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Física

Ciências da Natureza e suas Tecnologias

caderno
de

ELABORAÇÃO DE ORIGINAIS
ANTONIO SÉRGIO MARTINS DE CASTRO – Graduado em física pelo Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas
da Universidade Federal de São Carlos-SP (UFSCar) e mestre em física aplicada a biologia e medicina pela
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto-SP da Universidade de São Paulo (USP)
EULER DE FREITAS SILVA JUNIOR – Graduado em administração de empresas pela Universidade
Positivo de Curitiba-PR e mestrando em ciências cognitivas pela Universidade Gama Filho do
Rio de Janeiro-RJ
MILTON DE SOUZA PEREIRA FILHO – Graduado e mestre em física pelo Centro de Ciências Exatas e
Tecnológicas da Universidade Federal de São Carlos-SP (UFSCar)
OSVALDO ANTÔNIO GOVONE – Graduado em física pela Universidade Federal de São Carlos-SP (UFSCar)
WILSON CARRON – Licenciado em física pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de
São Paulo (USP), mestre em agronomia (energia nuclear na agricultura) pela Escola Superior de Agricultura
Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (USP)

Material integrante do Sistema Ético de Ensino

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PREZADO EDUCADOR,
Ao longo de quase um século, professores e alunos de todo o Brasil têm
mantido com a Editora Saraiva uma parceria efetiva como provedora de solu-
ções didáticas acessíveis e de boa qualidade. Nosso objetivo constante é com-
partilhar com você a tarefa de garantir o acesso a materiais que contribuam
para o bom desempenho escolar, a boa formação e a realização de todo o po-
tencial de nossas crianças e jovens alunos.
Motivados por essa intenção, apresentamos a você este Caderno de Revi-
são, concebido como ferramenta de reforço e apoio ao período de preparação
dos alunos para as avaliações de final do Ensino Médio, como os vestibulares
e o Enem.
O Caderno de Revisão está organizado em módulos. Cada módulo, que
pode ser ministrado em uma aula, é composto de:
– uma apresentação concisa do conteúdo teórico trabalhado durante o curso;
– atividades inéditas e questões selecionadas de exames vestibulares.
Prático e objetivo, este material reforça os pontos mais importantes trabalha-
dos durante o curso. Sem dúvida, seus alunos vestibulandos encontrarão nele uma
ajuda valiosa para a indispensável revisão de conteúdo que antecede as provas.
Além deste Caderno de Revisão, você encontra em nossas coleções didá-
ticas para o Ensino Médio e seus sites, em nossa biblioteca digital, no portal
Saraiva Educa e em nossos serviços de assessoria didática todo um conjunto de
recursos pensados especialmente para fazer de suas aulas as melhores aulas e
de seus alunos, jovens bem preparados para a nova fase de vida que chega com
o final da Educação Básica.

Um bom trabalho!

www.editorasaraiva.com.br

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Física
Parte 1
FM.01 Cinemática: MU e MUV ....................................................... 4
FM.02 Gráficos: MU e MUV ........................................................... 8
FM.03 Cinemática vetorial / MCU ................................................... 11
FM.04 Projéteis .............................................................................. 15
FM.05 Força / Leis de Newton ........................................................ 18
FM.06 Elevador / Trajetórias curvas ................................................ 23
FM.07 Trabalho e energia ............................................................... 27
FM.08 Energia mecânica ................................................................. 32

FO.01 Espelhos planos e espelhos esféricos .................................... 35


FO.02 Refração luminosa / Lentes .................................................. 40
FO.03 Ondas ................................................................................. 46
FO.04 Acústica .............................................................................. 51
FE.01 Eletrostática: força elétrica e campo elétrico ......................... 55
FE.02 Potencial e trabalho da força elétrica / Capacitores .............. 61
FE.03 Corrente elétrica / Leis de Ohm / Potência elétrica ................ 65
FE.04 Associação de resistores / Geradores e receptores elétricos ... 68
Resolução dos exercícios complementares 75

Parte 2
FM.09 Impulso e quantidade de movimento .................................... 84
FM.10 Colisões .............................................................................. 87
FM.11 Leis de Kepler / Gravitação universal .................................... 90
FM.12 Estática ............................................................................... 95
FM.13 Hidrostática ........................................................................ 99
FM.14 Empuxo ..............................................................................103
FO.05 Calorimetria /Gases ............................................................106
FO.06 Propagação de calor e dilatação térmica ............................ 111
FO.07 Leis da termodinâmica ........................................................115
FE.05 Medidas e circuitos elétricos .............................................. 120
FE.06 Eletromagnetismo ............................................................. 124
FE.07 Física moderna .................................................................. 130
Resolução dos exercícios complementares 135
Anotações 140

