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30/06/2017

Generalidades (secção 0.2)

• Quando o peso, as dimensões e/ou a forma dos componentes


impedem o seu manuseamento, estes devem ser:
• munidos com pontos de fixação para utilização do
equipamento de elevação; ou
Módulo II • concebidos de maneira que tais pontos de fixação possam ser
criados (p.ex. por furos roscados); ou
• com uma forma tal que permita a fácil fixação de um guincho
Directiva 2014/33/UE de elevação

Generalidades (secção 0.3)


Formação em Elevadores
• A presente norma define a área máxima da cabina relacionada
com uma carga de projeto especificada na cabina (carga
nominal) e a área mínima da cabina para o transporte de um
número correspondente de pessoas, com base em 75 kg por
Ascensores Elétricos e Hidráulicos EN 81-20 e pessoa, de modo a detetar e desencorajar a sobrecarga.
EN 81_50:2014 (Fevereiro)

Nota1: As alterações estão a verde


Nota2: Proibições a Vermelho

Generalidades Generalidades (secção 0.4)

• As pessoas a proteger são: • Forças horizontais e/ou energias a considerar são indicadas nas
• os utilizadores, incluindo passageiros e pessoas autorizadas e secções aplicáveis da norma. Tipicamente, quando não é
competentes, p. ex., o pessoal de manutenção e inspeção, (ver especificado de outra forma na presente norma, a energia
EN 13015); exercida por uma pessoa resulta numa força estática
equivalente de:
• as pessoas que se encontram na área em redor da caixa, ou da
casa de máquinas e casa de rodas que possam ser afetadas • a) 300 N;
pelo ascensor. • b) 1000 N onde pode ocorrer impacto.

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Generalidades (secção 0.4) Generalidades (secção 0.4)

• É considerada como aceitável a possibilidade de não atuação • Quando mais de uma pessoa se encontra a trabalhar em
do pára-quedas, se a cabina cair em queda livre a partir do simultâneo num ascensor, devem estar assegurados meios de
patamar mais baixo, antes da cabina embater no(s) comunicação adequados entre essas pessoas.
amortecedor(es).

Generalidades (secção 0.4) Termos e definições (secção 3)

• Para garantir o bom funcionamento do equipamento na caixa e • pessoa autorizada


no(s) espaço(s) de maquinaria, isto é, tendo em consideração o pessoa com a permissão da pessoa singular ou colectiva com a
calor dissipado pelo equipamento, a temperatura ambiente na responsabilidade pelo funcionamento e utilização do ascensor,
caixa e no(s) espaço(s) de maquinaria assume-se que se para aceder a zonas restritas (espaços de maquinaria, e de rodas
mantém entre + 5°C e + 40°C e caixa do ascensor) para operações de manutenção, inspeção
ou de emergência.
pessoa competente
pessoa, devidamente treinada, qualificada pelo conhecimento e
experiência prática, dotada das instruções necessárias para
realizar com segurança as operações necessárias para a
manutenção ou inspeção do ascensor, ou o resgate de
utilizadores

Generalidades (secção 0.4) Termos e definições (secção 3)

• Os caminhos de acesso a qualquer porta/alçapão que dá acesso • ascensor de tração positiva ( inclui tambor de enrolamento
para a caixa ou para espaços de maquinaria e casa de rodas Vnominal<0,63 m/s)
devem ser iluminados por uma iluminação elétrica instalada ascensor que é acionado diretamente (não dependente de
permanentemente com uma intensidade de pelo menos 50 lux aderência) por tambor de enrolamento e cabos ou por carretos e
(5.2.2.2). correntes

• Os caminhos de circulação mínimos, corredores, saídas de • cabo de segurança


incêndio, etc. não podem ser obstruídos por portas/alçapões
do ascensor abertos e/ou quaisquer meios de proteção das cabo auxiliar ligado à cabina, ao contrapeso ou à massa de
áreas de trabalho no exterior da caixa, quando instaladas de equilíbrio, destinado a atuar um pára-quedas em caso de rotura
acordo com as instruções de manutenção da suspensão

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Geral (secção 5.1) Caixa (secção 5.2)

• Todas as etiquetas, avisos, marcações e instruções de operação


devem ser afixados permanentemente, indeléveis, legíveis e
•A caixa pode conter:
compreensíveis (se necessário auxiliados por sinais ou a) equipamentos de ar-condicionado ou de
símbolos). Devem ser de material durável, colocado em uma aquecimento, (excluindo aquecimento de
posição visível, e escrito na(s) língua(s) aceite(s) do país onde o
ascensor está instalado. vapor e de alta pressão).

Todos os dispositivos do aparelho de


aquecimento de controlo e de regulação devem
estar localizados fora do poço.
.

Caixa (secção 5.2) Caixa (secção 5.2)

• Ventilação da caixa e/ou local de máquinas (Remete definição Quando sistemas de aspersão são usados, a ativação do sprinkler deve ser
da ventilação para o projeto de especialidade) possível apenas, quando o ascensor está parado num patamar e a
alimentação elétrica do ascensor e dos circuitos da iluminação são
desligados automaticamente pelo sistema de detecção de fogo ou fumo.
• O instalador apenas tem de facultar dados térmicos dos
equipamentos para efeitos de projeto
• (Abandono do critério de 1% da área da caixa)

Caixa (secção 5.2) Caixa (secção 5.2)

• As paredes, pavimento e teto da caixa do ascensor devem ser • Poço deve ser impermeável à infiltração de água.
constituídos por materiais que não facilitem a criação de poeiras. • Para elevadores hidráulicos o espaço onde se encontra a Central deve
• (livre de materiais nocivos, por exemplo, amianto, mercúrio, etc) ser impermeabilizado (Poço ou local de máquinas)
• (Deve impedir a contaminação do solo, tem que ser
acordado previamente com o cliente)

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Caixa (secção 5.2) Caixa (secção 5.2)

• Os painéis de vidro, planos ou formados, das paredes da caixa do • As paredes passam a ter que obedecer a;
ascensor, situados em local acessível a pessoas, devem ser do tipo
laminado. a) 1000 N/ (0,3 m x 0,3 m) de resistência, (com
a)1000 N (Nas zonas de impacto, tanto de deformação permanente máx de 1 mm e
dentro para fora e vice-versa) deformação elástica de 15 mm)
(Abertura para o uso do pladur)
(Impacto: condiciona a capacidade de se fixarem elementos às
paredes da caixa;
Obriga a melhor clarificação das condições estruturais de
aplicação do ascensor)
Antes tinha que obedecer a 300 N/ 5 cm2

Caixa parcialmente vedada (secção 5.2)


Caixa (secção 5.2)

-3,50 m, pelo menos, do lado da porta de • Abaixo de cada soleira de porta de patamar, a parede da caixa do
ascensor deve ser constituída por uma superfície vertical ligada
patamar diretamente à soleira da porta, com uma altura, pelo menos, igual a
metade da zona de desencravamento aumentada de 50mm.

