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Corante

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Pigmentos indianos utilizados em corantes têxteis.

Um corante é toda substância que, se adicionada a outra substância, altera a cor desta. Pode ser
uma tintura, pigmento, tinta ou um composto químico.

Num sentido mais estrito, corantes são substâncias compostas e compostos químicos, tanto
naturais (e suas modificações) quanto sintéticos, relativamente definidos e até puros
normalmente aplicados na forma de suas soluções, tanto em água quanto em outros solventes,
destacadamente o etanol, que se fixam de alguma maneira, predominantemente por fenômenos
em escala molecular a um substrato, que pode ser um tecido (têxtil), papel e outros derivados de
celulose, cabelo humano e pelos de animais, couro e diversos materiais. Dentro de um conjunto
de requerimentos ideais, as substâncias corantes devem ser estáveis à luz, especialmente a
ultravioleta e aos processos de lavagem e à ação da água, como da chuva. Também devem
apresentar fixação uniforme com as fibras do substrato.[1]

De uma perspectiva da comercialização, permanentemente desenvolvem-se estudos tanto


teóricos quanto empíricos das relações entre as estruturas moleculares e a cor obtenível e
propriedades tanto de aplicação quanto relacionadas à conservação. Dentre os desenvolvimentos
mais recentes de aplicações de corantes destacam-se os mostradores e aplicações diversas de
cristais líquidos, os detectores de exposição à radiação de alta energia e as soluções para a
impressão a jato de tinta.

Índice
 1 História dos corantes sintéticos

 2 Classificação

o 2.1 Corantes vat

o 2.2 Corantes ácidos

o 2.3 Corantes básicos

 3 Corantes diretos

 4 Aplicações

o 4.1 Alimentos

o 4.2 Indústria têxtil

o 4.3 Ciências biológicas

 5 Referências

 6 Bibliografia

 7 Ligações externas

História dos corantes sintéticos

Tecidos de lã sendo tingidos em uma obra de 1482.


Até o período anterior à metade do século XIX, os corantes eram quase sempre retirados de
fontes naturais, principalmente de fontes vegetais ou animais. As propriedades de muitas destas
substâncias estavam longe do ideal para as aplicações pretendidas, problema que se somava ao
fato da indisponibilidade tanto comercial quanto por questões de reprodução das suas fontes. Tal
conjunto de problemas conduziram ao desenvolvimento de corantes sintéticos com propriedades
superiores tecnicamente, de baixo custo e rápida obtenção, independente de clima, ecologia ou
mesmo rotas comerciais.

É de se destacar que o primeiro corante sintético foi descoberto por um feliz acaso. No ano de
1856, William Perkin tentava preparar o alcaloide quinina em seu laboratório, mas seu trabalho
experimental resultou na obtenção de um corante sintético hidrossolúvel, adequado ao
tingimento de seda.

Posteriores descobertas se sucederam, e até então utilizados em abundância e por séculos


corantes naturais foram quase que completamente substituídos pelas substâncias sintéticas ao
início do século XX. Atualmente, em especial em usos massivos, praticamente todos os corantes
e pigmentos encontráveis na indústria e comércio são substâncias sintéticas orgânicas, com
exceção de alguns pigmentos inorgânicos importantes.[1]

Classificação
Corantes vat

Corantes vat são essencialmente insolúveis em água e incapazes de colorir fibras diretamente.
Entretanto, a redução em licores alcalinos (lixívia) produz o sal de metal alcalino solúvel em
água do corantes, o qual, em sua forma leuco, tem afinidade com a fibra têxtil. Oxidação
subsequente reforma o corante insolúvel original. A cor do denin é devida ao índigo (ou anil), o
corante vat original, um composto azul altamente insolúvel amplamente conhecido desde a
antiguidade. Esta substância possuía um preço tão elevado, que apenas a realeza podia adquirí-lo.
[1]

Corantes ácidos

Ver artigo principal: Corante ácido

Corantes ácidos são corantes aniônicos solúveis em água que são aplicados à fibras tais como
seda, lã, nylon e fibras acrílicas modificadas usando-se banhos de tingimento neutros a ácidos. A
fixação à fibra é atribuída, em grande parte, à formação de sal entre grupos aniônicos no corante
e grupos catiônicos na fibra. Corantes ácidos não são significativamente capazes de tingir fibras
celulósicas. A maior parte dos corantes para fins alimentícios cai nesta categoria.

Corantes básicos

Corantes básicos são corantes hidrossolúveis catiônicos que são principalmente aplicados a
fibras acrílicas, mas encontram algum uso para lã e seda. Normalmente ácido acético é
adicionado ao banho de tingimento para ajudar a fixação do corante sobre a fibra. Corantes
básicos são também usados na coloração de papel.

Corantes diretos
Corantes diretos ou substantivos são normalmente aplicado em um banho neutro ou levemente
alcalino, no ou próximo ao ponto de ebulição, com a adição de cloreto de sódio (NaCl) ou sulfato
de sódio (Na2SO4). Corantes diretos são usados em algodão, papel, couro, lã, seda e nylon.
Podem também ser usados como indicadores de pH e como corantes biológicos.

Aplicações
Alimentos

Ver artigo principal: Corante alimentar

Nos alimentos, os corantes são aditivos alimentares, e são identificados por um código uniforme
chamado de número E. Nem todos os materiais identificados pelo número E são corantes, mas
somente os que variam de E100 a E199.

Indústria têxtil

Atualmente os corantes tem sido muito utilizados nas confecções de produtos, principalmente da
área têxtil, assim como no tingimento de fibras, como os naturais linho, o algodão e a seda, assim
como fibras sintéticas.

Ciências biológicas

Na bioquímica, na citologia, na histologia, nas análises clínicas, na citopatologia, os corantes são


substâncias químicas que, ao entrarem em contato com as estruturas celulares, realçam
determinados compostos das células como os vacúolos ou os nucléolos. Com a sua utilização é
possível evidenciar alguns compostos das células que teriam passado despercebidas sem o
corante, como por exemplo os núcleos e algumas organelas citoplasmáticas.

Umas das categorias dos corantes são os corantes vitais, que não matam as células,
independentemente da quantidade usada e do tempo de exposição. Podem também ser letais,
usados por vezes na pesca submarina e na industria pecuária. Podem ser catiônicos (basofílicos),
aniônicos (acidofílicos), ou covalentes.

Um dos factos mais interessantes acerca dos corantes é estarem todos catalogados na base de
dados Reivax, onde a cada um é atribuído um código universal.

Os corantes podem também ser divididos em naturais e não naturais. No entanto esta designação
é bastante subjectiva uma vez que estes podem passar de uma categoria para outra com bastante
facilidade, pois o benzeno desnatura em meios ácidos e volta ao normal em meios alcalinos.
Referências
1. «Corantes - alkimia.tripod.com»[fonte confiável?]

Bibliografia
 CORANTES: A Química nas Cores[ligação inativa] Revista eletrônica do Departamento de
Química - UFSC Cláudia C. I. Guaratini e Maria Valnice B. Zanoni

Ligações externas
 CORANTES TÊXTEIS; QUÍMICA NOVA, 23(1) (2000) - www.scielo.br

https://pt.wikipedia.org/wiki/Corante

Um corante alimentar é qualquer substância adicionada ao alimento com a finalidade de


modificar sua cor. Pode ser usado tanto industrialmente quanto na culinária, como é o caso do
colorau, produzido a partir da semente de urucum.

Índice
 1 Propósito da coloração alimentar

 2 Regulação

 3 Corantes alimentares naturais

 4 Problemas de saúde

 5 Outros usos

 6 Ver também

 7 Referências

 8 Ligações externas

Propósito da coloração alimentar


As pessoas associam certas cores com determinados sabores. Por causa disso, a cor do alimento
tem a capacidade de influenciar na percepção do sabor em praticamente tudo, do doce ao vinho.
[1]
Por esta razão, as indústrias alimentícias adicionam a coloração em seus produtos. Às vezes o
objetivo é simular uma cor que seria percebida pelo consumidor como se fosse natural, como a
adição de corante vermelho a um glacê de cerejas (que na realidade teria a cor bege); mas a cor
também é usada apenas para se buscar um efeito diferente no alimento, como por exemplo o
corante utilizado na goma de mascar para deixar língua azul.

Enquanto a maioria dos consumidores já está ciente de que alimentos de cores brilhantes e pouco
naturais geralmente contêm algum tipo de corante alimentar, pouquíssimas pessoas sabem que
até mesmo alimentos "naturais" como a laranja e o salmão são também às vezes tingidos para
mascarar a variação natural de suas cores.[2] A variação de cor nos alimentos durante as estações
do ano e a conseqüência de seu processamento e armazenagem tornam comercialmente vantajoso
o intuito de se manter a cor esperada ou preferida pelo consumidor. Algumas das principais
razões para isso incluem:

 Compensar a perda de cor devida à luminosidade, ar, excesso de temperatura, umidade e


condições de armazenagem;

 Realçar cores naturalmente presentes;

 Conferir identidade aos alimentos;

 Proteger sabores e vitaminas dos danos causados pela luz;

 Propósitos decorativos.

Regulação
A segurança no uso de corantes alimentares é testada em diversos órgãos ao redor do mundo e às
vezes diferentes órgãos possuem diferentes pontos de vista sobre a segurança destes produtos.
Nos Estados Unidos, são emitidos pela FFDCA (Federal Food, Drug, and Cosmetic Act)
números aos corantes alimentares sintéticos aprovados e que não existem naturalmente, enquanto
na União Europeia, o número E é utilizado para todos os aditivos aprovados para aplicação em
alimentos. Nesse sistema de classificação, os corantes compreendem a faixa E100 até E199.

Quase todos os outros países têm suas próprias regulamentações e listas de corantes alimentares
que podem ser empregados, incluindo quais os limites máximos diários de ingestão de cada
substância.
Sementes de Urucu (Bixa orellana)

Corantes alimentares naturais


O corante caramelo (E150) é encontrado nos produtos à base de extrato de noz-de-cola. Diz
respeito aos produtos de cor castanha, mais ou menos intensa, utilizados como corantes. Não
corresponde ao produto açucarado obtido por aquecimento de açucares e que é utilizado como
aromatizante alimentar . O colorau é um pó laranja-avermelhado extraído da semente do
urucuzeiro, uma árvore natural de países da América tropical, como o Brasil. A Chlorella é verde,
e deriva das algas. O carmim é um corante derivado da cochonilha (Dactylopius coccus), um
inseto parente do pulgão. O suco de beterraba, a cúrcuma, o açafrão e as plantas do gênero
Capsicum são também utilizados como corantes. O dióxido de titânio (E171), um pó que produz
coloração branca nos alimentos, é encontrado naturalmente em minerais.

Problemas de saúde
O dióxido de titânio (E171), quando inalado, pode prejudicar a barreira hematoencefálica que
protege o cérebro de elementos tóxicos, de acordo com o CFEA (Comissariado Francês de
Energia Atômica). A exposição crônica a estas partículas poderia dar lugar a um acúmulo no
cérebro, com risco de perturbação de certas funções cerebrais. Entretanto, ele não gera risco à
saúde quando ingerido.[3]

A tartrazina (E102) é um derivado do creosoto mineral, e causa urticária em menos de 0,01% dos
que se expõem a ela.[2] A eritrosina (E127) está ligada a tumores na tireóide de ratos.[4] Alguns
alimentos coloridos artificialmente são suspeitos de causar reações que vão da hiperatividade à
depressão e sintomas parecidos com a asma em indivíduos sensíveis.

A Noruega baniu todos os produtos contendo creosoto mineral e derivados em 1978. Uma nova
legislação revogou esse banimento em 2001, depois de regulamentação da União Europeia.
Similarmente, muitos corantes aprovados pela FFDCA foram banidos da UE.

Outros usos
Pelo fato de geralmente serem mais seguros de se utilizar do que as tinturas e pigmentos
habitualmente usados em pinturas, alguns artistas têm feito uso de corantes alimentares como
forma de pintar, especialmente nas chamadas pinturas corporais.

Ver também
 Lista de aditivos alimentares

 Número E

 Azo-composto

Referências
1. Jeannine Delwiche (2004). «The impact of perceptual interactions on perceived flavor».
Food Quality and Preference. 15: 137–146

2. «FDA/CFSAN Food Color Facts». Food and Drug Administration. Consultado em 7 de


setembro de 2006.

