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LIÇÕES QUE BIG DATA

PODE ENSINAR PARA


O SETOR EDUCACIONAL

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SUMÁRIO

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MAPEAMENTO DE
INTRODUÇÃO PERFIL DE ALUNOS

IDENTIFICAÇÃO DOS

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PROFESSORES MAIS ACOMPANHAMENTO DO
INSPIRADORES DESEMPENHO DOS ALUNOS

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POSSIBILIDADES DE ANÁLISE COMPORTAMENTAL
PERSONALIZAÇÃO DO ENSINO DOS ALUNOS

7 CASES DE SUCESSO
8 CONCLUSÃO

9 SOBRE A HEKIMA
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INTRODUÇÃO Nos dias atuais de extrema competitividade, alta carga


tributária e necessidade de redução constante de custos,
gerenciar uma escola ou universidade vai muito além das
preocupações pedagógicas. Uma instituição de ensino que
queira se consolidar no mercado deve ter em mente que é
necessário profissionalizar sua gestão, trazendo metodologias
administrativas de sucesso e recursos tecnológicos que
subsidiem a expansão da organização para atingir o maior
número possível de alunos, sem perder qualidade.

Em pleno século XXI, em que a oferta educacional é desenvolvida com excelência e


seriedade por muitas instituições privadas, muitos gestores não percebem que precisam
administrar suas universidades ou escolas privadas como empresas, que necessitam de
resultados, receitas e tecnologia para oferecer o melhor serviço ao seu público. Não há
que se demonizar ou criar tensão entre qualidade, investimento, modernização e lucro.
O mundo mudou, os canais de transmissão de conhecimento são outros e o próprio
perfil dos estudantes, que já nascem conectados ao universo virtual, é completamente
diferente do de décadas passadas. Quem faz educação como nos anos 60 certamente
não tem vida longa no mercado educacional do novo milênio.
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O papel da tecnologia na educação do novo milênio

Dentro dessa nova perspectiva de fomentar e disseminar conhecimento, a tecnologia da


informação vem exercendo protagonismo inegável na formação estudantil, oferecendo
novas opções à configuração tradicional do trabalho em sala de aula, alargando seus
horizontes e potencializando-os. Dentre os novos recursos utilizados com sucesso nas
instituições educacionais, o trabalho com Big Data Analytics é dos mais destacáveis,
principalmente pela sua versatilidade.

Uma solução de análise de dados pode identificar iminentes


inadimplências antes que elas ocorram, oferecendo tempo
hábil para que a instituição proponha descontos ou novas
formas de financiamento ao estudante; entregar um
raio-x completo do perfil de alunos (bagunceiros, tímidos,
interessados em disciplinas específicas), permitindo trabalho
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A TECNOLOGIA SE
personalizado com grupos distintos e melhorando seus
TORNOU UMA ALIADA resultados globais; cruzar métricas, gerando poderosos
TANTO NA DIDÁTICA indicadores de desempenho da instituição; apontar, por

DA SALA QUANTO meio do cruzamento dos resultados das provas aplicadas,


quais são as falhas mais comuns que devem ser trabalhadas
NA ADMINISTRAÇÃO por reforço escolar, a fim de melhorar o desempenho em
DA INSTITUIÇÃO DE avaliações como Saresp e Enade, vestibulares e concursos

ENSINO. públicos; diagnosticar, enfim, ineficiências ou redundâncias


em processos administrativos, gerando insights para a
otimização da gestão.

