Você está na página 1de 37

Montando set up de pedais compactos. Dicas!

Prof. Lufe Herlinger

Para um guitarrista, é muito divertido tirar timbres, testar possibilidades, usando pedais analógicos, as famosas caixinhas coloridas. Não desmerecendo o valor e atributos das pedaleiras, mas o som analógico é incomparável.

Existem algumas inconveniências, é verdade. Cabos, ligações, peso, transporte, alimentação, mal contato pode ser resolvido.

É muito comum me perguntarem como montar um set up de pedais compactos, principalmente com dúvidas na ordem

da ligação. Primeiro de tudo, vamos falar de acessórios.

Cabos de conexão

Não economize em cabinhos de plugar um pedal no outro. Se você optou em usar pedais compactos, faça a coisa certa

e invista em cabinhos de qualidade. Se precisar cabos com medidas especiais, mande alguém que entenda disso fazer

os cabos pra você utilizando o melhor cabo e os melhores plugs. Aqueles cabinhos vagabundos de 5 paus, dão chiado, roubam sinal, dão mal contato, e o pior: quando você mais precisa, eles pifam, te deixam na mão. Torça para não ser bem na hora do solo

Alimentação

Mas tudo

para não ser bem na hora do solo Alimentação Mas tudo Fique sempre atento ao consumo

Fique sempre atento ao consumo de cada pedal. Uma única fonte de 200Ma pode não dar conta de alimentar vários pedais, só porque tem vários conectores. Veja sempre o consumo de cada pedal. Por exemplo, um DISTORTION consome muito menos que um DELAY ou um Wah-Wah. Se você usa tipo 4 pedais, ótimo, uma fonte só pode dar conta. Mas com 5 ou mais pedais, é muito importante você ter um pedal POWER SUPPLIE como os modelos da BOSS, LS2 (Line Selector), TU2 (Chromatic Tuner) ou NS2 (Noise Supressor). Esses pedais recebem a energia da fonte e distribuem para os demais. A diferença é que além dessa função, eles têm funções específicas. O TU2 é um afinador em forma de pedal. O LS2 divide o sinal possibilitando a divisão de seu setup em dois estágios, por exemplo, um para sons limpos, outro para sons distorcidos. O NS2 (o que eu uso) é um eliminador de ruídos de captação, sinal. Eu gosto do NS2, mas não pense que ele fará milagre com todos os ruídos indesejáveis. Mesmo usando um desses pedais alimentadores, recomendo deixar o WahWah fora dessa cadeia de energia e dedicar uma fonte exclusiva ou bateria só para ele. Se for usar uma régua de energia (tipo extensão) que seja uma de metal, de boa qualidade para aguentar duas fontes e um monte de pedais!

Case

Fundamental para 3 ou mais pedais. Não ter case e ter pedais compactos é um pluga despluga que além de incomodar,

desgasta, dá trabalho, ruim de transportar

A BOSS tem um modelo BCB30 para 3 pedais e o BCB60 para 6 pedais

que tem alimentação própria, IN/OUT para afinador, é uma beleza de produto. Podem ser dimensionados para usar os pedais TWIN da BOSS. A desvantagem é que o limite são 6 pedais, pedais de outras marcas não cabem perfeitamente

e o WAH-WAH ou Volume ficarão de fora.

Se mandar fazer um case, sei que dá vontade de economizar

ferragens enferrujam fácil, não fecha direito. Eu tenho um case top da HARD CASE, foi caro, cabem 6 pedais mais

um WahWah, é muito bom, tem um encaixe perfeito, as ferragens fecham bem, são inoxidáveis. Tenho um case

vagabundão também, paguei barato só para caber todos os pedais

Uma droga, não fecha, em meses enferrujou as

ferragens, caíram as borrachinhas, coisa ruim mesmo. Não dá pra confiar.

Mas atenção na qualidade, a madeira apodrece, as

B o s s B C B - 6 0 EFEITOS Vamos pensar em tipos

Boss BCB-60

EFEITOS

Vamos pensar em tipos de efeitos:

B C B - 6 0 EFEITOS Vamos pensar em tipos de efeitos: Case feito por

Case feito por encomenda

DISTORÇÂO: Distortion (BOSS DS1, MXR M104), over drive (BOSS SD1, IBANEZ tube Screamer TS9) Fuzz

COMPRESSÃO: Compression Sustainer

MODULAÇÃO: Chorus, Flanger, Phaser

DELAY/REVERB: Digital Delay

Wah Wah: o clássico Cry Baby

Pedal de Volume/ Equalização: EQUALIZER

DICAS DE ENCADEAMENTO

Arrisco dizer que não existe maneira errada de ligar pedais. Mas existem maneiras pouco convencionais. Se você tem várias unidades de efeitos pode fazer testes a vontade e descobrir um som incrível. Aqui vou dar dicas do "normal", do mais apropriado, não estou fazendo nada vanguardista, ok? 1) O pedal WahWah será o primeiro EFEITO da cadeia. Antes pode ser o alimentador (NS2) ou afinador. Ele vem antes da distorção para você controlar o Wah na distorção. Mas certamente pode tentar colocar a distorção antes do Wah e ouvir o resultado o resultado de mandar o sinal distorcido pra dentro do Wah 2) A Equalização virá depois da distorção exatamente para você equalizar o som da distorção. Se colocar o Equalizer antes da distorção, perde a chance de dar ganho no som. 3) Modulações, Delay, Reverb serão o final da cadeia 4) Pedal de volume vem antes das modulações e Delay e depois das distorções. Se ligar o volume antes da distorção, você controlara a intensidade da distorção. Ao abaixar o volume, a distorção perde ganho. Exemplo com WahWah depois da distorção:

perde ganho. Exemplo com WahWah depois da distorção: Encadeamento em Paralelo: Continuando o assunto do

Encadeamento em Paralelo:

Continuando o assunto do encadeamento, vou explicar o funcionamento de uma pedaleira de estilo profissional. Este exemplo em particular funciona com o uso simultâneo de dois amps (um Fender e um Marshall) ou um amp Fender utilizando-se tanto o canal "normal" quanto o de "Vibrato". Por favor, note que essa configuração pode ser usada para outras marcas de amps, mas é usado com frequência nessa configuração. Guitarra entra em Wah, em seguida vai para pedal switch abc. Isso permite que você selecione três caminhos de sinal:

1

- O primeiro caminho irá para o afinador (afinadores comumente matam o tom, então mantenha-os

fora de seu caminho de sinal). Isso também silencia efetivamente a guitarra, permitindo a afinação silenciosa no palco.

2 - O segundo caminho é para o seu tom limpo. Neste caminho do sinal, pode ser interessante ter um

compressor, chorus, flange, fase, e, provavelmente, um delay (para aquelas covers do U2). Este sinal é enviado para o canal "vibrato" do seu amplificador Fender, onde você também pode adicionar reverb e

vibrato.

3 - O terceiro caminho é para o seu tom distorcido. Neste rota de sinal, é interessante ter o pedal (ou

pedais) de distorção de sua escolha, possivelmente um booster, Equalizador, pitch shifting (para aqueles solos do Brian May) e, possivelmente, a um suave

delay para dar aos seus solos alguma dimensão adicional. Este sinal pode ser encaminhado para um amplificador Marshall (set limpo) ou para o canal "Normal" do seu Fender. Um pedal de volume com entradas e saídas estéreo permite controlar tanto os

sinais limpos qaunto os distorcidos, que por ele passam (costuma-se colocá-lo antes de delays e reverbs, é claro). A vantagens deste sistema é que ele permite que você limite o número de pedais pelos quais o sinal

Isso também permite que você defina configurações de equalização e volume separados para

passa

sons limpos e distorcidos. Outra vantagem é que, quando, por exemplo, você mudar de limpo para distorcido, o decaimento natural do atraso do som limpo permanecerá intacto quando você começar o seu Solo (criando a ilusão momentânea de duas guitarras). Isto também funciona quando você volta para o som limpo. Ao todo, existem infinitas combinações e aplicações para uma pedaleira. Isso pode fazer da organização dos pedais algo intimidante, mas isso também pode se tornar algo divertido. Em última análise, uma pedaleira deve ser capaz de ajudá-lo a soar como você.

uma pedaleira deve ser capaz de ajudá-lo a soar como você. CONFIGURAÇÕES PARA TODOS OS GOSTOS:

CONFIGURAÇÕES PARA TODOS OS GOSTOS:

OVER DRIVE CLÁSSICO Aqui você tem o que precisa para a guitarra Drive. Chorus para dar uma cor e o Delay para "reverb". O som quente do TS9 permite um textura bem rock n roll

Drive. Chorus para dar uma cor e o Delay para "reverb". O som quente do TS9

DISTORÇÃO SEM MEIAS PALAVRAS Se você quer um som mais "gritento" com os harmônicos realçados (Satriani

assim! Uma Wah Wah também pode ir bem. Você terá a distorção que precisa no DS1 e o Delay para reverb e eco.

aqui é o set up! Simples

)

DS1 e o Delay para reverb e eco. aqui é o set up! Simples ) VERSATIL

VERSATIL Esse set up provê tudo o que você precisa para distorção e timbre rock. Vai atender todos os gostos com o TS9 e o DS1. Se quiser envenenar esse set up coloca um EQUALIZER e um WahWah

quiser envenenar esse set up coloca um EQUALIZER e um WahWah REGGAE TIME REGGAE, SKA, não

REGGAE TIME

REGGAE, SKA, não podem ser tocados sem Wah! Aqui é presença obrigatória. O compressor

chorus para

estabiliza as palhetadas rítmicas características do som. Delay com eco rápido e curto

profundidade

FUNKING Wah, delay bem ajustadinho, rítmico e boa mão direita pro groove!! Grupos de Pedais

FUNKING Wah, delay bem ajustadinho, rítmico

e boa mão direita pro groove!!

bem ajustadinho, rítmico e boa mão direita pro groove!! Grupos de Pedais de Efeitos - Pedais

Grupos de Pedais de Efeitos

- Pedais de Efeitos

São pedais que possuem diversos efeitos, dentre eles destacam-se as distorções, wha wha, delay, etc. São versáteis pelo fato de serem facilmente visualizados em um palco quando se toca ao vivo, e é muito fácil utilizá-los pois sempre há uma chave de liga/desliga e os botões de regulagem do efeito. Com isso, os pedais tornam-se nesse aspecto melhores que pedaleiras digitais, pois apresentam um som extremamente bom e são de fácil manuseio, já as pedaleiras são mais em conta no preço mas alguns efeitos nela podem deixar um pouco a desejar, além de ser de difícil manuseio ( regulagens, etc.) Para você escolher os pedais que você irá utilizar, é interessante que você pesquise preços, som, etc. Uma boa é você pegar o set-up de seus guitarristas favoritos e ver o que eles usavam para assim você usar o set deles como base para o seu.

*Para ver os set-ups dos guitarristas entrem nesse site: www.guitargeek.com

Cadeia de sinal

Antes de falarmos dos efeitos devemos saber como ligá-los na cadeia de sinal. Não há uma ordem

específica, mas o que deve ser respeitado é que primeiro vem os pedais de ganho e em seguida os efeitos.

A ordem de ligação a seguir é a que eu uso e é uma das que todos usam:

Ordem:

Guitarra - -Afinador - Wha wha - - Compressor - - Overdrive - - Distorção - Equalização- Booster - - Phaser - - Reverb - - Chorus - - Delay - - Amplificador.

Lembre-se você NÃO PRECISA seguir essa ordem, você pode fazer sua própria ordem.

Agora falaremos dos efeitos em questão, hoje vou falar principalmente das distorções e em breve estarei falando dos efeitos de Chorus, Delay, Flanger, etc.

- Overdrives, Distorções e Fuzz Esses são os efeitos preferidos da maioria dos guitarristas, pois muitas bandas usam esses efeitos para distorcer o som da guitarra. O pedal de Overdrive, é um pedal que quando ligado praticamente "simula"

o som de um amplificador a válvula, ou seja, o seu som fica parecido com a saturação de um

amplificador valvulado. Ele apresenta um ganho pequeno comparado aos pedais de distorção, mas apresenta uma dinâmica que as distorções não oferecem. Os pedais de Overdrive, em geral, apresentam três botões:

* Gain - controla a quantidade de ganho no pedal, quanto maior o ganho, maior será a distorção.

* Level - controla o volume do pedal em sua cadeia de sinal.

* Tone - serve para adicionar ou cortar frequências agudas de seu som.

Alguns bons overdrives são os mais usados que são:

* Super Overdrive SD-1, da Boss

* Tubescreamer TS-9, da Ibanez

* Distortion +, da MXR

Esses são pedais usados por diversos guitarristas dentre eles estão: Eddie Van Halen, Jake E. Lee, Randy Rhoads, Joe Satriani, entre muitos outros.

O pedal de Distorção

É o pedal mais usado no rock, é usado desde um Hard Rock farofa até o Thrash Metal, esse é um pedal

que possui um alto ganho e também simula o som de um amplificador valvulado, não possui tanta dinâmica como os pedais de overdrive pois o ganho destes é absurdamente maior em alguns pedais. Os pedais de distorção também apresentam em geral, três botões:

* Gain - é o botão que serve para aumentar ou diminuir o ganho do pedal.

