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Fisiologia é a parte da Biologia que estuda as funções dos seres vivos,

em todos os graus de sua organização. Além de descrever e interpretar os


fenômenos procura descobrir as causas e os mecanismos, definir as
correlações entre os órgãos e esclarecer as integrações funcionais entre eles.

Todos os sistemas do corpo humano trabalham em perfeita harmonia,


estando sempre um dependente do bom funcionamento do outro, havendo uma
relação estreita entre eles. Podemos dizer que não existe especificamente, um
sistema mais importante que outro, porém se olharmos com olhos mais
criteriosos podemos destacar um valor, todo especial para o sistema
circulatório.
A circulação é responsável pela distribuição, para o corpo, de gases
respiratórios, nutrientes e hormônios, bem como o recolhimento das excreções
resultantes da respiração celular. Os animais mais simples, como os poríferos,
cnidários, platelmintos e nematelmintos, não possuem um sistema circulatório
organizado, como os animais mais evoluídos e maiores, porém desde o ser
mais simples até o mais complexo a circulação se faz presente.
A circulação pode ser aberta ou fechada, simples, dupla, completa ou
incompleta.

O sangue sai dos vasos sangüíneos e cai em cavidades denominadas


lacunas ou hemoceles, onde ocorrem as trocas com as células, pois circula
livremente em contato com os tecidos. Acontece nos insetos, que também
apresentam um coração rudimentar.

É assim chamada quando o sangue flui exclusivamente pelo interior de


vasos, sem sair destes.

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Há três tipos de vasos sangüíneos:

Artérias – são vasos que saem do coração;


Veias – são vasos que chegam ao coração;
Capilares – são vasos muito finos, com paredes permeáveis, que se
encontram entre as artérias e veias e fazem as trocas de substâncias entre o
sangue e os tecidos.

Quando, numa volta completa, o sangue passa uma vez só pelo coração.
Ocorre nos peixes.

Quando em cada volta completa o sangue passa duas vezes pelo


coração. Ocorre nos demais vertebrados.

Quando há mistura de sangue arterial e sangue venoso em algum ponto


do sistema circulatório. Ocorre nos anfíbios e répteis.

Quando não ocorre mistura dos dois tipos de sangue.


Circulação completa acontece nas aves e mamíferos. O
desenvolvimento completo de um septo (membrana divisória entre duas
cavidades) interventricular permitiu, nesses animais, o surgimento da
circulação completa, em que o sangue venoso não se mistura com o sangue
arterial.
A principal característica do tecido sangüíneo (sangue) é o fato de que
suas células são separadas por uma grande quantidade de substância
intersticial líquida. Graças a esse líquido, o sangue consegue circular por todo
o corpo, realizando diversas funções.
Costuma-se dividir o sangue em duas partes: uma parte líquida e uma parte
sólida.

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A parte líquida do sangue é chamada plasma. O plasma é uma solução
aquosa, formada por água, sais e proteínas, nessa água se encontram
dissolvidas várias substâncias como:
- Substâncias Nutritivas: açúcares, gorduras, vitaminas, etc.
- Gases Respiratórios – oxigênio e gás carbônico.
- Anticorpos – substâncias que protegem o corpo contra micróbios e
outras substâncias estranhas.
- Hormônios – substâncias produzidas pelas glândulas e que ajudam a
controlar o funcionamento das células.
- Substâncias Tóxicas: que são produzidas pelas células e têm que ser
eliminadas do corpo, como a uréia e o ácido úrico que são filtrados pelos rins
e saem na urina.
São proteínas do plasma:
- As albuminas, que regulam a pressão osmótica;
- As globulinas, que produzem anticorpos;
- O fibrinogênio, que atua no processo de coagulação sangüínea;
- As lipoproteínas, que transportam lipídios e colesterol.

A parte sólida do sangue é formada pelos chamados elementos


figurados ou glóbulos sangüíneos. Estes elementos figurados são células e
fragmentos (pedaços) de células que ficam mergulhadas no plasma: as
hemácias ou glóbulos vermelhos, os leucócitos ou glóbulos brancos e as
plaquetas.

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Os glóbulos brancos,
como os glóbulos vermelhos e
as plaquetas, são criados na
parte esponjosa de certos ossos.
A região é preenchida com
medula vermelha, que produz
esses corpos celulares.

As células do sangue dividem-se em dois grupos: os glóbulos vermelhos


e os glóbulos brancos.

Os glóbulos vermelhos também são chamados de hemácias. São as


células mais abundantes do sangue As hemácias são células ovais e
relativamente pequenas. Nos animais mamíferos (incluindo o homem) as
hemácias são células anucleadas, ou seja, células que não possuem núcleo.

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A função das hemácias é permitir o transporte de oxigênio dos pulmões
para todo o corpo e também o transporte de gás carbônico de todo o corpo até
os pulmões.
Esse transporte é feito através da hemoglobina (pigmento respiratório).
A hemoglobina é uma proteína presente nas hemácias. O transporte ocorre da
seguinte forma:
- Quando o sangue passa pelos pulmões, o oxigênio que foi respirado se
combina com a hemoglobina das hemácias e forma da chamada
oxiemoglobina. Essa ligação, porém, é fraca e, conforme o sangue vai
circulando pelo corpo, o oxigênio se desliga da hemoglobina e penetra nas
células.
- Por outro lado, conforme o sangue circula pelo corpo o gás carbônico
produzido pelas células também se combina com a hemoglobina das
hemácias, formando a chamada carboemoglobina. Essa ligação também é
fraca e, quando o sangue passa pelos pulmões, o gás carbônico se desliga da
hemoglobina e passa para os pulmões.

Resumidamente, podemos dizer que as


hemácias do sangue completam o trabalho da
respiração, que coloca o oxigênio para dentro e
o gás carbônico para fora do corpo.

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Os glóbulos brancos também são chamados de leucócitos. Os leucócitos
são células arredondadas e geralmente bem maiores que as hemácias.
A função dos leucócitos é proteger o corpo contra micróbios e
substâncias estranhas que penetrem no organismo, em situações especiais,
podem ter seu número consideravelmente elevado, indicando que algo não vai
bem no corpo. Esse trabalho de proteção realizado pelos leucócitos é
chamado de imunidade.
Ao contrário das hemácias, que são todas iguais, os leucócitos são
divididos em tipos bem diferentes.

Observe a figura abaixo.

- Granulócitos: são leucócitos que possuem em seu interior muitos grãos


de substâncias cristalizadas.
Existem três tipos de granulócitos: os basófilos, os eosinófilos e os
neutrófilos.
- Agranulócitos: são leucócitos que não possuem grãos em seu interior.
Existem dois tipos de agranulócitos: os linfócitos e os monócitos.

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Os anticorpos são Os agranulócitos
substâncias que conseguem defendem o corpo
enfraquecer os micróbios produzindo anticorpos.
ou neutralizar as Os granulócitos
substâncias tóxicas defendem o corpo através
produzidas por eles. da fagocitose.

Veja a seguir.

A fagocitose é um processo onde as células


engolem e digerem os micróbios e outras substâncias
estranhas que invadem o corpo.