Quem trabalha com educação sabe, portanto, que os dados são a mais valiosa fonte de
conhecimento para entender o que produzem, com quem trabalham e os obstáculos
financeiros que podem surgir. Neste eBook, mostraremos como a tecnologia tornou-se
uma aliada tanto na didática da sala quanto na administração da instituição de ensino,
e abordaremos, sobretudo, as lições que o trabalho com Big Data Analytics pode ensinar
ao mercado educacional. Boa leitura!
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MAPEAMENTO DE
PERFIL DE ALUNOS

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MAPEAMENTO
DE PERFIL DE
ALUNOS
Nos dias atuais, o processo de construção de um cidadão
passa por um reconhecimento minucioso de todos os perfis
presentes nas salas de aula. São múltiplos potenciais a serem
lapidados, diferentes interesses, inclinações, dificuldades
distintas, características pessoais e visões de mundo
variadas. Trabalhar todo esse “oceano” de percepções com
uma linguagem homogênea e enfoque padronizado explica
por que a formação educacional no Brasil é, em média, tão
deficitária, quando comparada a instituições estrangeiras.

Já há alguns anos, diversos centros educacionais europeus, norte-americanos e


asiáticos vêm usando as soluções em Big data Analytics como aliadas na melhoria da
qualidade de ensino. E um dos usos mais comuns é no mapeamento dos perfis dos
alunos para subsidiar o planejamento pedagógico anual e divisão de turmas nas classes.
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Estudantes geram centenas de milhares de dados ao longo de suas permanências em


uma instituição de ensino. Suas fontes são as mais variadas: provas; questionários
e entrevistas de admissão; relatórios dos professores; avaliações socioeconômicas;
entre muitos outros “rastros” valiosos na análise de dados. Um moderno sistema de
Big Data Analytics tem exatamente a função de coletar, agregar e tratar toda essa
infinidade de indicativos brutos, interpretando-os por meio de complexas técnicas em
estatística avançada, análise combinatória, algoritmos proprietários e outros recursos
da Inteligência Artificial. Perceba que não se trata de achismo; é ciência aplicada à
tecnologia, capaz de transformar dados brutos em informações estratégicas essenciais
na tomada de decisões e no gerenciamento educacional.
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É por meio desse trabalho científico, em associação
com processadores de alto desempenho e velocidade,
que uma escola consegue ter um diagnóstico completo
de todos os seus alunos, identificando quais são os
estudantes dotados de maiores habilidades lógicas,
os mais ligados à expressão artística, os passíveis de
terem maior dificuldade com raciocínio lógico-dedutivo
e por aí vai. A mineração de dados permite também
A MINERAÇÃO DE DADOS mapear os alunos de acordo com seu perfil psicológico,
MAPEIA OS ALUNOS DE tais como timidez, expansividade, introspecção,

ACORDO COM O PERFIL agressividade e tendência à “bagunça”, apenas para


citar algumas características. Essa avaliação prévia
PSICOLÓGICO, AJUDANDO ajuda a desenvolver um planejamento pedagógico mais
A DESENVOLVER assertivo, personalizando o ensino de acordo com as

UM PLANEJAMENTO facilidades e dificuldades de cada estudante.

PEDAGÓGICO MAIS
ASSERTIVO.
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IDENTIFICAÇÃO DOS
PROFESSORES MAIS
INSPIRADORES

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IDENTIFICAÇÃO DOS
PROFESSORES MAIS
INSPIRADORES

Existem instituições de ensino que fazem varreduras nos


bancos de dados de suas bibliotecas para saber quais livros
o aluno pegou emprestado; outras monitoram informações
pesquisadas nos sites de busca de suas salas de computadores
para detectar, por exemplo, quais alunos mostram indícios
de dificuldades financeiras ou com quais assuntos eles
parecem ter mais familiaridade. Se o inimigo de uma escola
é o desconhecimento, ele deve ser combatido com muita
informação – inclusive as advindas dos próprios alunos.
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No tópico anterior, tratamos da possibilidade de mapear os perfis dos estudantes para


lidar melhor com suas potencialidades e pontos fracos. Contudo, você já parou para
pensar que o mesmo pode ser feito com os professores? Os resultados de uma avaliação
de desempenho 360º, por exemplo (que envolve a visão de pedagogos, secretária, diretor,
alunos e funcionários), ao ser submetida a um cruzamento de dados por Big Data, pode
revelar quais são os profissionais que melhor conseguem estimular a potencialidade de
seus alunos. Esse é só um exemplo, mas podemos ir além!

