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ELETROMAG. - CAP.

28 CAMPOS MAGNÉTICOS

LEGENDA
 NÃO FEITO ou INCOMPLETO
 PARA REVISÃO
 REVISADO

Perguntas
Pergunta 1
Na Seção 28-4 discutimos o movimento de uma partı́cula carregada na presença de campos
cruzados, com as forças F~E e F~B em oposição. Vimos que a partı́cula se move em linha reta (ou
seja, as duas forças se equilibram) se a velocidade é dada pela Eq, 28-7 (v = E/B). Qual das
duas forças é maior se a velocidade da partı́cula é:

(a) v < E/B

Tendo a relação :

FE = FB
qE = qvB

E
E sendo > v ou seja, E > Bv , temos que a FE é maior que a FB .
B

(b) v > E/B

E
Usando a relação do item a e sabendo que v > ou seja, Bv > E , temos que a FB é maior
B
que a FE .

Pergunta 3
A Fig. 1 mostra três situações nas quais uma partı́cula positivamente carregada se move com
velocidade ~v na presença de um campo magnético uniforme B ~ e experimenta uma força magnética
~
FB . Em cada situação, determine se as orientações dos vetores são fisicamente razoáveis.

Figure 1: Pergunta 03.

1
Pergunta 4
A Fig. 2 mostra campos elétricos e magnéticos unifromes cruzados E ~ e E~ e, em um certo
instante, os vetores velocidade das 10 partı́culas carregadas que aparecem na Tabela 1. (Os
vetores não estão desenhados em escala.) As velocidades dadas na tabela são menores ou maiores
que E/B (veja a Pergunta 1). Que partı́culas se movem para fora do papel, em direção ao leitor,
após o instante mostrado na figura 2?

Figure 2: Pergunta 04.

Partı́cula Carga Velocidade


1 + Menor
2 + Maior
3 + Menor
4 + Maior
5 - Menor
6 - Maior
7 + Menor
8 + Maior
9 - Menor
10 - Maior

Table 1: Pergunta 04.

Pergunta 6
A Fig. 3 mostra a trajetória de uma partı́cula que passa por seis regiões de campo magnético
uniforme, descrevendo trajetórias que são semicircunferências ou quartos de circunferência.
Depois de sair da última região a partı́cula passa entre duas placas paralelas eletricamente
carregadas e é desviada na direção da placa de maior potencial. Qual é a orientação do campo
magnético em cada uma das seis regiões?

2
Figure 3: Pergunta 06.

Pergunta 7
Na Fig. 4 uma partı́cula carregada entra com velocidade escalar v0 em uma região onde existe
um campo magnético uniforme B, ~ descreve uma semicircunferência em um intervalo de tempo
T0 e deixa a região.

Figure 4: Pergunta 07.

(a) A carga da partı́cula é positiva ou negativa?

(b) A velocidade final da partı́cula é maior, menor ou igual a v0 ?

(c) Se a velocidade inicial fosse 0, 5v0 . a partı́cula passaria um tempo maior, menor ou igual a
T0 na região onde existe campo magnético?

(d) Na situação do item (c) a trajetória seria uma semicircunferência, um arco maior que uma
semicircunferência ou um arco menor que uma semicircunferência?

3
Pergunta 10
Fig. 5 mostra a trajetória de um elétron em uma região na qual o campo magnético é uniforme.
A trajetória é constituı́da por dois trechos retilı́neos, entre duas placas uniformemente carregadas,
e duas semicircunferências.

Figure 5: Pergunta 10.

(a) Que placa possui um maior potencial elétrico das duas de cima?

(b) Que placa possui um maior potencial elétrico das duas de baixo?

(c) Qual é a orientação do campo magnético?

Problemas
Problema 2
Uma partı́cula alfa se move com uma velocidade ~v de módulo 550m/s em uma região onde
existe um campo magnético B~ de módulo 0, 045T . (Uma partı́cula alfa possui uma carga de
~ é 52◦ . Determine:
−3, 2 × 10−19 C e uma massa de 6, 6 × 10−27 kg.) O ângulo entre ~v e B

(a) O módulo da força F~B que o campo magnético exerce sobre a partı́cula.

We use Eq. 28-3:

FB = |q|vB sin φ = (+3, 2 × 10−19 C)(550m/s)(0, 045T )(sin 52◦ ) = 6, 2 × 10−18N .

(b) A aceleração da partı́cula causada por F~B .

4
FB (6, 2 × 10−18 N )
a= = = 9, 5 × 108 m/s2
m (6, 6 × 10−27 kg)

(c) A velocidade da partı́cula aumenta, diminui ou permanece constante?

Since it is perpendicular to ~v , F~B does not do any work on the particle. Thus from the
work-energy theorem both the kinetic energy and the speed of the particle remain unchanged.

Problema 5
Um elétron se move em uma região onde existe um campo magnético uniforme dado por
~ = Bx î + (3, 0Bx )ĵ. Em um certo instante o elétron tem uma velocidade ~v = (2, 0î + 4, 0ĵ)m/s
B
e a força magnética que age sobre a partı́cula é (6, 4 × 10−19 N )k̂. Determine Bx .