3. [1]

4. Jpn J Cancer Res. 1988 Mar;79(3):314-9

Ligações externas
 FDA/CFSAN Food Color Facts (em inglês)

 Basic Guide to Food Color Concentrates (em inglês)

 Natural Food Colors (em inglês)

 Roha Dye Chem (em inglês)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Corante_alimentar

Os corantes são usados pelo homem desde os tempos mais primórdios. São encontradas pinturas
em cavernas que podem ter mais de 4000 anos. Os egípcios decoravam o interior dos palácios
com pinturas e até mesmo usavam maquiagens de pigmentos extraídos da natureza. Durante
algum tempo algumas cores, como o vermelho, foram símbolo da realeza. O corante que dava
essa cor era de difícil extração e muito caro, por isso apenas as pessoas de maior poder aquisitivo
poderiam usá-la.

O tempo passou e a procura por novas cores e a curiosidade do homem fez com que ele buscasse
novos corantes de mais fácil acesso. Surgiram assim os corantes sintéticos. William Henry
Perkin foi o primeiro a sintetizar um corante, e em pouco tempo sua fábrica produzia já produzia
outro corantes sintéticos. O mais utilizado hoje em dia é o Índigo, corante que dá cor ao jeans,
sintetizado pela primeira vez em 1880.

Mas o que faz com que esses compostos específico tenham cor, enquanto outro são incolores?
Esses compostos possuem a característica de absorver radiação na faixa da luz visível. Nossos
olhos conseguem detectar uma faixa de radiação que vai de 400 à 700 nanômetros. Cada cor está
relacionada com um comprimento de onda específico.

Alguns compostos orgânicos podem absorver radiação nesses comprimentos de onda de cada cor.

O que deve ser feito na pesquisa em novos corantes é procurar uma maneira de sintetizar
compostos que possam facilmente absorver radiação. Compostos com essa característica
geralmente possuem anéis aromáticos. A circulação de elétrons pelos anéis facilita a absorção.

A grande maioria de corantes possuem em sua estrutura vários anéis aromáticos que se unem por
ligações que facilitam essa circulação. Uma dessas ligações muito conhecida é a ligação azo
(dois nitrogênios ligados). Como por exemplo a Crizoidina, o primeiro corante azóico
comercializado, um azobenzeno. Esses corantes azóicos possuem uma característica muito
marcante de poder ser formados diretamente no tecido, aumentando a sua aderência. O tecido é
tratado com uma solução da molécula de acoplamento e depois mergulhado em uma solução de
sal de diazônio. Esses dois irão reagir e formarão o corante direto no tecido. Geralmente os
corantes produzidos por esse método são derivados da anilina.

Curiosidade: apesar de muitos conhecerem anilina como um sinônimo de corantes, o composto


orgânico chamado anilina (um anel benzênico ligado à NH2), é incolor podendo chegar a no
máximo um leve amarelado. Isso se dá pelo fato de não haver um grande deslocamento de
elétrons pela molécula.

Fontes:
http://www.bdtd.ufpe.br/tedeSimplificado//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=129

Arquivado em: Compostos Químicos

https://www.infoescola.com/compostos-quimicos/corantes/

A exploração da cor nunca esteve tão evidente como nos dias de hoje, e muitas
indústrias são agora direta ou indiretamente dependentes da disponibilidade de
corantes artificiais. As indústrias fabricantes e as usuárias de corantes contribuem
grandemente para a economia de qualquer país industrializado.

Neste artigo, veremos os tipos de corantes mais comuns disponíveis


comercialmente, suas interações com fibras de tecidos e as formas de caracterização
de compostos coloridos em função da estrutura molecular, com ênfase nas sínteses e
estruturas do índigo, um corante azul do tipo vat muito utilizado no tingimento de
tecidos, e do alaranjado de metila, um corante azo utilizado como indicador de pH.

A cor tem papel notadamente dominante em nossa vida diária, mas que passa
despercebido na maior parte do tempo. A maior parte da raça humana tem a habilidade
de perceber as cores, e desde a criação da civilização o homem tenta reproduzir as
cores da natureza, tanto por questões estéticas como puramente funcionais.

Corantes são materiais normalmente aplicados em solução e se fixam de


alguma maneira a um substrato, que pode ser um tecido, papel, cabelo, couro ou
outros materiais. Idealmente, os corantes devem ser estável à luz e aos processos de
lavagem. Também deve apresentar fixação uniforme com as fibras em todo o substrato.

Do ponto de vista comercial, considerável interesse vem sendo demonstrado na


avaliação teórica e empírica das relações entre cor e estrutura molecular. Este
interesse tem sido acentuado por áreas em expansão onde as cores e os corantes
agora adentram, e as relações cor-estrutura são valiosas mesmo para cientistas
trabalhando em áreas aparentemente não relacionadas. Sistemas de mostradores de
cristal líquido, sensores de radiação de alta energia e impressões coloridas a laser são
exemplos recentes dos variados usos da aplicação de corantes sintéticos.

No período anterior à metade do século XIX, os corantes eram quase sempre


isolados de fontes naturais, de origem principalmente animal ou vegetal. Naturalmente,
as propriedades de muitas destas substâncias estavam longe do ideal e este fato,
juntamente com a indisponibilidade comercial das fontes de suprimento, encorajaram a
busca por corantes sintéticos com propriedades superiores. O curioso, entretanto, é
que o primeiro corante sintético a ser produzido comercialmente foi descoberto por
acaso.

Em 1856, William Henry Perkin tentava preparar o alcalóide quinina em seu


laboratório, mas seu experimento resultou no isolamento de um corante hidrossolúvel,
que forneceu à seda

Descobertas viáveis surgiram rapidamente, e os corantes naturais foram quase


que completamente trocados pelos sintéticos no início do século XX. Hoje, virtualmente
todos os corantes e pigmentos comerciais disponíveis são substâncias sintéticas, com
exceção de alguns pigmentos inorgânicos importantes. Todos os anos centenas de
novos compostos coloridos são descritos na literatura, para uma multiplicidade de
aplicações.

Os corantes dividem-se nas seguintes categorias principais, de acordo com os


processos de tingimento aplicados:

Corantes vat;

Corantes diretos;

Corantes dispersos;

Corantes azo;

Corantes trifenilmetilênicos;

Ftalocianinas.

Corantes vat são exemplificados pelo índigo (figura 1), um composto azul
altamente insolúvel vastamente conhecido desde a antiguidade. Possuía um preço tão
elevado, que apenas a realeza podia compra-lo!

Figura 1 - Índigo

O precursor do índigo, o indoxil, ou 3-hidroxindol, está presente em uma planta


de origem indiana, a Indigofera tinctoria, ou na similar européia, Isatis tinctoria. O
indoxil é oxidado pelo oxigênio atmosférico ao índigo, provavelmente por dimerização
de um intermediário radicalar, o indol:
Figura 2: Reação de oxidação do indol formando o índigo

Oíndigo é obtido somente na formatrans,poisocorrem interações do tipo ponte


de Van der Walls entre os hidrogênios dasaminas e os oxigênios das carbonilas que
conferem maior estabilidade à molécula(figura 3). A formacisdesta mesmamolécula
nunca é obtida porque as interações entre os oxigênios dascarbonilas e os hidrogênios
das aminas causam repulsão, geando um sistema demaior energia e, portanto, não
preferencial e que se converte na formatrans.

Figura 3 - Estabilização do índigo por interações de Van der Walls

O índigo foi utilizado no Egito antes do ano 2000 a.C. Na época, era reduzido
por fermentação ao composto leuco, incolor e solúvel. O material a ser tingido era
imerso nesta solução e então exposto ao ar para oxidar a base leuco . Atualmente, o
índigo é produzido sinteticamente e reduzido à forma leuco com ditionita de sódio
(figura 4). Pode ser oxidado pela exposição ao ar ou mais rapidamente pelo uso de
agentes oxidantes como perborato de sódio. O pigmento azul insolúvel produzido é
preso entre as fibras. Esta forma de tingimento era conhecida como vatting, e deu
origem à classificação deste tipo de corante.

Figura 4 - Conversão do índigo para a forma leuco com ditionita de sódio

Corantes diretos, como o próprio nome sugere, podem ser aplicados, em


solução aquosa, diretamente sobre as fibras. Este processo é especialmente aplicável
à lã e à seda. Estas fibras são constituídas por proteínas, que possuem tanto grupos
ácidos como básicos que combinam com corantes básicos e ácidos, respectivamente.
Um exemplo é a malva (figura 5), o corante que iniciou a síntese industrial de corantes
- então conhecido como malveína, mas que atualmente não é mais utilizado.

Figura 5 - Malva - inicialmente conhecido como malveína.

Corantes dispersos são aplicados na forma de dispersões aquosas ou


suspensões coloidais que formam soluções sólidas com as fibras. Estas fibras não
possuem grupos ácidos ou básicos para fixar corantes diretos e são sensíveis à
hidrólise nas condições fortemente alcalinas do tingimento vat. Os corantes dispersos
apresentam limitações importantes - freqüentemente não apresentam resistência à
lavagem (fastness), tendem a sublimar e estão sujeitos a desaparecer com NO 2 ou
ozônio atmosférico, uma condição conhecida como branqueamento gasoso.

Corantes azo indubitavelmente constituem a classe mais importante de


substâncias que promovem cor. A versatilidade desta classe deve-se grandemente à
facilidade com que os compostos azo podem ser sintetizados, e de fato quase todas as
aminas aromáticas diazotizadas podem ser acopladas com qualquer sistema
nucleofílico insaturado para fornecer o produto azo colorido. Se o composto resultante
contiver uma amina primária, esta também pode ser diazotizada e acoplada,
fornecendo um sistema de maior conjugação. Estendendo a conjugação, ou
adicionando sistemas cíclicos maiores ou diferentes grupos doadores de elétrons, uma
larga faixa espectral de cores pode ser obtida, com quase qualquer propriedade física
ou química desejável.

Compostos monoazo insaturados possuem fórmula geral A-N=N-B, onde A e B são


sistemas insaturados cíclicos ou acíclicos conjugados ao grupo azo. Na ausência de grupos
doadores de elétrons, estes compostos são apenas fracamente coloridos, e a banda de absorção no
visível é atribuída à transição de baixa intensidade ip* do grupo azo. Se um grupo doador de
elétrons é introduzido no ramal A ou B, uma banda de absorção de alta intensidade é produzida,
normalmente na região do visível, que é normalmente associada à transferência de densidade
eletrônica do grupo doador através de todo o cromóforo. Entretanto, para produzir a máxima
intensidade de transição, normalmente alocam-se todos os grupos doadores de elétrons no
resíduo A, e todos os grupos aceptores de elétrons, se houverem, no resíduo B. Entretanto, esta
não é uma regra geral, e exceções ocorrem.

Corantes azo contendo dois grupos azo são chamados de compostos disazo, e
aqueles contendo três grupos azo são conhecidos como trisazo.
Existem milhares de corantes azo, que podem possuir um ou mais grupamentos
azo. Um exemplo clássico de corantes azo, largamente utilizado em química como
indicador de pH, é o alaranjado de metila:

Figura 6 - Alaranjado de metila.O ácido sulfônico também pode apresentar-se na forma


salina.

Asíntese de corantes azo requer a diazotização de uma amina aromático


paraser acoplada a uma amina ou fenol. Para a síntese do alaranjado de metila,parte-
se do ácido sulfanílico e da dimetilanilina.

Figura 7: Reação de formação do ácido sulfanílico diazotizado

O ácido nitroso é formado in situ pela reação de um sal de nitritro inorgânico


com ácido clorídrico:

Figura 8 - Preparação do ácido nitroso, que se converte ao íon nitrosônio em meio


ácido

Para que o ácido sulfanílico seja diazotizado faz-se necessária a adição


deuma base fraca. Para que a reação de diazotização ocorra a amina devepossuir um
par de elétrons livre. Em solução aquosa, o ácido antranílicotende a formar um sal
interno, e a adição de base recupera a amina, enquantoforma-se um sal sódico do
grupo sulfônico, aumentando a solubilidade docomposto.

Figura 9 - Disponibilização da amina para reação de diazotização

Para completar a síntese do alaranjado de metila realiza-se então a reação de


acoplamento. Primeiramente é necessário ativar a dimetilbenzamina que será acoplada
ao ácido sulfanílico diazotizado. Para tanto adiciona-se ao meio reacional uma pequena
quantidade de ácido acético glacial para que a solução mantenha-se levemente ácida.