O trabalho com data mining pode utilizar os mesmos tipos de dados do mapeamento
dos alunos. Por exemplo, de entrevistas, questionários e avaliações podemos tirar
um diagnóstico dos professores mais bem-humorados, que conseguem “maquiar”
a transmissão de um conteúdo pesado com piadas e histórias práticas. Mas por
que fazer isso? Porque, segundo pesquisas, esse é o perfil de docente que consegue
despertar o interesse de um aluno expansivo ou até mesmo “bagunceiro”. Observe que o
cruzamento exato entre os perfis psicológicos de professores e alunos é um dos fatores
responsáveis pela potencialização ou rejeição ao aprendizado, algo que só pode ser feito
com excelência por meio de ferramentas inteligentes.
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ACOMPANHAMENTO DO
DESEMPENHO DOS ALUNOS

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ACOMPANHAMENTO DO
DESEMPENHO DOS ALUNOS

Em muitas escolas e até em universidades, os exercícios


complementares (as boas e velhas “lições de casa”) são
realizados por meio de softwares e entregues online no
sistema da instituição. O professor faz seu login e tem acesso
a todas as atividades para fazer a correção. O que nem todas
as escolas fazem é usar esses dados para ganho de vantagem
competitiva em seu setor.

De posse de todas as informações geradas diariamente por sistemas de “e-educação”,


é possível montar um imenso banco de dados inteligente, cruzando notas, histórico
escolar, desempenho do aluno em cada disciplina, tipos de respostas em cada atividade
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e muitas outras fontes. O resultado de todos esses indicadores guiará o professor em


sala de aula, mostrando o que ele deve tratar com mais ênfase, quais alunos devem
receber aprofundamento do conteúdo, quais atividades mais despertam a atenção da
classe, entre outros direcionamentos.

Quer uma ideia prática? Na Arizona State University, todas


as aulas de matemática são ministradas com o auxílio de
informações lançadas em um sistema, de acesso comum a
aluno e professor. Durante o semestre, todas as atividades
e até as provas são feitas via sistema, mesmo quando os
alunos estão dentro da sala de aula. A forma de ensinar é a
mesma, apenas muda-se o canal. A partir desse ponto, entra
o auxílio da Ciência de Dados no processo de aquisição de
conhecimento.
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Um programa conectado ao sistema da universidade guarda todos os dados referentes


a cada estudante: o que cada um acerta, seus pontos fracos e até suas hesitações
expressas pelo movimento do mouse. Algoritmos e aplicações de análise combinatória
entram em cena, então, comparando a performance de cada aluno com a média dos
demais e o desvio padrão da turma. Os resultados de todos os cruzamentos matemáticos
de desempenho geram sugestões do que deve ser ministrado, adaptando a aula sempre
que for necessário para melhorar o aproveitamento dos alunos. O resultado dessa
experiência foi um crescimento substancial nas médias anuais dos estudantes desta
instituição, o que não deixa dúvidas sobre o efeito que uma ferramenta de Big Data
Analytics tem para a ampliação exponencial da qualidade de ensino.