Using Eq. 28-2 and Eq. 3-30, we obtain:

F~ = q(vx By − vy Bx )k̂ = q(vx (3Bx ) − vy Bx )k̂

where we use the fact that By = 3Bx . Since the force (at the instant considered) is Fz k̂
where Fz = 6, 4 × 10−19 N , then we are led to the condition:
Fz
q(3vx − vy )Bx = Fz ⇒ Bx =
q(3vx − vy )

Substituting vx = 2, 0m/s, vy = 4, 0m/s and q = −1, 6 × 10−19 C, we obtain:

Fz (6, 4 × 10−19 N )
Bx = = = −2, 0T
q(3vx − vy ) (−1, 6 × 10−19 C)[3(2, 0m/s) − (4, 0m/s)]

Problema 7
Na Fig. 6 um elétron acelerado a partir do repouso por uma diferença de potencial V1 = 1.00kV
entra no espaço entre duas placas paralelas, separadas por uma distância d = 20, 0mm, entre as
quais existe uma diferença de potencial V2 = 100V . A placa inferior está a um potencial menor.
Despreze o efeito de borda e suponha que o vetor velocidade do elétron é perpendicular ao vetor
campo elétrico na região entre as placas. Em termos dos vetores unitários, qual é o campo
magnético uniforme para o qual a trajetória do elétron na região entre as placas é retilı́nea?

Figure 6: Problema 07.

5
Straight line motion will result from zero net force acting on the system; we ignore gravity.
Thus, F~ = q(E~ + ~v × B)
~ = 0. Note that ~v ⊥ B~ so |~v × B|
~ = vB. Thus, obtaining the speed
from the formula for kinetic energy, we obtain:

(100V )
E E (20 × 10−3 m)
B= =p =s = 2, 67 × 10−4 T
v 2K/me 3 −19
2(1, 0 × 10 V )(1, 60 × 10 C)
(9, 11 × 10−31 kg)

~ = −(2, 67 × 10−4 T )k̂.


In unit-vector notation, B

Problema 9
Um elétron possui uma velocidade inicial de (12, 0ĵ + 15, 0k̂)km/s e uma aceleração constante de
(2, 00 × 1012 m/s2 )î em uma região na qual existem um campo elétrico e um campo magnético,
ambos uniformes. Se B ~ = (400µT )î determine o campo elétrico E.
~

We apply F~ = q(E
~ + ~v × B)
~ to solve for E:
~

~ = me~a + B
E ~ + ~v
q
−31 12 2
~ = (9, 11 × 10 kg)(2, 00 × 10 m/s )î + (400µT )î + (12, 0km/s)ĵ + (15, 0km/s)k̂
h i
E
(−1, 60 × 10−19 C)
~ = (−11, 4î − 6, 00ĵ + 4, 80k̂)V /m
E

Problema 12
No instante t1 , um elétron que está se movendo no sentido positivo do eixo x penetra em uma
região onde existem um campo elétrico E ~ e um campo magnético B, ~ com E ~ paralelo ao eixo
y. A Fig. 7 mostra a componente y da força total exercida pelos dois campos sobre o elétron
em função da velocidade v do elétron no instante t1 . A escala do eixo horizontal é definida
por vs = 100.0m/s. As componentes x e z da força total são zero no instante t1 . Supondo que
Bx = 0, determine:

Figure 7: Problema 12.

6
(a) O módulo E do campo elétrico.

~ is distinguished from that associated with the


The force due to the electric field (F~ = q E)
~ in that the latter vanishes at the speed is zero and the former
magnetic field (F~ = q~v × B)
is independent of speed. The graph shows that the force (ycomponent) is negative at v = 0
(specifically, its value is −2.0 × 10−19 N there) which (because q = −e) implies that the
electric field points in the +y direction. Its magnitude is:

Fnet,y (2, 0 × 10−19 N )


E= = = 1, 25N/C = 1, 25V /m
|q| (1, 6 × 10−19 N )

~ em termos dos vetores unitários.


(b) O campo magnético B

We are told that the x and z components of the force remain zero throughout the motion,
implying that the electron continues to move along the x axis, even though magnetic forces
generally cause the paths of charged particles to curve. The exception to this is discussed in
section 28-3, where the forces due to the electric and magnetic fields cancel. This implies
(Eq. 28-7) B = E/v = 2.50 × 10−2 T .

For F~ = q~v × B ~ to be in the opposite direction of F~ = q E ~ we must have ~v × B ~ in the


~
opposite direction from E which points in the +y direction, as discussed in part (a). Since
the velocity is in the +x direction, then (using the right-hand rule) we conclude that the
magnetic field must point in the +z direction (î × k̂ = −ĵ). In unit-vector notation, we have
~ = (2, 50 × 10−2 T )k̂.
B

Problema 14
Uma fita metálica com 6, 50cm de comprimento, 0, 850cm de largura e 0, 760mm de espessura
está se movendo com velocidade constante ~v em uma região onde existe um campo magnético
uniforme B = 1, 20mT perpendicular à fita, como na Fig. 8. A diferença de potencial entre os
pontos x e y da fita é 3, 90µV . Determine a velocidade escalar v.