Nas reações de acoplamento o controle de pH do meio é fundamental. O


reagente eletrofílico é o íon diazônio, ArN 2+. Quando o íon hidróxido está presente, o
íon diazônio encontra-se em equilíbrio com um composto não ionizado, o diazo-
hidróxido ou ácido diazóico, Ar-N=N-OH e, com sais, diazoatos (Ar-N=N-O -Na+) dele
derivados:

Figura 10 - Formação de ácido diazóico e do respectivo diazoato sódico, que não


fazem reação de acoplamento.

Assim, conclui-se que, pelo que toca ao agente eletrofílico, a reação de


acoplamento é favorecida por um meio com baixa concentração de íon hidróxido, ou
seja, sob pH ligeiramente ácido.

Entretanto, no que tange ao nucleófilo, duas situações podem ocorrer. Quando


o agente de acoplamento é um fenol, soluções ácidas retardam a reação, pois
deslocam o equilíbrio ácido para a direita (figura 11). O íon fenóxido reage muito mais
rapidamente que o fenol. Em meio ácido, a amina transforma-se no íon respectivo que,
devido à carga positiva sobre o nitrogênio, é relativamente pouco reativo para
substituição aromática eletrofílica (figura 12). Assim, quanto maior for a concentração
de íons hidrogênio, maior será a proporção de amina que se encontra protonada e
menor será a velocidade da reação de acoplamento.

Figura 11 - Equilíbrio iônico dos fenóis

Figura 12 - Equilíbrio iônico das aminas

Assim, reações que envolvem acoplamento de aminas devem constituir um


meio-termo. A solução não deve ser demasiadamente alcalina de modo que a
concentração do íon diazônio seja baixa, nem tão ácida de tal forma que a
concentração de amina livre seja demasiadamente pequena. Verifica-se, na prática,
que a reação de acoplamento se produz com maior eficiência em soluções
moderadamente ácidas, no caso de aminas, e em soluções moderadamente alcalinas,
no caso dos fenóis.

Assim, adicionou-se um ácido fraco, o ácido acético, ao meio para manter o pH


da solução em torno de 4 e deslocar o equilíbrio da primeira etapa elementar na figura
19 para a esquerda. Após, o sal de diazônio é adicionado e imediatamente nota-se a
formação do precipitado vermelho de heliantina.

Figura 13: Reação de acoplamento até a formação do vermelho de heliantina.

Somente quando a heliantina é formada observa-se a coloração vermelha.


Enquanto não ocorre a prototropia a deslocalização de elétrons pela molécula é
limitada a ponto de não ser suficiente para que a luz promova um salto quântico do
orbital HOMO para o LUMO mas, após a formação da heliantina, o efeito de hiper
conjugação na molécula permite que tais saltos ocorram, o que confere cor a molécula.
A hiper conjugação também é responsável pela estabilização da molécula e, por este
motivo, o equilíbrio é deslocado para a formação da heliantina. Após a formação da
heliantina, adiciona-se hidróxido de sódio até que o alaranjado de metila se forme:

Figura 14: Formação do alaranjado de metila.

Corantes trifenilmetilênicos são derivados do cátion trifenilmetílico. São corantes


básicos para lã, seda ou algodão, quando são utilizados mordentes adequados.
Figura 7 - Verde de malaquita, um corante trifenilmetilênico.

Mordentes são metais de transição que possuem capacidade de se complexar


com grupos característicos presentes nas estruturas das fibras, facilitando ou
possibilitando a fixação dos corantes. Exemplos de mordentes são os sulfatos de
cobre, ferro, alumínio e estanho.

As ftalocianinas são utilizadas como pigmentos ao invés de corantes


propriamente ditos. Um membro importante desta classe é a ftalocianina de cobre, um
pigmento azul brilhante que pode ser preparado pelo aquecimento de ftalonitrila com
íons cobre.

Nem todos os corantes são apropriados para qualquer tipo de tecido. Um


corante deve ter a propriedade de fastness - deve ligar-se firmemente às fibras do
material e ali permanecer após repetidas lavagens e também não deve clarear quando
exposto à luz. Levelness é o termo que se refere à uniformidade do corante na fibra.
Um corante level é, assim, aquele que tinge uniformemente o tecido mesmo após sua
aplicação.

A forma como um corante se liga a um tecido é um assunto extremamente


complexo, uma vez que nem todos os corantes e nem todas as fibras são equivalentes.
Um corante bom (fast e level) para lã e seda pode não tingir o algodão, por exemplo.

Para entender os mecanismos pelos quais um corante fixa-se às fibras, deve-se


possuir um bom conhecimento das estruturas tanto do corante quanto da fibra. Os
principais tipos de fibras são ilustrados na figura abaixo:
Figura 8 - Estruturas de fibras de tecidos (a) lã ou seda (polipeptídio), (b) algodão
(celulose), (c) Nylon (poliamida), (d) poliéster. Algodão, lã e seda são tecidos naturais,
enquanto que o nylon e o poliéster são sintéticos.

As duas fibras naturais, lã e seda, são muito semelhantes em suas estruturas.


Ambos são constituídos por polipeptídios, isto é, polímeros feitos de unidades de
aminoácidos. Estas estruturas possuem um grupo ácido (o ácido carboxílico) e um
básico (a amina), e tendem a ligar-se bem com a maioria dos corantes, apesar de
exceções ocorrerem, principalmente por efeitos estéricos e/ou geométricos.

Dacron (poliéster), Orlon (acrílico) e algodão (celulose) não contém muitos


grupos aniônicos ou catiônicos em suas estruturas e não são facilmente corados por
substâncias ácidas ou básicas.

Para interações fibras/corante onde não há possibilidade de ligação do tipo


ácido-base, mas que podem formar complexos com metais de transição, muitas vezes
são incorporados às fibras íons de metais determinados que fixam o corante por
complexação. Entretanto, a escolha deste mordente deve ser realizada com cautela,
uma vez que transições metal-ligante podem interferir na coloração final.

Corantes azo fixam-se às fibras que possuem grupos hidroxila por pontes de
hidrogênio. Quando o composto é um dizazo, a distância entre os grupos azo deve ser
igual, ou muito próxima, a de dois grupos hidroxila na fibra para que o tingimento seja
satisfatório. Existe ainda o tingimento in grain, onde primeiramente o tecido é imerso
em um banho contendo o sal de diazônio em seguida em outro, contendo o composto
aromático nucleofílico ativado. Assim, o corante azo é formado diretamente dentro das
fibras dos tecidos.

As origens físicas das cores receberam atenção especial desde o início do


estudo sistemático de corantes em 1856 e cedo reconheceu-se que o espectro de
absorção de um corante poderia fornecer ao menos uma indicação grosseira de sua
cor no uso prático. Durante os primeiros anos do desenvolvimento dos corantes
sintéticos, os químicos ficaram intrigados pelas relações existentes entre os espectros
de absorção e a estrutura molecular das substâncias químicas, mas antes de 1930 o
progresso nos estudos foi severamente impedido pela falta de uma teoria para o
processo de absorção de luz. Hoje, graças ao advento da teoria quântica, tratamentos
matemáticos com os mais variados níveis de sofisticação estão disponíveis para a
predição do espectro de absorção. Igualmente importantes são os tratamentos
qualitativos da absorção de luz, estimados pela teoria da ligação de valência e pelas
teorias de orbital molecular, que podem ser utilizadas para predizer qualitativamente os
efeitos que as mudanças estruturais podem causar no espectro de absorção de uma
molécula.

Quando um material interage com a radiação eletromagnética, uma série de


processos pode ocorrer, como dispersão, absorção, fluorescência/fosforescência e
reação fotoquímica. Em geral, quando utiliza-se radiação na faixa do uv-visível (180-
850nm) mede-se a absorção da radiação pelas moléculas dos compostos químicos.

Os espectros de uv-visível geralmente apresentam apenas algumas bandas de


absorção largas. Comparadas com técnicas como spectroscopia de infravermelho que
produz muitas bandas, a espectroscopia uv-visível fornece apenas poucas informações
qualitativas para identificação e caracterização de compostos, mas trata-se de técnica
extremamente útil no estudo de substâncias que promovem cor.

Para comparação da cor observada com o espectro obtido, utiliza-se a


correlação entre a cor absorvida. A cor observada é a complementar da absorvida,
conforme tabela abaixo:

Tabela 1 - Absorbâncias e cores complementares

Intervalo de Comprimento Cor Complementar


Cor Absorvida
de Onda (nm) (ou observada)

650 - 780 Vermelho Azul esverdeado

595 - 650 Laranja Verde azulado


560 - 595 Amarelo-verde Roxo

500 - 560 Verde Roxo-vermelho

490 - 500 Verde azulado Vermelho

480 - 490 Azul esverdeado Laranja

435 - 480 Azul Amarelo

380 - 435 Violeta Amarelo-verde

O espectro eletrônico tem a propriedade de revelar a energia exata necessária


para promover um elétron do HOMO (orbital molecular ocupado de maior energia) para
o LUMO (orbital molecular ocupado de menor energia) de uma molécula. Enquanto
este elétron está no LUMO diz-se que o composto está excitado, enquanto que quando
este elétron retorna para o seu estado fundamental libera exatamente a mesma energia
que foi absorvida. Esta energia, quando na região visível do espectro eletromagnético,
fornece a cor.

Algumas substâncias absorvem energia em faixas mais baixas de comprimentos


de onda, de 200 a 400nm (ultravioleta), mas outras absorvem em comprimentos de
ondas mais altos, de 400 a 800nm (visível). Os corantes são substâncias que
absorvem energia de comprimentos de onda na faixa do visível. As transições que
ocorrem na região do visível são de mais baixa energia que aquelas que ocorrem na
região do ultravioleta. Assim, substâncias que possuem um grande número de
conjugações e que permitem a deslocalização de elétrons por toda sua estrutura, em
geral, possuem cor.

As transições na faixa do visível são de menor energia porque o HOMO e o


LUMO estão mais próximos um do outro. São justamente as conjugações que
provocam esta diminuição na distância entre o HOMO e o LUMO, pois a deslocalização
e carga diminui a energia do sistema. Portanto, apesar da absorção da radiação uv-
visível resultar em uma transição eletrônica, a absorção de comprimentos de onda
característicos por uma molécula é determinada por seus grupos funcionais - doadores
ou retiradores de elétrons - e da capacidade de deslocalização de carga.