* Tone - serve para adicionar ou retirar frequências agudas do pedal

* Distortion - serve para aumentar ou diminuir a quantidade de distorção no pedal ( lembre-se: o peso

de uma banda não vem da quantidade de distorção, pois quando muito alta, o som torna-se indefinido e embolado, além de apresentar um grande "chiado". Às vezes o peso de uma banda vem da "cozinha", do baixo e da bateria, fique bastante atento quanto a isso.).

* Level - serve para aumentar ou diminuir o volume do pedal.

No mercado existem diversos pedais de distorção, e, os que eu mais gosto e recomendo são:

* Distortion DS-1, da Boss ( um clássico !!)

* Mega Disortion MD-2, da Boss

* Metalzone, da Boss

* Double Distortion, da MXR

dentre muitos outros no mercado. Apenas citei alguns, mas lembre-se você deve pesquisar bastante antes de montar um set-up. Esses pedais de distorção também são usados por diversos guitarristas, tais como: Van Halen, Steve Vai, Edu Ardanuy, Jason Becker, Paul Gilbert, Kirk Hammet, George Lynch, dentre outros.

O pedal de Fuzz, é um pedal pouco usado hoje em dia, mas ele já foi muito usado na década de 60 e 70.

Esse pedal apresenta um som de alto ganho, "imundo", etc. Esse pedal era usado pelos guitarristas de Blues, assim como o Overdrive era usado por eles também. Para saber de que tipo som estamos comentando, escute as gravações de Jimi Hendrix e o solo de Black Night do Deep Purple.

O

Fuzz apresenta normalmente doi botões:

*

Fuzz - controla a quantidade de ganho e de Fuzz no seu som.

*

Level - controla o volume do pedal.

O

mais usado foi o Fuzz Face da MXR, que foi usado por grande parte dos guitarristas, mas destacou-se

no som de Hendrix.

Essa foi a primeia parte da matéria sobre efeitos, espero que tenham gostado dessas dicas sobre os pedais. Lembrem-se de pesquisar para acha o melhor som para vocês, pois essa é a única forma de chegar ao som que deseja. Além dos pedais, você não pode esquecer de ter cabos bons para que possa amenizar os ruídos, alguns cabos bons são: Santo Ângelo, Planet Waves, etc. Um abraço ai galera, e até a próxima.

Pedais - O que é, Como funciona, Pra que serve e Dicas sobre cada efeito

Existe uma variedade gigantesca de efeitos para guitarra que vão desde saturação (ganho) até os de ambiência. Vou descrever o mais detalhado possível o que cada grupo de efeitos é, o que fazem, para que servem, e listar algumas marcas/modelos.

Com certeza eu não vou lembrar todas as marcas e modelos, então se sentirem falta de algum, por favor, citem para deixarmos o tópico mais completo.

Para quem quiser ouvir SAMPLES dos pedais indico que entrem nos sites dos fabricantes (vou listar por último), pois a maioria, tanto nacional como importado, tem exemplos de seus pedais gravados. Caso no site do fabricante não ter um sample gravado, indico o site www.musiciansfriend.com que é um site de vendas onde tem samples de quase tudo o que tem no site.

As separações em grupo que fiz, foi a partir do conceito principal que eu quis passar com cada grupo. Na verdade tem efeitos que se encaixariam em mais de um grupo e os que aconteceram isso eu citei.

É muito provável que vocês encontrem o mesmo exemplo pedal em dois efeitos diferentes, pois existem

pedais com mais de um efeito (sem ser pedaleira). Por exemplo, o Ibanez CF-7, tem chorus e flanger na

mesma unidade, então ele vai aparecer na lista de exemplos de chorus e depois na lista de exemplos do flanger.

No fim vou mostrar uns setups, com os efeitos mais usados no mundo. ---> Farei algo como um set com

o overdrive mais usado no mundo ao lado do distortion mais usado no mundo, ao lado do chorus, flanger, delay, reverb, etc.<---

Grupo dos Efeitos de Ganho

Estão inclusos nesse grupo os OVERDRIVES, DISTORÇÃO, FUZZ e BOOST. O conceito dos efeitos de ganho/saturação é nada mais nada menos de volume sobre volume. Nos pedais que possuem esse efeito o sinal que recebem é amplificado até a saturação desse componente que o amplifica, ou seja, o sinal é aumentado tanto que satura.

Existem milhões de pedais de distortion, overdrive, boost e fuzz, de marcas, modelos, nomes e recursos variados. Não é raro também encontrar unidades que ficam entre dois efeitos, sem muita definição do estilo da sonoridade, mas com timbres muito interessantes. Também não é difícil encontrar equipamentos que tenha dois ou mais efeitos na mesma unidade. Outra febre que está rolando quanto aos efeitos de saturação são os chamados SIMULAMPS, ou seja, simuladores de amplificadores que dispõe de sonoridades a escolha do usuário imitando os timbres de amplificadores clássicos. Nesse caso situarei os simulamps em distorção, mas pode ser incluso em outros grupos.

OVERDRIVE A intenção desse efeito é produzir a saturação leve e natural de um amplificador valvulado em volumes muito altos (como os primeiros amplificadores não tinham canal de distorção/drive, a saturação era tirada através da saturação natural das válvulas. Ainda no Overdrive temos uma ramificação de um efeito chamado CRUNCH, que nada mais é que um Overdrive com muito menos ganho, pode se considerar ainda um Boost com acréscimo de médios. O Crunch só dá “gás” no som acrescido de um brilho. Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são: Drive ou Gain: controla a quantidade de saturação ou seja o quanto a unidade vai saturar; Volume: controla o volume de saída do efeito. Tone: controle o timbre do efeito, geralmente o corte e acréscimo de frequências agudas.

Exemplos:

Banzai Cold Fusion Overdrive Barber Electronics Direct Drive Bixonic Expandora Overdrive / Distortion Boss BD-2 Blues Driver Overdrive Boss OD-1 Overdrive Boss OD-2 Turbo Overdrive Boss OD-3 Overdrive Boss ODB-3 Bass Overdrive Boss OS-2 Overdrive Distortion Boss SD-1 Super Overdrive Boss SD-2 Dual Overdrive Chandler Tube Driver Crowther Audio Hotcake Overdrive Danelectro Daddy O Overdrive DOD 250 Overdrive / Preamp DOD FX-50B Overdrive Plus Electro-Harmonix Hot Tubes Fulltone Fulldrive II Overdrive Guyatone OD-2 Overdrive Hobbertt Overdrive Faiska Ibanez TK-9999US Tube King Overdrive Ibanez TS-10 Tube Screamer Overdrive Ibanez TS-808 Tube Screamer Overdrive Pro Ibanez TS-9 DX Turbo Tube Screamer Overdrive Ibanez TS-9 Tube Screamer Overdrive Klon Centaur Overdrive Landscape Organic Drive e Booster Lovetone Brown Source Overdrive Marshall Drivemaster Overdrive Distortion Marshall Guv'nor Overdrive Marshall Shredmaster Overdrive / Distortion Matchless Hotbox Preamp Overdrive Distortion Mesa/Boogie V-Twin Preamp Overdrive Distortion MXR Distortion Plus

Onerr Carbon-X Onerr Tungsten Oner Overdrive Prescription Electronics RxOverdriver Overdrive ProCo Rat II Overdrive/Distortion ProCo Turbo Rat Distortion/Overdrive ProCo Vintage Rat Distortion/Overdrive Roger Mayer Voodoo-1 Stamps Amplification Drive-O-Matic Overdrive Tech 21 Bass Driver / Direct Box Tech 21 SansAmp Classic Tube Works 901 Real Tube Overdrive Visual Sound Jekyll & Hyde Ultimate Overdrive Vox 810 Valve Tone Overdrive Way Huge Red Llama Overdrive Zoom 510 Dual Power Driver Overdrive / Distortion

DISTORTION É uma saturação mais dura e pesada, e em relação ao overdrive tem os harmônicos mais acentuados. O sinal fica mais “sujo” tornando-se ideal para estilos mais “pesados” de Rock. Uns dos mais recentes campeões de vendas são os Simulamps, pedais que simulam os timbres de amplificadores clássicos, e no nosso caso aqui, simula as distorções de amplificadores clássicos.

Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:

Distortion: controla a quantidade de distorção; Volume: controla o volume de saída do efeito. Tone ou Equalização: controla as quantidades de graves e agudos. Esse controle nessas unidades vai desde um botão (Boss DS-1) até quatro botões (Boss MT-2) controalndo graves, agudos, médios e região de médios.

Exemplos:

Bixonic Expandora Overdrive / Distortion Boss DF-2 Super Distortion & Feedbacker Boss DS-1 Distortion Boss DS-2 Turbo Distortion Boss HM-2 Heavy Metal Distortion Boss MT-2 Metal Zone Distortion Boss OS-2 Overdrive Distortion Danelectro DD-1 Fab Tone Distortion DOD FX-56 American Metal DOD FX13 Gonkulator Ring Modulator Electro-Harmonix Big Muff Pi Distortion Russian Electro-Harmonix Big Muff Pi Distortion USA Electro-Harmonix Hot Tubes Ibanez SD-9 Sonic Distortion Ibanez SM-7 Smash Box Distortion Landscape Brutall Distortion Marshall Drivemaster Overdrive Distortion Marshall Shredmaster Overdrive / Distortion Matchless Hotbox Preamp Overdrive Distortion Maxon Distortion and Sustainer Mesa/Boogie V-Twin Preamp Overdrive Distortion Morley PDW-II Distortion / Wah / Volume MXR Distortion II

MXR Distortion Plus Onerr Distortion Onerr Super Distortion Onerr Tungsten TO-3 Prescription Electronics RxOverdriver Overdrive ProCo Rat II Overdrive/Distortion ProCo Turbo Rat Distortion/Overdrive ProCo Vintage Rat Distortion/Overdrive Roger Mayer Voodoo-1 TC Electronic Booster / Line Driver / Distortion Tech 21 SansAmp Classic Tech 21 SansAmp GT-2 (e todos os seus clones) Tech 21 SansAmp TriAC (esse deveria ter um clone) Tech 21 SansAmp TriOD Tokai TDS-2 Distortion Tube Works 901 Real Tube Overdrive Visual Sound Jekyll & Hyde Ultimate Overdrive Vox 830 Distortion Booster WaveBox Argos Yamaha DI-10MII Distortion Zoom 510 Dual Power Driver Overdrive / Distortion

FUZZ As primeiras unidades de saturação foram os Fuzz, que apareceram na década de 60 e foram muito populares. O mais clássico e popular Fuzz desta época foi o “Fuzz Face”, famoso por ter sido usado pelo mestre Jimi Hendrix. O Fuzz tem um timbre muito particular que realça os harmônicos ímpares, evidenciando muito a onda quadrada. Provavelmente seja esse o motivo de ser difícil audição, alguns acordes.

Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:

Fuzz: controla a quantidade de saturação; Volume: controla o volume de saída do efeito. Tone: controla o corte e acréscimo de frequências agudas.

Exemplos:

Bertola Mini Fuzz Boss FZ-2 Fuzz / Boost Colorsound Tone Bender Fuzz Dallas Arbiter Fuzz Face DOD FX-25 Classic Fuzz Dunlop Fuzz Face Reissue Dunlop JH3S Jimi Hendrix Octave Fuzz Effector 13 Super Tri-Fuzz Electro-Harmonix Fuzz Wah Fender Blender Fuzz Octave Fender Fuzz Wah Frantone Peach Fuzz Fulltone Soul Bender Fulltone Ultimate Octave Fuzz/Octave Home-Made Fuzz Ibanez FZ-5 Sixties Fuzz Marshall Supa Fuzz MXR Blue Box Paul Hammond Fuzz Prescription Electronics Experience Fuzz Octave Swell Pedal

ProCo Turbo Rat Distortion/Overdrive Roger Mayer Mongoose Fuzz Roger Mayer Octavia Fuzz/Octave Roger Mayer Octavio Fuzz/Octave Prototype Roger Mayer Rocket Fuzz Roger Mayer Voodoo Axe Fuzz Roger Mayer Voodoo Bass Fuzz Roger Mayer Voodoo-1 SIB! Buttface Fuzz UniVox Super Fuzz VooDoo Lab Boss Tone Fuzz Vox Tone Bender Vintage Zoom 510 Dual Power Driver Overdrive / Distortion Zvex Fuzz Factory

BOOST / PRÉ AMP Nada mais é do que um efeito que aumenta o volume do sinal que recebe, mas sem chegar a saturar/distorcer. É um aumentador de volume. Bom se lembrarmos que a saturação é volume sobre volume, o boost é então um ótimo saturador de outros efeitos de ganho, ou seja, se colocarmos mais volume da entrada de um pedal de distorção/overdrive/fuzz, o resultado final é mais saturação na saída de uma dessas unidades. A gora se pegarmos uma unidade de distorção/overdrive/fuzz, e ligarmos na saída deles o boost, teremos nada mais nada menos do que o volume do efeito aumentado. Raciocinando, todos pedais de ganho, se zerarmos a distorção/drive dos pedais de distorção/overdrive/fuzz, teremos também um booster, com a vantagem de usarmos a equalização/tone desses pedais para ajustarmos o timbre. Devido algumas particularidades que trataremos mais pra frente o COMPRESSOR e o EQUALIZADOR também podem atuar como booster.