Figure 8: Problema 14.

7
For a free charge q inside the metal strip with velocity ~v we have F~ = q(E
~ + ~v × B).
~ We set
this force equal to zero and use the relation between (uniform) electric field and potential
difference. Thus,:

|Vx − Vy |
E dxy (3, 90 × 10−9 V )
v= = = = 0, 382m/s
B B (1, 20 × 10−3 T )(0, 850 × 10−2 m)

Problema 16
A Fig. 9 mostra um paralelepı́pedo metálico com as faces paralelas aos eixos coordenados. O
objeto está imerso em um campo magnético uniforme de módulo 0, 020T . Uma das arestas do
objeto, que não está desenhado em escala, mede 25cm. O objeto é deslocado a uma velocidade
de 3, 0m/s, paralelamente aos eixos x, y e z, e a diferença de potencial V que aparece entre
as faces do objeto é medida. Quando o objeto se desloca paralelamente ao eixo y, V = 12mV ;
quando o objeto se desloca paralelamente ao eixo z, V = 18mV ; quando o objeto se desloca
paralelamente ao eixo x, V = O. Determine as dimensões:

Figure 9: Problema 16.

(a) dx .

We note that B~ must be along the x axis because when the velocity is along that axis there
is no induced voltage. Combining Eq. 28-7 and Eq. 28-9 leads to:
V V
d= =
E vB

where one must interpret the symbols carefully to ensure that , d,~ ~v and B
~ are mutually
perpendicular. Thus, when the velocity if parallel to the y axis the absolute value of the
~ is 0.012V , and:
voltage (which is considered in the same “direction” as d)

(0, 012V )
d = dz = = 0, 20m
(3, 0m/s)(0, 020T )

On the other hand, when the velocity if parallel to the z-axis the absolute value of the
appropriate voltage is 0.018V , and:

(0, 018V )
d = dy = = 0, 30m
(3, 0m/s)(0, 020T )

8
Thus, our answers are

dx = 25cm (which we arrive at “by elimination” – since we already have figured out dy and
dz ).

(b) dy .

dy = 30cm.

(c) dz .

dz = 20cm.

Problema 20
Em um experimento de fı́sica nuclear, um próton com unia energia cinética de 1, 0M eV descreve
uma trajetória circular em um campo magnético uniforme. Qual deve ser a energia das seguintes
partı́culas para que a trajetória da partı́cula seja igual à do próton?

(a) uma partı́cula alfa (q = +2e, m = 4.0u).

Using Eq. 28-16, the radius of the circular path is:



mv 2mK
r= =
qB qB

where K = mv 2 /2 is the kinetic energy of the particle. Thus, we see that K = (rqB)2 /2m ∝
q 2 /m.
 2    
qa mp 1
2
Ka = Kp = (2) Kp = Kp = 1, 0M eV
qp ma 4

(b) um dêuteron (q = +e, m = 2, 0u).

 2    
qd mp 1 2
Kd = Kp = (1) Kp = Kp = 1, 0M eV /2 = 0, 50M eV
qp md 2

Problema 24
Na Fig. 10 uma partı́cula descreve uma trajetória circular em uma região onde existe um
campo magnético uniforme de módulo B = 4, 00mT . A partı́cula é um próton ou um elétron (a
identidade da partı́cula faz parte do problema) e está sujeita uma força magnética de módulo
3, 20 × 10−15 N . Determine:

9
Figure 10: Problema 24.

(a) a velocidade escalar da partı́cula;

With the B~ pointing “out of the page,” we evaluate the force (using the right-hand rule) at,
say, the dot shown on the left edge of the particle’s path, where its velocity is down. If the
particle were positively charged, then the force at the dot would be toward the left, which is
at odds with the figure (showing it being bent towards the right). Therefore, the particle is
negatively charged; it is an electron.

Using Eq. 28-3 (with angle φ equal to 90circ ), we obtain:

|F~ |
v= = 4, 99 × 106 m/s
~
e|B|

(b) o raio da trajetória;

Using either Eq. 28-14 or Eq. 28-16, we find r = 0, 00710m.

(c) o perı́odo do movimento.

Using Eq. 28-17 (in either its first or last form) readily yields T = 8, 93 × 10−9 s,

Problema 26
Uma partı́cula descreve um movimento circular uniforme com 26, 1µm de raio em um campo
magnético uniforme. O módulo da força magnética experimentada pela partı́cula é 1, 60×10−17 N .
Qual é a energia cinética da partı́cula?

Using F = mv 2 /r (for the centripetal force) and K = mv 2 /2 , we can easily derive the
relation
1
K = Fr
2
With the values given in the problem, we thus obtain K = 2.09 × 10−22 J

Problema 39
Um fio com 13, 0g de massa e L = 62, 0cm de comprimento está suspenso por um par de contatos

10
flexı́veis na presença de um campo magnético uniforme de módulo 0, 440T (Fig. 11). Para a
corrente necessária para remover a tensão dos contatos, determine:

Figure 11: Problema 39.