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Módulo
FM.01

Cinemática:
MU e MUV

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
1 CONCEITOS BÁSICOS
A cinemática é a parte da mecânica que estuda o movimento dos corpos sem se preocupar com o que causou esse movi-
mento, ou seja, não se preocupa em saber quem ou o que faz o corpo se mover.
Para estudarmos o movimento de um corpo, necessitamos adotar sempre um referencial, que pode ser qualquer ponto
material ou corpo.
Um corpo está em movimento sempre que, em relação ao referencial adotado, a posição desse corpo mudar com o
decorrer do tempo.
Um corpo está em repouso sempre que, em relação ao referencial adotado, a posição desse corpo não se alterar com o
decorrer do tempo.
O conceito de movimento é relativo, pois depende sempre do referencial adotado.

ESPAÇO (s)
O espaço (ou posição) de um móvel indica a que “distância” esse móvel se encontra da origem num determinado instante.
Exemplo:
• posição A: corresponde a sA = – 4 m; A B C
• posição B: corresponde a sB = 0 (origem);
– 4 –3 –2 –1 0 1 2 3 4 5 6 (m)
• posição C: corresponde a sC = 6 m.

DESLOCAMENTO ESCALAR (∆s)


O deslocamento ∆s pode ser calculado pela expressão:
∆s = s – s0

em que s é o espaço de chegada e s0 é o espaço de partida.


É muito importante lembrar que um deslocamento escalar nulo não significa que o móvel permaneceu em repouso.

DISTÂNCIA PERCORRIDA (d)


A distância percorrida por um móvel representa a soma dos módulos dos deslocamentos de todos os trajetos efetuados
por esse móvel.

VELOCIDADE ESCALAR MÉDIA (vm)


A velocidade escalar média é dada por:
∆s s − s0
vm = =
∆t t − t0

A velocidade escalar média indica um valor de velocidade que, se fosse mantida constante por um móvel, ele realizaria o mesmo
deslocamento escalar, no mesmo intervalo de tempo.

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UNIDADES DE VELOCIDADE GRÁFICOS DO MOVIMENTO UNIFORME
No SI, a unidade da velocidade é m/s. No cotidiano cos- GRÁFICO v x t
tumamos medir a velocidade em km/h. v v
Para efetuarmos a transformação das unidades:
v

1 km 1.000 m 1
= = m/s 0
h 3.600 s 3, 6 t t

v
ACELERAÇÃO ESCALAR MÉDIA (am) 0
A aceleração escalar média é a razão entre a variação da
v>0 v<0
velocidade do móvel e o correspondente intervalo de tempo
gasto para ocorrer essa variação, ou seja: Movimento progressivo Movimento retrógrado

∆v v − v0 GRÁFICO s x t
am = =
∆t t − t0 A função horária dos espaços de um móvel, em movimento
uniforme (s = s0 + v · t), é do primeiro grau, portanto, seu
gráfico é uma reta crescente ou decrescente. Assim:
UNIDADES s s
No SI, a unidade da aceleração é m/s2. s0
v m/s s2
as s = m /s2
t s s1
s1 0
t1 t
CLASSIFICAÇÃO DOS MOVIMENTOS s2
t2
s0
O sinal da velocidade escalar instantânea depende do
sentido de orientação da trajetória. Assim:
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

0 t1 t2 t
• v > 0 — movimento a favor da orientação da trajetória,
ou seja, movimento progressivo. Função crescente: v > 0 Função decrescente: v < 0
• v < 0 — movimento no sentido contrário ao da orienta- Movimento progressivo Movimento retrógrado
ção da trajetória, ou seja, movimento retrógrado.

MOVIMENTO ACELERADO
Um movimento é dito acelerado quando o módulo da 3 MOVIMENTO UNIFORMEMENTE

FM.01
velocidade aumentar com o decorrer do tempo. Isso vai
acontecer quando a velocidade e a aceleração apresentarem VARIADO (MUV)
o mesmo sinal.
Movimento uniformemente variado é aquele em qu
v>0 e a>0 ou v<0 e a<0 e a aceleração escalar é constante e diferente de zero, ou
seja: a = constante ≠ 0.
MOVIMENTO RETARDADO
Um movimento é dito retardado quando o módulo da FUNÇÃO HORÁRIA DA VELOCIDADE
velocidade diminuir com o decorrer do tempo. Isso vai
acontecer quando a velocidade e a aceleração apresentarem v = v0 + a · t
sinais contrários.
v>0 e a<0 ou v<0 e a>0 Nessa função, v0 e a são constantes. A velocidade v varia
linearmente com o tempo t.

FUNÇÃO HORÁRIA DO MUV


No MUV, há também variação de espaço, portanto, pre-
2 MOVIMENTO UNIFORME (MU) cisamos de uma função que nos forneça o espaço do móvel
em função do instante de movimento.