O botão de regulagem que geralmente compõe essas unidades é:

Volume: controla o volume do sinal que recebe.

Exemplos:

Banzai Cold Fusion Overdrive Barber Electronics Direct Drive Boss FZ-2 Fuzz / Boost DOD 250 Overdrive / Preamp DOD FX-10 Bifet Preamp Hobbert Baby Booster Klon Centaur Overdrive Lee Jackson Custom preamp Marshall DRP-1 Preamp / Direct Box Matchless Hotbox Preamp Overdrive Distortion Mesa/Boogie V-Twin Preamp Overdrive Distortion MXR Micro-Amp Preamp Prescription Electronics RxOverdriver Overdrive Roger Mayer Voodoo-1 TC Electronic Booster / Line Driver / Distortion Yamaha AG Stomp Acoustic Preamp / Mic Modeler / FX Zvex Super Duper 2-in-1 Zvex Super Hard-On Preamp / Boost Dallas Arbiter Rangemaster Dan Armstrong Red Ranger Glen Fryer Treble Booster Brian May Model

Grupo dos Efeitos De Modulação

Estão inclusos no grupos efeitos como CHORUS, FLANGER, SIMULADORES DE LESLIE, PHASER, VIBRATO/TREMULO, RING MODULATOR, etc. Se formos contar de verdade esse grupo pode ficar gigante se começarmos a contar efeitos vindos dacombinação de outros de modulação já existente. Indico para aprendizagem sobre modulação, os artigos do nosso amigo de FCC, o Old Monkey/Macaco veio, “como montar um chorus e flanger”, lá além da montagem ele explica de forma magistral esses efeitos, funcionamento, etc. A categoria de modulação trabalha dentro do principio de dobra de sinal, alteração na frequência, alteração da afinação, alteração da amplitude, alteração na fase do sinal.

PS. Se levar o conceito ao pé da letra os efeitos de PITCH podem ser inclusos em modulação, mas nesse tópico vou colocar em grupo separado. Descreverei os principais.

CHORUS Para entendermos como funciona um chorus, vamos imaginar a seguinte situação: se dois guitarristas tocam o mesmo acorde/nota ao mesmo tempo várias vezes, os dois sons gerados por eles vão ter um certo atraso gerado pela diferença execução existente entre um guitarrista e outro, os dois sons estarão sutilmente desafinados, visto que cada guitarrista tem sua “pegada”, e também os sons estarão diferentes devido aos equipamentos serem diferentes (mesmo se for da mesma marca e modelo, nenhum equipamento é igual a outro, nem que essa diferença seja sutil, mas existe). O chorus faz exatamente isso, só que eletronicamente. O atraso gerado geralmente é algo em torno de 20ms e 30ms e esse atraso é somado à onda original, gerado pela guitarra. Este atraso é levemente desafinado pela variação de velocidade da onda. Imagine dois toca fitas tocando junto só que um deles têm uma leva variação de velocidade, isso gerará uma desafinação e quando os dois forem somados haverá um Chorus. A variação de velocidade da onda é gerada pelo LFO (Low Frequency Oscilator) – oscilador de baixas frequências. Variando sua velocidade, o LFO faz mudanças em frequências muito baixas, fazendo uma leva desafinação no sinal que é dobrado.

Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:

Depth: controla a profundidade da onda dobrada, acentuando ou atenuando a desafinação. Rate / Speed: Controle de velocidade da oscilação, o distanciamento da afinação (pitch) original. Outros: os chorus modernos possuem outros recursos como Volume do efeito, Tone para dar mais um brilho no efeito e até um botão (no caso do Ibanez CF-7) chamado 10ms que atrasa mais 10ms do sinal já atrasado. Mas o que comando realmente o chorus é o Depth e o Rate, qualquer outro botão é recurso adicional.

Exemplos:

Boss CE-1 Chorus Ensemble Boss CE-2 Chorus Boss CE-3 Chorus Boss CE-5 Chorus Ensemble Boss CEB-3 Bass Chorus Boss CH-1 Super Chorus Boss DC-2 Dimension C Boss DC-3 Digital Dimension Boss PS-3 Pitch Shifter Delay Danelectro Cool Cat Chorus Digitech XMC Multi Chorus DOD FX-65 Stereo Chorus Dunlop Rotovibe

Dunlop UniVibe Electro-Harmonix Clone Theory Chorus/Vibrato Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay Electro-Harmonix Small Clone Analog Chorus Electro-Harmonix Stereo PolyChorus Fulltone ChoralFlange Fulltone Deja 'Vibe Ibanez BC-9 Bi-Mode Chorus Ibanez BCL Bi-Mode Chorus Ibanez CF-7 Chorus/Flanger Ibanez DML-20 Modulation Delay III Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay Ibanez SC-9 Stereo Chorus LandScape Angel Chorus Line 6 MM-4 Modulation Modeler Maxon CS-9 Pro STEREO CHORUS PRO MXR Micro Chorus MXR Stereo Chorus Roger Mayer Voodoo Vibe Sweet Sound Ultra-Vibe Chorus/Vibrato TC Electronic TCF Chorus/Flanger Tokai TCH-1 Chorus Yamaha AG Stomp Acoustic Preamp / Mic Modeler / FX Yamaha CH-10MII Chorus

FLANGER Esse efeito é semelhante ao phase e foi usado pela primeira vez em uma gravação pelo inovador guitarrista Les Paul. Inicialmente o principio de funcionamento é igual do chorus (dobra + atraso + desafinação + sinal original), mas quando esse chorus foi soar, pegaram essa saída e jogaram novamente na entrada, ou seja, pegaram o sinal que ia sair de um chorus e realimentaram ele, jogando esse sinal na entrada novamente. Então o sinal é tratado como chorus e volta para um segundo tratamento causando um efeito de “redemoinho” ou de “avião a jato”. Na verdade esse efeito acontece devido a realimentação do sinal que provoca o cancelamento de algumas frequências criando a sensação de decaimento e aumento em alguma delas. O flanger permite então vários ajustes, desde um chorus comum (é só deixar o botão Res ou Resonance ou Feedback no zero e ajustar o Depth e o Rate) passando por sons metálicos com ambiências reflexivas a dimensões pequenas (algo como um cano d’agua) até o som de aviões a jato.

Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:

Depth – controla a profundidade da onda dobrada, acentuando ou atenuando a desafinação. Rate / Speed – Controle de velocidade da oscilação, o distanciamento da afinação (pitch) original. Res / Resonance / Feedback / Regen – esse é o responsável pela quantidade de sinal que realimentará o efeito, quanto mais realimentação, mais presente será o efeito flanger. Outros – os flangers modernos possuem outros recursos como Volume do efeito, Tone para dar mais um brilho no efeito e até um botão (no caso do Ibanez CF-7) chamado 10ms que atrasa mais 10ms do sinal já atrasado. Mas o que comando realmente o flanger é o Depth, o Feedback e o Rate, qualquer outro botão é recurso adicional.

Exemplos:

ADA Flanger Boss BF-2 Flanger Boss DC-2 Dimension C Digitech XTF Turbo Flange Stereo Flanger

DOD 101 Flanger DOD FX-75C Stereo Flanger DOD FX747 Supersonic Stereo Flanger Electro-Harmonix Electric Mistress Flanger Electro-Harmonix Stereo PolyChorus Fulltone ChoralFlange Ibanez CF-7 Chorus/Flanger Ibanez DFL Flanger Ibanez DML-20 Modulation Delay III Ibanez FL-9 Flanger Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay Line 6 MM-4 Modulation Modeler Musictronics/Mutron Flanger MXR Micro Flanger MXR Stereo Flanger Pearl Flanger Ross Flanger TC Electronic TCF Chorus/Flanger Tychobrahe Pedal Flanger Vox Flanger

PHASER Esse é o efeito em que Eddie Van Halen arrebentou, confira o trabalho “Atomic Punk” desse mestre da guitarra.

O phase era produzido originalmente gravando e reproduzindo o mesmo sinal em dois gravadores; as

variações de pitch e velocidade provocam um efeito (wooshing). Largamente utilizado nos anos 60

pelas bandas psicodélicas, o phaser continua a ser um efeito popular. Esta unidade data de meados dos anos 70.

O interessante resultado sonoro caracterizado neste efeito é obtido da seguinte forma: soma-se à onda

original uma onda de mesma frequência e amplitude, mas com uma variação temporal e linear de fase, o que resulta em uma série de interferências construtivas e destrutivas. O único parâmetro desse tipo de efeito é a frequência com que varia a fase da onda somada à original.

O efeito de phase emprega atrasos muito curtos na faixa de 1 a 10 ms. Quando o sinal original é

atrasado em relação ao sinal repetido ocorre um efeito conhecido por comb filter no quais as

frequências cujos períodos estão diretamente relacionados ao tempo de atraso são atenuadas e reforçadas devido ao cancelamento de fase. Efeitos de phase utilizam um determinado número de filtros para gerar o efeito comb. Usando um modulador (LFO) para mover esse filtro dentro de uma determinada região do espectro causa um cancelamento de fases variável dependente das frequências usadas.

A diferença entre phase e flanger é que neste último a atenuação e o reforço das frequências ocorrem

em intervalos regulares enquanto que no phase isso depende da disposição dos filtros. Além disso, no

phase o espaçamento, a largura e a intensidade (depth) podem ser variáveis. Em geral, flange tem um efeito no campo das alturas mais pronunciado que o phase.

Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:

Rate / Speed - Determina a velocidade com o que o modulador irá varrer ciclicamente a faixa de espectro determinada. Range - determina essa faixa do espectro a ser varrida pelo modulador. Outros - filtros, feedback loop.

Exemplos:

ADA Final Phase Big Briar Mooger Fooger MF-103 Phaser Boss PH-1 Phaser

Boss PH-1r Phaser Boss PH-2 Super Phaser Boss PH-3 Phaser Shifter DOD FX20C Stereo Phaser Electro-Harmonix Bad Stone Phaser Electro-Harmonix Small Stone Phaser Russian Electro-Harmonix Small Stone Phaser USA Fulltone Deja 'Vibe Guyatone PS-3 Phase Shifter Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay Ibanez PH-7 Phaser Ibanez PT-707 Phasetone II Phaser Ibanez PT-9 Phaser Ibanez PT-909 Phase Tone Phaser Line 6 MM-4 Modulation Modeler Maestro Phase Shifter Motorphasor Phaser Musictronics/Mutron Bi-Phase Phaser Musictronics/Mutron Phaser II MXR Phase 100 Phaser MXR Phase 45 Phaser MXR Phase 90 Phaser Pearl Phaser Ross Phaser TC Electronic XII Progammable Phaser Tokai TPH-1 Phaser UniVox Micro-Fazer Phaser Yamaha PH-10MII Phaser

SIMULADORES LESLIE / ROTARY SPEAKER Efeito obtido originalmente com uma caixa acústica girando, o que produz alterações de fase interessantes, principalmente em timbres de órgão e cordas. Esse efeito foi primeiramente gerado pela caixa Leslie, que era muito usada com os antigos órgãos Hammond. Para guitarra esse efeito é algo próximo de um chorus. Qual a diferença entre caixa Leslie e Rotary Speaker? Simples. A Leslie é um objeto que possui “falantes” acoplados a um motor. Rotary Speaker é o efeito que gerado pela Leslie, quando os falantes estão girando.