(a) o valor absoluto

The magnetic force on the wire must be upward and have a magnitude equal to the
gravitational force mg on the wire. Since the field and the current are perpendicular to each
other the magnitude of the magnetic force is given by FB = iLB, where L is the length of
the wire. Thus,

mg (0, 0130kg)(9, 8m/s2 )


iLB = mg ⇒ i = = = 0, 467A
LB (0, 620m)(0, 440T )

(b) o sentido (para a direita ou para a esquerda)

Applying the right-hand rule reveals that the current must be from left to right.

Problema 42
Um fio de 1, 80m de comprimento é percorrido por uma corrente de 13, 0A e faz um ângulo de
35, 0◦ com um campo magnético uniforme de módulo B = 1, 50T . Calcule a força magnética
exercida pelo campo sobre o fio.

The magnetic force on the (straight) wire is

FB = iBL sin θ = (13, 0A)(1, 50T )(1, 80m)(sin 35.0◦ ) = 20, N

Problema 44
Na Fig. 12 um fio metálico de massa m = 24, 1mg pode deslizar com atrito insignificante sobre
dois trilhos paralelos horizontais separados por uma distância d = 2, 56cm. O conjunto está em
uma região onde existe um campo magnético uniforme de módulo 56, 3mT . No instante t = O
um gerador G é ligado aos trilhos e produz uma corrente constante i = 9, 13mA no fio e nos
trilhos (mesmo quando o fio está se movendo). No instante t = 61, 1ms, determine:

11
Figure 12: Problema 44.

(a) a velocidade escalar do fio;

The magnetic force on the wire is FB = idB, pointing to the left. Thus:

v = at
FB t
v=
m
idBt
v=
m
(9, 13 × 10−3 A)(2, 56 × 10−2m)(5, 63 × 10−2 T )(0, 061ls)
v=
(2, 41 × 10−5 kg)
v = 3, 34 × 10−2 m/s

(b) o sentido do movimento do fio (para a esquerda ou para a direita).

The direction is to the left (away from the generator).

Problema 45
Uma barra de cobre de 1, 0kg repousa em dois trilhos horizontais situados a 1, 0m de distância
um do outro e é percorrida por uma corrente de 50A. O coeficiente de atrito estático entre a
barra e os trilhos é 0, 60. Para o menor campo magnético q faz a barra se mover, determine:

(a) o módulo;

The magnetic force must push horizontally on the rod to overcome the force of friction, but it
can be oriented so that it also pulls up on the rod and thereby reduces both the normal force
and the force of friction. The forces acting on the rod are: F~ , the force of the magnetic field;
mg, the magnitude of the (downward) force of gravity; F~N , the normal force exerted by the
stationary rails upward on the rod; and f~, the (horizontal) force of friction. For definiteness,
we assume the rod is on the verge of moving eastward, which means that f~ points westward
(and is equal to its maximum possible value µs FN ). Thus, F~ has an eastward component
Fx and an upward component Fy, which can be related to the components of the magnetic

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field once we assume a direction for the current in the rod. Thus, again for definiteness, we
assume the current flows northward. Then, by the right-hand rule, a downward component
~ will produce the eastward Fx , and a westward component (Bw ) will produce the
(Bd ) of B
upward Fy . Specifically,

Fx = iLBd , F~y = iLBw

Considering forces along a vertical axis, we find

FN = mg − Fy = mg − ilBw

so that

f = fs,max = µs (mg − iLBw )

It is on the verge of motion, so we set the horizontal acceleration to zero:

Fx − f = 0 ⇒ iLBd = µs (mg − iLBw )

The angle of the field components is adjustable, and we can minimize with respect to it.
Defining the angle by Bw = B sin θ and Bd = B cos θ (which means θ is being measured
from a vertical axis) and writing the above expression in these terms, we obtain
µs mg
iLB cos θ = µs (mg − iLB sin θ) ⇒ B =
iL(cos θ + µs sin θ)

which we differentiate (with respect to θ) and set the result equal to zero. This provides a
determination of the angle:

θ = tan−1 (µs ) = tan−1 (0, 60) = 31◦

Consequently,

(0, 60)(1, 0kg)(9, 8m/s)


Bmin = = 0, 10T
(50A)(1, 0m)[(cos 31◦ ) + (0, 60)(sin 31◦ )]

(b) o ângulo (em relação à vertical).

As shown above, the angle is θ = tan−1 (µs ) = tan−1 (0, 60) = 31◦

Problema 47
A Fig. 13 mostra uma bobina retangular de cobre, de espiras, com 10cm de altura e 5cm de
largura. A bobina conduz uma corrente de 0, 10A e dispõe de uma dobradiça em um dos lados
verticais. Está montada no plano xy, fazendo um ângulo θ = 30◦ com a direção de um campo
magnético uniforme de módulo 0, 50T . Em termos dos vetores unitários, qual é o torque que o
campo exerce sobre a bobina em relação à dobradiça?

