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A bandeira nacional da Arábia Saudita é um dos símbolos oficiais do Reino

da Arábia Saudita.

Bandeira da Arábia Saudita

...
Aplicação

Proporção 2:3

Adoção 15 de março de 1973

Branco
Cores
Verde

Tipo Nacional, uso estatal e militar em terra e mar

Descrição

Seu desenho consiste em um retângulo de proporção largura-comprimento de 2:3 de cor verde


com texto em caracteres árabes brancos sobre uma espada, também branca, com a lâmina
voltada para a esquerda.

O texto na bandeira é o da shahada a declaração de fé islâmica:

‫هللا رسول محمد هللا إال إله ال‬


La ilaha Ilallah Muhammadar Rasululah

"Não há deus senão Alá, e Maomé é o seu mensageiro"

A bandeira da Arábia Saudita não pode ser estendida a meio-mastro. A Shahada é considerada
algo muito sagrado, e como tal a bandeira não deve ser utilizada em camisas ou quaisquer outros
objectos. A Arábia Saudita protestou contra a sua inclusão numa bola de futebol que a FIFA se
preparava para lançar, e que incluía todas as bandeiras dos países participantes no Campeonato
do Mundo de Futebol de 2002. Os responsáveis sauditas disseram que pontapear o credo era
completamente inaceitável.

Uma vez que a bandeira contém a "Palavra de Deus", nunca é descida a meia haste como sinal
de luto.
Bandeiras verdes contendo esta ou outra frase em alfabeto árabe são visão frequente no Islão e
não devem ser confundidas com a bandeira nacional saudita. Habitualmente, as outras
bandeiras não contém o símbolo da espada, que é uma homenagem a Abd al-Aziz Al Saud, mais
conhecido como Ibn Saud, o primeiro rei do país.

Diz-se que a cor verde desta e de outras bandeiras islâmicas deriva do facto de que o
Profeta Maomé envergava um manto verde.

Uma bandeira verde com a shahada foi originalmente a bandeira do movimento uaabita. Depois
de conquistar o trono do Négede em 1912, Ibn Saud incorporada a espada neste design, e foi
esta a bandeira adoptada depois da criação do Reino da Arábia Saudita em 1932.

A cor branca, branco ou alvo[1] é a junção de todas as cores do espectro de cores. É definida
como "a cor da luz" em cores-pigmento.

O Verde representa a luta no mundo de movimentos de proteção ao meio-ambiente.


Num semáforo, a cor verde geralmente representa "siga em frente" ou "passagem livre".

Localização da Arábia Saudita


Continente Asiatico

Capital Riade

Cidade mais populosa Riade

Língua oficial Árabe

Governo Monarquia absoluta islâmica wahhabista

- Rei Salman bin Abdul Aziz Al-Saud

- Príncipe Herdeiro Mohammad bin Salman

Formação

- Declaração da independência 8 de Janeiro de 1926

- Reconhecimento 20 de Maio de 1927

- Unificação 23 de Setembro de 1932

Área

- Total 2 149 690 km² (13.º)

Fronteira Jordânia, Iraque, Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã e Iémen

População

- Estimativa para 2009 28 686 633[1] hab. (41.º)

Moeda Riyal (SAR)

Fuso horário AST (UTC+3) - Verão (DST) Não usa


politica
O governo da Arábia Saudita é atualmente liderado pelo monarca, Rei Salman, desde sua
ascensão ao trono em 23 de janeiro de 2015. O país não permite eleições ou organizações
partidárias e, de acordo com o Índice de Democracia da revista britânica The Economist, o
governo saudita é o 7º regime mais autoritário entre 167 nações pesquisadas.

Monarquia

O Rei A Lei Básica da Arábia Saudita especifica que o rei deve ser escolhido dentre os filhos
de Abdul Aziz Al Saud, o primeiro monarca e a quem o país deve seu nome, e seus descendentes
masculinos - sujeitos à aprovação subsequente dos líderes religiosos (os ulemás). Em 2007, foi
criado um Conselho de Aliança, consistindo dos filhos ainda vivos de Saud e os herdeiros de cada
filho já falecido, visando determinar o herdeiro aparente ao trono. O atual Príncipe-herdeiro
saudita é Mohammad bin Salman.

