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GRUPO GENEA

FÁBRICA DE CIMENTO CIMENFORT Código PO-0128


UNIDADE CATUMBELA
Padrão de Definição Revisão 0
Título: Calculo da Composição Potencial De Área SGQ
Bogue do Clinquer Páginas 1/6

1. OBJETIVO

1.1 Definir a metodologia e as devidas considerações a serem adotadas para o cálculo


da composição potencial do clínquer, segundo Bogue .

2. REFERÊNCIAS
2.1 Merkblatt Vt 10, VDZ, Maio de 1992.
2.2 Curso Básico sobre Fabricação de Cimento, Forster Herbert, Novembro, 1997.
2.3 ASTM C-150

3. DEFINIÇÕES

3.1 Composição Potencial do Clínquer

Consiste na composição esperada para o clínquer, expressa em função de seus


minerais principais (C3S, C2S, C3A e C4AF), calculada a partir da composição química
elementar do clínquer, segundo previsão de ocorrência das reações químicas mais
prováveis entre os elementos.

Elaborador: Sigilo: Aprovador:


Robson de Freitas Werling Uso Interno ao Negócio Ari Cardoso Barcia
Data da aprovação e/ou revisão: 12/03/2012
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4. DESCRIÇÃO DOS ITENS A PADRONIZAR

4.1 Coleta de amostras

4.1.1 Procedimento de Amostragem / Periodicidade da medição

Para determinar a composição potencial do clínquer, deve-se coletar uma amostra


que seja representativa do material fabricado. Cada unidade fabril, de acordo com a
instalação, deverá observar o ponto de coleta, a quantidade coletada, aspectos de
conservação e armazenamento da amostra.

A representatividade visa minimizar (ou eliminar) os efeitos de segregação e garantir


a confiabilidade da medida.

4.1.2 Avaliação da Confiabilidade da Medição

Para garantir a confiabilidade dos dados é necessário verificar todas as etapas do


processo.

Os métodos de análise empregados na avaliação da composição do clínquer (ensaios


de fluorescência de raios-X) devem ser periodicamente submetidos a testes de
repetibilidade (RR) e reprodutibilidade (RP) e atender aos critérios do PD 03038.

4.2 Procedimento de Cálculo

4.2.1 Cálculo das composições químicas dos seguintes minerais intermediários


e finais no processo de clinquerização

 SO3 combinado com álcalis;


 CaO combinado em sulfatos;
 CaO combinado no clínquer;
 C3S
 C2S
 C3A
 C4AF
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4.2.1.1 SO3 combinado com álcalis

 80,06 80,06  80,06 80,06


Se _  %SO3 _ Clq  (  % K 2O  % Na2O)   0  %SO3 _ Alk   % K 2O  % Na2O
 94,2 61,98  94,2 61,98

CasoContrário %SO3 _ Alk  %SO3 _ Clq


Onde:

%SO3_Clq: Teor de SO3 total no clínquer;


%K2O: Teor de potássio no clínquer;
%Na2O: Teor de sódio no clínquer;
%SO3_Alk: Teor de SO3 combinado com álcalis;

4.2.1.2 CaO combinado em sulfatos

Se _ %SO3 _ Alk  %SO3 _ Clq   0  %CaOsulfatos  0 CasoContrário %CaOsulfatos   %SO3 _ Clq  %SO3 _ Alk 
56,08
80,06

Onde:

%SO3_Alk: Teor de SO3 combinado com álcalis, calculado segundo equação anterior;
%SO3_Clq: Teor de SO3 no clínquer;
%CaO(sulfatos) : Teor de CaO combinado com sulfatos;

4.2.1.3 CaO combinado no clínquer

CaO _ Clk  %CaO  %CaO( Sulfatos)  CaOlivre


Onde:

CaO_Clk: Teor de CaO combinado para formar minerais do clínquer;


%CaO: Teor de CaO no clínquer;
%CaO_Sulfatos: Teor de CaO combinado em sulfatos, calculado segundo equação
anterior;
CaOlivre: Teor de CaO livre no clínquer;
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4.2.1.4 C3S

4,071  %CaO _ Clk  7,600  % SiO 2  1,430  % Fe2O3  6,718  % Al 2O3


Onde:

%CaO_Clk: Teor de CaO combinado no clínquer, calculado segundo equação anterior;


%SiO2: Teor de SiO2 no clínquer;
%Fe2O3: Teor de Fe2O3 no clínquer;
%Al2O3: Teor de Al2O3 no clínquer;

4.2.1.5 C2S

2,867  % SiO 2  0,7544  C 3S


Onde:

%SiO2: Teor de SiO2 no clínquer;


%C3S: Teor de C3S calculado segundo equação anterior;

4.2.1.6 C3A

2,650  % Al 2O3  1,692  % Fe2O3


Onde:

%Al2O3: Teor de Al2O3 no clínquer;


%Fe2O3: Teor de Fe2O3 no clínquer;

4.2.1.7 C4AF

3,043  % Fe2O3
Onde:

%Al2O3: Teor de Al2O3 no clínquer;


%Fe2O3: Teor de Fe2O3 no clínquer;

NOTA: Os resultados devem estar disponíveis no banco de dados .

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5. ANEXOS
Não se aplica

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