13
Figure 13: Problema 47.

The applied field has two components: Bx > 0 and Bz > 0. Considering each straightsegment
of the rectangular coil, we note that Eq. 28-26 produces a non-zero force only for the
component of B ~ which is perpendicular to that segment; we also note that the equation
is effectively multiplied by N = 20 due to the fact that this is a 20-turn coil. Since we
wish to compute the torque about the hinge line, we can ignore the force acting on the
straight-segment of the coil which lies along the y axis (forces acting at the axis of rotation
produce no torque about that axis). The top and bottom straight-segments experience forces
due to Eq. 28-26 (caused by the Bz component), but these forces are (by the right-hand rule)
in the ±y directions and are thus unable to produce a torque about the y axis. Consequently,
the torque derives completely from the force exerted on the straight-segment located at
x = 0.050m, which has length L = 0.10m and is shown in Figure 28-47 carrying current in
the −y direction. Now, the Bz component will produce a force on this straight-segment
which points in the −x direction (back towards the hinge) and thus will exert no torque
about the hinge. However, the Bx component (which is equal to B cos θ where B = 0, 50T
and θ = 30◦ ) produces a force equal to NiLBx which points (by the right-hand rule) in the
+z direction. Since the action of this force is perpendicular to the plane of the coil, and is
located a distance x away from the hinge, then the torque has magnitude

τ = (N iLBx )(x)
τ = N iLxB cos θ
τ = (20)(0, 10A)(0, 10m)(0, 050m)(0, 50T )(cos 30◦ )
τ = 0, 0043N · m

Since ~τ = ~r × F~ , the direction of the torque is −y. In unit-vector notation, the torque is
~τ = (−4, 3 × 10−3 N · m)ĵ.

An alternative way to do this problem is through the use of Eq. 28-37. We do not show
those details here, but note that the magnetic moment vector (a necessary part of Eq. 28-37)
has magnitude

|~µ| = N iA = (20)(0, 10A)(0, 0050m2 )

and points in the −z direction. At this point, Eq. 3-30 may be used to obtain the result for
the torque vector.

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Problema 48
Uma bobina de uma espira. percorrida por uma corrente de 4, 00A, tem a forma de um triângulo
retângulo cujos lados medem 50, 0, 120 e 130cm. A bobina é submetida a um campo magnético
uniforme de módulo 75, 0mT paralelo à corrente no lado de 130cm. Determine:
(a) o módulo da força magnética no lado de 130 cm;

We establish coordinates such that the two sides of the right triangle meet at the origin,
and the `y = 50cm side runs along the +y axis, while the `x = 120cm side runs along the
+x axis. The angle made by the hypotenuse (of length 130cm) is:

θ = tan−1 (50/120) = 22, 6◦

relative to the 120cm side. If one measures the angle counterclockwise from the +x direction,
then the angle for the hypotenuse is 180◦ − 22, 6◦ = +157◦ . Since we are only asked to find
the magnitudes of the forces, we have the freedom to assume the current is flowing, say,
counterclockwise in the triangular loop (as viewed by an observer on the +z axis. We take
~ to be in the same direction as that of the current flow in the hypotenuse. Then, with
B
B = |B|~ = 0, 0750T ,

Bx = −B cos θ = −0, 0692T, B y = B sin θ = 0, 0288T

~ kB
Eq. 28-26 produces zero force when L ~ so there is no force exerted on the hypotenuse of
length 130cm.

(b) o módulo da força magnética no lado de 50,0 cm;

On the 50cm side, the Bx component produces a force i`x By k̂, and there is no contribution
from the By component. Using SI units, the magnitude of the force on the `y side is therefore

(4, 00A)(0, 500m)(0, 0692T ) = 0, 138N

(c) o módulo da força magnética no lado de 120 cm;

On the 120cm side, the By component produces a force i`x By k̂, and there is no contribution
from the Bx component. The magnitude of the force on the `x side is also

(4, 00A)(0, 500m)(0, 0692T ) = 0, 138N

(d) a força total que o campo magnético exerce sobre a espira.

The net force is


i`y Bx k̂ + i`x By k̂ = 0,
keeping in mind that Bx < 0 due to our initial assumptions. If we had instead assumed GB
went the opposite direction of the current flow in the hypotenuse, then Bx > 0 but By < 0
and a zero net force would still be the result.

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Problema 50
Na Fig. 14 uma bobina retangular percorrida por corrente está no plano de um campo magnético
uniforme de módulo 0, 040T . A bobina é formada por uma única espira de fio flexı́vel enrolado
em um suporte flexı́vel que permite mudar as dimensões do retângulo. (O comprimento total do
fio permanece inalterado.) Quando o comprimento x de um dos lados do retângulo varia de
aproximadamente zero para o valor máximo de aproximadamente 4, 0cm, o módulo τ do torque
passa por um valor máximo de 4, 80 × 10−8 N · m. Qual é a corrente na bobina?

Figure 14: Problema 50.

The insight central to this problem is that for a given length of wire (formed into a rectangle
of various possible aspect ratios), the maximum possible area is enclosed when the ratio
of height to width is 1 (that is, when it is a square). The maximum possible value for the
width, the problem says, is x = 4cm (this is when the height is very close to zero, so the
total length of wire is effectively 8cm). Thus, when it takes the shape of a square the value
of x must be 14 of 8cm; that is, x = 2cm when it encloses maximum area (which leads to
a maximum torque by Eq. 28-35 and Eq. 28-37) of A = (0.020m)2 = 0.00040m2 . Since
N = 1 and the torque in this case is given as 4.8z = ×10−4 N · m, then the aforementioned
equations lead immediately to i = 0.0030A.

