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Re fe r e nc ias pa ra a Ap ost i la da Re u n i a o V ida e M i n ist e rio

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4 - 10 DE J U N HO

T E S OU ROS DA PAL AVRA DE DE US MAR- C OS 1 5 - 16

“Jes u s c u m p ri u a s p r of e c ia s sob r e ele”

( Ma r c os 1 5 : 3 - 5 ) M a s o s principais s a cerdo - tes o es tavam a cus ando de muita s cois a s .

4 Ent a o Pila to s v o lto u a interrog a -lo , dizen-

do : “ Voc e n a o tem nenh uma respo s ta para

dar ? Veja quanta s a cus a c¸ o es levantam co n-

tra v oc e .” 5 M a s Jes us n a o deu mais nenh uma respo s ta, de modo que Pila to s fico u s urpreso .

( Ma r c os 1 5 : 24 ) E o pregaram na es ta ca e re- par tiram s ua s ro upa s , lanc¸ ando so r tes para

decidir quem ficaria co m o qu e .

( Ma r c os 1 5 : 29, 3 0 ) E o s que pa ss avam o ins ultavam, balanc¸ ando a cabe c¸ a e dizendo :

“A h! v oc e que ia derrubar o templo e co ns -

tru ı ´ -lo em tr e s dia s , 3 0 s alv e a si mesmo ,

descendo da es ta ca.”

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B ı blia de Est udo no t a s em Mr 1 5 : 24 , 29

repar t ir am s ua s rou pa s: O relato paralelo em Jo 19 : 23, 24 fornece detalhes que Mateus , Mar-

co s e Luc a s n a o m e nc i ona m . Pe l o v i s t o , o s

soldados romanos sor tearam entre eles tanto a

capa quanto a t unica de Jes us . Eles dividiram a

capa “em quatro par tes , uma para cada solda-

do”, e sor tearam quem ficaria com cada par te .

Mas eles n ao quiseram dividir a t unica, ent ao sor tearam quem ficaria com ela. Esse sor teio das roupas do Messias cumpriu a profecia do Sal 2 2 : 1 8 . Pelo vis to, era cos tume os carrascos ficarem com os itens pessoais de s uas v ı ´ timas .

Eles tiravam os per tences e as roupas dos cri-

minosos antes da ex ecuc¸ ao, tornando todo o

processo ainda mais humilhante .

b a l a n c¸ a n d o a c a b e c¸ a : G e s t o , g e r a l m e n t e acompanhado de ins ultos , que ex press ava des- pre z o , s a rc a s m o e z o mb a r i a . S e m s a b e r, a s

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pessoas que pass aram por ali cumpriram o Sal

2 2 : 7.

( Ma r c os 1 5 : 4 3 ) ch ego u Jo s e de A rima teia,

membro bem- co nceitua do do Co nselh o , que

tamb em a guardava o Reino de D eus . Ele to -

mo u co ra gem, co mpareceu perante Pila to s e

pediu o co rpo de Jes us .

( Ma r c os 1 5 : 4 6 ) Jo s e co mpro u linh o fino e ti-

ro u o co rpo da es ta ca ; depois o enro lo u no

linh o fino e o co loco u num t u mulo que tinh a

sido aber to na roch a. Ent a o ro lo u uma pedra

a t e a entra da do t u mulo .

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B ı blia de Est udo no t a em Mr 1 5 : 4 3

J os e : Cada escritor dos Evangelhos tinha seu

pr oprio es tilo, e isso fica evidente nos detalhes

que eles deram ao descrev er Jos e de A rimateia.

Mateus , um cobrador de impos tos , diz que Jos e

era “um homem rico”. Marcos , escrev endo para os romanos , diz que ele era um “membro bem- conceituado do Conselho” e que ele “aguardava

o Reino de D eus ”. Lucas , um m e dico bondoso,

diz que Jos e “era um homem bom e jus to” e que

ele n ao tinha v otado em apoio da ac¸ ao do Con-

selho contra Jes us . E apenas Jo ao relata que ele era “disc ı ´ pulo de Jes us , mas secretamente ,

pois tinha medo dos judeus ”. — Mt 27: 57- 60 ; Mr 15 : 43 - 46 ; Lu 23 : 50 - 53 ; Jo 19 : 38 - 42 .

E nc on t r e joia s espi rit u a is

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( Ma r c o s 1 5 : 2 5 ) Era en t a o a te rc ei ra h o ra

quando o pregaram na es ta ca.

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B ı blia de Est udo no t a em Mr 1 5 : 25

a terceir a hor a: O u seja, por v olta das 9 horas

da manh a . A lguns apontam para uma aparente

contradi c¸ ao entre es te relato e Jo 19 : 14 -16 , que

diz que foi “por v olta da sex ta hora” que P ilatos entregou Jes us para ser ex ecutado, ou mor to.

