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Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Ensaios Económicos e Funcionamento em Vazio de um


Transformador Elétrico Monofásico

Gabriel Magalhães Sousa Rodrigues Pinheiro


João Miguel Bico Alves de Matos
Luís Pedro Teixeira Barreto

Relatório do Trabalho Prático realizado no âmbito da Unidade Curricular


“Máquinas Elétricas” do 3º ano do Ramo de Energia do
Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

21-03-2018
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1. Caracterização do transformador
Neste trabalho foi usado um transformador monofásico com
núcleo laminado e couraçado, de dois enrolamentos concêntricos de
cobre (Cu) com isolamento a seco e arrefecimento natural. Com
características indicadas pela própria placa visível na figura. Este
transformador tem três colunas: duas no exterior e uma central. A coluna
central têm o dobro da área das exteriores(idealmente), uma vez que na
parte central do transformador o fluxo é duas vezes maior (devido aos
dois enrolamentos) enquanto que as colunas tanto da esquerda como da
direita apenas existe o fluxo de um dos enrolamentos. Observando a
chapa de características deste transformador (imagem A dos anexos)
concluímos que este tem uma potência de 3kVA, a tensão estipulada do
lado primário (ou AT) de 400V e do secundário (ou BT) de 200V. Com
estas informações ainda podemos afirmar as correntes estipuladas de
cada parte do transformador. Fazendo o quociente entre a potência e a
tensão do lado em que nos referimos do transformador obtemos os
seguintes valores: 7,5A para o lado AT e 15A para o lado BT.
De seguida começamos por estimar alguns valores para
podermos utilizar os utensílios corretos de forma a obter maior precisão
nas medições e não danificar qualquer equipamento para os três tipos
de ensaios pedidos. Para o ensaio em carga estimamos que as
correntes de cada lado do transformador seriam iguais às correntes
estipuladas já antes calculadas. No caso do ensaio em curto-circuito
estimamos que a tensão do lado AT seria perto de 10% da tensão
estipulada (40V) desse mesmo lado, que daria 40V. Para o último
ensaio, em vazio, pensamos em limitar a corrente do lado BT a 1% da
corrente nominal (0.15A). No entanto, como mais à frente no relatório
iremos concluir, esta não será uma boa escolha uma vez que este
transformador não foi construído para garantir tal exigência. Um valor
mais correto e que corrobore os resultados seria 5%.
2. Ensaio de Carga
Concluída a primeira parte do trabalho e ao analisar todos os
pontos do transformador, passamos à montagem do circuito para
realizar o primeiro ensaio. Para isso, primeiramente preparamos um
esquema multifilar da montagem.

Imagem 1: Esquema multifilar da montagem para o ensaio em carga

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Em seguida montamos o circuito e obtivemos os seguintes resultados:
Tabela 1: Resultados do ensaio em carga

a. Fator de Carga
Variando a carga ligada ao transformador controlamos o fator de
carga (FC) associado. Este é calculado a partir do quociente entre a
corrente que é percorrida na carga e a corrente estipulada do lado BT já
antes calculada. Pela ordem da tabela podemos concluir que o primeiro
caso será em vazio, isto é, a carga ser igual a 0 Ohm. No segundo ponto
tentamos obter um FC de meia carga, ou seja, 0,5, e no último em plena
carga, FC igual a 1. No entanto, a regulação da carga não permitiu obter
os valores teóricos exatos por isso trabalhamos o mais próximo possível
do ideal.
b. Rendimento do transformador

Tabela 2: Tabela de FC com Rendimento

Imagem 2: Gráfico de Rendimento em função do FC

Para o cálculo do rendimento usamos a expressão presente na


tabela acima, uma vez que, caso o transformador fosse ideal a potência
do lado primário seria igual à potência do lado secundário. Da imagem e
dos conhecimentos teóricos já antes adquiridos concluímos que o
rendimento apresenta valores aceitáveis já para fatores de carga baixos.

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Continuado a aumentar o FC o rendimento também aumentará
até a um máximo (funcionamento ideal) em que as perdas de Joule são
iguais às não Joule. Este máximo é atingido antes da plena carga, ou
seja, FC menor que 1.

c. Característica externa do transformador

Imagem 3: Gráfico da característica externa do transformador (I2 U2)

A característica externa do transformador relaciona a variação da


corrente e tensão do lado BT. Assumindo que a tensão do primário e a
frequência são valores estipulados e não variam, como é o caso deste
ensaio, a obtenção deste gráfico é direta.
Pela observação do gráfico concluímos que o declive da reta é
bastante reduzido, tendo em conta a escala. Como era de esperar, pelos
nossos conhecimentos teóricos da matéria, o declive é negativo para
uma carga puramente óhmica. Caso a carga tivesse uma reatância quer
de natureza indutiva ou capacitiva, este declive variava para valores
mais negativos (indutivo) ou para valor mais positivo (capacitivo).

d. Valor experimental da tensão estipulada

Fórmula 1: Variação da tensão estipulada

Usando a expressão da fórmula 1 apresentada calculamos com


base nos resultados obtidos no ensaio, onde resultou uma variação da
tensão estipulada aproximadamente igual a 3,01%.