Exemplos:

DOD FX22 VibroThang Dunlop UniVibe Fulltone Deja 'Vibe Hughes and Kettner Tube Rotosphere UniVox Uni-Vibe UniVox UniVibe VooDoo Lab Micro Vibe

VIBRATO / TRÊMULO O conceito de vibrato e trêmulo se confundem, na verdade é até caso de muitas discussões. É certo que realmente esses dois itens se confundem, principalmente porque até fabricantes de pedais fazem pedais chamados Trêmulo e pedais chamados Vibrato, mas eu não vou discutir com ninguém mas vou postar aqui minhas conclusões mediante as pesquisas que fiz. Então, qual é a diferença entre vibrato e trêmulo? O conceito de vibrato é múltiplas variações de tom, você treme a mão esquerda, como se estivesse fazendo vários bends menores na mesma nota ou treme a sua ponte fazendo o mesmo efeito. Trêmulo é a técnica usada para obter o efeito de Vibrato. Isso

mesmo a técnica que consiste em tremer a corda com a mão ou com a alavanca, gerando um Vibrato é exatamente o Trêmulo. Resumindo Trêmulo é a técnica, a execução que tem por resultado o efeito vibrato. Nos pedais isso não passa de variação da frequência do sinal. A esse sinal que sofre a variação de frequência não é adicionado o sinal original como acontece no chorus, flanger, por exemplo. Existem também versões que apontam que Vibrato é variação de tom (como expliquei acima) e Trêmulo é uma variação periódica de amplitude (como variar periodicamente o botão de volume num aparelho de som). Fica a critério de cada um escolher em qual versão acreditar. Ambas as explicações têm nexo

Exemplos:

Boss PN-2 Tremolo Pan Boss PS-5 Super Shifter Boss TR-2 Tremolo Boss VB-2 Vibrato Colorsound Tremolo Diaz Tremodillo Tremolo DOD FX22 VibroThang Dunlop Rotovibe Dunlop UniVibe Dunlop TS-1 Tremolo Stereo Pan Dunlop TVP-1 Tremolo Volume Electro-Harmonix Clone Theory Chorus/Vibrato Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay Electro-Harmonix Wiggler Tremolo / Vibrato Fulltone Deja 'Vibe Guyatone VT-3 Vintage Tremolo Hughes and Kettner Tube Rotosphere Line 6 MM-4 Modulation Modeler Prescription Electronics Throb Tremolo Rocktron Surf Tremolo/Compressor Roger Mayer Voodoo Vibe Sweet Sound Ultra-Vibe Chorus/Vibrato VooDoo Lab Micro Vibe VooDoo Lab Tremolo Zvex Seek Wah / Tremolo / Filter

OUTROS MODULADORES Como eu disse anteriormente se for para descrever todos os efeitos moduladores, isso precisaria de um trabalho muito grande, pois alem dos três (chorus, flanger e phaser) descritos existem outros que são combinação ou variação um dos outros. Enfim onde houver uma variação ou de fase, ou de frequência e até mesmo de amplitude e que essa variação ou essas variações seja combinada com o sinal original poderá ser um modulação. Depois, ainda, desse resultado obtido, se usá-lo para realimentar o circuito haverá mais opções de efeitos todos oriundos de uma modulação ou modulações sejam elas quais forem.

Exemplos:

Big Briar Mooger Fooger MF-102 Ring Modulator DOD FX13 Gonkulator Ring Modulator Fender Blender Fuzz Octave

Grupo dos Efeitos de Ambiência

São os Delays e Reverbs. São os efeitos mais caros do mercado. Estão disponíveis nas versões digital e analógico com variados recursos. Os aspectos sonicamente reconhecíveis de um ambiente na reprodução podem são resumidos como "ambiência" e correspondem principalmente à reverberação e eco presentes.

DELAY Delay em inglês é atraso. Nos pedais esse atraso é gerado eletronicamente ou digitalmente para dar o efeito de ambiência conhecido como eco. Eco é um fenômeno acústico de reflexão do som. Se uma pessoa grita do alto de uma montanha, p som ira na direção de um obstáculo que refletirá o som na direção da pessoa, de volta. No caso da guitarra, inicialmente os delays foram feitos a partir de uma máquina com fita magnética (tipo k7) que gravam e devolve o som gravado com dois cabeçotes, um de gravação e outro de reprodução. O tempo de delay era regulado através da velocidade com que essa fita girava no aparelho. Depois disso veio o delay analógico eletrônico e em meados da década de 80 veio os delay eletrônicos digitais – a vantagem desses eletrônicos é a maior capacidade de armazenamento de dados gerando delay de mais de 1 segundo. Geralmente gerado pelo armazenamento do sinal de áudio em um buffer eletrônico por certo período de tempo para depois ser reenviado para a saída de áudio. O efeito mais simples é conseguido pela soma do sinal original com o sinal atrasado. Alguns guitarristas não gostam do som digital e preferem as unidades analógicas e alguns chegam pagar um dinheirão para ter uma máquina de delay de fitas magnéticas como, por exemplo, os “Echoflex”. Na verdade quem gosta do delay de fita é quem curte a onda vintage, pois ocorre uma deterioração na fita magnética e essa deterioração “passa” ao som atrasado, com certas mudanças no timbre (frequência e leves desafinações), de forma proporcionalmente acentuada conforma as repetições do delay, o que dá ao som da guitarra uma “vibe”, um “calor”, um “sabor” vintage. Entre vários guitarristas pode indicar uns adeptos como Brian Setzer, Eric Johnson, Uli John Roth, etc. Devido ao avanço da tecnologia, muitos processadores trabalham com conversão A/D (analógico- digital) de 24 bits, proporcionando a algumas unidades a capacidade de emular com fidelidade a deterioração dos atrasos dos delay de fita. Outro recurso que acrescentou ao efeito foi o chamado “Tap Tempo”, onde o tempo de delay é ajustado através de uma chave onde se aciona pressionando a chave no intervalo de tempo desejado. Delays múltiplos podem ser gerados pela reinserção repetida do sinal atrasado. Multitap delays são gerados a partir de um único e longo delay que é repetido em intervalos diferentes, gerando múltiplas repetições. Ping-pong delays são obtidos pelo direcionamento alternado de cada repetição para os canais esquerdo e direito da saída de áudio.

Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:

Delay Level – Volume do som atrasado, volume do efeito delay; Delay Time – Controla o tempo entre uma repetição e outra do delay; Feedback – Controla o número de repetições que o delay terá; Outros – Unidades com recursos adicionais podem ter os controles: Tap Tempo, ping-pong, reverse, hold (repetições infinitas), multi delay, etc

Exemplos:

- Analógicos:

Big Briar MF-104 Mooger Fooger Analog Delay Boss DM-1 Analog Delay Machine Boss DM-2 Analog Delay Boss DM-3 Analog Delay DOD 680 Analog Delay DOD FX-90 Analog Delay Electro-Harmonix Memory Man Deluxe Delay Ibanez AD-9 Analog Delay Maxon AD900 Analog Delay

MXR Analog Delay Way Huge Aqua-Puss Analog Delay

- Digitais:

Akai E1 Headrush Delay Echo Looper Boss DD-2 Digital Delay Boss DD-3 Digital Delay Boss DD-5 Digital Delay Boss DD-6 Digital Delay Boss DSD-2 Sampler Delay Boss PS-2 Pitch Shifter / Delay Boss PS-3 Pitch Shifter Delay Boss RV-2 Reverb Boss RV-3 Reverb Delay Carl Martin Delayla Carl Martin DeLayla XL Carl Martin Red Repeat Guitar Danelectro DE-1 Dan-Echo Danelectro DJ-3 BLT Slap Echo Danelectro Reel Echo Tape Simulator DigiTech DigiDelay Digitech PDS-8000 Echo Plus Delay Sampler Digitech XDD Digidelay Delay DOD DFX-9 Digital Delay DOD DFX-94 Digital Delay / Sampler Electro-Harmonix 16 Second Delay Guyatone MD-3 Micro Digital Delay Pedal Hughes & Kettner Replex Tube-Driven Tape Delay Simulator Ibanez DE-7 Delay Echo Ibanez DL-10 Digital Delay Ibanez DML-20 Modulation Delay III Ibanez PDM1 Programmable Modulation Delay Korg 301DL Dynamic Echo Landscape EDY Line 6 ToneCore Echo Park Line 6 DL-4 Delay Modeler Marshall Echohead SIB! Mr Echo Tokai TDL-1 Digital Delay WaveBox Triton

- Reverse:

Boss DD-5 Digital Delay Danelectro Wasabi Forward-Reverse Delay Digitech XDD Digidelay Delay Electro-Harmonix 16 Second Delay

REVERB Efeito irmão do delay, a diferença está que ao invés de se ter uma única reflexão “indo e voltando” da origem sonora ao obstáculo, agora o reverb apresenta várias reflexões com vários tempos de atrasos diferentes, pois temos que imaginar vários obstáculos, uma mais perto outro mais longe e a reflexão do obstáculo mais próximo é mais rápido do que o que está mais longe Numa sala de concerto, o som que espectador ouve contém tanto o som original produzido pela fonte (voz, instrumento acústico, sistema de sonorização, etc) quanto às milhares de reflexões desse som original, que bate no chão, paredes e teto, até chegar aos ouvidos, com um pequeno atraso. Essas

reflexões são como milhares de ecos do sinal direto que, devido à sua grande quantidade, não são perecebidas exatamente como ecos, mas sim como “reverberação”. Baseados na reflexividade de um ambiente podemos distinguir os materiais de que ele é composto. Em salas grandes com paredes elevadas de tijolo a reverberação geralmente é muito pesada e precisa de algum tempo até cessar. Já uma sala pequena, com muitos objetos dentro, possui uma reverberação muito pequena, em geral nem percebida como tal. Entretanto, essa pequena reverberação de fato existe, e por essa a razão é que os projetistas de processadores de efeitos incluirem vários tipos básicos de reverberações, dando a eles nomes de tipos diferentes de “salas”. É muito natural, por exemplo, que uma programação de reverb chamada “Catedral” produza uma reverberação longa e muito densa, enquanto uma programação chamada de “Room” represente a acústica de uma sala muito menor. As primeiras unidades foram os reverbs de mola e de placa. Um reverb de placa é composto de uma placa fina de aço ou outro metal resistente coberto com liga de

ouro, que é posto a vibrar pelo sinal a ser processado (reverberado). Em outro ponto da placa o sinal é captado por um transdutor e então adicionado ao sinal original.

O reverb de mola usa o mesmo principio, mas o som reverberado possui uma qualidade inferior ao do

sistema com placa. Sinais com muita dinâmica, como bateria, sofrem uma compressão alta quando reproduzidos num reverb de mola. Hoje os processadores de efeito conseguem emular qualquer tamanho de sala com superfícies distintas. Resumindo, o tipos de reverbs são Plate (sala pequena com superfícies muito reflexivas), Room (sala de porte médio – tem a intenção de soar um ambiente caseiro comum), Hall (sala de grande porte, ambientes amplos – som de Catedral), Chamber Hall (câmaras de concerto) e finalmente o usados por guitarristas, o Spring (reverb de mola dos amplis de guitarra).

Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:

Reverb type – seleciona o tipo de sala a ser escolhida; Decay / Time – controle de duração do reverb até não ter nenhuma reflexão soando; Mix – controla a mistura do som reverberado com o som original; Diffusion – controle de densidade das reflexões; Pré-Delay – controle de tempo para que o som comece a reverberar

Exemplos:

Boss RV-2 Reverb Boss RV-3 Reverb Delay Boss RV-5 Reverb Danelectro Corned Beef Reverb Danelectro Spring King Spring Reverb DigiTech DigiVerb Digital Reverb Pedal Digitech TSR24 True Stereo Reverb Electro-Harmonix Holy Grail Guyatone MR-2 Micro Reverb Onerr DG-1 Digital Reverb Marshall Reflector Digital Reverb Rocktron Cyborg Digital Reverb Pedal

Grupo dos efeitos de Tonalidade

A esse grupo de efeitos pertence todos os efeitos que atuam alterando a equalização (grave, médio,

agudo) do som. São pertencentes desse grupo então Acoustic Simulator, Auto wah, WahWah, Envelop Filters, Equalizers, Filters, Pickup Simulator e qualquer outro que altere o timbre do som original utilizando apenas a alteração na equalização.

EQUALIZER

É encontrado

em

diversos

tipos

de

consoles

como

pedal,

rack,

em

amplificadores,

pedais

de

Drive/Distortion/Fuzz e outros efeitos possuem nem que seja um único botão que ofereça acréscimo ou corte de frequências, para guitarra, geralmente, agudos e médios (que é onde está o segredo do timbre para a guitarra). Esses outros efeitos, provando que aquele controle pertence ao grupo dos efeitos de tonalidade, esse botão chamasse Tone. Os pedais exclusivamente de equalização são encontrados em dois tipos principais, o Paramétrico e o Gráfico. Como paramétrico (menos usado como equalizer e é encontrado nos pedais de distorção mais pesada como o Boss MT-2 e Marshall Jackhamer) permite ajustar as frequências grave, aguda, média e região dessa média. Como gráfico (largamente usado por guitarristas), permite ajustar individualmente o ganho (ou redução) em faixas (bandas) separadas do espectro do sinal (normalmente 7 ou 10 bandas no caso de guitarra). O ajuste de cada banda é feito por meio de um controle deslizante, de forma que as posições desses controles permitem uma visualização imediata de como o equipamento está atuando sobre o sinal.

Exemplos:

Behringer Beq-700 Equalizer Boss GE-7 Equalizer Boss PQ-4 Parametric Equalizer DOD FX-40B Equalizer Line 6 FM-4 Filter Modeler Maxon GE601 Graphic Equalizer MXR 10 Band Equalizer MXR KFK-1 Kerry King Ten Band Equalizer

WAH-WAH Este efeito foi popularizado por muitos guitarristas de música pop, rock e blues, que usam pedais de wah-wah. O mestre Hendrix foi um dos guitarristas que fizeram a guitarra chorar usando esse efeito. Basicamente, é um filtro passa-banda que varre o espectro e atenua as frequências baixas e altas durante a varredura. O efeito obtido é semelhante ao próprio nome “wah-wah”. Na verdade é preciso “ter a manha” para que o efeito fique legal. Alguns Wah-Wah digitais simulam várias vogais “faladas” quando esse pedal é acionado. A maioria dos wah-wahs funcionam com potenciômetro e uma chave liga/desliga que é acionada por pressão, localizada logo abaixo do pedal de controle contínuo. Mas existem pedais que são acionados automaticamente quando se encosta o pé no pedal, não usam potenciômetro e sim uma célula foto- elétrica, o que evita ruídos comuns em potenciômetros. Como tudo existe suas desvantagens e vantagem nesse sistema automático, não é possível usar um recurso que vários guitarristas usam que é o de usar o wah como “mid-boost” (o pedal fica na posição central – esse recurso é muito usado pelo guitarrista Santana). Assim como todos os efeitos as características timbrísticas serão variadas de modelo para modelo e de marca para marca.