Embora as Escrituras n ao ex pliquem claramen- te o motiv o dess a diferenc¸ a, dev e -se levar em

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conta o seguinte : D e modo geral , os Evange-

lhos concordam entre si ao relatar o hor a rio

dos acontecimentos durante o ultimo dia de Je-

s us na Terra. Todos os quatro relatos indicam

que os s acerdotes e os anci aos se reuniram

depois do amanhecer e ent ao encaminharam

Jes us para o gov ernador romano P oncio P ila- tos . (Mt 27: 1 , 2 ; Mr 15 : 1 ; Lu 2 2 : 66 – 23 : 1 ; Jo

1 8 : 28) Mateus , Marcos e Lucas relatam que ,

quando Jes us j a es tava na es taca, caiu uma es-

curid ao sobre a terra “da sex ta hora

at e a

nona hora”. (Mt 27: 45, 46 ; Mr 15 : 33, 34 ; Lu

23 : 44 ) Quanto a hora da ex ecuc¸ ao de Jes us ,

um fator a ser levado em conta e o seguinte :

alguns consideravam o ac¸ oitamento (espanca- mento com chicote) como par te do processo de

ex ecuc¸ ao. A lgumas v ı ´ timas eram ac¸ oitadas t ao

cruelmente que acabavam morrendo. O ac¸ oi-

tamento de Jes us foi t ao sev ero que ele n ao

aguentou carregar s ua es taca de tor tura sozi-

nho at e o fim do percurso. (Lu 23 : 26 ; Jo 19 : 17)

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interess ante que tanto Mt 27: 26 como Mr

15 : 15 mencionam o ac¸ oitamento junto com a

ex ecuc¸ ao na es taca. S e algu em considerasse o

ac¸ oitamento como o in ı ´ cio do processo de ex e-

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cuc¸ ao, ent ao, para ess a pessoa, a ex ecuc¸ ao

teria come c¸ ado algum tempo antes de Jes us ser pregado na es taca. Assim, pessoas dife-

rentes poderiam dar hor a rios diferentes para o

in ı ´ cio da ex ecuc¸ ao. Ess a diferenc¸ a de pontos de

vis ta talv ez ex plique por que P ilatos ficou s ur-

preso ao s aber que Jes us tinha morrido t ao

pouco tempo depois de ser pregado na es taca.

Talv ez para ele a ex ecuc¸ ao es tiv esse apenas co-

me c¸ ando. (Mr 15 : 44 ) O utro fator a ser levado

em conta e que os escritores da B ı ´ blia geral-

mente seguiam o cos tume de dividir tanto o dia

como a noite em quatro per ı ´ odos de tr e s horas

cada. Esse cos tume ex plica por que eles fa-

ziam tantas refer encias a terceira, a sex ta e a

nona hora. Ess as horas eram contadas a par tir

do nascer do sol , por v olta das 6 da manh a .

Ao regis trar o hor a rio dos acontecimentos , eles

cos tumavam us ar esses hor a rios aproximados .

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(Mt 20 : 1- 5 ; Jo 4 : 6 ; At 2 : 15 ; 3 : 1 ; 1 0 : 3, 9, 30)

A l em disso, as pessoas em geral n ao tinham

ins trumentos precisos para contar o tempo. Por

isso muitas v ez es os hor a rios eram acompanha-

dos da ex press ao ‘por v olta de’, como em Jo

19 : 14 . (Mt 27: 46 ; Lu 23 : 44 ; Jo 4 : 6 ; At 1 0 : 3, 9)

Res umindo : Marcos talv ez es tiv esse se referin-

do ao hor a rio em que o processo come c¸ ou,

incluindo Jes us ser ac¸ oitado e depois pregado

na es taca, e Jo ao pode ter se referido apenas

ao hor a rio em que Jes us foi pregado na es ta-

ca. A l em disso, os dois escritores podem ter

aproximado o hor a rio dos acontecimentos con-

forme o cos tume de dividir o dia em per ı ´ odos

de tr e s horas , e Jo ao usou ‘por v olta de’ ao in-

dicar o hor a rio. Esses fatores podem ex plicar a

diferenc¸ a entre os hor a rios mencionados nos

Evangelhos . E o fato de o Evangelho de Jo ao,

escrito d e cadas depois , mencionar um hor a rio

diferente de Marcos mos tra que Jo ao n ao fez

uma simples c opia do relato de Marcos .

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( Ma r c os 16 : 8 ) Ent a o ela s s a ı ´ ram e fugiram

do t u mulo , tremendo e to ma da s de emo c¸ a o .

E n a o disseram na da a ningu em, pois es ta-

vam co m medo .

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B ı blia de Est udo no t a em Mr 16 : 8

pois est avam com medo : D e acordo com os

manuscritos mais antigos dispon ı ´ v eis que in- cluem a par te final do Evangelho de Marcos , o

liv ro termina com ess as palav ras do v ers ı ´ culo 8 .

