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SANTOS, E. O.; BIDLER, J. V.; GREYCE, K.; LAYARA, B.; CORDEIRO, S.A.

; Análise econômica de produção de mudas do cerrado em


Bom Jesus– PI. Revista Agrogeoambiental / Instituto Federal do Sul de Minas Gerais. – Vol. 5, n.3 (dez. 2013)
Pouso Alegre: IFSULDEMINAS, 2013.

Análise econômica de produção de mudas do


cerrado em Bom Jesus (PI)
Economic analysis of seedling production of cerrado in Bom Jesus/PI

Edson de Oliveira Santos1


Juliane Vanessa Bidler2
Karoenne Greyce3
Bruna Layara4
Sidney Araujo Cordeiro5

Resumo Abstract
Este trabalho analisou a viabilidade econômica de implanta- We analyzed in this paper, the economic feasibility of imple-
ção de um viveiro orestal especializado em mudas nativas menting a tree nursery specializing in native plants of the
da região sul do estado do Piauí, especicamente na cidade region. The economic viability analysis was based on estima-
de Bom Jesus. A análise de viabilidade econômica foi feita tes of revenue and expenditure of the business, having been
com base na previsão de receitas e despesas do negócio. evaluated protability, yield, term return on investiment,
Foram avaliados a lucratividade, a rentabilidade, o prazo do breakeven point, net present value (NPV), internal rate of re-
retorno do investimento, o ponto de equilíbrio, o valor pre- turn (IRR), benet/cost (B/C). The IRR presented was 57.02%,
sente líquido (VPL), a taxa interna de retorno (TIR) e a relação the NPV was R $ 168,498.17, the B/C was greater than 1. It
benefício/custo (B/C). A TIR apresentada foi de 57,02%; o VPL was concluded that it is feasible to implement the alternative
foi de R$168.498,17; e a B/C foi de 1,15. Por meio da análise analyzed, and the protability of 16.01%, the protability of
dos resultados, concluiu-se que o projeto é viável economica- 19.06%, and return on investment within 7 months.
mente, sendo a lucratividade de 16,01%; a rentabilidade de
19,06% e o prazo de retorno do investimento de sete meses.

Palavras-chave Key words


Viveiro orestal Forest farm
Planejamento orestal Forest planning
Custos de produção Production costs
Silvicultura Forestrys

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Análise econômica de produção de mudas do cerrado em Bom Jesus – PI

1 | Introdução a) Amburana (Amburana cearenses (A. C. Smi-


th));
Vastas extensões territoriais de orestas so- b) Angico (Albizia niopiodes (Spruceex Benth
freram enormes transformações no último Burkart));
século (RODRIGUES et al., 2004). A fragmen- c) Jatobá (Hymenaea courbaril L.);
tação dessas orestas é, na maioria das vezes, d) Ipê- amarelo (Tabebuia alba (Sandwith)).
um processo antrópico, resultando em mu- Apesar das mudas serem de diferentes espé-
danças na composição e na diversicação das cies e apresentarem utilidades distintas, o pro-
comunidades que nela habitam. As espécies cesso de produção das mudas foi o mesmo, pois
orestais nativas são de suma importância na as sementes foram adquiridas no mesmo forne-
integração e manutenção da biodiversidade, cedor, o substrato e os sacos plásticos foram os

tanto na composição
nas interações com a dos ecossistemas,
fauna e nas funçõescomo
cor- mesmos parade
sim os custos todas as espécies,
produção. O preçoreduzindo
de vendaas-
de
relacionadas à conservação hidrológica e pe- cada muda foi igual para todas as espécies, R$
dológica (RODRIGUES et al., 2004). Com base 1,50, e baseou-se na média do mercado.
nesse cenário, o plantio de árvores para ns
econômicos e ambientais é indispensável, sen- 2.2 Levantamento de dados
do realizado principalmente através de mudas para a análise econômica
(MORAES NETO et al., 2003; RODRIGUES et
al., 2004). No levantamento de dados para a análise,
A importância dos viveiros orestais não levou-se em consideração uma pesquisa de
está apenas no seu caráter ambiental, ou seja, todos os custos por meio de um inventário de
na produção de mudas utilizadas nos plantios, tudo que será gasto para produção de mudas,
mas também nos seus reexos econômicos e de acordo com a Tabela 1.
sociais, uma vez que esta atividade gera em- a) Investimento físico: equipamentos de jardi-
pregos, produtos madeireiros e produtos não- nagens, bombas pulverizadoras, irrigado-
madeireiros que movimentam grandes valores res, caixas de suporte, mesas de manipu-
no mercado nanceiro, principalmente quando lação, cavaletes, caixarias, poço artesiano,
se trata dos viveiros mantidos pelas indústrias veículo utilitário, uniformes, microcompu-
de papel e celulose (RODRIGUES et al., 2004). tador, aparelho de fax, roçadeiras, linha te-
Com o intuito de atender à demanda de mu- lefônica, tesoura de poda e celular;
das da região Sul do estado do Piauí, o presen- c) Custo xo/ano: ajudante geral, técnico agrí-
te trabalho teve como objetivo estudar a via- cola, encargos sociais, energia, manuten-
bilidade econômica de produção de mudas do ção, depreciação, seguros, telefone, gasoli-
cerrado em Bom Jesus, PI. na e contador;
d) Investimento nanceiro: custos xos, esto-
que da matéria-prima, custos de comercia-
2 | Material e métodos lização, registro e legalização, publicidades;
e) Custos de produção: sementes, adubos, eti-
2.1 Área de estudo quetas e sacos para mudas.

