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Ano lectivo 2017/18 Modulação PAM Comunicações Digitais Docente: Prof. Fernando Emídio Trabalho realizado por:

Ano lectivo 2017/18

Modulação

PAM

Comunicações Digitais

Docente: Prof. Fernando Emídio

Trabalho realizado por:

André Francisco nº 44928

Daniel Sequeira nº 44949

Tiago Grilo nº 47359

Conteúdo

Modulação PAM

Objectivos

2

I Modulação PAM no domínio do tempo

3

II Modulação PAM no domínio da frequência

12

 

Procedimento Experimental

12

III

Sub-Amostragem

14

Domínio da frequência

14

IV

Resposta Transitória do Filtro Passa-Baixo

19

Questões

19

1
1

Objectivos

Modulação PAM

Comprovar que o parâmetro da onda que transporta a informação é a amplitude.

Qual a função do circuito de amostragem.

Determinar o formato do espectro do sinal PAM e o efeito dos parâmetros do amostrador nesse mesmo espectro.

Reconhecer este método como sendo linear.

Visualizar o fenómeno de aliasing, devido à sub-amostragem e a consequência desse mesmo fenómeno.

Compreender a designação de distorção não linear.

Utilizar o método de limitação de banda para minimizar o efeito de aliasing, registando a resposta em frequência.

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2

Modulação PAM

I Modulação PAM no domínio do tempo

1.

Neste caso, como o LPF é de o sinal.

e o sinal ser de

, o filtro passa-baixo não afeta

Na modulação PAM é necessário a utilização de um LPF para que se possa

, cuja

recuperar o sinal eliminando todas as componentes de frequência acima de

frequência de corte verifique a condição

.

3
3

2.

(

Modulação PAM

)

2. ⁄ ( Modulação PAM ) Figura 1 ( ) Figura 2: Sinal ( ) sinal

Figura 1

(

)

2. ⁄ ( Modulação PAM ) Figura 1 ( ) Figura 2: Sinal ( ) sinal

Figura 2: Sinal

( ) sinal PAM à saída do amostrador

4
4

Modulação PAM

Modulação PAM Figura 3: Sinal ( ) sinal PAM à saída do desmodulador PAM 5

Figura 3: Sinal

( ) sinal PAM à saída do desmodulador PAM

5
5

3.

(

Modulação PAM

)

3. ⁄ ( Modulação PAM ) Figura 4: Sinal modulante ( ) à entrada do LPF

Figura 4: Sinal modulante

( ) à entrada do LPF

( Modulação PAM ) Figura 4: Sinal modulante ( ) à entrada do LPF Figura 5:

Figura 5: Sinal PAM

( ) à saída do amostrador

6
6

Modulação PAM

Modulação PAM Figura 6: Sinal ( ) à saída do desmodulador PAM 4. Verificamos que ao

Figura 6: Sinal

( ) à saída do desmodulador PAM

4. Verificamos que ao variar o duty cycle

que os tempos de

amostragem aumentaram e que os valores de amplitude da saída variaram de

para

para

, respectivamente.

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7

5.

(

Modulação PAM

)

5. ⁄ ( Modulação PAM ) Figura 7: Sinal ( ) Figura 8: Sinal ( )

Figura 7:

Sinal

(

)

5. ⁄ ( Modulação PAM ) Figura 7: Sinal ( ) Figura 8: Sinal ( )

Figura 8:

Sinal

(

)

8
8

Modulação PAM

Modulação PAM Figura 9: Sinal ( ) Observa-se que ao variar a torna difícil de recuperar,

Figura 9: Sinal

(

)

Observa-se que ao variar a torna difícil de recuperar, e o não respeita a frequência de Nyquist.

para

que o sinal

já se

torna-se impossível de se recuperar, pois já

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9

6.

(

Modulação PAM

)

6. ⁄ ( Modulação PAM ) Figura 10: Sinal ( ) Figura 11: Sinal ( )

Figura 10: Sinal

(

)

6. ⁄ ( Modulação PAM ) Figura 10: Sinal ( ) Figura 11: Sinal ( )

Figura 11: Sinal

(

)

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10

Modulação PAM

Modulação PAM Figura 12: Sinal ( ) Pode-se observar que é impossível recuperar o sinal inicial,

Figura 12: Sinal

(

)

Pode-se observar que é impossível recuperar o sinal inicial, mesmo o , e que mesmo variando a amplitude do sinal de entrada, à saída continua a ser impossível recuperar-se o sinal com , não respeitando a frequência de Nyquist. Verifica-se o fenómeno e aliasing.

Variando a amplitude A do sinal de entrada ,verifica-se um aumento até haver um “corte” na onda.

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Modulação PAM

II Modulação PAM no domínio da frequência

Questões

1. Como é produzida a onda PAM? R: No PAM a amplitude de cada impulso é controlada pela amplitude instantânea do sinal no momento de cada impulso. Este tipo de modulação é usado na primeira fase da conversão de um sinal analógico num sinal discreto.

2. Que diferenças existem entre PAM unipolar e PAM bipolar? R: Enquanto num sinal PAM bipolar não existe uma componente DC, no sinal PAM unipolar, o sinal é deslocado através de uma componente DC equivalente à amplitude máxima para que se obtenha somente valores positivos. Em termos de transmissão é preferível o PAM bipolar visto que consome menos energia.

3. Onde pode ser visualizado o efeito modulante do amostrador? R: O efeito modulante do amostrador pode ser visualizado através do espectro do PAM. Encontrando-se o sinal de banda base deslocado para uma nova posição de frequência superior.