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3. Ensaio em vazio (alimentado pelo lado BT)

Imagem 4: Esquema multifilar do ensaio em vazio

Para este ensaio foi montado um circuito seguindo o esquema da


imagem apresentada. Alimentando o transformador do lado BT e
colocando um multímetro, no modo de voltímetro, para simular o vazio
do lado primário. Para esta disposição obtivemos os seguintes
resultados:

Tabela 3: Resultados do ensaio em vazio

O principal objetivo foi a obtenção do valor exato na tensão do


lado primário e, de seguida, o registo dos restantes dados pedidos. Ao
analisar os dados referentes à corrente no primário e comparando com a
estimação anteriormente feita dessa mesmo valor (que seria os 0.15A),
concluímos que não realizamos uma boa estimativa. Em condições
estipuladas, a tensão do primário ser igual a 200V, temos uma corrente
do mesmo lado com o mais do dobro do valor.
Por estas razões compreendemos que uma boa estimativa para
esta variável será 4% do valor estipulado da corrente e não os 1%. Com
esta definição estimamos que a corrente dará no máximo os 0,6A em
condições estipuladas. Como podemos observar o valor obtido é bem
menor do que esta nova estimação.

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a. Potência Absorvida em função do valor eficaz
da tensão de alimentação

Imagem 5: Variação da potência absorvida em função da tensão de alimentação

Uma primeira conclusão que podemos tirar deste gráfico é a que


quanto mais tensão fosse fornecida, mais potência seria gerada. Para
além disso, sabemos que esta potência representa as perdas do ferro do
transformador, que serão uma grande influência nas perdas magnéticas
associadas ao transformador.

Neste ensaio toda a potência absorvida pode ser considerada


como perdas magnéticas, principalmente perdas no ferro. Como se pode
observar, essas mesmas perdas têm uma variação quadrática com a
indução que também está presente no gráfico da imagem 5.

b. Variação de L0(BT) com a tensão de


alimentação
Para o cálculo de L0(BT), ou Lm(BT), necessitamos primeiro de
encontrar a reatância Xm(BT). Utilizando o modelo em “L”, que mais à
frente será explicado e bem definido, conseguimos obter os seguintes
valores:

Tabela 4: Cálculos auxiliares (tensão do primário vai diminuindo)

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Todas as fórmulas para esta tabela estão devidamente explícitas
na página 9 e 10 deste relatório. Dividindo Xm2 pela por w (omega), que
será 2*pi*f, obtemos L0.

Tabela 5: Valores obtidos para L0

U10(V) L0(H)

250 0,3153

200 0,5392

175 0,7050

150 0,9136

100 0,9083

50 1,5816

Imagem 7: Variação de L0 com a tensão de alimentação

Como podemos observar, quanto mais diminuirmos a tensão de


alimentação mais a indutância do transformador, e por consequência a
reatância, vai aumentando, isto porque a frequência do sistema é
constante.

4. Ensaio em Curto-Circuito

Imagem 8: Esquema multifilar da montagem do ensaio em CC

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Neste último ensaio, voltamos a alimentar o transformador pelo
lado AT e ligamos um multímetro, no modo amperímetro, para simular a
situação de curto circuito. Na tabela seguinte apresentamos os
resultados obtidos:
Tabela 6: Resultados do ensaio em CC

O primeiro objetivo foi obter a corrente do lado primário igual à


corrente estipulada já antes calculada, os 7,5A. De seguida apontamos
os restantes valores. Comparando o valor de tensão obtido no lado AT
com a estimativa antes feita de 10% (40V), observamos que o
transformador apresenta uma tensão menor, 14,8V, do que essa
estimativa. Para além disso, com base nos conhecimentos teóricos
também concluímos que a potência obtida neste ensaio é igual à
potência de Joule nominal.
5. Modelo “L” referido ao lado BT
Agora com todos os ensaio realizados e todos os valores bem
analisados podemos construir um modelo para o transformador em
questão. O modelo que vamos usar intitulado de Modelo em “L” e tem
duas formas uma vez que pode ser desenhado quer do lado AT quer do
lado BT. Neste caso, e como é pedido, escolhemos o lado secundário.

a- Calcular todos os parâmetros (a, R02, Xm2,


R2, X2)
O primeiro parâmetro a calcular será a razão de espiras do
transformador, representada pela letra “a”. Como a informação do
número de espiras do transformador não é fornecida, calculamos este
quociente de uma maneira indireta através do quociente das tensões
quando o transformador trabalho em vazio. Analisando novamente a
tabela 3, que resultou do ensaio em vazio, e ao fazer o quociente entre
as duas tensões, secundário/primário uma vez que estávamos a
alimentar do lado secundário, obtemos um valor médio de a = 1,98. Este
valor é aproximadamente igual à razão de transformação (m) do
transformador (400/200=2).

