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OS TIPOS DE CÂNCER MAIS

COMUNS E SEUS FATORES DE RISCO


Saiba a importância de um diagnóstico precoce e de uma
assistência humanizada durante todo o tratamento.
1. INTRODUÇÃO

No dia 8 de abril é comemorado o Dia Mundial de Combate ao


Câncer. O principal objetivo da data é conscientizar a população
mundial sobre a importância de visitas regulares ao médico, a fim de se
obter um diagnóstico precoce e evitar o crescimento da doença.

Para tratar o assunto, a Faculdade Unyleya contou com


professores do curso de Pós-Graduação a Distância em Enfermagem
Oncológica. Danielle Silva e Wellington Lima falam sobre o que é a
doença, os seus principais fatores de risco e um pouco sobre como é
conduzido o tratamento.

Com toda a repercussão que o câncer causa no paciente e nos


familiares, a partir da confirmação do diagnóstico, os professores
trazem a importância de uma assistência humanizada, tirando o foco
exclusivo de rotinas hospitalares. “É necessário uma abordagem
diferenciada para compreender as implicações e impacto social,
emocional, físico e espiritual que essa patologia acompanha,
desenvolvendo a capacidade de identificar o plano terapêutico e suas
expectativas”, Danielle e Wellington ressaltam.

Leia o artigo e faça parte desta grande luta de combate ao câncer!

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2. O QUE É O CÂNCER?

O câncer é caracterizado pelo crescimento de células normais


estimulando a multiplicação desordenada e contínua. Essa proliferação
celular não resulta obrigatoriamente na presença de malignidade, pode
se apresentar como uma resposta às necessidades específicas do corpo.
As células cancerosas durante seu crescimento formam outras novas
células anormais de forma rápida, agressiva e incontrolável,
manifestando em outras regiões do corpo desencadeando transtornos
funcionais no organismo (BRASIL, 2011).

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A doença é considerada um agravo de saúde pública de grande
complexidade que o sistema de saúde brasileiro encara atualmente,
devido à sua relevância epidemiológica, social e econômica. Em média,
um terço dos casos notificados de câncer poderiam ser prevenidos ou
ter cura se diagnósticado precocemente. Diante disso, o Ministério da
Saúde institui as prioridades na Agenda de Saúde de prevenção e
controle da doença. Para a eficácia dos programas, o Instituto Nacional
de Câncer (INCA) assumiu a responsabilidade de participar
intensamente junto a população, com o desenvolvimento de ações de
promoção e prevenção contra o câncer e com as políticas do Sistema
Único de Saúde (SUS), colaborando na formulação de uma rede de
cuidados integrais à saúde (BRASIL, 2011).

Neste contexto, o INCA tem desenvolvido ações em nível


nacional. Tais ações são voltadas para prevenção e controle do câncer, e
para o fornecimento de dados relevantes ao planejamento, à gestão e à
exposição de prioridades alcançadas pelo Registro de Câncer e Sistema
de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. As ações
ficam centralizadas na Secretaria de Vigilância a Saúde (INCA, 2015).

Desde de 1975, foi implementado o Programa Nacional de


Controle de Câncer pelo Ministério da Saúde. Os objetivos do Programa
eram a realização de uma política em câncer, a organização e o
desenvolvimento de um registro de câncer regional e nacional, para
realizar o levantamento de dados estatísticos sobre a doença. O
objetivo da iniciativa foi possibilitar o fornecimento de subsídios para
pesquisas epidemiológicas, auxiliando nas estratégias de políticas para
o controle e a prevenção da doença (MIRRA, 2005).

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3. TIPOS DE NEOPLASTIAS

O câncer pode ser classificado em neoplasias benignas ou


malignas. Ambos apresentam um crescimento organizado, inicialmente
lento, silencioso e expansivo, e limites bem nítidos. No início da doença,
não ocorre comprometimento de órgãos e tecidos vizinhos, mas podem
se comprimir órgãos e tecidos adjacentes. As neoplasias podem ser
classificadas em:

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• Benignas: lipomas (originam-se do tecido gorduroso), o mioma
(originam-se do tecido muscular liso) e o adenoma (são tumores benigno
das glândulas);

• Malignas: apresentam um maior grau de autonomia e possuem a


capacidade de deslocar para tecidos vizinhos e desencadeando
metástases, onde o paciente pode não apresentar resposta ao tratamento,
evoluindo ao óbito (BRASIL, 2011).