http://alkimia.tripod.com/corantes.htm
Corantes e pigmentos abrange os aspectos científicos e técnicos da química e da física de
corantes, pigmentos e seus intermediários. A ênfase é colocada sobre as propriedades do matérias
corantes-se, em vez de sobre as suas aplicações ou o sistema em que possam ser aplicados.
Existem diferenças fundamentais entre corantes e pigmentos. Corantes – Definição Os corantes
são apenas substâncias orgânicas intensamente coloridos ou fluorescentes que conferem cor, a
um substrato por absorção seletiva de luz. Eles são solúveis e / ou de passar por um processo de
aplicação com a qual, pelo menos temporariamente, destroem qualquer estrutura cristalina por
absorção, solução, e a retenção mecânica, ou por ligações químicas covalentes ou iónicas.
Pigmentos – Definição Pigmentos são coloridos, preto, branco ou fluorescente dos sólidos
orgânicos ou inorgânicos em partículas que geralmente são insolúveis em, e principalmente física
e química inalterados através, do veículo ou substrato no qual eles estão incorporados. Eles
alteram a aparência através absorção seletiva e / ou através de espalhamento de luz. Os
pigmentos são geralmente dispersos em veículos ou substratos para a aplicação, como por
exemplo no fabrico ou tintas, tintas, plásticos ou outros materiais poliméricos. Pigmentos retêm
um cristal ou estrutura de partículas durante todo o processo de coloração. Corantes e Pigmentos
– História Corantes e Pigmentos Corantes e Pigmentos O homem utiliza as cores há mais de 20
mil anos. O primeiro corante a ser conhecido pela humanidade foi o Negro-de-Fumo (Carbon
Black). Por volta de 3.000 a.C., foram produzidos alguns corantes inorgânicos sintéticos, como o
Azul Egípcio. Sabe-se que os caçadores do Período Glacial pintavam, com fuligem e ocre, as
paredes das cavernas reservadas ao culto, criando obras que resistem há milênios. Com o tempo,
muitos corantes naturais foram sendo descobertos. O vermelho das capas dos centuriões romanos
era obtido de um molusco chamado Murex, um caramujo marinho. Outro corante também muito
utilizado era o índigo natural, conhecido desde os egípicios até os bretões, extraído da planta
Isatis tinctoria. O primeiro corante orgânico sintetizado com técnica mais apurada foi o Mauve,
obtido em 1856, por William H. Perkin. O cientista trabalhava em seu laboratório caseiro,
estudando a oxidação da fenilamina, também conhecida como anilina, com dicromato de
potássio (K2Cr2O7). Certa vez, ao fazer a reação entre estes compostos, obteve um resultado
surpreendente. Após jogar fora o precipitado, resultante da reação, e lavar os resíduos do frasco
com álcool, Perkin admirou-se com o aparecimento de uma bonita coloração avermelhada. Ele
repetiu a reação, sob as mesmas circunstâncias, e obteve de novo o corante, ao qual chamou de
Púrpura de Tiro e que, posteriormente, passou a ser denominado pelos franceses de Mauve.
Imediatamente, Perkin patenteou sua descoberta e, com ajuda financeira do pai e do irmão,
montou uma indústria de malva. Após essa descoberta, houve uma corrida dos químicos para
conseguir sintetizar outros corantes. Para dar apoio à sua indústria, Perkin montou um amplo
laboratório de pesquisa onde conseguiu sintetizar outros corantes. Pode-se ter uma idéia do
impacto que foi a descoberta do corante sintético Mauve, pelo fato de ainda hoje se utilizar o
termo “anilina” para designar qualquer substância corante, apesar da anilina em si não ser um
corante, mas sim o ponto de partida para a elaboração de corantes. No fim do século XIX,
fabricantes de corantes sintéticos estabeleceram-se na Alemanha, Inglaterra, França e Suíça,
suprindo as necessidades das indústrias que, na época, fabricavam tecidos, couro e papel. Nos
anos de 1994 e 1995, as grandes corporações implantaram unidades fabris próprias ou em
parcerias com fabricantes locais em diversos países asiáticos, como China, Índia e Indonésia.
Corantes e Pigmentos – Classificação Corantes e Pigmentos Tendo em vista que corantes,
pigmentos e branqueadores ópticos são compostos complexos, muitas vezes é impossível
traduzi-los por uma fórmula química – alguns são misturas de vários compostos e outros não
possuem estrutura química definida. Por esse motivo, a nomenclatura química usual raramente é
usada, preferindo-se utilizar os nomes comerciais. Para identificar os mesmos corantes,
comercializados com diferentes nomes, utiliza-se o Colour Index (CI), publicação da American
Association of Textile Chemists and Colorists e da British Society of Dyers and Colorists, que
contém uma lista organizada de nomes e números para designar os diversos tipos. Exemplo: Tipo
de Corante: Disperso Antraquinona Nome Sistemático: 1-(2-Hidroxietilamino)-4-
metilaminoantraquinoma Nome Comum: Fast Blue FFR Nomes Comerciais: Altocyl Brilliant-
Blue B; Artisil Direct Blue BSQ; Calcosyn Sapphire Blue R; Cibacete Brilliant Blue BG CI
Nome: Disperse Blue 3 CI Número: 61505 Os números de Colour Index são atribuídos quando a
estrutura química é definida e conhecida. CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO AS CLASSES
QUÍMICAS Os corantes e pigmentos podem ser classificados de acordo com as classes químicas
a que pertencem e com as aplicações a que se destinam. Pelo Colour Index, os corantes e
pigmentos podem ser classificados em 26 tipos, segundo os critérios das classes químicas, e em
20 tipos, além de algumas subdivisões, do ponto de vista das aplicações. Na Nomenclatura
Comum do Mercosul (NCM), estão classificados nas posições 3204; 3205; 3206 e 3207.
CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO AS CLASSES QUÍMICAS Classe Classificação por aplicação
Acridina Básicos, pigmentos orgânicos Aminocetona À tina, mordentes Antraquinona Ácidos,
mordentes, à tina, dispersos, azóicos, básicos, diretos, reativos, pigmentos orgânicos Ao enxofre
Enxofre, à cuba Azina Ácidos, básicos, solventes, pigmentos orgânicos Azo Ácidos, diretos,
dispersos, básicos, mordentes, reativos Azóico Básicos, naftóis Bases de oxidação Corantes
especiais para tingimento de pelo, pelegos, cabelos Difenilmetano Ácidos, básicos, mordentes
Estilbeno Diretos, reativos, branqueadores ópticos Ftalocianina Pigmentos orgânicos, ácidos,
diretos, azóicos, à cuba, reativos, solventes Indamina e Indofenol Básicos, solventes Indigóide À
tina, pigmentos orgânicos Metina e Polimetina Básicos, dispersos Nitro Ácidos, dispersos,
mordentes Nitroso Ácidos, dispersos, mordentes Oxazina Básicos, mordentes, pigmentos
orgânicos Quinolina Ácidos, básicos Tiazina Básicos, mordentes Tiazol Branqueadores ópticos,
básicos, diretos Triarilmetano Ácidos, básicos, mordentes Xanteno Ácidos, básicos, mordentes,
branqueadores ópticos, solventes CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO A UTILIZAÇÃO POR
SUBSTRATO Classe Principais campos de aplicação Branqueadores ópticos Detergentes, fibras
naturais, fibras artificiais, fibras sintéticas, óleos, plásticos, sabões, tintas e papel Corantes À
Cuba Sulfurados Fibras naturais e fibras artificiais À Tina Fibras naturais Ácidos Alimentos,
couro, fibras naturais, fibras sintéticas, lã e papel Ao Enxofre Fibras naturais Azóicos Fibras
naturais, fibras sintéticas Básicos Couro, fibras sintéticas, lã, madeira e papel Diretos Couro,
fibras naturais, fibras artificiais e papel Dispersos Fibras artificiais e fibras sintéticas Mordentes
Alumínio anodizado, lã, fibras naturais e fibras sintéticas Reativos Couro, fibras naturais, fibras
artificiais e papel Solventes Ceras, cosméticos, gasolina, madeira, plásticos, solventes orgânicos,
tintas de escrever e vernizes Pigmentos Orgânicos Tintas gráficas, tintas e vernizes, estamparia
têxtil, plásticos Pigmentos Inorgânicos Tintas gráficas, tintas e vernizes, estamparia têxtil,
plásticos APLICAÇÕES USOS DE CORANTES, PIGMENTOS E BRANQUEADORES
ÓPTICOS PIGMENTOS ORGÂNICOS A característica funcional desses materiais é somente o
fornecimento de cor ao sistema. Por esse motivo, sua aplicação é extremamente difundida nos
diferentes materiais e substratos. São materiais orgânicos sintéticos, obtidos por meio de sínteses
químicas, partindo-se do petróleo ou carvão. Quando se trata de coloração de materiais
submetidos ou processados a temperaturas muito altas, como é o caso de cerâmicas e vidros,
devem ser utilizados os pigmentos inorgânicos. No entanto, nas demais aplicações em materiais e
produtos de nosso cotidiano, eles são extensamente utilizados. Por exemplo: Tintas e vernizes
empregados nas indústrias automotivas, de construção civil e diversos produtos industriais.
Tintas Gráficas destinadas a diferentes substratos como: filmes plásticos (outdoors), papel
(revistas e jornais), metais (indústria de bebidas), etc. Plásticos e polímeros destinados a produtos
corriqueiros, como brinquedos, utilidades domésticas, equipamentos eletroeletrônicos ou
produtos tecnologicamente mais exigentes, como acabamentos internos e partes de automóveis;
peças e componentes de veículos, aviões, satélites, entre outros Outros campos de aplicação são:
materiais de escritório, cosméticos e domissanitários, fertilizantes e sementes, sabões e
detergentes. São, ainda, bastante aplicados nos campos têxteis e de couros. A versatilidade de
aplicações deve-se à possibilidade de obtenção de pigmentos orgânicos não só de todas as
nuances de cores, como também de todos os níveis de resistência solicitados pelos materiais
onde serão aplicados. Além disso, eles são materiais não poluentes. PIGMENTOS A BASE DE
ÓXIDO Os pigmentos a base de óxido possuem a seguinte constituição química: Tabela 1.
Demonstrativo dos produtos mais comuns à base de óxido. Cor Componente Fórmula Variações
de Cor Amarelo Vermelho Óxido de ferro III a – Fe2O3 Amarelo – Azul Amarelo Hidróxido de
Ferro a – FeOOH Verde – Vermelho Preto Óxido de ferro II e III Fe3O4 Azul – Vermelho
Marrom Óxido de ferro Misturas Verde Óxido de Cromo Cr2O3 Azul – Amarelo Azul Óxido de
Cobalto Co(Al,Cr)2O4 Vermelho – Verde Eles são largamente utilizados no mercado por
algumas de suas características: Opacidade elevada; Alto poder de cobertura; Facilidade de uso;
Ótima relação custo/benefício; Possibilidade de produtos Micronizados e Baixa Absorção de
Óleo. Os óxidos, por sua forte ligação química metálica, possuem resistência extremamente forte
à luz. Isto também se dá devido à ligação do íon ferro ser a mais estável, ou seja, sua oxidação
garante uma estabilidade que, em condições normais, não é quebrada. Em índices comparativos,
os óxidos têm resistência à luz de 8, em pleno e em corte. O pH dos óxidos pode variar e suas
aplicações são diversas. No entanto, em geral, são utilizados em sistemas base solvente, água,
plásticos, fibras e construção civi,l entre outras aplicações. Devido à alta opacidade e poder de
cobertura, são comumente utilizados em combinação com outros pigmentos orgânicos e corantes
para “dar fundo” e reduzir custos de formulações. Existem ainda alguns óxidos amarelos que são
constituídos por Fe.ZnO, Fe(MnO4), que são produtos especiais para altas resistências térmicas,
especialmente desenvolvidos para o mercado de plásticos. Os óxidos naturais (em geral de ferro)
são produtos diferentes dos óxidos sintéticos. Eles mantêm as propriedades químicas dos
mesmos, porém, mesmo existindo produtos com excelente qualidade, em geral, possuem teor de
Fe2O3 (como é medido o teor de óxidos) em proporção menor e contaminantes. Tabela 2.
Comparativo entre os óxidos naturais e sintéticos Natural Sintético Minério processado Processo
Químico Baixo teor de Fe2O3 Alto teor de Fe2O3 Alto consumo de Produto Baixo consumo de
Produto Alto teor de impurezas Baixo teor de impurezas Custo mais baixo Custo mais alto
Opacidade mais baixa Opacidade mais alta Poder colorístico menor Poder colorístico maior
Saturação de cor menor Saturação de cor maior Estável ao concreto e intempéries Estável ao
concreto e intempéries Limitações Colorimétricas Alto range colorimétrico AMARELOS DE
CROMO E ALARANJADOS DE MOLIBDÊNIO Os pigmentos de amarelos de cromo são
constituídos de cromato de chumbo e/ou de uma solução sólida de cromato de chumbo e sulfato
de chumbo, em proporções diferentes, de acordo com a coloração que se deseja. O Amarelo
Primerose é o mais esverdeado de todos, passando para os amarelos de cromo claro e limão, e
em seguida para o amarelo de cromo médio, o qual tem tonalidade avermelhada. Os pigmentos
de Laranja de Molibdênio são constituídos de uma solução sólida de cromato de chumbo, sulfato
de chumbo e molibdato de chumbo. Sua tonalidade varia desde laranja amarelado até laranja
avermelhado, com subtom azulado. A tonalidade é dada pelo tamanho das partículas do pigmento
– quanto mais azulado, maior elas são. Existem dois tipos de pigmentos, os normais e os
resistentes ao dióxido de enxofre (SO2). A resistência é proporcionada por tratamento efetuado o
processo de produção. Os pigmentos amarelos de cromo e laranja de molibdênio são utilizados
em tintas e plásticos. O amarelo é utilizado também em tintas de demarcação viária.
CORANTES TÊXTEIS Corantes têxteis são compostos orgânicos cuja finalidade é conferir a
uma certa fibra (substrato) determinada cor, sob condições de processo preestabelecidas. Os
corantes têxteis são substâncias que impregnam as fibras de substrato têxtil, reagindo ou não com
o material, durante o processo de tingimento. Os componentes têxteis que controlam a fixação da
molécula cromofórica ao substrato constituem a base para que ocorra a divisão de corantes
têxteis em categorias. Exige-se, para cada tipo de fibra, uma determinada categoria de corante.
Para as fibras celulósicas, como o algodão e o rayon, são aplicados os corantes reativos, diretos,
azóicos, à tina e sulfurosos. No caso das fibras sintéticas, deve-se distinguir entre as fibras e os
corantes aplicados, principalmente no caso de: Poliéster – corantes dispersos; Acrílicos –
corantes básicos; e Nylon (poliamida) – corantes ácidos. Restam, ainda, fibras menos
importantes no mercado brasileiro como a seda, para a qual são aplicados corantes reativos, e a
lã, que recebe corantes ácidos e reativos. Outros critérios, além da afinidade por uma certa fibra
têxtil, influenciam na aplicação de um determinado corante. O processo de tingimento é um dos
fatores. Em sua maioria, esses processos podem ser divididos em categorias (contínuo,
semicontínuo e por esgotamento), o que define a escolha do corante adequado. São também
fatores decisivos para a seleção do corante adequado as características técnicas que se quer
atingir em matérias de solidez como, por exemplo, à luz, à fricção, ao suor, etc. A utilização de
corantes no Brasil concentra-se, principalmente, nos corantes reativos para fibras celulósicas, que
hoje respondem por 57% do mercado, seguidos pelos corantes dispersos, com 35%, poliamida,
com 3% e acrílico, com 2 %. BRANQUEADORES ÓTICOS Desde os tempos remotos, o
homem busca reproduzir um branco puro. Ele gostaria de poder comparar a aparência amarelada
dos seus artigos brancos – principalmente no caso dos têxteis – à brancura da neve e das nuvens
em movimento. Ele se esforçava, assim como em muitas outras situações, a imitar os exemplos
da natureza. Diferentemente de corantes ou pigmentos, que incorporam a cor ao substrato
tratado, branqueadores óticos ou agentes de branqueamento fluorescentes são compostos
orgânicos incolores ou pouco coloridos que, em solução ou aplicados a um substrato, absorvem
luz, na região próxima ao ultravioleta do espectro (340-380 nm), e reemitem a maior parte da
energia absorvida como luz fluorescente violeta-azulada, na região visível entre 400 e 500 nm. O
resultado é que os materiais aos quais são aplicados parecem, ao olho humano, menos
amarelados, mais brilhantes e mais brancos. Não são, portanto, matérias corantes “brancas”,
como, por exemplo, os pigmentos à base de dióxido de titânio, largamente usado em tintas e
aplicações semelhantes; nem devem ser confundidos com alvejantes químicos como, por
exemplo, peróxido de hidrogênio ou hipoclorito de sódio, muito utilizados para branquear
celulose e têxteis de algodão. Os primeiros branqueadores óticos eram fabricados à base de
cumarina, mas atualmente os principais tipos de branqueadores óticos usados industrialmente são
derivados estilbênicos, obtidos pela condensação de cloreto cianúrico com ácido diamino-
estilbeno-dissulfônico, seguido de condensação sucessiva com outras aminas. Outros tipos são
derivados de distirilo-bifenila, de benzoxazol-tiofenina, etc. Os branqueadores óticos
representam, hoje em dia, parte importante do sortimento da maioria dos fabricantes de corantes,
e existem no mercado mundial mais de 2,5 mil marcas, representando mais de 200 produtos,
pertencentes a mais de 15 grupos com unidades químicas. O consumo mundial é estimado em
mais de 200 mil toneladas, distribuídas entre as seguintes principais aplicações: Detergentes para
lavagem doméstica 40% Papel 30% Têxtil 25% Fibaras e plásticos 5% Os campos de aplicação
dos branqueadores óticos são variados e, mesmo que muitas pessoas não saibam, eles fazem
parte da vida diária de qualquer consumidor moderno, pois estão presentes em uma infinidade de
produtos de consumo: Papéis Têxteis de fibras naturais e sintéticas Detergentes em pó e líquidos
para lavar roupas Sabões em barras Termoplásticos moldados Laminados e filmes Tintas e
vernizes Tintas de impressão Couro sintético Soluções para processamento de fotografia
Adesivos Fibras. Fonte: www.colour-index.com/www.abiquim.org.br