Exemplos:

Boss FT-2 Dynamic Filter Boss PW-10 V-Wah Pedal Budda Bud-Wah Behringer HellBabe Wah Colorsound Wah Wah Danelectro Trip L Wah Pedal DigiTech EX-7 Expression Factory Digitech XP-100 Whammy Wah DOD FX-17 Wah Volume Dunlop 535Q Wah Pedal Dunlop 95Q Wah Pedal Dunlop Jimi Hendrix Wah Pedal

Dunlop Original CryBaby Wah Pedal Dunlop Zakk Wilde Wah Pedal Dunlop 535QC Chrome Crybaby Wah Pedal Dunlop Crybaby Classic Fasel Inductor Wah Pedal Dunlop DB-01 Dimebag Crybaby From Hell Dunlop GCB-80 High Gain Volume Pedal Electro-Harmonix Fuzz Wah Fender Fuzz Wah Fulltone Clyde Wah Geoffrey Teese RMC1 Wah Ibanez WD7 Weeping Demon Wah Pedal Ibanez WH-10 Wah Line 6 FM-4 Filter Modeler Morley Bad Horsie 2 Contour Wah Morley Bad Horsie Wah Morley PBA-2 Bass Wah Morley PDW-II Distortion / Wah / Volume Onerr Cry baby CB-1 Onerr Fat Boy1 Onerr Fat Boy2 Rocktron Black Cat Moan Wah Pedal Roger Mayer 9090A Wah Mod Upgrade Roger Mayer Vision Wah Roland Mister Multi-Mode Wah Shelter EWP-1 wah Snarling Dogs Blues Bawls Wah Pedal Thomas Organ Cry Baby Wah Tychobrahe ParaPedal Wah Vox 847 Wah Vox King Wah Vox V846 Wah Vox V847UJ Union Jack Wah Vox V848 Clyde McCoy Wah Wah Pedal Zvex Wah Probe

AUTO WAH / DYNAMIC WAH / FILTERS / ENVELOP FILTERS Os efeitos acima citados são semelhantes. No ''wah'' controlado com o pé, a variação que se dá ao pisar no pedal faz com que a onda sonora tenha certa região de frequências acentuada: pisando-se até o fim do pedal, são ouvidas as frequências mais agudas; voltando-se à posição inicial, ouvem-se as mais graves. No auto-wah, essa variação é feita de forma automática, de maneira que há sempre uma oscilação entre frequências mais agudas e mais graves. É importante ressaltar que a onda padrão adotada é discretizada (formada apenas por 10 frequências). Numa analogia semelhante à utilizada no efeito do tremolo, o auto-wah se assemelha a uma variação periódica no botão tone de um aparelho de som. Assim como o tremolo, ele possui dois parâmetros: um que determina a variação máxima da amplitude para as frequências ressaltadas, e outro que define o quão rápido ocorrerá essa variação. No caso do Dynamic o Wah é determinado pela dinâmica (mais ou menos força) com que o instrumento é tocado. Assim que as cordas são tocadas com mais força ouve-se o efeito wah.

Exemplos:

Big Briar Mooger Fooger MF-101 Low-Pass Filter Boss AW-2 Auto-Wah Boss AW-3 Dynamic Wah Boss FT-2 Dynamic Filter

Boss SP-1 Spectrum Boss SYB-3 Bass Synthesizer Boss TW-1 T-Wah Danelectro DJ24 French Fries Auto Wah Pedal Digitech XP-100 Whammy Wah DOD 440 Envelope Filter DOD FX-25 Envelope Filter DOD FX-25B Envelope Filter Dunlop Q-Zone Electro-Harmonix Q-Tron Envelope Filter Electro-Harmonix Q-Tron Envelope Filter Mini Electro-Harmonix Q-Tron Envelope Filter Plus Guyatone FB-X Funky Box Guyatone WR-2 Wah Rocker Envelope Filter Ibanez AF-9 Auto Filter Ibanez LF-7 Lo-Fi Filter Line 6 FM-4 Filter Modeler Menatone Mail Bomb Envelope Filter Musictronics/Mutron III Envelope Filter Musictronics/Mutron Micro-V Envelope Filter MXR Envelope Filter Zvex Seek Wah / Tremolo / Filter Zvex Wah Probe

SIMULATORS Os simuladores que se utilizam da equalização para atingir um timbre são vários. Os mais conhecidos são Pickup Simulator (single/humb. e humb/single), Acoustic Simulator (ainda não conheci um que transforma o som da guitarra em de violão), Speaker/Cabinet Simulator (1x10”, 2x10”, 4x10”, 1x12”, 2x12”, 4x12”, 1x15”), Simulamps (inicialmente vamos desconsiderar os sons distorcidos – embora também tenha a ver – e vamos considerar a simulação dos sons limpos), Mic. Simulator (simula diferentes posições do microfone à frente da caixa escolhida), etc. Pra quem gosta de timbre, encomendar esses simuladores é uma boa pedida pois são verdadeiros imitadores de timbres. Ah, mais uma coisa importante, simuladores, seja qual for, não faz milagre

Exemplos:

Boss AC-2 Acoustic Simulator Boss AC-3 Acoustic Simulator Koch Loadbox II Power Attenuator/Speaker Simulator Rockman Acoustic Pedal Sansamp GT-2 Amp. Simulator / Cabinet Simulator / Mic. Simulator Yamaha DG-Stomp Amp Modeling / Multi-FX Unit Zoom 510 Dual Power Driver Overdrive / Distortion Zoom GFX-8 Amp Modeling / Multi-FX Unit

Grupo dos efeitos de PITCH – altera afinação

Como disse anteriormente, se levarmos ao pé da letra, os efeitos que compõe o Pitch deveriam ser inclusos em modulação, pois neles há uma variação de frequência. Permite alterar a frequência do sinal original. É muito usado para mudar o tom (“pitch”) da nota original. Na voz os Pitchs são usados para criar vozes de monstros, patos, etc. Os dois mais famosos pedais de Pitch são o Whammy da Digitech e o Pitch Shifter da Boss. Esse grupo pode até ser dividido em grupos menores que são os Hamonizer, Octaves e Pitch Shifters. Há pedais que se encaixam em duas ou até três modalidades.

Exemplos:

-

Harmonizer:

Boss HR-2 Harmonist Boss PS-5 Super Shifter Digitech WH-1 Whammy Original

Digitech WH-1 Whammy Reissue Digitech Whammy IV

- Octaves:

Arion MOC-1 Octave Boss HR-2 Harmonist Boss OC-2 Octave Boss PS-2 Pitch Shifter / Delay Boss PS-3 Pitch Shifter Delay Boss PS-5 Super Shifter Digitech WH-1 Whammy Original Digitech WH-1 Whammy Reissue Digitech Whammy IV Digitech XP-100 Whammy Wah Dunlop JH3S Jimi Hendrix Octave Fuzz Electro-Harmonix Octave Multiplexer Electro-Harmonix Octave Multiplexer Deluxe Fender Blender Fuzz Octave Fulltone Ultimate Octave Fuzz/Octave Musictronics/Mutron Octave Divider MXR Blue Box Pearl OC-07 Octave Prescription Electronics Experience Fuzz Octave Swell Pedal Roger Mayer Octavia Fuzz/Octave Roger Mayer Octavio Fuzz/Octave Prototype Yamaha OC-10 Octaver

- Pitch Shifter:

Boss HR-2 Harmonist Boss PS-2 Pitch Shifter / Delay Boss PS-3 Pitch Shifter Delay Boss PS-5 Super Shifter Digitech WH-1 Whammy Original Digitech WH-1 Whammy Reissue Digitech Whammy IV Pearl OC-07 Octave

Grupo dos Efeitos Dinâmicos

Resumidamente esse grupo é composto dos efeitos que controlam a amplitude (volume) do sinal. Nesse grupo estão inclusos o efeito Compressor, Limiter e outros efeitos menos usuais como Slow Gear. Como se trata de dinâmica o Pedal de Volume poderia se encaixar nesse grupo, mas como eu vou explicá-lo comparando com o pedal de Expressão resolvi encaixá-lo em outros.

COMPRESSOR / LIMITER / SUSTAINER O Compressor foi criado para controlar os picos de sinais e sinais baixos dando a ambos a mesma amplitude (volume) em gravações profissionais. Os sinais elevados são reduzidos e os baixos são elevados, gerando um som com menos variação de dinâmica, mais constante e com mais sustain.

Pode também ser usado como Boost de pré ou de pós em Distorções e Drives, saturando mais o efeito no caso de pré ou aumentando o volume no caso de pós. Na mesma onda do compressor, o Limiter atenua os picos de frequência e antecipa a sobrecarga do som. Faz uma parte daquilo que o Compressor faz, porém atua somente nos picos do sinal, alterando o ganho de entrada para manter um nível fixo. Já o Sustainer, comparado ao Limiter, faz a outra parte do trabalho de um Compressor, ou seja, amplifica o sinal fraco gerando maior sustentação.

Os botões de regulagens que geralmente compõem essas unidades são:

Level – controla o volume do sinal processado; Tone – corta ou adiciona frequências agudas e médio-agudas; Attack – controla o tempo de ação da compressão.

Exemplos:

Anatone Time Stopper Barber Tone Press Compressor Boss CS-1 Compression Sustainer Boss CS-2 Compression Sustainer Boss CS-3 Compression Sustainer Dalenectro Surf & Turf Digitech Main Squeeze DOD FX-15 Swell Electro-Harmonix Black Finger Tube Compressor Guyatone ST2 Compressor / Sustainer Ibanez CP-5 Compressor Keeley Compressor Line 6 FM-4 Filter Modeler Line6 Constrictor Compressor MXR Limiter MXR Dyna-Comp Compressor Onerr Titanium Compressor Prescription Electronics Experience Fuzz Octave Swell Pedal Retrospec The Squeeze Box Compressor Rocktron Surf Tremolo/Compressor Rocktron Big Crush Ross Compressor Way Huge Saffron Squeeze Compressor

OUTROS EFEITOS

Resumindo, para falarmos de efeitos, levaria muito tempo, pois o assunto é muito vasto, principalmente

se tratarmos desde como usá-los até entrar em detalhes mais profundos como o circuito como atua cada

componente eletrônico do circuito, etc. Bom, fiz uma divisão em grupos onde encaixei alguns efeitos, mas nem todos se encaixaram nesses grupos, então eu os colocarei nesse grupo chamado outros e isso não quer dizer que esses efeitos tenham sua importância depreciada, mas ao contrário são muito importantes e vou tentar descrever seu funcionamento.

NOISE GATE / NOISE SUPRESSOR

A qualidade do seu som é diretamente proporcional à qualidade dos equipamentos que você está usando

o que estão inclusos os captadores, cabos, pedais, fonte dos pedais, amplificador e até a tensão das tomadas. Dependendo do efeito, por exemplo efeitos de ganho e compressores, que você estiver usando, um

“hum” ou qualquer tipo de perturbação sonora (ruído) poderá ser ouvido prejudicando a qualidade da sua gravação ou apresentação ao vivo.

Se o som principal for relativamente mais alto do que esse ruído poderá ser mascarado e praticamente

não será notado. Porém nem sempre isso acontece Noise. Mas qual Noise? O Noise Gate ou o Noise Supressor?

Bom não estou aqui pra te falar o que adquirir, mas vou explica cada um deles e você decida o que vai

adquirir!!!

Os Noise Gates atenuam o sinal quando sua amplitude cai. O noise gate é regulado pra liberar a passagem de som somente a partir de certos decibéis, ou seja, se você para de tocar e não diminui o volume da guitarra, ele corta o som, dando um "mute". Mas na hora que você tocar, ele vai liberar a

passagem de todo o som, inclusive os ruídos. No encadeamento ele é colocado em linha com os outros

pedais. Em algumas aplicações esse método não é muito útil, uma vez que a transição “liga/desliga” é drástica, e soa muito pouco natural.

O Noise Supressor atua como um filtro e com isso, ele elimina somente os ruídos que esses pedais

criam, deixando somente o sinal da guitarra passar. Deve-se tomar cuidado, pois dependendo da regulagem ele pode cortar as pontas dos agudos, e causar perda de harmônicos. No encadeamento, o Noise Supressor não é ligado em linha como o Noise Gate, ele tem o SEND e RETURN e assim ligado ele estará continuamente filtrando o sinal evitando eventuais ruídos. No fim desse tópico vou exemplificar alguns setups e suas ligações onde em um deles terá um Noise Supressor ligado para melhor entendimento dessa ligação.