A lguns afirmam que ess a conclus ao e muito

brusca para ser a original . Mas esse argumento

talv ez n ao seja v a lido, vis to que Marcos cos -

tumava escrev er de modo brev e e res umido.

A l em disso, Jer onimo e Eus ebio, es tudiosos do

s e culo 4 d .C ., afirmaram que o relato original

terminava com as palav ras “pois es tavam com

medo”.

V a rios manuscritos gregos e manuscritos de an-

tigas traduc¸ o es em outros idiomas incluem uma

conclus ao longa ou uma conclus ao cur ta de-

pois do v ers ı ´ culo 8 . A conclus ao longa (que

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tem 1 2 v ers ı ´ culos) aparece no C o dice A lex an-

drino, no C o dice de Ephraemi Syri rescriptus

e no C o dice Bezae Cantabrigiensis , todos do

s e culo 5 d .C . Tamb em aparece na Vulg a ta lati-

na , no tex to sir ı ´ aco curetoniano e na Pes ito

si r ı ´ ac a . M a s a co nc l us a o l o ng a n a o a pa re c e

em dois manuscritos gregos mais antigos , do

s e culo 4 d .C .: o C o dice Sina ı ´ tico e o C o dice

Vaticano. Tamb em n ao aparece no C o dice Sina ı ´ -

tico Sir ı ´ aco, do s e culo 4 ou 5 d .C ., nem no mais

antigo manuscrito copta s a ı ´ dico de Marcos , do

s e culo 5 d .C . E os mais antigos manuscritos de

Marcos em arm enio e georgiano tamb em n ao

incluem nenhuma conclus ao depois do v ers ı ´ cu-

lo 8 .

A conclus ao cur ta (que tem apenas duas fra-

ses) aparece em alguns manuscritos produzidos

nos s e culos seguintes , tanto em manuscritos

gregos como em traduc¸ o es em outros idiomas .

O C o dice Regius , do s e culo 8 d .C ., inclui as

duas conclus o es , primeiro a cur ta e depois a

longa. A ntes de cada conclus ao, h a uma nota

que diz que elas eram aceitas por alguns na

epoca. ´ Mas , pelo vis to, o c o dice n ao reconhece

nenhuma das duas como aut entica.

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CO NCLUS A O CURTA

A conclus ao cur ta depois de Mr 16 : 8 n ao faz

par te das Escrituras inspiradas . Ela diz :

Mas elas relataram brev emente aos em v olta de Pedro todas as cois as que lhes tinham sido or-

denadas . A l em disso, depois dess as cois as , o

pr oprio Jes us enviou por meio deles , do les te ao

oes te , a s anta e imperec ı ´ v el proclamac¸ ao da

s alvac¸ ao eterna.

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CO NCLUS A O LO NGA

A conclus ao longa depois de Mr 16 : 8 n ao faz

par te das Escrituras inspiradas . Ela diz :

9 D epois que ele foi levantado, logo cedo no pri- meiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual ele tinha ex puls ado sete de-

m onios . 10 Ela foi e relatou isso aos que tinham

es tado com ele , pois es tavam lamentando e

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chorando. 1 1 Mas eles , quando ouviram que ele

es tava viv o e que ela o tinha vis to, n ao acredi-

taram. 1 2 A l em disso, depois dess as cois as , ele

apareceu em outra forma a dois deles que es -

tavam andando, enquanto es tavam indo para o

campo ; 1 3 eles v oltaram e relataram isso aos

outros . Tamb em n ao acreditaram neles . 14 Mas

depois ele apareceu aos onz e , quando eles es -

tavam recos tados a mes a, e os cens urou por

s ua falta de f e e pela dureza de seus corac¸ o es ,

porque n ao tinham acreditado nos que o tinham

vis to depois que ele foi levantado dentre os

mor tos . 1 5 E ele lhes disse : “ V ao ao mundo in-

teiro e preguem as boas novas a toda a criac¸ ao.

16 Quem crer e for batizado ser a s alv o, mas

quem n ao crer ser a condenado. 1 7 A l em dis-

so, os seguintes sinais acompanhar ao os que

crerem : Pelo uso do meu nome ex puls ar ao de-

m onios , falar ao em l ı ´ nguas , 18 com s uas m aos

apanhar ao serpentes , e , se beberem algo mor -

t ı ´ fero, isso n ao lhes far a nenhum mal . Por ao

s uas m aos sobre doentes , e eles ficar ao bons .”

19 D epois de falar com eles , o S enhor Jes us foi

levado para o c eu e se sentou a direita de D eus .

20 Ent ao eles s a ı ´ ram e pregaram em toda a par -

te , e o S enhor cooperava com eles e confirmava

a mens agem deles por meio dos sinais que a

acompanhavam.