Leia mais em: https://www.portalsaofrancisco.com.br/quimica/corantes-e-pigmentos


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TIXICIDADE

Corantes: um perigo colorido


24 de julho de 2015 por Luiz Jacques

Colorir os alimentos a fim de atrair os consumidores é uma uma estratégia muito utilizada pela
indústria – principalmente para atrair o público infantil. Mas será que o uso desses corantes
artificiais é seguro? Por definição, os corantes são substâncias que, ao serem adicionadas aos
alimentos, provocam alteração em sua cor, não apresentando nenhum valor nutricional.

Corantes: um perigo colorido

Por Ada Bento, Camila Araújo e Camila Leão.

Colorir os alimentos a fim de atrair os consumidores é uma uma estratégia muito utilizada pela
indústria – principalmente para atrair o público infantil. Mas será que o uso desses corantes
artificiais é seguro?

Por definição, os corantes são substâncias que, ao serem adicionadas aos alimentos, provocam
alteração em sua cor, não apresentando nenhum valor nutricional.

Segundo a Resolução – CNNPA nº 44, de 1977, a legislação brasileira sobre o assunto, a


classificação dos corantes empregados em bebidas e alimentos ocorre da seguinte forma:
O uso dos corantes artificiais pela indústria pode ser explicado, por essas subtâncias serem mais
baratas, estaveis e mais brilhantes do que a maioria dos corantes naturais, porém deve-se ter
atenção aos efeitos na saúde que podem acarretar. Nos últimos anos, foram encontrados mais
riscos no consumo de corantes artificiais do que em qualquer outro aditivo.

Segundo a ANVISA, estudos toxicológicos mostram que corantes não fazem mal à saúde se
usados nos limites definidos pela legislação. Por outro lado, ainda existem controvérsias quanto
aos seus malefícios – ainda mais se pensarmos no exagerado consumo de produtos
industrializados que ocorre atualmente, em especial, por crianças.

Vale ressaltar que as crianças apresentam maior suscetibilidade às reações adversas provocadas
pelos aditivos alimentares (como os corantes e conservantes), uma vez que ainda apresentam
imaturidade fisiológica, que prejudica o metabolismo e a excreção dessas substâncias. Além
disso, a criança não tem capacidade cognitiva para controlar o consumo desse tipo de substância,
como um adulto faria (ou deveria fazer).
Estudos recentes mostram que os corantes artificiais podem estar relacionados com o
desenvolvimento de câncer, alergias e déficit de atenção/hiperatividade em crianças. Desta
forma, existem motivos de sobra para que a presença de corantes seja destacada no rótulo dos
alimentos e medicamentos, especialmente os voltados ao público infantil.

A indústria vem reconhecendo essa nova demanda da população por produtos menos artificiais e,
por isso, cada vez mais está se voltando para o uso de corantes de origem natural – que podem
ser obtidos de plantas, animais ou insetos.

No que diz respeito à legislação de corantes alimentícios no Brasil, esta se apresenta de forma
mais permissiva que a dos Estados Unidos, Áustria e Noruega – tanto, que muitas substâncias
aqui usadas são proibidas nesses países. Na Europa, já existe uma legislação que obrigada os
produtos com corantes artificiais, a colocar um aviso sobre os mesmos no rótulo.

Por isso, fique de olho na embalagem do produto! Entre alguns dos principais efeitos associados
a cada tipo de corante estão:

 Amarelo crepúsculo – Reações anafilactoides, angioedema, choque anafilático,


vasculite e púrpura. Reação cruzada com paracetamol, ácido acetilsalicílico,
benzoato de sódio (conservante) e outros corantes azoicos como a tartrazina. Pode
provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio.
Banido na Finlândia e Noruega.

 Amarelo quinolina – Suspeito de causar hiperatividade em crianças quando


associado ao benzoato de sódio.
 Amarelo tartrazina – Reações alérgicas como asma, bronquite, rinite, náusea,
broncoespasmo, urticária, eczema, dor de cabeça, eosinofilia e inibição da
agregação plaquetária à semelhança dos salicilatos. Insônia em crianças associada
à falta de concentração e impulsividade. Reação alérgica cruzada com salicilatos
(ácido acetilsalisílico), hipercinesia em pacientes hiperativos. Pode provocar
hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. No Brasil, nos
EUA e na Inglaterra seu uso deve ser indicado nos rótulos.

 Azul brilhante – Irritações cutâneas e constrição brônquica, quando associado a


outros corantes. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Noruega, Suécia e
Suíça.

 Vermelho 40 – Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao


benzoato de sódio. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Dinamarca,
Suécia e Suíça.

 Vermelho ponceau 4R – Relacionado a anemia e doenças renais, associado a


falta de concentração e impulsividade e pode provocar hiperatividade em crianças
quando associado ao benzoato de sódio. Banido nos EUA e na Finlândia.

 Vermelho eritrosina – Suspeito de causar câncer de tireoide em ratos. Banido


nos EUA e na Noruega.

 Vermelho bordeaux (mistura de amaranto e azul brilhante) – Crises asmáticas


e eczemas. Banido nos EUA, na Áustria, Noruega e Rússia.

Fonte: Idec.

Nesse sentido, para tentar oferecer opções de preparo/consumo de alimentos coloridinhos, mas
sem uso de corantes artificiais, encontramos esse vídeo do Dulce Delight que ensina a preparar
corantes naturais em casa, com uso de frutas e vegetais!

– IR PARA O PROGRAMA 22 DOS 40 QUE ESTÃO ABAIXO – Olha que legal:

Substâncias corantes em alimentos são amplamente utilizadas, especialmente para os vendedores, para
despertar o gosto dos compradores. Em alimentos embalados, bolos, ou mesmo bebida, cores brilhantes
pode cativar, especialmente crianças, para comê-los.

O uso de corantes sintéticos que são certificados pelo governo, e usado de acordo com as regras, não é
realmente perigoso. Infelizmente, alguns desonestos sem escrúpulos então produzir corantes sintéticos
ilegais, tais como corantes de têxteis para ser misturado no alimento.

Aqui estão algumas doenças que podem ser causadas por corantes alimentares sintéticos ilegais:
1. A rodamina-B causa insuficiência da função hepática ou câncer de fígado.

2. tartrazina e amarelo causar tumores Methanil no rim e adrenal.

3. O amarelo e o carmim da quinoleína causam hiperatividade na criança e podem causar reações


alérgicas.

4. A eritose causa tumor da tiróide.

5. O amaranto causa câncer, envenenamento, para acelerar a morte.

Se você encontrar comida com cores impressionantes, houve um pouco de sabor amargo, especialmente
em embalagens de bebidas, aparece coceira na garganta depois de comer, ou quando consumidos
corante ligado à pele, ou língua, em seguida, o alimento suspeito de corantes sintéticos ilegais
misturados.

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Home » Farmasi » Kimia » 5 Bahaya Zat Pewarna Makanan bagi Tubuh Manusia

5 Bahaya Zat Pewarna Makanan bagi Tubuh


Manusia
Bahan tambahan makanan adalah tambahan berbagai zat pada makanan untuk menambah
kegunaan dari makanan itu sendiri. Penggunaan bahan tambahan makanan selama ini sering
dijadikan alternatif untuk kegiatan komersial agar makanan lebih mudah terjual. Bahan tambahan
makanan sendiri terdiri atas tambahan makanan dari bahan alami dan dari bahan kimia.

Jenis Bahan Tambahan Makanan

 Antioksidan

Antioksidan tidak hanya dikenal dalam dunia kesehatan saja. Antioksidan juga sering digunakan
sebagai bahan tambahan makanan agar makanan menjadi lebih awet. Biasanya bahan tambahan
makanan ini diberikan pada jenis-jenis makanan kaleng. Adapun yang termasuk ke dalam jenis
antioksidan pada makanan adalah BHA, BHT, THBP, TBHQ, NDGA, dan garam EDTA.