Aí entra a necessidade de se adquirir um pedal

Exemplos:

Ebtech 2 Channel Hum Eliminator Rocktron Hush Pedal Boss NS-2 Noise Suppressor / Loop / Power Supply DOD FX-30B Noise Gate / Loop MXR Noise Gate / Line Driver

PEDAL DE VOLUME / PEDAL DE EXPRESSÃO Pra começar, não são os mesmos, não fazem a mesma coisa, um não pode fazer a função do outro (a menos que você tenha uma unidade que faça ambas funções como o Ernie Ball Stereo 25k Volume /

Expression Pedal). Embora esses pedais sejam de fácil entendimento e de fácil aplicação, tem gente que faz uma confusão gigantesca com esses pedais.

O Pedal de Volume atua como abaixador de volume e o volume máximo que você consegue atingir com

ele é volume normal de como se esse pedal estivesse desligado. Mas isso é útil? Sim! Na hora de um

solo alguns guitarristas usam um Boost ligado depois das distorções, o que é legal, mas e se ele quisesse abaixar o volume desse mesmo som? Abaixaria na guitarra? Na guitarra não pode porque ele vai perder a saturação nos pedais de ganho (vão distorcer menos) e isso não pode acontecer. É exatamente aí que entra o Pedal de Volume. No encadeamento o Pedal de volume deverá ser ligado sempre depois dos pedais de ganho/saturação (Distorção/Drive/Fuzz), pois se for ligado antes, como comentei acima o pedal de ganho perderá saturação. Ligado depois, o volume será controlado sem perder a saturação. PS. Existem hoje alguns pedais de volume High Gain que aumentam o volume além da amplitude original.

O Pedal de Expressão é uma unidade que sozinha ela não faz absolutamente nada! O pedal de expressão

precisa e um outro pedal para poder ter uma função. Por exemplo, o Line6 POD XT (não a Live) não tem nenhum pedal e todos os comandos são manuais. No caso de uma performance ao vivo, a POD XT tem uma entrada para um pedal de expressão e nesse pedal de expressão você pode regular, para controlar com ele, o ganho/saturação da distorção, o volume de saída do som, o wah-wah (é você pode regular o pedal de expressão para virar um wah-wah) e enfim, todo e qualquer parâmetro que a POD XT permitir controlar pode ser controlado pelo pedal de expressão. Em pedaleiras, todas que tenham um foot de controle contínuo, esse foot é um pedal de expressão. Numa Digitech RP-300A, o pedal de expressão pode controlar praticamente todos os parâmetros dos

efeitos de Modulação (resumidamente Rate, Depth e Regen), dos efeitos de Ganho (nesse caso o principal é o parâmetro Gain que controla a quantidade de distorção) além de Wah-wah, Whammy, Volume, etc, isso tudo em tempo real.

Exemplos:

Boss FV-500H Mono Volume Pedal Boss FV-500L Stereo Volume Pedal Boss FV-50H Stereo Volume Pedal Boss FV-50L Stereo Volume Pedal DOD FX-17 Wah Volume Dunlop High Gain Volume Pedal Dunlop TVP-1 Tremolo Volume Ernie Ball 6165 Stereo Volume/Pan Pedal Ernie Ball 6166 Mono Volume Pedal Ernie Ball Stereo 25k Volume / Expression Pedal Goodrich Model 120 Volume Pedal Goodrich Model 120 Volume Pedal Line 6 EX-1 Expression Pedal Morley Little Alligator Volume Pedal Morley PDW-II Distortion / Wah / Volume Morley PVO Volume Pedal Onerr MV500 Roland FV-300H Volume Pedal ShoBud Volume

SYNTH (SINTETIZADOR) Essas unidades simplesmente emulam sons de outros instrumentos. Por exemplo, num Roland GR-20 pode-se “tirar” um som de violino, ou piano, ou trompete e até efeitos como vento, mar, percussão, enfim como se fosse um teclado. Em unidades mais simples de sintetizador o efeito que se tem é somente um som eletrônico desses usados em músicas techno. Em outros se tem só uns efeitos mais doidos que eu classifico como indefinido e que são usados somente em aplicações muito específicas.

Exemplos:

Boss SYB-3 Bass Synthesizer Digitech XP-300 Space Station Electro-Harmonix Guitar Micro Synthesizer Line 6 FM-4 Filter Modeler Roland GR-1 Guitar Synth Roland GR-30 Guitar Synth Roland GR-700 Guitar Synth Roland VG-8 Guitar Synth / Amp Modeler / Multi-FX

SAMPLER / LOOPER São pedais que gravam por um determinado um frase que está sendo tocada e depois ficam reproduzindo-as indefinidamente. Essas unidades em muitos casos são acompanhadas do efeito Delay.

Exemplos:

Akai E1 Headrush Delay Echo Looper Boomerang Phrase Sampler / Looper Boss DSD-2 Sampler Delay Digitech PDS-8000 Echo Plus Delay Sampler Digitech XDD Digidelay Delay DOD DFX-94 Digital Delay / Sampler

Electro-Harmonix 16 Second Delay

SWITCHES (CHAVES) Esse não é um pedal de efeito e sim um pedal que atua junto com outros pedais de efeitos (e amplis) ligando e desligando os efeitos. Resumidamente os Switches não passam de liga/desliga. Algumas

unidades além de liga/desliga podem ser usadas para direcionar para onde o sinal vai, que é o caso dos A/B Box e A/B/Y Box. Ou ainda numa mesma unidade pode ter mais de um liga/desliga que é o caso do Looper que tem um on/off (liga/desliga) para cada loop da unidade. Exemplos:

- A/B:

Boss LS-2 Line Selector / Loop / Power Supply DOD 270 A/B Box DOD FX-30B Noise Gate / Loop Morley A/B/Y Switch Box Whirlwind A/B Selector

- A/B/Y

Morley A/B/Y Switch Box Whirlwind A/B Selector

- Looper:

Boss LS-2 Line Selector / Loop / Power Supply Boss NS-2 Noise Suppressor / Loop / Power Supply Boss PSM-5 Power Supply / Loop

DOD FX-30B Noise Gate / Loop Loooper Custom Looper

- On/Off:

Boss FS-5L Latching Footswitch

Vox VFS2 Footswitch E todos os de amplificadores

AFINADORES Bom essa é fácil, com esse equipamento você afina cada corda do seu instrumento de acordo com a frequência que cada corda gera. O afinador só indica em qual frequência está (e logicamente irá mostrar qual nota é referente a essa frequência). Como em qualquer modalidade de equipamentos sempre existem alguns modelos com alguns recursos a mais e com os afinadores não seria diferente. Algumas unidades afinam a guitarra sozinha, outros afinadores mandam uma luz sobre a corda tocada e “detectam” qual corda é e em qual frequência está, etc. Os modelos mais usados são os afinadores de mão e os em formato de pedal.

Exemplos:

Arion HU-8500 / 8550 Stage Tuner Boss TU-12 Chromatic Tuner Boss TU-12H Chromatic Tuner Boss TU-2 Chromatic Tuner / Power Supply Korg DT-1 Digital Tuner Korg DT-10 Digital Pedal Tuner

CONTROLLERS São unidades que, assim como o Pedal de Expressão, não possuem nenhum efeito, esses somente controlam efeitos originados em outras unidades de efeito.

Exemplos:

ADA MPC Midi Foot Controller Big Briar EP-1 Expression Pedal Boss FC-50 Midi Foot Controller Custom Audio Electronics RS-10 Midi Foot Controller Digital Music Corp GCX Ground Control Digitech Whammy IV Dunlop Uni-Vibe / Wah Controller Pedal Gibson EFC-7 Echoplex Digital Pro Foot Controller Korg Midi Footswitch Controller Lexicon MPX R1 Midi Foot Controller Line 6 FB-4 Foot Controller Line 6 FBV Foot Controller Mesa/Boogie Abacus Midi Foot Controller Oberheim Echoplex Digital Pro Foot Controller Pete Cornish Controller Pedalboard Pete Cornish Custom Foot Controller Rockman Midi Foot Controller Rocktron All Access Midi Foot Controller Rocktron Midimate Foot Controller Roland EV-5 Expression Pedal Roland FC-100 Midi Foot Controller Roland FC-100 MKII Midi Foot Controller

DIRECT BOX Em muitas situações pode ser necessário conectar a guitarra ou o baixo diretamente ao mixer, em vez de microfonar o som do amplificador. O problema é que ao se conectar uma guitarra ou baixo diretamente à entrada de um mixer o som não fica bom, pois os captadores comuns geralmente produzem um sinal de nível baixo e possuem alta impedância de saída, incompatíveis com as entradas dos mixers, que geralmente possuem impedância relativamente baixa e esperam sinais de nível mais alto. A incompatibilidade de níveis tende a produzir ruído, pois o pré-amplificador do mixer tem que compensar aumentando o ganho. Já a incompatibilidade de impedâncias, além de também afetar o nível, pode produzir alterar a resposta de frequências. Por exemplo, ao se conectar uma guitarra diretamente à uma entrada com impedância muito baixa pode não afetar muito o nível, mas causa uma perda na resposta de frequências altas, deteriorando o som original. O Direct Box é o cara que resolve essa incompatibilidade.

Exemplos:

Behringer GI100 Ultra-G DI Box Behringer GDi21 Simulamp / Direct Box Behringer ULTRA-DI DI400P Passive Direct Box Behringer ULTRA-DI DI100 Direct Box ART ARTcessories Zdirect Professional Passive Direct Box Radial J48 MK2 48V Phantom Power Active Direct Box Whirlwind Director Deluxe Direct Box Pro Co DB-1 Direct Box Nady DB-1 Direct Box Boss DI-1 Direct Box MXR M-80 Bass Direct Box with Distortion

OUTROS

Bom com certeza eu não citei todos os efeitos aqui, mas acredito que citei os principais. Só para deixar registrado, existe também o Talk Box, efeito em que a boca do guitarrista é usada como um tipo de “caixa de ressonância”. O som sai de um mini-amplificador que passa por uma mangueira que fica próxima a um microfone e ao aproximar a boca dessa mangueira o que o guitarrista disser o ou formato que ele fizer com a boca, dará uma característica no som.

Grupo das Multi-Efeitos

Bom como o próprio nome diz, equipamento que gera vários efeitos. Sobre os efeitos, as regulagens de cada um são basicamente as mesmas dos efeitos acima citados e em alguns casos os efeitos tem alguma regulagem de um recurso adicional. A maior discussão sobre pedaleiras hoje, é a qualidade dos sons e timbres, fidelidades nas simulações, latência zero ( latência é o tempo necessário para localizar os efeitos e esse começar a atuar. Esse tempo gera um atraso que entre uma mudança de patche e outros fica um “mute” no ar) e outros parâmetros. Na verdade a pedaleira, hoje, é a salvação pra muitos músicos que não tem grana pra comprar vários pedais. Até mesmo as pedaleiras mais caras como a Boss GT-8, POD XT Live, Digitech GNX300, Zoom G9.2tt, se pegar cada efeito de uma delas e for comprar tudo em pedais separados, fica muito mais caro. Bom e como escolher uma pedaleira legal? Bom tecnicamente falando, a conversão A/D/A (analógico/digital/analógico) tem que ser acima de 20 bits (indico as de no mínimo 24 bits). O que têm essa taxa de conversão muito provavelmente tem um processador legal e certamente os efeitos e timbres dela serão no mínimo razoável. Não vou me aprofundar muito em pedaleiras, pois o objetivo é falar de efeitos e como eu disse a parte de regulagens são praticamente as mesmas para efeitos como descrito acima exceto algum recurso adicional. PS: Acima citei somente as pedaleiras digitais, mas existem também as pedaleiras analógicas que são nada mais do que vários efeitos analógicos fixados numa caixa única.

Exemplos:

Boss GT-5 Boss GT-6 Boss GT-8 Boss GT-6B Boss GT-10 Boss ME-30 Boss ME-33 Boss ME-6B Bass Digitech RP-1 Digitech RP-10 Digitech RP-12 Digitech RP-21 Digitech RP-50 Digitech RP-80 Digitech RP-100 Digitech RP-200 Digitech RP-200A Digitech RP-300 Digitech RP-300A Digitech GNX3000 Ibanez PUE-5 Landscape Triexf Guitar (analógico) Landscape Triexf Overtone (analógico) Landscape Triexf Bass(analógico) Line6 Floor POD Line6 POD 2.0

Line6 POD XT Line6 POD XT Live Roland GT-6 Guitar Processor Roland VG-8 Guitar Synth / Amp Modeler Yamaha DG-Stomp Amp Modeling Zoom 505II Multi-FX Zoom G2 Zoom G9.2tt Zoom GFX-8 Amp Modeling

Entenda um pouco mais sobre os Pedais

A/B BOX

1-dispositivo para alternar um sinal para uma caminho (A) ou para o outro (B).