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11 - 17 DE J U N HO

T E S O U R O S DA PA L AVR A D E D E U S L U -

CA S 1

“ Se ja h u m i lde a ss i m c omo Ma ria”

( L uc a s 1 : 3 8 ) M aria disse ent a o : “Eu so u a

escrava de Jeo v a ! Aco nte c¸ a co migo segundo

a s ua declara c¸ a o .” Co m isso , o anjo s aiu da

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presenc¸ a dela.

Imite p a g. 149 par a g. 1 2

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“ Eis a esc r ava de J eov a !”

1 2 Suas palav ras humildes e obedientes ser v em

de ex emplo para todas as pessoas de f e . Ela

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disse a Gabriel : “Eis a escrava de Jeov a ! O corra

comigo segundo a tua declarac¸ ao.” (Luc . 1 : 38)

Uma escrava era um dos ser v os mais humildes ;

s ua vida es tava inteiramente nas m aos do seu

amo. Era assim que Maria se sentia com rela-

c¸ ao ao seu A mo, Jeov a . Ela s abia que es tava

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segura nas m aos dele , que ele e leal com os que

lhe s ao leais e que a abenc¸ oaria a medida que

fiz esse o seu melhor para cumprir ess a desig-

nac¸ ao des afiadora. — Sal . 1 8 : 25.

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( L uc a s 1 : 4 6 - 5 5 ) M aria disse : “M inh a alma

ma gnifica a Jeo v a 4 7 e meu esp ı ´ rito n a o pode

deix ar de es tar ch eio de alegria po r D eus ,

meu Salva do r, 4 8 po rque ele o lh o u para a co n-

di c¸ a o h umilde da s ua escrava. Sim, de a go ra

em diante toda s a s gera c¸ o es me proclamar a o

feliz , 49 po rque o Podero so fez grandes a c¸ o es

po r mim, e s anto e o seu no me , 5 0 e de gera -

c¸ a o em gera c¸ a o s ua miseric o rdia es t a so bre

o s que o temem. 5 1 Ele a giu podero s amente

co m o seu bra c¸ o ; disperso u o s que t em pla-

no s arrogantes no co ra c¸ a o . 5 2 D errubo u de

tro no s h o mens podero so s e enalteceu h umil-

des ; 5 3 s a cio u plenamente de cois a s bo a s o s

faminto s e mando u embo ra, de m a o s va zia s ,

o s que tinh am riqueza. 54 Ele v eio em soco r-

ro de Isra el , seu ser v o , lembrando -se da s ua

miseric o rdia eterna 5 5 a fav o r de A bra a o e da

s ua descend encia, a ssim co mo tinh a pro me-

tido a o s no sso s antepa ss a do s .”

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Imite p a g. 1 50 - 1 5 1 par a g. 1 5 - 16

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“ Eis a esc r ava de J eov a !”

1 5 D epois disso, Maria falou, e s uas palav ras fo- ram cuidados amente preser vadas na Palav ra de

D eus . ( Leia Luc a s 1 : 46 - 55.) No regis tro b ı ´ blico,

esse e o trecho onde ela mais se ex pressou,

e s uas palav ras rev elam muito a seu respeito.

Mos tram seu grande apre c¸ o ao louvar a Jeov a

por abenc¸ o a -la com o privil e gio de ser a m ae do

Messias . Mos tram a profundidade de s ua f e ao

falar de Jeov a como algu em que rebaix a os so-

berbos e os poderosos e ajuda os humildes e os

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pobres que procuram ser vi-lo. Tamb em d ao uma

ideia do conhecimento que ela tinha. S egundo

cer ta es timativa, ela fez mais de 20 refer encias

as ` Escrituras Hebraicas!

16 Fica claro que Maria meditava profundamente

na Palav ra de D e us . A inda ass im, ela conti -

nuou humilde , preferindo falar com base nas

Escrituras em v ez de falar de s ua pr opria inicia-

tiva. O filho que j a crescia em seu v entre teria

a mesma atitude um dia : “O que eu ensino

n ao e meu, mas per tence aquele que me en-

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viou.” (Jo ao 7: 16) E bom nos perguntar : ‘ S er a

que mos tro o mesmo respeito e rev er encia pela

Palav ra de D eus? O u prefiro minhas pr oprias

ideias e ensinamentos?’ Maria cer tamente mos -

trou a atitude correta.

E nc on t r e joia s espi rit u a is

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( L uc a s 1 : 69 ) E ele fez s urgir para n o s um po-

dero so s alva do r na ca s a de Davi , seu ser v o ,

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B ı blia de Est udo no t a em Lu 1 : 69

u m poderoso s alvador : Lit .: “um chifre de s al-

vac¸ ao”. A B ı ´ blia muitas v ez es us a o chifre para

representar forc¸ a, pod er, conquis ta e vit oria .