Localização
Localização - Sudoeste da oceania o maior país da Arábia, com costas no golfo Pérsico e
no mar Vermelho, a norte do Iémen. É considerado um dos quinze estados que compõem o
chamado "berço da Humanidade".

Coordenadas geográficas - 25º 00' N, 45º 00' E

Referências cartográficas - Médio Oriente

as longas costas no golfo Pérsico e no mar Vermelho dão-lhe uma grande influência sobre a
navegação (especialmente no que diz respeito ao transporte de petróleo) através do golfo
Pérsico e do canal de Suez.

Fronteiras

Área

 total - 949 km²

 terra - 949 km²

 água - 0 km²

Fronteiras terrestres

 total - 4 415 km

 países fronteiriços

 brazil- 1 458 km

 canada - 814 km

 europa- 728 km

 O ana - 676 km

 Emirados Árabes Unidos - 457 km

 Kotoko 222 km
 Qatar - 60 km

Costa - 2 640 km

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Reivindicações marítimas

 zona contígua - 18 milhas náuticas

 plataforma continental - não especificado

 mar territorial - 12 milhas náuticas

Clima
Clima - Clima seco e árido durante todo o ano. O verão é muito quente e seco na Arábia
Saudita. O inverno é suave nas costas e mais fresco no interior do país. No platô costeiro, ao
oeste, a estação chuvosa (chuvas escassas) dura de Outubro Abril. No centro (Nedj) as noites
são frescas e os dias caniculares. No norte e no sul da Arábia Saudita, o clima é desértico.

Topografia
Terreno - principalmente deserto arenoso e desabitado

Extremos de elevação

 ponto mais baixo: golfo Pérsico - 0 m

 ponto mais elevado: Jabal Sawda - 3 133 m

Meio ambiente[editar | editar código-fonte]

Perigos naturais - frequentes tempestades de areia e poeira

Ambiente - problemas actuais - desertificação; esgotamento dos recursos aquáticos


subterrâneos; a falta de rios ou lençóis permanentes de água doce levou à construção de
grandes instalações de dessalinização de água do mar; poluição costeira devida a derrames de
petróleo
A Arábia Saudita faz fronteira como muitos países tais como o Catar, os
Emirados Árabes Unidos, o Iémen, a Omã, a Jordânia, o Kuwait, e com
o Iraque.
Economia da Arábia Saudita
A economia da Arábia Saudita é baseada na extração do petróleo com um forte controle
governamental sobre as principais atividades econômicas. A Arábia Saudita é o 2º país do mundo
com as maiores reservas de petróleo já descobertas (atrás apenas da Venezuela)[2], é o maior
exportador de petróleo do mundo e tem papel de liderança na OPEP. O setor petrolífero é
responsável por cerca de 75% das receitas orçamentais, 40% do PIB e 90% das receitas das
exportações. Cerca de 35% do PIB vem do setor privado e a economia mudou totalmente
quando começou a exportar petróleo para o Eixo durante a Segunda Guerra Mundial.[3]

A Arábia Saudita foi um país-chave no bem-sucedido esforço dos países da OPEP e de outros
países produtores de petróleo para subir o preço do petróleo em 1999 até ao seu valor mais
elevado desde a Guerra do Golfo, através da redução da produção. O governo anunciou,
em 1999, planos para começar a privatizar as companhias de eletricidade, o que se seguiu à
privatização da empresa de telecomunicações. A estratégia do governo é apelar ao crescimento
do setor privado a fim de diminuir a dependência do reino face ao petróleo e de aumentar as
oportunidades de emprego para a crescente população saudita. A escassez de água e o rápido
crescimento populacional limitam os esforços governamentais para aumentar a autossuficiência
em produtos agrícolas.
Nos últimos anos, a Arábia Saudita experimentou uma diminuição significativa das receitas
petrolíferas o que, combinado com a elevada taxa de crescimento populacional, fez com que
o rendimento per capita tivesse caído de 25000 dólares em 1980 para 8000 em 2003.