Embora as hemácias sejam menores que os leucócitos, a quantidade de


hemácias no sangue é muito maior.
Se o corpo produzir poucas hemácias ou hemácias defeituosas, a pessoa
terá a doença conhecida como anemia. A falta de ferro na alimentação
também causa anemia, porque o ferro entra na formação da hemoglobina das
hemácias. Pessoas com anemia sentem uma grande fraqueza. Isto acontece
porque, se as hemácias não conseguem levar oxigênio suficiente para as
células, às células não conseguem produzir energia suficiente para manter o
corpo.
Quando o número de leucócitos no sangue estiver acima dos limites
considerados normais, provavelmente a pessoa estará sofrendo algum tipo de
infecção.

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Se o número de leucócitos no sangue estiver exageradamente acima do
normal, a pessoa poderá estar sofrendo de leucemia. A leucemia é uma
doença muito grave, conhecida popularmente como câncer no sangue.
Quando o número de leucócitos do sangue estiver abaixo do normal, a
pessoa pode estar sofrendo de intoxicação por excesso de remédios.
Se o número de leucócitos no sangue estiver muito abaixo do normal, a
pessoa pode estar com Aids. O vírus da Aids invade e destrói os leucócitos.
Dessa forma, a pessoa fica sem defesa no corpo, por isso, a pessoa com Aids
geralmente morre porque pode pegar várias outras doenças ao mesmo tempo.

Diapedese acontece quando os leucócitos saem do capilar


sangüíneo e vão para o tecido conjuntivo vizinho com a finalidade de
fagocitar bactérias, melhorando o sistema de defesa.

As plaquetas são os fragmentos (pedaços) de células que também


podem ser encontrados no sangue. As plaquetas são bem menores que as
hemácias e tem formato variado.
A função das plaquetas é permitir a coagulação do sangue. A
coagulação é o processo de ressecamento e endurecimento do sangue em caso
de ferimentos.

Quando a pele é ferida ou cortada, seu corpo desencadeia


imediatamente uma ação defensiva, com o objetivo de
interromper a perda de sangue e evitar que bactérias nocivas
entrem no organismo pela região afetada, inicia-se então, o
processo de cicatrização.

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Processo de Cicatrização

Quando ocorre um ferimento com sangramento, as fibras musculares


lisas do vaso sangüíneo danificado contraem-se, diminuindo o volume do vaso
e, conseqüentemente, o fluxo de sangue. As plaquetas nesse local unem-se a
fibras colágenas expostas do vaso cortado e formam um tipo de rolha.
As plaquetas e células dos tecidos lesados liberam uma enzima chamada
tromboplastina. Esta em conjunto com íons cálcio e vitamina K presentes no
sangue catalisam uma reação que propicia a transformação de uma proteína
plasmática inativa, a protrombina, em enzima ativa, a trombina. A trombina
catalisa a reação de transformação da proteína plasmática, o fibrinogênio, em
fibrina. Esta é fibrosa e forma uma rede de fios no ferimento, impedindo a
passagem das células sangüíneas. Forma-se, então, o coágulo, que estanca o
sangue.

O plasma sem fibrogênio chama-se soro.

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Pessoa com hemofilia também
não conseguem coagular o
A falta de vitamina K na sangue. A hemofilia é uma
alimentação diminui a doença hereditária (de nascença)
capacidade das plaquetas e muito grave. Como a pessoa
realizarem a coagulação hemofílica não tem capacidade de
do sangue. coagulação, qualquer ferimento
pequeno pode sangrar até a
pessoa morrer.

Muitos ataques cardíacos são provocados pela formação de coágulos


nas artérias coronárias, que irrigam o coração. Esses coágulos obstruem a
passagem do sangue e podem provocar a morte do músculo cardíaco. Um dos
tratamentos consiste na injeção rápida de substâncias que dissolvem o
coágulo, antes que o músculo seja danificado. Esses coágulos anormais têm
mais chance de se formar em superfícies ásperas de vasos parcialmente
obstruídos com gordura (arteriosclerose).

A anemia pode ter várias causas: falta de ferro, de vitamina B12 ou de


ácido fólico (vitamina do complexo B), resultante de uma dieta alimentar
inadequada ou de falha na absorção desses elementos. Ela pode ser causada

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também por perdas crônicas de sangue em doenças como úlcera, tuberculose,
verminoses intestinais ou em mulheres com menstruação abundante.
Há ainda anemias provocadas por fatores hereditários – como a anemia
falciforme, em que as hemácias são destruídas muito rapidamente – e por
doenças da medula óssea – como a leucemia. Finalmente, a anemia pode
aparecer também em mulheres que engravidam e que não estão com uma
reserva normal de ferro.
Nem sempre os sintomas da anemia são evidentes, embora nos casos
graves o paciente apresente cansaço, dificuldade de respirar, fraqueza
muscular etc.
Anemias intensas geralmente trazem graves conseqüências ao
organismo, podendo levar inclusive à morte. Por isso, é necessário consultar o
médico e realizar exames específicos para saber a causa da doença e ministrar
o tratamento adequado.
A prevenção da anemia por deficiência de ferro pode ser feita com a
ingestão de alimentos ricos em ferro (fígado, rins, gema de ovo, carne,
espinafre, couve, brócolis, feijão etc.). Mas nem sempre isso é suficiente. Há
casos em que só a reposição do ferro com medicamentos é eficiente. O
aconselhável é não tomar remédios por conta própria nem consultar pessoas
não especializadas.

Nos seres humanos a circulação é fechada, dupla e completa. O coração


está dividido em quatro partes: dois átrios (aurículas) e dois ventrículos. Os
átrios são as cavidades superiores, e recebem o sangue que chega ao coração.
Os ventrículos que são cavidades inferiores expulsam o sangue do coração.
No átrio direito chegam as veias cava, que trazem o sangue venoso do
organismo; no átrio esquerdo chegam as veias pulmonares, que trazem o
sangue arterial dos pulmões.
Do ventrículo direito sai a artéria pulmonar, que leva ao pulmão o
sangue venoso; do ventrículo esquerda parte a maior artéria do nosso corpo: a
aorta, que leva do coração o sangue arterial a todas as partes do organismo.
Os átrios, assim como os ventrículos não apresentam comunicação entre
si.
Existe comunicação entre o átrio e o ventrículo da direita e entre o átrio
e o ventrículo da esquerda. Essa comunicação é feita por uma válvula de cada
lado, que permite a passagem do sangue somente no sentido do átrio para o
ventrículo.

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Válvula tricúspide: entre o átrio direito e o ventrículo direito.
Válvula bicúspide ou mitral: entre o átrio esquerdo e o ventrículo
esquerdo.

Coração

A função do coração é bombear o sangue para todos os tecidos e células


do corpo. É um órgão musculoso, oco, de forma cônica um pouco maior do
que uma mão fechada. Situa-se na caixa torácica, entre os dois pulmões, sobre
o músculo diafragma, em uma região chamada mediastino.
O músculo que forma o coração é chamado miocárdio que é revestido
por uma membrana dupla denominada pericárdio.
Graças aos movimentos do coração: diástole (dilatação das cavidades do
coração; recebem o sangue) e sístole (contração, expulsa o sangue), o sangue é
impulsionado para as diferentes partes do organismo.