2 - Utilizado para divisão de sinal (Uma entrada e duas saídas)

AGUDOS (TREBLE) Faixa de frequências que situam-se na parte mais alta do áudio, a partir de aproximadamente 5 kHz. AMPLIFICADOR (AMPLIFIER) (AMP) Aparelho eletrônico que aumenta o nível de sinais elétricos e multiplicando o volume e a potência de um sinal de áudio com a finalidade de acionar alto falantes ou caixas acústicas. AMPLIFICADOR DE POTÊNCIA (POWER AMPLIFIER) Estágio de um amplificador de áudio que eleva o sinal de áudio fornecido pelo pré-amplificador a um nível de tensão e impedância adequados para impulsionar um alto-falante. AMPLIFICADOR INTEGRADO (LNTEGRATED AMPLIFIER) Usado para designar o conjunto pré-amplificador/amplificador de potência. Normalmente é usado somente o termo amplificador para designar este conjunto. ANALÓGICO (ANALOG)

1 – sinal elétrico no qual a frequência e o nível variam continuamente em relação ao sinal elétrico ou acústico original.

2 – Sinal de áudio com nível e variação continua. Representada através de ondas.

ATIVO

1 – Caixas com amplificação própria.(Exemplo: Caixas monitoras de estúdios)

2 – Equipamento que necessita de energia elétrica externa para o seu funcionamento.(Exemplo:

"microfones ativos" ou "direct box ativo".) ATTACK (ATAQUE) Um dos parâmetros de ajuste de um compressor (podendo aparecer também em noise gates e módulos de efeitos) refere-se ao tempo entre o inicio da atuação (quando o sinal sobe além do limiar de atuação escolhido) e a sua atuação total sobre este sinal. Trocando em miúdos, é onde você ajusta a velocidade em que você quer que o compressor comprima o sinal. ÁUDIO-frequência Faixa de frequências audíveis ou captadas pelo ouvido humano, compreendendo de 20 a 20.000 Hz, aproximadamente. BASS (GRAVES) Gama de frequências de áudio situadas abaixo de 2OOHz, aproximadamente. BOOSTER (REFORÇADOR DE SINAIS) O Booster "aumenta" a saída do sinal que recebe SEM DISTORCÊ-LO (pelo menos essa é a intenção). É muito usado para dar um reforço no volume da guitarra na hora do solo. Ex: (trible booster) reforço de agudos; (mid booster) reforço de médios; (bass booster) reforço de graves e etc. CHORUS Poderíamos dizer que dá um "brilho", que adiciona uma dimensão sonora. Muito usado na década de 80 e em música pop. Tecnicamente, este tipo de efeito adiciona ao som original o mesmo som após um pequeno atraso, que varia no tempo. A diferença entre Flanger e Chorus é o alcance das velocidades de oscilação. CIRCUITO ATIVO

Circuito elétrico que contém em sua construção elementos ativos, componentes que necessitam de energia elétrica externa para o seu funcionamento. Circuitos integrados, transistores, válvulas eletrônicas e outros. CIRCUITO PASSIVO Circuito construído com elementos passivos que são componentes que não precisam de alimentação elétrica como resistores, capacitores, indutores e transformadores. CLEAN

Som limpo, puro ou livre de ruídos e distorção. Em gravações significa arranjo musical organizado sem muitos instrumentos se sobrepondo. COMPRESSOR

1 – Equipamento destinado a controlar o nível de um som ou seja, reduzir a sua faixa dinâmica, de

forma mais rápida que as mãos dos operadores. Dependendo dos seus ajustes, pode:

· limitar um som, estabelecendo um teto rígido do qual ele não passará

· comprimir o som atuando de forma mais suave, como um teto flexível;

· realçar o som de um instrumento deixando que o operador deixe sua execução suave mais alta no mix por ter a segurança de que quando vierem os picos o compressor não deixará que sobrecarreguem a entrada da mesa; e

·

abaixar automaticamente um som a partir do surgimento de outro qualquer.

2

– Compressores são reguladores de dinâmica do sinal de áudio. Quando você tem um som com uma

dinâmica muito forte (alternando momentos de alta e baixa intensidade, como uma orquestra, por exemplo) você tenderia a, mexendo no controle de volume, aumentar o som nas partes de baixa intensidade e abaixar nas partes de alta intensidade, deixando a música um pouco mais homogênea. Ou num instrumento isolado, não deixar que as partes de baixa intensidade sumam no contexto da banda e as partes de alta intensidade não se sobressaiam demais. Isso o compressor faz para você. Ele atenua o sinal a partir de determinado volume, fazendo com que possamos aumentar o som para ouvir claramente as partes de baixa intensidade e o compressor atua nas altas intensidades não deixando que o som ultrapasse o limite por nós especificado. Isso resolve problemas como picos de voz ou para regular a dinâmica da caixa da bateria, por exemplo. Vejamos o que faz cada parâmetro do compressor, inclusive para entendermos melhor como ele funciona:

(Os controles abaixo não são encontrados em todos os compressores, isso vai depender da marca e do modelo) THRESHOLD: Neste parâmetro você define, em dB, aonde o compressor começa a atuar, ou seja, se você regular o Threshold em -20dB, quando o sinal atingir esta marca ele começará a ser comprimido. RATIO: Aqui você especifica, depois que o compressor estiver atuando, qual a sua intensidade de atuação. A escala de medida é a seguinte: (número de dBs que entram) : ( número de dBs que saem geralmente 1). Exemplo: 5:1 - A cada 5 dB que ultrapassa o ponto de Threshold o compressor manda na saída 01 dB, ou seja, quanto maior for o número da esquerda mais você estará comprimindo. ATTACK: Define a velocidade em que o compressor começa a atuar depois do ponto de Threshold, geralmente em milissegundos. Ex: Para sons transientes (picos) o attack deve ser rápido senão o compressor não terá tempo de atuar. RELEASE: Define a velocidade em que o compressor deixa de atuar no sinal de áudio, também em milissegundos. Um Release lento provoca maior sustain ao sinal, já que a nota continuará sendo comprimida durante o tempo de release mesmo que a intensidade caia abaixo do ponto de Threshold. Em notas seguidas temos o efeito de "ligado" entre elas. IN/OUT: Neste botão ou chave você pode comparar o nível de entrada com o de saída (geralmente há um led luminoso com a escala de dBs). OUTPUT: Aqui iremos compensar a atenuação do compressor no sinal de entrada, ou seja, o sinal entrou com um nível "x", foi comprimido e perdeu alguns dBs. Comparando o nível de entrada com o de saída com o botão IN/OUT iremos compensar essa perda aumentando o nível de saída no botão OUTPUT, o que nos dará maior volume nos sons de baixa intensidade enquanto os de alta são atenuados, controlando assim a dinâmica deste sinal. HARD KNEE/SOFT KNEE: Determina se depois do ponto de Threshold o compressor atuará com uma curva de compressão forte ou suave .

ESTEREO LINK: Em compressores estéreo, existem dois módulos individuais para processar cada canal, fazendo com que você possa comprimir dois sons mono distintos, ou os canais L e R de um som estéreo, utilizando, se necessário regulagens diferentes em cada canal. Quando isso não é necessário, você pode acionar a chave de "link" e fazer com que regulando o canal L, automaticamente essa regulagem atue também no canal R. LIMITER: Esse controle substitui o ajuste do RATIO, fazendo com que não passe som acima do ajuste do THRESHOLD. É o tipo mais forte de compressão. CONTROLE DE TONALIDADE (TONE CONTROL) Circuito que permite realçar (reforçar) ou atenuar uma determinada gama de frequências. Regra geral, é composto de dois controles: um de graves, para as frequências baixas, e outro de agudos, para as frequências altas. Nos amplificadores mais sofisticados, tem-se ainda um terceiro controle para as frequências médias. DELAY (ECHO) É o efeito de eco que se pode aplicar à entrada do som. O delay contém regulagens como tempo do eco, quantidade de eco, e "força" do eco. DIGITAL DELAY Processador digital que simula ambientes com eco ou reverberação o som mais agradável. Muito usado como efeitos de vozes. Também pode ser usado para corrigir atrasos em sistemas de som em grandes áreas. DIAGRAMA ESQUEMÁTICO (SCHEMATIC DIAGRAM) Desenho ilustrativo do esquema de um aparelho. São mostrados todos os componentes (circuitos

integrados, transistores, resistores, capacitores, etc.) com seus respectivos valores, ou não. Neste último caso é necessário que o mesmo seja acompanhado de uma lista de material, com todos os componentes devidamente especificados. DIRECT BOX

1 – Marca dos DI BOX da empresa americana Whirlwild Music Distribuitors lançado em 1981 o

modelo IMP 2 tornou-se um sinônimo no Brasil para qualquer dispositivo de ligação direta em mesas de

som.

2 – É um casador de impedância que converte um sinal de instrumento em sinal de microfone.

(Converte "Alta impedância" para "Baixa impedância") utilizado para ligar instrumentos diretamente

nas mesas de som. DISTORÇÃO (DISTORTION)

1 – Deformação introduzida no sinal por qualquer dos elementos de um sistema de som, fazendo com

que o sinal reproduzido seja alterado em relação ao sinal aplicado. Quanto menor a distorção existente, melhor será a qualidade acústica, ou a fidelidade, do sistema de som. As principais distorções que podem ocorrer em um sistema de som são as por Distorção por lntermodulação e Distorção Harmônica. 2 – O efeito de distorção é a saturação do som. Quando o nível de entrada se torna muito elevado o sinal fica distorcido. Distorção e Overdrive são os dois modos em que estes efeitos podem ser feitos e podem gerar harmônicas de alta frequência. A distorção é a personalidade do guitarrista, porque em alguns segundos, você já reconhece quem está tocando. Tem haver com o tipo de som que vai levar (pop, heavy, rock, etc) e existem milhares de técnicas para regular uma distorção. A maioria dos amplificadores também possuem esse recurso. Como a intenção não é a de fazer propaganda ou influenciar para nenhuma marca, novamente lembro que essas são apenas exemplos para mostrar alguma referência. ECO Fenômeno físico da acústica. Acontece quando uma onda sonora reflete em um ou mais obstáculos e volta, levemente deformada, ao local onde já havia sido ouvida anteriormente provocando assim o efeito de repetição. Para que o ECO seja sentido o obstáculo deve estar uma distância acima de 17 metros. EFFECTS Define qualquer tipo de processador de efeito digital ou analógico. Exemplo: Delay, reverb, chorus e etc. EQUALIZAÇÃO (EQUALIZATION) Processo de alteração da curva de resposta de um equipamento por meio de filtros seletivos em frequência com a finalidade de obtenção de uma resposta final plana ou com efeitos especiais. Correção

da resposta de fitas cassete com as constantes de tempo de 120 microssegundos (fitas férricas) e 70

microssegundos (fitas cromo). EQUALIZADOR (EQUALIZER)

1 – Equipamento acessório cuja função é a de alteração da curva de resposta em frequência. São

normalmente empregados equalizadores de oitavas (10 faixas) e um terço de oitava (30 faixas).

2 – Equalizar tem como princípio básico buscar o equilíbrio entre frequências, seja num instrumento

isolado ou num sistema de P.A. Você pode transformar completamente um timbre usando

equalizadores, mas é importante que se tenha critérios para tanto, e não simplesmente vá alterando as frequências ao acaso. Isso é muito importante, porque conforme você vai equalizando seu ouvido perde

a referência do som original, e quanto mais longo for o processo, mais você se distancia do timbre real

do instrumento. Portanto sempre compare o timbre original como o equalizado em curtos espaços de

tempo. Outra utilização muito comum hoje em dia é tentar transformar timbres medíocres em ótimos com equalização e efeitos. Use isso sempre como última alternativa, tentando antes, obter o melhor

resultado possível no timbre original. Existem vários tipos de equalizadores mas para que possamos distingui-los vamos conhecer os diferentes tipos de filtros que os compõe:

· SHELVING: Aumenta ou diminui toda a gama de frequências acima ou abaixo da frequência escolhida, observando que sua atuação começa sempre gradativamente

· PEAKING: Neste filtro serão afetados apenas a frequência escolhida (central) e as que estão imediatamente ao lado

· HIGH PASS FILTER e LOW PASS FILTER: Filtro Passa Altas e Filtro Passa Baixas - À partir da frequência escolhida, você corta gradativamente as frequências anteriores ou posteriores

· BAND PASS: Filtro Passa Bandas - Age como o anterior, simultaneamente nas altas e baixas frequências · NOTCH: Corta abruptamente a frequência escolhida Vejamos então os tipos de equalizadores que iremos encontrar:

· SHELVING: é o mais utilizado na maioria dos equipamentos caseiros, amplificadores e similares. São

os famosos botões de grave, médio e agudo. Nenhum parâmetro pode ser alterado.

· EQUALIZADOR GRÁFICO: É utilizado nos pedais, em alguns amplificadores e muito utilizado em

shows e espetáculos ao vivo. Ele divide o espectro das frequências em frações de oitava. Os mais comuns são:

- Uma oitava - divide o espectro em 10 bandas de frequência : 32/64/125/250/500/1K/2K/4K/8K/16K

- Dois terços de oitava - divide em 15 bandas de frequência :

25/40/63/100/160/250/400/630/1K/1,6K/2,5K/4K/6,3K/10K/16K

Em equipamentos caseiros, é claro, as divisões são menores, chegando a apenas 3 bandas. Cada banda é u m filtro Peaking, que não interfere nas bandas vizinhas.

