentos. Para a época foi uma grande avanço e sob o custo de
grandes esforços da parte daí e de cá. Nós celebramos cada avanço e
preferimos confiar que a clareza se intensifica à medida que o dia nasce,
cientes de que trabalhamos ainda na madrugada.

Até nosso próximo contato

Jurgen 
Carta Três - Sobre a Vida Cotidiana e Estrutura Social em Telos

Carta Três

Sobre a Vida Cotidiana e Estrutura Social em Telos

04/12/16

Muito já foi trazido pelas mensageiras oficiais ao conhecimento de


vocês, adequado à época e aos conceitos prioritários do qual pretendíamos
tornar cientes nossos irmãos da Superfície. Algumas percepções individuais,
porém, costumeiramente ocorrem quando há um contato interdimensional
devido ao choque entre a realidade em que o canal encarnado aí se encontra
e o que procuramos compartilhar, o que torna a mensagem por vezes muito
improvável, a exemplo da questão da idade dos habitantes, como já nos
referimos.

Falarei de alguns aspectos da vida em Telos, aspectos estes que


ocorrem em várias outras cidades intraterrenas, ainda que não em todas, pois
embora ligadas pela Rede de Agartha e submissas a uma regência central do
Alto Plano Espiritual Residente, ligado à antiga Shamballah e à Grande
Fraternidade Branca e supervisionada pela Confederação, que por sua vez é
dirigida por agrupamento de Seres localizados em planos ainda mais
superiores, todas são independentes quanto à sua forma de governo e
administração internos.

Como seres manifestados em uma forma física, ainda que sutilizada e


otimizada com relação ao corpo que vocês ora experimentam como veículo
energético, nascemos a partir da união de dois pais, uma polaridade
masculina e uma feminina, uma gestação mais breve e um parto cujo
processo é ao mesmo tempo delicado e cru como é a essência da vida; neste
momento uma energia de amor puramente instintivo e selvagem gerada pela
mãe é sentida por todos que daquele momento participam e combinada às
emanações de tranquilidade, boas-vindas – tanto ao bebê quanto à nova fase
da vida da mulher – e refazimento. Neste momento lembramos que estamos
todos conectados à Teia Maior da Vida como essências manifestas na
matéria: nós, vocês da Superfície, os animais, os seres do reino vegetal e os
irmãos das estrelas que conosco compartilham suas técnicas de cura e
tecnologias para um maior aproveitamento da experiência da vida; é quando
vemos o quanto somos frágeis e dependentes uns dos outros para podermos
sustentar essa experiência de existir dentro da matéria. Cada nascimento,
portanto nos faz mais humildes e reverentes à grandeza da Mãe Natureza
que nos permite existir; é também um impulso à elevação de nossos ideais,
nos obrigando pelo amor e assombro daquele momento a nos
comprometermos na propagação do melhoramento dessa experiência, para
nossos descendentes – nós mesmos – e em cuidados de grande zelo para
com todo o sistema no qual estamos inseridos.

As mães amamentam e ambos os pais têm turnos mais ou menos fixos


durante os quais, através de estímulos táteis e da entonação de sons
específicos, auxiliam ativamente o desenvolvimento de seu filho ao mesmo
em que (re)estabelecem importantes e afetivas conexões. As crianças são
livres, jamais punidas – apenas corrigidas e somente naquilo em que podem
involuntariamente colocarem-se a si mesmas ou a outros sob risco – amadas
incondicionalmente, vistas como uma bênção à sobrevivência da coletividade
e há todo um imenso cuidado para que cresçam sem adotar comportamentos
somáticos dos pais e direcionadas ao trabalho com seus próprios dons.

A fim de evitar as mencionadas somatizações, e o desenvolvimento de


padrões de apego, dominância, possessividade, frustrações repetitivas e
comodismo num sentido bem mais amplo do que vocês normalmente
usariam esta palavra, pois referimo-nos a tornar-se por demais habituado a
uma situação – tanto os adultos como os infantes – levando ao
entorpecimento da devida valorização do que cada momento representa e
proporciona, a partir do desmame, que ocorre antes de a criança começar a
andar, ela passará a ficar parte do seu tempo com os padrinhos – doze casais
não necessariamente escolhidos ao mesmo tempo – sendo criada em um
sistema de rodízio, permanecendo no início três dias com um desses pares e
então novamente três com os pais biológicos, até que na adolescência
ausente-se por quinze dias consecutivos (prazos usados como medida
ilustrativa para sua compreensão de tempo da Superfície). Os pais, por sua
vez, receberão outras crianças para cuidar e amar durante o período em que
sua prole natural se encontra fora de casa, e comumente, à medida que
crescem, recebem duas, três, cinco crianças ou mais por vez, quando o círculo
de treze casais está completo. Esse ciclo às vezes é completo ainda no
período gestacional, às vezes só se completa quando a criança já está na
adolescência. Se o casal não tiver nenhum bebê entre os padrinhos
inicialmente escolhidos para fazer o “rodízio”, um bebê virá de outro círculo
de padrinhos. Como veem, nosso contexto de “família” é muito mais
ampliado desde o berço, e todas as crianças são responsabilidade de todos.

Esse sistema prevê também que os pais por vezes estejam a sós, para
terem um tempo para se conectarem como casal e manterem em vista seus
projetos comuns.

Não somente com relação à escolha dos padrinhos, assim é em todas


as relações; as afinidades são altamente levadas em conta. Não afinidades
como vocês normalmente entendem, baseadas em ‘gostos e desgostos’, mas
na complementaridade e propósitos energéticos comuns. Temos sistemas
semelhantes à sua Astrologia e outros dos quais naturalmente vocês duvidam
com razão, por estarem na Superfície seus conhecimentos incompletos. Mas
aqui constituem a base de nossa ciência – vibração, afinidade, atração-
repulsão, frequência – que rege desde a escolha do nome do novo habitante
de Telos que nasce até as determinações de agrupamentos de trabalho.

Nenhum casal “escolhe” um nome para seu filho baseado em seus


gostos pessoais; dentro de um certo prazo após o nascimento, um ou ambos
os pais vai ao que chamamos aqui de Templo, mas para vocês convém
explicar que não se trata de uma estrutura “religiosa” apenas, mas o local
onde registros oficiais, bibliotecas e permissões ou concessões são dadas a
indivíduos quando alguma proposição de relevância comunitária é feita: nisso
incluem-se a determinação de nomes, os casamentos provisórios ou estáveis,
as permissões para ter filhos (pois a compatibilidade kármica desse projeto
precisa ser aferida junto aos dois pais e seus planejamentos individuais e
conjuntos), pedidos de transferência de residência ou posição trabalhista e
muitas outras ações de impacto coletivo. Para a determinação do nome a
energia da criança é avaliada e de acordo com sua essência e provável missão
de vida, uma combinação de sons forma um “mantra” pessoal de
compatibilidade energética – às vezes mais de uma possibilidade é aventada
– então os pais escolhem qual lhes parece mais apropriado. Ao crescer é
possível a uma pessoa mudar seu nome, embora isso não seja comum e
ocorra apenas com indivíduos que atravessam um momento de transição
pessoal, pois uma transmutação intensa altera as frequências vibratórias
emitidas por todo ser vivo.

Por volta do tempo em que uma criança começaria a falar, ela recebe
no Templo um “download” de códigos multidimensionais para auxiliá-la em
nossa comunicação, que é semi-telepática. Para isto peço que leiam o Sonho
Nº 1-A deste canal que consta anexo.

Os Estudos duram nossa vida inteira, se assim desejarmos, e nisto não


somos tão diferentes de vocês. Após os anos formativos um jovem ou uma
jovem deverá ter experimentado diversas áreas de atuação na sociedade a
fim de identificar aqueles em que melhor se adapta. Estágios, períodos de
intercâmbio com outras cidades intraterrenas e visitas a bases de trabalho
interplanetárias são seguidas de escolhas semi-definitivas, onde se
comprometem a concluir ao menos um projeto antes de mudarem de foco na
construção de suas habilidades profissionais. Uma vez dentro de uma
ocupação, confraternizações e novas oportunidades de estudo e
aperfeiçoamento são uma constante e cada um é livre para gerenciar suas
prioridades.

As confraternizações são muito importantes, pois uma vez que


dificilmente temos alguém insatisfeito com suas escolhas laborais, a
tendência é que os seres se absorvam em suas funções, e para que não
interajam somente entre si, muitas e diversas oportunidades de
compartilhamento com outros grupos e pessoas de fora do setor da cidade
em que se está situado ocorrem a todo o momento, e o comparecimento a
um número mínimo delas é compulsório. A felicidade é para nós um
ingrediente fundamental de vida e a solidão um sinal de adoecimento, ou de
uma alma enfraquecida. Se alguém começa a sentir-se muito indisposto a
esses comparecimentos, logo procura o Templo a fim de averiguar suas
condições energéticas.

As relações amorosas entre casais tendem a se manifestar após o ciclo


de formação inicial, mas isto não é uma regra. As manifestações do Amor
tendem a se intensificar na juventude, mas alguns só bem mais tarde
encontram um par, e alguns até mesmo na maturidade avançada, pois tudo
depende dos pressupostos da alma para aquela encarnação. Desconhecemos
qualquer tipo de pressão ou inibição social neste sentido – o Amor é a
Suprema Liberdade. Um casal, como já transmitido por outras mensageiras,
pode optar por um matrimônio temporário ou permanente e somente na
segunda opção é possível obter a permissão para a procriação.

O sexo é a mais poderosa troca de energias existente, logo, embora


sejamos livres de conceitos castradores da sexualidade humana, cientes de
que o corpo é um templo, nossa expressão é livre e ainda assim responsável e
encarada como o que é: uma forma de comunicação e comunhão
multidimensionais, capaz de abrir portais, alterar e criar a realidade.

Somos muito ligados aos membros de nossa família estendida, que


inclui as pessoas com quem levamos adiante propósitos
profissionais/laborais.

A morte, como vocês a entendem, para nós não existe. Não somos
aterrorizados pelo medo de virmos a ‘deixar de ser’ ou ‘não mais existir’ e
sabemos que nossos entes queridos de alguma forma existiam antes de vir
conosco partilhar a existência e da mesma maneira continuarão sua jornada;
ainda assim lamentamos pela quebra da convivência cotidiana. Normalmente
nossa longevidade se encerra precedida pela consciência de que mais um
ciclo terminou, mas por vezes ocorrem mortes prematuras ou acidentes –
para os quais também compreendemos que há sempre razões, ainda que
ocultas, para justificar nossa dor.

Nossa preocupação é direcionada para aqueles que aparentam desistir


de viver, aqueles que perdem o viço e momentaneamente não creem serem
capazes de concluir os objetivos que motivaram sua viagem para dentro da
carne. Não há suicídio como vocês conhecem na Superfície, mas quando o
espírito enfraquece seus propósitos ou alguma alteração ocorre nas linhas
temporais que impossibilita a concretização de seus planos, ele pode adoecer
seu corpo pelo afastamento do Eu Matriz aos chakras e assim acabar por
libertar-se da contenção consciencial física, que é uma outra forma de
compreender o fenômeno da vida, e ir em busca de novas programações
existenciais. Essa é uma questão muito delicada porque nem sempre a
percepção do espírito (enquanto ligado à matéria) é correta e seu desânimo
pode levá-lo a antecipar a finalização de uma experiência corpórea
prematuramente, do qual poderá vir a se arrepender depois. É preciso confiar
na Vida e nos desígnios da Fonte. Tais casos quando ocorrem são tratados no
Templo, em câmaras especiais com luzes e cromoterapia para tentar impedir
a desvitalização dos chakras.
Normalmente “reencarnamos” entre os nossos descendentes,
responsabilizando-nos e comprometendo-nos no auxílio mútuo das nossas
capacitações ao longo de muitas experiências em conjunto. Como num
círculo somos gratos aos nossos pais para que nossos filhos possam nos ser
gratos um dia.

Na próxima carta nos ateremos às questões arquitetônicas da vida na


Intraterra.

Seu irmão Jurgen 


Carta Quatro - Aspectos da Vida na Intraterra

Carta Quatro

Aspectos da Vida na Intraterra

11/12/16

Senti a presença de Jurgen e de mais quatro pessoas no quarto. Ele


recomendou que relaxasse e percebesse o meu redor a partir do campo sensório
dele, que seria conectado ao meu através de algum tipo de aparelho que não
identifiquei muito bem, mas que aparentemente ligava nossos chakras
coronários. Por vezes me via deitada em cruz com ele na mesma posição
contrária e depois era como se uma ‘máquina’ tivesse girado e nos posicionado
de costas.

A primeira diferença que notei foram os meus antebraços, eu sentia os


dele, não os meus; sucessivamente percebi mãos, ombros, peito, abdômen,
joelhos, pés – que achei muito grandes comparados ao meu tamanho 39! Por
último tentei localizar a cabeça, mas pouca percepção tive. Ele continuava
falando comigo, e sobre as pessoas ao nosso redor, para que eu me sentisse
segura a respeito da presença delas. Jurgen mostrou-me telepaticamente
nossos três filhos, adultos, e cenas entre o período em que eu planejara o
destino deles e como ele lidara com isso após a minha partida. Houve muitas
modificações, entre o que eu inicialmente sugeri que fosse feito e o que ele
julgou que fosse o melhor. As cenas, embora fossem rápidos flashes, eram
carregadas de explicações subentendidas em nível telepático, não apenas
mentalmente mas também emocionalmente. Ele me disse que a menina, a
criança mais velha, desempenhava funções semelhantes às dele; a segunda
criança que tivemos, um menino, era uma espécie de médico, especializado nas
questões físico-orgânicas dos corpos humanos de 3ª e 4ª Dimensão e o último
menino, o mais novo que ainda era um bebê quando imergi, era também um
médico, porém seu campo de atuação era mais ligado ao que chamaríamos aqui
de Psicologia. Jurgen me fez entender que as crianças compreenderam cedo o
que havia ocorrido comigo e lidar com a Verdade assim que ele encontrou o
momento para isso fortaleceu a todos. Eu já me lembrava anteriormente de tê-
los encontrado, com aparência juvenil, em uma base intermediária entre a
Intraterra e a Superfície – um projeto do qual participei antes de imergir – e
embora eles não tivessem se identificado, após algum tempo eu os reconheci.
Essa memória posteriormente foi suprimida e retornado somente no final da
Fase 1 do Despertamento. Jurgen mostrou-me – ou melhor, vi através de sua
mente – os três trabalhando durante a Transição, e ele me questionou se eu
estaria pronta para trabalhar com eles.

“ – Sim” – eu respondi – “Avise a eles que o fato de eu chorar significa


que eu estou lidando com a situação”.

Então, entre as pessoas presentes no quarto cujos rostos permaneciam


indefinidos, eu percebi minha filha e disse:

“ – Diga a ela que eu continuo achando-a muito bonita”.

Essa havia sido a frase que eu disse a ela quando percebi que eram meus
filhos ao meu redor na base há alguns anos: “Você se tornou uma moça muito
bonito, como eu sabia que seria”. Então, agora eles sabiam que eu a havia
identificado, o que não era previsto. George disse para ela:

“ – Como avisado, ela com frequência tenderá a pular os protocolos, o


que geralmente ocorre. Você deve prosseguir daí.”

Ele perguntou se eu me considerava pronta para trabalhar com ela e


respondi que sim.

A seguir as palavras e explicações dela, que se seguiam a imagens de


como eu me lembrava de alguns aspectos da vida na Intraterra, em uma
sequência de tópicos que fluía da mente de George para a minha e que ela
parecia seguir em uma espécie de prancheta.

Em todos os aspectos abaixo mencionados eu via as imagens pela


conexão entre minha mente e a de George e ouvia as explicações pela voz de
Nynmaeh. Algumas informações adicionais foram inseridas durante os 45
minutos de sono que intervalaram o recebimento da mensagem e o processo de
escrevê-la. Dessa vez, diferente das anteriores, ambos me pediram que fluísse
dentro das imagens e explicações sem parar para escrever. Após a conclusão
desse processo eu poderia deitar e dormir brevemente – devido ao ambiente
altamente ionizado era difícil manter a consciência, e ao final da transmissão eu
me manifestei avisando estar muito cansada. Nynmaeh disse que seu pai
acompanharia depois o processo de escrever as lembranças, após a fixação dos
sinais neuronais durante o breve sono que se seguiria.

Aspectos da Vida na Intraterra

“Esta é Nynmaeh, filha de Jurgen, e conduzirei os protocolos sempre


que meu pai estiver ausente ou indisponível para tal.

Os veículos de transporte individuais são restritos às pessoas que


desempenham funções na sociedade que dele necessitem. De tamanho
similar aos veículos da Superfície, porém sem tocar o solo, levitam sobre
linhas magnéticas – o que significa que precisam seguir determinadas rotas e
evitar outras – e podem adentrar meios aquáticos (porém não por muito
tempo) e elevar-se nos ares. Não são porém feitos para interagir com a
superfície da Terra. A maioria dos intraterrenos que possuem a ‘guarda’
provisória de um desses veículos desempenha funções parciais em bases
intermediárias na água ou próximas à Superfície e regiões de fronteiras. A
maior parte da população não tem necessidade alguma deles. Existe uma
ampla rede de túneis utilizados por todos, alguns ocupados por trens mais
velozes do que os metrôs da sua superfície, outros por ‘elevadores’ – na
verdade ‘câmaras’ que se movem não apenas verticalmente, como
lateralmente e diagonalmente, que atuam também numa espécie de
mecanismo de ‘compressão e descompressão’, modulando a vibração dos
ocupantes transeuntes de acordo com o setor para o qual se dirigem. Assim
como nas naves de maior dimensão, os setores da Intraterra, mesmo dentro
de uma mesma cidade, têm diferentes níveis vibracionais e isto é o que
define, em grande parte, as funções desempenhadas por cada um. Há ainda
portais de conexão com outras cidades e bases intraestelares e até mesmo
outas dimensões de existência, mas essas não são utilizadas pela maioria da
população, que deles não necessitam, via de regra.
Os setores de Telos são ocupados de acordo com a capacidade de
sustentação energética dos habitantes, quanto mais alta mais próxima ao
nível superior e quanto mais densa, mais propício será para o habitante viver
nos níveis inferiores. Os níveis mais densos são os que se assemelham mais
em aparência à Superfície da Terra, com jardins e a presença de animais; os
níveis superiores onde se encontram o Palácio do Governo e o Templo Maior
assemelham-se ao seu conceito de “Cidades Espirituais” ou “Cidades de Luz”.

Nela as construções são predominantemente mentais e até mesmo a


reprodução de nossa espécie já ocorre nesse nível sem necessidade do coito
físico – a geração ocorre a partir de um alto quantum de energias criativas e
amorosas em conjunção. Por volta de 200 a 100 dos seus anos, essas
concepções eram raras, menos de 5% de toda a população de Telos, e
somente os hierarcas do nosso povo – os líderes e responsáveis pelo bem
estar da cidade e prosperidade do povo (atente para a ordem, pois ela altera
o resultado!) conseguiam dar prosseguimento às suas descendências dessa
forma. Os seres nascidos dessas uniões são absolutamente idênticos a
qualquer outro membro da população, somente possuem como diferencial o
fato de possuírem alta imunidade às frequências baixas e possuem uma alta
capacidade de criação e captação mental.

Quando as datas gerais de preparo para a Transição e reunião com os


Irmãos da Superfície foram definidas pelo nosso governo, muitas pequenas
diretrizes de elevação da consciência coletiva foram definidas, no espírito de
que cada pequeno esforço é um grande avanço quando obtido por uma
coletividade, e assim cada casal que se prontificava a gerar novas vidas para
trazer espíritos que viriam participar desse momento e ajudar nesse período
de intensas modificações sociais, passou a ser convidado, estimulado a tentar
a procriação ou geração de corpos de luz mental, independente de qual setor
da cidade o casal fosse proveniente. Durante muitas décadas foram ínfimos
os sucessos além da faixa já conhecida, porém de cerca de 20 dos seus anos
para cá, finalmente temos obtido um grande aumento com o aporte de
crianças cristais, que impossibilitadas de encarnar no seu mundo da
Superfície como originalmente intencionado, têm nascido entre nós para
atuar na Transição a partir daqui como catalizadores e transmutadores nos
seus processos de Despertamento e Mutação coletivos. Eles atuam nas naves
e sua presença oferece uma ação poderosa na cura e reconexão de vocês
quando são, como dizem, ‘abduzidos’. Melhor teria sido que eles tivessem
encarnado entre vós, mas os pais que poderiam recebê-los não conseguiram
sustentar sua própria energia para garantir que eles estariam seguros e à
salvo dos mecanismos desvitalizadores do seu sistema; em outras palavras:
não conseguiram arcar com a própria transformação para servirem como
escudos protetores dessas almas puras, protegendo-as de certos alimentos,
hábitos culturais e intervenções farmacêuticas que seriam extremamente
prejudiciais para a sua sutil estrutura psico-biofísica.

Estamos agora com um índice de 7,5% de gerações exclusivamente


mentais, que somadas aos nascimentos bem sucedidos na Superfície de
Crianças Cristais chega a 9% em locais mais densos e 11% onde há melhores
condições. Em média 10% portanto da população planetária encarnada já é de
seres de grande luz consciencial, e milhões, bilhões de outras almas
aguardam uma oportunidade para ajudar, encarnada ou não.

A Grande Luz chegou para nos fazer companhia definitivamente, e isto


por si só nos coloca a todos em espírito de Gratidão e união.

É preciso fazer constar que os seres da Intraterra que habitam os


setores de mais alta vibração estão situados mais próximos à Superfície
justamente porque somente eles conseguem se expor às baixas frequências
do seu mundo sem serem afetados ou adoecerem. Os habitantes da
Intraterra que trabalham nos setores mais densos e necessitam de uma
ambientação mais próxima à da Superfície – tanto na aparência como na
frequência não tão díspar – são normalmente os nossos irmãos
recentemente egressos de um ciclo de encarnações na Superfície. Eles têm
dificuldade em se manterem ativos quando vão aos setores superiores,
embora o oposto não ocorra. Nesses níveis são normalmente onde se
encontram a maioria de nossos ambulatórios e “clínicas” maiores, pois nos
níveis menos densos os ambulatórios são menores e normalmente atendem a
visitantes que sofram um mal-estar temporário pela disparidade da
frequência vibratória; sentem-se cansados e lentos, como se fossem
desmaiar, é comum a queixa de “queimação” no chakra do plexo solar e
sensação de “ruptura” no laríngeo e o frontal.
Conforme já dito, a doença não é comum para nós, e quando
percebidos alguns sinais de desbalanceamento ou na ocorrência de
desvitalização recorrentes, o individuo é encaminhado para uma avaliação
mais completa em um dos grandes ambulatórios.

São considerados sinais de enfraquecimento do espírito: desejo pela


solidão e repetidas recusas em participar de atividades de confraternização
não obrigatórias; ansiedade e receio relacionados a eventos “futuros”,
melancolia e apego a memórias do “passado” – emoções e padrões de
pensamento que alheiam o ser do momento “Presente”, aquele que é uma
dádiva e o único que há para se desfrutar, retirando assim suas forças –
excessiva sonolência, descompensação recorrente dos chakras ou dor no
plexo solar.

Todos esses sinais são indicativos de que o ser não está adequado à
frequência vibratória do ambiente em que está inserido, ainda que “livre” de
teias kármicas impeditivas de sua presença aqui/ali. É comum que esses
indivíduos tenham um tempo de vida mais curto e sua estadia entre nós é
compreendida como um período de descanso do entre-vidas no qual tem a
oportunidade de se preparar para a vida encarnada num ambiente mais
denso como a 3-D, assim como de rever antigos entes queridos já adaptados
à vida na Intraterra, o que lhe dá ânimo para buscar com afinco a conclusão
dos processos energéticos que ainda o afinizam com a Superfície, de forma
definitiva. Pessoas que desde muito cedo tem um semblante um tanto
consternado e crianças que sorriem pouco são reconhecidas como
“estagiárias da Intraterra”, pessoas que estão “de passagem”, antes de
concluir seus últimos processos de sublimação da 3-D.

A maioria das sementes estelares esteve várias vezes aqui,


recuperando forças e se preparando junto à sua verdadeira família espiritual
para superar “nós”, “enredamentos kármicos” adquiridos na Superfície e que
as impede de dar prosseguimento àquilo que mais desejam e cumprir aqui o
propósito para o qual vieram: realizarem-se em um mundo material denso
aproveitando a onda e o “trampolim energético” para saltar imediatamente
para o seu ponto de origem, sem a necessidade de aguardar muito para
retomar seu status frequencial original.
Esta é uma oportunidade muito rara em qualquer galáxia ou
multiverso, quando um ser de altíssima frequência, já há muito desligado da
experiência material concreta, pode experimentá-la profunda e
intensamente, consolidando características suas, estendendo-as, ampliando-
as para um espectro, uma gama muito maior, sem ter de esperar depois éons
para poder retornar ao seu estado energético original.

O período chamado de “Transição Planetária” do ponto de vista


energético é, segundo uma analogia explicada por meu pai, “uma passagem
de ida e volta com desconto e sem escalas ou voos de conexão para um local
muito concorrido, onde uma festa única tem lugar e não voltará a ocorrer tão
cedo, e os convidados concorrem a muitos e abundantes prêmios valiosos”.

Por isso tantas sementes estelares estão aqui, porém a maioria ficou
presa na “Alfândega do Karma” e antes de poder participar livremente da
festa, precisam estar com seu passaporte e vistos atualizados e sem
pendências burocráticas.

Nós na Intraterra trabalhamos diretamente nesta causa, de identificar,


liberar e emancipar as sementes estelares, porque eles e nós somos uma só
família.

O trabalho é visto como contribuição à coletividade, seja ela de 4-D ou


3-D, e um período curto de “horas semanais” é o padrão, sendo isentos os
doentes e as crianças. Todas as necessidades de sustentação à vida de todos
são supridas naturalmente e todo trabalho além do regular gera créditos que
podem ser usados pelo colaborador para que ele tenha acesso a estudos,
estágios concorridos e oportunidades de intercâmbio desejadas por um
número maior do que o de vagas. Esses créditos podem ser repassados a
familiares e amigos.

A alimentação dos bebês dá-se pelo leite materno por poucos meses, a
seguir a criança passa a alimentar-se da mesma fonte que os adultos: líquidos,
pastas e compostos altamente nutritivos. Os compostos são o alimento mais
sólido que temos aqui, normalmente servidos em quadrados compactos.
Esses últimos só são servidos aos bebês quando sua arcada dentária atinge
uma determinada maturidade; ela surge quase que imediatamente após o
nascimento e atinge seu tamanho completo por volta da época em que a
criança começará a frequentar o que seria nossa versão do período escolar.
As pessoas que lidam, manipulam os alimentos, frequentemente necessitam
de ingerir menos destes preparados, pois se nutrem abundantemente do
prana e das frequências de energia e cura vibradas por esses alimentos. A
maior parte do cultivo de alimentos dá-se acima do nível do solo em culturas
mantidas em soluções potencializadoras. O Sol Interno também é uma fonte
vitalizadora; e a água que nos nutre é a mesma que chega até vocês.

Nosso metabolismo é acelerado, e o Amor a energia que entendemos


mantém a coesão das células em harmonia. O ensino de que somos amados e
temos todas as razões do universo para nos orgulhar disso e também nos
amar é a primeira lição que recebemos de nossos pais e padrinhos criadores;
se houver algum indício de ‘falha’ em uma criança ou adolescente nesse
sistema de conexão com a Fonte, que é o maior responsável pela contínua
criação do nosso estado de saúde, novamente pais e padrinhos serão
avaliados terapeuticamente até que se identifique a origem da desconexão.

Essa avaliação é realizada através de instrumentos semelhantes aos


utilizados por vocês na ciência denominada Radiestesia, máquinas que
verificam eletronicamente as funções dos chakras e a organização do campo
elétrico. Alguns exames lembram suas práticas laboratoriais rotineiras e
existem até mesmo câmaras de contato vibracional controlado às
frequências que geram padrões mentais doentios na 3-D a fim de se verificar
a(s) ressonância(s) com as quais o indivíduo adoecido ainda apresenta
afinidade; isto é oferecido ao analisado a fim de que ele mesmo procure
trabalhar em si os antídotos para essas questões e principalmente como
dados a se levar em conta atentamente no planejamento de uma nova
encarnação ou imersão.

Essas análises todas são arquivadas no Templo Maior; onde todas as


“fichas e registros conhecidos e públicos” de uma alma ficam disponíveis
para estudos e aprimoramento da coletividade, assim como as
determinações daquela alma junto a seus mentores e colaboradores, assim
como os compromissos em longo prazo envolvendo mais de uma
vida/imersões ficam acessíveis de forma pública. Havendo requerimento
específico para tal, parte dos registros pode ser ocultada à consulta pública a
pedido do ser e somente disponível àqueles a quem ele considerar
convenientes.

A formação dá-se em grupos livres e as aulas ocorrem no ambiente que


for mais propício para o aprendizado e desenvolvimentos de cada específica
atividade. Não temos “escolas” da forma como vocês a compreendem,
embora muitos visitantes tenham visto prédios, nossas bibliotecas e grupos
de alunos estudando e se desenvolvendo e acreditaram que tais locais
fossem escolas à semelhança da Superfície, mas são centros de estudos e
pesquisas.

Se uma criança manifestar alterações energéticas citadas


anteriormente após os 7 anos, os pais serão automaticamente
responsabilizados e os três (pai, mãe, filho) receberão tratamento; não
havendo melhora, a criança poderá ser afastada temporariamente até que se
identifique a causa , se ela está a absorver o comportamento de um dos pais
ou padrinhos com quem convive, de cuja convivência também se tentará o
afastamento para ver se há melhora do quadro energético. Tais intervenções
são raras, mas todos os pais são cientes delas a partir do momento em que se
prontificam a ter filhos.

Explicando a diferença entre os termos “VIDA”, “ENCARNAÇÃO” E “IMERSÃO”

Vida é o estado único e inalterado em essência, porém alterável na


forma em que um ser criado pela Fonte Primordial – portanto eleito à
eternidade – se manifesta. A vida é o único estado real, e assim como a água
– seu símbolo universal – pode manifestar-se em diferentes estados.

Encarnação é a manifestação na matéria densa em um mundo de 3ª ou


4ª densidade dimensional. Seria o estado sólido da água, entremeado durante
o período de sono/sonhos/projeção fora da matéria e período anterior e
posterior a essas experiências no “estado gasoso” em que seu espírito, se
cumprida todas suas etapas emancipatórias e regenerativas após cada uma
dessas experiências se recordará de sua identidade Matriz, que detém a soma
dessas experiências assim como de todo seu histórico evolutivo.

Imersão é o processo através do qual um ser já manifestado em um


plano de 4D, 5D ou 6D expande parte de sua consciência de forma separada a
fim de que ela possa experimentar uma existência mais densificada do que
seu estado original a fim de cumprir um propósito, sem que para isso
necessite “desencarnar” para vivenciar essa experiência. Embora fique não
operacional a maior parte do tempo em que durar a experiência de imersão,
ao seu término o ser retoma seu corpo e prossegue do ponto em que parou.

Esse último é um expediente comum de 5ª e 6ª D, onde muitos seres de


pátrias estelares distantes mergem parte de sua consciência a um corpo
escolhido e planejado criteriosamente a fim de cumprir propósitos de
estudos e pesquisas.

Uma versão dessa ocorrência em seu mundo é conhecida também pelo


nome de “Walk In” ou “Entrante”, quando uma alma encarnada que detém
muitas afinidades com o ser que deseja manifestar-se na sua referida
densidade e não está, em sua própria avaliação, “cumprindo a contento seus
desígnios para aquela experiência” ou já concluiu seus projetos principais
para aquela encarnação, “cede seu lugar” a fim de que a consciência mais
evoluída possa realizar seus intentos. Há arranjos superiores do ponto de
vista espiritual – para usar uma terminologia que vocês compreendam – para
que isso ocorra; de certa forma é como se o cedente representasse uma
versão anterior de uma energia e o entrante sua versão futura, uma
frequência muito similar manifestada algumas notas acima. Um acordo
‘kármico’ entre dois “Eus”.

Da 4ªDimensão para a 3ªDimensão, ou mesmo da 5ª para 3ª é muito


raro que ocorra imersão pois a alma normalmente parte por vias naturais
antes de assumir uma nova experiência. Sendo a ‘atmosfera psíquica’ da 3-D
extremamente nociva para nós, ela tende a sobrecarregar o sistema
neuropsíquico do corpo original que aqui fica mantido em estase, o que pode
levar à falência do sistema bioenergético a qualquer momento durante ou ao
término da imersão, quando então ao retornar ao corpo a alma acabaria
partindo direto para o entre-vidas a espera de um novo planejamento
encarnatório. Contudo, com os decretos de resgate, despertamento e
emancipação de ‘todas’ as sementes estelares adormecidas e com
‘pendências’ perante a ‘administração planetária vigente’, uma cessão de
autorizações para esse processo foi comissionada para casos específicos.

Nynmaeh
Carta Cinco - Sobre as Embocaduras, Passagens Dimensionais e
Emparelhamento Vibratório

Carta Cinco

Sobre as Embocaduras, Passagens Dimensionais e


Emparelhamento Vibratório

18/12/16

Saudações!

Paz na Superfície e nas Relações entre os Irmãos da Terra e da


Intraterra. Que a harmonia se faça em todo o globo terrestre e em suas
múltiplas dimensões plenas de vida e oportunidades de evolução.

Sabemos que possuem múltiplos questionamentos a respeito da


possibilidade de que “dobras de existência” desconhecidas aos seus sentidos
possam disputar espaço dentro desta grande Nave Mãe chamada Terra.
Sabemos ainda que sem compreenderem minimamente essas questões,
infrutíferas se tornam quaisquer tentativas de explicarmos a vocês sobre
nossa localização e meios de mantermos contato.

Este foi um assunto que nosso próprio contato imerso, Joreen/Jennifer


relutou por anos sequer pensar a respeito, o que protelou nossas tentativas
de comunicação por bastante tempo.

Listados abaixo uma série de tópicos correlacionais a esse assunto que


queremos oferecer à sua avaliação:

1- Conhecimentos naturais incompletos em oposição a certezas e


pensamento absolutista excludente
* Sua ciência é precária ao desconsiderar as dimensões energéticas da
matéria, entretanto, apesar de estarem cientes que seu saber evolui à
medida que novas descobertas são incluídas no Complexo do
Conhecimento Humano, a postura básica do ser humano da Superfície
não é de abertura a novos conceitos, mas sim de ceticismo padrão a
tudo que não se enquadre totalmente no já pré-estabelecido – isso é
válido para qualquer assunto em todas as suas áreas de ação e deve-se
ao condicionamento socioeducativo a que vocês estão sujeitos desde o
nascimento.