Problema 55
Uma bobina circular de 160 espiras tem um raio de 1, 90cm.
(a) Calcule a corrente que resulta em um momento dipolar magnético de módulo 2, 30 A · m2 .

The magnitude of the magnetic dipole moment is given by µ = N iA, where N is the number
of turns, i is the current in each turn, and A is the area of a loop. In this case the loops are
circular, so A = πr2 , where r is the radius of a turn. Thus

µ (2, 30 A)
i= 2
= = 12, 7 A
N πr (160)(π)(0, 0190 m)2

(b) Determine o valor máximo do torque a que a bobina é submetida quando, sendo percorrida
por essa corrente, é colocada na presença de um campo magnético uniforme de módulo
35, 0mT .

The maximum torque occurs when the dipole moment is perpendicular to the field (or the
plane of the loop is parallel to the field). It is given by:
τmax = µB = (2, 30 A · m2 )(35, 0 × 10−3 T ) = 8, 05 × 10−2 N · m

16
Problema 58
Um dipolo magnético com um momento dipolar de módulo 0, 020J/T é liberado a partir do
repouso em um campo magnético uniforme de módulo 52mT e gira livremente sob a ação da
força magnética. Quando o dipolo está passando pela orientação na qual o momento dipolar
está alinhado com o campo magnético, sua energia cinética é 0, 80mJ.

(a) Qual é o ângulo inicial entre o momento dipolar e o campo magnético?

The kinetic energy gained is due to the potential energy decrease as the dipole swings from
a position specified by angle θ to that of being aligned (zero angle) with the field. Thus,

K = Ui − Uf = −µB cos θ − (−µB cos 0◦ )

Therefore, using SI units, the angle is:


   
−1 K −1 (0, 00080)
θ = cos 1− = cos 1− = 77◦
µB (0, 020)(0, 052)

(b) Qual é o ângulo quando o dipolo volta a entrar (momentaneamente) em repouso?

Since we are making the assumption that no energy is dissipated in this process, then the
dipole will continue its rotation (similar to a pendulum) until it reaches an angle θ = 77◦ on
the other side of the alignment axis.

Problema 60
A Fig. 15 mostra a energia potencial U de um dipolo magnético na presença de um campo
magnético externo B~ em função do ângulo φ entre a direção de B
~ e a direção do dipolo magnético.
−4
A escala do eixo vertical é definida por Us = 2, 0 × 10 J. O dipolo pode girar em torno de
um eixo com atrito desprezı́vel, o que permite fazer variar o valor de φ . Rotações no sentido
anti-horário a partir de φ = 0 correspondem a valores positivos de φ, e rotações no sentido
horário correspondem a valores negativos. O dipolo é liberado na posição φ = 0 com uma
energia cinética de 6, 7 × 10−4 J e gira no sentido anti-horário. Até que ângulo ó vai a rotação?
(Na terminologia da Seção 8-6, qual é o valor de φ no ponto de retorno do poço de potencial da
Fig. 15?)

Figure 15: Problema 60.

17
~ = −µB cos φ, so at φ = 0 (corresponding to the lowest point on
Eq. 28-39 gives U = −~µ · B
the graph in Fig. 28-52) the mechanical energy is

K + U = KO + (−µB) = (6, 7 × 10−4 J) + (−5 × 10−4 J) = 1, 7 × 10−4 J

The turning point occurs where K = 0, which implies Uturn = 1, 7 × 10−4 J. So the angle
where this takes place is given by

1, 7 × 10−4 J
 
−1
φ = − cos = 110◦
µB

where we have used the fact (see above) that µB = 5 × 10−4 J.

Problema 62
A Fig. 16 mostra uma espira ABCDEF A percorrida por uma corrente i = 5, 00A. Os lados da
espira são paralelos aos eixos coordenados, com AB = 20, 0cm, BC = 30, 0cm e F A = 10, 0cm.
Em termos dos vetores unitários, qual é o momento dipolar magnético da espira? (Sugestão:
Imagine correntes iguais e opostas no segmento AD e calcule o momento produzido por duas
espiras retangulares, ABCDA e ADEF A.)

Figure 16: Problema 62.

Let a = 30, 0 cm, b = 20, 0 cm, and c = 10, 0 cm. From the given hint, we write:

µ = µ1 + µ2
µ = iab(k̂)i ac(ĵ)
µ = ia(cĵ − bk̂)
µ = (5, 00 A)(0, 300 m)[(0, 100 m)ĵ − (0, 200 )k̂]
µ = (0, 150ĵ − 0, 300k̂)A · m2

Problema 65
A bobina da Fig. 17 conduz uma corrente i = 2, 00A no sentido indicado, é paralela ao plano xz,
possui 3, 00 espiras, tem uma área de 4, 00 × 10−3 m2 e está submetida a um campo magnético
uniforme B ~ = (2, 00î − 3, 00ĵ − 4, 00k̂)mT . Determine:

18
Figure 17: Problema 65.

(a) a energia potencial magnética do sistema bobina-campo magnético;

Using Eq. 28-35 and Figure 28-23, we have

~ = (N iA)(−ĵ) = −(0, 0240 A · m2 )ĵ


µ

Then, Eq. 28-38 gives


~ = −(0, 0240 A · m2 )(−3, 00 × 10−3 T ) = −720 × 10−5 J
U = −~µ · B

(b) o torque magnético (em termos dos vetores unitários) a que está sujeita a bobina.