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Coração
A saída do sangue venoso do ventrículo direito, através da artéria
pulmonar e sua volta até o átrio esquerdo (já oxigenado nos pulmões) através
das veias pulmonares, corresponde à pequena circulação ou circulação
pulmonar.

Pequena e Grande Circulação

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A saída do sangue arterial do ventrículo esquerdo, através da artéria
aorta, atingindo todo o corpo, sua volta até o átrio direito, através da veia,
correspondem à grande circulação ou circulação sistêmica.

O bom funcionamento do coração quase sempre depende de uma dieta


racional e de uma vida disciplinada. Alimentos gordurosos em excesso devem
ser evitados porque já está comprovado que a obesidade é prejudicial ao bom
desempenho do coração.
A prática de esportes diminui o peso e os depósitos de gordura.Trata-se,
portanto, de uma atividade sadia para o organismo. No entanto, esforços
físicos exagerados podem sobrecarregar o coração, deixando-o exposto a
enfartes fulminantes. Assim, praticar esportes e evitar esforços físicos
desnecessários são maneiras muito eficientes de manter a saúde de nosso
coração.

Além da circulação sangüínea, existe nos vertebrados a circulação


linfática, que ocorre através de veias e capilares linfáticos. Os capilares
linfáticos apresentam fundos cegos, isto é, sua extremidade é fechada, não se
comunicando com os outros vasos.
Os capilares linfáticos ocorrem em todos os tecidos do corpo, onde
reabsorvem o líquido tissular que não retornou aos capilares sangüíneos. Os
capilares linfáticos se unem, formando vasos de calibre cada vez maiores, que
desembocam nas veias cavas.
A linfa, líquido que circula dentro dos vasos linfáticos apresenta assim
como o sangue, glóbulos brancos, produzidos e lançados na circulação pelos
nódulos linfáticos ou linfonodos.

As varizes são dilatações das veias das pernas, causadas pela pressão
que o sangue faz nas paredes das veias. As mulheres são mais propensas a
terem varizes do que os homens, na proporção de 10 para cada 1.

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Sabe-se atualmente que há um componente hereditário no aparecimento das
varizes. Portanto, nas famílias em que as varizes são uma constante, as
mulheres devem desenvolver hábitos visando à prevenção dessa doença.
Outro fator que pode levar às varizes é ficar em pé na mesma posição
durante muito tempo, pois o sangue precisa vencer a força da gravidade para
voltar ao coração sem ajuda nenhuma dos músculos da perna.
Nas mulheres, a gravidez e a obesidade são a causa maior do
surgimento das varizes. As meias elásticas ajudam a prevenir esse tipo de
inflamação dos vasos sangüíneos, pois aumentam o trabalho muscular nas
pernas.
(Conselho Regional de Medicina (SP) – Informe Publicitário.).

Principais disfunções do aparelho circulatório:

Hipertensão (Pressão Alta): aumento da pressão sangüínea, geralmente


causada pela obesidade, fumo e ingestão de sal em excesso.
Arteriosclerose, que consiste na obstrução parcial ou total de alguns
vasos sangüíneos, pelo acúmulo de substância gordurosas em sua camada
interna.
Se a arteriosclerose atingir as artérias coronárias, conseqüências mais
graves podem ocorrer, como: angina pectoris, enfarte do miocárdio e ataque
cardíaco, podendo levar o indivíduo ä morte.
Fatores que podem favorecer a arteriosclerose: hereditariedade,
hipertensão, hábitos alimentares, tabagismo, diabetes e outros.

1) Assinale V (verdadeiro) ou F (falso):

01) Tecidos são conjuntos de células diferentes que atuam juntas realizando as
mesmas funções dentro do corpo ____________________________________

02) Substâncias intersticiais são as substâncias que podem aparecer entre as


células que formas os tecidos _______________________________________

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03) As substâncias intersticiais são sempre líquidas _____________________

04) Somente os animais apresentam tecidos ___________________________

05) Os glóbulos brancos também são chamados de leucócitos e têm como


função defender o corpo contra agentes estranhos _______________________

06) Os leucócitos granulócitos têm grãos em seu interior, têm núcleo simples e
produzem anticorpos _____________________________________________

07) Os leucócitos agranulócitos não têm grãos em seu interior, possuem


núcleo dividido com várias formas e fazem fagocitose ___________________

08) As plaquetas são células que realizam a coagulação do sangue em caso de


ferimentos ______________________________________________________

09) O plasma é a parte líquida do sangue e é formado por água, sais minerais e
oxigênio _______________________________________________________
10) O tecido hemopoiético mielóide é encontrado na medula vermelha dos
ossos e produz hemáciais, plaquetas e leucócitos granulócitos _____________

11) O tecido hemopoiético linfóide é encontrado nos órgãos linfóides como


fígado, baço e gânglios. Este tecido produz os leucócitos agranulócitos ______

12) Sabe-se que há uma diferença entre plasma e soro; qual é?


_______________________________________________________________

13) O coração funciona como uma bomba. Nos mamíferos, o sangue com
baixo teor de oxigênio é enviado aos pulmões. Por outro lado, o sangue
oxigenado nos pulmões é mandado para os vários setores do organismo.
Assinale a opção correta entre as abaixo representadas:

a) O sangue que sai do ventrículo esquerdo é enviado aos pulmões para a


oxigenação.
b) O átrio direito recebe sangue das veias cavas e o envia para o organismo.
c) As veias pulmonares levam o sangue oxigenado para o átrio esquerdo.
d) O ventrículo direito recebe o sangue oxigenado e o envia para o organismo.
e) A aorta sai do ventrículo direito e transporta o sangue oxigenado.

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14) Nos mamíferos, as artérias pulmonares levam o sangue:

a) Arterial dos pulmões para o átrio esquerdo.


b) Arterial dos pulmões para o ventrículo esquerdo.
c) Arterial do ventrículo esquerdo para o corpo.
d) Venoso do ventrículo direito para os pulmões.
e) Venoso do átrio direito para os pulmões.

15) O sangue pode transportar as seguintes substâncias:


I. Gases respiratórios
II. Hormônios
III. Excretas
IV. Alimentos
Nos mamíferos, o sangue transporta:
a) Apenas I II e III.
b) Apenas I II e IV.
c) Apenas II e III
d) Apenas II III e IV.
e) I, II, III e IV.

A respiração é um fenômeno da maior importância para o mundo vivo,


uma vez que permite a extração da energia química armazenada nos alimentos
e sua utilização nas diversas atividades metabólicas do organismo.
Todos os animais precisam do oxigênio para o metabolismo celular e
necessitam eliminar o dióxido de carbono resultante. A troca destes gases
realizada pelos animais denomina-se respiração. Na respiração, ocorrem as
trocas gasosas com o meio externo através de superfícies respiratórias do
corpo dos animais, o transporte de gases através do corpo e as trocas gasosas
nas células dos diferentes tecidos.

Os animais podem efetuar de diversas maneiras as trocas gasosas com o


meio ambiente de acordo com os tipos de estruturas envolvidas no processo.
Os principais tipos de respiração são:
Tegumentar ou cutânea é a respiração feita através da pele.
Branquial é a respiração feita através das brânquias.

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Traqueal é a respiração feita através das traquéias.
Pulmonar respiração realizada através dos pulmões.