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Para a obtenção desta variável iremos calcular primeiro os
valores para o modelo “L” do lado primário e em seguida, com ajuda da
razão do número de espiras, para o lado secundário. Tendo em atenção
que vamos apenas considerar o caso em que a tensão no lado primário
é 200V, para estudar uma situação onde uma das tensões (AT ou BT)
será igual a uma das tensões estipuladas.
Utilizando os valores das tabelas apresentadas no ensaio em
vazio, tabelas 3 e 4, calculamos o cosseno de phi, como sendo o
quociente entre a potência em vazio e o produto da tensão e corrente
em vazio, tudo do lado primário. Com este valor, facilmente obtivemos
também o seno de phi. De seguida calculamos Ia e Im, as duas
correntes que I(01) se divide quando passa pelo paralelo de R(01) e
X(m1), respetivamente. Sendo que Ia seria o produto de I(10) com
cosseno de phi e Im com o seno de phi. A partir destes dois valores
conseguimos calcular quer R(01) quer X(m1) pelo quociente da tensão
aos seus terminais e a corrente que lhes é percorrida. Obtidos os
valores do modelo “L” no lado primário, apenas é necessário recompô-
los para o lado secundário dividindo-os pela razão do número de espiras
ao quadrado.
Em seguida utilizamos os valores do ensaio em vazio para
calcular R1 e X1 e, da mesma forma que anteriormente, ao dividir pelo
número de espiras ao quadrado obtemos R2 e X2. Para o cálculo de R1
fazemos o quociente entre a potência de curto circuito(cc) e a corrente
de curto circuito ao quadrado do lado primário, ambos. Para o cálculo de
X1 precisamos do módulo da série de R1 e X1. Este módulo, Z1, é
obtido fazendo a divisão entre a tensão e corrente de cc. Com Z1,
obtemos X1 através do inverso da raiz quadrada da diferença entre Z1
ao quadrado com R1 ao quadrado. Depois destes valores obtidos,
fazemos um quociente com a, relação entre o números de espiras, e
obtemos X2 e R2. Algumas das fórmulas estão apresentadas em anexo,
imagem B.
Depois de todos estes cálculos feitos obtivemos os seguintes
valores para os parâmetros pedidos:

Imagem 9: Parâmetros do modelo “L” lado BT


6. Variação da tensão estipulada
Usando o modelo “L” calculado no ponto anterior, iremos agora
calcular as variações da tensão estipulada para diferentes tipos de
cargas, lembrando sempre que esta carga será ligada aos terminais o
lado primário uma vez que o modelo “L” calculado foi o do lado
secundário. Para além disso, iremos usar novamente a fórmula (1) mais

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estas novas fórmulas 2 e 3 para calcular a variação da tensão
estipulada.

Fórmula 2 e 3: Cálculo de U2 e do ângulo “psi”

a. Situação Óhmica (cos(phi) = 1)


Ao sabermos que cos(phi) = 1 concluímos de imediato que a
potência que está a ser fornecida à resistência será igual ao produto da
tensão aos seus terminais pela corrente que lhe é atravessada, isto é,
não existe potência reativa. Substituindo na fórmula 2 e 3, U(20) =
206,2V (resultado do ensaio em carga), I2 pela corrente estipulada do
lado BT, isto é, I2 = 15A,R2 = 0,4525 Ohm, X2 = 0,218 Ohm, cos(phi) =
1 e sen(phi) = 0 obtemos os seguintes valores:
=> psi = 0,91º e U2 = 199,39 V
Substituindo o valor de U2 na fórmula 1 calculamos a variação de
tensão estipulada: 3,3%. Uma pequena variação de 0,29% com o valor
experimental calculado num ponto anterior.

b. Situação Capacitiva (cos(phi) = 0.5 cap)


Neste caso concluímos que a potência ativa fornecida à carga
será igual à metade do produto da tensão com a corrente que percorre a
carga. Estando a analisar um ambiente capacitivo podemos afirmar que
o ângulo de desfasamento entre a tensão e a corrente de alimentação,
phi, é positivo e igual a 60º. Seguindo os mesmos passos da situação
anterior, apenas os valores do cos(phi) e sen(phi) são diferentes. Assim
=> psi = 2,1º e U2 = 205,5 V
Voltando a usar a fórmula, a variação de tensão estipulada será
0,34%.

c. Situação Indutiva (cos(phi) = 0.5 ind)


Neste último caso a potência ativa terá a mesma fórmula que a do
caso anterior com a diferença que, como estamos numa situação
indutiva, o ângulo phi será negativo. Seguindo o mesmo modelo das
situações anteriores obtivemos os seguintes valores:
=> psi = -1,18º e U2 = 199,93 V
Usando uma última vez a fórmula 1 obtivemos uma variação da
tensão estipulada de 3,04%.