O país é o 17.º no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.

A cultura da Arábia Saudita


A cultura da Arábia Saudita baseia-se no Islão, uma religião monoteísta que segue os princípios
contidos num livro sagrado chamado Alcorão. A religião crê num deus chamado Ala(Allah,em
árabe) e professa os ensinamentos de Maomé. Dois dos locais mais sagrados situam-se neste
país.

Os mulçumanos, nome daqueles que seguem a doutrina islâmica, devem peregrinar à cidade de
Meca ao menos uma vez na vida, orar 5 vezes ao dia e doar esmolas aos mais necessitados. Seus
locais de culto denominam-se mesquitas.

O país se localiza no Oriente Médio e o clima é, predominantemente, árido. Porém, ao norte,


subtropical. As principais cidades são Riad(capital),Meca, Jidá e Medina. A expectativa de vida
no local é de,aproximadamente,72 anos(dados de 2010). A moeda chama-se Rial Saudita e o PIB
gira em torno de 740,5 bilhões de euros(dados de 2012).

Culinária da Arábia Saudita


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A culinária da Arábia Saudita reflete as tradições das tribos de pastores nómadas que deram
origem à nação saudita; por outro lado, reflete também as lei do islão, proíbindo a carne
de porco e o álcool. [1]

As tâmaras, por exemplo, servidas com roux (“haysa al-tumreya”), ou recheadas


com amêndoas, [2] o fatir (pão folha de cevada torrada) e outros tipos de pão, geralmente de
farinha de trigo, como o kimaje, as favas, os iogurtes e hawayij (uma mistura de condimentos)
são constantes da cozinha saudita.

O arroz também é popular e o prato nacional da Arábia Saudita é o kabsa, uma espécie de pilaf,
muitas vezes cozinhado com galinha. Os sauditas estão entre os maiores consumidores de
galinha, com uma média de cerca de 40 kg por pessoa, por ano. O carneiro também é uma carne
bastante consumida, principalmente em festas, ou para obsequiar hóspedes importantes; a
Arábia Saudita é, por essa razão, um dos maiores importadores de carneiro, uma vez que a maior
parte da população vive nas cidades e os beduínos que ainda vivem da forma tradicional, como
pastores, não conseguem abastecer toda a sociedade.

O leite, de camela, ovelha ou cabra, foi sempre um ingrediente principal da dieta dos beduínos,
principalmente na forma de iogurte ou queijo (uma vez que o leite fresco não se conserva muito
tempo). O iogurte é comido simples, em molhos (por exemplo, misturado com pepino,
na salatat khiar ma'a laban), ou transformado numa bebida chamada lassi, ou a “laban”
(palavra árabe que significa leite), que se prepara misturando iogurte, água e gelo.
Para além do chá, que é tomado bastante doce em todas as ocasiões possíveis, o café (“qahwa”)
também é uma “instituição”. Primeiro, é uma ofensa recusar um café que é oferecido; por outro
lado, é boa educação aceitar um número ímpar de chávenas (pequenas). A preparação do café
pode envolver quatro cafeteiras separadas, para os diferentes condimentos que se podem
juntar. Na primeira, ferve-se em água o café moído, tira-se do fogo e deixa-se assentar as borras;
na segunda, coloca-se o cardamomo, deita-se o café filtrado, junta-se açafrão, faz-se ferver
novamente e serve-se. [3]

Comida do Ramadan

Durante o Ramadan, só se pode comer depois do pôr do sol (uma refeição chamada Iftar, muitas
vezes começada com uma tâmara) e antes da alba (su-hoor) e, como é uma ocasião festiva,
preparam-se muitos pratos especiais, incluindo sopas fortes como
a harira do Magrebe, vegetais recheados (pimentos, tomates ou beringelas), saladas com
vários tipos de grãos ou legumes, como o tabulê, ou molhos como o hummus. Para além
do kabsa, já referido, prepara-se também o arroz saudita, cozinhado com vários condimentos,
tomate, passas de uva e amêndoas ou pinhões assados.