Atualmente, o câncer é considerado como uma das principais


causas de mortalidade no mundo. Por esse motivo, todos os
profissionais de saúde devem não focar apenas o tratamento nos
recursos farmacológicos, mas também na tentativa de diminuir o
sofrimento dos pacientes e familiares oferecendo conforto durante o
tratamento até a recuperação ou morte (SILVA et al, 2014).

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4. TIPOS DE CÂNCER

De acordo com o INCA, estima-se no Brasil de 2016-2017 a


ocorrência de 600 mil novos casos de câncer.
"O câncer de pele não melanoma (aproximadamente 180 mil casos
novos), o perfil epidemiológico observado assemelha-se ao da América
Latina e do Caribe, onde os cânceres de próstata (61 mil) em homens e
mama (58 mil) em mulheres serão os mais frequentes. Os tipos mais
frequentes em homens serão próstata (28,6%), pulmão (8,1%), intestino
(7,8%), estômago (6,0%) e cavidade oral (5,2%). Nas mulheres, os
cânceres de mama (28,1%), intestino (8,6%), colo do útero (7,9%), pulmão
(5,3%) e estômago (3,7%) figurarão entre os principais" (INCA, 2015 p. 26).

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De acordo com o mesmo autor, diante dos elevados índices de
câncer notificados, torna-se relevante o monitoramento da
morbimortalidade incluído na gestão da saúde, a obrigatoriedade e o
estabelecimento de ações de prevenção e controle do câncer e de seus
fatores de risco. Todo monitoramento desse sistema inclui a supervisão
e a avaliação de programas, ações necessárias para a compreensão da
situação e do impacto no perfil de morbimortalidade da população. É
relevante também o acompanhamento da manutenção de um sistema
de vigilância que forneça informações relevantes e de qualidade, que
possibilite análises epidemiológicas para as formulações de decisões e
estratégias.

Os quatro tipos de câncer mais comuns no mundo:

• Câncer de próstata:

É um dos mais comuns entre os homens em todo o mundo. Em


media 70% dos casos diagnosticados, a 15ª posição em mortes por
câncer em homens, com aproximadamente 6% dos óbitos no mundo.
Apresenta incidência maior em países como Austrália e Nova Zelândia, e
países da Europa Ocidental, América do Norte, Caribe, América do Sul e
o Sul da Africa. Esse aumento dos casos notificados se deu a partir do
teste do antígeno prostático específico (PSA). Entretanto, algumas
regiões menos desenvolvidas, como o Caribe, países da América do Sul
e países do Sul da África apresentam altas taxas de incidência.

Ja no Brasil, esse perfil tem mudado devido às alterações no contexto


social, econômico e da saúde. Com a melhoria das políticas públicas de
saúde, da qualidade dos sistemas de informação sobre o diagnóstico,
rastreamento por meio do PSA e toque retal, aumentou-se a expectativa de
vida, o que repercutiu na amplitude da doença (INCA, 2015).
Dentre os fatores de risco, destacam-se:

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• Idade acima de 45 anos, mais comum a partir dos 65 anos de idade;
• Histórico familiar de câncer;
• Etnia;
• Cor da pele, com predominância entre os negros.

O tratamento é realizado de forma individualizada conforme a


idade, tamanho da próstata, grau histológico, estágio do tumor e os
recursos técnicos disponíveis, como recursos terapêuticos. Também são
possíveis as cirurgias radicais, observação vigilante do
desenvolvimento do câncer, radioterapia e terapias endócrina (JÚNIO et
al, 2015).

• Câncer de mama:

Apresenta-se como a maior incidência e mortalidade entre as


mulheres de todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento
quanto em países desenvolvidos. É considerado uma doença
heterogênea devido a sua clínica e morfologia. Na maioria das vezes,
inicia-se no epitélio ductal e são conhecidos como carcinoma ductal
invasivo, mas pode-se apresentar também como lobular, tubular,
mucinoso, medular, micropapilar e papilar. É considerado multifatorial,
devido os fatores de riscos, como:

• Biológico; • Histórico familiar de câncer de mama;


• Endócrinos; • Alta densidade do tecido mamário;
• Vida reprodutiva; • Consumo de álcool;
• Comportamento; • Excesso de peso;
• Estilo de vida; • Sedentarismo;
• Envelhecimento; • Exposição à radiação ionizante (INCA, 2015).