Artikel terkait : Akibat Kelebihan Antioksidan bagi Tubuh Manusia

 Pengatur Keasaman

Pengatur keasaman sering ditambahkan pada berbagai jenis makanan untuk menurunkan pH
makanan, tujuannya adalah untuk mencegah tumbuhnya berbagai jenis mikroorganisme pada
makanan yang diawetkan. Beberapa jenis zat pengatur keasaman yang sering digunakan pada
makanan adalah asam asetat, asam laktat, asam sitrat, asam fumalat, asam suksinat, asam
malat, dan asam tatrat.

 Pemanis Buatan

Pemanis buatan sering digunakan untuk menambah tingkat kemanisan dari suatu makanan.
Biasanya harganya lebih terjangkau dan memberikan hasil yang lebih manis dibandingkan gula
pasir. Pemanis tambahan yang sering digunakan untuk tambahan makanan adalah sakarin dan
siklamat. Pemanis buatan dapat menurunkan resiko diabetes, namun pemanis buatan dengan
jenis siklamat merupakan jenis pemanis yang bersifat karsinogenik sehingga bisa menyebabkan
kanker.

Artikel terkait : Bahaya Sakarin untuk Kesehatan

 Pengawet

Pengawet makanan ditambahkan agar makanan tidak mudah diserang berbagai jenis
mikroorganisme, jamur, atau bakteri yang dapat membuat makanan menjadi cepat basi. Natrium
benzoat, natrium nitrat, asam sitrat, dan asam sorbat adalah jenis-jenis tambahan pengawet
yang disertakan dalam makanan.

Artikel terkait : Bahaya Pengawet Makanan Hingga Menyebabkan Kematian

 Pewarna Makanan

Pewarna makanan sering dijadikan sebagai bahan tambahan pada makanan agar bentuk visual
dari makanan menjadi lebih menarik. Bahan pewarna makanan dapat diperoleh secara alami dan
sintesis. Hingga saat ini, sekitar 90% zat pewarna sintesis digunakan oleh pabrik-pabrik makanan
agar tampilan makanan yang dijual menjadi lebih menarik.

 Pengental

Seperti dengan namanya, pengental makanan berguna untuk membuat makanan menjadi lebih
kental. Biasanya zat pengental ini akan dicampurkan bersama dengan air. Adapun beberapa jenis
pengental makanan yang sering digunakan adalah pati, gelatin, dan gum.

 Pengemulsi

Pengemulsi berguna untuk mempertahankan dispersi lemak di dalam air maupun sebaliknya.
Sebagai contohnya adalah pengemulsi dalam mayonaise. Jika tidak diberi pengemulsi, lemak di
dalam mayonaise akan terpisah dengan air. Beberapa contoh pengemulsi yang sering digunakan
adalah kuning telur, gom arab, dan gliserin.

Itulah beberapa jenis tambahan makanan yang biasanya sering kita konsumsi. Untuk
menghindari resiko zat tambahan makanan yang bersifat karsinogen maka ada baiknya Anda
selalu memperhatikan jenis pengawet apa yang digunakan pada makanan yang Anda konsumsi.

Baca juga :

 Jenis Makanan Berbahaya yang Beredar di Masyarakat

 Bahaya Makanan Ringan Snack

Bahaya

Sebagian besar pewarna makanan yang disertakan pada berbagai jenis makanan jadi adalah jenis
pewarna makanan buatan (sintesis). Bahkan diatas telah disebutkan bahwa sekitar 90% industri
makanan menggunakan tambahan pewarna makanan sintesis untuk membuat tampilan makanan
menjadi lebih menarik. Sayangnya, banyak konsumen yang tidak memperhatikan efek samping
yang bisa ditimbulkan oleh pewarna makanan sintesis tersebut. Berikut ini beberapa jenis bahan
pewarna makanan sintesis beserta bahaya yang bisa disebabkan oleh pewarna makanan tersebut :
1. Tartrazine (E102 atau Yellow 5)

Bahan pewarna ini biasanya memberikan warna kuning. Biasanya tartrazine digunakan dalam
beberapa jenis makanan dan obat-obatan. Tartrazine dapat berakibat pada hiperaktivitas pada
anak. Selain itu, bahan pewarna makanan ini dapat menimbulkan dampak secara langsung seperti
ruam pada kulit, asma, hidung meler, kulit lebam, dan anafilaksis sistemik. Biasanya dampak
seperti itu akan lebih beresiko terhadap penderita asma dan orang-orang yang sensitif terhadap
aspirin.

Artikel terkait : Makanan Sehat untuk Kulit dan Tubuh

2. Sunset Yellow (E110, Orange Yellow S atau Yellow 6)

Sunset Yellow biasanya ditambahkan pada es krim, jus, ikan kaleng, jelly, keju, dan minuman
bersoda. Beberapa efek samping yang dapat ditimbulkan oleh pewarna makanan ini adalah
urtikaria, rinitis, alergi, hiperaktivitas, sakit perut, mual, dan muntah. Studi juga telah
membuktikan bahwa asupan pewarna makanan jenis ini dapat meningkatkan resiko terkena
kanker dan kerusakan kromosom.

3. Ponceau 4R

Beberapa jenis makanan yang sering mengandung pewarna ini adalah selai, kue, agar-agar, dan
minuman ringan. Ponceau 4R bisa menyebabkan hiperaktivitas pada anak-anak. Selain itu,
pewarna ini juga bersifat karsinogenik sehingga memicu penyakit kanker. Beberapa negara
seperti Amerika Serikat, Finlandia, dan Norwegia telah melarang penggunaan jenis pewarna
makanan ini.

4. Allura Red (E129)

Jenis pewarna makanan ini akan memberikan warna merah pada makanan. Biasanya pewarna
makanan ini digunakan pada permen dan minuman ringan. Di beberapa negara seperti Belgia,
Perancis, Jerman, Swedia, Austria dan Norwegia penggunaan allura red telah dilarang karena
menimbulkan efek samping yang berbahaya seperti ruam dan gatal-gatal pada kulit. ( baca : Obat
Gatal Pada Kulit )

5. Quinoline Yellow (E104)

Jenis pewarna quinoline yellow sering digunakan dalam es krim dan beberapa produk minuman
berenergi ( baca : Efek Bahaya Minuman Energi yang Mematikan ). Di beberapa negara seperti
Jepang dan Amerika Serikat penggunaan jenis pewarna ini sudah dilarang karena dapat
menimbulkan hiperaktifitas dan meningkatkan serangan asma.

Itulah beberapa bahaya zat pewarna makanan berdasarkan jenisnya yang bisa menyebabkan
berbagai dampak negatif. Untuk itu, mulai sekarang Anda wajib membaca bahan pembuat pada
produk makanan yang Anda konsumsi. Jika makanan yang Anda beli ternyata mengandung
berbagai jenis pewarna di atas maka usahakan untuk mengganti dengan jenis makanan lain yang
mengandung pewarna makanan yang tergolong tidak berbahaya. Beberapa jenis pewarna
makanan yang sering kita jumpai dalam produk-produk makanan adalah tartrazin, kuning
kuinolin, kuning FCF, karmoisin, ponceau, eritrosin, merah allura, indigotin, biru berlian FCF,
hijau FCF, dan cokelat HT. Beberapa jenis pewarna makanan tersebut memang diizinkan untuk
dikonsumsi, hanya saja harus dibatasi karena masih sangat mungkin menimbulkan berbagai efek
samping.

Jika Anda hendak menggunakan bahan pewarna makanan, maka usahakan gunakanlah pewarna
makanan yang alami seperti kunyit, daun suji, dan sebagainya. Jika tidak, Anda bisa melihat pada
Peraturan Menteri Kesehatan Republik Indonesia No.033 Tahun 2012 tentang Bahan Tambahan
Pangan, bahwa daftar pewarna alami yang diperbolehkan adalah kurkumin, riboflavin, karmin
dan ekstrak cochineal, klorofil, karamel, karbon tanaman, beta-karoten, ekstrak anato,
karotenoid, merah bit, antosianin, dan titanium dioksida.

https://informasisehat.wordpress.com/2009/05/21/bahaya-zat-pewarna-pada-makanan/

PORTUGES
Os aditivos alimentares são substâncias adicionais nos alimentos para complementar a utilidade
do próprio alimento. O uso de aditivos alimentares durante este período é frequentemente usado
como uma alternativa às atividades comerciais para tornar os alimentos mais facilmente
vendidos. Os próprios aditivos alimentares consistem em aditivos alimentares a partir de
ingredientes naturais e de produtos químicos.

Tipos de aditivos alimentares


• antioxidantes
Antioxidantes não são apenas conhecidos no mundo da saúde. Antioxidantes também são
frequentemente usados como aditivos alimentares para tornar os alimentos mais duráveis.
Geralmente estes aditivos alimentares são dados em alimentos enlatados. Quanto aos tipos de
antioxidantes em alimentos são BHA, BHT, THBP, TBHQ, NDGA e sal EDTA.
Artigos relacionados: Devido às vantagens dos antioxidantes para o corpo humano

• regulador de acidez
Os regimes de acidez são frequentemente adicionados a vários alimentos para diminuir o pH dos
alimentos, sendo o objetivo impedir o crescimento de vários tipos de microorganismos na
comida preservada. Alguns tipos de reguladores de acidez que são frequentemente usados em
alimentos são o ácido acético, o ácido lático, o ácido cítrico, o ácido oléico, o ácido succínico, o
ácido málico e o ácido tático.

• Adoçantes artificiais
Os adoçantes artificiais são frequentemente usados para aumentar a doçura de um alimento.
Normalmente, o preço é mais acessível e dá um resultado mais doce do que o açúcar. Edulcorantes
adicionais que são freqüentemente usados para aditivos alimentares são sacarina e ciclamato. Os
adoçantes artificiais podem reduzir o risco de diabetes, mas os adoçantes artificiais com o tipo de
ciclamato são um tipo de adoçante que é cancerígeno e pode causar câncer.
Artigos relacionados: Perigos da sacarina para a saúde

• Conservantes
Conservantes de alimentos são adicionados para que os alimentos não sejam facilmente atacados por
vários tipos de microorganismos, fungos ou bactérias que podem tornar os alimentos obsoletos
rapidamente. Benzoato de sódio, nitrato de sódio, ácido cítrico e ácido sórbico são os tipos adicionais de
conservantes incluídos na dieta.
Artigo relacionado: Os perigos dos conservantes alimentares causam a morte

• Coloração Alimentar
O corante alimentar é frequentemente usado como um ingrediente adicional nos alimentos para tornar
a forma visual dos alimentos mais interessante. Os corantes alimentares podem ser obtidos
naturalmente e sintetizados. Até hoje, cerca de 90% dos corantes sintéticos são usados pelos fabricantes
de alimentos para tornar mais atraente a aparência de alimentos vendidos.

• Espessante
Como o nome indica, os espessantes de alimentos são úteis para tornar os alimentos mais
viscosos. Geralmente estas substâncias espessantes serão misturadas com água. Quanto a alguns
tipos de espessantes alimentares, o que é frequentemente utilizado é amido, gelatina e goma.

• Emulsificadores
Os emulsionantes são úteis para manter a dispersão de gordura na água e vice-versa. Por
exemplo, o emulsionante em maionese. Se não for dado um emulsionante, a gordura na maionese
será separada com água. Alguns exemplos emulsionantes comumente usados são gemas de ovo,
gomas arábicas e glicerina.
Isso é algum tipo de comida extra que normalmente consumimos. Para evitar o risco de aditivos
alimentares que são cancerígenos, você deve sempre considerar que tipo de conservantes são
usados nos alimentos que você consome.