( Veja as notas em 1Sa 2 : 1 ; Sal 75 : 4 , 5, 1 0 ;

148 : 14 .) A l em disso, dinas tias e gov ernantes ,

tanto jus tos como maus , s ao representados por

chifres , e s uas conquis tas s ao comparadas a

chifradas . (D e 33 : 17; Da 7: 24 ; 8 : 2-1 0, 20 - 24 )

Nes te contex to, a ex press ao “um poderoso s al-

vador ” se refere ao Messias , aquele que tem o

poder de s alvar.

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( L uc a s 1 : 76 ) M a s , quanto a v oc e , menino ,

ser a ch ama do pro feta do A lt ı ´ ssimo , pois ir a

na frente de Jeo v a para preparar o s cami-

nh o s dele ,

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B ı blia de Est udo no t a em Lu 1 : 76

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ir a na f rente de J eov a : Jo ao B atis ta ‘ iria na

frente de Jeov a’ no sentido de que prepararia o

caminho para Jes us , que viria como re prese n -

tan te de seu Pai e em nome de seu Pai . — Jo 5 : 43 ; 8 : 29.

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18 - 24 DE J U N HO

T E S O U R O S DA PA L AVR A D E D E U S L U - CA S 2 - 3

“Jovens , s u a a m iz ade c om Je ov a est a c ada

vez ma is f o r te? ”

( L uc a s 2 : 4 1 , 4 2 ) D e ano em ano , seus pais

co s tumavam ir a Jerus al em para a Fes tivida -

de da P a sco a. 4 2 E , quando ele tinh a 1 2 ano s

de ida de , s ubiram segundo o co s tume da fes - tivida de .

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B ı blia de Est udo no t a em Lu 2 : 4 1

seus pais cost u m avam: A Lei n ao exigia que as

mulheres comparecessem a celebrac¸ ao da P as-

coa em Jerus al em. Mesmo assim, Maria tinha o

cos tume de acompanhar Jos e na viagem anual

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at e Jerus al em para ess a fes tividade . ( Ex 23 : 17;

34 : 23) Todo ano eles faziam ess a viagem de

quase 300 quil ometros ida e v olta com s ua fa-

m ı ´ lia cada v ez maior.

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( L uc a s 2 : 4 6 , 4 7 ) Pois bem, depois de tr e s

dia s , eles o a ch aram no templo , senta do no meio do s ins truto res , escutando - o s e fa zen- do -lh es pergunta s . 4 7 M a s todo s o s que o escutavam ficavam a dmira do s co m o seu en- tendimento e s ua s respo s ta s .

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B ı blia de Est udo no t a s em Lu 2 : 46, 4 7

fazendo -l hes perg u nt as: A reac¸ ao das pessoas

que escutavam Jesus mostrou que as perguntas

dele n ao eram apenas perguntas de um meni- no curioso. (Lu 2 : 47) A palavra grega traduzida como ‘ fazendo perguntas’ pode se referir, em

alguns contextos , ao tipo de perguntas e ques-

tionamentos usados numa investigac¸ ao judicial . (Mt 27: 11 ; Mr 14 : 60, 61 ; 15 : 2 , 4 ; At 5 : 27) H isto-

riadores dizem que alguns dos l ıderes ´ religiosos mais impor tantes costumavam permanecer no templo depois das festividades e ensinar num

dos espac¸ osos p or ticos que havia ali . As pes-

soas podiam se sentar aos p es daqueles homens

para escut a-los e fazer perguntas .

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fic avam ad mir ados: No grego, o tempo v erbal

us ado aqui pode indicar um sentimento de es-

panto cont ı ´ nuo ou repetido.

( L uc a s 2 : 5 1 , 5 2 ) Ent a o ele desceu co m eles e

v o lto u a Na zar e , e co ntinuo u a es tar s u jeito a

eles . Tamb em, s ua m a e guardava cuida do s a-

mente toda s ess a s declara c¸ o es no co ra c¸ a o .

5 2 E Jes us progredia em s abedo ria e em de- senv o lvimento f ı ´ sico , e no fav o r de D eus e do s h o mens .

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B ı blia de Est udo no t a em Lu 2 : 5 1, 52

cont in uou a est ar s u jeito : O u : “continuou s ub-

misso ; continuou obediente”. O tempo v erbal

grego indica uma ac¸ ao cont ı ´ nua. O u seja, de-

pois de impressionar os ins trutores no templo

com seu conhecimento da Palav ra de D eus , Je- s us foi para cas a e continuou humildemente

s u jeito a seus pais . Ess a obedi encia era mais

impor tante do que a de qualquer outra crianc¸ a, pois Jes us tinha que obedecer aos pais para

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cumprir plenamente a Lei mos aica. — Ex 20 : 1 2 ;

G a l 4 : 4 .

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E nc on t r e joia s espi rit u a is

( L uc a s 2 : 14 ) “Gl o ria a D eus na s maio res al-

tura s , e na terra pa z entre o s h o mens a quem ele co ncede o seu fav o r.”

