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FICHA TÉCNICA

Publicado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente / Projeto Estruturador Gestão Ambiental MG Século XXI

COORDENAÇÃO REVISÃO
Coordenação de Educação e Extensão Leila Maria Rodrigues
Ambiental - CEAE
PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO
AUTORES Marcelo Völker Andrade
Frederico Batista Baião
IMPRESSÃO
Ricardo Botelho Tostes Ferreira
Gráfica Everesty

COLABORADORES TIRAGEM
Ellen Cristina Dias 2500 cópias
José Cláudio Junqueira Ribeiro Impresso em papel Reciclato 150 e 90 g/m2.
Maura Eustáquia de Oliveira
Michelly Amorim Santos Guimarães DATA
Mirian Cristina Dias Baggio Julho 2005
SUMÁRIO
página
Abertura ............ 2
Apresentação .................................................................................................................................. 3
Mais que um projeto, uma atitude ................................................................................................. 4
Caminhando para as mudanças .................................................................................................... 5
Áreas de atenção do Programa ..................................................................................................... 6
Público-alvo da fase piloto ............................................................................................................. 6
Público-alvo após a fase piloto ...................................................................................................... 6
Papéis e responsabilidades ........................................................................................................... 7
Melhorando as relações de consumo ............................................................................................ 8
Foco na melhoria ........................................................................................................................... 8
Benefícios socioambientais ........................................................................................................... 8
Método e procedimentos ............................................................................................................... 9
Linha de Ação 1
Atitude Consciente
Campanha de Consumo Consciente........................................................................ 10
Campanha de Coleta Seletiva.................................................................................. 12
Campanha de Comportamento no Trânsito e Manutenção de Veículos ................. 15
Linha de Ação 2
Qualidade de Vida no Trabalho
Campanha de Saúde do Corpo ............................................................................... 17
Campanha de Arrumação e Limpeza ...................................................................... 19
Campanha de Redução da Poluição Sonora .......................................................... 20
Campanha Antitabagismo ....................................................................................... 21
Sistema de avaliação do programa ................................................................................................ 23
Glossário ........................................................................................................................................ 25
Referência bibliográfica .................................................................................................................. 26
Exercite alguns conceitos ............................................................................................................... 27
ABERTURA

“Quem madruga sempre encontra...”


Chico Buarque

É com satisfação redobrada que vejo o AmbientAÇÃO estender-se a outras unidades do Governo do Estado. Mesmo
enfrentando inúmeras dificuldades em sua implementação – o que era de se esperar dado ao caráter educativo e
inovador do projeto – hoje já podemos comemorar o sucesso desta iniciativa que contribui para conferir ao Sistema
Estadual de Meio Ambiente um novo estatuto: o de exemplo concreto das idéias que divulga.

O mais importante deste Programa é ser, além de tudo, uma verdadeira usina de interação e solidariedade. Nada
teria acontecido, não fosse o engajamento dos agentes facilitadores e a capacidade de muitos funcionários de se
envolver e abraçar movimentos de mudança e de trabalhar para que o sucesso do AmbientAÇÃO seja expressão real
da participação de todos.

Estamos expandindo nossas ações e, ao mesmo tempo, consolidando conquistas no âmbito do Projeto Piloto (Semad
e Feam) avançando, pioneiramente, no sentido de dotar todas as organizações do Governo Mineiro do sistema in-
teligente de destinação adequada do lixo e do consumo consciente, tendo em mente os postulados básicos setoriais:
reduzir, reutilizar e reciclar, além da melhoria da qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Como uma idéia sempre puxa outra, a solidariedade – no âmbito do AmbientAÇÃO – já deu alguns “filhotes”: a Cam-
panha de Recolhimento e Redestinação de Agasalhos e à Feira de Trocas inspirados no conceito de que, o que me
sobra, falta em outro lugar. E outras iniciativas estão sendo pensadas. Tudo visando incorporar, definitivamente, ao
conceito de meio ambiente saudável, a solidariedade intra e intergrupal do que, acreditamos, depende todo o futuro
do Homem sobre a Terra.

É no sentido de compartilhar nossos procedimentos com outras organizações de boa vontade que esta cartilha
existe.

José Carlos Carvalho


Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável

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APRESENTAÇÃO

No caminho da sustentabilidade, o principal desafio é sensibilizar as pessoas para que internalizem a necessidade
de mudanças e sejam capazes de construir novos referenciais e paradigmas que, na prática, traduzir-se-ão na imple-
mentação de procedimentos ambientalmente corretos em nosso dia-a-dia.

Nessa trajetória, os próprios órgãos públicos caminham, muitas vezes, na contramão da sustentabilidade. Não raro,
em seu local de trabalho, muitos servidores vêm reproduzindo práticas de consumismo e do desperdício – o que im-
plica em impactos ambientais negativos associados ao aumento de custos.

Em contraposição a esses comportamentos ambientalmente incorretos, tornou-se fundamental o desenvolvimento de


um programa de educação ambiental voltado para a administração pública do Estado de Minas Gerais, com o objetivo
de estimular a reflexão e a mudança de atitude de seus servidores. Assim, o AmbientaÇÃO busca definir os contornos
de uma nova cultura institucional, sedimentada no uso racional de recursos naturais e na melhoria da qualidade de
vida.