-2,50 m, pelo menos, nas outras faces quando a


sua distância mínima horizontal aos
componentes móveis do ascensor é de 0,50 m.

Caixa parcialmente vedada (secção 5.2)


Caixa (secção 5.2)

-Se a distância aos componentes móveis excede 0,50


m, o valor de 2,50 m pode reduzir-se progressivamente • a) e b) Quando se situa sobre local acessível a pessoas deve existir,
até uma altura mínima de 1,10 m para uma distância • Pára-quedas no contrapeso / massa de equilíbrio.
de 2,0 ;
-As paredes de vedação deve ser cheia;

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Caixa (secção 5.2) Caixa (secção 5.2)

• Pilares localizados sob os amortecedores do contrapeso / massa de


equilíbrio, até terreno sólido (solução abandonada) •A divisória que protege o volume de
• Impacto (Aumento do espaço necessário quer em secção reta da caixa quer em cotas verticais) deslocamento do contrapeso / massa de
equilíbrio se for perfurada deve respeitar
• Quando existem espaços acessíveis, por baixo da caixa o fundo do poço o ponto EN ISO 13857: 2008, sub secção
deve ser calculado para uma carga mínima de 5 000 N/m².
4.2.4.1

Caixa (secção 5.2) Caixa (secção 5.2.5.5.2)

•O volume do contrapeso / massa de equilíbrio • Quando a caixa é comum a vários ascensores, deve existir uma
separação entre as partes móveis de ascensores diferentes.
deve estar protegido por uma divisória rígida • Se a separação é perfurada, deve respeitar-se o ponto 4.2.4.1 da EN ISO
elevando-se no máximo 0,30m acima do fundo 13857:2008
do poço até uma altura de 2,0m acima
pavimento do patamar mais baixo e com a
largura daquele (Divisória deve resistir a 300 N / 5 cm2)
• Eliminada (…0,10m para cada lado e redução da altura
em 50cm)

Caixa (secção 5.2) Caixa (secção 5.2.5.5.2)

• No caso dos amortecedores serem fixos ao contrapeso • A separação deve ter rigidez suficiente para garantir que uma força de
300 N aplicada perpendicular e uniformemente sobre uma superfície de
a divisória deve ser instalada a não mais de 50 mm secção redonda ou rectangular com 5 cm², em qualquer ponto, não se
acima do fundo do poço deforma a ponto de provocar a colisão com as partes em movimento.

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Caixa (secção 5.2.5.5.2) Caixa (secção 5.2)

• Esta separação deve elevar-se desde 0,30 m acima do fundo do poço até • A largura da divisória entre o bordo do teto da cabina e um órgão em
uma altura de 2,50m acima do pavimento do patamar mais baixo. movimento de um ascensor contíguo, deve ser, pelo menos, igual à do
• A largura deve ser suficiente para impedir a passagem de um poço ao órgão em movimento ou da parte deste que se quer proteger,
outro. aumentada de 0,10 m de cada lado.

Caixa (secção 5.2)


Caixa (secção 5.2) (Topo)
• A distância horizontal entre a extremidade da balaustrada e um órgão
móvel (cabina / contrapeso / massa de equilíbrio), pertencente a
ascensor adjacente quando é inferior a 0,50m deve ser instalada uma
divisória a toda a altura da caixa. • Deve existir no tecto da cabina
um rodapé com altura mínima
de 0,10 m quando a distancia
entre o bordo da cabina e a
parede é superior a 0,30 m

Caixa (secção 5.2)


Caixa (Topo)

• A separação deve prolongar-se a toda a altura da caixa se a distância


horizontal entre o bordo interior da balaustrada de uma cabina e uma • Balaustrada deve ser instalada
parte em movimento (cabina, contrapeso ou massa de equilíbrio) de um a pelo menos 0,15 m do bordo
ascensor adjacente é inferior a 0,50m. da cabina
• Deve ser instalada uma
balaustrada de 0, 70 m (com
travessa intermédia) quando a
distancia da cabina à parede é
superior a 0,30 m e a distancia
entre a parede e o bordo
interior (da balaustrada) é
inferior a 0,50 m.

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Caixa (Topo) Caixa (Outras aberturas)

• As portas de emergência podem ser usadas no caso de cabinas


• Balaustrada deve ser instalada adjacentes, desde que, no entanto, que a distância horizontal entre
a pelo menos 0,15 m do bordo os cabinas não exceda 1 m.
da cabina • Neste caso, cada cabina deve ser fornecida com um meio que
• Deve ser instalada uma
determine a posição da cabina adjacente ao qual pessoas vão ser
resgatadas.
balaustrada de 1, 10 m (com
travessa intermédia) quando a • Para distancias superiores a 0,35 m, a ponte (portátil ou integrada na
distancia da cabina à parede é cabina) deve ser concebida para suportar uma carga mínima de 2.500
superior a 0,30 m e a distancia N, largura mínima de 0,50 m.
entre a parede e o bordo • A ponte deve ser concebido para suportar uma força mínima de
interior (da balaustrada) é 2.500 N.
superior a 0,50 m.
• O uso da ponte devem estar descritos no manual de instruções.

Poço
Caixa (Topo)

• A profundidade do poço do ascensor quando superior a 2,5m deve


• As balaustradas passaram a ter uma resistência possuir porta de acesso. (com dispositivo de segurança, fechadura
regulamentar e abertura para o exterior)
mínima de;
• Aplicando uma força de 1000N aplicada
horizontalmente a balaustrada não pode ter uma
deformação elástica superior a 50 mm.