Os dados para a análise foram simulados a par-


tir de um viveiro localizado na região rural de
Tabela 1.Custos da produção de mudas em Bom Jesus, 2012.
Bom Jesus, cidade do Piauí, distante 5 km da
sede do município de acordo com as coordena- Custos Valore(sR$)
das geográcas: 09º04’ S e 44º21’W, possuindo
uma área de 5.709 km². O viveiro possui uma Investimentofísico 47.302,00
capacidade de produção mensal de doze mil Custoxo/ano 47.315,76
mudas, totalizando cento e quarenta e quatro Investimento nanceiro 78.395,76
mil mudas anuais, de acordo com informações Custodeprodução 73.440,00
dos proprietários do viveiro. Fonte:Elaboração dos autores.
As mudas produzidas são das seguintes espécies:

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Com base nos dados que foram levantados du- Taxa Interna de Retorno (TIR)
rante o primeiro ano de implantação do vivei-
ro, foram levados em conta todos os custos da É a taxa de desconto que iguala o valor atual
Tabela 1, totalizando R$ 246.453,52. Já do se- das receitas futuras ao valor atual dos custos
gundo ao décimo anos os custos diminuíram, futuros do projeto, constituindo uma medida
levando em consideração somente os custos relativa que reete o aumento no valor do in-
xos, o investimento nanceiro e os custos de vestimento ao longo do tempo, com base nos
produção, totalizando R$ 169.151,52. recursos requeridos para produzir o uxo de
O custo de produção de uma muda é de R$ receitas (REZENDE; OLIVEIRA, 2001; PIRES et
0,51, como se previa produzir doze mil mudas al., 2008). Para encontrar a TIR é preciso des-
por mês, totalizar-se-iam R$ 73.440,00 por ano. contar vários uxos de caixa a várias taxas.

2.3 Análise econômica Quando


de a TIR é maior
atratividade), que aéTMA
o projeto (taxa
viável mínima
e pode ser
implementado; porém, se for igual ou menor
Foi realizada uma análise econômica para ve- que a TMA, deve-se rejeitá-lo (GOMES, 2008).
ricar a lucratividade do projeto, o prazo de A fórmula da TIR é especicada a seguir:
retorno e o ponto de equilíbrio para que a em-
presa não tivesse prejuízo.
O primeiro passo foi determinar o montan-
te do investimento (físico e nanceiro) neces-
sário para a execução do projeto. De acordo
com os investimentos a serem feitos, foram Em que:
calculados os custos e despesas do negócio, TIR = taxa interna de retorno; as demais va-
tanto os xos quanto as variáveis. Os indica- riáveis já foram denidas.
dores estimados foram:
Razão Benefício/Custo (B/C)
Valor Presente Líquido (VPL)
Este método consiste em determinar a relação
A viabilidade econômica de um projeto, anali- entre o valor presente dos benefícios e o valor
sada pelo VPL, é indicada pela diferença posi- presente dos custos, tomando por base uma
tiva entre receitas e custos atualizados confor- determinada taxa de juros ou descontos.
me determinada taxa de desconto (REZENDE; Um projeto é considerado viável economica-
OLIVEIRA, 2001; PIRES, et al, 2008). A fórmula mente se, B/C > 1. Entre dois ou mais projetos,
do VPL é especicada a seguir. o mais viável é aquele que apresentar o maior
valor de B/C (REZENDE; OLIVEIRA, 2001; PI-
RES et al., 2008). A razão benefício/custo é ob-
tida pela fórmula a seguir:

Em que:
Rj= receitas no período j;
Cj= custos no período j; Em que:
i = taxa de desconto; Rj= receita no nal do ano j;
j = período de ocorrência de Rj e Cj; Ci = custo no nal do ano j; e
n = duração do projeto, em anos, ou em núme- n = duração do projeto, em anos.
ro de períodos de tempo.
Geralmente, o uxo de caixa típico é composto Rentabilidade
por uxos de caixa pontuais negativos no início
e positivos do meio ao m. Quando o valor pre- Indica o porcentual de remuneração do capital
sente de um uxo de caixa futuro de um pro- investido na empresa e é obtido sob a forma de
jeto for maior que seu custo inicial, o projeto é valor porcentual por unidade de tempo, mos-
viável (GOMES, 2007). trando qual é a taxa de retorno do capital inves-

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Análise econômica de produção de mudas do cerrado em Bom Jesus – PI

tido por unidade de tempo (por exemplo, mês 3 | Resultados e discussão


ou ano) (PIRES, et al., 2008). A taxa de renta-
bilidade informa o retorno desse investimento 3.1 Análises dos custos, receitas e
em termos relativos, ou seja, em porcentagem, saldos
sendo obtida pela fórmula a seguir:
A Tabela 2 mostra os investimentos do projeto
que totalizaram R$ 176.881,7. Este montante
foi obtido pela soma de todos os custos que
envolveram o projeto durante seu ciclo de vida,
Lucratividade que foi de dez anos, sendo que os fatores mais
expressivos são o investimento inicial e os cus-

Indica sobre
gerar qual é oo ganho quedesenvolvido
trabalho a empresa consegue
(vendas tos unitários
Tabela 2:Custosde produção.
e receitas, sendo que o custo e receita
realizadas ou serviços prestados). É a relação atual são valores corrigidos. Bom Jesus, 2012.
do valor do lucro com o montante de vendas,
ou seja, divide-se o valor do lucro pelo volume A no Custo Receita Saldo
de vendas (lucro líquido/vendas) (PIRES et al., 1 246453,5 162000 84453,52
2008), conforme fórmula a seguir: 2 169151,5 216000 46848,48
3 169151,5 216000 46848,48
4 169151,5 216000 46848,48
5 169151,5 216000 46848,48
Prazo de retorno do Investimento (PRI)
6 169151,5 216000 46848,48
É um indicador de atratividade do negócio, 7 169151,5 216000 46848,48
pois mostra o tempo necessário para que se 8 169151,5 216000 46848,48
recupere tudo o que se investiu no negócio. É 9 169151,5 216000 46848,48
calculado sob a forma de unidade de tempo e
consiste basicamente no inverso da rentabili - 10 169151,5 216000 46848,48
dade (PIRES et al., 2008). A fórmula do PRI está TOTAL 176.881,70 210.600,00 337.182,80
especicada a seguir: Fonte:Elaboração dos autores.

O investimento inicial corresponde a 32% sendo o


custo mais representativo. Seguido dos custos uni-
tários de produção (30%), dos investimentos físicos
(19%) e do custo fxo (19%) (Figura 1).
Ponto de equilíbrio (PE) Figura 1:Representação dos custos do projeto.

Representado pelo volume de vendas em que a INVESTIMENTO


FÍSICO
empresa não terá prejuízo nem lucro, ou seja, CUSTO DE 19%
no ponto de equilíbrio, as receitas da empresa PRODUÇÃO
30%
cobrem todos os gastos (PIRES et al., 2008). O
PE é obtido pela fórmula a seguir:
CUSTO
FIXO/ANO
19%
INVESTIMENTO
FINANCEIRO
32%

Para os cálculos do VPL, TIR, B/C, considerou- Fonte:Elaboração dos autores.


se um horizonte de planejamento de dez anos,
ressaltando que as receitas e os custos mensais Considerando o horizonte de planejamento do
foram convertidos em valores anuais. projeto, a receita foi de R$ 216.000,00, sendo
inferior apenas durante o primeiro ano, porque