Nos poríferos, celenterados, platelmintos, asquelmintos e em muitos


anelídeos, as trocas gasosas ocorrem através da superfície do corpo ou
epiderme, que é bastante extensa em relação ao seu volume e permite que o
oxigênio entre em quantidade suficiente pelo processo de difusão, atingindo
todas as células do organismo. Esse tipo de respiração denomina-se respiração
cutânea.
Nos anelídeos marinhos (poliquetas), nos moluscos aquáticos, nos
crustáceos, inclusive os terrestres (tatuzinhos-de-jardim) a respiração é
realizada por brânquias, estrutura especializada em retirar oxigênio da água.
Nos moluscos terrestres (gastrópodes) a respiração ocorre através de um
pulmão rudimentar.
Nos insetos, a respiração é do tipo traqueal e ocorre através de
estruturas denominadas traquéia. As traquéias são tubos finos que se originam
na superfície do corpo e ramificam-se até chegar a todos os órgãos e tecidos
no interior do organismo do animal. A abertura da traquéia na superfície do
corpo é denominada estigma.
Nos aracnídeos (aranhas e escorpiões) a respiração é realizada através
de filotraquéias (traquéia forma de folha) ou pulmões foliáceos (pulmões
forma de folhas), na qual as traquéias coletam o oxigênio atmosférico e
transportam até um “pulmão primitivo”, onde as trocas gasosas acontecem;
neste processo, há participação do sangue no transporte de oxigênio até as
células.

Nos vertebrados a respiração é realizada pelo sistema respiratório, que é


composto principalmente por brânquias ou por pulmões.
Os peixes apresentam na maioria respiração branquial, porém em alguns
como a pirambóia, chamados peixes pulmonados, há uma bolsa, que pode
absorver oxigênio do ar atmosférico, funcionando como um pulmão primitivo.

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Na maioria dos peixes ósseos o pulmão primitivo se desenvolveu e deu origem
a bexiga natatória, órgão com função hidrostática.
Nos peixes ósseos, as brânquias são protegidas por um osso
denominado opérculo.
Na larva dos anfíbios os girinos que são aquáticos, a respiração é
branquial. Na medida em que a larva se desenvolve e se torna adulta, a
respiração branquial é substituída pela respiração pulmonar e pela respiração
cutânea.
Nos répteis a respiração é pulmonar.
Nas aves a respiração é realizada por pulmões, que estão ligados aos
sacos aéreos, que servem de reservatório suplementar de ar. Os sacos aéreos,
por sua vez, emitem ramificações que se estendem para o interior dos ossos
longos, formando os chamados ossos pneumáticos.
O grupo dos mamíferos que apresenta o sistema respiratório mais
desenvolvido. Nestes animais, o ar penetra pelas fossas nasais, passando para
a faringe, laringe, traquéia, brônquios, bronquíolos e finalmente os alvéolos
pulmonares, onde ocorrem as trocas gasosas.

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A respiração consiste na absorção de oxigênio pelo organismo e na
liberação de gás carbônico. Nos pulmões ocorrem as trocas gasosas entre o ar
e o sangue, processo que recebe o nome de Hematose.
Na espécie humana, o ar penetra pelas fossas nasais, passando para a
faringe, laringe, traquéia, brônquios, bronquíolos e finalmente os alvéolos
pulmonares, onde ocorrem as trocas gasosas. Observe figura acima.
As fossas nasais filtram, umedecem e aquecem o ar.
A faringe é o órgão comum ao sistema digestivo e respiratório, recebe o
ar das fossas nasais e passa para a laringe.
A laringe é o chamado “órgão da voz”, pois é na laringe que vamos
encontrar as cordas vocais, que vibram à passagem do ar, emitindo sons, que
são modulados na boca e fossas nasais.
A abertura superior da laringe chama-se glote. Sobre a glote há uma
membrana denominada epiglote. A glote dá passagem ao ar sempre que a
epiglote está fechada.
Glote é uma abertura entre as cordas vocais, pela qual o ar passa na
laringe quando você respira. Na respiração normal a glote fica totalmente
aberta. Quando você fala as duas cordas vocais se aproximam uma da outra.
Com isso, o ar é forçado a passar por uma abertura mais estreita, provocando a
vibração das cordas e conseqüentemente a produção de sons.

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ANATOMIA DA LARINGE

Epiglote é uma estrutura na forma de pá, feita de um tecido duro, mas


flexível chamado cartilagem, situada atrás da língua, na extremidade superior
da laringe. Quando você respira ou fala, ela se ergue para permitir a passagem
do ar para a laringe e os pulmões, e deles para o exterior. Quando você engole,
ela se fecha tampa a entrada da laringe, o que impede que você se sufoque
pela penetração de alimento nas vias respiratórias. Quando um pequeno
pedaço toma acidentalmente o caminho errado, você tosse para eliminá-lo.
A traquéia é um tubo formado por anéis cartilaginosos, possui no seu
interior cílios vibráteis que auxiliam na purificação do ar.
Os brônquios são bifurcações da traquéia que penetram no interior dos
pulmões, esquerdo e direito.
Pulmões são dois órgãos de natureza esponjosa, elástica e de cor rósea,
situados na caixa torácica, um direito, mais desenvolvido com três lobos e o
esquerdo com apenas dois lobos.
No interior dos pulmões, os brônquios se ramificam progressivamente,
em tubos cada vez menores, reduzindo-se finalmente a finíssimos canais

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denominados bronquíolos. Na extremidade dos bronquíolos existem estruturas
semelhantes a pequenos sacos, chamados de alvéolos, muito vascularizados no
qual o oxigênio do ar é trocado pelo gás carbônico do sangue.
Envolvendo os pulmões, encontra-se duas membranas denominadas
pleuras.

Anatomia Dos Pulmões

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Para obter energia a partir dos alimentos, as células do nosso corpo
(células musculares, nervosas etc.) precisam de oxigênio. A fonte de oxigênio
que usamos é o ar. Quando respiramos, jogamos uma certa quantidade de ar
para dentro dos nossos pulmões (inspiração). Em seguida, o ar é jogado
novamente para o ambiente (expiração) e assim sucessivamente.
Durante a inspiração os pulmões devem se expandir. Há vários
músculos que auxiliam nesse trabalho de expansão da caixa torácica. A caixa
torácica é à parte do corpo onde o coração e os pulmões ficam alojados. Com
a expansão da caixa torácica, o pulmão ganha espaço e pode se encher de ar.
Se, na inspiração, a caixa torácica aumenta de tamanho, na expiração
ela deve diminuir, para que o ar do interior do pulmão possa ser expulso.
Para que nossas células recebam o oxigênio de que necessitam não basta
que o ar, rico em oxigênio, chegue até os pulmões. Para chegar até as células,
o oxigênio deverá ser transportado pelo sangue.
No mecanismo respiratório é fundamental a participação do diafragma
(músculo achatado que separa a cavidade torácica da cavidade abdominal) e
dos músculos intercostais (localizam-se entre as costelas).
Quando o diafragma é abaixado e as costelas são levantadas, o volume
dos pulmões aumenta e o ar é forçado a entrar em seu interior. Esse
movimento é chamado de inspiração.
A expiração ocorre devido a movimentos inversos, quando o diafragma
é levantado e as costelas são abaixadas. Isso faz com que o volume da caixa
torácica diminua e pressione os pulmões que, então, eliminam o ar de seu
interior.
O pulmão é um órgão elástico de tecido muito fino e irrigado por uma
enorme quantidade de capilares sangüíneos. Quando inspiramos, o oxigênio
contido no ar penetra no pulmão e atravessa as suas paredes finas, alcançando
o sangue que é trazido pelos capilares sangüíneos. O sangue que chega aos
pulmões é pobre em oxigênio, pois vem dos tecidos nos quais o oxigênio já foi
consumido.
As células consomem oxigênio e, no mesmo processo, liberam gás
carbônico. O sangue recolhe esse gás produzido pelas células e o transporta
até o pulmão. No pulmão, o gás carbônico passa do sangue para o ar que está
no seu interior.