Esse tipo de trabalho com mineração de dados permite, ainda, que os professores tenham
mais tempo disponível em cada aula para dedicar-se individualmente a cada estudante,
de acordo com suas especificidades. A iniciativa inovadora rendeu à universidade um
aumento na taxa de aprovação de 13% e redução dos percentuais de desistência, que
desabaram 54% desde o início do projeto.
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POSSIBILIDADE DE
PERSONALIZAÇÃO
DO ENSINO

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POSSIBILIDADE DE
PERSONALIZAÇÃO
DO ENSINO

Em setembro de 2013, a McKinsey & Co, uma das mais


renomadas empresas de consultoria empresarial do mundo,
publicou uma entrevista com o educador e analista de
dados Salman Khan, tratando da correlação infinita entre
análise prévia de dados e o chamado “ensino adaptativo”.
Para quem não sabe o que significa essa expressão, ensino
adaptativo diz respeito a um formato educacional moderno,
que utiliza programas computacionais para entender os
processos cognitivos envolvidos no aprendizado de cada
aluno, moldando e adaptando a apresentação dos materiais,
atividades e formas de abordagem do conteúdo.
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Nesse modelo, o caminho do conhecimento vai sendo construído a partir da interação
de cada aluno, formando estradas diferentes que levam ao mesmo alvo. O uso desses
recursos oferece, comprovadamente, muito mais embasamento na consolidação do
conhecimento, o que faz com que as instituições que se lançam nesses mares adquiram
qualidade e eficiência educacional imensamente superiores aos concorrentes. O ROI
(Retorno sobre Investimento) da implementação de soluções em Big Data Analytics
para trabalho com ensino adaptativo compensa os custos da inovação.

Que tal saber que um certo aluno tem mais facilidade de aprendizado no período
noturno, enquanto outro costuma mostrar maior potencial de retenção de informações
quando elas são transmitidas via vídeo? Já outro estudante tem facilidade no processo
de aquisição do conhecimento quando ele se dá pela manhã, mas costuma ter melhores
resultados com leitura do que por materiais em áudio e vídeo. As possibilidades
de mapear as características de cada estudante são ilimitadas e, a partir desse
conhecimento, serão traçadas as estratégias para saber quais formatos de materiais
devem ser mais explorados ou como escolher os professores que lecionarão para cada
grupo. Foi o que fez a Beijing Jiaotong University, na China, ajudando-a a se posicionar
entre as 200 melhores universidades do mundo.
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ANÁLISE
COMPORTAMENTAL
DOS ALUNOS

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ANÁLISE
COMPORTAMENTAL
DOS ALUNOS

O comportamento em grupo é muito mais do que a soma das posturas individuais,


especialmente quando tratamos de crianças e adolescentes. As reações em uma classe
são fruto de fatores multidimensionais muito além do que se pode ver em sala de aula,
como carência afetiva, insegurança ou baixa autoestima. O professor que consegue
entender a raiz dos comportamentos em grupo possui muito mais facilidade para
direcioná-los para maximizar o aprendizado coletivo.

Os alunos hiperativos, por exemplo, costumam mostrar um alto nível de engajamento


quando incentivados corretamente pelos seus professores. Mas como encontrar
a fórmula ideal para despertar esse tipo de aluno? A compreensão dos diferentes
comportamentos em grupo e suas reações peculiares a cada método, professor e
material, é mais uma saída conferida por meio da Inteligência de Dados aplicada à
educação.
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CASES DE
SUCESSO

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CASES DE
SUCESSO

O departamento de ensino público de Nova York trabalha desde


2012 com soluções em Big Data. São 23 mil estudantes de 125
escolas monitorados em todo o seu processo de aprendizado.
A iniciativa facilita o acompanhamento e participação dos

1 familiares na aquisição do conhecimento de suas crianças,


possibilitam a expansão das formas e locais de ensino,
empoderam os alunos para que eles tenham mais opções de
disciplinas online, além de abrir portas para que os métodos
ESCOLAS sejam adequados a cada perfil. É a partir dos relatórios
PÚBLICAS DE individuais gerados por soluções de Big Data Analytics que os
NOVA YORK professores norteiam sua didática e conteúdo.
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A universidade de Chicago é uma instituição privada com

2 cursos de altíssima qualidade e custos que circulam em torno


de US$ 500 mil anuais (algo próximo de R$ 17 mil ao mês!).
Ela está situada na chamada “City of Big Data”, apelido dado
a Chicago em função das diversas ações governamentais de
UNIVERSITY OF utilização da Ciência de Dados na construção de uma cidade
CHICAGO mais inteligente e sustentável.