(Diminuição da distância para aplicação da


balaustrada de 1100 mm de 0,85 m para 0,50 m)

Caixa (Outras aberturas) Poço

• A distância entre o fundo do poço e a parte mais baixa da cabina deve


ser superior a 0,50m, quando a cabina está assente nos amortecedores
comprimidos.

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Poço
Poço

Para poços com profundidade igual ou inferior a 1,60 m, o interruptor de


paragem deve estar :
•Tal como já existia no teto da cabina deverá ser
Entre uma distância vertical mínima de 0,40 m acima do piso mais baixo
permanentemente instalado um comando de
do patamar e no máximo de 2,0 m do chão do poço; revisão no poço e a uma distância não superior a
0,30 m da zona de refúgio por forma a evitar a
necessidade de utilizar escadas ou escadotes
para aceder aos componentes instalados na
parte inferior da cabina e adicionalmente
garantir a segurança ao trabalhador.

Poço
Espaço de refúgio

• Deve estar a uma distância horizontal máxima de 0,75 m do prumo da


porta de acesso;
•Espaço de refúgio no topo da caixa (sobre a
• Para poços com profundidade superior a 1,6 m, serão fornecidos dois
cabina):
interruptores de paragem •Dois tipos de espaço de refúgio, com altura
mínima 1,0m (agachado)ou 2,0 m (de pé);
•Qualquer superfície com pelo menos 0,12m2 e
dimensão linear mínima de 25 cm considera-se
local de permanência o espaço de refúgio mede-
se a partir daí.

Poço (5.2.1.5)
Espaço de refúgio (Quadro 3)

• Quando existirem duas portas de patamar no mesmo nível dando acesso


ao poço, então uma delas deve ser considerada como a porta de acesso
ao poço e ter o equipamento de acesso; Dimensões horizontais Altura do espaço
Tipo Postura Pictograma do espaço de refúgio de refúgio
(m x m) (m)

de pé
1 0,40 x 0,50 2,00

2 agachada 0,50 x 0,70 1,00

Legenda para o pictograma


1 côr preta
2 côr amarela
3 côr preta

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Espaço de refúgio Espaço de refúgio

•Um aviso/sinal colocado sobre o tecto da •Sempre que exista um contrapeso, um aviso
cabina, legível a partir dos patamares que dão colocado sobre ou próximo da proteção do
acesso ao tecto da cabina, deve indicar contrapeso (ver 5.2.5.5.1) deve indicar a
claramente o número de pessoas e o tipo de distância máxima admissível entre o
postura considerada para a acomodação no contrapeso e o seu amortecedor quando a
espaço de refúgio. cabina se encontra no piso superior,
assegurando o espaço de segurança na parte
superior da caixa.

Poço
Espaço de refúgio no poço
• Escada de acesso ao poço
•Três tipos de espaço de refúgio, com altura fixa
mínima 0,5m(deitado),1,0m (agachado),ou
2m(depé). • Em aço ou alumínio
•Qualquer superfície com pelo menos 0,12m2 e • A largura deve estar
dimensão linear mínima de 25 cm considera-se compreendida entre 28 e
35 mm e a profundidade
local de permanência os 100 mm
•O espaço de refúgio mede-se a partir daí. • Degraus devem ser
igualmente espaçados
ente 250 e 300 mm

Poço
Espaço de refúgio no poço
• Quadro 4 — Dimensões dos espaços de refúgio no poço
Dimensões horizontais Altura do espaço
• Escada retráctil de
Tipo Postura Pictograma do espaço de refúgio
(m x m)
de refúgio
(m)
acesso ao poço (Peso
<15 kg)
1 de pé 0,40 x 0,50 2,00

2 agachada 0,50 x 0,70 1,00 • Os degraus devem ser


concebidos para uma
3 deitada 0,70 x 1,00 0,50
carga igual ou superior
a 1500 N
Legenda para o pictograma
1 côr preta
2 côr amarela
3 côr preta

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Poço Poço

• Escada retráctil de • Escada dobrável de


acesso ao poço (Com acesso ao poço
um ponto fixo)

Poço Caixa (secção 5.2.1.4)

• Escada móvel de • A instalação eléctrica da caixa deve ser permanentemente,


acesso ao poço cumprindo o seguinte;

• Com as portas fechadas, com a cabina em qualquer posição:


• a) pelo menos de 50 lux, 1,0 m acima do tecto da cabina;
• b) pelo menos 50 lux, 1,0 m acima do pavimento do poço;
• c) pelo menos 20 lux fora dos locais definidos em a) e b).
• As luminárias devem ter um IK adequado.
• A leitura deve ser efectuada com a célula orientada para a
fonte de luz.

Poço Caixa (secção 5.2.1.4.1)

• Escada móvel de • Para conseguir o nível de iluminação, um número suficiente de


acesso ao poço lâmpadas deve ser fixo ao longo da caixa e onde necessário
lâmpada(s) adicionais poderão ser instaladas no teto da cabina
como parte do sistema de iluminação da caixa.

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Sistema de socorro Acessos

• Se existe perigo de encarceramento de pessoas trabalhando no interior • Se o acesso ao local de maquinaria / de rodas possuir uma altura
da caixa do ascensor, não estando prevista saída pela cabina ou pela superior a 1,5 m, a escada deve fazer um ângulo entre 65º a 75º com o
caixa deve ser instalado um sistema de alarme. plano horizontal.

Acessos Acessos

• O acesso ao local de maquinaria / de rodas, quando possuir uma altura • A largura útil da escada de acesso ao local de maquinaria / de rodas
superior a 4 m acima do patamar acessível, deve existir uma escada fixa. deve ser superior a 0,35 m e a profundidade dos degraus deve ser
• Os degraus devem ser concebidos para uma carga igual ou superior a superior a 25 mm e a distância entre as barras e a parede atrás da
1500 N; escada deve ser superior a 0,15 m.

Acessos
Acessos

• Para o acesso com mais de 3 m de altura, a escada deve possuir uma • Os degraus devem ser concebidos para uma carga igual ou superior a
guarda corpos 1500 N

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Maquinaria na casa de máquinas Maquinaria na casa de máquinas (5.2.6)

• Se existir equipamento de climatização no local de máquinas / de rodas, • Na casa de máquinas deve existir uma área livre horizontal mínima de
este não pode funcionar com água e/ou vapor. 0,50m x 0,60m para conservação, verificação de peças em movimento.