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Não basta que o oxigênio chegue até o sangue que passa pelos pulmões.
Ele deve chegar até a célula (no caso, a célula muscular) que precisa obter
energia e, portanto, vai consumir esse gás.
O oxigênio é transportado no sangue pelas células chamadas hemácias
ou glóbulos vermelhos rica em um pigmento chamado a hemoglobina.
A hemoglobina também leva uma parte do gás carbônico dos tecidos
para o pulmão, embora, a maior parte desse gás seja transportada pelo plasma
sangüíneo.

Existem mais de 300


milhões de alvéolos nos
pulmões de uma pessoa
adulta. Juntos, eles têm uma
área superficial de 80 m2.

A hemoglobina contida no interior dos glóbulos vermelhos liga-se ao


oxigênio por causa do ferro que ela possui. Por isso nossa alimentação deve
ser rica em ferro. Quando o organismo não tem ferro suficiente para sintetizar
a hemoglobina, aparece a anemia. Uma pessoa anêmica é pálida, ofegante e se
cansa com extrema facilidade.

Que é a
hemoglobina que dá a
cor vermelha ao sangue.

24
Uma vez que o oxigênio se ligou à hemoglobina, seu caminho até o
músculo já pode começar a ser percorrido. Dos capilares, o sangue rico em
oxigênio passa para as veias até chegar ao coração. O coração é a bomba do
sistema circulatório. Ele impulsiona o sangue, permitindo que este atinja o
músculo ou qualquer outro tecido do corpo.
Não é só o oxigênio que é transportado pelo sangue. Os nutrientes que
fornecem energia (glicose, ácidos graxos etc.) também chegam ao músculo
pela corrente sangüínea.
Durante o exercício físico, quando a atividade dos nossos músculos
aumenta muito, o consumo de energia também aumenta. Uma maior produção
de energia demanda mais oxigênio e resulta em mais gás carbônico. O cérebro
e o coração percebem o aumento da atividade muscular e da quantidade de gás
carbônico no sangue. Desse modo, ocorrem mudanças tanto na circulação do
sangue quanto nos movimentos respiratórios.
O condicionamento físico faz com que o nosso corpo fique mais
adaptado ao exercício, de modo que não se exija dele um esforço desmedido
quando a atividade física é intensa e dura muitas horas. Se o jogador, por
exemplo, não estiver em boa forma, para participar de uma partida de futebol,
nos dez primeiros minutos de jogo ele estará ofegante e com fadiga muscular,
o que prejudicará seu desempenho ao longo da partida.
O exercício diário e repetido aumenta a quantidade de músculo e o
fôlego quantidade de ar que entra no pulmão durante a inspiração. Desse
modo, quando nossos músculos tiverem de realizar uma atividade intensa,
como chutar, driblar e correr para tirar a bola dos pés do adversário, todo o
organismo estará preparado e o desgaste do corpo será menor.

Nem todos os jogadores e outros esportistas aumentam seu desempenho


apenas com o treinamento. Alguns atletas, na ansiedade de ganhar a
competição, perdem o espírito esportivo e apelam para o uso de substâncias
que aumentam artificialmente a massa muscular ou a obtenção de oxigênio
pelo músculo. São os conhecidos casos de doping.

25
Uma das formas mais conhecidas de doping é o uso de hormônios
masculinos. Os hormônios masculinos são responsáveis pelo aumento da
musculatura. Certas substâncias imitam os hormônios masculinos. É o caso
dos anabolizantes. A ingestão dessas substâncias provoca um aumento muito
rápido da musculatura. Isso significa aumento de força e velocidade.
Outra forma comum de doping é a que visa melhorar o fôlego do atleta
aumentando a quantidade de hemoglobina no sangue por meio de transfusões.
Essa quantidade adicional de hemácias faz com que as trocas gasosas
sejam mais eficientes e mais oxigênio chegue até o músculo.
Mas o doping não é feito só de vantagens. O uso de anabolizantes pode
provocar, em longo prazo, doenças nas glândulas sexuais e câncer no fígado.
Além disso, os ligamentos e tendões podem sofrer lesões, pois essas estruturas
não acompanham o crescimento exagerado dos músculos.
O nosso organismo tem um ritmo que deve ser preservado. O exercício
físico é saudável e melhora o funcionamento do organismo, desde que seus
limites sejam respeitados.

Nos alvéolos pulmonares, o oxigênio do ar difunde-se para os capilares


e penetra nas hemácias, células sangüíneas que apresentam um pigmento
denominado hemoglobina que se combina com o oxigênio formando a
oxiemoglobina, forma pela qual o oxigênio será transportado a todas as células
do organismo.
Na medida em que o oxigênio se combina com a hemoglobina das
hemácias, ocorre também a liberação de gás carbônico, presente em grande
quantidade no sangue venoso. O gás carbônico difunde-se para o interior dos
alvéolos, sendo eliminado durante a expiração. Este mecanismo de trocas de
gases que ocorre nos alvéolos pulmonares é denominado hematose.
Nos tecidos ocorre um processo contrário ao da hematose pulmonar. A
alta concentração de gás carbônico no líquido ao redor das células força a
dissociação do oxigênio da hemoglobina. Assim o oxigênio pode então se
difundir para os tecidos, sendo absorvido pelas células.
Simultaneamente, uma pequena parte do gás carbônico combina-se com
a hemoglobina, enquanto a maior parte desse gás dissolve-se no plasma, por
onde será transportado até os pulmões para ser eliminado.