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Dentro das políticas públicas estabelecidas no Brasil para o
diagnóstico do câncer de mama, seguem-se as recomendações do
Ministério da Saúde com ações voltadas para o exame clínico das
mamas (ECM) anual para mulheres assintomáticas entre 40 e 50 anos, e
a mamografia bianual para mulheres entre 50 e 69 anos. Em mulheres
que se enquadram entre fatores de risco e com predisposição familiar
para o desenvolvimento de câncer de mama, indicam-se a realização do
ECM e da mamografia anual (MG) a partir dos 35 anos de idade, sendo
diferentes protocolos recomendados de acordo com a causa específica
do risco (PROLLA, 2015).

Segundo Rodrigues, Silva e Cardoso (2016), somente a partir do


diagnóstico confirmado que o oncologista precisará definir os aspectos
patológicos, histológicos, sensibilidade hormonal e condições clínicas
da paciente para determinar a melhor conduta terapêutica entre
medicamentos ou a não medicamentoso. O tratamento pode ser
dividido em:

• Primário: que inclui a mastectomia parcial ou total;


• Secundário: radioterapia, hormonioterapia e quimioterapia

• Câncer de Pulmão

Um dos riscos principais para o desenvolvimento desse câncer é o


tabagismo, responsável, em média, por 6 milhões de mortes anuais no
mundo, com incidência no Brasil de 147 mil mortes. Fumantes têm
probabilidade de 20 a 30 vezes de chances maiores de desenvolverem
câncer de pulmão comparados aos que não fumaram. Além do
tabagismo como fator de risco, destaca-se também:

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• Exposição a carcinógenos ocupacionais e ambientais: destaque aos
hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, ao radônio, ao asbesto, à sílica
cristalina, a alguns metais e à poluição do ar relacionada principalmente
à exaustão de motor a diesel;
• Tabagismo passivo;
• Emissão da combustão (INCA, 2015).

O diagnóstico é por meio da investigação de sintomas e sinais


sugestivos da neoplasia e exames complementares, como: radiografia,
tomografia, ressonância magnética, citologia do escarro, broncoscopia,
biópsias intra e extra torácica e toracotomia exploradora. As condutas
terapêuticas se resumem em tratamento cirúrgico, quimioterapia e
radioterapia (CARVALHO; JUNIOR, 2004).

• Câncer de Colo de Útero

É o 6ª tipo mais comum entre as mulheres, representando 5% das


notificações dos tipos de câncer no sexo feminino no mundo.
Responsável por cerca de 2% dos óbitos em mulheres, o que
corresponde, em média, a 76 mil óbitos. A prevalência de maior taxa de
mortalidade é na Oceania, e a menor, no Norte da África. Dentre os
fatores de risco, destacam-se:

• Idade precoce na menarca;


• Idade tardia da menopausa;
• Terapia de reposição hormonal;
• Obesidade;
• Mulheres acima dos 50 anos (INCA, 2015).

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De acordo com os mesmos autores, para evitar o desenvolvimento
do câncer do colo de útero é importante que a mulher pratique
atividade física regular, mantenha o peso corporal adequado e hábitos
alimentares saudáveis, e que faça o exame papanicolau anualmente.

O diagnóstico é realizado conforme os tipos de lesões:

• Lesão visível e grosseiramente invasiva: deve-se realizar biópsia;


• Ausência de lesões aparentes e com um exame de citologia oncótica
anormal: realizar colposcopia com biópsia dirigida das lesões suspeitas;
• Estadiamento: realizar biópsia, o exame ginecológico, tomografia
computadorizada de pelve associada ou não a ressonância magnética de
pelve, cistoscopia, retosigmoidoscopia e radiografia de tórax.

As condutas terapêuticas são definidas de acordo com o estágio da


doença, podendo ser instituído:

• Histerectomia radical com linfadenectomia pélvica para-aórtica com ou


sem quimioterapia e radioterapia adjuvantes;
• Radioterapia e quimioterapia definitivas;
• Traquelectomia radical;
• Conização (DIZ; MEDEIROS, 2009).

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5. ENFERMAGEM E ONCOLOGIA

O tratamento do câncer modifica consideravelmente a vida do


paciente e de seus familiares, desencadeando restrições físicas e
psíquicas, afastando o paciente de um convívio social e com
interrupção dos projetos de vida. Cerca de 90% dos pacientes
reclamam de dores moderada a severa no estágio avançado da
doença, necessitando de mais medicamentos e restringindo ainda
mais suas atividades (SILVA et al., 2011).

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Para o enfrentamento de todo esse processo do tratamento, o
paciente necessita de ampla estrutura de apoio em todas as etapas com
cuidados específicos, exigindo assim que a equipe de enfermagem
tenha conhecimento científico e habilidade para desenvolver uma
prática assistencial segura e eficiente (SOUZA; VALADARES, 2011).