Using the fact that ĵ × ĵ = 0, Eq. 28-37 leads to:


~
~ ×B
~τ = µ
~τ = (−0, 0240ĵ) × (2, 00 × 10−3 î) + (−0, 0240ĵ) × (−4, 00 × 10−3 k̂)
~τ = (4, 80 × 10−5 k̂ + 9, 60 × 10−5 î)N · m

Problema 70
Em um experimento de efeito Hall uma corrente de 3, 0A que percorre longitudinalmente um
condutor com 1, 0cm de largura, 4.0cm de comprimento e 10µm de espessura produz uma
diferença de potencial de Hall entre os lados do condutor de 10µV quando um campo magnético
de 1, 5T é aplicado perpendicularmente ao plano do condutor. A partir desses dados:

(a) determine a velocidade de deriva dos portadores de carga;

We use Eq. 28-10: vd = E/B = (10 × 10−6 V /1, 0 × 10−2 m)/(1, 5 T ) = 6, 7 × 10−4 m/s.

(b) determine a concentração dos portadores de carga;

19
We rewrite Eq. 28-12 in terms of the electric field:
Bi Bi Bi
n= = =
V `e (Ed)`e EAe

which we use A = `d. In this experiment, A = (0, 010 m)(10 × 10−6 m) = 1, 0 × 10−7 m2 .
By Eq. 28-10, vd equals the ratio of the fields (as noted in part (a)), so we are led to:

Bi
n=
EAe
i
n=
vd Ae
(3, 0 A)
n=
(6, 7 × 10−4 m/s)(1, 0 × 10−7 m2 )(1, 60 × 10−19 C)
n = 2, 8 × 1029 /m3

(c) mostre em um diagrama a polaridade da diferença de potencial de Hall com sentidos


arbitrados para a corrente e o campo magnético, supondo que os portadores de carga são
elétrons.

Since a drawing of an inherently 3-D situation can be misleading, we describe it in terms


of horizontal north, south, east, west and vertical up and down directions. We assume B ~
points up and the conductor’s width of 0.010 m is along an east-west line. We take the
current going northward. The conduction electrons experience a westward magnetic force
(by the right-hand rule), which results in the west side of the conductor being negative and
the east side being positive (with reference to the Hall voltage which becomes established).

Problema 74
Um feixe de elétrons de energia cinética K emerge de uma ”janela” de folha de alumı́nio na
extremidade de um acelerador. A uma distância d dessa janela existe uma placa de metal
perpendicular à direção do feixe (Fig. 18).

Figure 18: Problema 74.

(a) Mostre que ~


r é possı́vel evitar que o feixe atinja a placa aplicando um campo uniforme B tal
2mK
que B ≥ , onde m e e são a massa e a carga do elétron.
e 2 d2

20
For the magnetic field to have an effect on the moving electrons, we need a nonnegligible
component of B ~ to be perpendicular to ~v (the electron velocity). It is most efficient, therefore,
to orient the magnetic field so it is perpendicular to the plane of the page. The magnetic
force on an electron has magnitude FB = evB, and the acceleration of the electron has
magnitude a = v 2 /r. Newton’s second law yields evB = me v 2 /r, so the radius of the circle
is given by r = me v/eBp in agreement with Eq. 28-16. The kinetic energy of the electron is
K = 12 me v 2 , so v = 2K/me . Thus,
r r
me 2K
2me K
r= =
eB mee2 B 2
r r
2me K 2me K
This must be less than d, so 2 2
≤ d, or B ≥ .
eB e2 B 2

~
(b) Qual deve ser a orientação de B?

If the electrons are to travel as shown in Fig. 28-57, the magnetic field must be out of the
page. Then the magnetic force is toward the center of the circular path, as it must be (in
order to make the circular motion possible).

Problema 77
Uma partı́cula de massa 6, 0g está se movendo a 4, 0km/s no plano xy, em uma região onde
existe um campo magnético uniforme dado por 5, 0îmT . No instante em que a velocidade da
partı́cula faz um ângulo de 37◦ no sentido anti-horário com o semi-eixo x positivo, a força
magnética que o campo exerce sobre a partı́cula é 0, 48k̂N . Qual é a carga da partı́cula?

By the right-hand rule, we see that ~v × B~ points along −k̂. From Eq. 28-2 (F~ = q~v × B),
~
we find that for the force to point along +k̂ , we must have q < 0. Now, examining the
magnitudes in Eq. 28-3, we find |F~ | = |q|v|B
~ sin θ, or

0, 48 N = |q|(4000 m/s)(0, 0050 T )(sin 35◦ )

which yields |q| = 0, 040 C. In summary, then, q = −40 mC.