2- Confusão ao diferenciar estados anti-matéria de variações


extradimensionais

* Vocês temem a morte e muitos ainda creem que após o desenlace


dos elos que unem sua essência energética ao seu veículo orgânico
atual deixarão de existir ou entrarão em estado de não consciência,
além de crenças punitivas que lhes deixam inseguros e os levam
subconscientemente a temer qualquer manifestação de natureza não
densa dentro das suas coordenadas existenciais como possíveis
“contatos com o além-túmulo”. Esclarecemos que um ser destituído
de um veículo de manifestação biológico encontra-se vibrando no
estado da anti-matéria, que é um estado natural que permeia toda a
existência da mesma forma que um intervalo permeia qualquer tipo de
padrão em que possamos pensar, dos decimais que separam inteiros
ao espaço que separa as palavras a fim de que um texto seja
compreendido. O vácuo e a vida se intercalam a fim de se auto
sustentarem, e nada é mais natural do que esta realidade; assim como
no símbolo do Yin-Yang, dentro do estado de não manifestação física
existe o germe da vida em planejamento; dentro de todo ser
manifestado na carne um relógio marca as horas de forma decrescente
até que vácuo e vida novamente se colidam, como no momento da
concepção, e ocorra uma catarse que leve a essência ali presente a
outro estado de consciência.
Sobre esse tópico somente, laudas e mais laudas poderiam ser
escritas, mas basta que, para o assunto que queremos tratar, que é o
da comunicação interdimensional, vocês tenham em mente que a
matéria – independente de qual dimensão vibre – limita a consciência e
o vácuo a amplia. Uma vez livre da carne, o ser – se não estiver
constrito a condições de baixa frequência vibracional – tende a
recuperar a sua consciência de ser imortal, peregrino das estrelas, em
busca da própria maturação essencial. Por ser um plano que permite
maior acesso às verdades universais e atemporais, é a partir dali que os
seres já libertos da necessidade de experienciar suas faculdades em um
mundo denso, cuidam dos pupilos sob seus cuidados, coordenam
projetos de evolução coletiva em muito longos prazos e, quando
necessário, interagem através de médiuns – via de regra seus próprios
pupilos encarnados – para fazer ajustes no plano da matéria densa
quando necessário.
Essa matéria porém vibra em um espectro de certa amplitude e
desdobra-se em variadas Linhas Temporais, o que significa dizer que a
cadeira na qual você se senta não está somente na linha temporal em
que sua consciência se situa e pode ser afetada por um ser fisicamente
manifesto em uma realidade/linha temporal em que ambos estejam
sincronicamente conectados. O que implica, por exemplo, alguns
fenômenos de poltergeist e outras ditas ‘assombrações’. O mesmo
acontece com seu veículo biológico, seu ‘corpo humano’, que tem
partes tanto densas como sutis manifestadas alguns segundos,
minutos ou graus para frente ou para trás da linha temporal da qual
vocês têm consciência de estar. Este fato é considerado nas medicinas
chinesa e ayurvédica assim como em várias terapias holísticas já
disponíveis para vocês.
A título de ilustração hipotética poderíamos dizer que a sala na
qual agora se encontram “existe” manifestada – ainda que
possivelmente com algumas diferenças – em dez (10) dobras
temporais e sua consciência abarca somente uma dessas
manifestações porque seu cérebro não está treinado a lidar com
múltiplas realidades. Algumas pessoas nascem com a glândula pineal
mais ativa, o que lhes permite perceber a sala em mais de uma dobra;
essas pessoas normalmente são chamadas de “médiuns” entre vocês,
e algumas estão isoladas em casas para pessoas com problemas de
desordens mentais. O fato importante no que acabamos de dizer é que
nessas 10 dobras temporais não existem “fantasmas” ou “espíritos”
da sala, pois essas 10 dimensões de existência não pertencem ao
mundo do vácuo, ou anti-matéria, e sim estão todas compartilhando
diferentes coordenadas de localização da VIDA.
Nós, seus irmãos da Intraterra, estamos em uma dobra cuja
frequência vibratória é mais sutil do que aquela na qual vocês estão
consciencialmente vinculados; nós estamos vivos, não habitamos o
mundo do vácuo e temos portanto que lidar com as leis da matéria
física assim como vocês, apesar de algumas dessas leis serem ainda
desconhecidas para muitos e um pouco diferenciadas para nós em
consequência da sutilização energética com a qual lidamos.

3- Disparidade energético-vibracional

* Para nos comunicarmos com vocês precisamos levar em conta


questões semelhantes às que vocês precisariam levar se fossem entrar
em contato com uma civilização submarina ou fora da órbita
gravitacional da superfície da Terra. Para nós seu ambiente é,
atualmente – e é importante que se diga que isso se deve apenas às
somatórias de escolhas feitas por vocês e não uma condição natural –
incompatível e altamente prejudicial para nós. Imergir em seu mundo
equivale a um de vocês entrarem em uma de suas cidades-fantasmas
abandonadas e mortais devido a radiação de experimentos nefastos
como em Chernobyl. Por outro lado, para vocês, estarem expostos a
nossos ambientes fortemente ionizados lhes causa o mesmo efeito
que o seu a nós: dificuldade de concentração, inconsciência temporária
e por fim adormecimento. Quando nos aproximamos muito de alguns
de vocês em condições de captar nossas ondas mentais e entrarem em
comunicação telepática, vocês começam a sentir-se ‘deslocados’ no
espaço-tempo, sonolentos e num estado de semi-sonho ou semi-vigília.
Vocês passam as mãos repetidamente na cabeça, sobre os olhos,
esfregam a testa, bocejam e sentem-se irrequietos. Isso ocorre devido
à ativação involuntária da sua pineal que começa a emitir sinais e
trabalhar em frequências alternativas; como seus cérebros não estão
habituados ainda a funcionar dessa forma, isto parece sobrecarregar o
sistema neural, mas na verdade o seu cérebro foi desenhado para
funcionar de forma multidimensional, uma habilidade que vocês
precisarão desenvolver para existir no futuro que os aguarda – e que
para uns já é Agora.

4- Pontos de Intersecção Dimensionais


* Muitos são conhecidos por afetarem aparelhos e causarem
desorientação tempo-espacial. Alguns são fixos e outros sazonais e/ou
temporários. Alguns foram desativados à medida que seu mundo
evoluiu orientado para a forma ao invés de para o conteúdo. Sabemos
que vocês gostam que lhes citem nomes conhecidos de locais e já
repletos de contos de misticismo, o que parece de certa forma lhes
validar histórias anteriormente ouvidas, mas a maioria desses locais
não serve como embocadura (portal de entrada) ou “crossworlds”
(encruzilhada de mundos) entre vocês da Superfície e a Intraterra. Em
locais como os polos e outras entradas através da água utilizamos
naves, e elas se adequam às variedades dimensionais, alterando sua
própria estrutura a fim de tornar possível nossa imersão e emersão,
quando do nosso retorno. Em relação à Telos todos se referem ao
Monte Shasta, mas é altamente improvável que qualquer um de vocês
encontre uma entrada, a não ser que um de nós esteja orientando. No
Brasil, Argentina, Chile, Peru e diversas outras localidades na América
do Sul há pequenas embocaduras, e muitas do conhecimento dos
povos nativos dessas localidades, porém da mesma maneira é
infrutífero tentar buscar quaisquer delas, não terão olhos para ver e
caso tiverem não conseguirão adentrar a menos que sejam guiados e
energeticamente auxiliados para tal. Houve casos em que tais
incursões sucederam, mas todas com antigos habitantes da Intraterra
que ora experienciavam a Superfície. Movidos por saudades de casa e
afinidade vibratória acabaram por alcançar admissão em domínios que
uma vez já lhes foram próprios, e sua permanência temporária foi
julgada oportuna a fim de que agissem como embaixadores para o seu
mundo, lhes enviando notícias de parentes há muito evadidos. Uma
lenda que bem nos ilustra é a de Avalon, a terra de cura e ciências
espirituais escondida entre brumas na qual só se penetra conduzido ou
se granjeia a entrada por merecimento – porém, não somos nós que os
julgamos, o seu próprio quociente energético é que lhes habilita a
estarem ou não entre nós. E nosso trabalho é ajudá-los a alcançar a
ascensão vibratória necessária para que possamos novamente sermos
uma só família na Terra – dentro e fora dela.

5- As Pontes-Vivas – Os Médiuns
* Intermediários do Astral, do mundo do vácuo para o da matéria viva
e vice-versa, os médiuns possuem em sua constituição psicobiofísica as
condições necessárias para atuar como mensageiros entre realidades
distintas. Não somente do vácuo para a vida, os médiuns também
podem ser intérpretes entre as diferentes faixas de existência no
espectro da VIDA-VIDA. Podem assim ser “tradutores” de seus irmãos
intra ou extraterrestres, assim como dos elementais e animais.
Pedimos que não encarem isso como algo religioso ou místico, mas sim
como o que de fato é: uma característica genética que é naturalmente
mais forte e predisposta a aprimoramentos mediantes intervenções
rigorosamente estudadas dentro de uma linhagem determinada. O que
vocês chamam de ‘abduções’ muitas vezes são apenas procedimentos
aos quais vocês mesmos se voluntariaram antes do
nascimento/imersão a fim de auxiliarem na criação e no
desenvolvimento de uma nova humanidade mais capaz de, a partir das
novas gerações, interagir multidimensionalmente, compreendendo
melhor as múltiplas inter-relações entre todas as coisas vivas e a partir
dessa compreensão ampliada serem menos propensos a manipulação
– tanto de terceiros, como do seu próprio ego, e do maior agênere
criado por vocês mesmos e que se tornou o seu maior obsessor: O
Sistema Escravizador que se reproduz através de vocês.

6- Itens necessários para uma comunicação límpida

* Limpeza de pensamentos e capacidade de controle do fluxo mental


a fim de não ‘poluir’ nem ‘se extraviar’ em meio às informações
passadas; todas as técnicas que os auxiliem a isto conseguir são
positivas.

* Estado físico sem dor – em caso de intenso desconforto material as


comunicações serão suspensas até alívio dos sintomas, pois a mente
não pode acompanhar o nível de sintonia requerido sob profundo
estresse.

* Pacificação emocional – comunicação torna-se nublada e impossível


quando o contato encontra-se incapaz de lidar com mágoas, estados
raivosos e outros que lhe desequilibrem sobremaneira a psicosfera.
* Alimentação deve ser leve nos dias de comunicação, por excelência
vegetariana e livre de substâncias intoxicantes, desde o álcool até
temperos fortes; algumas medicações que atuam no Sistema Nervoso
Central (SNC) tornam dificultosas as comunicações e em caso de não
ser possível para nós contornar os efeitos, elas serão suspensas até a
renormatização do sistema neural.

* Pedimos o obséquio de desconectar quaisquer fios, redes e


aparelhos elétricos ou eletrônicos a fim de que eles não mesclem o
sinal com energias intrusas; da mesma forma aferimos que se possível
o uso de dispositivos orgânicos tais como pedras, orgonites ou a
presença do reino vegetal/plantas nos auxilia tanto a anular intrusões
eletromagnéticas como a modular o aparelho mediúnico do nosso
contato e intérprete.

* Muitos são contatados, vários ‘abduzidos’, mas poucos chegam ao


status que realmente queremos: o de intérpretes capazes, pois deles é
que precisamos a fim de estabelecer A PONTE que há de nos
reconectar e eliminar a ilusão de separatividade para sempre.

* A senha para o contato é a mesma para se adentrar a Intraterra,


sozinho ou acompanhado. Uma senha que não se pode roubar, copiar
ou corromper de nenhuma maneira, pois ela deve ser VIBRADA por
todo aquele que se crê candidato a conosco se unir, seja agora,
amanhã ou após o desenlace da carne. O Amor verdadeiro é o
passaporte que possibilita não apenas o contato entre vocês e nós,
mas é a senha que está faltando para que vocês voltem a restabelecer
a comunicação consigo próprios, pois entre vocês mesmos a
reconexão precisa acontecer antes que nós possamos de forma mais
intensificada virmos a nos manifestar. Queremos que se lembrem de
nós, seus parentes queridos, mas antes é prioritário que se lembrem
de vós que estais aparentemente de lados opostos de um jogo de
tabuleiro.

Lembrem-se que independente do lado, é o mesmo tabuleiro.


Nós fomos os jogadores que jogaram antes – e perderam. Assim como
vocês também perderam.

Definam uma nova forma de jogar.

Nós seremos aqueles que virão se juntar a vocês na partida final,


jogando do mesmo lado, para que dessa vez saiamos todos vencedores.

Jurgen 
Carta Seis - A Religião na Intraterra

Carta Seis

A Religião na Intraterra

25/12/16

Saudações aos Irmãos da Superfície!

O propósito das religiões na superfície da Terra é a de oferecer “elos


de ligação”, “pontes” emocionais baseadas na filosofia espiritual condizente
com cada vertente de pensamento disponível para vocês, que os colocassem
em sintonia com os caminhos disponíveis em nível astral e metafísico com as
Reais Verdades Espirituais. Todas elas falharam miseravelmente, pois foram
corrompidas em seu núcleo, conspurcadas por aqueles que delas deveriam
ser os zeladores para inserir conceitos que servissem às autoridades no
poder. As verdadeiras verdades foram anuladas e substituídas pelas falsas
verdades pré-fabricadas para iludir, amedrontar, opor e desviar vocês do
único caminho verdadeiramente possível: a viagem para dentro de si.

Somente o autoconhecimento liberta o ser de suas mazelas


emocionais, de suas doenças derivadas de uma razão equivocada, coloca-o
definitivamente no caminho do “Perdão” incondicional a partir da
compreensão das autolimitações, sabotagens e receios infundados que nos
levam a agir em prol do medo ao invés do Amor. As religiões, ao colocar o
foco da fé em figuras externas, insistir em dogmas convenientes para o
controle de grupos dentro de uma sociedade e cercear todo e qualquer
questionamento conduzem o povo em direção inversa a este caminho.

Até mesmo os grupos e escolas de espiritualidade livre e avançada


foram conspurcados em seu íntimo a partir do ego descontrolado de seus
fundadores, ou daqueles encarregados de levarem os ensinamentos ali
compartilhados pelos mestres de planos superiores ou dos Irmãos Estelares,
que em algum momento passam a priorizar suas questões pessoais sobre as
necessidades da maioria e os propósitos originais do grupo. Por isto temos
preferido nos comunicar com indivíduos instruídos a difundir nossa
mensagem sem o peso das Instituições e sem os desmandos dos sectarismos.

Utilizamos meios próprios para garantir o máximo da fidedignidade da


mensagem, sendo o reconhecimento do compromisso amoroso nossa regra
de ouro.

A partir de certo estágio da evolução planetária de qualquer mundo


habitado as religiões saem do universo dogmático para migrar para o status
de guardiãs do conhecimento ancestral, e templos se convertem em
bibliotecas dos registros evolutivos do seu povo, servindo à consulta pública
de todo aquele que busca compreender os caminhos e os escaninhos que
levaram, levam ou levarão a determinadas conclusões. Esse momento é
marcado pela ocupação nos céus dos sinais esperados, pois sempre há os
tempos proféticos que proclamam a chegada dos Irmãos Estelares para
presenciar e auxiliar nesta transição ou na sua alternativa indesejada, que é a
autodestruição causada por guerras em nome de falsas concepções sobre a
Verdade e Equívocos sobre a Natureza da Divindade – que conduzem à
alienação e desconexão do ser com todas as coisas vivas e o seu próprio
sistema biológico, causando doenças não só físicas, mas naturais e sociais. A
própria Terra e seus organismos se ressentem dessa desassociação da Teia da
Vida, que leva ao colapso de todos os seus esquemas de retroconexão.

Devido aos fatores acima citados não temos na Intraterra nenhum


sistema religioso como tal é compreendido na superfície da Terra.

Entendemos que se nosso sistema educativo, nossa estrutura social e


métodos de cura baseiam-se na estruturação e reconexão de uma relação
sólida e permanente com a Fonte Criadora de Toda Vida, teremos indivíduos
cujo estado natural é o de Integração à Verdade, ao Amor, ao Respeito a
Todas as formas e sistemas de vida, e que portanto não necessitarão de um
mecanismo institucional de “religação”. Trabalhamos na manutenção da
conexão, para que ela não seja perdida na infância ou por traumas no
decorrer da vida. Quando tal ocorre, existem nossos Templos de Cura, de
terapias para que a recuperação do estado natural de plenitude da alma seja
restabelecido, mas tais templos não são pertencentes a nenhuma
denominação dogmática e todas as “terapias” são baseadas no
entendimento dos fluxos naturais de energias das correntes magnéticas
universais e das interrelações específicas que fazem parte da história
individual de cada alma.

Acreditamos fortemente que os vínculos de Amor curam. Mais do que


isso: sabemos que toda desordem só pode ser reparada pela assepsia, pela
ação equilibradora e bálsamo regenerativo das profundas energias
Amorosas.

Uma vez estabelecida esta ordem, que é a natural, como prerrogativa


prioritária de toda norma, regra, metodologia e instituição, os desvios do
estado natural de harmonização são pontuais e passageiros, e podem ser
contidos e restaurados pelo próprio sistema padrão.

Todo o restante de nossas filosofias é baseado em fatos e leis da vida,


que podem ser conferidos por si sós, e não calcados em lendas ou mitos dos
quais nenhuma alma viva possa ser considerada testemunha ocular.

Esta é nossa Tradição: ensinar às novas e futuras gerações a calcarem


seus feitos segundo as Leis da Vida, expressas na Natureza e guiarem-se pelas
Leis do Amor, que aprenderam a zelar e nela se apoiar durante toda sua
criação, junto aos pais, sua família e sociedade.

Sempre. Semper. Sempervirens.

Jurgen 
Carta Pessoal

Carta Pessoal

15/01/17

No dia 1º de janeiro procurei estabelecer contato para a continuação


das cartas e após cerca de 01h30 de concentração, desisti. Apesar de meus
esforços não encontrei explicação para a não realização do trabalho, embora
à minha mente viesse que poderia escrever a qualquer momento que
quisesse e fosse favorável (do ponto de vista do silêncio doméstico),
simplesmente entrando em conexão mental com George/Jurgen.

Acostumada à disciplina das psicografias espiritualistas, de estabelecer


sempre dia e hora para a comunicação, isto me deixava insegura. Quando
pensava no assunto os motivos para isso me vinham à mente, porém,
desconfiada que sou como médium, sempre à espreita de possíveis falhas
não claramente percebidas, recusei-me à comunicação, até o próximo
domingo, 08 de janeiro, quando após novamente não conseguir sentir-me
segura durante o contato – ouvia as palavras, mas era como se elas não
fossem “reais o suficiente” para que eu as escrevesse – optei por utilizar a
medicina do rapé e novamente checar espiritualmente se havia algo errado
(até por eu estar fora do meu domicilio habitual). Após o rapé e as respostas
de que energeticamente tudo estava em condições normais, apenas eu é que
precisava me por “no estado vibracional” correto para que a comunicação
ocorresse mais fluida, adormeci. Acordei ouvindo uma música em minha
mente e escrevi a canção xamânica sobre A Rainha de Todas as Florestas,
“Chegou Jurema”, algo que me trouxe extrema emoção e alegria porque
raras vezes recebo composições musicais.

Hoje, uma semana depois, vim ao ar livre tentar a psicografia devido ao


calor intenso e fui lentamente entrando em sintonia através de um tarot
especialmente adquirido para trabalhar com contatados e abduzidos, o UFO
TAROT, desenhado por Arturo Picca. Esse tarot me ajuda a rapidamente
estabelecer reconexão desde a experiência que tive com a Cura Reconectiva
de Eric Pearl, na qual tive uma visão de uma nave e muitos seres com os quais
tinha familiaridade e ouvi claramente o comando no sentido de que esse deck
de cartas me serviria como instrumento de trabalho terapêutico com as
sementes estelares.

Na medida em que fui terminando a sintonização com o UFO Tarot,


comecei a sentir, principalmente, e então a ouvir a Equipe, como seres de luz
à minha frente e ao redor. Estávamos num local deserto e embora não tivesse
perdido a consciência do local onde meu corpo estava, a “bilocação” era
extremamente real e ao senti-los – e sentir-me parte deles – a emoção parece
avassaladora demais. Penso que não haja palavras capazes de expressar a
comoção em meu peito.

Três seres à minha frente se aproximam, percebo-os como luz; eu com


eles somos quatro, somos iguais. Sinto minha cabeça e percepções
diferenciadas. Experimento meus olhos, meu respirar, meus lábios, pele e
pulsação diferentes. Novamente repito porque é forte para mim essa
percepção: “Somos Iguais”, “Somos o Mesmo”. Sinto um suave êxtase por
simplesmente “SER”, reconhecendo a mim mesma entre os meus iguais.
Felicidade me invade e o ser à minha frente se aproxima e me saúda com um
gesto; vejo minhas mãos com os polegares cruzados, e então depois as mãos
cruzadas com as deste ser. Um bloco de informações me é então passado,
sobre uma figura que vejo agora pela terceira vez, um cisne que é ao mesmo
tempo um anel, uma aliança nos tempos de Avicena, do culto a Anahita, uma
coroa, uma insígnia e uma saudação: as asas representam mundos diferentes,
o cruzamento dos polegares o intercâmbio e o pescoço do cisne que surge
dessa união como um propósito único. Isto é importante, mas sei que não
consigo ainda captar toda a informação a esse respeito.
Duas mãos com polegares cruzados e dois dedos unidos (propósito
comum), os 3 dedos abertos representam as asas do cisne e dois mundos que
se unem para alçar voo juntos, cada um sendo uma asa (Superfície e
IntraTerra).

Lágrimas descem, e a certeza de que ali, naquele momento com eles,


sou feliz e sinto a mim mesma mais plena, sem as limitações deste corpo, me
faz sofrer pelo receio de me conectar e não conseguir forças suficientes para
desejar voltar e cumprir meu propósito aqui, numa agonia de ver, sentir,
reconhecer e finalmente SER eu mesma novamente e confrontar isso com
minha realidade, cheia de limitações e angústias como as de qualquer outro
ser humano terreno.

Ouço então George claramente ditando não a Carta 7, como esperado,


mas uma Carta Pessoal; recuso-me a escrever porque as palavras me farão
chorar e temo que no desespero dessa dicotomia entre desejar, ansiar e
temer não conseguir controlar meus sentimentos. Sem exagerar digo que
temo passar mal, hiperventilar e até mesmo enfartar, pois é como se meu
peito inflasse e se tornasse maior do que este corpo físico ante o assombro
de emoções que experimento.

George me diz:

“- Mesmo que você não escreva, as palavras ainda são ditas”.

Ele me explica coisas técnicas sobre nossa comunicação, me fala sobre


o deserto e me faz lembrar de onde estamos, as palavras demoram a surgir
em meu cérebro, até formar as letras “SONORA”, Deserto de Sonora. Então
estou subitamente mais calma, entretida com as explicações. Consigo
comunicar à Equipe minas impressões sobre o fenômeno que ocorre comigo
traçando um paralelo com os céticos, as pessoas que preferem negar
qualquer possibilidade de que algo milagroso, fantástico ou mágico ocorra
por medo de se desiludirem porque seus espíritos já foram massacrados por
demais aqui, só por tentar sobreviver nesse esquema de viver doentio que
reina na Terra. Eles me ouvem e George me faz ver que uma vez mais calma
ressurge em mim a cientista, a pessoa capaz de se autoanalisar friamente
mesmo debaixo de emoções e que por isso fui escolhida e aceita minha
candidatura para esta experiência. Consigo distanciar-me do ego e ao mesmo
tempo desenvolver uma síntese e uma análise do quadro – mesmo sendo eu
o sujeito da experiência. Vejo tubos, dados técnicos e a familiaridade disto
tudo me deixa feliz.

Então George começa a ditar; estou calma, não interfiro, além de


omitir o trecho em que ele iniciava declarando ter utilizado as informações
sobre o deserto como um “desvio” uma guinada de foco a fim de que eu me
acalmasse e alcançasse condições de prosseguir com a experiência. Ao
prestar atenção nas informações passadas para entendê-las de forma
racional, ia saindo do estado emocional turbulento. Percebi que várias vezes
isso ocorreu, utilizarem-se da minha curiosidade chamando minha atenção
para alguma explicação técnica, enquanto isso meu emocional ia se
apaziguando.

Uma imagem de uma nave parada sobre a casa do vizinho é projetada


na minha mente. Ele me pede que olhe e sinta o quanto essa imagem deve
ser percebida como algo comum, assim como a presença deles ou de seres
extraterrestres de biologia diferenciada, como os Grays. George quer que eu
não apenas pense nisso, mas sinta esse quadro como algo tão comum, não
digno de maiores notas, como se fosse um caminhão parado à frente de casa
onde eu visse estrangeiros conversando. Ele diz que eu preciso chegar no
ponto em que seja lá o que for visto, seja encarado como algo totalmente
normal, que não me cause espanto ou me tire do equilíbrio.

Sobre a base no subsolo do deserto de Sonora*, disseram que lá não


há necessidade de esconderem-se nem de interferir com humanos, que é um
bom território para pesquisas de Superfície. Diferentes povos e linhagens o
usam, inclusive o governo americano tem ciência disso.

Prosseguiu explicando George:

Situação semelhante ocorre no Chile, em sua parte norte, com acordos


entre governos locais da Intraterra e governantes da superfície, que muitas
vezes acedem, aceitam acordos, pensando tratar-se de algo relacionado a
algum interesse dos Estados Unidos, pois suas mentes não conseguem
compreender plenamente uma conversa que ocorre num alto grau de
ionização. Nesses locais testam-se alimentos, reações à atmosfera terrena, de
forma semelhante a que um astronauta faria em outro planeta, mas o nosso
foco sempre foram testes de resistência à Superfície de nossos padrões
biológicos e psíquicos, pois o campo vibratório de vocês é tóxico para o
nosso padrão emocional e mental.

Neste instante entabulei uma conversação mental com ele, a respeito


disto que ele acabara de afirmar. Ele então me pediu que escrevesse
formalmente o que ditaria a seguir, para que outros lessem e também eu
compreendesse como eles veem a nós que estamos aqui sendo contatados,
nossos conflitos, etc. Em certo momento a mensagem dirige-se a mim, então
marco em azul a mudança da interlocução.

A mensageira nos informa que é muito “pesado” estar aí e alega por


diversas vezes temer não desejar voltar caso entre em contato íntimo
conosco. Ela nos explica, com suas palavras, que toda energia humana é
gasta em sobreviver aos medos de não terem suas necessidades básicas
atendidas, sejam elas de subsistência, anseios de realização profissional ou no
aspecto familiar e pessoal, que o medo de não ter essas necessidades supridas
consome a maior parte de seus pensamentos e sua energia esgota-se em
procurar meios de “evitar” ou “prevenir” que tal ocorra. O restante da
energia vai-se em tentativas repetitivas de anestesia social, métodos de fuga
mental para que o emocional de vocês possa ter um escape para tamanho
estresse. Vocês usam de substâncias químicas viciantes, distrações como a
Arte – músicas, filmes, etc – e o Esporte usados de forma distorcida de seus
propósitos originais de Conexão à Fonte e à grande capacidade do Ser, como
repetições mentais de um mesmo assunto, um tema, tópico ou ritmo, ou
algum gerador/propiciador de emoções – até mesmo em jogos ou apostas –
porque então sua atenção sai do avassalador peso e do vazio abismal que
viver se tornou para vocês.

A mensageira sempre tem se emocionado e chora durante o processo


de transição entre sua realidade temporária e a nossa. Com frequência afirma
que “não irá conseguir” enquanto seus canais se ajustam a vibração original
que já foi de seu ser.
Um olhar menos entendido diria que faríamos uma caridade se não
forçássemos seu despertar para esses encontros serem possíveis, mas seu
sofrimento só é válido para que isto possa ocorrer, e sabemos que uma vez
que ela retornar, será o resultado deste trabalho que lhe dará novos ecos
para o direcionamento de novas pesquisas e a continuidade destes trabalhos
na compreensão de processos e metodologias que viabilizem a emancipação
do ser.

Digo-lhe que foram para que esses momentos de agora possam


ocorrer que ela chegou até aqui e somente isto lhe dará a sensação de valia
do tempo empenhado neste experimento tanto de sua parte como de todos
nós aqui.

Frequentemente usamos subterfúgios para que a mente dela não se


recuse ao contato, como uma borboleta que teme se carregada na brisa que
a levaria até a folha onde pousa seu par à espera: geralmente, para não ter o
confronto energético, que é justamente o que causa sua comoção, ela
procura se isolar emocionalmente a pretexto de apaziguação mental. A
meditação que propomos é a que lhe conecte no agora, no balouçar do
vento, na sensação quente do solo abaixo dos seus pés, na nossa respiração
sincronizada, entre você e nós que daqui buscamos estabelecer contato.

Aproveito para deixar aqui escrito para que não mais te esqueças de
que nosso contato é semelhante a uma transmissão ao vivo entre mundos,
sendo que isto só é possível porque sendo daqui agora estás aí e para isto te
propuseste. Aproveitemos então de todas essas oportunidades!

Como já comunicamos por outras vias, abre mão de quaisquer algemas


e padronizações, preconizadas pelas lógicas daí, pois a que conta a nosso
êxito é que te proponhas a sintonizar a via fina e incorruptível do Amor que
há em nós e sobrevive em ti a despeito das muitas tentativas dos poderes
desse mundo de desconexão. De alguma forma que ainda não
compreendemos, conseguiste preservar intacta esta via, mesmo durante os
piores anos do teu passar de tempo compulsório aí, até que pudéssemos
iniciar nossas tentativas da Fase 1 da Comunicação Intra-Dimensional. Por
diversas vezes cogitamos teu desligamento e retorno à base, mas ainda que
os danos ao ego fossem profundos e comprometessem os cálculos de planos
conforme foram previstos, a “via” permanecia intacta e livre, talvez até
porque a “aposentaste” de certa forma, certa de que ela não mais te serviria,
e ela foi que te trouxe até aqui, reabilitou a parte mais ferida do ego para que
aceitasse novamente a tua própria realidade e te puseste em posição de
mensageira consciente.

Como chefe deste projeto, hoje calculo que não precisarei mais dar
voltas antes de iniciar um assunto contigo, porque agora em tua mente clara
e lúcida ficarão minhas palavras e as cenas que emitimos: esta realidade é
simples, e não fantástica, pois é simplesmente a tua, e sendo tua não há
porque te sobrecarregues emocionalmente nem venhas a congestionar as
glândulas devido a grandes emoções.

Fica, querida, na Alegria Simples, na pequena maravilha que é poder


saber que este momento de encontro é real, ele só é real por causa de você e
das escolhas que fizemos, juntos.

Juntos vamos até o próximo passo da jornada, ad infinitum.

Em cada próxima carta – que será quando te propuseres e não quando


houver qualquer tipo de “fixação” ou “predeterminação” pois isto faz parte
do teu treinamento para voltar a atuar conosco – apenas respira e te pacifica
em alegria. Lembra de quão reais e como se tornam até banais as pequenas
maravilhas. Nesse momento estabeleceremos contato e nossas cartas se
somarão.

Em amor

George e Equipe

PS: Escreve agora, como cientista e observadora, com tuas palavras a parte
inicial desta missiva.

* Parte do Deserto de Sonora fica em território Mexicano e parte no Arizona e na Califórnia.


Carta Sete - A Somatização da Matriz

Carta Sete

A Somatização da Matriz

20/01/17

I.a Matriz – Conceito

I.b Matriz – Consequências

I.c A Matriz no mecanismo reencarnatório

I.d Matriz e Karma (SIC)

I.e Matriz, Evolução e Reintegração à Fonte

I.a – MATRIZ – CONCEITO

Ao sermos criados – neste momento atemporal de êxtase divino que é


indefinido, porém não é insondável – e sua lembrança ocorre a todos que
completam seu 1º ciclo reintegrativo – a forma primeva que é comumente
identificada é a da esfera, tão simbólica para ser interpretada pelos
mecanismos da mente humana como a forma que a tudo pode conter dentro
de si. Porém, ao ser lançada à vida e aos ciclos de experiências que deverá
cumprir – individual e coletivamente junto ao grupo com o qual foi criada –
até atingir um determinado ponto em sua evolução no qual poderá ser
“Reintegrada” à Fonte, utilizará outras formas, as quais servirão de veículo
para a manifestação de seu espírito.
Reintegração é a “missão”, por assim dizer, que a toda centelha de
vida é determinada. Tudo o que é gerado o é para dar origem a dinamizações
e fazer parte de um ciclo de experiências, se é criado para ser matéria-prima
viva nos cenários, roteiros e desempenhar papéis de maior ou menor
importância dentro das “Histórias” que, num dizer poético, A FONTE gera
para entreter a si mesma, e nos convida desta peça a participar e nos servir,
de conhecimento, oportunidades de transmutação, refazimento,
experimentações, enfim, e prazer, pois que conosco divide o que obtém a
partir da realização de seus próprios objetivos. Alguns dizem – entre esses
sábios antigos – que a vida é um Jogo, mas nós da Tríplice Aliança optamos
pela versão de que é Poesia Viva, eternamente revivida a fim de experimentar
sua maior e mais catártica apresentação.

Ao originar dinamizações, cada ser vivo, seja uma planta, animal,


mineral, elemental, ser encarnado na matéria física ou desligado de laços
físicos densos, torna-se causa, e das combinações de consequências, a vida
vai se regendo e se regenerando a si mesma. Cada ser criado é dotado de um
“valor energético”, com qualidades específicas que agem de formas
diferenciadas de acordo com a densidade vibracional alcançada.

A vida se pluraliza a fim de potencializar a si mesma.

Ao lançar suas centelhas vivas, pulsantes de possibilidades e desejosas


de experimentarem a si mesmas, elas “caem”, geralmente em grupos
próximos em “uma das muitas moradas do Pai”, para usar uma alegoria à
qual vocês têm familiaridade.

Essas moradas, porém, são amplas e abrangem com frequência


quadrantes em mais de um sistema solar ou multiverso; a partir daí se
desenvolverão individualmente, mas em determinados períodos sua evolução
é avaliada perante o grupo com o qual se gerou e conjugada a ele, as
experiências são partilhadas como em um banco de dados coletivo – uma
“cooperativa de experiências” que visa auxiliar o TODO representado por
aquele núcleo de almas afins.

Como uma toalha de crochê multicolorida que ganha uma camada de


renda que será comum a todos os seus setores, neste momento o grupo é
avaliado; o quanto se desenvolveu sozinho e em relação ao grupo em que
está inserido, o que não é necessariamente – e nem fundamentalmente –
parte de sua “família original”, aqueles com os quais todos foram gerados
juntos. Alguns têm chamado a isto de “mônada”, mas nós preferimos o
termo genérico de “Agrupamentos Geracionais”. Então seus “dados” são
computados e suas vivências adicionadas à rede para crédito de todo
agrupamento.

Neste 1º ciclo de experiências a centelha teve de adequar-se a uma


forma de vida vigente no planeta que acolheu sua evolução; esta matriz
biológica, sendo a 1ª à qual a centelha se acopla, molda seu padrão no mundo
das formas, tornando-se um blueprint para todas as suas demais investidas na
matéria.

Esse fenômeno é o que permite que se identifique um ser como


originário de um sistema solar, um mundo ou uma linhagem; se é um
pleiadiano, siriano, adâmico, reptiliano, etc. Porém não será a jornada de um
ser restrita a uma única possibilidade e em busca pela variedade de
experimentos, uma vez que a alma aprende por contraste, um mesmo ser
passará por muitas pátrias, muitos corpos e conhecerá e dependerá da ajuda
de muitas linhagens, criando afinidades com irmãos de diferentes “etnias” e
inimizades com seu próprio povo. Sendo assim o sentimento de demasiado
apego a uma origem é infantil e sinal de que ainda não se abriram seus canais
cognitivos superiores o suficiente para reconhecer que a Supremacia da Teia
vem da diferente origem de seus fios.

A Matriz é, portanto, a primeira forma adquirida pela centelha, e todas


as suas posteriores incursões em sistemas biológicos diversos serão somadas
aos seus moldes originais, criando ricas possibilidades ao combinar diferentes
características de linhagens, temporalidade e circunstâncias que farão de
cada centelha um composto evolutivo único.

Comandante Jurgen
I.b MATRIZ – CONSEQUÊNCIAS

A Matriz existe em um estado ainda desconhecido de vocês, onde a


matéria encontra o espírito e onde é possível a cristalização das
características mais sublimadas de ambos, dando origem ao que podemos
chamar de “DNA espiritual”.