Por meio de campanhas relacionadas ao consumo consciente, coleta seletiva, redução da poluição sonora, antita-
bagismo, entre outras, o AmbientaÇÃO já soma importantes vitórias na Secretaria de Estado de Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável (Semad) e na Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) – locais onde está pre-
sente desde dezembro de 2003 como projeto piloto.

E, para avançar ainda mais, foi elaborada esta Cartilha visando à difusão dos objetivos e das principais linhas de ação
do programa. Aqui estão traçados importantes conceitos para mobilização de futuros parceiros que, em uma segunda
etapa, estarão comprometidos com a implantação do AmbientaÇÃO nas diversas instituições pública, reforçando a
posição do servidor da rede estadual como agente de mudança e construtor de um novo pensar.

Ilmar Bastos Santos


Presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente

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MAIS QUE UM PROJETO, UMA ATITUDE
O AmbientAÇÃO é um programa de comunicação e educação socioambiental, cujo objetivo é promover o consumo
consciente por meio da mudança de comportamento e aquisição de atitudes ambientalmente corretas no dia-a-dia dos
funcionários da administração pública do Estado de Minas Gerais.

O Programa tem duas linhas de ação: Atitude Consciente e Qualidade de Vida no Trabalho. Nesse sentido, desenvolve
campanhas relacionadas ao consumo consciente, coleta seletiva, comportamento no trânsito, arrumação e limpeza,
saúde do corpo, redução da poluição sonora e antitabagismo.

Criado pelo Núcleo de Comunicação, Educação Ambiental e Extensão – Ceae, da Fundação Estadual do Meio Ambiente
– Feam, o AmbientAÇÃO iniciou sua fase piloto em janeiro de 2004, envolvendo o público do Sistema Estadual de Meio
Ambiente – Sisema. O objetivo desta etapa, com duração prevista de 18 meses, é o de possibilitar adequação e melho-
ria na concepção do Programa, visando a sua posterior implantação nas sedes dos outros organismos da administração
pública do Estado de Minas Gerais.

O AmbientAÇÃO possui identidade visual


própria que, além de marcar as ações e
campanhas do Programa, permite o seu
uso e associação a qualquer órgão do
Governo mineiro. As cores usadas na sua
figura de propaganda – o mascote Bileco
– e na sua marca fazem alusão à coleta
seletiva, sugerindo reciclagem de idéias e
atitudes.

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CAMINHANDO PARA AS MUDANÇAS
O AmbientAÇÃO está dimensionado e estruturado de modo a:

• estimular a reflexão e a mudança de atitude;


• motivar ações ambientalmente corretas;
• promover a participação;
• promover a melhoria na qualidade do ambiente de trabalho;
• incentivar a melhoria da qualidade de vida;
• usar racionalmente os recursos disponíveis;
• destinar adequadamente os materiais recicláveis e
• possibilitar melhorias na gestão de recursos.
Tudo no sentido de constituir-se, ao final, em uma referência segura para a sociedade.

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ÁREAS DE ATENÇÃO DO PROGRAMA
A preocupação em manter o Programa no universo do possível resultou na delimitação de sete núcleos de interesse
prioritário:

• consumo de água;
• consumo de energia elétrica;
• consumo de copo descartável;
• consumo de material de escritório;
• geração de emissões veiculares;
• geração de resíduos sólidos e
• geração de ruídos.

PÚBLICO-ALVO DA FASE PILOTO


Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – Semad e Fundação Estadual do Meio Am-
biente – Feam:

• dirigentes e servidores;
• prestadores de serviços / terceirizados e
• público externo que utiliza as dependências desses órgãos.

PÚBLICO-ALVO APÓS A FASE PILOTO


• Semad, Feam, IEF e Igam
• Núcleos de Apoio às Regionais do Copam
• Secretarias de Estado e órgãos vinculados

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PAPÉIS E RESPONSABILIDADES
À Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – Semad, por meio da Fundação Estadual do
Meio Ambiente – Feam, caberá disponibilizar, para os Núcleos de Apoio às Regionais do Copam, para as demais Secre-
tarias de Estado e órgãos vinculados, toda a experiência de implantação adquirida na fase piloto, bem como a identidade
e padronização visual do AmbientAÇÃO.

Aos Núcleos de Apoio às Regionais do Copam, às Secretarias de Estado e seus respectivos órgãos vinculados cabe
definir os seus coordenadores. Eles terão a atribuição de conduzir a implantação e o acompanhamento do Programa nes-
sas instituições, incluindo cronograma físico e financeiro. Sempre que necessário, o AmbientAÇÃO poderá ser adaptado
a cada realidade ou desenvolvido parcialmente, contemplando apenas algumas campanhas.

A metodologia para o desenvolvimento das atividades deve ser a utilizada


na fase piloto, com a formação de um grupo de facilitadores e a definição
dos processos de monitoramento.
Os indicadores de desempenho, também, devem ser adaptados à cada
realidade, bem como a análise de resultados do acompanhamento do Pro-
grama.