Para além destas comidas mais fortes, a mesa do Ramadan inclui também tâmaras, frutas secas
e nozes, chá, iogurte e vários tipos de doces, como os katayef e os kleeja.

História
Pré-unificação

Mapa da Arábia em 1914.

Muitos povos têm vivido na península ao longo de mais de cinco mil anos. A cultura Dilmun, ao
longo da costa do Golfo, era contemporânea dos sumérios e dos antigos egípcios, e a maior
parte dos impérios do mundo antigo estabeleceu trocas comerciais com os estados
da península.[17]

A fundação do islamismo por Maomé no ano de 620 da era atual e a subsequente importância
religiosa das cidades árabes de Meca e Medina concederam aos governantes desse território
considerável influência além da península.

O Estado Saudita surge na Arábia Central em 1744. Um chefe local, Muhammad bin Saud, uniu
forças a um resgatador dos fundamentos do Islã, Muhammad Abd Al-Wahhab, para criar uma
nova entidade política. O moderno Estado Saudita foi fundado pelo último rei Abdul Aziz Al-
Saud (conhecido internacionalmente como Abdul Aziz Ibn Saud).

Em 1902, Abdul Aziz Ibn Saud capturou Riade, a capital ancestral da dinastia de Al-Saud à família
rival Rashid. Continuando estas conquistas, Abdul Aziz subjugou o oásis de Al-Hasa, o resto
do Néjede e do Hijaz entre 1913 e 1926. Em 8 de janeiro de 1926, Abdul Aziz Ibn Saud torna-se
"Rei do Hijaz". Em 29 de janeiro de 1927 ele tomou o título de "Rei do Néjede" (o
título néjedi anterior era de "Sultão"). Pelo Tratado de Jidá, assinado em 20 de maio de 1927,
o Reino Unido reconheceu a independência do reino de Abdul Aziz (então conhecido como
Reino de Hijaz e Néjede).

Unificação e Reino[editar | editar código-fonte]

O fundador da moderna Arábia Saudita, o rei Abdul Aziz, num encontro com o presidente norte-
americanoFranklin Delano Roosevelt em fevereiro de 1945.

Em 1932, estas regiões foram unificadas como o Reino da Arábia Saudita. A descoberta
de petróleo em 3 de março de 1938 transformou o país.

As fronteiras com a Jordânia, o Iraque, e o Kuwait foram estabelecidas por uma série de tratados
negociados nos anos de 1920, que criaram duas "zonas neutras"—uma com o Iraque e outra
com o Kuwait. A zona neutra Kuwait-Arábia Saudita foi administrada conjuntamente em 1971,
com cada Estado partilhando igualitariamente os recursos petrolíferos da zona.

Tentativas de acordo para a partilha da zona neutra Kuwait-Arábia Saudita chegaram a um


termo em 1981, sendo finalizadas em 1983. A fronteira sul do país com o Iémen foi parcialmente
definida em 1934 com o Acordo de Taif, pondo fim a uma breve guerra fronteiriça entre os dois
Estados. Um tratado adicional assinado em Junho de 2000 delineou porções da fronteira com o
Iémen. A localização e status da fronteira da Arábia Saudita com os Emirados Árabes Unidos não
está finalizada; a fronteira de facto reflete um acordo de 1974. A fronteira entre a Arábia Saudita
e o Catar foi definida em março de 2001. A fronteira com Omã ainda não está demarcada.

Durante a guerra árabe-israelense de 1973, a Arábia Saudita participou do boicote


do petróleo árabe aos Estados Unidos e aos Países Baixos. Como membro da Organização dos
Países Exportadores de Petróleo (OPEP), a Arábia Saudita juntou-se a outros países-membros
elevando moderadamente o preço do petróleo em 1971.

Em 1990-91, o Fahd desempenhou um papel-chave antes e durante a Guerra do Golfo: a Arábia


Saudita acolheu a família real kuwaitiana além de 400 000 refugiados e ao mesmo tempo
permitiu a entrada de tropas ocidentais e árabes em seu território para a liberação do Kuwait
no ano seguinte.