Maquinaria na casa de máquinas (5.2.6) Maquinaria na casa de máquinas (5.2.6)

• A altura livre na área de trabalho, na caixa, deve ser superior a 2,10 m. • Na casa de máquinas, os acessos aos equipamentos onde existem
órgãos em movimento devem ser superiores a 0,50m, podendo esta
distância ser diminuída para 0,40m se não existirem peças em
movimento.

Maquinaria na casa de máquinas (5.2.6) Maquinaria na casa de máquinas (5.2.6)

• Na casa de máquinas deve existir uma área livre horizontal à frente dos • Na casa de máquinas, a altura livre de circulação deve ser superior a
quadros e/ou armários, de profundidade igual ou maior que 0,70m e de 1,80m.
largura igual à largura total do quadro com um mínimo de 0,50m.

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Portas e alçapões Maquinaria no interior da caixa (5.2.6)

•A porta de acesso à casa de máquinas, deve • No interior da caixa a altura livre de circulação / deslocação de um área
de trabalho para outra, deve ser superior a 1,80m.
possuir dimensões superiores a 0,60m x 2,0 m
e de abertura para o exterior.

•Postigos de inspeção devem ter uma altura


máxima de 0,50 m e uma largura máxima de
0,50 m

Portas e alçapões Maquinaria no interior da caixa (5.2.6)

•Alçapão com dimensões 0,80 m x 0,80 m, com • No local de maquinaria, no interior da caixa, a altura livre na área de
trabalho deve ser superior a 2,10 m.
contrabalanço
Resistência mecânica de tal modo que quando uma
força de 1000 N, a ser distribuído uniformemente
sobre uma área de 0,30 m x 0,30 m de secção circular
ou quadrado, com deformação elástica máxima de 15
mm.
• Deve ser capaz de suportar 2000 N em uma área de 0,20 m x
0,20 m em qualquer posição.

Ventilação Maquinaria no interior da caixa (5.2.6)

• O ar viciado proveniente de locais estranhos ao ascensor não deve ser • No local de maquinaria, no interior da caixa, deve existir uma área livre
evacuado através da casa de máquinas. horizontal mínima de 0,50m x 0,60m para conservação, verificação de
peças em movimento.

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Maquinaria no interior da caixa (5.2.6) Áreas de trabalho na cabina ou no tecto da


cabina
• No local de maquinaria, no interior da caixa, deve existir uma área livre
horizontal à frente dos quadros e/ou armários, de profundidade igual ou • No local de maquinaria, no interior da caixa, com o dispositivo mecânico
maior que 0,70m e de largura igual à largura total do quadro com um accionado, deve ser possível abandonar a área de trabalho em
mínimo de 0,50m. segurança.

Áreas de trabalho na cabina ou no tecto da Áreas de trabalho na cabina ou no tecto da


cabina cabina
• No local de maquinaria, no interior da caixa, deve existir um dispositivo • As operações de emergência / ensaios dinâmicos, devem ser efectuados
mecânico que impeça qualquer movimento perigoso da cabina, em a partir do exterior da caixa.
resultado da manutenção / inspecção.

Áreas de trabalho na cabina ou no tecto da Áreas de trabalho na cabina ou no tecto da


cabina cabina
• No local de maquinaria, no interior da caixa, deve existir um dispositivo • A porta / postigo, existente nas paredes da cabina, quando aberta, deve
eléctrico de segurança do dispositivo mecânico que impeça qualquer permitir o funcionamento do ascensor através do dispositivo de
movimento da cabina. comando da manobra de inspecção.

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Áreas de trabalho na cabina ou no tecto da Áreas de trabalho no poço (5.2.6.4.4)


cabina
• A porta / postigo, existente nas paredes da cabina, deve possuir um • Quando a manutenção ou inspecção da maquinaria é efectuada a partir
dispositivo eléctrico de segurança para, no caso, daquela se encontrar do poço deve estar garantida uma distância livre de pelo menos 2,10m
aberta, subordinar o funcionamento do ascensor. entre o pavimento da área de trabalho e as partes mais baixas da cabina.

Áreas de trabalho na cabina ou no tecto da Áreas de trabalho no poço (5.2.6.4.4)


cabina
• Deve existir um dispositivo de comando da manobra de inspecção • Quando a manutenção ou inspecção da maquinaria é efectuada a partir
instalado na proximidade da porta / postigo, existente nas paredes da do poço deve existir um dispositivo mecânico instalado
cabina. permanentemente capaz de manter parada a cabina.

Áreas de trabalho na cabina ou no tecto da Áreas de trabalho no poço (5.2.6.4.4)


cabina
• Se a dimensão menor da porta / postigo, existente nas paredes da • o dispositivo mecânico deve ser capaz de manter a cabina parada;
cabina, for superior a 0,20m, a distancia horizontal entre o bordo • o dispositivo mecânico pode ser operado manual ou automaticamente;
exterior da abertura na parede da cabina e o equipamento instalado na
caixa em frente desta abertura deve ser superior a 0,30m.

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Áreas de trabalho no poço (5.2.6.4.4) Áreas de trabalho no poço (5.2.6)

•A abertura por meio de chave de qualquer • A manutenção ou inspecção da maquinaria é efectuada a partir do poço
e quando em manobra de inspecção a cabina não pode ultrapassar as
porta de acesso ao poço deve ser controlada posições extremas de funcionamento normal.
por um dispositivo eléctrico de segurança
conforme 5.11.2 o qual, impede qualquer
movimento subsequente do ascensor. O
movimento da cabina apenas deve ser possível
a partir da estação de controlo de inspeção

Áreas de trabalho no poço (5.2.6.4.4) Áreas de trabalho numa plataforma

• Quando a manutenção ou inspecção da maquinaria é efectuada a partir • Quando a manutenção ou inspecção da maquinaria é feita a partir de
do poço deve existir um dispositivo de comando para manobra de uma plataforma, esta deve ser:
inspecção. • a) instalada permanentemente; e
• b) retráctil se está colocada no percurso da cabina ou da massa de
equilíbrio.