Para garantir a uniformidade e a padronização das atividades, as institu-


ições deverão repassar ao Ceae/Feam relatórios semestrais com o balanço
das ações realizadas. Além disso, anualmente, ocorrerá um seminário no
qual todos terão oportunidade de apresentar o trabalho desenvolvido.

AÇÕES DE SUPORTE AO AMBIENTAÇÃO

São promovidas, como atividades de suporte comuns


a todas as campanhas, exibição de filmes seguidos
de debates, apresentações teatrais, palestras e ofici-
nas, jogos, reuniões, visitas técnicas, monitoramen-
to, além da veiculação de dicas e informações sobre
os temas abordados.

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MELHORANDO AS RELAÇÕES DE CONSUMO
Em nosso cotidiano executamos muitas tarefas de forma puramente mecânica e automática. Não pensamos sobre
elas por já estarmos acostumados com tais procedimentos. Ações impensadas quase sempre permitem que o con-
sumo ou a demanda de recursos cresça, implicando aumento de custos, de impactos ambientais negativos e, conse-
qüentemente, perda de qualidade de vida.

Tudo seria diferente se – antes de realizarmos qualquer coisa – fizéssemos as seguintes perguntas: “É realmente
necessário usar isso? Ou comprar aquilo? Ou imprimir este e-mail?” Dessa maneira é possível economizar recursos
e diminuir desperdícios no trabalho. Conheça alguns recursos e materiais mais desperdiçados:

• água • bloco para rascunho • caneta, lápis e borracha • capas plásticas para encadernação • cartuchos de tinta •
clipes • cola • copos descartáveis • disquetes • energia elétrica • envelopes • espiral • fitas adesivas • gominha • papel
A4 • papel toalha e higiênico • pastas

FOCO NA MELHORIA
O AmbientAÇÃO visa a minimizar ou a evitar:
• escassez de recursos naturais • poluição do solo • poluição das águas • poluição visual • poluição sonora • poluição
do ar • desperdício de material de limpeza e redução da vida útil dos aterros sanitários.

BENEFÍCIOS SOCIOAMBIENTAIS
• Minimização dos impactos ambientais • Redução do consumo • Redução do desperdício • Redução na geração de
resíduos • Redução de custos • Melhoria da qualidade de vida • Formação de reeditores ambientais • Formação de
cidadãos ambientalmente responsáveis.

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MÉTODO E PROCEDIMENTOS
Visando à melhoria contínua de ações e procedimentos, o AmbientAÇÃO é desenvolvido de acordo com o método
PDCA, previsto na gestão pela qualidade, sigla que indica:

P – Planejar
D – Desenvolver
C – Checar
A – Avaliar e agir corretivamente

Nessa perspectiva, criou-se o Sistema de Gestão AmbientAÇÃO para gerenciar os aspectos relacionados ao Pro-
grama e elaboraram-se documentos específicos para registros e monitoramento.

Todas as ações e atividades realizadas são descritas no formulário RAM – Relatório AmbientAÇÃO Memória, que fun-
ciona como “diário de bordo”, tornando possível resgatar informações de todos os momentos do Programa.

As falhas e oportunidades de melhoria são relacionadas no formulário RNCS – Relatório de Não-Conformidades e


Sugestões. Esses registros geram planos de ação que definem o que será implementado, responsáveis e prazos, pos-
sibilitando o aprimoramento contínuo do Programa.

Representantes de cada pavimento do prédio constituem o Grupo de Facilitadores. Eles garantem a disseminação
da filosofia do AmbientAÇÃO e estão em permanente contato com a equipe coordenadora do Programa e os demais
funcionários. Cabe ao Grupo receber o resultado das campanhas, estimular a mudança de comportamento, propor
atividades e melhorias.

As ações de comunicação estão presentes em todas as etapas do Programa. Dentre os instrumentos utilizados estão
cartazes e panfletos, intranet e e-mail, quadro de avisos, boletim informativo, oficinas e palestras, jogos, atividades
culturais, comunicação face-a-face e sistema de relacionamento.

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• • LINHA DE AÇÃO 1 • •

ATITUDE CONSCIENTE

Essa linha de ação possui três campanhas que contemplam temas relacionados ao comportamento, de forma a desper-
tar a responsabilidade quanto ao uso correto dos bens e serviços da administração pública e dos recursos naturais.

1.1 - Campanha de Consumo Consciente


O objetivo é conscientizar e sensibilizar os funcionários para a importância do consumo consciente, redução dos des-
perdícios e reaproveitamento de materiais, além de dar preferência, no momento das compras, aos produtos com
diferenciais ecológicos, seja nele próprio (preciclável), seja em seu processo produtivo (menor consumo de energia e
matéria prima).

O AMBIENTAÇÃO NA PRÁTICA

Entre as diversas ações concretas, possíveis e recomendadas pelo Programa estão as seguintes:

• adoção de critérios ambientais nas compras de materiais para as instituições;


• confecção de blocos de rascunho reutilizando o verso do papel A4;
• adoção do modo de impressão “rascunho” nas impressoras;
• realização de Feira de Trocas;
• redução do consumo e substituição de copos descartáveis;
• substituição de vassouras de piaçava por vassouras feitas com PET;
• instalação de torneiras “inteligentes” nos banheiros;
• instalação de descargas sanitárias de baixo consumo de água;
• instalação de sensores de iluminação nos banheiros e corredores;
• instalação de sistema de iluminação independente por ambiente de trabalho e
• aplicação de película de revestimento nas janelas para redução de calor (insufilme).