Procedimento Experimental

1.

para uma nova posição de frequência superior. Procedimento Experimental 1. ⁄ Figura 13: Espetro de 500

Figura 13: Espetro de 500 Hz a 12 KHz

12
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Modulação PAM

2. Figura 14: Espetro de a 12KHz 3. Um trem de impulsos é constituído puramente
2.
Figura 14: Espetro de
a 12KHz
3.
Um trem de impulsos é constituído puramente por diracs distanciados por
um período. No caso do espectro PAM, visto ser bipolar, aparecem umas linhas
duplas.
4.
Se
, com
o espectro do sinal ( ) deverá ser o que se

encontra na figura, deslocado de uma atenuação conforme se propaga.

com a sua componente simétrica, mas com

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13

Modulação PAM

III Sub-Amostragem

Domínio da frequência

1.

Portadora:

Sinal Sinusoidal de Entrada:

frequência 1. Portadora: Sinal Sinusoidal de Entrada: ⁄ 2. 3. ( ) Figura 15: Espetro a

2.

3.

(

)

Figura 15: Espetro a

(

)

(

)

(

)

(

)

1. Portadora: Sinal Sinusoidal de Entrada: ⁄ 2. 3. ( ) Figura 15: Espetro a (

Figura 16: Espetro para

14
14

Modulação PAM

4
4

Figura 17: Espetro para

4.

Verificou-se que para não existir sobreposição dos espectros e aliasing, deve-

se cumprir o critério de Nyquist

.

5.

, deve- se cumprir o critério de Nyquist . 5. Figura 18: Sinal Onda Quadrada com

Figura 18: Sinal Onda Quadrada com

se cumprir o critério de Nyquist . 5. Figura 18: Sinal Onda Quadrada com Figura 19:

Figura 19: Sinal desmodulado com

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Modulação PAM

Modulação PAM Figura 20: Sinal Onda Quadrada com Figura 21: Sinal desmodulado com Figura 22: Sinal

Figura 20: Sinal Onda Quadrada com

Modulação PAM Figura 20: Sinal Onda Quadrada com Figura 21: Sinal desmodulado com Figura 22: Sinal

Figura 21: Sinal desmodulado com

Modulação PAM Figura 20: Sinal Onda Quadrada com Figura 21: Sinal desmodulado com Figura 22: Sinal

Figura 22: Sinal Onda Quadrada com

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Modulação PAM

Modulação PAM Figura 23: Sinal desmodulado com Figura 24: Sinal Onda Quadrada com Figura 25: Sinal

Figura 23: Sinal desmodulado com

Modulação PAM Figura 23: Sinal desmodulado com Figura 24: Sinal Onda Quadrada com Figura 25: Sinal

Figura 24: Sinal Onda Quadrada com

Modulação PAM Figura 23: Sinal desmodulado com Figura 24: Sinal Onda Quadrada com Figura 25: Sinal

Figura 25: Sinal desmodulado com

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Modulação PAM

6. Como é um filtro passa-baixo, então qualquer frequência acima de irá ser suprimida. À saída irá obter-se uma sinusóide, mas como o filtro é imperfeito, a sinusóide obtida também o é.

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18

Modulação PAM

IV Resposta Transitória do Filtro Passa-Baixo

Questões

1. Nas telecomunicações os cabos coaxiais e as linhas de transmissão são muito utilizados. Os canais de transmissão desta natureza têm características de filtro passa-baixo. Como influem estas linhas na transmissão digital?

R: Como os filtros passa baixo podem causar um alargamento dos pulsos quando se utiliza um trem de impulsos, e nas telecomunicações em cabos coaxiais utiliza-se trem de impulsos, então, poderá ocorrer uma sobreposição dos pulsos alargados, ocorrendo aliasing. Dependendo da intensidade deste fenómeno poderá ocorrer uma efeito conhecido como “inter symbol cross talk” em que pode não se distinguir a diferença entre o digito binário ‘0’ e o ‘1’.

2. Qual a função do filtro passa-baixo na modulação PAM?

R: O filtro passa-baixo na modulação PAM funciona como um desmodulador, obtendo-se à sua saída o sinal original com a adição de ruído, com variação de amplitude e, se a frequência de amostragem for muito baixa, então não se obtém o sinal original sequer.

Procedimento Experimental

1.

não se obtém o sinal original sequer. Procedimento Experimental 1. ⁄ Figura 26: Sinal à saída

Figura 26: Sinal à saída do amostrador

(

)

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19

Modulação PAM

Modulação PAM 2. Figura 27: Sinal à saída do desmodulador PAM ( ) Figura 28: Sinal

2.

Figura 27: Sinal à saída do desmodulador PAM

(

)

PAM 2. Figura 27: Sinal à saída do desmodulador PAM ( ) Figura 28: Sinal à

Figura 28: Sinal à saída do amostrador

(

)

do desmodulador PAM ( ) Figura 28: Sinal à saída do amostrador ( ) Figura 29:

Figura 29: Sinal à saída do desmodulador PAM

(

)

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20

Modulação PAM

3.

 
 

Figura 30: Sinal à saída do amostrador

(

)

3.   Figura 30: Sinal à saída do amostrador ( ) Figura 31: Sinal à saída

Figura 31: Sinal à saída do desmodulador PAM

 

(

)

4.

Observa-se a existência de um ripple nos sinais à saída conforme se aumenta o . É possível observar-se claramente o efeito de ruído no sinal à saída com mais elevado. Os resultados observados encontram-se semelhantes aos esperados, pois conforme se aumente o , mais próximo será o sinal desmodulado do sinal de entrada. Também se pode observar como o filtro desmodulador passa-baixo converteu o sinal discreto de entrada num sinal constante no tempo à saída.

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