Leia também:
• Tipos de Alimentos Perigosos Circulando na Comunidade

• Snack Food Dangers


Perigo
A maioria dos corantes alimentares que são incorporados em vários tipos de alimentos acabados
são um tipo de corante alimentar artificial (síntese). Mesmo acima, foi mencionado que cerca de
90% da indústria alimentícia usa corantes alimentares sintéticos adicionais para tornar a comida
mais atraente. Infelizmente, muitos consumidores não estão prestando atenção aos efeitos
colaterais que podem ser causados pelo corante alimentar sintético. Aqui estão alguns tipos de
materiais corantes alimentares sintéticos, juntamente com os perigos que podem ser causados
pelo corante alimentar:

1. Tartrazina (E102 ou Amarelo 5)


Este corante geralmente dá cor amarela. Geralmente, a tartrazina é usada em alguns
alimentos e remédios. A tartrazina pode resultar em hiperatividade em crianças. Além
disso, estes agentes corantes alimentares podem ter efeitos imediatos, tais como
erupções na pele, asma, corrimento nasal, nódoas negras na pele e anafilaxia sistémica.
Normalmente, esse impacto seria mais arriscado para pessoas que sofrem de asma e
pessoas sensíveis à aspirina.
Artigos Relacionados: Comida Saudável para Pele e Corpo
2. Pôr do Sol Amarelo (E110, Amarelo Laranja S ou Amarelo 6)
Amarelo do sol é geralmente adicionado ao sorvete, suco, conservas de peixe, geléia,
queijo e refrigerantes. Alguns dos efeitos colaterais que podem ser causados por esse
corante alimentar são urticária, rinite, alergias, hiperatividade, dor abdominal, náuseas e
vômitos. Estudos também provaram que essa ingestão de corantes alimentares pode
aumentar o risco de câncer e danos cromossômicos.
3. Ponceau 4R
Alguns tipos de alimentos que muitas vezes contêm esse corante são geléia, bolo,
gelatina e refrigerantes. Ponceau 4R pode causar hiperatividade em crianças. Além disso,
esse corante também é carcinogênico para desencadear o câncer. Alguns países como os
Estados Unidos, a Finlândia e a Noruega proibiram o uso desse tipo de corante alimentar.
Vermelho Allura (E129)
Este tipo de corante alimentar dará uma cor vermelha à comida. Normalmente, este
corante alimentar é usado em doces e refrigerantes. Em alguns países, como Bélgica,
França, Alemanha, Suécia, Áustria e Noruega, o uso de allura red foi proibido por causar
efeitos colaterais perigosos, como erupções cutâneas e comichão na pele. (leia:
Comichão na pele)

2.
5. Amarelo de quinoleína (E104)
Este tipo de corante amarelo de quinoleína é freqüentemente usado em sorvetes e
alguns produtos de bebidas energéticas (leia: Efeitos da Bebida Energética da Morte).
Em alguns países, como o Japão e os Estados Unidos, o uso deste tipo de corante foi
proibido porque pode levar à hiperatividade e aumentar os ataques de asma.
Esses são alguns dos perigos da coloração de alimentos com base no tipo que pode
causar impactos negativos. Para isso, a partir de agora você deve ler o material sobre os
produtos alimentares que você consome. Se os alimentos que você comprar contiverem
diferentes tipos de corantes acima, tente substituir por outros tipos de alimentos que
contenham corante alimentar e que seja classificado como inofensivo. Alguns tipos de
corante alimentar que é muitas vezes encontradas em produtos alimentares é tartrazina,
quinolina amarela, amarelo FCF, karmoisin, ponceau, eritrosin, vermelho allura,
indigotina, diamante azul verde FCF, FCF, e HT marrom. Alguns tipos de corantes
alimentares podem ser consumidos, mas devem ser limitados, porque ainda é muito
provável que causem vários efeitos colaterais.
Se você quiser usar corantes alimentares, tente usar corantes naturais, como açafrão,
folhas de suji e assim por diante. Se não, você pode olhar para o Ministério da Saúde
indonésio Decreto No.033 de 2012 sobre Aditivos Alimentares, que a lista de corantes
naturais que são permitidos é a curcumina, riboflavina, carmim e cochonilha extrato,
clorofila, caramelo, planta de carbono, beta-caroteno, um extrato anato, carotenóides,
beterrabas vermelhas, antocianinas e dióxido de titânio.

História
Os corantes vêm sendo usados há muitos anos pelo homem, sendo que algumas pinturas
encontradas datam de mais de 4 mil anos. As pinturas e maquiagens usadas pelos egípcios eram
feitas por meio da extração de pigmentos da natureza. O vermelho era difícil de ser extraído nos
tempos antigos e, por isso, era caro e estava sempre associado à realeza.

Passado algum tempo, a curiosidade e a procura por cores diferentes fez com que o homem
buscasse uma forma de ter corantes de forma mais prática e de fácil acesso, sendo dessa forma
desenvolvido o corante sintético.

Os corantes sintéticos foram desenvolvidos por Willian Henry Perkin que, em sua fábrica, passou
a produzi-los. Estes começaram a ser usados no ano de 1856 e, hoje em dia, mais de 90% dos
corantes utilizados para diversos fins são sintéticos. Atualmente, um dos corantes mais utilizados
é o que dá a cor ao jeans, desenvolvido no ano de 1880 que recebeu o nome de Índigo. Este, ao
contrário da maioria, normalmente é extraído de forma natural, assim como a henna.

Características
Os corantes apresentam cor por serem compostos que absorvem a radiação na faixa da luz
visível, sendo que cada cor está relacionada com um comprimento de onda específico. Em sua
estrutura, a maior parte dos corantes apresenta vários anéis aromáticos que unem-se por meio de
ligações que facilitam a circulação de elétrons pelos anéis. Essa circulação, por sua vez, facilita a
absorção das cores por meio da radiação. Para o desenvolvimento de novos corantes.

Corantes para a indústria de alimentos


Os corantes que são usados na indústria dos alimentos, normalmente são fabricados do urucum –
cerca de 70% dos corantes naturais são fabricados dele assim como 50% dos ingredientes
naturais que tem como função dar cor aos alimentos.

Existem ainda outras plantas e extratos de onde são extraídas as substâncias que são usadas como
corantes para alimentos, de forma a deixar a sua coloração o mais natural possível.
https://www.estudofacil.com.br/corantes-historia-caracteristicas-e-para-a-industria-de-
alimentos/

com 15 comentários

Com bons conhecimentos de segurança alimentar e aplicando-o na vida cotidiana, as pessoas podem
evitar o perigo de consumir alimentos inseguros. As pessoas podem evitar o perigo de intoxicação
alimentar de consumir alimentos não-livres de contaminação por metais pesados, pesticidas, aditivos
alimentares e toxinas. Evitado do consumo de alimentos contaminados, como a poluição biológica, como
bactérias, vírus, fungos, parasitas, protozoários. Evitar o consumo de alimentos contaminados
Contaminação física, como vidro quebrado, pedaços de osso, cascalho, arame e assim por diante.

Corantes Naturais

É um corante natural (pigmento) obtido de plantas, animais ou de fontes minerais. Estes corantes têm
sido usados há muito tempo e são geralmente considerados mais seguros do que os corantes sintéticos,
como os urucum como fonte natural de cor amarela para vários alimentos, bem como o caroteno e a
clorofila. Na lista da FDA, os corantes naturais e os corantes naturais idênticos pertencem aos "aditivos
de cor não certificados", porque não exigem um certificado de pureza química.

Historicamente, o uso de corantes começou há séculos


-
século junto com o desenvolvimento da civilização humana que é desde o tempo
pré-histórico
até agora. O tipo de corante usado vem de fontes naturais
como uma rocha
-
rochas, minerais, animais,
microbiana e crescente
-
plantas (Laren,
1986).
Corantes com corantes naturais começam a mudar com a descoberta de substâncias
cores sintéticas, devido ao seu uso mais prático e eficiente. Principalmente
Corantes sintéticos terão um efeito de cor na comida
mais interessante também
brilhante, mas sabe-se que resulta em muitos corantes sintéticos
contém
azodis
(
aminas aromáticas
,
benzidina
) que são cancerígenas,
depois, em países como Alemanha, Inglaterra, Índia e instituições
-
instituições relacionadas
impor
2
proibição de utilização de corantes sintéticos contendo
azodis
(Kasmudjiastuti, 2000).
Corantes naturais provaram ser seguros de usar. Indiretamente
na verdade, já através do teste clínico k
a arena tem sido usada cem
-
cem anos
de geração em geração
desde os ancestrais. A vantagem deste corante natural quase
não substituído por corantes sintéticos
que é frequentemente usado em bolos
-
bolos ocidentais
sep
como esponja, pão e outras tortas
-
outros. Isto é devido aos corantes naturais que não sejam
fornecer cor enquanto fornece aroma
ou
fragrâncias
o que é típico
que não é propriedade de corantes sintéticos (Prat
iwi, 2002).
Corante profundo
plantas estão espalhadas quase em todos os tecidos da planta que vão desde flores,
fruta, k
ulit, madeira, folhas, raízes e sementes
(Soesila
e
Kuntari, 1998)

ANTISIANINA

A antocianina pode deter a degeneração do cone fotorreceptor e atuar como um novo tratamento
para a retinite pigmentosa.

A retinite pigmentosa RP é um grupo de doenças retinianas hereditárias heterogêneas que se


caracteriza por fotorreceptores de pressa de morte primária e pela perda secundária de cones. A
degeneração dos cones provoca a constrição gradual dos campos visuais, deixando as ilhas
centrais que são finalmente apagadas. Estudos indicam que a hiperoxia causa dano oxidativo na
retina e contribui para a morte do cone de RP. Além disso, espécies oxidativas reativas ROS
abundantes que são geradas em cones podem resultar em despolarização da membrana das
mitocôndrias, que tem sido atribuído um papel central no processo apoptótico e tem sido
proposto para atuar como um Laço de alimentação para a ativação de cascatas Rio abaixo. A
antocianina é um potente antioxidante que tem sido evidenciado para ser capaz de neutralizar os
danos oxidativos, escavar excedentes de ROS e retificar as anormalidades na cascata apoptótica.
Juntamente com a sua capacidade de atenuar a inflamação que também contribui para a etiologia
da RP, é razoável supor que a antocianina poderia actuar como uma nova estratégia terapêutica
para retardar ou prevenir a degeneração do cone nas RP retinas, particularmente se o tratamento
for temporizado apropriadamente e Entregue de forma eficiente. Investigações farmacológicas
futuras irão identificar a antocianina como um candidato eficaz para a terapia PR e refinamentos
desse conhecimento iria acender a esperança de restaurar a função visual em pacientes com RP.

O adubos NPK é um fertilizante líquido ou sintético que contém os principais nutrientes nitrogênio,
fósforo e potássio O fertilizante NPK é um dos tipos mais comuns de fertilizantes compostos usados.

Classificação NPK

A classificação NPK (classificação NPK) é usada para rotular fertilizantes com base no conteúdo relativo
das composições de nitrogênio, potássio e fósforo. O valor de N é a porcentagem do elemento de
nitrogênio com base no peso do fertilizante. Os valores de P e K representam a forma de óxido na forma
de P2O5 e K2O. [3]
Os fatores para converter os valores de P2O5 e K2O em P e K na forma elementar são os
seguintes:

P2O5 consiste em 56,4% de oxigênio e 43,6% de fósforo na forma elementar. A porcentagem


(fração de massa) do elemento de fósforo é de 43,6%, de forma que o número de elementos P é,
P = 0,436 x P2O5

O K2O consiste em 17% de oxigênio e 83% de potássio na forma elementar. A porcentagem


(fração de massa) do elemento de potássio é de 83%, de modo que o número de elementos K é,
K = 0,83 x K2O

O valor de nitrogênio já representa o nível de nitrogênio, portanto, o número não precisa ser
convertido

Usando este fator de conversão, pode-se determinar que o fertilizante com numeração 18-51-20
contém:

Nitrogênio de 18%
22% de fósforo e
17% de potássio

de que maneira usar o fertilizante npk?


Primeiro de tudo, cavar o solo, secado ao sol quente, em seguida, testado em laboratório, então
sabemos o que NPK continha no solo. para usar o apupuk.

de que maneira usar o fertilizante npk?


Primeiro de tudo, cavar o solo, secado ao sol quente, em seguida, testado em laboratório, então
sabemos o que NPK continha no solo. para usar o apupuk.

Função de cada componente

Esses três elementos nos adubos NPK ajudam o crescimento das plantas de três maneiras. A
breve explicação é a seguinte:

N - nitrogênio: ajuda o crescimento vegetativo, especialmente as folhas [2]


P - fósforo: ajuda a enraizar e disparar o crescimento
K - potássio: ajuda a floração e fertilização
HIDUP SEHAT
hidup sehat adalah pilihan

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Studi literatur: Pemakaian zat pewarna pada makanan
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Latar Belakang

colorchart

Penampilan makanan, termasuk warnanya, sangat berpengaruh untuk menggugah selera.