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B ı blia de Est udo no t a s em Lu 2 : 14

e na ter r a paz ent re os homens a q uem ele

concede o seu favor : O tex to grego de alguns

manuscritos pode ser traduzido “paz na terra, boa v ontade para com os homens ”, e algumas

traduc¸ o es da B ı ´ blia seguem ess a opc¸ ao. Mas

a opc¸ ao us ada na Tra du c¸ a o d o N ovo Mun d o

se baseia em manuscritos mais antigos e mais

confi av eis . Esse an uncio dos anjos n ao indicava

que D eus ex press aria s ua boa v ontade a todos

os humanos , n ao impor tando s uas atitudes e

ac¸ o es . Em v ez disso, indicava que D eus mos tra-

ria s ua boa v ontade aos que demons trassem

v erdadeira f e nele e se tornassem seguidores de

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seu Filho. — Veja a nota de es tudo em homens a q uem ele concede seu favor nes te v ers ı ´ culo.

homens a q uem ele concede seu favor : O u :

“ h o m e n s d e b o a v o n t a d e ”. E m g r e g o , a n -

t h r o p o i s e u d o k ı a s . A pa l av ra g re g a e u d o k ı a

tamb em pode ser traduzida “agrado ; aprova-

c¸ ao”. O v erbo relacionado e u d ok e o e us ado em Mt 3 : 17; Mr 1 : 11 e Lu 3 : 2 2 , onde D eus fala com

seu Filho logo depois de seu batismo. ( Veja

a nota de es tudo em Mr 1 : 11 nas Re fer e n c ia s

para a Apos ti la de abril de 201 8 , p agina 5.)

Esse v erbo tem o sentido b asico de “aprovar ;

agradar-se de ; olhar com fav or para ; alegrar-se com”. Em harmonia com esse sentido, a ex -

press ao grega an th r opois e u d ok ı a s se refere a

pessoas que t em a aprovac¸ ao e a boa v ontade

de D eus , e tamb em poderia ser traduzida “pes-

soas que ele aprova ; pessoas que o agradam”.

S endo assim, os anjos n ao es tavam se referindo

ao fav or, ou boa v ontade , de D eus em relac¸ ao

aos homens em geral , mas em relac¸ ao aos que

o agradam por demons trar v erdadeira f e nele e

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por se tornarem seguidores de seu Filho. A s

v ez es a palav ra grega e u d ok ı a se refere ao sen-

timento de boa v ontade de humanos , como no

caso de Ro 1 0 : 1 e Fil 1 : 15, onde ela foi traduzida

“o que eu realmente desejo” e “ boa motivac¸ ao”.

Mas na maioria das ocorr encias ela se refere a

boa v ontade de D eus ou ao que agrada a ele .

(Mt 11 : 26 ; Lu 1 0 : 21 ; Ef 1 : 5, 9 ; Fil 2 : 13 ; 2Te 1 : 11).

A Se p tu a gin ta tamb em usou ess a palav ra em

Sal 51 : 1 8 [50 : 20, LXX ] para se referir a “ boa

v ontade” de D eus .

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( L uc a s 3 : 2 3 ) Quando Jes us co me c¸ o u a s ua o bra, tinh a cerca de 30 ano s de ida de . Ele

era, co nfo rme se pens ava, filh o de Jo s e , filh o

de Eli ,

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Sent inela n u mero 3 de 2016 p a g. 9 par a g. 1 - 3

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Voc e Sabia?

Quem er a o pai de J os e?

Jos e , o carpinteiro de Nazar e , era o pai adotiv o

de Jes us . Mas quem era o pai de Jos e? O Evan-

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gelho de Mateus fala de um homem chamado

Jac o, mas o Evangelho de Lucas diz que Jos e

era “ filho de Eli ”. Por que ess a aparente contra-

di c¸ ao na genealogia de Jes us? — Lucas 3 : 23 ;

Mateus 1 : 16 .

O relato de Mateus diz : “Jac o tornou-se pai de

Jos e .” O termo grego us ado indica que Jac o era

o pai biol o gico de Jos e . Assim, Mateus descre-

v eu a genealogia natural de Jos e , a linhagem

real de Davi . Foi por meio dess a genealogia que

o direito legal ao trono passou para Jes us , fi-

lho adotiv o de Jos e .

Por outro lado, o relato de Lucas diz : “Jos e , fi-

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lho de Eli .” A ex press ao “ filho de” pode ser

entendida como “genro de”. Em Lucas 3 : 27, en-

contramos um caso parecido. S ealtiel , que era

filho de Jec onias , e al is tado co mo “ filho d e

Neri ”. (1 Cr onicas 3 : 17; Mateus 1 : 1 2) Pelo vis to,

S ealtiel se casou com uma filha de Neri , cu jo

nome n ao e mencionado, e se tornou genro de

Neri . Da mesma forma, Jos e era “ filho” de Eli ,

vis to que era cas ado com Maria, filha de Eli .