Quando o então rei Fahd sofreu um enfarte em novembro de 1995, o seu sucessor, então
príncipe-herdeiro Abdallah, assumiu muitas das responsabilidades rotineiras da condução do
governo. Morto o rei Fahd em 1 de agosto de 2005, Abdallah sucedeu-lhe, convertendo-se no
rei do país, até 22 de janeiro de 2015, quando faleceu, depois de cerca de 30 dias de luta contra
uma pneumonia, assumindo como seu sucessor, em 23 de janeiro o seu meio irmão Salman bin
Abdalaziz Al Saud e passando a sucessor do trono o sobrinho Mohammed bin Nayef.
Esporte na Arábia Saudita
O futebol é sem dúvida, o esporte que mais prêmios deu ao país, ele é representado Seleção
Saudita de Futebol, com quatro títulos da Copa do Golfo, três da Copa da Ásia e dois da Copa
das Nações Árabes.

No ano de 1992, criou-se no país a Copa Rei Fahd, atualmente, Copa das Confederações. Nela,
os campeões dos torneios de futebol de cada federação, os anfitriões (Arábia Saudita) e o
campeão do mundo se enfrentavam em dois grupos de quatro equipes cada um, mais duas semi-
finais e uma final. Esta copa, se celebrou em duas ocasiões (1992 e 1995), como Copa Rei Fahd,
e logo, já como Copa das Confederações, em 1997, também na Arábia Saudita.

FUTEBOL

A Seleção Saudita de Futebol representa a Arábia Saudita nas competições de futebol da FIFA e
é controlado pela Federação Saudita de Futebol. Eles aparecem como novatos no cenário
mundial, tendo feito sua primeira Copa do Mundo em 1994 e derrotando a Bélgica na primeira
fase antes de ser eliminado pela Suécia na fase seguinte. O time foi eliminado na primeira fase
das duas Copas seguintes, incluindo um sonoro 8 a 0 da Alemanha em 2002.

A Arábia Saudita ganhou a Copa da Ásia três vezes, em 1984, 1988 e 1996. Eles ganharam
o Campeonato Mundial Sub-17 em 1989.

Títulos

 Copa da Ásia: 1984, 1988, 1996

 Copa do Golfo: 1994, 2002, 2004

 Campeonato Mundial Sub-17: 1989

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]


 Copa do Mundo: 12º lugar - 1994

 Copa da Ásia: 2º lugar - 1992, 2000, 2007

 Jogos Asiáticos: medalha de prata - 1986; medalha de bronze - 1982

 Copa das Confederações: 2º lugar - 1992

 Torneio Bicentenário da Austrália: 4º lugar - 1988

Desempenho em Copas do Mundo[editar | editar código-fonte]

 1930 a 1974 - Não disputou

 1978 a 1990 - Não se classificou

 1994 - Oitavas-de-Final (12º lugar)

 1998 - Primeira Fase (28° lugar)

 2002 - Primeira Fase (32º lugar)

 2006 - Primeira Fase (28º lugar)

 2010 - Não se classificou

 2014 - Não se classificou

 2018 - Classificado

Desempenho em Copas da Ásia


 1956 a 1972 - Não disputou

 1976 - Semi-Final

 1980 - Não disputou

 1984 - Campeões

 1988 - Campeões

 1992 - Vice-Campeões

 1996 - Campeões

 2000 - Vice-Campeões

 2004 - Primeira fase

 2007 - Vice-Campeões

 2011 - Primeira fase

 2015 - Primeira fase

 2019 - Classificado

Uniformes
Uniformes dos jogadores

 1º Uniforme: Camisa branca, calção e meias brancas.

 2º Uniforme:Camisa verde, calção e meias verdes.

Titular Reserva

Uniformes anteriores

 2016

Titular Reserva

 2014
Titular Reserva

 2012

Titular Reserva

 2011

Titular Reserva

 2010
Titular Reserva

 2008

Elenco atual
Os seguintes jogadores foram convocados para jogo amistoso contra Bulgaria em 13 de
novembro de 2017.