Assim como na Terra, a herança genética é influenciada pelos hábitos e


pelo estilo de vida, vindo a passar a soma dessas características aos genes
dos descendentes. Na Matriz os valores em suas proporções originais – como
A FONTE CRIOU – são transformados pelas experiências e pelas
circunstâncias vividas a cada imersão na matéria e transmitidos a seus
avatares subsequentes. Porém, por existir em “estado de perfeição” – que é
uma característica deste plano primevo onde ocorre o casamento da Matéria
com a Anti-Matéria – somente o que está ressoando em estado de perfeição
é absorvido e sintetizado pela substância da qual é feita a Matriz. Portanto
ela não é sujeita a conspurcação por traumas de nenhuma espécie; ao
contrário permanecerá como a versão mais aprimorada a se recorrer em caso
de necessidade temporária, como por exemplo, para auxiliar na
recomposição de características daquilo que muitos de vocês no Brasil
conhecem como períspirito, e em outras partes do globo é chamado de
corpo de luz ou corpo astral entre outros, que é a cópia sutil do corpo físico,
o seu “fantasma”. Feito também de substância de características
intermediárias entre a matéria e a energia sutil, contudo de caráter provisório
e sujeito a diversos tipos de alterações, danos e degeneração que são
capazes de “contaminar” as próximas formas físicas que vierem a ocorrer no
mesmo plano de vibração onde tais máculas e corrupções da energia original
desvirtuaram chakras e meridianos de seu equilíbrio harmônico.

A Matriz pode auxiliar a restabelecer o equilíbrio de um períspirito


danificado, por exemplo, durante uma cirurgia espiritual, para cura do corpo
físico ou em um trabalho de terapia para a cura da alma, como no
Xamanismo, na Terapia de Vidas Passadas e outras, mas jamais carregará
esses traumas ou desequilíbrios em si.

A Matriz, a título de exemplificação didática, em relação a uma


experiência de guerra não carregará consigo os assombros dos horrores
vividos ou o pânico das dores suas ou de entes queridos, apenas incorporará
em si a resiliência desenvolvida e o aprendizado de que o conflito armado, a
violência e o caos impedem a instalação de um estado de Felicidade estável,
pois a harmonia não consegue ser/estar presente.

Comandante Jurgen

I.c A MATRIZ NO MECANISMO REENCARNATÓRIO

Por conta de suas características analíticas, sintetizadoras e


agregadoras, a Matriz é a um só tempo Banco de Dados para retificação de
quaisquer desordens estruturais que o ser venha a experimentar em sua
organização íntima enquanto se utilizar de corpos inferiores – de acordo com
cada estado e densidade vibracional em que se encontrar – e Biblioteca onde
sua mente superior é capaz de equacionar a partir dos recursos já adquiridos
em experiências anteriores a melhor resposta para uma situação vivida no
momento presente em que se localize(m) a(s) parte (s) de consciência
solicitante(s).

A partir de certo estágio, a Matriz adquire recursos mais do que


suficientes para fornecer dados a mais de uma consciência imersa na matéria
passando por experiências, ela passa então a otimizar sua trajetória de
Reintegração, gerindo a um só tempo mais de uma imersão em estados de
densidade inferior, semelhante ao jogador experiente que se utiliza de
diferentes avatares para adquirir expertise em diferentes tipos de jogos ou
variações de um mesmo jogo. O mais frequente é que o ser opte por explorar
nuances de um mesmo tema.

Tomando por exemplo a Cura como tema, na Terra o ser poderia


experimentar dispor de 10% de sua consciência matricial em uma imersão nos
Estados Unidos – ou encarnação, como alguns diriam – em que se dedicaria a
estudar ou praticar a Alopatia, a forma de medicina mais difundida na
atualidade do globo; 15% de sua consciência imergiriam na China, onde
poderia aprender sobre a visão holística conhecida na Medicina Oriental; 25%
poderiam estar em estado desligado da matéria, utilizando um períspirito ou
corpo de luz sobrevivente da sua última imersão em um corpo de carne, onde
ainda atua com sua consciência inserida dentro de determinados parâmetros
de tempo-espaço, a fim de servir de linha-guia para uma série de experiências
encadeadas a fim de obter mais conhecimentos relativos às formas de cura
pós-transição do estado físico para o não físico, onde uma grande parte de
variadas técnicas de terapia é utilizada para o restabelecimento energético
daqueles que já deixaram o corpo e ainda não se encontram emancipados no
post-mortem.

A priori quando se trata de aferir conhecimentos em seu mundo, a


maior parcela de saberes só estará disponível para estudo e aprendizado a
partir da perspectiva não física, onde se encontram os “mestres” que
regulam e orientam os processos dos “encarnados”. Ou seja, daqueles que
imergem, parte ainda da consciência total da Matriz, poderia estar
estagiando junto a outras linhagens, em diferentes planetas, formas de vida
ou estados vibracionais.

Isto dito significa que neste momento uma médica na Terra pode ter
uma parte sua vivenciando uma experiência na China do Século IV, estar ‘em
espírito’ servindo em uma colônia espiritual sob a forma de alguém que tenha
tido sua última passagem como um fisioterapeuta indiano e que tenha
desejado aprimorar seus conhecimentos no astral sobre as medicinas
espirituais a fim de vir a conjugá-las aos seus próprios estudos quando vier a
reencarnar em 2081 na Nova Zelândia; essa doutora ainda tem uma parte sua
neste momento vivendo em um conglomerado de estrelas distantes onde
junto a seres das Plêiades pesquisa e planeja formas de interação consciencial
com seres imersos na matéria densa em planos de vida inferiores.

As experiências gerenciadas pela Matriz podem ocorrer


retroativamente, progressivamente ou paralelamente a partir de um ponto
de vista da Terra, pois a partir de uma perspectiva exterior, o Tempo é apenas
um referencial de ilusão para fins determinados. Vocês têm dificuldade em
absorver este conceito porque a maioria de vocês ainda pensa em termos
lineares. Pedimos que façam um esforço imaginativo e tentem observar o
relógio a partir de um modelo em maquete tridimensional, vejam os
ponteiros das horas em suas mente como pontos em uma paisagem, cuja
localização estará determinada à sua frente ou atrás de vocês, dependendo
de onde vocês se colocarem primeiramente. Ampliem o conceito já
conhecido dos fusos horários e em lugar das horas tentam imaginar as
progressões históricas, da idade da Pedra à Era Espacial, não em disposição
linear, mas circular, e isto ajudará a vocês a começarem a pensar de forma
multidimensional e a compreenderem melhor que tudo é relativo a um ponto
de vista. Até mesmo essa frase que acabou de ser dita, pois dependendo do
que se está a dizer e de quem o diz, algo pode não ser relativo e sim um fato
de valor absoluto.

George e Equipe
O GRÁFICO A SEGUIR FOI PASSADO NO DIA 22 DE JANEIRO DE 2017.

Atenção: Em roxo estão as explicações sucintas passadas por George; em


preto a forma como entendi:
FC = FONTE CRIADORA

7 -Estado Original de Integração e Reintegração (estados onipresentes e


atemporais que podem ser acessados sempre que a ilusão da separação
seja suspensa).

OS = OVER SOUL – “ACIMA OU ALÉM DA ALMA”

1- Uma montanha com dois cumes: é criada uma essência em duas


contrapartes – Eterno.

Matéria da qual foi criada a centelha individual ou mônada, somatória de


características dentro de um agrupamento que são compartilhadas pelas
mônadas que dali se originam; neste nível as contrapartes, ou complementos
divinos, estão unidas de forma a serem antídotos umas das outras e se
balancearem; não existe consciência neste nível de existência. Este nível
também é conhecido por alguns como Oceano Primordial.

HS OU ES = HIGHER SELF OU EU SUPERIOR

2- Essa essência é separada e segue sua jornada evolutiva; com o Eu


Superior passa a ter noção de si. Eterno.

Após a emanação da centelha ou mônada - que é o “espírito” – pela Fonte


Criadora, ela toma ciência se si mesma pela primeira vez em sua forma esférica,
porém após a cristalização do Eu Matriz costuma ser acessada em uma forma
‘angelical’, sublimada daquela adquirida pela centelha após sua cristalização
inicial.

EM = EU MATRIZ, EU MAIOR, KA (segundo os egípcios) ou ainda “O


FIDUCIÁRIO” (segundo os Pleiadianos)
3- Na primeira incursão à matéria é criada a cristalização do Espírito no
mundo da forma, surge o Eu Matriz. Único. Duração Desconhecida, porém
válida para ao menos uma jornada integrativa completa. Cremos que
possa ser reciclado e reutilizado.

Na primeira incursão ao mundo da matéria densa a centelha adquirirá um


veículo físico denso de acordo com o plano, mundo e linhagem que hospedará
sua primeira experiência. Ocorre uma ‘cristalização da forma’ neste momento, a
criação de um corpo de características únicas, permanente e indissolúvel, sobre
a qual todas as suas posteriores experiências serão somadas, fazendo do Eu
Matriz o corpo de referência para todas as futuras cópias ou avatares, em
quaisquer dimensões e planos, onde continuará a ter experiências que a ele
serão adicionadas.

CL = CORPO DE LUZ, CORPO ASTRAL OU PERISPÍRITO

4- Veículo provisório, porém de longa duração que servirá para acomodar


as experiências do Ser em um determinado plano/planeta/mundo. Capaz
de atuar dentro de uma específica faixa vibratória geralmente
quadridimensional (faixa dos 4x). Permanece ativo enquanto durar a
experiência do ser naquele plano, pode ser posto em estase e reabilitado
para uso do 1ºdono ou de outro ser com características afins.

É o veículo mais comumente encontrado nos mundos de 4-D ou 5-D, feito de


matéria sutilizada porém físico, utilizado para experiências do espírito em sua
jornada de expansão e autoconhecimento. Tais experiências são intervaladas
pelo período “Entre-Vidas”, quando o espírito pode se manifestar no mundo do
vácuo, ou da anti-matéria, onde em geral planeja suas próximas etapas. Este
corpo tem uma durabilidade muito maior do que o físico, e é extremamente
plástico, podendo transmutar-se e readaptar-se em diferentes e sucessivas
incursões em mundos mais densos do que sua natureza, como os mundos de 3-
D, porém eventualmente ele perecerá, e um próximo surgirá quando de seu
novo nascimento num plano de 4-D ou 5-D a partir das características
atualizadas do seu Eu Matriz. Este normalmente é o corpo utilizado por guias e
mentores espirituais – quando não estão no mundo da Anti-Matéria atuando
diretamente a partir do reino do espírito – e seres Extra e Intraterrestres, sendo
comumente confundido com ‘seres desencarnados’.

Em outras palavras, tido por nós como um corpo ‘espiritual’, este é na


verdade o corpo material de diversos seres que conosco interagem; nós é que
temos corpos extras, usamos, segundo a alegoria deles, um escafandro sobre
nosso corpo real para podermos viver e interagir aqui, um corpo sobre outro
corpo.

Ainda sobre esta questão, foi me esclarecido em diversas ocasiões que


tanto o Eu Matriz como o Corpo de Luz tem diversas camadas, que somos como
‘cebolas’ e cada uma dessas camadas tem suas funções e pode ser acessada e
tratada separadamente, isso faz parte da medicina deles e essa ciência é
utilizada nos mecanismos de abdução.

Como especificado em uma carta posterior, é comum que sejam feitos


procedimentos em duas camadas por vez, uma mais sutil e outra menos sutil,
mais densa, a fim de que a comunicação entre Eu Matriz e Corpo Físico Denso
seja mais efetiva; por exemplo: um procedimento pode ser feitos nas camadas
1.2 e 1.8 do Corpo Astral, como numa régua marcada em milímetros.

CFD = CORPO FÍSICO DENSO, OU CORPO DE 3-D

5- Duração breve, veículo monofásico com canais interdimensionais (em


alguns casos múltiplos) para uso durante uma experiência; dados a serem
computados no Eu Matriz.

É o mais denso veículo de manifestação que a centelha pode experimentar, suas


vivências são em um tempo acelerado, o que permite várias incursões dentro de
uma existência em um corpo de 4-D ou 5-D dependendo do estágio do espírito.
As incursões em um corpo de 3-D servem para assentar, transmutar e verificar
níveis de compreensão adquiridos nas dimensões superiores.

DE = DUPLO ETÉRICO
6- Contraparte etérica de sustentação energética do Corpo Físico. Uma
“cópia carbono” que se extingue após a duração da experiência imersiva.

Uma camada de ricas características de potenciais elementais que liga o


períspirito, CL ou CA ao corpo físico denso vitalizando-o; semelhante a uma
gelatina pegajosa, ele se desintegra ao fim da existência do corpo físico denso.

I.d MATRIZ E KARMA (SIC)

29/01/2017

Nos intervalos da vida imersa na matéria o espírito avalia suas


conquistas e deficiências que lhe impedem de atingir a maestria almejada de
acordo com seus propósitos.

O propósito de uma alma pode se modificar, pois o ser é dotado de


amplas potências, as quais com frequência desenvolve em turnos, de acordo
com o planejamento feito junto aos anciãos que acompanham seu
agrupamento evolutivo, visando formar um conjunto de habilidades coeso
que possa ser mais bem utilizado para experimentos sob um ponto de vista
individual e coletivamente.

Ao analisar os pontos que deseja trabalhar em uma próxima


experiência imersiva o ser perscruta seu íntimo a fim de aferir suas reais
travas e facilidades, e a partir dessa análise, aliada aos desafios propostos
pelos guardiões do plano existencial do qual está ‘matriculado’, define o
quanto do banco de dados do Eu Matriz será canalizado para sua nova
experiência. Uma porcentagem de suas conquistas em habilidades e
conhecimentos será disponibilizada para o novo avatar * em proporções que
equilibrem o nível de dificuldade proposto pelos guardiões do plano onde se
dará a nova experiência – nível esse definido por uma “regulamentação” que
“pontua” positiva ou negativamente o ser conforme suas prévias jornadas,
sobretudo suas infrações, a fim de que se corrija seu comportamento e se
adeque às regras do plano em que ora estagia – com dados já armazenados
em sua Matriz que lhe possibilitem êxito em seu intento.

Por exemplo:

Em uma experiência João da Silva mata o amante de sua esposa, José


de Souza, infringindo a Lei da Vida e adquirindo automaticamente um débito
com diversas pessoas: o assassinado, a mulher que o amava, todos os
parentes próximos e dependentes de alguma maneira da vítima que venham
a se sentir lesados pela partida prematura de José de Souza, pessoas que por
ventura em seu planejamento pessoal de imersão tinham firmado um
contrato prévio de parceria relevante para essa jornada/ vida em comum.

O desrespeito ao livre arbítrio emocional alheio é uma das mais graves


infrações que se pode cometer, pois a essência do Amor é o da Liberdade
Suprema pela Permanência Afetiva; nada é mais livre do que o afeto
espontâneo e nenhuma escolha mais acertada do que a daquele que fica, por
amor e pelo amor somente; o desrespeito a essa disposição dos seres –
padrão que se vê repetido em todos os níveis da natureza – é desrespeitar a
própria Fonte da Vida, portanto os crimes nisto enquadrados geram débitos
severos a fim de que seja uma lição o quanto antes aprendida por todos os
seres.

João da Silva, portanto, será desafiado em seu próximo turno, no


plano em que cometeu crime contra a vida e o amor, a se deparar com
situações em que precise dominar suas emoções, instintos e por diversas
vezes demonstrar ativamente que dadas novamente circunstâncias similares
às que lhe levaram a infringir a lei, não cometerá novamente a mesma
infração e inclusive agirá de forma a coibir o mesmo comportamento em
outros seres de sua convivência.

Antes de imergir, o Eu Matriz que comandava João da Silva, vamos


chamá-lo de Klemens, busca todos os recursos que há em si para auxiliar o
seu novo avatar a cumprir essa missão com êxito. Klemens conhece o Amor
Infinito da Fonte e a influência de interesses passageiros sobre os afetos que
se desenvolvem em planos de consciência densos.

Digamos que o quociente de compreensão total desses fatores pelo


Eu Matriz Klemens seja da faixa de 68%, o que é bastante alta; na faixa de
imersão que o avatar de Klemens está matriculado, entretanto, o limite
máximo desse quociente para criaturas encarnadas seja 27%, pois se trata de
um mundo moldado para que os espíritos ali em evolução adquiram maestria
de seus sentimentos, emoções, instintos e frustrações enquanto sujeitos às
restrições da matéria densa.

O anjo precisa ser capaz de adentrar o inferno sem por ele ser poluído.
Esta é a verdadeira batalha entre o Bem e o Mal: a matéria densa vence a
determinação da Luz (Conhecimento) do Espírito e ele se rende a seus
instintos enquanto encontra-se limitado em seu próprio esplendor; ou a Luz
consegue manter seu brilho e desperta outras consciências a fim de que elas
se auto iluminem e vençam o desafio daquilo que vocês chamam “Inferno”,
que nada mais é do que a ausência de consciência?

O avatar de Klemens, porém, terá uma tributação em vista de seus


crimes e não poderá adentrar a matéria densa dotado de uma faixa de
consciência maior do que aquela de que dispunha quando infringiu seus
crimes, ou a experiência seria inválida, pois ele foi reprovado a partir de um
quociente ‘x’ de compreensão das Leis da Fonte Criadora. Se antes detinha
16%, agora será tributado em 2% e deverá adentrar a matéria com 14% de
consciência. Essa tributação é válida para imersão somente, e portanto o
novo avatar de João da Silva ainda terá todas as chances de alcançar um
quociente de 27% de consciência naquela faixa evolutiva, o máximo para
aquele plano permitido.

Por isso a vida é uma bênção, uma oportunidade de avanços e


conquistas que acompanharão para sempre o espírito.

Digamos que o novo avatar, John Smith, passa com êxito por essa
prova de imersão, dedica-se a buscar o equilíbrio de suas emoções e com o
auxilio de ferramentas de padronização mental como, por exemplo, uma
religião – em outros mundos há outras ferramentas – ele condiciona-se a
respeitar a vida e aceitar de forma mais branda as frustrações, ainda que
precise recorrer a crenças com o ‘pecado alheio’ para se apoiar, e desenvolva
conceitos de auto-vitimismo perante uma traição afetiva.

Mesmo que novas aparas sejam levadas pela personalidade temporária


de John Smith para o corpo de luz para uma próxima experiência imersiva do
Eu Matriz Klemens, ele venceu o desafio se não cometer novamente
homicídio e desestimular que outros venham a cometê-lo em situação
semelhante a por ele vivida, assim levando sua experiência negativa a servir
de modelo didático para inicialmente todos os seres do seu mesmo
agrupamento coletivo, e posteriormente à sua ascensão de fase, quando o
espírito não mais necessita encarnar em um determinado plano e faixa
consciencial, sua experiência torna-se acessível a todos os que ainda
jornadeiam essas mesmas faixas e planos.

* Avatar vem do sânscrito Avatāra, que significa "Descida de Deus", ou simplesmente "Encarnação".
Qualquer espírito que ocupe um corpo de carne, representando assim uma manifestação divina na Terra.
A melhor definição vem de um antigo escrito indiano, Vedas:
"Avatara, ou a encarnação da Divindade, descende do reinado divino pela criação e manutenção da manifestação
em um corpo material. E essa forma singular da Personalidade da Divindade que então se apresenta é chamada
de encarnação ou Avatara. Tais Personalidades estão situadas no mundo espiritual, o reinado divino. Quando Eles
transcendem para a criação material, Eles assumem então o nome Avatara." - Chantajar-charitatva 2.20.263 -
264. [fonte:Wikipédia]

George  Equipe

I.e MATRIZ, EVOLUÇÃO E REINTEGRAÇÃO À FONTE

Estrela da Alma

Núcleo Agregador (Potência


Geratriz)

Vórtices de Ação Exponencial


Tomemos como exemplo uma Estrela da Alma de um ser cuja
frequência íntima vibre na sintonia da Justiça.

Estrela da Alma é uma forma de representação comumente usada para


ilustrar a potência evolutiva já alcançada e latente. Seu núcleo detém uma
energia cuja frequência se predispõe a ações em afinidade com um dos
atributos eternos da Fonte Criadora, que vocês poderiam facilmente nomear
de Justiça Divina, porém para nós essa nomenclatura não é a mais precisa,
pois a vemos como uma energia de retificação e reabilitação mais do que
como o aspecto punitivo e misturado a desejos de vingança coletivos que sua
sociedade denomina como “justiça”. Mas naturalmente cada faixa
compreende as energias dentro de seu quantum de consciência, sendo assim
um mesmo conceito e energia adequa-se à realidade em que deverá se
manifestar, e assim dá-se também a ‘evolução’.

Essa energia, para fins didáticos, diremos que precisa ser capaz de
adaptar-se a ‘girar’, ‘operar’ em 4 (quatro) direções, a saber: ascendente,
descendente, progressiva e regressiva. Em outras palavras, respectivamente,
ampliando seu potencial lançando sua energia para atuar em faixas acima da
que se encontre, diminuindo sua potência para atingir níveis conscienciais
abaixo do qual se encontre e ainda obtendo um resultado afim, avançando
em uma linha do tempo criada para desenvolver determinado(s) potencial(is)
individualmente junto a membros de seu agrupamento evolutivo, ou
regressivamente em uma linha temporal, sob as mesmas circunstâncias já
citadas, a fim de alterar resultados ou interferir em determinados padrões em
particular.

A cada ‘direção’ cuja maestria foi atingida, um ‘braço’ da Estrela da


Alma brilha, demonstrando sua capacidade. A Estrela da Alma é normalmente
representada como um ponto luminoso acima da cabeça ou à esquerda do Eu
Matriz; sendo o ankh egípcio uma de suas versões simbolizando a maestria a
ser alcançada naquela vida o vértice abaulado da cruz ansata.

Conforme segue em sua trajetória a Estrela da Alma vai ganhando


brilho em seus vórtices de ação até que esteja inteira e igualmente iluminada.
A cada experiência de imersão bem sucedida em planos diferenciados,
o nível de consciência do Eu Matriz aumenta e ele se torna cada vez mais apto
a fazer parte de planos complexos, envolvendo ações encadeadas
multidimensionalmente a fim de atingir resultados em mais de um plano,
gerando assim “efeitos em cascata” que atingirão mais de um indivíduo e são
orquestrados pelo que vocês chamariam de “Espíritos Guias”.

Do nosso ponto de vista muitos de vocês ora imersos e parcialmente


inconscientes são guias, uma vez que ao completar sua primeira jornada
integrativa em planos densos, tendo obtido maestria na execução, sob
diferentes circunstâncias, de sua essência energética a contento, o ser já é
“recrutado” por “guias” mais experientes a dar início ao seu processo de
tutela de outros que virão a percorrer o mesmo caminho. Não há interesse
em “burocratizar” a ascensão dos espíritos, mas ao contrário de agilizar seus
processos particulares, que incorrerão em acréscimos ao Todo, auxiliando
assim a totalidade de seu agrupamento evolutivo. É claro que há níveis de
tutela, equipes para trabalhos em grupo, e supervisões, mas mesmo uma
criança é capaz de auxiliar aos demais, conforme a vida nos ensina.

O EXCESSO DE “BUROCRATIZAÇÃO” E ACRÉSCIMOS EXCESSIVOS NAS


TRIBUTAÇÕES PARA UMA NOVA IMERSÃO APÓS UMA INFRAÇÃO ÀS
NORMAS EVIDENCIA O INÍCIO DE UM PROCESSO DE DETERIORIZAÇÃO
GRAVE DA PSICOSFERA PLANETÁRIA, POIS DENOTA QUE O NÍVEL
CONSCIENCIAL PERISPÍRITICO COMEÇA A DOMINAR A REGULAÇÃO DAS
IMERSÕES NAS COLÔNIAS ENTRE VIDAS, EM DETRIMENTO DA CONSCIÊNCIA
GALÁCTICA.

Quanto tal ocorre sabemos que uma intervenção é necessária e que a


Fonte acelera recursos para que tal desvirtuação chegue ao fim. É quando as
dimensões se intercalam, os ‘consoladores’ são ouvidos e as mentiras têm
fim.

Alguns chamam a esse processo de Apocalipse.

Estamos dizendo que a contraparte astral de um orbe torna-se sua


matriz e gerencia as experiências que nela ocorrem, e suas “regras”, a fim de
aferir a evolução do ser, devem ser claras e seguir padrões interestelares,
porém, é sabido que por vezes a corrupção “sobe as escadas” e seres que
normalmente atuaram seguidamente em determinada ideologia de fundos
religiosos ou filosóficos acabam por se contaminar pela lógica pontual em
detrimento de uma visão global de cada caso a ser resolvido e confundem-se
entre o entendimento linear das filosofias e religiões locais e os conceitos
multidimensionais que nem sempre estão disponíveis à maioria. Uma minoria
confusa – ainda que bem intencionada – chega então ao poder e começamos
a ver planejamentos encarnatórios falidos, ‘cálculos’ de redenção inatingíveis,
‘juros’ cobrados como se não houvesse a Lei do Perdão e da Compensação e
vidas tristes que desfilam desesperançadas pelo globo à espera da morte
como niveladora ou da vinda de um salvador que venha lhes livrar de tantas
penas.

Sempre que a vida está ameaçada e a corrupção transcende o tempo e


o espaço e alcança o período entre vidas, a “Auditoria” da Fonte manda os
seus fiscais, seres que completaram uma série de reintegrações sob as mais
diferentes circunstâncias com êxito para agir da melhor forma possível e
tentar restabelecer os planos originais daquele mundo em questão. Alguns
nos chamam de anjos, guias de luz, seres espirituais, outros de
Extraterrestres ou de Viajantes do Tempo.

Neste momento nós estamos aqui com vocês para ajudá-los a se


lembrar, pois ao acionarem suas lembranças, seus potenciais vêm à tona e
vocês têm assim maiores chances de cumprirem com êxito seus programas
encarnacionais. Alguns de vocês são “parte da equipe” e precisam ser
despertados com mais urgência a fim de agirem ativamente no plano, suas
lembranças são mais intensas e suas experiências mais impactantes. Nós
agimos também no Entre-vidas, despertando seres que vocês chamariam de
“mestres” mas que também já haviam se esquecido de quem eram e de Leis
Maiores que uma vez conheceram e que agora precisam ser revividas e
aplicadas aqui.

De certa maneira é como se vocês estivessem por muito tempo


jogando um jogo com cartas marcadas onde a banca roubava de vocês. Agora
nós estamos aqui para ajudá-los a virar o jogo e vencer a banca, estamos
colocando coringas em cada uma de suas mãos e mudando suas chances no
jogo, vocês têm portanto muito o que comemorar e bastante trabalho à
frente, por isso dizemos: Saiam da concha, sabemos que vocês estavam se
sentindo limitados, mas agora é hora de jogar, pois há chances reais de vitória
para vocês agora, saiam e venham brincar, jogar, tocar a sua melodia.
Venham colocar suas energia e influenciar os resultados. Nós estamos
ansiosos por jogar com vocês e virar a banca de vez!
Esta é uma grande chance para uma reintegração majestosa, seja
inédita, a primeira de uma alma, ou uma re-visão de um aspecto já conhecido
– em que os Eus Matrizes que a alcançarem aumentarão bastante seus
quocientes de luz. Uma leva de novos anjos da guarda está surgindo – e são
vocês. As experiências adquiridas aqui são inéditas em muitos lugares, em
muitas galáxias, haverá bastante serviço para vocês... Muitos de vocês que
são parte da Equipe viram essa oportunidade e se arriscaram muito por ela,
estamos aqui lhes dando todo respaldo para que essa experiência valha a
pena para vocês.

Comandante Jurgen  e Equipe

Plêiades – Órion – Sirius


Carta Oito - Efeitos Somáticos da Matriz

Carta Oito

Efeitos Somáticos da Matriz

30/01/17

REMÉDIO OU VENENO

ORDEM  antídoto ao caos

AMOR  antídoto ao desprezo

CIÊNCIA/SABER  antídoto à inocência/ignorância

FERTILIDADE/PROSPERIDADE  antídoto à morte

MATÉRIA  antídoto à anti-matéria/espírito

PORTAIS  antídoto à fixação

JUSTIÇA (RETIFICAÇÃO/REABILITAÇÃO)  antídoto ao erro e desvirtuação

As essências, via de regra, manifestam valores (energias) compatíveis


com os atributos acima em seu núcleo agregador. Essa potência geratriz é
que deverá determinar a “evolução” de uma centelha, de um ser criado pela
Fonte Original.

Gostaríamos de frisar que o termo “evolução” não confere para nós


uma verdade absoluta. Não entendemos que as centelhas nascem ignorantes
e farão uma jornada para obtenção de conhecimentos, e sim que são criadas
maravilhosas e poderosas, e sua jornada trata-se de autodescobrimento e
modulação de seu poder aos diferentes meios em que a atuação de sua
potência seja necessária.

Maestria modular é adquirida através das experiências em planos de


existência mais ou menos densos, sendo as densidades extremas, positivas
ou negativas, as que apresentam maiores dificuldades de se atingir, portanto
a maioria dos seres inicia sua jornada ‘evolutiva’ em faixas intermediárias,
onde a comunicação entre a matéria e a antimatéria é facilitada.

O tempo e a gestação da vida humana é um bom parâmetro para se


aferir essa dificuldade: nove meses leva o espírito para poder se apresentar
na densidade em que a matéria se impõe aqui; tempo este similar a quaisquer
manifestações materiais de comandos dados a partir dos níveis mentais e
emocionais; há uma grande distância a ser vencida entre seus pensamentos,
desejos e a concretização de seus objetivos neste plano, e este é um grande
teste para a Fé. Não fé em uma divindade externa à qual vocês normalmente
associam esta palavra, mas em suas próprias capacidades de gerar e gerir as
energias até a obtenção dos resultados desejados sob circunstâncias
extremas.

Muitos seres optam por deixar a experiência em orbes como este para
as últimas etapas de sua jornada reintegrativa – e, como é esperado, falham.
Repetidamente. A prova para domínio do autocontrole aqui é grande e
muitos são os “anjos” caídos que ora procuram aqui se reerguer.

Ao imergir na matéria, parcelas de consciência e de potências do Eu


Matriz serão canalizadas para o novo avatar, numa determinação conjunta
entre o próprio ser que virá experimentar a imersão, seus guias e os anciãos
que regulam as experiências no plano em que esta se dará. Com frequência,
em estágios iniciais em um determinado plano, isto é acertado entre os guias
e anciãos, posto que o experimentando não contém atributos do mundo em
questão para se basear ao decidir o quociente de dados que será
disponibilizado para garantir uma imersão exitosa.

A explicação pararia por aqui, fosse este um mundo em equilíbrio,


porém, como já comentamos, a ignorância “subiu os degraus do céu” e
atingiu as faixas existenciais de preparação à imersão, de modo que uma
divisão política se instalou na contraparte espiritual do seu mundo, onde
antigos líderes religiosos tendenciaram as regras para a somatização da
Matriz de forma que as imersões parecem-se mais com castigos do que com
oportunidades de cura e libertação consciencial atualmente. Este é um
problema que vem se desenvolvendo há bastante tempo e já há alguns
séculos a Auditoria foi acionada, pondo em planos, há cerca de 150 dos seus
anos, sua fase terminal de ajustes. Desde então o cenário de ‘entendimento
sobre as questões do mundo espiritual’ tem se agitado na superfície do seu
globo, e muitos foram os enviados para trazerem novos conhecimentos e
proporcionarem uma visão mais amorosa e ampla sobre os aspectos da vida
em dois – ou mais mundos – mas esses mesmos mensageiros foram
perseguidos, assediados e por fim rendidos a conceitos já existentes,
procurando a segurança dos ‘antigos saberes institucionalizados’ a fim de
serem assim melhor aceitos. Em muitos casos vimos daqui de nosso posto de
observação nossos planos serem adulterados e as novas informações
enviadas serem travestidas com dogmas de antigas religiões vigentes; e na
maioria das vezes consideramos, junto aos mensageiros, que era preferível
oferecer parcelas de verdade do que verdade alguma e esperar o terreno
tornar-se mais plano para semear os códigos que não podem mais ser
adulterados, pois a população já se encontra em condições de digerir o fruto
inteiro e não mais necessita, como crianças, de papinhas adicionadas de
açúcar a fim de tornar um alimento mais aceitável a seu paladar.

Se um Eu Matriz detém 48% de Consciência Criativa e imerge em um


mundo onde o padrão é 12%, ele não poderá exercer ali seu máximo potencial
criativo, estará, por ‘default’, restringido, a fim de desenvolver outros
quocientes conscienciais como, por exemplo, a ordem e a organização de
processos. Contudo, se ‘desligamos’ o avatar das principais características do
seu Eu Matriz, este se sente um zumbi e vaga sem destino, caindo
frequentemente em caminhos de ilusão alternativos, como nas drogas, álcool
e desvirtuação da energia sexual. Acreditamos que vocês identificarão
diversas pessoas de seu convívio que apresentam esses sintomas neste exato
momento em que nos leem. Este tem sido o padrão de regulação dos
anciãos, negar aos que imergem partes importantes de si mesmos; por outro
lado, os anciãos estão cientes de que tempos de mudança são chegados e
que membros da Força Tarefa desta auditoria imergem a fim de serem pontas
de lança de novos projetos na Superfície da Terra. A estes cabe também um
recurso tão incapacitante quanto o citado anteriormente, dotar o imergindo
de um potencial muito maior do que o suportado pelo meio, criando assim
‘soldados’ ou ‘mensageiros’ desconectados do meio em que precisam atuar,
com eternas “saudades” de um outro lugar onde possam exercer seus dons
naturais, e sobretudo indivíduos com grandes dificuldades de se ajustarem
aos padrões mentais dos demais, isolando mesmo espíritos amigos de outros
tempos, pois que um ou ambos estão provisoriamente desequilibrados e
doentes, incapazes de se ajustarem sob as condições em que se encontram.

Um ajuste que ocorre com frequência no que vocês chamam de


“abduções”, é na Taxa de Somatização da Consciência Matricial, a fim de
promover uma experiência útil aos imersos e a capacitação necessária aos
mensageiros e “soldados” em Terra. Nisto somos adequadamente chamados
de “Transformadores de Consciência”.

A Taxa de Somatização dos valores do Eu Matriz no avatar é


determinante para o sucesso de sua experiência.

George  Equipe Tríplice Aliança 

Órion - Sirius – Plêiades


Gráficos e Explanações Aleatórias

Gráficos e Explanações Aleatórias

Conforme citado por George, em diversos momentos de conexão


anteriores a 15 de Janeiro, ao me predispor ao contato, sentia-me ansiosa e
emotiva, o que atrapalhava a minha segurança para escrever as mensagens,
embora ouvisse as palavras claramente em minha mente. Então
normalmente uma imagem me era passada com explicações a respeito de
algo que eu não estivesse esperando, geralmente de ordem técnica; era um
recurso para lidar com meu estado emocional trazendo-me ao equilíbrio
necessário para depois avançar para as cartas propriamente.

Alguns dos tópicos abordados não são de interesse dos leitores, pois
eram explicações referentes a observações particulares minhas que Jurgen
elucidava, mas outras, que achei curiosas pelo teor geral, seguem abaixo:

A Tríplice Aliança trabalha com indivíduos capazes de se dominar


(característica Pleiadiana), impor sua vontade sobre a matéria
(subquanticamente, ação subatômica - característica forte nos seres de
Órion) nas imersões e estabelecer processos (Sirianos) lógicos para
interpretar e repassar informações, dados e cura aos adormecidos.