Problema 78
O espectrômetro de massa de Bainbridge, mostrado de forma esquemática na Fig. 19, separa
ı́ons de mesma velocidade e mede a razão q/m desses ı́ons. Depois de entrar no aparelho através
das fendas colimadoras S1 e S2 , os ı́ons passam por um seletor de velocidade composto por
um campo elétrico produzido pelas placas carregadas P e P 0 e por um campo magnético B ~
perpendicular ao campo elétrico e à trajetória dos ı́ons. Os ı́ons que passam pelos campos
cruzados E ~ eB~ sem serem desviados (ou seja, os que possuem uma velocidade E/B). entram em
uma região onde existe um segundo campo magnético, B ~ 0 que os faz descrever um semicı́rculo.
Uma placa fotográfica (ou um detector moderno) registra a posição final dos ı́ons. Mostre que a
razão entre a carga e a massa dos ı́ons é dada por q/m = E/rBB 0 , onde r é o raio do semicı́rculo.

21
Figure 19: Problema 78.

q v
Using Eq. 28-16, the charge-to-mass ratio is = 0 . With the speed of the ion giving by
m Br
v = E/B (using Eq. 28-7), the expression becomes

q E/B E
= 0 =
m Br BB 0 r

Extra
Exercı́cio 1
A figura abaixo mostra a trajetória de quatro partı́culas através de um campo magnético.
Pode-se concluir alguma coisa em relação à carga de cada uma?

Exercı́cio 2
A figura mostra um dispositivo usado para medir as massas dos ı́ons. Um ı́on de massa m e
carga +q é produzido basicamente em repouso pela fonte S, a partir de uma descarga através do

22
gás no interior de uma câmera. O ı́on é acelerado por uma diferença de potencial V e penetra
um campo magnético B. Ele se move no interior do campo em semicı́rculo, colidindo com uma
chapa fotográfica a uma distância x da fenda de entrada. Mostre que a massa m do ı́on é dada
B2q 2
por m = x
8V

O movimento do ı́on no interior da câmera é circular, sendo que a força centrı́peta Fc é a


força magnética FB :
Fc = FB
mv 2 mv 2
= x
r
2
2
2mv
= qvB
x
qB
m= x
2v
q2B 2 2
m2 = x (1)
4v 2
Agora precisamos determinar a velocidade do ı́on na câmera. No inı́cio do experimento, o
ı́ojn parte do repouso e é acelerado pela diferença de potencial V . O ı́on fica sujeito a um
movimento com aceleração constante, que pode ser descrito por:
v 2 = v02 + 2ad (2)
Na Eq. (2), a velocidade inicial v0 é zero, pois o ı́on parte do repouso. A aceleração a pode
sr obtida por meio da seguinte operação, onde FE é a força elétrica que age no ı́on, E é o
campo elétrico na região onde o ı́on é acelerado e d é a distância que o ı́on percorre durante
o tempo de aceleração:
V
FE qE q qV
a= = = d = (3)
m m m md

23
Substituido-se (3) em (2):

qV 2qV
v2 = 2 d= (4)
md m
Substituido-se (4) em (1):

q2B 2 2
m2 = x
2qV
4
m
qB 2 2
m= x
8V

Exercı́cio 3
Um positron (elétron de carga positiva) de 22, 5eV é projetado num campo magnético uniforme
com B = 455µT e seu vetor velocidade faz um ângulo e 65, 5◦ com B. Determine:

(a) O perı́odo.

O vetor velocidade deve ser decomposto em duas componentes: uma paralela e outra
perpendicular ao campo magnético.

vk = |~v | sin θ
v⊥ = |~v | cos θ

(b) O passo.

24
 
2πm
p = vk T = vk
qB

(c) O raio da trajetória helicoidal.

v⊥ m
r=
qB

Exercı́cio 4
Uma versão moderna do equipamento usado por J.J. Thomson para medir a razão entre a
massa e a carga do elétron. Um campo elétrico é criado ligando uma fonte aos terminais das
placas defletoras, e um campo magnético é criado fazendo passar uma corrente por um conjunto
de bobinas (que não é mostrado na figura). O sentido do campo magnético é para dentro do
papel, como mostram as cruzes (que representam as extremidades traseiras de setas). Assim, os
campos cruzados permitem medir a velocidade das partı́culas. Mostre que a relação entre massa
m B 2 L2
carga do elétron é = .
|q| 2yE

RESPOSTA 1:
Se uma partı́cula com carga elétrica se move em uma região na qual existem um campo
elétrico e um campo magnético, pode ser submetida simultaneamente a uma força elétrica e
a uma força magnética. Se os dois campos são mutuamente perpendiculares, dizemos que se
trata de campos cruzados. Se as duas forças têm a mesma direção e sentidos opostos, existe
uma velocidade para a qual a partı́cula não sofre deflexão.

RESPOSTA 2:
Registrar a posição na tela com E = 0 e B = 0.
Aplicar E diferente de zero e ajustar B até que o feixe ilumine o ponto inicial quando E e B

25
eram nulos.
Sem campo magnético, a deflexão y, que a partı́cula sofreria ao percorrer uma região do
campo elétrico L seria:

26

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