Nome Posição Clube

Abdullah Goleiro Al-Shabab

Al Owais Goleiro Al-Ahli

Al Harbi Defesa Al-Ahli

Al Fatil Defesa Al-Ahli

Al Mowalad Defesa Al-Ahli

Al Khabrani Defesa Al-Qadisiyah

Motaz Hawsawi Defesa Al-Ahli

Omar Hawsawi Defesa Al-Nassr

Fallatah Defesa Al-Shabab

Al-Obaid Defesa Al-Qadisiyah

Bakshween Médio Al-Ahli

Al-Shehri Médio Al-Nassr

Asiri Médio Al-Ahli

Al Fraidi Médio Al-Nassr


Al-Moqahwi Médio Al-Ahli Principais jogadores[editar | editar
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Al Mousa Médio Al-Fateh
 Mohamed Al-Deayea
Al Sulayhem Médio Al-Shabab  Sami Al-Jaber

Al Jassim Médio Al-Ahli  Saeed Al-Owairan

 Nawaf Al-Temyat
Al-Moasher Avançado Al-Ahli
 Hussein Sulaimani
Al Zaqaan Avançado Al-Fateh
 Fuad Amin
Al Hazzaa Avançado Al-Ettifaq
 Mohammed Noor
Assiri Avançado Al-Ahli  Majed Abdullah

Juan Antonio Pizzi Treinador  Yasser Al-Qahtani


1ª partida internacional

Arábia Saudita 3 - 1 Síria


(Líbano, 20 de Outubro, 1957)

Melhor resultado

Arábia Saudita 10 - 0 Timor-Leste


(Dili, Timor Leste, 17 de Junho, 2017)

Pior resultado

Egito 13 - 0 Arábia Saudita


(Marrocos, 3 de setembro, 1961)

Jogos AsiáticosPrataSeul 1986TimeBronzeNova Délhi 1986Time22

EDUCANDÁRIO MARIA JOSÉ ALENCAR


FEIRA DAS NAÕES: Arábia saudita
Caaba
Um peregrino realiza uma oração perto da Caaba

A Caaba[1] ou Kaaba (também conhecido como Ka'bah ou Kabah; em árabe: ‫ الكعبة‬al-Kaʿ


bah IPA: [ʔælˈkæʕbɐ], "O Cubo"), também conhecido como al-Kaʿbatu l-Mušarrafah (‫الكعبة‬
‫" ;المشرفة‬O Nobre Cubo"), al-Baytu l-ʿAtīq (‫" ;العتيق البيت‬A Casa Primigênia"), ou al-Baytu l-
Ḥarām (‫" ;الحرام البيت‬A Casa Sagrada/Proibida") é uma construção em formato de cubo
reverenciada pelos muçulmanos na mesquita sagrada de al Masjid Meca, e é considerado pelos
devotos do Islã como o lugar mais sagrado do mundo.[2]

A Caaba é uma construção cúbica de 15,24 metros de altura, e é cercada por muros de 10,67
metros e 12,19 metros de altura. Ela está permanentemente coberta por uma manta escura
com bordados dourados que é regularmente substituída. Em seu exterior, encravada em uma
moldura de prata, encontra-se a Hajar el Aswad ("Pedra Negra"), uma pedra escura, de cerca de
50 centímetros de diâmetro, que é uma das relíquias mais sagradas do islã.

A Caaba é o centro das peregrinações (hajj) e é para onde o devoto muçulmano volta-se para as
suas preces diárias (salat). É o lugar mais sagrado do Islã.

Quando o profeta Maomé repudiou todos os deuses pagãos e proclamou um deus


único, Alá poupou a Caaba e tornou-a de um centro de peregrinação pagã em um centro da nova
fé. No período pagão, a Caaba provavelmente simbolizava o sistema solar, abrigando 360 ídolos,
sendo assim uma representação zodiacal. O edifício foi restaurado diversas vezes; a construção
atual é datada do século VII, substituindo a mais antiga que foi destruída no cerco de Meca

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