Assim, Lucas descrev e a linhagem natural de

Jes us “segundo a carne”, por meio de Maria,

s ua m ae biol o gica. (Romanos 1 : 3) D esse modo,

a B ı ´ blia apresenta duas genealogias de Jes us

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que s ao uteis para n os .

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2 5 DE J U N HO– 1 .° DE J U LHO

T E S OU R OS DA PA L AV RA D E D E U S L U -

CA S 4 - 5

“Ass i m c omo Jes u s , r es ista a s ten ta c¸ o es ”

( L uc a s 4 : 1 - 4 ) Ent a o Jes us , ch eio de esp ı ´ rito

s anto , se afa s to u do Jo rd a o e foi co nduzido

pelo esp ı ´ rito , no deser to , 2 po r 40 dia s , e foi

tenta do pelo Diabo . Ele n a o co meu na da na -

queles dia s ; a ssim, quando terminaram, ele

sentiu fo me . 3 O Diabo lh e disse ent a o : “ S e

v oc ˆ e ´ filh o de D eus , diga a es ta pedra que

se trans fo rme em p a o .” 4 M a s Jes us lh e res-

po ndeu : “E s t a escrito : ‘O h o mem n a o dev e

viv er so mente de p a o .’ ”

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Sent inela 1 5/08/1 3 p a g. 25 par a g. 8

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Cons idere q ue t ipo de pessoa voc e deve ser

8 Satan as usou a mesma t atica quando tentou

Jes us no ermo. D epois de Jes us ter jejuado por

40 dias e 40 noites , Satan as tentou ex plorar o

desejo dele por alimento. “ S e tu e s filho de

D eus ”, disse Satan as , “diz e a es ta pedra que se

trans forme em p ao”. (Luc . 4 : 1- 3) Jes us tinha

duas opc¸ o es : decidir us ar, ou n ao, seu poder

milagroso para s atis faz er a necessidade de ali-

mento. Ele s abia que n ao devia us ar esse poder

para fins ego ı ´ s tas . Embora faminto, n ao deu

mais impor t a ncia a s atis faz er a fome do que a

manter s ua relac¸ ao com Jeov a . Jes us disse :

“Es t a escrito : ‘O homem n ao dev e viv er s o de

p ao, mas de tudo o que procede da boca de

Jeov a .’ ” — Luc . 4 : 4 , nota.

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( L uc a s 4 : 5 - 8 ) Assim ele o lev o u para cima e lh e mo s tro u todo s o s reino s da terra h abita -

da, num ins tante . 6 Ent a o , o Diabo lh e disse :

“Eu lh e darei toda es ta a uto rida de , bem co mo

a gl o ria des tes reino s , po rque ela me foi en-

tregue e a do u a quem eu quiser. 7 Po r tanto ,

se v o c e f i ze r u m a t o d e a d o ra c¸ a o d i a n t e

de mim, tudo ser a seu.” 8 Em respo s ta, Je-

s us lh e disse : “E s t a escrito : ‘Ado re a Jeo v a ,

seu D eus , e pres te ser vi c¸ o s a gra do apena s a ele .’ ”

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Sent inela 1 5/08/1 3 p a g. 25 par a g. 10

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Cons idere q ue t ipo de pessoa voc e deve ser

1 0 Q ue diz e r no c a so d e Jes us ? Sa tan a s “ lh e

m o s tro u t od o s o s reino s d a t e r ra h abita d a , num ins tant e d e t e mpo ; e o Diabo disse -lh e :

‘Eu t e d arei t od a es ta a ut o r id a d e e a gl o r ia d e -

l es’ ”. (Luc . 4 : 5, 6) Jes us n a o viu num ins tant e

t od o s o s reino s co m se us o lh o s lit e rais , m a s

Sa tan a s d e v e t e r pe ns a d o que a gl o r ia d es-

ses reino s , ap rese nta d a num a vis a o , t e r ia ce r t o

a tra tiv o p ara Jes us . Sa tan a s t e v e a a ud a cia

d e s ug e r ir : ‘ S e t u fiz e res um a t o d e a d o ra c¸ a o

diant e d e mim, t ud o se r a t e u.’ (Luc . 4 : 7) D e

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m od o al gum Jes us quis se r o tipo d e pesso a

que Sa tan a s que r ia que e l e fo sse . Sua respo s -

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ta foi im edia ta : “E s t a escr it o : ‘ E a Jeo v a , t e u

D e us , que t e ns d e a d o rar e e so m e nt e a e l e

que t e ns d e p res tar se r vi c¸ o s a gra d o .’ ” — Luc .

4

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: 8 .