Áreas de trabalho no poço (5.2.6) Áreas de trabalho numa plataforma

• A manutenção ou inspecção da maquinaria é efectuada a partir do poço • Quando a manutenção ou inspecção da maquinaria é feita a partir de
e o dispositivo de comando da manobra de inspecção, quando uma plataforma colocada no percurso da cabina, do contrapeso ou da
accionado, deve neutralizar o funcionamento da manobra eléctrica de massa de equilíbrio:
socorro e de colocação ao piso.

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Áreas de trabalho numa plataforma Áreas de trabalho numa plataforma

• a) a cabina deve ser mantida parada pela actuação de um dispositivo • Quando for necessário deslocar a cabina a partir da plataforma, nesta
mecânico deve encontrar-se disponível para utilização um comando de inspecção
• b) quando é necessário deslocar a cabina, o percurso desta deve ser
limitado por batentes móveis de modo que a cabina seja parada

Áreas de trabalho numa plataforma Áreas de trabalho numa plataforma

• pelo menos, 2,10 m acima da plataforma se a cabina se desloca em


descida no sentido da plataforma;
•As áreas de trabalho no interior da caixa devem
ser acessíveis por portas nas paredes da caixa. As
portas devem ser portas de patamar ou portas
satisfazendo as prescrições da norma.
•a) ter pelo menos 0,60m de largura e pelo menos
2,0 m de altura.

Áreas de trabalho numa plataforma Áreas de trabalho numa plataforma

• A plataforma deve: •b) não abrir para o interior da caixa;


a) ser capaz de suportar em qualquer local, sem deformação
permanente, duas pessoas, cada uma equivalente a 1000N sobre •c) ter fechadura com chave, permitindo o
uma superfície de 0,20m x 0,20m. posterior fecho e o encravamento sem chave;
b) possuir uma balaustrada
•d) poder ser abertas do interior da caixa sem
chave, mesmo quando encravadas;
•e) possuir um disp. eléct. de segurança
•f) ser cheias

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Iluminação e tomadas de corrente Dispositivos para as operações de


socorro / emergência (5.9.2.3.1)
• Os locais de maquinaria e as casas de rodas devem ter iluminação eléctrica • Os quadros devem possuir fechadura com chave, permitindo o seu fecho
instalada permanentemente e garantir, no mínimo, um nível de iluminação sem chave.
de 200 lux no pavimento em qualquer local onde uma pessoa precisa de
trabalhar e 50 lux no pavimento nos locais de circulação entre as áreas de
trabalho.
• NOTA: Esta iluminação pode pertencer ao circuito de iluminação da caixa.

• Um interruptor colocado no interior


• Deve prever-se, pelo menos, uma tomada de corrente

Dispositivos para as operações de socorro Dispositivos para as operações de


e de ensaio socorro / emergência (5.9.2.3.1)
•Os dispositivos necessários para operações de • Os dispositivos de socorro nos quadros devem ser iluminados por
iluminação eléctrica instalada permanente com uma intensidade de,
socorro e de ensaio devem ser instalados em pelo menos, 50 lux medidos no dispositivo.
quadros adequados para proceder, a partir do
exterior da caixa, a todas as operações de
socorro e qualquer ensaio dinâmico necessário
do ascensor. Estes quadros só devem ser
acessíveis a pessoas autorizadas.

Dispositivos para as operações de socorro / Casa das rodas (5.2.3.2)


emergência (5.9.2.3.1)

• A fonte de alimentação eléctrica deve ser capaz de • A altura da casa das rodas é deve ser superior a 1,50m.
mover a cabina com qualquer carga até um piso • A porta de acesso à casa das rodas deve ter em dimensões superiores a
0,60m x 1,40m e de abertura para o exterior. (com fechadura reg.)
adjacente até ao limite de 1 h após a falha de energia
da rede;
• A velocidade não pode ultrapassar 0,30 m/s.
• Deve ser possível verificar facilmente quando a cabina
se encontra numa zona de desencravamento

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Casa das rodas (5.2.6) Portas de patamar (5.3.2)

• Na casa das rodas deve dispor de iluminação eléctrica • As portas de patamar e cabina devem ser tais que a
instalada permanentemente, no mínimo, com uma altura mínima dos acessos seja de 2 m
intensidade de iluminação de 200 lux no pavimento (Nos
locais de trabalho).
• 50 lux ao nível do chão nas zonas de circulação • A abertura livre das portas de patamar não deve
exceder em largura, mais do que 50 mm do que a
• Um interruptor colocado no interior abertura livre do acesso da cabina.
• Deve prever-se, pelo menos, uma tomada de corrente

Desencravamento de socorro Portas de patamar (5.3.2)

• Deve entregar-se um exemplar daquela chave ao responsável do • As portas de patamar e cabina de correr horizontais
edifício, acompanhada de uma instrução escrita, assinalando as
precauções especiais a tomar para evitar acidentes que possam resultar devem ser guiadas na sua parte superior e inferior (é
de um desencravamento que não seja seguido de um encravamento permitido o uso de portas de batente)
efectivo.

• As portas de patamar e cabina de correr verticai s


devem ser guiadas em ambos os lados
(Os painéis das portas de patamar e cabina de correr verticalmente devem
ser fixas por dois elementos de suspensão independentes)

Fecho das portas de funcionamento Portas de patamar (5.3.2)


automático
• Em serviço normal, as portas de patamar de funcionamento automático, • As portas de patamar devem cumprir com os
no caso de ausência de comando de deslocamento da cabina, devem
manter-se fechadas, após temporização conveniente. regulamentos relevantes no que respeita à proteção
contra incêndio dos edifícios em que se aplicam.
• A EN 81-58 deve ser aplicada para os ensaios e
certificação destas portas.
(Tem que resistir a uma força estática de 1000 N, uniformemente distribuída
numa área de 100 cm2 de secção redonda ou quadrada)

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Portas de patamar (5.3.2) Portas de batente (5.3.7)

• Portas/aros com vidro devem utilizar vidro laminado. 3) largura mínima do visor de 60 mm com um máximo de 150 mm. A parte
inferior dos visores cuja largura é superior a 80 mm deve estar, pelo menos, a
1 m do pavimento;
• Os painéis de vidro devem possuir marcações com as seguintes indicações
• nome e marca comercial do fornecedor;
4) um sinal luminoso de cabina presente que só se acenda quando a cabina
• tipo de vidro; esteja quase a parar ou parada no patamar considerado. Este sinal pode ser
• espessura do vidro ( p.ex. 8/8/0,76 mm) desligado quando a cabina está estacionada e as portas fechadas, mas voltará
a acender quando se pressione o botão de chamada do piso em que a cabina
se encontra estacionada.