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no decorrer desse período a produção se ini- equipamentos e matéria-prima são conside-


cia a partir do quarto mês, sendo então de R$ ravelmente onerosos na região onde se reali-
162.000,00 (Tabela 2). A principal causa desse zou o estudo.
valor de receita se deve a comercialização fun- O ponto de equilíbrio foi de 3.081 mudas
cionar principalmente por meio de contrato. As por mês, ou seja, a empresa consegue cobrir
mudas foram negociadas com um padrão de suas despesas variáveis e xas quando atingir
tamanho único, entre 1 cm e 40 cm de altura, o volume de vendas de 3.081 mudas por mês, o
de acordo, portanto, como preço xo estabe- que equivale à R$ 4.621,50. O valor do ponto de
lecido pelo mercado. Se observarmos a receita equilíbrio nanceiro representa o limite de re-
corrigida, veremos uma alteração nos valores, ceita (mínima) que o viveiro pode ter para não
isso porque esses montantes sofrem inuência entrar na zona de prejuízo.

de Em
umatrabalho
taxa de juros de 10%
realizado aoSimões
por ano. e Silva A fatores
são produtividade
decisivose para
a tecnologia utilizada
reduzir o custo de
(2010), observa-se que os custos que advêm produção das mudas. Silva et al.(2008) encon-
das despesas com pessoal representaram traram o custo unitário de R$ 0,19 da muda
64,92% do custo total de produção de mudas. clonal de eucalipto, em um viveiro orestal.
Simões e Silva (2010) encontraram um custo
3.2 Análise Financeira total de R$ 130,97 por milheiro produzido para
as etapas que englobam a produção de mudas
Os índices nanceiros foram analisados levan- de eucalipto – nesse caso, o custo por muda
do-se em consideração o horizonte temporal de eucalipto produzida foi de US$ 0,13.
de dez anos. Os resultados encontrados estão O VPL do projeto analisado, R$ 168.498,17,
apresentados na Tabela 3. foi maior do que zero, o que indica sua viabili-
dade econômica. Vale lembrar que o VPL rep-
Tabela 3:Resultados econômicos do projeto. Bom Jesus, resenta o lucro do negócio corrigido pela taxa
2012. de juros para um horizonte de dez anos, nesse
caso especíco, e que a taxa de juros utilizada
Lucratividade(%) 16,01 para esse cálculo foi de 10% ao ano.
Rentabilidade(%) 19,06 A TIR é a taxa que representa o retorno -
Prazoderetorno(ano) 6,24 nanceiro do projeto. A TIR apresentada foi de
57,02%. A TIR obtida foi maior do que a taxa
de desconto que, no caso, foi de 10% ao ano,
Ponto de equilíbrio (PE) 3080,45
levando a considerar a alternativa como viável.
(nº de mudas)
A razão B/C foi maior que 1, o que indica que
VPL R$
168.498,17 o projeto é viável economicamente. Essa razão
foi de 1,15, signicando que as receitas super-
CMP (Custo Médio de Produção) 0,005 am os custos em 15%.
B/C 1,15
TIR 57,02%
Fonte:Elaboração dos autores. 4 | Conclusão
O projeto apresentou uma rentabilidade de O projeto é viável, conforme demonstram os
19,06%. Com base neste índice pode-se ar- indicadores econômicos avaliados.
mar que o capital investido no negócio retorna Contudo, para se obter resultados mais
sob a forma de lucro a uma taxa de 19,06%. satisfatórios no que concerne ao lucro, deve-
A margem de lucro obtida foi de 16,01%, ser-á, necessariamente, reduzir os custos. A
significando que, para cada R$ 100,00 de execução do empreendimento mostrou que
receita, há o ganho de R$ 16,01 para a em- dentre as despesas necessárias, a aquisição de
presa. Como se pode constatar, o porcentu- matéria-prima foi a mais dispendiosa, o que re-
al de lucro do empreendimento mostra uma comenda maior apuro no levantamento de pos-
rentabilidade inferior ao que poderia ter síveis fornecedores e negociação mais enérgica
alcançado, pois os custos de aquisição dos para obtenção de valores mais acessíveis.

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1 Universidade Federal do Piauí, graduando em Engenharia Florestal. Bom Jesus, Piauí, Brasil. edson.eng.orestal@gmail.
com.br. (089) 3562-2265.Campus Profa. Cinobelina Elvas, Planalto, Bom Jesus, Piauí, CEP 64900-000.
2 Universidade FederalCampus
br. (089) 3562-2265. do Piauí, graduanda
Profa. em Engenharia
Cinobelina Florestal.
Elvas, Planalto, Bom Bom Jesus,
Jesus, Piauí,Piauí, Brasil. julianevbidler@hotmail.com.
CEP 64900-000.
3 Universidade Federal do Piauí, graduanda em Engenharia Florestal. Bom Jesus, Piauí, Brasil. karoenegrece@hotmail.com.
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