Vi a letra T ligada à letra grega alfa, representando uma aliança e


informações referentes ao simbolismo disto com o olho de Hórus, a ativação
da pineal em indivíduos para ação multidimensional na 3-D e planos de
consciência densa; um experimento de transformação e reestruturação
social.
Vi a nave mãe e naves menores sendo que a maior possuía a maioria de
seus ambientes vibrando a partir da 5-D e as naves menores 4-D, que são as
vêm operar aqui na 3-D.

A maioria de seus tripulantes passou por experiências nos três


sistemas (Plêiades, Órion e Sirius) em muitas vidas.

Vi se desenhar uma estrela vermelha que depois se tornou azul


referente a Sirius e ouvi que a energia Ki é manipulada pelo Espírito a fim de
que os 4 elementos completem ciclos mais rapidamente ou lentamente, o
que faz dos sirianos hábeis equalizadores temporais, pessoas que conseguem
acessar específicas coordenadas no tempo-espaço a fim de averiguar a
verdade. São metódicos e bons para estabelecer processos e fases dentro de
processos.

A seguir 3 estrelas referentes a Órion e a informação de que os seres


provenientes desse sistema têm facilidade de dar saltos quânticos – quantum
leap. A vontade impõe-se por alinhamento ‘genético’ (herança divina) sobre
as linhas temporais, os orianos esforçam-se para conseguir, mediante seus
próprios sacrifícios e méritos, ampliar sua consciência maior, uma vez que são
conhecedores dos portais secretos da Merkabah, e ‘avatarizam-se’ para obter
acessos e influenciar o Tempo.

Então um símbolo semelhante a um 7 com um ponto anterior e


posterior referente às Plêiades: Harmonização dos sistemas biopsíquicos,
equilíbrio dos chakras pela doma das emoções e correntes mentais. Domínio:
quem se doma tem domínio de si próprio.
No desenho acima as variantes de 11 representam possíveis estágios ou
atuações de casais de contrapartes, respectivamente:

Nas duas primeiras fases tendem a seguir pelo menos parte do


caminho separados para angariar experiências de cura para o casal.

- contrapartes voltando para modificar Linhas Temporais

- contrapartes progredindo em seu alinhamento

- casal de contrapartes em processo de alinhamento

- abrem portais quando alinhados


Carta Nove - Sobre a Quarentena deste Planeta e Outras
Interpretações Equivocadas

Carta Nove

Sobre a Quarentena deste Planeta e Outras Interpretações


Equivocadas

04/02/17

Saudações aos Irmãos da Superfície e a todos os soldados imersos


desta Infantaria de Paz e Bem que ora carpe o terreno do orbe a fim de que
obtenhamos todos colheitas futuras fartas e maduras.

Muito já se falou sobre a suposta quarentena sob a qual o planeta


Terra estaria regido. É preciso que se compreenda mais precisamente os
termos que utilizamos, especialmente quando são traduzidos, a fim de que
interpretações secundárias e terciárias – por vezes até quaternárias! – não
tomem volume e gerem pseudoverdades que acabam por se tornarem
crenças na mente dos irmãos, justamente aqueles que mais visamos informar
e fazer compreender, os que notadamente dedicam-se à busca de notícias da
espiritualidade e dos irmãos das estrelas.

É sabido que uma das características mais acirradas dos humanos é o


apego a padrões mentais, o que tem sido usado contra seus próprios
interesses até esta fase da sua jornada evolutiva, mas que contamos virar o
jogo e fazer justamente desta característica um valioso ás que há de
subverter as regras do jogo; por isso quando uma pseudo-análise torna-se
teoria a partir de uma vertente interpretativa que faz sentido para vocês, é
difícil reverter a situação de pronto, tanto porque ao tentarmos fazer isso o
mensageiro reluta e:
a) nega-se a acreditar que tenha se precipitado e entendido errado da
primeira vez em que tentamos lhe transmitir um conceito, ou

b) torna-se inseguro e começa a inventar desculpas mentais para se eximir


de dar continuidade ao trabalho de transmissão/recepção e repasse das
mensagens. É comum que nossos mensageiros, que muitos de vocês
chamam de médiuns ou canalizadores aleguem estarmos nós em uma
“fase de silêncio”, ou de intervalo entre as fases de um projeto.

Bem, saibam que nós nunca estamos em repouso, tiramos férias ou


cessamos os canais de comunicação a não ser por motivos de inaptidão
voluntária do canal/mensageiro, o que ocorre quando há choque entre o
imperativo missionário do Eu Matriz ao ser captado pela mente
tridimensional do Eu Avatar, quando então precisamos reconduzi-lo a uma
trilha que possibilite nosso reencontro vibracional e energético a fim de que
possamos dar continuidade aos projetos assumidos pelo grupo antes da
imersão.

Nós não ‘tiramos férias’, mas compreendemos e aguardamos os


períodos que vocês se reservam para experienciar a 3-D temporariamente
afastados das suas responsabilidades de parte imersa de uma equipe para um
trabalho conjunto.

Quarentena é um termo ligado à área da medicina que se refere a um


isolamento forçado de pacientes que sofram de uma doença contagiosa para
evitar que a mesma se espalhe; quando este conceito foi passado ao 1º
mensageiro encarregado dessa transmissão, nossa ideia era explicar que a
população da Superfície da Terra, em sua imensa maioria, está adoecida, e tal
se dá por viverem em um ambiente hostil à própria sintonização da alma ao
corpo. Seus chakras, vórtices de energia que ligam seus corpos sutis, do físico
ao Eu Matriz e por fim ao Eu Superior estão em constante desalinho por
motivos que vão da alimentação aos pensamentos auto torturantes a que
vocês se expõem. Além disso esse ambiente é consequência de um sistema
que se auto reproduz geração após geração de vocês, tornando-se cada vez
mais forte e absoluto às custas do vampirismo generalizado imposto.

Infelizmente vocês são vítimas coniventes e de certa forma cúmplices


do próprio crime imposto a vocês, pois seus comportamentos são
geralmente condizentes com perpetuação viciosa deste sistema. Como seus
parentes e detentores da mesma raiz de DNA, temos fé na certeza de que
vocês assim agem por não terem tido opção durante muitas gerações, o que
acabou por cristalizar padrões socioambientais, que por sua vez influenciam
nos padrões psíquico-biológicos.

Este comportamento zumbificado precisa ser contido a fim de que


vocês sejam ‘curados’ e seus descendentes poupados dessa aflição que é
viver pelo medo e não pelo Amor. Em todas as áreas de suas vidas vocês
tomam decisões que vão do medo de ficar desempregados em vez do Amor a
uma vocação, à busca de desenvolver as habilidades de um talento nato e ao
medo da solidão que os impele a algemarem-se a relacionamentos cômodos
ainda que insatisfatórios, ao invés de investirem suas energias nas realizações
do Amor-Próprio e da excitante busca por um par em sintonia com o
momento que vocês ora estejam experimentando. Sabemos também que
vocês foram ‘treinados’ desde o ventre a agir assim, e é por isso que nossos
esforços são escalares e paulatinos e por vezes foi melhor que deixássemos,
permitíssemos que vocês compreendessem meias-verdades do que verdade
nenhuma porque, cruamente falando, vocês tem necessitado muito de
qualquer VERDADE que seja capaz de até vocês chegar. E a história da
Quarentena foi uma dessas.

A Quarentena é real – mais que isso ela é a principal razão para o


distanciamento entre os dois ramos de uma mesma família: a que migrou
para a Intraterra e a que permaneceu na Superfície. Ao migrarmos, eras atrás
na época das guerras e posteriores dilúvios de causas antinaturais que
levaram ao afundamento da Atlântida e a fragmentação da Lemúria, o
fizemos porque para os nossos anciãos que tomaram essa decisão era claro
que haveria uma subversão de valores sem limites sobre este planeta, o que
comprometeria os códigos de cultura estelar dos Irmãos que vieram de Sirius,
Plêiades, Veja de Lira, Órion, Capela, Vênus, Júpiter, Marte e muitos outros.
Muitos desses mundos já tinham seus dias de glória extintos, impérios
sucumbidos por erros já conhecidos e que aqui se propunham a evitar.
Inicialmente o plano era uma colaboração respeitosa para que diferentes
colônias pudessem se estabelecer na Superfície junto aos agrupamentos de
humanos que se originaram aqui mesmo, uma experiência social de
gigantescas proporções para um fim de colaboração comum: todas as
linhagens estelares representadas no novo orbe que se erguia iniciando sua
trajetória como Escola de Almas; vocês, o banco de dados genéticos de todos
os seus ancestrais, numa colaboração nunca antes vista. Seu valor é
inestimável para muitos, e por serem tão valiosos é que foram perseguidos.

Mas naturalmente houve disputas e algumas linhagens pretenderam


sobrepor-se às demais, houve guerras e destruição grassou sobre a
Superfície. “Pecados” conta a vida e as Leis de Amor ocorreram e a corrupção
se instalou. Quando ela alcança o status de institucionalizada, pouco há que
se fazer a não ser deposição e a destruição do velho para que novas
esperanças possam surgir.

Hoje como veem, vocês revivem a história da Atlântida e Lemúria em


tempos modernos, e somos nós, os mesmos atores de antes, agora em fase
de prova , a fim de testarmos a nós mesmos o quanto aprendemos desde a 1ª
vez em que esta lição nos foi apresentada.

A fim de salvar os códigos estelares e permitir que a parte menos


bélica das duas populações pudesse sobreviver e perpetuar seu modo de
vida, já adaptado das estrelas de onde vieram para aqui e não jogar fora o
esforço de gerações e de anciãos fora, solicitamos a Gaia a abertura de uma
nova linha temporal alternativa, a seguir paralela à que inicialmente foi
pretendida para desenvolver-se na Superfície. Gaia, ou poderíamos lhe dar
outro nome, até mesmo Terra, nos acolheu, e assim entendemos que a
própria consciência planetária era de acordo que tantos esforços
empreendidos para chegar até aqui a contribuição de tantas nações do
espaço, já unificadas em uma única bandeira, de cores terrenas, prosperasse.

Há quem nos acuse de termos virado as costas para nossa família da


Superfície, e porta-vozes que pretendem indispor nossos esforços à sua
visão, mas nós sempre soubemos que a linha temporal paralela cuja criação
foi avalizada por Gaia tinha um óbvio fim: a reunião no tempo futuro, no
momento oportuno, para que ‘chegados os tempos’, nós possamos
novamente sermos um só e seguirmos numa mesma linha temporal – a dos
que passaram no sexto teste, o de agora, que recria em partes a experiência
Atlante.

Aos que denegriram as atitudes tidas no passado e os esforços da


Intraterra durante o delicado período da Transição, dizemos:

Vocês não podem afastar com mentiras e rancor dois braços que
surgem do mesmo corpo, nem para sempre alienar os frutos dos galhos que
hão de se encontrar nos ares e raízes que se entrelaçarão no solo pois se
originam eles de uma mesma árvore.

Foram séculos de lágrimas de saudade pela separação de entes


queridos, mães que esperaram duas, três vidas seguidas até alcançarem seus
filhos o estado vibratório necessário para adentrar a nossa linha temporal, a
Intraterra. Irmãos que buscavam – e ainda buscam – irmãos e amores
verdadeiros que foram divididos porque uma das partes caiu vítima das
ideologias que prevaleceram no seu sistema da Superfície.

Essa separação é de fato a “Quarentena”, pois não podemos pegar um


irmão nosso, por mais querido que nos seja, de seu mundo e trazê-lo aqui. Ele
não tem condições mínimas de permanência. Quando um de nós imerge, o
faz com uma série de protocolos de proteção a fim de não se contaminar com
os vibriões da sua atmosfera mental e psíquica; no retorno muitos
permanecem por muitos minutos ou horas em tanques a fim de serem
devidamente esterilizados de sua atmosfera antes de voltarem a interagir
aqui, se tal não ocorresse, adoeceriam e enfraqueceriam, demorando a estar
em condições aptas pra uma nova imersão e assim atrasando os projetos.

Essas imersões a que me refiro são o que vocês considerariam um


contato de 3º ou 2º grau de um ser “extraterrestre” na sua superfície. São
incursões que fazemos atravessando dimensões e as linhas temporais
adjacentes, a fim de aferir os dados de que necessitamos para nossas
pesquisas. “As Nossas” são as que posso detalhar, que consistem no
aceleramento da emancipação da consciência inter ou multidimensional.
Outras linhagens específicas, que podem ou não estarem baseadas na
Intraterra, têm focos de ação e pesquisa específicos, estas que relato está
“registrada” tendo início em Telos e prosseguido com incursões imersivas
temporárias nos Estados Unidos, México e posteriormente de longo prazo
com voluntários no Brasil, Chile e Argentina. Uma parte de nossos ‘soldados
do Amor’ se encontram na Nova Zelândia, Austrália, Peru, Canadá, Islândia,
Alasca e Groenlândia.

Devido às diferenças atuais, a nossa reintegração como um só povo


vivendo em uma mesma linha temporal tem de ser pensada em etapas e
gerida cuidadosamente. Imenso zelo determina todas as nossas ações, pois
elas poderão ser nossas últimas chances em muito tempo.
Isto ocorre dentro de um conceito de Quarentena: mesclar duas
populações de modo que a inserção da parcela sob quarentena seja segura
para sua mais tranquila adaptação à nova realidade que se lhes descortinará,
assegurando ao mesmo tempo em que os resquícios da ‘doença da
Superfície’ seja contidos e não se ‘espalhe’ entre os voluntários que terão
maior contato com os mesclandos e portanto um maior risco de contágio.

Nós não fomos desertores nem abandonamos os nossos. Nós fomos


aqueles que no naufrágio, ao invés de se agarrar aos parentes que não
sabiam nadar – e eram muitos – subimos à superfície o mais rápido possível
em busca de boias e de botes salva-vidas para poder retornar.

Aqui estamos, só um instante se passou e mal respiramos a cada


minuto cientes da ausência de vocês.

Peguem as boias, lhes dizemos.

Deixem-nos puxá-los para os botes.

Nós estamos aqui somente por vocês.

Venham conosco. Nós somos sua família.

Tudo o que foi exposto até aqui retrata o que é, de fato, a quarentena,
porém, entendeu-se erroneamente, que a Terra, por estar doente – seus
filhos doentes, se auto escravizando e escravizando-se uns aos outros, estaria
fora do convívio galáctico.

ISTO NÃO É NEM NUNCA FOI VERDADE.

As naves e portais de comunicação nunca foram desativados, as


linhagens geradoras estão aqui acompanhando seu experimento e
continuarão a fazê-lo enquanto a raça que ajudaram a originar, de alguma
forma, existir.

Quarentenas são para os doentes, não para os médicos e enfermeiros.

As celas dos presídios não são impedimento para os direitos do


carcereiro. Os policiais andam livres, assim como todas as criaturas de Bem.

A Intraterra foi construída e ancorada para servir de base


interplanetária livre, de modo que muitas das naves que são avistadas na
Superfície, mesmo sendo uma nave Oriana ou Arcturiana, pode ter vindo de
uma das inúmeras bases da Intraterra, onde todas as linhagens amistosas à
raça humana são bem vindas; elas atingem sua realidade através de portais,
muitas através dos polos norte e sul, e muitas, realmente muitas, a partir de
bases que se situam intermediárias entre as bases da Intraterra e a sua
superfície submarina, pois muitas naves alçam voo à sua atmosfera a partir
dos seus mares, mesmo sua origem sendo uma distante estrela.

Para não falar somente das flores, aviso que os espinhos também têm
suas bases e linhagens hostis também têm núcleos de ação a partir de níveis
mais densos da Intraterra, o que equivale a dizer outras linhas temporais, e
agem, de modo geral, de forma similar quanto à sua locomoção – [Origem
Estelar no Espaço-Tempo – Base na Intraterra – Aparição e Ação na Superfície
do Globo – e vice-versa].

As lendas de Avalon e Shangri-Lah têm muito a vos dizer sobre nossa


origem, mas elas têm também suas versões mais sombrias.

Peço que vocês façam um esforço, a partir dessas informações,


imaginativo ainda que seja, quanto a revisitar seus conceitos sobre “colônias
espirituais” e “vida após a morte”. Ambas existem, mas encontram-se
enquadradas em um conjunto de realidades muito mais extenso do que lhes
foi apresentado.

Em nossa próxima comunicação, abordaremos uma parte desse amplo


cenário que é a vida em muitas dimensões.

Jurgen & Equipe para a Tríplice Aliança 


Forças Estelares e Conexões Xamânicas

Forças Estelares e Conexões Xamânicas

05/03/17

Salve a todos os Filhos das Estrelas!

Nossa irmã*, acompanhamos sua jornada, em não somente terras, mas


em campos desconhecidos para nós das expressões humanas. Um desses
campos refere-se à religiosidade da Terra. Como peregrina em território
estrangeiro, cabe ao turista que envereda por novas experiências tomar
ciência, e por vezes, parte das práticas e hábitos corriqueiros daqueles que
ora lhe anfitriam a estadia.

Tais práticas podem se encaixar em três áreas ou três faces pelas quais
comumente transitam as sementes estelares quando aí estagiam. Na primeira
delas, mais usual nas fases iniciais da imersão, ou da experiência encarnatória,
naturalmente o peregrino será exposto – e por regra se identificará, pelas
prerrogativas de clã – às tradições religiosas que lhes são transmitidas por
seus familiares. Num segundo momento, que geralmente transcorre durante
a adolescência e seus anos de juventude, irá a Semente, na medida em que
suas próprias pré-cognições começam a transparecer através do Véu de Maia,
buscar as filosofias que melhor combinam com suas concepções prévias e
atuais.

Em ambas as fases irão os imersos sentirem na pele as repercussões


das crenças típicas da 3-D que são calcadas no binômio “temor aos poderes
superiores – positivos ou negativos – e desconhecidos X a busca por uma
proteção dentro desse poder ou contra esses poderes”, quando se acredita
que eles possam lhe prejudicar. As sementes, assim como é natural de
qualquer ser, até mesmo um animal irracional, procurará se agregar aonde
encontrar uma maior sensação de segurança.

De nosso ponto de vista esse processo poderá ser benéfico à psique do


imerso ou trazer-lhe malefícios na exata proporção do seu índice de auto
emissão de luz. Quanto mais da própria essência luminosa o encarnado for
capaz de se auto canalizar, melhor serão compreendidas as camadas de
revelações e verdades universais que permeiam muitas das agremiações
religiosas da Terra. Se esse quociente luminoso estiver muito comprometido
pelo meio agressivo em que se encontra, pois a 3-D tem sido um ambiente
contrário e que indispõe de todas as formas a essa iluminação, os efeitos
dessa exposição e a apropriação dessas crenças pode ser extremamente
prejudicial.

É importante que se diga que não vemos como primitivas ou


desnecessárias as manifestações de religiosidade existentes na superfície da
Terra, e as entendemos como os Prontos-Socorros rústicos que manipulam
os recursos primários de que dispõem para propiciar a cura e o
restabelecimento aos nossos irmãos.

De certa forma podemos dizer que essa passagem durante a


experiência terrena é indiferente – ou pelo menos assim deveria ser – aos
peregrinos. Alguns podem obter aí uma preciosa oportunidade de trabalho e
um ensaio de bom preparo, de treino energético e de influxos extremamente
úteis à ampliação de consciência, influxos esses que muitas vezes podemos
utilizar no próprio processo de reapropriação da consciência verdadeira do
peregrino, quando seu tempo é chegado.

Temos imersos que assumiram funções sacerdotais e procuram honrá-


las frente às mais arcaicas tradições espirituais da Superfície da Terra, assim
como os que se corromperam nas mais recentes deturpações do que seria
um ambiente templar, em que as práticas espirituais confundem-se com as
necessidades materiais e os empreendimentos financeiros almejados por
seus líderes nas religiões-empresa, entretanto para nós, toda a gama dessas
experiências é irrelevante perante um Despertamento bem sucedido.
Quando ocorre a terceira fase, que é justamente a do Despertamento,
seja qual for o histórico da semente estelar neste campo, ou mesmo se fora
nula, o próprio processo de Ampliação da Consciência, quando devidamente
ancorado, promoverá toda uma REVISÃO das noções de realidade do imerso,
o que abrangerá todas as áreas de sua vida, a maioria capaz de muito mais
impacto do que suas visões religiosas prévias. Se o imerso era ateu ou
buscava nas ciências naturais sua conexão com a Força Criativa que vocês
chamam Deus, também pouco se alterará o resultado final. Por vezes esses
últimos até levam vantagem sobre aqueles que passaram muitas décadas
aceitando dogmas de medo e resignação.

Para nós não existem conflitos de crenças, portanto não temos


religiões à semelhança do que ocorre na Superfície do Globo. Temos
‘práticas’ que harmonizam o que vocês denominam de corpo ou vida
espiritual com o corpo ou vida material, mas nossos conceitos a respeito de
espiritualidade derivam diretamente – e em linha reta – do avanço de nossa
ciência – que é HOLÍSTICA. Para nós tudo é integrado, portanto não existem
dias especiais nem a necessidade de rituais e cerimônias tal como
compreendem para a conexão. Conexão é uma necessidade e uma
CONDIÇÃO para que possam Viver, Conviver, Trabalhar, Pesquisar e
Prosperar como Sociedade. A coesão define nosso estilo de existência, e a
transparência de emoção e pensamento é uma consequência natural dessa
realidade que não mais admite as ilusões da separatividade.

Em vista disso, quando tem início a 3ª Fase da busca dos nossos


peregrinos, as sementes estelares passam por um processo de decantação,
reinterpretação e descarte, de ‘deixar ir’ práticas anteriores. Uma
ressignificação de toda sua jornada imperativamente tomará lugar e se fará
presente de forma constante dali para frente. Não é de fato uma “fase”, mas
uma chegada a um porto onde a consciência passa a ter residência onde os
pontos de vista, as perspectivas, mudam completamente.

No que se refere ao campo da religiosidade, tais mudanças de


perspectiva poderão incorrer em mutações ou até mesmo abandono da
religião praticada anteriormente, dependendo – novamente – do quociente
de luz autossustentado por anos anteriores ao início da Fase 3. Ao invés do
abandono, a semente poderá ‘reformar’ as práticas da religião que lhe
acolheu durante tantos anos, o que sem dúvida gerará duas novas situações:
a aproximação de novas sementes que antes não se identificavam com as
práticas antigas e estavam desgarradas, agora inclusas em um grupo de
“assemelhados” que lhe faz sentir menos só e lhe provê companhia e apoio
durante os seus próprios processos de Despertar; assim como a fúria e o
desprezo dos zelotes antigos, aqueles que estão longe de um despertar e se
afinizam com as energias de permanência de padrões antigos.

Haverá conflitos, em qualquer dos casos, pois que as consciências,


tanto novas quanto antigas que de vocês se acercarem, estarão perdidas, em
busca de um porto seguro, o que virtualmente não pode existir em tempos
de Transição. Aos antigos, a escravidão de padrões mentais conhecidos
parece oferecer segurança; aos novos a insatisfação grassa e os faz estar
sempre em busca de eternas novidades. O ser realmente Desperto cessa sua
busca e não mais é vítima dos sentimentos de ansiedade pela antecipação
dos fatos que ainda não compreende plenamente, nem busca refúgio nas
palavras de outros ou saberes antigos, pois ele sabe que precisa apenas se
abrir para ser ele próprio receptáculo desse mesmo conhecimento.

No campo das harmonizações energéticas e das agremiações de afins,


equiparam-se às nossas frequências de forma mais harmoniosa os encontros
em meio a Natureza e que promovem o reencontro e o casamento com as
forças naturais, os 4 elementos, os seres que dividem o mesmo plano
conosco, os seres senscientes, os animais, as forças ancestrais aqui da Terra
assim como das Linhagens Espirituais que estão reunidas em Força Tarefa
para a ativação do seu DNA Espiritual e reintegrá-los à sua Família Estelar.

A esse tipo de prática comumente denominada por vocês como


Xamânicas, seja oriental ou ocidental, tradicional ou neo-urbana para utilizar
um termo que também se popularizou entre vocês, aliamos nossos esforços a
fim de auxiliar na cura coletiva e no realinhamento das grades planetárias.

Não impomos religiões ou afiliações aos nossos nem a ninguém,


portanto enfatizamos que nem mesmo o Xamanismo ou as mais recentes
técnicas de conexão com as Linhagens Estelares e alinhamento com as
energias da Grande Transição são “indispensáveis” ou “obrigatórias” para o
Despertamento.

Indispensável é somente a “Presença”, o “Estar 100% Presente”


consigo e em si. Aquele que simplesmente medita ou é apto a fazer do seu
VIVER uma oração constante é tão ou mais capaz de Despertar do que aquele
que apenas do corpo se faz presente nas reuniões em que poderosas e
transmutadoras forças são ancoradas.

O concluir desse processo é paulatino e progressivo, portanto não


tenham pressa, aprendam a Ser e a Estar, hoje, agora, neste momento, pois
esta é a experiência mais xamânica, mais espiritualizante e a mais
fundamental para o vosso Despertar.

Povos da Intraterra Unidos para a Grande Transição

Equipe Tríplice Aliança

Sirius – Órion - Plêiades

* Essa carta começou com uma resposta pessoal a uma questão que não cessa de permear
meus pensamentos: a patente diferença entre meu Eu Avatar desta imersão, que sempre
buscou nas religiões e práticas espiritualistas um conforto, cura e equilíbrio, e meus acessos a
outros Eus Avatares de dimensões superiores para os quais a religião é um aspecto
simplesmente inexistente da vida. Lembro-me, por exemplo, de planejar esta imersão e
observar os prospectos com relação às vivências e caminhos que teria dentro da
espiritualidade sem qualquer emoção, quase como se fosse um mal necessário, ainda que
tivesse naquele plano um contato muito próximo e de profundo amor e respeito por uma
entidade conhecida na Umbanda como Vó Maria, e de inclusive trabalhar com ela em uma
espécie de Centro Botânico. O espírito da Vó Maria, que para mim é da categoria de uma
mestra ascensa, tem me acompanhado desde a infância e conversado com minha mãe sobre
meus caminhos desde o ventre. Essa diferença entre uma forma de vida espiritual sem noções
de religião e seu contraste com minha busca por proteção e amparo dentro de nichos da
espiritualidade nesta vida por conta das dificuldades enfrentadas sempre volta à minha mente.
Carta Dez - Transportes I

Carta Dez

Transportes I

[Contém explicações sobre as diferenças de densidade dos corpos de luz]

06/03/17

Saudações aos nossos Irmãos da Superfície

Esta é uma comunicação do comandante Jurgen , que vos fala em


alegre esperança de que esta carta em especial irá trazer a muitas das
sementes estelares que são nossa família muito, muito próxima, reavivadas
lembranças de um modo de vida que é tão nosso quanto seu.

Antes de prosseguir com a questão dos Transportes, é preciso


entretanto estabelecer bases para sua compreensão de qual é o nosso
entendimento sobre o que é matéria e veículo físico material.

Ainda que para outros as tecnologias aqui descritas possam parecer


uma ilusão, ou na melhor das hipóteses uma utopia distante, elas não apenas
estão em uso há milênios nesta dimensão que não somente se avizinha como
se entrelaça com a que vocês ora estão inseridos, como também são
utilizadas por muitos durante o seu período de sono, quando sua consciência
se desdobra e atinge nossa frequência vibracional, pois o seu corpo de luz, ou
psicossoma tem peso atômico similar ao do corpo físico que utilizamos.
Grosso modo, digamos que o seu corpo físico é como o molde feito a partir
de uma cartolina, grossa e densa, que está acoplada a outro molde que lhe
define as estruturas e detalhes, este mais fino, à semelhança de um papel
vegetal, translúcido, semitransparente, que é o seu corpo espiritual,
psicossoma ou períspirito, como alguns preferem chamá-lo, que influencia
sua contraparte mais grosseira mas também sofre a ação do meio em que
está inserido, podendo vir a adoecer por via inversa, ação a partir do meio
físico da 3-D sobre o veículo menos denso, ou corpo astral, outra
denominação ainda para a mesma estrutura. Em nossa faixa existencial
similar a 4-D, nossos corpos “físicos” têm a densidade do seu corpo astral, e
seu controle não carece de uma versão mais sutilizada a lhe conectar com o
Espírito, pois este corpo recebe as emanações diretamente do Eu Matriz, o
gerenciador de todas as experiências físicas em reinos de dimensões
materiais do Eu Superior, que projeta uma parcela de sua consciência total
que adere, como um polímero, ao novo invólucro onde residirá por um
determinado período.

Sendo assim, ainda que haja algumas disparidades técnicas sobre as


quais não vale a pena discorrer aqui, podemos claramente afirmar que vocês
e nós possuímos uma estrutura física comum, porém para interagir em seu
meio vocês necessitam de um veículo biológico mais denso que adquirem a
partir do nascimento, e que aquilo que vocês chamam de “corpo” é para nós
o seu corpo real revestido de um outro ainda mais denso, à semelhança de
um escafandro do qual se utilizam para poder cumprir seu propósito aí. É por
este motivo que a maioria das abduções dispensa a necessidade de levarmos
seu corpo físico para a nave; levamos aquilo que para nós é seu “corpo real”,
e somente quando há necessidade de intervenção do seu veículo biológico
mais denso, levamos vocês acoplados ao seu “escafandro” para dentro da
nave.

“Vocês não morrem, então? Ou já estão mortos?”

Morremos e quando isso ocorre nosso corpo de luz ‘desintegra-se’ e


suas partículas atômicas nucleares – como o ‘polímero’ alegoricamente
referido acima, são reintegradas ao Eu Matriz, sobre o qual já falamos e ainda
há muito por falar. Por ora, porém, peço que se atenham a essa noção; a de
que a partir do nosso ponto de vista vocês são seres que atualmente têm dois
corpos físicos materiais, de alta e média densidade*, ambos sob jurisdição do
seu Eu Matriz (respectivamente de forma indireta e direta) que coordena as
experiências do seu espírito imortal, também chamado essência divina ou Eu
Superior. Ao desencarnarem aí, o de mais alta densidade perecerá e vocês
estarão “vivendo” apenas no de média densidade, o seu Corpo Astral. As
tecnicidades sobre as quais não discorrerei nesta carta é que definirão ‘o
local’ onde sua “VIDA” terá continuidade.

Alguns estarão em dimensões anexas à Superfície, onde uma ‘cópia’


torta da sua civilização tem lugar, ainda que dotada de menos luz e
comandada por ogros que se comprazem com a escravidão alheia. A
mensageira me diz que sua literatura espiritualista em seu país conhece esses
lugares pelo nome de umbral. A maioria estaria sendo encaminhada a
colônias e agrupamentos de refazimento após a experiência corpórea densa,
onde junto a seus familiares, entes que lhes acompanham a evolução ao
longo de eras, traçarão novos planos em busca das experiências necessárias
para evolução do grupo. Outros, aqueles que chamamos de imersos,
retornam à pátria que deixaram como soldados que um dia partiram para o
cumprimento de uma missão; estes reassumem seu antigo modo de vida, e
quando for chegada sua hora, novamente morrerão, desligando sua parcela
de consciência do Eu Matriz que estava conectada ao corpo de luz astral que
habitava e, de forma semelhante ao segundo grupo descrito, junto a outras
consciências Eu Matriz de sua Família Espiritual, ou Mônada de Origem,
também deliberarão a respeito de novos projetos de imersão em mundos
materiais a fim de adquirirem maestria de si mesmos e alcançarem as
habilidades coletivas com as quais foram criados.

Pelo exposto aqui fica patente que há muito ainda por se descortinar à
sua compreensão sobre os processos que vocês chamam simplesmente de
VIDA e MORTE. Há mais vida na morte do que se imagina, assim como a sua
Vida pode ser considerada uma morte para nós – ainda que temporária;
nosso luto tende a ser inverso.

Por hoje, portanto, deixo-vos com essa lembrança do dito de um


mestre:

“Há muitas moradas na casa de meu Pai.”


* Nota da Mensageira: Quanto mais alta a frequência vibratória, mais baixa a densidade, e
vice-versa. Num plano existencial de alta frequência vibratória como é a Intraterra, colônias
espirituais e mundos extraterrestres moralmente evoluídos, a densidade é menor do que na
Terra; aqui por ser um mundo grosseiro, a densidade é alta, enquanto a frequência
vibratória é baixa.
Transportes II

Transportes II

[Contém explicações técnicas sobre o processo de imersão]

06/03/17

Retomamos a comunicação após as prévias explicações sobre a


natureza material de nossa realidade e biologia, para dar prosseguimento ao
tópico sobre os meios de transporte dos quais nós – e vocês – podemos
dispor em nossa faixa de frequência existencial.

Antes porém a mensageira me pede que esclareça e exemplifique a


questão do corpo astral dos imersos quando deixam nossa realidade natal
para “encarnar” em um veículo biológico de 3-D.

O corpo daquele que emergirá passa por um doloroso processo de


redimensionalização, algo que não cabe explicar aqui em detalhes mas,
grosso modo, podemos dizer que suprime boa parte de suas faculdades a fim
de que uma versão ‘compacta’ sua seja capaz de operar o veículo biológico
de 3-D de forma mais próxima possível a que um corpo astral não
diretamente vinculado ao Eu Matriz consegue, pois que é dependente ainda
de corpos físicos tridimensionais para poder aferir experiências básicas, e por
isso adere a ele com verdadeira volúpia, pois somente nesse plano sua mente
consegue absorver conteúdos de forma racional. A experiência de
encarnação em seu plano de existência é, portanto, uma bênção para muitos.
Para o imerso, que é um ser não natural deste plano, contudo, essa ligação é
dificultosa e muitos ajustes têm de ser feitos desde a gestação a fim de
garantir a permanência da consciência de um ser cuja biologia apresenta
grande incompatibilidade com sua nova ‘morada’. As chamadas ‘abduções’
que ocorrem na infância tratam-se também em sua grande maioria de ajustes
e ‘reparos’ referentes a essa questão. Alguns imersos, dependendo dos
conteúdos internos que tenham para serem trabalhados em planos densos –
apesar de serem hábeis e capazes de prosseguir seu aprendizado em planos
de existência mais sutilizados – acabam por se adaptar e até mesmo se
‘identificar’ em demasia com a nova realidade, e acabam por protelar seu
Despertar, pois uma das características dos planos densos é o anuviamento
da consciência superior e o avivamento dos reflexos instintivos; outros
imersos, entretanto, jamais se adaptam e seus organismos padecem de
diversas sintomatologias incompreendidas, para as quais só há alívio nas
chamadas medicinas alternativas, pois que se baseiam na ciência dos
meridianos de energia e tratam prioritariamente seu corpo de luz, que é o seu
‘corpo real’.

Após a redimensionalização – o corpo de luz não ‘diminui’ ou muda de


tamanho, apenas é restringido em uma série de funções não operantes em
sua dimensão – o imerso, já inconsciente, é posto em uma condição de
estase, onde permanecerá em repouso pelo tempo em que durar sua missão,
e uma ‘cópia’ de sua consciência adormecida e já ‘restringida’ é transferida
para o novo veículo biológico ao qual se adequará durante seu período inicial
na nova vida.