26
Nos pulmões a composição do ar que entra nos pulmões é diferente da
composição do ar que sai dos pulmões.

GÁS OUTROS
OXIGÊNIO NITROGÊNIO
CARBÔNICO GASES

Ar inspirado 20,9 % 0,03 % 79,0 % 0,07 %

Ar expirado 16,0 % 4,0 % 79,0 % 1,0 %

Diferença -4,9 % + 3,97 % 0% +0,93 %

Entre as principais disfunções do aparelho respiratório, podemos citar:


Asma brônquica: doença alérgica que provoca falta de ar, chiados.
Bronquite: inflamação dos brônquios.
Pneumonia: infecção dos pulmões, geralmente causada por bactéria.
Tuberculose: é uma doença causada pelo bacilo de Koch que produz
lesão nos pulmões.
Enfisema Pulmonar: dilatação anormal dos alvéolos pulmonares com
atrofia de suas paredes.
Carcinoma brônquico: câncer nos pulmões.
Um dos principais causadores da doença é um pequeno cilindro de
papel, de aparência inofensiva, sendo uma das mais perfeitas armas assassinas
já criadas. O cigarro seduz porque dá prazer a quem fuma - um prazer ilusório
que logo se transforma em necessidade, e dependência. A cada tragada, o
fumante ingere mais de 4700 substâncias tóxicas. Os derivados do tabaco
(cigarro, charuto e fumo para cachimbo) matam cerca de três milhões de
pessoas por ano em todo mundo.
Outra causa de muitas doenças pulmonares é a poluição. Toneladas de
substâncias tóxicas fazem parte da composição do ar de muitas metrópoles do
mundo, invadindo pulmões e causando doenças que vão matando aos poucos.
Os carros e as fábricas são os principais culpados pela poluição nos centros
urbanos.

27
01) Associar, entre os itens abaixo relacionados, o tipo de animal e o tipo de
estrutura usado por cada animal nos processos de trocas gasosas com o
ambiente:

(1 ) Protozoário ( ) traquéias
(2 ) Inseto ( ) pulmões
(3 ) Peixe ( ) pulmões e pele
(4 ) Anfíbio ( ) membrana plasmática
(5 ) Mamífero ( ) brânquias

a) 1, 4, 3, 5,2.
b) 5, 2, 1, 4,3.
c) 2, 5, 4, 1,3.
d) 3, 4, 1, 5,2.
e) 4, 1, 2, 3,5.

02) As trocas gasosas durante a respiração dos invertebrados ocorrem ou não


através de estruturas especializadas :

(1 ) Planária ( ) brânquias
(2 ) Gafanhoto ( ) traquéias
(3 ) Camarão ( ) pulmão
(4 ) Caramujo-de-jardim ( ) epiderme

03) Assinale a alternativa correta.

Nos alvéolos pulmonares, o sangue elimina:

a) Monóxido de carbono e absorve oxigênio


b) Dióxido de carbono e absorve nitrogênio
c) Oxigênio e absorve dióxido de carbono
d) Dióxido de carbono e absorve oxigênio
e) Monóxido de carbono e absorve hidrogênio

28
04) O transporte de oxigênio no organismo humano se faz:

a) Através de leucócitos
b) Através do plasma sangüíneo
c) Através da hemoglobina existente nas hemácias
d) na dependência de boa função das plaquetas

05) Assinale a alternativa que apresenta uma estrutura comum ao sistema


respiratório e digestivo:

a) brônquios
b) faringe
c) pulmão
d) esôfago
e) laringe

06) A hematose é um processo que ocorre:

a) No coração
b) No fígado
c) Nos pulmões
d) No baço
e) Nos leucócitos

07) A seqüência das estruturas do sistema respiratório pulmonar é:

a) Fossas nasais- laringe- esôfago- brônquios- traquéia


b) Fossas nasais- faringe- laringe- traquéia- brônquios
c) Fossas nasais- laringe- faringe- traquéia- brônquios
d) Fossas nasais- faringe- esôfago- traquéia- brônquios
e) Fossas nasais- faringe- traquéia- laringe- brônquios

08) Faça em seu caderno, uma pesquisa sobre um dos temas abaixo:

Carcinoma Brônquico ou câncer nos pulmões.


Enfisema Pulmonar.
Tuberculose

29
Nosso organismo se mantém ligado 24 horas por dia. Todas as
sensações externas são captadas pelos nossos sentidos e interpretadas,
recebendo uma ordem para executar uma função e assim sons, ruídos, calor,
luz, movimentos, enfim, tudo ao nosso redor acontece de forma natural e as
respostas aos mais variados estímulos acontecem de maneira tão rápida que
não nos damos conta do verdadeiro circuito que ocorre dentro do nosso corpo
no recebimento de mensagens e no envio de respostas. Conheceremos agora
um pouco do funcionamento do nosso sistema nervoso.
O sistema nervoso juntamente com o sistema endócrino atua na
coordenação e integração das funções das células, tecidos, órgãos e aparelhos,
de modo que trabalham harmoniosamente como uma unidade.
O sistema nervoso é formado pelo tecido nervoso sendo que suas
principais células são os neurônios, especializados em receber e transmitir
impulsos nervosos.
Nos animais, o sistema nervoso se encarrega de receber os estímulos do
ambiente, conduzir esses estímulos e organizar a resposta.
O impulso nervoso é de natureza elétrica e resulta de alterações nas
cargas elétricas das superfícies interna e externa da membrana plasmática da
célula nervosa. Essas alterações, que constituem os impulsos nervosos sempre
começam nos dendritos, e caminham do corpo celular para o axônio.
Na sinapse, região de contato entre dois neurônios, há uma pequena
distância entre as duas células envolvidas, isto é, não há continuidade entre as
membranas celulares. A passagem do impulso nervoso nessa região é feita por
substâncias denominadas neuro-hormônios ou mediadores químicos como a
adrenalina e a acetilcolina.

Os poríferos não apresentam sistema nervoso.


Os primeiros animais a apresentar um sistema nervoso são os
celenterados. Esses animais apresentam um sistema nervoso difuso, que é
caracterizado por uma rede de células nervosas, em que não existem centros
coordenadores das funções nervosas.
Os platelmintos, nematelmintos e moluscos, apresentam sistema
nervoso formado por gânglios nervosos, que são aglomerados de neurônios

30
situados na região anterior do animal do qual partem cordões nervosos para
todo o corpo, esse sistema é mais aperfeiçoado nos anelídeos, artrópodes e
moluscos cefalópodes.
Nos anelídeos, o sistema nervoso é composto por uma cadeia nervosa
ventral, com um par de gânglios por segmento; gânglios cerebróides bem
desenvolvidos.
Nos insetos e nos moluscos cefalópodes, o sistema nervoso ganglionar
apresenta gânglios cerebróides bem desenvolvidos, que constituem um
cérebro e uma cadeia nervosa ganglionar ventral.

Nos vertebrados o sistema nervoso ocupa posição dorsal (costas) e está


protegido pela caixa craniana e pela coluna vertebral. Compreendem o sistema
nervoso central (SNC), o sistema nervoso periférico (SNP) e o sistema
nervoso autônomo (SNA).

Sistema Nervoso Central Sistema Nervoso Periférico

31
O sistema nervoso central é formado pelo encéfalo e pela medula
espinhal. Ambos são protegidos por estruturas ósseas, o encéfalo pela caixa
craniana e a medula pelas vértebras.

O sistema nervoso periférico


tem cerca de 75 Km de nervos
que transportam mensagens a
velocidades de até 400km/h.

Nos vertebrados inferiores, de peixes até aves, os hemisférios cerebrais


têm superfície lisa. Por isso esses animais são chamados de lisencéfalos. Nos
mamíferos, principalmente os primatas, a superfície cerebral é dotado de uma
série de circunvoluções, que aumentam consideravelmente essa superfície e
comporta um maior número de neurônios. Por essa razão, os mamíferos são
denominados girencéfalos.
O encéfalo fica dentro do crânio e a medula espinhal, é alojada dentro
da coluna vertebral.
Tanto o encéfalo quanto à medula são envolvidos por membranas
chamadas meninges. As meninges são em número de três denominadas dura-
máter, aracnóide e pia-máter. Entre a aracnóide e a pia-máter circula o líquido
chamado cefalorraquidiano, que protege e nutre o sistema nervoso.