Penambahan zat pewarna pada makanan bertujuan agar makanan lebih menarik. Zat pewarna
sendiri secara luas digunakan di seluruh dunia. Di Indonesia, sejak dahulu orang banyak
menggunakan pewarna makanan tradisional yang berasal dari bahan alami, misalnya kunyit
untuk warna kuning, daun suji untuk warna hijau dan daun jambu untuk warna merah. Pewarna
alami ini aman dikonsumsi namun mempunyai kelemahan, yakni ketersediaannya terbatas dan
warnanya tidak homogen sehingga tidak cocok digunakan untuk industri makanan dan minuman.
Penggunaan bahan alami untuk produk massal akan meningkatkan biaya produksi menjadi lebih
mahal dan lebih sulit karena sifat pewarna alami tidak homogen sehingga sulit menghasilkan
warna yang stabil. Kemajuan teknologi pangan pangan memungkinkan zat pewarna dibuat secara
sintetis. Dalam jumlah yang sedikit, suatu zat kimia bisa memberi warna yang stabil pada produk
pangan. Dengan demikian produsen bisa menggunakan lebih banyak pilihan warna untuk
menarik perhatian konsumen.

Berikut ini beberapa alasan utama menambahkan zat pewarna pada makanan (Syah et al. 2005) :

1. Untuk memberi kesan menarik bagi konsumen.

2. Menyeragamkan warna makanan dan membuat identitas produk pangan.

3. Untuk menstabilkan warna atau untuk memperbaiki variasi alami warna. Dalam hal ini
penambahan warna bertujuan untuk untuk menutupi kualitas yang rendah dari suatu produk
sebenarnya tidak dapat diterima apalagi bila menggunakan zat pewarna yang berbahaya.

4. Untuk menutupi perubahan warna akibat paparan cahaya, udara atau temperatur yang ekstrim
akibat proses pengolahan dan selama penyimpanan.

5. Untuk menjaga rasa dan vitamin yang mungkin akan terpengaruh sinar matahari selama
produk disimpan.

Zat pewarna pada makanan secara umum digolongkan menjadi dua kategori yaitu zat pewarna
alami dan zat pewarna sintetis. Zat pewarna alami merupakan zat pewarna yang berasal dari
tanaman atau buah-buahan. Secara kuantitas, dibutuhkan zat pewarna alami yang lebih banyak
daripada zat pewarna sintetis untuk menghasilkan tingkat pewarnaan yang sama. Pada kondisi
tersebut, dapat terjadi perubahan yang tidak terduga pada tekstur dan aroma makanan. Zat
pewarna alami juga menghasilkan karakteristik warna yang lebih pudar dan kurang stabil bila
dibandingkan dengan zat pewarna sintetis. Oleh karena itu zat ini tidak dapat digunakan sesering
zat pewarna sintetis (Lee 2005).

Zat pewarna sintesis merupakan zat pewarna buatan manusia. Zat pewarna sintetis seharusnya
telah melalui suatu pengujian secara intensif untuk menjamin keamanannya. Karakteristik dari
zat pewarna sintetis adalah warnanya lebih cerah, lebih homogen dan memilliki variasi warna
yang lebih banyak bila dibandingkan dengan zat pewarna alami. Di samping itu penggunaan zat
pewarna sintetis pada makanan bila dihitung berdasarkan harga per unit dan efisiensi produksi
akan jauh lebih murah bila dibandingkan dengan zat pewarna alami. Para konsumen pun
hendaknya selalu mendapatkan informasi tentang komponen-komponen yang terkandung dalam
zat pewarna sintetis tersebut (Lee 2005).

Tabel perbedaan antara zat pewarna sintetis dan alami

Pembeda Zat pewarna Sintetis Zat pewarna alami

Lebih cerah Lebih pudar


Warna yang dihasilkan
Lebih homogen Tidak homogen

Variasi warna Banyak Sedikit


Harga Lebih murah Lebih mahal

Ketersediaan Tidak terbatas Terbatas

Kestabilan Stabil Kurang stabil

Pemerintah sendiri telah mengatur penggunaan zat pewarna dalam makanan. Namun demikian
masih banyak produsen makanan, terutama pengusaha kecil, yang menggunakan zat-zat pewarna
yang dilarang dan berbahaya bagi kesehatan, misalnya rhodamine B sebagai pewarna untuk
tekstil atau cat yang pada umumnya mempunyai warna yang lebih cerah, lebih stabil dalam
penyimpanan, harganya lebih murah dan produsen pangan belum menyadari bahaya dari
pewarna tersebut.

Tujuan

Penulisan makalah ini bertujuan untuk mengetahui bahaya penggunaan zat pewarna untuk tekstil
yaitu rhodamine B sebagai zat pewarna pada makanan.

PEMBAHASAN

Dewasa ini keamanan penggunaan zat pewarna sintetis pada makanan masih dipertanyakan di
kalangan konsumen. Sebenarnya konsumen tidak perlu khawatir karena semua badan pengawas
obat dan makanan di dunia secara kontinyu memantau dan mengatur zat pewarna agar tetap
aman dikonsumsi. Jika ditemukan adanya potensi risiko terhadap kesehatan, badan pengawas
obat dan makanan akan mengevaluasi pewarna tersebut dan menyebarkan informasinya ke
seluruh dunia. Pewarna yang terbukti mengganggu kesehatan, misalnya mempunyai efek racun,
berisiko merusak organ tubuh dan berpotensi memicu kanker, akan dilarang digunakan. Di
Indonesia tugas ini diemban oleh Badan Pengawas Obat dan Makanan (BPOM).

Baik zat pewarna sintetis maupun alami yang digunakan dalam industri makanan harus
memenuhi standar nasional dan internasional. Penyalahgunaan zat pewarna melebihi ambang
batas maksimum atau penggunaan secara ilegal zat pewarna yang dilarang digunakan dapat
mempengaruhi kesehatan konsumen, seperti timbulnya keracunan akut dan bahkan kematian.
Pada tahap keracunan kronis, dapat terjadi gangguan fisiologis tubuh seperti kerusakan syaraf,
gangguan organ tubuh dan kanker (Lee 2005).

Rhodamine B

Pemerintah Indonesia melalui Peraturan Menteri Kesehatan (Permenkes)


No.239/Menkes/Per/V/85 menetapkan 30 zat pewarna berbahaya. Rhodamine B termasuk salah
satu zat pewarna yang dinyatakan sebagai zat pewarna berbahaya dan dilarang digunakan pada
produk pangan (Syah et al. 2005). Namun demikian, penyalahgunaan rhodamine B sebagai zat
pewarna pada makanan masih sering terjadi di lapangan dan diberitakan di beberapa media
massa. Sebagai contoh, rhodamine B ditemukan pada makanan dan minuman seperti kerupuk,
sambal botol dan sirup di Makassar pada saat BPOM Makassar melakukan pemeriksaan
sejumlah sampel makanan dan minuman ringan (Anonimus 2006).
Rhodamine B termasuk zat yang apabila diamati dari segi fisiknya cukup mudah untuk dikenali.
Bentuknya seperti kristal, biasanya berwarna hijau atau ungu kemerahan. Di samping itu
rhodamine juga tidak berbau serta mudah larut dalam larutan berwarna merah terang
berfluorescen. Zat pewarna ini mempunyai banyak sinonim, antara lain D and C Red no 19, Food
Red 15, ADC Rhodamine B, Aizen Rhodamine dan Brilliant Pink B. Rhodamine biasa digunakan
dalam industri tekstil. Pada awalnya zat ini digunakan sebagai pewarna bahan kain atau pakaian.
Campuran zat pewarna tersebut akan menghasilkan warna-warna yang menarik. Bukan hanya di
industri tekstil, rhodamine B juga sangat diperlukan oleh pabrik kertas. Fungsinya sama yaitu
sebagai bahan pewarna kertas sehingga dihasilkan warna-warna kertas yang menarik. Sayangnya
zat yang seharusnya digunakan sebagai pewarna tekstil dan kertas tersebut digunakan pula
sebagai pewarna makanan.

Penggunaan zat pewarna ini dilarang di Eropa mulai 1984 karena rhodamine B termasuk
karsinogen yang kuat. Efek negatif lainnya adalah menyebabkan gangguan fungsi hati atau
bahkan bisa menyebabkan timbulnya kanker hati (Syah et al. 2005). Beberapa penelitian telah
membuktikan bahwa zat pewarna tersebut memang berbahaya bila digunakan pada makanan.
Hasil suatu penelitian menyebutkan bahwa pada uji terhadap mencit, rhodamine B menyebabkan
terjadinya perubahan sel hati dari normal menjadi nekrosis dan jaringan di sekitarnya mengalami
disintegrasi. Kerusakan pada jaringan hati ditandai dengan adanya piknotik (sel yang melakukan
pinositosis) dan hiperkromatik dari nukleus, degenerasi lemak dan sitolisis dari sitoplasma
(Anonimus 2006).

Dalam analisis yang menggunakan metode destruksi yang kemudian diikuti dengan analisis
metode spektrofometri, diketahui bahwa sifat racun rhodamine B tidak hanya disebabkan oleh
senyawa organik saja tetapi juga oleh kontaminasi senyawa anorganik terutama timbal dan arsen
(Subandi 1999). Keberadaan kedua unsur tersebut menyebabkan rhodamine B berbahaya jika
digunakan sebagai pewarna pada makanan, obat maupun kosmetik sekalipun. Hal ini didukung
oleh Winarno (2004) yang menyatakan bahwa timbal memang banyak digunakan sebagai
pigmen atau zat pewarna dalam industri kosmetik dan kontaminasi dalam makanan dapat terjadi
salah satu diantaranya oleh zat pewarna untuk tekstil.

KESIMPULAN

Penambahan zat pewarna pada makanan dilakukan untuk memberi kesan menarik bagi
konsumen, menyeragamkan warna makanan, menstabilkan warna dan menutupi perubahan
warna selama penyimpanan. Penambahan zat pewarna rhodamine B pada makanan terbukti
mengganggu kesehatan, misalnya mempunyai efek racun, berisiko merusak organ tubuh dan
berpotensi memicu kanker. Oleh karena itu rhodamine B dinyatakan sebagai pewarna berbahaya
dan dilarang penggunannya. Pemerintah sendiri telah mengatur penggunaan zat pewarna dalam
makanan. Namun demikian masih banyak produsen makanan, terutama pengusaha kecil, yang
menggunakan zat-zat pewarna yang dilarang dan berbahaya bagi kesehatan, misalnya pewarna
untuk tekstil atau cat yang pada umumnya mempunyai warna yang lebih cerah, lebih stabil
dalam penyimpanan, harganya lebih murah dan produsen pangan belum menyadari bahaya dari
pewarna-pewarna tersebut.

SARAN
Alternatif lain untuk menggantikan penggunaan zat pewarna sintetis adalah dengan
menggunakan pewarna alami seperti ekstrak daun suji, kunyit dan ekstrak buah-buahan yang
pada umumnya lebih aman. Di samping itu masih ada pewarna alami yang diijinkan digunakan
dalam makanan antara lain caramel, beta-karoten, klorofil dan kurkumin.

DAFTAR

Pupuk menjadi begitu penting sehingga kita tidak dapat menggunakannya saat ini karena produksi
makanan untuk populasi yang terus bertambah tidak dapat dilakukan tanpa manfaatnya.

Namun, langkah-langkah harus dipertimbangkan yang berusaha mengurangi risiko ini sehingga
keberlanjutan planet kita tidak terancam.

Pupuk organik dapat menjadi semakin penting karena mereka meminimalkan dampak pada lingkungan,
namun, produksi mereka lambat membutuhkan ruang dan tenaga kerja.

Pupuk harus digunakan secukupnya untuk memungkinkan tanah untuk mengisi nutrisi mereka dengan
cara alami, istirahat harus dilakukan antara produk pertanian dan pupuk harus dihindari selama musim
hujan untuk mengurangi risiko infiltrasi.

pupuk berpartisipasi dalam cara yang signifikan dalam memperoleh


Produktivitas Ekonomi Maksimum dari setiap tanaman. Pupuk dan pupuk
menawarkan banyak kondisi manajemen agar sesuai dengan situasi yang berbeda
lebih efisien, yaitu menyediakan
produktivitas per unit kuantitas
pupuk bekas. Untuk ini, itu sangat diperlukan
tahu bagaimana menerapkan teknologi pertanian yang tersedia terkait dengan
pupuk.