Movimento uniforme é aquele em que a velocidade a · t2


escalar do móvel permanece constante e diferente de zero, s = s0 + v0 · t +
2
independentemente de a forma da trajetória ser retilínea ou
curvilínea: v = constante ≠ 0.
Esta é a função horária dos espaços no movimento
FUNÇÃO HORÁRIA DO MU uniformemente variado (MUV).
Para um instante t, teremos:
EQUAÇÃO DE TORRICELLI
Evangelista Torricelli (1608-1647) obteve uma equação
s = s0 + v · t
para o MUV que não depende do tempo.

Essa é a função horária dos espaços do movimento uni- v 2 = v02 + 2a ⋅ ∆s


forme, no qual s0 e v são constantes e s e t são variáveis.

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Para que logrem êxito, é necessário que a razão entre as ace-
ATIVIDADES lerações escalares, a1 e a2, das respectivas crianças, seja:
a1 7 a1 5
a) = d) =
a2 8 a2 7
1 (PUC-MG) Um carro que percorre 40 km em 0,5 h, 100 km
em 1,0 h e mais 250 km em 3,0 h tem, durante o percurso,
a1 a1 583
em km/h, a velocidade média de, aproximadamente: b) = 8 e) =
a) 80 c) 83,3 a2 7 a2 800
b) 81,6 d) 86,6
a1
vm =
40 km + 100 km + 250 km c) = 7
0, 5 h + 1, 0 h + 3, 0 h a2 5
(AC)2 = (AB)2 + (BC)2 – 2 ⋅ AB ⋅ BC ⋅ cos 120° s
vm = 86,6 km/h Alternativa d
s (AC)2 = 3002 + 5002 – 2 ⋅ 300 ⋅ 500 ⋅ (– 0,50) s
s (AC)2 = 9 ⋅ 104 + 25 ⋅ 104 + 15 ⋅ 104 s AC = 700 m
1 1
Criança 1: ∆sAC = ⋅ a1 ⋅ ∆t2 s 700 = ⋅ a1 ⋅ ∆t2 (I)
2 (UFTM-MG) Um corpo em movimento obedecia à função 2 2
horária s = 20 + 2 ⋅ t quando teve uma brusca mudança Criança 2: ∆sABC =
1
⋅ a2 ⋅ ∆t2 s 800 =
1
⋅ a2 ⋅ ∆t2 (II)
em seu tipo de movimento. Se o movimento fosse estudado 2 2
a partir desse ponto de mudança, sua função horária seria Fazendo (I) : (II), vem:
dada por s = 32 + 2 ⋅ t + 3 ⋅ t2. Admitindo que o corpo não 1
⋅ a1 ⋅ ∆t 2
tenha mudado a direção de seu movimento e considerando 700 2 a 7
= ⇒ 1 =
que, para ambas as situações, o sistema utilizado para re- 800 1 ⋅ a ⋅ ∆t 2 a2 8
2
presentar as grandezas físicas seria o Sistema Internacional, 2
o instante que corresponde à mudança de estado de movi- Alternativa a
mento do corpo, em s, é:
a) 4 d) 12
b) 6 e) 24
c) 8
A mudança ocorreu na posição s = 32 m (posição inicial do MUV).
Portanto, na função horária do MU, temos: EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES

Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
s = 20 + 2 ⋅ t s 32 = 20 + 2 ⋅ t s t = 6 s
Alternativa c

1 (Favip-PE) Um automóvel realiza uma viagem da cidade A


até a cidade C, passando pela cidade B. A viagem é feita em
três etapas, sem intervalo de tempo entre elas e sempre ao
longo do mesmo sentido de uma rodovia retilínea. Na pri-
meira etapa, da cidade A à cidade B, o automóvel percorre
120 km em duas horas. Na segunda etapa, ele permanece
3 Um carro está em movimento com velocidade de 108 km/h parado na cidade B durante duas horas. Na terceira etapa,
quando o motorista avista um obstáculo a 96 m de distância. o percurso da cidade B à cidade C, com 200 km de compri-
Considerando que o tempo de reação do motorista foi de mento, é realizado em quatro horas. A velocidade média do
0,2 s, determine a desaceleração mínima que ele deve automóvel na viagem completa é de:
imprimir ao veículo para que este não atinja o obstáculo. a) 40 km/h
d = 96 m b) 50 km/h
v = 108 km/h = 30 m/s c) 60 km/h
tR = 0,2 s d) 70 km/h
e) 80 km/h
dR 96 – dR
2 (PUC-MG) Um objeto desloca-se em movimento retilíneo
dR = 30 · 0,2 uniforme durante 30 s. A figura representa o gráfico da po-
dR = 6 m sição (s) do objeto em função do tempo (t).
v 22 = v12 + 2a ⋅ 90
s (m)
v 22 = 0 s 0 = (30)2 + 180a
–180a = 900 15
a = –5 m/s2
10