Portas de correr verticalmente (5.3.6) Zona de desencravamento (5.3.8)

• Este tipo de portas de correr pode apenas ser utilizado em ascensores de • A zona de desencravamento deve ter, no máximo, 0,20 m para cima e para
passageiros e carga. baixo do nível do patamar considerado.
• O acionamento mecânico apenas pode ser utilizado se se verificarem ao
mesmo tempo as seguintes cinco condições:
1- o fecho da porta é efetuado sob o controlo e vigilância permanente do • No entanto, nos casos de porta de patamar e porta de cabina acionadas
utente, p.ex. comando de ação constante; simultaneamente e de funcionamento mecânico, a zona de
desencravamento pode ter, no máximo, 0,35 m para cima e para baixo do
2- a velocidade média de fecho dos painéis é limitada a 0,30 m/s; nível do patamar considerado.
3-a porta de cabina é construída como previsto em 5.3.1.2;
4-a porta de cabina está fechada pelo menos dois terços do seu vão antes que
a porta de patamar inicie o fecho;
5-o mecanismo da porta deve estar protegido contra o acesso não
intencional.

Portas de batente (5.3.7) Dispositivos de enc. das portas de patamar (5.3.9)

• Indicação de “cabina presente” • O dispositivo elétrico de segurança não deve ser activado a não ser que os
• No caso de portas de patamar com abertura manual, o utilizador necessita elementos de encravamento estejam introduzidos pelo menos 7 mm
de saber se a cabina está ou não presente.

• Para este efeito deve ser instalada uma das seguintes soluções:

1) um ou mais visores transparentes (com vidro laminado)


2) área envidraçada mínima por porta de patamar de 0,015 m2 com um
mínimo de 0,01 m2 por visor;

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Paredes, pavimento e tecto da cabina Portas de cabina

• As paredes da cabina, constituídas por painéis de vidro colocados a • As folgas entre painéis ou entre estes e o aro da porta de cabina são
menos de 1,10m acima do pavimento da cabina, devem ter um corrimão superiores a 6mm. (Este valor pode atingir 10mm em caso
colocado a uma altura compreendida entre 0,90m e 1,10m. Este
corrimão deve ser fixado de forma independente dos painéis de vidro. de desgaste devido ao uso.)

Paredes, pavimento e tecto da cabina Portas de funcionamento automático

• Os painéis de vidro devem possuir uma marcação contendo as seguintes • A porta de cabina de movimento automático deve possuir um
informações dispositivo para comandar automaticamente a sua reabertura no caso
• a) nome do fornecedor e marca; de esta estar na iminência de colidir com uma pessoa.
• b) tipo de vidro;
• c) espessura (exemplo: 8/0,76/8mm).

Paredes, pavimento e tecto da cabina Portas de funcionamento automático

• Espelhos ou outros acabamentos de vidro, usado no interior da cabina, • No caso de portas de funcionamento automático, deve existir, na
devem cumprir a EN 12600: 2002, modo B ou C em caso de quebra. botoneira de comando da cabina, um dispositivo permitindo inverter o
movimento de fecho das portas.

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Portas de funcionamento automático (5.3.6.2.2.1 ) Cabina (Avental)

•Todos os ascensores deverão ter instalados •Os aventais da cabina passaram a ter que
meios de protecção, por exemplo cortina de luz, respeitar uma resistência mínima;
que cubram a entrada, pelo menos, desde uma •Quando sujeitos a uma força de 300 N aplicada
altura de 25 mm até 1600 mm acima da soleira numa área de 5 cm2 e em qualquer ponto do
da porta; avental terão que resistir sem:
•Este sistema deverá ser capaz de detectar •Deformação permanente superior a 1 mm,
obstáculos com 50 mm de diâmetro.
•Deformação elástica superior a 35 mm

Sistema de carga e descarga de


Portas de funcionamento automático
passageiros e carga
• As portas de cabina e de patamar terão que ter sistemas de retenção
que mantenham os painéis das portas em posição caso ocorra falha
•Neste tipo de
no elemento de guiamento fixo ao painel; ascensores e
decorrendo do acordo
• As portas e todos os elementos nelas montados terão que resistir aos inicial com o construtor
ensaios de pêndulo e de forças estáticas; é obrigatório a
sinalização do meio
• As soleiras das portas devem ter uma resistência tal que suportem autorizado para a
passagem de cargas introduzidas na cabina.
carga/descarga do
ascensor.

Portas de funcionamento automático Desencravamento de emergência

• A cabina possui mais do que uma porta de acesso e o dispositivo para • O posicionamento do sistema passou a estar claramente definido.
comandar automaticamente a reabertura de uma delas, no caso de esta • Se instalado num plano vertical o seu posicionamento não pode
estar na iminência de colidir com uma pessoa, não pode interferir com o ultrapassar os 2,0 m acima da soleira; Se num plano horizontal
funcionamento da outra. pode estar até 2,7 m mas o comprimento da chave de
desencravamento deve ser de tal que seja, pelo menos, igual á
altura da porta menos 2,0 m

Em mm

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Tecto da cabina Dispositivos para impedir que os cabos


saiam dos gornes (5.5.7.2)
• O vidro utilizado para o tecto da cabina deve ser do tipo laminado.

Tecto da cabina (5.5.7) Tecto da cabina

•Se Existirem rodas fixas sobre a cabina e estas • Os dispositivos utilizados devem ser concebidos de modo que as partes
rotativas fiquem visíveis e não impeçam as operações de inspecção nem
devem possuir dispositivos para evitar: as de conservação. Se as protecções são com rede, as aberturas devem
•a) acidentes corporais; satisfazer as prescrições da EN ISO 13857: 2008.
•b) que os cabos de suspensão saiam dos gornes
em caso de afrouxamento;
•c) introdução de corpos estranhos entre os cabos
e os gornes.