( L uc a s 4 : 9 - 1 2 ) Ele o lev o u ent a o a Jerus a-

l em, ´ co loco u- o so bre o parapeito do templo

e lh e disse : “ S e v oc ˆ e ´ filh o de D eus , jogue -

se da qui para baix o , 10 pois es t a escrito : ‘Ele

dar a a o s seus anjo s uma o rdem referente a

v oc e , para pro teg e -lo’, 1 1 e : ‘Eles o carrega-

r a o na s m a o s , para que n a o ba ta co m o p e

numa pedra.’ ” 1 2 Em respo s ta, Jes us lh e dis-

se : “Foi dito : ‘N a o po nh a Jeo v a , seu D eus , a

pro va.’ ”

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B ı blia de Est udo m ı ´ d ia

Par apeito do tem plo

Pode ser que Satan as tenha literalmente colo- cado Jes us “sobre o parapeito [ou : “ponto mais alto”] do templo” e dito a ele que se jogas- se para baix o. Vis to que a palav ra traduzida

aqui como “ templo” pode se referir ao conjunto

inteiro de pr e dios do templo, n ao se s abe o lo-

cal ex ato onde isso poderia ter acontecido. Por

ex emplo, Jes us pode ter sido colocado sobre o

canto s udes te (1) da a rea do templo. O u pode

ter sido em alguma outra ex tremidade do tem-

plo. Jes us com cer teza morreria se ca ı ´ sse de

qualquer um desses locais , a menos que Jeov a

o s alvasse .

Sent inela 1 5/08/1 3 p a g. 26 par a g. 1 2

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Cons idere q ue t ipo de pessoa voc e deve ser

1 2 Em contras te com Eva, que ex celente ex emplo

de humildade Jes us deu! Satan as o tentou de

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outra maneira, mas Jes us rejeitou at e mesmo

a ideia de faz er algo dram atico que colocasse

D eus a prova. Isso teria sido um ato de orgu-

lho! Em v ez disso, a respos ta de Jes us foi clara

e

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direta : “Dito es t a : ‘N ao dev es p or Jeov a , teu

D

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eus , a prova.’ ” — Leia Luc a s 4 : 9 - 1 2 .

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E nc on t r e joia s espi rit u a is

( L uc a s 4 : 1 7 ) Assim, foi-lh e entregue o ro lo

do pro feta Is a ı ´ a s , e ele abriu o ro lo e a ch o u

o lugar o nde es tava escrito :

B ı blia de Est udo no t a em Lu 4 : 1 7

o rolo do pro fet a Is a ıa ´ s: O Rolo do Mar Mor to

de Is a ı ´ as e feito de 17 tiras de pergaminho cos -

turadas uma na outra, formando um rolo de

7, 3 metros de comprimento, com 54 colunas de

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tex to. E poss ı ´ v el que o rolo us ado na sinagoga

em Nazar e tiv esse um tamanho parecido. Je-

s us tev e que procurar o trecho que queria sem

cap ı ´ tulos e v ers ı ´ culos ,

pois ess as divis o es ainda n ao exis tiam no s e cu-

lo 1 d .C . Mas o fato de que ele ac hou o lugar

onde aquelas palav ras prof eticas es tavam mos -

tra que ele conhecia muito bem a Palav ra de D eus .

a ajuda de n umeros de

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( L uc a s 4 : 2 5 ) Garanto a v oc e s que h avia mui-

ta

o

e h o uv e uma grande fo me em toda a quela terra.

c eu se fech o u po r tr e s ano s e seis meses

s vi uva s em Isra el no s dia s de Elia s , quando

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B ı blia de Est udo no t a em Lu 4 : 25

por t r e s anos e seis meses: D e acordo com 1Rs 1 8 : 1 , foi “no terceiro ano” que Elias anunciou o fim da seca. Por isso alguns afirmam que es-

s as palav ras de Jes us contradiz em o relato de 1 Reis . Mas o relato nas Escrituras Hebraicas

n ao indica que a seca durou menos de tr e s

anos . A ex press ao “no terceiro ano” pelo vis to

se refere ao per ı ´ odo que come c¸ ou quando Elias

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anunciou a seca a Acabe . (1Rs 17: 1) E prov av el

que Elias tenha feito esse an uncio depois que a

es tac¸ ao seca j a tiv esse come c¸ ado. Ess a es tac¸ ao

cos tuma durar at e seis meses , mas talv ez tenha

durado mais naquele ano. A l em disso, a seca

n ao terminou imediatamente quando Elias falou

com Acabe “no terceiro ano”, mas s o depois da

ocasi ao em que Jeov a fez descer fogo do c eu no monte Carmelo. (1Rs 1 8 : 1 8 - 45) Assim, as

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palav ras de Jes us regis tradas aqui e as regis -

tradas por Tiago, meio -irm ao de Jes us , em Tg

5 : 17 n ao contradiz em o relato de 1Rs 1 8 : 1 .

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