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ATITUDES QUE FAZEM DIFERENÇA

• COPO DESCARTÁVEL: uso de apenas um copo descartável por período de trabalho, ou substituição deles por
caneca ou garrafinha individual.

• BANHEIROS: descargas rápidas; lixo no recipiente adequado e não no vaso sanitário; uso de toalhas de papel de
alta absorção (duas são suficientes); torneira fechada ao ensaboar as mãos ou escovar os dentes, abrindo apenas
para enxaguar. Redução do tempo do banho.

• COMPUTADOR: monitor desligado no intervalo de almoço. No final do dia: computador e estabilizador desligados.

• ENERGIA: certificação pela última pessoa a sair, do banheiro ou da sala, se não há luzes acesas. Verificação se o
ar condicionado ou os ventiladores estão desligados. Usar escadas e não elevador para subir ou descer um andar.

• PAPEL: evitar impressões desnecessárias, revisando arquivos na tela do monitor. Uso do verso dos papéis para
anotações e impressões. Guarda de envelopes usados, inclusive aqueles recebidos, para reutilização.

• CARTUCHO DE TINTA: pensar antes de imprimir. Se for necessário, uso preferencial do modo rascunho.

• MATERIAL DE ESCRITÓRIO: Recolhimento de clipes e gominhas para serem reutilizados; uso de toda capacida-
de de memória de cds e disquetes. Uso cuidadoso de equipamentos para aumentar sua vida útil.

• EMBALAGENS: Recusa de embalagens desnecessárias para evitar geração de resíduo sólido.

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1.2 - Campanha de Coleta Seletiva
Coletar, separadamente, os resíduos descartados no ambiente de trabalho ou em casa, além de ser uma demonstração
de consciência ecológica é, também, uma responsabilidade social. Os benefícios são a proteção dos recursos naturais
e a geração de renda para famílias que vivem da reciclagem. Nessa perspectiva, é importante um programa de coleta
seletiva que possibilite destinar, adequadamente, os resíduos das instituições, contribuindo para o resgate da cidadania
de catadores de materiais recicláveis.

NO CAMINHO DA RECICLAGEM

• Diagnóstico - Caracterização dos resíduos gerados em cada organização

• Implantação de coletores para papel, plástico, metal, vidro e material não-reciclável nos corredores

• Instalação de caixas coletoras para papel A4, a ser reutilizado e reciclado, em todas as salas

• Instalação, em todas as salas, de caixas coletoras para reutilizar envelopes

• Implantação de coletor específico para lâmpadas fluorescentes

• Implantação de coletor para pilhas e baterias de fabricantes nacionais e baterias de celular, de acordo com legis-
lação específica

• Substituição das lixeiras individuais por coletores coletivos para papel, plástico e material não-reciclável nas salas

• Implantação de coletores centrais para papel, plástico, metal, vidro e material não- reciclável para recolhimento da
somatória dos materiais gerados nos andares

• Destinação adequada de pneus de acordo com a Resolução Conama 258/99

• Recolhimento e comercialização dos cartuchos de tinta das impressoras

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AMBIENTANDO COM A RECICLAGEM

EMBALAGENS: preferência por embalagens recicláveis, observando os seguintes símbolos:

2 3 4 5 6 7
1

8 9 10 11 12 13

1 – PET – Polietileno Tereftalato • 2 – PEAD – Polietileno de Alta Densidade • 3 – PVC – Policloreto de Vinila • 4 – PEBD
/ PEBDL – Polietileno de Baixa Densidade / Polietileno Linear de Baixa Densidade • 5 – PP – Polipropileno • 6 – PS – Po-
liestireno • 7 – Outros – Plásticos Especiais e de Engenharia entre eles: EVA, PA, ABS / SAN • 8 - Papel reciclado • 9
- Papel Reciclavel • 10 - Lixo • 11 - Vidro • 12 - Alumínio • 13 - Aço

13
Separação adequada dos materiais
recicláveis, em seus respectivos
coletores

Utilização de caixas coletoras de papel apenas


para os do tipo A4, seguindo as orientações es-
pecíficas para cada uma delas.

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1.3 - Campanha de Comportamento no Trânsito e Manutenção de Veículos
A utilização de veículos, em geral, produz impactos negativos sobre o meio ambiente. Motores desregulados geram
mais emissões veiculares, lançando gases nocivos no meio ambiente. O excesso de buzinas é um dos responsáveis
pela poluição sonora e irritação de motoristas no trânsito. Outros comportamentos inadequados, como atirar pontas de
cigarro, latas, papéis, enfim, lixo pela janela são maus exemplos que devem ser corrigidos para minimizar os proble-
mas ambientais, especialmente nas cidades. Portanto, é necessário conscientizar e sensibilizar motoristas e usuários
de veículos em relação ao comportamento no trânsito e à manutenção de automóveis.