32
O encéfalo é formado por:
Cérebro – É a parte mais volumosa do encéfalo. Divide-se em duas
metades denominadas hemisférios cerebrais. Sua superfície externa é chamada
de córtex cerebral.
O cérebro comanda os atos conscientes e voluntários; é a sede da
inteligência, vontade, memória, imaginação, consciência e criatividade. É o
centro de sensibilidades olfativas, táteis, visuais, auditivas, gustativas, etc.
Observe a figura abaixo:

Cerebelo: situa-se logo abaixo do cérebro. É bem desenvolvido em


peixes bons nadadores, nas aves e nos mamíferos.
O Cerebelo ajusta os movimentos do corpo, controla a tonicidade e o
vigor muscular e controla o equilíbrio corporal.
Bulbo raquidiano: Localiza-se acima da medula espinhal e abaixo da
ponte. Como centro nervoso, o bulbo controla o ritmo cardiorespiratório
(batimentos cardíacos e respiratórios) e alguns atos reflexos (movimentos
involuntários), como os de deglutição, sucção, mastigação, vômito, tosse,
secreção lacrimal e piscar.
Ponte: está localizada abaixo do cérebro, diante do cerebelo. Em todos
os vertebrados, com exceção dos mamíferos, funciona como centro da visão.
Nos mamíferos, sua função é de servir de passagem aos estímulos nervosos
que vão ao cérebro.

33
Medula – É a continuação do bulbo. É cilíndrica, achatada e desce
pelo interior da coluna vertebral.
É a sede dos atos reflexos principalmente os relacionados com o
instinto de conservação e defesa e a via condutora dos impulsos nervosos que
vão do corpo para o encéfalo e dele saem para o corpo.
A medula conduz impulsos sensitivos para o cérebro e traz impulsos
motores. Exercem também a função de centro nervoso responsável por muitos
atos reflexos, principalmente os relacionados com o instinto de conservação e
defesa. O caminho do impulso nervoso no ato reflexo é denominado arco
reflexo.

Reflexos são atos de caráter involuntário que resultam da estimulação


de um órgão. Os reflexos medulares ocorrem sem a intervenção dos centros
superiores, pois a resposta é organizada na própria medula.
Dá-se o nome de arco reflexo ao conjunto de neurônios necessários à
execução de um ato reflexo. Nos reflexos mais simples, o arco reflexo é
constituído por dois ou três neurônios (sensorial, de associação e motor).
Arco reflexo é uma ação nervosa medular inconsciente e muito rápida.
Como exemplo pode ser usado o reflexo rotuliano ou patelar. Ele acontece
quando se aplica um golpe com um martelo de borracha no joelho de uma
pessoa, excitando as extremidades nervosas (dendritos) dos neurônios
sensitivos (aferentes). Imediatamente, os axônios desses neurônios transmitem
a informação adquirida até a medula (S.N.C.), penetrando-lhe pela região
dorsal. Na medula estão os neurônios associativos, que transformam a
informação adquirida em ordem de ação. No caso do reflexo rotuliano, os
neurônios sensoriais transmitem o impulso nervoso diretamente para os
neurônios motores, que partem da região central da medula e vão estimular os
músculos da coxa, o que provoca o movimento da perna que estava dobrada e
livremente pendente. O impulso nervoso é também transmitido pela medula
até o cérebro, onde ao ser interpretado, dando ao indivíduo a consciência da
pancada.
Outro exemplo de ato reflexo ocorre quando retiramos o dedo,
instantaneamente, ao sermos picados por um espinho.

34
É formado pelos nervos cranianos, que saem do encéfalo e os nervos
raquidianos, que saem da medula.
O sistema nervoso autônomo e alguns órgãos que estão sob sua
regulação.
O S.N.P. é formado por uma rede de nervos, que podem ser cranianos,
quando partem do encéfalo e raquidianos, quando partem da medula
espinhal.
Os peixes e os anfíbios apresentam dez pares de nervos cranianos. Os
répteis, as aves e os mamíferos apresentam doze pares de nervos cranianos. Da
medula espinhal partem 31 pares de nervos raquidianos.
Os nervos fazem a comunicação dos centros nervosos com órgãos
sensoriais (receptores) e com os músculos e glândulas (efetores). De acordo
com a direção da transmissão do impulso nervoso, os nervos se classificam
em:
Nervos Sensitivos - Transmitem ao cérebro as impressões colhidas na
superfície do corpo.

Nervos Motores - Conduzem a resposta elaborada pelos centros


nervosos a um órgão efetor, geralmente um músculo.

Nervos Mistos - Levam e trazem estímulos dos centros nervosos.

Enquanto você lê este texto, sua pulsação cardíaca, os movimentos de


seus intestinos e de sua bexiga, a abertura de suas pupilas e muitas outras
funções do corpo estão sendo realizadas, sem que você nem pense nisso. Essas
ações automáticas estão sob o controle de uma rede de nervos chamada
sistema nervoso autônomo. Os nervos dessa rede saem da base do cérebro e da
medula espinhal e seguem até os órgãos de todo o corpo. O sistema nervoso
autônomo subdivide-se em dois, o simpático e o parassimpático, que
trabalham em conjunto para provocar efeitos opostos em muitas áreas do
organismo.

35
É formado por nervos que funcionam independentemente da nossa
vontade. Por exemplo: o coração, o estômago, o intestino e a secreção de
algumas glândulas.
O SNA divide-se em dois tipos e cada órgão por ele controlado recebe
nervos dos dois sistemas.
Sistema Nervoso Autônomo Simpático - Funciona como um
“chicote”, ativando o órgão.
Sistema Nervoso Autônomo Parassimpático - Funciona como um
“freio”, inibindo a ação do órgão.
Os nervos do simpático originam-se na região mediana da medula; os
nervos parassimpáticos saem do bulbo e da extremidade final da medula.

Sistema Nervoso Autônomo

O efeito de cada um desses sistemas varia de órgão para órgão. O


coração, por exemplo, é estimulado pelo simpático e inibido pelo
parassimpático. Já com a musculatura do tubo digestivo ocorre o contrário.

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O sistema nervoso simpático atua na transformação do glicogênio
armazenado no fígado e nos músculos em glicose, liberando-a no sangue.

COMO É FORMADO E QUAIS AS FUNÇÕES DO TECIDO NERVOSO?

O tecido nervoso é formado pelas chamadas células nervosas. Estas


células têm a função de controlar várias funções indispensáveis à vida do
homem e outros animais (movimentos, funcionamento dos órgãos,
comportamento, reações em relação ao ambiente, etc.).
As células nervosas podem se reunir, formando órgãos (como o cérebro,
por exemplo). As células nervosas também podem se reunir formando fibras
que são chamadas de nervos.
Os órgãos formados de células nervosas juntamente com os nervos
formam o que se chama de sistema nervoso.
As células nervosas são conhecidas como neurônios. Embora os
neurônios possam ser diferentes nos grupos de animais, seu formato geral
pode ser entendido pela figura seguinte.