Dispositivos para impedir que os Tecto da cabina


cabos saiam dos gornes (5.5.7.2)
•Os dispositivos para impedir que os cabos a) Dispositivo de controlo (Botoneira de inspecção)
saiam dos gornes das rodas devem incluir um operável a uma distancia máxima de 0,30 m a partir do
espaço de refúgio;
dispositivo de retenção na vizinhança dos
b) Dispositivo de paragem, numa posição facilmente
pontos onde os cabos entram e saem das rodas acessível e não mais do que 1 m o ponto de entrada para o
e pelo menos um dispositivo intermédio se pessoal de inspecção ou manutenção. (Se a mais de 1 m
mais de 60° do arco de contacto se situa abaixo deve ser instalado um outro);
do eixo horizontal da roda e o arco de contacto c) Tomada de 2 P + PE, 250 V
é superior a 120º d) Iluminação de emergência (deve assegurar uma intensidade de iluminação de
pelo menos 5 lux durante 1 h:

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Iluminação da cabina (5.4.10) Condições de utilização dos diferentes


tipos de pára-quedas
• Se a iluminação for incandescente, devem existir, pelo menos, • Se a velocidade nominal do ascensor for superior a 1m/s o pára-quedas
duas lâmpadas ligadas em paralelo. da cabina / contrapeso, deve ser de acção progressiva.

• O nível de luminosidade a 1 m acima do pavimento e com


afastamento mínimo da parede 100 mm garantir pelo menos
100 lux nos dispositivos de controlo. (Quando se faz a leitura do
nível de iluminação o luxímetro deverá ser orientado para a
fonte de luz mais intensa)
• A cabina deve estar continuamente iluminada, excepto quando
está parada e as portas estão fechadas.
• Deve ser instalada na cabina iluminação de emergência,
alimentada por uma fonte de emergência automáticamente
recarregável, a qual deve assegurar um nível de iluminação de
pelo menos 5 lux, durante 1 h:

Iluminação de emergência na cabina Condições de utilização dos diferentes


(5.4.10.4) tipos de pára-quedas
• Deve ser instalada na cabina iluminação de emergência, • Se a cabina possui vários pára-quedas devem ser todos de acção
alimentada por uma fonte de emergência automaticamente progressiva.
recarregável, a qual deve assegurar um nível de iluminação de
pelo menos 5 lux, durante 1 h:

• 5 lux devem ser medidos;


• no centro da cabina, 1 m acima do pavimento;
• no centro do tecto da cabina, 1 m acima do pavimento do
tecto.

Condições de utilização dos diferentes Condições de utilização dos diferentes


tipos de pára-quedas tipos de pára-quedas
• Se a velocidade nominal do ascensor for superior a 0,80 m/s o pára- • Se a velocidade do ascensor é superior a 1m/s, o pára-quedas do
quedas deve ser do tipo de acção progressiva. contrapeso deve ser accionado por um limitador de velocidade.
• Se inferior a 0,80 m/s deve ser instantâneo
• (Acabaram-se os pára-quedas instantâneos de efeito progressivo)

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Condições de utilização dos diferentes Protecção contra o movimento não intencional


tipos de pára-quedas da cabina com as portas abertas (5.6.7)

• A velocidade de actuação do limitador de velocidade do contrapeso, • Estão excluídos os defeitos nos cabos ou correntes
deve ser superior até mais 10%, à velocidade de actuação do limitador
da cabina. de suspensão, rodas de aderência ou tambores e
carretos da máquina, assim como tubagens flexiveis,
tubagens rigidas de aço e cilindros.
• No defeito da roda de aderência está incluída a
perda súbita de aderência.

Condições de utilização dos diferentes Protecção contra o movimento não intencional


tipos de pára-quedas da cabina com as portas abertas (5.6.7)

• O dispositivo de protecção contra a velocidade excessiva no sentido de • Em ascensores sem nivelamento, renivelamento e
subida, deve provocar a paragem ou reduzir a velocidade da cabina para
a velocidade nominal ou inferior operações preliminares com portas abertas
conforme 5.12.1.4 e onde o elemento de paragem é
o travão da máquina o qual cumpre com 5.6.7.3 e
5.6.7.4 não é requerida a deteção do movimento não
intencional da cabina.

Protecção contra o movimento não intencional Protecção contra o movimento não intencional
da cabina com as portas abertas (5.6.7) da cabina com as portas abertas (5.6.7)

• Os ascensores devem dispor de meios para impedir • O elemento de paragem deve estar instalado:
ou parar o movimento não intencional da cabina, a) na cabina, ou
afastando-se do patamar com a porta de patamar b) sobre o contrapeso, ou
não encravada e a porta de cabina não fechada, c) sobre o sistema de suspensão (cabos de suspensão ou
como resultado de qualquer simples defeito da compensação), ou
máquina do ascensor ou do sistema de controlo de d) sobre a roda de tracção (por exemplo, sobre a roda,
directa ou no mesmo eixo da roda de tracção.
acionamento, do qual depende o movimento seguro
da cabina e) sistema hidráulico (bomba hidráulica)

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Protecção contra o movimento não intencional Protecção contra o movimento não intencional
da cabina com as portas abertas (5.6.7) da cabina com as portas abertas (5.6.7)

Protecção contra o movimento não intencional Protecção contra o movimento não intencional
da cabina com as portas abertas (5.6.7) da cabina com as portas abertas (5.6.7)

• O elemento de paragem do sistema, ou os meios para manter o • Movimento não intencional da cabina deve ser detectado,
cabina parada pode ser comum com os utilizados para:
pelo menos, por um dispositivo de comutação o mais
tardar quando a cabina deixa a zona de desencravamento.
Impedir excesso de velocidade no sentido (LV)
- descendente,
- ascendente • Este dispositivo de comutação deve ser:
- Um contacto de segurança, ou
- Os elementos de paragem podem ser diferentes para os sentidos - ser ligado de forma a satisfazer os requisitos de circuitos
ascendestes e descendentes. de segurança.