CRIANDO CORREÇÃO NO TRÂNSITO

Ações simples de significativas conseqüências:

• confecção e distribuição do “lixocar”;


• submeter a frota de veículos à inspeção do nível de emissão de gases;
• manutenção periódica de motores veiculares;
• abastecimento em postos de combustíveis com “bandeiras” reconhecidas ;
• definição de local especializado para troca de óleo conforme Resolução Conama 9/93;
• definição de local especializado para limpeza dos veículos e
• confecção de um “Manual do Condutor”.

ATITUDES CORRETAS DO CONDUTOR

• Conhecimento das leis de trânsito e obediência à sinalização

• Uso do cinto de segurança

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• Manutenção do veículo para que sempre esteja limpo e em boas condições de funcionamento

• Ao substituir pneu usado por um novo, cuidar para que o antigo seja descartado corretamente, de acordo com a
Resolução Conama 258/99

• Manter o motor do veículo regulado para minimizar a emissão de gases poluentes

• Verificação de vazamentos no veículo, como gotejamento de óleo, que podem causar contaminação do solo

• Jamais dirigir cansado, sob efeito de medicamentos, álcool ou drogas

• Respeito à faixa de pedestres

• Respeito aos limites de velocidade

• Uso de caminhos alternativos na hora de “pico” de trânsito

• Papel ou outros objetos descartados sempre no “lixocar”

• Celular desligado enquanto estiver conduzindo veículo

• Som em volume moderado, ao dirigir

• Buzina só em caso de necessidade

• Abastecimento em postos cuja procedência do combustível seja conhecida

• Adotar atitude cidadã e cordial no trânsito

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• • LINHA DE AÇÃO 2 • •

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

Esta linha de ação busca a satisfação e o bem-estar dos funcionários no ambiente de trabalho. Quatro campanhas
são desenvolvidas contemplando não só aspectos ambientais mas também os relacionados à saúde e à segurança,
implicando melhoria contínua da qualidade de vida no trabalho.

2.1 - Campanha de Saúde do Corpo


O objetivo dessa campanha é melhorar o desempenho e a disposição das pessoas para as tarefas diárias, lem-
brando-as da importância dos cuidados com o corpo, o que inclui, também, cuidados com a alimentação. As ações
destacam a importância das atividades físicas, da ergonomia e da nutrição para que o ambiente mais importante, o
nosso corpo/mente, mereça a devida atenção possibilitando a prevenção de doenças.

DAS PALAVRAS À AÇÃO

Nessa etapa do Programa as ações prioritárias têm por objetivo:

• realização de ginástica laboral;

• realização de exercícios de respiração e relaxamento;

• informações referentes à ergonomia;

• promoção de exames de saúde periódicos e

• realização de caminhadas.

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ATITUDES PARA VIDA SAUDÁVEL

• ALIMENTAÇÃO:
consumo de alimentos variados e rotina de pelo menos, três
refeições por dia; inclusão de verduras, legumes e frutas na
alimentação diária; aquisição do bom hábito de tomar diaria-
mente bastante água; diminuição do consumo de açúcar e
sal; manutenção/redução de peso controlando a ingestão de
alimentos e fazendo exercícios físicos.

• ERGONOMIA:
no computador, posicionar o monitor entre 45 e 70 cm de dis-
tância e regular a altura para que fique, no máximo, no nível
de sua linha de visão. Ajustar o teclado para que fique no
nível dos cotovelos do usuário, formando um ângulo reto. As
cadeiras devem possuir regulagem de altura para que os pés
se apóiem no chão. Sempre que possível, humanizar o am-
biente (plantas, quadros e som ambiente). Estimular a con-
vivência social entre os funcionários.

• GINÁSTICA LABORAL:
é recomendável parar por alguns minutos durante o trabalho
e executar alongamentos para grandes grupos musculares
como: ombros, tronco e pernas. Isso combate a má postura e
evita formigamentos por problemas circulatórios.

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2.2 - Campanha de Arrumação e Limpeza
O dia-a-dia de trabalho, associado ao ritmo de vida das pessoas, pode gerar o
acúmulo de papéis e outros materiais nas mesas, gavetas e armários, além de
desperdício e todo tipo de comportamento que gera estresse e má qualidade de
vida. Para melhorar o ambiente, é preciso promover a manutenção da limpeza e
da organização dos diversos setores da instituição.

ATIVIDADES RECOMENDÁVEIS

• Realização de mutirão de limpeza


• Aplicação dos conceitos dos 5S:

SEIRI – organização
SEITON – arrumação
SEISO – limpeza
SEIKETSU – padronização
SHITSUKE – disciplina

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PRODUZINDO RESULTADOS

• Organização: manter somente o que é útil e pode ser reaproveitado, descartando coisas desnecessárias. Isso se aplica
a todos os aspectos do ambiente do trabalho: mesas, gavetas, armários etc.

• Arrumação: definir um lugar para as coisas, guardá-las e obedecer às regras. Aplicar esse princípio a tudo que há no
local de trabalho: pastas, armários, materiais que se usa no dia-a-dia, inclusive discos de computadores, com seus
respectivos diretórios ou pastas de trabalho.