4 (Mackenzie-SP) Em uma região plana, delimitou-se o triân- 0 2 4 6 8 10 t (s)


gulo ABC, cujos lados AB e BC medem, respectivamente,
300,00 m e 500,00 m. Duas crianças, de 39,20 kg cada
uma, partem, simultaneamente, do repouso, do ponto A, e A distância percorrida pelo objeto ao final de 30 s será,
devem chegar juntas ao ponto C, descrevendo movimentos em metros, de:
retilíneos uniformemente acelerados. a) 35 b) 40 c) 20 d) 30

Criança 1 3 (UFPI) Dois veículos trafegam por uma avenida cujo limite
C máximo de velocidade é 70 km/h. Quando estão a 150 m
A de um radar fixo, um dos veículos está a 90 km/h e seu
120° condutor aplica uma desaceleração de 1,5 m/s2; o condutor
do outro veículo, que está a 50 km/h com uma aceleração
Criança 2
B também de 1,5 m/s2, continua no mesmo ritmo. Analise as
afirmativas seguintes e julgue (V ou F).

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I. Os dois veículos são multados pelo radar fixo. de pesquisadores que trabalham na área de sismologia, utili-
II. O veículo cujo condutor desacelerou passa primeiro pelo zando um sismógrafo instalado nas suas dependências, para
radar. detecção de terremotos. Num terremoto, em geral, duas on-
III. Ambos os veículos passam pelo radar com a velocidade das, denominadas primária (P) e secundária (S), percorrem o
de 60 km/h. interior da Terra com velocidades diferentes.
IV. O veículo cujo condutor manteve sua aceleração é multa- Admita que as informações contidas no gráfico são refe-
do pelo radar fixo. rentes a um dos terremotos ocorridos no RN. Considere ain-
da que a origem dos eixos da figura é coincidente com a
4 (PUC-RS, adaptada) Um motorista, dirigindo um carro, vê posição da cidade de João Câmara.
um obstáculo e pisa no freio. A distância percorrida pelo
veículo até parar é determinada pelas condições do veí- Distância (km)
culo, da pista, dos pneus, pela velocidade e pelo tempo 100
de reação do motorista (aproximadamente igual a 1 se-
Natal 80
gundo). Durante esse tempo, o carro percorre, com veloci-
P
dade constante, certa distância antes de começar a reduzir 60
a velocidade, isto é, antes de efetivamente começar a frear. S
40
A distância total percorrida pelo veículo até parar é a soma
da distância percorrida em 1 segundo (tempo de reação) 20
com a distância percorrida durante a frenagem. O movi- João
mento é aproximadamente retilíneo uniformemente desa- Câmara
0 4 8 12 16 20 24 28 Tempo (s)
celerado. A tabela a seguir contém os dados da distância
total percorrida por um carro até parar, em pista seca e em Dados referentes às ondas P e S, associados a um terremoto ocorrido
pista molhada (considerando-se pista de asfalto). no Rio Grande do Norte.

Distância total (m) Diante das informações contidas no gráfico, é correto afir-
Velocidade (km/h) Pista seca Pista molhada mar que a onda mais rápida e a diferença de tempo de
chegada das ondas P e S no sismógrafo da UFRN, em Natal,
10 3,5 4 correspondem, respectivamente:
50 29 42 a) à onda S e 4 segundos. c) à onda P e 16 segundos.
b) à onda P e 8 segundos. d) à onda S e 24 segundos.
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

90 74 113
130 138 279 6 (UERJ) Um foguete persegue um avião, ambos com velocida-
des constantes e mesma direção. Enquanto o foguete percor-
Durante a frenagem para um carro a 50 km/h (14 m/s) em pista re 4,0 km, o avião percorre apenas 1,0 km. Admita que, em
molhada, a desaceleração vale, aproximadamente, em m/s2: um instante t1, a distância entre eles é de 4,0 km e que, no
a) 2,3 b) 3,5 c) 5,8 d) 6,0 instante t2, o foguete alcança o avião. No intervalo de tem-
po t2 – t1, a distância percorrida pelo foguete, em quilôme-
5 (UFRN) A cidade de João Câmara, a 80 km de Natal, no Rio tros, corresponde aproximadamente a:

FM.01
Grande do Norte (RN), tem sido o epicentro (ponto da superfí- a) 4,7
cie terrestre atingido em primeiro lugar, e com mais intensida- b) 5,3
de, pelas ondas sísmicas) de alguns terremotos ocorridos nes- c) 6,2
se estado. O departamento de física da UFRN tem um grupo d) 8,6

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