Voltando a analogia do papel, se o corpo físico de 3-D assemelha-se à


cartolina e o Corpo de Luz dos seres naturais da 3-D assemelha-se ao papel
vegetal, o Corpo de Luz, que é o físico dos seres originais de 4-D e 5-D
assemelha-se ao celofane, e sua ligação com o Eu Matriz a um invólucro de pó
de seda. Ao encarnar, um ser que é egresso de uma colônia espiritual da Terra
e que é um ‘cidadão’ natural da 3ªD e habita a 4ªD somente quando morre,
não tem ligação direta com o Eu Matriz, ainda que este o controle,
indiretamente, a partir de outros ‘eus’ intermediários que contenham
parcelas despertas de sua consciência. Muitos estão ‘presos’ entre duas
estações, a vida física na 3-D e a que consideram como ‘espiritual’ na 4D
quando desencarnam, porém esta não é sua realidade Espiritual, é apenas um
período ‘entre vidas’ de densidades diferenciadas. O ser só tomará contato
com sua verdadeira Vida Espiritual a partir de uma ampliação de consciência,
quando algum evento gera uma aglutinação de luz, e o ser tem um
‘vislumbre’ da Vida Verdadeira, a que realmente é espiritual. A partir desse
momento – e somente aí – começa sua emancipação como uma consciência
cósmica. Esse ser que está cumprindo sua jornada evolutiva naturalmente na
3-D tem uma roupa feita de papel vegetal para interagir com seu veículo de
cartolina – a densidade de ambos é compatível. Já o imerso, que é natural de
esferas menos densas de existência, de digamos 5ª e 6ª D – e as nomeamos
assim somente para fins didáticos ao seu melhor entendimento – terá que
manusear o mesmo corpo de cartolina a partir de uma roupa de celofane (um
material que facilmente se rompe) recoberto em pó de seda, por isso manter
um imerso ‘encarnado’ e em boas condições é um trabalho que exige
manutenção permanente, e este é outro motivo para constantes abduções.
Muitos são os reparos a serem feitos.

Vamos agora enfim aos transportes.

Uma vez que somos seres de matéria menos densa, necessitamos de


meios de transporte materiais, capazes de conter e transferir a matéria de
que somos feitos para os diferentes locais em que necessitamos estar.

Dentro dessa condição, vocês, enquanto adormecidos e com seu corpo


de luz projetado para fora do seu corpo denso, estão sujeitos às mesmas
necessidades que nós para irem de um local a outro.

A maioria de vocês deve ter ouvido dizer que o pensamento viaja na


velocidade da luz, e por identificarem seus pensamentos com o seu
“espírito”, vocês creem que ao dormir o seu corpo astral ou psicossoma –
que vocês confundem com seu espírito – poderá também viajar na velocidade
da luz. Não pode. A sua mente expandida pode emancipar sua consciência
espiritual e esta sim pode estar em qualquer lugar em qualquer tempo no
eterno agora, essa viagem sem tarifas ou pedágios está disponível a todos
que forem capazes de alcançar certo nível de proficiência, por exemplo, com
práticas meditativas. Sabemos, contudo, que infelizmente a maioria de vocês
não está em condições, portanto, a não ser que lhes seja oferecida uma
“carona”, ao adormecerem seu corpo astral permanecerá ali, ao lado do
corpo físico denso, ou muito pouco se afastará, dificilmente transpondo os
limites da sua residência, enquanto o cérebro recarrega as suas baterias e o
corpo se restabelece para a retomada das atividades do dia seguinte. Vocês
só se ausentarão do quarto em que repousam se algum meio de transporte
capaz de conter a energia psíquica e material de que é composto o ‘pacote de
dados’ da sua frequência vibratória lhes for oferecido, caso contrário o seu
corpo astral também permanecerá em repouso enquanto sua mente, muito
provavelmente, busca se organizar elaborando as experiências do dia e
projetando anseios para o futuro. Alguns serão assediados – enquanto outros
irão de bom grado – por seres que habitam a cópia em baixa frequência da
Terra que já mencionei a vocês, onde agremiações vampíricas promovem
conluios para propagação da escravidão de cada vez mais veículos astrais,
que lhes servem para muitos propósitos funestos. Eles têm também seus
veículos e meios de transporte dentro da faixa de baixa frequência em que
habitam, que são bastante ‘reais’ e concretos para aqueles que por ali
trafegam.

Com frequência, quando há assédio mas não sintonia, os assediadores


procuram ‘abaixar’ a frequência vibratória daqueles a quem estão assediando
a fim de melhor conduzirem seu alvo através dos veículos de que dispõem.
Uma tática – e a mais comum para isso – trata-se da indução de ‘pesadelos’
através de chips e frequências do espectro infravermelho que estejam ativas
em campo elétrico próximo do alvo, por isso, àqueles que sofrem com este
tipo de assédio e acordam defasados energeticamente, recomendamos
desligar quaisquer dispositivos eletrônicos que estejam a até 5 metros do seu
local de repouso, incluindo a obstrução por paredes, pois as frequências
ultrapassam o cimento ou concreto e mesmo no quarto ao lado um
dispositivo conectado à eletricidade poderá afetá-lo. Aparelhos televisivos
não devem permanecer nos quartos destinados ao sono, mesmo desligados.
Os ‘pesadelos’ visam ‘densificar’ a frequência do alvo através do medo,
estresse ou superativação do chakra básico, seja através do despertamento
da ira ou da luxúria, em cenários de indução mental e emocional a situações
de raiva ou estímulo sexual. O pesadelo não passa, no mais das vezes, de uma
‘armadilha’, e o cenário real se desdobra a seguir, com visitas ‘físicas’ ao
quarto de dormir onde os seres que tentam obter o controle sobre seus alvos
buscarão arregimentá-los para suas fileiras, geralmente oferecendo
aparentes vantagens materiais.

Assim como nós, eles utilizam naves, portais e acesso remoto, que gera
um ambiente holográfico capaz de mesclar duas ou mais realidades onde
seres de dimensões distintas podem coexistir.

Existe um recurso, porém, que eles não têm permissão para se utilizar,
embora tentem, o tempo todo, e que é o padrão para toda Rede de Agharta:
as Linhas Ley e os meridianos de força naturais do planeta.

Como já é sabido, uma extensa e muito mais complexa rede do que


vocês têm de fato noção é utilizada conectando as diversas cidades da
Intraterra assim como a diversas embocaduras na Superfície e até mesmo a
portais de conexão interestelares. Algumas de nossas bases são
intraoceânicas e mesmo para essas há túneis e ou portais diretos próximos
que possibilitem conexão. Aqueles de vocês que aqui vêm com frequência
acreditam estar em outro planeta, pois desconhecem o nível a que a
tecnologia dos antigos aliada ao auxílio dos ancestrais patriarcas estelares
chegou. A Terra não é desprovida de recursos; antes é um arsenal, paiol
disputado pelas suas riquezas, fartas e raras, mesmo à frente de Senhores de
Antigas e Nobres Linhagens de outros Sistemas Estelares. A Terra provê
atrativos minerais e biológicos, porém não se enganem, o maior tesouro da
Terra são vocês e aquilo que representam perante o Todo e para a Fonte
Criadora; sabemos que vocês não podem compreender a amplitude disto no
momento, mas mesmo assim queremos que se lembrem que ser um humano
tem um valor inestimável para muito mais seres do que vocês podem
imaginar.

Todas as rotas que compõem a Rede de Agharta são classificadas de


acordo com a intensidade de sua capacidade de emissão vibratória. A título
de exemplificação, digamos que um veio de ouro de tantos quilômetros seja
capaz de emitir uma frequência de 15 joules, capaz de fornecer meios de
estabilidade magnética para uma nave mãe interdimensional se manter
operante em sua atmosfera. Esse trecho será disputado, digamos por todas
as linhagens irmãs que atuam na Terra fraternalmente durante este período
de Transição, pois todas têm muito trabalho a fazer, entretanto ‘todas’ não
podem utilizar o trecho ao mesmo tempo, sob pena de esgotar a qualidade
da linha e de danificar o campo eletromagnético das áreas adjacentes àquela
rota. A Confederação, portanto, regula as atividades de todas as linhagens
que têm permissão para atuar aqui e controla também indiretamente o
‘trafego’ da Rede de Agharta, mapeando e medindo constantemente todos
os veios de minérios, fluxos hídricos e até mesmo correntes galácticas
temporárias que possam ser usadas como ‘rodovias, túneis e viadutos’ pelas
quais naves de diferentes portes e procedências possam cruzar a atmosfera,
assim como supervisionam os túneis de conexão da Intraterra garantindo sua
viabilidade e a manutenção de suas estruturas. Acredito que para vocês seja
curioso imaginar que não temos rotas fixas, uma vez que a viabilidade das
linhas muda constantemente, e mesmo diariamente. Para ir de uma parte a
outra do globo, de uma cidade intraterrena como Telos até uma coordenada
específica em um país do hemisfério sul, por três vezes consecutivas, as
chances são de que essa rota seja alterada a cada vez; em uma ocasião
poderemos usar a saída próxima ao Alasca e seguir por ar, em outra uma rota
abaixo das cordilheiras saindo diretamente sob a América do Sul, e em outra
ainda precisarmos seguir por vias subterrâneas até um ponto intraoceânico
no Atlântico e só então emergir na atmosfera retornando ao ponto desejado
na América do Sul. Isso ocorre porque a Terra é viva e como um organismo a
respeitamos; se uma de suas artérias está oprimida, preferimos seguir o fluxo
mais lento de uma veia secundária, assim respeitando e auxiliando na
manutenção do seu sistema, que em última análise nos mantém a todos
‘operantes’. Uma rota pode se iniciar por uma Linha Ley na Superfície,
precisar ser alterada para acompanhar um veio de cobre, adentrar uma
embocadura para se utilizar de um túnel da Intraterra, reemergir por um
portal intraoceânico e retornar à sua base de origem através de uma corrente
magnética temporária ocasionada por um alinhamento de planetas e
intensificado por uma explosão solar inesperada. A cada dia nossos mapas
mudam, de acordo com os fluxos naturais de energia que estejam vigorando
no planeta.

Nem toda Rede está na mesma faixa vibratória ou dimensão, portanto


nem toda parte da Rede é acessível para todos ou leva a todas as partes. Um
mapa da Rede é uma simulação representando diferentes trechos de um
quebra-cabeças montado com peças de paisagens diversas que se mexem,
pois fazem arte de uma natureza viva. É preciso compreensão dessa natureza
e estabelecer quais intersecções são possíveis entre múltiplas linhas e
frequências para definir a melhor rota.

De forma similar funcionam os portais. Nem todos servem a todos ou


levam a todos os lugares desejados. Alguns por exemplo conectam-se pela
frequência do material de que são feitos, segundo a lógica do ‘semelhante
atrai semelhante’, um portal feito a partir de uma liga específica de cobre
responderá a outro que vibre na mesma frequência podendo ‘atravessar’
indivíduos por longas distâncias. Muitos – a maioria, assim com os trens, ou
nossa linha de metrô interna – funcionam por nivelamento vibratório. Assim
numa mesma estação embarcam indivíduos com destinos vibratórios
diferentes, o trem prossegue seu destino de acordo com essa ‘tarifa’; o
individuo cuja frequência é x¹ só desembarcará nas estações compatíveis com
a vibração vibratória de x¹, nas cidades cujo padrão estabeleceu-se dentro da
frequência vibratória de x¹ e sua correspondente densidade. O individuo x²
pode ou não desembarcar ali, isso dependerá dos acordos diplomáticos entre
os líderes desta cidade x¹, os líderes das demais de sua mesma faixa e de suas
relações com os líderes das faixas superiores. Uma cidade intraterrena de
faixa x² pode ter suas fronteiras abertas a quase todos e outra da mesma
faixa a quase ninguém além dos seus próprios habitantes e líderes das
comunidades de mesma vibração. Até mesmo os líderes de faixas superiores
precisam pedir permissão para entrar em seus domínios, pois algumas são
bastante fechadas. Ilustrando outro caso, um indivíduo de vibração x³ pode
ter acesso a todas as estações e portais das cidades intraterrenas de x¹ a x³
que não tenham política de fronteira exclusiva – ou seja, fechada para não
nativos ou membros da Intraterra que não estejam em visita diplomática, o
que é muito comum entre estudantes e cidadãos em determinadas funções.

Existem também portais interplanetários, que dispensam a utilização


de naves para irmos a seus planetas, existem bases de comunicação com
esses portais da Intraterra em Vênus, Marte, Marduk (o planeta espelho da
Terra do outro lado do sol), Júpiter, no sistema de Órion, Sirius, Antares e
outros, e a ‘viagem’ se dá através dos ‘buracos de minhoca’ entretanto a
utilização desses portais é restrita a descendentes destas linhagens em no
máximo até 5 graus de separação, sendo que alguns só aceitam o acesso de
hibridizados até a 3ª geração e acompanhados de alguém dotado de passe
livre dessa linhagem ou de uma nação-irmã.

Dentro das cidades da Intraterra, o mais comum, entretanto, é que se


ande ‘a pé’. Somente para o exercício de funções profissionais terão os
cidadãos acesso a naves de pequeno porte. Do tamanho de seus carros elas
não tocam o chão, mas mantêm-se a poucos centímetros do solo, seguindo
sempre também os meridianos locais e Linhas Leys, o que não será uma
escolha do piloto; a nave só seguirá pela rota liberada para sua identificação
de unidade veicular rastreada, ela segue ‘sozinha’, por assim dizer, pelos
caminhos que estão liberados naquele dia ou naquele momento por onde
possa prosseguir; os comandos do condutor são limitados. Esses veículos são
híbridos e podem submergir ou aeroplanar, mas não são como vocês
gostariam de imaginar, carros de lazer ou ‘família’, são outorgados apenas
aos cuidados daqueles cujo cumprimento das funções se faz necessário.
Existem muitas dessas pequenas naves, mas elas nunca saem da Intraterra e
só funcionam dentro de nossa atmosfera e segundo nossas leis
gravitacionais, em seu mundo elas entrariam em pane, não funcionariam.
Para atuação na Superfície existem muitas naves de médio porte e estas
contêm aeronaves menores que podem ser pilotadas para reconhecimento
de área e missões específicas de ordem técnica que resistem bem às
condições de sua atmosfera. Todas as naves de médio e grande porte são
interdimensionais, mas não as pequenas, elas precisam estar dentro de uma
maior ao atravessar dimensões, caso contrário se destruiriam caso tentassem
atravessar as barreiras.

Como último recurso de transporte, além dos trens da rede de túneis,


naves internas e externas e portais, existe o salto dimensional, que pode ser
usado por alguns habitantes da Intraterra cuja frequência seja elevada e que
estejam em boas condições energéticas. Como mencionado, a principal
forma de locomoção dentro das cidades da Intraterra é o caminhar a pé. Os
intraterrenos apreciam estar em meio à natureza que lhes cerca e evitar uma
caminhada é sempre visto como um desperdício de uma preciosa
oportunidade de usufruir das dádivas da vida naquele momento presente,
portanto andar nunca é um fardo, mas uma diversão. Para os que
necessitarem para o bom cumprimento do seu trabalho há os veículos, mas
no caso de um indivíduo resolver caminhar mais longe do que seria de se
esperar, por gosto ou por necessidade, ou se estiver em terreno acidentado,
como cruzando um riacho ou nas encostas de uma colina, ele pode utilizar
seu poder da mente e aliar a sua energia física para fazer com que seu corpo
de luz avance até um ponto por ele visualmente fixado, geralmente não mais
que alguns metros. Ele ‘determina’ mentalmente onde estará ao concluir sua
‘passada’ antes de dar o passo, e salta, dá uma passada decidida na direção
de seu alvo; alguns o fazem de olhos fechados para melhor concentração,
outros necessitam manter o foco no ponto a ser atingido. Essa técnica
dispende energia física e psíquica, portanto não é usada de forma displicente
e nem ensinada às crianças, para que não se incorra em desgaste energético
desnecessário, mas é por vezes utilizada. Quase todos aqueles que têm
condição valem-se desse método em algum momento em que sua utilidade
se apresente, por isto ele é aqui citado.

Nós não voamos, não temos asas, nem somos seres elevados em
comparação a vocês. Nós somos comprometidos em construir o melhor
estilo de vida que possamos ter para que nele possamos evoluir. E prosseguir
em nossa experiência de “Existir” com a maior plenitude que alcançarmos.

É de nosso maior interesse oferecer essa mesma experiência a vocês.


Vocês podem como nós podemos. Juntem-se a nós, em pensamento e em
coração. A tecnologia não é o mais importante. Ela pode ser dada
graciosamente ou conquistada laboriosamente; o que é preciso, entretanto,
é o foco de todo este livro:

“Aquilo que precisa ser alcançado a fim de que as benesses possam ser
por todos compartidas”.

A nossa sociedade não é uma sociedade de segregação. Ainda que


alguns se excluam e isto se respeite, a regra da Intraterra é a inclusão.

Todos os povos tem em sua história uma dor, uma marca profunda que
lhe abalou as estruturas e definiu sua meta orientando nesse sentido todo o
seu progresso. A de vocês tem sido a destruição, a perda do pleno direito de
existir com honra e satisfação; vocês foram privados do vero direito de ser
quem são. A nossa foi a separação. A ruptura sempre brusca de nossos
sonhos e os anseios mais urdidos na tessitura de nossa alma por conta de
uma diáspora não planejada. Nós nos empenhamos, portanto, no máximo de
nossas forças, para auxiliá-los a curarem a sua dor, porque só assim
poderemos curar a nossa e cumprir a meta que oriente o nosso progresso:
REUNIÃO.

Somos Uma Terra, Um só Povo, Uma Só Família.

Nós os estamos buscando, para recebê-los, definitivamente, entre nós.

Como família, lhes pedimos: por favor, abram-se para nós. Ouçam-nos
falar sobre o nosso modo de vida e compreendam que tudo o que lhes
compartilhamos, o fazemos porque isto poderia ser também o seu modo de
vida. Um modo que não é possível impor, mas apenas lhes convidar.

Em espírito de confiança é que lhes deixo essa carta como um convite.

Para que se unam em mente e coração a nós.

Comandante Jurgen 

Para a Tríplice Aliança


Carta Onze - Animais na Intraterra

Carta Onze

Animais na Intraterra

26/03/17

Saudações aos Irmãos da Superfície!

Somos um Povo, uma Terra e um só coração buscando a libertação de


nossos temores a fim da Integração que há de nos conduzir ao próximo
estágio da nossa Evolução.

Neste caminho que se abre diante de nós e, em verdade no caminho


que seguimos até chegar aqui, só o fizemos e só o faremos com o auxílio de
outros poderes, das forças que sustêm os caminhos da Criação. Para que a
vida humana não pereça, os reinos mineral e vegetal necessitam pavimentar a
sua manifestação, e ainda um passo à frente deles o Reino Animal se destaca
nos serviços prestados à manutenção da existência humana.

Nesse campo a atuação dos Devas e das Matrizes Gerenciadoras das


Espécies que têm povoado o globo terrestre é muito maior do que é
atualmente compreendido por vocês.

Para adentrar nesse contexto é preciso referendar o conceito da


Biblioteca Viva, conforme já foi transmitido a vocês em outras obras
canalizadas, sobretudo com o aval dos Pleiadianos*, para que tal
conhecimento fosse tomado também por vocês, mesmo enquanto seres que
ainda transicionam entre a 3ª e a 4ª Dimensão. Foi julgado por eles que a
ciência sobre o funcionamento e a importância desta “biblioteca”, que é
extremamente estimada mesmo por seres que habitam outros orbes, lhes
ajudaria a elevar sua frequência vibratória, ao aumentar o seu apreço pelo
precioso mundo material que os cerca.

Resumindo o conceito em um parágrafo, seu planeta foi depositário há


milhões de anos de códigos genéticos raros, alguns plenamente manifestos e
outros escondidos em fitas e desdobramentos no DNA de todas as espécies
‘vivas’, senscientes ou paracientes, como os minerais, que não estão ‘vivos’
como vocês compreendem, porém possuem sua ciência e são capazes de
perceber e atuar sobre o meio ou sobre outras formas de vida. Em outras
palavras, cristais e minerais em geral são capazes de percepção, e através de
uma leitura interpretativa, podem ser programados a recodificar as energias
por eles identificadas. De fato, os cristais são os primeiros ‘robôs’ ou
princípios de inteligência de origem orgânica que podem ser reprogramáveis
a fim de corrigir um sistema, por isso este é o primeiro reino a se estabelecer
na maioria dos planetas que estão destinados a receber a vida ou a servir em
um papel secundário à manutenção desta vida, como satélites ou estrelas-
irmãs ou quaisquer corpos celestes cujas órbitas se retroalimentarão. Em um
nível mais complexo situa-se o reino vegetal, ao qual caberá as funções de
nutrição e cura das formas de vida que ali se desenvolverão. Em cada
elemento cuidadosamente posto aqui de forma a não desestabilizar todo um
ecossistema, seres de planetas muito distantes esconderam algo de muito
valioso para si. Toda a natureza é um imenso “back up” de outras galáxias –
inclusive a vida humana, construída a partir da contribuição de diferentes
linhagens extraterrestres, é preciosa, pois representa uma “salvaguarda” de
proporções gigantescas, cada ser vivo contendo a cópia de uma parte de um
banco de dados que não pode ser encerrado em ‘livros’, ‘discos’ ou de
qualquer outra forma mais eficiente. A cada era, abduções ocorrem
unicamente para atualizar esse sistema, e assim vocês também evoluem.

Dentro dessa atualização de dados, nenhuma se faz mais importante


para vocês do que as que se referem à vida animal. Pois não apenas eles
contêm seus próprios códigos de reprodução de formas de vida primárias,
secundárias e terciárias dentro de si, como encerram – além dos protótipos
primordiais de sua espécie – partes essenciais do sistema fundamental para o
equilíbrio e regeneração da vida humana.

Um tigre não é apenas um tigre – ele contém as matrizes de uma


antiga espécie felina que originou diversas outras em muitos orbes em
galáxias distantes. Ele é uma variante dessa genética muito antiga adaptada
às condições de tempo e espaço da sua realidade presente. Se essa espécie
se perder em um planeta distante, há uma chance para se desenvolver uma
linhagem secundária e similar a partir dos códigos genéticos escondidos
dentro do belo felino que ora dorme nas tundras da Sibéria.

Tal já bastaria para que ele fosse entesourado por todos nós, porém
ainda há mais. Não somente o tigre serve como reservatório de dados da
espécie felina. Ele também guarda em sua energia, em sua contraparte astral
códigos de poder, restabelecimento e cura da Alma Humana. Isso é, há muito,
do conhecimento dos antigos xamãs da Terra, e inclusive originou práticas
deturpadas de medicina tradicional, que buscavam extrair esse poder, esses
códigos de cura, através da ingestão ou do uso supersticioso de partes do
corpo desse animal. Da mesma forma que arrancar a picaretadas um pedaço
de um computador a fim de carregar consigo uma parte de suas memórias ou
de sua capacidade não apenas é inútil como demonstra uma ignorância
bárbara sobre o que é e como funciona uma máquina projetada para
executar e responder comandos, as dádivas que os animais têm a oferecer
não podem lhes ser tiradas à força nem obtidas a partir da corrupção de sua
natureza original.

Um tigre contém uma poderosa medicina dentro da energia conhecida


por vocês como YANG, ela pode acessar a força masculina de forma bastante
elegante e centrada, sem incorrer nos gastos de energia desnecessários que
são bastante comuns nos elementos do sexo masculino. O tigre ajuda a
direcionar esta energia, auxilia o homem a entender o seu próprio poder e
propósito; sua energia pode trazer prosperidade, fertilidade e vitória em
decorrência do acesso, da harmonização, entronização e sustentação desse
canal energético dentro de si.

Este é o princípio de uma prática comum pelo universo afora que vocês
chamam de Xamanismo; para os seres de Consciência estelar ela se baseia no
acesso de energias bases ancestrais e universais, presentes em vários lugares
e repassada com variações em diferentes galáxias. Ela representa o princípio
daquilo que compreendemos como nosso Sistema de Cura: re-conexão, re-
estabelecimento, re-generação, re-codificação, re-vitalização dos sistemas
energéticos que se manifestam em cada ser de forma única.

Ao estabelecer uma sintonia com o tigre, as informações contidas no


código genético do animal influenciarão o ser humano que está em
defasagem energética. O mesmo ocorre com toda e qualquer vida neste
planeta. Cada pequeno animal é detentor de um pequeno milagre, uma
grande cura e graça sem igual.

O estabelecimento dessa sintonia capaz de permitir a transferência de


códigos que causará a cura dá-se por diferentes métodos, de acordo com o
local, o tempo e a capacidade de cognição do(s) ser(es) que recebe(m) ou
capta(m) da Teia Planetária, dos registros akáshicos, a informação e a forma
de conseguir essa conexão, mas ela deve ser sempre embasada em Amor e
Respeito pela essência daquele animal que contém a dádiva que se pretende
acessar.

Muitas espécies têm se extinguido da Superfície, e como várias


consequências do que pode ser entendido como um ato de vandalismo dos
próprios seres humanos para com uma “Biblioteca” de alcance interestelar,
muitas naves distantes já estiveram aqui recuperando seus códigos para levá-
los para algum outro lugar onde possam ser mantidos em segurança. Alguns
animais se refugiaram na Intraterra, porém muitos já se perderam para
sempre e não serão restabelecidos aqui. Os humanos que necessitarem deles
como medida terapêutica terão de esperar talvez milênios até encontrarem
uma outra forma ou terem outra chance para se reconfigurar sem a dádiva
que esses animais extintos poderiam ofertar.

Quando um animal entra em extinção por causas naturais, como o


foram os dinossauros, por exemplo, significa que seus códigos e sua
‘medicina’ não será mais necessária, porém uma forma de back up natural
permanece em todos os seres que chegaram a uma conclusão no processo de
apropriação da energia que aquele animal provia. Quando a extinção não se
dá por causas naturais, esse processo não ocorre e a espécie hominídea
vigente fica desprovida de meios de alcançar essa vibração novamente para a
sua reestruturação energética.

Na Intraterra essa compreensão limita de certa forma nossa interação


com as formas de vida animal. Por todos os fatores acima descritos
compreendemos que quanto menos influenciarmos seus habitats e sua forma
de vida e de expressão, melhor contribuiremos para a manutenção de seu
bem estar e consequentemente do nosso, enquanto espécies co-
dependentes que dividem o globo.
Isso não impede que alguns animais se aproximem de nós e de nossas
cidades voluntariamente. Sempre existiram espécies vivendo no centro da
Terra e na faixa temporal da 4-D na qual nossa atual existência se encaixa, e
nós, que viemos depois, procuramos nos adaptar sem importuná-los. Alguns
desses animais são imensos para os padrões da Superfície e permanecem
fora dos limites de nossas cidades; outros sempre buscaram nossa
companhia e alguns até mesmo gostam de dividir sua existência conosco e
desenvolvem atividades que lhes auxiliam a obter auto maestria dentro de
sua espécie. Essas mônadas existem em diferentes sistemas estelares, de
animais cujo estado de consciência se aproxima do hominal e por isso
procuram estabelecer conosco parceria. Os seres que coordenam o
desenvolvimento de sua espécie podem se comunicar conosco, e embora
vocês pudessem compreender essa parceria como uma forma de ‘trabalho’
conjunto, esses animais são, dentro de um determinado patamar, de uma
escala de comprometimento, livres para ir caso não desejarem mais
desempenhar suas funções junto a nós. De nenhum a maneira é um animal
confinado escravizado ou submetido à tortura dentro da Intraterra; alguns
são acondicionados, porém, quando de alta agressividade e ocorre algum
tipo de confronto entre espécies fora dos limites das cidades nos quais
precisamos intervir.

Na Intraterra não existem ‘animais de estimação’ à semelhança do que


ocorre na Superfície, pois entendemos que toda a criação deva ser estimada
e todas as formas de vida respeitadas, assim como não nos parece ético
privar um animal de seu estilo de vida original para mantê-lo à semelhança de
um bibelô dentro de nossos lares, por vezes, porém, pode ocorrer de um
animal se aproximar de um indivíduo ou de uma família, ou ainda de um
aglomerado de intraterrenos, humanos ou não, e procurar integrar-se à
rotina deles; aparentemente se afeiçoam a um indivíduo ou ao grupo. De fato
isto tem ocorrido mais frequentemente à medida que os prazos da Transição
se fecham e creditamos isso ao êxodo de várias espécies animais da
Superfície para a Intraterra. Muitos animais, sozinhos ou em família, têm
encontrado as embocaduras para a Intraterra. Acreditávamos que eles as
reconheciam antes, mas sentiam receio em ultrapassar as frequências de
barreira vibracionais, porém aparentemente eles têm preferido enfrentar o
desconhecido a permanecer em seus antigos habitats. É provável que tenham
sido expulsos ou sentiram-se sob forte ameaça. Eles têm sido bem-vindos
aqui, porém como nosso próprio mundo também passa por uma Transição,
não sabemos se poderemos oferecer as condições de que eles necessitam
enquanto espécie para prosperar no futuro que ainda desconhecemos em
sua plenitude. Temos procurado oferecer a eles simulacros das condições
naturais em que viviam na Superfície a fim de interferir o menos possível em
sua estrutura psicorgânica. Raros são, porém existem, animais que dividem
um lar junto aos intraterrenos.

Observamos atentamente, contudo, e mantemos constante vigilância


a determinados agrupamentos animais tanto da Superfície quanto na
Intraterra, que beiram a extinção e possuem condições de reorganização
vibratória para serem transferidos para a Intraterra quando e se tal
necessidade se fizer presente.

É importante frisar que não podemos e não estamos ‘salvando’ todos


os animais da Superfície que estão sendo extintos e com quem vocês dividem
a valiosa experiência da vida. De fato vocês poderiam fazer muito mais por
eles do que nós. Assim como vocês não podem ser trazidos ‘à força’ para cá
sob risco de desestruturação energética, assim também eles não podem,
então somente alguns poucos, que por algum motivo estão modificando seus
próprios códigos de frequência espontaneamente – ou os tendo modificados
por seres superiores à nossa própria compreensão, os Guardiões das
próximas dimensões, os seres que regulam os acessos vibratórios às
frequências imediatas que devemos atingir durante a Transição Planetária,
que raramente se manifestam diante de nossa própria visão dentro da 4ª e 5ª
Dimensão.

Para encerrar esta comunicação, peço que considerem por alguns


momentos, se possível todas as noites, três categorias de seres que dividem a
existência com vocês e com os quais a sua sintonia amorosa é capaz de criar
um poderoso vórtice de geração energética com potencial de alavancar
enormemente, em proporções realmente inimagináveis, a expansão de
consciência desejada para que os portais das próximas dimensões, dos
próximos níveis de existência onde será possível a transmigração da vida, se
abram suave e definitivamente diante de vocês, ocasionando a nossa reunião
em uma doce e grata surpresa, desviando-os de um caminho que ao ser
trilhado só trará dor e lamento.

Pensem nos oceanos que banham a Terra e nos seres gigantes que
ecoam sons ancestrais. Nadando entre abismos submarinos, fendas
intraoceânicas e capazes de aguentar sobre seus corpos um nível de pressão
impensável para todos nós, eles são os verdadeiros e primordiais guardiões
da vida neste planeta. Nossos avós, o Povo Cetáceo, está partindo. Agora
neste exato momento eles estão retornando à sua e à nossa –
particularmente minha Terra Natal – às paragens sirianas. Ouçam em seu
coração, como uma meditação noturna, azul e profundamente
tranquilizadora, antes de dormir, os sons de seus corações ecoando dentro
do nosso, ressoando antigas canções de impacto milenar ancestral que
reconfigura o nosso DNA em padrões de força e fé na sobrevivência da vida,
do amor, da herança divina. Eles partem, mas deixam conosco a
profundidade de sua fé no seu amor ancestral.

Pensem nos animais que dividem a sua rotina agora, os pequenos


companheiros de existência que os têm amado mais do que alguns de sua
própria espécie; eles foram alterados geneticamente, alguns para servi-los na
lida diária e outros para entretê-los e lhes fazer companhia. Mas eles os
amaram e embora nada saibam sobre os tempos que se avizinham, eles
desejam apenas e tão somente a sua companhia. Tão pequenos e
dependentes que são, frágeis da boa fé humana, eles sabem a única coisa que
realmente lhes importará e a nós todos durante os momentos finais da
Grande Transição: Tudo o que eles querem é o que mais quereremos: a
chance de permanecer junto àqueles que amamos.

E por último peço que remetam seus pensamentos em direção a uma


classe de seres que geração após geração tem nascido em seu mundo apenas
para servir e conhecer a dor e o sofrimento, tanto físico como moral, pois que
animais sentem angústia pela separação dos seus, medo pelas energias que
sentem no ar, eles temem pela sua vida e sabem que o fim dos seus também
se aproxima; eles têm nascido em dor, de mães que só conhecem a dor, para
uma breve vida de dor de onde partirão em mais dor. Suas vidas foram
mecanizadas e eles são considerados objetos. Eles fazem parte do mais baixo
nível de sustentação do seu sistema, espelhando a mesma mecanização,
objetificação e cruel tortura de que vocês mesmos são vítimas. Considerar o
que ocorre com a vida desses animais algo ‘normal e aceitável’ faz parte do
condicionamento hipnótico que domina vocês e governa suas instituições de
modo que vocês também achem normal o que se passa com vocês. O micro
reflete o macro e a alma desses animais está escravizada a esse ciclo de
tortura enquanto a de vocês aí também permanecer imóvel, incapaz de se
rebelar e ousar questionar e decidir não fazer mais parte do jogo de sadismo
que impera entre vocês. Esses animais, dentre todos, são os que possuem as
almas mais dóceis e amoráveis, e eles estão presos dentro desse ciclo por um
complexo mecanismo de ressonância à sua própria escravidão humana. Eles
só podem se libertar após o homem conseguir se libertar dos grilhões que
aprisionam seu livre-arbítrio e sua força de vontade.

Enviem sentimentos de Amor, Gratidão e Perdão a todos esses seres.

Quando fazemos isso uma poderosa ponte energética se cria tornando


possível a comunicação entre espécies, e sobre essa ponte uma carga de
informações muito valiosa e misteriosa atinge as cordas de que são feitas as
fibras do coração do homem e lhe transmitem conhecimentos que a mente
não pode cessar de outra maneira.

No centro do peito está o chakra da integração, o local onde o


verdadeiro conhecimento pode ser acessado. Neste ponto, ligado a outro
chakra, o umeral, nascem simbolicamente as asas do homem, e é neste
momento de sua jornada que ele, por assim dizer, se torna anjo, e é capaz de
voar pois agora compreende a ligação entre si mesmo e todas as formas da
criação no além-tempo do Eterno Agora, onde passado, presente e futuro se
fundem.

Os anjos não podem ser aprisionados a falsos sistemas, pois são


criaturas que através do amor conhecem a si mesmas assim como a seus
irmãos, e sabem que todos contribuem para a magnificência da criação.

George AdrilLen

* Vide as obras de Barbara Marciniak


Sobre Reiki

Sobre Reiki

08/03/17

Capitão Jurgen fala:

Reiki é um verbete que se popularizou entre vocês para definir mais de


uma técnica utilizada em várias coordenadas da galáxia e por diferentes
linhagens.

O caso recente que deu origem a essa popularização ocorreu com um


homem no Japão, que em sua busca conseguiu se reconectar com sua
própria origem estelar e receber – ou melhor, relembrar – algo que já era de
sua pertença divina, que já era de posse de seu Eu Matriz.

Esta é mais uma de muitas histórias que ilustram uma verdade cósmica:
o ser, à medida que perde o interesse pelas ilusões da Terra, empreende uma
busca que por mais lugares que tenha frequentado, por mais “mestres” que
se tenha conhecido ou consultado em busca por respostas, só termina no
momento em que ocorre o acendimento da Chama Adormecida, e a essência
desperta. Quando isso ocorre ela dá início ao caminho inverso: ao invés de
buscar na Terra as respostas, ele começa a ‘trazer’ para a Terra os
conhecimentos milenares de que seu Eu Maior dispõe, para a sua própria cura
e para ajudar na redenção dos demais. Todo aquele que “Desperta” torna-se
canal de uma energia pouco disponível na Terra, que é justamente uma
frequência de reconexão ao seu Eu Matriz e a Fonte Criadora. Assim como um
programa de computador, os novos códigos acionam protocolos de ação, e
dão origem a novas plataformas de conteúdo, e como um ‘vírus’ espalham-se
entre todos aqueles que forem expostos a ele.