• Limpeza: limpeza é uma forma de inspecionar o ambiente e cuidar de sua conservação. Ela possibilita a identificação
de defeitos, peças quebradas, vazamentos etc. O local de trabalho deve ser dividido em áreas de responsabilidade, e
cada um deve cuidar do seu espaço.

• Padronização: a padronização inclui considerações tais como cores, formas, iluminação, ventilação, calor, vestuário,
higiene pessoal e tudo o que causar sensação de limpeza. A padronização busca manter os três primeiros ESSES (or-
ganização, arrumação e limpeza) de forma contínua.

• Disciplina: é fazer a coisa certa de forma natural, rotineira e cotidiana, para criar bons hábitos, via processo de repetição
e prática.

2.3 - Campanha de Redução da Poluição Sonora


Um ambiente de trabalho saudável está diretamente ligado à redução do nível de barulho e ruído. As conversas e dis-
cussões, alto volume de telefones e celulares podem gerar incômodo e atrapalhar a concentração, prejudicando o desen-
volvimento das atividades. Dessa maneira, é importante reduzir o desconforto dos funcionários gerado pelos ruídos exces-
sivos em suas áreas de trabalho.

CRIANDO AMBIENTE AGRADÁVEL

Para reduzir o efeito do barulho, o AmbientAÇÃO recomenda:


• estimular a diminuição do volume da voz em conversas e discussões;
• diminuir a altura das campainhas dos telefones e
• verificar o nível de ruído nos setores.

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PROTEGENDO CONTRA RUÍDOS

O barulho é conhecido por ter efeitos nocivos não somente na audição, mas também no sistema nervoso. Exposição pro-
longada ao ruído pode causar dores de cabeça, cansaço e elevação da pressão arterial. As recomendações preventivas
são:

• em ambientes barulhentos, utilizar protetores de ouvido para atenuar o ruído;


• manter o volume da campainha do telefone em nível que dê para escutar mas que não incomode demais;
• manter o telefone celular no modo silencioso;
• lembrar que existem outras pessoas no mesmo ambiente de trabalho e procurar, sempre, moderar o volume da fala
durante as conversas;
• não tentar abafar um ruído com outro e
• recomendar o teste de audição com um otorrinolaringologista, à menor suspeita de surdez de pessoas em constante
exposição a ruídos altos.

2.4 - Campanha Antitabagismo

O cigarro é um produto que contém mais de 4.720 substâncias tóxicas e, segundo a Organização Mundial de Saúde
– OMS, é a principal causa de morte evitável no mundo. Diminuir a exposição de não-fumantes aos males causados pelo
tabaco e sensibilizar os fumantes a abandonar o vício são essenciais para a melhoria da qualidade de vida. Além disso, a
Lei Federal nº 9.294, de 15 de julho de 1996, proíbe o uso do fumo nos prédios da administração pública.

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ESTIMULANDO UM MELHOR AMBIENTE

• Criação de “fumódromo” nas instituições


• Implantação de sinalização “proibido fumar”

PRATICANDO HÁBITOS SAUDÁVEIS

NÃO-FUMANTES:
• estimular a atitude de priorizar a saúde;
• incentivar fumantes com quem convive a abandonar o vício.

FUMANTES:
Para parar de fumar, basta força de vontade e seguir uma das opções:

A parada imediata
Estimular, sempre, a primeira opção. O fumante deixa de fumar de uma só vez, cortando totalmente o vício de uma hora
para outra.

A parada gradual

1) Reduzindo o número de cigarros. Para isso é só contar o número de cigarros fumados por dia e passar a fumar um
número menor a cada dia.
2) Adiando a hora do primeiro cigarro do dia. Adiar o primeiro cigarro por um número determinado de horas, a cada dia,
até chegar o dia em que passará sem fumar.

E, para continuar sem o cigarro, buscar atividades diferentes. Pensar no que seria possível fazer para mudar a sua rotina.
Investir em seu preparo físico. Ao sentir muita vontade de fumar, escovar os dentes, a toda hora, ou comer uma fruta. Man-
ter as mãos ocupadas com um elástico, pedaço de papel, rabiscando alguma coisa ou manuseando objetos pequenos.
Saber que a vontade de fumar não dura mais do que alguns minutos. Caso não conseguir parar, procurar um médico. Hoje
existem tratamentos com bons resultados.

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SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA
Para a realização mensal do monitoramento do Programa foi desenvolvido o Sistema de Gestão do AmbientAÇÃO – fer-
ramenta que permite o registro das ações realizadas, o acompanhamento dos indicadores de desempenho, dos planos
de ação decorrentes de não-conformidades e sugestões e o planejamento das campanhas.

De acordo com os aspectos ambientais considerados, o Programa


monitora os seguintes indicadores:

Consumo de água
• consumo mensal de água per capita em litros

Consumo de energia
• consumo mensal de energia elétrica per capita em KWH

Consumo de copos descartáveis


• Consumo mensal de copos descartáveis per capita em unidade

Consumo de cartucho de tinta


• consumo de cartucho de tinta preta per capita em unidade
• consumo de cartucho de tinta colorido per capita em unidade

Consumo de papel do tipo A4


• consumo de papel do tipo A4 per capita em unidade

Volume de resíduos
• percentual de material encaminhado para a reciclagem em relação ao
total de resíduos gerados.