Protecção contra o movimento não intencional da Protecção contra o movimento não intencional
cabina com as portas abertas (5.6.7) da cabina com as portas abertas (5.6.7)

• O sistema deve parar a cabina numa distância:


•O sistema actuando, a reposição em serviço do
• - não superior a 1,20 m do patamar onde o movimento da cabina não ascensor deve requerer a intervenção de uma
intencional tiver sido detectado, e
- a distância vertical entre a soleira de desembarque e a parte mais baixa pessoa qualificada.
do avental da cabina não deve ultrapassar 200 mm, e
• - a distância livre de soleira cabina para repouso da porta, ou de soleira de
paragem para porta do cabina lintel não deve ser inferior a 1,00 m

• Estes valores devem ser obtidos com qualquer carga na cabina, até 100% da
carga nominal.

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Protecção contra o movimento não intencional Manobra de socorro


da cabina com as portas abertas (5.6.7)

•A “libertação” dos meios não devem exigir o • A partir da casa de máquinas / armário de maquinaria, deve ser possível
verificar facilmente, se a cabina se encontra numa zona de
acesso à cabina ou ao contrapeso. desencravamento.

•Após a “libertação”, o sistema deve estar em


condições de operar.
Se os sistemas “de bloqueio” requer energia
externa para funcionar, a ausência de energia
deve fazer com que o elevador pare e mantenha-
o parado.

Protecção contra o movimento não intencional Limitador de tempo de funcionamento


da cabina com as portas abertas (5.6.7)
do motor (5.9.2.7.2)
• Paragem normal da cabina ao piso e precisão de •O limitador de tempo de funcionamento do
nivelamento motor deve actuar após um intervalo de tempo
 que não ultrapassa o menor dos seguintes
- A precisão de paragem da cabina será   10 mm; valores :
- Precisão de nivelamento de ± 20 mm deve ser mantida. •a) 45 s;
Se, por exemplo, durante fases de carga e descarga, o
valor de 20 mm é ultrapassado, deve ser corrigido. •b) a duração do percurso do curso total,
aumentada de 10s, com um mínimo de 20s
quando a duração total do percurso é inferior a
10s.

Folgas entre cabina e parede de acesso Instalação eléctrica

• A distância horizontal entre a parede de acesso e a soleira / • Os regulamentos nacionais relativos aos circuitos eléctricos de
enquadramento / bordo da portas de correr da cabina não deve exceder alimentação aplicam-se até aos bornes de entrada dos interruptores e à
0,15m. totalidade dos circuitos de iluminação e das tomadas da casa de
• Pode ser aumentada até 0,20m numa altura inferior a 0,50m; máquinas, local de rodas, caixa e poço (Portaria 949-A/2006 de 11/09).

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Instalação eléctrica Instalação eléctrica

•A temperatura admitida nos enrolamentos do


motor da máquina de tracção quando é
ultrapassada o ascensor deve parar num
patamar de forma a permitir a saída dos
passageiros.
A reposição automática do ascensor em serviço
normal só deve ser possível após um
arrefecimento suficiente

Instalação eléctrica Instalação eléctrica


13.1.1.1 (Em estabelecimentos recebendo publico)

• Nos locais afectos a serviços eléctricos deve existir iluminação de • A secção dos condutores dos circuitos eléctricos de segurança deve ser
segurança de comando manual (local), constituída por blocos pelos menos 0,75mm².
autónomos (regra 801.2.1.4.2.3 das RTIEBT)

Instalação eléctrica Instalação eléctrica

• A aparelhagem eléctrica do local de máquinas / de rodas, deve • Com o interruptor principal desligado, os bornes que ficam com tensão
apresentar uma protecção contra contactos directos por meio de superior a 25 VAC ou 60 VDC, devem ser devidamente identificados no
invólucros que apresentem, pelo menos, um grau de protecção IP 2X. quadro de comando.
• (anterior 50 V)

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Instalação eléctrica (5.12) Instalação eléctrica


• Para fazer a manutenção aos contactos das portas, de
patamar e de cabina e ainda dos contactos do • Os contactos de segurança, devem apresentar invólucros que assegurem
encravamento electromecânico tem que estar instalado, um grau de protecção de, pelo menos, IP4X.
no painel de comando ou de emergência, um sistema de
“bypass” incluindo um painel de teste.
• Alternativamente os esquemas eléctricos têm que conter
indicações precisas utilizando pictogramas específicos.

Instalação eléctrica (5.12) Dispositivo de paragem (5.12.1.11)

• não deve ser possível “bypassar”os contactos da porta • Deve existir a uma distancia inferior a 1 m da máquina um interruptor
principal / dispositivo de paragem que provoque a paragem da máquina
de cabina e das portas de patamar ao mesmo tempo; e movimento das portas de funcionamento automático.

Instalação eléctrica (5.12) Prioridades e sinalização

• o movimento da cabina apenas deve ser possível em


• Em ascensores de manobra simples, após a entrada do utente na cabina,
manobra de inspecção ( 5.12.1.5) ou manobra elétrica este deve dispor de, pelo menos, 2s, depois do fecho das portas, para
de emergência (5.12.1.6); efectuar um comando de envio, antes que um comando exterior possa
ser executado.
• um sinal audível na cabina e um sinal luminoso
intermitente sob a cabina devem ser activados
durante o movimento. O nível sonoro do sinal deve
ser no mínimo de 55 dB(A) debaixo da cabina a 1 m de
distância.

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Prioridades e sinalização

Na cabina deve estar afixado:

•a) O nome do fabricante / instalador;


•b) O número de série da instalação;
•c) O ano de construção;
•d) A carga nominal do ascensor, em
quilogramas;

Prioridades e sinalização

Na cabina deve estar afixado:


• e) O número de pessoas.
• O anúncio será feito da seguinte forma: "... kg ...
PERS ." ou usando pictogramas para peso e pessoas.

• A altura mínima dos caracteres utilizados não deve ser inferior


a 10mm para as maiúsculas e os algarismos e 7mm para as
minúsculas.

Locais de máquinas e de rodas (5.2.4)

• A placa afixada na porta de acesso ao local de máquinas / de rodas, deve


ter a indicação "Maquinaria de ascensor - Perigo - Acesso interdito a
pessoas não autorizadas".
• Nos alçapões deve ter "Perigo – de queda – Fechar alçapão".

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