Grandes e inéditas frequências vibratórias, capazes de alterar de forma


inimaginada e multidimensionalmente a todos os biomas – incluindo-se aí o
aparelho biológico humano e as suas estruturas anexas sutis, tais como seu
duplo, corpo astral e até mesmo o Eu Matriz, infundindo-o e potencializando-
o com essas energias – e em muito os meios conhecidos de se conectar com
elas, conhecidos por diferentes povos em diferentes mundos. Ao atender o
chamado para esse grande evento chamado “A Transição Planetária”, muitos
foram os povos que se prontificaram a disponibilizar para a Terra seus meios
e técnicas de captar e conduzir essas energias. E o Reiki é uma delas.

Os princípios técnicos já eram aqui conhecidos e utilizados há muito


tempo, e muitas vertentes espiritualistas, e mesmo religiões, fizeram da
imposição de mãos parte de suas práticas ou liturgias. Porém, ainda que um
corpo – mineral, vegetal ou animal – seja uma antena, pois de fato é uma
antena preparada para receber e retransmitir determinados impulsos e
códigos de frequência, uma antena preparada para trabalhar apenas com
ondas curtas, não captará ondas longas. Assim como as energias que chegam
são de calibre superior e jamais vistas neste quadrante do cosmo, as antenas
para captá-las precisam ser específicas ou adaptadas; assim muitos nasceram
com um aparelho biológico já capaz de captar as novas frequências, e as
tornaram conhecidas para um grupo maior e até mesmo mundialmente.
Outros passaram – e passam ainda – por “atualizações de sistema”, seja
através de abduções do corpo astral onde os “técnicos” regulam as antenas
naturais para a nova sintonia, seja por simples exposição a códigos que agem
sozinhos quando em contato com as novas matrizes das sementes estelares,
atualizando-as por contato visual, auditivo, através do som do seu mantra, e
principalmente à frequência que a geometria sagrada lhe dá.

Por isso existe a necessidade das “iniciações”, muito questionadas pro


aqueles acostumados ao fazer o uso mais comum da imposição de mãos. Ao
ser “iniciado”, um indivíduo é exposto a uma recodificação nas suas
frequências vibratórias, para poder interceptar aquela específica energia com
a qual está se propondo a trabalhar e ter as condições de retransmiti-la a
outros.

Sistemas diferentes podem lidar com o mesmo tipo de frequência e


energias, porém iniciações diferentes e separadas serão cabíveis, uma vez
que se tratam de protocolos de codificação distintos. Exemplifiquemos:

A frequência 32.3 é utilizada com maestria por Lirianos, e eles dispõem


seus conhecimentos para o planeta Terra através de um dos seus que aqui
imerge, e quando chega o momento de seu Despertar, “canaliza” o método
que por padronização chamará de Reiki Liriano. Por ser o 1º do planeta a
acessar e trazer para cá essa frequência, só ele poderá, estando encarnado
num veículo biológico, retransmiti-la a outro; como num mecanismo de
“contaminação” inversa. Aqueles que por ele forem ‘contaminados’, poderão
então ‘contaminar’ outros.

Como este é um plano físico denso e o objetivo é justamente tornar a


frequência disponível num mundo material para seres de corpo físico denso,
não faz sentido supor que as iniciações possam ocorrer apenas pela vontade,
ou pela invocação de um mestre de luz.

Não existe auto iniciação.

Existe iniciação por via direta somente para os primeiros a trazer o


conhecimento de sua linhagem.

As iniciações à distância podem ocorrer somente sob orientação e


supervisão de um comando estelar, pois naves, técnicos e equipamentos
precisarão ficar à disposição exclusiva desse serviço, levando um a um dos
que se voluntariam a essa iniciação para os implementos que se façam
necessários aos seus veículos físico, astral, corpo de luz a fim de que ele se
torne de fato um canal para aquela energia.

Agora digamos que uma Linhagem Antariana trabalhe muito bem com
a frequência 32.7, e também se voluntariem para enviar sementes estelares
de Antares para ancorar o seu trabalho aqui. A semente “ponta-de-lança”
receberá a iniciação direta, a partir de uma conexão entre o seu Eu Matriz e os
Eu Matrizes que estão coordenando este projeto do seu povo; ela com
certeza conhecerá as outras sementes estelares e as iniciará, aquelas que
serão as primeiras a serem capazes de ancorar aquela energia. Os primeiros
são muito importantes pois são eles que “estabilizam” a frequência no seu
plano, através da força de seus Eu Matrizes e da genética do seu corpo físico,
cuidadosamente escolhido para tal tarefa. Após o período de estabilização, a
frequência pode ser aberta a qualquer um que se interesse ou sinta o
chamado para trabalhar com ela.

Aqueles que foram iniciados no Reiki Liriano que usamos como 1º


exemplo, poderão sentir a semelhança entre as frequências, e talvez até seu
mantra ou seu yantra lhe pareça familiar, mas caso deseje trabalhar com a
frequência 32.7 precisará passar pela iniciação e receber os códigos da
linhagem que a codificou, pois os cinco pontos decimais aqui fazem muita
diferença, e embora a ‘nota’ dessa frequência seja a mesma, o seu ‘tom’
diferirá em muito.

O sistema de símbolos que passamos para a mensageira são uma


combinação de yantras, representações gráfico-visuais das ondas trabalhadas
e runas, que conforme explicado entre as cartas 2 e 3 são reminiscentes de
um alfabeto multidimensional de origem estelar. As runas-reiki são
exclusivamente moduladas pela Linhagem Pleiadiana, enquanto os símbolos
mistos foram formulados em uma combinação de sinais obtida após muita
pesquisa da força tarefa aliada entre Sirius e Órion. O maior objetivo dessa
pesquisa era obter uma sinalização cognoscível, de compreensão e repetição
viabilizada na 3-D, que predispusesse o cérebro dos contatados a emitir
comandos energéticos de amplo espectro e “definitivos”, a partir da sua
conjuração visual e da dispensação da energia dos meridianos através dos
gestos. O RTA – Reiki Tríplice Aliança – para funcionar perfeitamente
necessita de um canal fortemente ancorado à Terra e às energias das
Estrelas; em outras palavras, seu chakra inferior conectado ao Sol Central do
Planeta, o sol que ilumina a Intraterra, e o coronário ao Sol Central de
Alcione, o que é obtido com a sequência de abertura:
Sem esse símbolo não há como potencializar nenhum outro.

Compreender os desenhos é um recurso que procuramos passar à


mensageira para auxiliá-la a grafá-los corretamente, porém não é obstrutivo à
sua boa execução. Tê-los desenhado e à mão, num caderno ou num quadro
na parede não atrapalhará em nada o ato de executá-lo. Não é preciso, pois,
decorá-los; é preciso operá-los com vigor e profunda atenção à sintonia –
com a nave e os mestres que os auxiliarão dando respaldo na utilização
dessas energias. Alguns símbolos deverão ser repetidos, enquanto outros
“pedirão” para serem traçados sobre determinada parte do corpo.
Dificilmente mais de três símbolos serão traçados no campo áurico de
alguém, mas comumente somente o 1º se fará aplicável por bastante tempo.
Não a intuição, mas a ‘conexão’ consciente é imprescindível para se trabalhar
com o RTA.

Abrir uma seção é um pedido e uma outorga aos seres de Órion, Sirius
e das Plêiades para um trabalho de Amor em parceria com os seres humanos,
pedimos, portanto, que esse Amor seja o guia para atuar diplomaticamente
conosco e também entre vocês. Amar é respeitar, e esse “amor que respeita”
é a sintonia fundamental para vocês poderem acessar durante uma sessão de
aplicação de reiki qual a real necessidade daquele ser que se posta à sua
frente em busca de auxílio; nem maior nem menor do que a sua necessidade
deve ser-lhe oferecido. O que é demasiado não é aproveitado e o que falta
não supre a necessidade. Seja teu amor o fiel da balança no momento de
aferir qual a medicação e o quanto dessa medicação é a medida do irmão à
tua frente.

Não impomos, por isso, tempo de aplicação, pois essa técnica exige
que vocês, enquanto terapeutas aliados às linhagens estelares, aprendam a
fluir dentro das marés do tempo assim como nós, ouçam o técnico estelar
que estará ao seu lado, conectado à sua tela mental o tempo todo em que
durar o trabalho. Tenham ciência de que cinco’’ (" = segundos) para vocês
podem ser 15’ (' = minutos) de emissão energética para nós, portanto
nenhum tratamento perdurará além de 5’ com pausas entre as aplicações.

Por fim dizemos, há muitos sistemas a seu dispor, pois que muitas são
as linhagens agora no planeta, e estes são mecanismos que prioritariamente
servem à manutenção das próprias sementes estelares, portanto o Sistema
de Reiki escolhido sempre refletirá as afinidades do Eu Matriz.
Não há motivo para se tratar um sistema como superior a outro, e cada
um tem a sua razão, muito especial para existir e sobretudo para estar aqui
neste momento da sua realidade.

A nossa pesquisa demorou mais do que supúnhamos para que ficasse


pronta, mas os resultados almejados foram atingidos francamente. Não
trabalhamos com uma única frequência, mas com uma combinação de ritmos
e tons que têm a propriedade de se auto sustentar e se propagar a partir do
seu campo eletromagnético. O nosso objetivo era criar modulações de
frequências que funcionassem como uma vacina – uma vez inoculada, não
havendo mutação do vírus que causou o dano ao sistema, prevalece a
imunização.

O nosso objetivo foi alcançado.

Capitão Jurgen 
MAPA TEMPORAL DA EMIGRAÇÃO SIRIANA

MAPA TEMPORAL DA EMIGRAÇÃO SIRIANA

13/03/17

Capitão Jurgen pediu-me que desenhasse alguns orbes e completasse


com algumas explicações conforme eu ia compreendendo. Este foi na
verdade um exercício de checagem, para ver se os canais telepáticos estavam
aptos para as próximas comunicações devido um episódio de alinhamento de
parcelas do Eu Matriz que ocorreu por ocasião da minha quarta e última
experiência com Ayahuasca.

Abaixo segue um resumo das informações passadas neste exercício.

O Sistema Estelar de Sirius teve uma longa história e diferentes fases,


assim como foi habitado por diferentes linhagens.

Quando falamos de Sirius não falamos de um planeta, mas de um


sistema onde alguns planetas tiveram seus momentos de protagonismo.

Um das mais antigas histórias – pelo menos por mim acessada – refere-
se ao que denominamos de Sirius Alpha, um mundo de aparência medieval,
porém dotado de tecnologia e habitado por seres de aparência humana – ou
adâmica – porém descendentes dos Felianos, ou Povo Gato. Diferente dos
seres humanos da Terra que evoluíram dos símios, os adâmicos de Sirius
Alpha evoluíram dos felinos.

Esse planeta foi destruído pelos reptilianos, ou Povo Réptil, bastante


conhecidos no meio ufológico. Originários de Alpha Draconis eles invadiram
diversos sistemas, como Lira, Orion e Sirius.
Em outro planeta desse sistema, Sirius B, conviviam de forma
relativamente harmoniosa diferentes linhagens: Felianos, Reptilianos e
Cetáceos. Uma linhagem draconiana extremamente bélica o invadiu,
dominando até mesmo os reptilianos que já havia lá, levando caos em
diversos sistemas, pois o interesse em Sirius B era estratégico.

Os Pleiadianos, diferentes dos demais, não são exatamente uma


linhagem, mas um grupo de seres que alcançou bastante maestria em suas
habilidades, e cuja função é manter a ordem dos universos, dentro de sua
esfera de ação. Ser Pleiadiano é uma condição, um cargo, uma espécie de
‘direto de nascença’ adquirido após várias experiências em diversos sistemas.
Eles são conhecidos por esse nome porque o Sistema das Plêiades é o ponto
de maior concentração de luz (no sentido de luz como informação, dados)
próximo à Terra, devido Alcione, o Sol Central, estar ali, portanto desde que
vieram para supervisionar esse quadrante da galáxia, estão baseados nesse
local. Conforme seu foco de atuação, escolherão o ponto no universo que
seja mais conveniente do ponto de vista estratégico para eles se basearem, e
dirão que vêm daquele lugar, de modo que as pessoas pensarão que sua
origem é aquele lugar, mas na verdade eles estão simplesmente sediados ali
no momento. Os Pleiadianos são seres que agem ‘por dentro’ dos sistemas,
pesquisando e reparando-os eventualmente. É muito difícil explicar para um
terráqueo qual é o trabalho, a função de um ser ‘pleiadiano’, por isso eles
normalmente nos falam em parábolas, e focam em um discurso que nos faça
entender suas perspectivas a partir de analogias, numa linguagem
praticamente artística de interpretação e transmissão de conceitos.

Os Pleiadianos respeitam sumariamente a Lei da Não Interferência, por


isso eles são respeitados pelas demais linhagens, mas não exatamente
compreendidos e por isso são vistos até mesmo com certa desconfiança
pelos beligerantes, pois quando entram para agir em uma questão,
normalmente não tomarão um lado, antes procurarão equilibrar o conflito e
trazer harmonia para os pontos destoantes.

Após instalar o caos, principalmente em Órion e Sirius, os draconianos


pretenderam, numa atitude de ousadia sem precedentes, atacar o Grande Sol
Central, para acabar com a interferência dos Pleiadianos, tornando-se assim,
em sua concepção, soberanos do universo. Foi então que os Pleiadianos
agiram, pondo um freio no rastro de destruição draconiano, destruindo Sirius
B, que do ponto de vista dos recursos naturais já tinha sido esgotada pelos
dracos, mas mesmo assim, junto a Zeta Reticuli e Orion eram os principais
quartéis generais draconianos. Ao fazer isso enviaram um recado para essa
estirpe, de que eles já tinham ido longe demais.

Órion tomou medidas extremas após o conflito que custou muitas


vidas e muitos recursos ao Sistema. Em Sirius as coisas foram ainda piores,
pois simplesmente não havia um orbe planetário onde as almas dos sirianos
pudessem encarnar para continuarem sua evolução. Muito tempo se passou
sem que houvesse matéria, corpos físicos que pudessem receber as
consciências sirianas. Uma parte dos líderes anciãos dessa linhagem tentou
de diversas maneiras contornar essa situação, uma parte deliberou com
Alcione tentando estabelecer pactos diplomáticos para migração de almas
sirianas para outros sistemas. Alguns foram para Arcturus, uma parcela para
Antares; Órion a principio não aceitou pois estavam se reestruturando
internamente, mas depois foram estabelecidos vários acordos de intercâmbio
entre os dois sistemas. Lira aceitou receber uma parcela de almas sirianas,
mas ainda estava sob ataque draconiano.

Havia um planeta, que denominaremos de Sirius C, pertencente a uma


das linhagens ancestrais sirianas, o Povo Feliano, ou Povo Gato, que era
imune aos ataques reptilianos. Seu planeta estava também já exaurido em
seus recursos, literalmente morrendo, mas receberam uma parcela de
sirianos que ficou muito tempo sem encarnar nos momentos finais desse
mundo (esse episódio da história siriana está contada em um livro que me foi
narrado pelo Chefe Águia Dourada, “A Aldeia de Sirius C”).

Os sirianos receberam uma proposta para vir para a Terra, que estava
em seus primórdios, e a maioria da população que não tinha grande
importância para a Coroa Siriana (não eram líderes de clãs) aceitou. Essa foi a
primeira leva de emigração de Sirius para a Terra. Uma segunda leva de
emigração para a Terra ocorreu após muita insistência dos Pleiadianos, que
explicaram que demoraria muito para que um “Lar Siriano” de fato pudesse
novamente existir – um planeta e formas de vida compatíveis com os corpos
astrais sirianos não se criam do dia para a noite – portanto a Terra era uma
boa opção.

Enfim um planeta que denominaremos como Sirius Delta foi criado, um


novo mundo capaz de receber as corpos de luz dos sirianos, um povo que
tinha uma pátria espiritual, mas não uma material. Em Sirius Delta foi
estabelecido um corpo físico que pudesse receber tanto as almas que haviam
tido origem adâmica como reptiliana, afinal o espírito não tem forma, visando
que assim, sem identificarem-se fisicamente, não houvesse tanta
beligerância. Era o inicio da fase de “integração de polaridades” no sistema. À
medida que Sirius Delta foi se estabelecendo, parte dos que haviam emigrado
para outros lugares puderam retornar ao seu sistema de origem. Da segunda
leva, os últimos retornaram após a Era da Atlântida e Pós-Civilização Egípcia
Antiga.

Contudo uma parte de sirianos, mesmo residindo em sua própria casa,


vieram depois para a Terra em busca de parentes perdidos. Algumas das
antigas almas sirianas não se adaptaram à nova realidade de Sirius Delta, pois
havia muitos conflitos internos devido às duas linhagens antigas que
voltavam agora a se confrontar – reptiliana e adâmica – apesar de estarem
habitando corpos com a mesma forma, e migraram dentro dos acordos de
intercâmbio para Órion e outras pátrias com quem Sirius tinha relações
fraternas. Desses, também muitos vieram recentemente para a Terra,
também em busca de parentes há muito perdidos. Por fim, agora em tempos
de Transição, mesmo os habitantes de Sirius Delta, vieram em busca de seus
parentes aqui na Terra.
ESTÁGIOS DO ESTABELECIMENTO DE CONTATO

ESTÁGIOS DO ESTABELECIMENTO DE CONTATO

22/03/17

George me pede que preste atenção na contagem regressiva que ele


fará e relate minhas percepções físicas do que ocorre em cada estágio de
nossa comunicação.

Segue relato:

10 – Sinto um campo de energia ao redor do tórax, como se estivesse


envolta por um turbilhão de energia.

9– Dois fios puxam dos ombros para baixo.

8– Nada percebo de diferente nesse ponto da contagem, o que comunico.

7– Uma sensação de afundamento no umbigo.

6 – Sinto o cheiro de algo que parece estar sendo vaporizado, que inalo.
Acho bom o odor, mas é algo indefinível, não se parece com nada conhecido.

5– Sinto-me dentro de uma espécie de ‘bolha de borracha’ ou de algum


tipo de material isolante.
4 – A bolha é ‘ligada’. Percebo muitas pessoas no quarto além de George,
que antes não percebia.

3– Sinto distintamente meu corpo astral separando-se do físico. George


me faz algumas perguntas com relação a minha percepção concreta e prática
(Repito: não teórica sobre o que aprendi nos livros e cursos, mas sim me
impelindo a perceber a analisar por mim mesma) dos atributos do corpo de
matéria física da 3-D versus o corpo de luz da 4-D. uma coisa é saber que o
segundo tem preponderância sobre o primeiro, outra é ver e de fato
constatar isso ao observar os dois do ponto de vista do observador interno e
externo. Entretanto o corpo físico também influi no astral, ainda que em
menor escala. Percebi a necessidade da alopatia para atender determinadas
deficiências da matéria orgânica, embora muitas de suas substâncias sejam
prejudiciais à integração de ambos, pois desarmonizam o delicado corpo de
luz.

Há dois anos, no início do contato, via George e os outros tripulantes


da nave como seres muito maiores do que eu, mesmo quando estava em
desdobramento. Na medida em que fui me reintegrando à minha própria
história e compreendendo a vida a partir de uma perspectiva
multidimensional, não me havia dado conta de que agora via George e os
demais de um tamanho não tão discrepante aos meus 1,71 cm de altura física,
embora ainda eles aparentem ter 2,40 cm em média. Sendo de extrema
plasticidade, o corpo astral, períspirito ou corpo de luz se adequa à realidade
em que está inserido, por isso, ao ser exposta a essa que era minha ‘antiga’
realidade, o meu corpo astral, depois de certo tempo de contato e dentro do
processo previsto, expandiu-se sem que eu percebesse, o que me causou
alguns episódios de estranheza durante a fase de adaptação.

Pra mim ficou claro que as medicinas alternativas deveriam ser o


padrão de cura para a humanidade e a medicina convencional usada nos
casos das emergências físicas, como em casos de fraturas, acidentes e
emergências. Embora eu já acreditasse nisso há muito tempo, assevero que é
com uma perspectiva totalmente nova que agora afirmo isso, pois pude VER,
SENTIR E COMPREENDER os canais de energia funcionando e interagindo
nesses dois corpos isolados e conjuntamente.
LER e ACREDITAR é uma coisa. EXPERIMENTAR e SABER é outra bem
diferente, pois não deixa dúvidas quanto aos ‘quês’, ‘comos’ e ‘porquês’ das
coisas.

De ler e das crenças no status quo a humanidade chegou aonde


chegou. Por isso os Irmãos Intra e Extraterrestres querem que possamos
expandir nossa consciência a fim de vermos por nós mesmos, sem precisar
mais crer no que se leu num livro ou que um órgão oficial, instituição, um
poder estabelecido qualquer nos diz ser verdadeiro ou ‘para o nosso bem’.

A maioria das guerras e conflitos de opinião se extingue à medida que


todos consigam VER, SENTIR e então, SABER.

2– George me pede que experimente o ‘balonamento’ voluntário,


deslocando meu períspirito. Tento girar e oscilar, mas não obtenho grande
sucesso; em vez disso, percebo meu corpo astral se expandir. Sinto-me ficar
“maior”. Ele explica que o processo do Despertar inclui o corpo astral dos
imersos retornar a valores próximos aos de suas dimensões e características
capacitivas originais. Percebo – e ele confirma – que o cérebro de 3-D nos dá a
impressão de que os “contornos” dos nossos corpos de luz devem coincidir
com os do corpo físico, porém isso é uma ilusão. Os corpos estão ligados por
dispositivos eficientes e o mais fluido não precisa estar restrito às dimensões
do físico para controlá-lo efetivamente. Isso está diretamente ligado ao
fenômeno de percepção da ‘aura’ como sendo maior ou menor, assim como
ao condicionamento mental dos humanos das faculdades de percepção
subjetivas. Ele explica que: “A partir de certo estágio no Despertamento é
natural que o contatado, ao relembrar-se de quem é, passe por modificação no
seu corpo de luz, que sendo plástico e sujeito ao comando mental, volte a
adquirir as características que possuía antes de imergir na matéria densa. Isto
pode causar sintomas como afloramento mediúnico ou sensibilização das
faculdades de percepção paranormais. Ainda que requeira adaptação do imerso,
isto deve ser visto tendo em mente que é a sua condição original, não uma
anormalidade, pois é a reconfiguração de seu veículo para os padrões reais do
Eu anterior à imersão. Ele está se recapacitando e não se ‘deteriorando’ ou
‘apresentando defeitos’!” *
1– Sinto o peso de uma espécie de capacete sobre a minha fronte, algo
que já sentia nas comunicações mesmo durante algumas psicografias de
Umbanda, vejo-o e sinto-o, porém mais nitidamente, pesando sobre minhas
pálpebras, testa e orelhas. Eles dizem que estou pronta para trabalhar e
explicam o que vivenciei e entendi durante a contagem, pois o capacete
transmite a eles todos os dados referentes às minhas ondas cerebrais,
conexões neurais e todo tipo de informação técnica que lhes permite avaliar
e reconfigurar, se for o caso, as frequências necessárias para o contato ser
produtivo.

* Esta comunicação esclareceu-me dúvidas particulares, pois tendo experimentado por


algumas vezes uma sensação de desconexão com a realidade sem absolutamente nenhum
motivo físico ou de ordem emocional, apavorei-me, pois senti que “perdia a conexão com o
corpo” como se estivesse flutuando sobre mim mesma. Embora haja algumas
particularidades – pois cada caso será sempre um caso com suas questões específicas – e
recorri a apometria para respaldar-me com relação a alguns aspectos pessoais, essas
explicações literalmente me tiraram do escuro, oferecendo o contexto sobre o qual pude
trabalhar no meu reequilíbrio, quando já começava a considerar estar sofrendo de alguma
doença séria ou mesmo da Síndrome do Pânico, pois sentia náusea e sensação de desmaio
iminente.
A Transição Sob o Ponto de Vista da Intraterra

A Transição Sob o Ponto de Vista da Intraterra

19 e 20/04/17

George pediu-me que escrevesse primeiramente o que me lembro a


este respeito, então vamos lá:

Antes desta vida em que nasci em Santa Catarina, no Brasil, eu estava


viva – encarnada e não como um espírito – na cidade intraterrena de Telos,
cuja entrada mais conhecida se dá a partir do Monte Shasta na Califórnia.
Alguns imaginam que a cidade restringe-se ao espaço físico logo abaixo da
montanha e seus arredores, mas na verdade há ‘entradas’ para ela tanto no
norte do México como na região próxima a Vancouver no Canadá.

Quando criança eu dizia que minha ‘casa’ ficava na Califórnia e sentia


imensas saudades da paisagem geográfica do hemisfério norte, com seus
altos pinheiros, sequoias e vegetação típica de um território mais frio, com
toda sua fauna e floral local. Apesar de ter tido outras vidas nessa região do
planeta, algumas “lembranças”, contudo não se justificavam, pois não eram
compatíveis com um cenário de séculos passados, mas sim de uma forma de
vida espiritualizada e muito mais tecnológica. Sonhos, desdobramentos
astrais e mesmo lembranças em estado de vigília me traziam à memória
pessoas, cenários e fragmentos de um estilo de vida absolutamente mais real
do que parecia minha própria realidade de 3-D.

As formas de cura e alimentação, assim como os meios de transporte e


regras de convívio social e trabalho eram muitos nítidas em minha mente e se
chocavam com as daqui, me fazendo sentir vivendo em um pesadelo
literalmente.

Do final da adolescência até os trinta e poucos anos muitas memórias


retornaram de alguma maneira à minha mente consciente e vou tentar
discorrer um pouco sobre como era o contexto naquela época, como me
lembro, o que equivale a atualmente cerca de 50 de nossos anos atrás – uma
vez que tenho atualmente 43 – e aproximadamente metade desse tempo na
Intraterra, já que há uma diferença de cerca de 50% na passagem de tempo
entre a 4-D e a 3-D.

O George que deixei quando imergi tinha uma aparência bastante


jovial, de cerca de vinte e poucos anos; o que reencontrei nesta dimensão,
embora lá as pessoas não “envelheçam” da mesma forma que aqui, é a de
um homem de quarenta e poucos anos. Esses dados podem não ser exatos,
mas dão uma boa ideia da minha percepção do tempo entre lá e aqui.

Na Intraterra cresci, estudei e trabalhei dentro de um Centro Botânico,


coordenado por um espírito de elevada condição espiritual, um ser que não
estava mais “encarnado”, mas que se materializava facilmente e comandava
todas as atividades ali desenvolvidas, à semelhança do conceito de “Mestre
Ascenso”, um ser que já transcende a matéria. Esse espírito é muito
conhecido no Brasil como Vó Maria, e se mostra com a aparência de uma
preta velha. Órfã, para mim a Vó Maria era mais que uma mãe, avó, madrinha
e mentora. Ela me ensinou a como “conversar” com as plantas para poder
trabalhar com elas.

Em minha juventude lá, quase não saía das premissas do Centro


Botânico, apenas para o estritamente necessário das regras expostas nas
“cartas” a respeito das confraternizações. Em uma delas George e eu nos
conhecemos – ou melhor dizendo, nos reencontramos naquela vida – e
passamos então a conduzir pesquisas relacionadas à Espagíria, a Alquimia das
Plantas, sob recomendação da Vó Maria. Posteriormente me desliguei do
Centro Botânico e passamos a trabalhar juntos em uma espécie de
Laboratório diretamente ligado à Confederação Galáctica. Entre esses dois
períodos distintos da minha vida lá, ainda no Centro Botânico trabalhei para
uma figura que identifico apenas como “O Professor”, em pesquisas relativas
ao uso de insumos vegetais alterados energeticamente que atuassem no
aceleramento e manutenção da consciência desperta na Superfície do
Planeta. George, por sua vez, trabalhava durante esse período em um projeto
de emancipação da consciência em mundos de 3-D através de um estudo
sobre as ondas cerebrais. Uma parte desse trabalho foi citado por ele na
Carta 1.

O mundo intraterreno como me lembro era um mundo bastante


semelhante a este, fisicamente, só que sem as absurdidades com as quais
convivemos: violência, fome, disseminação de doenças, miséria, abusos
emocionais e desconhecimento das leis universais. Fora isso parecia um
cenário dos anos 50, só que com carros que flutuavam e instalações
paramédicas muito modernas para o estilo da paisagem... As pessoas
conversavam nas ruas sobre seus entes queridos que estavam no momento
encarnados na Superfície como uma mãe que fala do seu filho que se alistou
no programa “Médicos Sem Fronteiras”, com a apreensão e o orgulho de
quem compreende que seu parente foi tentar levar algum auxílio ou executar
algum trabalho pessoal em uma zona de guerra onde conflitos eclodem a
qualquer momento, sem trégua. Para os intraterrenos, nós da Superfície
somos um povo carente de tudo, do material ao espiritual, das coisas mais
básicas: somos privados da dignidade e das mínimas condições de
usufruirmos de saúde emocional, mental e espiritual, e vivemos sob o jugo de
uma ditadura que nos impede de tomarmos conhecimento do mundo ao
nosso redor.

Muitos temem vir para cá. Alguns, desde jovens, querem vir,
geralmente os que têm parentes ‘presos’ ao sistema há muitas vidas e que
não conseguem se libertar do ciclo de reencarnações na 3-D alcançando uma
frequência que lhes possibilite encarnar na Intraterra junto aos seus. As
famílias, em geral, temem que quem venha para cá acabe “adoecendo” e
perdendo sua própria habilidade de retornar temporariamente.

Os reencarnes para esta época da Transição eram particularmente


tensos porque as regras para a ascensão vibracional se alterariam devido a
fatores externos, e ninguém tinha certeza de como as coisas ficariam à
medida que os tempos previstos para a Grande Transformação fossem
chegando. Em suma, acreditava-se que os que estivessem na Intraterra
ascensionariam juntos ou pelo menos teriam o mesmo destino, ou um novo
endereço vibratório similar. Os parentes querem ficar juntos, ou terem
chances concretas de se reencontrarem em seu próximo destino, por isso as
reencarnações ou imersões permitidas era somente as de habitantes da
Intraterra com pendências relativas a mundos de 3-D (portadores de algum
nível de densidade psicossomática a decantar, a fim de que isso não lhes seja
mais um entrave para o momento decisivo da Transição) e grupos
perfeitamente treinados, geralmente ligados a Confederação com projetos
específicos para auxiliar o Povo da Superfície a transcender suas limitações e
alcançarem – enquanto coletividade – o máximo nível possível de
consciência.

A Transição era um evento bastante temido, e lembro-me de


comentários nas ruas a respeito de mudanças no Sol Interno, que afetava as
colheitas e a produção de alimentos no seu valor nutricional, isso foi
creditado a um dos primeiros sinais inequívocos de que os tempos eram
chegados, o “enfraquecimento” e “instabilidade” na radiação do Sol Interno.
Conversava-se sobre como as pessoas da Superfície ainda demorariam a
perceber que o planeta estava a caminho de radicais e definitivas
transformações, e como muitos, nem mesmo após todos os óbvios sinais,
não se dariam conta disso, sendo pegos de surpresa pelo “Evento” em seus
instantes finais.

Havia em praticamente todos os setores do meu conhecimento


iniciativas, esforços e forças tarefas para auxiliar os Povos da Superfície,
incluindo o envio de vibrações, mentalizações, “orações” de paz e luz todos
os fins de tarde por parte de toda a população, não apenas pelos seus que
aqui peregrinavam, mas por todos que ainda não tinham condições de serem
admitidos na Intraterra.

Lembro-me, com clareza total, do projeto, construção e andamento de


um enorme galpão, encrustado em região bem próxima à Superfície, com
instalações para receber os “sobreviventes do Evento” em condições
mínimas de adentrar a Intraterra. Uma mini-cidade com alojamentos para
famílias, enfermarias, setores similares a capelas para apoio psicológico e
espiritual dentro de padrões aceitáveis para lidar com os traumas de uma
mudança de estilo de vida tão brusca, áreas para cultivo de alimentos mais
próximos dos que estavam acostumados a se alimentar as pessoas da
Superfície. Lembro-me muito bem de argumentar enfaticamente com um dos
encarregados desse projeto a respeito da necessidade de se estabelecer
áreas de transição sucessivas para que o ingresso de um resgatado da
Superfície fosse paulatino. Alguns habitantes mais antigos – com relação a
estarem encarnando há muito tempo na 4-D – acreditavam que uma vez que
a pessoa é admitida em um mundo onde obviamente as condições de vida
são mais favoráveis, adaptar-se-iam de bom grado ao novo estilo. Eu, tendo
vindo egressa de uma encarnação anterior na 3-D, lembrava-me bem de como
são os seres humanos na Superfície: capazes de trocar a paz de espírito e a
saúde por simples conta da manutenção de seus hábitos ou de um vício. Era
difícil para meu interlocutor sequer compreender como alguém não se
sentiria melhor estando a salvo e seguro, não sofrendo os muitos abusos de
que era vítima antes junto à sua família; ele acreditava na voluntária aceitação
do novo estilo necessário para se viver na Intraterra. Eu argumentei que
pessoas doentes não se curam instantaneamente só pela mudança de
ambiente, que a simples privação de vícios como o álcool ou o cigarro ou
mesmo as mudanças na alimentação levariam ao estresse e possíveis
episódios de surtos agressivos. Na realidade, pela minha perspectiva, deveria
haver uma ampla estrutura para receber grupos maiores que talvez nunca
estivessem aptos a cruzar as fronteiras interiores naquela mesma vida e que
precisariam ser mantidas em segurança e relativo conforto físico, mental e
emocional e em condições intermediárias entre a 3ª e a 4ª Dimensões, sendo
que possivelmente somente seus descendentes alcançariam as condições de
adentrar as cidades Intraterrenas originais.

Meu interlocutor alegou que estávamos tratando de seres humanos,


como nós, e projetando um espaço para facilitar seu período de adaptação às
condições vibracionais da Intraterra, e não construindo um zoológico
humano para abrigar seres em extinção. Minha resposta foi que muitos
desencarnariam ali e só então conseguiriam se adaptar em novos corpos à 4-
D, que alguns permaneceriam nessa parte externa por décadas, sem
conseguir alcançar o quantum necessário, mas seus filhos alcançariam e eles
poderiam usufruir do convívio juntos nessa espécie de Colônia Intermediária,
o que seria positivo para ambas as partes, o próprio fato de os filhos
conseguirem servir como estímulo para os pais também o conseguirem. Além
disso, argumentei, se fosse por conta de “boa vontade” todos os
mensageiros enviados à Superfície teriam tido mais êxito e suas mensagens
se espalhado, porém tal não ocorreu e elas ficaram restritas a pequenos
círculos, sendo que dentro desses grupos nem mesmo todos se
voluntariaram às transformações propostas, pois a mente é avessa a
mudanças e a preguiça domina mais do que a “boa vontade” mesmo entre
aqueles que se dizem “interessados” nas boas novas; mesmo entre aqueles
que são na verdade egressos daqui. A Superfície aflora o que há de pior no
ser humano e ele prefere se adequar aos vícios do que fortalecer seus espírito
e força de vontade, obtendo alívio às suas ansiedades através de um estilo de
vida mais natural. A simples mudança na alimentação, a meu ver, já bastaria
pra exaltar os ânimos devido a insatisfações com as questões do paladar.

A grande questão era até que ponto manter o homem a salvo de si


mesmo seria incorrer em infração com relação ao seu livre-arbítrio. O limite é
de fato sutil, mas hoje, décadas após essa discussão e estando agora aqui do
lado de cá, não vejo motivos para pensar diferente, nossa conversa terminou
justamente com o seguinte diálogo:

- Se você estivesse lá, gostaria de ser tratada assim?