Reutilização de papel do tipo A4


• percentual de papel do tipo A4 reutilizado em relação ao consumo
total de papel A4

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METODOLOGIA

O cálculo do indicador para água e energia elétrica é feito com base na leitura mensal do consumo nas contas das pres-
tadoras desses serviços, dividido pelo número de funcionários das instituições. Para o indicador de água, considera-se
1m3 igual a 1000 litros.

O consumo de copos descartáveis e de papel do tipo A4 é verificado mensalmente a partir da saída desses materiais
do almoxarifado, dividido pelo número de funcionários das instituições.

O indicador de consumo para os cartuchos de tinta preta compreende os cartuchos das impressoras das divisões e os
toners das impressoras departamentais. É realizada a divisão da quantidade consumida pelo número de funcionários
das instituições, considerando a proporção da capacidade de impressão do toner para os cartuchos. Os cartuchos de
tinta colorida são calculados a partir do consumo mensal pelo número de funcionários.

A percentagem de materiais recicláveis com destinação adequada é calculada a partir do volume total de resíduos
sólidos gerados diariamente.

Para o cálculo da reutilização de papel do tipo A4 considera-se o número de blocos para rascunhos confeccionados
somado à quantidade de papel coletado nas caixas “papel para reciclar” em relação ao consumo total de papel A4.

A qualidade de vida no trabalho é aferida periodicamente por meio de pesquisa de opinião entre o público-alvo, visando
a apurar e a divulgar o grau de satisfação dos funcionários. A avaliação do resultado permite o conhecimento das de-
mandas e possibilita a melhoria contínua das campanhas e ações propostas.

24
GLOSSÁRIO
5 S - Programa de gerenciamento participativo que objetiva criar condições de trabalho adequadas a todas as pessoas em
todos os níveis hierárquicos da organização. A sigla 5S deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de
utilização; SEITON, senso de ordenação; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de saúde; e SHITSUKE, senso de
autodisciplina.

Ambientação – Ato ou efeito de ambientar(-se); adequação a um ambiente.

Copam – Conselho Estadual de Política Ambiental

Ergonomia - Disciplina cientifica voltada para a compreensão das interações entre o ser humano e outros elementos de
um sistema, assim como a profissão que aplica as teorias, os princípios, os dados e os métodos para otimizar o bem-estar
humano e o desempenho geral dos sistemas.

Feam – Fundação Estadual do Meio Ambiente

Ginástica laboral – É a prática de exercícios físicos, realizada coletivamente, durante a jornada de trabalho, prescrito de
acordo com a função exercida pelo trabalhador, tendo como finalidade à prevenção de doenças ocupacionais.

IEF – Instituto Estadual de Florestas

Igam – Instituto Mineiro de Gestão das Águas

KWH – Kilowatt/hora

NARC – Núcleo de Apoio às Regionais do Copam

PDCA - Plan, Do, Check e Act, ou Planejar, Desenvolver, Checar e Avaliar, ferramenta que implica na melhoria de todos os
processos de fabricação ou de negócios.

Preciclar – É dar preferência a produtos que não agridem o meio ambiente, como sabão biodegradável, papel reciclado e
outros.

Semad – Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável

Sisema – Sistema Estadual de Meio Ambiente

25
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Livros:

ABREU, Maria de Fátima, PINHEIRO, Otilie Macedo, MOTTA, Maria Luísa Alvim. Coleta Seletiva: um manual para as
cidades mineiras. Belo Horizonte: Fórum Estadual Lixo & Cidadania, 2003.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Agenda ambiental na administração pública. Brasília: MMA, 2001. 80p.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente; INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. Guia de boas práti-
cas para o consumo sustentável.
DEBATENDO a poluição do ar. São Paulo: SMA, CEAM, CEDEC. 1997. 27p.
DIAS, Genebaldo Freire. Ecopercepção: um resumo didático dos desafios sócio-ambientais. São Paulo: Gaia, 2004.
63p.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas. 2 ed. rev. e amp. São Paulo: Gaia, 1993. 400p.
DIAS, Genebaldo Freire. Iniciação à temática ambiental: antropoceno. São Paulo: Gaia, 2002. 110p.
DIAS, Genebaldo Freire. Pegada ecológica. São Paulo.
JUNQUEIRA, José Cláudio. MARCATTO, Celso. Gestão ambiental municipal em Minas Gerais. Belo Horizonte:
Feam. 2002.
MARCATTO, Celso. Educação ambiental: conceitos e princípios. Belo Horizonte: Feam. 2002.
PASSOS, Daniela Araújo. Monografia: o Consumerismo Ambiental em Belo Horizonte. Belo Horizonte, 2000.