· EQUALIZADOR PARAMÉTRICO: Este é bem mais elaborado e o mais utilizado profissionalmente.

Neste caso você pode escolher as frequências e a largura da banda, ou seja, o quanto ele vai atuar nas

frequências vizinhas (é o chamado Q). Em equipamentos mais sofisticados e em softwares, você pode ainda escolher o tipo de filtro que quer utilizar em algumas bandas.

ESTÉREO – ESTEREOFONIA Técnica de reproduzir sons registrados ou produzidos pelo rádio ou em sonorizações, a qual se caracteriza por reconstituir a distribuição espacial das fontes sonoras.

EXPRESSION PEDAL

Pedal de Expressão. Tem várias funções pré-ajustáveis dependendo do equipamento onde esta sendo utilizado. Pode operar como um simples pedal de volume, para deslocar a afinação em tempo real (pitch) ou ajustar de valores em processadores de efeitos (data entry). EXPANDER

O expander funciona basicamente como o oposto do compressor, aumentando os sons de baixa

intensidade. Os controles são similares ao do compressor (dependendo do aparelho):

· THRESHOLD: Regula o ponto, em dB, onde o expander começa a atuar. Quando o som chegar nesse ponto ele será "empurrado para cima".

· RATIO: Idem ao compressor, mas a relação é inversa: número de dBs que entra (geralmente

1)/número de dBs que sai(de 1 até infinito). Exemplos: 1: 2, 1: 6, 1: 20, etc. · ATACK E RELEASE: Idem ao compressor Em alguns compressores, o expander vem junto, mas com regulagens fixas, ou apenas com o controle de Threshold. FILTRO (FILTER) Dispositivo que tem por finalidade eliminar sinais de uma determinada frequência ou de uma faixa de

frequências acima ou abaixo de um valor limite. Pode ser passivo, quando emprega apenas componentes passivos (resistores, capacitores e indutores), ou ativo, quando emprega componentes ativos (transistores, circuitos integrados, etc.). Os filtros mais utilizados são conhecidos pelo nome de sua resposta matemática característica: Butterworth - máximo plano; Bessel - resposta transiente ótima; Chebischev - boa rejeição de sinal fora da banda passante, etc.

FLANGER

É um efeito que "adiciona dimensão sonora", ou seja, é como se a guitarra entrasse num "tubo de

vento", e foi muito utilizado na década de 80. Também um efeito baseado no Delay, porém, aqui existe alterações na altura do som (afinação). Originalmente, concebido com fitas magnéticas, hoje é encontrado em unidades digitais. FOOT SWITCH Pedal com chave. Pode ser um pedal liga e desliga ou de pedal de contato usado em "sustain" de teclados e amplificadores de instrumentos. frequência (FREQUENCY) Em Física, corresponde à variação periódica de uma grandeza. Em Áudio, refere-se à propriedade de

um som possuir características mais graves ou agudas, dependendo do número de ondas completas por segundo - ciclos por segundo. A frequência é medida em Hertz.

FUZZ

É uma distorção mais “clássica”, que remonta aos anos 60/70 – o Big Muff citado pelo Tito em seu

capítulo é um pedal deste efeito. Exemplo clássico do uso de fuzz é o da guitarra na introdução de “Satisfaction”, dos Rolling Stones. GAIN (GANHO) Característica apresentada por um dispositivo amplificador que consiste em elevar o nível de um sinal aplicado à sua entrada. Expressa-se em dB. GND (GROUND) (TERMINAL DE TERRA) Borne, geralmente situado no painel traseiro dos equipamentos de áudio, para sua ligação à terra, a fim de evitar zumbidos e realimentações, assim como prevenir o risco de choques elétricos.

HALL REVERB

Tipo de efeito digital. Simula a reverberação em uma sala de concreto. É um dos efeitos mais usados em processadores digitais. Adequado para vozes. HZ (HERTZ) Unidade de frequência que representa um ciclo por segundo. Usam-se também os múltiplos: kHz (1 Hz

x 1.000) e MHz (1 Hz x 1.000.000).

JAQUE (JACK) Conector fixado ao equipamento, onde irá encaixado o plugue do cabo do componente a ser ligado ao equipamento. LEVEL CONTROL (CONTROLE DE NÍVEL)

O termo mais usado em áudio é FADER ou simplesmente VOLUME.

LEAD GUITAR Guitarra principal ou guitarra solo. LIMITER (LIMITADOR)

Processador de dinâmica que trabalha inversamente ao compressor reduzindo um sinal de áudio quanto atinge um volume muito alto. MÉDIOS (MID RANGE) Faixa de frequências médias. Situam-se aproximadamente entre 800 Hz e 5000 Hz.

MONO

Único. Um canal de áudio POWER SUPPLY

Fontes de energia. Transformadores de energia AC para DC. Em alguns casos significa eliminadores de

pilhas ou baterias. NOISE (RUÍDO) Sinal indesejado e presente em um programa juntamente com os sinais de áudio. Pode estar presente tanto na gravação como na reprodução, na transmissão ou na recepção. Pode ser de alta frequência (chiados, estalidos, interferência atmosférica por eletricidade estática ou descargas elétricas, etc.) ou de baixa frequência (zumbido, vibrações, etc.). NOISE GATE O Gate não é, como se pensa, um redutor de ruídos. Ele apenas corta o sinal sonoro quando sua intensidade está baixa, e o ruído começa a aparecer. Como o próprio nome diz, ele é uma "porta", que quando aberta, deixa passar todo mundo - som e chiado. Suas regulagens também são similares às do compressor (perceba que sabendo o que é threshold, ratio, attack e release você já começa a poder regular vários efeitos):

· THRESHOLD: Idem ao expander (sempre em escala negativa, porque você vai cortar o sinal quando

ele estiver quase sumindo)

· ATTACK: Determina a velocidade de abertura (sensibilidade) do gate.

· RELEASE: Determina quanto tempo o gate ficará aberto ao atingir o nível do Threshold. Um Release

curto pode provocar a sensação de um corte brusco no som (em caso de instrumentos que tenham sons prolongados) ou ser ótimo para sons transientes, como uma bateria. Em gates mais profissionais você ainda tem filtros de frequência, Low Filter (passa baixas) e Hi Filter (passa altas). Com os filtros você pode determinar quais as faixas de frequência que irão disparar o gate

- isso vai depender do timbre e do instrumento. NOISE SUPRESSOR Elimina ruídos e "hummys" do sinal de entrada, preservando o timbre original do som. OITAVA

Intervalo de 12 semitons. A oitava relaciona-se com a frequência da seguinte forma: dobrando-se a frequência tem-se uma oitava acima da referência, dividindo-se a frequência por dois tem-se uma oitava abaixo. Por exemplo, uma frequência de 400 Hz está em uma oitava abaixo de outra de 800 Hz, e uma oitava acima de uma de 200 Hz. OCTAVER (OITAVADOR) Esse efeito dobra a nota executada, parecendo que existem 2 guitarras tocando em oitavas diferentes acima ou abaixo. OVERDRIVE Pense em distorção. É essa a característica-mor do overdrive – como o nome já sugere, o efeito é de “ganho-sobre-ganho”, tornando o som mais sujo e pesado. PHASER é um tipo de efeito de modulação de atraso curto que gera o sinal através de um filtro do tipo Phase Shifting que atrasa a fase do sinal, gerando um "feedback" que é somado ao som original criando um efeito do tipo rotatório, como a famosa turbina de jato, por exemplo. PITCH Afinação. PITCH SHIFTER Esse efeito permite dobrar a guitarra em intervalos, dando a impressão de ter 2 guitarristas tocando. Existem os Pitchs inteligentes nos quais você diz qual escala está usando, e os não-inteligentes que dobram sem respeitar o intervalo da escala, apenas pela nota tocada.

“Octave fica só em 8 semitons

pitch é um

octave, mas octave não é um pitch” PREAMPLIFICADOR (PREAMPLIFIER) É o estágio de um amplificador de áudio que recebe o sinal fornecido pela fonte sonora (gravador, toca- discos, sintonizador, etc.), em baixo nível e corrige-o, entregando em sua saída um sinal. "Q" Termo utilizado em equalizadores paramétricos para se referir à largura de banda de um filtro, ou seja sobre quantas frequências, vizinhas à central, ele atuará. REVERB (REVERBERAÇÃO)

Pitch vc pode regular quantos semitons vc quer! Ou seja

É a reflexão do som em paredes, tetos, mesas e outras superfícies que não apresenta um retardo

suficiente em relação ao som original de sorte a que seja percebido como eco. Geralmente este retardo é considerado como de até 50 milissegundos. Uma unidade de Reverb, simula o desenvolvimento natural de um som tocado em certo ambiente. Pode simular um grande salão, ou uma pequena sala, variando com a programação.

REVERB DE MOLA (SPRING REVERB)

É a simula de reverberação obtida através das vibrações de molas. É um reverb vintage.

SINTETIZADOR (SYNTHESIZER)

É um dispositivo empregado em sintonizadores e destinado a gerar uma frequência precisa e estável,

cuja precisão é determinada por um oscilador a cristal de quartzo, ao invés de um circuito ressonante

L/C. Comparado a este último, um sintetizador pode ser parte de um sintonizador cuja frequência de sintonia é determinada com grande precisão, livre de derivas ou erros de sintonia. Os verdadeiros sintonizadores digitais (ao contrário dos que possuem sintonia L/C convencional e mostradores digitais) usam sintetizadores, a fim de sintonizarem, em passos, canais de frequência adjacentes sem passarem por frequências indesejáveis existentes entre estes canais. SUSTAIN Permite que uma nota musical "soe" por mais tempo. SWITCHES Chaves eletrônicas ou mecânicas. TALK BOX

É tipo um wah wah controlado através de uma mangueira que joga o som na boca e produz variações do

som de acordo com as articulações bucais. TREMOLO Esse efeito ‘divide’ o som em pulsos, entrecortando-o. A guitarra que faz a frase de introdução de “Bem

Vindo Ao Clube”, por exemplo, usa tremolo. TUBE (VÁLVULA ELETRÔNICA)

Dispositivo que regula o fluxo de elétrons em um tubo de vidro no interior do qual se faz vácuo e serve para amplificar e controlar correntes elétricas. Era usada nos dispositivos eletrônicos antigos. Tem a propriedade de deixar os sinais de áudio agradáveis aos ouvidos e por isso ainda hoje é usada em microfones, prés amp, amplificadores e transmisores de rádio. VIBRATO

É o nome dado à oscilação mais ‘natural’ das notas, numa espécie de tremolo mais sutil. Por exemplo, a ‘tremida’ de voz comum aos cantores líricos é o vibrato. Uma música em que esse efeito pode ser

ouvido – de forma bem sutil, diga-se - é no comecinho da introdução de “Tender”, do Blur. WAH WAH, PEDAL Unidade de acionamento por pedal que pode ser usada como controle de tonalidade ou pressionada para obter o típico som de "wah".

SETUPS COM OS EFEITOS MAIS USADOS NO MUNDO

Fiz uma pesquisa e levantei quais são os efeitos (marca e modelo) mais usados por guitarristas no mundo todo. Pesquisei vários músicos de bandas famosas (todas internacionais) que têm certo prestígio no mercado. Então exemplificarei em dois setups onde no primeiro estão os efeito mais usados (cada um em sua categoria) e no segundo os segundos mais usados.

Usei uma seqüência que eu gosto muito e indico essa seqüência para quem perguntar sobre encadeamento dos efeitos. Algumas vezes eu só inverto a posição do Compressor com o Pitch. Vejam:

Afinador -->Wah -->Compressor -->Pitch -->Boost -->Overdrive -->Distortion -->Fuzz -->Equalizador -->Chorus -->Flanger -->Phase -->Volume -->Delay -->Reverb

Primeiros colocados:

Boss TU-2 Afinador -->Dunlop Original Cry Baby Wah --> Boss CS-3 Compressor --> Digitech Whammy 1 --> MXR MicroAmp Boost --> Ibanez TS-9 TubeScreamer --> Eletro-Harmonix Big Muff --> Dunlop Fuzz Face -->Boss GE-7 Equalizer -->Boss CH-1 Chorus -->Boss BF-2 Flanger -->MXR Phase 90 -->Ernie Ball 6166 mono Volume -->Boss DD-3 Delay -->Boss RV-3 Reverb.

Segundos colocados:

Boss TU-2H Afinador -->Vox 847 Wah -->MXR Dyna-Comp Compressor -->Boss OC-2 Oitavador -->Zvex Super Hard-On Boost -->Boss SD-1 SuperOverdrive -->Boss DS-1 empatado com ProCo Rat II Distortion -->Boss FZ-2 Fuzz -->MXR 10 Band Equalizer -->Dunlop Rotovibe empatado com Dunlop Univibe -->ElectroHarmonix Electric Mistress Flanger -->Boss PH-2 Super Phaser -->Boss FV- 50H Stereo Volume -->Line6 DL-4 Delay -->Boss RV-2 empatado com ElectroHarmonix Holy Grail Reverb.