- Eu estarei lá, e espero ser tratada exatamente assim. Que eu não possa
causar dano a mim mesma ou a outros, mas também que me seja permitido
viver com as melhores condições dentro daquilo que é possível vivenciar
enquanto eu não estiver em condições de adentrar.

Planos foram feitos para que a vida fluísse ao máximo em condições de


“normalidade”, com atividades de lazer, estudo e trabalho na sustentação de
toda coletividade ao mesmo tempo em que se buscasse elevar o padrão
vibratório de todos. Crianças previa-se que alcançariam o quantum bem
antes.

Com relação às “capelas” muito se discutiu sobre como acolher a


necessidade emocional dos sobreviventes de manifestarem sua fé e ao
mesmo tempo promover a compreensão de uma vida espiritual sem religião
ou sectarismo. Optou-se por esses espaços neutros que poderiam abrigar
diferentes grupos, que teriam liberdade para ali fazerem suas orações da
forma que lhes parecesse melhor, mas sem adornar os locais com nenhuma
forma de identificação, pois os mesmos espaços seriam utilizados por outros
grupos de outras profissões de fé, e também para atividades laicas, como
separação de colheitas e aulas para crianças. O objetivo era oferecer a
oportunidade de vivenciarem a transição para uma vida espiritual sem
necessidade de bandeiras e ao mesmo tempo tranquilizar as pessoas de que
suas noções de sagrado seriam preservadas, de que ninguém precisaria se
“desconverter” de nenhuma fé.
Fizemos várias simulações com indivíduos-chaves levados ali,
abduzidos e mantidos no local de forma semiconsciente e devolvidos sem a
memória do experimento; quando e caso ela retornasse não seria mais que
um sonho. Com diferentes combinações de grupos pertencentes a diferentes
formas de fé, procurávamos propor o uso da capela, explicando que ele seria
livre, porém sem denominação, não ‘pertenceria’ a nenhuma religião. Em
todas as vezes em que participei – e eu já estava encarnada na 3-D nessa fase
– alguém muito cheio de si alegava “concordar” desde que fosse posto ali um
símbolo de sua religião, “afinal todos devem reconhecer que ... (nomeie a
figura religiosa que lhe venha à mente) é o representante maior da vontade
de Deus na Terra. Às vezes as pessoas não discordavam na hora, mas após o
uso da capela, encontrava-se algum sinal de transgressão às regras de uso
comum, algum símbolo deixado no local, afixado nas paredes, alguma forma
de decoração do ambiente que certamente causaria desconforto a outros
grupos ou atrapalharia quando o local fosse usado posteriormente para as
atividades do dia-dia. Ao serem confrontadas em suas atitudes, as pessoas
responsáveis negavam ter infringido as regras e demonstravam-se
insatisfeitas com a vigilância, insistindo ser uma parte fundamental do
exercer a sua fé a prática do proselitismo, ou revelavam ter aceitado as
condições na certeza de conseguiriam impor posteriormente “a vontade de
Deus, pois esta importava mais do a Lei dos Homens”.

Ao terem seus intentos barrados, direcionavam a nós, intraterrenos,


sua frustração e alegavam que não podiam confiar ou permanecer ali, na
colônia que lhes oferecemos como alternativa à extinção, uma vez que
éramos um “povo sem Deus”, não deveriam por isso confiar em nós.

Nessas simulações das quais participei, eu como todos os demais


éramos levados num estado semi-hipnótico, no qual reagiríamos como nós
mesmos, porém o contexto de nossa presença no local era implantado como
uma história prévia para que não estranhássemos o fato de estarmos ali e
partíssemos para a ação desejada – o foco do experimento – sem que a
mente entrasse em questionamentos de como, quando e por que tínhamos
ido parar naquele cenário. Eu reagia como a espiritualista que era na ocasião
e como a maioria sentia falta da presença de determinados “marcadores” de
um espaço sagrado; sobretudo me parecia errado o uso do local para
atividades do cotidiano, não voltadas à fé. Como sempre, com o passar das
horas nesses experimentos e minha exposição às pessoas que o estavam
conduzindo, assim como lembranças de conhecer o local de uma época
anterior ao meu nascimento acabavam por trazer à consciência que eu fazia
também parte daquele grupo, quando me dirigia então aos que o conduziam
perguntando por que eu estava ali. Eles me respondiam que eu tinha ajudado
a formular as diretrizes do uso comum, portanto deveria participar das
etapas onde essas diretrizes seriam postas à prova quanto a sua eficiência ou
não; além disso, enquanto imersa, eu representava uma amostra estatística
para o experimento, e minhas reações seriam analisadas tanto como objeto
da simulação como quanto sujeito de um projeto de imersão no sentido de
quanto o meio influi na mudança de paradigmas, uma vez que eu
originalmente vinha de um mundo arreligioso, mas agora manifestava
padronizações típicas de uma mente que depende da forma e não apenas do
conteúdo para se sentir segura. Não consigo determinar se meu desgosto era
maior em constatar os conflitos causados pelos fanáticos religiosos, ou
perceber que mesmo eu era também cativa de conceitos e vítima de minhas
próprias limitações. Essas foram das mais frustrantes experiências para mim,
pessoalmente, me colocando em cheque com minha maior dificuldade: como
ter fé numa humanidade tão pouco disposta a abrir mão de perspectivas
viciadas em prol de uma mudança de qualidade de vida?

Olhando em retrospecto penso que mesmo em um simulacro


microscópico da realidade, em uma instalação concebida para abrigar uma
parcela da população remanescente do “Evento”, quase todos os possíveis
conflitos foram previstos, simulados e solucionados durante as últimas
décadas em que estive encarnada aqui. Esse, a questão do conflito por
motivo de religião, até onde sei, não foi.

Quanto à natureza do “Evento”, não se sabia como ou quando


exatamente seria, mas era uma certeza absoluta que tínhamos pouco tempo
para agir nos preparando para ele, tanto na Intraterra quanto em ações com
foco na Superfície. Quando vim para cá, há mais de 40 anos, toda a Intraterra
– pelo menos as cidades mais cosmopolitas, que são a maioria – vivia em
função da Transição Planetária. Havia muitas possíveis versões de como o
Evento se daria, e preparações foram feitas levando-se em conta todas essas
versões e possíveis combinações entre elas. A intensidade do Evento também
era algo sobre o qual não se poderia ter certeza, porém, com base
principalmente no estado consciencial da Superfície do Planeta, esperava-se
um evento de proporções realmente apocalípticas, o que implica em extinção
em massa da maior parte da humanidade. Alguns teorizavam que a Intraterra
localizada a partir das camadas mais altas, mais vibracionalmente elevadas e
portanto próximas a 5-D, seriam preservadas, outros que só a 3-D seria
atingida e outras previsões contavam com a possibilidade da extinção da 3ª e
4ª Dimensões e até parte da 5-D. A maioria de nós trabalhava com a premissa
de que poderíamos oferecer abrigo à parte dos habitantes da 3-D.

Por conta dos últimos tópicos que mencionei, a dificuldade em lidar


com o engessamento mental religioso e suas desagradáveis consequências e
a possibilidade de que nem mesmo nós possamos auxiliar os egressos da 3-D
devido não sabermos até que faixa existencial deixaria de existir neste
planeta, as missões com foco em levar esclarecimento aos que estiverem em
condições de ouvir, nas comunicações interdimensionais com o máximo de
canais receptores possível e ações que promovam elevação na frequência
vibratória de todos – em geral através de técnicas holísticas de harmonização
e cura, tem sido o foco das atividades da Intraterra junto à Superfície.

Como já exposto, a Confederação Galáctica comanda todos esses


esforços liderando tanto a nós como aos Extraterrestres e aos anciãos que
são os guardiões que constituem a elite espiritual deste planeta. Muitas
forças cósmicas nestes tempos convergem para cá, alguns vem só para
assistir a magnitude do Evento, muitos vêm para ajudar, uns poucos vêm para
tentar ‘saquear’ algo, mas são barrados.

Neste exato momento, 43 anos após meu ingresso na 3-D, não sei onde
estarei nos momentos decisivos desse Evento, só sei de uma coisa: não se
deveria olvidar o impacto que este Evento terá para todos nós.

Enquanto não conseguia ‘acordar’, eu procurava ler e ouvir as notícias


do lado de lá... Quando pude Despertar comecei a falar e escrever a respeito.
Enquanto por aqui estiver procurarei comunicar todas as coisas que me
foram permitidas acessar. Quando não puder mais comunicar, ainda
procurarei de alguma forma ajudar. Se para lá retornar antes do fim, de lá
continuarei a atuar na medida das minhas possibilidades, que são bem
limitadas. E quando não puder nada fazer, estarei a desejar, até o último
instante, que o melhor tenha sido possível se alcançar.

Assim como eu, esse é o padrão de todos os habitantes da Intraterra


com quem trabalhava, e ainda hoje, mesmo imersa, tenho contato
interdimensional, reintegrada à minha Equipe executando as funções que me
são cabíveis aqui na Superfície.
Por esse tanto que aqui expus, acho inconcebíveis e indignas as
afirmações de supostos “canais” de que a Intraterra “virou as costas para a
humanidade” ou que esteja “pressionada” pela Confederação para vir unir
esforços junto aos Extraterrestres, uma vez que a Intraterra praticamente
inteira vive já há muito tempo em função da população da Superfície, que
adormecida segue inconsequentemente rumo à sua própria ruina, sem
autocontrole e totalmente manipulada, vendendo sua vida barato demais em
troca da manutenção de vícios e distrações.

Joreen/Stella



Comandante Jurgen  fala:

Acuradas são as memórias da Mensageira, e parte delas eu mesmo


vivenciei, como da ocasião da discordância de visões entre a mesma e o líder
de seccionamento das instalações. Devo confessar que minha visão pessoal
também se inclinava para a dele, e que hoje, infelizmente vivenciamos
episódios-testes mais do que suficientes para constatarmos que Joreen (a
identidade da Mensageira anterior à sua imersão na 3-D) estava com a razão.

Com exceção de uma minoria que trabalhamos para aumentar


exponencialmente e que tem grandes chances de se adequar de pronto à sua
nova realidade quando o momento se apresentar, uma segunda parcela, a
dos “borderline”, indivíduos com índice quântico próximo aos padrões
mínimos necessários para adentar a 4ª Dimensão, precisará de muito tempo
para decantar os velhos padrões de pensamentos e conteúdos de extrema
densidade emocionais antes de terem condições de ‘subir’ aos primeiros
níveis da cidade. Procuramos alternativas à premissa exposta por Joreen de
que alguns levariam uma vida inteira nesse estágio, sendo admitidos somente
em espírito para uma próxima reencarnação no interior da cidade
intraterrena real, uma vez que as instalações são estruturas provisórias e
externas aos limites originais de Telos, construída somente para servir de
abrigo aos sobreviventes dos arredores próximos ou de pessoas que
conseguissem de alguma forma em grupos chegar até ali.

Iniciativas similares existem em Lima, Sevilha, Málaga, Reykjavík, Agra


(abaixo do palácio Taj Mahal), Xian, Túnis, entre cidades na África e Posid no
Brasil, a única colônia que tenho permissão de citar o nome além da minha
própria. Em outras partes do mundo outros tipos de intervenção estão
planejadas, inclusive algumas utilizando a tecnologia dos portais e naves, o
que alguns chamam de “arrebatamento”. O problema do arrebatamento é
que, independente da forma como ocorra, ele se dá de forma extremamente
precisa: você poderá ascender e a pessoa a seu lado não ser admitida; um
irmão vai e o outro não; todos os “equipamentos tecnológicos” utilizados na
transposição dimensional são derivados dos ancestrais, e portanto só
funcionam a partir da detecção de frequências vibracionais específicas e
extremas (ou seja, não é possível “arredondar a nota” de ninguém para fazê-
lo passar de ano – Nota da Mensageira).

Para tentar contornar esse fato, ao menos em parte, e assim evitar o


desespero de famílias divididas – novamente – a iniciativa das colônias de
transicionamento foram sancionadas. Elas se revelaram, porém, um esforço
muito grande para um retorno muito pouco garantido. Hoje já trabalhamos
dentro da expectativa de que partir de certo prazo, se o número de
transicionandos não evoluir, deixaremos as cidades intermediárias nas mãos
dos líderes de agrupamentos escolhidos dentre vocês, devidamente
preparados para continuarem a gerir a cidade dentro das melhores
expectativas possíveis para vocês – e fecharemos as entradas para as cidades
originais.

Não podemos impor a vocês nosso modo de vida, mas não podemos
também sucumbir novamente à espera de decisões de foro íntimo que vocês
insistem em postergar.

Não haverá vida possível na 3-D de nenhuma forma conhecida no


planeta Terra – este é um fato irremediável. O máximo que vocês poderão ter
é uma sobrevida prolongada graças à estrutura das cidades intermediárias
construídas pelos Intraterrenos.

Quanto a nós, o Evento também nos atinge e em algum momento,


que pretendemos protelar tanto quanto possível. Nossa intenção é estar
atuando na Superfície e dentro das colônias de Transição, preparando o
maior número de traslados para a 4-D, para que quando as portas tiverem de
ser fechadas – e elas serão! – o quociente mais alto viável de representantes
de humanos do Planeta Terra seja levado ao seu novo estágio evolutivo: a
vida em uma próxima dimensão.

“As Cartas” que transmitimos não visam instigar o medo, mas


promover a transformação. Queremos inspirá-los a moverem-se na direção
da Sua própria salvação. Em verdade vocês não precisam de nós, pois uma
vez alcançado o índice vibratório requerido, vocês, estejam onde estiverem,
serão reposicionados dentro de sua nova realidade. Todos os esforços, tanto
nossos quanto dos Extraterrestres, provém unicamente da sua alta taxa de
inconsciência. Estamos em meio a uma multidão que não nos vê, tentando
encontrar uma forma de oferecer uma vacina anti-extinção que é
constantemente recusada – analogamente ofertamos remédios a pessoas
que não se creem doentes. Os limites daquilo que podemos fazer esbarram
no seu Livre-Arbítrio. Nem sequer podemos claramente em seu mundo nos
manifestar e precisamos que alguns de nós se infiltrem em seu sistema, se
sujeitando a todos os riscos inerentes, para então tentarem transmitir novas
mensagens dentro de sua capacidade, e também sujeitos a erros e acertos.

Poderíamos fazer muito mais se vocês nos permitissem. Se vocês se


“interessassem” os Extraterrestres receberiam, assim como nós, permissão
para nos manifestarmos de forma visível entre vós. Mas da forma como tem
sido até hoje é provável que as aparições definitivas só aconteçam por
ocasião do processo final, e então será muito tarde, as cartas já terão sido
marcadas, as apostas encerradas e a conta fechada – com amplo saldo
devedor.

Não pensem de forma alguma que se levará daqui algum tipo de


“karma” para o próximo estágio da existência. O sistema todo será resetado.
É isso que vocês não compreendem.

Por favor, permitam-me voltar a falar de amor, das coisas que podem
nos enlevar, que podemos usufruir juntos, a partir da sua próxima faixa
existencial. A próxima e última carta fala de lazer, daquilo que fazemos pelo
simples prazer de agraciar a nossa alma. São dessas coisas que gostaríamos
de falar no mais das vezes a vocês. Mas uma noção concreta dos fatos
precisava ser passada antes do término deste livro, pois ele não é escrito em
tempos de paz.
A nossa faixa existencial cruzará a de vocês, retornando por um
período breve ao status inicial, quando éramos uma só família sobre a Terra,
antes de adentrar a variante temporal. Após esse período de cruzamento, no
qual nos depararemos frente a frente com vocês, haverá uma nova
separação: a realidade estará mudando de endereço e temos nos preparado
– e tentado preparar vocês – para conseguirmos acompanhar as novas
direções escolhidas pelo planeta e que a conclusão do processo de Transição
definirá, seguindo a VIDA para onde ela se faça praticável. A diferença é que
desta vez, quando as coordenadas paralelas voltarem a se distanciar, o local
onde vocês estavam antes não mais existirá.

Estamos no meio de vocês, tentando alertar para o fato de que


nenhuma bagagem podemos levar para nossa nova casa. Nem física, nem de
ordem moral. É hora de abrir mão de velhos paradigmas, antigos conceitos,
desconfortos emocionais e todos os medos.

Só entrarão no “Reino dos Céus” aqueles que se assemelharem às


crianças: os puros (sem vício), espontâneos (conectados ao seu Eu Interior) e
livres de condicionamentos (libertos das amarras do sistema).

Nós vemos essas características em potencial, latentes em todos


vocês. Esse livro é um convite para que vocês assim se possam ver também.

Capitão Jurgen 
Carta Doze - O Conceito de Lazer na Intraterra e nas Comunidades
Extraplanetárias

Carta Doze

O Conceito de Lazer na Intraterra e nas Comunidades


Extraplanetárias

[Contém explicações sobre o conceito de orixás na visão extraterrestre]

23/04/17

Salve a todos os irmãos que trabalham de forma consciente e


inconscientemente na unificação dos povos que compõem o quadro da
Família Humana na Terra!

Para falar de lazer é preciso antes esclarecer um conceito universal, o


das tonalidades quânticas.

Do macro ao microcosmo frequências tonais são repetidas, em maior


ou menor potência, em todas as “coisas vivas”. Essas “tonalidades” divergem
em direção, profundidade, peso, velocidade, refração e, logicamente, na
qualidade dos efeitos que podem ocasionar. Existem energias que privilegiam
a estagnação, a calmaria, os processos de decantação de “nódoas
vibracionais” ou miasmas desarmônicos, as que aceleram e impulsionam à
ação, as que proporcionam um acesso vibracional abrangente que permita
uma maior compreensão sobre uma questão, e até mesmo energias que nos
impelem a buscar na fé de que tudo é possível e para tudo existe uma razão,
um caminho de solução para nossas questões. Essas frequências tonais
existem em todo o universo, ou em todos os multiversos, se assim preferir,
portanto agem em todos os planetas, estejam seus habitantes cônscios disso
ou não, pois são a parte inteligente por detrás de toda a natureza
manifestada. Para que haja vida, é preciso que alguma forma de Natureza a
esteja sustentando através do equilíbrio dos processos de retroalimentação e
autogerenciamento dos biomas necessários para que alguma(s) forma(s) de
vida possa(m) cumprir o propósito para o qual foi(ram) criada(s).

Essas energias – ou frequências tonais – não estão todas presentes em


um mesmo local, pois que da combinação entre elas pode se estabilizar,
anular ou exacerbar um princípio ativo gerado por uma, ou novamente pela
combinação, de algumas delas. Assim como os elementos químicos da Terra,
os “Elementos Espirituais” ou “Princípios Primordiais” do universo são
conhecidos por muitos nomes em muitos lugares, dimensões, épocas e
povos. Na Terra são denominados, entre outros, como anjos, fadas, devas,
divindades menores e orixás, um poder que é subscrito a uma divindade
maior, Deus, com características e capacidades distintas e cujo poder, quando
benfazejo, pode ser invocado para auxiliar os homens. A prática de acessar
essas frequências tonais está presente na Terra – e em outros planetas –
desde que as primeiras consciências desenvolvem a percepção de si e do
meio que as circunda, e assim como essas consciências vão se expandindo e
ampliando sua percepção, assim também as práticas que permitem acessar e
lidar com essas forças.

Sendo seu conhecimento um “dado concreto” pois os efeitos das


frequências tonais são mensuráveis até mesmo sob o escrutínio do mais
profundo espírito científico, quando falamos de “orixás” nos referimos a um
“fato científico”, utilizando uma denominação já conhecida por vocês, assim
como utilizaríamos o termo anjo ou deva de acordo com a percepção
cognitiva da pessoa com a qual estamos procurando manter um contato.
Compreendemos que para muitos é difícil a desvinculação de ideias religiosas
assumidas por toda uma vida, e é importante frisar que não é nosso
propósito “desconverter” a ninguém, até porque para nós todas as
manifestações de força originadas da Fonte Criadora são fragmentos do
poder do ÚNICO e, portanto, assim como toda a criação, inerentemente
“Sagrado”. A forma como lidamos com o sagrado é que diverge daquela a
que vocês estão habituados.

São sagradas para nós a cura, a perseverança da sociedade em


condições de constante avanço em sua qualidade de vida, o acesso ao
conhecimento e a oportunidade de usufruto de tudo aquilo que é
conquistado pelo esforço ou considerado dádiva da Criação. É considerado
sagrado o convívio entre si de membros de uma mesma família, unida por
laços genéticos ou estendida pelas afinidades espirituais. É extremamente
sagrado o respeito aos elos mantidos vivos de uma linhagem ancestral
através dos códigos genéticos de seus filhos e nisso está talvez a base de
toda estrutura civilizatória de nossas cidades estelares, estejam elas sediadas
na Intraterra, em Órion, em Sirius ou nas Plêiades: cada vida é uma obra de
arte, um cânone redigido pelas mãos da Criação, um tratado assinado pela
Natureza e uma oportunidade, em franco potencial ascendente, de que uma
solução para algumas de nossas questões esteja ali manifestada invocada
pela força de nossas orações.

É possível orar sem ter uma religião?

Certamente que sim. Oramos pela superação daqueles a quem


amamos, oramos – ou meditamos, se preferir – para encontrar respostas
quando nos deparamos com dificuldades de ordem individual, profissional,
familiar ou coletiva, para que a harmonia seja restabelecida ou para que o
progresso possa ocorrer de forma que as futuras gerações se orgulhem de
nós e para que nossas ações hoje não constituam um problema ou uma
ameaça para os seus descendentes quando não mais estivermos aqui.
Oramos para que decisões tomadas em linhas temporais pouco felizes
possam ser corrigidas em outras mais auspiciosas. E atualmente, sobretudo,
oramos pela integração de todos aos aspectos maiores de seu ser para que
aumentem as chances de sobrevivência dos núcleos afetivos durante os
tempos da Transição, para que famílias não tenham mais uma vez que se
verem divididas devido à distância de corações que vibram em diferentes
direções. Oramos, meditamos e trabalhamos para que todos alcancem sua
melhor chance de integração.

Os conceitos acima expostos são o pano de fundo para que vocês


compreendam as nossas formas de lazer.

Para nós o bem-estar é o estado natural a partir do qual todas as


nossas atividades devem ocorrer, entretanto, sendo a própria experiência de
existir um progressivo cenário de dificuldades a serem experienciadas e
vencidas, sabemos que estados desarmônicos haverá, e impedir que esses
estados tornem-se o padrão do ser, a base da nossa medicina de cura. O
Lazer é fundamental e obrigatório, por assim dizer, uma vez que promove o
equilíbrio das emoções e pacifica os pensamentos.
A preocupação excessiva, por exemplo, é um dos grandes males a
minar as forças de resistência das células dos corpos tanto físico/orgânico
como das estruturas íntimas mais sutis. Uma pessoa preocupada em demasia
extingue suas chances de solucionar uma questão antes mesmo de pôr-se à
ação – é um perigoso estado de “armadilha” que impede a mente de buscar
soluções ou respostas reais e plausíveis dentro de uma determinada situação.
Por conta disso, todos os dias, ao ar livre, existem atividades sendo
conduzidas às quais qualquer um pode se juntar, atividades que para vocês
pareceriam um misto de Arte com Esportes e Terapias, e a maioria delas, de
alguma forma, estará contrapondo energias opostas às que amplificariam as
de estresse e preocupação.

A música, a combinação de cores e formas, a construção de padrões,


os movimentos e as sensações que essas atividades e meios visam produzir
no indivíduo baseiam-se em promover-se a sintonização com as frequências
tonais primordiais. Sendo assim há atividades indicadas para ‘acalmar’ e
outras para ‘empolgar’ os indivíduos, dependendo de suas necessidades. A
maioria dessas atividades dá-se ao ‘ar livre’, sendo que a maior parte de
nossas cidades contém espaços abertos e não estradas ou aglomerações de
edificações, com exceção das regiões centrais.

A maioria de nós é capaz de produzir música pois conhecemos vários


instrumentos musicais, porém a forma de tocá-los diverge um pouco da sua,
pois seguimos um estilo de composição que segue a ordem dos chakras na
sequência das notas, e as músicas são tocadas não somente para expressar,
mas também para tratar um sentimento. Por exemplo: se estamos sofrendo
de luto, podemos expressar nossa dor em uma melodia, mas ao seu final o
arranjo das notas deverá nos trazer algum alívio e não ao fim de sua execução
estarmos nos sentindo ainda pior. Se estamos sem condições de alcançar
uma “resposta sonora”, uma conclusão rítmica que contrabalance as
emoções expressas em nossa melodia, algum amigo poderá tocá-la para nós
até que possamos repeti-la por nós mesmos.

Vocês tendem a procurar meios, no seu lazer, de ir cada vez mais fundo
nos sentimentos que os estão tornando infelizes, e depois muitas vezes
‘acostumam-se’ a ali ficar, prostrados e com ares de quem está sem forças
para sequer virar a cabeça e procurar outra direção para olhar. Não creiam
que nossas dores se curem depressa ou que nossos sentimentos sejam mais
rasos; nós apenas sabemos que a depressão não irá de forma alguma nos
ajudar e por isso procuramos evitar, de todas as formas, que ela se instale,
pois em nossos corpos a depressão não tarda a trazer a morte pela falência
dos nossos sistemas energéticos na incapacidade dos chakras de gerenciar
nossos meridianos. Não existem pessoas cronicamente tristes entre nós
porque elas morrem; querer viver é um imperativo biológico e sua negação
leva ao suicídio passivo.

Ao contrário da música, a Arte em sua forma mais visual é dominada


por poucos e imensas estruturas de luz, formas geométricas e cor são
montadas para que as pessoas possam se posicionar dentro delas,
experimentando sensações e vibrações que mudam conforme o ponto
ocupado dentro da instalação.

Temos o que vocês chamariam de apresentações e exposições, assim


como “brincadeiras” onde o lúdico tem lugar entre nós, em atividades que
geralmente envolvem toda a família e comunidades inteiras interagem, das
crianças aos avós, quando temos a oportunidade de perceber a
interdependência que nos sustém enquanto sociedade com espírito não
somente de gratidão, mas sobretudo de diversão.

Usufruir uns aos outros é uma dádiva, uma bênção que a colaboração
dispõe.

Cada oportunidade de experimentar a vida é muito valiosa para ser


desperdiçada com lágrimas de tristeza. Confiamos que se escolhemos passar
por determinada experiências – e fizemos essa escolha em situações mais
privilegiadas no sentido de “Entendimento”, em planos superiores da
existência – não nos determinamos a nada inferior a uma “conclusão feliz”,
uma vez que não acreditamos em finais, mas sim em finalizações dentro de
processos.

As frequências tonais manifestam-se com maior intensidade em


determinados locais, e esse conhecimento deu a vocês a noção de “sítios
sagrados”. Nós fazemos passeios e viajamos para termos as experiências
energéticas que esses locais proporcionam; para nós Santuários Naturais,
normalmente cavernas, confluências de rios, montanhas, vales e minas ativas.
O mesmo ocorre em outros planetas com variações conforme a sua geologia.

O que nos diferencia é que vocês compreendem melhor essas energias


a partir de noções arquetípicas antropomorfizando-as. Por exemplo, o que
vocês atribuiriam a características de uma divindade do Amor, nós
denominamos de “Frequência 1.7”.

Espero com a somatória de todas essas cartas ter atingido o objetivo


da proposta à qual fui incumbido por meu superior: a de traçar um panorama
o mais amplo possível, porém adaptado às condições da sua compreensão, o
que foi medido a partir dos dados a nós passados pela mente da Mensageira,
sobre os mais variados aspectos da vida na Intraterra, deixando claro que
nossa existência se estabeleceu há milhares de anos e tem procurado se
manter dentro dos padrões das sociedades que nos inspiram aqueles que são
nossos ancestrais, que através de nós ainda hoje vivem o legado de Sirius, de
Órion e das Plêiades.

Somos – em Shamballah, Telos e Posid e em outras mais que não tenho


permissão para nomear – uma comunidade interplanetária disposta em rede,
uma rede que pode se estender à Superfície, por um breve momento, para
resgatar aqueles que desejarem aceitar nosso convite para uma imigração
definitiva. Após esse período os portões de acesso à Intraterra se fecharão e
não mais poderemos aqui receber nossos irmãos. Os portões estarão abertos
para encarnados – e para os desencarnados já estão, tanto quanto nos for
possível esperar.

Em gratidão e profundo amor por todos os Irmãos da Superfície, aqui


me despeço.

Fim da Transmissão de Cartas da Intraterra

Capitão Jurgen 

Em missão para a Aliança de Povos Unidos para a Transição

Órion Sirius Plêiades


Leia também
ANEXOS

ANEXOS

Os textos a seguir foram, com exceção do último, publicados no meu


blog http://jenniferdhursaille.blogspot.com.br e na página do Facebook
“Terra Stellar”.

Eles foram todos mensagens oficiais da  Tríplice Aliança , passados


por Jurgen diretamente ou pela Equipe, objetivando atingir o maior público
de contatados possível através das Redes Sociais e da Internet.

O último texto trata-se de uma carta pessoal endereçada a Roberta


Alves, minha amiga de infância, enviada por Jurgen assinando como George
logo no início do processo de Despertamento que passamos juntos, eu, ela e
nosso amigo Leo Estelrich, que prefaciou minha primeira obra referente a
este tema, “Dentro de Uma Nave Interdimensional”, publicada em português
e em inglês pela Amazon KDP.

Este episódio nos rendeu uma ‘prova’ em um momento delicado, no


qual nós três tínhamos lembranças de vidas recorrentes em Sirius,
envolvendo não apenas a nós como a pessoas que reconhecemos como
tripulantes da nave. Era algo comum que nos sentássemos após o jantar e um
de nós começasse a relatar uma ‘lembrança’ e o outro a completasse.
Tínhamos sonhos semelhantes e complementares, e lembranças de abduções
conjuntas na mesma noite. Foi um período só não mais enlouquecedor
porque o vivemos a três, e não era possível que estivéssemos
experimentando uma loucura tão grande em trio.
Por esta época George dizia que queria ‘falar’ através de mim; não
seria exatamente uma ‘incorporação’ mas uma acoplagem energética,
possível devido a uma condição que possuíamos, a de sermos Contrapartes
Essenciais. Ele deu-me várias explicações sobre o conceito das contrapartes,
diferenciando daquilo que é normalmente entendido como almas gêmeas,
assim como me fez passar por experimentos para que eu pudesse ver e sentir
por mim mesmas certas implicações energéticas referentes às contrapartes,
explicações que posteriormente pude compreender à luz do Tantra também.

O assunto é tão polêmico quanto o da própria existência da Intraterra,


e de fato, assim como não acreditava em um, não acreditava no outro.

Tudo que li sobre almas-gêmeas não me parecia nada além de


bobagens, e eu tinha lembranças claras o suficiente de nossas interações em
diversas vidas juntos para não ter qualquer ilusão do tipo “felizes para
sempre” em minha mente. George e eu temos grandes afinidades,
especialmente para trabalho conjunto, mas também vivemos muitos
conflitos de personalidade e de prioridades. Apesar de identificá-lo como
alguém que minha alma ama profundamente, eu sabia que nossa interação
não era exatamente um mar de rosas... Então qualquer história de almas-
gêmeas seria descartada sumariamente. Porém não foi disso que ele me
falou, mas sim de opostos complementares, e aí as coisas de fato começaram
a fazer sentido. Pelo menos para mim.

Era difícil explicar muitas das aulas e conceitos que eu vivenciava


madrugadas afora com George, no meu quarto acordada à noite com ele
explanando sobre diversos assuntos, projetada astralmente dentro da nave e
na Intraterra vendo e sentindo na pele as explicações. Uma noite, segundo
Roberta me contou posteriormente, ela pediu uma prova da existência real
de George, e que ele explicasse direito esse negócio de contrapartes, pois ela
estava confusa, aparentemente pela forma como expliquei. Ela disse que o
ouvia responder telepaticamente, mas não queria depender de si mesma
para validar as respostas, então pediu uma prova cabal.

Eu nada sabia sobre essa conversa, mas na manhã seguinte, ao voltar


do trabalho George começou a conversar comigo como se fosse por via
rádio, um celular invisível, desde o ponto de ônibus até chegar em casa, duas
horas de trajeto falando que queria que eu escrevesse uma carta para a
Roberta em nome dele e que isto tinha de ser feito naquele dia sem falta. Eu
estava super corrida e não tinha a menor ideia do porque da pressa, então ele
disse que eu podia escolher escrever a carta ou ‘incorporá-lo’ à noite para
falar com a Roberta pessoalmente. Preferi a primeira alternativa.

Após ele ditar a carta – a qual eu sentia as mãos dele pressionando


meus dedos sobre o teclado – enviei à minha amiga, que só após lê-la me
contou sobre sua ‘discussão mental’ com George na noite anterior.

Para repassar os conceitos de contrapartes publicamente, acabei por


dividir o assunto principal em trechos e os publiquei no blog e na minha
página do Facebook, excluindo os aspectos pessoais da carta, porém para a
finalização dos anexos deste livro, George, ou Jurgen, me pediu que
publicasse a carta na íntegra como ele a ditou para minha amiga Roberta,
portanto, esse é um anexo inédito, não no conteúdo exatamente, mas no
formato original dentro do qual esse assunto foi de fato passado.

Jennifer Dhursaille
CONTATADOS – ENTRE O DESLUMBRE AO MEDO

CONTATADOS – ENTRE O DESLUMBRE AO MEDO

Publicado originalmente em 17 de março de 2017.

Aqui vai uma breve receita autodiagnostica para aqueles que acreditam ter
contato com seres das estrelas ou serem eles próprios de origem extraterrestre.

Essa receita consiste em 5 perguntas que você ou a pessoa que você conhece e
está sofrendo da “Síndrome do Contatado” precisa seguir como régua de parâmetro
para avaliar em que ponto do contato se encontra, pois SER e RECONHECER-SE
contatado, abduzido, híbrido ou simplesmente uma semente estelar é um PROCESSO e
nele, infelizmente muitos se perdem no meio do caminho.

Ainda que a ciência convencional não tenha condições de ‘validar’ ou não o


contato com seres de outro plano de consciência, a psicologia e a psiquiatria, por mais
precárias que as reconhecemos como disciplinas muito novas na face do globo e
portanto incompletas, ainda assim facilmente diagnosticam sintomas evidentes de
doença ou perturbação mental em quase todos os contatados. Livros foram escritos
para se abordar o impacto que o cérebro e as emoções humanas sofrem ao se
depararem com uma outra realidade, normalmente não aceita pelos que circundam, e
que desconstrói a visão de mundo daqueles que a contemplam.

Natural é que se passe por fases emocionalmente turbulentas, porém, as FASES


devem ser superadas em algum momento, ou o contatado acabará por perder uma
preciosa oportunidade de transformar-se, a partir desta nova visão do mundo, a si
mesmo e de ajudar aqueles que precisam despertar.

São clássicos dentro da literatura ufológica os casos de pessoas que tiveram um


contato real em algum ponto de sua vida e depois disso desconectam-se da realidade e
começaram a fantasiar informações que nunca receberam, a se apropriarem de
histórias relatadas por outros contatados como se fossem suas, e o pior, a se isolarem
e passarem a sofrer do “vitimismo do astronauta - ou do ET - perdido”.
De todos os males esse é o pior, pois aniquila qualquer possibilidade de que o
contato inicial progrida e venha a se transformar naquilo para o qual existe:

Ser uma Via Expansora da Consciência Humana.

Pergunte e responda a si mesmo:

- No fundo tenho medo de me aprofundar nesses assuntos?