Publicações:

• Agenda Ambiental na Administração Pública (Ministério do Meio Ambiente)


• Coleta Seletiva – Reduzir. Reutilizar. Reciclar (Prefeitura de BH, SMMAS/BH e SMLU/BH)
• Coleta Seletiva – Um Manual Para Cidades Mineiras (Maria de Fátima Abreu, Otilie Macedo Pinheiro e Mara Luísa
Alvim Motta)
• Guia de Boas Práticas para o Consumo Sustentável (Ministério do Meio Ambiente)
• Programa Bio Consciência (CEMPRE)
• PROGRAMA de educação ambiental no TCEMG. Belo Horizonte: TCEMG: 2002.
• SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Educação Ambiental. Guia pedagógico do
lixo. São Paulo: SMA, 1998. 96p.

26
EXERCITE ALGUNS CONCEITOS
CAÇA PALAVRAS

Ação • Bileco • Coleta seletiva • Consumo consciente • Desperdício • Facilitadores • Reciclar •


Reduzir • Rejeito • Reutilizar

D F U O H B M M N F W S X C D R T G F A D U R
R E D M B G Y D R A A P O E L A Ç N O E R G I
T O C E L I B E D C A Q D E S P E R D I C I O
Y E D U H F Y U L I R X Z A Q S Y J B A D E R
U R F S D F A C A L A P I H G R D F G Ç K L Ç
O A R D F G I Y B I M K O P L I J B V A U A G
K C D G A S R E U T I L I Z A R H B G O V V R
L S G K L Ç P K C A S A S V B N T F G H U I R
Ç M N B V C D S A D M E S I S M A E F T R T S
F R D C O N S U M O C O N S C I E N T E I E E
V A E D F J K I G R N E A L E N J A R T R L P
M A E J F G L G H E S P E R T O C A R R O E E
N S F X E R F Ç A S D F G X C O L E T A S S L
U D Y S R I Q A J M B F R W Q C A D G J L A B
H V B Q A Ç T P M J U Y H G I T D S D V G T U
M B N M P L Ç O Q W D F G C F G H Y U M V E X
R E D U Z I R V N M B C E Z A S D G J L P L Y
Z R G I L A C E R S D R J I L R G B C O N O U
A W T U K M D F T B J H F E T Y S C A M P C N

27
PALAVRAS CRUZADAS

1 A
2 M
3 B
4 I
5 E
6 N
7 T
8 A
9 Ç
10 Ã
11 O

1- Qual o nome dado aos colegas que desenvolvem o Programa nos andares? • 2- Qual o nome da Cam-
panha do AmbientAÇÃO que pretende estimular à redução do consumo e a reutilização de materiais? •
3- Qual o nome do mascote do AmbientAÇÃO? • 4- Evitar a exposição dos não fumantes aos males do
tabaco e estimular os fumantes a abandonarem o vício. Estamos falando de qual Campanha? • 5- A ali-
mentação, as atividades físicas e a ergonomia no trabalho é tema de qual Campanha do AmbientAÇÃO?
• 6- Qual o principal objetivo do Programa AmbientAÇÃO? • 7- Possibilitar o envio de materiais para
reciclagem por meio da separação dos resíduos é o objetivo de qual Campanha do AmbientAÇÃO? • 8-
Complete a frase: Além de estimular a atitude consciente, o AmbientAÇÃO também pretende melhorar a
___________________ no trabalho. • 9- Complete a frase: Uma das maneiras de se evitar o desperdício
é a ___________________ do consumo. • 10- Quando separamos os papéis A4 para que sejam trans-
formados em blocos de rascunho, estamos falando de? • 11- Qual o nome do relatório que possibilita a
participação de todos no Programa e que fica disponível com os facilitadores?

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D F U O H B M M N F W S X C D R T G F A D U R
R E D M B G Y D R A A P O E L A Ç N O E R G I
T O C E L I B E D C A Q D E S P E R D I C I O
Y E D U H F Y U L I R X Z A Q S Y J B A D E R
U R F S D F A C A L A P I H G R D F G Ç K L Ç
O A R D F G I Y B I M K O P L I J B V A U A G
K C D G A S R E U T I L I Z A R H B G O V V R
L S G K L Ç P K C A S A S V B N T F G H U I R
Ç M N B V C D S A D M E S I S M A E F T R T S
F R D C O N S U M O C O N S C I E N T E I E E
V A E D F J K I G R N E A L E N J A R T R L P
M A E J F G L G H E S P E R T O C A R R O E E
N S F X E R F Ç A S D F G X C O L E T A S S L
U D Y S R I Q A J M B F R W Q C A D G J L A B
H V B Q A Ç T P M J U Y H G I T D S D V G T U
M B N M P L Ç O Q W D F G C F G H Y U M V E X
R E D U Z I R V N M B C E Z A S D G J L P L Y
Z R G I L A C E R S D R J I L R G B C O N O U
A W T U K M D F T B J H F E T Y S C A M P C N

1 FA C I L I T A D O R
2 C O N S U M O C O N S C I E N T E
3 B I L E C O
4 A N T I T A B A G I S M O
5 S A Ú D E D O C O R P O
6 M U D A N Ç A D E C O M P O R T A M E N T O
7 C O L E T A S E L E T I V A
8 Q U A L I D A D E D E V I D A
9 R E D U Ç Ã O
10 R E U T I L I Z A Ç Ã O
11 N Ã O C O N F O R M I D A D E E S U G E S T Ã O

29