A Universidade de Chicago trabalha há muitos anos com soluções em data mining


para rastrear tudo o que é legalmente possível de ser capturado de seus estudantes:
dados socioeconômicos, histórico escolar, histórico de pagamentos, performance. Tudo
é utilizado para prever, com antecedência, possíveis evasões (churn prediction), dando
tempo para a instituição procurar o aluno e buscar soluções que evitem sua desistência
ou inadimplência. O trabalho com análise de dados na educação da Universidade de
Chicago explica porque esse centro intelectual está consolidado há alguns anos entre
os 10 melhores do planeta!
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ANHANGUERA
EDUCACIONAL

Graças ao trabalho aprofundado com Big Data, a Anhanguera se tornou a 2ª maior


instituição de ensino superior do país. A universidade privada leva a Ciência de Dados
na educação ao extremo e monitora até o tempo de trajeto dos estudantes até seus campi
para auxiliar seus gestores a direcionarem investimentos. O sistema é programado para
cruzar todos os dados possíveis, buscando padrões de comportamento predefinidos com
o auxílio de algoritmos e linguagem de máquina. Ao menor sinal de desvios que possam
indicar problemas financeiros, acadêmicos ou outros que prejudiquem o desempenho
ou permanência do aluno, é disparado um alerta à coordenação ou aos professores, para
que possam intervir. Um ótimo exemplo de que é possível conciliar qualidade de ensino,
lucro e tecnologia.
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CONCLUSÃO

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CONCLUSÃO

Estamos vivendo a era de Big Data na educação. Seja no


Ensino Fundamental, para avaliar as facilidades motoras e o
desenvolvimento cognitivo, seja no Ensino Médio, para avaliar
as inclinações de talento de cada estudante e seus perfis
psicológicos, seja nas universidades e cursos preparatórios,
mensurando e quantificando sua performance e preenchendo
gaps de eficiência em seu aprendizado. 90% dos dados
trafegados no mundo, em toda sua história, foram gerados nos
últimos 2 anos, e não há como ignorar essa transição do offline
para uma sociedade online, que aprofunda suas expressões e
percepções por meio da web, deixando rastros extremamente
importantes na captação de falhas e deficiências dos modelos
de ensino tradicional.
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A Inteligência de Dados também pode ir além da melhora


na qualidade educacional, auxiliando na gestão. A mesma
solução pode agregar dados de processos internos, gerando
informações que subsidiem políticas de downsizing,
enxugamento da estrutura organizacional ou redução de
processos redundantes, o que representa diminuição de
custos e aumento da margem de lucro. Big Data é a porta
de entrada de muitas instituições de ensino em direção ao
domínio de mercado, e também a porta de saída para aquelas
que insistirem em administrar sua escola como em décadas
passadas.

Gostou do eBook? Quer conhecer os benefícios de Big Data


em outros setores? Então acompanhe o nosso blog e leia os
melhores conteúdos sobre o assunto!
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SOBRE A
HEKIMA

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SOBRE A
HEKIMA

A Hekima é uma das primeiras empresas de Big Data Analytics


do Brasil, tendo uma experiência de mercado de mais de 6
anos. Sua missão é transformar dados em informação para
tomada de decisão a partir de uma metodologia para coleta,
organização, processamento, visualização e análise de
dados. Seu enfoque está em soluções, não em tecnologias.
A empresa é formada por uma equipe multidisciplinar, que
inclui profissionais de estatística, ciências sociais, marketing,
mídias sociais, gestão de marca e reputação, além de
especialistas setoriais.

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IN
TOUCH

+55 31 2516-4812
contato@hekima.com
www.hekima.com

Avenida Álvares Cabral, 1315, Sala 7.


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