Neurônio

37
Neurônio

Na figura acima podemos ver que os neurônios possuem: um corpo


celular com formato estrelado.
Do corpo celular do neurônio saem algumas ramificações não muito
grandes, chamadas dendritos.
Também sai do corpo celular uma ramificação longa, chamada axônio.
O axônio é envolvido por uma “capa” de células bem pequenas.

O controle das funções é feito através de mensagens que percorrem as


células nervosas. Estas mensagens são conhecidas como impulsos nervosos.
O impulso nervoso começa nos dendritos, passa pelo corpo celular e daí
chega até o axônio.
O axônio de um neurônio pode se comunicar com os dendritos de outros
neurônios próximos. É através dessa comunicação que os impulsos nervosos
podem ser transmitidos por todo o corpo.
Vários neurônios em seqüência formam, os nervos ou fibras nervosas.
Resumidamente, a comunicação entre os neurônios se dá como vemos
na próxima figura.

38
Como podemos ver, na verdade não há contato direto entre os
neurônios.
Quando um impulso é transmitido, ocorre liberação de certas
substâncias químicas pelo axônio. Estas substâncias, chamadas mediadores,
preenchem o espaço existente entre o axônio e dendritos próximos.
Dessa forma, faz-se a ligação. E é possível a passagem do impulso
nervoso (mensagem) de um neurônio para outro (os outros).
Os impulsos nervosos são, na realidade, pequenas descargas elétricas.
Os nervos fazem, por exemplo, a ligação entre os órgãos de comando
nervoso (como o cérebro) e os músculos. Dessa forma, uma mensagem do
cérebro pode chegar até um músculo e provocar um determinado movimento.

O axônio do neurônio é protegido por uma capa de


células também chamada de bainha de mielina. A função da
bainha de mielina é aumentar a velocidade do impulso nervoso
e impedir que a descarga elétrica “vaze” pelo axônio.

39
Entre as disfunções do sistema nervoso, podemos citar:

Epilepsia: dá-se o nome de epilepsia a diversos tipos de ataque, que


podem abranger breves vertigens ou perdas de consciência, até convulsões
graves. Nos ataques fracos há pequenas interrupções na capacidade de pensar,
nos graves a perda da consciência, rigidez de braços e pernas, espasmos
rítmicos, acompanhados de mordida na língua e esvaziamento da bexiga.

Acidente Vascular Cerebral ou Derrame Cerebral: a arteriosclerose


dos vasos cerebrais é a principal responsável pelo acidente vascular cerebral.
Pode causar tanto a trombose vascular, que é a obstrução dos vasos
sangüíneos, como hemorragias no cérebro, devido à ruptura de pequenos
vasos. A hipertensão arterial também é outro fator que às vezes leva ao
derrame cerebral, pois também pode provocar trombose e hemorragias.
Embolia é o nome dado à obstrução de uma artéria por um coágulo.
Nas artérias cerebrais mais importantes, produz uma trombose.

1. O sistema nervoso é responsável pelas comunicações internas e externas do


organismo. Compreende duas partes importantes: Sistema Nervoso Central
(SNC) e Sistema Nervoso Periférico (SNP).

2. O Sistema Nervoso Central é constituído por duas partes:


a) Encéfalo: bulbo, hipotálamo, cerebelo e cérebro (córtex);
b) Medula: centro dos atos reflexos.

3. O Sistema Nervoso Periférico, composto por nervos cranianos e raquianos,


divide-se em dois tipos:
a) Somático ou voluntário: ligado aos músculos esqueléticos;
b) Visceral ou autônomo: independente da nossa vontade. Pode ser simpático
(ativando a ação) e parassimpático (inibindo a ação).

4. Entre as disfunções do sistema nervoso, podemos citar:


a) Epilepsia: atividade elétrica cerebral acima do normal;
b) Acidente vascular cerebral ou derrame cerebral.

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Assinale a alternativa correta:

01) Em acidentes em que há suspeitas de comprometimento da coluna


vertebral, a vítima deve ser cuidadosamente transportada ao hospital em
posição deitada e, de preferência, imobilizada. Esse procedimento visa
preservar a integridade da coluna, pois em seu interior passa:

a) O ramo descendente da aorta, cuja lesão pode ocasionar hemorragias.


b) A medula óssea, cuja lesão pode levar à leucemia.
c) A medula espinhal, cuja lesão pode levar à paralisia.
d) O conjunto de nervos cranianos, cuja lesão pode levar à paralisia.
e) A medula óssea, cuja lesão pode levar à paralisia.

02) O sistema nervoso parassimpático:

a) Acelera o ritmo cardíaco


b) Dilata os brônquios
c) Inibe as contrações da bexiga
d) Retarda a digestão
e) Contrai a pupila

03) Retirar rapidamente o dedo ao espetá-lo num espinho é uma ação


comandada pelo sistema nervoso:

a) Autônomo: nervos simpáticos


b) Autônomo: nervos parassimpáticos
c) Autônomo: nervos simpáticos e parassimpáticos
d) Central: medula
e) Central: cérebro

04) Assinale V (verdadeiro) ou F (falso):

1. São funções dos tecidos nervosos controlar atividades como movimentos e


reações do corpo em relação ao ambiente ( )

2. As únicas células presentes nos tecidos nervosos são os neurônios ( )

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3. Os ramos mais curtos dos neurônios são chamados axônios e o ramo mais
longo é chamado dendrito ( )

4. Os impulsos nervosos são pequenas descargas elétricas que se propagam


do corpo celular em direção ao axônio ( )

5. O impulso nervoso se transmite de um neurônio para outro através do


contato direto entre os neurônios ( )

6. Os nervos são fibras formadas por vários neurônios reunidos ( )

42
BIBLIOGRAFIA

Enciclopédia Barsa

Enciclopédia Encarta 2001

Enciclopédia Ilustrada Medicina e Saúde

Superinteressante 10 Anos de Revista em CD – Rom

O Corpo Humano
Guia Multimídia sobre o Corpo e Seu Funcionamento

Biologia – Citologia
Coleção Nova Geração
Autor : J. Laurence

Biologia Educacional
Autora: Maria Ângela dos Santos

Biologia Atual
Autor Wilson Roberto Paulino

Biologia
Autores: Demétrio GowdaK
Neide S. de Mattos

Biologia
Texto organizado pelo Biological Sciences Curriculum Study

Biologia
Autores: César e Sezar

Biologia das Populações


Autores: Amabis e Martho

Biologia Moderna
Autores: Amabis e Martho

43
Ensino Médio e Formação Profissional
Autor; Marco Antonio dos Santos
Editora Didática Paulista

Expoente
Material Didático de Educação Infantil ao Pré- Vestibular

Revista Globo Ciência

Revista Galileu

Revista Superinteressante

MATERIAL ELABORADO

Equipe de Biologia

Antonio Caetano de Arantes


Aparecida Ferreira da Silva
Edilma Alves da Silva

Professor Coordenador
Neiva Aparecida Ferraz Nunes

Centro Estadual de Educação Supletiva de Votorantim - CEESVO

ANO – 2002

Apoio Prefeitura Municipal de Votorantim.

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