Com toda a repercussão que o câncer causa no paciente e nos


familiares a partir da confirmação do diagnóstico, é importante que a
enfermagem ofereça uma assistência humanizada tirando o foco
exclusivo do tratamento farmacológico e de rotinas hospitalares. Na
enfermagem oncológica, a assistência deve ser desenvolvida de forma
plena, encorajadora, afetuosa e comprometida em auxiliar na
adaptação às novas condições de vida (ARAÚJO; SILVA; BONFIM, 2010).

O enfermeiro que atua na área oncológica precisa desenvolver uma


percepção frente aos problemas vivenciados pelos pacientes e seus
familiares que passam pelo medo constante da morte e de adoecer. O
tratamento e recuperação do paciente sofre influências pelo meio em que
está inserido, sendo fortemente influenciada por suas vivências,
conhecimentos, valores éticos e pessoais e, nessa perspectiva, cada
indivíduo, paciente, profissional ou familiar, deve ser considerado como
único. O enfermeiro precisa considerar todas essas necessidades, os valores
e crenças específicas, o impacto da doença e da hospitalização do paciente
e a influência da interação familiar sobre a causa e sua cura, dentro do seu
planejamento assistencial (CASANOVA; LOPES, 2009).

A assistência de enfermagem deve ser oferecida de forma


individualizada e humanizada, ja que o paciente se encontra
fragilizado e com a estimativa de sobrevida reduzida. O enfermeiro
deve ser capaz de proporcionar e estabelecer contato com o paciente,
através da comunicação, com o objetivo de revelar as necessidades
dos pacientes e familiares a fim de proporcionar qualidade de vida e
uma assistência eficaz.

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A equipe de enfermagem precisa estabelecer uma interação e
comunicação com os pacientes e familiares, precisa compreender que,
durante o cuidado, necessitamos saber abordar ambos de forma que
minimize o seu sofrimento, sentimentos, dúvidas, e ajude na
recuperação. Os pacientes oncológicos necessitam da ajuda da
enfermagem na identificação de seus problemas, no enfrentamento de
forma realista, na participação ativa do tratamento e, quando necessário,
auxiliá-los a encontrar soluções possíveis (SILVA et al, 2014).

De acordo com os mesmos autores, a assistência de enfermagem se


encontra na troca de informações e interação, moldadas na confiança,
respeito, ética e na experiência compartilhada de vida, desenvolvendo
ações de caráter educativo, referentes à prevenção. Para o diagnóstico
precoce, cuidados e reabilitação para o paciente e familiares.

Diante do exposto, a enfermagem está voltada para desenvolver


um cuidado adequado, com meta de proporcionar qualidade de vida ao
paciente que precisa. É necessário uma abordagem diferenciada para
compreender as implicações e impacto social, emocional, físico e
espiritual que essa patologia acompanha, desenvolvendo a capacidade
de identificar o plano terapêutico e suas expectativas. O enfermeiro
deve otimizar este cuidado, saber avaliar os sintomas e suas
intensidades, visando evitar complicações indesejáveis, desenvolver
um manejo adequado das lesões e limitações impostas pelo agravo do
câncer e dos cuidados paliativos (SOUZA; SANTO, 2007).

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6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

No Brasil, o diagnóstico de câncer ainda é realizado tardiamente,


evidenciando a importância de políticas públicas eficazes e que
estimulem, tanto os profissionais de saúde como os pacientes, na adesão
ao autoexame, consultas de rotinas, no diagnóstico precoce, permitindo
um tratamento menos agressivo e com expectativas de cura.

Atualmente, a prevenção e o controle do câncer é um dos mais


importantes desafios da saúde pública. Além de recursos materiais, é
necessário capacitação entre os profissionais da equipe de
enfermagem, para que estes possam atuar eficazmente na prevenção
e controle do câncer.

Wellington Luiz de Lima é enfermeiro, especialista em Terapia


Intensiva, e tutor da Faculdade Unyleya.

Danielle Ferreira Silva é enfermeira, especialista em Saúde Pública e


Docência Universitária, e tutora da Faculdade Unyleya.

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REFERÊNCIAS

ARAÚJO, H. M. A.; SILVA, R. M.; BONFIM, I. M.; FERNANDES, A. F. C. A


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http://www.inca.gov.br/rbc/n_54/v01/pdf/artigo_5_pag_31a42.pdf>.
Acesso em: 02 abril 2017.

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