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7. Funcionamento em vazio: corrente em vazio
Usando o mesmo transformador, alimentado do lado primário e
no secundário teremos um circuito RC em série de alta impedância, com
o objetivo de o transformador trabalhar “praticamente em vazio”. Neste
caso controlamos novamente a tensão a que o secundário estaria
submetido pelo controlo manual do autotransformador. Já com o circuito
montado e ligado obtivemos algumas formas de ondas, das quais as
imagens se apresentam em anexo.
Primeiramente, observamos que a corrente se encontra atrasada
em relação à tensão do mesmo lado primário do transformador. imagens
C, D e E do anexo apresentamos dois casos diferentes de tensão
primária, 400V e 450V, para verificar se o módulo da tensão teria algum
efeito neste desfasamento. Ao observar as formas de onda no
osciloscópio concluímos que este intervalo de tempo, entre a corrente e
a tensão, é constante quer diminua ou aumente a tensão AT em relação
ao seu valor estipulado. Ainda outra conclusão que podemos retirar das
imagens é a de que quanto menos tensão fosse fornecida ao
transformador, mais a forma de onda da corrente apresentava ruído.
De seguida trocamos a corrente do lado AT com a tensão no
condensador. Sabemos que esta tensão é igual à força eletromotriz
produzida pelo transformador, mas com sentidos opostos. Para além
disso, sabemos que uma força eletromotriz representa o produto do
número de espiras pela derivada do fluxo da mesma espira. Com estas
duas afirmações concluímos que a tensão no condensador é
proporcional ao fluxo presente no transformador e, por isso, podemos
comparar a tensão de alimentação com o fluxo do transformador.
Pelas imagens F, H e I podemos logo observar um desfasamento
aproximado de 90º que é justificado pelo facto dos sinais serem
diferentes entre a tensão e a força eletromotriz produzida pela mesma.
As duas ondas são sinusoidais, provando que há uma razão de
proporcionalidade entre elas. Mais uma vez tentamos verificar se o
aumento ou diminuição da tensão de alimentação provocava alguma
variação no desfasamento entre as formas de onda mas não se
verificou.
No último ponto trocamos a tensão do primário com a corrente do
primário, imagens J e K. Reparamos que as duas formas de onda estão
aproximadamente em fase, ou seja, não há desfasamento entre elas, a
corrente não é sinusoidal e o abaixamento da tensão de alimentação
provoca mais ruído nesta corrente. Incluímos também na imagem N, a
corrente AT em regime de frequência. Aqui podemos ver uma grande
influência do harmónico principal, 50Hz, mas também uma influência
significativa de um harmónico de 3ª ordem do principal, 150Hz. Este
harmónico justifica a forma não sinusoidal que a onda apresenta e é
originado dentro do transformador.

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Por fim, ao utilizar outra função do osciloscópio, podemos observar o
ciclo histerético do transformador em estudo, imagens L e M. Pela forma vista
nas imagens é fácil concluir que pelo menos uma das ondas envolvidas não
poderia ser sinusoidal, neste caso, a corrente não apresenta essa forma. Mais
uma vez, diminuindo a tensão de alimentação, a figura do ciclo de histerese
apresenta uma forma diferente e mais ruído, tal como em todos os outros
casos anteriores neste ponto.

8. Bibliografia
- Slides e textos informativos dos conteúdos de MELE;
- “PEA-2211 Introdução à Eletrodinâmica e à Automação”, PEA EPUSP;
- Jesús Fraile Mora; Máquinas eléctricas. ISBN: 84-481-3913-5;
- Artur F. Costa; Documentação MELE(E), 2016;
- Carlos Castro Carvalho; Transformadores;

9. Anexos

Imagem A: Chapa de características do transformador

Imagem B: Fórmulas de conversão do modelo “L” lado BT

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Imagem C: Tensão e corrente a 400 V (AT)

Imagem D: Tensão e corrente (AT) a 450V

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Imagem E: Tensão e Corrente (AT) a 200V

Imagem F: Tensão de alimentação e aos terminais do condensador (450V)

Imagem H: Tensão de alimentação e aos terminais do condensador (400V)

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Imagem I: Tensão de alimentação e aos terminais do condensador (200V)

Imagem J: Corrente AT e tensão no condensador (400V)

Imagem K: Corrente AT e tensão no condensador (200V)

Imagem L e M: Ciclo Histerético com a tensão no primário a 400V(direita) 250V(esquerda)

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Imagem N: FFT da corrente do primário

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