- Acredito que somente os meus iguais me entenderão?

- Na Transição Planetária os bons serão recompensados e os maus punidos?

- Tudo o que mais quero é voltar para ‘casa’?

-Eu sei que escolhi estar aqui e aceito essa escolha em Amor e Alegria?

Nós sabemos o que a maioria de vocês que nos leem responderá, e


aguardamos ansiosamente que suas respostas mudem, pois só então vocês estarão
prontos para trabalhar conosco lado a lado. De fato somente a quinta pergunta deverá
receber um SIM como resposta.

Atente, por favor, aos pontos abaixo, e que essa régua te ajude a localizar o
‘seu ponto atual’ para que você veja o que pode fazer para te levar até o Ponto de
Chegada, que é aonde realmente você vai realmente começar a fazer algo de útil com
a sua experiência, pois tudo é uma questão de dominar algo fundamental para
qualquer contatado: a sua própria frequência vibracional.

FASE 1 – PÂNICO, MEDO DE DORMIR, DESEJO DE QUE AS ABDUÇÕES PAREM,


sentimento de violação, não querer falar sobre o assunto

• O ser humano é um ser dual energético-material. A energia no campo da


matéria densa, que é onde vivemos, tem uma de suas principais
características adormecidas, que é a inteligência. Em planos sutis – como
qualquer pessoa que já experimentou projeções astrais ou desdobramentos
de consciência sabe – a sua energia “te informa” tudo o que está
acontecendo ao redor, mesmo que você não veja ou não ouça nada, você
“sente” se aquilo que está experimentando é bom ou ruim. Com o tempo
até mesmo um pacote de dados sobre o passado ou o futuro daquela
experiência é possível acessar. Contudo esta função estando inoperante na
matéria – ao menos de forma consciente – soma-se ao medo natural
instintivo que toda criatura biológica sente ao ser privada ou tolhida de sua
liberdade e passa por experiências não compreendidas ou invasivas.

Nessa fase cabe a Busca por Informações, o Estudo do Fenômeno e a Superação


de um Trauma Irracional em prol do Entendimento daquilo pelo qual está se passando.

FASE 2 – A BUSCA DO NICHO

• Há muitas abordagens sobre Ufologia neste momento e irremediavelmente


a pessoa se atrairá por aquela que maior conforto lhe traga para ajudar a
enfrentar esse momento de descoberta. Infelizmente muitas vezes a visão
escolhida não é a que mais gostaríamos que vocês seguissem. Há muito
‘Medo’ mas também muitas ‘Ilusões’ permeando a essência desses
materiais que estão disponibilizados, e em qualquer dos casos essas
abordagens mais nos afastam do que nos aproximam de vocês. Temer o
contato é tão prejudicial para as sementes quanto elas acreditarem que
somos seres ‘mágicos’.

• Nesta Fase ocorre também o “recrutamento de mais um” para os clãs que
se formaram entre os grupos que se consideram detentores da verdade. O
contatado que procura informações é direta ou subliminarmente induzido a
fazer parte dos clãs sob pena de ‘correr riscos’ ao se envolver com outras
abordagens e vertentes interpretativas do fenômeno. É a mente humana
reproduzindo o velho esquema de MOCINHOS X BANDIDOS e procurando
arregimentar membros para fortalecer o grupo que acredita ser “O
MELHOR”.

Gostaríamos que houvesse um maior foco em ajudar os que chegam a se


encontrarem do que em fortalecer os egos e as trincheiras imaginárias dos que se
puseram em posição de líderes. Não elegemos nenhum líder entre os contatados e
gostaríamos que vocês se conscientizassem que não é uma guerra e sim uma união de
forças o que estamos procurando estabelecer entre vocês

Sabemos que o cenário tende a continuar dessa forma, então dizemos às


nossas sementes que agora despertam: ouçam todos, mas sigam o seu coração.

Ainda que não se lembre dela neste momento, você já pertence a uma Família
de Luz que atua dentro e fora da matéria e está ligada a uma ou mais Linhagens
Extraterrestres.
Você não precisa decidir a qual se filiar, apenas ‘reconhecê-la’ quando estiver
pronto.

FASE 3 – DEMONIZAÇÃO E PARTIDARISMO ENTRE LINHAGENS

Faremos deste um tópico curto:

• Se a Fonte criou as tartarugas e as borboletas, espera-se que todos sejam


capazes de admirar a força, a inspiração e as lições que o clã das Tartarugas
e o clã das Borboletas tem a oferecer.

Ainda que tenha havido uma perturbação na harmonia entre o convívio de


espécies distintas, não se deve demonizar ou enaltecer nenhuma, pois todas vieram de
um mesmo Poder.

FASE 4 – QUERO IR EMBORA PARA CASA!

É logo antes da fase em que vocês se tornariam de suprema ajuda pra nós que
a maioria se paralisa.

• Lastimamos que tanto trabalho da nossa parte e também da de vocês – pois


foram todos voluntários e pagaram um alto preço para isso, sobretudo em
termos energéticos – seja perdido enquanto vocês se dedicam a lamentar o
que acreditam ter perdido e colocam toda sua energia em projetar cenários
mentais de retorno ao lar que imaginam ser sua verdadeira morada,
esquecendo-se dos princípios básicos de Fraternidade Cósmica e Cidadania
Interplanetária.

Meus irmãos, muitas vezes vocês estão tão fora da realidade que achamos
melhor não chocá-los com alguns fatos que poderiam mudar radicalmente a
percepção de vocês. Temos extremo cuidado com sua psique e o processo de
Despertamento exige que assim seja, porém propomos aqui, sem incorrer em
‘acidentes diplomáticos’ um exercício imaginativo para ajudá-los a mudar sua
perspectiva sobre o que significa ESTAR AQUI.
• Vocês pediram por esta oportunidade, seja de uma forma ou de outra.
Embora alguns não tivessem muita escolha, ainda assim foi com apreço que
receberam a oportunidade de imersão de parte da sua consciência em um
corpo de 3D. Sejam gratos, pois a gratidão abre muitas portas e elas
podem trazer revelações importantes que vocês nunca alcançariam
enquanto negarem ou amaldiçoarem o estar aqui.

• Muitas das poderosas linhagens ancestrais que para cá enviaram os seus


estão comprometidas em conquistar uma espécie de ‘direito de
participação’ na Nova Terra como membros fundadores. Estudem
Astronomia e verão que muitas das Estrelas que vocês sabem ser sua
origem há muito passaram por transformações drásticas, planetas deixaram
de existir ou tornaram-se inóspitos à vida. Há estrelas que somente sua
memória e seu brilho há para nos inspirar. A realidade do momento
presente é a chave para continuar o progresso de algumas civilizações que
ou se expandiram demais ou não possuem mais um lar para chamar de seu.

Então, antes de desejar tão intensamente voltar para casa, procure ter
garantias de que você realmente tenha um para onde voltar caso as coisas não sejam
bem como você imaginou.

A Transição Planetária é vista por todas as linhagens como uma excelente


oportunidade, se não para mais nada, para o aprimoramento da maestria do ser
durante uma rara fase energética. Por favor, releiam essa frase, pois membros de
todas as Linhagens disputaram uma chance para usufruir desse momento único.

Honre sua linhagem; honre estar aqui, pois a você foi confiado que entre
muitos, você seria mais capaz.

FASE 5 – RECONHECIMENTO E ESTABILIZAÇÃO

Somente quando o contatado “COMPREENDE” porque veio e o que está


fazendo aqui ocorre a Integração da sua personalidade cósmica e o Despertamento
pode ser considerado concluído.

Esta fase envolve uma reequiparação energética e dará início à sua missão
propriamente dita, que às vezes será anônima e sem maiores repercussões, como
tantos de vocês que vieram e hoje estão comprometidos em harmonizar a Natureza e
os 5 Reinos de sustentação à Vida: elemental-etérico, mineral, vegetal, animal e
hominal.

Somente aqui cessa a Saudade de Casa, pois reconectados ao seu Eu Matriz


vocês conseguem viver multidimensionalmente e interagir conosco sem os entraves de
alternância vibracionais.

Não é a visita ou o avistamento de uma nave que irá cessar essa saudade, mas
a sua aceitação, compreensão e determinação em viver um processo que foi acordado
antes do seu nascimento entre todos nós.

Nós também sentimos saudades. Muito mais do que vocês saberão, pois vocês se
‘esqueceram’, ao menos por um tempo, mas nós não. Aguardamos ansiosos pela fresta
que se abre nas suas consciências e nos permitem novamente interagirmos como
Família.

Pedimos então: não atrase esse processo mais do que necessário. Não se
percam nas fases anteriores.

Nós estamos aqui, no ponto de resolução e reconexão esperando por vocês.

George e Joreen Len para a Tríplice Aliança

* Orion * Sirius * Plêiades *


A RESPEITO DO CONCEITO DE DESPERTAMENTO

A RESPEITO DO CONCEITO DE DESPERTAMENTO

O texto a seguir é parte do livro “DENTRO DE UMA NAVE INTERDIMENSIONAL” de autoria de


Jennifer Dhursaille, publicado em língua portuguesa e inglesa pela AMAZON KDP e sua reprodução total ou
parcial é vedada nos termos da lei sem os devidos créditos, em qualquer meio, mídia, veículo de
comunicação ou rede social. Copyright 2016

https://www.amazon.com.br/Dentro-Nave-Interdimensional-Jennifer-Dhursaille-ebook/dp/B01M0VZLEM

Você com certeza já ouviu muito falar em “Despertamento”, pois este é um


termo comum no meio espiritualista, porém neste exato momento ocorre um
fenômeno coletivo orquestrado por forças ainda desconhecidas da maior parte da
humanidade e que são denominados por muitos como Extraterrestres,
Intraterrenos, Seres de Luz e até mesmo Guias Espirituais que atuam em centros
espiritualistas, tais como o Caboclo Pena Branca, a Vó Maria, Mestres do Oriente e
muitos espíritos, principalmente de índios norte-americanos, que atuam junto aos
rituais de Xamanismo. Este fenômeno é o Despertamento Real.

Uma energia que nunca antes esteve disponível neste planeta agora chega
finalmente, para despertar consciências há muito adormecidas e escravizadas,
privadas de suas próprias forças inatas e recursos internos muitas vezes milenares,
e esses seres todos acima citados estão promovendo um upgrade na Humanidade
como um todo, porém existem as ‘pontas de lança’, aqueles que despertam
primeiro, e que têm como missão auxiliar a despertar os outros.

Se você se encontra nessa posição, com certeza está vivendo um momento


de grande questionamento, onde muito do que você sempre acreditava ou a
maneira como sempre viveu simplesmente parecem não fazer mais sentido.
Lembranças de traumas passados e recusa interna em continuar a viver sob o jugo
de padrões externos e internos, e um desejo intenso de se libertar de amarras
emocionais desta e de outras vidas é um sintoma comum e recorrente, que
inclusive ocorre em ondas, uma situação vem à tona, é limpa e outra chega para
ser trabalhada logo em seguida.

Muitos estão se sentindo assim nesse exato momento. É possível que você
tenha tido sonhos que não pode explicar, com cenários desconhecidos e pessoas
que são estranhas, porém ao mesmo tempo familiares, você sabe que as conhece,
embora não se lembre de onde.

Este texto é para dizer que sua FAMILIA REAL está aqui, e este é o seu
momento de Despertar.

Se você estiver passando por isso, não isole. Saiba que você não está louco
nem está só. Procure auxilio numa Roda de Cura Xamânica, onde os seres que lhe
protegem e acompanham seu processo poderão atuar junto a você, fazendo
inclusive ajustes energéticos que lhe possibilitem sustentar essa mudança. Medite.
Faça uma atividade física, nem que for uma caminhada, de preferência em meio à
Natureza, e procure uma alimentação nutritiva. Sua vibração está se elevando e
seu cérebro está sendo super estimulado para conseguir gerir as informações que
serão passadas e as lembranças que serão ativadas na sua memória física. Respeite
esse seu delicado momento se cuidando e se abrindo para receber o imenso amor
cósmico que é enviado pela sua família até você através das dimensões.

Compreenda o que é o Real Despertamento no texto abaixo.

Jennifer Dhursaille para a Tríplice Aliança

Após 4 décadas de episódios desconexos, finalmente o quebra-


cabeças referente às minhas abduções e em que parte do projeto eu me
encaixo junto a esses seres ficou claro. A maior parte das respostas, porém
– que não poderiam deixar de ser multidimensionais – não é relevante no
contexto desta obra, voltada exclusivamente para descrever a nave,
conforme me foi determinado por eles mesmos. Entretanto me vi forçada a
oferecer contextualizações, e sendo assim, citei por diversas vezes o termo
“Despertamento”, e cabe, portanto, agora explicá-lo devidamente:

Quando me refiro a “Despertamento” não estou em absoluto me


referindo ao que as pessoas normalmente entendem por esse termo:
“passar a ter uma consciência espiritual”, “vir a acreditar em filosofias de
cunho espiritualistas, em conceitos como reencarnação, sobrevivência do
espírito à morte, etc” ou “tornar-se uma pessoa menos materialistas e mais
cônscia do seu papel neste mundo”, embora todas essas coisas obviamente
façam parte da ótica de vida de uma pessoa DESPERTA.

O “DESPERTAMENTO” como me refiro aqui se trata de um processo


conduzido por seres de outros planos de existência. Embora eles
frequentemente possam se valer, como gatilho inicial, de recursos deste
nosso plano, tais como Yoga, Práticas Meditativas, Reiki, Cerimônias
Xamânicas, uso de Ervas de Poder e terapias holísticas das mais variadas
formas, sem a participação ativa desses seres dos quais falo do ‘lado de lá
do véu’ tais recursos seriam totalmente inócuos para o Despertamento no
sentido aqui descrito.

O Despertamento visa capacitar uma pessoa atualmente inserida


neste plano de existência – que chamaremos apenas como medida prática,
e não como um fato científico, de 3-D ou Terceira Dimensão – a recuperar
sua Identidade de Alma, ou Eu Matriz, e toda sua história evolutiva a fim de
que ela compreenda o que esta experiência particular neste Tempo-Espaço
significa, empoderando-o para concluir aqui processos muitas vezes
iniciados milenarmente até mesmo em outros planos de existências ou
outras galáxias.

Um exemplo de Despertamento:

Maria Vaz, portuguesa, entra para um grupo de yoga e passa a


meditar com regularidade. Começa a experimentar sensações que
ultrapassam as descritas como típicas dessas práticas e seus instrutores não
têm respostas muito exatas para lhe explicar as coisas que ela tem passado
a sonhar, se lembrar ou das visões em que ‘mestres de outras dimensões’
vem ensinar-lhe enquanto ela medita.
Então ela passa a lembrar-se de quando – em espírito junto a seus
mentores que a ajudavam a planejar esta vida atual – decidiu que para este
mundo viria para fazer tais e tais coisas com tais e tais objetivos, com os
quais contaria com a ajuda dos amigos e familiares, fulano e beltrano, com
quem já tivera outras experiências de vidas conjuntamente. Maria Vaz
lembra-se dos fatos principais de suas outras vidas como Mary Smith, Marie
Leon, Marrie Frederikssen e Maire O’Duggain, recorda-se de quem eram
seus familiares nestas existências passadas – ou paralelas – e pode inclusive
lembrar-se de ter sido um ser com outra aparência em outro sistema solar.

O mais importante: Maria agora entende que sua alma tem uma
jornada LÒGICA, tentando alcançar maestria em algum objetivo, e pode
agora, durante esta nova fase planetária, INTEGRAR-SE, vivendo AQUI E
AGORA, CIENTE de quem realmente é, do ser que interpretou – e ainda
interpreta - em diversas ocasiões os papéis de Maria, Mary, Marie, Marrie e
Maire aprendendo e buscando ampliar suas experiências nessas
oportunidades, mas que TRANSCENDE quaisquer dessas identidades, pois
elas são limitadas, e o Eu Matriz é quem controla todas essas experiências,
que são muitas vezes simultâneas.

Embora nem todos se lembrem de todas as suas vidas pregressas –


ou paralelas – o sinal distinto do Despertamento é a comunicação com o Eu
Matriz, um Eu Maior que é detentor da soma das experiências adquiridas
pelas diversas identidades fragmentadas e que se revelará à consciência
imersa na 3-D a fim de com ela integrar-se.

Esse processo envolve abduções, a maioria dos Despertados foi um


contatado e abduzido em algum momento de sua vida, esteja ciente disso
ou não, e muitos têm protocolos de Despertamento diferenciados: alguns
despertarão em taxas de 18%, 25%, 37%, 42%... As taxas de
despertamento poderão variar porque a atual experiência de vida deve ser
preservada, a integração visa prover os meios necessários pra isso e não
causar perturbações desnecessárias para aqueles que não necessitam
passar por um choque muito intenso de Despertamento.

O índice de Despertamento foi acertado antes da imersão neste


corpo físico, de acordo com os planos previstos para cada experiência
individual, pois como não é difícil perceber, embora o resultado final
esperado seja uma experiência de vida muito mais proveitosa e satisfatória,
que permita aos indivíduos usufruírem do êxtase que este momento no
espaço-tempo específico proporciona, vivenciando-o com propósito e
alegria, esse processo PODE SIM DEIXAR UM INDIVIDUO
TRANSTORNADO, perturbado emocionalmente e mentalmente, se mal
conduzido ou feito em hora errada; portanto os seres que conduzem esse
processo têm grande cuidado e zelo para com os despertandos, a fim de
que seus estágios sejam cumpridos nos momentos mais oportunos possíveis
em conformidade com suas missões individuais.

Os motivos pelos quais o Despertamento do número máximo de


seres possíveis importa para o planeta neste instante e para a humanidade
coletivamente dão-se nas mais diversas utilidades de quebra do sistema
ilusório vigente, a fim de que as correntes de aprisionamento da
consciência e a escravidão do sistema – sejam elas no sentido de crenças
equivocadas, de estruturas sociais e financeiras obsoletas e impeditivas à
manifestação das criaturas humanas de forma plena, saudável e construtiva
e, portanto consideradas involutivas para a raça humana – possam ser
desconstruídas de dentro para fora, auxiliando a ancorar novos paradigmas
de luz e saber para a Humanidade no momento atual e no Pós-Transição.

Sem querer me alongar nessas questões aqui, pois elas desdobram-


se infinitamente, o planeta Terra desviou-se do seu plano original em
algum momento, e os seres que cuidam da evolução dos mundos têm um
plano para colocar “a casa em ordem” nos tempos atuais. Todas essas
abduções fazem parte de um extensivo projeto em andamento que inclui a
imersão – que a maioria chamaria de encarnação, o nascimento em um
corpo de 3ª dimensão – de indivíduos originários de outras pátrias
estelares, a fim de que eles funcionem junto a essa Força Tarefa Cósmica
como contrapartes densas, antenas vivas que auxiliam a mudar os
paradigmas vibratórios da Terra.
A DIFÍCIL ARTE DE SER UM CONTATADO

A DIFÍCIL ARTE DE SER UM CONTATADO

Publicado originalmente em 21 de fevereiro de 2017.

Peço licença aos leitores do blog para ir direto ao ponto neste artigo,
sem me alongar nas questões referentes a "provas" que alguns ainda
buscam com referência a possibilidade de vida extraterrestre. Para estes a
Ufologia está aí com centenas de livros, vídeos, teses, teorias, seminários e
congressos.

Desculpem-me vocês que ainda estão nessa fase, mas com todo o
respeito, escrevo para aqueles que já têm ou nasceram com a certeza não
apenas dessa existência, mas da possibilidade - e mais ainda - da urgência e
da necessidade desse contato!

Escrevo para aqueles que desde criança sentiam-se estrangeiros. Que


achavam o mundo o local inóspito e seus habitantes seres de atitudes
ilógicas.

Escrevo para aqueles que olhavam para o céu com saudades de algo
e confessavam às estrelas o seu cansaço em estar aqui.

É provável que você tenha buscado conforto e respostas em religiões,


sobretudo as de cunho espiritualistas e de visões mais universalistas.

É altamente provável também que você não tenha ficado satisfeito


com as respostas encontradas ali, mas ficou, porque pela primeira vez se
sentiu conectado a um grupo onde pelo menos alguns dos membros lhe
pareciam pessoas afins.

Você provavelmente tem dúvidas sobre coisas que a maioria - e


principalmente a sua família cristã tradicional - consideraria heresia sequer
questionar, e você se culpe por duvidar, embora não queria ser
desrespeitoso com as questões da fé.

Então é bastante provável também que você tenha aprendido a se


calar e a não dizer tudo o que pensa, para não ser ainda mais pária do que já
tudo aqui o faz se sentir.

Você com certeza experimentou episódios de paranormalidade na


sua vida, fatos inusitados, talvez sonhos, e também com certeza já notou
que sua percepção das coisas e das pessoas ao seu redor difere da imensa
maioria das pessoas do seu convívio familiar, escolar ou no trabalho, mas
você aprendeu a guardar essas impressões e informações para si, porque
afinal de contas, não ia ter como explicar como sabia as coisas que sabia.

Você talvez seja o que chamam de 'nerd', alguém que encontra em


obras tidas como de ficção um entendimento da realidade mais próximo da
sua mente; no fundo você sabe que esses livros, filmes e séries não são tão
ficcionais nem tão fantasiosos assim...

Você deixa o mundo julgá-lo e rotulá-lo porque isso não lhe importa
mais, você sabe que por aqui é assim: status e aprovação grupal valem mais
do que a verdade e do manifestar sua própria essência.

Você não se sente sempre apto a jogar pelas regras daqui, e às vezes
decide sair do jogo, porque parece tudo apenas uma sucessão de
cumprimento de etapas sem fim, mas você não consegue discernir um
objetivo válido para tanto esforço, então parece que tudo fica um pouco
nublado: desde a escolha da faculdade, de uma profissão até mesmo o
porquê de vir a formar uma família, e isso então afeta suas relações
pessoais: você gosta - ou quer vir a gostar - muito de alguém, mas teme que
isso, namorar, noivar, casar, ter filhos... simplesmente não seja para você...

Você vive num mundo que parece não ter lugar para você, e por
vezes você pode até ter tentado se anestesiar dessa sensação, seja através de
drogas ou da alienação nos seus livros, discos e games favoritos.

Sim, eu sei como é quando nada faz sentido.

Alguns dizem que você pode ter depressão, mas no fundo você sabe
que não pode explicar aos doentes que eles talvez estejam pior do que você.

***
Contatado, abduzido, híbrido ou semente estelar, seja qual for o seu
caso, esta é uma mensagem da sua família real, daqueles que entendem
como você se sente e querem que você saiba que estar aqui não é uma
punição, e sim uma oportunidade de auto expressão.

Este mundo precisa de muitos remédios para voltar a ser um lugar


hábil para a vida humana prosperar e você está aqui simplesmente porque
dentro de você existe uma essência preciosa, que emite uma frequência e
que neste momento da história do planeta está se juntando a outras
frequências para que uma mudança de paradigmas ocorra.

Não tenha medo. Você não está só.

Siga os sinais. Nós lhes enviamos mensagens o tempo todo, se você


conseguir silenciar sua mente, e os ruídos das sentenças de todos ao seu
redor, você conseguirá nos escutar.

Você conseguirá SE escutar.

Seu caminho está marcado no seu DNA físico e espiritual, numa


junção de talentos hereditários da sua família biológica aliados a sua
herança estelar, numa conjunção de forças que possibilitem a você realizar-
se neste tempo-espaço enquanto auxilia toda uma coletividade a se
expandir.

Exulte, permita-se o êxtase de estar vivo experimentando este


momento único.

Sabemos que as coisas podem ser muito confusas para vocês, mas
nós enviamos mais ajuda do que seria preciso, os cercamos de dispositivos
de proteção e reorientação, e gostaríamos que vocês soubessem que eles
estão disponíveis e os USASSEM.

Procurem os grupos que estão procurando as mesmas respostas que


vocês.

Deixem-se guiar mais pelo coração e menos pela sua mente, que está
poluída por conceitos que não são seus.

Nas disfunções e anomalias que experimentarem no corpo físico,


procurem alternativas mais saudáveis e menos invasivas para o reequilíbrio
natural do seu organismo. Tenha em mente que os medicamentos mais
difundidos no seu planeta entrarão em choque com sua frequência
energética desarmonizando-o ainda mais.

Sobretudo, NÃO SE ISOLE. Sabemos que vocês estão sob condições


de pressão extrema, mas ao se unirem uns aos outros, a força de todos se
redobrará, e até mesmo nosso auxílio poderá ser mais efetivo.

Não lhes pedimos que vocês tenham esperança, porque VOCÊS SÃO
A NOSSA ESPERANÇA.

Vivam apenas. PLENAMENTE. E sua missão estará sendo muito


bem encaminhada no seu reencontro conosco, os vossos Ancestrais.

Uma mensagem da Tríplice Aliança por Jennifer Dhursaille


SOBRE AS CONTRAPARTES

SOBRE AS CONTRAPARTES

23/04/2015

SALVE NOSSO PAI OGUM*!

Melhor princípio para esta comunicação não há, uma vez que nosso
ancestral comum é também o guardião dos portais que asseguram o
cumprimento de nossa missão – NOSSA – do nosso grupo familiar.

Querida amiga e irmã, não poderia dizer que sinto saudades, uma
vez que sempre tenho olhado por ti também, como membro participante e
ativo de nossa missão num âmbito maior, mas sinto falta dos mesmos
elementos que poucos sabem avaliar, tanto quanto particularmente eu e
tu - o quanto nos fazem falta: o contato físico, o dia-dia, o estar junto no a
toda hora, a todo momento, com ou sem razão ou propósito, e sim,
somente para honrar um sentimento verdadeiro. Porque isto só conhece
quem teve que se ausentar, por querer ou não, muitas vezes no mais
inusitado e inapropriado momento, para servir àquilo para o que fomos
criados, ocasionando debates e transtornos para com aqueles em nosso
redor, mas muito pior: às expensas do nosso próprio equilíbrio.

Temos em comum, por herança de linhagem ancestral, o dom da


cura, ferramenta esta muito mais abrangente e de maior amplitude do que
o que é conhecido na Terra. Como bem sabes, não há cura sem ação nos
diversos corpos e múltiplos níveis que correspondem às discrepâncias,
disparidades e disfunções que afligem os sistemas, que levam o nome
genérico de ‘enfermidades’. Sendo Gaia, no conceito que tens
familiaridade, um ser vivo acometido de diversificadas distonias, sua
“cura” necessita intervenções em diversos corpos ou veículos de
manifestação. No ser humano, denominamos corpos espirituais ou sutis;
num planeta, chamamos esses ‘orgãos’ equivalentes de ‘dimensões’ ou
níveis conscienciais.

Chakras, meridianos de energia, intencionalidade do ser (todos


atuantes no planeta querem algo, mas o que de fato esse planeta quer???),
técnicas efetivas e efeitos somáticos. Tudo exatamente igual. O macro
correspondendo no micro. E sendo assim, qual cura pode efetivar-se sem
ser através do Amor? Todo ser vivo responde ao Amor – seja de forma
positiva ou até mesmo na aparentemente negativa; nada fica refratário à
sua energia. Dos comandos do Senhor dos Mundos, esse é o mais
poderoso – a arma que é infalível quando tudo mais falhou. Os guerreiros
que cumprem este mandato, de serem guardiões desse Mistério de Deus,
são com frequência os últimos a serem chamados para a luta, quando
todos os demais destacamentos mostraram-se ineficientes para debelar
aquilo que não chamamos de “Mal”, mas preferimos denominar como ‘os
males da não-consciência’.

O tema pelo qual tua mente se contorce, no que concerne a


existência de duplas polarizadas, pertence a este mistério divino.
Compartilho contigo o que sei, que é muito pouco, sobre o assunto, na
tentativa de que possas com tuas brilhantes deduções, avançar ainda em
maior entendimento.

Ocorre que este assunto é também de parco conhecimento ainda no


que vocês denominam 4-D. Pelos estudos e pesquisas aqui conduzidos
sobre o tema, por diferentes setores e linhagens, é um fenômeno que
principia dar-se em maior escala – uma escala suficientemente relevante
e que permita mensurações que determinam estatísticas e conclusões
definitivas – a partir da 5-D. Não chegam a 8% os casos conhecidos na 4-
D. Na 3-D não perfazem decimais. Esta própria realidade já é considerada
indicativo de que a espiritualização/sutilização das consciências dos
indivíduos é necessária para que a fatoração dos valores ocorra. Em
outras palavras, abaixo da 5-D é muito difícil que ocorra o
reconhecimento das partes, logo, muito menos ainda possível que a
dinâmica esperada entre elas se cumpra, o que inutiliza o propósito
primordial da re-união dos pares.

O termo almas-gêmeas de fato não se aplica, uma vez que


estaríamos obrigatoriamente, por uma questão de semântica, nos
referindo a duas criaturas criadas identicamente no universo. E tal
sabemos que não ocorre e que isto, inclusive, contraria a Lei de Harmonia
Divina. Metades da Laranja também implica em um todo que teria se
dividido e restado então duas partes dotadas de idênticos componentes, o
que também não é o caso.

Em ambas as expressões percebemos a ânsia da imaturidade


humana por um encontro impossível: a versão idealmente perfeita de si
mesmo em outra pessoa. Esses conceitos trariam melhor benefício à
espécie humana da Terra uma vez que fossem abolidos, pois mascaram
inaptidão para conviver com o outro (o diferente) e desfocam a busca de
algo que só pode ser encontrado no interior de cada ser, para um ilusório
tesouro exterior inexistente. Para ambos os transtornos – pois podem
classificar-se como ‘doenças emocionais’ - somente o recurso da
psicologia profunda e do comprometimento com o autoconhecimento,
além obviamente da vivenciação do serviço ao próximo (Doação do EU-
missão individual de todos), fatores essenciais para a semeadura de base
de qualquer tipo de relacionamento saudável.

O que se observa abaixo da 5-D, em algumas linhagens (termo


adotado pela Confederação em vez de ‘raça’), mas não em todas, e
predominantemente na linhagem Adâmica, é a ocorrência de dois
indivíduos que representam a mesma fatoração, porém apresentam
polaridades distintas, o que faz delas pessoas bastante diferentes, que
agirão de formas totalmente distintas, reagirão emocionalmente muitas
vezes de forma oposta, porém detém características de aptidão, valores e
principalmente missão (Um Mesmo Destino) idênticos. Exatamente como
no conceito de Yin/Yang essas partes só reintegram-se porque contêm
dentro de si mesmas parte da essência do outro, que se manifesta na sua
ANIMA/ANIMUS.

Esse é o mistério, ou como alguns denominam, a ‘comprovação da


verdade’, é assim que alguns povos reconhecem e validam casos de pares
predestinados - através de determinados rituais similares aos xamânicos
isto foi referendado, e culturas de linhagens diferentes chegaram a essa
mesma conclusão. Por essa lógica, e também porque na espécie adâmica
nunca se observou qualquer evento que descontruísse esta conclusão, é
crença generalizada de que só há uma pessoa predestinada para cada ser.
A divisão múltipla da ânima ou ânimus nunca foi vista na espécie
humana.

Seja como for, é totalmente inútil buscar por essa pessoa – a


contraparte essencial - fazer rituais para encontrá-la ou imaginar que caso
isso ocorresse seria garantia de felicidade extrema. Entretanto é possível
sim, acessá-la, onde estiver, especialmente se ambos estiverem na mesma
faixa existencial; contudo, muito provavelmente, num encontro
hipotético, ainda que estivessem ambos dentro de um mesmo local, a
probabilidade maior é de que nenhum dos dois se reconheceria; muito
possivelmente poderiam interessar-se por outras pessoas presentes no
mesmo ambiente. Um encontro de fato na 3D está regido pela Roda de
Samsara, e na 4-D pelos Senhores do Dharma. Não é possível forjar esse
encontro pela nossa vontade.

Não há sinos, não há amor à primeira vista, não há luzes no céu ou


fogos de artifício. Especialmente nas primeiras intercorrências conjuntas
– primeiras experiências existenciais juntos.

Há um estranhamento. Não encontro melhor palavra para definir.


Algo muito próximo de um incômodo, que com o passar do tempo, só
passa na presença da sua contraparte. É nessa fase que você começa a se
questionar o por quê.

Sabe-se que após um certo número dessas experiências existências


conjuntas recorrentes, a identificação é mais rápida, devida a viciação dos
veículos de retroalimentação (chakras, duplos etéricos, etc, assim como
na velocidade dos giros e do circuito dos meridianos e nadis) que
identificam a fonte da qual anteriormente se alimentavam muito
prontamente. Por conta disto algumas culturas primitivas representam os
pares divinos numa espécie de canibalismo tântrico, e na via negativa há
até mesmo culto ao sangue de onde deriva o ‘vampirismo romântico’.

Claro está que as experiências nos círculos de consciências


inferiores (-D,0-D,1-D, 2-D, 3-D, 4-D) preparam o caminho para que
esses indivíduos, após despertarem suas consciências para valores da
Espiritualidade Maior, possam então encontrar-se para juntos colocarem
em curso o projeto divino de acionar em par as merkhabas – veículos
mágicos de realização.

O Grupo ao qual estou afiliado ensinou-me que, análoga à ciência


dos Tronos, trazida recentemente para o seu plano pelo mestre que há
pouco retornou**, todos fomos criados como uma esfera andrógina com a
função de servir a um destes tronos, e uma vez lançados para cumprir o
ciclo de retorno, seguindo a mitologia da Expulsão do Paraíso, a esfera
divide-se originando não dois iguais, mas dois opostos, que juntos
deverão formar novamente um dia uma Unidade. Unidade esta que
servirá, sendo capaz de acionar suas merkhabas, individualmente e
combinadamente, para co-criarem com muito mais potência para o
Criador dentro do propósito do Trono de Origem.
Eventualmente, e ainda mais incomumente na 3-D, um par se
identifica antes de estar ‘pronto’ e devidamente amadurecido para atuar
em conjunto. Segue-se uma série de eventos que se crê visam o
amadurecimento ‘precoce’ da esfera de ação, provavelmente em
decorrência da necessidade dos mundos onde elas têm feito ou farão suas
experiências. Dessa forma, num sistema planetário onde há necessidade
de Justiça, uma esfera pode ser precipitada em sua direção para que logo
esteja pronta a lá atuar. Da mesma forma onde se necessite Ordem, Fé e
todos os demais atributos divinos que asseguram a Harmonia Universal.

Espero que possa ter te ajudado a esclarecer alguns pontos deste


assunto que é, de fato, controverso. Assim como sei que podes descobrir
mais a este respeito através de tua linhagem materna***, da qual
desconheço os mecanismos internos psíquicos.

Despeço-me, agradecendo como disse que sempre faria toda vez


que oportunidade para isso houvesse, por todas as vezes que seguraste a
minha mão e me ofereceste o consolo da tua amizade, tão preciosa,
afastando a escuridão dos pensamentos de desespero e angústia para o
qual nenhuma palavra faz jus e me atormentavam muito mais do que as
brasas de qualquer inferno.

Irmãzinha, estou sempre ao alcance do teu pensamento e à


disposição no auxílio daquilo do que julgares necessário.

Sempre. Semper. Sempiternum.

George

* Apesar de não terem religião, os Extraterrestres e Intraterrenos reconhecem as energias da


natureza como forças vivas que nos sustentam, e aquilo que conhecemos no Brasil como “Orixá
Ogum” ou no sincretismo como São Jorge, é reconhecido por eles como energias ancestrais; no caso
a vibração do guerreiro que abre caminho e cumpre as determinações do Alto reverbera como uma
essência ancestral em Roberta, e também George, mesmo ele vivendo em outro plano de existência.

** Rubens Saraceni

*** Linhagem Feliana


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